MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD

SISTEMA DE CONCESSÃO DE DIÁRIAS E PASSAGENS – SCDP LEGISLAÇÃO Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária, Financeira e de Contratações Públicas.

Lei 8.027/1990 - Normas de conduta do servidor público Art. 2º São deveres dos servidores públicos civis: I - exercer com zelo e dedicação as atribuições legais e regulamentares inerentes ao cargo ou função; III - observar as normas legais e regulamentares; IV - cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais; VII - guardar sigilo sobre assuntos da repartição, desde que envolvam questões relativas à segurança pública e da sociedade; XI - representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder. Decreto 5.992/2006, Art. 12-A (Obrigatoriedade do SCDP) Art. 12-A. O Sistema de Concessão de Diárias e Passagens SCDP do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão é de utilização obrigatória pelos órgãos da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. (Incluído pelo Decreto nº 6.258, de 2007) Parágrafo único. Todos os órgãos da administração pública federal direta, autárquica e fundacional deverão estar adaptados ao disposto no caput até 31 de dezembro de 2008. (Incluído pelo Decreto nº 6.258, de 2007) Dec. 3.996/2001, Arts. 1º, 2º, § 1º (Certificação Digital) Art. 1o A prestação de serviços de certificação digital no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta, fica regulada por este Decreto. Art. 2o Somente mediante prévia autorização do Comitê Executivo do Governo Eletrônico, os órgãos e as entidades da Administração Pública Federal poderão prestar ou contratar serviços de certificação digital. § 1o Os serviços de certificação digital a serem prestados, credenciados ou contratados pelos órgãos e entidades integrantes da Administração Pública Federal deverão ser providos no âmbito da Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileiras – ICP - Brasil. MP 2.200-2/2001, Art. 1º (Token) Art. 1o Fica instituída a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira -ICP-Brasil, para garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica, das aplicações de suporte e das aplicações habilitadas que utilizem certificados digitais, bem como a realização de transações eletrônicas seguras.

Port. 505/2009, Arts. 1º, I - 1º, e 3º - MP (Prazo para emissão de passagens aéreas) Art. 1º Os órgãos e entidades da Administração Pública federal direta, autárquica e fundacional, para racionalização de gastos com a emissão de bilhetes de passagens aéreas para viagens a serviço, deverão observar os seguintes procedimentos: I - a solicitação da proposta de viagem, com passagem aérea, deve ser realizada com antecedência mínima de dez dias; Art. 3º Todas as viagens no âmbito de cada órgão e ou entidade devem ser registradas no SCDP, mesmo nos casos de afastamento sem ônus ou com ônus limitado.

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Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária, Financeira e de Contratações Públicas.

§ 1º As atividades de conservação. Evite pagar diárias em data posterior à realização da viagem. 1o Esta Lei institui o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União. 1º. ENTENDEMOS QUE UM FUNCIONÁRIO DE UMA PRESTADORA DE SERVIÇOS NÃO SE ENQUADRARIA NA POSSIBILIDADE ORA QUESTIONADA. reprografia. Dec. 1º.1. limpeza. justificando adequadamente no processo. vigilância.271/1997. informática. 2º. 9. segurança. autárquica e fundacional poderão ser objeto de execução indireta as atividades materiais acessórias. Financeira e de Contratações Públicas. objeto de execução indireta. e seus respectivos acervos. consoante ao disposto no art. Arts. 2 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária. § 2° São recursos de informática o conjunto formado pelos equipamentos. caso o pagamento seja feito no decorrer ou após a viagem. servidor é a pessoa legalmente investida em cargo público. instrumentais ou complementares aos assuntos que constituem área de competência legal do órgão ou entidade. tratamento.992/2006. . das autarquias. que envolve as atividades de produção. 2. Abstenha-se de conceder diárias e passagens aéreas aos seus servidores. de acordo com o princípio da finalidade.1. de preferência. copeiragem. Os cargos públicos. inclusive as em regime especial. transportes. para provimento em caráter efetivo ou em comissão. salvo expressa disposição legal em contrário ou quando se tratar de cargo extinto. 2º.6. Art. 5º Decreto n.6. Consulta CGN/DLSG/SLTI/MP. são criados por lei. no âmbito do quadro geral de pessoal.” Lei 8. Art.2.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD Acórdão TCU 1151/2007 – Plenário (Pagamento depois do inicio da viagem) 9. telecomunicações e manutenção de prédios. para a participação em eventos não correlacionados com as atividades desenvolvidas pela autarquia e/ou com as atribuições dos beneficiários. total ou parcialmente. 2o Para os efeitos desta Lei. recepção. com denominação própria e vencimento pago pelos cofres públicos. entre as situações previstas no normativo. Acórdão TCU 2789/2009 – Plenário (Principio da Finalidade) 9. Parágrafo único. § 1º e 2º (Recursos de Informação) § 1° São recursos de informação os conjuntos ordenados de procedimentos automatizados de coleta. armazenamento e disseminação. 3º Art. PORTANTO. Dec. materiais e programas de computador que constituem a infra-estrutura tecnológica de suporte automatizado ao ciclo da informação. coleta. 5. tratamento e recuperação da informação. 1º No âmbito da Administração Pública Federal direta.7.048/1994. e das fundações públicas federais. Art.5. § 2º Não poderão ser objeto de execução indireta as atividades inerentes às categorias funcionais abrangidas pelo plano de cargos do órgão ou entidade. 3o Cargo público é o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor. tendo em vista a preservação das garantias do servidor. acessíveis a todos os brasileiros. equipamentos e instalações serão. § 1º e 2º (Solicitante) Art.112/1990. Abstenha-se de assinar as propostas e concessões de diárias em data posterior à do início do deslocamento. 01/04/2010 (Solicitante) “RESPOSTA: O "SOLICITANTE" DEVE SER PESSOA COM A COMPETÊNCIA INTITUÍDA PELO CARGO/FUNÇÃO DENTRO DOS LIMITES ESTABELECIDOS NO REGIMENTO INTERNO DO ÓRGÃO/ENTIDADE. Art. 1.2.

Para os efeitos desta Instrução Normativa.13 abstenha-se. 3 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária. como a própria denominação indica.992/2006. por falta de amparo legal. 21/11/2002 (Terceirizados) 3. Financeira e de Contratações Públicas.SLTI/MP (Colaborador Eventual/Terceirizados) Art. 10. Diante do exposto verifica-se que apenas servidor faz jus a percepção de passagens e diárias. No caso específico de profissionais terceirizados contratados com base no Decreto supramencionado. É vedado à Administração ou aos seus servidores praticar atos de ingerência na administração da contratada. § 1º O dirigente do órgão concedente da diária estabelecerá o nível de equivalência da atividade a ser cumprida pelo colaborador eventual com a tabela de diárias. 4º da Lei nº 8. que recebe a incumbência da execução de determinada atividade sob a permanente fiscalização do delegante. ANEXO I I -SERVIÇOS CONTINUADOS são aqueles cuja interrupção possa comprometer a continuidade das atividades da Administração e cuja necessidade de contratação deva estender-se por mais de um exercício financeiro e continuamente. seja ele ocupante de cargo efetivo ou investido em cargo em comissão. Acórdão TCU 3501/2008 – 2ª Câmara (Terceirizados) 1. 5. de modo a inserir cláusula que preveja o pagamento de diárias a essa categoria.6. sem qualquer caráter empregatício (servidor/empregado público). é o particular dotado de capacidade técnica específica. IN Nº 2/2008 -SLTI/MP Art. avaliando pertinência de se promover aditamento ao contrato no qual estejam incluídos os motoristas. 4.” Dec. Parágrafo único. Art. Vossa Senhoria deverá observar as disposições do contrato celebrado com esse Ministério. quando em viagem a serviço. de 8 de janeiro de 1991. continuados ou não. são adotadas as definições constantes do Anexo I desta Instrução Normativa. ressalvado o disposto no § 3o do art.SISG. 10.considerar os trabalhadores da contratada como colaboradores eventuais do próprio órgão ou entidade responsável pela contratação.162. . previstas no art. 1º Disciplinar a contratação de serviços. IN Nº 2/2008 . NR 7. por órgãos ou entidades integrantes do Sistema de Serviços Gerais .613/2011 (Colaborador Eventual) Art. As despesas de alimentação e pousada de colaboradores eventuais.1.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD Despacho 17 de abril de 2008 – SRH/MP (Colaborador Eventual) “O colaborador eventual. serão indenizadas mediante a concessão de diárias correndo à conta do órgão interessado. 10. de conceder diárias a pessoal terceirizado. imputando-se a despesa à dotação consignada sob a classificação de serviços. especialmente para efeito de concessão de diárias e passagens. 3o-B. Ofício nº 331/2002/COGLE/SRH/MP. tais como: IV . II -SERVIÇOS NÃO-CONTINUADOS são aqueles que têm como escopo a obtenção de produtos específicos em um período prédeterminado.

5o São considerados dependentes do servidor para os efeitos deste Decreto: I . A ajuda de custo destina-se a compensar as despesas de instalação do servidor que. passar a ter exercício em nova sede. 4. 5. de 2009). vier a ter exercício na mesma sede. (Redação dada pela Lei nº 9. 2º (Redação dada pelo Decreto nº 6. ainda que na hipótese de que trata a alínea “e” do inciso I do § 1o do art.907. à Presidência da República e à Vice-Presidência da República.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD Acórdão 669/2008 (Terceirizados TI) 9.907. Nos contratos de prestação de serviços de TI. de 10.12. 3o Nos casos de afastamento da sede do serviço para acompanhar. Dec. (Redação dada pelo Decreto nº 6. ambos da Lei 8.907. as despesas correrão à conta dos recursos orçamentários consignados.992/2006. Art.907. ao tornar indeterminado o valor efetivo da contratação. § 3o As despesas de que trata o caput serão realizadas mediante a concessão de suprimento de fundos a servidor designado pelo ordenador de despesas competente.97) § 1o Correm por conta da administração as despesas de transporte do servidor e de sua família. Equipe de Apoio Servidor público civil e militar designado para compor a equipe de apoio às viagens do Presidente ou do Vice-Presidente da República.4. fará jus à diária correspondente à de titular de cargo de natureza especial. a qualquer tempo. abstenha-se de prever ressarcimento de despesas de viagens. Dec. compreendendo passagem.527. 47 do Decreto no 93. respectivamente. (Incluído pelo Decreto nº 6. no território nacional. 9º (Deslocamento de comitiva presidencial) Art. Art.992/2006.872. de 2009) § 2o Correrão. vedado o duplo pagamento de indenização. o servidor fará jus a diárias no mesmo valor atribuído à autoridade acompanhada. § 1º (Ajuda de Custo . Financeira e de Contratações Públicas. 3º (Assessor) Art. na qualidade de assessor. de 23 de dezembro de 1986. (Redação dada pelo Decreto nº 6. uma vez que esse ressarcimento contraria o disposto nos arts. de 2009). como diárias e passagens.22.666/1993. obedecido ao disposto no art. 9o Nos deslocamentos do Presidente da República e do Vice-Presidente da República. § 1º. (Redação dada pelo Decreto nº 6. III. O servidor que acompanhar Ministro de Estado. de 2009). na qualidade de assessor. Art. com mudança de domicílio em caráter permanente.o cônjuge ou companheiro legalmente equiparado. 5º (Dependentes) Art. 53. Parágrafo único.112/1990. e 55. de profissionais alocados pela contratada. . 4 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária. 54.004/2001.Remoção) Art. Dec. de 2007). 53. no caso de o cônjuge ou companheiro que detenha também a condição de servidor. Art. no interesse do serviço. Lei 8. à conta dos recursos orçamentários consignados ao respectivo Ministério as diárias relativas a assessor de Ministro de Estado. § 1o Correrão à conta dos recursos orçamentários consignados à Presidência da República e à Vice-Presidência da República as diárias das autoridades integrantes das respectivas comitivas oficiais. bagagem e bens pessoais. 5. ainda. titular de cargo de natureza especial ou dirigente máximo de autarquia ou fundação pública federal.258.

o filho de qualquer condição ou enteado.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD II . Art.filho inválido. Exército e Aeronáutica. Dec. 18. bem assim o menor que.992/2006. NR Dec. nem quando o afastamento for inferior a oito horas consecutivas.quando a alimentação. III . Art. por dia de afastamento. 5. Art. 1º (Militares) Art. Art. desde que comprovada regularmente esta condição. nos seguintes valores e situações: (Redação dada pelo Decreto nº 6." (Incluído pela Lei nº 9.907. 3º-B. de 2009). de 1997) MP 2. 1o Este Decreto regulamenta a reestruturação da remuneração dos militares integrantes das Forças Armadas -Marinha. 7. . 2º-A (Diárias de Função de Confiança) Art 2o-A. § 1o A concessão de diárias para o acompanhante será autorizada a partir do resultado de perícia oficial no âmbito do Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor Público Federal que ateste a necessidade de acompanhante no deslocamento do servidor. § 2o Para os efeitos do disposto no inciso II do art. de 2009). e II . 5. pelos Estados. Dec. exceto nos casos de: I . (Incluído pelo Decreto nº 6. a pousada e a locomoção urbana forem garantidas pela União. comprovadamente.992/2006. desde que. menor de vinte e quatro anos. Art.907. Não serão concedidas diárias nas seguintes situações: I . quando este se der por até três meses. A diária é devida ao militar. 5º. mediante autorização judicial. exceto aquelas eventualmente pagas em finais de semana e feriados. § 3o O valor da diária do acompanhante será igual ao valor da diária do servidor acompanhado. 3º-B. observada a proporcionalidade prevista no § 6º. 1o. Aplica-se o disposto neste decreto ao servidor ou colaborador eventual que acompanhar servidor com deficiência em deslocamento a serviço. no País e em tempo de paz. podendo ser revista a qualquer tempo.527. O servidor ocupante de cargo efetivo da administração pública federal investido em cargo comissionado ou em função de confiança poderá optar entre perceber diária no valor fixado para o cargo efetivo ou no valor aplicável para o cargo comissionado ou função de confiança que ocupe. 19. os dependentes referidos no inciso II perdem essa condição. Lei 8. vivam à suas expensas. 4.460/1992. § 1o Atingida a maioridade. 22. viva sob a sua guarda e sustento. § 8º (Desconto de Auxilio alimentação) § 8º As diárias sofrerão desconto correspondente ao auxílio-alimentação a que fizer jus o servidor. de ofício ou mediante requerimento.estudante de nível superior. § 2o A perícia de que trata o § 1o terá validade máxima de cinco anos.os pais. Financeira e de Contratações Públicas. que não exerça atividade remunerada. Art. pelos Municípios ou por instituições públicas ou privadas.307/2002. Art. considera-se como dependente do servidor um empregado doméstico.165-3/2001. §2º (Desconto de Auxilio transporte) 5 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária.613/2011 (Servidor ou Colaborador com Deficiência) Art. Dec.

1. considera-se sede o município onde a repartição estiver instalada e onde o servidor tiver exercício. Lei 8. Anexo III Nota Técnica Nº 167/2009/COGES/DENOP/SRH/MP (Pagamento de meia diária e não pagamento) “Diante de todo o exposto. (Redação dada pela Lei nº 9.112/1990. 58.º 49.992/2006. 5. por meio diverso. ou e) quando designado para compor equipe de apoio às viagens do Presidente ou do Vice-Presidente da República.4. (Redação dada pela Lei nº 9. alimentação e locomoção urbana. d) quando o servidor ficar hospedado em imóvel pertencente à União ou que esteja sob administração do Governo brasileiro ou de suas entidades. esta Coordenação-Geral de Elaboração. 2º. haja vista a inexistência de prejuízo a ser compensado por essa espécie indenizatória. O servidor que. . 242. alimentação e locomoção urbana.527. para o Rio de Janeiro. 5. as despesas de pousada. Lei 8. de 10. as despesas extraordinárias cobertas por diárias. conforme dispuser em regulamento. 71. alimentação e locomoção urbana forem integralmente suportadas pela Administração não se justifica o pagamento de meia-diária ao servidor. Sistematização e Aplicação das Normas entende que: a) o pagamento da metade do valor da diária somente se legitima quando a Administração efetuar o custeio de apenas parte das despesas extraordinárias. bem como promova a restituição dos valores efetuados a maior para o servidor de CPF n. em caráter permanente.12. observada a proporcionalidade prevista no § 1o. de 10. para Brasília. exceto aquelas eventualmente pagas em finais de semana e feriados. 2o As diárias serão concedidas por dia de afastamento da sede do serviço.112/1990. c) quando a União custear.992/2006. 242 (Município Sede) Art. Promova o pagamento de diárias correspondente à cidade de pernoite do beneficiário e não a cidade de destino. ou quando a União custear. Art. e de 31/03/2007 a 11/04/2007.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD § 2o As diárias sofrerão desconto correspondente ao Auxílio-Transporte a que fizer jus o militar. Inciso I (Meia Diária) Art. Anexo I -Exterior: Dec.12. 58 (Diárias) Art.97) Dec. b) no dia do retorno à sede de serviço. a serviço. § 1º. o servidor ou empregado. fará jus a passagens e diárias destinadas a indenizar as parcelas de despesas extraordinária com pousada.527.nos deslocamentos dentro do território nacional: a) quando o afastamento não exigir pernoite fora da sede.” Acórdão TCU 5894/2009 –2ª Câmara (Diária da cidade do pernoite) 1. destinando-se a indenizar o servidor por despesas extraordinárias com pousada. VALOR DAS DIÁRIAS -Nacionais: Dec. Financeira e de Contratações Públicas. sendo devida pela metade quando o deslocamento não exigir pernoite fora da sede.733/1973. afastar-se da sede em caráter eventual ou transitório para outro ponto do território nacional ou para o exterior.97) § 1o A diária será concedida por dia de afastamento. § 1o O servidor fará jus somente à metade do valor da diária nos seguintes casos: I .5. Para os fins desta Lei. e b) se as despesas com pousada. nas viagens de 24/02/2007 a 03/03/2007. por meio diverso. Art. 6 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária. Art.

25. 1º. aglomerações urbanas e microrregiões. dos compromissos a que compareceu. instituir regiões metropolitanas. Art. para integrar a organização. Os Estados organizam-se e regem-se pelas Constituições e leis que adotarem. § 3º § 3o O disposto neste artigo não se aplica: I . com detalhamento suficiente. Dec.Plenário e Acórdão 2254/2006 -1ª Câmara). Todavia. Art. uma vez que poderá ferir o princípio da razoabilidade e da moralidade.112. CF 1988. hipóteses em que as diárias pagas serão sempre as fixadas para os afastamentos dentro do território nacional. Acórdão 1721/2004 . não importando para qual cidade. 58 da Lei nº 8. mas o ressarcimento das despesas realizadas via ordem bancária (SIAFI). observados os princípios desta Constituição. 58. §§ 2º e 3º (Não faz jus a diária) § 2o Nos casos em que o deslocamento da sede constituir exigência permanente do cargo. se o afastamento do servidor implicar em pernoite fora da sede. Despacho SRH.” Acórdão TCU 1755/2007 –1ª Câmara (Viagens para local de origem) 1. mediante lei complementar. 25. principalmente se a habitualidade se revestir numa complementação salarial.112/1990. distrito. o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum. e essa for conjugada com final de semana. constituídas por municípios limítrofes e regularmente instituídas. há que se proceder ao pagamento de uma diária no valor integral (regra geral – art. § 3o Também não fará jus a diárias o servidor que se deslocar dentro da mesma região metropolitana. Financeira e de Contratações Públicas. § 3º (Regiões metropolitanas) Art. solicite do agente justificativa. e II . Em havendo deslocamento dentro do mesmo município não há falar de pagamento de diária. 5. no retorno. aglomeração urbana ou microrregião.aos casos em que o deslocamento da sede constitua exigência permanente do cargo ou ocorra dentro da mesma região metropolitana. de 1990).MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD Lei 8. § 3º Os Estados poderão. tendo em vista não haver no ordenamento jurídico vigente óbice legal para tanto.3.aos servidores nomeados ou designados para servir no exterior. decorrente da utilização do erário em causa própria (Acórdão 2517/2003 -1ª Câmara. Ao Gabinete do Ministro/MTE que. salvo se houver pernoite fora da sede. . ou em áreas de controle integrado mantidas com países limítrofes. entidades e servidores brasileiros considera-se estendida. cuja jurisdição e competência dos órgãos. Art. haja vista o potencial ofensivo do ato ao princípio da moralidade. o servidor não fará jus a diárias. sugerimos que esta prática não seja recorrente. pode-se asseverar que o servidor lotado e em exercício em um município quando deslocado para a localidade onde possui residência fará jus à percepção de diárias.0145812008-42 – SRH/MP “Portanto. 14/5/2008 (Pernoite fora da sede) “Em suma. desde que o pernoite ocorra efetivamente em localidade distinta da sede do servidor. Região Metropolitana.992/2006. 7 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária. da necessidade de sua participação pessoal e. situação que distorcerá a finalidade da indenização. constituídas por agrupamentos de municípios limítrofes. povoado ou comarca ele tenha sido deslocado.” Despacho 04500. quando da autorização de viagens a servidor para participação de eventos na sua cidade de origem.

Inciso III. autárquica e fundacional têm a classificação. 3. 1º Conceder-se-á indenização de transporte ao servidor que. por opção. pela administração pública federal direta.a autorização da emissão do bilhete deverá ser realizada considerando o horário e o período da participação do servidor no evento. a utilização e a caracterização definidas na Tabela de Classificação. autárquica e fundacional.403/2008. Dec.184/1999. e condicionada ao interesse da administração. Art.992/2006 não seria plausível a subtração do respectivo adicional. 1o Este Decreto dispõe sobre o uso de veículos oficiais. por localidade de destino. próprios ou contratados de prestadores de serviços. 1º. de 2010). Art. 8º do Decreto supra.000603/2007-14 –SRH/MP (Adicional de embarque e desembarque) “Entretanto. 8o Será concedido adicional no valor fixado no Anexo II a este Decreto. uma vez que ainda existirá despesa nos demais deslocamentos que são cobertas pelo mesmo. realizar despesas com utilização de meio próprio de locomoção para execução de serviços externos inerentes às atribuições próprias do cargo que ocupa. no sentido que o Decreto nº 5.907. de 14/3/2007. atestados pela chefia imediata.” Port. pelo Decreto nº 6. Art. Dec. Financeira e de Contratações Públicas. 1º (Veículos oficiais) Art. 8º do Decreto nº 5. 1º e 3º (Veículos oficiais) Art. Art.SRH/MP (Adicional de embarque e desembarque) “Assim.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD Decreto 6.132. se a utilização de veículo oficial for para atender parte do deslocamento previsto pelo art. IN 3/2008.258/2007. Art.992/2006. 3º Os veículos oficiais da Administração Pública Federal direta. Alíneas -MP (Passagens) III . de 2009). 8º (Adicional de embarque e desembarque) Art. ratificamos o entendimento exarado no Memorando nº 21/2007/COGES/SRH/MP. e a otimização do trabalho. 1º Os veículos oficiais se destinam ao atendimento das necessidades de serviço e sua utilização deve observar os princípios que regem a Administração Pública Federal. (Redação dada pelo Decreto nº 6. 1º (Veículo particular) Art. (Redação dada pelo Decreto nº 7.4. visando garantir condição laborativa produtiva. quando das viagens realizadas dentro do território nacional.992/2006. Todavia. passou a ser devido 1 (um) adicional de deslocamento por localidade de destino. independentemente do número de localidades que fossem percorridas. efetivo ou comissionado. nos deslocamentos dentro do território nacional. o tempo de traslado. Despacho 04500. previa a concessão de apenas 1 (um) adicional de deslocamento por viagem que fosse realizada dentro do território nacional.” Acórdão TCU 1466/2005 – Segunda Câmara (Adicional de embarque e desembarque) 1.006816/2006-17 . SLTI/MP. Despacho 04300. em sua redação original. Abstenha-se de pagar adicional de deslocamento aos locais de embarque e desembarque aos servidores que utilizem veículo oficial para tais deslocamentos. . 505/2009. preferencialmente utilizando os seguintes parâmetros: 8 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária. Arts. Utilização e Caracterização dos Veículos Oficiais (Anexo I). com a nova redação dada ao art. 5. destinado a cobrir despesas de deslocamento até o local de embarque e do desembarque até o local de trabalho ou de hospedagem e vice-versa.

A dispensa de diárias pelo servidor contribui. dados ou informações cujo conhecimento irrestrito ou divulgação possa acarretar qualquer risco à segurança da sociedade e do Estado. configurando. § 2º (Inicio em sextas-feiras ou incluam fim de semana) § 2o As propostas de concessão de diárias.1. 4. Dec.553/2002 (Documentos sigilosos) Art. se abstenha de autorizar viagem a servidor/colaborador com prestação de contas não aprovada por ausência de apresentação dos canhotos dos cartões de embarque. Financeira e de Contratações Públicas. Acórdão TCU 2797/2010 – Segunda Câmara (Prestação de contas pendentes) 9. Parágrafo único.5.” Acórdão TCU 5894/2009 –2ª Câmara (Documentação para PCDPs) 1. quaisquer documentos que possam vir a comprovar o deslocamento do servidor. sendo tal entendimento corroborado por esta Coordenação-Geral.992/2006.001569/2006-14 – SRH /MP (Passagem de retorno a sede) “Assim. já havia se manifestado ao responder a um questionamento. 2º São considerados originariamente sigilosos. 5. 505/2009. bem como das áreas e instalações onde tramitam. em nosso ver. 1º Este Decreto disciplina a salvaguarda de dados. quando o afastamento iniciar-se em sextas-feiras. da honra e da imagem das pessoas. certificados ou folders. . 4º. existindo tão somente a possibilidade de pagamento de meia diária em situações bastante específicas. informando que “o cálculo para pagamento das diárias dos servidores devem incluir o dia de encerramento de sua viagem. 1º desta Portaria. cópia anexa. tais como: convites.” Dec. domingos e feriados. O acesso a dados ou informações sigilosos é restrito e condicionado à necessidade de conhecer. Art.05. em 2004. que é o dia em que ocorreu a chegada na sede e não o dia em que a viagem de retorno teve início. § 2º . datados de 27. Port.5. Inclua nos processos de concessão de diárias. a autorização do pagamento pelo ordenador de despesas.Plenário (Viagens sem diárias) “Não existe na legislação que rege a matéria qualquer base para a dispensa de diárias pelo servidor. para que seja adotado o entendimento ora apresentado.3.01. ou na ausência desses. como as explicitadas neste relatório. declaração da empresa aérea de que o servidor efetivamente viajou nos períodos previstos. devendo ser observadas as disposições de pagamento da meia diária”. para suspeitas. retornando o questionamento desse órgão.1. de que as viagens efetuadas não se realizaram em objeto de serviço. bem como aqueles necessários ao resguardo da inviolabilidade da intimidade da vida privada.” Acórdão TCU 569/2002 . a aceitação da justificativa.MP (Prestação de contas pendentes) § 2º A autorização de nova viagem sem prestação de contas da anteriormente realizada. Art.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD Despacho 04500. documentos e materiais sigilosos.005629/2006-60 – SRH /MP (Viagens sem diárias) “Nesse sentido. bem como os que incluam sábados. é de competência e responsabilidade da autoridade mencionada no § 1º do art. e serão como tal classificados. Art. considerando que o entendimento que prevalece é o de que o servidor não pode dispensar o recebimento de diárias por absoluta falta de amparo legal. 9 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária. informações. serão expressamente justificadas.2003. informa-se quanto ao sobrestamento dos Despachos emitidos pela então COGLE/SRH. o Boletim Contato MP nº 32.2003 e 26. programações. como boa praxe administrativa e para reforçar a evidência do cumprimento do ACÓRDÃO 507/2004 -Plenário -TCU. 5º. Despacho 04500.

Port. 1º.2. desde que devidamente justificado. § 2º A autorização de que trata o § 1º deste artigo pode ser objeto de delegação e subdelegação.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD Acórdão TCU 1151/2007 (Comprovação das atividades / Principio da Finalidade) 9. Portaria 505/2009. sempre que possível.a emissão do bilhete de passagem aérea deve ser ao menor preço. Inciso II . e no art.MP (Viagem fora do prazo) § 1º Em caráter excepcional.992/2006. trechos com escalas e conexões. c) em viagens nacionais. Portaria 505/2009.MP (Emissão de bilhetes) II . o tempo de traslado. comparando-os com os praticados no mercado. inclusive as que se referem ao seu próprio afastamento.733. as seguintes etapas no processo de emissão de bilhetes de passagens aéreas para viagens a serviço: a)a verificação da cotação de preços das agências contratadas. deve-se priorizar o horário do desembarque que anteceda em no mínimo três horas o início previsto dos trabalhos. de 18 de janeiro de 1973.Plenário (Viagem fora do prazo) 7. prevalecendo. b)a indicação da reserva. de acordo com o disposto no regulamento de cada órgão e entidade. 505/2009. Inciso III. no âmbito de cada unidade administrativa. sempre que possível. 1º. e Portaria 505/2009. Art. salvo a inexistência de vôos que atendam a estes horários. ou a quem for delegada tal competência. § 1º e 2º . e c)a solicitação e a autorização para emissão de bilhetes de passagens. evitando-se.3. . preferencialmente utilizando os seguintes parâmetros: a) a escolha do vôo deve recair prioritariamente em percursos de menor duração. 1º. Alínea a -MP (Emissão de bilhetes) III . Acórdão TCU 2789/2009 . e Dec. Art. 505/2009. demonstrando a relevância de tal participação e os benefícios efetivos ou potenciais que possam reverter ao MDIC. Art. Port. serão concedidas pelo dirigente do órgão ou entidade a quem estiver subordinado o servidor. Faça constar dos processos de viagens elementos que comprovem a correlação entre a participação do beneficiário nos eventos e as atividades por ele desenvolvidas no Órgão. e que apenas excepcionalmente as autorize em prazo inferior a esse período.1. evento ou missão. a tarifa em classe econômica. 1º. Art. Alíneas b e c – MP (Emissão de bilhetes) b) o embarque e o desembarque devem estar compreendidos no período entre sete e vinte e uma horas. Inciso IV –MP (Emissão de bilhetes) IV . observado o disposto no inciso anterior e alíneas. a autoridade máxima dos órgãos e entidades a que se refere o caput poderá autorizar viagem em prazo inferior ao estabelecido no inciso I deste artigo. desde que devidamente formalizada a justificativa que comprove a inviabilidade do seu efetivo cumprimento. Financeira e de Contratações Públicas. e a otimização do trabalho. Art. 5. Art. § 1º (Concessão de Diárias) § 1o As diárias.a autorização da emissão do bilhete deverá ser realizada considerando o horário e o período da participação do servidor no evento.9) programe as viagens de seus servidores com antecedência mínima de dez dias. 1º.devem ser atribuídas a servidor formalmente designado. 27 do Decreto nº 71. Inciso III. 5º. 10 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária. visando garantir condição laborativa produtiva. nos termos da Portaria MPOG 98/2003.

4º. Art. II -mais de quarenta diárias intercaladas por servidor no ano. ou dirigentes máximos das entidades vinculadas. § 1º e 2º (Autorizar viagens fora do prazo) § 1º Em caráter excepcional. . 1º. Port. passagens e locomoção aos servidores da administração direta e indireta deverá ser autorizada pelo respectivo Ministro de Estado. 11 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária. Art. 2º (Concessão de Diárias) Art. é de competência e responsabilidade da autoridade mencionada no § 1º do art. passagens e locomoção será autorizada pelo respectivo Ministro de Estado.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD Dec.446/2011. ou autoridade equivalente. 505/2009. Parágrafo único. II . 7. § 4º Ficam vedadas quaisquer outras subdelegações além das previstas no § 2o.992/2006. desde que devidamente formalizada a justificativa que comprove a inviabilidade do seu efetivo cumprimento. e III -deslocamentos de mais de dez pessoas para o mesmo evento. ou autoridade equivalente. 2º Na subdelegação de competência de que trata o inciso III do § 2º do art. Art. incluem-se as unidades regionais das entidades vinculadas.das unidades regionais. vedada a subdelegação. 54/2011. Dec. 3º do Decreto nº 7. Port. vedada a delegação.446/2011. 4º Somente os Ministros de Estado poderão autorizar despesas referentes a: I -deslocamentos de servidores por prazo superior a dez dias contínuos.das entidades vinculadas. Responderão solidariamente pelos atos praticados em desacordo com o disposto neste Decreto a autoridade proponente.446. 11 (Responsabilidade Solidária) Art. de 2011. Art. § 5º No caso de afastamento do País. a autoridade concedente. § 2º A autorização de que trata o § 1º deste artigo pode ser objeto de delegação e subdelegação. Art. Port. a autoridade máxima dos órgãos e entidades a que se refere o caput poderá autorizar viagem em prazo inferior ao estabelecido no inciso I deste artigo. A competência prevista no caput poderá ser delegada ao Secretário-Executivo. § 3º A subdelegação de que trata o § 2o só poderá ser realizada caso haja a fixação de limites para as despesas referidas no art. e III . 3º A concessão de diárias. 7. § 1o A concessão referida no caput poderá ser delegada ao Secretário-Executivo. 505/2009. 3º (Concessão de Diárias) Art. § 2º (Autorizar viagens com prestação pendente) § 2º A autorização de nova viagem sem prestação de contas da anteriormente realizada. 4º (Autorização das viagens) Art. Art. o ordenador de despesas e o servidor que houver recebido as diárias. 5. Financeira e de Contratações Públicas. MP. a concessão de diárias. § 2º Poderá haver subdelegação unicamente aos dirigentes máximos: I . 2o por ato do próprio Ministro de Estado respectivo. 1º desta Portaria. 11.das unidades diretamente subordinadas aos Ministros de Estado. Dec.

§ 3º e 4º (Prorrogação e/ou mudança no percurso) § 3o Quando o afastamento se estender por tempo superior ao previsto. Financeira e de Contratações Públicas. §1º (Ordenador de despesas) § 1° Ordenador de despesas é toda e qualquer autoridade de cujos atos resultarem emissão de empenho. as autorizações coletivas poderão limitar-se a identificar o programa. § 2º No caso do Ministério da Educação e entidades vinculadas. com antecedência superior a cinco dias. suprimento ou dispêndio de recursos da União ou pela qual esta responda. contabilizado pelo órgão competente e obrigatòriamente assinado pelo ordenador da despesa e pelo encarregado do setor financeiro. 5º. projeto ou ação policial. o servidor fará jus. de 2011. intercâmbio acadêmico. Art. e a especificar o número de participantes.992/2006. Art. 5. Art. às diárias correspondentes ao período prorrogado. da data prevista para início da viagem e de mais de quinze diárias de uma só vez. 54/2011. Dec. 80. quando não autorizados ou determinados pela administração. . Art. Port. 12 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária. 54/2011.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD Port.446. passagens e locomoção. MP. § 1º Quando a autorização for coletiva deverá discriminar o nome das pessoas autorizadas.992/2006. pós-graduação e inovação. a autoridade concedente. 200/1967. 5º As autorizações de deslocamento a que se refere o art. de modo que o processo virtual reflita fielmente a autorização por escrito. Dec. autorização de pagamento. 4º (Autorização das viagens) Art. obedecidas as normas que regem a execução orçamentária (lei nº 4. § 3º No caso da Polícia Federal. 5. desde que autorizada sua prorrogação. da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional de Segurança Pública. § 2º (Pagamento de diárias) § 2º O pagamento de despesa. ainda. de 17 de março de 1964). passagens e locomoção poderá ser autorizada por escrito pelas autoridades previstas no art. Dec. 74. 5º Art. as autorizações coletivas para ações policiais poderão limitar-se a identificar a ação e a especificar o número de participantes. § 4o Serão de inteira responsabilidade do servidor eventuais alterações de percurso ou de datas e horários de deslocamento. Dec. mediante a aprovação dos conselhos superiores das respectivas entidades. poderão ser feitas de forma confidencial quando envolver operações policiais. o ordenador de despesas e o servidor que houver recebido as diárias. cooperação internacional. inclusive no que concerne ao número de participantes do evento. 22. de fiscalização ou ações de caráter sigiloso. Art.320. 22. 3º e no art. Responderão solidariamente pelos atos praticados em desacordo com o disposto neste Decreto a autoridade proponente. desde que relacionado a treinamento. § 6º O disposto no § 5º não exime de responsabilidade os demais agentes envolvidos nos processos físicos e virtuais de concessão de diárias. Art. far-se-á mediante ordem bancária ou cheque nominativo. Dec. 4º do Decreto nº 7. 825/1993. § 5º Cabe ao servidor responsável pela autorização eletrônica o controle da inserção dos dados no Sistema de Concessão de Diárias e Passagens -SCDP. § 4º A autorização eletrônica da concessão de que trata este artigo poderá ser realizada por servidor formalmente designado pela autoridade competente. 4º A concessão de diárias. de 2011. 11. qualificação. É vedado às unidades gestoras: II -o pagamento de diárias. 11 (Responsabilidade solidária) Art. MP. 200/1967.446. Inciso II (Pagamento de diárias) Art. 4º do Decreto nº 7. capacitação. programa. Art. para viagens no País.

listas de presença.1. Parágrafo único. Parágrafo Único (Prestação de contas) Parágrafo único.Plenário (Prestação de contas) 9.5. no prazo máximo de cinco dias. as diárias recebidas pelo servidor quando. as diárias recebidas em excesso. 3º. no prazo estabelecido neste artigo.8. pública ou privada. 8º Nos deslocamentos no País.2. ou. relatórios ou outros documentos que comprovem a efetiva participação do servidor no evento.3. registre no sistema eletrônico o número da solicitação de viagem complementar na qual o cartão de embarque encontra-se inserido. 4º Para a prestação de contas. 9. conforme disciplinado no art. se não houver comprovação da viagem. Faça constar dos processos de prestação de contas de viagens os correspondentes cartões de embarque. que devem ser apresentados no prazo máximo de cinco dias. Acórdão TCU 2797/2010 – Segunda Câmara (Prestação de contas) 9. quando for o caso. declaração da empresa aérea de que o servidor efetivamente viajou nos períodos previstos. 7º (Devolução de diárias) Art. 4º (Prestação de contas) Art. Port. gerencie ou administre dinheiros.12. ou que. o servidor deverá apresentar. cursos e outros afins. ou recibo do passageiro obtido quando da realização do check in via internet.5. Acórdão TCU 2789/2009 .1. Acórdão TCU 6078/2009 –2ª Câmara (Prestação de contas) 1.6. sempre no último dia útil da semana. Art. Art. Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica. ou na ausência desses. não ocorrer o afastamento. assuma obrigações de natureza pecuniária. 8º Art. original ou segunda via dos canhotos dos cartões de embarque. 13 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária.6. todos de 2006. . para realização de trabalhos com duração superior a trinta dias. também. a exemplo daquelas relativas aos Processos de Concessão de Transporte e Diárias -CTD ns. ou declaração fornecida pela empresa de transporte. instaurando. não sendo devido diária neste período. 5. caso esgotadas as medidas administrativas. Constituição Federal 1988. em cinco dias contados da data do retorno à sede originária de serviço. por qualquer circunstância. sem obter sucesso. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. Adote providências para que sejam apresentadas as prestações de contas de viagens ainda pendentes no Sistema de Concessão de Passagens e Diárias -SCPD. 660 e 664. 7o Serão restituídas pelo servidor. contado do retorno da viagem. Se abstenha de autorizar viagem a servidor/colaborador com prestação de contas não aprovada por ausência de apresentação dos canhotos dos cartões de embarque. a competente tomada de contas especial. em sua totalidade. Serão.1. de 1998) Dec. arrecade. que utilize.992/2006. 505/2009. Nos casos de viagens realizadas para fins de participação em congressos.643/2000. 0612. Art. guarde. reiniciando-se a atividade no primeiro dia útil da semana seguinte. seminários. Financeira e de Contratações Públicas. Art. poderão ser autorizados retornos intermediários à sede. Faça com que os servidores anexem às suas propostas de concessão de diárias os cartões de embarque ou comprovante de que a viagem se realizou nas datas indicadas pelos PCDs e. a cada trinta dias. em nome desta. restituídas. 3. 70. da Portaria MPOG 98/2003.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD Dec. Acórdão TCU 1151/2007 – Plenário (Prestação de contas) 9. contados do retorno da viagem. inclua no Sistema de Concessão de Diárias e Passagens-SCDP anexos contendo cópias de certificados.2. que providencie a restituição do valor das passagens e das diárias. bens e valores públicos ou pelos quais a União responda.

907. também. 3. 1º e 2º (Viagem para o exterior) Art. (Redação dada pelo Decreto nº 6. etc.5 instrua os processos de concessão de diárias e passagens com documentos que comprovem a efetiva realização das atividades. 2o As diárias serão concedidas por dia de afastamento da sede do serviço. adotar-se-á a diária aplicável ao país onde houver o pernoite.7. Acórdão TCU 3495/2008 –2ª Câmara (Documentação para PCDPs) 1. por meio diverso. d) quando a União custear. de 2009). . função e posto ou graduação de origem ou o atribuído como membro da delegação. Arts.992/2006. e) quando o servidor ficar hospedado em imóvel pertencente à União ou que esteja sob administração do Governo brasileiro ou de suas entidades. Dec. em caso contrário. no retorno ao Brasil.907. destinando-se a indenizar o servidor por despesas extraordinárias com pousada. de 2009). b) no dia da partida do território nacional. quando houver mais de um pernoite fora do país. § 2o Quando a missão no exterior abranger mais de um país. § 4o Não será devido o pagamento de diária ao servidor quando governo estrangeiro ou organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere custear as despesas com pousada. 7º (Viagem para o exterior) Art. Dec.907. 2º. ou (Redação dada pelo Decreto nº 6. f) quando o governo estrangeiro ou organismo internacional de que o Brasil participe ou com o qual coopere custear as despesas com alimentação ou pousada. 2° Até três dias úteis anteriores à data do embarque.643/2000. o servidor poderá. de 2009). 14 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária. Art. Parágrafo único. prevalecerá a diária referente ao país onde o servidor haja cumprido a última etapa da missão. a devolução do valor recebido a título de diárias e passagens. a exemplo de cartão de embarque. § 1o O servidor fará jus somente à metade do valor da diária nos seguintes casos: II -nos deslocamentos para o exterior: a) quando o deslocamento não exigir pernoite fora da sede.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD Acórdão TCU 1287/2010 –1ª Câmara (Prestação de contas) d) anexe aos processos de concessão de diárias os bilhetes de passagens terrestres e/ou os canhotos de embarque dos traslados aéreos realizados. poderá perceber setenta por cento do valor da diária quando o pagamento das despesas cobrir apenas as relativas à pousada. Art. o servidor manifestará ao Ministério das Relações Exteriores a sua opção pelo recebimento da diária pelo seu valor integral ou com a redução prevista no artigo anterior. Inciso II (Diárias) Art. será facultado ao servidor optar pelo valor da diária correspondente ao seu cargo efetivo. as despesas de pousada. No caso de viagem sem nomeação ou designação para o exterior. o Ministro de Estado. optar pelo valor da diária correspondente ao seu cargo efetivo ou pelo do cargo em comissão exercido. certificados/atesto de participação em treinamentos ou cursos. 940/1993. 7º No afastamento para o exterior como integrante de delegação oficial. Financeira e de Contratações Públicas. § 5o Na hipótese da alínea “e” do inciso I do § 1o. palestras. cargo em comissão. o servidor público civil e militar integrante de comitiva oficial. exigindo. (Incluído pelo Decreto nº 6. de modo a comprovar a efetividade e eficácia da viagem. certificado ou atestado de participação.. alimentação e locomoção urbana. bem como o designado para compor equipe de apoio. § 1º.1. Art. bem assim cópias dos relatórios de viagem. 1° Em viagens ao exterior do Presidente ou do Vice-Presidente da República. alimentação e locomoção urbana. de 2007) c) no dia da chegada ao território nacional. relatório de viagem. a base de cálculo será o valor atribuído a titular de cargo de natureza especial. Dec.258. emprego. 5. (Incluído pelo Decreto nº 6.

nº 3. 27 do Decreto no 71. (Redação dada pelo Dec. 27 (Passagens Aéreas) Art. 29. Ministros de Estado.10. ocupantes de cargos de Natureza Especial. OficiaisGenerais.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD Dec.2000) III -classe econômica: (Redação dada pelo Dec.2000) Dec. Ressaltamos mais uma vez que não há amparo legal para que se conceda diárias e passagens para a vinda de pessoas sem vínculo com a Administração ao país. Art. Alínea d (Viagem para o exterior) d) em viagens internacionais.992/2006 para poderem viajar ao exterior. em que a soma dos trechos da origem até o destino ultrapasse oito horas.2000) II -classe executiva: titulares de representações diplomáticas brasileiras. nº 3. 71. Port. e ao servidor público civil e aos seus dependentes será adquirida pelo órgão competente. de 26. da Lei nº 5. a critério do Secretário-Executivo ou de titular de cargo correlato. ressalvadas aquelas designadas ou nomeadas pelo Presidente da República. Presidentes de Empresas Estatais. 1o O disposto no inciso II do art. observadas as seguintes categorias: (Redação dada pelo Dec. quando por elas autorizados.643. e (Redação dada pelo Dec.2000) a) demais militares e servidores públicos não abrangidos nos incisos I e II deste artigo e seus dependentes.2000) Parágrafo único. (Redação dada pelo Dec. de 10 de outubro de 1972. de 26.2000) I -primeira classe: Presidente e Vice-Presidente da República e pessoas por eles autorizadas. prioritariamente. quando em viagens no território nacional. o embarque. deverá o Administrador público indicar um servidor público que detenha competências para realizar as atividades no exterior. nº 3. alínea "a".” 15 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária.643. Observador Parlamentar e ocupante de cargo em comissão designado para acompanhar Ministro de Estado. .643.643.10. DAS-6 e equivalentes. nº 3. Fundações Públicas. Parágrafo único. nos casos em que os mesmos não se enquadrem na regras estabelecidas pelo Decreto nº 5. e (Redação dada pelo Dec. Secretários de Estado e os Comandantes do Exército. da Marinha e da Aeronáutica. nº 3. § 1º.047/2001. 1º (Militares) Art. 10. A norma a que se refere o caput poderá ser aplicada aos servidores que acompanharem as respectivas autoridades. com mudança de sede.992/2006. de 26.809. 5.643. nº 3. Coronel. Dec.10. 27. A passagem aérea. (Redação dada pelo Dec.10. 505/2009. Art. Art.643. Financeira e de Contratações Públicas. Ministros da Carreira de Diplomata.733.733/1973.10. do servidor público civil ou do militar designado para missão permanente ou transitória. e que sejam realizadas no período noturno.007514/2007-14 –SRH/MP (Viagem para o exterior) “Resposta: Como as atividades desempenhadas pelos colaboradores eventuais são eventuais e supervisionadas pela Administração. Conselheiro da Carreira de Diplomata e de cargos de DAS-5 e 4 e equivalentes poderá ser concedida. 1º. Aos ocupantes dos postos de Capitão-de-Mar-e-Guerra. Inciso III. de 26. é extensível aos titulares de cargos de Ministro de Estado e de Natureza Especial. por período superior a seis meses. Documento nº 04300. destinada ao militar. de 26. deverá ocorrer com um dia de antecedência. de 26. Art.10.643.2000) b) acompanhante de que trata o art. 4. de 26.10. Autarquias. § 2º (Viagem para o exterior) § 2o É vedada a concessão de diárias para o exterior a pessoas sem vínculo com a administração pública federal. de 18 de janeiro de 1973. nº 3. passagem da classe executiva nos trechos em que o tempo de vôo entre o último embarque no Território Nacional e o destino for superior a oito horas.

2.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD Acórdão TCU 569/2002 –Plenário (Viagem para o exterior) k) abstenha-se de conceder diárias para o exterior a pessoas sem vínculo com a Administração Pública Federal. a serviço ou com a finalidade de aperfeiçoamento. por falta de amparo legal. 5º e 6º (Viagem para o exterior) Art 4º. . em estabelecimento de ensino ou técnicocientífico e. sem nomeação ou designação.14 abstenha-se. quando implicarem direito a passagens e diárias. em uma das seguintes situações: I -designado para o exercício.2. Art 5º Reputa-se transitória a missão na qual o servidor tem de permanecer em serviço no exterior. função ou emprego.800/1985. com ou sem mudança de sede. a serviço ou com a finalidade de aperfeiçoamento. e b) para o servidor do Ministério das Relações Exteriores. A designação para o exercício de missão permanente determina: a) a mudança de sede. assegurados ao servidor o vencimento ou salário e demais vantagens de cargo. 31/32). (Vide Decreto nº 72. sem nomeação ou designação. II -com ônus limitado. e VI . função ou atividade. V -comandante ou integrante de tripulação. II -professor. Arts. do País para o exterior. por qualquer prazo. assessor. quer para colaboradores eventuais em viagens para o exterior. também. em país estrangeiro. 91. 1º -As viagens ao exterior do pessoal civil da administração direta e indireta.em encargos especiais. III -sem ônus.733/73 e no item 5. função ou emprego. contingente ou força.800/1985. 3o do Decreto no 71. instrutor ou monitor. em missão diplomática. assegurados ao servidor o vencimento ou salário e demais vantagens de cargo. 1º Art. Parágrafo único -o disposto neste Decreto aplica-se. a não ser que sejam nomeadas ou designadas pelo Presidente da República. fls. no exterior. Art. Lei 5. de 1973) Parágrafo único. de observação ou em organismo ou reuniões internacionais. III -participante de viagem ou cruzeiro de instrução. militar ou civil.1. quer para pessoas domiciliadas no exterior em deslocamento para o Brasil. II -com ônus limitado. ao pessoal das fundações criadas por lei federal e que recebam subvenção ou transferência de recursos à conta do Orçamento da União.6. função ou emprego. Considera-se permanente a missão na qual o servidor deve permanecer em serviço. 91. Dec. tópico 4. 1º -As viagens ao exterior do pessoal civil da administração direta e indireta. por prazo igual ou superior a 2 (dois) anos. quando implicarem direito a passagens e diárias. poderão ser de três tipos: I -com ônus. IV -em missão de representação. obedecendo ao disposto no § 1o do art. 16 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária. poderão ser de três tipos: I -com ônus. quando implicarem direito apenas ao vencimento ou salário e demais vantagens do cargo. quando implicarem direito apenas ao vencimento ou salário e demais vantagens do cargo. função ou emprego. no desempenho ou exercício de cargo. quando implicarem perda total do vencimento ou salário e demais vantagens do cargo. considerados permanentes em decreto do Poder Executivo. por prazo inferior a 2 (dois) anos. Acórdão TCU 3465/2008 -2ª Câmara (Viagem para o exterior) 1. Dec. e não acarretarem qualquer despesa para a Administração. em caráter provisório de missão considerada permanente. em repartição consular ou em outra organização. 1º (Viagem para o exterior) Art.7 da Norma Administrativa III-201/2001 (item I. de conceder diárias e adicional de deslocamento.021. estagiário ou aluno naqueles estabelecimentos ou organizações industriais. também a alteração de sua lotação. Art. ou de uma para outra sede no exterior. função ou emprego. 4º.809/1972. Financeira e de Contratações Públicas. em missão operativa ou de adestramento.

sejam estas em território nacional. e VI -em encargos especiais. II -membro de delegação de comitiva ou de representação oficial. V -em serviço especial de natureza diplomática. Oficial-Subalterno. Titulares de Representações Diplomáticas Brasileiras. POSTO OU GRADUAÇÃO I A -Ministros de Estado. Presidente de Empresas Estatais. FCA-4. de 2006) Dec. por solicitação do servidor. em caráter provisório. Sociedade de Economia Mista e Fundação sob supervisão Ministerial. administrativa ou militar. Presidente. b) inferior a 6 (seis) e superior ou igual a 3 (três) meses. § 2º As missões transitórias. Major-Brigadeiro. 71. de observação ou em organismo ou reuniões internacionais. B -Vice-Almirante. Titular de Vice-Consulado de Carreira. DAS-3. 7º . sem mudança de sede. Art. FDE-2. FCA-3 ou nível hierárquico equivalente nas Empresas Públicas. Art. Ministro de 2ª Classe da Carreira Diplomata. ou. 91. e c) inferior a 3 (três) meses. FDT-1. FDO-1. General-de-Divisão. em princípio. Sociedade de Economia Mista e Fundação sob supervisão Ministerial. por seu valor equivalente em moeda nacional ou em euros. têm duração variável e. 7º (Viagem para o exterior) Art. Cargos em Comissão DAS-4. IX IV A -Oficial-de-Chancelaria. General-de-Exército e Tenente-Brigadeiro. General-de-Brigada e Brigadeiro.Em nenhuma hipótese. FCA-5 e cargos de Analista e Procurador do BACEN ou de nível equivalente nas Empresas Públicas. Sociedades de Economia Mista e Fundações sob supervisão ministerial e ocupante de cargo ou emprego de nível superior. pode ser: a) igual ou superior a 6 (seis) meses. inferior a 1 (um) ano. B -Oficial Superior. III -em missão de representação. EMPREGO. FDE-1. CD-3 e CD-4. 22 (Viagem para o exterior) Art. Dec.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD § 1º A missão transitória com mudança de sede. Diretores e FDS-1 do BACEN. FCA-2. de missão considerada permanente ou transitória. Financeira e de Contratações Públicas. por período limitado a 90 (noventa) dias. no exterior ou em navio: I -designado para o exercício.800/1985. Guarda-Marinha e Aspirante-a-Oficial. em uma das seguintes situações. (Redação dada pelo Decreto nº 5. Delegado e Assessor em Delegação Governamental. II A -Cargos em Comissão DAS-5 e CD-2. Fundação Pública. Sociedades de Economia Mista e Fundações sob supervisão Ministerial. Os valores das diárias no exterior são os constantes da Tabela que constitui o Anexo III a este Decreto. B -Comandantes do Exército. FUNÇÃO. IV -comandante ou integrante de tripulação. DAS-1. III A -Conselheiro e Secretário da Carreira de Diplomata. . contingente ou força. 3. ABOP Art 6º É eventual a missão na qual o servidor tem de permanecer em serviço. Diretor de Empresa Pública. 17 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária. Contra-Almirante. Ministro de 1ª Classe da Carreira Diplomata. FCA-1 e Cargos Comissionados Temporários do BACEN. que serão pagos em dólares norte-americanos. Dec. Cargo em Comissão DAS-2. 22. DAS-6 e CD-1. em missão operativa ou de adestramento em país estrangeiro.992. da Marinha e da Aeronáutica. B -Oficial-Intermediário. Secretários de Estado. Observador Parlamentar.643/2000. no exterior. Almirante-de-Esquadra. o período de afastamento do País poderá exceder a 04 (quatro) anos consecutivos. mesmo nos casos de prorrogação. sem mudança de sede ou alteração de sua lotação. Anexo B B -Classes CLASSE CARGO.733/1973. Cargos em Comissão de Natureza Especial. Chefes de Delegação Governamental.

18 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária.2. Arts. Parágrafo único. Art. dos servidores civis da Administração Pública Federal. Financeira e de Contratações Públicas. período e tipo do afastamento. órgão ou entidade de origem. até a data do início da viagem ou de sua prorrogação. Acórdão TCU 569/2002 – Plenário (Viagem para o exterior) l) promova a publicação da autorização do afastamento do país até a data do seu início ou de sua prorrogação. passagens e locomoção fica condicionada à autorização dos Ministros de Estado. com indicação do nome do servidor. Suboficial e Subtenente. 3o do Decreto no 1. quando da realização de viagens internacionais. do art. 4o do Decreto no 91. até a data de início do afastamento ou da prorrogação deste. Cabo.4. vedada a delegação. Soldado.387/95 (item I. 3º O disposto no § 5º.446. Art. quando autorizados por autoridades delegadas. Art. não impossibilita a delegação de competência para autorizar afastamentos do País. 31/32). fls. 2º e 3º (Viagem para o exterior) Art. 3º (Viagem para o exterior) Art. 4° Concedida a autorização. tópico 4. de 12. Sob pena de responsabilidade.12 efetue o pagamento de diárias em dólares norte-americanos ou em euros mediante Ordem Bancária de Câmbio. passagens e locomoção será autorizada pelo respectivo Ministro de Estado.1. a concessão de diárias. Parágrafo único. Acórdão TCU 3465/2008 -2ª Câmara (Viagem para o exterior) 1. a juízo do Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República. 54/2011. de Relações Institucionais e de Desenvolvimento Urbano. ressalvados casos excepcionais. devidamente justificados. salvo em casos excepcionais de comprovada urgência. aos titulares das Secretarias de Estado de Comunicação de Governo. Dec.387/1995. 3º (Viagem para o exterior) § 5º No caso de afastamento do País. do Decreto nº 7. 951/1993. Sargento. de 2011. com os dados dela constante. 7. para publicação no Diário Oficial da União. B -Aspirante e Cadete.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD V A -Assistente de Chancelaria. Aluno. Dec. 3º A autorização deverá ser publicado no Diário Oficial da União.2.800/85 e no art. ao Advogado-Geral da União. em cumprimento ao art. a concessão de diárias. § 2º do Decreto nº 5. Recruta e Aprendiz-Marinheiro. de acordo com o disposto no art. sem nomeação ou designação. cargo. Nos afastamentos do País com ônus.025. e ao Chefe da Casa Militar da Presidência da República para autorizarem os afastamentos do País.446/2011. Marinheiro. 1º. país de destino. Dec.6. (Redação dada pelo Decreto nº 3. 2o Fica delegada competência aos Ministros de Estado. Port. 4º Art. 3º.992/2006. ao Secretário Especial de Políticas Regionais da Câmara de Políticas Regionais do Conselho de Governo. MP. nenhum adiantamento relativo a diária ou a ajuda-de-custo poderá ser feito sem prova da publicação referida no caput . a ficha será restituída ao Ministério interessado. Técnico de suporte e demais cargos comissionados do BACEN e ocupante de qualquer outro cargo ou emprego.1999) Art. 1. Grumete. Taifeiro. . finalidade resumida da missão.

482/2005 (Transparência) Art. contados do retorno da viagem. o servidor deverá apresentar. original ou segunda via dos canhotos dos cartões de embarque. 1º (Validação dos atos) Art. referentes aos órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta. compreendendo. tendo por conteúdo mínimo as informações previstas nesta Portaria. ou recibo do passageiro obtido quando da realização do check in via internet. entre outros. tópico 4. quanto aos atos de provimento e vacância de cargos ou funções. 1º Os atos relativos a servidores dos órgãos da administração centralizada e das autarquias somente terão validade jurídica mediante publicação: I .gov. os seguintes procedimentos: § 2º Os órgãos e entidades da administração pública federal deverão fornecer à Controladoria-Geral da União. os dados necessários para a plena consecução dos objetivos do Portal da Transparência.br ATENDIMENTO SCDP: 0800. Contatos: SCDP Treinamento: https://treina.br 19 Extraído da Oficina nº 33: “Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP Módulo: Legislação” da IX Semana de Administração Orçamentária. 15.scdp@serpro. ficará obrigado.gov. Dec. ou declaração fornecida pela empresa de transporte. 2º Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal deverão manter em seus respectivos sítios eletrônicos na rede mundial de computadores página denominada “Transparência Pública”. Art.no Boletim de Serviço ou Boletim de Pessoal. Acórdão TCU 569/2002 – Plenário (Viagem para o exterior) o) cumpra o disposto no art. 6o Os atos de concessão de diárias serão publicados no boletim interno ou de pessoal do órgão ou entidade concedente. contado da data do término do afastamento do País.2. § 1º As informações de que trata este artigo. até o décimo quinto dia do mês subseqüente ao da execução orçamentária. Art. 505/2009. 16. Arts.MINISTÉRIO DA JUSTIÇA FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO COORDENAÇÃO REGIONAL AMAPÁ E NORTE DO PARÁ SERVIÇO ADMINISTRATIVO – SEAD Port.gov.br SCDP Produção: https://www. II . 5. fls. -O servidor que fizer viagem dos tipos com ônus ou com ônus limitado (itens I e II do artigo 1º). dentro do prazo de 30 (trinta) dias.no Diário Oficial da União. tem por finalidade veicular dados e informações detalhados sobre a execução orçamentária e financeira da União. no prazo máximo de cinco dias. Dec. § 1º (Transparência) Art. dentro do prazo de 30 dias. contado da data do término do afastamento do país (item III.scdp.978. exigindo dos propostos a apresentação do relatório de viagem ao exterior com ônus ou com ônus limitado.965/1966. 2º e 15. Port. 16 (Viagem para o exterior) Art.800/85. 33).scdp. Art. 5. Lei 4. Dec. ficam condicionadas à implantação do Sistema de Concessão de Diárias e Passagens – SCDP. 4º Para a prestação de contas. 4º (Prestação de contas) Art. Art. 91. 16 do Decreto no 91.800/1995.992/2006. a apresentar relatório circunstanciado das atividades exercidas no exterior. de onde deverão ser extraídas. . Financeira e de Contratações Públicas. 6º (Publicidade dos atos) Art. 1º O Portal da Transparência do Poder Executivo Federal. Art.2339 comunidade. 140/2006 –CGU/MP. quanto aos atos de concessão de vantagens pecuniárias previstas na legislação em vigor. sítio eletrônico à disposição na Rede Mundial de Computadores – Internet.2.

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