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ORIENTAÇÕES CURRICULARES E XPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM NO ESPAÇO DA EDUCAÇÃO INFANTIL
ORIENTAÇÕES CURRICULARES E XPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM NO ESPAÇO DA EDUCAÇÃO INFANTIL

ORIENTAÇÕES CURRICULARES

EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM NO ESPAÇO DA EDUCAÇÃO INFANTIL

ORIENTAÇÕES CURRICULARES E XPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM NO ESPAÇO DA EDUCAÇÃO INFANTIL
Apresentação: Com a finalidade de garantir aprendizagens significativas e ambientes desafiadores para as crianças no espaço

Apresentação:

Com a finalidade de garantir aprendizagens significativas e ambientes desafiadores para as crianças no espaço e no tempo da instituição de Educação Infantil, elaboramos estas orientações usando como base as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Além de um instrumento de reflexão, este material serve de apoio aos professores para o planejamento de suas práticas pedagógicas. É de suma importância que outros materiais disponibilizados pelo MEC em seu site e impressos também sejam consultados e levados em consideração na hora de planejar as práticas educativas.

Setor de Educação Infantil Secretaria Municipal de Educação de Joinville

.

Introdução

O processo educativo é um sistema tão complexo que muitas vezes temos até dificuldade em compreender como ele acontece. Saber o que é aprender e ensinar é princípio básico para que possamos escolher as estratégias mais adequadas para o alcance do sucesso das crianças em suas aprendizagens. Desse modo, aprender pode ser entendido como o processo de modificação do modo de agir, sentir e pensar, de cada pessoa, e que não pode ser atribuído à mera maturação orgânica, mas à experiência. Nessa concepção, as possibilidades de aprendizagem não são resultado de processos espontâneos. Elas requerem alguns elementos mediadores, em especial, a colaboração de diferentes parceiros na realização de alguma tarefa. Já, ensinar é apontar significados para alguém, condição básica para inseri-lo em uma cultura e promover seu desenvolvimento. Ações de ensino podem partir de adultos, crianças e situações interativas do cotidiano. Em outras palavras, não se aprende só com o professor, mas com diferentes elementos simbólicos que ensinam, ou seja, que agem como recursos na relação da criança com o mundo.” (OLIVEIRA ET AL, p.21, 2011). Sendo assim, a educação infantil não tem a função formal de ensinar alguma coisa, mas é seu papel incrementar o repertório cultural das crianças, favorecendo a aprendizagem. O importante é que os atos pedagógicos produzam significados para as pequenas crianças (DAHLBERG, MOSS & PENCE, 2003), de forma que elas possam extrair sentido da prática que está sendo proporcionada. E que as professoras também se consolidem como produtoras de significados. Oferecendo-se, assim, como instrumentos de descobertas, que promovem propostas e situações intensas, nas quais há a possibilidade da exploração de materiais e ambientes, do encontro com outras pessoas, crianças e adultos, tendo como foco as escolhas e as predileções de cada menino ou de cada menina.” (TRISTÃO, 2004). Para Ostetto (2000), planejar um contexto educativo envolve atividades e situações desafiadoras e significativas, que favoreçam a exploração, a descoberta e apropriação de conhecimento sobre o mundo físico e social, em torno das quais se estruturem interações qualitativas entre adultos e crianças, entre crianças e crianças, e entre crianças e objetos. Portanto, o planejamento não deve ter por base as atividades, mas as relações das crianças com todos os sujeitos e elementos que constituem o espaço do CEI.

Nessa perspectiva as DCNEIs orientam para que as práticas pedagógicas na Educação Infantil se norteiem pela ludicidade e pelas relações oportunizando para as crianças experiências significativas com as linguagens, com as diversas culturas, com a ciência e com a vida.

Campos de experiências e expectativas de aprendizagem

Art. 9o – As práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação Infantil devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira, garantindo experiências que:

I – promovam o conhecimento de si e do mundo por meio da ampliação de experiências sensoriais, expressivas e corporais que possibilitem movimentação ampla, expressão da individualidade e respeito pelos ritmos e desejos da criança;

Campos de experiências e expectativas de aprendizagem Art. 9o – As práticas pedagógicas que compõem a
Campos de experiências e expectativas de aprendizagem Art. 9o – As práticas pedagógicas que compõem a
Campos de experiências e expectativas de aprendizagem Art. 9o – As práticas pedagógicas que compõem a
Campos de experiências e expectativas de aprendizagem Art. 9o – As práticas pedagógicas que compõem a
Campos de experiências e expectativas de aprendizagem Art. 9o – As práticas pedagógicas que compõem a

II – favoreçam a imersão das crianças nas diferentes linguagens e o progressivo domínio por elas de vários gêneros e formas de expressão: gestual, verbal, plástica, dramática e musical;

Campos de experiências e expectativas de aprendizagem Art. 9o – As práticas pedagógicas que compõem a
Campos de experiências e expectativas de aprendizagem Art. 9o – As práticas pedagógicas que compõem a
Campos de experiências e expectativas de aprendizagem Art. 9o – As práticas pedagógicas que compõem a
Campos de experiências e expectativas de aprendizagem Art. 9o – As práticas pedagógicas que compõem a

III – possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral e escrita, e convívio com diferentes suportes e gêneros textuais orais e escritos;

III – possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral
III – possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral
III – possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral
III – possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral

IV – recriem, em contextos significativos para as crianças, relações quantitativas, medidas, formas e orientações espaço temporais;

III – possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral
III – possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral
III – possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral
III – possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral
III – possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral

V – ampliem a confiança e a participação das crianças nas atividades individuais e coletivas;

III – possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral
III – possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral
III – possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral
III – possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral
III – possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral

VI – possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração da autonomia das crianças nas ações de cuidado pessoal, auto-organização, saúde e bem-estar;

VI – possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração da autonomia das crianças nas ações
VI – possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração da autonomia das crianças nas ações
VI – possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração da autonomia das crianças nas ações
VI – possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração da autonomia das crianças nas ações

VII – possibilitem vivências éticas e estéticas com outras crianças e grupos culturais, que alarguem seus padrões de referência e de identidades no diálogo e reconhecimento da diversidade;

VI – possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração da autonomia das crianças nas ações
VI – possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração da autonomia das crianças nas ações
VI – possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração da autonomia das crianças nas ações
VI – possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração da autonomia das crianças nas ações
VI – possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração da autonomia das crianças nas ações

VIII – incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social, ao tempo e à natureza;

VIII – incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento
VIII – incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento
VIII – incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento
VIII – incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento

IX – promovam o relacionamento e a interação das crianças com diversificadas manifestações de música, artes plásticas e gráficas, cinema, fotografia, dança, teatro, poesia e literatura;

VIII – incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento
VIII – incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento
VIII – incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento
VIII – incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento
VIII – incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento

X – promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da sustentabilidade da vida na Terra, assim como o não desperdício dos recursos naturais;

X – promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da
X – promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da
X – promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da
X – promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da

XI – propiciem a interação e o conhecimento pelas crianças das manifestações e tradições culturais brasileiras;

X – promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da
X – promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da
X – promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da
X – promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da
X – promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da

XII – possibilitem a utilização de gravadores, projetores, computadores, máquinas fotográficas e outros recursos tecnológicos e midiáticos.

XII – possibilitem a utilização de gravadores, projetores, computadores, máquinas fotográficas e outros recursos tecnológicos e
XII – possibilitem a utilização de gravadores, projetores, computadores, máquinas fotográficas e outros recursos tecnológicos e
XII – possibilitem a utilização de gravadores, projetores, computadores, máquinas fotográficas e outros recursos tecnológicos e
XII – possibilitem a utilização de gravadores, projetores, computadores, máquinas fotográficas e outros recursos tecnológicos e
XII – possibilitem a utilização de gravadores, projetores, computadores, máquinas fotográficas e outros recursos tecnológicos e

Parágrafo único - As creches e pré-escolas, na elaboração da proposta curricular, de acordo com suas características, identidade institucional, escolhas coletivas e particularidades pedagógicas, estabelecerão modos de integração dessas experiências.

CONHECIMENTO DE SI E DO MUNDO:

Identidade, expressa o sensorial e corporal, natureza e sociedade.

CONHECIMENTO DE SI E DO MUNDO : Identidade, expressa o sensorial e corporal, natureza e sociedade.
CONHECIMENTO DE SI E DO MUNDO : Identidade, expressa o sensorial e corporal, natureza e sociedade.
CONHECIMENTO DE SI E DO MUNDO : Identidade, expressa o sensorial e corporal, natureza e sociedade.

LINGUAGEM CORPORAL

Objetivos de ensino:

expressivas, corporais que possibilitem movimentação ampla, expressão da individualidade e respeito pelos ritmos e desejos da
expressivas, corporais que possibilitem movimentação ampla, expressão da individualidade e respeito pelos ritmos e desejos da
criança”. (Parecer CNE/CEB no 20/2009)
Propor experiências “que promovam o conhecimento de si e do mundo por meio da ampliação de experiências sensoriais,

Objetivos de aprendizagem:

CRIANÇAS DE 0 A 1 ANO

 

CRIANÇAS DE 1 A 2 ANOS

CRIANÇAS DE 2 A 3 ANOS

Manipular objetos de diferentes formas, pesos,

Explorar os espaços por meio de movimentos

Fazer movimentos como pegar, largar, levar à

Explorar o espaço com mais domínio por meio

texturas, tamanhos, que produzam sons etc., usando movimentos como pegar, largar, levar à

boca, chutar, empilhar, encaixar e lançar em várias direções e de diferentes modos objetos

de movimentos como andar, correr, saltar, saltitar, subir e descer escadas (alternando os

boca, chutar, empilhar, encaixar, lançar em

de diferentes formas, pesos, texturas, tamanhos,

pés), pular sobre um pé, caminhar na ponta

Orientar-se corporalmente com relação a: em

várias direções e de diferentes modos etc.

que produzam sons, peças de jogos de construção etc.

dos pés etc.

como engatinhar, arrastar-se, andar, descer,

Explorar espaços maiores e menores por meio

frente, atrás, no alto, em cima, embaixo,

subir etc.

de movimentos como andar, correr, saltitar,

dentro, fora etc.

Explorar diferentes partes do corpo (pé, cabeça,

descer, subir etc.

Perceber e explorar os efeitos de suas ações

mão etc.).

Discriminar diferentes partes do próprio corpo

sobre os materiais.

Expressar-se por meio de gestos, expressões

(pé, cabeça, mão etc.).

Realizar movimentos corporais na exploração

faciais, movimentos corporais e balbucios para

Interagir com outras crianças por meio de

dos objetos (pegar, sugar, morder) e na

se comunicar com diferentes parceiros.

gestos, expressões corporais e linguagem oral,

locomoção (engatinhar, andar, pular, correr).

Observar-se

fazendo

movimentos

diante do

expressando desejos e sentimentos.

Chutar bola, manipular objetos, andar de

espelho. Atender ao ser chamado pelo nome.

Observar-se e observar o outro fazendo movimentos diante do espelho.

velocípede, brincar de esconde-esconde e pega-pega ou jogar bola.

Imitar gestos de outras pessoas e reproduzir

Reproduzir gestos e movimentos com o corpo

Experimentar jeitos diferentes de se mover,

diferentes ruídos e sons.

 

inteiro ou com partes dele.

como andar como um robô, ou imitar os

Acompanhar

o

ritmo

das

músicas

com

Imitar animais e personagens.

movimentos de alguns animais.

movimentos corporais.

Brincar de esconde-esconde, de jogar bola e de

Fazer sinal de adeus para alguém que se afasta.

correr, com a orientação do professor.

Observar imagens de figuras humanas sejam, fotografias ou desenhos e identificá-las com ajuda do professor ou dos colegas.

CRIANÇAS DE 4 ANOS

CRIANÇAS DE 5 ANOS

Nomear e identificar as partes do próprio corpo e do corpo dos colegas. Vivenciar atividades que desenvolvam a percepção corporal.

Nomear e identificar as partes do próprio corpo e do corpo dos colegas. Vivenciar atividades que desenvolvam a percepção corporal.

Ampliar o repertório referente às brincadeiras da cultura infantil.

Representar o corpo e suas partes no desenho, na escultura, etc.

Participar de atividades que envolvam situações simbólicas.

Vivenciar brincadeiras da cultura infantil de acordo com as regras estabelecidas.

Participar da construção e respeitar as regras de convivência em grupo. Manipular objetos pequenos em ações que envolvam empilhar, encaixar, rosquear e pinçar criando novas possibilidades com os materiais.

Explorar as habilidades de chutar, arremessar, rebater e receber, utilizando objetos de diferentes tamanhos e pesos.

Vivenciar brincadeiras da cultura infantil de acordo com as regras estabelecidas.

Participar da construção e respeitar as regras de convivência em grupo Participar de atividades de locomoção: correr, saltar, arrastar e rolar. Criar circuitos que envolvam habilidades de locomoção.

Demonstrar controle corporal nas atividades de equilíbrio (ao andar

Deslocar-se diferenciando o conceito de movimento relacionado ao tempo:

sobre bases pequenas de banco , caminhar sobre latas ou outros

rápido e lento.

objetos).

Deslocar-se diferenciando o conceito de movimento relacionado ao espaço:

Participar de atividades que envolvam habilidades de manipulação:

dentro, fora, perto, longe. Realizar movimento relacionado ao conceito de relacionamento: dupla, trio e

arremessar, receber, chutar, quicar e rebater.

quarteto

Elaborar construções manipulando objetos pequenos.

Deslocar-se diferenciando o conceito de movimento relacionado ao

tempo: rápido e lento.

Deslocar-se diferenciando o conceito de movimento relacionado ao

espaço: dentro, fora, perto, longe utilizando vocabulário pertinente.

Fazer registro gráfico do trajeto percorrido.

Realizar movimento relacionado ao conceito de relacionamento: dupla, trio e quarteto.

PROCEDIMENTOS DO PROFESSOR

Para apoiar essas aprendizagens, entre várias ações, é preciso que o educador:

Reconheça a importância dos movimentos das crianças;

Apoie os avanços motores das crianças, valorizando suas características corporais;

Promova situações significativas de experiências sensoriais, expressivas e corporais – brincadeiras, percursos, danças e jogos

motores – estimulando a movimentação das crianças; Crie desafios corporais adequados às competências motoras das crianças, de modo que elas possam realizá-los com gradativa

autonomia e ampliar essas competências e sua orientação espacial; Interaja com as crianças por meio de movimentos, experimentando jeitos de se mover com os quais elas não estão acostumadas, como dançar como robô ou imitar os movimentos de animais;

Utilize o espaço externo da instituição e materiais como cordas, pneus e tecidos para criar novos desafios corporais e enriquecer o ambiente com elementos que apoiem a imaginação, a fantasia infantil, nos jogos que as crianças criam;

Coloque à disposição das crianças cestos, baús e caixas contendo objetos com diferentes texturas, tamanhos e cores. Promova situações para que a criança construa a sua identidade na relação com os outros; Instigue na criança a progressão da autonomia para suprir as próprias necessidades Encoraje a atitude de confiança da criança nas suas capacidades motoras; Oportunize situações que requeiram o uso dos movimentos de preensão, encaixe, lançamento etc. para ampliar as possibilidades de manuseio dos diferentes materiais e objetos. Amplie as possibilidades expressivas do movimento na utilização de gestos diversos e o ritmo corporal nas brincadeiras, danças, jogos e demais situações de interação; Possibilite a exploração de diferentes qualidades e dinâmicas de movimento, como força, velocidade, resistência e flexibilidade, promovendo conhecimento gradativo dos limites e as potencialidades do corpo; Incentive o controle gradual dos movimentos, aperfeiçoando os recursos de deslocamento e ajustando as habilidades motoras para utilização em jogos, brincadeiras, danças e demais situações; Promova relações de interatividade com o meio através do diálogo, do jogo e de atividades expressivas (desenhos, colagens, pinturas, argila ); ... Valorize e amplie as possibilidades estéticas do movimento pelo conhecimento e utilização de diferentes modalidades de dança;

Crie situações que possibilitem a representação plástico-corporal e musical dos ritmos ambientais (ritmo da maré, do vento, da chuva,

galope do cavalo ) ...

NATUREZA E SOCIEDADE

Objetivos de ensino: Promover experiências que “incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a
Objetivos de ensino:
Promover experiências que “incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o
conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social, ao tempo e à natureza”. (Parecer CNE/CEB no 20/2009)
NATUREZA E SOCIEDADE Objetivos de ensino: Promover experiências que “incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento,
sustentabilidade da vida na Terra, assim como o não desperdício dos recursos naturais”. (Parecer CNE/ CEB
sustentabilidade da vida na Terra, assim como o não desperdício dos recursos naturais”. (Parecer CNE/ CEB no 20/2009)
Propor experiências que “promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da

Objetivos de aprendizagem:

CRIANÇAS DE 0 A 1 ANO

CRIANÇAS DE 1 A 2 ANOS

CRIANÇAS DE 2 A 3 ANOS

Experimentar diferentes alimentos, manusear variados objetos e sentir aromas que estimulem a

Movimentar-se no espaço da sala em busca de atividades/informações/materiais;

Movimentar-se no espaço da sala em busca de atividades/informações/materiais;

visão, a audição, a gustação e o olfato.

Explorar o mundo apontando

Explorar o mundo apontando

Fazer tentativas e observações de jogar objetos,

materiais/objetos/fenômenos que lhes chamem

materiais/objetos/fenômenos que lhes chamem

vendo-os cair.

atenção.

atenção.

Explorar o ambiente de vivência.

Experimentar diferentes alimentos, manusear

estimulem a visão, a audição, a gustação e o

Criar misturas com consistência diferente

Explorar gelécas, a água e outros elementos

variados objetos e sentir aromas que

(dura ou mole), temperatura variada (quente ou fria), pesos diversos (leve ou pesado).

naturais.

olfato.

Criar misturas com consistência diferente

Conhecer algumas espécies de vegetais e cuidar delas, desenvolvendo atitudes de

(dura ou mole), temperatura variada (quente

preservação e respeito pelo meio ambiente.

 

ou fria), pesos diversos (leve ou pesado).

Interessar-se pelos animais, questionando e

Explorar materiais e objetos, observando suas

formulando hipóteses (por exemplo, sobre

transformações.

bichos do jardim e da horta).

Brincar com areia, massinha de modelar, argila e tintas.

Construir objetos com materiais diversos. Participar de jogos na água e na areia.

Realizar atividades de exploração e de

Observar fenômenos e elementos da natureza

manipulação (agrupar objetos, oferecer e

no dia a dia, identificando algumas de suas

recolher, colocar um dentro do outro etc.), em

características.

companhia de um adulto e, progressivamente,

Apresentar explicações sobre experiências e

sozinha.

fatos vivenciados.

Observar fenômenos e elementos da natureza

no dia a dia, identificando algumas de suas

Explorar e descrever os materiais

características.

experimentados.

Explorar o entorno natural e ter cuidado com animais e plantas.

Guardar brinquedos e materiais nos devidos lugares depois de utilizá-los nas atividades.

Conhecer os cuidados que se deve ter com

Explorar os espaços do CEI participando de sua organização.

animais de estimação.

Iniciar procedimentos de cuidados com os materiais utilizados em atividades.

 

CRIANÇAS DE 4 ANOS

 

CRIANÇAS DE 5 ANOS

Classificar, ordenar e organizar diferentes materiais, identificando semelhanças e diferenças entre eles.

Relacionar alguns fenômenos naturais com as características e a paisagem da região em que vive.

Observar os cuidados básicos no cultivo de flores, árvores e vegetais.

 

Utilizar objetos e equipamentos simples (lupas, binóculos etc.).

Realizar

experimentos

relacionados

ao

plantio

e

à

germinação

de

Familiarizar-se no uso da tecnologia digital como fontes de pesquisa ,

sementes.

registro e criação.

Conhecer o uso cultural e social das sementes, utilizando-as em brincadeiras e na confecção de objetos artísticos, adornos e brinquedos.

Criar experiências com reflexos, luz e sombra, projeções, refração para representar fenômenos físicos observados na natureza utilizando

Utilizar objetos e equipamentos simples (lupas, binóculos etc.).

 

tecnologias simples e digitais.

Perceber os fenômenos produzidos pela luz e calor do sol, chuva, ventos e outros eventos climáticos e fazer experimentos com objetos como: cata- vento, espelhos, vitrais, móbiles espelhados, potes com água colorida,

Tomar consciência dos cuidados com a água, animais e plantas e Contribuir para a preservação ambiental, adotando medidas em prol da sustentabilidade, da reciclagem, da reutilização e redução do consumo de

etc.

materiais.

Identificar e comparar características específicas de alguns animais:

 

tamanho, formato do corpo, formas de locomoção, modo de vida e

habitat.

Valorizar e preservar a natureza desenvolvendo senso de pertencimento a ela.

PROCEDIMENTOS DO (A) PROFESSOR (A):

Incentivar a postura investigativa em relação ao mundo social e natural;

Conversar com as crianças sobre temas relacionados ao meio ambiente;

Disponibilizar para os bebês um cesto com objetos feitos somente de elementos naturais;

• Promover atividades possibilitando a experimentação, assim como a expressão de opiniões e/ou conhecimentos acerca de

temas científicos; Prover informações para o confronto de ideias na busca de compreensão e soluções para situações-problema do cotidiano;

Provocar investigação sobre as relações de causa e efeito e sequência, relacionadas a acontecimentos e/ou fenômenos

Promover e explorar diferentes fontes de pesquisa sobre temas científicos e sociais;

Organizar informações relevantes e pertinentes trazidas pelas crianças e/ou pelos adultos sobre fenômenos da natureza e/ou

do mundo social; Gerar a busca pela compreensão sobre a relação entre a explicação de um fenômeno e um acontecimento real;

observados; Criar experiências que reproduzam a combinação de fenômenos naturais como luz, imagem, sombra, reflexos, refração,

vento, temperaturas, etc. utilizando o retroprojetor, espelhos, materiais transparentes e coloridos, superfícies vazadas, tecidos finos como voal e renda, teatro de luz e sombra, cata-ventos, bolhas de sabão, gelo em cores, tamanhos e formas variadas, etc. Gerar reflexão sobre a intrínseca relação entre o homem e a natureza;

Promover situações para a observação de mudanças e transformação, e discussão sobre comparações entre elementos

naturais, objetos, pessoas etc.; Selecionar materiais ecologicamente adequados para as atividades;

Estabelecer com as crianças rotinas diárias de guardar brinquedos e materiais nos devidos lugares depois de utilizá-los e de

usar moderadamente água e energia para iluminação; Organizar áreas para depósito de inservíveis e de lixo;

Envolver as crianças em projetos variados relativos à horta, ao jardim, à coleta seletiva e à reciclagem;

Fortalecer cotidianamente relações de amizade, solidariedade e cuidado entre as pessoas.

Pesquisar materiais e documentos que tratem sobre o tema sustentabilidade adquirindo conhecimento profundo e adotando atitudes coerentes com o assunto, a fim de não implantar uma didática equivocada que atribua à criança a responsabilidade

de salvar o planeta. Construir com as crianças uma relação sensível e amorosa para com o planeta.

CUIDADOS CONSIGO E COM O OUTRO: Convive ncia e sau de

CUIDADOS CONSIGO E COM O OUTRO: Convive ncia e sau de
CUIDADOS CONSIGO E COM O OUTRO: Convive ncia e sau de

AUTONOMIA NO AUTOCUIDADO

Objetivos de ensino:

Prover experiências que “possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração da autonomia das crianças nas
Prover experiências que “possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração da autonomia das crianças nas
ações de cuidado pessoal, auto-organização, saúde e bem-estar”. (Parecer CNE/CEB n o 20/2009)

Objetivos de aprendizagem:

CRIANÇAS DE 0 A 1 ANO

CRIANÇAS DE 1 A 2 ANOS

CRIANÇAS DE 2 A 3 ANOS

Expressar-se por gestos, balbucios ou palavras para indicar objetos, sentimentos de alegria ou de desagrado e necessidades.

Participar de diversos momentos de interação, esforçando-se para expressar desejos e sentimentos.

Expressar e manifestar as necessidades pessoais para os adultos por meio de gestos e da fala.

Começar a reconhecer alguns objetos de uso

Perceber a vontade de ir ao banheiro e ter

Usar o vaso sanitário com acompanhamento e

pessoal.

progressivo controle dos esfíncteres.

orientação do professor.

Reconhecer as pessoas que cuidam dela. Localizar-se no ambiente.

Realizar progressivamente a própria higiene, contando com a ajuda de um adulto.

Lavar as mãos, limpar o nariz, escovar os dentes, usar o sabonete e enxugar-se com a

Tirar ou colocar peças de roupa e calçados em

Identificar elementos que lhe provocam medo e buscar ajuda para superá-lo.

Limpar as mãos e o rosto, sempre que necessário.

ajuda do adulto.

Tirar os calçados e tentar calçá-los.

companhia de um adulto.

Tirar sozinho uma peça de roupa e vestir-se com a ajuda de um adulto.

Estabelecer empatias e escolhas de parceiros nas atividades cotidianas.

Exercitar os papéis de cuidar dos companheiros e ser cuidado por eles.

Cuidar dos companheiros e apreciar ser cuidado por eles.

Localizar no ambiente objetos habituais e

 

Localizar objetos habituais no ambiente e

Solicitar aconchego em situações cotidianas.

acessá-los com autonomia.

acessá-los com autonomia.

Ser cuidadoso com os próprios pertences e com os materiais coletivos.

Identificar o que lhe provoca medo e buscar ajuda para superá-lo.

Auxiliar os amigos e as professoras a guardar os brinquedos e a organizar a sala sempre que

Iniciar procedimentos de cuidado com materiais pessoais e coletivos.

necessário.

CRIANÇAS DE 4 ANOS

CRIANÇAS DE 5 ANOS

Reconhecer nos momentos de refeição a importância dos alimentos oferecidos para a sua saúde.

Conhecer e adotar cuidados básicos com o corpo e a saúde. Valorizar atitudes relacionadas à saúde e ao bem-estar individual e

Reconhecer a importância de uma alimentação saudável.

Apropriar-se dos momentos de refeição como uma prática social e cultural.

coletivo.

Utilizar utensílios adequados para alimentar-se: talheres, guardanapo, pratos, canecas reconhecendo a função de cada um deles.

Apropriar-se de procedimentos relacionados à alimentação, ao cuidado e à higiene pessoal

Utilizar regras básicas de higiene.

Cuidar-se identificando situações de perigo e reconhecendo sua própria vulnerabilidade física.

Auxiliar na organização de espaços, materiais, brinquedos depois de utilizados pelo coletivo.

Cuidar da exposição ao sol lembrando que deve usar protetor solar e boné, além de procurar brincar sempre na sombra.

Cuidar dos próprios pertences e dos pertences dos amigos. Resolver os próprios conflitos, buscando ajuda sempre que necessário.

Cuidar-se identificando situações de perigo e reconhecendo sua própria vulnerabilidade física.

Auxiliar na organização de espaços, materiais, brinquedos depois de utilizados pelo coletivo de crianças.

Cuidar da exposição ao sol lembrando que deve usar protetor solar e boné, além de procurar brincar sempre na sombra.

Cuidar dos próprios pertences e dos pertences dos amigos. Resolver os próprios conflitos, buscando ajuda sempre que necessário.

PROCEDIMENTOS DO (A) PROFESSOR (A)

Seguir orientações específicas para organizar, com as famílias, o processo de desmame de bebês e desfralde das crianças. Organizar o repouso diurno para as crianças que dele precisam atentando para que tenham feito a higiene pessoal (limpeza dos dentes, mãos e rosto) e que suas fraldas e roupas estejam limpas e secas. • Planejar e organizar o momento e o ambiente do banho dos bebês, percebendo esse momento com uma prática educativa prazerosa, atentando sobre os cuidados dessa ação (água na temperatura adequada, objetos à mão do professor, não deixar a criança sozinha, evitar correntes de ar, etc.). Organizar refeições que propiciem autonomia, nutrição adequada e socialização em ambiente higiênico, seguro e confortável. Acentuar o lado sócio cultural das refeições oportunizando as crianças de apreciarem cheiros, sabores e disposições criativas dos alimentos, bem como do uso adequado do espaço e dos talheres, servir-se e conversar fazendo trocas de ideias no momento de se alimentar. Ajudar as crianças que recusam alimentos ou que apresentam dificuldades para se alimentar sozinhas. Disponibilizar água potável e utensílios limpos individualizados para as crianças beberem ao longo do dia. Organizar situações em que segurança e saúde sejam assuntos trabalhados com as crianças. Manter os objetos utilizados (brinquedos, almofadas, materiais de uso pessoal e coletivo, lençóis, trocadores, banheiras etc.) em boas condições de higiene e que não ofereçam riscos à saúde das crianças. Combinar com as famílias a higienização ou troca periódica dos pertences pessoais das crianças como: escova de dente, toalha de boca ou de rosto, lençol, chupeta, “cheiros”, copo ou caneca, etc. Observar a organização e manutenção das áreas interna e externa da instituição no sentido de estarem limpas e ventiladas, para evitar acidentes e a disseminação de doenças. Proporcionar momentos para o banho de sol em horários adequados.

• Cuidar para que as crianças adquiram gradativamente o hábito de utilizar boné e protetor solar (com receita médica) durante os

momentos em que brincam sob o sol.

Cuidar dos materiais para que, em caso de quebra, não se tornem perigosos para as crianças.

Oferecer situações de afeto e cuidado pelos quais as crianças possam desenvolver sentimento de bem-estar e percepção sobre a

própria vulnerabilidade. Oportunizar situações em que as crianças possam realizar gradativamente atividades de cuidado pessoal de forma autônoma

(vestir-se, pentear-se, comer e a fazer sua higiene).

Ensinar as crianças maiores a usar o sanitário para terem melhor condição de higiene íntima, além do lavatório, após usar o banheiro, para higiene das mãos. Orientar as crianças a mastigar bem os alimentos, a escovar os dentes após as refeições e a usar adequadamente o vestuário, de

acordo com o clima. Instruir a criança a lavar as mãos após realizar uma atividade com tinta ou areia e sempre que voltar do parque e antes das

refeições. Antes das crianças irem embora, cuidar para que estejam limpas, de roupas trocadas e cabelos penteados, promovendo desse

modo o desenvolvimento da autoestima e respeito com a própria imagem. Orientar a criança a cuidar dos objetos pessoais.

Acolher a criança em momentos de choro, apatia, raiva, birra ou ciúme, ajudando-a a procurar outras formas de lidar com seus sentimentos.

Orientar de modo consistente e carinhoso as crianças em relação a comportamentos arriscados, que devem ser evitados. Assegurar-se de que os ambientes externos e internos ofereçam segurança às crianças. Oferecer apoio e segurança para que as crianças aos poucos possam se deslocar pelos ambientes com autonomia, confiança e liberdade nos movimentos. (evitar qualquer tipo de organização que cerceie a capacidade natural das crianças transitarem pelo CEI) Observar, identificar, registrar, comunicar à família e procurar ajuda quando alguma criança apresentar alterações no estado de

saúde (febre, acidentes, dor, mal-estar). Administrar medicamentos mediante prescrição escrita por médico para as crianças quando os horários de tratamento coincidir

com o período em que estejam no CEI. Informar à equipe gestora quando suspeitar que crianças ou profissionais da instituição educativa estejam com doenças

infectocontagiosas e se orientar quanto às providências que devem ser tomadas no ambiente coletivo. Manter-se informado através da ficha de anamnese sobre o histórico de saúde das crianças.

CONVIVÊNCIA COM A DIVERSIDADE

Objetivos de ensino:

Propiciar experiências que “possibilitem vivências éticas e estéticas com outras crianças e grupos culturais, que alarguem
Propiciar experiências que “possibilitem vivências éticas e estéticas com outras crianças e grupos culturais, que alarguem seus padrões
de referência e de identidades no diálogo e reconhecimento da diversidade”. (Parecer CNE/CEB no 20/2009)
Propor experiências que “ampliem a confiança e a participação das crianças nas atividades individuais e coletivas”.
Propor experiências que “ampliem a confiança e a participação das crianças nas atividades individuais e coletivas”. (Parecer CNE/CEB
no 20/2009)

Objetivos de aprendizagem:

CRIANÇAS DE 0 A 1 ANO

CRIANÇAS DE 1 A 2 ANOS

CRIANÇAS DE 2 A 3 ANOS

Compartilhar momentos de brincadeiras com

Participar de atividades que envolvam histórias,

Ouvir histórias de diferentes tradições culturais.

outras crianças e adultos.

músicas e danças de diferentes tradições culturais.

Participar de atividades em grupo que envolvam

Compartilhar momentos de brincadeiras com

Aperfeiçoar suas maneiras de interagir com outras crianças em danças e em manifestações de

músicas e histórias de diferentes culturas.

crianças com diferentes referências culturais.

diferentes grupos culturais.

Brincar com elementos, brinquedos,

Brincar com elementos, brinquedos, instrumentos

Brincar com elementos, brinquedos, instrumentos

instrumentos musicais e objetos produzidos e/ou que representem outras culturas em especial as

musicais e objetos produzidos e/ou que representem outras culturas em especial as culturas afro-brasileira

musicais e objetos produzidos e/ou que representem outras culturas em especial as

culturas afro-brasileira e indígena.

e indígena.

culturas afro-brasileira e indígena, conhecendo seu

Brincar com outras crianças reconhecendo algumas

contexto original.

regras para isso.

Compartilhar vivências no espaço educativo

 

Cooperar com os companheiros e com as outras

Expressar suas ideias, vontades e sentimentos.

estabelecendo relações e afinidades.

pessoas.

Apropriar-se de regras básicas de convívio social.

Expressar seus interesses tendo autonomia para resolver seus conflitos.

Relacionar-se com as outras crianças, ampliando aos poucos o número de pessoas em diferentes idades e referências culturais.

CRIANÇAS DE 4 ANOS

CRIANÇAS DE 5 ANOS

Conhecer a história pessoal (identidade).

Reconhecer o nome como uma das marcas da identidade de uma pessoa.

Reconhecer o nome como identidade de uma pessoa.

Conhecer a história social (alteridade – quem sou eu em relação ao outro).

Identificar algumas singularidades – próprias e das pessoas com quem convive no cotidiano, em situações de interação.

Identificar algumas singularidades próprias e das pessoas com quem convive no cotidiano, em situações de interação.

Perceber-se como alguém que é parte integrante de uma comunidade e da natureza.

Identificar alguns papéis sociais nos grupos de convívio, dentro e fora da

Conhecer, respeitar e valorizar a cultura do próprio grupo e de outros grupos.

escola.

Identificar alguns papéis sociais nos grupos de convívio, dentro e fora da

Utilizar algumas regras elementares de convívio social.

escola.

Valorizar os cuidados com os materiais de uso individual e coletivo. Valorizar atitudes relacionadas ao bem-estar individual e coletivo.

Participar de pequenas tarefas cotidianas que envolvam cooperação e solidariedade.

Expressar ideias e palpites (formulação de ideias e suposições) em rodas de

Compartilhar ideias, opiniões e conhecimentos com os colegas.

conversa.

Estabelecer relações e fazer comparações entre as características locais e

Expressar ideias e palpites (formulação de ideias e suposições) em rodas de

Participar de atividades em que haja comunicação e compartilhamento de informações, ideias e conclusões.

regionais e as de outras regiões do país.

conversa.

PROCEDIMENTOS DO (A) PROFESSOR (A)

Desenvolver atividades que envolvam conceitos sobre a relação com o outro (amigos, família, professores etc.);

Garantir meios que façam a criança sentir-se valorizada pelas suas realizações;

Propiciar experiências de aprendizagem que envolvam manifestações artístico-culturais de grupos sociais diversos;

Procurar conhecer mais sobre as culturas afro-brasileira e indígena, entre outras, a fim de ter um saber mais aprofundado e não

estereotipado dessas culturas; Pesquisar brincadeiras, brinquedos, histórias e modos de vida das crianças, característicos de diferentes culturas;

Explorar em diversas situações didáticas a riqueza de sabores, sons, ritmos, hábitos, histórias etc. das comunidades brasileiras,

incluindo as de zona urbana, rural, dos povos indígenas, afro-brasileiros etc. Garantir oportunidade para a criança brincar isoladamente e em grupos, com parceiros da mesma idade e de idades diferentes (não

apenas os da sua própria turma), de forma livre ou mediada pelo professor; Incentivar a autonomia das crianças na organização de materiais e na criação de cenários, enredos e papéis para brincar;

Disponibilizar objetos, indumentárias e outros elementos que apoiem as crianças a imitar situações da vida cotidiana, a assumir

determinados papéis, ou a reproduzir as ações do personagem de uma história lida pelo professor em outra situação; Ajudar as crianças na superação dos conflitos desencadeados em suas brincadeiras;

Criar condições para que as brincadeiras possam ocorrer no interior do prédio, em sua parte externa, ou no campinho gramado ou

praça, vizinhos ao CEI; Apoiar a ampliação do repertório de brincadeiras e a diversidade de possibilidade de brincar das crianças, além do faz-de-conta:

jogos de regras, brincadeiras cantadas, jogos de tabuleiro, entre outros; Incentivar as crianças a tomar as brincadeiras vividas como assunto tanto nas rodas de conversa quanto nas situações comunicativas informais envolvendo professores e crianças; • Ajudar as crianças a organizar os espaços e os objetos que estruturam o enredo, o cenário e os papéis adotados no faz-de-conta;

Cuidar para que as regras propostas pelo grupo para um determinado jogo sejam mantidas, e assumir o papel de juiz em um jogo

infantis;

de regra, ou em um jogo esportivo; Assumir um papel em um faz-de-conta considerando as situações criadas pelas crianças tanto em relação aos temas, personagens,

clima emocional etc., e as regras, materiais utilizados, organização do espaço, formas de cada criança desempenhar certos papéis; Assegurar que os materiais para brincar sejam bastante diversificados e flexíveis – brinquedos (convencionais, industrializados e

artesanais) e materiais não estruturados (papelão, tecidos, pneus e outros materiais reaproveitáveis), favorecendo as invenções

Incluir fantasias e adereços que possibilitem às crianças viverem diferentes papéis.

• Garantir a presença de objetos da própria cultura, incluindo diferentes portadores de textos, que podem alimentar variados enredos.

REPERTÓRIO CULTURAL E ESTÉTICO; LINGUAGENS EXPRESSIVAS E COMUNICATIVAS

Arte pla stica, ce nica e musical; linguagem verbal (oral e escrita); tecnologia.

REPERTÓRIO CULTURAL E ESTÉTICO; LINGUAGENS EXPRESSIVAS E COMUNICATIVAS A rte pla stica, ce nica e musical;
REPERTÓRIO CULTURAL E ESTÉTICO; LINGUAGENS EXPRESSIVAS E COMUNICATIVAS A rte pla stica, ce nica e musical;
REPERTÓRIO CULTURAL E ESTÉTICO; LINGUAGENS EXPRESSIVAS E COMUNICATIVAS A rte pla stica, ce nica e musical;

ARTES PLÁSTICA, CÊNICA E MUSICAL

Objetivos de ensino:

ARTES PLÁSTICA, CÊNICA E MUSICAL Objetivos de ensino: Propor experiências que “promovam o relacionamento e a
Propor experiências que “promovam o relacionamento e a interação das crianças com diversificadas manifestações de música,
Propor experiências que “promovam o relacionamento e a interação das crianças com diversificadas manifestações de música, artes
plásticas e gráficas, cinema, fotografia, dança, teatro, poesia e literatura”. (Parecer CNE/CEB no 20/2009)
Promover experiências que “favoreçam a imersão das crianças nas diferentes linguagens e o progressivo domínio por elas de vários
gêneros e formas de expressão: gestual, verbal, plástica, dramática e musical”. (Parecer CNE/CEB no 20/2009)
Oportunizar experiências que “propiciem a interação e o conhecimento pelas crianças das manifestações e tradições culturais
Oportunizar experiências que “propiciem a interação e o conhecimento pelas crianças das manifestações e tradições culturais
brasileiras”. (Parecer CNE/CEB no 20/2009)

Objetivos de aprendizagem:

CRIANÇAS DE 0 A 1 ANO

CRIANÇAS DE 1 A 2 ANOS

CRIANÇAS DE 2 A 3 ANOS

Acompanhar a contação de histórias feita pelo

adulto. Acompanhar canções e músicas com gestos,

Apreciar canções e músicas representativas de

acompanhando o ritmo com movimentos

Fruir de diferentes estilos de música, teatro, dança e demais expressões da cultura corporal (circo, esportes, mímicas etc.).

Fruir e explorar diferentes estilos de música, teatro, dança e demais expressões da cultura corporal (circo, esportes, mímicas etc.).

imitando o adulto.

Cantar trechos de canções conhecidas e imitar

Imitar ou comentar, individualmente ou em grupo, as

Começar a apreciar canções e músicas.

diferentes manifestações culturais,

gestos que as acompanhem. Participar de situações de cantigas de roda. Apreciar canções e músicas representativas de diferentes manifestações culturais brasileiras.

apresentações assistidas, identificando algumas de suas características.

Cantar canções conhecidas e imitar gestos que as acompanhem.

corporais.

Reconhecer e usar rimas nas brincadeiras

Apreciar e seguir ritmos diferentes de músicas e

Imitar gestos e movimentos explorando o

Seguir o ritmo das músicas com movimentos

canções com movimentos corporais.

espaço (em cima, embaixo, para frente, para

corporais.

Diferenciar som do silêncio, forte do fraco, rápido do

trás, à esquerda, à direita etc.) com base em

Demonstrar atenção para ouvir, responder ou imitar

lento.

estímulos musicais.

apresentações cênicas ..

Imitar diferentes ruídos e sons musicais com objetos

Expressar gosto ou desagrado, alegria, medo ou

Reconhecer sons familiares.

e instrumentos.

tensão em relação a uma apresentação cênica.

Explorar as possibilidades sonoras dos

Cantar diferentes canções ou trechos.

Explorar tintas, pincéis ou giz de cera em

instrumentos e dos objetos cotidianos.

Explorar sons do cotidiano e reconhecer sua

diferentes superfícies e tipos de papel,

Fruir de canções e músicas.

ausência ou sua presença.

demonstrando interesse em realizar marcas

gráficas.

Participar de momentos musicais.

Reproduzir gestos ou pequenas falas de personagens observados presencialmente ou em filmes.

Diferenciar os sons de objetos sonoros e de instrumentos musicais.

Acompanhar a execução de obras musicais variadas (clássicas, populares, étnicas, cantadas e

Participar de situações de jogos simbólicos tendo

instrumentais).

oportunidade de realizar diferentes posturas

Participar de brincadeiras que envolvam jogos

corporais, gestos e falas que delineiam certos

verbais (parlendas e outros textos da tradição oral,

papéis.

como quadrinhas e adivinhas).

Explorar tintas, pincéis e diversos tipos de lápis ou de giz em diferentes superfícies e tipos de papel.

Interessar-se por brincadeiras e canções relacionadas às tradições culturais brasileiras.

Brincar com areia, argila e massinha de modelar.

Imitar ou criar movimentos explorando o espaço (em cima, embaixo, para a frente, para trás, à esquerda, à direita) com base em estímulos

Participar de dramatizações em que representem histórias contadas.

Representar personagens em teatro de fantoches, de bonecos, marionetes, sombras etc.

musicais.

Expressar sensações (frio ou calor) ou diferentes estados de ânimo (aborrecido, triste ou contente).

Explorar diferentes maneiras e suportes para

   

desenhar, pintar, modelar ou fazer colagens com a

utilização de tintas, pincéis e diversos tipos de lápis ou de giz, em diferentes superfícies e tipos de papel.

Participar de danças de diferentes gêneros e de outras expressões da cultura corporal (circo, jogos

desportivos etc.):

imitando ou criando movimentos com o uso de

materiais diversos (lenços, bola, fitas etc.);

explorando o espaço (em cima, embaixo, para a frente, para trás, à esquerda, à direita) com base em estímulos diversos (tipo de música, espaços, objetos, imagens, fantasias, histórias etc.);

experimentando as qualidades do movimento (lento

ou rápido; forte ou leve) com base em estímulos

diversos.

PARA CRIANÇAS DE 4 ANOS

PARA CRIANÇAS DE 5 ANOS

Perceber na música os elementos básicos do som: altura, duração,

 

intensidade, timbre e densidade.

Perceber na música tempos, ritmos e alturas.

Aceitar a escuta de repertórios que devem ir além das músicas infantis e das

Criar arranjos simples explorando os elementos de linguagem da música. Interpretar sons e músicas.

Explorar a voz, o corpo, os objetos sonoros e os instrumentos musicais.

Ampliar o repertório musical com base na escuta sensível e pensante.

apresentadas nas mídias de massa.

Cantar e se expressar musicalmente. Reconhecer o corpo como material que produz sons e músicas.

Perceber e identificar o universo sonoro ao redor.

Construir e explorar objetos sonoros. Criar paisagens sonoras explorando a percepção e o conhecimento de mundo

Explorar instrumentos musicais.

musical e cotidiano.

Explorar artisticamente a linguagem musical .

Criar movimentos dançando.

Produzir objetos sonoros.

Representar simbolicamente na brincadeira de faz de conta.

Cantar e se expressar musicalmente.

Explorar o gesto, a voz e a expressão corporal de forma criativa e autônoma.

Explorar o corpo como matéria expressiva na música.

Criar maneiras de se expressar de forma pessoal e coletiva na exploração das

Explorar a imitação e a criação de expressões, gestos e movimentos.

Perceber e começar a se apropriar de saberes relativos aos elementos básicos da linguagem da música: altura, ritmo, tempo, timbre e duração.

linguagens do teatro e da dança.

Criar poéticas pessoais que explorem as linguagens do teatro e da dança em

Conhecer o próprio corpo e as possibilidades de expressão e movimento.

meio à brincadeira e ao faz-de-conta.

Reconhecer e se expressar no faz de conta.

Começar a perceber tempo e espaço cênicos.

Compreender tempo e espaço cênicos.

Criar movimentos e gestos teatrais.

Criar movimentos e gestos teatrais.

Apreciar fazer parte de uma apresentação cênica ou musical.

Apreciar fazer parte de uma apresentação cênica ou musical.

Perceber os elementos da linguagem artística em artes visuais, como: linha,

Interpretar papeis em representações cênicas.

forma, cor, ponto e plano.

Utilizar elementos da linguagem visual na produção de diferentes texturas, tonalidades de cores e dimensões.

Reconhecer e utilizar os elementos artísticos em artes visuais, como linha, forma, cor, ponto e plano, e suas articulações (como movimento, tonalidades, texturas, formas bidimensionais e tridimensionais).

Apreciar e dialogar a respeito de obras de artistas, estabelecendo relações

Apreciar e dialogar a respeito das imagens de obras de artistas, estabelecendo

Começar a compreender as produções culturais do passado e do presente.

com leituras de mundo. Emitir opiniões sobre gostos e sentimentos em relação à Arte. Verbalizar o que vê com liberdade e confiança.

relações com leituras de mundo e outras linguagens.

Produzir artisticamente explorando materialidades, procedimentos, linguagens e

Valorizar suas produções e as de seus colegas. Expressar-se em diferentes linguagens artísticas. Pesquisar e usar materiais diversos.

poéticas pessoais. Valorizar suas produções e as de seus colegas. Estabelecer relações entre a obra de artistas e a própria produção.

Ampliar repertórios e criar produções artísticas de forma segura e autônoma.

Apresentar pensamentos simbólicos por meio de seus desenhos e outras produções.

Desenhar, pintar, modelar e criar histórias com base em suas produções.

Construir símbolos (figuras) para representar leituras de mundo.

Fazer narrativas com base em seus trabalhos. Construir as primeiras figuras.

Narrar histórias com base em seus desenhos.

PROCEDIMENTOS DO (A) PROFESSOR (A)

Acolher as formas de cada criança se expressar sem impor um padrão de produção; Possibilitar que a sala e os demais espaços do CEI reflitam o trabalho gradativo realizado pelo grupo de crianças e não os gostos pessoais dos adultos expressos em pinturas e decorações estereotipadas. Proporcionar o acesso a diferentes linguagens artísticas: plástica, cênica, e musical (popular e erudita);cinema, fotografia, TV, pintura, escultura e recriação destas de forma singular; Ampliar seu conhecimento de mundo e da cultura percebendo a diversidade de expressões culturais em diferentes tempos e espaços sociais. Interagir com as crianças para ajudá-las a atuar, planejando seu trabalho expressivo e investigando o que gostariam de fazer, o que lhes chama a atenção e como poderiam interagir com as diferentes linguagens; Ampliar conhecimento de mundo das crianças por meio de situações em que possam manipular diferentes objetos e materiais para explorar suas características, propriedades e possibilidades de manuseio em diversas formas de expressão artística; Introduzir diversos materiais gráficos, plásticos e diferentes superfícies; Oportunizar a vivência de trabalhos de Arte, utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da modelagem, da colagem, da construção, desenvolvendo o gosto, o cuidado pelo processo de produção e criação; • Incentivar o interesse pelas produções pessoais e das outras crianças e pelas diversas obras artísticas (regionais, nacionais ou

internacionais); Possibilitar a produção individual e coletiva de textos (utilizando gestos, desenhos, movimentos, sons, palavras);

Apresentar as manifestações culturais de diferentes tempos: os contos de fadas, as lendas e as fábulas, a ficção científica, o

artesanato, a pinturas, fotografia, arquitetura, teatro, dança, literatura etc.; Trabalhar a construção de noção de tempo através do contato com as diferentes linguagens (tempo na dança, nas histórias, nos

desenhos animados, na música etc.); Valorizar o patrimônio e as manifestações culturais da cidade de Joinville inserindo-as em diferentes situações de aprendizagem;

Propor a leitura de obras de arte a partir da observação, narração, descrição e interpretação de imagens e objetos;

Propor a leitura e representação de espaços do cotidiano, através de textos, desenhos, encenações, maquetes etc.;

Propor a criação de desenhos, pinturas, colagens, modelagens a partir do próprio repertório infantil e da utilização dos elementos

da linguagem das Artes Visuais: ponto, linha, forma, cor, volume, espaço, textura etc.; Organizar um ambiente rico em: objetos, imagens e trabalhos artísticos do patrimônio cultural; materiais e técnicas para pintar,

desenhar e esculpir; acervo musical com diferentes gêneros musicais (CDs e DVDs de músicas e danças); adereços e vestimentas para a criação de figurinos para dançar e dramatizar. Promover situações pelas quais as crianças possam ouvir, perceber e discriminar diferentes ritmos e produções musicais;

Apresentar variadas obras musicais eruditas, folclóricas, infantis, etc.

Possibilitar interação com os outros e ampliar o conhecimento do mundo por meio da música;

Enriquecer a forma de as crianças apreciarem as apresentações, destacando aspectos como sons, luzes, cenários, fantasias e

falas das personagens;

Acolher e respeitar os sentimentos e as opiniões das crianças em relação à apresentação assistida;

Estimular as crianças a dizer o que entenderam da apresentação assistida;

Estimular as crianças a descrever os sentimentos de agrado ou desagrado, de medo ou de felicidade, em relação à apresentação;

Convidar a família para definir e planejar alguns eventos, como também deles participar.

É importante que se organizem situações em que as crianças possam:

Vivenciar diversas manifestações culturais, como brincadeiras, jogos e canções tradicionais de sua comunidade e de outros

grupos;

Assistir a apresentações de teatro profissional e popular com fantoches, sombras ou atores, de música ou de dança;

Participar de eventos como festas juninas, assistir à festas de boi-de-mamão, aos maracatus nos cortejos de carnaval ou a uma

apresentação de forró, por exemplo, considerando as manifestações locais, e não apenas as veiculações massificadas da televisão, do rádio e da internet; Conhecer e valorizar as manifestações da comunidade como parte do patrimônio cultural da humanidade (visita a Museus, a locais de artesanato, etc.).

LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

Objetivos de ensino:

Oportunizar situações que “possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem
Oportunizar situações que “possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral e
escrita, e convívio com diferentes suportes e gêneros textuais orais e escritos”. (Parecer CNE/CEB no 20/2009)

Objetivos de aprendizagem:

CRIANÇAS DE 0 A 1 ANO

CRIANÇAS DE 1 A 2 ANOS

CRIANÇAS DE 2 A 3 ANOS

Brincar de produzir sons vocais com o professor,

Usar palavras e pequenas frases para se expressar

Fazer uso da linguagem oral para conversar,

Participar de conversa coletiva, apoiando-se não

também em sua memória e em seus recursos

com outras crianças e sozinha.

em diversas situações do cotidiano, inclusive para

comunicar-se, relatar vivências e expressar

Ouvir histórias e reconhecer elementos das

manifestar diferentes necessidades (com ou sem o

emoções, desejos, vontades, necessidades e

histórias nas ilustrações.

auxílio do adulto).

sentimentos, nas diversas situações cotidianas de

Compreender o significado de algumas palavras usadas em seu cotidiano.

Participar de conversa coletiva, apoiando-se na fala complementar do professor.

Ficar atento quando lhe contam histórias com a utilização de diferentes recursos visuais (figuras,

interação.

apenas na fala complementar do professor, mas

fantoches, livros, imagens projetadas etc.).

expressivos.

Reconhecer, no livro, as histórias e alguns de seus

Relatar experiências vividas, utilizando um

Participar com desenvoltura de brincadeiras que

elementos. Acompanhar oralmente passagens de histórias de repetição.

vocabulário cada vez mais elaborado.

envolvam jogos verbais.

Acompanhar parlendas e outros textos da tradição

Ouvir histórias e se manifestar a respeito delas. Nomear e reconhecer elementos das histórias

 

oral, como quadrinhas e adivinhas.

nas ilustrações.

Desenvolver alguns comportamentos leitores (manusear livros, revistas, jornais etc.)

Recontar passagens da história ou a história toda,

valendo-se do livro e da ajuda do professor. Ouvir os colegas, esperando seu momento de falar.

Brincar de anotar recados e de fazer lista de compras.

CRIANÇAS DE 4 ANOS

CRIANÇAS DE 5 ANOS

Comunicar-se oralmente com colegas e adultos, de forma clara e organizada.

Comunicar-se oralmente com colegas e adultos, de forma clara e organizada,

Compartilhar a apreciação de uma obra literária.

Participar de conversas, complementando e questionando o que foi falado.

Descrever as características dos objetos. Narrar fatos em sequência temporal e causal. Recontar uma história ..

Aprender, apreciar e recitar parlendas, adivinhas, canções, poemas e trava- línguas, observando a entonação e o ritmo.

narrando, descrevendo, argumentando, questionando. Conseguir se fazer entender ao explicar suas ideias e pontos de vista.

Adequar a fala às diferentes situações comunicativas.

Compartilhar a apreciação de uma obra literária.

Recontar uma história infantil com coesão.

Fazer primeiras tentativas da escrita mesmo de modo não convencional. Escrever o próprio nome com e sem apoio (crachá).

Apreciar e reproduzir oralmente parlendas, adivinhas, canções, poemas e trava- línguas.

Escrever o nome de alguns colegas com uso de apoio.

Narrar fatos em sequência temporal e causal.

Participar do processo de escrita textual tendo o professor com escriba.

Estabelecer relação entre o som e a escrita do nome próprio e de algumas

Reconhecer o próprio nome entre os dos demais colegas.

palavras.

Reconhecer o nome de alguns colegas.

Escrever o próprio nome.

Desenvolver procedimentos de leitura, apoiando-se em modelos adultos, ainda que não leia de forma convencional.

Escrever o nome de alguns colegas. Participar do processo de escrita textual tendo o professor como escriba.

Realizar leituras por meio de gravuras.

Fazer primeiras tentativas da escrita mesmo de modo não convencional.

Fazer leitura incidental de rótulos, placas, anúncios e encartes.

Reconhecer o nome de alguns colegas, o próprio nome e o do professor em

Reconhecer o nome de alguns contos, canções e parlendas.

Participar de saraus, contações de histórias, leituras e escrita de bilhetes, pesquisa em livros, jornal e na internet, elaboração de uma receita, e

utilização da função social de cada portador de texto.

diversas situações.

envolvimento em outras atividades relacionadas ao reconhecimento e

Fazer leitura incidental de rótulos, placas, anúncios e encartes identificando as

Reconhecer as letras do alfabeto.

mensagens.

Ler, mesmo que de forma não convencional, e comentar textos literários e não literários levando em conta a função social deles.

Informar-se por meio da leitura de textos, tendo o adulto como leitor.

PROCEDIMENTOS DO (A) PROFESSOR (A)

Apoiar as tentativas de fala das crianças, formulando perguntas, ajudando na produção de respostas, de relatos etc.; Escolher textos do ponto de vista ético (o que não implica usar a história para moralizar) e estético (textos que possam promover boas experiências de leitura, que envolvam as crianças); Preparar o ambiente provocando suspense, lançando questões de antecipação e de retomada do conteúdo do texto, promovendo trocas de impressões e de apreciação etc.; Nos espaços destinados aos bebês, é importante constituir um ambiente no qual as crianças, ao engatinharem, se deparem com ilustrações, imagens, figuras, sequências de ilustrações que formam uma história. • Variar as formas de contar história (contação oral, dramatização, leitura dramática, com e sem interrupções para lançar questões

etc.). Criar algumas atividades cotidianas que envolvam a linguagem verbal:

o

Roda de conversas;

o

Momentos de contar e ler histórias;

o

Brincadeiras cantadas;

o

Brincadeiras de faz de conta;

o

Declamação de poemas;

o

Dramatização de histórias;

o

Jogos de palavras ou de invenção de rimas;

o

Jogos de nomear/reconhecer objetos e características;

o

Reconto de histórias pelas crianças.

Possibilitar a exploração e expressão das diversas formas de linguagem (corporal, oral, escrita, musical, artes plásticas). Incentivar o uso de símbolos, brincadeiras; registros, diferentes narrativas; diversas leituras de mundo; Trabalhar com diversas possibilidades de transformação e expressão de ideias, emoções e formas de agir e pensar; Incentivar o gosto e o prazer pela leitura e compreensão da escrita; Registrar as conversas e discussões sobre textos incentivando o uso desses registros nas diferentes situações; Promover a utilização de diferentes formas de texto para a exploração oral; Criar situações em que os adultos e crianças leiam textos de diferentes gêneros. Organizar ambientes nos quais as crianças possam exercitar a sua imaginação, que possam brincar de casinha, salão de beleza, hospital, vendinha onde a escrita pode ser empregada como apoio à brincadeira de faz de conta, como, por exemplo, para anotar as compras, dar receitas, preencher o cheque, etc. • Organizar espaços para leitura, como biblioteca ou cantinho de leitura equipado com livros, revistas e outros materiais disponíveis às crianças que permitam seu livre acesso para ver, tocar e escolher suas preferências.

Oportunizar que as crianças tenham acesso a diferentes tipos de textos: livros-brinquedo, livros interativos, contos, poemas, livros de arte, textos verbais e visuais, enciclopédias, livros de pesquisa, jornais, gibis, revistas, internet etc.

TECNOLOGIAS

Objetivos de ensino:

Propor experiências que “possibilitem a utilização de gravadores, projetores, computadores, máquinas fotográficas e outros recursos tecnológicos
Propor experiências que “possibilitem a utilização de gravadores, projetores, computadores, máquinas fotográficas e outros recursos
tecnológicos e midiáticos”. (Parecer CNE/CEB no 20/2009)

Objetivos de aprendizagem:

CRIANÇAS DE 0 A 1 ANO

CRIANÇAS DE 1 A 2 ANOS

CRIANÇAS DE 2 A 3 ANOS

Interagir em ambientes com variação de iluminação (sombras, cores etc.).

Observar fotografias de si, de outras pessoas e de eventos, tendo o apoio do relato de um adulto

Observar fotografias de si, de outras pessoas e de eventos, construindo narrativas coletivas sobre as

Participar de contação de histórias em que se

sobre a imagem.

imagens.

utilizam diferentes recursos visuais (fotografias,

Ouvir músicas e histórias reproduzidas em CDs.

Participar de contação de histórias em que se

Participar de contação de histórias em que se utilizam

filmes, imagens, retroprojetores etc.).

utilizam diferentes recursos visuais (fotografias, imagens, retroprojetores etc.) e sonoros.

diferentes recursos visuais (fotografias, imagens, retroprojetores etc.) e sonoros (gravadores, caixas de

Observar variação de iluminação (sombras, cores

som, microfones).

etc.) produzida no ambiente.

Utilizar gradativamente a câmera fotográfica para

Relacionar elementos das músicas e histórias

registrar imagens de objetos, pessoas e momentos

reproduzidas em CDs com alguns recursos

especiais e analisar as imagens que captou.

visuais como: fantoches, dedoches, gravuras,

Utilizar outros recursos de projeção de imagens (mesa

livros etc.

luminosa, Datashow e retroprojetor) para criar novas

possibilidades de criação a partir da imagem projetada, ampliada ou transpassada: construções tridimensionais, desenho, pintura e instalações.

CRIANÇAS DE 4 ANOS

CRIANÇAS DE 5 ANOS

Gravar e reproduzir a própria voz, a voz dos amigos e os sons da natureza com gravador ou aparelho celular.

Gravar e reproduzir a própria voz, a voz dos amigos e os sons da natureza com gravador ou aparelho celular.

Cantar em microfone observando a função deste aparelho e da caixa de som.

Cantar em microfone observando a função deste aparelho e da caixa de som.

Utilizar a internet como fonte de pesquisa, portador e editor de texto e recurso

Utilizar a internet como fonte de pesquisa, portador e editor de texto e recurso

para jogos e criação visual.

para jogos e criação visual.

Realizar pequenas filmagens e assistir.

Realizar pequenas filmagens.

Fotografar os ambientes capturando imagens aleatórias ou específicas solicitadas pelo professor.

Realizar fotografias de diversos ângulos e conhecer diferentes possibilidades de editá-las no computador.

Criar outras possibilidades de criação a partir das fotos impressas: desenhos,

Participar como ator na montagem de um filme.

pinturas, colagens, painéis ...

Participar da montagem de filmes de animação: com massinha, brinquedos e

Montar e gravar “rádio novela” contando histórias utilizando objetos que

outros objetos.

possam produzir os sons necessários ao enredo, ex. trovão, trote de cavalo,

Observar a edição feita pelo professor e assistir ao filme produzido.

agua, ventania etc. Analisar e refletir sobre filmes, fotos e falas gravadas.

Analisar e refletir sobre os filmes, fotos e gravações produzidas fazendo relação de seu conteúdo com as discussões realizadas em sala.

Participar de experiências com retroprojetor utilizando a combinação do

Participar de experiências com retroprojetor utilizando a combinação do

desenho com a pintura e com elementos tridimensionais.

desenho com a pintura e com elementos tridimensionais.

Criar possibilidades de experiências e de interação com as imagens e filmes

Criar possibilidades de experiências e de interação com as imagens e filmes

projetados no Datashow.

projetados no Datashow.

PROCEDIMENTOS DO (A) PROFESSOR (A)

Prover ações que possibilitem às crianças a utilizar os recursos tecnológicos e midiáticos.

Refletir no espaço da instituição de Educação Infantil sobre a condição atual de uso e inserção da tecnologia, superando juízos de

valor basicamente pautados em gostos pessoais (como usamos o aparelho de CD, a TV, o rádio, o computador etc. como recursos realmente pedagógicos); Criar experiências que possibilitem a combinação de luz, imagem, sombra, reflexos, refração, etc. a partir de recursos como:

o

Câmera fotográfica analógica e digital.

o

o

o

Datashow ou retroprojetor;

Espelhos;

Materiais transparentes e coloridos;

o

Superfícies vazadas;

o

o

equipamentos em desuso.

Tecidos finos como voal e renda;

Caixas preparadas para a brincadeira de luz e sombra;

Propor a criação de ambientes que reproduzam estúdios: fotográfico, de cinema e de rádio; sala de cinema; programa de auditório e

outros que possibilitem o exercício pelas crianças de ações que utilizem as novas tecnologias. Recriar com as crianças ambientes sociais (banco, loja, supermercado, etc.) com telefone, computador, caixa eletrônico, câmera de

vigilância, e outros equipamentos tecnológicos que podem ser confeccionados com material de sucata e com os próprios

Criar momentos em que as crianças possam observar fotografias e filmagens de si, das atividades que realizaram e de momentos

especiais de sua vida familiar.

Favorecer que as crianças participem da própria avaliação escolhendo fotos por meio do notebook ou Datashow.

Propiciar que as crianças maiores tenham eventualmente a oportunidade de ajudar no registro fotográfico das atividades

desenvolvidas na turma sendo orientadas para o cuidado devido com a câmera fotográfica. Oportunizar que as crianças maiores conheçam e utilizem alguma das funções mais simples no uso do computador.

Oportunizar diferentes experiências plásticas com o uso do Datashow e retroprojetor.

ESPAÇO: conceitos e relaço es matema ticas

ESPAÇO: conceitos e relaço es matema ticas
ESPAÇO: conceitos e relaço es matema ticas

LINGUAGEM MATEMÁTICA

Objetivos de ensino: Oportunizar experiências que “recriem, em contextos significativos para as crianças, relações quantitativas, medidas,
Objetivos de ensino:
Oportunizar experiências que “recriem, em contextos significativos para as crianças, relações quantitativas, medidas, formas e
orientações espaço temporais”. (Parecer CNE/CEB no 20/2009).
LINGUAGEM MATEMÁTICA Objetivos de ensino: Oportunizar experiências que “recriem, em contextos significativos para as crianças, relações

Objetivos de aprendizagem:

CRIANÇAS DE 0 A 1 ANO

CRIANÇAS DE 1 A 2 ANOS

CRIANÇAS DE 2 A 3 ANOS

Explorar os espaços da instituição.

Explorar o espaço, realizando deslocamentos de

Deslocar-se em meio a obstáculos dispostos ao

Explorar ambientes organizados com caixas,

Brincar de encontrar objetos e, gradativamente,

objetos e de si mesmo.

tecidos, argolas, e demais objetos que possibilitem sua autonomia corporal.

antecipar onde eles podem estar escondidos e fazer o deslocamento necessário para procurá-

Conhecer os espaços habituais do CEI e ter curiosidade para explorar outros espaços.

Antecipar situações e atividades cotidianas com base em determinados símbolos e rituais.

Escutar canções e participar de jogos e brincadeiras

longo do trajeto (passando por cima, por baixo, rodeando, equilibrando-se etc.).

Realizar contagens de pequenos grupos de objetos.

Orientar-se em relação às rotinas diárias. Relatar fatos que compõem episódios cotidianos,

los.

que envolvam contagem.

ainda que com o apoio de recursos e/ou do

Fazer tentativas de jogar objetos.

Participar de atividades de exploração e manipulação

professor.

Reconhecer momentos e rituais de mudança de

(agrupar objetos, oferecê-los, recolhê-los, colocar um

Construir objetos com diferentes materiais.

atividades na rotina.

dentro do outro etc.).

Conhecer os espaços do CEI e suas funções, compreendendo as noções de dentro/fora, em

cima/ embaixo, perto/longe e explorando caminhos diversos para chegar a um lugar.

Perceber os efeitos de suas ações sobre os

   

materiais (tamanho, forma, temperatura, estado físico, etc.).

Explorar corporalmente traçados verticais, horizontais e em círculos.

Diferenciar objetos segundo suas propriedades

sensoriais e físicas.

Selecionar e classificar objetos segundo algum atributo (pequeno/grande, comprido/curto, etc.) de objetos diversificados.

Explorar contagens e anotações numéricas em diferentes contextos: registro de jogos, controle de materiais da sala, quantidade de pessoas que vão merendar e que vão a um passeio; chamada, etc ..

CRIANÇAS DE 4 ANOS

CRIANÇAS DE 5 ANOS

Reconhecer a função dos números nos diversos contextos em que se encontram (relógio, calendário, calçado, número da casa, telefone, calculadora, fita métrica, trena, etc.)

Reconhecer a função dos números nos diversos contextos em que se encontram (relógio, calendário, calçado, número da casa, telefone, calculadora, fita métrica, trena, etc.)

Comparar quantidades utilizando o recurso de contagem, a linguagem oral e

Relacionar a linguagem diária com a linguagem e os símbolos matemáticos.

a correspondência um a um. Relacionar uma quantidade ao símbolo que a representa.

Relacionar uma quantidade ao símbolo que a representa.

Comparar quantidades utilizando a correspondência número e numeral (símbolo gráfico, gestos, palavra).

Comparar quantidades utilizando a correspondência número e numeral (símbolo gráfico, gestos, palavra).

Identificar visualmente alguns algarismos.

Representar graficamente alguns números por meio de desenhos ou símbolos numéricos (jogos, faz-de-conta, etc).

 

Resolver situações-problema que envolvam operações como diminuir, acrescentar, dividir e multiplicar, fazendo o uso de diferentes representações.

Justificar respostas e o processo de resolução de problemas. Utilizar as linguagens oral e pictórica para comunicar ideias matemáticas.

Justificar respostas e o processo de resolução de situações-problema. (como chegou a esse resultado?)

Tomar consciência do tamanho das partes do corpo e da estatura.

Reconhecer e apreciar a geometria no mundo cotidiano.

Explorar relações de medida, direção e posição no espaço.

Perceber o corpo em relação a objetos e pessoas.

Reconhecer e apreciar a geometria no mundo cotidiano.

Explorar relações de medida, direção e posição no espaço.

Identificar, nomear, comparar e desenhar formas geométricas planas, em especial o círculo, o quadrado, o triângulo e o retângulo.

Identificar, comparar e modelar formas geométricas planas, com especial atenção para o quadrado, o retângulo, o círculo e o triângulo.

Identificar e comparar alguns sólidos geométricos, com especial atenção ao cubo, à esfera e ao bloco retangular.

Identificar e nomear as figuras geométricas planas trabalhadas: quadrado, círculo, retângulo e triângulo.

Reconhecer quadrados, retângulos e triângulos como faces de alguns sólidos geométricos.

Identificar e modelar formas sólidas com atenção especial para o cubo e a esfera.

Utilizar o vocabulário correspondente: perto, longe, grande, pequeno, na frente, atrás, em cima, embaixo, entre outros exemplos.

Adquirir vocabulário relativo à geometria: dentro, fora, na frente, atrás, perto,

Criar desenhos, imagens, esculturas e outras representações utilizando as

longe, grande, pequeno, entre outros exemplos.

formas geométricas planas e sólidas.

Criar desenhos, imagens, esculturas e outras representações utilizando as formas geométricas planas e sólidas.

Criar rotas e mapas para deslocamentos.

Criar rotas para diferentes deslocamentos.

Realizar comparação direta entre medidas de comprimento: grande,

Iniciar a compreensão de que medir é comparar duas grandezas de mesmo

pequeno/alto, baixo/maior que, menor que.

tipo.

Realizar comparação direta entre massas: leve e pesado.

Realizar comparação direta entre medidas de comprimento: pequeno, médio,

grande, mais alto, mais baixo, da mesma altura, maior que, menor que, do

Realizar comparação direta da capacidade de diferentes recipientes: cheio,

mesmo tamanho, grosso, fino.

vazio. Desenvolver a percepção de antes e depois, dia e noite.

Realizar comparação direta entre massas: leve, pesado, mais pesado que, mais leve que.

Localizar e acompanhar datas no calendário linear e a organização da rotina

Realizar comparação direta da capacidade de diferentes recipientes: cheio,

diária.

vazio, muito cheio.

Localizar e acompanhar datas no calendário linear e perceber a dinâmica do

Desenvolver a percepção de antes, depois, dia, noite, ontem, hoje, amanhã,

tempo: dia, semana, mês, ano.

agora.

Fazer estimativas de medições

Localizar e acompanhar datas no calendário linear e perceber a dinâmica do tempo: dia, semana, mês, ano.

Fazer estimativas de medições.

Auxiliar na organização e na coleta de dados.

Auxiliar na organização e na coleta de dados.

Participar da construção de dados representados de maneira organizada, como por meio de gráficos em barras (pictóricos e corporais).

Participar da construção de dados representados de maneira organizada, como por meio de tabelas e gráficos em barras (pictóricos ou não).

PROCEDIMENTOS DO (A) PROFESSOR (A)

Organizar arranjos espaciais que possibilitem a interação da criança em seus ambientes;

Incentivar a criança a explorar o espaço;

Organizar pequenos passeios no entorno da unidade, chamando a atenção para o caminho percorrido e os pontos de

referência; Definir marcadores temporais que ritualizam a passagem do tempo e organizam o cotidiano da criança;

Organizar a rotina com regularidade e nela incluir novidades, possibilitando à criança aprender sobre o que está acontecendo e o que vai acontecer, como também perceber as mudanças em seu cotidiano; Informar à criança momentos de passagem de uma atividade para outra, utilizando-se de marcadores regulares (músicas, comportamentos e rituais) que, aos poucos, vão sendo apropriados por ela;

Disponibilizar:

o

objetos diferenciados para que a criança inicie coleções;

o

objetos que possibilitem a exploração e a identificação de suas características (forma, espessura, cor, tamanho,

comprimento etc.);

o

jogos diversificados, desde os de tabuleiro até jogos motores;

o tabelas com sequências numéricas (por exemplo, o calendário) para apoiar a experiência de contagem e a percepção do uso dos números pela criança. Criar ambientes e materiais pelos quais as crianças possam adquirir noção espacial (formas, tamanhos, espessuras, larguras, comprimentos etc.) por meio de sua intervenção corporal. Possibilitar a exploração dos números, de operações numéricas, de contagens orais e de noções espaciais como ferramentas necessárias no seu cotidiano; Propor a comunicação por meio de gráficos, tabelas e registros, hipóteses, processos utilizados e resultados

encontrados em situações problemas relativas a quantidades, espaço físico e medida; Utilizar as linguagens oral, escrita, plástica junto à linguagem matemática;

Investigar as situações matemáticas novas, instigando os conhecimentos prévios das crianças com vistas à resolução de problemas;

Marcar o tempo por meio de diferentes formas: calendário, relógio, marcos da rotina etc.;

Criar situações em que as crianças vivenciem a função social do “dinheiro” em brincadeiras ou em situações de

interesse das crianças;

Experienciar elementos espaciais e numéricos por meio das festas, das contações de história, dos jogos e das

brincadeiras;

Enriquecer as brincadeiras de faz de conta com materiais que contenham números escritos - notas e moedas, fitas métricas, embalagens de alimentos, propaganda de supermercado, agendas de telefone, calculadoras para incentivar as

crianças a produzirem as primeiras escritas, oferecendo bloquinhos para que anotem a ordem em que serão atendidos no médico ou o telefone de um paciente etc.

Incluir na sala diferentes portadores numéricos - calendários, fita métrica, quadro numérico, calculadora – que funcionem como fonte de informação, um tipo de “dicionário” que está à disposição das crianças para que possam consultá-los sempre que necessário. Criar um álbum dos “números pessoais” onde as crianças podem fazer desenhos e colagens e registrar os números que fazem parte de sua vida: tamanho do calçado, da roupa, da casa, do telefone, da rua, idade, etc. para que percebam a presença natural do número em seu cotidiano.

Inclusão

Uma grande conquista ocorrida, em nossa sociedade, foi modificar a forma como as crianças com deficiências, transtornos globais de desenvolvimento ou altas habilidades/ superdotação vinham sendo educadas. Uma sociedade democrática necessita assegurar também, a essas crianças, condições de acesso e permanência em instituições de Educação Infantil, onde possam ter contato com diversas experiências e conteúdos que lhes favoreçam sua aprendizagem e seu desenvolvimento e participação social. A inclusão implica também em compreender que em nossa sociedade o contexto e as condições de vida das pessoas não são iguais, o que exige o reconhecimento da diversidade nos aspectos étnicos, sociais, culturais, gêneros e religiosos. É importante considerar que a prática inclusiva na Educação Infantil não pode ser entendida como um mecanismo formal, que visa atender tão somente aos dispositivos legais. Pelo contrário, são concepções e processos que se constroem na experiência cotidiana na instituição e no compartilhamento de valores e intenções que precisam ser coletivos. O desafio do professor é perceber e apoiar cada uma daquelas crianças, em suas especificidades, promovendo situações de interação

com as outras crianças, em vários momentos, e em diferentes atividades, de modo a favorecer a transformação do seu repertório cultural

e ampliar suas aprendizagens.

O professor cuida e educa uma criança com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação

quando ele:

acredita que ela pode aprender e que sua vivência na instituição de Educação Infantil lhe será benéfica; apresenta atitudes, em relação a ela, que sirvam de boa referência para as demais crianças, além da família, também, relacionar-se com ela; estrutura as situações de aprendizagem de modo a proporcionar condições para participar de todas as atividades pro- postas, às demais crianças, garantindo-lhes condições para interagir com os companheiros e, com ele, professor; cuida para que a criança seja ajudada da forma mais conveniente no aprendizado de cuidar de si, o que inclui a aquisição

de autonomia e o aprendizado como forma de assegurar sua higiene e segurança pessoal; estimula sua participação em atividades que envolvam diferentes linguagens e habilidades, como dança, canto, trabalhos manuais, desenho etc.

No seu trabalho com as crianças com deficiências, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, o

professor necessita:

Estabelecer rotinas diárias e regras claras para melhor orientá-las no cotidiano;

Preparar cuidadosamente as atividades que propõe às crianças, selecionando as que apresentem maior poder motivador

para elas; Organizar atividades diversificadas em sequências que lhes possibilitem às crianças a retomada de passos já dados;

Estruturar o espaço físico de modo que ele seja funcional, possibilite locomoções e explorações; no caso da criança que

não enxerga, qualquer mudança no espaço físico lhe seja comunicada para que ela possa reelaborar seu mapa mental do

ambiente; Promover variadas formas de contato das crianças com o meio externo;

Dar às crianças oportunidade de participar de situações com diferentes metodologias e estilos de aprendizagem, como

trabalho em grupo, aprendizado cooperativo, uso de tecnologias, etc.;

Oferecer às crianças, sempre que necessário, material adaptado para elas terem um melhor desempenho;

Selecionar recursos tecnológicos, equipamentos e jogos pedagógicos que contribuem para que as situações de aprendi- zagem sejam mais agradáveis às crianças e motivadoras em ambiente de cooperação;

Garantir às crianças o tempo que elas necessitam para realizar cada atividade;

Utilizar metodologias de ensino mais flexíveis e individualizadas, embora não especialmente diferentes das que são utilizadas com as outras crianças;

Realizar uma avaliação processual que acompanhe a aprendizagem das crianças, com base em suas capacidades e habi- lidades, e não em suas limitações.

Fazer contato frequente, com a família das crianças, para troca de experiências e de informações e melhor coordenação de condutas.

Avaliação e documentação

Art. 10. As instituições de Educação Infantil devem criar procedimentos para acompanhamento do trabalho pedagógico e para avaliação do desenvolvimento das crianças, sem objetivo de seleção, promoção ou classificação, garantindo:

II - utilização de múltiplos registros realizados por adultos e crianças (relatórios, fotografias, desenhos, álbuns etc.);
II - utilização de múltiplos registros realizados por adultos e crianças (relatórios, fotografias, desenhos, álbuns etc.);
III - a continuidade dos processos de aprendizagens por meio da criação de estratégias adequadas aos diferentes momentos de transição vividos pela
criança (transição casa/instituição de Educação Infantil, transições no interior da instituição, transição creche/pré-escola e transição pré-escola/Ensino
Fundamental);
IV - documentação específica que permita às famílias conhecer o trabalho da instituição junto às crianças e os processos de desenvolvimento e
aprendizagem da criança na Educação Infantil;
V - a não retenção das crianças na Educação Infantil.
I - a observação crítica e criativa das atividades, das brincadeiras e interações das crianças no cotidiano;

Na Educação Infantil a avaliação deve ser processual e incidir sobre todo o contexto de aprendizagem: as atividades propostas e o modo como foram realizadas, as instruções e os apoios oferecidos às crianças individualmente e ao coletivo de crianças, a forma como o professor respondeu às manifestações e às interações das crianças, os agrupamentos que as crianças formaram, o material oferecido e o espaço e o tempo garantidos para a realização das atividades. Conhecer as preferências das crianças, a forma delas participarem nas atividades, seus parceiros prediletos para a realização de

diferentes tipos de tarefas, suas narrativas, e outros pontos pode ajudar o professor a reorganizar as atividades de modo mais adequado ao alcance dos propósitos infantis e das aprendizagens coletivamente trabalhadas. Ele poderá então fortalecer, ou modificar, a situação, de modo a efetivar o projeto político pedagógico da instituição. Desse modo faz-se necessário que os professores criem diferentes estratégias para acompanhar as realizações das crianças em meio ao contexto de experiências que lhe é oferecido diariamente.

REGISTROS DIÁRIOS:

Os registros diários são importantes para que o professor acompanhe o desenvolvimento das crianças e perceba a eficácia da

metodologia educativa aplicada. Ele pode elaborar uma planilha para o acompanhamento de diferentes grupos de crianças, cinco no máximo a cada dia e registrar seu envolvimento e aprendizagens em meio ao grupo e perante as experiências propostas. Os registros podem ser analisados em outro momento na hora atividade, destacados os pontos mais significativos e

utilizados na montagem do portfólio avaliativo juntamente com as fotos e atividades escolhidas pelas crianças. Os registros diários são fontes de consultas fundamentais na elaboração do registro avaliativo semestral.

REGISTRO AVALIATIVO SEMESTRAL

É o resultado da análise de todos os registros diários efetuados durante um semestre sobre cada criança. O registro semestral tem a finalidade de informar os avanços das crianças em suas aprendizagens, a maneira como se envolveram com as experiências desenvolvidas, como enfrentaram os desafios propostos e a qualidade das relações que estabeleceram com o grupo. É importante que o registro avaliativo contenha o contexto de aprendizagem com as experiências mais significativas desenvolvidas e as principais características da turma que participou do processo.

PORTFÓLIO AVALIATIVO (4 e 5 anos) PORTFÓLIO DEMONSTRATIVO (0 a 3 anos)

Representa um conjunto de informações organizadas numa espécie de álbum. Pode ser físico ou digital; coletivo ou individual; do projeto ou de toda a rotina. O portfólio torna-se avaliativo quando as informações nele reunidas servem de subsídios para o professor e as próprias crianças perceberem a trajetória das aprendizagens. As crianças maiores participam de sua elaboração ao selecionar as fotos e as produções que dele farão parte. Neste momento elas podem discutir e relembrar todo o processo

educativo vivido. O portfólio demonstrativo pode ser elaborado apenas pelo professor já que tem a função principal de informar, por isso seu uso é recomendado para os bebês e crianças menores que ainda não têm a maturidade cognitiva necessária para participar da própria avaliação. Os registros diários darão subsídios imprescindíveis para o professor escrever a história do trabalho da turma e que será contada através do portfólio.

Referências:

BARBOSA, Maria Carmen. As especificidades da ação pedagógica com os bebês BHERING, Eliana Maria Bahia. Caderno Pedagógico: Planejamento na Educação Infantil do Rio de Janeiro, 2010. BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil/2009. ____. Manual de Orientação Pedagógica: Brinquedos e Brincadeiras de Creches. MEC, Brasília, 2012. Programa Currículo em Movimento: Consulta Pública sobre orientações curriculares para a educação Infantil, MEC. 2010.

____. CEARÁ, Orientações curriculares para a Educação Infantil. Secretaria do Estado do Ceará. Fortaleza, 2011 HOFFMANN, Jussara. Avaliação na Educação Infantil: Legislação Pesquisa e Práticas. Vídeo Pedagogia UNESP, 2011. INSTITUTO ABAPORU DE EDUCAÇÃO E CULTURA JUNDIAÍ. Proposta curricular: educação infantil de 0 a 3 anos – educação infantil de 4 a 5 anos, 2011. OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de. O Currículo na Educação Infantil: O que propõem as novas Diretrizes, 2010. OSTETTO, Luciana E. Educar e Cuidar: Questões atuais sobre Educação Infantil no Brasil. RIO DE JANEIRO. Orientações Curriculares para a Educação Infantil, 2010. SÃO PAULO. Orientações Curriculares para a Educação Infantil de São Paulo, 2007. TRISTÃO, Fernanda Carolina Dias. SER PROFESSORA DE BEBÊS: uma profissão marcada pela sutileza, 2004.