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ROTEIRO DE PLANO DE NEGÓCIOS PARA IMPLANTAÇÃO E/OU AMPLIAÇÃO DE ATIVIDADES DE PECUÁRIA/AGRICULTURA/FLORESTA AQÜICULTURA E PESCA (Médios e Grandes produtores

para projetos abaixo de R$-1.000.000,00)

Belém/PA

ÍNDICE DO ROTEIRO PARA PLANO DE NEGÓCIOS
ASSUNTO PLANO DE NEGÓCIOS (CONCEITOS E FINALIDADES) INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS 1. 2. 3. RESUMO DA PROPOSTA ENTIDADE (Empresa) DADOS CADASTRAIS 3.1. PROPONENTE (s): 3.1.1. 3.1.2. 4. 5. 6. Pessoa Física Pessoa Jurídica PÁGINA 7 7 8 8 8 8 8 9 10 10 11 11 11 11 11 11 11 11 12 12 12 13 13 13 15 15 16 16 16 17 17 17 17

HISTÓRICO DA ENTIDADE MERCADO E COMERCIALIZAÇÃO 5.1. FATORES LOCACIONAIS GERÊNCIA E ORGANIZAÇÃO 6.1. FORMA DE ADMINISTRAÇÃO 6.2. CAPACIDADE ADMINISTRATIVA 6.3. REPRESENTANTES LEGAIS

7.

PROJETO 7.1. OBJETIVO DO PLANO 7.2. JUSTIFICATIVAS DO PROJETO 7.3. O EMPREENDIMENTO 7.3.1. ASPECTOS SÓCIO-AMBIENTAIS DO EMPREENDIMENTO 7.4. PLANO OPERACIONAL 7.5. INFRA-ESTRUTURA DO IMÓVEL 7.5.1. 7.5.2. PROPRIEDADE (s) SITUAÇÃO PATRIMONIAL

7.6. CLASSIFICAÇÃO DO PORTE DO (A) PRODUTOR (A) / EMPRESA: 7.7. PLANO FINANCEIRO 7.7.1. ESTRUTURA DE CUSTOS 7.7.2. ORÇAMENTO DE APLICAÇÃO E CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO DO PROJETO 7.7.3. 7.7.4. 7.7.5. 7.7.6. RECEITAS FINANCIAMENTO DO PLANO PRAZOS ESTIMATIVA DE CAPACIDADE DE PAGAMENTO

7.8. GARANTIAS OFERECIDAS

3

ANÁLISE DE SENSIBILIDADE: 18 18 18 19 19 19 9. CONSIDERAÇÕES FINAIS MINUTA DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO E ACOMPANHAMENTO TÉCNICO 4 .3.8. INDICADORES ECONÔMICOS-FINANCEIROS 8.2.1. TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR): 8. 10. PONTO DE NIVELAMENTO (PN): 8.

MANEJO FLORESTAL 3.QUADRO DE RECEITAS PECUÁRIAS ANEXO 6 . SISTEMAS AGROFLORESTAIS 4.DOCUMENTOS/INFORMAÇÕES A SEREM APRESENTADOS ANEXO 2 – INFORMAÇÕES SOBRE ATIVIDADES 1.ORÇAMENTO DE APLICAÇÃO DO PLANO ANEXO 4 .EVOLUÇÃO DO REBANHO E UTILIZAÇÃO DO SUPORTE FORRAGEIRO PÁGINA 22 22 23 23 24 24 25 25 25 27 28 29 30 31 5 . AGRICULTURA PECUÁRIA (DESCREVER): ATIVIDADES FLORESTAIS: 3. 2. 3. REFLORESTAMENTO 3. ANEXOS COMPLEMENTARES ASSUNTO ANEXO 1 .QUADRO DE RECEITAS (AGRÍCOLA/FLORESTAL) ANEXO 5 .ESTIMATIVA DA CAPACIDADE DE PAGAMENTO ANEXO 7 .2.1. AQÜICULTURA ANEXO 3 .X.3.

Os prazos de carência e amortização do financiamento. 6. plano sócio-ambiental e plano econômico-financeiro. Utilização da mesma nomenclatura adotada. ambiental. expansão compra ou situação atual de um negócio e deve ser elaborado em base e premissas objetivas e realistas. de maneira clara e concisa. devendo a proposta conter todos os esclarecimentos e ser acompanhada dos documentos necessários à análise. É necessário para poder analisar financeira. deverão ser observadas as seguintes instruções: 1. O proponente e o projetista deverão se responsabilizar pela exatidão das informações prestadas. deverão providenciar a indispensável atualização dos seus cadastros. Os que. INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS Para facilitar a apreciação da proposta. empréstimos. b) Mínimo de 130% para BNDES. já tiverem cadastro no Banco. 5. 4. c) Mínimo de 167 % para Recursos Obrigatórios e Poupança Amazônia. com exceção para mini e pequenos produtores que poderá ser admitida garantia progressiva. de controle interno de integração da equipe de trabalho e envolvimento dos empregados e colaboradores. Funciona como instrumento de gestão empresarial. de acordo os normativos do Banco. social e estrategicamente as etapas planejadas. das metas e métodos básicos do empreendimento. O valor das garantias préexistentes deverá corresponder ao seguinte: a) Mínimo de 100% do valor do financiamento para investimento e 130% para custeio (FNO). porventura. contendo informações gerenciais. livre e desembaraçada de quaisquer ônus ou encargos. 9. Os dirigentes e os detentores do capital da empresa deverão igualmente estar cadastrados na agência do Banco com jurisdição do local dos respectivos domicílios. bem como numa etapa posterior controlar e seguir o processo do mesmo. serão estipulados em função da capacidade de pagamento dimensionada pela análise dentro dos limites permissíveis pelas fontes de recursos utilizáveis. se necessário. A proposta deverá ser apresentada em duas vias. 6 . 2.PLANO DE NEGÓCIOS Conceitos e Finalidades O plano de negócios é um procedimento para traçar e avaliar a abertura. 3. 8. conforme normativos do Banco. 7. convencimento de novos sócios. poderão ser acrescentadas ao roteiro outras que sejam estrita e especificamente relacionadas à empresa ou produtor. como meio de obtenção de financiamento. A elaboração de um plano de negócios obriga o dono do negócio a examinar individual e detalhadamente cada elemento do negócio planejado. Sempre que forem necessárias. Este é um documento para apresentação. Para a constituição de garantias deverá ser oferecida a área objeto do plano e outros imóveis. à agência do Banco com jurisdição no local da sede da empresa ou produtor na qual a interessada (o) deverá estar cadastrada.

É o último a ser escrito. Contrato Social e Alterações contratuais (se houverem). relativamente sólida. ENTIDADE (Empresa/proponente) Objetiva descrever a entidade. de cada empresa da qual o proponente participa nas condições acima mencionadas. Avalista (s) e/ou sócio (s) tenham o estado civil “Separado (a)”. detalhar de onde se originam os recursos que mantêm a entidade. PROPONENTE (s): 3. Profissão: 6. informar o regime de separação de bens. Conhecido por (Apelido): 3. com 51% ou mais do capital social (mini e pequenos produtores) ou possuírem ingerência sobre a(s) mesma(s).1. se for o caso). 3.1. Aqui deverão ser apresentadas as informações necessárias para dar ao leitor uma boa compreensão inicial. 2. caso seja sem fins lucrativos. número do CNPJ e inscrição estadual. 7 . Endereço 4.P. 3.P. Avalista (s) e/ou sócio (as) 1. do que será apresentado em detalhes mais adiante. sua natureza e atividades fundamentais.1.1.1. Deve cobrir as áreas funcionais relevantes. transmitindo as idéias básicas e destaques de cada uma. apresentar os nomes dos sócios. Data de Nascimento: Observações: a) Caso o (a) Titular (es) Principal (ais). número de quotas/ações e % do capital. personalidade jurídica: caso seja com fins lucrativos. C. DADOS CADASTRAIS No caso de pessoa jurídica deverá ser fornecida a razão social. A situação atual da entidade deverá ser o foco principal nesta parte do Plano de Negócios. com respectivas DRE’s. endereço completo (incluindo filiais. Naturalidade: 6. Nome: 2. Endereço p/ correspondência: 5. Nome: 2. Tempo de experiência na atividade: 10.1. incluindo a forma de relacionamento jurídico entre o mantenedor e a entidade. RESUMO DA PROPOSTA É uma versão condensada do plano. C. Estado Civil: 9. Nacionalidade: 8. Profissão: 4. solicita-se: • Balanços (3 últimos) e Balancete (dos últimos 60 dias).Naturalidade: 11.1. Nacionalidade: 5.Data de Nascimento: 3.F : 3. Dados do (a) Cônjuge 1. Pessoa Física Titular (es) Principal (ais). b) Caso o (a) Titular (es) Principal (ais). participar de empresas com 10% ou mais do capital social (médio e grandes produtores).F: 7.

indicando os seus respectivos percentuais e suas incidências).P. Nome : Endereço: C. AÇÕES Composição do Capital Social Registrado ou Aut.F ou CNPJ Nacionalidade CONTROLE DO CAPITAL AÇÕES/QUOTAS Quantidade TOTAL 3. Além das exigidas na observação “b” 3. Nome /Razão Social Endereço C. 3.• Se a empresa da qual o proponente participa for beneficiária de incentivos e/ou benefícios fiscais deverão ser apresentados certificados de regularidade junto ao FINAM e à UGEFIN e cópia da análise do projeto.1.2. 1. Pessoa Jurídica Razão Social: Endereço: CNPJ: Fone: 5.F ou CNPJ: Nacionalidade: Cargo: DIRIGENTES DA EMPRESA Percentual (%) Obs. Regime de Tributação (informar impostos e/ou taxas a que está sujeita a empresa. Ramo de Atividade: 9.3. Capital Social (R$ 1. Inscrição Estadual: 8.1.1. 2. Data de Constituição: 7.2.1. A empresa é beneficiária de incentivos e/ou benefícios fiscais? Caso positivo apresentar certificado de regularidade junto ao FINAM e à UGEFIN e cópia da análise do projeto. 4.2. 3.P.00): 6.: Anexar “Curriculum Vitae” 8 .2. Subscrito Integralizado Valor da Quota/Ação (R$): Quotas Ordinárias Preferenciais TOTAL 3. 10.2.1.

devem-se realçar os fatores dinamizadores do processo e identificar pontos de estrangulamento nas etapas seguintes à produção até o consumidor final. PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE EM OUTRAS EMPRESAS Em R$ 1. regional e nacional. nível de renda e setor produtivo. no que se refere ao fornecimento de matérias-primas e transportes do produto. c) compra.4. deve ser apresentado um histórico de como surgiu a idéia da mesma. faz-se necessário: a) caracterizar corretamente o produto em questão quanto à sua utilização.00 Nome e Endereço Ramo de Atividade Participação da Capital Integralizado Empresa 4.3. complementos e sua vida útil. Para isso. indispensáveis para análise de viabilidade econômica do projeto. e) Considerar a evolução dos custos de produção e preço de comercialização do produto ao longo do tempo. com a evolução desde a sua fundação. incluindo os marcos históricos de crescimento. d) Identificar os concorrentes e a faixa de mercado que se encontra suprida. a participação efetiva de um ECONOMISTA (ou outro profissional comprovadamente habilitado para tal – anexar currículo). nacionais e internacionais que irão influenciar nas expectativas de produção e comercialização. aqui se pode apresentar um resumo de como surgiu o negócio ou a idéia. destacando a localização e fatores locacionais e o poder do comportamento dos agentes concorrentes. em qualquer projeto econômico. MERCADO E COMERCIALIZAÇÃO O plano de negócios deve apresentar estudo detalhado das condições de demanda do produto em questão. No estudo de mercado e comercialização é imprescindível. Caso seja um negócio formado apenas por pessoa física. assim como a experiência da pessoa à frente do mesmo.1. seus substitutos. anexando documentos que comprovem intenções de 9 . OBS: Caso a empresa não tenha ainda sido constituída. enfatizando a influência de tais fatores na rentabilidade do projeto. além de ressaltar a participação/ localização do produto ao longo de sua cadeia produtiva a nível local. Identificar os principais compradores. Na comercialização do produto. Devem-se também analisar as conjunturas regionais. O tamanho ótimo de produção deve ser dimensionado para atender satisfatoriamente ao mercado a partir de onde serão projetados as receitas e despesas futuras. HISTÓRICO DA ENTIDADE Apresentar um breve histórico da entidade. O tamanho e a capacidade de produção devem ser determinados em função da essencialidade do produto e de sua demanda potencial.2. enfatizando a insatisfação das necessidades de absorção do mercado. 5. b) identificar os consumidores potenciais do produto em função da localização geográfica.

Além disso. GERÊNCIA E ORGANIZAÇÃO 6. apresentando as metas a serem atingidas e a metodologia a ser empregada.1. 7. 5.1. etc. hierárquico. na atividade.2.1. do responsável pela administração. comunicação. condições infra-estruturais do local para o escoamento da produção (vias de acesso e de transporte).2. Informar freqüência com que o proponente visita o empreendimento Informar experiência. etc. cargo/função e CPF dos diretores (representantes) legais da entidade.2.2. PROJETO 7. 6. disponibilidade de energia elétrica e água. tempo de serviço no imóvel e de experiência na atividade proposta (anexar curriculum vitae). JUSTIFICATIVAS DO PROJETO (Justificar a importância do empreendimento ) a) Atividades Descrever as atividades que a entidade pretende realizar para desenvolver o projeto.3. OBJETIVO DO PLANO a) Motivação Quais fatores o levaram a idealizar a realização do projeto (sonho a ser realizado). o projeto deve conter informações detalhadas sobre o mercado de insumos. Forma de administração Detalhar a forma de administração utilizada pela entidade (familiar.) 6. Capacidade Administrativa (Direta/Indireta) Informar nomes do administrador e auxiliares. Fatores Locacionais Informar se a localização é estratégica em termos de proximidade do mercado consumidor e/ou disponibilidade de insumos. profissional.1. entre 6. Informar controles adotados na condução do empreendimento 6. 6. burocrático.2. modelo de administração (participativo.2. principalmente se houver necessidade de aquisição em grandes quantidades e/ou em locais distantes da base do empreendimento. 6. Representantes legais Citar nome. b) Resultados esperados 10 . O que se vai fazer para atingir os objetivos – Cronograma. outras). 7.3. colegiada. b) Objetivos Apresentar os objetivos e prioridades na implantação do projeto.

7.3.Detalhar os benefícios que a entidade espera obter com a implantação do projeto. 7. caso exista perspectiva futura. as pessoas têm avaliado e dado uma importância cada vez maior àquelas que se preocupam com a sociedade como um todo. O EMPREENDIMENTO Descrever as atividades a serem desenvolvidas observando as informações pertinentes a cada seguimento (agricultura. Identificar vida útil do equipamento para considerar a depreciação. Descrever que atitudes a empresa vem adotando em relação ao que menciona o item acima. ambientais.3. programas de incentivo à pratica desportiva. a) Fluxograma e detalhamento do processo de produção. E as empresas.1. caso perspectivas para isso. discriminando aspectos financeiros. e) Assistência técnica 11 .4. sociais e/ou de outro tipo. c) Idade média dos equipamentos Apresentar uma lista dos principais equipamentos utilizados na produção e a idade média dos mesmos. incluir justificativa consistente com a respectiva memória de cálculo de horas trabalhadas. aqüicultura e/ou pesca).:Quando houver aquisição de máquinas. Obs. têm buscado divulgar estas ações através de seus balanços sociais. assim como o do processo melhorado. o fluxograma do processo de produção melhorado. equipamentos e veículos. d) Gargalos na produção Descrever os eventuais gargalos existentes no processo produtivo. projetos de proteção à criança e educação de jovens e adolescentes. conforme informações detalhadas no Anexo 2. pecuária. por sua vez. Com o aumento da responsabilidade social das empresas. b) Tecnologia de produção utilizada (TECNOLOGIA PRECONIZADA) Detalhar a tecnologia utilizada no processo produtivo atual. colocando em prática ações de preservação ambiental. PLANO OPERACIONAL Nota: Todas as informações descritas nesta seção deverão ser baseadas nos dados de produtividade obtidos no (s) imóvel (s) objeto (s) do (s) crédito (s). entre outros. Apresentar o fluxograma do processo de produção atual e. floresta. 7. ASPECTOS SOCIO-AMBIENTAIS DO EMPREENDIMENTO A empresa socialmente responsável é aquela que se preocupa em ouvir os interesses e necessidades da sociedade.

1.) 7. b) Os contratos de arrendamento deverão ter prazo igual ou superior à vigência do plano. b) ÁREAS DE SUPORTE FORRAGEIRO COMPLEMENTAR E/OU ÁREAS ARRENDADAS Denominação: Confrontações: Localização: Norte: Área Real: Sul: Área Legal: Leste: Situação Jurídica: Oeste: Município: Regime de Exploração: Estado: Vias de Acesso: Obs. Valor (R$) Unitário Total Item 1. assim como apresentar acordos de assistência técnica em operação na entidade ou previstos a partir da implantação do projeto. índices pluviométricos. etc. PROPRIEDADE (s): a) IMÓVEL (eis) OBJETO (s) DO PLANO Denominação: Confrontações: Localização: Norte: Área Real: Sul: Área Legal: Leste: Situação Jurídica: Oeste: Município: Regime de Exploração: Estado: Vias de Acesso: Características Geográficas: Tipo de solo. devidamente registrado em cartório.5. SITUAÇÃO PATRIMONIAL a) IMÓVEL (is) OBJETO (s) DO CRÉDITO/GARANTIA (s) AVALIAÇÃO DOS BENS Discriminação Terra Nua Uni d. ser contíguas ou próximas ao imóvel (eis) objeto (s) do crédito. 7. (anexar cópia) 7. Identificação dos técnicos elaboradores e prestadores de orientação técnica Anexar comprovantes de experiência na atividade pleiteante a crédito (currículo. bacia hidrográfica.5. vegetação.: a) As áreas destinadas ao suporte forrageiro complementar deverão.5. Qtd.1 12 . etc. INFRA-ESTRUTURA DO IMÓVEL Detalhar a infra-estrutura para a produção que a entidade possui.2. de maneira a permitir atingir padrões de qualidade competitivos no mercado e especificar eventuais deficiências e como se pretende mitigá-las.Descrever a necessidade de assistência técnica e de capacitação para a implantação ou crescimento do projeto.

conforme respectivas categorias zootécnicas.2 b) INFORMAÇÕES DE OUTROS IMÓVEIS DO (AS) PROPONENTE (S): Valor Área (ha) Imóvel (R$) Localização Legal Real (*) RBA (R$) TOTAL (*) Receita Bruta Anual c) DÍVIDAS AGROPECUÁRIAS CONSIDERADAS NA CAPACIDADE DE PAGAMENTO: IMÓVEL BENEFICIADO FINALIDADE VENCIMENTO FINAL GARANTIAS SALDO DEVEDOR (R$) INSTITUIÇÃO FINANCEIRA TOTAL Obs.3 Benfeitorias 1. (quantas vezes e há quanto tempo) • Informar que áreas participam do processo produtivo da atividade pretendente a financiamento (informando inclusive as coordenadas geográficas). adubação etc. aparelhos. 1. Legislação vigente.Cobertura Vegetal (*) • Área de pastagens • Área Agrícola • Área de reserva legal • Área de preservação permanente 1. conforme. etc. variedade de forrageira que está sendo utilizada.: Anexar cópias dos instrumentos contratuais e aditivos das dívidas junto ao Banco e em outras instituições. equip.4 Máquinas.: Deverão ser mencionadas todas as dívidas cujas finalidades diferem da atividade a ser financiada para que seja analisado o nível de endividamento do (a) cliente junto ao SCR – Sistema de Risco de Crédito do Banco Central 13 . (**) 1.7 Culturas TOTAL (*) Especificar: • área de Reserva Legal e/ou Preservação Permanente.6 Semoventes (**) 1.5 Veículos e Embarcações 1. se já houve reforma. (**) Especificar: • quantitativo de rebanho mestiço e rebanho de elite. bem como extratos atualizados. • Informar a idade de cada área de pastagem.. d) DÍVIDAS AGROPECUÁRIAS NÃO CONSIDERADAS NA CAPACIDADE DE PAGAMENTO: IMÓVEL BENEFICIADO (se for o caso) FINALIDADE VENCIMENTO FINAL GARANTIAS SALDO DEVEDOR (R$) INSTITUIÇÃO FINANCEIRA TOTAL Obs.

se estes se desviarem das médias ou índices do setor. refletindo os respectivos impactos no Fluxo de Caixa. o que permitirá uma melhor compreensão do desempenho previsto. 1: Consideram-se os resultados previstos ao final de primeira produção econômica (coincide com o término da carência). as projeções devem tomar em consideração os seguintes aspectos: • Os dados devem ser fundamentados – a qualidade dos parâmetros básicos se reflete diretamente na exatidão das projeções. Deve estar baseado em um conjunto de projeções abrangentes e confiáveis para prever o desempenho econômico-financeiro da entidade. Obs. CLASSIFICAÇÃO DO PORTE DO (a) PRODUTOR (a) / EMPRESA: DEMONSTRATIVO DE ENQUADRAMENTO RABAP (*) R$ Mini ( ) Médio ( ) Pequeno ( ) Grande ( ) (*) Receita Agropecuária Bruta Anual Prevista – RABAP: Obs. sobre as quais estão baseadas as projeções.3 + V. necessitam de uma adequada explicação.2 Total Total Patrimônio Agropecuário Líquido Especificação Valor (R$) (Itens V. 2: Quando o financiamento for destinado à avicultura.1 + V.1 + V.2)– (Itens V. olericultura e aqüicultura. enquadrar o produtor com base em 50% da RABAP. • As demonstrações de resultados projetadas devem cobrir o período até a estabilidade da entidade. Estrutura de custos 14 . somados ao valor projetado das demais receitas agropecuárias de todas as propriedades do cliente (Informar separadamente as receitas de imóveis que não estejam participando do financiamento).6.e) RESUMO DO PATRIMÔNIO AGROPECUÁRIO: Patrimônio Agropecuário Bruto Especificação Valor (R$) Itens V. suinocultura.1.4) 7. já que o restante do Plano é resultado das mesmas.7.7. 7. • Apresentar premissas claras e concisas. PLANO FINANCEIRO Tem por objetivo determinar o impacto dos resultados do projeto sobre a evolução da entidade nos próximos anos. 7. • Apresentar uma projeção baseada em premissas conservadoras e outra refletindo o pleno potencial da empresa. Para aumentar a confiabilidade dos resultados. • As projeções devem ser consistentes com dados apresentados em outras partes do Plano de Negócios.

resultantes da implantação do projeto. 7.T. Reposição de peças III. Manutenção. Inseminação artificial/ Transferência de Embriões 9. Retirada do empresário 2. 5. Obs2: Nos casos de adubação de pastagens informar os custos com a manutenção da adubação (principalmente em se tratando de sistema de pastejo rotacionado).M. Combustível e lubrificante 6. RESERVA TÉCNICA: (3%) IV. I. consultoria. bem como para inseminação artificial. FINANCIAMENTO DO PLANO PROGRAMA FINALIDADE ENQUADRAMENTO 15 . CUSTOS FIXOS 1. capital de giro. Tratorista 4. Funrural 4. RECEITAS Ver quadro de receitas Anexos 4 e 5 7.Detalhar a estrutura de custos prevista para a nova linha de produção. instalação. Conservação pastagens 3. Mão-de-obra com manejo do rebanho 2. Administrador/gerente 3. 6.7.S. QUADRO DE CUSTOS OPERACIONAIS (R$ 1. construções e máquinas 7. Adubação de manutenção (No caso de SPRI) 11. Reposição do touro 8. CUSTO TOTAL Obs1: Apresentar memória de cálculo dos custos. bens.R. medicamentos e sais minerais 7. I. apresentar os custos com sua manutenção. Encargos Sociais e Trabalhistas 5.CUSTOS VARIÁVEIS 1.7.C.3. como: obras. deve apresentar aqui o orçamento do projeto. Vacinas. com detalhamento dos gastos e fontes de recursos.4.00) (*) Discriminação ANO I. ORÇAMENTO DE APLICAÇÃO E CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO DO PROJETO Ver Anexo 3 Para o caso de projetos interessados em obter recursos externos para implantação ou ampliação. entre outras: suas respectivas fontes de recursos (próprias e outras). Custeio agrícola 10. despesas correntes. Manutenção da família II. 7.7. Depreciação 8. discriminando os custos fixos e variáveis. fontes de financiamento.2.

ESTIMATIVA DE CAPACIDADE DE PAGAMENTO Ver quadro do fluxo do projeto Anexo 6 7.7. Observar a tipologia de classificação dos municípios da região Norte.6. cfe. Cria Veículo DE CARÊNCIA DA OPERAÇÃO (*) Consultar Normativos do Banco.8.5.: Percentuais mínimos exigidos para garantias pré-existentes Fonte de Recurso FNO BNDES R.7. PRAZOS (anos) (*) PROGRAMA INVERSÓES Fixas Semifixas Engorda Agrícola Custeio Pecuário Reten.IMÓVEL OBJETO DO PLANO NÍVEL DE PARTICIPAÇÃO FONTE DE RECURSOS FNO BNDES POUPANÇA AMAZÔNIA OUTRAS Recursos Próprios (*) TOTAL Obs. OBRIGATÓRIOS e P. GARANTIAS OFERECIDAS (*) DESCRIÇÃO Hipoteca Imóvel Grau Valor (R$) Penhor Grau Valor (R$) Total (H) Total (H) + Total (P) = Total (P) Obs. AMAZÔNIA (*) (%) 100 (*) 130 167 Exceção para mini e pequenos produtores 16 . Investimento (%) Custeio (%) Investimento Valor (R$) Custeio Valor (R$) 7. 7.: (*) Projeto deverá informar a origem dos recursos próprios e comprovar sua disponibilidade. Normativos do Banco.

da taxa básica de juros estabelecida pelas autoridades monetárias (Banco Central do Brasil).000. O ponto de nivelamento pode ser estimado a partir das seguintes fórmulas: Percentuais: PN = Cf / Rt – Cv Monetários: Y = Rt x Cf / Rt – Cv. F1. TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR): É a taxa que iguala o valor atual dos fluxos de custos de um projeto com o valor atual correspondente ao fluxo de benefícios. Fn aos fluxos de caixa do projeto.00 gerará um fluxo de caixa para os três próximos anos. PONTO DE NIVELAMENTO (PN): Ponto de nivelamento ou ponto de equilíbrio é o nível mínimo de produção associado ao nível de venda em que uma unidade produtiva pode funcionar “autonomamente”. ou seja. 8.000.200. computadores e/ ou mediante um processo de tentativa e erro.00 e R$ 1.. A TIR pode ser calculada com auxílio de calculadoras financeiras. ou seja sem perdas.300. Assim. para ser aceitável. respectivamente. deve ter como parâmetro uma taxa interna de retorno (TIR) superior ao custo de oportunidade/captação do recurso financeiro aplicado no projeto ou da “rentabilidade geral” possível na economia. com os seguintes valores: R$ 1. INDICADORES ECONÔMICOS-FINANCEIROS 8. Cf = Custo Fixo e Cv = Custo Variável... Onde: Rt = Receita Total. respectivamente. A análise do ponto de nivelamento é utilizada para estimar os lucros ou perdas aproximados que ocorrerão nos vários níveis de produção. a unidade produtiva começa apresentar lucros. quando os valores presentes líquidos das saídas de caixa (custo do investimento) e dos influxos de caixa (retorno do investimento) se igualam a zero. cada despesa é classificada como fixa (constante. quanto mais baixo o ponto de nivelamento.2. Para desenvolver essa análise.+ Fn/(1+r*)n = 0 Onde: r* corresponde a taxa interna de retorno desejada.00. e F0. sofre perdas.3. e quanto maior seu número. R$ 2.. Um projeto. Calcular o retorno do investimento? (F)(reg)4000(CHS)(g)(CFo)1200(g)(CFj)2300(g)(CFj)1000(g)(CFj)(f)(IRR) è 6. maior é a estabilidade do projeto frente às flutuações de receitas e custos. mais vantagem apresenta o projeto em termos atuais. Cálculo da TIR na calculadora 12C/HP: Um investimento de R$ 4.1.00.. Trata-se de é uma demonstração da rentabilidade do projeto. ANÁLISE DE SENSIBILIDADE: 17 . pode ser estimada a partir da seguinte formula: TIR = F0 + F1/1 + r* + F2/(1+r*)2 +. sem necessidade de arbitrar-se uma taxa de desconto. É ponto que define o volume exato de vendas (produção) em que uma unidade produtiva nem ganha nem perde dinheiro: acima desse ponto. A taxa interna de retorno é calculada a partir dos próprios dados dos fluxos de fundos do projeto. abaixo.2567% 8. F2.8. qualquer que seja o nível de produção) ou variável (aumenta ou diminui conforme a produção).

Noutras palavras. estado civil. Pelo presente contrato. de um lado a empresa (denominação). 18 . devidamente estabelecida (endereço – rua. Permite conhecer de que forma as variações dos principais fatores produtivos pode influir nos resultados esperados do projeto.. n0 . e por outro lado o (a) Sr(a). de propriedade do(a) CONTRATANTE. MINUTA DE CONTATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO E ACOMPANHAMENTO TÉCNICO.. cidade e estado).. CONSIDERAÇÕES FINAIS 10. para a realização de empreendimento no setor rural. bairro.... doravante denominada de CONTRATADA. inscrita no CNPJ/MF sob n 0 . município.A. Parágrafo Primeiro – O empreendimento projetado será implantado no imóvel (denominação). planejamento e acompanhamento técnico. com recursos do (especificar fontes de recursos). residente e domiciliado no (endereço) ou a empresa (denominação). n0 . C = Custos e I = valor investido Com essa expressão pode-se determinar o que ocorre com a rentabilidade a cada variação em algumas das variáveis. no local de realização do empreendimento.. e observar a variação que ocorrerá na rentabilidade para cada alteração nas variáveis.. plano ou projeto técnico-econômico-financeiro. doravante denominado(a) de CONTRATANTE. Permite conhecer a importância de cada insumo e de cada variável sobre o desempenho da unidade produtiva. a prestação de serviços de elaboração do plano ou projeto. assessoria. Assim..Forma de abordagem na qual um modelo/projeção é outra vez examinado mudando-se uma de suas variáveis para ver o que aconteceria com o resultado final. 9. bairro. Parágrafo Segundo – Os serviços de assessoria empresarial e técnica previstos no “caput” desta cláusula serão prestados pela CONTRATADA diretamente ao (à) CONTRATANTE. tem entre si. justo e contratado. tendo como rentabilidade (r): (r) = R – C / I Onde: R = receita. estado). profissão. devidamente estabelecida (endereço – rua. que celebram entre si. (Essa Minuta pode ser ajustada de acordo com a necessidade e a realidade de cada projeto)... A analise de sensibilidade permite definir a rentabilidade do projeto em função em função de cada uma das suas variáveis. inscrita no CNPJ/MF sob n 0 . pode-se determinar qual é a sensibilidade do projeto (da rentabilidade) a cada variável.. b) realização de visitas de orientação técnica e gerencial a nível de imóvel por período de (“x” meses ou ano(s)). compreendendo os seguintes serviços : a) elaboração de proposta. nas bases e condições seguintes : CLÁUSULA PRIMEIRA – A CONTRATADA se compromete a prestar assessoria empresarial e técnica ao(à) CONTRATANTE. nacionalidade. com o fim de obter financiamento junto ao Banco da Amazônia S. cidade e estado). localizado (endereço. CPF.

semestral ou anual. na presença de duas testemunhas. CLÁUSULA QUINTA – O presente contrato é outorgado entre as partes contratantes por si. por estarem justas e contratadas. E. que se obrigam a mantê-lo sempre bom. contendo informações sobre a situação técnica e a perspectiva de receita do empreendimento. em duas vias.CLÁUSULA SEGUNDA – Após a aprovação e contratação do financiamento pelo Banco. firme e valioso. mês e ano -------------------------------------Contratante --------------------------------------Contratada Testemunhas -----------------------------Nome : RG : -----------------------------Nome : RG : 19 . seus herdeiros e/ou sucessores. de no mínimo “X”). cópias dos relatórios de Orientação e Assessoria Técnica de cada visita. dia. a CONTRATADA obriga-se a acompanhar a execução (ou implantação) do projeto. conforme o acordado entre as partes). assinam o presente. capital do Estado Tal. Cidade Tal. CLÁUSULA QUARTA – As despesas com visitas para subsidiar a elaboração do projeto devem ser acordadas entre as partes. creditando na conta corrente da CONTRATADA o percentual de “x%” no ato da abertura do crédito e o restante ao longo da implantação do mesmo (essa cláusula pode ser ajustada. CLÁUSULA SÉTIMA – O presente instrumento entrará em vigor na data da sua assinatura. pelos serviços prestados. de igual teor e forma. por mais privilegiado que seja. CLÁUSULA SEXTA – Fica eleito desde logo. o Foro Jurídico da cidade Tal. efetuando visitas de orientação e assessoria técnica (citar a periodicidade se: mensal. para um só efeito. em detrimento a qualquer outro. o valor equivalente ao percentual de x% incidente sobre o montante do orçamento do Projeto. CLÁUSULA TERCEIRA – O (a) CONTRATANTE se obriga a pagar a CONTRATADA. para dirimir quaisquer dúvidas que porventura ocorram no presente contrato. Parágrafo Único – Obriga-se ainda a CONTRATADA apresentar ao (à) CONTRATANTE e ao Banco. quadrimestral. como remuneração.

DCTF. deverá apresentar declaração emitida pela Cooperativa contendo o percentual de participação. 1. 20 . Análise de solo representativa da área nos casos de correção/adubação de solos.X. 1. mudas e sementes (fornecedores devidamente registrados na Unidade Local de Defesa animal e Ministério da Agricultura) 10. Caso já tenha decorrido mais de 60 dias da data do último Balanço. inclusive Cédula G. 2.6. Contrato de assistência técnica com especificação do prazo. No caso de pessoa física. de forma que a liberação da última parcela só ocorra após a integralização total do capital social. equipamentos. DACON. Cópia do Estatuto Social. Proposta do Fornecedor: 10. 4. 3.Declaração de Informações Econômico-fiscais da Pessoa Jurídica. veículos.5. a integralização total do capital deverá ocorrer previamente à contratação.9. Atas das Assembléias Gerais e Demonstrativo de Subscrição e Integralização do Capital Social (Pessoa Jurídica . 8.DOCUMENTOS/INFORMAÇÕES A SEREM APRESENTADOS 1. 1. 5. Declaração do órgão de defesa agropecuária local referente à inserção do produtor nos programas sanitários. Nas peças contábeis. apresentar a PERDCOM. 10. Levantamento planialtimétrico no caso de construção de tanques para piscicultura. Documentos do imóvel. Quando se tratar de máquinas.1. recuperação de pastagens e memória de cálculo da adubação constante do orçamento do projeto.2. Contrato Social e Alterações Contratuais. inclusive Cédula G. Balancete Demonstrativos. em se tratando de caso de produtor rural.Sociedade Anônima ) 1. Empresa beneficiária do FINAM. No caso de não haver participação de recursos próprios no projeto.2. que demonstre a origem do crédito.1. Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do profissional responsável pelo projeto (poderá ser entregue após a aprovação da proposta). observado que: 1. Quando o Proponente participar do Capital Social de Cooperativas. 1. Documentos contábeis: 1. proponente ou pertencente ao grupo. DIPJ . Cópias de contratos e respectivos aditivos de dívidas junto ao Banco e a outras instituições financeiras (Se possível enviar extrato da operação atualizado). concomitantemente a ingresso desses recursos. Plantas e Orçamentos. Apresentar as declarações de acordo com a documentação contábil apresentada. em valor compatível com a necessidade de aumento do capital. 14. esta integralização poderá ser feita. cadeia dominial e respectivas certidões. apresentar cópia da análise do projeto SUDAM.4. 30% do valor financiado. cópia da Declaração do Imposto de Renda. Mapa/Croqui de uso atual e projetado com as coordenadas geográficas. cópia dos 3 últimos Balanços Patrimoniais e Demonstrativos de Resultados.10.3. 13. 1.11. ANEXOS COMPLEMENTARES ANEXO 1 . 9. 11. O valor do capital social integralizado deve ser. No caso de empresa recém instalada.8. inclusive “folder’s”. Ver chek-list rural 12. Quando se tratar de animais. certificados de regularidade junto ao FINAM e à UGEFIN. 6. No caso da empresa estar compensando impostos. No caso de empresa em funcionamento. 1. apresentar a proposta do fornecedor.Pessoa Física do último exercício. apresentar também. Balanço de Abertura. Nos casos. deverão constar a DHP do profissional responsável pela elaboração das mesmas. sendo cada parcela liberada após a devida integralização dos recursos próprios correspondentes. No caso de haver participação de recursos próprios no projeto. Mutação do Patrimônio Líquido e DOAR. 7. quando se tratar de construção civil. Declaração do Imposto de Renda . 1. em que a Legislação obrigue.7. no mínimo. 1. mais recente.

Sendo a capacidade de suporte total (100%).(*) 1 1 1 1. Touro e Matriz 1% 1% 1% 2. ÍNDICES PECUÁRIOS (Padrão) (*) Índices Ano I Ano II Ano III I. atestado do médico veterinário referente ao comportamento sexual (libido positivo e capacidade de serviço).5 Importante: Os índices técnicos utilizados deverão ser devidamente justificados no projeto. Garrotes (as) 2 III. Garrotes (as) 3% 3% 3% 4. Vaca e Novilho (a) 1 II. Descarte de Touro 10% 10% V. para fins de planejamento. No caso de aquisição de touros (reprodutores) deverá ser apresentado. Animais de Serviço 1 Em U. ÍNDICE DO SUPORTE FORRAGEIRO PARA ESTABILIZAÇÃO DO REBANHO: A capacidade de suporte animal para apascentamento do rebanho é fundamentada no coeficiente técnico em UA/Ha. pela área da forragem. Novilhos (as) 2% 2% 2% 3. Touro. (Anexar dados) 2. Taxa de Mortalidade 1. previamente à liberação da parcela referente a esse item. Relação Touro V 25 25 25 II.15. aproximadamente 85% dessa capacidade. manejo da pastagem e cultura utilizada. Taxa de Natalidade 70% 70% 70% III. os riscos são mais 21 .A. onde os valores são variáveis em função do sistema de pastoreio.1. Descarte de Vaca 15% 15% 15% 33% IV. calculada multiplicando-se o coeficiente técnico enquadrando àquele sistema. PECUÁRIA (Descrever): • Observar a legislação vigente (Doenças de vacinação obrigatória) • O calendário de vacinação do rebanho deverá ser anexado. de determinada área. ANEXO 2 – INFORMAÇÕES SOBRE ATIVIDADES 1. é adotado pelo Banco. se tratando de uma atividade que relaciona fatores biológicos. ficando uma margem de segurança para imprevistos eventuais. Quaisquer alterações nos índices supramencionados deverão ser comprovadas pela pesquisa existente na região ou em experiências documentadas. Pois. Bezerros (as) 5% 5% 5% (*) Ano IV 25 70% 15% 33% 1% 2% 3% 5% Poderá variar conforme tecnologia preconizada TRANSFORMAÇÃO DO REBANHO Categoria Animal Nº I. Deste total. AGRICULTURA (Descrever): • Observar peculiaridades de cada cultura 2. Bezerros (as) 3 IV.

Deve-se ter o cuidado para não se projetar uma involução do rebanho.1.1 Mecanizada Sistema Rotacionado 1. 3. Formadas 1. apresentar proposta do fornecedor e seu respectivo Comprovante de Certificação junto ao Ministério da Agricultura.25 0. Informações completas e detalhadas sobre os tratos silviculturais adotados.50:1 2.3 Não mecanizada ou em toco 1.1.2. combate a pragas e plantas invasoras. estes valores deverão constar no memorial de cálculo da equação de volume e no cálculo da receita.00 0. que viriam a acarretar problemas em situações adversas.4 Capineira 1. REFLORESTAMENTO a) Informar a origem e disponibilidade de receitas de outras atividades do cliente para fazer face aos custos e despesas que ocorrerão durante o período de maturação das espécies florestais (carência).33 0.50:1 0.1.1.00:1 1. baseada no incremento médio anual (IMA) em diâmetro e altura.2 Mecanizada tradicional 1.2 Em formação 1. Importante: A venda de novilhas excedentes deve ocorrer para estabilizar o suporte forrageiro.00:1 1.20 Observação: O uso do suporte forrageiro acima do especificado deverá ser tecnicamente justificado com base em amostragens representativas de análise de solo. ou seja.2 2 Mecanizada tradicional 1. clima etc.00 0. b) c) d) e) f) 22 .acentuados. Se for adquirir mudas. ATIVIDADES FLORESTAIS: 3.50:1 0. Apresentar a prognose de produtividade.25 0.00:1 0. etc. SUPORTE FORRAGEIRO (Padrão) (*) Ano I UA/HA Tipo e Espécie Ano II UA/HA I.80:1 5.80 5.80 8.50:1 0.1.4 Capineira II. controle de incêndios florestais. estimativa da intensidade e a quantidade de desbastes.33 0.00 0. as quais deverão ser certificadas pelo Ministério da Agricultura.2 1 Mecanizada Sistema Rotacionado 1. em função de variáveis exógenas como patógenos. Pastagem Artificiais 1.50 1.20 2. O uso SPRI deverá ser baseado em orientações da EMBRAPA e os custos com adubação de correção/reposição deverão ser devidamente considerados. Informações a respeito da obtenção de mudas: Se for produzir.00 2.2 3 Não mecanizada ou em toco 1.1.00 1. Nativas Tipo 1 (1:3) Tipo 2 (1:4) Tipo 3 (1:5) (*) De acordo com a técnica de manejo da região 2. como intensidade e freqüência de podas. apresentar proposta do fornecedor das sementes.

3. alimentar. 9 Anexar cópia da análise física. Análises físicas.). possibilitam avaliações ambientais do ecossistema aquático. conforme as características mercadológicas de cada região. químicas e biológicas da água. enviar cópias das autorizações de extração de produtos florestais emitidas pelo órgão ambiental competente 3. MANEJO FLORESTAL a) b) anexar o Plano de Manejo Florestal aprovado pelo órgão ambiental competente. Descrever: a) b) c) d) e) f) g) Espécie indicada para cultivo Insumos Básicos Período de Aquisição Aclimatação Escolha da Área Caracterização dos Recursos Hídricos Disponíveis Análise da Água 9 Água de boa qualidade é imprescindível para a obtenção de bons resultados na aqüicultura.3. que compreendem desde diagnósticos ambientais até a implantação e o monitoramento das atividades aqüícolas. AQÜICULTURA (descrever): Como em qualquer outra atividade zootécnica. etc. fases de vida. bem como o sistema de produção possível de ser praticado no local. química e biológica da água h) Sistema de Criação e Manejo: 9 Fase de Reprodução: ƒ ƒ ƒ ƒ ƒ ƒ ƒ ƒ i) Manejo Sanitário Manejo alimentar Manejo Sanitário Manejo alimentar Manejo Sanitário Manejo alimentar Manejo Sanitário Manejo alimentar 9 Fase de Incubação: 9 Fase de Alevinagem: 9 Fase de Engorda: Infra-Estrutura de Produção 23 . 4. SISTEMAS AGROFLORESTAIS a) Apresentar comprovação pela pesquisa da viabilidade técnica dos sistemas objeto de financiamento.2. a maneira de tratar os animais em aquicultura é realizada considerando a biologia das espécies criadas (hábitos reprodutivo.

pode garantir uma produção constante permanente n) o) Impactos Sócio-Econômicos Aspectos legais Observar os requisitos previstos para na legislação através dos órgãos competentes (Ex: SECTAM. etc. A utilização de recursos naturais renováveis.j) k) Despesca Mercado consumidor e Formas de Comercialização (descrever) 9 10. O que for usado deve ser replantado para dar conta de futuras necessidades.) CONTROLE DA PRODUÇÃO Tabela 1 VIVEIROS Nº Área Data Qtd Inicial Peso Unitário Médio (g) ESTOCAGEM Densidade (*) Data Qtd. Inicial Peso Unitário Médio 24 . que são repostos após um certo tempo.2 Caracterização como fonte de alimento seguro: l) m) Logística Sustentabilidade Ecológica O sistema de criação aquícola não deverá esgotar os recursos naturais de que depende. IBAMA.1 Caracterização como fonte de proteína para o mercado consumidor: 9 10.

25 Anexo 3 PROPONENTE: Planilha Orçamento AGÊNCIA/MUNICÍPIO: ORÇAMENTO DE APLICAÇÃO DO PLANO Valor em R$ Especificação Unid Qtd. unit Total Fontes de Financiamento Rec. (**) Observar a tipologia de classificação dos municípios da região norte. 25 .Subtotal V.Projeto/ASTEC (1.: (*) Especificar para qual imóvel será destinada cada inversão. cfe. Banco Próprios (**) (**) Cronograma de Liberações Valor a liberar (R$) / Ano I II III IV V Época da liberação I .5%) TOTAL Obs.Inversões Semi-Fixas (*) II .Custeio Pecuário (*) IV .Inversões Fixas (*) II .Elab. normativos do Banco.

Por ha Área Plantada (ha) Valor Total Cultura/ Essência Florestal Rend.26 Anexo 4 PROPONENTE: Quadro de Receitas (Atividade Agrícola/Florestal) AGÊNCIA/MUNICÍPIO: RECEITAS QUADRO DE RECEITAS RESUMIDO (Para atividades Agrícolas/Pecuárias e Florestais) ANO ANO ANO ANO ANO ANO ANO I II III IV V VI VII ANO VIII ANO IX ANO X ANO XI ANO XII ANO I Safra: ___/___ Cultura/ Essência Florestal Rend. Por ha Área Plantad a (ha) Valor Total Cultura/ Essência Florestal QUADRO DE RECEITAS (Atividade Agrícola/Florestal) ANO II ANO III Safra: ___/___ Safra: ___/___ Rend. Por ha Área Plantada (ha) Valor Total TOTAL 26 . Por ha Área Plantada (ha) Valor Total Cultura/ Essência Florestal ANO IV Safra: ___/___ Rend.

27 .27 Obs 1: No caso de Projetos de Reflorestamento: a) Informar a origem e disponibilidade de receitas de outras atividades do cliente para fazer face aos custos e despesas que ocorrerão durante o período de maturação das espécies florestais (carência) b) Apresentar a prognose de produtividade. ou seja. Obs 2: No caso de Projetos de Agricultura e Reflorestamento: a) Anexar memória de cálculo e informar período de maior volume de receitas. estes valores deverão constar no memorial de cálculo da equação de volume e no cálculo da receita. baseada no incremento médio anual (IMA) em diâmetro e altura. b) Preços acima dos valores do RIT da Agência devem ser justificados de forma consistente.

28 . c) Preços acima dos valores do RIT da Agência devem ser justificados de forma consistente. Qtd Valor Total Ano II Ano III TOTAL Obs 1: a) Anexar memória de cálculo b) Anexar memória de cálculo e informar período de maior volume de receitas.28 Anexo 5 Proponente Receitas Pecuárias Agência/Município QUADRO DE RECEITAS PECUÁRIAS (R$ 1. Qtd Valor Total Valor Unit.00) Ano I Produtos/ Subprod. Qtd Valor Total Valor Unit. Unid Valor Unit.

INST. (-) ENC. (-) CUSTOS 03.: (*) Conforme tipologias de classificação dos municípios da região Norte (**) Incluir somente quando se tratar de projeto de pessoa jurídica . FINANCEIRA . (=) FLUXO OPERACIONAL 05. (=) FLUXO DO PROJETO 07. (=) DISPONIB. DE LUCRO . (=) FLUXO BRUTO 09. (+) FINANCIAMENTO . LÍQUIDA Obs.REC. (-) AMORTIZAÇÃO 7. (+) DEPRECIAÇÃO 04.REINV. (-) INVERSÕES PROJETADAS 06. (-) AMORT.00 DISCRIMINAÇÃO: ANO I ANO II ANO III ANO IV ANO V ANO VI ANO VII ANO VIII ANO IX ANO X ANO XI ANO XII 01. OUTROS CONTRATOS 9. PRÓPRIOS (*) .29 Anexo 6 PROPONENTE: Estimativa da Capacidade de Pagamento AGÊNCIA/MUNICÍPIO: ESTIMATIVA DA CAPACIDADE DE PAGAMENTO – R$ 1. (=) FLUXO LÍQUIDO 6.RECEITA OPERACIONAL 02. FINANCEIROS 4. (=) LUCRO TRIBUTÁVEL (**) 5.

Méd. FORR.A.A.30 Anexo 7 PROPONENTE: Evolução do Rebanho e Utilização do Suporte Forrageiro AGÊNCIA/MUNICÍPIO: EVOLUÇÃO DO REBANHO E UTILIZAÇÃO DO SUPORTE FORRAGEIRO REBANHO DE CRIA ANO T Estoque inicial Aquisição Nascimentos Mortalidades Descarte Venda Estoque Final Estoq. Estoq. Cab. U. Méd.A. (A) =(a)+(b) SUPORTE. EM U. (A/Bx100) . V M F M F M F 24-36m 24-12m Até 12m Total Recria (a) M F OUTROS REBANHOS Engorda M F Animais Serviço M F Total em U.A (b) TOTAL GERAL EM U. (B) % DE USO DO SUP.