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SEGURANÇA EM EDIFICAÇÕES

Medidas de segurança contra incêndio É possível agrupar as medidas a serem tomadas para garantir a segurança contra incêndio em medidas de prevenção e medidas de proteção. As medidas de prevenção são aquelas que se destinam a prevenir a ocorrência do início do incêndio, isto é, controlar o risco do início do incêndio. As medidas de proteção são aquelas destinadas a proteger a vida humana e os bens materiais dos efeitos nocivos do incêndio que já se desenvolve. Em conjunto, essas medidas visam a manter o risco de incêndio em níveis aceitáveis. SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Garantir o abandono da edificação pelos ocupantes, para local seguro, a fim de preservar a vida humana e são compostas por portas, acessos e escadas. SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME Formas de acionamento Manualmente: quando acionado por meio de acionadores manuais (acionado pelo elemento humano); Automaticamente: quando acionado por dispositivo sensível a fenômenos físico-químicos (sistemas de detecção automática de incêndio – detectores de fumaça, temperatura ou de chama). A distância máxima a ser percorrida por uma pessoa de qualquer ponto da edificação até o acionador manual não deve ser superior a 30 m, porém em edificações antigas tal distância poderá ser superior; Deve ser instalado a uma altura entre 1,20m e 1,60m. SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Na ocorrência de um incêndio, há necessidade da edificação possuir um sistema de iluminação de emergência com intensidade suficiente para evitar acidentes e garantir a evacuação das pessoas, levando em conta também a possível penetração de fumaça nas áreas. SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA Trata-se de um conjunto de sinais visuais, que indicam, de forma rápida e eficaz, a existência, a localização e os procedimentos referentes a saídas de emergências, equipamentos de segurança contra incêndios e riscos potenciais de uma edificação ou áreas relacionadas a produtos perigosos. Sinalização de orientação e Salvamento Na sinalização afixada na edificação só consta a figura, tendo em vista que o símbolo utilizado é universal, mas a mensagem escrita é suplementar no idioma do país. Sinalização de Equipamentos: visa indicar a localização e os tipos de combate a incêndios e alarmes disponíveis no local, Prevenção de Incêndios Organização e limpeza do ambiente de trabalho; Vigilância contínua do ambiente de trabalho identificando condições inseguras; Adoção de comportamento de segurança geral e irrestrito; Treinamento de pessoal. Política de Segurança Aceitar o princípio de que todos os acidentes podem e devem ser evitados; Somos responsáveis pela prevenção de sinistros; Todos os equipamentos que possam causar acidentes devem receber dispositivos de proteção; Condições e Atos Inseguros Acúmulo de lixo; Condições inadequadas de armazenamento; Conexões imperfeitas - (Faiscamento); Dimensionamento inadequado da rede elétrica; Instalações elétricas mal feitas;

 Distribuição apropriada dos aparelhos. Sistema de Hidrantes. SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Finalidade . e C . destinados a combater princípios de incêndio. no combate a um princípio de incêndio. EQUIPAMENTOS DE COMBATE A INCÊNDIO Extintores Portáteis.Preservar a vida humana.Manutenção deficiente da rede elétrica. regulamentada pelo Decreto Estadual nº.812 17 de julho de 2003. treinadas e capacitadas para atuar na prevenção. Objetivo Criar consciência preventiva e informações técnica mínimas para a formação. com validade a partir de 29 de janeiro de 2007. REFERÊNCIAS NORMATIVAS Norma Técnica Brasileira NBR 14276:2006 . chamada de unidade extintora e que é especificada em norma. para local seguro. B .Garantir o abandono da edificação pelos ocupantes. TIPOS: Extintor de Água Pressurizada Extintor de Pó Químico Seco Extintor de Gás Carbônico Extintor de Espuma Mecânica Extintor Halogenado (proibido) O ÊXITO NO EMPREGO DOS EXTINTORES DEPENDERÁ DE  Fabricação de acordo com as normas técnicas (ABNT). voluntárias ou não. Brigada de Incêndio Grupo organizado de pessoas. Substâncias voláteis destampadas. bem como reduzir as probabilidades de propagação do fogo para outras edificações com vistas a: A . EXTINTORES PORTÁTEIS São aparelhos que requer apenas um operador e de fácil manuseio.  Manutenção adequada e eficiente. no abandono. Segurança contra Incêndios A segurança contra incêndios tem por objetivo proporcionar adequado nível de segurança aos ocupantes de uma edificação em casos de incêndio.  Inspeção periódica da área a proteger. Recebem o nome do agente extintor que transportam em seu interior. treinamento e aperfeiçoamento da Brigada de Incêndio para atuação em edificações e áreas de risco. acessos e escadas. Sistema de Chuveiros Automáticos (“Sprinklers”). dentro de uma área preestabelecida.  Os extintores devem conter uma carga mínima de agente extintor em seu interior. 24. ASPECTOS LEGAIS Lei 2.Minimizar danos patrimoniais. 17 do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Amazonas.  Pessoal habilitado no manuseio correto. a fim de preservar a vida humana e são compostas por portas. GARANTIA E VALIDADE .Programa de brigada de incêndio – Revisada e editada em 29 de dezembro de 2006.054 de 01 de março de 2004 e Instrução Técnica nº.Proporcionar continuidade nas atividades desenvolvidas pela empresa. Pontas de cigarro ou fósforos atirados a esmo.

a fim de reduzir a temperatura do material em combustão. titânio. potássio.CARACTERÍSTICAS Incêndio envolvendo metais combustíveis pirofóricos (magnésio. INCÊNDIO CLASSE “D” . isto é. Para a sua extinção necessita de agente extintor que não conduza a corrente elétrica e utilize o princípio de abafamento ou da interrupção (quebra) da reação em cadeia. P – Gás de Cozinha. se for interrompido o fluxo elétrico. Diesel. tecido. zinco. o extintor deverá ser submetido à primeira manutenção (aberto para avaliação) somente ao término da garantia e validade recomendadas pelo fabricante. COMBUSTÍVEIS GASOSOS Os gases não têm volume definido.L. Em geral. O emprego de pós químicos irá apenas retardar a combustão. INCÊNDIO DE CLASSA “A” – CARACTERÍSTICAS: Materiais sólidos: Queimam na superfície e em profundidade. zircônio). papel. alumínio fragmentado. bem como a situação em que se encontram. tendendo. CLASSES DE INCÊNDIO Os incêndios são classificados de acordo com os materiais neles envolvidos. No caso de líquidos muito aquecidos (ponto da ignição). lítio. e após a queima total não deixam resíduos (cinzas). do uso de água ou soluções que a contenham em grande porcentagem. é necessário resfriamento. antimônio.Mantidas as características originais. selênio.CARACTERÍSTICAS: Líquidos e gases inflamáveis: Queimam somente na superfície. INCÊNDIO CLASSE “B” . Essa classificação é feita para determinar o agente extintor adequado para o tipo de incêndio específico. Após o corte de energia. não agindo na queima em profundidade. rapidamente. abaixo do seu ponto de ignição. Exemplo. sódio. Deve-se ter cuidado com equipamentos (televisores. É caracterizado pela queima em altas temperaturas e por reagir com agentes extintores comuns (principalmente os que contenham água) . Alccol. G. a garantia é de 1 (um) ano. pois estes continuam energizados mesmo após a interrupção da corrente elétrica. MÉTODO DE EXTINÇÃO Necessita de Resfriamento para a sua extinção. INCÊNDIO CLASSE C . a ocupar todo o recipiente em que estão contidos. certificada pelo INMETRO. Esta classe de incêndio pode ser mudada para “A”. Acetona. Atualmente a garantia é de responsabilidade do fabricante EXTINTOR DE MANUTENÇÃO A manutenção deverá ser feita por empresa especializada em manutenções e recargas de extintores. madeira. Necessita para a sua extinção do abafamento ou da interrupção (quebra) da reação em cadeia. após a queima total deixam resíduos (cinzas). borracha. Gasolina. por exemplo) que acumulam energia elétrica.CARACTERÍSTICAS: Materiais elétricos energizados: O grande problema desta classe é identificar se há energia ou não. Exemplos.

formam uma nuvem de pó sobre o fogo. Classe de Incêndio Aplicabilidade Classe “A” NÃO Classe “B” SIM Classe “C” SIM – C. necessita de agentes extintores especiais que se fundam em contato com o metal combustível. monofosfato de amônia.Para a sua extinção. 4. e 6 Kg . EXTINTOR COM CARGA PRESSURIZADA GÁS CARBÔNICO CARACTERÍSTICAS Capacidade Unidade Extintora 6 Kg de por 2. quando o gatilho é acionado. 4.R Classe “D” NÃO Os Pós Químicos secos são substâncias constituídas de bicarbonato sódio. Classe de Incêndio Aplicabilidade Classe “A” SIM Classe “B” NÃO Classe “C” NÃO Classe “D” NÃO EXTINTOR COM CARGA PRESSURIZADA DE PÓ QUÍMICO CARACTERÍSTICAS Capacidade 1. quando o gatilho é acionado. 8 e 12 Kg Unidade Extintora 4 Kg Aplicação em Incêndio Classe “B” e “C” Alcance Médio do Jato 05 metros Tempo de descarga 15 a 25 Segundos Funcionamento: A pressão interna expele o Pó Químico. interrompendo a combustão pelo princípio de abafamento. formando uma espécie de capa que o isola do ar atmosférico. cloreto de bário. pulverizadas. Os pós especiais são compostos dos seguintes materiais: cloreto de sódio. bicarbonato de potássio ou cloreto de potássio. 6. grafite seco. extinguindo-o quebra da reação em cadeia e por abafamento. SISTEMA PORTÁTIL DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EXTINTOR COM CARGA PRESSURIZADA DE ÁGUA CARACTERÍSTICAS Capacidade 10 Litros Unidade Extintora 10 Litros Aplicação em Incêndio Classe “A” Alcance Médio do Jato 10 metros Tempo de descarga 60 Segundos Funcionamento: A pressão interna expele a água. 2. que.

com altura recomendada entre 0. assegurando seu funcionamento por determinado tempo. com determinada pressão e vazão em uma edificação. É um Sistema de Proteção ativa. Classe de Incêndio Aplicabilidade Classe “A” NÃO Classe “B” SIM Classe “C” SIM Classe “D” NÃO Segurar pelo punho do difusor. Extintores Sobre Rodas (Carretas) . sem cheiro. quando da operação. não condutor de eletricidade e não venenoso (mas asfixiante). destinado ao combate de incêndios. quando o gatilho é acionado. destinada a conduzir e distribuir tomadas de água.5 Metros Tempo de descarga 25 Segundos Funcionamento: A pressão interna expele o gás. 60 e no mínimo a 0. a operação destes aparelhos obriga o emprego de pelo menos dois operadores. desde que permaneçam apoiados em suportes apropriados.20 m do piso acabado.20 m do piso. montados sobre rodas para serem conduzidos com facilidade. é um gás mais denso (mais pesado) que o ar. SISTEMA FÍXO DE COMBATE A INCÊNDIO. Sistema composto por canalização hidráulica que interliga um reservatório aos pontos terminais que são distribuídos de maneira uniforme e estratégica para que toda a área seja protegida. . Gás Carbônico Co2 . um meio de combate para os princípios de incêndio nos quais os extintores manuais se tornam insuficientes.10 m e 0.São aparelhos com maior quantidade de agente extintor. mangueiras e esguichos. sem cor. As carretas recebem o nome do agente extintor que transportam como os extintores portáteis. e com presença de válvulas ou registros. É permitida a instalação de extintores sobre o piso acabado. Sua finalidade é proporcionar aos ocupantes de uma edificação.Aplicação em Incêndio Classe “C” e “B” Alcance Médio do Jato 2. INSTALANDO OS EXTINTORES. Com ou sem a interposição de bomba de recalque. o suporte de fixação do extintor deve ser instalado no máximo a 1. Quando os extintores forem instalados em paredes ou divisórias.Também conhecido como dióxido de carbono ou CO2 . Devido ao seu tamanho e a sua capacidade de carga.

destinado a conduzir água sob pressão.são peças metálicas. . mais baixo o mesmo deve ser instalado. Hidrantes Particulares A finalidade dos hidrantes dos edifícios residenciais e industriais é permitir o início do combate a incêndios pelos próprios usuários dos prédios. antes da chegada dos bombeiros. Extintores novos e de manutenção . Mangueiras de Incêndio E o equipamento de combate a incêndio. certificada pelo INMETRO. a garantia é de 1 (um) ano. Aqui também devem ser levados em consideração os possíveis usuários. E ainda facilitar o serviço destes no recalque de água. constituído de um duto flexível revestida de fibra sintética e dotado de juntas de união. Juntas de união . que servem para unir lances entre si ou ligá-las a outros equipamentos hidráulicos. fixadas nas extremidades das mangueiras. principalmente em construções elevadas. o extintor deverá ser submetido à primeira manutenção (aberto para avaliação) somente ao término da garantia e validade recomendadas pelo fabricante. Quanto mais restrições possuírem os possíveis usuários (pessoas com menos capacidade de apanhar e transportar peso) ou mais pesado for o extintor. A manutenção deverá ser feita por empresa especializada em manutenções e recargas de extintores.ATENÇÃO Os extintores não devem ser instalados em escadas.Garantia e Validade Extintor novo/original Atualmente a garantia é de responsabilidade do fabricante. Extintor de manutenção Em geral. Mantidas as características originais.

Inspeção geral das rotas de fuga. mantendo o rolo junto ao corpo e sob o braço. Acopla-se a união que estava sob o pé e. Elaboração de relatório das irregularidades encontradas. . em função da sua utilização: ESPIRAL ADUCHADA. Transporte sob o braço. TRANSPORTE DE MANGUEIRA Transporte sobre o ombro. próximo à junta externa. o rolo deve ser posicionado de pé com a junta de união voltada para frente e para baixo. Pisar sobre o duto. Encaminhamento do relatório aos setores competentes Exercícios simulados. AÇÕES DE PREVENÇÃO: Avaliação dos riscos existentes.Formas de Acondicionamento de Mangueiras São maneiras de dispor as mangueiras. o bombeiro deve posicionar o rolo em pé com a junta de união externa voltada para si e para cima. Inspeção geral dos equipamentos de combate a incêndio. Para estender a mangueira aduchada. segurando a outra extremidade. caminha-se na direção do estendimento. colocar o rolo no solo e expor as juntas de união. LANÇAMENTO DE MANGUEIRA ADUCHADA. e impulsionar o rolo para frente com o levantamento brusco da junta interna.

vem a agravar seu estado sendo necessária sua urgente hospitalização. quando uma vítima. Objetivo Atendimento Rápido e Provisório no local (não substitui os cuidados médicos). dura em média 15 a 30 segundos. P – Pulso. . 2. Manutenção do Suporte Básico de Vida. Exame da Vítima Exame Primário Visa a manutenção do Suporte Básico de Vida (Batimentos Cardíacos e Respiração). Tipos de Ocorrências: Trauma e Casos Clínicos O TRAUMA é a segunda causa de morte nas estatísticas de óbitos em nível mundial. AVALIAR A SEGURANÇA: 1. É conhecido como ABC do TRAUMA SINAIS VITAIS E SUPORTE BÁSICO DE VIDA Sinais Vitais Suporte Básico de Vida T – Temperatura. Pulso. 3. DA EQUIPE. Evitar o agravamento do estado da vítima. OBS: Toda Vítima de TRAUMA tem SUSPEITA DE FRATURA NA REGIÃO DA CERVICAL (Pescoço) até que se prove o contrário. Ocorre quando uma vítima. É um exame Rápido. DO LOCAL. que apresenta um quadro clínico de uma determinada doença. DA (S) VÍTIMA (S). R – Respiração. através de manobras simples. sendo necessária sua urgente hospitalização. fora do ambiente hospitalar. Determinar o transporte rápido e adequado.A. – Pressão Arterial   Respiração. Casos Clínicos Ocorre. utilizando técnicas e materiais disponíveis.PRIMEIROS SOCORROS São os cuidados iniciais e imediatos prestados a uma vítima de acidente ou mal súbito. que em perfeita saúde vem a sofrer um acidente. Tem a finalidade de preservar a vida e evitar o agravamento de seu estado até o atendimento especializado. P.

Conter Grandes Hemorragias. B – 1. Estabilizar Cervical. Checar Pulso. Queda da Língua 90% dos casos das mortes em vítimas inconscientes por obstrução das VAS a causa principal se dá em virtude da retração da língua (queda da língua). Liberação das VAS pela rotação da cabeça e elevação do queixo – para vitimas sem historia de TRAUMA Manobra de Inclinação da Cabeça e elevação do mento ou hiperextensão (para vítimas sem historia de trauma): . C – 1. Fazer ventilação (se necessário). 2. 2.Checar Consciência. Realizar Reanimação Cárdio Pulmonar (se necessário). e 3. e 2. Checar respiração. e 3.A B C DO TRAUMA A .1. Liberar Vias Aéreas Superiores. os outros 10% ficam por conta de corpos estranhos.

S – Sentir o calor da respiração. VENTILAÇÃO – RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL Ausência de RESPIRAÇÃO (movimentos).O. Iniciar SEMPRE com 2 respirações (de resgate) lentas de 2 seg cada.S. fechar (pinçar) o nariz da vítima (para que o ar não escape). Respiração BOCA – NARIZ (Bebê)  Respiração BOCA – LENÇO FACIAL. Iniciar ciclos (VOS a cada 4 ventilações). PORÉM É A MENOS RECOMENDADA. Tipos de VENTILAÇÃO Respiração BOCA A BOCA (mais eficiente).VOS. e assegure-se do MR. Respiração BOCA – BOLSA MÁSCARA. O ar soprado contém O2 suficiente (16%). .B – Breathing: Checar Respiração Para checar a respiração usar V. V – Ver movimento respiratório. O – Ouvir a respiração. Manter VAS livres. Realizar o exame .

. . o alimento é a principal causa de obstrução das VAS a vítima fica: .Segura o pescoço e abre a boca.Agitada e nervosa.Tentará falar e não conseguirá. .base de apoio.OBSTRUÇÃO DE VAS EM VÍTIMA CONSCIENTE Nos conscientes. 4º Realizar compressão súbita (p/ dentro e p/ cima). 3º Punho fechado sobre o estômago (boca do estômago) envolvendo a vítima. MANOBRA DE HEIMLICH – SEQÜÊNCIA DE PROCEDIMENTOS 1º Por trás da vítima localizar cicatriz umbilical. O socorrista deve imediatamente iniciar a Manobra de Heimlich em conscientes. 2º Entre as pernas da vítima . 5º Realizar quantos movimentos forem necessários até que o corpo estranho seja expulso.

Pulso Braquial. recomenda-se realizar as compressões no osso externo. .Se a vítima for excessivamente obesa ou gestante. CRIANÇAS BEBÊ C – Circulation: Checar Pulso Pulso Carotídeo.

3º . a fim de ter uma menor intensidade (força) nas compressões. Obs.De 0 a 1 ano Com um ou mais socorristas Deverão ser aplicadas 05 compressões para cada ventilação (05x01) .Quando chegar auxílio médico ou outro Socorrista para rendê-lo. RCP em Bebês .: .A RCP somente será realizada em vítimas inconscientes e com PCR.Quando a vítima retornar. Quando parar uma RCP Somente em três casos o socorrista deverá cessar os trabalhos de RCP: 1º . Lembrar de insuflar apenas o ar contido na cavidade oral.. Ausência de movimentos respiratórios Ausência de batimentos cardíacos.SINAIS DE PARADA CARDIOPULMONAR Inconsciência. Porém o Socorrista deve usar apenas uma das mãos. Realizar compressão com peso do corpo (depressão do esterno: 3 a 5 cm). Reanimação Cárdio-pulmonar Ventilação p/ min RCP Razão Compressões p/ min 100 100 ADULTO CRIANÇA 2:30 2:30 10 a 12 10 a 12 Bebê 1:5 100 20 Após iniciada a manobra de massagem cardíaca. Manter o contato com o tórax.Quando o Socorrista estiver exausto. Localizar o ponto de compressão.A cada cinco séries a vítima deverá ser reavaliada. não deverá ser interrompida por mais que 5 segundos. RCP – Seqüência de procedimentos Vítima sobre superfície plana e rígida. Região hipotênar da mão sobre o osso esterno. Manter braços estendidos (90o com a vítima). ( exceto se houver retorno do pulso carotídeo ou um médico assumir ) RCP em Crianças . 2º .De 1 a 8 anos Para crianças o socorrista deverá proceder da mesma forma quanto a abordagem e a freqüência da RCP.A RCP é contra-indicada nos casos de morte obvia. . .