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AVALIAÇÃO ESTRUTURAL DE PAVIMENTOS POR RETROANÁLISE

Autor: Mauricio Luiz de Oliveira Franco

→ Tema largamente difundido → Presença constante em encontros técnicos → Defendido por muitos, mas criticado → Excelente ferramenta no processo não destrutivo → Muito utilizada no cenário internacional → Novos programas de retroanálise

HISTÓRICO E BASE DO PROCESSO

MÓDULO DE RESILIÊNCIA, TENSÕES, DEFORMAÇÕES E DESLOCAMENTOS NAS CAMADAS DO PAVIMENTO
→ Boussinesq (1885) , cálculos de tensões e

deformações nos pavimentos, carga concentrada vertical, em meio semi-infinito, elástico, homogêneo e isotrópico → Prof. Donald M. Burmister (1943 e 1945) , cálculo de tensões e deformações em sistemas de duas e três camadas, para materiais elásticos, isotrópicos e homogêneos, em meio semi-finito e levando-se em conta a lei de Hooke → Francis Hveem (1951) , primeiro estudo sistemático da deformabilidade dos pavimentos, valores máximos admissíveis de deflexões para a vida de fadiga → → → → → RESILIÊNCIA (1955), repetição do carregamento, defeitos tinham origem na fadiga do revestimento, devido a repetição de pequenas deformações plásticas

Módulo de Resiliência Solos 1 Ensaio Triaxial 3 3 1 φ φ εh = ∆ h / h σd = σ1 .σ3 εr = ∆h / h e εφ = ∆φ /φ → υ = εφ / εh Poisson Mr = σd / εr .

Módulo de Resiliência Misturas asfálticas σy = .6F / π td y Ensaio de compressão diametral F Tração Compressão X σx = 2F / π td F Mr = σx / εt .

18 → Bases Aditivadas com Cal: 0.Os valores dos coeficientes de Poisson.25 → Bases Granulares: 0.35 → Bases Cimentadas: 0. comumente utilizados são: → Concreto Betuminoso Usinado a Quente: 0.20 → Solos: 0.45 .

Tensões. Deformações e Deslocamentos Dmax σt revestimento σc base εt σv εv sub-base subleito .

Cálculo de Tensões. podem ser baixados pela Internet → ELSYM5 → EVERSERIES . Deformações e Deslocamentos → Existem muitos programas → Para esta apresentação enfocaremos dois programas de fácil obtenção.

obtendo-se tensões e deformações em vários pontos e também a bacia de deformação → máximo 5 camadas .Programa ELSYM5 – Elastic Layered System → Universidade da Califórnia em Berkeley → KOOPERMANN et al (1985) e patrocinado pelo FHWA → Burmister → 10 (dez) cargas.

S. a partir de programa do WESLEA – Watersways Experiment Station.Programa EVERSERIES Pavement Analyses Programs → Washington State Department of Transportation (WSDOT). U. Army Corps of Engineers → Apresenta três programas independentes → EVERSTRESS . EVERPAVE e EVERCALC → Similaridade com o ELSYM5 .

Programa EVERSTRESS – Layered Elastic Analysis → determina as tensões. 20 (vinte) cargas e 50 (cinqüenta) pontos de avaliação . deformações e deslocamentos em um sistema de camadas elásticas semi-infinitas → analisa estruturas contendo no máximo 5 (cinco) camadas.

Programa EVERPAVE – Pavement Overlay Design → programa de dimensionamento de pavimentos → baseado nos defeitos provenientes da fadiga por trincamento e trilhamento de rodas → fornecendo as espessuras necessárias para suportar os danos causados pelo tráfego Programa EVERCALC – Pavement Backcalculation → programa que estima os módulos resilientes das camadas do pavimento → máximo 5 camadas .

identificação dos materiais. tendo como deficiência a inutilização do local . condições em que se encontram.AVALIAÇÃO ESTRUTURAL DE PAVIMENTOS → dois processos : ensaios destrutivos e ensaios não destrutivos Ensaios Destrutivos → caracterizam-se pela retirada de amostras para ensaios em laboratório. espessuras das camadas.

é o levantamento deflectométrico. bacia de deflexão. deformada completa.Ensaios Não Destrutivos → O elemento principal para iniciar a avaliação estrutural de pavimentos. bacia de deformação Deflexão máxima Raio de Curvatura . ou seja. medir as deflexões ocorridas no pavimento quando sujeito à ação do tráfego Deformada.

00 20.00 10.00 30.00 20 40 60 80 100 120 140 .P Bacia de Deformação Sensores (cm da carga) 0 D e f le x õ e s ( m m /1 0 0 ) 0.

Tipos de Aparelhos de Medição de Deflexões → Medidores Estáticos ▪ Ensaio de Placa ▪ Viga Benkelman ▪ Viga Benkelman Automatizada → Medidores Vibratórios ▪ Dynaflect ▪ Road Rater → Medidores de Pulso ▪ Falling Weight Deflectometer (FWD) .

1994) e DNER-ME 61/94 (DNER.Medidores de Deflexão Utilizados no Brasil Viga Benkelman → A.C. Benkelman durante os testes da WASHO Road Test (1953 ) → DNER-ME 24/94 (DNER. 1994) .

Medida de Deflexão com o Falling Weight Deflectometer (FWD) → DNER PRO 273/96 (DNER. 1996) → Dynatest FWD e o Kuab FWD .

351 .645 x (DFWD – 19)0.CONVERSÃO DEFLEXÕES FWD PARA VIGA BENKELMAN → inúmeras formulações → trabalhos de pós-graduação → estruturas específicas → Manual de Reabilitação de Pavimentos Asfálticos do DNIT (1998) DB = 20.

4 1.8 0.4 30 40 50 60 70 80 90 Temperatura.2 1 0.8 0.2 Fator de Ajuste 1 0. F° 100 110 120 12 pol 8 pol Fator de Ajuste 1. 1993 1.4 30 40 50 60 70 80 90 Temperatura.4 1.6 0.6 0. devem ser ajustadas pela temperatura do pavimento Adaptação de AASHTO. F° 100 110 120 12 pol 8 pol 4 pol 2 pol 4 pol 2 pol bases cimentadas bases granulares .CORREÇÃO DAS DEFLEXÕES PELA TEMPERATURA DO PAVIMENTO → CAP material viscoso que muda de comportamento com a variação da temperatura → medidas com o FWD e também com a viga Benkelman.

deformações e deslocamentos Bacia de deformação .O que é uma retroanálise? Programa Estrutura do Pavimento Carga Espessura Poisson Módulo Tipo Pontos Tensões.

100 quilos ▪ Pressão: 5.0 cm ▪ Coeficiente de Poisson ▪ Espessura e tipo das camadas .PROGRAMAS DE RETROANÁLISE → Programa ELSYM5 – Elastic Layered System e Programa EVERCALC – Pavement Backcalculation ▪ Bacias de deformação ▪ Ajustamento de Temperaturas ▪ Carga: 4.7 kg/cm² ▪ Pontos de estudo ▪ Raio de aplicação de carga: 15.

D5 e D6 = mais ou menos 50% ▪ RMS (Root Mean Square) ou RMSE (Root Mean Square Error) RMS ERROR = [1/n .▪ aceitação para a bacia de deformação → Do e D1 = mais ou menos 10% → D2 e D3 = mais ou menos 30% → D4. ∑(100 . (dc – dm) / 2)2]1/2 Onde: dc é a deformada de campo dm é a deformada por retroanálise n é o número de sensores do FWD ou viga .

00 30.01 D5 3.75 7.50 2.16 4.00 20 40 60 80 100 120 140 Def.80 10.86 25.74 1.00 10.83 5.18 16.Bacias na Retroanálise Sensores (cm da carga) 0 Deflexões (mm/100) 0.46 7.51 D4 5.58 2.90 D6 ERRO 1. média Retro média SH 01 Média Intervalo de aceitação Retroanálise D0 22.15 5.93 D3 7.23 1.76 17.10 3.58 D1 15.00 20.14 20.94 8.17 D2 11.46 7.05 11.49 14.25 0.33 14.57 22.70 → PROGRAMA EVERSTRESS – LAYERED ELASTIC ANALYSIS .

deformações e deslocamentos das camadas nos pontos por nós solicitados O que fazer com estes resultados ? → através dos valores modulares verificação da rigidez das camadas constituintes do pavimento CAMADAS REVESTIMENTOS BASES (*) SUB-BASES REFORÇOS SUBLEITO SUBLEITO MÉDIA (kgf/cm²) 29.200 7.000 3. tensões.700 1.700 .000 700 300 800 MÁXIMO (kgf/cm²) 58.000 2.300 1.000 2.300 3.200 1.500 1.500 MÍNIMO (kgf/cm²) 11.O que temos de resultado? → módulos.

1 s σ 0.9 s ε M= σ/ε .Aplicação de Carga – Ensaio de Módulo 0.

188 x log Nu ▪ Modelo da AASHTO (AASHTO. 1994): log D = 3.VIDA DE FADIGA → vida de fadiga: determinar a quantidade de repetições do eixo padrão que os pavimentos tem capacidade de suportar → verificar a vida remanescente MODELOS DE FADIGA → Revestimento ▪ Modelo Pinto e Preussler (DNER.325 x 10-3 x εt-3. 1986) Na = fo (4.291 x E1-0.148 – 0.854) fo = 18.4 .

947 . 1995): Nf = 1.61 x fo ▪ Asphalt Institute (WSDOT.3.▪ Modelo Salomão Pinto (PINTO e PREUSSLER.291 x log (εt /10-6) – 0.07 x 1018x (10-6/εv)4. 2002): Nu = 5. 1995): log Nf = 15. 2002): N = 1.66 x fo ▪ Modelo da USACE (TRICHÊS.4843 fo = 104 fo = 105 .63 x 105 x (1/∆σ)2.854 x log (Eac/103) → Subleito ▪ Asphalt Institute (WSDOT.21 x 10-8 x (1/εt)2.

5 kgf/cm² Exemplo de trabalho realizado → Estudo de vida remanescente → Atendimento a vida proposta em projeto . 1993): N = 10 (7.→ Bases Cimentadas ▪ Modelo de De Beer et al (Trichês.19– 0.899 x SSR) SSR = σt / σr σr = 10.

9 8 LD=58.2 2 1 0 .0 10. 3 0 2 1 5 LD=36.0 10.0 25.0 2 1 0 2 1 1 2 1 2 2 1 3 02 Norte 2 1 4 2 1 5 2 1 6 2 1 7 2 1 8 2 1 9 2 2 0 A p ó s 7.0 10.Rochas basálticas .0 4.0 6.3 2 1 8 2 1 8 .Solo argiloso * Número N AASHTO = 4.000ao 220.0 25.0 Km 2 0 9 2 LD=91.2 2 1 9 2 1 9 .1 * Restauração anterior * Geologia .0 6.0 5.1 LE=48.1 LE=51.Formação Serra Geral .0 2 1 4 2 1 4 . 9 6 LD=50.0 5.Cambira (km 209.5 A n t e s 16.500) A p ó s Km 2 0 9 5.7 LE=48.4 LE=59.9 LE=73.1 LE=57.9 2 1 6 2 1 6 . 2 0 LD=72.6 2 1 1 2 1 1 .RODOVIA BR-376 Trecho Mandaguari .0 12.0 26.0 LE=47. 4 4 LD=45. 0 4 LD=63.0 A n t e s 4.0 23. 6 0 2 2 0 LD=78. 5 6 2 1 0 LD=72.0 18.Jandaia do Sul .89 x 106 e USACE = 1.6 LE=77.3 2 1 2 2 1 1 .0 11.0 20.0 15.47 x 107 (Projeto) D E Deflexões na pista direita Deflexões na pista esquerda ANTES DA RESTAURAÇÃO Concreto Betuminoso Usinado a Quente Brita Graduada Simples Basalto Decomposto Solo Argiloso Cor vermelha Rachão Solo Argiloso Cor vermelha Cascalho Decomposto Moledo Decomposto Argila Preta APÓS RESTAURAÇÃO Concreto Betuminoso Usinado a Quente Binder → segmento homogêneo → espessuras e tipo de material → média das deflexões .5 15. 3 4 2 1 7 LD=37.7 0 LE=73.5 LE=43.deposição de lavas básicas .0 21.0 19.0 15.0 32.7 9 .0 10.0 27.5 50.7 2 1 3 2 1 2 .

000 8.0 4.500 2.800 2.500 3.759 2.000 3.TRECHO 02 NORTE Desvio D0 CV Subtrecho Padrão (%) (mm/100) (mm/100) 1 47 13 28 2 42 9 22 3 24 5 22 4 39 8 22 5 28 7 26 6 26 7 27 7 21 6 26 8 21 4 17 9 32 9 27 10 40 8 21 Desvio D0 CV Subtrecho Padrão (%) (mm/100) (mm/100) 1 28 10 35 2 31 6 19 3 26 8 28 4 33 8 22 5 22 7 32 6 27 15 54 7 20 6 27 8 21 3 15 9 24 3 11 10 31 7 23 Subtrecho 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Subtrecho 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 D0 (mm/100) 47 42 24 39 28 26 21 21 32 40 D0 (mm/100) 28 31 26 33 22 27 20 21 24 31 Desvio Padrão (mm/100) 13 9 5 8 7 7 6 4 9 8 Desvio Padrão (mm/100) 10 6 8 8 7 15 6 3 3 7 CV (%) 28 22 22 22 26 27 26 17 27 21 CV (%) 35 19 28 22 32 54 27 15 11 23 MÓDULOS DE RESILIÊNCIA (MPa) n 29 44 38 37 49 65 88 16 16 9 n 6 10 8 6 10 14 20 18 16 10 n 29 44 38 37 49 65 88 16 16 9 n 6 10 8 6 10 14 20 18 16 10 Espessura Revest.641 BASE 180 190 250 110 340 360 420 550 300 300 REVEST.800 700 100 70 500 400 80 80 80 80 BASE 300 300 192 106 216 500 490 500 353 474 REVEST.313 2.413 2.0 15.5 16.0 10.0 4.5 16.974 5.287 4.000 8.200 2.0 REVEST. ANTIGO 1.0 4.194 1.535 3.0 4.618 4.0 15.827 6. Novo (cm) 10.0 11.000 6.0 4. Antigo (cm) 10.0 7.604 5.500 1.767 3.976 3.363 REVEST.800 3.500 2.100 3.0 10. ANTIGO 1.000 8.0 Espessura Revest.0 Espessura Revest.5 15.500 3. Antigo (cm) 10.0 6. NOVO 5.600 SUB-BASE 64 95 REFORÇO 147 50 SUBLEITO 112 143 215 121 151 170 176 174 174 128 A N T E S 45 500 E V E R C A L C BASE 178 300 202 109 382 415 500 500 315 300 SUB-BASE 140 150 SUB-BASE SUBLEITO 300 127 134 148 157 116 158 150 176 169 201 152 SUBLEITO 95 120 200 125 140 150 170 170 170 125 D E P O IS 76 500 REFORÇO 120 120 A N T E S 170 500 E L S Y M 5 BASE 170 280 250 230 480 320 550 600 600 450 SUB-BASE SUBLEITO 250 140 135 148 156 111 155 142 168 165 195 150 D E P O IS 350 .500 2.108 6.0 5. NOVO 1.0 4.200 2.0 4.0 5.061 REVEST.200 2.5 10.000 8.5 10. ANTIGO 1.0 Espessura Revest.0 6.0 15.0 10.000 REVEST.0 11.000 8.818 1. ANTIGO 3.600 2.600 1.000 8.0 4.200 2. Novo (cm) 10.594 8.116 8.0 7.500 2.0 15.0 4.200 3.0 6.500 1.0 10.804 2.5 15.0 6.462 4.585 5.0 4.5 16.5 16.

→ subleito: similaridade entre os módulos obtidos pelos programas adotados. nas análises antes e depois das restaurações. → bases e sub-bases: foi constatada diferença entre os resultados apresentados pelos dois programas utilizados. Os módulos gerados pelo programa EVERCALC para camadas de CAUQ são maiores que os gerados pelo programa ELSYM5 . → revestimentos: nenhuma similaridade entre os resultados obtidos pelos dois métodos adotados.

16E+07 9 1.89E+06 2.71E+10 6.54E+07 Asphalt Institute Revestimento Subleito 4.41E+08 6.39E+08 2.65E+08 5.62E+07 7. 10 AASHTO = 4.37E+10 1.51E+07 10 1.50E+07 6.49E+10 9.47E+07 1 3.33E+09 1.68E+11 2.07E+07 USACE Revestimento 1.77E+06 2.13E+07 → USACE = 1.80E+07 8 2.30E+11 6.47E+07 9.38E+07 1.92E+09 6.81E+08 1.68E+07 3.89 x 106 .65E+07 7 2.89E+06 4.04E+08 3.51E+07 4 1.61E+12 3.09E+07 5 4.92E+07 3 1.99E+07 6.40E+11 1.67E+07 2.09E+10 1.26E+22 1.98E+08 2 2.99E+07 6.20E+09 3.89E+06 3.31E+08 8.14E+08 3.VIDA DE Pinto FADIGA Revestimento 02 NORTE 1.46E+07 5. 4.32E+07 6.47 x 107 → Não atendimento: 1.86E+07 2.00E+09 2.47E+07 1.10E+09 1.58E+09 MODELOS AASHTO Revestimento 4.27E+06 3.52E+07 6 1.26E+22 9.18E+07 8.26E+09 1.

03E+06 1.056 3.56E+05 3.184 2.000 2.32E+08 7.87E+08 2.88E+07 6. antigo 2.506 25.078 1.30E+06 5.412 4.036 850 1.613 27.87E+07 1.475 Módulos de Resiliência Sub-base Reforço Subleito Rev.969 60.569 52.28E+07 Camada única de módulo equivalente → Módulos mais próximos da realidade → Trecho recebeu intervenções.000 5.471 39.92E+07 1.353 1.695 80.41E+05 Subleito 2.02-N Subtrecho 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Ligadas 27.742 1.000 5.07E+18 4.032 500 1.632 Vida de fadiga Ligadas 5.87E+05 4.74E+07 1. comprovando previsão de vida remanescente .018 26.88E+05 4.337 1.779 55.680 44.170 22.845 1.000 2.866 1.627 3.56E+06 1.01E+08 1.31E+05 5.54E+07 9.531 49.429 27.179 1.19E+05 1.000 3.581 66.009 65.687 1.503 55.579 33.935 5.145 41.481 Base 2.79E+06 1.000 1.349 36.436 5.440 36.

necessita pelo menos uma viga Benkelman → Levantamentos deflectométricos (FWD) a nível de gerência de pavimentos “UMA AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DE TODA A ESTRUTURA DO PAVIMENTO” .Observações Finais → Não é um processo preciso como o método destrutivo. mas é mais rápido e de menos custo → Ferramenta simples.