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ProjetoProjeto dede RisersRisers FlexFlexííveisveis FadigaFadiga CarlosCarlos AlbertoAlberto D.D. dede LemosLemos
ProjetoProjeto dede RisersRisers FlexFlexííveisveis
FadigaFadiga
CarlosCarlos AlbertoAlberto D.D. dede LemosLemos (Beto)(Beto)
Petrobras/Cenpes/TecPetrobras/Cenpes/Tec SubmarinaSubmarina
caolemos@petrobras.com.brcaolemos@petrobras.com.br
USP – Setembro 2008
TubosTubos FlexíveisFlexíveis Bonded Cabos Unbonded Umbilicais USP – Setembro 2008
TubosTubos FlexíveisFlexíveis
Bonded
Cabos
Unbonded
Umbilicais
USP – Setembro 2008
TubosTubos FlexíveisFlexíveis Carcaça Intertravada Barreira de Pressão ou Camada de Estanqueidade Camada de
TubosTubos FlexíveisFlexíveis
Carcaça Intertravada
Barreira de Pressão ou
Camada de Estanqueidade
Camada de Pressão (zeta)
Camadas de Tração
Capa externa
USP – Setembro 2008
FadigaFadiga associadaassociada aoao desgastedesgaste nasnas armadurasarmaduras dede traçãotração Camada de Pressão
FadigaFadiga associadaassociada aoao desgastedesgaste nasnas
armadurasarmaduras dede traçãotração
Camada de Pressão
(zeta)
Camadas de Tração
USP – Setembro 2008
FadigaFadiga purapura nasnas armadurasarmaduras dede traçãotração Camadas de Tração Camada Anti-atrito Camada de
FadigaFadiga purapura nasnas armadurasarmaduras dede traçãotração
Camadas de Tração
Camada Anti-atrito
Camada de Pressão
(zeta)
USP – Setembro 2008
FadigaFadiga associadaassociada aoao desgastedesgaste dada camadacamada dede pressãopressão (camada(camada zetazeta))
FadigaFadiga associadaassociada aoao desgastedesgaste dada
camadacamada dede pressãopressão (camada(camada zetazeta))
Camada de Pressão
(zeta)
Principais pontos de desgaste e
concentração de tensões
USP – Setembro 2008
FadigaFadiga associadaassociada àà corrosãocorrosão (em(em serviçoserviço ácidoácido ouou não)não) Camada de
FadigaFadiga associadaassociada àà corrosãocorrosão
(em(em serviçoserviço ácidoácido ouou não)não)
Camada de Pressão (zeta)
USP – Setembro 2008
FadigaFadiga associadaassociada àà corrosãocorrosão Camadas de Tração USP – Setembro 2008
FadigaFadiga associadaassociada àà corrosãocorrosão
Camadas de Tração
USP – Setembro 2008
ModosModos dede FalhaFalha dede FadigaFadiga •• FadigaFadiga associadaassociada aoao desgastedesgaste nasnas
ModosModos dede FalhaFalha dede FadigaFadiga
•• FadigaFadiga associadaassociada aoao desgastedesgaste nasnas armadurasarmaduras
dede tração;tração;
•• FadigaFadiga purapura nasnas armadurasarmaduras dede tração;tração;
•• FadigaFadiga associadaassociada aoao desgastedesgaste dada camadacamada dede
pressãopressão (camada(camada zetazeta););
•• FadigaFadiga associadaassociada àà corrosãocorrosão (em(em serviçoserviço
ácidoácido ouou não);não);
•• FadigaFadiga dasdas camadascamadas poliméricas;poliméricas; ee
•• FadigaFadiga nasnas terminações.terminações.
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FADIGAFADIGA •• FenômenoFenômeno dada rupturaruptura progressivaprogressiva (ou(ou dede acumulaçãoacumulação
FADIGAFADIGA
•• FenômenoFenômeno dada rupturaruptura progressivaprogressiva (ou(ou dede
acumulaçãoacumulação dede dano)dano) dede materiaismateriais sujeitossujeitos aa
ciclosciclos repetidosrepetidos dede tensãotensão ouou deformaçãodeformação
•• CarregamentoCarregamento nãonão éé suficientementesuficientemente grandegrande
parapara causarcausar aa falhafalha imediata.imediata. AoAo invésinvés disto,disto, aa
falhafalha ocorreocorre apósapós aa ocorrênciaocorrência dede umum certocerto
númeronúmero dede flutuaçõesflutuações dodo carregamentocarregamento,, istoisto é,é,
apósapós oo danodano acumuladoacumulado terter atingidoatingido umum valorvalor
crítico.crítico.
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FADIGAFADIGA •• falhasfalhas localizadas,localizadas, progressivasprogressivas ee cumulativascumulativas ••
FADIGAFADIGA
••
falhasfalhas localizadas,localizadas, progressivasprogressivas ee cumulativascumulativas
••
problemaproblema locallocal,, queque dependedepende dosdos detalhesdetalhes dada geometriageometria,,
dodo materialmaterial ee dodo carregamentocarregamento
dodo pontoponto maismais solicitadosolicitado
••
••
••
••
••
••
dada peçapeça
aa geraçãogeração ee aa propagaçãopropagação dada trincatrinca nãonão provocamprovocam
mudançasmudanças evidentesevidentes nono comportamentocomportamento dada estruturaestrutura
emem geralgeral nãonão háhá avisosavisos préviosprévios dede falhafalha iminenteiminente
oo danodano éé geralmentegeralmente restritorestrito àà regiãoregião críticacrítica dada peçapeça
oo processoprocesso éé lentolento,, gradualgradual ee aditivoaditivo
aa gerênciagerência estruturalestrutural requerrequer inspeçõesinspeções periódicasperiódicas
aa detecçãodetecção dada falhafalha éé trabalhosa:trabalhosa: devedeve--sese localizarlocalizar oo
PONTOPONTO ondeonde oo trincamentotrincamento estáestá ocorrendoocorrendo
USP – Setembro 2008
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FalhaFalha emem tubostubos flexíveisflexíveis USP – Setembro 2008
FalhaFalha emem tubostubos
flexíveisflexíveis
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HistóricoHistórico •• 18291829 –– TestesTestes emem correntescorrentes •• MeadosMeados dodo séculoséculo
HistóricoHistórico
•• 18291829 –– TestesTestes emem correntescorrentes
•• MeadosMeados dodo séculoséculo XIXXIX –– falhasfalhas emem eixoseixos dede trenstrens
•• EntreEntre 18521852 ee 18701870 -- AugustAugust WöhlerWöhler
–– GráficosGráficos dede amplitudeamplitude dede tensãotensão xx númeronúmero dede ciclosciclos
(Diagrama(Diagrama dede WöhlerWöhler ouou CurvaCurva SS--N)N)
•• EntreEntre 19501950 ee 19601960 ––
–– MansonManson--CoffinCoffin -- MétodoMétodo dede AnáliseAnálise dede
DeformaçõesDeformações LocaisLocais (ou(ou curvacurva εε--N)N)
–– MecânicaMecânica dada FraturaFratura LinearLinear Elástica,Elástica, MFLE,MFLE, (Regra(Regra
dede Paris)Paris)
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FenomenologiaFenomenologia TípicaTípica •• oo trincamentotrincamento porpor fadigafadiga éé provocadoprovocado
FenomenologiaFenomenologia TípicaTípica
•• oo trincamentotrincamento porpor fadigafadiga éé provocadoprovocado pelapela repetiçãorepetição
dasdas cargascargas alternadas,alternadas, ee dependedepende dada amplitudeamplitude dede
variaçãovariação dede tensõestensões
•• aa iniciaçãoiniciação típicatípica dasdas trincastrincas emem peçaspeças metálicasmetálicas éé
causadacausada pelapela variaçãovariação dede tensões,tensões, queque geragera aa
movimentaçãomovimentação cíclicacíclica dede discordânciasdiscordâncias queque sese agrupamagrupam
emem célulascélulas ee formamformam bandasbandas dede deslizamentodeslizamento
persistente,persistente, asas quaisquais levamlevam àà geraçãogeração dede intrusõesintrusões ee
extrusõesextrusões nana suasua superfíciesuperfície
•• podepode--sese pensarpensar nestesnestes micromecanismosmicromecanismos comocomo umum
problemaproblema dede plasticidadeplasticidade cíclicacíclica localizadalocalizada
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Esquema da Fase Inicial do Trincamento por Fadiga USP – Setembro 2008
Esquema da Fase Inicial do
Trincamento por Fadiga
USP – Setembro 2008
FormaçãoFormação dede IntrusõesIntrusões ee ExtrusõesExtrusões (~(~ 0.1mm)0.1mm) nana superfíciesuperfície dede
FormaçãoFormação dede IntrusõesIntrusões ee ExtrusõesExtrusões (~(~ 0.1mm)0.1mm)
nana superfíciesuperfície dede umauma peçapeça dede NiNi Puro.Puro. NoteNote
asas BandasBandas dede DeslizamentoDeslizamento PersistentesPersistentes
intrusões e extrusões
Bandas de
deslizamento
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Crescimento Paulatino de uma Trinca de Fadiga (ciclos) USP – Setembro 2008
Crescimento Paulatino de uma Trinca de Fadiga
(ciclos)
USP – Setembro 2008
USP – Setembro 2008
USP – Setembro 2008
•• asas ondulaçõesondulações superficiaissuperficiais concêntricasconcêntricas ((marcasmarcas dede praiapraia))
•• asas ondulaçõesondulações superficiaissuperficiais concêntricasconcêntricas ((marcasmarcas dede
praiapraia)) ee radiaisradiais ((marcasmarcas dede riorio)) sãosão aa característicacaracterística
macroscópicamacroscópica maismais comumcomum dasdas trincastrincas dede fadigafadiga
•• aa formaforma destasdestas marcas,marcas, queque sãosão visíveisvisíveis aa olhoolho nu,nu, éé
relacionávelrelacionável aoao carregamentocarregamento indutorindutor dada falhafalha
•• aa principalprincipal característicacaracterística microscópicamicroscópica dasdas trincastrincas dede
fadigafadiga éé aa presençapresença dede estriasestrias,, sósó visíveisvisíveis numnum MEVMEV
•• estasestas sãosão causadascausadas pelopelo crescimentocrescimento dada trincatrinca aa cadacada
ciclociclo dodo carregamento,carregamento, atravésatravés dede umum mecanismomecanismo dede
cegamentocegamento ee afiamentoafiamento sucessivosucessivo dada suasua pontaponta
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marcas de rio (radiais, apontam para o início da trinca) marcas de praia (esta com
marcas de rio
(radiais, apontam para o início da trinca)
marcas de praia (esta com ~4mm)
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(concêntricas, partindo do início da trinca)
•• estriasestrias dede fadigafadiga vistasvistas numnum MEVMEV •• oo espaçamentoespaçamento entreentre asas
•• estriasestrias dede fadigafadiga
vistasvistas numnum MEVMEV
•• oo espaçamentoespaçamento
entreentre asas estriasestrias
quantificaquantifica oo
crescimentocrescimento dada
trincatrinca emem cadacada
ciclociclo dede cargacarga
•• aa trincatrinca estavaestava sese
propagandopropagando numanuma
taxataxa dede ~~
11µµm/ciclom/ciclo
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•• OO processoprocesso éé muitomuito influenciadoinfluenciado pelospelos detalhesdetalhes:: •• ••
••
OO
processoprocesso
éé
muitomuito
influenciadoinfluenciado
pelospelos
detalhesdetalhes::
••
••
••
••
••
dasdas propriedadespropriedades mecânicasmecânicas dodo materialmaterial
dodo acabamentoacabamento superficialsuperficial
dodo gradientegradiente dasdas tensõestensões atuantesatuantes
dodo estadoestado dede tensõestensões residuaisresiduais presentepresente juntojunto àà
dada superfíciesuperfície dada raizraiz dodo entalheentalhe ((nucleadornucleador))
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MétodosMétodos dede DimensionamentoDimensionamento àà FadigaFadiga •• AsAs metodologiasmetodologias
MétodosMétodos dede DimensionamentoDimensionamento
àà FadigaFadiga
•• AsAs metodologiasmetodologias tradicionaistradicionais dede projetoprojeto àà fadigafadiga
podempodem serser divididasdivididas emem trêstrês grupos:grupos:
•• MétodoMétodo SS--NN ouou dede WöhlerWöhler
•• MétodoMétodo dede MasonMason CoffinCoffin ((εε--N)N)
•• MecânicaMecânica dada FraturaFratura
•• LinearLinear elásticaelástica
•• ElastoplásticaElastoplástica
USP – Setembro 2008
•• comocomo regraregra geral,geral, oo métodométodo SNSN sósó devedeve serser aplicadoaplicado quandoquando asas
•• comocomo regraregra geral,geral, oo métodométodo SNSN sósó devedeve serser aplicadoaplicado
quandoquando asas máximasmáximas tensõestensões atuantesatuantes nosnos pontospontos críticoscríticos
dada peçapeça foremforem menoresmenores queque aa resistênciaresistência aoao escoamentoescoamento
cíclicocíclico dodo material,material, jájá queque aa análiseanálise dede tensõestensões usadausada
nesteneste métodométodo éé linearlinear elásticaelástica!!
•• aoao contráriocontrário dodo εεN,N, oo SNSN nãonão consideraconsidera dede formaforma
explícitaexplícita osos efeitosefeitos plásticosplásticos cíclicoscíclicos eventualmenteeventualmente
presentespresentes nasnas raízesraízes dosdos entaentalheslhes e,e, comocomo aquele,aquele, nãonão
reconhecereconhece aa presençapresença dede trincastrincas
•• logo,logo, oo métodométodo SNSN sósó éé apropriadoapropriado àsàs previsõesprevisões dasdas
vidasvidas longaslongas (de(de iniciaçãoiniciação dede trincastrincas dede fadiga)fadiga)
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•• entretanto,entretanto, oo métodométodo SS--NN éé simplessimples ee possuipossui umauma sériesérie dede
•• entretanto,entretanto, oo métodométodo SS--NN éé simplessimples ee possuipossui umauma sériesérie
dede vantagensvantagens,, queque oo tornamtornam confiávelconfiável nana maioriamaioria dosdos
casoscasos práticospráticos dede dimensionamentodimensionamento mecânicomecânico àà fadiga:fadiga:
contaconta comcom umum vastíssimovastíssimo bancobanco dede dadosdados
háhá umauma grandegrande experiênciexperiênciaa acumuladaacumulada comcom seuseu usouso
preservapreserva oo princípioprincípio dada superposiçãosuperposição
éé computacionalmentecomputacionalmente muitomuito maismais simplessimples ee rápidorápido queque oo εε--NN
•• podepode serser sintetizadosintetizado numanuma únicaúnica equaçãoequação dede projeto,projeto, queque
englobaengloba todastodas asas informaçõesinformações necessáriasnecessárias
••
••
••
••
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IdéiasIdéias BásicasBásicas •• foramforam propostaspropostas porpor WöhlerWöhler háhá quasequase 150150
IdéiasIdéias BásicasBásicas
•• foramforam propostaspropostas porpor WöhlerWöhler háhá quasequase 150150 anosanos
•• osos (complexos)(complexos) detalhesdetalhes dada fenomenologiafenomenologia ee dada
micromecânicamicromecânica dada iniciaçãoiniciação ee dada propagaçãopropagação dasdas
trincastrincas porpor fadigafadiga nãonão sãosão estudadosestudados (o(o métodométodo SNSN
nãonão reconhecereconhece aa presençapresença dasdas trincas)trincas)
•• parapara sese quantificarquantificar osos efeitosefeitos globaisglobais dodo processo,processo,
comparamcomparam--sese asas tensõestensões atuantesatuantes nono pontoponto críticocrítico comcom
aa resistênciaresistência àà fadigafadiga dodo materialmaterial dada peçapeça
•• aa resistênciaresistência àà fadigafadiga éé medidamedida atravésatravés dede testestestes dede
pequenospequenos corposcorpos dede provaprova nãonão trincadostrincados
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RotinaRotina dede DimensionamentoDimensionamento •• AvaliarAvaliar aa resistênciaresistência àà fadigafadiga
RotinaRotina dede DimensionamentoDimensionamento
•• AvaliarAvaliar aa resistênciaresistência àà fadigafadiga
–– aa resistênciaresistência àà fadigafadiga dependedepende dasdas propriedadespropriedades dodo
materialmaterial ee dosdos detalhesdetalhes dodo pontoponto críticocrítico dada peça.peça.
OO idealideal éé testartestar aa peçapeça sobsob cargascargas reaisreais dede trabalhotrabalho
mas,mas, comocomo istoisto raramenteraramente éé possível,possível, emem geralgeral éé
necessárionecessário estimarestimar--sese aa suasua resistênciaresistência àà fadiga:fadiga:
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•• aa resistênciaresistência àà fadigafadiga SS ff nãonão éé umauma constanteconstante dodo materialmaterial
••
aa resistênciaresistência àà fadigafadiga SS ff nãonão éé umauma constanteconstante dodo
materialmaterial masmas simsim umauma funçãofunção nãonão--linearlinear dede N,N, oo
númeronúmero dede ciclosciclos dede vidavida àà fadiga:fadiga:
=
S (N)
S f
f
••
aa vidavida àà fadigafadiga decrescedecresce muitomuito comcom oo aumentoaumento dada
solicitação,solicitação, seguindoseguindo freqüentementefreqüentemente umauma funçãofunção
b
parabólica:parabólica:
NS
= c
••
açosaços ee algunsalguns outrosoutros materiaismateriais podempodem apresentarapresentar umum
limitelimite dede fadigafadiga (S(S ee )) taltal queque solicitaçõessolicitações menoresmenores queque
esteeste limitelimite nãonão causamcausam danodano àà peçapeça (pode(pode--sese projetarprojetar
parapara vidavida infinitainfinita))
••
••
OO limitelimite dede fadigadosfadigados açosaços emem geralgeral estáestá entreentre 1010 66 ee
1010 77 ciclosciclos
outrosoutros materiaismateriais podempodem nãonão apresentarapresentar esteeste limitelimite bembem
definidodefinido
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CurvaCurva SNSN Típica,Típica, comcom LimiteLimite dede FadigaFadiga SS ee ≈≈ SS uu /2/2 USP –
CurvaCurva SNSN Típica,Típica, comcom LimiteLimite dede FadigaFadiga SS ee ≈≈ SS uu /2/2
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CaracterizaçãoCaracterização dosdos MateriaisMateriais Log ∆σ No ar N(∆σ) 6 =Const. Em meio corrosivo Log N
CaracterizaçãoCaracterização dosdos MateriaisMateriais
Log ∆σ
No ar
N(∆σ) 6 =Const.
Em meio corrosivo
Log N
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InfluênciaInfluência dada TensãoTensão MédiaMédia Diagrama de Haigh N = Constante para todos os pontos
InfluênciaInfluência dada TensãoTensão MédiaMédia
Diagrama de Haigh
N = Constante para
todos os pontos
Compressão média
Tração média
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InfluênciaInfluência dada TensãoTensão MédiaMédia Diagrama de Haigh 10 3 10 4 10 5 Linhas de
InfluênciaInfluência dada TensãoTensão MédiaMédia
Diagrama de Haigh
10
3
10
4
10
5
Linhas de
vida
constante
10
6
Tensão média
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Tensão Alternada
InfluênciaInfluência dada TensãoTensão MédiaMédia USP – Setembro 2008
InfluênciaInfluência dada TensãoTensão MédiaMédia
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Carregamentos Multiaxiais •• AplicaçãoAplicação dede conceitosconceitos dede tensãotensão
Carregamentos Multiaxiais
•• AplicaçãoAplicação dede conceitosconceitos dede tensãotensão
equivalenteequivalente ((vonvon MisesMises ouou TrescaTresca))
•• AplicaçãoAplicação dede critériocritério propostoproposto porpor SinesSines
(
)
2
(
) 2
σ
= σ
−σ σ +σ
eq a
1 a
1
a
2
a
2
a
σ =σ +σ +σ
eq m
1 m
2 m
3 m
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DanoDano AcumuladoAcumulado •• DanoDano == perdaperda parcialparcial dada funcionalidadefuncionalidade –– dd ==
DanoDano AcumuladoAcumulado
•• DanoDano == perdaperda parcialparcial dada funcionalidadefuncionalidade
–– dd == 00 ⇒⇒ pepeççaa virgem,virgem,
–– 00 ≤≤ danodano ≤≤ 1,1,
–– dd == 11 ⇒⇒ falhafalha
–– danodano emem fadigafadiga éé cumulativocumulativo ee irreversirreversíívelvel (a(a menosmenos queque
sese removaremova mecanicamentemecanicamente oo materialmaterial afetado)afetado)
–– emem geral,geral, osos carregamentoscarregamentos reaisreais sãosão complexos,complexos, istoisto é,é,
podempodem variarvariar aleatoriamentealeatoriamente nono tempotempo
–– cadacada eventoevento σσ aiai σσ mimi dede umum carregamentocarregamento complexocomplexo causacausa
umum danodano dd ii ,, queque gastagasta parteparte dada vidavida dada pepeççaa
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DanoDano AcumuladoAcumulado LinearLinear dede MinerMiner n n n k n 1 2 = 1 i
DanoDano AcumuladoAcumulado LinearLinear dede MinerMiner
n
n
n
k
n
1
2
= 1
i
D =
+
D =
N
N
N
N
i = 1
i
1
2
USP – Setembro 2008
ProcedimentoProcedimento dede ProjetoProjeto dede FadigaFadiga emem RisersRisers FlexíveisFlexíveis ••
ProcedimentoProcedimento dede ProjetoProjeto dede
FadigaFadiga emem RisersRisers FlexíveisFlexíveis
•• NormasNormas aplicáveisaplicáveis
•• CaracterísticasCaracterísticas dodo fluidofluido internointerno
(serviço(serviço ácido)ácido)
–– DefiniçãoDefinição dede famíliafamília dede materiaismateriais
•• CurvaCurva SS--NN
•• CaracterísticasCaracterísticas AmbientaisAmbientais ee dada
UnidadeUnidade dede ProduçãoProdução
–– AnálisesAnálises DinâmicasDinâmicas
•• CálculoCálculo dede TensõesTensões ee DesgasteDesgaste
•• CálculoCálculo dede FadigaFadiga
•• TestesTestes
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CaracterizaçãoCaracterização dosdos MateriaisMateriais USP – Setembro 2008
CaracterizaçãoCaracterização dosdos MateriaisMateriais
USP – Setembro 2008
AnálisesAnálises DinâmicasDinâmicas •• AnáliseAnálise nono domíniodomínio dodo tempotempo –– NãoNão
AnálisesAnálises DinâmicasDinâmicas
••
AnáliseAnálise nono domíniodomínio dodo tempotempo
––
NãoNão linearidadeslinearidades
CarregamentoCarregamento HidrodinâmicoHidrodinâmico
•• ContatoContato comcom fundofundo
••
••
AnáliseAnálise nono domíniodomínio dada freqüênciafreqüência
––
––
LinearizaçãoLinearização dodo carregamentocarregamento hidrodinâmicohidrodinâmico
PossibilidadePossibilidade dede sese obterobter umauma funçãofunção dede transferênciatransferência
•• DeterminaçãoDeterminação dodo limitelimite dede aplicabilidadeaplicabilidade
••
••
MarMar regularregular ouou análiseanálise determinísticadeterminística (onda(onda dede
projeto)projeto)
MarMar irregularirregular ouou análiseanálise estocásticaestocástica (tempestade(tempestade
dede projeto)projeto)
––
––
TempestadeTempestade dede projetoprojeto (maior(maior carregamentocarregamento –– maiormaior resposta)resposta)
EstatísticaEstatística dede longolongo prazoprazo
••
••
AnáliseAnálise dede desprendimentodesprendimento dede vórticesvórtices (VIV)(VIV)
AnáliseAnálise acopladaacoplada ouou individualindividual
USP – Setembro 2008
NormasNormas dede AnáliseAnálise dede FadigaFadiga •• NormasNormas falhasfalhas sobresobre critérioscritérios
NormasNormas dede AnáliseAnálise dede FadigaFadiga
•• NormasNormas falhasfalhas sobresobre critérioscritérios dede projetoprojeto ee
procedimentosprocedimentos dede análiseanálise
•• FatoresFatores dede segurançasegurança
–– ISOISO (13628(13628--2)2) ee APIAPI (17J)(17J)–– vidavida àà fadigafadiga 1010
vezesvezes aa vidavida útilútil
–– PetrobrasPetrobras –– dependedepende dodo riscorisco
•• ÓleoÓleo ee gásgás –– 1010 vezesvezes
•• ÁguaÁgua ee umbilicaisumbilicais –– 33 vezesvezes
USP – Setembro 2008
CondiçõesCondições ambientaisambientais • Dados medidos em campo (Diagrama de Dispersão de Onda - Espectro de
CondiçõesCondições ambientaisambientais
• Dados medidos em campo (Diagrama de
Dispersão de Onda - Espectro de onda)
USP – Setembro 2008
CondiçõesCondições ambientaisambientais • Procedimento dos Fabricantes Onda individual USP – Setembro 2008
CondiçõesCondições ambientaisambientais
• Procedimento
dos Fabricantes
Onda individual
USP – Setembro 2008
RespostaResposta dada embarcaçãoembarcação 1.6 1.4 Aproamento 1.2 0° 15° 1 30° 45° 0.8 60° 75°
RespostaResposta dada embarcaçãoembarcação
1.6
1.4
Aproamento
1.2
15°
1
30°
45°
0.8
60°
75°
0.6
90°
0.4
0.2
0
0
5
10
15
20
25
30
Período (s)
USP – Setembro 2008
Pitch (m/m)
RespostaResposta dada embarcaçãoembarcação –– condiçõescondições conjuntasconjuntas 1 o Pico de Onda em
RespostaResposta dada embarcaçãoembarcação ––
condiçõescondições conjuntasconjuntas
1 o Pico de Onda em Relação ao Navio (graus)
Calado (m)
45°
90°
135°
180°
225º
270°
315°
180
18
0,86
7,01
17,35
25,09
38,91
9,51
0,05
1,23
50%
15
1,48
6,59
15,99
27,50
38,20
9,61
0,05
0,59
12
1,48
5,11
17,80
28,15
37,20
9,62
0,05
0,59
9
1,95
3,22
19,00
30,29
35,60
9,84
0,05
0,06
40%
Média
225
135
1,45
5,60
17,33
27,78
37,55
9,64
0,05
0,61
Ponderada
30%
20%
10%
270
0%
90
1 o Pico de Onda em Relação ao Navio (graus) - RAO
45°
90°
135°
180°
225º
270°
315°
N
1,87%
6,66%
NE
26,64%
1,23%
E
11,35%
5,31%
0,02%
SE
0,03%
2,96%
9,93%
0,14%
S
0,02%
6,46%
12,68%
1,46%
1,67%
1,06%
SW
0,84%
0,51%
1,71%
2,34%
3,29%
0,55%
0,05%
1,23%
315
45
0
USP – Setembro 2008
Direção da
onda
AnáliseAnálise dede TensõesTensões •• FadigaFadiga devidodevido àà variaçãovariação dede traçãotração
AnáliseAnálise dede TensõesTensões
•• FadigaFadiga devidodevido àà variaçãovariação dede traçãotração ee flexãoflexão
•• DefiniçãoDefinição dada teoriateoria parapara análiseanálise dede flexãoflexão
–– GeodésicaGeodésica (movimento(movimento semsem atrito)atrito)
–– LoxodrômicaLoxodrômica (movimento(movimento comcom atrito)atrito)
•• ElementosElementos finitosfinitos ouou cálculocálculo racionalracional porpor
fórmulasfórmulas dede resistênciaresistência dosdos materiaismateriais
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CálculoCálculo dodo DesgasteDesgaste •• DefiniçãoDefinição dede coeficientescoeficientes dede atritoatrito ee
CálculoCálculo dodo DesgasteDesgaste
•• DefiniçãoDefinição dede coeficientescoeficientes dede atritoatrito ee desgastedesgaste
•• CálculoCálculo dodo deslocamentodeslocamento relativorelativo
Geodésica interna
Hélice interna
Geodésica externa
Hélice externa
Deslocamento axial (mm)
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Deslocamento transversal (mm)
CálculoCálculo dede FadigaFadiga Diagrama de Haigh 10 3 10 4 10 5 Linhas de vida
CálculoCálculo dede FadigaFadiga
Diagrama de Haigh
10
3
10
4
10
5
Linhas de
vida
constante
10
6
Tensão média
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Tensão Alternada
TestesTestes dede FadigaFadiga TestesTestes dede fadigafadiga porpor flexãoflexão nana regiãoregião dede topotopo --
TestesTestes dede FadigaFadiga
TestesTestes dede fadigafadiga porpor flexãoflexão nana
regiãoregião dede topotopo -- horizontalhorizontal
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TestesTestes dede FadigaFadiga TestesTestes dede fadigafadiga porpor flexãoflexão nana regiãoregião dede topotopo --
TestesTestes dede FadigaFadiga
TestesTestes dede fadigafadiga porpor flexãoflexão nana regiãoregião dede topotopo -- verticalvertical
USP – Setembro 2008
TestesTestes dede FadigaFadiga TesteTeste dede fadigafadiga porpor flexãoflexão nana regiãoregião dada corcovacorcova
TestesTestes dede FadigaFadiga
TesteTeste dede fadigafadiga porpor flexãoflexão nana regiãoregião dada corcovacorcova
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TestesTestes dede FadigaFadiga TesteTeste dede fadigafadiga rotacionalrotacional USP – Setembro 2008
TestesTestes dede FadigaFadiga
TesteTeste dede fadigafadiga rotacionalrotacional
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TestesTestes dede FadigaFadiga TesteTeste TraçãoTração--TraçãoTração (fadiga(fadiga internainterna nono endend
TestesTestes dede FadigaFadiga
TesteTeste TraçãoTração--TraçãoTração
(fadiga(fadiga internainterna nono endend fittingfitting))
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TestesTestes dede FadigaFadiga TesteTeste dede FadigaFadiga nana RodaRoda dede lançamentolançamento USP – Setembro
TestesTestes dede FadigaFadiga
TesteTeste dede FadigaFadiga nana RodaRoda dede lançamentolançamento
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TestesTestes dede FadigaFadiga TesteTeste dede FadigaFadiga comcom VIVVIV USP – Setembro 2008
TestesTestes dede FadigaFadiga
TesteTeste dede FadigaFadiga comcom VIVVIV
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TestesTestes dede FadigaFadiga TesteTeste dede FadigaFadiga comcom VIVVIV USP – Setembro 2008
TestesTestes dede FadigaFadiga
TesteTeste dede FadigaFadiga comcom VIVVIV
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TesteTeste dede VidaVida àà FadigaFadiga NEO - COPPE USP – Setembro 2008
TesteTeste dede VidaVida àà FadigaFadiga
NEO - COPPE
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TesteTeste dede FadigaFadiga dada COPPECOPPE -- NEONEO •• EstruturaEstrutura metálicametálica –– 4,04,0 xx
TesteTeste dede FadigaFadiga dada COPPECOPPE -- NEONEO
••
EstruturaEstrutura metálicametálica
––
4,04,0 xx 5,05,0 mm (base)(base) porpor 20,420,4 mm
••
AtuadoresAtuadores hidráulicos:hidráulicos:
––
––
CapacidadeCapacidade dede traçãotração dede atéaté 250250
tonton CursoCurso máximomáximo dede 1,0m.1,0m.
Flexão:Flexão: doisdois cilindroscilindros dede 100100 tonton
CursoCurso máximomáximo dede 750mm.750mm.
••
UnidadeUnidade dede pressurizaçãopressurização dada
amostra:amostra:
––
PressãoPressão internainterna dada amostraamostra dede atéaté
10.00010.000 psi.psi.
••
MesaMesa dede rotação:rotação:
––
VariaçãoVariação angularangular dede ––1515 atéaté ++ 3535
graus.graus.
••
SistemasSistemas dede Instrumentação,Instrumentação,
controle,controle, segurançasegurança ee aquisiçãoaquisição
dede dadosdados
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20 m
Amostra 12 m
•• NecessidadeNecessidade dede trabalhartrabalhar juntojunto aosaos fornecedoresfornecedores parapara melhormelhor
•• NecessidadeNecessidade dede trabalhartrabalhar juntojunto aosaos
fornecedoresfornecedores parapara melhormelhor definiçãodefinição dede
procedimentosprocedimentos ee crtérioscrtérios dede projetoprojeto
•• MelhorMelhor definicãodefinicão emem normasnormas internacionaisinternacionais
•• NecessidadeNecessidade continuarcontinuar aa execuçãoexecução dede testestestes
dede fadigafadiga comcom objetivoobjetivo dede definiçãodefinição dede
vidavida àà fadigafadiga (não(não somentesomente vidavida útil)útil)
•• ModosModos dede falhafalha aindaainda nãonão completamentecompletamente
conhecidosconhecidos
•• ApesarApesar dasdas limitaçõeslimitações ee desconhecimentosdesconhecimentos
oo procedimentoprocedimento dede cálculocálculo àà fadigafadiga aindaainda éé
conservativoconservativo
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AnAnááliselise dede FadigaFadiga ObrigadoObrigado CarlosCarlos AlbertoAlberto D.D. dede LemosLemos
AnAnááliselise dede FadigaFadiga
ObrigadoObrigado
CarlosCarlos AlbertoAlberto D.D. dede LemosLemos
Petrobras/Cenpes/TecPetrobras/Cenpes/Tec SubmarinaSubmarina
caolemos@petrobras.com.brcaolemos@petrobras.com.br
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