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ANÁLISE DE TEXTOS

ANÁLISE DE TEXTOS Compreensão e Interpretação Módulo 4 GÊNEROS TEXTUAIS ü CONSTRUINDO O CONCEITO ü GÊNERO

Compreensão e Interpretação

Módulo 4 GÊNEROS TEXTUAIS

ü CONSTRUINDO O CONCEITO

ü GÊNERO E DOMÍNIO DISCURSIVO

ü INTERGENERICIDADE

ü GÊNEROS DIGITAIS E HIPERTEXTO

ü CONSTRUINDO O CONCEITO ü GÊNERO E DOMÍNIO DISCURSIVO ü INTERGENERICIDADE ü GÊNEROS DIGITAIS E HIPERTEXTO
ü CONSTRUINDO O CONCEITO ü GÊNERO E DOMÍNIO DISCURSIVO ü INTERGENERICIDADE ü GÊNEROS DIGITAIS E HIPERTEXTO

GÊNEROS TEXTUAIS

CONSTRUINDO O CONCEITO (1)

} RELEMBRANDO

ü Tudo o que nós manifestamos verbalmente (por meio da língua) não se estrutura por elementos linguísticos isolados, mas sim sob a forma de textos, enunciados no plano das ações sócio- historicamente situadas.

linguísticos isolados , mas sim sob a forma de textos , enunciados no plano das ações
linguísticos isolados , mas sim sob a forma de textos , enunciados no plano das ações

Navio Negreiro | Castro Alves

( )

É o grito dos Cruzados

Que brada aos moços — "De pé"!

É o sol das liberdades

Que espera por Josué! São bocas de mil escravos

Que transformaram-se em bravos Ao cinzel da abolição.

E — à voz dos libertadores — Reptis saltam condores,

A topetar n'amplidão!

(

)

bravos Ao cinzel da abolição. E — à voz dos libertadores — Reptis saltam condores, A
bravos Ao cinzel da abolição. E — à voz dos libertadores — Reptis saltam condores, A

AGOSTO DE 1964 | Ferreira Gullar

(

)

12.

Ao peso dos impostos, o verso sufoca,

13.

a poesia agora responde a inquérito policial-militar.

14.

Digo adeus à ilusão

15.

Mas não ao mundo. Mas não à vida,

16.

Meu reduto e meu reino.

17.

Do salário injusto,

18.

da punição injusta,

19.

da humilhação, da tortura,

20.

do terror,

21.

Retiramos algo e com ele construímos um artefato

22.

Um poema

23.

Uma bandeira.

do terror, 21. Retiramos algo e com ele construímos um artefato 22. Um poema 23. Uma
do terror, 21. Retiramos algo e com ele construímos um artefato 22. Um poema 23. Uma

LÍNGUA PORTUGUESA | Olavo Bilac

Última flor do Lácio, inculta e bela,

És, a um tempo, esplendor e sepultura:

Ouro nativo, que na ganga impura

A bruta mina entre os cascalhos vela

Amo-te assim, desconhecida e obscura. Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela,

E o arrolo da saudade e da ternura!

Amo o teu viço agreste e o teu aroma De virgens selvas e de oceano largo! Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

em que da voz materna ouvi: "meu filho!",

E em que Camões chorou, no exílio amargo,

O gênio sem ventura e o amor sem brilho!

materna ouvi: "meu filho!", E em que Camões chorou, no exílio amargo, O gênio sem ventura
materna ouvi: "meu filho!", E em que Camões chorou, no exílio amargo, O gênio sem ventura

GÊNEROS TEXTUAIS

CONSTRUINDO O CONCEITO (2)

} RELEMBRANDO

ü Todo texto é a expressão de uma atividade social. Além de seus sentidos linguísticos, reveste-se de uma relevância sociocomunicativa, pois está sempre inserido, como parte constitutiva, em outras atividades do ser humano.

está sempre inserido, como parte constitutiva, em outras atividades do ser humano. } Imagens disponíveis na
está sempre inserido, como parte constitutiva, em outras atividades do ser humano. } Imagens disponíveis na
está sempre inserido, como parte constitutiva, em outras atividades do ser humano. } Imagens disponíveis na

GÊNEROS TEXTUAIS

CONSTRUINDO O CONCEITO (3)

GÊNEROS TEXTUAIS CONSTRUINDO O CONCEITO (3) } www.lailson.com.br – site do cartunista Lailson

GÊNEROS TEXTUAIS

CONSTRUINDO O CONCEITO

algumas

características comuns:

(1) Todos escritos em versos, divididos em estrofes, com linguagem altamente expressiva; de cunho literário; (2) Todos bastante ilustrados, voltados para a divulga- ção de esclarecimentos acerca de assuntos de relevante interesse para a sociedade; (3) Ambos caracterizados pela ilustração caricaturada de “personagens” da vida pública (com ou sem texto verbal), comumente associada à notícia de jornal, com nítida crítica social.

Os

textos

apresentados

apresentam

texto verbal), comumente associada à notícia de jornal, com nítida crítica social. Os textos apresentados apresentam
texto verbal), comumente associada à notícia de jornal, com nítida crítica social. Os textos apresentados apresentam

GÊNEROS TEXTUAIS

CONSTRUINDO O CONCEITO

As características comuns estão relacionadas à estrutura, aos temas abordados e ao contexto de circulação desses textos. Quando se identifica em um conjunto de textos uma série de elementos comuns, estamos diante de um gênero textual ou gênero discursivo.

em um conjunto de textos uma série de elementos comuns , estamos diante de um gênero
em um conjunto de textos uma série de elementos comuns , estamos diante de um gênero

GÊNEROS TEXTUAIS

CONCEITUANDO

ü Gênero Textual é um conceito geral que engloba textos com características comuns em relação à linguagem, ao conteúdoeà estrutura, utilizados em determinadas situações comunicacionais, orais ou escritas.

ü Os Gêneros discursivos correspondem a certos padrões de composição de texto determinados pelo contexto em que são produzidos, pelo público a que eles se destinam, por sua finalidade, por seu contexto de circulação, etc. (ABAURRE, 2007:33)

pelo público a que eles se destinam, por sua finalidade, por seu contexto de circulação, etc.
pelo público a que eles se destinam, por sua finalidade, por seu contexto de circulação, etc.

Constituem-se como exemplos de gêneros: cartas, bulas, e-mails, anúncios, postais, avisos, artigos, requerimentos, editais, crônicas, fábulas, contos, rezas, piadas, receitas, notícias, provérbios, entre muitos outros.

Sempre que interagimos com outras pessoas por meio de palavras, empregamos um gênero. Os textos (orais ou escritos) constituem gêneros cuja especificidade (tipo de conteúdo, linguagem e estrutura) depende da situação de interação verbal, do momento em que ela ocorre e das relações que a envolvem.

depende da situação de interação verbal , do momento em que ela ocorre e das relações
depende da situação de interação verbal , do momento em que ela ocorre e das relações

O conhecimento comum muda com o tempo, assim como mudam os gêneros e as situações. Portanto, de acordo com o momento histórico, pode surgir um gênero novo, podem desaparecer gêneros de pouco uso ou, ainda, um gênero pode sofrer mudanças até transformar-se em um novo gênero.

} SIMPLIFICANDO O CONCEITO Estrutura / Formatação

Gênero Textual

Objetivo discursivo

em um novo gênero. } SIMPLIFICANDO O CONCEITO Estrutura / Formatação Gênero Textual Objetivo discursivo
em um novo gênero. } SIMPLIFICANDO O CONCEITO Estrutura / Formatação Gênero Textual Objetivo discursivo

GÊNEROS TEXTUAIS

APROFUNDANDO O CONCEITO

“Os gêneros são tipos relativamente estáveis de enunciados, de natureza histórica, sociointeracional, ideológica e linguística.” Bakhtin (1979)

“Apesar de nosso interesse em identificar os gêneros e classificá-los, parece impossível estabelecer taxonomias e classificações duradouras, a menos que nos entreguemos a um formalismo reducionista, pois as nossas identificações de formas genéricas sempre terão curta duração. Os gêneros são rotinas sociais de nosso dia a dia.” Bazerman (2004)

formas genéricas sempre terão curta duração. Os gêneros são rotinas sociais de nosso dia a dia.”
formas genéricas sempre terão curta duração. Os gêneros são rotinas sociais de nosso dia a dia.”

} ALGUMAS CONSIDERAÇÕES TEÓRICAS

ü Os gêneros tipificam muitas coisas além da forma textual. São parte do modo como os seres humanos dão forma às atividades sociais. (Bazerman, 2006: 31)

ü Conceitos como “fatos sociais”, “atos de fala”, “gêneros”, “sistemas de gêneros” e “sistemas de atividades” sugerem COMO as pessoas criam novas realidades de significação, relações e conhecimento, fazendo uso de textos. (Bazerman, 2006: 19)

pessoas criam novas realidades de significação, relações e conhecimento, fazendo uso de textos. (Bazerman, 2006: 19)
pessoas criam novas realidades de significação, relações e conhecimento, fazendo uso de textos. (Bazerman, 2006: 19)

ü Os textos criam realidades (ou fatos) nas estruturas de relações e atividades que implicitamente estabelecem, num modo de vida organizado. Cada texto bem sucedido cria para seus leitores um fato social. Os fatos consistem em ações sociais significativas realizadas pela linguagem, ou atos de fala. Esses atos são realizados através de formas textuais padronizadas, típicas e, portanto, inteligíveis, ou gêneros, que estão relacionadas a outros textos e gêneros que ocorrem em circunstâncias relacionadas. Juntos, os vários tipos de textos se acomodam em conjuntos de gêneros dentro de sistemas de gêneros, os quais fazem parte dos sistemas de atividades humanas.

em conjuntos de gêneros dentro de sistemas de gêneros , os quais fazem parte dos sistemas
em conjuntos de gêneros dentro de sistemas de gêneros , os quais fazem parte dos sistemas

} ALGUMAS CONSIDERAÇÕES TEÓRICAS

ü O conhecimento comum muda com o tempo, assim como mudam os gêneros e as situações; surgem diferenças de percepção e compreensão, além de usos mais criativos da comunicação para satisfazer a novas necessidades percebidas em novas circunstâncias e a mudança no modo de compreender o gênero com o decorrer do tempo. (Bazerman, 2006: 19)

em novas circunstâncias e a mudança no modo de compreender o gênero com o decorrer do
em novas circunstâncias e a mudança no modo de compreender o gênero com o decorrer do

“Devido a sua dinamicidade, a situacionalidade, a historicidade e a plasticidade dos gêneros não são classificáveis como formas puras nem catalogáveis de maneira rígida. Seu estudo é uma fértil área interdisciplinar com atenção especial para o funcionamento da língua e para as atividades culturais e sociais.” Marcuschi (2006)

com atenção especial para o funcionamento da língua e para as atividades culturais e sociais.” Marcuschi

“Enfim, os gêneros devem ser vistos na relação com as práticas sociais, os aspectos cognitivos, os interesses, as relações de poder, as tecnologias, as atividades discursivas e no interior da cultura. Eles não são superestruturas canônicas e deterministas, mas também não são amorfos e simplesmente determinados por pressões externas. São formações interativas, multimodalizadas e flexíveis de organização social e de produção de sentidos.” Marcuschi (2006)

interativas, multimodalizadas e flexíveis de organização social e de produção de sentidos.” Marcuschi (2006)
interativas, multimodalizadas e flexíveis de organização social e de produção de sentidos.” Marcuschi (2006)

GÊNEROS TEXTUAIS

ANÁLISE E COMPETÊNCIA METAGENÉRICA

Um aspecto importante na análise do gênero é o fato de ele não ser estático nem puro. Quando ensinamos a operar com um gênero, ensinamos um modo de atuação sócio-discursiva numa cultura e não um simples modo de produção textual.” Marcuschi (2006)

“Os indivíduos desenvolvem uma competência metagenérica que lhes possibilita interagir de forma conveniente, na medida em que se envolvem nas diversas práticas sociais. É essa competência que possibilita a produção e a compreensão de gêneros textuais, e até mesmo que os denominemos.” Koch (2007)

que possibilita a produção e a compreensão de gêneros textuais, e até mesmo que os denominemos.”
que possibilita a produção e a compreensão de gêneros textuais, e até mesmo que os denominemos.”

} ANÁLISE DE GÊNERO E COMPETÊNCIA METAGENÉRICA

“Se, por um lado, a competência metagenérica orienta a produção de nossas práticas comunicativas, por outro lado, é essa mesma competência que orienta a nossa compreensão sobre os gêneros textuais efetivamente produzidos.” Koch (2007)

mesma competência que orienta a nossa compreensão sobre os gêneros textuais efetivamente produzidos.” Koch (2007)
mesma competência que orienta a nossa compreensão sobre os gêneros textuais efetivamente produzidos.” Koch (2007)

“O certo é que as dimensões geralmente adotadas para a identificação e análise dos gêneros são sociocomunicativas e referem-se à função e organização, ao conteúdo e meio de circulação, aos atores sociais envolvidos e atividades discursivas implicadas, ao enquadre sócio-histórico e atos retóricos praticados e assim por diante.” Marcuschi (2006)

“Gêneros são, pois, uma forma de ação social, um

artefato cultural, um esquema cognitivo, uma estrutura textual, uma forma de organização social, uma ação

retórica

Miller apud Marcuschi (2006)

uma estrutura textual, uma forma de organização social, uma ação retórica ” Miller apud Marcuschi (2006)
uma estrutura textual, uma forma de organização social, uma ação retórica ” Miller apud Marcuschi (2006)

} CONHECENDO UM POUCO MAIS ALGUNS GÊNEROS

ü Poema – É a unidade da poesia, em versos com ou sem rima. Esse gênero textual, em geral, apresenta recursos de sonoridade e ritmo, bem como palavras em sentido figurado/conotativo. O conteúdo da composição poética é, em geral, abstrato, expressivo, subjetivo e conotativo.

Ex.: O amor é um fogo que arde sem se ver

É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer

(Camões)

sem se ver É ferida que dói e não se sente É um contentamento descontente É
sem se ver É ferida que dói e não se sente É um contentamento descontente É

@ Analisando o Gênero

Gesso Esta minha estatuazinha de gesso, quando nova O gesso muito branco, as linhas muito puras Mal sugeria imagem de vida (Embora a figura chorasse).

Há muitos anos tenho-a comigo. O tempo envelheceu-a, carcomeu-a, manchou-a de pátina

[amarelo-suja.

Os meus olhos, de tanto a olharem, Impregnaram-na da minha humanidade irônica de tísico.

de pátina [amarelo-suja. Os meus olhos, de tanto a olharem, Impregnaram-na da minha humanidade irônica de
de pátina [amarelo-suja. Os meus olhos, de tanto a olharem, Impregnaram-na da minha humanidade irônica de

@ Analisando o Gênero

Um dia mão estúpida Inadvertidamente a derrubou e partiu.

Então ajoelhei com raiva, recolhi aqueles tristes fragmentos, [recompus a figurinha que chorava.

E o tempo sobre as feridas escureceu ainda mais o

sujo [mordente da pátina

Hoje este gessozinho comercial

É tocante e vive, e me fez agora refletir

Que só é verdadeiramente vivo o que já sofreu. Manuel Bandeira

comercial É tocante e vive, e me fez agora refletir Que só é verdadeiramente vivo o
comercial É tocante e vive, e me fez agora refletir Que só é verdadeiramente vivo o

É importante exercitar

?

01. (FCC/TRE-RN – Analista Judiciário) A ação do tempo sobre a estátua de gesso é vista pelo poeta como (A) o que acabou por torná-la mais vivaz e expressiva, pelo menos até que um acidente a fizesse perder essa vivacidade. (B) responsável por danos que levaram uma obra de arte a perder sua pureza e vivacidade originais. (C) um elemento que, juntamente com os danos causados por um acidente, dá vida e singularidade ao que era inexpressivo e vulgar.

elemento que, juntamente com os danos causados por um acidente, dá vida e singularidade ao que
elemento que, juntamente com os danos causados por um acidente, dá vida e singularidade ao que

É importante exercitar

?

(D) o causador irremediável do envelhecimento das coisas e da consequente desvalorização dos objetos pessoais mais valiosos. (E) capaz de transformar um simples objeto comercial em uma obra de arte que parece ter sido criada por um escultor genial.

capaz de transformar um simples objeto comercial em uma obra de arte que parece ter sido
capaz de transformar um simples objeto comercial em uma obra de arte que parece ter sido

RESPOSTA ?

01. (FCC/TRE-RN – Analista Judiciário) A ação do tempo sobre a estátua de gesso é vista pelo poeta como (A) o que acabou por torná-la mais vivaz e expressiva, pelo menos até que um acidente a fizesse perder essa vivacidade. (B) responsável por danos que levaram uma obra de arte a perder sua pureza e vivacidade originais. (C) um elemento que, juntamente com os danos causados por um acidente, dá vida e singularidade ao que era inexpressivo e vulgar.

elemento que, juntamente com os danos causados por um acidente, dá vida e singularidade ao que
elemento que, juntamente com os danos causados por um acidente, dá vida e singularidade ao que

É importante exercitar

?

02. (FCC/TRE-RN – Analista Judiciário) Mal sugeria imagem de vida (Embora a figura chorasse).

É correto afirmar que a frase entre parênteses tem sentido

(A)

adversativo.

(B)

concessivo.

(C)

conclusivo.

(D)

condicional.

(E)

temporal.

tem sentido (A) adversativo. (B) concessivo. (C) conclusivo. (D) condicional. (E) temporal.
tem sentido (A) adversativo. (B) concessivo. (C) conclusivo. (D) condicional. (E) temporal.

RESPOSTA

02. (FCC/TRE-RN – Analista Judiciário) Mal sugeria imagem de vida (Embora a figura chorasse).

É correto afirmar que a frase entre parênteses tem sentido

(A) adversativo.

(B) concessivo.

(C)

conclusivo.

(D)

condicional.

(E)

temporal.

parênteses tem sentido (A) adversativo. (B) concessivo. (C) conclusivo. (D) condicional. (E) temporal.
parênteses tem sentido (A) adversativo. (B) concessivo. (C) conclusivo. (D) condicional. (E) temporal.

É importante exercitar

?

Um dia mão estúpida Inadvertidamente a derrubou e partiu. Então ajoelhei com raiva, recolhi aqueles tristes fragmentos, [recompus a figurinha que chorava. E o tempo sobre as feridas escureceu ainda mais o sujo [mordente da pátina

03. (FCC/TRE-RN – Analista Judiciário) Assinale a alternativa INCORRETA:

(A) mão estúpida pode ser alusão do poeta a si próprio e carregaria assim algum matiz da raiva que o teria acometido quando derrubou a estátua.

alusão do poeta a si próprio e carregaria assim algum matiz da raiva que o teria
alusão do poeta a si próprio e carregaria assim algum matiz da raiva que o teria

É importante exercitar

?

03. (FCC/TRE-RN – Analista Judiciário) (B) Inadvertidamente tem o sentido de “de modo descuidado”, indicando o caráter acidental do episódio. (C) em recompus a figurinha que chorava, o poeta se vale de uma ambiguidade para sugerir o sofrimento da estátua com a queda. (D) com a alusão às feridas causadas à estátua, o poeta se refere aos sinais visíveis da junção dos pedaços dela depois de reconstituída.

causadas à estátua, o poeta se refere aos sinais visíveis da junção dos pedaços dela depois
causadas à estátua, o poeta se refere aos sinais visíveis da junção dos pedaços dela depois

É importante exercitar

?

03. (FCC/TRE-RN – Analista Judiciário)

(E) com a expressão o sujo mordente da pátina, o poeta alude à transformação da estátua de sofredora em causadora de sofrimento.

RESPOSTA

03. (FCC/TRE-RN – Analista Judiciário)

(E) com a expressão o sujo mordente da pátina, o poeta alude à transformação da estátua de sofredora em causadora de sofrimento.

o sujo mordente da pátina, o poeta alude à transformação da estátua de sofredora em causadora
o sujo mordente da pátina, o poeta alude à transformação da estátua de sofredora em causadora

} CONHECENDO UM POUCO MAIS ALGUNS GÊNEROS

ü Fábula – É um gênero textual que transmite um ensinamento e cujos personagens, em geral, são animais personificados. A linguagem pode ser formal ou informal, tendendo as fábulas modernas ao humor.

em geral, são animais personificados. A linguagem pode ser formal ou informal, tendendo as fábulas modernas
em geral, são animais personificados. A linguagem pode ser formal ou informal, tendendo as fábulas modernas

@ Analisando o Gênero

O corvo e o jarro

Um pobre corvo, quase morto de sede, avistou de repente um jarro de água. Aliviado e muito alegre, voou velozmente para o jarro. Mas, embora o jarro contivesse água, o nível estava tão baixo que, por mais que o corvo se esforçasse, não havia meio de alcançá-la. O corvo, então, tentou virá-lo, na esperança de pelo menos beber um pouco da água derramada. Mas o jarro era pesado demais para ele.

tentou virá-lo, na esperança de pelo menos beber um pouco da água derramada. Mas o jarro
tentou virá-lo, na esperança de pelo menos beber um pouco da água derramada. Mas o jarro

@ Analisando o Gênero

Por fim, correndo os olhos à volta, viu pedrinhas ali perto. Foi, então, pegando-as uma a uma e atirando- as dentro do jarro. Lentamente a água foi subindo até a borda, e finalmente pôde matar a sede.

(Fábulas de Esopo, recontadas por Robert Mathias, Círculo do Livro, p. 46)

a borda, e finalmente pôde matar a sede. (Fábulas de Esopo, recontadas por Robert Mathias, Círculo
a borda, e finalmente pôde matar a sede. (Fábulas de Esopo, recontadas por Robert Mathias, Círculo

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?

01. (FCC/TRE-RN – Técnico Judiciário) Típica das

fábulas, a moral da história que pode ser depreendida da leitura de O corvo e o jarro é:

(A) A utilidade é mais importante do que a beleza.

(B) Devagar se vai ao longe.

(C) O hábito torna as coisas familiares e fáceis para nós.

(D)

A necessidade é a mãe da invenção.

(E)

Contra esperteza, esperteza e meia.

e fáceis para nós. (D) A necessidade é a mãe da invenção. (E) Contra esperteza, esperteza
e fáceis para nós. (D) A necessidade é a mãe da invenção. (E) Contra esperteza, esperteza

RESPOSTA

01. (FCC/TRE-RN – Técnico Judiciário) Típica das

fábulas, a moral da história que pode ser depreendida da leitura de O corvo e o jarro é:

(A) A utilidade é mais importante do que a beleza.

(B) Devagar se vai ao longe.

(C) O hábito torna as coisas familiares e fáceis para nós. (D) A necessidade é a mãe da invenção.

(E) Contra esperteza, esperteza e meia.

familiares e fáceis para nós. (D) A necessidade é a mãe da invenção. (E) Contra esperteza,
familiares e fáceis para nós. (D) A necessidade é a mãe da invenção. (E) Contra esperteza,

} CONHECENDO UM POUCO MAIS ALGUNS GÊNEROS

ü Tira (ou Tirinha) – É um gênero textual ilustrado que corresponde a um segmento de uma história em quadrinhos. Geralmente, apresenta sua estrutura discursiva em dois ou três quadros sucessivos, constando: apresentação, problematização e desfecho com certa quebra de expectativa.

dois ou três quadros sucessivos, constando: apresentação, problematização e desfecho com certa quebra de expectativa.
dois ou três quadros sucessivos, constando: apresentação, problematização e desfecho com certa quebra de expectativa.

@ Analisando o Gênero

@ Analisando o Gênero (QUINO. Toda Mafalfa da primeira à última tira. São Paulo: Martins Fontes,

(QUINO. Toda Mafalfa da primeira à última tira. São Paulo: Martins Fontes, 2000)

@ Analisando o Gênero (QUINO. Toda Mafalfa da primeira à última tira. São Paulo: Martins Fontes,
@ Analisando o Gênero (QUINO. Toda Mafalfa da primeira à última tira. São Paulo: Martins Fontes,

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(ENEM 2004) A conversa entre Mafalda e seus amigos

(A) revela a real dificuldade de entendimento entre

posições que pareciam convergir.

(B) desvaloriza a diversidade social e cultural e a

capacidade de entendimento e respeito entre as pessoas. (C) expressa o predomínio de uma forma de pensar e a possibilidade de entendimento entre posições divergentes. (D) ilustra a possibilidade de entendimento e de respeito entre as pessoas a partir do debate político de ideias. (E) mostra a preponderância do ponto de vista masculino nas discussões políticas para superar divergências.

de ideias. (E) mostra a preponderância do ponto de vista masculino nas discussões políticas para superar
de ideias. (E) mostra a preponderância do ponto de vista masculino nas discussões políticas para superar

RESPOSTA

(ENEM 2004) A conversa entre Mafalda e seus amigos (A) revela a real dificuldade de entendimento entre posições que pareciam convergir. (B) desvaloriza a diversidade social e cultural e a capacidade de entendimento e respeito entre as pessoas. (C) expressa o predomínio de uma forma de pensar e a possibilidade de entendimento entre posições divergentes. (D) ilustra a possibilidade de entendimento e de respeito entre as pessoas a partir do debate político de idéias. (E) mostra a preponderância do ponto de vista masculino nas discussões políticas para superar divergências.

idéias. (E) mostra a preponderância do ponto de vista masculino nas discussões políticas para superar divergências.
idéias. (E) mostra a preponderância do ponto de vista masculino nas discussões políticas para superar divergências.

@ Analisando o Gênero

@ Analisando o Gênero
@ Analisando o Gênero
@ Analisando o Gênero

É importante exercitar

?

Nesta tirinha, a personagem faz referência a uma das mais conhecidas figuras de linguagem para

(A)

condenar a prática de exercícios físicos.

(B)

valorizar aspectos da vida moderna.

(C)

desestimular o uso das bicicletas.

(D)

caracterizar o diálogo entre gerações.

(E)

criticar a falta de perspectiva do pai.

das bicicletas. (D) caracterizar o diálogo entre gerações. (E) criticar a falta de perspectiva do pai.
das bicicletas. (D) caracterizar o diálogo entre gerações. (E) criticar a falta de perspectiva do pai.

RESPOSTA

Nesta tirinha, a personagem faz referência a uma das mais conhecidas figuras de linguagem para

(A)

condenar a prática de exercícios físicos.

(B)

valorizar aspectos da vida moderna.

(C)

desestimular o uso das bicicletas.

(D)

caracterizar o diálogo entre gerações.

(E) criticar a falta de perspectiva do pai.

o uso das bicicletas. (D) caracterizar o diálogo entre gerações. (E) criticar a falta de perspectiva
o uso das bicicletas. (D) caracterizar o diálogo entre gerações. (E) criticar a falta de perspectiva

} CONHECENDO UM POUCO MAIS ALGUNS GÊNEROS

ü CONTO – É um gênero textual que apresenta um único conflito, tomado já próximo do seu desfecho. Encerra uma história com poucos personagens, e também tempo e espaço reduzidos. A linguagem pode ser formal ou informal.

uma história com poucos personagens, e também tempo e espaço reduzidos. A linguagem pode ser formal
uma história com poucos personagens, e também tempo e espaço reduzidos. A linguagem pode ser formal

@ Analisando o Gênero

A bailarina

A profissão de bufarinheiro está regulamentada; contudo, ninguém mais a exerce, por falta de bufarinhas*. Passaram a vender sorvetes e sucos de fruta, e são conhecidos como ambulantes. Conheci o último bufarinheiro de verdade, e comprei dele um espelhinho que tinha no lado oposto a figura de uma bailarina nua. Que mulher! Sorria para mim como prometendo coisas, mas eu era pequeno, e não sabia que coisas fossem. Perturbava- me.

Que mulher! Sorria para mim como prometendo coisas, mas eu era pequeno, e não sabia que
Que mulher! Sorria para mim como prometendo coisas, mas eu era pequeno, e não sabia que

@ Analisando o Gênero

Um dia quebrei o espelho, mas a bailarina ficou intata. Só que não sorria mais para mim. Era um cromo como outro qualquer. Procurei o bufarinheiro, que não estava mais na cidade, e provavelmente teria mudado de profissão. Até hoje não sei qual era o mágico: se o bufarinheiro, se o espelho. * bufarinhas mercadorias de pouco valor; coisas insignificantes.

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, in Prosa Seleta. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003, p.89)

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, in Prosa Seleta. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003, p.89)
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, in Prosa Seleta. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003, p.89)

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01. (FCC/TRE-TO –Técnico Judiciário) O texto se desenvolve como (A) depoimento de uma criança sobre o espelhinho

que tinha no lado oposto a figura de uma bailarina nua, registrado em sua memória.

(B) discussão em torno da importância de certas

profissões, ainda que se destinem ao comércio de bufarinhas.

(C) crítica a um tipo de vendedores que não se

preocupa com valores morais, como no caso da figura da bailarina nua vendida a uma criança.

de vendedores que não se preocupa com valores morais, como no caso da figura da bailarina
de vendedores que não se preocupa com valores morais, como no caso da figura da bailarina

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01. (FCC/TRE-TO –Técnico Judiciário) O texto se desenvolve como (D) relato de caráter pessoal, em que o autor relembra uma situação vivida quando era pequeno e reflete sobre ela. (E) ensaio de caráter filosófico, em que o autor questiona o dilema diante de certos fatos da vida, apontado na dúvida final: Até hoje não sei qual era o mágico.

questiona o dilema diante de certos fatos da vida, apontado na dúvida final: Até hoje não
questiona o dilema diante de certos fatos da vida, apontado na dúvida final: Até hoje não

RESPOSTA

01. (FCC/TRE-TO –Técnico Judiciário) O texto se desenvolve como (D) relato de caráter pessoal, em que o autor relembra uma situação vivida quando era pequeno e reflete sobre ela. (E) ensaio de caráter filosófico, em que o autor questiona o dilema diante de certos fatos da vida, apontado na dúvida final: Até hoje não sei qual era o mágico.

questiona o dilema diante de certos fatos da vida, apontado na dúvida final: Até hoje não
questiona o dilema diante de certos fatos da vida, apontado na dúvida final: Até hoje não

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?

02. (FCC/TRE-TO – Técnico Judiciário) É INCORRETO afirmar que:

(A) A exclamação Que Mulher! cria uma incoerência

no contexto, por referir-se a uma figura feminina que era, na verdade, um cromo como outro qualquer.

(B) Percebe-se, na fala do contista, certa nostalgia em

relação aos bufarinheiros, que vendiam sonhos, embutidos nas pequenas coisas.

(C) Bufarinheiro é uma palavra atualmente em desuso

no idioma, porém é possível entender seu sentido no decorrer do texto.

Bufarinheiro é uma palavra atualmente em desuso no idioma, porém é possível entender seu sentido no
Bufarinheiro é uma palavra atualmente em desuso no idioma, porém é possível entender seu sentido no

RESPOSTA

02. (FCC/TRE-TO – Técnico Judiciário) É INCORRETO afirmar que:

(A) A exclamação Que Mulher! cria uma incoerência

no contexto, por referir-se a uma figura feminina que era, na verdade, um cromo como outro qualquer.

(B) Percebe-se, na fala do contista, certa nostalgia em

relação aos bufarinheiros, que vendiam sonhos, embutidos nas pequenas coisas.

(C) Bufarinheiro é uma palavra atualmente em desuso

no idioma, porém é possível entender seu sentido no decorrer do texto.

Bufarinheiro é uma palavra atualmente em desuso no idioma, porém é possível entender seu sentido no
Bufarinheiro é uma palavra atualmente em desuso no idioma, porém é possível entender seu sentido no

É importante exercitar

?

02. (FCC/TRE-TO – Técnico Judiciário) É INCORRETO afirmar que:

(D) Uma possível conclusão do texto é a de que a

verdadeira mágica estava no encanto da criança, quebrado com o espelho partido.

(E) No 1 o parágrafo o autor constata mudança de

hábitos na substituição das bufarinhas por sorvetes e sucos de fruta.

1 o parágrafo o autor constata mudança de hábitos na substituição das bufarinhas por sorvetes e
1 o parágrafo o autor constata mudança de hábitos na substituição das bufarinhas por sorvetes e

} CONHECENDO UM POUCO MAIS ALGUNS GÊNEROS

ü CHARGE – É um desenho humorístico, com ou sem legenda ou balão. É a crítica humorística de um fato ou acontecimento específico e aborda temas sociais, econômicos e, sobretudo, políticos.

humorística de um fato ou acontecimento específico e aborda temas sociais, econômicos e, sobretudo, políticos.
humorística de um fato ou acontecimento específico e aborda temas sociais, econômicos e, sobretudo, políticos.

@ Analisando o Gênero

@ Analisando o Gênero
@ Analisando o Gênero

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01. (COVEST-PE / UFPE-UFRPE) A partir da interpretação da charge, pode-se concluir que:

1) historicamente, as pessoas mantiveram os padrões de participação no setor do trabalho e, assim, preservaram a igualdade de condições de dele

desfrutarem.

2) na charge, a dimensão de coletividade do trabalho está implicada no primeiro quadro, graças à flexão pronominal realizada e à reiteração do verbo.

Falso

Verdadeiro

está implicada no primeiro quadro, graças à flexão pronominal realizada e à reiteração do verbo. Falso
está implicada no primeiro quadro, graças à flexão pronominal realizada e à reiteração do verbo. Falso

É importante exercitar

?

3) a variação vocabular expressa no segundo quadro

constitui uma das pistas a favor da ideia principal

proposta pelo autor.

Verdadeiro

4) em ``No princípio era o verbo´´ e em ``mudou o

verbo do princípio´´, apesar da inversão ocorrida, a expressão `o verbo´ desempenha nas duas

ocorrências a função sintática de sujeito.

5) o autor deixou implícita a circunstância histórica à qual se pode atribuir a causa das mudanças

atestadas.

Verdadeiro

Falso

deixou implícita a circunstância histórica à qual se pode atribuir a causa das mudanças atestadas. Verdadeiro
deixou implícita a circunstância histórica à qual se pode atribuir a causa das mudanças atestadas. Verdadeiro

GÊNEROS TEXTUAIS

DOMÍNIO DISCURSIVO

ü Os estudos referentes à comunicação apontam que os gêneros textuais/discursivos geralmente estão ligados a esferas de circulação, por isso os agrupam em domínios discursivos. Daí encontrarmos vários tipos de domínio discursivo: jornalístico, didático, científico, religioso, jurídico etc.

ü As fronteiras entre esses domínios são, em algumas situações comunicativas, meio nebulosas, pois os gêneros podem ter uma configuração híbrida, circulan- do por vários domínios.

comunicativas, meio nebulosas, pois os gêneros podem ter uma configuração híbrida, circulan- do por vários domínios.
comunicativas, meio nebulosas, pois os gêneros podem ter uma configuração híbrida, circulan- do por vários domínios.

GÊNEROS TEXTUAIS

ASSOCIANDO GÊNERO E DOMÍNIO DISCURSIVO

ü Gêneros Textuais/discursivos são práticas sócio- históricas que se constituem como ações para agir sobre o mundo e dizer o mundo, constituindo-o de algum modo. São formas verbais de ação social relativamente estáveis realizadas em textos situados em comunidades de práticas sociais típicas e em domínios discursivos específicos.

(MARCUSCHI, Luiz A. Gêneros Textuais: configuração, dinamicidade e circulação. In.: KARWOSKI, Acir M.; GAYDECZKA, Beatriz; BRITO, Karim S. (Orgs.) Gêneros textuais: reflexões e ensino. Rio de Janeiro:

Lucerna, 2006 – 2 ed.)

Beatriz; BRITO, Karim S. (Orgs.) Gêneros textuais: reflexões e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2006 –
Beatriz; BRITO, Karim S. (Orgs.) Gêneros textuais: reflexões e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2006 –

GÊNEROS TEXTUAIS

INTERGENERICIDADE - Conceituando

ü Intergenericidade, hibridização ou intertextuali-

dade intergêneros é o fenômeno linguístico que consiste na assimilação por determinado gênero, que mantém seu propósito comunicativo, da forma de um outro gênero normalmente usado em outra situação comunicativa. (Koch, 2007)

ü Intergenericidade é a relação dialógica que se

estabelece entre dois ou mais gêneros textuais, podendo haver certo imbricamento entre os elementos neles existentes, seja quanto ao conteúdo, à forma, ou mesmo à forma e ao conteúdo.

imbricamento entre os elementos neles existentes, seja quanto ao conteúdo, à forma, ou mesmo à forma
imbricamento entre os elementos neles existentes, seja quanto ao conteúdo, à forma, ou mesmo à forma

GÊNEROS TEXTUAIS

INTERGENERICIDADE - Exemplos

ü Convites de casamento (gênero convite) disfarçados (para fins lúdicos) de inúmeros outros gêneros, desde bula de remédio a HQ. (forma igual, mas função diferente)

outros gêneros, desde bula de remédio a HQ. (forma igual, mas função diferente) *Fonte: www.strutureproducoes.com.br
outros gêneros, desde bula de remédio a HQ. (forma igual, mas função diferente) *Fonte: www.strutureproducoes.com.br

} INTERGENERICIDADE - Exemplos

*Imagem disponível na internet BY Maurício de Souza Produções
*Imagem
disponível
na internet
BY Maurício
de Souza
Produções
} INTERGENERICIDADE - Exemplos *Imagem disponível na internet BY Maurício de Souza Produções

} INTERGENERICIDADE - Exemplos

} INTERGENERICIDADE - Exemplos *Imagem disponível na internet
} INTERGENERICIDADE - Exemplos *Imagem disponível na internet

*Imagem disponível na internet

} INTERGENERICIDADE - Exemplos

} INTERGENERICIDADE - Exemplos *Imagem na internet disponível

*Imagem na internet

disponível

} INTERGENERICIDADE - Exemplos *Imagem na internet disponível
} INTERGENERICIDADE - Exemplos *Imagem na internet disponível

GÊNEROS DIGITAIS E HIPERTEXTO

} TÓPICOS PARA CONTEXTUALIZAÇÃO

ü Sociedade da Informação/ Era da Cibercultura

* Questões de linguagem e comunicação midiática digital assumem maior relevância

ü Mudança de Alguns Paradigmas

*Tempo [ o da simultaneidade;

*Espaço [ universo de informações navegáveis de forma instan- tânea e reversível

* Tempo [ o da simultaneidade; * Espaço [ universo de informações navegáveis de forma instan-
* Tempo [ o da simultaneidade; * Espaço [ universo de informações navegáveis de forma instan-

GÊNEROS DIGITAIS E HIPERTEXTO

ü Mudança de Alguns Paradigmas

*Suporte de leitura e escrita

[ Monitores, teclados, touch screen

*Linguagem

[ necessidade de expressão, no mais curto espaço de tempo possível, em ambientes síncronos com vários interlocutores;

[ processo de reoralização – imprimir caráter “falado” ao que compulsoriamente tem de ser escrito (HILGERT, 2000);

de reoralização – imprimir caráter “falado” ao que compulsoriamente tem de ser escrito (HILGERT, 2000);
de reoralização – imprimir caráter “falado” ao que compulsoriamente tem de ser escrito (HILGERT, 2000);

[ desejo de, por meio de símbolos, emoticons e sinais gráficos, facilitar a interação e criar vínculos afetivos entre os participantes (GUTIERREZ GONZALEZ, 2007), contribuíram para a ocorrência da chamada lei do Minimax – mínimo esforço para o máximo de expressão. (OTHERO, 2005).

Tais mudanças de paradigma repercutem na elaboração de enunciados breves e concisos, que valorizam a informação em si mesma, expressos através de uma escrita abreviada, cujo aspecto normativo passa a ser de segunda ordem.

em si mesma, expressos através de uma escrita abreviada, cujo aspecto normativo passa a ser de
em si mesma, expressos através de uma escrita abreviada, cujo aspecto normativo passa a ser de

Além dessa escrita abreviada, observa-se que o próprio ato de ler via WEB acaba sofrendo algumas modificações, segundo Almeida (2008). Por exemplo:

acesso a uma quantidade inimaginável de informação, mas com uma transformação no tipo de leitura realizada: mais superficial que a tradicional, que tem como suporte o livro.

Fonte:

MAGNABOSCO,

G.

digitais.

Maringá-PR.

Texto

e

Discurso.

G.

Hipertexto

Universidade

Gêneros

de

e

Estadual

o livro. Fonte: MAGNABOSCO, G. digitais . Maringá-PR. Texto e Discurso. G. Hipertexto Universidade Gêneros de
o livro. Fonte: MAGNABOSCO, G. digitais . Maringá-PR. Texto e Discurso. G. Hipertexto Universidade Gêneros de

GÊNEROS DIGITAIS E HIPERTEXTO

HIPERTEXTO

Todo texto constitui uma proposta de sentidos múltiplos e não de um único sentido, e sua construção é plurilinear. Desse modo, recorremos inicialmente ao conceito apresentado pelo dicionário Houaiss da língua portuguesa para conceituar hipertexto: “Apresentação de informações escritas, organizadas de modo que o leitor possa ter-lhes acesso, sem seguir encadeamento linear único”. Em outras palavras, o termo designa uma escritura não sequencial e não-linear, que se ramifica e permite ao leitor universal o acessamento praticamente ilimitado de outros textos, a partir de escolhas locais e sucessivas em tempo real.

universal o acessamento praticamente ilimitado de outros textos, a partir de escolhas locais e sucessivas em
universal o acessamento praticamente ilimitado de outros textos, a partir de escolhas locais e sucessivas em

Um exemplo bastante simples de hipertexto são os textos acadêmicos, repletos de referências, citações, notas de rodapé ou de final de capítulo que funcionam como links. A diferença com relação ao hipertexto eletrônico está apenas no suporte e na forma e rapidez do acessamento. Nas palavras da linguista Ingedore Koch, do núcleo de Estudos da Linguagem da Unicamp (SP), todo texto é um hipertexto.

palavras da linguista Ingedore Koch, do núcleo de Estudos da Linguagem da Unicamp (SP), todo texto
palavras da linguista Ingedore Koch, do núcleo de Estudos da Linguagem da Unicamp (SP), todo texto
palavras da linguista Ingedore Koch, do núcleo de Estudos da Linguagem da Unicamp (SP), todo texto
palavras da linguista Ingedore Koch, do núcleo de Estudos da Linguagem da Unicamp (SP), todo texto

GÊNEROS DIGITAIS E HIPERTEXTO

O DISCURSO ELETRÔNICO

ü O chamado “letramento digital”, que surgiu com

as novas tecnologias, vem promovendo um uso intenso da escrita por força até das características do meio eletrônico utilizado. Com isso, “nossa sociedade parece tornar-se ‘textualizada’, isto é, passar para o plano da escrita”. (MARCUSCHI, 2005, p. 15).

ü Sobre a escrita nos discursos eletrônicos, Crystal

(apud MARCUSCHI, 2005, p. 19) menciona três aspectos que devem ser verificados quando estamos falando da linguagem da internet e sobre o efeito da internet em nossa linguagem:

que devem ser verificados quando estamos falando da linguagem da internet e sobre o efeito da
que devem ser verificados quando estamos falando da linguagem da internet e sobre o efeito da

do ponto de vista dos usos da linguagem: temos uma pontuação minimalista, uma ortografia um tanto bizarra, abundância de siglas, abreviaturas nada convencionais, estruturas frasais pouco ortodoxas e uma escrita semialfabética;

do ponto de vista da natureza enunciativa dessa linguagem: integram-se mais semioses do que usualmente, tendo em vista a natureza do meio com a participação mais intensa e menos pessoal, surgindo a hiperpessoalidade; e

do ponto de vista dos gêneros realizados: a internet transmuta, de maneira bastante complexa, gêneros existentes, desenvolve alguns realmente novos e mescla vários outros.

transmuta, de maneira bastante complexa, gêneros existentes, desenvolve alguns realmente novos e mescla vários outros.
transmuta, de maneira bastante complexa, gêneros existentes, desenvolve alguns realmente novos e mescla vários outros.

GÊNEROS DIGITAIS E HIPERTEXTO

O “INTERNETÊS”

A comunicação mediada por computador utiliza uma linguagem que, dados as características do meio (os usuários sentem-se falando por escrito), apresenta muitos aspectos típicos da fala (produção de enunciados mais curtos e com menor índice de nominalizações por frase, uso de cumprimentos informais, alongamentos vocálicos com funções paralinguísticas, sinais de verificação dos interlocutores, entre outras), resultando, então, em uma forma linguística específica para esses contextos de enunciação digital (XAVIER, 2002): o chamado internetês.

uma forma linguística específica para esses contextos de enunciação digital (XAVIER, 2002): o chamado internetês.
uma forma linguística específica para esses contextos de enunciação digital (XAVIER, 2002): o chamado internetês.

Essa

linguagem

utilizada

na

internet,

principalmente nos chats, caracteriza-se como uma linguagem híbrida, que funde oralidade e escrita em um mesmo suporte–a tela do computador – e em um mesmo evento sociointeracional; absorvendo outras formas semióticas como o som e a imagem, traz uma nova formatação ao texto escrito, que, por sua vez, é permeado de oralidade. (XAVIER, 2002)

o som e a imagem, traz uma nova formatação ao texto escrito, que, por sua vez,
o som e a imagem, traz uma nova formatação ao texto escrito, que, por sua vez,

GÊNEROS TEXTUAIS

EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES

01. (ENEM – 99) Leia o texto abaixo. Cabelos longos, brinco na orelha esquerda, físico de skatista. Na aparência, o estudante brasiliense Rui Lopes Viana Filho, de 16 anos, não lembra em nada o estereótipo dos gênios. Ele não usa pesados óculos de grau e está longe de ter um ar introspectivo. No final do mês passado, Rui retornou de Taiwan, onde enfrentou 419 competidores de todo o mundo na 39ª Olimpíada Internacional de Matemática.

Rui retornou de Taiwan, onde enfrentou 419 competidores de todo o mundo na 39ª Olimpíada Internacional
Rui retornou de Taiwan, onde enfrentou 419 competidores de todo o mundo na 39ª Olimpíada Internacional

GÊNEROS TEXTUAIS

EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES

A reluzente medalha de ouro que ele trouxe na bagagem está dependurada sobre a cama de seu quarto, atulhado de rascunhos dos problemas matemáticos que aprendeu a decifrar nos últimos cinco anos. Veja – Vencer uma olimpíada serve de passaporte para uma carreira profissional meteórica?

nos últimos cinco anos. Veja – Vencer uma olimpíada serve de passaporte para uma carreira profissional
nos últimos cinco anos. Veja – Vencer uma olimpíada serve de passaporte para uma carreira profissional

GÊNEROS TEXTUAIS

EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES

Rui – Nada disso. Decidi me dedicar à Olimpíada porque sei que a concorrência por um emprego é cada vez mais selvagem e cruel. Agora tenho algo a mais para oferecer. O problema é que as coisas estão mudando muito rápido e não sei qual será minha profissão. Além de ser muito novo para decidir sobre o meu futuro profissional, sei que esse conceito de carreira mudou muito. (Entrevista de Rui Lopes Viana Filho à Veja, 05/08/1998, n.31, p. 9-10) Na pergunta, o repórter estabelece uma relação entre a entrada do estudante no mercado de trabalho e a vitória na Olimpíada.

o repórter estabelece uma relação entre a entrada do estudante no mercado de trabalho e a
o repórter estabelece uma relação entre a entrada do estudante no mercado de trabalho e a

GÊNEROS TEXTUAIS

EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES

O estudante

a) concorda com a relação e afirma que o desempenho na

Olimpíada é fundamental para sua entrada no mercado.

b) discorda da relação e complementa que é fácil se fazer

previsões sobre o mercado de trabalho.

c) discorda da relação e afirma que seu futuro profissional

independe de dedicação aos estudos.

d) discorda da relação e afirma que seu desempenho só é

relevante se escolher uma profissão relacionada à matemática.

e) concorda em parte com a relação e complementa que é

complexo fazer previsões sobre o mercado de trabalho.

e) concorda em parte com a relação e complementa que é complexo fazer previsões sobre o
e) concorda em parte com a relação e complementa que é complexo fazer previsões sobre o

RESPOSTA

O estudante

a) concorda com a relação e afirma que o desempenho na

Olimpíada é fundamental para sua entrada no mercado.

b) discorda da relação e complementa que é fácil se fazer

previsões sobre o mercado de trabalho.

c) discorda da relação e afirma que seu futuro profissional

independe de dedicação aos estudos.

d) discorda da relação e afirma que seu desempenho só é

relevante se escolher uma profissão relacionada à matemática. E) concorda em parte com a relação e complementa que é complexo fazer previsões sobre o mercado de trabalho.

E) concorda em parte com a relação e complementa que é complexo fazer previsões sobre o
E) concorda em parte com a relação e complementa que é complexo fazer previsões sobre o

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02. (ENEM – 99) Observando as falas das personagens, analise o emprego do pronome SE e o sentido que

adquire no contexto. No contexto da narrativa, é correto afirmar que o pronome SE,

a) em I, indica reflexividade e equivale a “a si mesmas”.

b) em II, indica reciprocidade e equivale a “a si mesma”.

c) em III, indica reciprocidade e equivale a “umas às outras”. d) em I e III, indica reciprocidade e equivale a “umas às outras”. e) em II e III, indica reflexividade e equivale a “a si mesma” e "a si mesmas", respectivamente.

outras”. e) em II e III, indica reflexividade e equivale a “a si mesma” e "a
outras”. e) em II e III, indica reflexividade e equivale a “a si mesma” e "a

RESPOSTA

02. (ENEM – 99) Observando as falas das personagens, analise o emprego do pronome SE e o sentido que

adquire no contexto. No contexto da narrativa, é correto afirmar que o pronome SE,

a) em I, indica reflexividade e equivale a “a si mesmas”.

b) em II, indica reciprocidade e equivale a “a si mesma”.

c) em III, indica reciprocidade e equivale a “umas às outras”. d) em I e III, indica reciprocidade e equivale a “umas às outras”. E) em II e III, indica reflexividade e equivale a “a si mesma” e "a si mesmas", respectivamente.

outras”. E) em II e III, indica reflexividade e equivale a “a si mesma” e "a
outras”. E) em II e III, indica reflexividade e equivale a “a si mesma” e "a

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03. (ENEM – 99) A tabela abaixo apresenta dados referentes à mortalidade infantil, à porcentagem de famílias de baixa renda com crianças menores de 6 anos e às taxas de analfabetismo das diferentes regiões brasileiras e do Brasil como um todo.

com crianças menores de 6 anos e às taxas de analfabetismo das diferentes regiões brasileiras e
com crianças menores de 6 anos e às taxas de analfabetismo das diferentes regiões brasileiras e

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Suponha que um grupo de alunos recebeu a tarefa de pesquisar fatores que interferem na manutenção da saúde ou no desenvolvimento de doenças. O primeiro grupo deveria colher dados que apoiassem a ideia de que combatendo-se agentes biológicos e químicos garante-se a saúde. Já o segundo grupo deveria cole- tar informações que reforçassem a ideia de que a saúde de um indivíduo está diretamente relacionada à sua condição socioeconômica.

que reforçassem a ideia de que a saúde de um indivíduo está diretamente relacionada à sua
que reforçassem a ideia de que a saúde de um indivíduo está diretamente relacionada à sua

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Os dados da tabela podem ser utilizados apropria- damente para

a) apoiar apenas a argumentação do primeiro grupo.

b) apoiar apenas a argumentação do segundo grupo.

c) refutar apenas a posição a ser defendida pelo segundo grupo.

d) apoiar a argumentação dos dois grupos.

e) refutar as posições a serem defendidas pelos dois grupos.

segundo grupo. d) apoiar a argumentação dos dois grupos. e) refutar as posições a serem defendidas
segundo grupo. d) apoiar a argumentação dos dois grupos. e) refutar as posições a serem defendidas

RESPOSTA

Os dados da tabela podem ser utilizados apropria- damente para a) apoiar apenas a argumentação do primeiro grupo. B) apoiar apenas a argumentação do segundo grupo. c) refutar apenas a posição a ser defendida pelo segundo grupo. d) apoiar a argumentação dos dois grupos. e) refutar as posições a serem defendidas pelos dois grupos.

segundo grupo. d) apoiar a argumentação dos dois grupos. e) refutar as posições a serem defendidas
segundo grupo. d) apoiar a argumentação dos dois grupos. e) refutar as posições a serem defendidas

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04. (ENEM – 2000) Em uma conversa ou leitura de um texto, corre-se o risco de atribuir um significado inadequado a um termo ou expressão, e isso pode levar a certos resultados inesperados, como se vê nos quadrinhos abaixo.

resultados inesperados, como se vê nos quadrinhos abaixo. (SOUZA, Maurício de. Chico Bento . Rio de

(SOUZA, Maurício de. Chico Bento. Rio de Janeiro: Ed. Globo, no 335,

Nov./99)

como se vê nos quadrinhos abaixo. (SOUZA, Maurício de. Chico Bento . Rio de Janeiro: Ed.

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Nessa historinha, o efeito humorístico origina-se de

uma situação criada pela fala da Rosinha no primeiro quadrinho, que é:

a) Faz uma pose bonita!
b) Quer tirar um retrato?

c) Sua barriga está aparecendo!

d) Olha o passarinho! e) Cuidado com o flash!

pose bonita! b) Quer tirar um retrato? c) Sua barriga está aparecendo! d) Olha o passarinho!
pose bonita! b) Quer tirar um retrato? c) Sua barriga está aparecendo! d) Olha o passarinho!

RESPOSTA

Nessa historinha, o efeito humorístico origina-se de

uma situação criada pela fala da Rosinha no primeiro quadrinho, que é:

a) Faz uma pose bonita!
b) Quer tirar um retrato?

c) Sua barriga está aparecendo! D) Olha o passarinho!

e) Cuidado com o flash!

pose bonita! b) Quer tirar um retrato? c) Sua barriga está aparecendo! D) Olha o passarinho!
pose bonita! b) Quer tirar um retrato? c) Sua barriga está aparecendo! D) Olha o passarinho!

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05. (ENEM – 2000) As histórias em quadrinhos, por vezes, utilizam animais como personagens e a eles atribuem comportamento humano. O gato Garfield é exemplo desse fato.

comportamento humano. O gato Garfield é exemplo desse fato. Fonte: Caderno Vida e Arte, Jornal do

Fonte: Caderno Vida e Arte, Jornal do Povo, Fortaleza

comportamento humano. O gato Garfield é exemplo desse fato. Fonte: Caderno Vida e Arte, Jornal do
comportamento humano. O gato Garfield é exemplo desse fato. Fonte: Caderno Vida e Arte, Jornal do

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Van Gogh, pintor holandês nascido em 1853, é um dos principais nomes da pintura mundial. É dele o quadro abaixo.

em 1853, é um dos principais nomes da pintura mundial. É dele o quadro abaixo. VAN

VAN GOGH Autorretrato de orelha cortada

em 1853, é um dos principais nomes da pintura mundial. É dele o quadro abaixo. VAN
em 1853, é um dos principais nomes da pintura mundial. É dele o quadro abaixo. VAN

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O 3º quadrinho sugere que Garfield:

a) desconhece tudo sobre arte, por isso faz a suges-

tão.

b) acredita que todo pintor deve fazer algo diferente.

c) defende que para ser pintor a pessoa tem de sofrer.

d) conhece a história de um pintor famoso e faz uso

da ironia.

e) acredita que seu dono tenha tendência artística e,

por isso, faz a sugestão.

um pintor famoso e faz uso da ironia. e) acredita que seu dono tenha tendência artística
um pintor famoso e faz uso da ironia. e) acredita que seu dono tenha tendência artística

RESPOSTA

O 3º quadrinho sugere que Garfield:

a) desconhece tudo sobre arte, por isso faz a suges-

tão.

b) acredita que todo pintor deve fazer algo diferente.

c) defende que para ser pintor a pessoa tem de sofrer.

D) conhece a história de um pintor famoso e faz uso da ironia.

e) acredita que seu dono tenha tendência artística e,

por isso, faz a sugestão.

um pintor famoso e faz uso da ironia. e) acredita que seu dono tenha tendência artística
um pintor famoso e faz uso da ironia. e) acredita que seu dono tenha tendência artística

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06. (ENEM – 2001)

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É importante exercitar 06. (ENEM – 2001) ?
É importante exercitar 06. (ENEM – 2001) ?
É importante exercitar 06. (ENEM – 2001) ?

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O problema enfrentado pelo migrante e o sentido da expressão “sustança” expressos nos quadrinhos, po- dem ser, respectivamente, relacionados a

a) rejeição / alimentos básicos.

b) discriminação / força de trabalho.

c) falta de compreensão / matérias-primas.

d) preconceito / vestuário.

e) legitimidade / sobrevivência.

de trabalho. c) falta de compreensão / matérias-primas. d) preconceito / vestuário. e) legitimidade / sobrevivência.
de trabalho. c) falta de compreensão / matérias-primas. d) preconceito / vestuário. e) legitimidade / sobrevivência.

RESPOSTA

O problema enfrentado pelo migrante e o sentido da expressão “sustança” expressos nos quadrinhos, po- dem ser, respectivamente, relacionados a

a) rejeição / alimentos básicos.

B) discriminação / força de trabalho.

c) falta de compreensão / matérias-primas.

d) preconceito / vestuário.

e) legitimidade / sobrevivência.

de trabalho. c) falta de compreensão / matérias-primas. d) preconceito / vestuário. e) legitimidade / sobrevivência.
de trabalho. c) falta de compreensão / matérias-primas. d) preconceito / vestuário. e) legitimidade / sobrevivência.

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07. (ENEM – 2001) Rui Guerra e Chico Buarque de Holanda escreveram uma peça para teatro chamada Calabar, pondo em

dúvida a reputação de traidor que foi atribuída a Calabar, pernambucano que ajudou decisivamente os holandeses na invasão do Nordeste brasileiro, em

1632.

- Calabar traiu o Brasil que ainda não existia? Traiu Portugal, nação que explorava a colônia onde Calabar havia nascido? Calabar, mulato em uma sociedade escravista e discriminatória, traiu a elite branca? Os textos referem-se também a esta personagem.

em uma sociedade escravista e discriminatória, traiu a elite branca? Os textos referem-se também a esta
em uma sociedade escravista e discriminatória, traiu a elite branca? Os textos referem-se também a esta

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males que causou à Pátria, a História, a

inflexível História, lhe chamará infiel, desertor e traidor, por todos os séculos” Visconde de Porto Seguro, in: SOUZA JÚNIOR, A. Do Recôncavo aos Guararapes. Rio de Janeiro: Bibliex,

Texto I:

dos

1949.

Texto II: Sertanista experimentado, em 1627 procurava as minas de Belchior Dias com a gente da Casa da Torre; ajudara Matias de Albuquerque na defesa do Arraial, onde fora ferido, e desertara em consequência de vários crimes ”

praticados

roubo). CA L M O N , P. Histó r i a d o Brasil. Ri o d e Ja n eiro : Jo sé Olympio, 1959.

(os crimes referidos são o de contrabando e

N , P. Histó r i a d o Brasil. Ri o d e Ja n
N , P. Histó r i a d o Brasil. Ri o d e Ja n

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Pode-se afirmar que:

?

a) A peça e os textos abordam a temática de maneira parcial e chegam às mesmas conclusões. b) A peça e o texto I refletem uma postura tolerante com relação à suposta traição de Calabar, e o texto II mostra uma posição contrária à atitude de Calabar. c) Os textos I e II mostram uma postura contrária à atitude de Calabar, e a peça demonstra uma posição indiferente em relação ao seu suposto ato de traição.

à atitude de Calabar, e a peça demonstra uma posição indiferente em relação ao seu suposto
à atitude de Calabar, e a peça demonstra uma posição indiferente em relação ao seu suposto

É importante exercitar

?

d) A peça e o texto II são neutros com relação à suposta traição de Calabar, ao contrário do texto I, que condena a atitude de Calabar. e) A peça questiona a validade da reputação de traidor que o texto I atribui a Calabar, enquanto o texto II descreve ações positivas e negativas dessa personagem.

de traidor que o texto I atribui a Calabar, enquanto o texto II descreve ações positivas
de traidor que o texto I atribui a Calabar, enquanto o texto II descreve ações positivas

RESPOSTA

d) A peça e o texto II são neutros com relação à suposta traição de Calabar, ao contrário do texto I, que condena a atitude de Calabar. E) A peça questiona a validade da reputação de traidor que o texto I atribui a Calabar, enquanto o texto II descreve ações positivas e negativas dessa personagem.

de traidor que o texto I atribui a Calabar, enquanto o texto II descreve ações positivas
de traidor que o texto I atribui a Calabar, enquanto o texto II descreve ações positivas

É importante exercitar

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08. (ENEM – 2002)

É importante exercitar ? 08. (ENEM – 2002) O Globo, 01/09/2001.

O Globo, 01/09/2001.

É importante exercitar ? 08. (ENEM – 2002) O Globo, 01/09/2001.
É importante exercitar ? 08. (ENEM – 2002) O Globo, 01/09/2001.

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?

Na charge, a arrogância do gato com relação ao

comportamento alimentar da minhoca, do ponto de vista biológico, a) não se justifica, porque ambos, como consumidores, devem cavar diariamente o seu próprio alimento.

b) é justificável, visto que o felino possui função superior à

da minhoca numa teia alimentar.

c) não se justifica, porque ambos são consumidores primários em uma teia alimentar.

d) é justificável, porque as minhocas, por se alimentarem

de detritos, não participam das cadeias alimentares.

e) é justificável, porque os vertebrados ocupam o topo das

teias alimentares.

não participam das cadeias alimentares. e) é justificável, porque os vertebrados ocupam o topo das teias
não participam das cadeias alimentares. e) é justificável, porque os vertebrados ocupam o topo das teias

RESPOSTA

Na charge, a arrogância do gato com relação ao comportamento alimentar da minhoca, do ponto de vista biológico,

A) não se justifica, porque ambos, como consumidores, devem cavar diariamente o seu próprio alimento.

b) é justificável, visto que o felino possui função superior à

da minhoca numa teia alimentar.

c) não se justifica, porque ambos são consumidores primários em uma teia alimentar.

d) é justificável, porque as minhocas, por se alimentarem

de detritos, não participam das cadeias alimentares.

e) é justificável, porque os vertebrados ocupam o topo das

teias alimentares.

não participam das cadeias alimentares. e) é justificável, porque os vertebrados ocupam o topo das teias
não participam das cadeias alimentares. e) é justificável, porque os vertebrados ocupam o topo das teias

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?

09. (ENEM – 2002) O autor da tira utilizou os princípios de composição de um conhecido movimento artístico para representar a necessidade de um mesmo observador aprender a considerar, simultaneamente, diferentes pontos de vista.

para representar a necessidade de um mesmo observador aprender a considerar, simultaneamente, diferentes pontos de vista.
para representar a necessidade de um mesmo observador aprender a considerar, simultaneamente, diferentes pontos de vista.
para representar a necessidade de um mesmo observador aprender a considerar, simultaneamente, diferentes pontos de vista.

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?

Das obras reproduzidas, todas de autoria do pintor espanhol Pablo Picasso, aquela em cuja composição foi adotado um procedimento semelhante é:

todas de autoria do pintor espanhol Pablo Picasso, aquela em cuja composição foi adotado um procedimento
todas de autoria do pintor espanhol Pablo Picasso, aquela em cuja composição foi adotado um procedimento
todas de autoria do pintor espanhol Pablo Picasso, aquela em cuja composição foi adotado um procedimento

RESPOSTA

Das obras reproduzidas, todas de autoria do pintor espanhol Pablo Picasso, aquela em cuja composição foi adotado um procedimento semelhante é:

X
X
de autoria do pintor espanhol Pablo Picasso, aquela em cuja composição foi adotado um procedimento semelhante
de autoria do pintor espanhol Pablo Picasso, aquela em cuja composição foi adotado um procedimento semelhante

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10. (ENEM – 2002) Em 1958, a seleção brasileira foi campeã mundial pela primeira vez. O texto foi extraído da crônica “A alegria de ser brasileiro”, do dramaturgo Nelson Rodrigues, publicada naquele ano pelo jornal Última Hora. “Agora, com a chegada da equipe imortal, as lágrimas rolam. Convenhamos que a seleção as merece. Merece por tudo: não só pelo futebol, que foi o mais belo que os olhos mortais já contemplaram, como também pelo seu maravilhoso índice disciplinar. Até este Campeonato, o brasileiro julgava-se um cafajeste nato e hereditário.

pelo seu maravilhoso índice disciplinar. Até este Campeonato, o brasileiro julgava-se um cafajeste nato e hereditário.
pelo seu maravilhoso índice disciplinar. Até este Campeonato, o brasileiro julgava-se um cafajeste nato e hereditário.

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?

Olhava o inglês e tinha-lhe inveja. Achava o inglês o sujeito mais fino, mais sóbrio, de uma polidez e de uma cerimônia inenarráveis. E, súbito, há o Mundial. Todo mundo baixou o sarrafo no Brasil. Suecos, britânicos, alemães, franceses, checos, russos, davam botinadas em penca. Só o brasileiro se mantinha ferozmente dentro dos limites rígidos da

esportividade. Então, se verificou o seguinte: o inglês, tal como o concebíamos, não existe. O único inglês que apareceu no Mundial foi o brasileiro. Por tantos

motivos, vamos perder a vergonha (

no meio-fio e chorar. Porque é uma alegria ser brasileiro, amigos.”

vamos sentar

),

motivos, vamos perder a vergonha ( no meio-fio e chorar. Porque é uma alegria ser brasileiro,
motivos, vamos perder a vergonha ( no meio-fio e chorar. Porque é uma alegria ser brasileiro,

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?

Além de destacar a beleza do futebol brasileiro, Nelson Rodrigues quis dizer que o comportamento dos jogadores dentro do campo a) foi prejudicial para a equipe e quase pôs a perder a conquista da copa do mundo. b) mostrou que os brasileiros tinham as mesmas qualidades que admiravam nos europeus, principalmente nos ingleses. c) ressaltou o sentimento de inferioridade dos jogadores brasileiros em relação aos europeus, o que os impediu de revidar as agressões sofridas.

de inferioridade dos jogadores brasileiros em relação aos europeus, o que os impediu de revidar as
de inferioridade dos jogadores brasileiros em relação aos europeus, o que os impediu de revidar as

RESPOSTA

Além de destacar a beleza do futebol brasileiro, Nelson Rodrigues quis dizer que o comportamento dos jogadores dentro do campo a) foi prejudicial para a equipe e quase pôs a perder a conquista da copa do mundo. B) mostrou que os brasileiros tinham as mesmas qualidades que admiravam nos europeus, principalmente nos ingleses. c) ressaltou o sentimento de inferioridade dos jogadores brasileiros em relação aos europeus, o que os impediu de revidar as agressões sofridas.

de inferioridade dos jogadores brasileiros em relação aos europeus, o que os impediu de revidar as
de inferioridade dos jogadores brasileiros em relação aos europeus, o que os impediu de revidar as

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d) mostrou que o choro poderia aliviar o sentimento de que os europeus eram superiores aos brasileiros. e) mostrou que os brasileiros eram iguais aos europeus, podendo comportar-se como eles, que não respeitavam os limites da esportividade.

os brasileiros eram iguais aos europeus, podendo comportar-se como eles, que não respeitavam os limites da
os brasileiros eram iguais aos europeus, podendo comportar-se como eles, que não respeitavam os limites da

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11. (ENEM – 2002) Good-bye

?

“Não é mais boa noite, nem bom dia Só se fala good morning, good night Já se desprezou o lampião de querosene Lá no morro só se usa a luz da Light Oh yes!”

A marchinha Good-bye, composta por Assis Valente há cerca de 50 anos, refere-se ao ambiente das favelas dos morros cariocas. A estrofe citada mostra

por Assis Valente há cerca de 50 anos, refere-se ao ambiente das favelas dos morros cariocas.
por Assis Valente há cerca de 50 anos, refere-se ao ambiente das favelas dos morros cariocas.

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?

a) como a questão do racionamento da energia elétrica, bem como a da penetração dos anglicismos no vocabulário brasileiro, iniciaram-se em meados do século passado. b) como a modernidade, associada simbolicamente à eletrificação e ao uso de anglicismos, atingia toda a população brasileira, mas também como, a despeito disso, persistia a desigualdade social. c) como as populações excluídas se apropriavam aos poucos de elementos de modernidade, saindo de uma situação de exclusão social, o que é sugerido pelo título da música.

de elementos de modernidade, saindo de uma situação de exclusão social, o que é sugerido pelo
de elementos de modernidade, saindo de uma situação de exclusão social, o que é sugerido pelo

RESPOSTA

a) como a questão do racionamento da energia elétrica, bem como a da penetração dos anglicismos no vocabulário brasileiro, iniciaram-se em meados do século passado. B) como a modernidade, associada simbolicamente à eletrificação e ao uso de anglicismos, atingia toda a população brasileira, mas também como, a despeito disso, persistia a desigualdade social. c) como as populações excluídas se apropriavam aos poucos de elementos de modernidade, saindo de uma situação de exclusão social, o que é sugerido pelo título da música.

de elementos de modernidade, saindo de uma situação de exclusão social, o que é sugerido pelo
de elementos de modernidade, saindo de uma situação de exclusão social, o que é sugerido pelo

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?

d) os resultados benéficos da política de boa vizinhan- ça norte-americana, que permitia aos poucos que o Brasil se inserisse numa cultura e economia globa- lizadas. e) o desprezo do compositor pela cultura e pelas condições de vida atrasadas características do “morro”, isto é, dos bairros pobres da cidade do Rio de Janeiro.

condições de vida atrasadas características do “morro”, isto é, dos bairros pobres da cidade do Rio
condições de vida atrasadas características do “morro”, isto é, dos bairros pobres da cidade do Rio

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12. (ENEM – 2002) A crônica muitas vezes constitui um espaço para reflexão sobre aspectos da sociedade em que vivemos.

“Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora. Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua.

Não estava. Queria saber a hora. Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não
Não estava. Queria saber a hora. Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não

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É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que

usa relógioea mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa

Na verdade não

existem meninos De rua. Existem meninos NA rua. E toda vez que um menino está NA rua é porque alguém o botou lá. Os meninos não vão sozinhos aos lugares. Assim como são postos no mundo, durante muitos anos também são postos onde quer que estejam. Resta ver quem os põe na rua. E por quê.”

que ele é pivete, trombadinha, ladrão. (

)

postos onde quer que estejam. Resta ver quem os põe na rua. E por quê.” que
postos onde quer que estejam. Resta ver quem os põe na rua. E por quê.” que

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?

COLASSANTI, Marina. In: Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

No terceiro parágrafo em

“não existem meninos De

rua. Existem meninos NA rua.”, a troca de De pelo Na determina que a relação de sentido entre “menino” e “rua” seja

a) de localização e não de qualidade.

b) de origem e não de posse.

c) de origem e não de localização.

d) de qualidade e não de origem.

e) de posse e não de localização.

de posse. c) de origem e não de localização. d) de qualidade e não de origem.
de posse. c) de origem e não de localização. d) de qualidade e não de origem.

RESPOSTA

COLASSANTI, Marina. In: Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

No terceiro parágrafo em

“não existem meninos De

rua. Existem meninos NA rua.”, a troca de De pelo Na determina que a relação de sentido entre “menino” e “rua” seja A) de localização e não de qualidade.

b) de origem e não de posse.

c) de origem e não de localização.

d) de qualidade e não de origem.

e) de posse e não de localização.

de posse. c) de origem e não de localização. d) de qualidade e não de origem.
de posse. c) de origem e não de localização. d) de qualidade e não de origem.

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13. (ENEM – 2002)

?

É importante exercitar 13. (ENEM – 2002) ?
É importante exercitar 13. (ENEM – 2002) ?
É importante exercitar 13. (ENEM – 2002) ?

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?

De acordo com a história em quadrinhos protagoni- zada por Hagar e seu filho Hamlet, pode-se afirmar que a postura de Hagar a) valoriza a existência da diversidade social e de culturas, e as várias representações e explicações desse universo. b) desvaloriza a existência da diversidade social e as várias culturas, e determina uma única explicação para esse universo. c) valoriza a possibilidade de explicar as sociedades e as culturas a partir de várias visões de mundo.

esse universo. c) valoriza a possibilidade de explicar as sociedades e as culturas a partir de
esse universo. c) valoriza a possibilidade de explicar as sociedades e as culturas a partir de

RESPOSTA

De acordo com a história em quadrinhos protagoni- zada por Hagar e seu filho Hamlet, pode-se afirmar que a postura de Hagar a) valoriza a existência da diversidade social e de culturas, e as várias representações e explicações desse universo. B) desvaloriza a existência da diversidade social e as várias culturas, e determina uma única explicação para esse universo. c) valoriza a possibilidade de explicar as sociedades e as culturas a partir de várias visões de mundo.

esse universo. c) valoriza a possibilidade de explicar as sociedades e as culturas a partir de
esse universo. c) valoriza a possibilidade de explicar as sociedades e as culturas a partir de

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?

d) valoriza a pluralidade cultural e social ao aproximar a visão de mundo de navegantes e não-navegantes. e) desvaloriza a pluralidade cultural e social, ao considerar o mundo habitado apenas pelos navegantes.

e não-navegantes. e) desvaloriza a pluralidade cultural e social, ao considerar o mundo habitado apenas pelos
e não-navegantes. e) desvaloriza a pluralidade cultural e social, ao considerar o mundo habitado apenas pelos

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14. (ENEM – 2003) A Propaganda pode ser definida como divulgação intencional e constante de mensagens destinadas a um determinado auditório visando criar uma imagem positiva ou negativa de determinados fenômenos. A Propaganda está muitas vezes ligada à idéia de manipulação de grandes massas por parte de pequenos grupos. Alguns princípios da Propaganda são: o princípio da simplificação, da saturação, da deformação e da parcialidade. (Adaptado de Norberto Bobbio, et al. Dicionário de Política)

da saturação, da deformação e da parcialidade. (Adaptado de Norberto Bobbio, et al. Dicionário de Política)
da saturação, da deformação e da parcialidade. (Adaptado de Norberto Bobbio, et al. Dicionário de Política)

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?

Segundo o texto, muitas vezes a propaganda a) não permite que minorias imponham ideias à maioria.

b) depende diretamente da qualidade do produto que é vendido. c) favorece o controle das massas difundindo as contradições do produto.

d) está voltada especialmente para os interesses de

quem vende o produto.

e) convida o comprador à reflexão sobre a natureza

do que se propõe vender.

para os interesses de quem vende o produto. e) convida o comprador à reflexão sobre a
para os interesses de quem vende o produto. e) convida o comprador à reflexão sobre a

RESPOSTA

Segundo o texto, muitas vezes a propaganda a) não permite que minorias imponham ideias à maioria. b) depende diretamente da qualidade do produto que é vendido. c) favorece o controle das massas difundindo as contradições do produto. D) está voltada especialmente para os interesses de quem vende o produto. e) convida o comprador à reflexão sobre a natureza do que se propõe vender.

para os interesses de quem vende o produto. e) convida o comprador à reflexão sobre a
para os interesses de quem vende o produto. e) convida o comprador à reflexão sobre a

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15. (ENEM – 2003) Do pedacinho de papel ao livro impresso vai uma longa

distância. Mas o que o escritor quer, mesmo, é isso: ver o seu texto em letra de forma. A gaveta é ótima para aplacar

a fúria criativa; ela faz amadurecer o texto da mesma

forma que a adega faz amadurecer o vinho. Em certos casos, a cesta de papel é melhor ainda.

O período de maturação na gaveta é necessário, mas não

deve se prolongar muito. ‘Textos guardados acabam

cheirando mal’, disse Silvia Plath, (

deu testemunho das dúvidas que atormentam o escritor:

publicar ou não publicar? guardar ou jogar fora? (Moacyr Scliar. O escritor e seus desafios.)

)

que, com esta frase,

publicar ou não publicar? guardar ou jogar fora? (Moacyr Scliar. O escritor e seus desafios.) )
publicar ou não publicar? guardar ou jogar fora? (Moacyr Scliar. O escritor e seus desafios.) )

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?

Nesse texto, o escritor Moacyr Scliar usa imagens para

refletir sobre uma etapa da criação literária. A ideia de que o processo de maturação do texto nem sempre é o que garante bons resultados está sugerida na seguinte frase:

a) “A gaveta é ótima para aplacar a fúria criativa.”

b) “Em certos casos, a cesta de papel é melhor ainda.”

c) “O período de maturação na gaveta é necessário, (

d) “Mas o que o escritor quer, mesmo, é isso: ver o seu texto em letra de forma.”

e) “ela (a gaveta) faz amadurecer o texto da mesma forma

que a adega faz amadurecer o vinho.”

).”

letra de forma.” e) “ela (a gaveta) faz amadurecer o texto da mesma forma que a
letra de forma.” e) “ela (a gaveta) faz amadurecer o texto da mesma forma que a

RESPOSTA

Nesse texto, o escritor Moacyr Scliar usa imagens para

refletir sobre uma etapa da criação literária. A ideia de que o processo de maturação do texto nem sempre é o que garante bons resultados está sugerida na seguinte frase:

a) “A gaveta é ótima para aplacar a fúria criativa.”

B) “Em certos casos, a cesta de papel é melhor ainda.”

c) “O período de maturação na gaveta é necessário, (

d) “Mas o que o escritor quer, mesmo, é isso: ver o seu texto em letra de forma.”

e) “ela (a gaveta) faz amadurecer o texto da mesma forma

que a adega faz amadurecer o vinho.”

).”

letra de forma.” e) “ela (a gaveta) faz amadurecer o texto da mesma forma que a
letra de forma.” e) “ela (a gaveta) faz amadurecer o texto da mesma forma que a

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16. (ENEM – 2003) Eu começaria dizendo que poesia é uma questão de linguagem. A importância do poeta é que ele torna mais viva a linguagem. Carlos Drummond de Andrade escreveu um dos mais belos versos da língua portuguesa com duas palavras comuns: cão e cheirando. UM CÃO CHEIRANDO O FUTURO (En t re v i sta c om M ário C a r v alho. F olha de S P, 24/05/1988. adaptação) O que deu ao verso de Drummond o caráter de inovador da língua foi

C a r v alho. F olha de S P, 24/05/1988. adaptação) O que deu ao
C a r v alho. F olha de S P, 24/05/1988. adaptação) O que deu ao

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?

a) o modo raro como foi tratado o “futuro”.

b) a referência ao cão como “animal de estimação”.

c) a flexão pouco comum do verbo “cheirar” (gerún- dio).

d) a aproximação não usual do agente citado e a ação

de “cheirar”. e) o emprego do artigo indefinido “um” e do artigo definido “o” na mesma frase.

e a ação de “cheirar”. e) o emprego do artigo indefinido “um” e do artigo definido
e a ação de “cheirar”. e) o emprego do artigo indefinido “um” e do artigo definido

RESPOSTA

A) o modo raro como foi tratado o “futuro”.

b) a referência ao cão como “animal de estimação”.

c) a flexão pouco comum do verbo “cheirar” (gerún- dio).

d) a aproximação não usual do agente citado e a ação

de “cheirar”. e) o emprego do artigo indefinido “um” e do artigo definido “o” na mesma frase.

e a ação de “cheirar”. e) o emprego do artigo indefinido “um” e do artigo definido
e a ação de “cheirar”. e) o emprego do artigo indefinido “um” e do artigo definido

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?

Instruções: As questões de números 17 e 18 referem-se ao poema abaixo. Epígrafe* Murmúrio de água na clepsidra** gotejante, Lentas gotas de som no relógio da torre, Fio de areia na ampulheta vigilante, Leve sombra azulando a pedra do quadrante*** Assim se escoa a hora, assim se vive e morre Homem, que fazes tu? Para que tanta lida, Tão doidas ambições, tanto ódio e tanta ameaça? Procuremos somente a Beleza, que a vida É um punhado infantil de areia ressequida, Um som de água ou de bronze e uma sombra que passa

a Beleza, que a vida É um punhado infantil de areia ressequida, Um som de água
a Beleza, que a vida É um punhado infantil de areia ressequida, Um som de água

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?

(Eugênio de Castro. Antologia pessoal da poesia portuguesa) (*) Epígrafe: inscrição colocada no ponto mais alto; tema. (**) Clepsidra: relógio de água. (***) Pedra do quadrante: parte superior de um relógio de sol.

mais alto; tema. (**) Clepsidra : relógio de água. (***) Pedra do quadrante : parte superior
mais alto; tema. (**) Clepsidra : relógio de água. (***) Pedra do quadrante : parte superior

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17. (ENEM – 2003)

?

A imagem contida em “lentas gotas de som” (verso 2)

é retomada na segunda estrofe por meio da expres-

são:

a) tanta ameaça.
b) som de bronze.
c) punhado de areia.
d) sombra que passa.
e) somente a Beleza.

da expres- são: a) tanta ameaça. b) som de bronze. c) punhado de areia. d) sombra
da expres- são: a) tanta ameaça. b) som de bronze. c) punhado de areia. d) sombra

RESPOSTA

17. (ENEM – 2003)

A imagem contida em “lentas gotas de som” (verso 2)

é retomada na segunda estrofe por meio da expres-

são:

a) tanta ameaça.

B) som de bronze.

c) punhado de areia. d) sombra que passa. e) somente a Beleza.

meio da expres- são: a) tanta ameaça. B) som de bronze. c) punhado de areia. d)
meio da expres- são: a) tanta ameaça. B) som de bronze. c) punhado de areia. d)

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?

18. (ENEM – 2003)

Neste poema, o que leva o poeta a questionar deter- minadas ações humanas (versos 6 e 7) é a

a) infantilidade do ser humano.

b) destruição da natureza.

c) exaltação da violência.

d) inutilidade do trabalho. e) brevidade da vida.

ser humano. b) destruição da natureza. c) exaltação da violência. d) inutilidade do trabalho. e) brevidade
ser humano. b) destruição da natureza. c) exaltação da violência. d) inutilidade do trabalho. e) brevidade

RESPOSTA

18. (ENEM – 2003)

Neste poema, o que leva o poeta a questionar deter- minadas ações humanas (versos 6 e 7) é a

a) infantilidade do ser humano.

b) destruição da natureza.

c) exaltação da violência.

d) inutilidade do trabalho.

E) brevidade da vida.

ser humano. b) destruição da natureza. c) exaltação da violência. d) inutilidade do trabalho. E) brevidade
ser humano. b) destruição da natureza. c) exaltação da violência. d) inutilidade do trabalho. E) brevidade

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19. (ENEM – 2003)

?

É importante exercitar 19. (ENEM – 2003) ? O humor presente na tirinha decorre principalmente do

O humor presente na tirinha decorre principalmente do fato de a personagem Mafalda

exercitar 19. (ENEM – 2003) ? O humor presente na tirinha decorre principalmente do fato de
exercitar 19. (ENEM – 2003) ? O humor presente na tirinha decorre principalmente do fato de

É importante exercitar

?

a) atribuir, no primeiro quadrinho, poder ilimitado ao

dedo indicador.

b) considerar seu dedo indicador tão importante

quanto o dos patrões.

c) atribuir, no primeiro e no último quadrinhos, um

mesmo sentido ao vocábulo “indicador”.

d) usar corretamente a expressão “indicador de

desemprego”, mesmo sendo criança.

e) atribuir, no último quadrinho, fama exagerada ao

dedo indicador dos patrões.

de desemprego”, mesmo sendo criança. e) atribuir, no último quadrinho, fama exagerada ao dedo indicador dos
de desemprego”, mesmo sendo criança. e) atribuir, no último quadrinho, fama exagerada ao dedo indicador dos

RESPOSTA

a) atribuir, no primeiro quadrinho, poder ilimitado ao

dedo indicador.

b) considerar seu dedo indicador tão importante

quanto o dos patrões.

C) atribuir, no primeiro e no último quadrinhos, um mesmo sentido ao vocábulo “indicador”.

d) usar corretamente a expressão “indicador de

desemprego”, mesmo sendo criança.

e) atribuir, no último quadrinho, fama exagerada ao

dedo indicador dos patrões.

de desemprego”, mesmo sendo criança. e) atribuir, no último quadrinho, fama exagerada ao dedo indicador dos
de desemprego”, mesmo sendo criança. e) atribuir, no último quadrinho, fama exagerada ao dedo indicador dos

É importante exercitar

20. (ENEM – 2003)

?

É importante exercitar 20. (ENEM – 2003) ? (Tarsila do Amaral, Operários.) (Nádia Gotlib. Tarsila do

(Tarsila do Amaral, Operários.) (Nádia Gotlib. Tarsila do Amaral, a modernista.)

exercitar 20. (ENEM – 2003) ? (Tarsila do Amaral, Operários.) (Nádia Gotlib. Tarsila do Amaral, a
exercitar 20. (ENEM – 2003) ? (Tarsila do Amaral, Operários.) (Nádia Gotlib. Tarsila do Amaral, a

É importante exercitar

?

a) “Pensem nas meninas Cegas inexatas Pensem nas mulheres Rotas alteradas.” (Vinícius de Moraes)

b) “Somos muitos severinos iguais em tudo e na sina:

a de abrandar estas pedras suando-se muito em cima.” (João Cabral de Melo Neto)

severinos iguais em tudo e na sina: a de abrandar estas pedras suando-se muito em cima.”
severinos iguais em tudo e na sina: a de abrandar estas pedras suando-se muito em cima.”

RESPOSTA

a) “Pensem nas meninas Cegas inexatas Pensem nas mulheres Rotas alteradas.” (Vinícius de Moraes)

B) “Somos muitos severinos iguais em tudo e na sina:

a de abrandar estas pedras suando-se muito em cima.” (João Cabral de Melo Neto)

severinos iguais em tudo e na sina: a de abrandar estas pedras suando-se muito em cima.”
severinos iguais em tudo e na sina: a de abrandar estas pedras suando-se muito em cima.”

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?

c) “O funcionário público não cabe no poema com seu salário de fome

sua vida fechada em arquivos.” (Ferreira Gullar)

d) “Não sou nada.

Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.” (Fernando Pessoa)

Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os
Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os

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?

e) “Os inocentes do Leblon Não viram o navio entrar ( ) Os inocentes, definitivamente inocentes tudo ig- noravam, mas a areia é quente, e há um óleo suave que eles passam pelas costas, e aquecem.” (Carlos Drummond de Andrade)

mas a areia é quente, e há um óleo suave que eles passam pelas costas, e
mas a areia é quente, e há um óleo suave que eles passam pelas costas, e

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?

21. (ENEM – 2004) O poema abaixo pertence à poesia concreta brasi- leira. O termo latino de seu título significa “epita- lâmio”, poema ou canto em homenagem aos que se casam.

brasi- leira. O termo latino de seu título significa “epita- lâmio”, poema ou canto em homenagem

É importante exercitar

?

Considerando que símbolos e sinais são utilizados geralmente para demonstrações objetivas, ao serem incorporados no poema “Epithalamium - II”,

a) adquirem novo potencial de significação.

b) eliminam a subjetividade do poema.

c) opõem-se ao tema principal do poema.

d) invertem seu sentido original.

e) tornam-se confusos e equivocados.

do poema. c) opõem-se ao tema principal do poema. d) invertem seu sentido original. e) tornam-se
do poema. c) opõem-se ao tema principal do poema. d) invertem seu sentido original. e) tornam-se

RESPOSTA

Considerando que símbolos e sinais são utilizados geralmente para demonstrações objetivas, ao serem incorporados no poema “Epithalamium - II”,

A) adquirem novo potencial de significação.

b) eliminam a subjetividade do poema.

c) opõem-se ao tema principal do poema.

d) invertem seu sentido original.

e) tornam-se confusos e equivocados.

do poema. c) opõem-se ao tema principal do poema. d) invertem seu sentido original. e) tornam-se
do poema. c) opõem-se ao tema principal do poema. d) invertem seu sentido original. e) tornam-se

É importante exercitar

22. (ENEM – 2004)

?

É importante exercitar 22. (ENEM – 2004) ?
É importante exercitar 22. (ENEM – 2004) ?
É importante exercitar 22. (ENEM – 2004) ?

É importante exercitar

?

A conversa entre Mafalda e seus amigos

a) revela a real dificuldade de entendimento entre posi-

ções que pareciam convergir.

b) desvaloriza a diversidade social e cultural e a capaci- dade de entendimento e respeito entre as pessoas. c) expressa o predomínio de uma forma de pensar e a possibilidade de entendimento entre posições divergen- tes.

d) ilustra a possibilidade de entendimento e de respeito

entre as pessoas a partir do debate político de ideias.

e) mostra a preponderância do ponto de vista masculino

nas discussões políticas para superar divergências.

de ideias. e) mostra a preponderância do ponto de vista masculino nas discussões políticas para superar
de ideias. e) mostra a preponderância do ponto de vista masculino nas discussões políticas para superar

RESPOSTA

A conversa entre Mafalda e seus amigos

A) revela a real dificuldade de entendimento entre posi- ções que pareciam convergir.

b) desvaloriza a diversidade social e cultural e a capaci-

dade de entendimento e respeito entre as pessoas.

c) expressa o predomínio de uma forma de pensar e a

possibilidade de entendimento entre posições divergen- tes.

d) ilustra a possibilidade de entendimento e de respeito entre as pessoas a partir do debate político de ideias.

e) mostra a preponderância do ponto de vista masculino

nas discussões políticas para superar divergências.

de ideias. e) mostra a preponderância do ponto de vista masculino nas discussões políticas para superar
de ideias. e) mostra a preponderância do ponto de vista masculino nas discussões políticas para superar

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23. (ENEM – 2004)

Um Sr. Matter, que fez uma viagem de exploração à América do Sul, conta a um jornal sua conversa com um índio jivaro, desses que sabem reduzir a cabeça de um

morto até ela ficar bem pequenina. Queria assistir a uma dessas operações, e o índio lhe disse que exatamente ele tinha contas a acertar com um inimigo. O Sr. Matter:

Não, não! Um homem, não. Faça isso com a cabeça de um macaco. E o índio:

Por que um macaco? Ele não me fez nenhum mal! (Rubem Braga)

não. Faça isso com a cabeça de um macaco. E o índio: Por que um macaco?
não. Faça isso com a cabeça de um macaco. E o índio: Por que um macaco?

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23. (ENEM – 2004)

O

pessoal do cronista, uma informação obtida por ele ou

um caso imaginário.

assunto de uma crônica pode ser uma experiência

O

ser uma descrição objetiva, uma exposição argumen- tativa ou uma narrativa sugestiva. Quanto à finalidade pretendida, pode-se promover uma reflexão, definir um sentimento ou tão-somente provocar o riso.

Na crônica O jivaro, escrita a partir da reportagem de um jornal, Rubem Braga se vale dos seguintes

elementos:

modo de apresentar o assunto também varia: pode

reportagem de um jornal , Rubem Braga se vale dos seguintes elementos: modo de apresentar o
reportagem de um jornal , Rubem Braga se vale dos seguintes elementos: modo de apresentar o

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Assunto

a) caso imagináriodescrição objetivaprovocar o riso

b) informação colhidanarrativa sugestivapromover reflexão

c) informação colhidadescrição objetivadefinir um sentimento

d) experiência pessoalnarrativa sugestivaprovocar o riso

e) experiência pessoalexposição argumentativapromover reflexão

Modo de apresentar

Finalidade

o riso e) experiência pessoal ∙ exposição argumentativa ∙ promover reflexão Modo de apresentar Finalidade
o riso e) experiência pessoal ∙ exposição argumentativa ∙ promover reflexão Modo de apresentar Finalidade

RESPOSTA ?

Assunto

a) caso imagináriodescrição objetivaprovocar o riso

Modo de apresentar

Finalidade

B) informação colhidanarrativa sugestiva

promover reflexão

c) informação colhidadescrição objetivadefinir um sentimento

d) experiência pessoalnarrativa sugestivaprovocar o riso

e) experiência pessoalexposição argumentativapromover reflexão

∙ narrativa sugestiva ∙ provocar o riso e) experiência pessoal ∙ exposição argumentativa ∙ promover reflexão
∙ narrativa sugestiva ∙ provocar o riso e) experiência pessoal ∙ exposição argumentativa ∙ promover reflexão

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24. (ENEM – 2004)

 

Cândido Portinari (1903-1962), em seu livro Retalhos de Minha Vida de Infância, descreve os pés dos trabalha- dores. Pés disformes. Pés que podem contar uma história. Confundiam-se com as pedras e os espinhos. Pés semelhantes aos mapas: com montes e vales, vincos

como rios.

(

)

Pés sofridos com muitos e muitos

quilômetros de marcha. Pés que só os santos têm. Sobre a terra, difícil era distingui-los. Agarrados ao solo, eram como alicerces, muitas vezes suportavam apenas um corpo franzino e doente. (Cândido Portinari, Retrospectiva, Catálogo MASP)

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As fantasias sobre o Novo Mundo, a diversidade da natureza e do homem americano e a crítica social foram temas que inspiraram muitos artistas ao longo de nossa História. Dentre estas imagens, a que melhor caracteriza a crítica social contida no texto de Portinari é

a)

História. Dentre estas imagens, a que melhor caracteriza a crítica social contida no texto de Portinari

b)

História. Dentre estas imagens, a que melhor caracteriza a crítica social contida no texto de Portinari

c)

História. Dentre estas imagens, a que melhor caracteriza a crítica social contida no texto de Portinari
História. Dentre estas imagens, a que melhor caracteriza a crítica social contida no texto de Portinari
História. Dentre estas imagens, a que melhor caracteriza a crítica social contida no texto de Portinari

É importante exercitar

d)

e)

É importante exercitar d) e) ?
É importante exercitar d) e) ?

?

É importante exercitar d) e) ?
É importante exercitar d) e) ?

RESPOSTA

d)

E)

RESPOSTA d) E)
RESPOSTA d) E)
RESPOSTA d) E)
RESPOSTA d) E)

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25. (ENEM – 2004)

?

É importante exercitar 25. (ENEM – 2004) ?
É importante exercitar 25. (ENEM – 2004) ?
É importante exercitar 25. (ENEM – 2004) ?

É importante exercitar

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Nesta tirinha, a personagem faz referência a uma das mais conhecidas figuras de linguagem para

a) condenar a prática de exercícios físicos.
b) valorizar aspectos da vida moderna.
c) desestimular o uso das bicicletas.

d) caracterizar o diálogo entre gerações.

e) criticar a falta de perspectiva do pai.

desestimular o uso das bicicletas. d) caracterizar o diálogo entre gerações. e) criticar a falta de
desestimular o uso das bicicletas. d) caracterizar o diálogo entre gerações. e) criticar a falta de

RESPOSTA

Nesta tirinha, a personagem faz referência a uma das mais conhecidas figuras de linguagem para

a) condenar a prática de exercícios físicos.
b) valorizar aspectos da vida moderna.
c) desestimular o uso das bicicletas.

d) caracterizar o diálogo entre gerações.

E) criticar a falta de perspectiva do pai.

o uso das bicicletas. d) caracterizar o diálogo entre gerações. E) criticar a falta de perspectiva
o uso das bicicletas. d) caracterizar o diálogo entre gerações. E) criticar a falta de perspectiva

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Instruções: As questões de números 26 e 27 refe- rem-se ao poema abaixo.

É importante exercitar ? Instruções: As questões de números 26 e 27 refe- rem-se ao poema
É importante exercitar ? Instruções: As questões de números 26 e 27 refe- rem-se ao poema
É importante exercitar ? Instruções: As questões de números 26 e 27 refe- rem-se ao poema

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26. (ENEM – 2004)

Entre os recursos expressivos empregados no texto, destaca-se a

a) metalinguagem, que consiste em fazer a linguagem

referir-se à própria linguagem.

b) intertextualidade, na qual o texto retoma e reela-

bora outros textos.

c) ironia, que consiste em se dizer o contrário do que

se pensa, com intenção crítica.

d) denotação, caracterizada pelo uso das palavras em

seu sentido próprio e objetivo.

e) prosopopeia, que consiste em personificar coisas

inanimadas, atribuindo-lhes vida.

em seu sentido próprio e objetivo. e) prosopopeia, que consiste em personificar coisas inanimadas, atribuindo-lhes vida.
em seu sentido próprio e objetivo. e) prosopopeia, que consiste em personificar coisas inanimadas, atribuindo-lhes vida.

RESPOSTA

26. (ENEM – 2004)

Entre os recursos expressivos empregados no texto, destaca-se a

a) metalinguagem, que consiste em fazer a linguagem

referir-se à própria linguagem.

b) intertextualidade, na qual o texto retoma e reela-

bora outros textos.

C) ironia, que consiste em se dizer o contrário do que se pensa, com intenção crítica.

d) denotação, caracterizada pelo uso das palavras em

seu sentido próprio e objetivo.

e) prosopopeia, que consiste em personificar coisas

inanimadas, atribuindo-lhes vida.

em seu sentido próprio e objetivo. e) prosopopeia, que consiste em personificar coisas inanimadas, atribuindo-lhes vida.
em seu sentido próprio e objetivo. e) prosopopeia, que consiste em personificar coisas inanimadas, atribuindo-lhes vida.

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27. (ENEM – 2004)

No trecho “Montes Claros cresceu tanto,/ ( que já

tem cinco favelas”, a palavra que contribui para estabelecer uma relação de consequência. Dos se- guintes versos, todos de Carlos Drummond de Andrade, apresentam esse mesmo tipo de relação:

a) “Meu Deus, por que me abandonaste / se sabias

que eu não era Deus / se sabias que eu era fraco.” b) “No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

nunca se

/

),/

ninar

longes

da senzala –

a

nos

e

esqueceu / chamava para o café.”

branco de luz uma voz que aprendeu nunca se / ),/ ninar longes da senzala –
branco de luz uma voz que aprendeu nunca se / ),/ ninar longes da senzala –

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c) “Teus ombros suportam o mundo / e ele não pesa mais que a mão de uma criança.” d) “A ausência é um estar em mim. / E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, / que rio e danço e invento exclamações alegres.” e) “Penetra surdamente no reino das palavras. / Lá estão os poemas que esperam ser escritos.”

alegres.” e) “Penetra surdamente no reino das palavras. / Lá estão os poemas que esperam ser
alegres.” e) “Penetra surdamente no reino das palavras. / Lá estão os poemas que esperam ser

RESPOSTA

c) “Teus ombros suportam o mundo / e ele não pesa mais que a mão de uma criança.” D) “A ausência é um estar em mim. / E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, / que rio e danço e invento exclamações alegres.” e) “Penetra surdamente no reino das palavras. / Lá estão os poemas que esperam ser escritos.”

alegres.” e) “Penetra surdamente no reino das palavras. / Lá estão os poemas que esperam ser
alegres.” e) “Penetra surdamente no reino das palavras. / Lá estão os poemas que esperam ser

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28. (ENEM – 2004) Em conflitos regionais e na guerra entre nações tem sido observada a ocorrência de sequestros, execu- ções sumárias, torturas e outras violações de direitos. Em 10 de dezembro de 1948, a Assembléia Geral das Nações Unidas adotou a Declaração Universal dos Direitos do Homem,que, em seu artigo 5º, afirma:

Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.

seu artigo 5º, afirma: Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos
seu artigo 5º, afirma: Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos

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?

Assim, entre nações que assinaram essa Declaração, é coerente esperar que a) a Constituição de cada país deva se sobrepor aos

Direitos Universais do Homem, apenas enquanto houver conflito.

b) a soberania dos Estados esteja em conformidade com

os Direitos Universais do Homem, até mesmo em situ- ações de conflito.

c) a violação dos direitos humanos por uma nação auto-

rize a mesma violação pela nação adversária. d) sejam estabelecidos limites de tolerância, para além

dos quais a violação aos direitos humanos seria permitida.

e) a autodefesa nacional legitime a supressão dos Direitos

Universais do Homem.

aos direitos humanos seria permitida. e) a autodefesa nacional legitime a supressão dos Direitos Universais do
aos direitos humanos seria permitida. e) a autodefesa nacional legitime a supressão dos Direitos Universais do

RESPOSTA

Assim, entre nações que assinaram essa Declaração, é coerente esperar que a) a Constituição de cada país deva se sobrepor aos Direitos Universais do Homem, apenas enquanto houver conflito. B) a soberania dos Estados esteja em conformidade com os Direitos Universais do Homem, até mesmo em situ- ações de conflito. c) a violação dos direitos humanos por uma nação auto- rize a mesma violação pela nação adversária. d) sejam estabelecidos limites de tolerância, para além dos quais a violação aos direitos humanos seria permitida. e) a autodefesa nacional legitime a supressão dos Direitos Universais do Homem.

aos direitos humanos seria permitida. e) a autodefesa nacional legitime a supressão dos Direitos Universais do
aos direitos humanos seria permitida. e) a autodefesa nacional legitime a supressão dos Direitos Universais do

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29. (ENEM – 2010)

É importante exercitar ? 29. (ENEM – 2010)
É importante exercitar ? 29. (ENEM – 2010)

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30. (ENEM – 2010)

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É importante exercitar 30. (ENEM – 2010) ?
É importante exercitar 30. (ENEM – 2010) ?

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31. (ENEM – 2010)

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É importante exercitar 31. (ENEM – 2010) ?
É importante exercitar 31. (ENEM – 2010) ?
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32. (ENEM – 2010)

É importante exercitar ? 32. (ENEM – 2010)
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33. (ENEM – 2010)

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34. (ENEM – 2010)

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35. (ENEM – 2010)

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36. (ENEM – 2010)

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37. (ENEM – 2010)

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38. (ENEM – 2010)

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39. (ENEM – 2010)

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40. (ENEM – 2010)

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41. (ENEM – 2010)

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42. (ENEM – 2010)

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LEMBRE-SE:

“A adversidade desperta em nós capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas.”

“A adversidade desperta em nós capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas.” Horácio

Horácio

“A adversidade desperta em nós capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas.” Horácio
“A adversidade desperta em nós capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas.” Horácio