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2013 Álgebra | Caderno 01 68 1 www.ednaldoernesto.com.br

2013

Álgebra | Caderno 01

68

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LEGENDA: Resolução em multimídia, disponível no site www.ednaldoernesto.com.br Álgebra | Caderno 01 2 MENSAGEM FINAL
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MENSAGEM FINAL

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Álgebra | Caderno 01 66 ÍNDICE   Página 01 - Histórico 7 02 - Conceitos

Álgebra | Caderno 01

66

Álgebra | Caderno 01 66 ÍNDICE   Página 01 - Histórico 7 02 - Conceitos primitivos
Álgebra | Caderno 01 66 ÍNDICE   Página 01 - Histórico 7 02 - Conceitos primitivos

ÍNDICE

 

Página

01

-

Histórico

7

02 -

Conceitos primitivos

7

03 Formas de representação de um conjunto

-

11

04 Uso dos conectivos

-

12

05 Cardinal de um conjunto

-

14

06 Igualdade de conjuntos

-

16

07 Subconjuntos de um conjunto dado

-

17

08 Operações com conjuntos

-

19

09 - Complementação

23

10 Proposições e Conjuntos

-

26

11 Número de elementos da reunião de conjuntos

-

28

3

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Álgebra | Caderno 01 4 40. Dados os intervalos A = (- 2 ] ;

Álgebra | Caderno 01

4

Álgebra | Caderno 01 4 40. Dados os intervalos A = (- 2 ] ; Representação

40. Dados os intervalos A = (-

2 ] ;
2 ]
;

Representação Geométrica dos intervalos

e

B

= ]

1

;

+

; Representação Geométrica dos intervalos e B = ] 1 ; + ), calcule: a) A

), calcule:

Geométrica dos intervalos e B = ] 1 ; + ), calcule: a) A B b)

a)

A

B
B

b) A

B
B
a) A B b) A B

c)

A - B

 

d) B - A

 

A

B

e)

C

B

f)

C

A

 

A

B

g)

C

IR

41. Dados os intervalos A = [

g) C IR 41. Dados os intervalos A = [ 2 ; -1) e B =

2 ; -1) e B = [

2 ,
2 ,

h)

C

IR

h) C IR 3 ], calcule:

3 ], calcule:

 
 

Representação Geométrica dos intervalos

   

a)

A

B
B

b) A

B
B
a) A B b) A B

c)

A - B

 

d) B - A

 

A

B

e)

C

B

f)

C

A

 

A

B

g)

C

IR

h)

C

IR

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38. Dados os intervalos A = [1/2 ; 3] e B = ] 3/4 ;

38. Dados os intervalos A = [1/2 ; 3]

e

B = ] 3/4 ;

3
3

respostas utilizando o método da compreensão.

[ , calcule os intervalos abaixo e dê as

Representação Geométrica dos intervalos.

a)

A

B
B
e dê as Representação Geométrica dos intervalos. a) A B b) A B c) A -

b) A

B
B

c)

A - B

d) B - A

e)

g)

C

C

A

B

A

IR

f)

h)

C

C

B

A

B

IR

39. Dados os intervalos A = (-4 ; 1] e B = (-

C C B A B IR 39. Dados os intervalos A = (-4 ; 1] e

; 2], calcule:

Representação Geométrica dos intervalos

a)

c)

A

B
B

A - B

Representação Geométrica dos intervalos a) c) A B A - B b) A B d) B

b) A

B
B

d) B - A

Geométrica dos intervalos a) c) A B A - B b) A B d) B -

e) C

A

B

B

f) C A

g) C IR A

B

h) C IR

Álgebra | Caderno 01

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f) C A g) C IR A B h) C IR Álgebra | Caderno 01 64

MENSAGEM INICIAL

JUVENTUDE

Por Nuno Cobra

O maior sonho de todo mundo é conquistar a juventude eterna. E, por mais

estranho que possa parecer, esse desejo está muito longe de ser impossível: ela é realmente eterna enquanto dura a vida.

A juventude não é apenas um conjunto de traços físicos. É um estado de

espírito que prevalece apesar do tempo, e pode ser adquirido em qualquer fase.

Conheço pessoas com vinte e poucos anos que já são velhas, e chego a me espantar com a juventude de certas pessoas com avançadíssima idade cronológica. Todos temos

a oportunidade de escolher se vamos nos colocar diante da vida como velhinhos

encarquilhados ou atravessá-la sorrindo. Cabe a nós esta opção. Deus nos dá a chance de estar do lado que preferirmos, mas poucos se dão conta disso.

O jovem é aquele que vive o lado encantador das coisas e passa os seus dias em

uma contínua alegria. É otimista, tem sempre um sorriso no rosto e um ideal no peito.

É atirado, corajoso e acredita ter muitas experiências maravilhosas pela frente

mesmo sendo um sexagenário. Não tem pensamentos negativos, até porque falta tempo para isso. O velho é aquele que se faz pessimista, tem o rosto pesado o peito angustiado e perspectivas limitadas. Está triste e cansado antes mesmo de chegar aos

trinta anos de idade.

Quem pensa como velho acaba ficando assim. Afinal, no fundo somos o

resultado de tudo que pensamos. Por outro lado, uma mente jovem influencia o corpo a

se manter como tal. Esse tipo de pessoa com uma sintonia tão positiva é a que busca (e

acaba encontrando) maneiras de diminuir a velocidade de envelhecimento do corpo. Torna o seu organismo mais eficiente e, por conseqüência, fica mais resistente a todo

tipo de doença.

Você já percebeu que existem pessoas que nascem velhas? Que viver lhes parece um fardo quase impossível de carregar? Isso porque acham a vida dura e ingrata, reclamam demais, só vêem o lado ruim das coisas. Tudo é muito difícil e trabalhoso. Em vez de aproveitar cada minuto e cada experiência para crescer, elas apenas acumulam mágoas e acabam atraindo para si um furacão de desastres mentais.

Ser jovem é sentir, vibrar, amar, assumir a vida intensamente a cada momento

é nunca ficar à espera de momentos especiais porque especial mesmo é o agora. É valorizar o presente e sonhar alegre com um futuro maravilhoso.

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Álgebra | Caderno 01 6 36. Dados os intervalos A = [-1; 2] e B

Álgebra | Caderno 01

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Álgebra | Caderno 01 6 36. Dados os intervalos A = [-1; 2] e B =

36. Dados os intervalos A = [-1; 2] e B = [0; utilizando o método da compreensão.

A = [-1; 2] e B = [0; utilizando o método da compreensão. 7 [ ,

7 [ , calcule os intervalos abaixo dando a resposta

Representação Geométrica dos intervalos.

a)

A

B
B
resposta Representação Geométrica dos intervalos. a) A B b) A B c) A - B d)

b) A

B
B

c)

A - B

d) B - A

e)

g)

C

C

A

B

A

IR

h)

f) C

B

A

C

B

IR

37. Dados os intervalos A ={x

A B A IR h) f) C B A C B IR 37. Dados os intervalos

IR

B A IR h) f) C B A C B IR 37. Dados os intervalos A

x >

f) C B A C B IR 37. Dados os intervalos A ={x IR x >

2 }

e

B ={x

B IR 37. Dados os intervalos A ={x IR x > 2 } e B ={x

1 < xB IR 37. Dados os intervalos A ={x IR x > 2 } e B ={x

IR

e dê as respostas utilizando a notação de intervalos.

IR e dê as respostas utilizando a notação de intervalos. 4} , calcule os intervalos abaixo

4} , calcule os intervalos abaixo

Representação Geométrica dos intervalos.

a)

A

B
B
abaixo Representação Geométrica dos intervalos. a) A B b) A B c) e) g) A -

b) A

B
B

c)

e)

g)

A - B

C

C

A

B

A

IR

d) B - A

f)

h)

C

C

B

A

B

IR

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Nota : Os intervalos ilimitados também podem ser chamados de Incomensuráveis (pois os mesmos não

Nota:

Os intervalos

ilimitados

também podem ser chamados de Incomensuráveis (pois os

mesmos não podem ser medidos, ou seja, estes intervalos não possuem amplitude que, por definição, é o comprimento do mesmo.

Convenções:

) no extremo de um intervalo indica que o número associado a

esse extremo pertence ao intervalo. II. A bolinha vazia ( o ) no extremo de um intervalo indica que o número associado a esse extremo não pertence ao intervalo.

III. Usaremos sempre a denominação “aberto” nas extremidades que tendem a +

I. A bolinha cheia (

nas extremidades que tendem a + I. A bolinha cheia ( e - . EXERCÍCIOS 35.
nas extremidades que tendem a + I. A bolinha cheia ( e - . EXERCÍCIOS 35.

e -

.
.

EXERCÍCIOS

35. Represente pelo método da compreensão e utilizando a notação específica, os intervalos representados geometricamente abaixo:

os intervalos representados geometricamente abaixo: Álgebra | Caderno 01 62 NOÇÕES SOBRE CONJUNTOS 1.

Álgebra | Caderno 01

62

geometricamente abaixo: Álgebra | Caderno 01 62 NOÇÕES SOBRE CONJUNTOS 1. HISTÓRICO Em 3 de março

NOÇÕES SOBRE CONJUNTOS

1. HISTÓRICO

Em 3 de março de 1845, na cidade russa de S. Petersburgo, nasce Georg Ferdinand Ludwig Philip Cantor, garoto de família simples, que não imaginava tornar-se um dos maiores matemáticos da história. Aos 11 anos transferiu-se para a Alemanha, onde doutorou-se em matemática em 1869 pela Universidade de Berlim e depois passou a trabalhar como professor na pequena cidade alemã de Halle, quando por volta de 1872 desenvolveu a Teoria dos conjuntos. Esta teoria, além de padronizar a linguagem em todos os ramos da matemática, nos trouxe outras grandes contribuições, como, por exemplo, uma definição mais precisa da ideia de infinito, ideia que amedrontara tantos filósofos e matemáticos desde a antiguidade. Embora criticado por alguns matemáticos de sua época, seu trabalho foi bastante bem recebido por outros, destacando o célebre matemático David Hilbert, que certa vez exclamou, defendendo sua teoria: “Ninguém nos expulsará do paraíso que Cantor criou para nós.”

nos expulsará do paraíso que Cantor criou para nós.” Morreu em janeiro de 1918, pálido e

Morreu em janeiro de 1918, pálido e abatido, na Halle Nervenklinik, clínica mental na cidade de Halle. Seu trabalho só foi compreendido e aceito pela comunidade científica algum tempo após a sua morte e até hoje é responsável por grande parte dos fundamentos da matemática.

Georg Cantor é o criador da célebre teoria dos conjuntos. As suas ideias estavam muito adiantadas para o seu tempo e deram origem a grandes controvérsias. No detalhe, Cantor em 1917, poucos meses antes de sua morte.

2. CONCEITOS PRIMITIVOS

CONCEITOS INICIAIS
CONCEITOS
INICIAIS

Segundo Georg Cantor:

CONJUNTO

ELEMENTO

PERTINÊNCIA

Chama-se conjunto o grupamento num todo de entes, pouco importando a natureza dos mesmos, bem definidos e discerníveis, de nossa percepção ou de nosso entendimento, chamados de elementos do conjunto.

7

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Conforme percebemos na conceituação de Cantor é preciso que haja bastante clareza e precisão acerca

Conforme percebemos na conceituação de Cantor é preciso que haja bastante clareza e precisão acerca dos entes que estão sendo agrupados para não haver ambigüidade.

Exemplo: Pergunta: Brasil é um conjunto ? Resposta: Depende

Se agruparmos regiões políticas: Norte, Sul, Nordeste, Centro-oeste e Sudeste e chamarmos tal agrupamento de Brasil. Então teremos:

Se agruparmos Estados: Pernambuco, São

Paulo, Amazonas, Maranhão de Brasil. Então teremos:

e

chamarmos

Maranhão de Brasil. Então teremos: e chamarmos Conjunto: BRASIL Elemento: CADA REGIÃO Conjunto: BRASIL
Maranhão de Brasil. Então teremos: e chamarmos Conjunto: BRASIL Elemento: CADA REGIÃO Conjunto: BRASIL

Conjunto: BRASIL Elemento: CADA REGIÃO

Conjunto: BRASIL Elemento: CADA ESTADO

Todavia: Se não tivermos agrupado ou ainda não soubermos o que foi agrupado não faz sentido matematicamente afirmar que Brasil é um conjunto.

Os entes que foram agrupados para formar o conjunto são denominados elementos

Álgebra | Caderno 01

8

conjunto são denominados elementos Álgebra | Caderno 01 8 07. INTERVALOS Conjuntos densos representam “pedaços”

07. INTERVALOS

Conjuntos densos representam “pedaços” de reta, isto é, intervalos reais.

Chamamos

intervalo

qualquer

subconjunto

contínuo

de

R.,

geometricamente

os

intervalos reais correspondem a segmentos ou semi-retas que têm como reta suporte a reta real.

ou semi-retas que têm como reta suporte a reta real. Intervalo aberto Intervalo semi-aberto (semi-fechado)
ou semi-retas que têm como reta suporte a reta real. Intervalo aberto Intervalo semi-aberto (semi-fechado)
ou semi-retas que têm como reta suporte a reta real. Intervalo aberto Intervalo semi-aberto (semi-fechado)
ou semi-retas que têm como reta suporte a reta real. Intervalo aberto Intervalo semi-aberto (semi-fechado)
ou semi-retas que têm como reta suporte a reta real. Intervalo aberto Intervalo semi-aberto (semi-fechado)
ou semi-retas que têm como reta suporte a reta real. Intervalo aberto Intervalo semi-aberto (semi-fechado)
ou semi-retas que têm como reta suporte a reta real. Intervalo aberto Intervalo semi-aberto (semi-fechado)
ou semi-retas que têm como reta suporte a reta real. Intervalo aberto Intervalo semi-aberto (semi-fechado)

Intervalo aberto

Intervalo semi-aberto

(semi-fechado)

Intervalo semi-aberto

(semi-fechado)

Intervalos

Limitados

Intervalo semi-aberto (semi-fechado) Intervalos Limitados Intervalos Ilimitados 61 www.ednaldoernesto.com.br
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Intervalos

Ilimitados

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V ejamos como posicionar os Irracionais 2 , 3 e seus simétricos na reta real:

Vejamos como posicionar os Irracionais

V ejamos como posicionar os Irracionais 2 , 3 e seus simétricos na reta real: Vejamos

2 ,

V ejamos como posicionar os Irracionais 2 , 3 e seus simétricos na reta real: Vejamos

3 e seus simétricos na reta real:

os Irracionais 2 , 3 e seus simétricos na reta real: Vejamos agora um método intuitivo
Vejamos agora um método intuitivo para a localização do número Irracional na reta real:
Vejamos agora um método intuitivo para a localização do número Irracional
na reta real:

Álgebra | Caderno 01

60

número Irracional na reta real: Álgebra | Caderno 01 60 Exemplo : o conjunto das vogais

Exemplo:

o conjunto das vogais latinas é:

V = {a; e; i; o; u}

ou

V = {e; i; a; u; o}

ou

V = { a; e; o; i; u}

Vimos que conjunto é um conceito primitivo. Compreenderemos mais profundamente o

significado de um conceito primitivo à medida que formos trabalhando com cada um deles.

Podemos imaginar que um conjunto seja como um pacote de supermercado que

contenha em seu interior os elementos.

Em nosso exemplo, a visualização de {a; e; i; o; u} seria:

Exemplo:

Considere dois pacotinhos de letras, V e C, as consoantes:

o primeiro com as

de letras, V e C, as consoantes: o primeiro com as vogais e o segundo com

vogais e o segundo com

V = C =
V =
C =

Esses pacotinhos correspondem a conjuntos cujos elementos são, respectivamente, as vogais e as consoantes.

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Coloquemos esses pacotinhos dentro de um outro pacote, que chamaremos de A: OU Em linguagem

Coloquemos esses pacotinhos dentro de um outro pacote, que chamaremos de A:

pacotinhos dentro de um outro pacote, que chamaremos de A: OU Em linguagem de conjuntos poderíamos

OU

Em linguagem de conjuntos poderíamos escrever:

V = {a; e; i; o; u} ;

C = {b; c; d; f;

; x; y; z}

escrever: V = {a; e; i; o; u} ; C = {b; c; d; f; ;

e

A = {V; C}

Portanto, o conjunto A tem dois elementos, V e C. Como V é elemento de A, V A;

A tem dois elementos, V e C. Como V é elemento de A, V A; A.

A. Isto nos leva a concluir que um conjunto pode ser elemento de

nos leva a concluir que um conjunto pode ser elemento de como C é elemento de

como C é elemento de A, C outro.

Um ente qualquer pode ou não ser elemento de um certo conjunto para fazer tal indicação temos a relação de pertinência:

AFIRMATIVA NEGATIVA X A X A O ente O conjunto O ente O conjunto
AFIRMATIVA
NEGATIVA
X
A
X
A
O ente
O conjunto
O ente
O conjunto

É ELEMENTO

DE

NÃO É ELEMENTO DE

Esta notação é devida ao matemático italiano Giuseppe Peano (1859 - 1932).

Álgebra | Caderno 01

10

Giuseppe Peano (1859 - 1932). Álgebra | Caderno 01 10 Os números racionais, entretanto, não preenchem

Os números racionais, entretanto, não preenchem completamente a reta, isto é, há

pontos da reta que não representam racional algum. Por exemplo, entre os pontos 1,41 e 1,42

fica um ponto que representa

Quando representamos também sobre a reta os números irracionais, cada ponto da reta

passa a representar necessariamente um número racional ou irracional (portanto, real), isto é, os

reais preenchem completamente a reta.

real), isto é, os reais preenchem completamente a reta. 2 = 1,414215 (irracional). Esta reta, que

2 = 1,414215

(irracional).

preenchem completamente a reta. 2 = 1,414215 (irracional). Esta reta, que representa R , é chamada

Esta reta, que representa R , é chamada reta real ou reta numérica.

os conjuntos dos Racionais e dos

Irracionais, porém é o ; único dentre estes a apresentar continuidade, pois entre dois números

reais diferentes existem infinitos números reais e apenas números reais.

O conjuntos dos Números Reais

é denso, tal e qual

números reais e apenas números reais. O conjuntos dos Números Reais é denso, tal e qual

59

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34. Classifique em verdadeiro ou falso as afirmações abaixo: a) o quociente entre um racional

34. Classifique em verdadeiro ou falso as afirmações abaixo:

a)

o quociente entre um racional e um irracional pode ser racional (

 

)

b)

o quociente entre um racional não-nulo e um irracional ( nesta ordem )

 

é

sempre irracional (

)

c)

o produto entre um racional e um irracional pode ser irracional (

)

d)

o produto entre um racional e um irracional pode ser racional (

)

e)

o produto entre um racional não-nulo e um irracional é sempre irracional (

)

f)

a soma entre dois reais é sempre real (

)

g)

a soma entre dois reais pode não ser real (

)

h)

a diferença entre dois reais é sempre um real (

 

)

i)

a diferença entre dois reais pode não ser real (

 

)

j)

o produto entre dois reais é sempre um real (

 

)

l)

o quociente entre dois reais é sempre um real (

 

)

m) o quociente entre um racional qualquer e um irracional é sempre um real (

 

)

n) o produto de dois irracionais é sempre real (

06. A RETA REAL

)

Como os números reais resultam da união dos números racionais com os números irracionais, pode-se estabelecer uma correspondência biunívoca entre os pontos da reta e os números reais: cada ponto representará um único número real e cada número real será representado por um único ponto.

e cada número real será representado por um único ponto. Álgebra | Caderno 01 58 Exemplo

Álgebra | Caderno 01

58

representado por um único ponto. Álgebra | Caderno 01 58 Exemplo : a {a; b}; {a;

Exemplo:

a

por um único ponto. Álgebra | Caderno 01 58 Exemplo : a {a; b}; {a; b}

{a; b}; {a; b}

ponto. Álgebra | Caderno 01 58 Exemplo : a {a; b}; {a; b} {{a; b}; {a;

{{a; b}; {a; c}} mas a

01 58 Exemplo : a {a; b}; {a; b} {{a; b}; {a; c}} mas a {{a;

{{a; b}; {a; c}}, pois os elementos de {{a; b};

{a; c}} são conjuntos e não letras.

e
e

{{a; b}; {a; c}} visualiza

não

conjuntos e não letras. e {{a; b}; {a; c}} visualiza não 03. FORMAS DE REPRESENTAÇÃO DE

03. FORMAS DE REPRESENTAÇÃO DE UM CONJUNTO

1ª Forma: PPOORR EEXXTTEENNSSÃÃOO (FORMA TABULAR OU ANALÍTICA)

Enumeram-se seus elementos, escrevendo-os entre chaves e separando-os por vírgula ou ponto e vírgula.

Exemplos:

A = {1; 2; 3} ou A = {1; 2; 3} O conjunto A possui três elementos.

B = { 1; 2,3} O conjunto B possui dois elementos: o número 1 e o número 2,3.

C = {1; 3} O conjunto C possui dois elementos: o número 1; e o número 3.

2ª Forma: PPOORR CCOOMMPPRREEEENNSSÃÃOO (FORMA SINTÉTICA OU CONSTRUTIVA)

O conjunto será representado por meio de uma propriedade que caracteriza os seus elementos.

Observe que a propriedade que caracteriza o conjunto permite estabelecer se um dado elemento pertence ou não ao conjunto.

3ª Forma: PPOORR DDIIAAGGRRAAMMAAÇÇÃÃOO (DIAGRAMA DE VENN)

Quando utilizamos uma curva fechada simples para representar um conjunto é chamado diagrama de Venn. Por exemplo, o conjunto A = {1; 2; 3; 4} pode ser representado por:

Os elementos de A são indicados por pontos internos a esta curva.

. 2 . 4 A . . 3 1
.
2
.
4
A
.
.
3
1

11

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EXERCÍCIOS 01. Dado o conjunto A = {1;{1}; 2; {1; 2}; {{3}}; {4}; {{2; 3}}}

EXERCÍCIOS

01.Dado o conjunto A = {1;{1}; 2; {1; 2}; {{3}}; {4}; {{2; 3}}} e a seguir preencha os parênteses com V para as verdadeiras e F para as falsas.

a) 1

b) 2

c) 3

d) 4

e)

f) {{1}}

{1}

)

)

)

)

A (

A (

g) {2}

h) {{2}}

i) {3}

)

)

)

)

)

Conclusões:

j) {{3}} A ( ) s) {2; 3} A ( ) k) {4} A (
j) {{3}}
A (
)
s) {2; 3}
A (
)
k) {4}
A (
)
t) {{2; 3}}
A (
)
l) {{4}}
A (
)
u) {{{2; 3}}}
A (
)
m) {1; 2}
A (
)
v)
A (
)
n) {{1; 2}}
A (
)
w) {1; 2; 3; 4}
A (
o) {1; 3}
A (
)
x) {1; 1}
A (
)
p) {{1 ;3}}
A (
)
y) {2; 1}
A (
)
q) {1; 4}
A (
)
z) {1; 1; 2; 2; 2}
A (
r) {{1; 4}}
A (
)

)

)

1)

Se alterarmos a ordem dos elementos o conjunto não se altera.

2)

Podemos, mas não devemos, repetir elementos em um conjunto, pois a repetição não corresponde a outros elementos.

04. USO DOS CONECTIVOS “E''

E

“OU”

04 . USO DOS CONECTIVOS “E'' E “OU”  Conectivo " E " ( ) Colocando

Conectivo "E" ( )

Colocando o conectivo

 Conectivo " E " ( ) Colocando o conectivo entre duas proposições p e q,

entre duas proposições p e q, obtemos uma nova proposição,

p

q, que só é verdadeira se ambas as proposições forem verdadeiras.

q, que só é verdadeira se ambas as proposições forem verdadeiras.

Conectivo "OU" (

)
)

Colocando o conectivo

entre duas proposições p ou q, obtemos uma nova proposição,

entre duas proposições p ou q, obtemos uma nova proposição,

p

q, que só é falsa se ambas as proposições forem falsas.

q, que só é falsa se ambas as proposições forem falsas.

Álgebra | Caderno 01

12

as proposições forem falsas. Álgebra | Caderno 01 12 33. Classifique em verdadeiro (V) ou falso

33. Classifique em verdadeiro (V) ou falso (F):

A)

o produto entre dois racionais pode não ser racional (

)

B)

o produto entre um racional e um inteiro é sempre um inteiro (

 

)

C)

o produto entre um racional e um inteiro pode ser um inteiro (

)

D)

a diferença entre dois irracionais é sempre um irracional (

 

)

E)

a diferença entre dois irracionais pode ser um racional (

 

)

F)

a diferença entre dois irracionais pode ser um irracional (

 

)

G)

a diferença entre um racional e um irracional pode ser racional (

 

)

H)

a diferença entre um racional e um irracional é sempre um irracional (

 

)

I)

a soma entre dois irracionais pode ser um irracional (

)

J)

a soma entre dois irracionais pode ser um racional (

)

L)

a soma entre um racional e um irracional é sempre racional (

 

)

M)

a soma entre um irracional e um racional é sempre irracional (

 

)

N)

a diferença entre dois irracionais é sempre irracional (

 

)

O)

a diferença entre dois irracionais pode ser racional (

)

P)

a diferença entre dois irracionais pode ser irracional (

)

Q)

a diferença entre um racional e um irracional é sempre irracional (

 

)

racional e um irracional é sempre irracional (   ) R) o produto entre dois irracionais

R) o produto entre dois irracionais é sempre irracional (

 

)

S)

o produto entre dois irracionais pode ser racional (

)

T)

o produto entre dois irracionais pode ser irracional (

)

U)

o quociente entre dois irracionais é sempre irracional (

 

)

V)

o quociente entre dois irracionais pode ser irracional (

 

)

X)

o quociente entre dois irracionais pode ser racional (

)

Z)

o quociente entre um racional e um irracional pode ser irracional (

)

57

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32. Classifique as afirmações abaixo em verdadeiras ou falsas: a) a soma de dois naturais

32. Classifique as afirmações abaixo em verdadeiras ou falsas:

a) a soma de dois naturais é sempre um natural (

)

b) a diferença entre dois naturais pode ser um natural (

)

c) a diferença entre dois naturais é sempre um natural (

)

d) o produto entre dois naturais é sempre um natural (

)

e) o quociente entre dois naturais é sempre um natural (

)

f) o quociente entre dois naturais pode ser um natural (

)

g) a soma de dois inteiros é sempre um inteiro (

)

h) a soma de dois inteiros pode não ser um inteiro (

)

i) a soma entre um inteiro e um natural sempre é um natural (

 

)

j)

a soma entre um inteiro e um natural pode ser um natural (

)

l)

a soma entre um inteiro e um natural é sempre um inteiro (

)

m) o produto de dois inteiros é sempre um inteiro (

)

n)

o produto entre dois inteiros pode ser um natural (

)

o)

o produto entre um inteiro e um natural é sempre um inteiro (

)

p)

o quociente entre dois inteiros é sempre um inteiro (

)

q)

a soma de dois racionais é sempre um racional (

 

)

r)

a soma de dois inteiros é sempre um racional (

)

s)

a soma de dois racionais pode não ser racional (

 

)

t)

a diferença entre dois racionais é sempre um racional (

 

)

u)

o quociente entre dois racionais quaisquer é sempre um racional (

)

v)

o quociente entre dois racionais não-nulos é sempre um racional (

)

x)

o quociente entre um dividendo racional qualquer e um divisor racional não-nulo é sempre

racional (

)

z)

o produto entre dois racionais é sempre um racional (

)

Álgebra | Caderno 01

56

é sempre um racional ( ) Álgebra | Caderno 01 56 Resumimos estas informações nas tabelas

Resumimos estas informações nas tabelas abaixo:

Conectivo “e

p

q

p

q
q

V

V

 

V

V

F

F

F

V

F

F

F

F

Conectivo “ou

 

p

q

p

q
q

V

V

 

V

V

F

V

F

V

V

F

F

F

  V V F V F V V F F F EXERCÍCIOS 02. Classifique as afirmações
  V V F V F V V F F F EXERCÍCIOS 02. Classifique as afirmações

EXERCÍCIOS

02. Classifique as afirmações abaixo em verdadeiras ou falsas.

a) Recife é uma cidade e cavalo é bípede. ( )

(

)

h) 2 não é par e 5 < 2.

i) Morango não é mineral ou mosca é vegetal.

j) Macaco é fruta ou galinha não é ave.

4 k) 5 4 e = -2 l) 5 - 2 = 3 ou 4
4
k) 5
4
e
= -2
l) 5 - 2 = 3
ou
4 = 2
4 =
m) (-2) 2 = 4
e
2
4
-2
e ovelha é inseto.
n)

b) 3 > 2 ou 6 é número par.

c) Pernambuco é estado e Brasil é cidade. ( )

d) Triângulo é polígono ou 4 < 1

e) Julho é mês e o Sol é estrela

f) O leão é selvagem e formiga é inseto.

g) O leão não é selvagem ou 3 = 4.

(

(

(

(

)

)

)

)

(

(

(

(

(

(

(

)

)

)

)

)

)

)

13

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05. CARDINAL DE UM CONJUNTO O cardinal de um conjunto é por definição a quantidade

05. CARDINAL DE UM CONJUNTO

O cardinal de um conjunto é por definição a quantidade de elementos deste conjunto.

Exemplo:

A

= { x

IN | x é par e menor que 8}

IN | x é par e menor que 8}

O

conjunto A possui quatro elementos apenas, logo seu cardinal é quatro.

Representação:

n (A) = 4

CONJUNTOS EQUIPOTENTES

Por definição dois ou mais conjuntos são eqüipotentes entre si quando possuem o mesmo cardinal.

OObbsseerrvvee::

possuem o mesmo cardinal. O O b b s s e e r r v v

O conjunto A conjunto B dos

correspondência biunívoca.

dos dedos da

dedos da

mão esquerda e

o

estão em

mão direita

Nessas condições, dizemos que esses conjuntos A e B são eqüicardinais ou eqüipotentes, ou de mesma cardinalidade, e traduzimos tal fato, escrevendo:

Exemplo:

A = {1; 2; 2; 2; {1; 2}}

e

B = {1; {1}; {{1}}}

n (A) = 3

n (B) = 3

LLooggoo:: Os conjuntos A e B são eqüipotentes entre si ou eqüicardinais.

Álgebra | Caderno 01

14

entre si ou eqüicardinais. Álgebra | Caderno 01 14 o) existe racional que é natural (

o)

existe racional que é natural (

 

)

p)

existe racional que é inteiro (

)

q)

existe racional que é inteiro mas não é natural (

)

r)

existe racional que é natural mas não é inteiro (

)

s)

um racional pode não ser real (

 

)

t)

todo racional é real (

)

u)

todo natural é inteiro e é racional (

)

v)

todo irracional é real (

)

x)

existe irracional que é inteiro (

 

)

31. Classifique as afirmações em verdadeiras ou falsas:

a) todo real ou é racional ou é irracional (

)

b) se um real for inteiro, obrigatoriamente, é racional (

)

c) se um real for racional, obrigatoriamente é natural (

)

d) um irracional nunca será inteiro (

e) um irracional pode ser natural (

)

)

f) se um real não for inteiro pode ser irracional (

)

g) todo natural é inteiro, que é racional, que é real (

)

55

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29. Classifique em racional ou irracional, cada um dos seguintes números reais: a) c) 0,616616661

29. Classifique em racional ou irracional, cada um dos seguintes números reais:

a) c) 0,616616661

2,7

b) d)

0,666

5
5
25 e) f) 3 10
25
e)
f) 3 10

g)

h)

1 2 1 4 16
1
2
1
4 16

30. Assinale “V” para as verdadeiras e “F” para as falsas:

a)

todo natural é inteiro (

 

)

b)

todo natural é racional (

 

)

c)

todo natural é irracional (

 

)

d)

todo natural é real (

)

e)

existe natural que é irracional (

 

)

f)

todo inteiro é natural (

 

)

g)

existe inteiro que é natural (

)

h)

todo inteiro é racional (

 

)

i)

todo inteiro é irracional (

 

)

j)

existe inteiro que é irracional (

 

)

l)

todo inteiro é real (

)

m) todo racional é natural (

n) todo racional é inteiro (

)

)

Álgebra | Caderno 01

54

( n) todo racional é inteiro ( ) ) Álgebra | Caderno 01 54 CLASSIFICAÇÃO DOS

CLASSIFICAÇÃO DOS CONJUNTOS QUANTO À CARDINALIDADE

CONJUNTO VAZIO

É todo conjunto que tiver cardinal zero.

Exemplos:

A = {

B = {x | x é habitante lunar}

} =

zero. Exemplos: A = { B = {x | x é habitante lunar} } = n(A)

n(A) = 0

n(C) = 0
n(C) = 0

n(B) = 0

= {x | x é habitante lunar} } = n(A) = 0 n(C) = 0 n(B)

C N|x + 4 = 2}

= {x

lunar} } = n(A) = 0 n(C) = 0 n(B) = 0 C N|x + 4

D R | x 2 - 2x + 5 = 0}

= {x

n(D) = 0

CONJUNTO

UNITÁRIO

É todo conjunto que tiver cardinal 1(um)

Exemplos:

A

B

D = {{1; 2; 3; 4}}

E

= {3; 3; 3; 3}

= {2}

= {x

n(A) = 1
n(A) = 1

n(B) = 1

n(D) = 1

IR|x 2 - 4x + 4 = 0}

{2} = {x n(A) = 1 n(B) = 1 n(D) = 1 IR|x 2 - 4x

n(E) = 1

CONJUNTOS FINITO E INFINITO

Podemos ter um pacote sem nada dentro. Esse pacote corresponde ao conceito de conjunto vazio, cuja representação matemática é { } ou a letra grega .

Esse pacote corresponde ao conceito de conjunto vazio, cuja representação matemática é { } ou a

A=

Esse pacote corresponde ao conceito de conjunto vazio, cuja representação matemática é { } ou a
A que “idéia” corresponderia C = { }? Vimos é o conjunto vazio, que corresponde

A que “idéia” corresponderia C = { }? Vimos

é o conjunto vazio, que corresponde a

um pacote sem nada dentro. Assim, a “idéia” de C, conjunto que tem por elemento , é um pacote em cujo interior há outro pacote, este

último nada contendo.

que

C, conjunto que tem por elemento , é um pacote em cujo interior há outro pacote,
C, conjunto que tem por elemento , é um pacote em cujo interior há outro pacote,

C=

C =
C =

Dizemos que um conjunto A é finito, quando existe um número natural “n” tal que “n” é o cardinal do conjunto A.

Exemplos de Conjuntos Finitos

A = {x | x é dia da semana}

n(A) = 7 x 5} n(C) = 4 n(D) = 5
n(A) = 7
x
5}
n(C) = 4
n(D) = 5

B = {x | é satélite natural da terra}

= {x

= 4 n(D) = 5 B = {x | é satélite natural da terra} = {x

C IN|2

= {x

4 n(D) = 5 B = {x | é satélite natural da terra} = {x C

n(B) = 1

D IN|x < 5}

15

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Se um conjunto A não é finito será dito um conjunto infinito. Exemplos de Conjuntos

Se um conjunto A não é finito será dito um conjunto infinito.

Exemplos de Conjuntos Infinitos

A

B

O

= {x

= {x

conjunto C dos pontos de uma reta.

= {x = {x conjunto C dos pontos de uma reta. IN|x > 5} x 5}

IN|x > 5}

x
x
= {x = {x conjunto C dos pontos de uma reta. IN|x > 5} x 5}

5}

IR| 2

O

conjunto D das retas de um plano.

EXERCÍCIOS

03. Dados os conjuntos abaixo determine seus cardinais (quando for possível) e classifique-os quanto a cardinalidade.

for possível) e classifique-os quanto a cardinalidade. a. N |x < 3} A = {x b.

a. N |x < 3}

A = {x

quanto a cardinalidade. a. N |x < 3} A = {x b. N | x >

b. N | x > 3}

B = {x

a. N |x < 3} A = {x b. N | x > 3} B =

c. N | -4 < x < 3}

E = {x

b. N | x > 3} B = {x c. N | -4 < x <

d. Z|-4 < x < 3}

F = {x

| -4 < x < 3} E = {x d. Z|-4 < x < 3} F

e. R | -1 < x < 3}

G = {x

f. H =

4 8 ; ; 3 1000 2; 4; 8; 2 4 500
4
8
;
;
3
1000
2;
4;
8;
2
4
500

06. IGUALDADE DE CONJUNTOS

Dois conjuntos A e

B

são

iguais se,

elemento de B e vice-versa.

e

somente, todo elemento de A é também

A = B ( x A x B) ( x B x A)
A = B
(
x
A
x
B)
(
x
B
x
A)

OBS.: Dois conjuntos iguais são sempre equipotentes entre si.

Álgebra | Caderno 01

16

são sempre equipotentes entre si. Álgebra | Caderno 01 16 Os números naturais e os números

Os números naturais e os números inteiros também são números reais, pois:

Em diagrama, temos:
Em diagrama, temos:
r
r

Entre os subconjuntos de

*reais, pois: Em diagrama, temos: r Entre os subconjuntos de = - {0} além de ,

=

pois: Em diagrama, temos: r Entre os subconjuntos de * = - {0} além de ,

- {0}

Em diagrama, temos: r Entre os subconjuntos de * = - {0} além de , ,

além de

, ,
,
,

e

+ = conjunto dos números reais não negativos + = conjunto dos números reais não negativos

- = conjunto dos números reais não positivos - = conjunto dos números reais não positivos

* = conjunto dos números reais positivos = conjunto dos números reais positivos

não positivos * = conjunto dos números reais positivos * = conjunto dos números reais negativos

* = conjunto dos números reais negativos = conjunto dos números reais negativos

reais positivos * = conjunto dos números reais negativos r , convém destacar: OBSERVAÇÃO: Convém observar

r , convém destacar:

OBSERVAÇÃO:

Convém observar que em IR todas as operações são possíveis, exceto a divisão por zero a radiciação de índice par com radicando negativo.

EXERCÍCIOS

28. Analise as afirmações abaixo, classificando-as em verdadeiras ou falsas.

a)

d)

a) d)   b) e) = c) f) – = =  
a) d)   b) e) = c) f) – = =  
a) d)   b) e) = c) f) – = =  
a) d)   b) e) = c) f) – = =  
 

b)

e)

=
=
=

=

=
=

c)

f)

a) d)   b) e) = c) f) – = =  
a) d)   b) e) = c) f) – = =  
– =
– =

– =

=

=

=
=
 

g)

j)

n)

g) j) n) + = h) l) o) + = – = i) m) p) =
g) j) n) + = h) l) o) + = – = i) m) p) =
g) j) n) + = h) l) o) + = – = i) m) p) =
+
+
+
+
+
+
+
+

=

g) j) n) + = h) l) o) + = – = i) m) p) =

h)

l)

o)

+
+

=

+ = – =
+ = – =
+ = – =
+ = – =
+ = – =

+ = – =

=

g) j) n) + = h) l) o) + = – = i) m) p) =

i)

m)

p)

= +
= +
= +

=

= +
= +
= +
+
+
g) j) n) + = h) l) o) + = – = i) m) p) =

*

*

53

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5. CONJUNTO DOS NÚMEROS REAIS ( ) A união do conjunto dos números racionais, ,

5. CONJUNTO DOS NÚMEROS REAIS (

5. CONJUNTO DOS NÚMEROS REAIS ( ) A união do conjunto dos números racionais, , com

)

A união do conjunto dos números racionais,

REAIS ( ) A união do conjunto dos números racionais, , com o conjunto dos números

, com o conjunto dos números irracionais,

constitui o conjunto dos números reais, que será indicado com

.
.
o conjunto dos números reais, que será indicado com . = = r r = =

==

o conjunto dos números reais, que será indicado com . = = r r = =
o conjunto dos números reais, que será indicado com . = = r r = =
o conjunto dos números reais, que será indicado com . = = r r = =

rr == {{xx xx éé rraacciioonnaall oouu xx éé iirrrraacciioonnaall}}

u u x x é é i i r r r r a a c c
u u x x é é i i r r r r a a c c
.
.
.
.

Assim, são números reais:

os números naturais.

os números inteiros.

os números racionais.

os números irracionais.

1ª) 0 é um número real, pois 0

2ª) 1,131331

é um número real, pois 1,131331

2 1 . 2 r
2 1
.
2
r

2 1 é um número real, pois 1 é um número real, pois

2 é um número real, pois é um número real, pois

3ª)

4ª)

5ª) -0,425425

é um número real, pois -0,425425

A intersecção do conjunto dos números racionais com o conjunto dos números irracionais

é igual ao conjunto vazio, ou seja, eles são disjuntos. Escrevemos:

Em diagrama, temos:

seja, eles são disjuntos. Escrevemos: Em diagrama, temos: r r = = Álgebra | Caderno 01
r
r

r = = r ==

são disjuntos. Escrevemos: Em diagrama, temos: r r = = Álgebra | Caderno 01 52 EXERCÍCIOS

Álgebra | Caderno 01

52

Em diagrama, temos: r r = = Álgebra | Caderno 01 52 EXERCÍCIOS 04. Complete com

EXERCÍCIOS

04.Complete com

=

ou

= Álgebra | Caderno 01 52 EXERCÍCIOS 04. Complete com = ou a) { 3; 7;

a) { 3; 7; 8; 9}

{3; 7; 8; 9}

g)

{x|x 2 = 1}

{-1; 1}

b) {3; 7; 8; 9}

{7; 3; 9; 8}

h)

{x|x 3 = 1}

{1}

c) {3; 7; 8; 9}

{3; 3; 3; 7; 8; 8; 9}

i)

{x|x 3 = 1}

{-1}

d) {3; 7; 8; 9}

{3; 9; 8}

j)

{x|x 3 = 1}

{1; -1}

e) {x |x 2 = 1}

{1}

k) {x|x é letra da palavra “arara”}

{r, a}

f) {x |x 2 = 1}

{-1}

07. SUBCONJUNTO DE UM CONJUNTO DADO

Dizemos que um conjunto A é um subconjunto de um conjunto B se todo elemento, que pertencer a A, também pertencer a B.

Exemplo:

que pertencer a A, também pertencer a B. Exemplo : É SUBCONJUNTO DE É PARTE DE

É SUBCONJUNTO DE

a A, também pertencer a B. Exemplo : É SUBCONJUNTO DE É PARTE DE É UNIVERSO

É PARTE DE

É UNIVERSO DE INCLUI

a B. Exemplo : É SUBCONJUNTO DE É PARTE DE É UNIVERSO DE INCLUI CONJUNTO A

CONJUNTO

A

CONJUNTO

B

17

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RELAÇÃO DE INCLUSÃO AFIRMATIVA NEGATIVA A B A B A é subconjunto de B. Todo

RELAÇÃO DE INCLUSÃO

AFIRMATIVA

NEGATIVA

A

B
B

A

B
B

A é subconjunto de B. Todo elemento de A é elemento de B.

A não é subconjunto de B. Existe elemento de A que não é elemento de B.

PROPRIEDADES DA INCLUSÃO

Sendo A, B e C três conjuntos, valem as seguintes propriedades:

P 1 ) A P 3 ) (A B e B A) A = B
P 1 )
A
P 3 )
(A
B e B
A)
A = B
P 2 )
A
A
P 4 ) (A
B e B
C)
A
C

EXERCÍCIOS

05. Complete com

A P 4 ) (A B e B C) A C EXERCÍCIOS 05. Complete com ou

ou

:
:

a)

{7; 8}

{7}

b)

{7; 8}

{7; 8; 9}

c)

{7; 8; 9}

{8; 7; 7; 9; 8;}

d)

{7} {8}
{7}
{8}

e)

f)

06. Classifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes sentenças:

a) 8

b) {8}

(V) ou falsas (F) as seguintes sentenças: a) 8 b) {8} {1; 2; 8} {1; 2;

{1; 2; 8}

{1; 2; 8}

c) {8}

{1; 2; 8}

d) {8}

{1; 2; 8; {8}}

e) {8}

8} {1; 2; 8} c) {8} {1; 2; 8} d) {8} {1; 2; 8; {8}} e)

{1; 2; 8; {8}}

f) {8; {8}}

g)

h)

{1; 2; 8; {8}}

{1; 2; 8; {8}}

{1; 2; 8; {8}}

i) {1; 2; 8; } j) {1; 2; { }} l) { } {1; 2;
i)
{1; 2; 8;
}
j)
{1; 2; {
}}
l) {
}
{1; 2; {
}}

Álgebra | Caderno 01

18

{1; 2; { }} l) { } {1; 2; { }} Álgebra | Caderno 01 18

Há números que podem ser escritos na forma decimal com infinitas casas decimais e não periódicos. Verifica-se que esses números não são racionais ( não podem ser obtidos por divisão de dois inteiros). Eles são denominados números irracionais.

São exemplos de números irracionais:

2 = 1,4142135 10 = 3,1622776 4 6 = 1,5650845 = 3,1415926 e = 2,7182818284
2
= 1,4142135
10 = 3,1622776
4 6 = 1,5650845
= 3,1415926
e = 2,7182818284

(razão entre o comprimento e o diâmetro de uma circunferência). (conhecido como número de Euler - Leonhard 1707 - 1783).

(conhecido como número de Euler - Leonhard 1707 - 1783). O número irracional mais famoso é

O número irracional mais famoso é o número , que se obtém dividindo o comprimento C de qualquer circunferência pelo seu respectivo diâmetro, e que é dado aqui, como curiosidade, com suas 50 primeiras casas decimais:

= 3,14159265358979323846264338327950288419716939937510 3,14159265358979323846264338327950288419716939937510

= 3,14159265358979323846264338327950288419716939937510 Resumindo: Todo número irracional pode ser escrito de duas

Resumindo:

Todo número irracional pode ser escrito de duas formas:

1ª) DECIMAL

com uma infinidade de casas decimais aperiódicas.irracional pode ser escrito de duas formas: 1ª) DECIMAL Exemplo: 2,14397394 ; 3,495619 2ª) FORMA DE

Exemplo: 2,14397394

; 3,495619

2ª) FORMA DE RADICAL

Exemplo: 2,14397394 ; 3,495619 2ª) FORMA DE RADICAL radicais quadráticos, cúbicos, Exemplo: cubos, perfeitos.

radicais quadráticos, cúbicos,

Exemplo:

cubos, perfeitos. 3 ; 3 7 ; 4 2
cubos,
perfeitos.
3 ;
3 7 ;
4 2

cujos radicandos não são quadrados,

51

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f) 0,3 =   g) 1,4949   = h) 32,555 = i) 1,4 = j)

f)

0,3 =

 

g)

1,4949

 

=

h)

32,555

=

i)

1,4

=

j)

0,721 =

 

l)

0,721 =

m) 0,721

=

n)

3,1444

 

=

04. CONJUNTO DOS NÚMEROS IRRACIONAIS (

Uma pergunta surge:

;

r;

)

Será que todas as decimais ilimitadas são periódicas ?

A resposta é não, pois, além das decimais limitadas e das decimais ilimitadas periódicas, podemos ter decimais ilimitadas não periódicas, como por exemplo:

0,101001000100001

0,11101010001010

2,718281824

Álgebra | Caderno 01

50

0,11101010001010 2,718281824 Álgebra | Caderno 01 50 08. OPERAÇÕES COM CONJUNTOS REUNIÃO O conjunto reunião

08. OPERAÇÕES COM CONJUNTOS

REUNIÃO

O conjunto reunião de dois conjuntos A e B é o conjunto formado por todos os elementos

que pertencem a A ou B.

Designamos a união de A e B por A

B (lê-se: A união B)que pertencem a A ou B. Designamos a união de A e B por A A

A

B = {xA x A ou x B}

x
x
A B = {x x A ou x B}

A ou x

B}A B = {x x A ou x

Em diagramas teremos: A B
Em diagramas teremos:
A
B
UNIÃO
UNIÃO
= {x x A ou x B} Em diagramas teremos: A B UNIÃO A B INTERSECÇÃO

A

B
B

INTERSECÇÃO

A intersecção de dois conjuntos A e B é o conjunto formado pelos elementos que são

comuns a A e B, isto é, pelos elementos que pertencem a A e também pertencem a B.

Designamos a intersecção de A e B por A

pertencem a B. Designamos a intersecção de A e B por A B (lê-se A inter

B (lê-se A inter B)

A

B = {xA x A e x B}

x
x

A e xA B = {x x B}

B}A B = {x x A e x

A B
A
B

INTERintersecção de A e B por A B (lê-se A inter B) A B = {x

A B
A
B

19

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Quando A B = , os conjuntos A e B são chamados disjuntos. DIFERENÇA A
Quando A B = , os conjuntos A e B são chamados disjuntos.
Quando A
B =
, os conjuntos A e B são chamados disjuntos.

DIFERENÇA

A diferença de dois conjuntos A e B é um conjunto cujos elementos pertencem a A e não pertencem a B. Designamos a diferença de A e B por A - B (lê-se: A menos B).

A - B = {x

x
x
A - B = {x x A e x B}

A e x

A - B = {x x A e x B}

B}

A - B
A - B
Em diagramas teremos: A B
Em diagramas teremos:
A
B
B = {x x A e x B} A - B Em diagramas teremos: A B

DIFERENÇA

B - A
B - A

EXERCÍCIOS

07. Dados dois conjuntos quaisquer A e B, hachure o que se pede:

a)

A

B
B

b) A

B
B
 

A

B

A

B

c)

A - B
A - B

A - B

d) B - A
d) B - A

d) B - A

 

A B

 

A

B

c) A - B d) B - A   A B   A B Álgebra |
c) A - B d) B - A   A B   A B Álgebra |

Álgebra | Caderno 01

20

- A   A B   A B Álgebra | Caderno 01 20 Priscila e Emerson

Priscila e Emerson conversavam:

B Álgebra | Caderno 01 20 Priscila e Emerson conversavam: (Extraído do livro de Manoel Paiva

(Extraído do livro de Manoel Paiva - Editora Moderna)

EXERCÍCIOS

27. Obter as representações fracionárias dos racionais abaixo:

a) 0,24 =

b) 0,001 =

c) 34,1 =

d) 14,3 =

e)

0,222

=

fracionárias dos racionais abaixo: a) 0,24 = b) 0,001 = c) 34,1 = d) 14,3 =

49

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Exemplos: a) 0, 28 b) 0, 7 = = 28 99 7 9 c) 3,

Exemplos:

a) 0, 28

b) 0,7

=

=

28

99

7

9

c) 3, 452 = 3 + 0,452452452

= 3 +

452

=

999

3449

999

3. De Dízimas periódicas compostas:

Regra:

A geratriz de uma dízima periódica composta (de parte inteira nula) é uma fração cujo

numerador é a diferença entre o número formado pelo anteperíodo seguido do período e o

anteperíodo; e tem por denominador um numero formado de tantos noves quantos são os

algarismos do período e de tantos zeros quanto são os algarismos do anteperíodo.

Exemplos:

3
3

a) 0,32

=

32

=

4
4

29

90

448

= 990

123

=

900

90

452

b) 0, 452 =

c) 0,1 36

=

990

136

123 = 900 90 452 b) 0, 452 = c) 0,1 36 = 990 136 1

13

900

d) 2, 45

= 2

+

0,4555

= 2

+

45

0,1 36 = 990 136 1 3 900 d) 2, 45 = 2 + 0,4555 =

4 =

90

2

+

41

90

221

= 90

Álgebra | Caderno 01

48

4 = 90 2 + 41 9 0 221 = 90 Álgebra | Caderno 01 48

08. Dados dois conjuntos tais que A é subconjunto de B, hachure o que se pede:

a)

A

B
B
A
A

B

c)

A - B

A
A

B

b) A B A B d) B – A A B
b) A
B
A
B
d) B – A
A
B

09. Dados dois conjuntos tais que B é parte de A, hachure o que se pede:

a) A B B A c) A - B B A
a)
A
B
B
A
c)
A - B
B
A
b) A B B A d) B - A B A
b) A
B
B
A
d) B - A
B
A

10. Dados dois conjuntos A e B, disjuntos entre si, hachure o que se pede:

a)

A

B
B
 

A

B

 
 
 

c)

A - B

 

A

A B   A B   c) A - B   A B b) A B

B

A B   A B   c) A - B   A B b) A B
b) A B A
b) A
B
A

d) B - A

A

A B   A B   c) A - B   A B b) A B

B

A B   A B   c) A - B   A B b) A B

B

A B   A B   c) A - B   A B b) A B

21

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11. Dados os conjuntos: A = {0; 1; 2; 3; 4} Determine: A a) B

11. Dados os conjuntos:

A = {0; 1; 2; 3; 4}

Determine:

A

11. Dados os conjuntos: A = {0; 1; 2; 3; 4} Determine: A a) B =

a) B =

Dados os conjuntos: A = {0; 1; 2; 3; 4} Determine: A a) B = b)

b) B =

A

A

A = {0; 1; 2; 3; 4} Determine: A a) B = b) B = A

c) D =

d) A - B =

e) B - A =

f) D - B =

g) A - D =

h) (A

A A c) D = d) A - B = e) B - A = f)

C) - B =

i) A - (B

D) == e) B - A = f) D - B = g) A - D =

j) (A - B)

D - B = g) A - D = h) (A C) - B = i)

(D - C) =

k) [(A - B)

(C - D)](A C) - B = i) A - (B D) = j) (A - B) (D

l) (D

A - (B D) = j) (A - B) (D - C) = k) [(A -

C)

[(B - A)- (B D) = j) (A - B) (D - C) = k) [(A - B)

B = {0; 2}

B =(D - C) = k) [(A - B) (C - D)] l) (D C) [(B -

(C - B)] =- C) = k) [(A - B) (C - D)] l) (D C) [(B - A)

C = {2; 3; 4; 5}

D = {3; 4; 5; 6}

12. Dados os conjuntos a seguir, hachure o conjunto indicado em cada item.

a) (A - C)

B
B
hachure o conjunto indicado em cada item. a) (A - C) B b) A – (B

b) A (B

o conjunto indicado em cada item. a) (A - C) B b) A – (B C)

C)

indicado em cada item. a) (A - C) B b) A – (B C) Álgebra |

Álgebra | Caderno 01

22

item. a) (A - C) B b) A – (B C) Álgebra | Caderno 01 22

RREEPPRREESSEENNTTAAÇÇÃÃOO DDEECCIIMMAALL DDEE UUMM RRAACCIIOONNAALL

Além de poder ser escrito na forma fracionária, os números racionais, admitem ainda a representação decimal.

Exemplos:

5 2 = 2,5 Forma Decimal Forma Fracionária 5 1 2 = 2,5 = 2
5
2
=
2,5
Forma Decimal
Forma Fracionária
5
1
2
= 2,5
=
2
+
2
2 , 5 Dízima ou parte decimal parte inteira do número
2
,
5
Dízima ou parte decimal
parte inteira do número

Fração geratriz da dízima.

OOBBTTEENNÇÇÃÃOO DDAASS GGEERRAATTRRIIZZEESS EEMM

D A A S S G G E E R R A A T T R

1. De números cujas dízimas são limitadas:

nº de casas decimais = nº de zeros do denominador seguindo o algarismo 1.

26

Exemplo: 0,26 = 100

2. De dízimas periódicas simples:

Regra:

A geratriz de uma dízima periódica simples (de parte inteira nula) é uma fração cujo numerador é o período; e tem por denominador um numero formado de tantos noves quantos são os algarismos do período.

47

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Por exemplo, a equação 2x = -8 tem solução, enquanto a equação 2x = -

Por exemplo, a equação 2x = -8 tem solução, enquanto a equação 2x = - 7 não tem

. Daí a necessidade de ampliar o conjunto estudar o conjunto dos números racionais.

solução em

estudar o conjunto dos números racionais. solução em , introduzindo as frações não aparentes, e 03.
estudar o conjunto dos números racionais. solução em , introduzindo as frações não aparentes, e 03.

, introduzindo as frações não aparentes, e

03. CONJUNTOS DOS NÚMEROS RACIONAIS (

(Ampliação dos inteiros)

)
)

Quando acrescentamos as frações não aparentes positivas e negativas aos números inteiros, obtemos os números racionais.

Assim, por exemplo, são números racionais:

3 1 1 2, , 1, ,
3
1 1
2,
,
1,
,

2

2

4

,0,

Todo número racional relativo tem a forma

1

2

,

3

4

,1,

5

3

,2

p , com p, q

q

relativo tem a forma 1 2 , 3 4 ,1, 5 3 ,2 p , com

e q

tem a forma 1 2 , 3 4 ,1, 5 3 ,2 p , com p,

0.

temos:

Conhecidos os números racionais e indicando por

q 0. temos: Conhecidos os números racionais e indicando por o conjunto que os representa, =

o conjunto que os representa,

racionais e indicando por o conjunto que os representa, = {x x = p q onde

=

racionais e indicando por o conjunto que os representa, = {x x = p q onde

{x x =

p

q

onde p

por o conjunto que os representa, = {x x = p q onde p e q

e

q

por o conjunto que os representa, = {x x = p q onde p e q

*}

por o conjunto que os representa, = {x x = p q onde p e q
por o conjunto que os representa, = {x x = p q onde p e q

Subconjuntos Notáveis de

:
:

= {x= {x x = p q onde p e q *} Subconjuntos Notáveis de : _=

_= {x= {x x = p q onde p e q *} Subconjuntos Notáveis de : =

= {x

+ = + =

Qp e q *} Subconjuntos Notáveis de : = {x _= {x = {x + =

= {x

Q*} Subconjuntos Notáveis de : = {x _= {x = {x + = Q = {x

Q x 0} Q x 0} x < 0} Q x 0} x > 0}
Q
x
0}
Q
x
0}
x < 0}
Q
x
0}
x > 0}

{x

conjunto dos números racionais não nulos.

conjunto dos números racionais não positivos.

conjunto dos números racionais negativos.

conjunto dos números racionais não negativos.

conjunto dos números racionais positivos.

*

não negativos. conjunto dos números racionais positivos. * * Álgebra | Caderno 01 46 c) C

*

negativos. conjunto dos números racionais positivos. * * Álgebra | Caderno 01 46 c) C –

Álgebra | Caderno 01

46

c) C – (A B) d) (A B) C
c) C – (A
B)
d) (A
B)
C
* * Álgebra | Caderno 01 46 c) C – (A B) d) (A B) C

e) (A

Álgebra | Caderno 01 46 c) C – (A B) d) (A B) C e) (A

B) - C

| Caderno 01 46 c) C – (A B) d) (A B) C e) (A B)
| Caderno 01 46 c) C – (A B) d) (A B) C e) (A B)
| Caderno 01 46 c) C – (A B) d) (A B) C e) (A B)