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PROVA 1 – CONHECIMENTOS GERAIS

L Í NGUA PORTUGUESA

Analise o texto apresentado para responder as quest õ es 1, 2, 3 e 4.

Amanheceu a aurora aquele dia Que 14 de mar ç o se contava, Mais tarde do que nunca, porque viam, Que o ar de uma negra sombra se turvava, Aves nos ninhos ainda dormiam, Abelhas nos corti ç os j á roncavam, Porque ver n ã o queriam minhas m á goas Aves, Abelhas, Aurora, Ares, Á guas.

CASCUDO, Lu í s da Câ mara. Literatura Oral no Brasil. p. 386

QUEST Ã O 1

I. O sentimento predominante do eu­l írico op õ e­ se ao bucolismo que se constata por interm é dio da utiliza çã o de voc á bulos como aurora, aves, abelhas.

II. As aves roncavan e as abelhas dormiam porque, naquele dia, o amanhecer foi mais tardio que o normal.

III. Invers õ es sint á ticas podem ser observadas em versos como “Amanheceu a aurora aquele dia” e “Porque ver n ã o queriam minhas m á goas”.

A(s) interpreta çã o( õ es) permitida(s) est á ( ã o) contida(s) na alternativa:

a) I e II

b) II e III

c) I

d) II

e) III

QUEST Ã O 2

O sentimento predominante do eu­l írico, no texto, é :

a) o amor

b) a alegria

c) a euforia

d) a tristeza

e) a saudade

QUEST Ã O 3

A ora çã o contida no quarto verso do texto acima

classifica­se sintaticamente como:

a) ora çã o subordinada substantiva objetiva direta

b) ora çã o subordinada adverbial temporal

c) ora çã o subordinada adjetiva explicativa

d) ora çã o principal

e) ora çã o coordenada sind é tica aditiva

QUESTÃ O 4

Os termos em negrito no verso abaixo exprimem, respectivamente, as seguintes no çõ es:

Porque ver n ã o queriam minhas m á goas

a)

posse – conseq üê ncia – origem

b)

causa – nega çã o – posse

c)

conseq üê ncia – afirma çã o – posse

d)

causa – d ú vida – intensidade

e)

origem – d ú vida – nega çã o

O

texto a seguir é base para as quest õ es 5, 6 e 7.

Interrupçã o do tratamento

N

ã o interrompa o tratamento sem o conhecimento de

seu m é dico. Seu mé dico sabe o momento ideal para suspender o tratamento. Entretanto, lembre­se de que Lexotan ® (Bromazepam) n ã o deve ser tomado indefinidamente.

Se voc ê toma Lexotan ® (Bromazepam) em altas doses e deixa de tom á ­lo de repente, seu organismo pode reagir. Assim, ap ó s dois a tr ê s dias sem qualquer problema, alguns dos sintomas que o incomodavam podem reaparecer espontaneamente.

N ã o volte a tomar Lexotan ® (Bromazepam). Esta

rea çã o, da mesma maneira que surgiu, desaparecerá

em dois ou tr ê s dias. [

Ingest ã o concomitante com outras substâ ncias

N ã o fa ç a uso de bebidas alco ó licas enquanto estiver

em tratamento com Lexotan ® (Bromazepam). O

]

á

lcool intensifica o efeito do Lexotan ® (Bromazepam)

e

isto pode ser prejudicial.

Bula do rem é dio Lexotan ® (Bromazepam), Roche.

QUESTÃ O 5

I. Constata­se que o usu á rio de Lexotan ® n ã o deve voltar a tomar o medicamento se, apó s interromper a medica çã o, (re)apresentar os sintomas anteriores ao í nicio do tratamento.

II. N ã o se pode fazer uso de bebida alco ó lica durante o tratamento com Lexotan ® porque “o á lcool intensifica o efeito do medicamento e isto pode ser prejudicial” ao rem é dio.

III. Se o usu á rio de Lexotan ® decidir interromper o tratamento, deve comunicar ao seu mé dico. Podemos realizar essa leitura por interm é dio do entendimento do primeiro perí odo do texto.

Escolha a alternativa que cont é m a(s) afirmativa(s) correta(s):

a) I e II

b) I e II

c) II e III

d) II

e) Todas est ã o corretas

QUEST Ã O 6

Nos voc á bulos interrup çã o, tratamento, subst â ncias, assim e rem é dio, a seq üê ncia correta de letras e fonemas é :

a) 10­11, 10­10, 11­10, 4­5, 7­7

b) 11­9, 9­10, 11­10, 5­5, 7­6

c) 11­9, 10­9, 11­10, 5­3, 7­7

d) 9­11, 9­10, 11­11, 4­5, 7­6

e) 10­11, 9­10, 11­10, 5­4, 7­6

QUEST Ã O 7

As fun çõ es de linguagem que predominam nos perí odos abaixo s ã o, respectivamente:

N ã o interrompa o tratamento sem o conhecimento de

seu m é dico.

Seu m é dico sabe o momento ideal para suspender o tratamento.

a) referencial e po é tica

b) metaling üí stica e referencial

c) emotiva e f á tica

d) conativa e referencial

e) referencial e conativa

LITERATURA BRASILEIRA

QUEST Ã O 8

A obra Marafa em sua estrutura narrativa assemelha­

se à obra A morat ó ria, pois ambas desenvolvem

simultaneamente duas diferentes hist ó rias, nas quais

o tempo e o espa ç o s ã o elementos essenciais. A

e

obra

delimita­se ao espa ç o

diferentes fatos que ocorrem ao mesmo tempo s ã o

narrados alternadamente. Na obra

situa çõ es vivenciadas pelas personagens exigem tempo e espa ç o distintos e distantes e envolvem

as

fam í lia.

A alternativa que preenche CORRETAMENTE o excerto cr ítico é:

a)

Marafa – urbano – A morat ó ria – uma ú nica

b)

A morat ó ria – regional – Marafa – v árias

c

) Marafa – rural – A morat ó ria – duas

d

) A morat ó ria – urbano – Marafa – duas

e

) A morat ó ria – rural – Marafa – uma ú nica

QUESTÃ O 9

Levando em considera çã o a leitura dos Contos gauchescos, é correto afirmar:

a) Os Contos gauchescos antecedem ao movimento modernista de 1922 e inaugura o estilo

regionalista na literatura brasileira; o homem simples, a viv ê ncia cotidiana dos campos ocupam

o lugar central nestas narrativas.

b) A fala do ga ú cho é utilizada como elemento constitutivo do universo criado pelo autor na obra.

Sua fun çã o é dar à obra um aspecto c ô mico, como tamb é m tornar o texto mais herm é tico. O

autor defende a concep çã o de que a literatura é

s ó para os iniciados.

c) É obra de um regionalismo t í pico que se concentra na estiliza çã o de uma pequena prov í ncia, fixando­se nas a çõ es, cren ç as, ambientes e fatos curiosos da sociedade urbana no Rio Grande do Sul.

d) Os Contos gauchescos tendo sido escrito entre

os perí odos liter á rios Naturalista e Modernista

n ã o se caracterizam pela empatia rom â ntica com

a vida agreste, antes com uma atitude objetiva

pretende explicar o r ú stico e o arcaico em termos de atraso ou decad ê ncia.

e) Contar histó ria é uma das a çõ es mais antigas do homem. Dos relatos orais passamos evolutivamente ao registro escrito que é o conto. Sim õ es Lopes Neto originalmente sugere em Contos gauchescos um caminho inverso quando nos apresenta Blau Nunes, o Vaqueano que de suas recorda çõ es extrai as hist ó rias com todas as marcas da oralidade.

QUEST Ã O 10

Leia atentamente os poemas e as afirmativas que seguem:

Cidadezinha qualquer

Casas entre bananeiras Mulheres entre laranjeiras Pomar amor cantar.

Um homem vai devagar.

Um cachorro vai devagar. Um burro vai devagar.

Devagar

Eta vida besta, meu Deus.

as janelas olham.

DRUMMOND, C. de. Alguma poesia. P. 24

Poema tirado de uma notí cia de jornal

Jo ã o Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babil ô nia num barrac ã o sem n ú mero. Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro Bebeu Cantou Dan ç ou Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.

BANDEIRA, M. Libertinagem, p. 42

I. Os dois poemas utilizam o cotidiano como material tem ático. Inova çõ es formais como a reorganiza çã o dos sinais de pontua çã o, o uso do tom prosaico, a utiliza çã o do verso livre e de uma nova organiza çã o rí tmica, entre outros recursos estil í sticos, representam uma postura inovadora do ponto de vista formal.

II. A utiliza ç ã o do cotidiano citadino em Poema tirado de uma not í cia de jornal contrasta com a aparente identifica çã o de Cidadezinha qualquer a um cen á rio rural e tranq ü ilo. Essa dist â ncia entre os espa ç os descritos nos poemas demonstra que o Modernismo se aproxima da erudi çã o passadista, fato observado claramente em fragmentos como:

“Eta vida besta, meu Deus”.

III. Tanto Cidadezinha qualquer quanto Poema tirado de uma not í cia de jornal criticam a passividade e a monotonia da vida no

interior. Essa postura explica, por exemplo, o fim trá gico de Poema tirado de uma notí cia de jornal e elucida a ironia presente no final de Cidadezinha qualquer que, inclusive, pode ser compreendido como exalta ção à vida urbana.

Com base na leitura, assinale a alternativa correta:

a) II e III

b) I e III

c) I, II e III

d) I

e) III

QUESTÃ O 11

Leia com aten çã o o fragmento crí tico que segue e identifique a qual obra ele se refere.

Ao impor ao sub ú rbio um olhar crí tico e, por vezes, ir ô nico o narrador materializa em Teixeirinha, personagem central da obra, a figura marginal do malandro carioca. Os relacionamentos humanos

contraditó rios, o cen á rio urbano muitas vezes deslocado para as esquinas da periferia, a descriçã o do ambiente burocr á tico dos funcion á rios p ú blicos e

a esperteza e intelig ência do personagem

denunciam, por um lado, a decad ê ncia da sociedade burguesa no in í cio da d é cada de 30 e, por outro, a mudan ç a de alguns valores morais e éticos no iní cio do s é culo XX no Brasil.

a) Marafa

b) Alguma poesia

c) A morat ó ria

d) Contos gauchescos

e) Maí ra

QUESTÃ O 12

é atormentado pelos conflitos

individuais provenientes do contato com a cultura

civilizada. Sua rela çã o com os

passiva e, por isso, n ã o consegue assumir a condi çã o de lideran ç a dentro da tribo. As constantes demonstra çõ es de fragilidade e alus ã o à descaracteriza çã o dos valores primitivos no

é

personagem d ã o ao romance uma forte inclina çã o de cr ítica social. Por um lado, denuncia a desarticula çã o

dos

valores primitivos e, por outro, explicita a m útua

influ

ê ncia entre tra ç os civilizados e primitivos. Essa

din â mica faz de

mais significativos de nossa tradi çã o indianista. A essa tradi çã o podemos filiar, s ó para citar alguns exemplos, textos como Uraguai, de Bas í lio da Gama,

um dos romances

Iracema, O guarani e Ubirajara, de Jos é de Alencar.

A seqüê ncia que preenche CORRETAMENTE as

lacunas é :

a) Jaguar, anhang á s, Maí ra

b) Velho aroe, Mairuns, Maí ra

c) Teró , Mairuns, Ma íra

d) Isaí as, Mairuns, Ma íra

e) Isaí as, anhang á s, Ma íra

QUEST Ã O 13

Leia atentamente o poema Sobrevivente, de Carlos Drummond de Andrade, e assinale a alternativa

correta:

Sobrevivente

Imposs í vel compor um poema a essa altura da evolu çã o da humanidade. Imposs í vel escrever um poema – uma linha que seja

de verdadeira poesia.

O

ú ltimo trovador morreu em 1914.

Tinha um nome de que ningu é m se lembra mais.

H á m á quinas terrivelmente complicadas para as

necessidade mais simples.

Se quer fumar um charuto aperte um bot ã o.

Palet ó s abotoam­se por eletricidade.

Amor se faz pelo sem fio.

N ã o precisa est ô mago para digestã o.

Um s á bio declarou a O Jornal que ainda falta muito

para atingirmos um n í vel razo á vel de cultura. Mas até

l á , felizmente estarei morto.

Os homens n ã o melhoraram

E matam­se como persevejos. Os percevejos her ó icos renascem.

Inabit á vel, o mundo é cada vez mais habitado.

E se os olhos reapreendessem a chorar seria um

segundo dil ú vio.

(Desconfio que escrevi um poema).

DRUMMOND, C, A. de. Sobrevivente

a)

do jornal alerta a

humanidade de que o mundo caminha em um rumo incorreto na busca pela evolu çã o, visto que

A

declara çã o

do

s á bio

as m á quinas tê m tirado do homem o prazer da vida.

b) Assim como o trovador morreu, o eu­l í rico deseja a morte brevemente, pois concorda com o s á bio de que n ã o h á na modernidade um n í vel de cultura que valorize a arte.

c) O t ítulo Sobrevivente faz alus ã o a postura desafiadora que o eu­l í rico assume frente à s inova çõ es da modernidade. Embora a tecnologia implique mudan ç a nos costumes, o eu­lí rico tem conseguido adequar­se à s transforma ções.

d) “Inabit á vel, o mundo é cada vez mais habitado.” Esse verso que completa o sentido dos tr ê s versos anteriores traz uma nova significaçã o ao texto. Compreendemos que o sobrevivente do

t ítulo é um her ó i de guerra que recebe do poeta o reconhecimento pelos seus feitos, embora a sociedade n ã o o tenha valorizado.

e) De acordo com o eu­l írico as pessoas modernas perderam o prazer da simplicidade, inclusive da

a çã o de chorar; sente­se feliz porque n ã o

conhecer á o final deste processo evolutivo.

QUESTÃ O 14

O g ê nero

influ ê ncia da tradi çã o francesa. Com o Modernismo

novos caminhos s ã o trilhados. Nelson Rodrigues em Vestido de noiva e, antes dele, Oswald de Andrade,

em O rei da vela, j á direcionam o drama brasileiro rumo a novas propostas de enredo que em muito ultrapassam a insipiente crí tica presente no drama

, nesse sentido, atesta a linha cr ítica assumida pelo drama modernista, fato que a coloca em posi çã o de destaque dentro de nossa tradi çã o dram ática, n ã o como inovadora, mas como s ímbolo da matura çã o da crí tica social no drama nacional.

rom â ntico. A pe ç a

,

, no Brasil, sofre grande

de

A alternativa

excerto cr ítico é:

que

completa

CORRETAMENTE

o

a) dram á tico, A morat ó ria, Jorge Andrade.

b) dram á tico, A morat ó ria, Oswald de Andrade.

c) dram á tico,

Auto

da

compadecida,

Ariano

Suassuna.

d) dram á tico, O contrabandista, Oswald de Andrade.

e) l írico/dramá tico,

Morte

e

Cabral de Melo Neto

vida

severina,

Jo ã o

L Í NGUA ESTRANGEIRA INGL Ê S

Read the carefully to answer the questions 15, 16 and 17.

Greater freedom does not necessarily lead to greater happiness

Over the years, mankind has recognised the need personal and social freedom, and this is perhaps one of the most important social advancements ever made. However, whether it has led to increased happiness is highly datable; many people would argue that greater freedom has led to increase social disorder and personal dissatisfaction.

Firstly, it is true that people are now more at liberty to choose how to live their lives. For example, in the western world at least, the choice of where to live, what career to pursue and which religion to follow has never been greater, in addition to this, people have more leisure time in which to enjoy a wider range of recreational activities. On the other hand, it may be argued that this increased freedom can lead people to take things for granted and expect too much from life. As an example of this, the greater choice of material goods available has resulted in people quickly growing bored with their possessions. Consequently, no sooner have they acquired something new than they tire of it. They find short­ term happiness in material goods entertainment, but boredom and frustration soon send them looking for fresh distractions. Secondly, social and moral attitudes have become less rigid. This has allowed for a greater variety of lifestyles and more freedom in human relations. This is illustrated by the fact the pupils and teachers now treat each as equals, and parent­child relationships are now much more relaxed. Nevertheless, some people believe that this increase in freedom has resulted in the escalation of social problems. They argue that the current lack of discipline has given rise to a break­down in the traditional family and the decay in educational standards (15) the rise in juvenile delinquency. Thus, it may be said that society is becoming more and more dangerous

because of the very fact that people are more open­ minded than they were in the past. To conclude, there is evidence both to support and refute the view that greater freedom does not necessarily lead to greater happiness. On the other hand, people have more opportunities to raise their standard of living. On the other hand, the main examples of protests, strikes and criminal activities (17) are a feature of modern society are a sign that, although people may be free, they are not necessarily happier.

Source: SWAN, Micheal. Interview. New Routes, S ã o Paulo, 19 jan. 2003, p.9

QUESTÃ O 15

The expression that best fits the text is:

a) as well as

b) by the way

c) as long as

d) although

e) thus

QUESTÃ O 16

According to the text, one can say that:

a) in the first paragraph the text shows a contrast of ideas

b) the violence in the society there is nothing to do with the society

c) people were more open minded in the past

d) the author claims that happiness is a consequence of freedom

e) one cannot question the relation between happiness and freedom.

QUESTÃ O 17

“On the other hand, the main examples of protests, strikes and criminal activities (17) are a feature of modern society.” The relative pronoun that fits this sentence is:

a) where

b) who

c) which

d) whose

e) whom

QUESTÃ O 18

Robinson Crusoe

Robinson Crusoe has had a fortunate escape from drowning. The ship he was travelling in was wrecked by a terrible storm in the Caribbean Sea, and he only just managed to reach land. However, quickly realizing that he would need provisions, he swam back to the ship before it sank completely, made a raft and brought some useful things back with him – clothes, food, guns and tools. Now Crusoe is apparently alone in this strange country, where it seems he will have to work hard in order to survive.

DEFOE, Daniel. Robinson Crusoe

(It sank completely – he only just managed) – These pronouns refer to:

a) Robinson – the ship

b) The ship – the Caribbean Sea

c) A raft ­ Robinson

d) The Carribbean Sea – the ship

e) The ship – Robinson

QUEST Ã O 19

Getting something to eat

In the U.S.A., people prefer waiting for a table to sitting with people they don´t know. This means a

hostess may not seat a small group until a small table

is available, even if a large one is. If you are sitting at

a table with people you don´t know, it is impolite to

light up a cigarette without first asking if it will disturb

them. At American restaurants, caf é s and coffee shops you are usually served tap water before you order. You may find the bread and butter is free, and if you order coffee, you may get a free refill.

CHURCH, Nancy. How to survive in the U.S.A

According to the text:

a) Voc ê é geralmente servido com á gua mineral, antes de tudo.

b) É poss í vel sentar­se à mesa com pessoas que voc ê n ã o conhece.

c) Voc ê n ã o precisa pedir permiss ã o para acender um cigarro.

d) Se voc ê pedir caf é, voc ê n ã o precisa pagar.

e) Pequenos grupos n ã o podem se sentar em mesas grandes.

QUEST Ã O 20

Video song clips

Some pop song v í deos are like haikus, like fantastic short stories put to film and music. Others are simply by products of a very fast­moving industry from which extremes of quality are to be expected. Video clips, as a realtively new art form, have caught on amazingly fast, principally because they are powerful marketing tools for selling recordings. Few stars release recordings for the youth market today without the backing of videos, and many major films count on important soundtracks sales for publicity and added revenue (for example, Saturday Night Fever, Dirty Dancing, La Bamba, etc.)

MURPHEY, Tim. Music and Song

According to the text:

a) A produ çã o de v í deos aumenta a venda de CDs.

b) Muitos artistas ainda lan ç am CDs sem acompanhamento de v í deos.

c) Os v í deo­clipes s ã o seguramente uma nova forma de arte.

d) Alguns filmes apostam nas trilhas sonoras como publicidade.

e) O custo da produ çã o de CDs tem diminu í do muito.

QUESTÃ O 21

“A garden is a

place.

Children can

in it. Trees, bushes,

and

are part of it.

Birds, butterflies, insects and other little

there. Some gardens are small, others are ”

What words correctly complete the text above?

live

a) awful – run – flowers – houses – animals – beautiful

b) green – play – grass – mountains – animals – nice

c) nice – study – flowers – hills – animals – huge

d) warm – hide – mountains – grass – animals – cute

e) beautiful – play – grass – flowers – animals – big

L Í NGUA ESTRANGEIRA ESPANHOL

Lea con atenci ó n el texto.

Comer: Teniendo en cuenta que una de las cosas

caviar y el

que m á s nos suenan de

Rusia son el

vodka, dos t é rminos indudablemente gastron ó micos, los que disfrutan de las ciudades por su comida tendr á n en esta ciudad (San Petersburgo) un destino perfecto. La oferta va desde lo muy exquisito, y

a) s á bado

b) atm ó sfera

c) matem ática

d) sovi é tica

ciertamente caro, a peque ñ os restaurantes muy

e) t í picos

baratos y populares. De esta categorí a cabr í a destacar las cafeterí as que hay en todas las calles

QUESTÃ O 19

Escoja la alternativa en que el uso del art í culo lo neutro no est é adecuado:

a)

b)

c) Despu é s comentamos lo de ayer

d) Lo m á s difí cil son los verbos

Habl é con lo padre de mi amigo

Encontr é lo que quer í a

donde, por una m í sera cantidad de rublos, se pueden comer bocadillos de salm ó n, dulces muy apetecibles

los conocidos blinis, que son como nuestras tortitas

se acompa ñ an de queso fresco o de lo que desees.

CIRES, C. Con un pie fuera del armario: San Petersburgo. Zero, Madrid, n. 60, p. 110, febrero, 2004.

y

y

e) ¿No viste lo guapa que estaba ella?

QUEST Ã O 15

QUESTÃ O 20

A

partir del excerto, conteste a las preguntas que

 
 

siguen:

Cuanto a la ocurrencia de mucho y su apó cope (muy), se ñ ale la opci ó n correcta:

a)

É l es mucho amigo

Cuanto al cambio de n ú mero en espa ñ ol (plural), elija

la

alternativa correcta:

 

b)

La salte ñ a no me gust ó muy

a)

les papeles

c)

Fernando baila mucho bien

b)

los autob ú s

d)

Nosotros conversamos muy tiempo;

c)

uns hombres

e)

Tienen muchas cosas en com ú n

d) las cuatros

e) los regalos

 

QUESTÃ O 21

 

En lo que se refiere a los heterosem á nticos, elija la alternativa donde aparezca otro ejemplo:

QUEST Ã O 16

a)

profesor

 

Con respecto a los heterogen é ricos, escoja la opci ó n

b)

mujer

en

que é se no aparece:

c)

viajar

a) leche

d) oso

b) costumbre

e) doler

c) dolor

d) casa

e) á rbol

QUEST Ã O 17

Apunte la alternativa correcta con relaci ó n a los

 

MATEM Á TICA

numerales:

 
 

QUESTÃ O 22

a) 25: veinte y cinco

 

b) 33: treinta e tr ê s

Um estudante leu um livro de 420 p á ginas, sempre lendo o mesmo n ú mero de p á ginas por dia. Se ele tivesse lido 7 p á ginas a mais por dia, terminaria 5 dias antes. Quantos dias foram necess á rios para o estudante ler o livro?

c) 102: ciento dos

d) 44: quarenta e quatro

e) 356: trescientos y cincuenta e seis

QUEST Ã O 18

 

a) 15

b) 17

Con respecto a la tonicidad de las palabras en ambos idiomas (port./esp.), podemos decir que es heterot ó nica:

 

c) 20

d) 22 O n ú mero complexo z est á representado no Plano de e)
d) 22
O n ú mero complexo z est á representado no Plano de
e) 25
Argand­Gauss conforme indica a figura. A forma
trigonom é trica de z é :
QUEST Ã O 23
f : IR
IR ,
f
(
x
)
x
Seja uma fun çã o
em
que
= a
com a > 1. Assinale a alternativa correta.
a) f n ã o pode ser definida com a > 1 , pois o dom í nio
é
IR .
b) f é bijetora, pois o dom í nio e a imagem sendo IR
satisfazem as definiçõ es de injetora e sobrejetora.
c) f é sobrejetora, pois todo elemento do
contradom í nio é imagem de pelo menos um
elemento do domí nio.
3
3
a) cos
2
i sen
2
2
3
3
b)
2
cos
i sen
d)
f n ã o é injetora, pois existem elementos distintos
na imagem que correspondem a um ú nico
elemento do domí nio.
2
2
3
4
c)
cos
+
i sen
2
2
e)
f n ã o é sobrejetora, pois existem elementos do
contradom í nio que n ã o s ã o imagens de nenhum
elemento do domí nio.
4
cos
d)
i sen
2
2
3
3
2
cos
+
i sen
e)
QUEST Ã O 24
2
2
Sejam A, B e C tr ê s matrizes definidas por:
QUESTÃ O 26
(
)
2
A =
a
=
i
i
, 3 x 2, em que a
IR | ­
x < 3} e
ij
ij
Em rela çã o aos conjuntos A = {x
(b
),
B =
=
i
+
j
2 x 2, em que b
B = {x
IR | 3 < x
11}, pode­se afirmar que:
ij
ij
(c
),
C =
C=AB
ij
a) {3}= [
(A
 B)
3, 3]
O elemento C 32 da matriz C é :
(A
b) {
 B)
3}= [
3, 3]
(A
a) 0
c)
 B) = (
3,3)
b) 10
(B
d)
A)  { 11}= ∆
c)
14
e)
A
B = [
, ­ 3)
d)
30
QUESTÃ O 27
e)
42
Dado o conjunto S = {n
IN | 1 < n
30} .
Ao se escolher um n ú mero pertencente ao conjunto
S, a probabilidade de que esse n ú mero seja primo é
de:
10
a)
29
10
b)
30
11
c)
29
11
d)
30
10
e)
11
QUEST Ã O 25

QUEST Ã O 28

Uma concession á ria A tem em seu estoque 25 carros de um modelo B. A tabela abaixo divide os 25 carros dispon í veis em tipo de motor e cor.

Moto

 

Cor

 

r

Branca

Preta

Prata

Vermelha

1.0

2

2 5

 

1

1.6

1

1 4

 

1

2.0

2

2 3

 

1

Um carro do modelo B foi comprado nessa concession á ria. Dado que esse carro é de cor prata, qual a probabilidade que seu motor seja 1.0?

a)

b)

c)

d)

e)

5

12

5

10

5

25

5

22

5

6

BIOLOGIA

QUEST Ã O 29

Das mol é culas constituintes dos seres vivos, quais

s ã o as respons á veis pela transmiss ã o dos caracteres heredit á rios?

a) carboidratos

b) prote í nas

c) á cidos nuclé icos

d) á cidos graxos

e) glicoprote í nas

QUEST Ã O 30

Organela celular que apresenta uma s é rie de dobras internas (cristas) respons á vel pela respira çã o celular e pelo processo de libera çã o de energia a partir de composto org â nicos e oxig ê nio.

a) Complexo de Golgi

b) Ret í culo Endoplasm á tico

c) Carioteca

d) Ribossomos

e) Mitoc ô ndria

QUESTÃ O 31

C

é lulas

sang üí neas

que

atuam

no

processo

de

trocas gasosas,

na

defesa

do

organismo,

e

no

processo

de

coagula çã o

do

sangue,

s ã o

respectivamente:

a) plaquetas, hem á cias e leuc ó citos

b) eosin ó filos, hem á cias e tromb ó citos

c) eritr ó citos, hem á cias e leuc ó citos

d) hem á cias , leuc ó citos e plaquetas

e) eritr ó citos, hem á cias e eosin ó filos

QUESTÃ O 32

O correio parou, milh õ es de entregas atrasaram,

centenas de pr é dios foram evacuados, bilh õ es de

d ó lares acabaram no lixo, capas de revista foram impressas. Tudo por causa de um organismo anthrax, que matou cinco pessoas nos Estados Unidos nos ú ltimos dois meses do ano de 2001.

Adapta çã o Revista Superinteressante, janeiro 2002, ed. 172, p. 22­23

Toda essa euforia foi provocada pela detec çã o do anthrax em um p ó “branco”, dentro de envelopes de

correspond ê ncias nos EUA. O fato foi noticiado pela

m í dia como ind í cios de Terrorismo Biol ó gico: mas

afinal, o que é o “anthrax”?

a) uma bact é ria, Bacillus anthracis, que causa infe çõ es agudas em ovelhas no gado e ocasionalmente no homem.

b) um V í rus, Anthrax anthracis, similar ao da gripe, hospedeiro do organismo humano exclusivamente.

c) um V írus, Anthrax monera, que pode ser veiculado atrav é s de papel, inclusive c é dulas de dinheiro.

d) um fungo patog ê nico, Escherichia coli, cujos esporos podem ser transmitidos pelo ar.

e) uma levedura patog ê nica, Escherichia anthrax, que contamina as vias respirat ó rias do homem.

QUESTÃ O 33

Considerando os princ í pios da Gen é tica Mendeliana pode­se afirmar que a intera çã o entre diferentes genes n ã o al é licos e a intera çã o entre diferentes alelos do mesmo gene s ã o, respectivamente, defini çõ es de:

a) Codomin â ncia e Semi­Domin â ncia

b) Epistasia e Domin â ncia

c) Codomin â ncia e Segrega çã o Independente

d) Gene letal e Permuta çã o

e) Recessividade e Segrega çã o

QUEST Ã O 34

A que se pode atribuir o aumento de resist ê ncia à s subst â ncias de controle, tanto de insetos como de microrganismos causadores de infec çõ es?

a) Conseq üê ncia do uso de doses de subst â ncias de controle inferiores as necess á rias

b) T é cnicas inadequadas de produ çã o de produtos de alimentos e f ármacos

c) Mecanismos de muta çã o e sele çã o natural

d) Desenvolvimento da biotecncologia

e) Exclusivamente em fun çã o da automedica çã o e do uso indiscriminado de inseticidas

QUEST Ã O 35

Das alternativas abaixo, qual apresenta causas diretamente relacionadas ao fen ô meno do aquecimento global:

a) constru çã o de hidroel é ticas e a ado çã o de pr áticas agrí colas modernas.

b) o aumento da incid ê ncia de meteoros e mudan ç as na din â mica solar.

c) uso de agrot ó xicos e mudan ç as na din â mica solar.

d) desmatamento, aumento da popula çã o e aumento de consumo de combust í veis fó sseis.

e) aumento na varia çã o dos fen ô menos clim á ticos denominados el niñ o e la nina.

QU Í MICA

QUEST Ã O 36

Na cozinha, as panelas de press ã o s ã o bastante utilizadas por facilitarem o processo de cozimento dos alimentos. É correto afirmar que o cozimento em uma panela de press ã o é mais rá pido porque:

a) o material da panela de press ã o tem alta condutividade t é rmica, o que ocasiona uma transfer ê ncia de calor mais eficiente.

b) na panela de press ã o, a á gua entra em ebuli çã o em uma temperatura menor do que em uma panela aberta.

c) na panela de press ã o, a press ã o interna pode atingir valores maiores que a press ã o atmosf é rica.

d) como a panela de press ã o é um sistema adiab á tico perfeito, ocorre menos perda de calor para o ambiente.

e) a v á lvula da panela de press ã o impede que haja perda de calor para o ambiente, permitindo a obten çã o de temperaturas maiores no seu interior.

QUESTÃ O 37

O elemento oxig ê nio foi descoberto e isolado pela

primeira vez pelo qu í mico sueco C.H. Scheele em 1771, fazendo decomposi çã o t érmica do salitre (nitrato de pot á ssio) em nitrito de pot á ssio e g á s oxig ê nio. A equa çã o qu í mica que representa corretamente a rea çã o de descoberta do oxig ê nio é:

a) KNO 3 (s)

KNO(s)+O 2 (g)

b) KNO 2 (s)

KNO(s)+O(g)

c) KNO 2 (s)+½ O 2 (g)

KNO 3 (s)

d) KNO 2 (s)

KNO(s)+O 2 (g)

e) KNO 3 (s)

KNO 2 (s)+O(g)

QUESTÃ O 38

Em certos casos, a idade de um material pode ser determinada com base na taxa de decaimento de um is ó topo radioativo de um elemento. Um exemplo da aplica çã o desse tipo de fen ô meno é a data çã o de materiais, atrav é s da medida de decaimento do carbono­14. O is ó topo radioativo carbono­14 emite radia çã o atrav é s da rea çã o:

14

6

C

14

7

N

+

0

1

e

com t ½ = 5730 anos.

Como o tempo de meia­vida do carbono­14 é “pequeno” considerando os bilh õ es de anos de existê ncia do planeta Terra, é necess á rio um processo natural de reposi çã o constante desse is ó topo para que sua quantidade se mantenha constante no nosso planeta. Esse processo de reposi çã o ocorre em camadas mais altas da

atmosfera, com a participa çã o dos chamados raios

c ó smicos que, ap ó s colidirem com n ú cleos existentes no ar, geram n ê utrons que colidem com um is ó topo

do nitrog ê nio, formando o carbono­14:

14

7

N

+

1

0

n

14

6

C

+

1

1

H

A partir do texto acima é incorreto afirmar que:

a) o decaimento do carbono­14 emite radia çã o beta.

b) o is ó topo de n ú mero de massa 14 do nitrog ê nio é formado no decaimento radioativo do carbono­14.

c) carbono­14 é gerado na alta atmosfera a partir da colis ã o de n ê utrons com átomos de nitrog ê nio com n ú mero de massa 14.

d) á tomos de carbono­14 e de nitrog ê nio 14 diferem em n ú mero de n ê utrons por apenas uma unidade.

e) á tomos do is ó topo de hidrog ê nio trí tio s ã o formados simultaneamente à gera çã o de carbono­14 na alta atmosfera.

QUEST Ã O 39

Subst â ncias produzidas e isoladas a partir de plantas conhecidas como metab ó litos secund á rios s ã o, muitas vezes, utilizadas medicinalmente como princ í pios ativos na cura de diferentes enfermidades. Estudos realizados com plantas medicinais resultaram no reconhecimento de subst â ncias como morfina, c â nfora, coca í na, e quinina, que se consagraram como princ í pios ativos eficazes no tratamento de doen ç as. A quinina (estrutura abaixo), por exemplo, é empregada como antimal á rica, antipiré tica e analg é sica.

2 HO N N 1 3 O H 3 C N
2
HO
N N
1
3
O
H 3 C
N

quinina

Analisando

fun çõ es org â nicas destacadas nos ret â ngulos 1, 2 e 3 s ã o, respectivamente:

qu í mica da quinina, as

a

estrutura

a) é ster, á lcool, amina

b) é ter, á lcool, amida

c) á cido carbox í lico, é ter, amina

d) é ter, á lcool, amina

e) á cido carbox í lico, é ter, amina

QUEST Ã O 40

As á guas superficiais normalmente possuem um pH entre 4 e 9, podendo ser alterada conforme a quantidade de sais, como carbonatos e bicarbonatos,

e pela

decomposta. Uma an á lise realizada em um determinado afluente mostrou que a concentra çã o dos í ons H + era igual 10 ­5 mol.L ­1 . O valor do pH

ser

quantidade

de

mat é ria

morta

a

dessa amostra é :

a) 3

b) 5

c) 7

d) 9

e) 11

QUESTÃ O 41

Um dos primeiros pol í meros sinté ticos criados foi a baquelite e, ainda hoje, esse material é usado na fabrica çã o de isolantes el é tricos, cabos de ferramentas, panelas, entre outros usos. A baquelite pode ser obtida pela rea çã o entre o fenol e o formol:

OH OH OH O + H H n fenol formol baquelite As subst â ncias
OH
OH
OH
O
+
H
H
n
fenol
formol
baquelite
As subst â ncias gen é ricas que geram os pol í meros,

como a baquelite, e que s ã o pass í veis de sofrer o

processo de polimeriza çã o s ã o denominadas:

a) prote í nas

b) elastomeros

c) macromol é culas

d) hidrocarbonetos

e) mon ô meros

QUESTÃ O 42

A alternativa que apresenta a equa çã o da rea çã o em que o á tomo de enxofre sofreu redu çã o é a:

a) SO 2 (g) +

H 2 O 2 (l)

H 2 SO 4 (aq)

b) FeS (s) +

2 HCl (l)

FeCl 2 +

H 2 S (g)

c) H 2 S (g)

+

O 2 (g)

2 S (s)

+

2 H 2 O (l)

d) Al 2 S 3 (g) + 6 H 2 O (l)

e)

2 Al(OH) 3 (s)

H 2 (g)

+

S (s)

H 2 S (g)

+

3 H 2 S (g)

F Í SICA

QUESTÃ O 43

Um estudante, preparando­se para o vestibular, faz as seguintes anota çõ es referentes à s leis de Newton:

I. Um corpo em equil í brio est á em repouso ou em movimento retil í neo uniforme (MRU).

II.

Um corpo descrevendo um movimento circular uniforme (MCU) est á acelerado.

III.

A for ç a­peso e a for ç a normal formam um par

a çã o­rea çã o.

O estudante anotou corretamente:

a) I

b) II

c) I e II

d) I e III

e) II e III

QUEST Ã O 44

Um carrinho de massa m se desloca na horizontal com uma velocidade constante de m ó dulo v = 10 m/s, conforme mostra a figura abaixo. Em um determinado ponto, o carrinho deixa seu movimento horizontal e come ç a a subir uma rampa que forma com a horizontal um â ngulo = 60º.

 m v Desprezando qualquer atrito entre o carrinho e o solo, pode­se dizer que
m
v
Desprezando qualquer atrito entre o carrinho e o
solo, pode­se dizer que a altura m á xima (h) atingida
pelo carrinho ser á :

(Dados: sen 60º = 0,86 e cos 60º = 0,5. Use para a acelera çã o gravitacional g = 10m/s 2 )

a) 5 m

b) 5.8 m

c) 7 m

d) 10 m

e) 12 m

QUEST Ã O 45

Na temperatura ambiente, dois cubos A e B possuem arestas iguais a L e coeficientes de dilata çã o volum é tricas A e B , respectivamente, com A = (3/2) B . Supondo que os dois cubos sofram a mesma varia çã o de volume, pode­se afirmar que a rela çã o entre as varia çõ es de temperatura dos cubos A e B

é :

a) T A = (1/4) T B

b) T A = (1/3) T B

c) T A = (1/2) T B

d) T A = (2/3) T B

e) T A = T B

QUESTÃ O 46

Em um calor í metro ideal misturam­se 200 gramas de

á gua a uma temperatura de 58 0 C com M gramas de

gelo a ­10 0 C. Sabendo que a temperatura de equil í brio dessa mistura ser á de 45 0 C, o valor da massa M do gelo em gramas é de:

(calor espec í fico da á gua: c água =1,0cal/g 0 C; calor espec í fico do gelo: c gelo =0,5cal/g 0 C; calor latente de fus ã o do gelo: 80cal/g)

a) 12

b) 15

c) 20

d) 25

e) 40

QUESTÃ O 47

Com base na Teoria da Relatividade de Albert Einstein, publicada em 1905, analise as afirmaçõ es:

I. O tempo dilata, isto é , um mesmo evento

pode transcorrer em intervalos de tempo diferentes quando medido por dois observadores, um em repouso e o outro em movimento retil í neo uniforme em relaçã o ao primeiro.

II. O comprimento contrai, isto é , um mesmo corpo pode ter comprimentos diferentes quando medido por dois observadores, um em repouso e o outro em movimento retil í neo uniforme em rela çã o ao primeiro.

III. A velocidade da luz no v á cuo tem seu valor aproximado de 300.000 km/s, independente do referencial.

Qual(is) está ( ã o) correta(s):

a) I e II estã o corretas

b) I e III est ã o corretas

c) II e III est ã o corretas

d) todas estã o corretas

e) nenhuma est á correta

QUESTÃ O 48

Na figura abaixo, tem­se tr ê s resistores ligados a uma fonte de tens ã o de 12 V. O volt ímetro V, e o

3 V A 4 6 + ­ 12V amperí metro A s ã o ideais,
3
V
A
4
6
+
­
12V
amperí metro
A
s ã o
ideais,
cujas
leituras
s ã o,

respectivamente:

a) 4 V e 1 A

b) 4 V e 4/3 A

c) 8 V e 2/3 A

d) 8 V e 1 A

e) 8 V e 4/3 A

QUEST Ã O 49

No circuito da figura anterior, pode­se afirmar que a resist ê ncia equivalente vale:

a)

b)

c)

d)

e)

4

10

13

8

6

GEOGRAFIA

QUEST Ã O 50

no

mundo:

a) climas quentes o ano inteiro, duas esta çõ es bem definidas, com invernos amenos e secos e ver õ es chuvosos e quentes, e m é dias de pluviosidade entre 900mm e 1600mm.

b) temperaturas elevadas e chuvas abundantes o ano todo, com pequena amplitude t érmica anual, pois a varia çã o do dia e da noite durante o ano é mí nima.

c) as quatro esta çõ es do ano s ã o bem definidas, com chuvas abundantes distribu í das ao longo do

S

ã o

caracter í sticas

dos

climas

mediterr â neos

ano com ver õ es quentes e invernos frios e significativa amplitude térmica anual.

d) extrema falta de umidade, com í ndices de chuva inferiores a 250mm anuais, com elevada

amplitude térmica di á ria e sazonal.

e) ver õ es quentes e secos, e invernos amenos e

chuvosos, com índices pluviom é tricos entre 750mm e 1100mm anuais, prop í cio ao cultivo de

frutas.

QUESTÃ O 51

Em dias quentes, o ar pr ó ximo à superfí cie fica leve e sobe para as camadas superiores da atmosfera, carregando umidade. Ao atingir altitudes superiores,

a temperatura diminui e o vapor se condensa em

got í culas t ã o pequenas que permanecem em suspens ã o. O ar fica mais pesado e desce frio e seco em dire çã o à superfí cie, iniciando novamente o ciclo. Ao fim da tarde, a nuvem resultante estará enorme,

podendo atingir 13km de altitude e provocando chuvas torrenciais. Ap ó s a chuva, o c é u fica claro novamente.

A descri çã o acima é da chuva?

a) frontal

b) convectiva

c) nival

d) orogr á fica

e) mista

QUESTÃ O 52

Entre os paí ses mais populosos est ã o Indoné sia, Brasil, Jap ã o e Bangladesh. Entre os mais povoados, encontram­se Holanda, B é lgica e Jap ã o. O crit é rio para a classifica çã o de um pa í s como populoso e povoado refere­se, respectivamente, a:

a) taxas de natalidade e mortalidade.

b) taxas de natalidade e expectativa de vida.

c) í ndices de sa ú de e morbidez.

d) densidade demogr á fica e movimentos migrat ó rios.

e) popula çã o absoluta e popula çã o relativa.

QUESTÃ O 53

O indicador renda per capita de um pa í s permite:

a) conhecer

a

m é dia

dos

rendimentos

da

popula çã o.

sua

b) expressar a m é dia dos rendimentos de uma classe social.

c) mostrar as diferen ç as internas de distribui çã o de renda.

d) representar a m é dia dos rendimentos da sua popula çã o total.

e) retratar com fidelidade a sua realidade social.

QUEST Ã O 54

Sobre a cartografia é incorreto afirmar que:

a) o bom uso da linguagem cartogr á fica compreende a capacidade de entendimento dos sí mbolos utilizados na representa çã o dos fen ô menos geogr á ficos.

b) a indica çã o da escala utilizada é indispens á vel para a leitura adequada de produtos cartogr á ficos.

c) o tra ç ado de curvas de n í vel, ou iso í psas, é um dos recursos cartogr áficos utilizados para representar o relevo terrestre.

d) na proje çã o cartogr áfica de Mercator, a superf í cie terrestre é representada sobre um cone imagin á rio.

e) quanto menor a escala de uma representa çã o cartogr á fica, menores ser ã o os detalhes de cada fen ô meno representado.

QUEST Ã O 55

No Brasil, a moderniza çã o da agricultura n ã o se fez juntamente com um processo de reforma agr á ria e desconcentra çã o fundiá ria, ocorrendo justamente o contr á rio, um aumento da á rea das grandes propriedades em detrimento das pequenas propriedades.

Assinale a alternativa que traz os fatores que contribu í ram para isso:

a) O processo de industrializa çã o do pa í s, que

melhorou a distribui çã o de renda e permitiu que as pessoas mudassem do campo para a cidade, esvaziando as pequenas propriedades.

b) A mecaniza çã o e o uso de novas tecnologias que possibilitaram o aumento da produtividade e da rentabilidade nas grandes propriedades, enquanto as pequenas propriedades, em sua maioria, permaneceram sem acesso à assistê ncia

t é cnica e à s novas tecnologias.

c) As mudan ç as nas rela çõ es de trabalho, que

for ç aram os grandes fazendeiros a contratar mais

m ã o­de­obra assalariada em substitui çã o aos

agregados e foreiros, levando ao aumento das propriedades.

d) A lei de terras de 1950, que promulgou que a partir dessa data todas as terras devolutas passassem ao Estado, n ã o podendo mais serem adquiridas sen ã o atrav é s de compra e venda, impossibilitando aos posseiros e grileiros de terem acesso à terra.

e) O avan ç o da agricultura familiar comercial, que conseguiu substituir a agricultura camponesa na produ çã o de g ê neros aliment í cios de subsist ê ncia para os mercados dos centros urbanos do paí s, levando ao aumento do tamanho das propriedades.

QUESTÃ O 56

Sobre o estado do Mato Grosso do Sul, é correto afirmar que:

a) est á ocupando uma área superior a 350.000 Km 2 distribu í da entre seus 76 munic í pios, com uma popula çã o com mais de 2.000.000 de habitantes.

b) est á ocupando uma área que se limita ao Norte com o estado de Mato Grosso, ao Sul com o estado do Paran á , ao Leste com o Paraguai e a Oeste com o estado de S ã o Paulo.

c) das á reas destinadas à produ çã o agrí cola, as lavouras de soja, milho e feij ã o s ã o as culturas respons á veis pela maior quantidade de á rea plantada.

d) mesmo com uma forte produ çã o agropecu á ria, o Estado foi respons á vel por 24% do Produto Interno Bruto da Regi ã o Centro­Oeste, ficando a frente apenas do Distrito Federal.

e) apesar da pecu á ria bovina ser respons á vel por mais de 40% de toda produ çã o do Centro­Oeste,

esta obteve uma significativa queda de mais de 15% no ú ltimo ano, fruto da crescente amplia çã o das á reas destinadas ao cultivo de cana­de­

a çú car.

HIST Ó RIA

QUESTÃ O 57

A cultura hebraica (marcada por um profundo senso de religiosidade que perpassou sua arte e sua

literatura) deixou raí zes profundas em toda a Europa

e, por extens ã o, na civiliza çã o ocidental, porque foi

respons á vel pelo desenvolvimento do:

a) Ate í smo

b) Cristianismo

c) Juda í smo

d) Budismo

e) Maometismo

QUEST Ã O 58

A cultura grega contribuiu diretamente na

inaugura çã o de v á rias manifesta çõ es art í sticas, filos ó ficas e cient í ficas. Tamb é m marcou a origem da Mitologia, que buscava a explica çã o para as

principais quest õ es da exist ê ncia humana, da

natureza e da sociedade. Sobre a hist ó ria pol í tica da Gr é cia, na Antiguidade Cl á ssica, pode­se dizer que

esta se caracterizou:

a) pela alternativa de dinastia hegem ô nica

b) por uma federa çã o est á vel, que era regida de forma ditatorial

c) por uma organiza çã o imperial

d) pela exist ê ncia de cidades­estados que atuavam, politicamente, como unidades aut ô nomas

e) por uma organiza çã o teocr á tica

QUEST Ã O 59

Georges Duby com sua obra As tr ê s ordens (que se tornou uma referê ncia e hoje é corriqueiramente

citada nos livros did á ticos) procurou sintetizar a forma como estava dividida a sociedade feudal em:

a) ricos e pobres

b) os da cidade, os do campo e os estrangeiros

c) os aristocratas, os burgueses e os oper á rios

d) bons e maus

e)

os

que

rezam,

os

que

guerreiam

e

os

que

trabalham

 

QUEST Ã O 60

 

A

divis ã o

da

Hist ó ria

em

tr ê s

grandes

é pocas

(Antiga, Medieval e Moderna) se originou:

a) durante a Reforma

b) durante a Renascen ç a

c) durante a Revolu ção Francesa

d) apó s a Revolu çã o Russa

e) apó s a II Guerra Mundial

QUESTÃ O 61

Desde a Guerra da Secess ã o ocorrida nos Estados Unidos (1861­1864), foram formuladas e adotadas

v á rias leis para os negros. E o que elas preconizavam eram:

a) o n ã o segregacionismo, sem persegui çõ es objetivando uma sociedade justa e igualit á ria.

b) a igualdade de direitos e oportunidades, sendo os negros alvo de pol í ticas especiais no processo de transi çã o do estado de escravid ã o para a condi çã o de cidad ã os livres, de modo a integrá ­ los na sociedade americana.

c) direitos diferenciados em raz ã o do momento histó rico de aboli ção da escravid ã o, mas os negros podendo usufruir dos mesmos direitos civis, pol í ticos e sociais do restante dos americanos.

d) o segregacionismo, com o objetivo de preservar a “supremacia branca”. Um conjunto de leis foram promulgadas de modo a separar os espaç os de brancos e negros: cada qual freqü entarem escolas pr ó prias, instala çõ es separadas em lugares p ú blicos, entre outros.

e) preparar os negros para a nova condiçã o de cidad ã os livres, estimulando a participa çã o pol í tica, oportunizando a escolariza çã o e igualando gradativamente os direitos sociais para uma equipara çã o dos direitos estendidos aos brancos.

QUESTÃ O 62

A d é cada de 1920 no Brasil foi marcada por v á rios movimentos pol í ticos e culturais importantes. Dentre alguns deles, est ã o:

a) A Revolu çã o Constitucionalista; a criaçã o do Estado Novo; o Tenentismo; a Semana de Arte Moderna.

b) A legisla çã o trabalhista; a pol í tica do petr ó leo; nova fase do Modernismo com Carlos Drumond de Andrade, Cec í lia Meirelles e Viní cius de Morais.

c) O Tenentismo; a Revolu çã o de 1924 em S ã o Paulo; A Coluna Prestes; A Semana de Arte Moderna.

d) O

segundo

do

de

governo

Estado

de

Get ú lio

autorit ário

a

forma çã o movimento

Constitucionalista.

contra­cultura;

Vargas;

a

o

Revolu çã o

militar;

e) o fen ô meno “Milagre Brasileiro”; a pol í tica do petr ó leo; o surgimento de uma nova era da

m ú sica brasileira, especialmente das m ú sicas de

protestos que teve como um de seus maiores expoentes o compositor Chico Buarque de

Holanda.

QUEST Ã O 63

A Revolu çã o Russa de 1917, num primeiro momento, constituiu­se num governo de coaliz ã o burgu ê s­ socialista, destoando da aspira çã o popular, o que provocou:

a) o crescimento por toda parte do movimento popular, em que soldados e marinheiros

desrespeitavam as ordens oficiais; os camponeses se adiantavam na Reforma Agr á ria sem a aprova çã o do primeiro Governo; as

f á bricas eram progressivamente ocupadas pelos

comit ê s de f á brica que controlavam o emprego, o

abastecimento e a produ çã o.

b) falta de aspira çã o do povo para a chegada dos bolcheviques ao poder, porque o primeiro governo constitu í do satisfazia as massas populares o suficiente para que n ã o almejassem promover novas revolu çõ es internas.

c) mesmo com a chegada de L ê nin ao poder n ã o houve mudan ç as significativas, a R ú ssia permaneceu nos mesmos moldes do sistema czarista.

d) acomoda çã o das classes populares que se

contentaram com o novo governo imposto frente

a incapacidade de se mobilizarem e promoverem

a tã o esperada Revolu çã o Socialista.

e) nunca houve a chegada de fato dos comunistas ao poder, nem tampouco a centraliza çã o das decis õ es no Conselho dos Comiss á rios do Povo nem a instaura çã o da chamada ditadura do proletariado propagada por L ê nin.

REDA ÇÃ O

PROPOSTA 1

Texto 1 Fazendo a diferen ç a

Ser rico, famoso ou poderoso tem sido o objetivo da maioria das pessoas, mas sempre falta algo. Recentemente, ouvi sobre uma nova postura ética

de sucesso, que vale a pena resumir aqui, porque na

é poca ningu é m noticiou.

Numa reuni ã o no World Economic Forum, em Davos, o local onde o mundo empresarial se re ú ne uma vez por ano em janeiro, um empres á rio que acabava de fazer um tremendo neg ó cio foi convidado numa das v á rias sess õ es a expor suas id é ias. Primeiro, perguntaram como ele se sentia, subitamente um bilion á rio. Sem pestanejar um ú nico

minuto, ele afirmou que o dinheiro n ã o lhe pertencia,

e que doaria toda sua fortuna a institui çõ es

beneficentes. “Sou simplesmente fruto do acaso, tenho os genes

certos e estou no momento certo, no setor certo. É

difí cil falar em ‘m é rito’ numa situa çã o dessas.”

“Se eu, o Bill Gates aqui presente, ou ent ã o o Warren Buffett, tiv é ssemos nascido 2000 anos atrá s,

nenhum de n ó s teria tido o porte atl é tico necess á rio para se tornar um general do Imp é rio Romano, posi çã o de destaque equivalente à nossa, na é poca.

Ter í amos sido trucidados na primeira batalha.”

Alguns seres humanos sempre estar ã o

momentaneamente mais adequados ao ambiente que os outros e receber ã o, portanto, melhores sal á rios, apesar do esfor ç o dos demais.

[ ]

é uma maior humildade e generosidade daqueles que ganham fortunas por ter uma intelig ê ncia superior, um porte atl é tico avantajado ou um talento excepcional. Por trá s de toda fortuna existe um elemento de sorte, muito maior do que os “afortunados” gostariam de admitir. Mas a frase que mais tocou a platé ia estarrecida foi esta: “Mesmo doando toda a minha fortuna”, disse o empres á rio, “continuar á a existir uma enorme injusti ç a social no mundo. Eu terei tido um privilé gio que muitos n ã o ter ã o. O privil égio de ter feito uma diferen ç a com o meu trabalho e minha vida.” Segundo essa vis ã o, o mundo é dividido entre aqueles que fizeram ou n ã o uma diferen ç a com sua vida, o dinheiro n ã o é o objetivo final. E existem

O que essa nova postura sugere delicadamente