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Alimentos Funcionais

“O alimento está para a medicina assim como a medicina está para o alimento”

Hipócrates, 500 a.C.

Causa mortis nos EUA no século XX

1900

2.6 3.7 4.5 2.3 5.1 11.3 5.2 8 10.2
2.6
3.7
4.5
2.3
5.1
11.3
5.2
8
10.2

8.1

1.3 1.1 1997 2.7 3.7 1.1 4.1 4.7 6.9 23.3 Cohen ML – Nature, 406,
1.3
1.1
1997
2.7
3.7
1.1
4.1
4.7
6.9
23.3
Cohen ML – Nature, 406, 17Ago2000

31.4

Tuberculose4.7 6.9 23.3 Cohen ML – Nature, 406, 17Ago2000 31.4 Pneumonia Diarréia Doenças cardíacas Doenças hepáticas

Pneumonia23.3 Cohen ML – Nature, 406, 17Ago2000 31.4 Tuberculose Diarréia Doenças cardíacas Doenças hepáticas Ferimentos

DiarréiaML – Nature, 406, 17Ago2000 31.4 Tuberculose Pneumonia Doenças cardíacas Doenças hepáticas Ferimentos Derrame

Doenças cardíacasNature, 406, 17Ago2000 31.4 Tuberculose Pneumonia Diarréia Doenças hepáticas Ferimentos Derrame Cancer Bronquite

Doenças hepáticas31.4 Tuberculose Pneumonia Diarréia Doenças cardíacas Ferimentos Derrame Cancer Bronquite Difteria Doenças

FerimentosPneumonia Diarréia Doenças cardíacas Doenças hepáticas Derrame Cancer Bronquite Difteria Doenças cardíacas Cancer

DerrameDiarréia Doenças cardíacas Doenças hepáticas Ferimentos Cancer Bronquite Difteria Doenças cardíacas Cancer Derrame

CancerDoenças cardíacas Doenças hepáticas Ferimentos Derrame Bronquite Difteria Doenças cardíacas Cancer Derrame

Bronquitecardíacas Doenças hepáticas Ferimentos Derrame Cancer Difteria Doenças cardíacas Cancer Derrame Doenças

DifteriaDoenças hepáticas Ferimentos Derrame Cancer Bronquite Doenças cardíacas Cancer Derrame Doenças pulmonares

Doenças cardíacashepáticas Ferimentos Derrame Cancer Bronquite Difteria Cancer Derrame Doenças pulmonares crônicas Ferimentos não

CancerDerrame Cancer Bronquite Difteria Doenças cardíacas Derrame Doenças pulmonares crônicas Ferimentos não

DerrameDerrame Cancer Bronquite Difteria Doenças cardíacas Cancer Doenças pulmonares crônicas Ferimentos não intensionais

Doenças pulmonares crônicasCancer Bronquite Difteria Doenças cardíacas Cancer Derrame Ferimentos não intensionais Pneumonia/ Gripe Diabete

Ferimentos não intensionaiscardíacas Cancer Derrame Doenças pulmonares crônicas Pneumonia/ Gripe Diabete Suicídio Doenças renais crônicas

Pneumonia/ GripeDoenças pulmonares crônicas Ferimentos não intensionais Diabete Suicídio Doenças renais crônicas Doenças

Diabetecrônicas Ferimentos não intensionais Pneumonia/ Gripe Suicídio Doenças renais crônicas Doenças hepáticas

Suicídiocrônicas Ferimentos não intensionais Pneumonia/ Gripe Diabete Doenças renais crônicas Doenças hepáticas crônicas

Doenças renais crônicaspulmonares crônicas Ferimentos não intensionais Pneumonia/ Gripe Diabete Suicídio Doenças hepáticas crônicas

Doenças hepáticas crônicasDoenças pulmonares crônicas Ferimentos não intensionais Pneumonia/ Gripe Diabete Suicídio Doenças renais crônicas

Fatores de queda de doenças infecciosas no século XX

Melhor nutrição Melhor moradia Antibióticos

Alimentos e água mais seguros Imunizações Melhoria de higiene e sanitização

seguros Imunizações Melhoria de higiene e sanitização Diminuição na suscetibilidade do hospedeiro Diminuição

Diminuição na suscetibilidade do hospedeiro

sanitização Diminuição na suscetibilidade do hospedeiro Diminuição de doenças infecciosas Diminuição na

Diminuição de doenças infecciosas

Diminuição na transmissão de doenças

na suscetibilidade do hospedeiro Diminuição de doenças infecciosas Diminuição na transmissão de doenças

Alimentos Funcionais

Razões para o crescente interesse

– preocupação com saúde e estética

– mercado consumidor ávido

Análise da dieta populacional

• Povos que vivem mais

• Povos com melhor qualidade de vida

• Análise sócio-econômica

Análise da dieta populacional

• Dieta asiática

– peixe, verduras, pouca carne vermelha

• Dieta mediterrânea

– azeite de oliva, vinho, frutas secas

• Dieta esquimó

– peixe, animais marinhos, sem vegetais

Alimentação-saúde-doença

relação entre os alimentos e a qualidade de vida

necessidade de nutrientes em estados fisiológicos especiais

efeitos benéficos de outros compostos não nutritivos dos alimentos

aumento da expectativa de vida

custos com sistema de saúde

descobertas científicas

urbanização e vida moderna

industrialização de novos alimentos

alimentos especiais geneticamente modificados

inovações tecnológicas

globalização da economia

crescente importação de alimentos e bebidas

mudança de hábitos alimentares

influência de mídia

Enfoque multidisciplinar

• Sócio-econômico e cultural

– estudos populacionais

– hábitos alimentares

– análise retrospectiva

• Alimentos e Nutrição

– composição dos alimentos

– ação fisiológica dos componentes

Terminologia

• Nutracêuticos

• Fármaco-nutrientes

• Produtos Fitoquímicos

• Alimentos Funcionais

Conceitos - Definições

– Alimentos funcionais são aqueles que, em virtude de componentes fisiologicamente ativos, provêem benefícios adicionais aos da nutrição básica e podem prevenir doenças ou promover saúde.

(FDA, 1995)

Conceitos - Definições

– que tem sido designado especificamente para prover um benefício fisiológico ou médico através da regulação das funções corporais para proteger contra ou retardar a progressão de doenças.

(CSIRO, 1997)

Conceitos - Definições

• Alegação de Propriedade Funcional

– é aquela relativa ao papel metabólico ou fisiológico que o nutriente ou não nutriente tem no crescimento, desenvolvimento, manutenção e outras funções normais do organismo humano.

(ANVS, Portaria nº398, 30ABR99)

Conceitos - Definições

• Alegação de Propriedade de Saúde

– é aquela que afirma, sugere ou implica a existência de relação entre o alimento ou ingrediente com doença ou condição relacionada à saúde.

(ANVS, Portaria nº398, 30ABR99)

Significados distintos

• Propriedades Funcionais dos Alimentos

– Propriedades físico-químicas que determinam aspectos sensoriais dos alimentos, como a cor, o aroma, o sabor, a textura

• Alimentos Funcionais

– Contém propriedades intrínsecas relativas ao conjunto alimentação-saúde-doença

Mais definições

• Probióticos:

– microrganismos vivos na forma de ingredientes alimentícios considerados benéficos a saúde;

– exemplos: lactobacilos e bifidobactérias

Mais definições

• Prebióticos:

– ingredientes não digeríveis que estimulam o crescimento de um número limitado de bactérias no cólon;

– exemplos: inulina e frutooligossacárides

Probióticos

• Ação

– algumas culturas de m.o. sobrevivem ao pH estomacal e se desenvolvem no colon, regularizando a função intestinal;

– indicadores: consistência, volume e freqüência das fezes

Probióticos

• Melhoria de funções

– intolerância à lactose

– resposta imune

– enzimas fecais

– hipocolesterolêmico (não comprovado)

• Redução do risco de doenças

– rotavirus

– câncer

Prebióticos

• Características

– inulina: (frutose) n com 2 > n > 70

– chicória, trigo, cebola, banana, alho, alho poró

– frutooligossacárides sintéticos

Prebióticos

• Melhoria de funções

– destino: trato gastrointestinal

– absorção mineral

– metabolismo lipídico

• Redução do risco de doenças

– constipação, diarréia, osteoporose, aterosclerose, obesidade, câncer

CCoommppoonneenntteess aalliimmeennttaarreess ccoomm eeffeeiittooss ffiissiioollóóggiiccooss

Compostos

Fonte Alimentar

Alquil sulfúricos

Carotenóides

Flavonóides

Indólicos

Isotiocianatos

Inulina/Oligofrutose

alho, alho poró, cebola

frutas, legumes

frutas, legumes, grãos, nozes crucíferas /Brássicas

crucíferas /Brássicas

banana, trigo, escarola, alho

Milner, JA - J.Nutr. 129, 1395S-1397S, 1999

Oligossacárides não digeríveis

Efeito

Evidência em humanos

Prebióticos e interação com a flora intestinal

Forte

Regulação da função intestinal

Forte

Aumento da absorção mineral

Promissora

Impacto no metabolismo lipídico

Dados preliminares, inconsistentes

Cancer de colo

Dados em humanos não disponíveis (experiências preliminares em animais)

European project on non-digestible oligosaccharides Br.J.Nutr. 1999

IInntteerrrreellaaççõõeess:: iinnggeessttããoo,, eeffeeiittoo,, ssuusscceettiibbiilliiddaaddee ddee bbiioommaarrccaaddoorreess

Exposição efetiva Suscetibilidade
Exposição
efetiva
Suscetibilidade
a d d o o r r e e s s Exposição efetiva Suscetibilidade Alteração em
a d d o o r r e e s s Exposição efetiva Suscetibilidade Alteração em

Alteração

em

estrutura

ou

função

Resposta biológica (efeito)
Resposta biológica
(efeito)

Ingestão ou exposição a alimentos funcionais ou componentes

(efeito) Ingestão ou exposição a alimentos funcionais ou componentes Mudança na saúde ou risco de doenças
(efeito) Ingestão ou exposição a alimentos funcionais ou componentes Mudança na saúde ou risco de doenças

Mudança na saúde ou risco de doenças

Mudança na saúde ou risco de doenças

Efeitos fisiológicos potenciais de carboidratos não absorvíveis

ΝΗ 3

! "

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$ ! % "

& ' % ( TG = triglicerídeos

Melhoria de Funções Corpóreas

Força de evidências na ação de probióticos e prebióticos

Efeitos

Probióticos

Prebióticos

Intolerância lactose Imuno estimulação Mutagênese fecal Hipocolesterolemia Hipolipidemia Flora intestinal Biodisponibilidade Ca

2+

forte preliminar preliminar sem efeito desconhecida preliminar desconhecida

desconhecida

desconhecida

desconhecida

preliminar

promissora

forte

promissora

Roberfroid MB – Am.J.Clin.Nutr., 71, 2000.

Redução de Risco de Doenças

Força de evidências na ação de probióticos e prebióticos

Redução de risco

Probióticos

Prebióticos

Diarréia Constipação Cancer de cólon Osteoporose Doenças crônicas (metabolismo de lípides)

promissora desconhecida preliminar desconhecida provávelmente

sem redução

desconhecida

promissora

preliminar

desconhecida

desconhecida

Roberfroid MB – Am.J.Clin.Nutr., 71, 2000.

Tipos de câncer ligados à dieta

Local

Fontes de carcinogênios

Promotor Mecanismo

I n i b i d o r e s Inibidores

pícles, alimentos salgados,

álcool Estômago pícles, defumados, nitratos

Esôfago

álcool

sal, H. pylori

Fígado

hepatite, micotoxinas, nitrosaminas

antígeno da hepatite

Cólon

frituras, aminas heterocíclicas

lípides

Mama

frituras, aminas heterocíclicas

lípides

Próstata

frituras, aminas heterocíclicas,

frituras, aminas heterocíclicas, radicais hidroxi

radicais hidroxi

frituras, aminas heterocíclicas, radicais hidroxi

lípides

Endométrio

radicais hidroxi

e ovários

lípides

ativação de carcinogênio

gastrite atrófica

citotoxicidade

sais biliares

balanço

hormonal

balanço

citotoxicidade sais biliares balanço hormonal balanço hormonal o b e s i d a d e

hormonal

sais biliares balanço hormonal balanço hormonal o b e s i d a d e ,

obesidade,

estrógeno

verduras, chá

verduras, chá

vacina

fibra, cálcio, vegetais, chá

vegetais, frutas, soja, chá

vegetais, frutas,

tomates cozidos,

soja vegetais, frutas, perda de peso

Weisburger JH – Am.J.Clin.Nutr., 71, 2000

Registro de 730 consumidores de soja (17 a 25g de proteína/dia)

Indicadores séricos

Redução percentual

Colesterol total

9,3

LDL

12,9

Triglicérides

10,5

pode reduzir o risco de doenças cardíacas entre 18 e 28% as reduções são mais significativas para pessoas com níveis iniciais altos de colesterol e em pessoas que consomem mais proteínas de soja

Anderson JW - N.Eng.J.Med. 1995

Consumo per capta de pescados

País/Região

kg/ano

Groenlândia

88

Japão

72

Noruega

41

Espanha

38

Portugal

32

Peru

22

EUA

21

Chile

4,7

Brasil

5*

*Estimado

Peixes: constatações e recomendações de consumo

- Estudo em 20551 médicos americanos constatou que o consumo de >1 refeição com pescados/semana diminui em até 52% o risco de morte por enfarte do miocárdio, comparado com

<1ref./mês

- Ingestão de AG ω-3: 0,8 – 0,9 g/dia* (dieta de 2000 Kcal/dia)

*Simopoulos et al., Ann. Nutr. Metab. 43, 1999.

Doenças: estudos populacionais

• Consumidores de carnes fritas e grelhadas:

fator de risco >2 para câncer de cólon e de mama

• Dieta com baixo consumo de gordura:

reduz drasticamente a incidência da doença

• Ocidentalização dos hábitos japoneses:

levou a maior incidência de doenças crônicas e degenerativas

AG ω-3: prevenção e melhoria de doenças

• Cardiovasculares

• Deficiências de AG essenciais na infância (desenvolvimento renal e cerebral)

• Distúrbios autoimunes (lúpus, nefropatias)

• Doença de Crohn

• Câncer de mama, cólon, próstata

• Hipertensão

• Artrite reumatóide

Ação de AG ω-3 na prevenção de doenças cardiovasculares

• previne arritmias (taquicardia ventricular e fibrilação)

• precursores de prostaglandinas

• propriedades anti-inflamatórias

• inibe a síntese de citocinas

• antitrombóticos

• propriedade hipolipidêmica sobre TG e VLDL

• inibe aterosclerose

Alimentos frequentemente sugeridos como funcionais e de seus efeitos fisiológicos

Alimento

Efeito fisiológico

Maçã, cevada, groselha, mirtilo, cenoura, beringela, aveia, alho, gengibre, cogumelo, cebola, soja, chá

Limão, maçã, amoras silvestres, alho, beterraba, abóbora, moranga, soja, couve, couve- de-bruxelas, couve-flor, repolho, brócoli, espinafre

Ginsen, alcaçuz, aveia, salsinha

Amoras silvestres, alho, cebola, chá verde

Aniz, erva-doce, soja, couve

Laranja, chá verde, alho

Redutor lipídico

Aumenta a desintoxicação por drogas

Anti-inflamatório

Anti-microbiano

Anti-estrogênico

Anti-proliferativo

Milner JA – Am.J.Clin.Nutr. 71, 2000

Enfoques para produção de AF

• Eliminação de compostos adversos

• Aumento de concentração de componentes naturalmente presentes

• Adição de novos componentes

• Substituição de um componente por outro mais benéfico

• Aumento de biodisponibilidade e estabilidade de componente com efeito benéfico

Objetivos no estudo de novos AF

• Funções gastrointestinais

• Sistemas redox e antioxidantes

• Metabolismo de macronutrientes

• Desenvolvimento fetal e primeira infância

• Metabolismo de xenobióticos

• Humor, comportamento e desenvolvimentos físico e de habilidades cognitivas

AAlliimmeennttoo FFuunncciioonnaall

AAlliimmeennttoo FFuunncciioonnaall Modulação Modulação de funções de funções Estimulações
AAlliimmeennttoo FFuunncciioonnaall Modulação Modulação de funções de funções Estimulações

Modulação

Modulação

de funções

de funções

Estimulações

Estimulações

metabólicas

metabólicas

Melhoria de

Melhoria de

funções

funções

(alegações)

Redução de risco

Redução de risco

por patógenos

por patógenos

Proteção contra

Proteção contra

doenças

doenças

Recomendações para uma vida saudável

1. Não usar tabaco

2. Diminuir a ingestão de gorduras; consumir peixe

3. Evitar a obesidade; ajustar energia ingerida às necessidades

4. Aumentar a ingestão de fibras de cereais

5. Consumir mais frutas e vegetais – 5 a 10 /dia

6. Evitar alimentos salgados, defumados, picles; usar 3- 5 g sal/dia

Recomendações para uma vida saudável

7. Limitar a ingestão de frituras e grelhados

8. Aumentar a ingestão de Ca em produtos lácteos desnatados

9. Usar bebidas alcoólicas com moderação

10. Beber 1-1,5 L água ou líquidos/dia

11. Ingerir alimentos seguros

12. Fazer exercícios moderados e regulares

Bibliografia

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Competição

Metabólica na

Formação de

Ácidos Graxos

Poliinsaturados de

Cadeia Longa

ω–6

Ácido Linolêico

(18:2)

de Cadeia Longa ω –6 Ácido Linolêico (18:2) ∆ 6 Dessaturase Ácido γ –Linolênico (18:3)

6 Dessaturase

Ácido γ–Linolênico

(18:3)

(18:2) ∆ 6 Dessaturase Ácido γ –Linolênico (18:3) Elongase Dihomo γ -Linolênico (20:3) ∆ 5 Dessaturase
(18:2) ∆ 6 Dessaturase Ácido γ –Linolênico (18:3) Elongase Dihomo γ -Linolênico (20:3) ∆ 5 Dessaturase

Elongase

Dihomo γ-Linolênico

(20:3)

(18:3) Elongase Dihomo γ -Linolênico (20:3) ∆ 5 Dessaturase Araquidônico Elongase (22:4) Elongase
(18:3) Elongase Dihomo γ -Linolênico (20:3) ∆ 5 Dessaturase Araquidônico Elongase (22:4) Elongase

5 Dessaturase

Araquidônico

Elongaseγ -Linolênico (20:3) ∆ 5 Dessaturase Araquidônico (22:4) Elongase (24:4) ∆ 6 Dessaturase (24:5) β

(22:4)

Elongase(20:3) ∆ 5 Dessaturase Araquidônico Elongase (22:4) (24:4) ∆ 6 Dessaturase (24:5) β Oxidação

(24:4)

5 Dessaturase Araquidônico Elongase (22:4) Elongase (24:4) ∆ 6 Dessaturase (24:5) β Oxidação

6 Dessaturase

(24:5)

Elongase (22:4) Elongase (24:4) ∆ 6 Dessaturase (24:5) β Oxidação Docosapentaenóico (22:5) ω –3 Ácido

β Oxidação

Docosapentaenóico

(22:5)

ω–3

Ácido g–Linolênico

(18:3)

(22:5) ω –3 Ácido g–Linolênico (18:3) (18:4) (20:4) Eicosapentanóico (EPA) (20:5) (22:5) (24:5)

(18:4)

(22:5) ω –3 Ácido g–Linolênico (18:3) (18:4) (20:4) Eicosapentanóico (EPA) (20:5) (22:5) (24:5) (24:6)

(20:4)

(22:5) ω –3 Ácido g–Linolênico (18:3) (18:4) (20:4) Eicosapentanóico (EPA) (20:5) (22:5) (24:5) (24:6)

Eicosapentanóico (EPA)

(20:5)

g–Linolênico (18:3) (18:4) (20:4) Eicosapentanóico (EPA) (20:5) (22:5) (24:5) (24:6) Docosahexaenóico (DHA) (22:6)

(22:5)

g–Linolênico (18:3) (18:4) (20:4) Eicosapentanóico (EPA) (20:5) (22:5) (24:5) (24:6) Docosahexaenóico (DHA) (22:6)

(24:5)

g–Linolênico (18:3) (18:4) (20:4) Eicosapentanóico (EPA) (20:5) (22:5) (24:5) (24:6) Docosahexaenóico (DHA) (22:6)

(24:6)

g–Linolênico (18:3) (18:4) (20:4) Eicosapentanóico (EPA) (20:5) (22:5) (24:5) (24:6) Docosahexaenóico (DHA) (22:6)

Docosahexaenóico (DHA) (22:6)