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Notas de aula – Aula 09 – Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos 9. 1

Notas de aula Aula 09 Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos

9. 1

Aula 09 Cotas, Escalas, Tolerâncias e Símbolos

ESCALA

A escala

de

representação que mantém as proporções das medidas lineares do objeto representado e as formas dos objetos reais são mantidas

é

relação entre as

medidas

da peça

do

desenho. É

a

e

as

a

Em desenho técnico, a escala indica a relação do tamanho do desenho da peça com o tamanho real da peça. A escala permite representar, no papel, peças de qualquer tamanho real. Nos desenhos em escala, as medidas lineares do objeto real ou são mantidas, ou então são aumentadas ou reduzidas proporcionalmente.

ou então são aumentadas ou reduzidas proporcionalmente. Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;
ou então são aumentadas ou reduzidas proporcionalmente. Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

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ESCALA

As escalas podem ser de

Redução, Ampliação ou Natural (tamanho real)

As escalas podem ser abreviadas por “ESC.(NBR 8196/1983), e devem ser

OBRIGATORIAMENTE indicadas na legenda do desenho. Quando em uma mesma

folha existirem desenhos com escalas diferentes, somente a escala principal deve

ser escrita na legenda. As demais devem ser escritas junto aos desenhos

correspondentes.

devem ser escritas junto aos desenhos correspondentes. Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;
devem ser escritas junto aos desenhos correspondentes. Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

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Escalas recomendadas pela ABNT, através da norma técnica NBR 8196/1983

Categoria

Escala Recomendada

Escalas de

20:1

50:1

10:1

Ampliação

2:1

5:1

 

Escala natural

 

1:1

 

1:2

1:5

1:10

Escala de

1:20

1:50

1:100

redução

1:200

1:500

1:1 000

1:2 000

1:5000

1:10 000

1 4 0 °
1
4 0 °

ESC 1:1

1 4 0 °
1
4 0 °

ESC 1:2

Nas representações em escala as dimensões angulares do objeto permanecem inalteradas.

as dimensões angulares do objeto permanecem inalteradas . Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,
as dimensões angulares do objeto permanecem inalteradas . Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

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ENCURTAMENTO

Quando um desenho em escala prejudica a interpretação dos elementos da peça, usa-se a representação com encurtamento. Nesta retira-se uma ou mais parte da peça. Feitas em peças longas com formas constantes.

Peças quem têm parte longa com forma constante.
Peças quem têm parte longa com forma constante.
Peças quem têm parte longa com forma constante. Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,
Peças quem têm parte longa com forma constante. Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

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Processo:
Processo:
Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos 9. 5 Processo: Conclusão: Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –
Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos 9. 5 Processo: Conclusão: Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –
Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos 9. 5 Processo: Conclusão: Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –
Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos 9. 5 Processo: Conclusão: Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –

Conclusão:

tolerâncias e símbolos 9. 5 Processo: Conclusão: Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;
tolerâncias e símbolos 9. 5 Processo: Conclusão: Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;
tolerâncias e símbolos 9. 5 Processo: Conclusão: Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;
tolerâncias e símbolos 9. 5 Processo: Conclusão: Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

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TOLERÂNCIA DIMENSIONAL

Tolerância dimensional é o valor da variação permitida na dimensão de uma peça. Em termos práticos é a diferença tolerada entre as dimensões máxima e mínima de uma dimensão nominal.

A tolerância é aplicada na execução de peças em série e possibilita a intercambiabilidade delas.

peças em série e possibilita a intercambiabilidade delas. Dmáx – diâmetro máximo do furo Dmín –
peças em série e possibilita a intercambiabilidade delas. Dmáx – diâmetro máximo do furo Dmín –

Dmáx diâmetro máximo do furo Dmín diâmetro mínimo do furo dmáx diâmetro máximo do eixo dmín diâmetro mínimo do eixo Dn diâmetro nominal do furo

dn diâmetro nominal do eixo

nominal do furo dn – diâmetro nominal do eixo Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

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Indicações

Afastamentos, indicados junto das cotas nominais.

Afastamentos, indicados junto das cotas nominais. Afastamentos gerais, indicados abaixo do desenho. Desenho

Afastamentos gerais, indicados abaixo do desenho.

nominais. Afastamentos gerais, indicados abaixo do desenho. Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;
nominais. Afastamentos gerais, indicados abaixo do desenho. Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;
nominais. Afastamentos gerais, indicados abaixo do desenho. Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

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Conceitos

Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos 9. 8 Conceitos  Medida nominal : é a medida representada

Medida nominal: é a

medida representada no

desenho

 Medida nominal : é a medida representada no desenho  Medida com tolerância : é

Medida com tolerância: é

a medida com afastamento

para mais ou menos da medida nominal.

Medida efetiva: é a medida real da peça fabricada

Ex. 40,024

Dimensão máxima: é a medida máxima permitida

40,3

Dimensão mínima: é a medida mínima permitida

39,8

Afastamento superior: é a diferença entre a

dimensão máxima permitida e a medida nominal.

40,3 - 40 = 0,3

Afastamento inferior: é a diferença entre a

dimensão mínima permitida e a medida nominal

49,8 - 30 = -0,2

Campo de tolerância: é a diferença entre a

medida máxima e a medida mínima permitida.

40,3 39,8 = 0,5

máxima e a medida mínima permitida. 40,3 – 39,8 = 0,5 Desenho Técnico Mecânico I (SEM
máxima e a medida mínima permitida. 40,3 – 39,8 = 0,5 Desenho Técnico Mecânico I (SEM

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

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As tolerâncias podem ser representadas por afastamentos ou pela norma ISO adotada pela ABNT.

Por afastamento

Pela norma ISO

norma ISO adotada pela ABNT. Por afastamento Pela norma ISO Tolerância ISO (International Organization for

Tolerância ISO (International Organization for Standardization)

O sistema de tolerância ISO adotado pela ABNT, conhecido como sistema internacional de tolerância, consiste

numa série de princípios, regras e tabelas que permitem a escolha racional de tolerâncias na produção de peças.

A unidade de medida para tolerância ISO é o micrômetro (m=0,001mm).

A tolerância ISO é representada normalmente por uma letra e um numeral colocados à direta da cota. A letra

indica a posição do campo de tolerância e o numeral, a qualidade de trabalho.

campo de tolerância e o numeral , a qualidade de trabalho. 35 h 7 Posição do

35

h

7

tolerância e o numeral , a qualidade de trabalho. 35 h 7 Posição do campo de

Posição do campo de tolerância Qualidade do trabalho

Dimensão nominal

campo de tolerância Qualidade do trabalho Dimensão nominal Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

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Campo de Tolerância

É o conjunto de valores compreendidos entre as dimensões máxima e mínima. O sistema ISO prevê 28 campos representados por letras, sendo as maiúsculas para furos e as minúsculas para eixos:

Furos

F,

FG,G, H, J, JS, K, M, N, P, R,

S, T, U, V, X, Z, ZA, ZB, ZC

A,

B,

C, CD,

D,

E,

EF,

Eixos

a, b, c, cd, d, e, ef, f, fg,g, h, j, js, k, m, n, p, r, s, t, u, v, x, z, za, zb, zc

QUALIDADE DE TRABALHO

n, p, r, s, t, u, v, x, z, za, zb, zc QUALIDADE DE TRABALHO A

A qualidade de trabalho (grau de tolerância e acabamento das peças) varia de acordo com a função que as peças desempenham nos conjuntos.

   

QUALIDADE DE TRABALHO

 

IT01

IT0

IT1

IT2

IT3

IT4

IT5

IT6

IT7

IT8

IT9

IT10

IT11

IT12

IT13

IT14

IT15

IT16

Eixos

         

Furos

Mecânica Extra-Precisa

   

Mecânica Corrente

 

Mecânica Grosseira

O sistema ISO

produção mecânica. Essas qualidades são designadas IT 01, IT 0, IT 1, IT 2

estabelece dezoito qualidade de trabalho, que podem ser adaptadas a qualquer tipo de

IT

16 (I=ISO e T=tolerância)

adaptadas a qualquer tipo de IT 16 (I=ISO e T=tolerância) Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502)
adaptadas a qualquer tipo de IT 16 (I=ISO e T=tolerância) Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502)

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

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Posição dos campos de tolerância

tolerâncias e símbolos Posição dos campos de tolerância Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,
tolerâncias e símbolos Posição dos campos de tolerância Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,
tolerâncias e símbolos Posição dos campos de tolerância Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

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Ajustes

O ajuste é a condição ideal

ou

funcionamento entre peças

executadas dentro de um limite. São determinados os acordos com a posição do campo de tolerância

para fixação

furo eixo
furo

furo

eixo
eixo

Ajuste móvel

ou folgado

eixo furo
eixo
furo
eixo furo
eixo
furo

Ajustes incertos

ou mistos

eixo furo Ajuste fixo
eixo
furo
Ajuste fixo

ou interferente

Para não haver uma diversificação exagerada de tipos de ajustes, a tolerância do furo ou do eixo é padronizada. Geralmente padroniza-se o furo em H7.

eixo é padronizada. Geralmente padroniza-se o furo em H7. A origem dos termos furo e eixo

A origem dos termos furo e eixo provém da importância que as peças cilíndricas

têm nas construções mecânicas. Na

prática, porém, os termos furos e eixo

são entendidos como medida interna e medida externa, respectivamente.

como medida interna e medida externa, respectivamente. Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)
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AJUSTES RECOMENDADOS TIPO DE EXTRA- MECÂNICA MECÂNICA MECÂNICA EXEMPLO DE AJUSTE EXEMPLO DE APLICAÇÃO AJUSTE
AJUSTES RECOMENDADOS
TIPO DE
EXTRA-
MECÂNICA
MECÂNICA
MECÂNICA
EXEMPLO DE AJUSTE
EXEMPLO DE APLICAÇÃO
AJUSTE
PRECISO
PRECISA
MÉDIA
ORDINÁRIA
Montagem à
H7 e7
mão, podendo
LIVRE
H6 e7
H11 e9
H11a11
girar sem
H7 e8
Peças cujos funcionamentos
necessitam de folga por força de
dilação, ou mau alinhados, etc
esforço.
ROTATIVO
Montagem
à mão, com
facilidade.
H10 d10
H6 f6
H7 f7
H8 f8
H11 d11
Peças que deslizam ou giram com
boa lubrificação. Ex: eixos,
mancais, etc.
Montagem à
DESLIZA-
H8 g8
H10 h10
mão, com
H6 g5
H7 g6
NTE
leve pressão.
H8 h8
H11 h11
Peças que deslizam ou giram com
grande precisão. Ex:anéis de
rolamentos, corrediços, etc
DESLIZAN-
Montagem a mão,
porém necessitando
de algum esforço.
H6 h5
H7 h6
TE JUSTO
Encaixes fixos de precisão, órgãos
lubrificados descartáveis à mão.
Ex: punções, guias, etc.
ADERENTE
Montagem
FORÇADO
com auxílio
H6 j5
H7 j6
de martelo.
LEVE
Peças que necessitam freqüentes
desmontagens. Ex: polias,
engrenagens, rolamentos, etc.
Montagem
FORÇADO
com auxílio
H6 m5
H7 m6
DURO
de martelo
Peças possíveis de montagem e
desmontagem sem deformação da
peça.
pesado.
Pressão
À PRESSÃO
Montagem com
COM
auxílio de
H6 p5
H7 p6
balancim ou
ESFORÇO
Peças impossíveis de serem
desmontadas sem deformação.
Ex: buchas à pressão, etc.
por dilatação.
Ex: buchas à pressão, etc. por dilatação. Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;
Ex: buchas à pressão, etc. por dilatação. Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

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GRUPOS DE DIMENSÕES

O sistema de tolerância ISO foi criado para produção de peças intercambiáveis com dimensões compreendidas entre 1 e 500mm. Para simplificar o sistema e facilitar sua utilização, esses valores foram reunidos em treze grupos de dimensões em milímetros.

   

QUALIDADE DE TRABALHO

 

IT01

IT0

IT1

IT2

IT3

IT4

IT5

IT6

IT7

IT8

IT9

IT10

IT11

IT12

IT13

IT14

IT15

IT16

Eixos

         

Furos

Mecânica Extra-Precisa

   

Mecânica Corrente

 

Mecânica Grosseira

  Mecânica Corrente   Mecânica Grosseira Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;
  Mecânica Corrente   Mecânica Grosseira Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO, A.J.V;

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

Notas de aula – Aula 09 – Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos Desenho Técnico Mecânico

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– Aula 09 – Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –
– Aula 09 – Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –
– Aula 09 – Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

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GRAUS DE ACABAMENTO

Os graus de acabamento das superfícies são representados pelos símbolos indicativos de rugosidade da superfície, normalizados pela norma NBR 8404 da ABNT, baseada na norma ISO 1302.

Os graus de acabamento são obtidos por diversos processos de trabalho e dependem das modalidades de operações e das características dos materiais adotados.

Rugosidade

É a medida das irregularidades existentes nas superfícies das peças. É medida em m (micrometro: 1 m = 0,001mm).

Linha média (teórica) Perfil em corte da superfície
Linha média (teórica)
Perfil em corte da superfície
Linha média (teórica) Perfil em corte da superfície Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,
Linha média (teórica) Perfil em corte da superfície Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

Notas de aula – Aula 09 – Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos 9. 17

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9. 17

Simbologia

TABELA: Características da Rugosidade (R a ) Classes de Desvio médio rugosidade aritmético (μm) a
TABELA: Características da Rugosidade (R a )
Classes de
Desvio médio
rugosidade
aritmético (μm)
a - valor da rugosidade Ra, em m, ou classe de rugosidade N 1 a N 12;
N
12
50
b - método de fabricação, tratamento ou revestimento da superfície;
N
11
25
c - comprimento da amostra para avaliação da rugosidade, em mm;
N
10
12,5
d - direção predominante das estrias;
N
9
6,3
e - sobremetal para usinagem (m).
N
8
3,2
N
7
1,6
N
6
0,8
N
5
0,4
N
4
0,2
N
3
0,1
N
2
0,05
N
1
0,025
N 5 0,4 N 4 0,2 N 3 0,1 N 2 0,05 N 1 0,025 Desenho
N 5 0,4 N 4 0,2 N 3 0,1 N 2 0,05 N 1 0,025 Desenho

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

Notas de aula – Aula 09 – Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos 9. 18 QUALIDADE

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9. 18

Aula 09 – Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos 9. 18 QUALIDADE DA SUPERFÍCIE Desenho Técnico Mecânico

QUALIDADE DA SUPERFÍCIE

tolerâncias e símbolos 9. 18 QUALIDADE DA SUPERFÍCIE Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,
tolerâncias e símbolos 9. 18 QUALIDADE DA SUPERFÍCIE Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

Notas de aula – Aula 09 – Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos 9. 19

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9. 19

A norma ABNT 8404 normaliza a indicação do estado da superfície em desenho técnico mecânico

através de símbolos

Símbolos sem indicação de rugosidade. (a esquerda)

Símbolos com indicação da característica principal da rugosidade R a; (a direita)

SÍMBOLO SIGNIFICADO Símbolo básico. Só pode ser usado quando seu significado for complementado por uma
SÍMBOLO
SIGNIFICADO
Símbolo básico. Só pode ser
usado quando seu significado
for complementado por uma
indicação.
Caracterização de uma
superfície usinada sem
maiores detalhes.
Caracteriza de uma superfície
na qual a remoção de material
não é permitida e indica que a
superfície deve permanecer
no estado resultante de um
processo de fabricação
anterior, mesmo se esta tiver
sido obtida por usinagem ou
outro processo qualquer.
SÍMBOLO A remoção do material SIGNIFICADO é facultativa é exigida não é permitida N7 1,6
SÍMBOLO
A remoção do material
SIGNIFICADO
é facultativa
é exigida
não é permitida
N7
1,6
N7
1,6
N7
1,6
ou
ou
ou
Superfície com uma
rugosidade de um valor
máximo: R a = 1,6µm
N8
3,2
N8
3,2
N8
3,2
N6
0,8
N6
0,8
N6
0,8
Superfície com
rugosidade de um
valor:
ou
ou
ou
Máximo: R a = 3,2µm
Mínimo: R a = 0,8µm
ou ou ou Máximo: R a = 3,2µm Mínimo: R a = 0,8µm Desenho Técnico Mecânico
ou ou ou Máximo: R a = 3,2µm Mínimo: R a = 0,8µm Desenho Técnico Mecânico

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

Notas de aula – Aula 09 – Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos 9. 20

Notas de aula Aula 09 Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos

9. 20

Direção das estrias - simbologia

e símbolos 9. 20 Direção das estrias - simbologia Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –
e símbolos 9. 20 Direção das estrias - simbologia Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –
e símbolos 9. 20 Direção das estrias - simbologia Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –
e símbolos 9. 20 Direção das estrias - simbologia Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –
e símbolos 9. 20 Direção das estrias - simbologia Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –
e símbolos 9. 20 Direção das estrias - simbologia Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –
e símbolos 9. 20 Direção das estrias - simbologia Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –
e símbolos 9. 20 Direção das estrias - simbologia Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

Notas de aula – Aula 09 – Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos 9. 21 N9

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9. 21

N9 é a classe de rugosidade predominante, as demais N6 e N7 são especificas para uma superfície externa e superfície do furo.

para uma superfície externa e superfície do furo. N9 N7 ( N7 N6 , N6 )
N9 N7 ( N7 N6
N9
N7
(
N7
N6

,

N6 )
N6
)
SÍMBOLO SIGNIFICADO CORRESPONDÊNCIA DE SIMBOLOGIA (Indicando Rugosidade) Indica que a superfície deve permanecer
SÍMBOLO
SIGNIFICADO
CORRESPONDÊNCIA DE SIMBOLOGIA
(Indicando Rugosidade)
Indica que a superfície deve permanecer
bruta, sem acabamento , e as rebarbas
devem ser eliminadas.
Indica que a superfície deve ser desbastada.
As estrias produzidas peça ferramenta
podem ser percebidas pelo tato ou visão.
de
N10 a
N12
Indica que a superfície deve ser alisada,
apresentando dessa forma marcas pouco
perceptíveis à visão.
de
N7
a N9
Indica que a superfície deve ser polida, e
assim ficar lisa, brilhante, sem marcas
visíveis.
de
N4
a
N6
) .
)
.

Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) PORTO, A.J.V; FORTULAN, C.A.; DUDUCH, J.G. ; MONTANARI, L.(2006)

Simbologia empregada no Brasil, até 1984, normalizada pela NBR6402 que hoje se encontra ultrapassada e não deve ser utilizada em desenhos técnicos mecânicos.

e não deve ser utilizada em desenhos técnicos mecânicos. As classes de N1 a N3 correspondem

As classes de N1 a N3 correspondem a graus de rugosidade mais “finos” do que o polido (

desenhos técnicos mecânicos. As classes de N1 a N3 correspondem a graus de rugosidade mais “finos”
Notas de aula – Aula 09 – Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos 9. 22

Notas de aula Aula 09 Cotas, escalas, tolerâncias e símbolos

9. 22

Exercício 9.01 a) Complete a lacuna com os valores correspondentes

– a) Complete a lacuna com os valores correspondentes Nome: Nº Turma DIMENSÃO DO DIMENSÃO DA

Nome:

Complete a lacuna com os valores correspondentes Nome: Nº Turma DIMENSÃO DO DIMENSÃO DA ESCALA DESENHO

Turma

DIMENSÃO DO DIMENSÃO DA ESCALA DESENHO PEÇA 1:1 42 Escala 1:1 Escala : 18 1:2
DIMENSÃO DO
DIMENSÃO DA
ESCALA
DESENHO
PEÇA
1:1
42
Escala 1:1
Escala
:
18
1:2
5:1
6
16
2:1
10
100
12
60
Escala
:
b) Em uma folha A4:
a) desenhar em escala 1:1;
b) desenhar em escala 1:2;
c) desenhar em corte total em escala
1:2 sem cotas.
1:2; c) desenhar em corte total em escala 1:2 sem cotas. Desenho Técnico Mecânico I (SEM
1:2; c) desenhar em corte total em escala 1:2 sem cotas. Desenho Técnico Mecânico I (SEM

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9. 23

Exercício 9.02 - Desenhe em folha A4 em vista única, na escala 1:1 aplicando encurtamento

Nome:

Turma

a) b)
a)
b)
c)
c)
1:1 aplicando encurtamento Nome: Nº Turma a) b) c) Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –
1:1 aplicando encurtamento Nome: Nº Turma a) b) c) Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) –

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9. 24

Exercício 9.03

Nome:

Turma

e símbolos 9. 24 Exercício 9.03 Nome: Nº Turma a) Escreva nas linhas indicadas, a rugosidade

a) Escreva nas linhas indicadas, a rugosidade das

peças em sua grandeza máxima.

Exemplo: a) N8 = 3,2 µm
Exemplo:
a) N8
=
3,2 µm

b)

,

c)

,

b) Responda as perguntas.

a) Que classe de rugosidade a maioria das superfícies da peça deverá receber?

b) Que outras classes de rugosidade a peça deverá receber?

c) Que tratamento térmico a peça deverá receber?

receber? c) Que tratamento térmico a peça deverá receber? c) Analise o desenho e responda. a)

c) Analise o desenho

e responda.

a) Qual é o modo de fabricação de obter o acabamento N7?

b) Qual é o tratamento indicado?

de obter o acabamento N7? b) Qual é o tratamento indicado? Desenho Técnico Mecânico I (SEM
de obter o acabamento N7? b) Qual é o tratamento indicado? Desenho Técnico Mecânico I (SEM

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9. 25

Exercício 9.04

Nome:

Turma

a) Desenhe nas três vistas principais aplicando omissão de corte e acabamento.

b) Represente no desenho os sinais de rugosidade

indicado na perspectiva. As demais superfícies são N11.

Furos: torneado interno fino Base: retificada de precisão
Furos: torneado interno fino
Base: retificada de precisão
Furos: torneado interno fino Base: retificada de precisão Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,
Furos: torneado interno fino Base: retificada de precisão Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,
Furos: torneado interno fino Base: retificada de precisão Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,
Furos: torneado interno fino Base: retificada de precisão Desenho Técnico Mecânico I (SEM 502) – PORTO,

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