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DIREITO CIVIL 1. Lei de Introdução ao Código Civil 1. (Auditor/TCE – MG – 2007) Considere as seguintes afirmações: I – Salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país quarenta e cinco dias depois de oficialmente publicada. II – A contagem do prazo para entrada em vigor das leis que estabeleçam período de vacância far-se-á coma inclusão da data da publicação e do último dia do prazo, entrando em vigor no dia subseqüente à sua consumação integral. a) As afirmações I e II são corretas. b) Somente a afirmação I é correta. c) Somente a afirmação II é correta. d) As afirmações I e II são incorretas. e) As afirmações I e II são colidentes entre si e nenhuma delas corresponde a regra jurídica em vigor. 2. (Juiz do Trabalho – CE – 2005) O princípio da continuidade assim se enuncia: a) a norma revogada continua vinculante para os casos anteriores à sua revogação. b) a norma atinge os efeitos de atos jurídicos praticados sob o império da lei revogada. c) não se destinando à vigência temporária, a norma estará em vigor enquanto não surgir outra que a altere ou revogue. d) há incompatibilidade entre a lei nova e a antiga, se a nova regular inteiramente a matéria tratada pela anterior. e) a norma só obriga no espaço nacional, ou seja, no seu território, mas suas águas e na sua atmosfera. 3. (Auditor/TCE – AM – 2006). Sobre a vigência da lei são corretas as seguintes afirmações: I – Salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país um mês e meio depois de oficialmente publicada. II – A lei posterior revoga a anterior quando regular inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior. III – A lei nova que estabelece disposição geral a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior. IV – Salvo disposição contrária, a lei revogada se restaura por ter a lei revogadora perdido a vigência. V – As leis permanentes e temporárias só revogam com a superveniência de outra lei. São corretas as afirmações: a) I e II. b) II e III. c) II e IV. d) III e V. e) IV e V. 4. (Juiz de Direito – SP – 2007) Considere as seguintes afirmações: I – As leis, atos e sentenças de outro país terão eficácia no Brasil, quando não ofenderem a soberania nacional e a ordem pública, ainda que atentem contra os bons costumes. II – A lei nova, que estabeleça disposições gerais e especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior. III – A lei destinada à vigência temporária terá vigor até que outra a revogue.

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IV – As correções a texto de lei já em vigor consideram-se lei nova. Pode-se afirmar que são corretas apenas: a) I, II e III. b) II e IV. c) II. d) I, II e IV. 5. (Procurador do Estado – SP – 2006) A Lei A, de vigência temporária, revoga expressamente a Lei B. Tendo a lei revogadora perdido a vigência, é certo que: a) a lei revogada é automaticamente restaurada, já que a lei revogadora é temporária, e, os seus efeitos estavam apenas suspensos. b) a lei revogada é automaticamente restaurada , já que não se pode ficar sem lei. c) a lei revogada não se restaura por ter a lei revogadora perdido a vigência, salvo disposição expressa neste sentido. d) como não existe lei de vigência temporária, a revogação da anterior nunca teria acontecido. 6. (Defensor Público – RN – 2006) Segundo a Lei de Introdução ao Código Civil a) A edição de uma nova lei de caráter especial revoga a lei anterior. b) Na omissão da lei o juiz decidirá o caso concreto de acordo com a analogia, a equidade e os princípios gerais do direito. c) Os direitos de família são regulados pelo País de nascimento da pessoa. d) O divórcio de brasileiro realizado no estrangeiro, em regra, somente é válido no Brasil depois de três anos da data da sentença. 7. (OAB – RS – 2006/1) Relativamente à Lei de Introdução do Código Civil, assinale a assertiva correta. a) A lei começa a vigorar no prazo de 45 dias após sua promulgação, sem exceções. b) Considera-se ato jurídico perfeito aquele já consumado segundo a lei vigente ao tempo em que se efetuou. c) O regime de bens, legal ou convencional, obedece à lei do país onde foi celebrado o casamento. d) Na aplicação da lei, o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia. 8. (Auditor/TC – MA – 2005) Conforme a Lei de Introdução ao Código Civil, considere as seguintes assertivas: I – A sucessão de bens de estrangeiros, situados no País, será regulada pela lei brasileira benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros, ou de quem os represente, independentemente de ser a lei pessoal do de cujus mais favorável. II – Os Governos estrangeiros, bem como as organizações de qualquer natureza, que eles tenham constituído, dirijam ou hajam investido de funções públicas, poderão adquirir no Brasil bens imóveis ou susceptíveis de desapropriação. III – O regime de bens, legal ou convencional, obedece à lei do país em que tiverem os nubentes domicílio, e, se este for diverso, a do primeiro domicílio conjugal. Está correto SOMENTE o que se afirma em a) I e II. b) I e III. c) II e III. d) II. e) III.

(Promotor de Justiça – ES – 2004) A Lei de Introdução ao Código Civil. só é competente a autoridade judiciária brasileira quando for o réu domiciliado no Brasil. pois essa norma é fruto do Poder Constituinte Decorrente. ainda que meramente declaratórias do estado das pessoas. eficácia. que é um ato ou fato ocorrido no passado. já que tem como critério o fim prático da norma de satisfazer as exigências sociais e a realização dos ideais de justiça vigentes na sociedade atual. c) A interpretação teleológica é também axiológica e conduz o intérprete-aplicador à configuração do sentido normativo em dado caso concreto. sem qualquer distinção entre lei de direito público e lei de direito privado. etc). aplicar-se-á a lei do país do domicílio dos seus proprietários. Sobre esta assertiva. (Procurador da Fazenda Nacional – 2007) Assinale a opção correta. for dispositiva. d) A vedação à aplicação da norma que macule a coisa julgada. que alcançou os efeitos dos contratos celebrados anteriormente a ela. assim. desde que a lei nova traga benefícios para as partes. está correto afirmar: a) É verdadeira a assertiva apenas quando a lei. d) Para qualificar e reger as obrigações aplicar-se-á a lei do país em que se constituirem. Das Pessoas 12. o ato jurídico perfeito e o direito adquirido se aplica a qualquer lei infraconstitucional. 10. e) A lócus regit actum é uma norma de direito internacional privado para indicar a lei aplicável à forma intrínseca do ato.3 9. 2. que alcançou os efeitos dos contratos celebrados anteriormente a ela. . d) Às coisas in transitu aplicar-se-á a lex resitae. ou entre lei de ordem pública e lei dispositiva. b) A obrigação decorrente do contrato reputa-se constituída exclusivamente no lugar que se deu o negócio. o juiz poderá ater-se às normas de direito internacional privado do país em que ocorreu o fato interjurisdicional sub judice. 11. sendo vedado que seus efeitos sejam obstados pela simples existência de contratos celebrados anteriormente a ela. rege as relações das normas (interpretação. desde que não se refira a um novo Código Civil. c) Nas relações oriundas de contrato de obrigação. a) Os meios probatórios regular-se-ão pela lex fori por pertencerem à ordem processual e o modo de produção dessas provas reger-se-á pela norma vigente no Estado onde ocorreu o fato. (Juiz de Direito – MG – 2005) Conforme o Código Civil. b) É verdadeira a assertiva apenas quando a lei. desde: a) cento e oitenta dias de gestação. com os seguintes preceitos: a) Dependem de homologação pelo Supremo Tribunal Federal as sentenças proferidas no estrangeiro. b) A nossa Lei de Introdução ao Código Civil não contém qualquer proibição expressa e categórica do retorno. (Procurador do Distrito Federal – 2004) Se a lei civil alcançar os efeitos futuros de contratos celebrados anteriormente a ela. é CORRETO afirmar que a lei põe a salvo os direitos do nascituro. porque vai interferir na causa. será essa lei retroativa (retroatividade mínima). for uma norma de ordem pública. aplicação. como “lex legum”. vigência. e) A assertiva é verdadeira. portanto inconstitucional. dimensões espaço-temporais. c) É verdadeira a assertiva. e) Para qualificar os bens e regular as relações a eles relativos.

do próprio corpo para depois da morte. d) Ninguém pode ser constrangido a submeter-se. os ébrios habituais e os excepcionais sem desenvolvimento mental completo. sendo tal ato irrevogável.É válida. gratuita ou onerosa. d) e o ausente será presumido morto somente depois de contar oitenta (80) anos de idade e de cinco anos antes forem suas últimas notícias. não podendo o seu exercício sofrer limitação voluntária. assinale a alternativa INCORRETA a) Com exceção dos casos previstos em lei. c) e o ausente será presumido morto somente depois de passados dez (10) anos do pedido de sucessão definitiva. se for extremamente provável a morte de quem estava em perigo de vida.RR – 2006) Considere as seguintes afirmações a respeito dos direitos da personalidade: I . b) presumindo-se a morte quanto aos ausentes. d) III e V. segundo o Código Civil: a) os menores de 16 (dezesseis) anos. a disposição gratuita do próprio corpo. b) II e IV. no todo ou em parte.Bacen . . (Procurador Autárquico . c) II e V. São absolutamente incapazes. a disposição. com risco de vida. os direitos da personalidade são intransmissíveis e irrenunciáveis. IV . com objetivo científico. os pródigos e os silvícolas. se não tiver sucesso. d) cento e vinte dias de gestação. quando importar diminuição permanente da integridade física. (Procurador do Estado . obter aposentadoria por invalidez. III . 15. salvo se exercer cargo público ou mandato eletivo. b) É válida. a tratamento médico ou a intervenção cirúrgica. ou contrariar os bons costumes. para. não goza de proteção legal. a proteção dos direitos da personalidade. 13. para depois da morte. não puderem exprimir sua vontade. II . ou altruístico.O servidor público não pode ser constrangido a submeter-se a tratamento ou a intervenção cirúrgica com risco de morte. 14. 16.O pseudônimo. c) Salvo por exigência médica. d) os menores de 16 (dezesseis) anos. (Delegado da Polícia Civil – MG – 2007) Considerando os dispositivos do Código Civil em vigor sobre os direitos da personalidade. desde que aberta sua sucessão provisória. ainda que adotado para atividade lícita. V . no que couber. sem decretação de ausência. mesmo por causa transitória. c) os menores de 16 (dezesseis) anos e os viciados em tóxicos. Estão corretas as afirmações a) I e III.A vida privada da pessoa natural é inviolável. com objetivo científico.Aplica-se às pessoas jurídicas. c ) a qual nunca pode ser presumida. a) a qual pode ser declarada. é defeso o ato de disposição do próprio corpo. b) os menores de 16 (dezesseis) anos e os que. c) o nascimento com vida. (Procurador do Estado – SC – 2003) Assinale a alternativa CORRETA. pelo Juiz. ou altruístico.2006) A existência da pessoa natural termina com a morte.4 b) a concepção.

c) Deve ter o retorno à incapacidade declarado por sentença. c) Em caso de abuso da personalidade jurídica. e) Tornando-se ilícita.2007) João. e as demais entidades de caráter público criadas por lei. o Distrito Federal. (Defensor Público . c) do consenso afirmativo. o Distrito Federal.Abril . 19. os Estados. os Estados. salvo disposição em contrário no ato . assinale a alternativa incorreta: a) São pessoas jurídicas de direito público interno a União. os Municípios. (Juiz de Direito . os Territórios. de acordo com o Código Civil: a) a União. após a sua morte. aos dezoito anos. as autarquias. 17.2006) São pessoas jurídicas de direito público interno.2003) Sobre o tema Pessoas Jurídicas. caracterizado pelo desvio de finalidade. b) Retorna à incapacidade relativa. os Municípios. o Distrito Federal e os Territórios. e Maria. b) a União. Meses depois.5 e) IV e V. casaram-se. que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica. anterior ao casamento. de manifestar sua vontade e de dispor gratuitamente do próprio corpo. as autarquias. b) do consenso beneficente. c) a União. 20. assinale a alternativa CORRETA: a) Retorna à incapacidade absoluta. a requerimento da parte.SP . Encerrada a liquidação. d) Velará pelas fundações o Ministério Público Federal. inclusive as associações públicas e as demais entidades de caráter público criadas por lei. os Estados.2007) Princípio que consagra o direito da pessoa capaz. 18. promover-se-á o cancelamento da inscrição da pessoa jurídica. (Procurador do Estado . com objetivo científico ou terapêutico é chamado pela doutrina de princípio a) da beneficência altruísta. b) Nos casos de dissolução da pessoa jurídica ou cassada a autorização para seu funcionamento. os Estados. no todo ou em parte. ou vencido o prazo de sua existência. as sociedades de economia mista e as empresas públicas. João faleceu e Maria ficou viúva aos 16 anos de idade. e) da autonomia de vontade. os Territórios. as fundações e os partidos políticos. o órgão do Ministério Público. d) a União. o Distrito Federal. as fundações. d) do consentimento válido. ou qualquer interessado. em razão de sua idade. os Municípios. os Estados. os Municípios. o Distrito Federal.MG . d) Permanece plenamente capaz para os atos da vida civil. ela cessará suas atividades imediatamente para os fins de liquidação. incorporando-se o seu patrimônio. Com relação à capacidade civil de Maria. quando aquelas funcionarem no Distrito Federal. ou pela confusão patrimonial.PR . ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo. lhe promoverá a extinção. as autarquias. pode o juiz decidir. as autarquias e as demais entidades de caráter público criadas por lei. aos 16 anos.PR . os Municípios. as autarquias. os Territórios. com o consentimento do Ministério Público. (OAB . impossível ou inútil a finalidade a que visa a fundação.

II . b) domicílio necessário. Dos Bens 25. . c) apenas duas opções estão corretas. IV . 22. c) O domicílio do militar é o lugar onde servir.2006) Os materiais de construção de um edifício ainda não derrubado podem se considerar: a) bens imóveis por pré-destinação.2006) Dispõe o art. 23.Tendo a pessoa jurídica diversos estabelecimentos em lugares diferentes. Serão organizados e funcionarão conforme o disposto em lei específica.2006) Pessoas jurídicas. morais. 78 do Código Civil que “nos contratos escritos.RS . poderão os contratantes especificar domicílio onde se exercitem e cumpram os direitos e obrigações deles resultantes”. c) bens móveis por força de lei. c) Os partidos políticos são pessoas jurídicas de direito público.MG . (OAB . b) A pessoa jurídica tem direito a pleitear dano moral.SP .6 constitutivo.Os partidos políticos são pessoas jurídicas de direito privado. c) domicílio profissional.AC/RO . d) domicílio voluntário.A fundação somente poderá constituir-se para fins religiosos.Abril . designada pelo juiz. I . que se proponha afim igual ou semelhante. assinale a assertiva correta. e) domicílio de adesão.Abril . (OAB .MG . culturais ou de assistência. b) apenas três opções estão corretas. b) O domicílio do preso é o lugar onde foi processado. A disposição diz respeito ao: a) domicílio legal. (Juiz do Trabalho . III . 21. assinale a alternativa INCORRETA: a) O domicílio do incapaz é o do seu representante ou assistente. Responda: a) todas as opções estão corretas. b) bens móveis por antecipação. 3. ou no estatuto. d) Adquire-se a personalidade jurídica mediante a assinatura do contrato social. e) todas as opções estão incorretas. d) O domicílio do servidor público é o lugar em que exerce permanentemente suas funções.2006/2) Em se tratando de pessoa jurídica. (OAB .2007) Sobre domicílio. (Procurador do Estado . cada um deles será considerado domicílio para os atos nele praticados. em outra fundação. a) A decretação da desconsideração da personalidade da pessoa jurídica pressupõe a existência de fraude a credores. 24.As associações constituem-se numa união de pessoas organizadas para fins econômicos ou não econômicos. d) benfeitorias do imóvel. d) apenas uma opção está correta.

podem ser objeto de negócio jurídico. (Juiz de Direito . 4. d) coisas anexadas empregadas intencionalmente na exploração de atividade econômica. de elevado valor. b) Princípio do contraditório.7 26.2005) O conceito de “nemo potest venire contra factum proprium” (a proibição de comportamento contraditório) nos negócios jurídicos. a) é tudo quanto. c) bens principais. alguma vantagem. c) Princípio do consensualismo. d) Princípio da boa-fé objetiva. como objeto de direito pessoal. d) São bens públicos dominicais os que constituem o patrimônio das pessoas jurídicas de direito público. tem sua essência no principio: a) Princípio da autonomia da vontade. de modo duradouro. apesar de não separados ainda do bem principal. ainda que o tornem mais agradável. . visando evitar que uma parte do contrato adote um ato em contradição com conduta anterior.RJ . obtendo. de cada uma dessas entidades. (Procurador do Estado .MG . todos os outros são particulares. b) São benfeitorias de mero deleite ou recreio. territorial ou municipal. se destinam. 27. Dos Fatos Jurídicos 29. estadual.SC . não constituindo partes integrantes. b) acessões. o proprietário mantiver intencionalmente empregado em sua exploração industrial. 30. ao uso. é incorreto afirmar: a) São públicos os bens do domínio nacional pertencentes à administração pública direta ou indireta. inclusive os de suas autarquias. d) São frutos e produtos que. aponte a alternativa INCORRETA. que não aumentam o uso habitual do bem. b) São bens públicos de uso comum do povo os rios.2006) Referentemente aos negócios jurídicos. Isto se dá por serem os dutos e as estações de compressão: a) pertenças. enquanto que os bens públicos dominicais podem ser alienados. 28. este perderá seu interesse econômico. e) Os bens públicos de uso comum do povo e os de uso especial são inalienáveis. ao serviço ou ao aformoseamento de outro. e) partes integrantes. e acabe por confundir a outra. (Juiz do Trabalho . estradas. ou real. a) As condições ilícitas invalidam os negócios jurídicos. (Juiz do Trabalho . ruas e praças. mares. (Procurador da Fazenda Nacional . b) O termo inicial não suspende a aquisição do direito.2004) Indique a alternativa em que a definição de “pertença” que melhor se enquadra na definição contida no Código Civil está CORRETAMENTE descrita. e) Princípio da culpa subjetiva. ou seja. no imóvel. c) São bens públicos de uso especial os edifícios ou terrenos destinados a serviço ou estabelecimento da administração federal.PA – 2007) A respeito dos bens públicos. aformoseamento ou comodidade. enquanto conservarem a sua qualificação. com isso. c) são bens que. na forma que a lei determinar.2007) Se desaparecerem os dutos e as estações de compressão de um gasoduto. seja qual for a pessoa a que pertencerem. observadas as exigências da lei.

2003) Sobre a invalidade dos negócios jurídicos considere as seguintes afirmações: I .SP . se for válido na substância e na forma. como condição suspensiva.2007) Segundo a lei. condição e termo. b) significa a ignorância de vício que macula o negócio jurídico.É nulo o negócio jurídico celebrado em estado de perigo. o negócio jurídico é eficaz. é INCORRETO afirmar: a) implica o dever de conduta probo e íntegro entre as partes contratantes. d) aplica-se aos contratos do Código Civil e do Código de Defesa do Consumidor. 31. (Procurador do Estado . e) O encargo suspende a aquisição e o exercício do direito. ainda que relativa. produz a) direito adquirido. 32. é anulável o negócio jurídico que o representante celebrar consigo mesmo.RN . quando expressamente disposto. b) termo.2006) I – “É a cláusula que subordina o efeito do negócio jurídico.MA . a sua impossibilidade no momento da formalização do negócio o invalida.1. termo e encargo. (Defensor Público . II – “É a cláusula que subordina os efeitos do ato negocial a um acontecimento futuro e certo”. (OAB – SP – Janeiro – 2006) Sobre a boa-fé objetiva. d) nulidade absoluta. ainda que autorizado pelo representado. encargo e termo. b) o silêncio não importa anuência quando for necessária a expressa declaração da vontade.2006) Sobre o negócio jurídico tem-se que: a) exigindo para sua validade o objeto possível e determinado. 34. c) termo.É nulo o negócio jurídico simulado. b) anulabilidade. condição e encargo. o negócio jurídico. III – “É a cláusula acessória aderente a atos de liberalidade inter vivos ou causa mortis que impõe um ônus ou uma obrigação ao contemplado pelos referidos atos”. tais como informação e segurança. a evento futuro ou incerto”. 4. (OAB . Dos Defeitos do Negócio jurídico 35. respectivamente. e) condição. cujos efeitos estão aguardando a ocorrência do termo inicial. 33. mas subsistirá o que se dissimulou.8 c) Enquanto não se realizar a condição resolutiva. d) As condições resolutivas impossíveis tornam nulos os negócios jurídicos. com o direito por ele estabelecido podendo ser exercido plenamente. (Procurador do Estado . c) implica a observância de deveres anexos ao contrato. pelo disponente. de: a) encargo.Abril . encargo e condição. oneroso ou gratuito. d) somente as condições suspensivas consideradas fisicamente impossíveis invalidam os negócios jurídicos. c) salvo se o permitir a lei. . II . Estas cláusulas são. d) condição.SP . c) expectativa de direito.

38. ou se o favorecido concordar com a redução da vantagem. o negócio. II e III. evitando enriquecimento sem causa. (Procurador do Distrito Federal . permitindo-se. 36. é correto afirmar que esse negócio a) pode ser anulado por conter vício do consentimento denominado dolo.PR . inclusive em juízo. c) A conversão substancial do negócio jurídico nulo é figura jurídica equivalente à confirmação do negócio jurídico anulável: em ambos os casos se pratica um ato por meio do qual se corrige o suporte fático de um negócio jurídico inválido. (Juiz de Direito . b) É de 4 (quatro) anos o prazo de prescrição para pleitear-se a anulação do negócio jurídico fraudulento. assim. porém. segundo valores vigentes ao tempo da celebração do negócio pela técnica pericial. 39. c) pode ser anulado por conter vício do consentimento denominado lesão. b) I. e. III e V. para equilibrar as prestações. gerando.É anulável o negócio jurídico quando se verifica a lesão. b) a comprovação da culpabilidade do beneficiado e apreciação da desproporção das prestações. c) a prova da premência de necessidade da inexperiência e da desproporção das prestações d) a oferta de suplemento suficiente. IV e V.É nulo o negócio jurídico quando tiver por objetivo fraudar lei imperativa. Nesse caso.CE . IV e V. Fernando adquire à vista um bem móvel de Guilherme com preço manifestamente superior ao seu real valor de mercado.9 III . V .2007) A respeito dos negócios jurídicos. como tal.SP . d) II. aproveitando. . e) a prova da existência de um risco pessoal que diminui a capacidade da parte de dispor livre e conscientemente.2006) Sob premente necessidade. (OAB . porém não se decretará a anulação se a parte favorecida concordar com a redução do proveito.Janeiro . a) A fraude contra credores é tratada no direito brasileiro no plano dos efeitos. b) não pode ser anulado apenas por este fato. é correto afirmar que: a) O negócio jurídico eivado de dolo de terceiro poderá ser anulado ainda que não se prove que a parte a quem ele aproveita sabia da ocorrência do dolo. e) III.2007) Assinale a opção correta. nula. c) II. 37. b) Os negócios jurídicos eivados de simulação quanto à pessoa serão nulos caso se trate de simulação absoluta e anuláveis caso se trate de simulação relativa. (Juiz do Trabalho . d) pode ser anulado por conter vício do consentimento denominado erro.É anulável o negócio jurídico celebrado por pessoa absoluta ou relativamente incapaz. se a realização do evento nela previsto depender exclusivamente do arbítrio da parte prejudicada pela seu implemento. III e IV. a ineficácia relativa do negócio jurídico. IV . SOMENTE está correto o que se afirma em a) I. sanando o vício que ali se apresentava. como conseqüência.2005) A lesão especial acarreta anulabilidade do negócio. d) A cláusula que institui condição suspensiva somente poderá ser considerada puramente potestativa. contado do dia de sua realização. para evitá-la: a) a dispensa da verificação do dolo da parte que se aproveitou.

2. 3° do Código Civil. durante um lapso de tempo fixado em norma.2006) Segundo Pontes de Miranda.10 c) Somente para a desconstituição dos negócios jurídicos onerosos é que se exige a demonstração do consilium fraudis como requisito de procedência. a declaração de vontade dos partícipes do negócio jurídico. no caso de simulação maliciosa. em proveito do acervo sobre que se tenha de efetuar o concurso de credores.SP . d) não poder ser alegada em Segunda Instância. (Juiz de Direito . do pedido na ação pauliana. 42. 4.2007) Sobre a fraude contra credores.2007) No sistema do Código Civil de 2002. por contar com a garantia do bem afetado a pagamento do seu direito creditório. é CORRETO dizer que para a declaração de nulidade é necessário: a) exige-se o resultado do efetivo prejuízo de terceiro. (Juiz de Direito . b) a intenção de prejudicar e mera possibilidade do prejuízo ser ocasionado. viciando. mediante procedimento assegurou seu direito de defesa. “a prescrição seria uma exceção que alguém tem contra o que não exerceu. a simulação se situa no plano de nulidade. b) ser reconhecida de ofício pelo juiz em qualquer caso. É característica da prescrição: a) correr contra os incapazes de que trata o art. em nenhuma hipótese. c) A exclusão de associado em associação civil. em nenhuma hipótese poderá pleitear a desconstituição do negócio jurídico fraudulento. aquilo que recebeu. é ERRADO afirmar que: a) o credor deverá provar o fraudis e o eventus damni a fim de anular a venda praticada pelo devedor insolvente. c) a intenção de prejudicar e o efetivo prejuízo a terceiro. d) o credor quirografário que receber do devedor insolvente o pagamento da dívida ainda não vencida. e) A fraude contra credores é um defeito que se caracteriza como falha no consentimento. b) A transação a respeito de litígio decidido por sentença passada em julgada se dela não tinha ciência algum dos transatores. Prescrição e Decadência 43. d) A compra e venda sem fixação de preço ou critério convencionado para a sua determinação.MG .SP . 41. visto que esta só se configura caso o negócio seja praticado no decorrer de um processo de execução movido em face do devedor. . d) que ocorra prejuízo ou a possibilidade de existir o prejuízo. ficará obrigado a repor. c) o prazo decadencial para anular o negócio fraudulento é de quatro anos.Janeiro . (Procurador do Estado . b) se diferencia da fraude de execução. d) O credor com garantia real. sua pretensão ou ação”. como conseqüência.SP – 2007) Assinale o único dos atos referidos que não tem sua nulidade ou anulabilidade prevista pela lei a) A cessão de direitos à sucessão não aberta. mas não lhe conferiu o direito de recorrer. Então. (OAB . e) ser renunciável somente depois de consumada. 40. c) poder ser alterada por acordo de partes. ainda que não haja intenção de prejudicar.

00 (mil reais). 48. e) integralmente acolhidas. d) prescricional.00 (mil reais) correspondente a empréstimo feito a “B”. c) desacolhidas integralmente.SP . (OAB . de 2 anos.2007) Sobre prescrição e decadência. mas não a compensação.000. 45.MG . somente para afastar a compensação. sendo feita. a suspensão da prescrição em favor de um dos credores solidários aproveita aos outros. d) acolhidas.a renúncia à decadência fixada em lei só valerá.000. pediu ao Juiz que condenasse o autor ao pagamento da diferença de R$ 1. de 4 anos. moveu contra o devedor ação de cobrança. porque o negócio jurídico em que se funda a alegação de “B” se deu antes da entrada em vigor do Código Civil de 2002. (Auditor/TCE . no importe de R$ 2.o ato extrajudicial de reconhecimento do direito pelo devedor interrompe a prescrição.2006) Aponte o asserto incorreto. II . (Juiz de Direito .SP . por isto. mas não a cobrança da diferença. assim.Abril . d) Não corre prescrição enquanto pende condição suspensiva. Antes da prolação da sentença.a prescrição não corre contra os que estiverem ausentes do país a serviço das Forças Armadas em tempo de paz. e) decadencial.00 (dois mil reais) e. de 3 anos. IV .000. porque a prescrição necessariamente deve ser argüida na primeira oportunidade que tem a parte para falar nos autos. Em sua contestação e porque admitido no procedimento.SP .11 44. d) Protesto cambial interrompe o prazo prescricional. (Juiz do Trabalho . de 2 anos. em virtude da prescrição. na verdade. 47. a prescrição. c) A prescrição iniciada contra uma pessoa continua a correr contra o seu sucessor. credor de “A”. de ofício. ocorre a suspensão do prazo prescricional. feita pelo devedor. III . que se dera no prazo de três anos e que nenhuma causa houve de suspensão ou interrupção. . vencido há um ano e não pago e. “B” alegou que a dívida achava-se extinta e que era. 46.a renúncia à prescrição. em razão de negócios anteriores. de 5 anos. c) decadencial.2007) Considere as seguintes afirmações: I . b) prescricional. as alegações de “A” sobre a prescrição devem ser a) desacolhidas. assinale a alternativa errada. b) acolhidas. credora e devedor se casam. sem prejuízo de terceiro. (Juiz de Direito . b) É permitida por lei . a) Os prazos de prescrição não podem ser alterados por acordo das partes. desde que seja inequívoco.ainda que dentro do lapso . “A” suscitou que o crédito de “B” era inexigível.2007) “A” é credor de R$ 1.2005) O prazo para se pleitear a anulação do negócio jurídico é de: a) decadencial.sendo a obrigação divisível ou indivisível. depois de a decadência se consumar. Neste caso. b) É defeso ao juiz pronunciar. após o vencimento da dívida. c) Se. somente para afastar a cobrança da diferença.RJ . a) Exceção prescreve no mesmo prazo que a pretensão. ocorridos há cinco anos. mas depois de escoado o prazo para a réplica. nos quais “A” obtivera ganhos que caracterizam enriquecimento sem causa. embora a prescrição efetivamente se tenha consumado.

c) apenas as opções II e IV estão corretas. I . 5. c) Se todas as obrigações alternativas se tornarem impossíveis sem culpa do devedor. pois a participação do credor é involuntária. (Juiz do Trabalho . Das Modalidades das Obrigações 49. O ato ilícito. a) A execução do fato por um terceiro não exclui o direito de o credor obter a indenização cabível. 50.São fontes das obrigações o contrato e a declaração unilateral de vontade. b) O devedor responderá por perdas e danos ainda que a prestação do fato se torne impossível sem culpa sua. quanto ao tempo de adimplemento a) de execução continuada. embora gere o dever de indenizar.2007) O fornecimento de 50. aponte a alternativa INCORRETA. em seu aspecto patrimonial. Embora possa existir responsabilidade sem o débito. IV . Responda: a) apenas as opções I e II estão corretas. somente. b) II e III.12 Pode-se afirmar que são corretas a) I e II I.Nas obrigações propter rem. prevalecerá: . jamais poderá existir o débito sem a responsabilidade. d) apenas a opção I está correta. somente. o credor poderá mandar executá-la à custa do devedor. e caso ocorram várias cessões do mesmo crédito. III e IV.AC/RO . pode ser bipartido em débito (debitum) e responsabilidade (obligatio).O vínculo jurídico da relação obrigacional. (Procurador da Fazenda Nacional . o abandono da coisa.SC .Concentração é o nome dado ao ato do devedor de identificação do objeto nas obrigações de dar coisa incerta e obrigações alternativas. (Juiz de Direito . d) Sendo fungível a obrigação de fazer.2006) Teoria geral das obrigações. necessariamente.2006) Relativamente às obrigações de fazer e às obrigações alternativas. III . e) divisível. d) de dar coisa incerta. d) II.2006) Na transmissão das obrigações temos a figura da cessão de crédito. extinguirá a obrigação. b) simples. previamente ajustado. Do Direito das Obrigações 5. III e IV. nas hipóteses de recusa ou mora deste. a obrigação extinguir-se-á.000 toneladas de petróleo em cinco carregamentos iguais. c) momentânea. b) apenas as opções I e III estão corretas. II. 52. e) todas as opções estão incorretas. também chamadas de obrigações reais. não pode ser considerado uma fonte de obrigação. c) I. somente. 51.PB . (Juiz do Trabalho . é uma obrigação.1. II .

o credor não obtenha nenhuma utilidade ou obtenha a que não representa a parte exata da que resultaria do adimplemento integral.2005) O princípio do concursu partis fiunt: a) decorre da presunção legal de que. a parte que lhe caiba no final. b) Podem os contratantes estabelecer cláusula proibitiva da cessão de crédito. c) requer que.13 a) a primeira cessão cujo credor tem preferência. se a isso não se opuser a natureza da obrigação. 54. interpretando-se o seu silêncio como recusa. d) a que se completar com a tradição do título de crédito. sendo indivisível a obrigação. 55. pois há a sua renovação. o novo devedor pode opor ao credor as exceções pessoais que competiam ao devedor primitivo.2007) O credor pode ceder o seu crédito. e por ele nenhum credor poderá pedir senão a sua parte. retirando-se por completo da relação. podem ser classificadas como: a) Obrigações solidárias. d) Obrigações disjuntivas. em caso de multiplicidade de devedores ou de credores em obrigação divisível. o cedente não responde pela existência do crédito ao tempo em que o cedeu. consideram-se extintas as garantias especiais por ele originariamente dadas ao credor. a lei. daquele que recebe a prestação por inteiro. uma vez que se desconta em dinheiro a quota no remitente. de modo que advém do concurso de mais participantes numa mesma obrigação. não operará a extinção da dívida. o que se transmite é a “obrigação originária”. e) se aplicado for. tal obrigação está dividida em tantas obrigações iguais e distintas quantos forem os credores e devedores. (Procurador do Distrito Federal . a) e. (Juiz do Trabalho . c) Obrigações conexas. os outros se desoneram. o direito de exigir em dinheiro. salvo assentimento expresso do devedor primitivo. uma vez cumprida parcialmente a prestação. 56. se não constar do instrumento da obrigação.MG – 2007) As obrigações em que há vários devedores que se obrigam. b) Obrigações subsidiárias. c) a que se completar com o registro no livro próprio. (Delegado da Polícia Civil . (Juiz do Trabalho – 11ª Região . cada um deles. e) Qualquer das partes pode assinar prazo ao credor para que consinta na assunção de dívida.CE . podendo o credor escolher qual deles fará o pagamento e um a vez escolhido. Tal cláusula proibitiva não poderá ser oposta ao cessionário de boa-fé. d) Como na assunção de dívida. b) é próprio da indivisibilidade da obrigação. c) A partir da assunção de dívida. b) a última cessão. nenhum devedor está obrigado senão pela sua parte. d) confere a cada co-credor. ainda que onerosa a cessão. ou a convenção com o devedor. e) nenhuma das respostas. 53. . a) A “cessão de crédito” e a “assunção de dívida” constituem modalidades de transmissão das obrigações. visto que o vínculo obrigacional sofrerá uma diminuição em sua extensão. que não comporta sua cisão em várias obrigações parceladas distintas. por toda a obrigação.2007) Assinale a opção falsa.

pode ser transferido pelo credor que tiver conhecimento da penhora.MG . (Promotor de justiça . b) pagamento com sub-rogação. fica resolvida a obrigação para ambas as partes: tem aplicação o princípio res perit domino. c) mas. subsistindo somente contra o credor os direitos de terceiro. mesmo penhorado. . abatido de seu preço o valor que perdeu. se houver perda da coisa. em pagamento. fica exonerado.2006) João deve a Otávio a quantia de R$28. c) devedor ou do credor. 58. 60. o cedente responde pela solvência do devedor. c) remissão da dívida. salvo estipulação em contrário.2004) Assinale a alternativa incorreta. efetuar-se-á o pagamento no domicílio do a) devedor e o pagamento reiteradamente feito em outro lugar não faz presumir renúncia do credor relativamente ao previsto no contrato.SP .2007) Salvo se as partes convencionarem diversamente. nesta hipótese: a) dação em pagamento. e) devedor e o pagamento reiteradamente feito em outro lugar faz presumir renúncia do credor relativamente ao previsto no contrato. 59. d) mas o crédito. indistintamente e à escolha do credor. não tendo notificação dela. d) credor. antes da entrega. 5. na ocasião do vencimento da divida. da natureza da obrigação ou das circunstâncias. Do Adimplemento e Extinção das Obrigações 57. ainda que mais valiosa. Conforme o Código Civil. b) Na obrigação de dar. c) O credor não é obrigado a receber prestação diversa da que lhe é devida. dando por quitada a obrigação. antes da tradição. b) credor mas o pagamento reiteradamente feito em outro lugar faz presumir renúncia do credor relativamente ao previsto no contrato. não sendo o devedor culpado. (Juiz do Trabalho – 11º Região .14 b) e o crédito. procura o credor e lhe oferece um veículo de sua propriedade em pagamento. mas o devedor que o pagar. ou se o contrário resultar da lei. b) Designados dois ou mais lugares de pagamento. Entretanto. sem culpa do devedor. fica exonerado. a) A presunção de estarem solvidas prestações periódicas. (Juiz de Direito . se houver deterioração da coisa. a) As dívidas decorrentes de prática de jogo não proibido não obrigam o pagamento. mas o devedor que o pagar.2. ou do devedor. alternativamente. indistintamente e à escolha do devedor. é relativa.00 (vinte e oito mil reais). sempre fica responsável pela existência do crédito ao tempo em que o cedeu e pela solvência do devedor. d) pagamento em consignação. não pode mais ser transferido pelo credor que tiver conhecimento da penhora. e) mas o cedente. uma vez penhorado. na cessão onerosa.000. Otávio aceita. não tendo conseguido a importância em dinheiro. c) Na obrigação de dar.2007) Indique a assertiva claramente errônea. (Juiz de Direito . d) O pagamento feito cientemente a credor incapaz de quitar somente é válido se o devedor provar que em benefício dele efetivamente reverteu. é CORRETO afirmar ter-se caracterizado. poderá o credor resolver a obrigação ou.DF . aceitar a coisa. subsistindo somente contra o credor os direitos de terceiro. decorrente da quitação da última. não tendo notificação dela. cabe ao devedor escolher entre eles.

e) sendo o pagamento em quotas periódicas. ou quem por este pagou. é CORRETO dizer que os lucros cessantes correspondem: a) à expectativa de lucro do credor. d) Nas hipóteses de vencimento antecipada do dívida prevista o art. poderá o credor exigi-la conjuntamente com o cumprimento da obrigação principal. 62.2007) A respeito da quitação. far-se-á no lugar do domicílio do devedor. com a assinatura do credor.15 d) A dação em pagamento constitui-se em recebimento de prestação diversa da que é devida. ainda que dos termos do documento ou das circunstâncias resultem haver sido paga a dívida. este responde por perdas e danos. se o negócio a que se referir foi celebrado por instrumento público. é correto afirmar que a) sempre poderá ser verbal. (Juiz de Direito .PR . (Procurador do Distrito Federal . da natureza da obrigação ou das circunstâncias. reputar-se-á venido quanto aos outros credores solventes. pressupõe o consentimento do credor. 64. c) Se o pagamento consistir em prestação relativa a imóvel. b) ao prejuízo do credor potencialmente estimável. c) ao prejuízo por efeito direto e imediato da inexecução da obrigação. desde que presentes duas testemunhas. c) terá de ser dada por instrumento público. durante 60 (sessenta) dias após a notificação do credor. b) Efetuar-se-á o pagamento no domicílio do credor salvo se as partes convencionarem diversamente ou se o contrário resultar da lei. salvo quando o pagamento for em pecúnia e em substituição à entrega de coisa. As perdas e danos devidos ao credor abrangem lucros cessantes. não podendo esses requisitos serem supridos. 5.2007) Assinale a opção correta. ficando obrigado por todos os efeitos da fiança. antes do descumprimento desta. (Juiz do Trabalho . b) Quando estipulada para o caso de mora. solidariedade passiva. a) Configura supressio o pagamento reiteradamente feito em local daquele previsto no contrato. assinale a incorreta: a) Tem eficácia quando estipulada após firmada a obrigação principal. 61. e) fiador poderá exonerar-se da fiança que tiver assinado sem limitação de tempo. .2006) Em se tratando de cláusula penal. ainda que a dívida tenha se originado de negócio celebrado por escritura pública.3. ou do seu representante. d) designará o valor e a espécie da dívida quitada. Do Inadimplemento das Obrigações 63. d) a qualquer dano eventualmente aferível a partir da mora do devedor. com garantia hipotecária. sempre que lhe convier. e) Designados no contrato dois ou mais lugares como local de pagamento. o nome do devedor. 333 do Código Civil. b) sempre poderá ser dada por instrumento particular. se houver.MG . c) Para o percebimento de indenização complementar ajustada além da cláusula penal o credor deverá provar os danos excedentes ao valor desta. no débito.MG . (Auditor/TCE . Então. o tempo e o lugar do pagamento.2007) Uma vez não cumprida a obrigação e constituído em mora o devedor. a quitação da última estabelece presunção absoluta de estarem solvidas as anteriores. cabe ao devedor escolher entre eles.

AC/RO . por cláusula expressa. d) Culpa in vigilando é a que decorre da falta de vigilância. d) A nossa sistemática jurídica. em face da conduta de terceiro por quem nos responsabilizamos. quando e como lhe determinarem as leis do processo. é subsidiária em relação à responsabilidade de seus representantes.RJ – 26º Exame) Assinale a alternativa correta: a) A nossa sistemática jurídica admite. dever de cuidar. o exercício do direito de arrependimento pela parte que recebeu as arras. c) a cláusula penal estipulada conjuntamente com a obrigação. segundo entendimento pacífico. (OAB . esta converter-se-á em alternativa a benefício do credor. d) quando se estipular a cláusula penal para o caso de total inadimplemento da obrigação. e) Torna-se exigível a cláusula penal quando apenas um dos devedores não cumpre obrigação indivisível. equivale integralmente à teoria do risco profissional. pode referir-se à inexecução completa da obrigação.2007) Sobre a responsabilidade civil.2006) Assinale a alternativa INCORRETA: a) para poder exercitar o direito que da evicção lhe resulta. (Juiz de Direito . (OAB – SC – 2006) Assinale a alternativa correta: a) Constitui ato ilícito o praticado em legitima defesa ou no exercício regular de um direito reconhecido. Responsabilidade Civil 67. seguindo Direito Romano e embasada no princípio da “pacta sunt servanda”. b) A responsabilidade civil dos incapazes. ou qualquer dos anteriores. c) Em se tratando de arras penitenciais. em se tratando de arras confirmatórias. não se podendo questionar mais sobre a existência do fato. b) A responsabilidade civil é independente da criminal. ocasionará apenas a devolução exata do valor recebido à título de arras. nas hipóteses expressamente previstas no Código Civil brasileiro. b) Realizada a pactuação de arras confirmatórias e. por omissão. de fiscalização. reforçar. o direito expresso de arrependimento. ou sobre quem seja o seu autor. e) a exigência da cláusula penal far-se-á mediante prova do prejuízo pelo inadimplemento total ou parcial da obrigação.16 d) É faculdade do juiz reduzir eqüitativamente o montante da cláusula penal quando o devedor cumpre parcialmente a obrigação. b) podem as partes. diminuir ou excluir a responsabilidade pela evicção. quando estas questões se acharem decididas rara juízo criminal. admite apenas as arras penitenciais. ou em ato posterior. por sua vez. . à de alguma cláusula especial ou simplesmente à mora. 65. c) Imprudência é a falta de observância do. 66. A culpa in eligendo assemelha-se à culpa in vigilando. 6. o adquirente notificará do litígio o alienante imediato. assinale a alternativa correta: a) A teoria do risco criado.PR . a nossa legislação faculta à parte prejudicada pleitear eventuais perdas e danos excedentes ao valor das arras. em não se concretizando o contrato definitivo. (Juiz do Trabalho . se caracteriza quando o agente culpado resolve enfrentar desnecessariamente o perigo. 68. enquanto que negligência.

no prazo estipulado no contrato. c) Os pais. desde que no exercício do trabalho que lhes competir ou em razão dele.2005) Assinale a alternativa CORRETA. (Juiz do Trabalho . culposamente. por sua natureza. b) O incapaz só responde pelos prejuízos que causar. a sua responsabilidade.SP . e) Os que gratuitamente houverem participado nos produtos do crime. . no exercício trabalho que lhes competir. pelos curatelados. consiste em responsabilidade subjetiva. e) subjetiva.MG .2007) Se um escritor. II .2004) O Juiz pode reduzir a indenização: a) por analogia.o empregador responde pelos atos dos seus empregados. ainda que não haja culpa de parte. pelos filhos menores. por ato de terceiro. risco para os direitos de outrem. 69. e) O dono do animal responde. d) O direito de exigir reparação e a obrigação de prestá-la não se transmitem com a herança. pelos atos de seus empregados. até a concorrente quantia. c) houver excessiva desproporção entre a gravidade da culpa e o dano. pelos danos provocados por ele. b) por vontade própria. 72. ainda que sem sua companhia.a indenização devida pelo incapaz não terá lugar se privar do necessário pessoas que dele dependem. d) direta. quanto ao fato gerador. em qualquer hipótese. pelo pupilo que estiver sob sua autoridade e com sua companhia. portanto.TRF – 1ª Região . a) Aquele que ressarcir o dano causado por outrem pode reaver o que houver pago daquele por quem pagou. a responsabilidade do empregador pelos danos causados pelo empregado no exercício de suas funções. c) Diferentemente dos pais. (Delegado da Polícia Civil . salvo se o causador do dano for descendente seu. o tutor não é responsável pela reparação civil. b) Os curadores.2007) No campo da responsabilidade civil e de acordo com o Código Civil em vigor.2007) Considere as seguintes afirmações sobre responsabilidade civil: I . será: a) objetiva. se as pessoas por ele responsáveis não tiverem obrigação de fazê-lo. exceto: a) o empregador. (Procurador da Fazenda Nacional . não entregar ao editor. c) contratual. (Juiz Federal . (Juiz de Direito . 73.17 c) O Código Civil de 2002 adota a teoria do risco integral ao prever a responsabilidade civil independente de culpa daquele que causar danos em virtude de atividade por ele normalmente desenvolvida e que implicar. Absoluta ou relativamente incapaz. b) indireta. e. ou em razão dele. independentemente de culpa. pelos seus hóspedes. d) Nenhuma das hipóteses acima. d) Os donos de hotéis. d) Decorre de culpa presumida. desde que sob sua autoridade e em sua companhia. a obra prometida. 71.PA . 70. são hipóteses de responsabilidade.

nenhum dos contratantes. (Juiz do Trabalho . (Juiz do Trabalho – l1ª Região . é CORRETO dizer que os princípios da probidade e da boa-fé: a) não autorizam às partes estipular contratos atípicos. mesmo que haja desproporção entre a gravidade da culpa e o dano. se houver excessiva desproporção entre a gravidade da culpa e o dano. como em sua execução. devem ser observados na conclusão e execução do contrato. 76. os princípios de probidade e boa-fé. não são nulas as cláusulas que estipulem a renúncia antecipada do aderente a direito resultante da natureza do negócio. custas judiciais e honorários advocatícios. b) em nenhuma hipótese será suportada por pessoa incapaz. se provado que obrou com culpa na escolha deles ou não os vigiou devidamente.18 III . além do reembolso de frutos. c). Assim. Dos Princípios Contratuais 75.MT . e) todas as assertivas.2007) A liberdade de contratar tem limite na função social do contrato. desde que provado o nexo causal. antes de cumprida a sua obrigação. c) autorizam renúncia antecipada do aderente a direito resultante da natureza do negócio. (Juiz de Direito . para sobreviver. b) os contratantes são obrigados a guardar.2006) Que direito caberá ao evicto quando existir no contrato de compra e venda de bem imóvel cláusula contratual excluindo a garantia da evicção sem que o evicto tenha sido informado do risco da evicção? a) Ao recebimento do preço que pagou. . e) só será paga pelo empregador em razão de danos causados por seus empregados.1. Pode-se dizer que são verdadeiras a) apenas as assertivas I e III. devendo sempre onerar o patrimônio de quem a representa. 77. Dos Contratos 7. d) nos contratos de adesão.2006) Não é correto afirmar que: a) a liberdade de contratar será exercida em razão e nos limites da função social do contrato. d) apenas as assertivas II e III.Agosto . quando houver no contrato de adesão cláusulas ambíguas ou contraditórias.2007) A indenização devida em razão de responsabilidade civil a) será eqüitativa. (OAB . e) nos contratos bilaterais. e não terá lugar se o privar do necessário. b) Não terá qualquer direito. o juiz poderá reduzir. ou às pessoas que dele dependam. b) apenas as assertivas I e II. b) são identificáveis apenas nas relações de consumo. d) independe de culpa do autor do dano. das despesas do contrato. eqüitativamente.MG . quando tiver de ser suportada por incapaz. 74. e não admite redução eqüitativa. dever-se-á adotar a interpretação mais favorável ao aderente. pode exigir o implemento da do outro. assim na conclusão do contrato.na hipótese de indenização que deva em princípio ser medida pela extensão do dano. c) será sempre calculada pela extensão do dano. 7. seu valor.MG .

pelo alienante do risco de não vir a coisa a existir. é vedada a inclusão de cláusula de assunção. não é oponível contra terceiros e nem é eficaz entre as partes. c) Nas ações redibitórias ou de abatimento do preço.SC . c) tem o mesmo significado que resolução do contrato. (Juiz de Direito . têm-se por concluídos sempre que expedida a aceitação. 80. b) Nos contratos aleatórios. a) Os contratos entre ausentes. assinale a alternativa INCORRETA: a) O evicto tem direito a obter.7007) Assinale a alternativa correta: a) No contrato com pessoa a declarar. terá o alienante direito ao preço total. 81. 79.SC . e) No contrato aleatório. 82. em regra. não terá o outro direito de receber integralmente o que lhe foi prometido. o contrato não terá qualquer eficácia. c) No contrato com pessoa a declarar.2007) No referente à evicção. d) Nos contratos aleatórios de coisas futuras. c) O direito resultante do negócio pode ser renunciado antecipadamente nos contratos. b) A boa-fé objetiva é requisito exclusivo da formação dos contratos. é chamada de distrato.SC . 78. b) quando bilateral. se o adquirente não denunciar o defeito ao alienante nos trinta dias seguintes ao seu descobrimento. . e) A inscrição no registro competente é pressuposto do direito à exigibilidade da feitura do contrato definitivo. (OAB .2006) Assinale a alternativa correta. (OAB . d) O contrato preliminar obriga as partes à conclusão do contrato principal este contiver todos os requisitos formais. mesmo que assuma um dos contratantes o risco de não ver a coisa ou o fato existir. (Juiz de Direito . d) independe da vontade dos contratantes. do alienante. assinale a assertiva correta.Agosto – 2006/2) Com relação ás fases de desenvolvimento dos conrtratos. d) De recobrar o preço que pagou mais as despesas do contrato. o valor das benfeitorias necessárias ou úteis que não lhes foram abonadas. ainda que o terceiro tenha se reservado o direito de reclamar-lhe a execução. d) O contrato preliminar não registrado e sem cláusula de arrependimento.RN .19 c) De recobrar o preço que pagou pelo bem. (Juiz de Direito . sem exceções. mesmo que de sua parte não tenha havido dolo ou culpa. a) Na estipulação em favor de terceiro o estipulante poderá exonerar o devedor. se a pessoa indicada recusar-se a aceitar a indicação.2005) A resilição a) corresponde a qualquer forma de término da relação contratual. ainda que tenha o adquirente tomado a si o risco de virem a existir em qualquer quantidade.RS . se não houver concorrência de culpa sua. os prazos de decadência fluem na constância da cláusula de garantia. produzirá efeitos mesmo quando externada de forma diversa daquela utilizada para a efetivação do contrato. a aceitação da pessoa indicada no momento da conclusão negocial. quando não contenha ele cláusula de arrependimento. b) A garantia da evicção não subsiste se a aquisição ocorrer em hasta pública.

II . 86. b) depósito regular. F. responderá pelo dano ocorrido. F.Pelo escoamento do prazo. (OAB . ou força maior. V. e) depósito irregular. V. b) V. curadores e em geral todos os administradores de bens alheios não podem dar em comodato os bens confiados à sua guarda. V. embora o contrato tenha por causa o pagamento de dívida de quem o presta. c) se o comodato não tiver prazo convencional. e) V. V. antepuser este a salvação dos seus abandonando o do comodante. ainda que se possa atribuir a caso fortuito. b) os tutores. d) V. ou se destine à execução de certa e determinada obra. V. d) mais de três anos. c) A responsabilidade pela evicção não se aplica às coisas adquiridas a título gratuito. V. e) Se não considerável a evicção parcial somente terá o evicto direito à indenização. F. presumir-se-lhe-á o de seis meses. c) depósito miserável. sob pena de nulidade do contrato. d) A aquisição do bem em hasta pública não é excludente da evicção. 84. F. d) se. . V. embora se destine à execução de certa e determinada obra. V. b) prazo indeterminado. 7. assinale a alternativa CORRETA: a) V.Com a morte de qualquer das partes.Por inadimplemento de qualquer das partes ou pela impossibilidade continuação do contrato.2 Dos Contratos em Espécie 83. V . Considerando as proposições acima como Verdadeira (V) ou Falsa (F). motivada por força maior. V. V.Pela conclusão da obra. V. c) V. F. F. V. (Juiz do Trabalho . IV .2007) O contrato de custódia de ações valores mobiliários.MS . III .2007) A prestação de serviço NÃO se poderá convencionar por a) instrumento particular quando qualquer das partes não souber ler nem escrever. c) mais de quatro anos. V.2007) O contrato de prestação de serviços acaba: I . (Juiz do Trabalho – 11ª Região . 85. d) depósito necessário.20 b) Mesmo que não considerável a evicção parcial. (Procurador da Fazenda Nacional . correndo risco o objeto do comodato juntamente com outros do comodatário. é facultado ao evicto optar pela rescisão do contrato.2005/2) Assinale a alternativa integralmente correta sobre o comodato: a) o comodato é o empréstimo gratuito de coisas fungíveis e perfaz-se com a tradição do objeto. identificáveis por número e não havendo estipulação que o depositário os pode consumir.Pela rescisão do contrato mediante aviso prévio. e) tempo inferior a um ano.MT . sob pena de nulidade do contrato. inclui-se entre os de: a) depósito legal. V.

será sempre de ordem gratuita. Nos contratos de empreitada. d) A prestação de serviço não se poderá convencionar por mais de quatro anos.MT . é ERRADO afirmar que a) o noivo pode ser representado por mandatário na celebração do casamento.SP . quando o empreiteiro fornece os materiais. c) o transportador pode recusar passageiros apenas nas hipóteses regulamentares. uma vez executado o transporte.2006) Nos contratos de empreitada de edifícios ou outras construções consideráveis. está incorreta a seguinte alternativa: a) são espécies de depósito necessário o que se desempenha em função de lei e aquele por ocasião de alguma calamidade. estará incorrendo o transportador em discriminação que fere o princípio da isonomia.21 87. (Juiz do Trabalho .2005/3) Sobre o contrato de transporte é correto afirmar: a) a carona (transporte de pessoa feito por amizade ou cortesia) se subordina às mesmas regras do contrato de transporte. b) outorgado mandato por instrumento público com o fim especial de o mandatário alugar a casa do mandante. d) por cinco anos. todos os riscos correrão por conta do dono. d) é nulo o mandato que contiver a cláusula “em causa própria”. contudo terá de prová-los. (Juiz do Trabalho . b) o transportador. (OAB . dispõe que os efeitos da sentença que decretar a resolução do contrato em virtude de acontecimentos extraordinários e imprevisíveis retroagirão à data da citação. decorridos quatro anos. bem como aqueles por equiparação. pois esta hipótese não se enquadra em modalidade de penhor legal. b) A partir do Código Civil de 2002.2007) Sobre o mandato. Neste caso. o empreiteiro de materiais e execução responderá durante o prazo irredutível de quanto tempo pela solidez e segurança do trabalho: a) por dois anos. e) nenhuma das respostas. ou se destine à execução de certa e determinada obra. c) por quatro anos. se só fornece mão-de-obra. enquanto que o mútuo é o empréstimo de coisas fungíveis. ainda que não concluída a obra. não tem direito de retenção sobre a bagagem do passageiro. dar-se-á por findo o contrato.2007) Assinale a alternativa INCORRETA: a) O Código Civil. d) se o depósito foi entregue fechado. 89. 91.PB . c) o depositário não responde pelos casos de força maior. b) o depósito necessário. . a aplicação do princípio pacta sunt servanda encontra-se mitigada pela aplicação da Teoria da Função Social do Contrato.Janeiro . b) por três anos. (OAB . correm por sua conta os riscos. (Juiz do Trabalho . e) nenhuma das respostas. c) o mandato pode ser verbal.2006) Quanto ao contrato de depósito.MS . tratando da resolução do contrato por onerosidade excessiva. nesse mesmo estado se manterá. por sua natureza. selado ou lacrado. eventual substabelecimento pode ser feito por instrumento particular. 90. já que se a recusa se der pelas condições de higiene ou de saúde do interessado. colado. mas. c) Comodato é o empréstimo gratuito de coisas não fungíveis.PB . embora o contrato tenha por causa o pagamento de dívida de quem o presta. 88.

não-solene e sinalagmático. d) Se. cada um fixe a parte da dívida que toma sob sua responsabilidade.TRF . b) admite prova exclusivamente testemunhal se for de valor inferior a dez (10) salários mínimos. ainda que se possa atribuir a caso fortuito.Bacen . sem autorização especial. responderá pelo dano ocorrido. d) o contrato de locação é principal. entre outras classificações possíveis. Perfaz-se com a tradição do objeto. c) não admite renúncia ao benefício de ordem. d) não admite que. salvo hipóteses regulamentas. os bens confiados à sua guarda. 94. . 93.2007) Assinale a alternativa INCORRETA: a) O comodato é o empréstimo gratuito de coisa não fungível. (Juiz Federal . 92.22 d) o transportador não pode recusar passageiros.45 Região . (Procurador Autárquico . entre outras classificações possíveis. entre outras classificações possíveis. será real. ou força maior.2006) O contrato de fiança a) estabelece solidariedade legal do fiador e do afiançado pelo pagamento ao credor. pode-se dizer que: a) o contrato de compra e venda é consensual e principal. (Delegado da Polícia Civil . antepuser este a salvação dos seus abandonando o do comodante. c) o contrato de fiança é principal e sinalagmático. Quanto à classificação dos contratos.2005) Assinalar a alternativa INCORRETA. e) pode ser estipulado sem consentimento do devedor ou contra sua vontade. u) O comodatário poderá recobrar do comodante as despesas feitas com o uso e gozo da coisa emprestada. existindo vários fiadores. ou se as condições de higiene ou de saúde do interessado o justificarem. correndo risco o objeto do comodato juntamente com outros do comodatário. b) o contrato de doação manual (bens móveis de pequeno valor). obrigatoriamente.MG . b) Os tutores e curadores não podem dar em comodato.

B 4. C 24. C 29.1.C 48. Do Inadimplemento das Obrigações 63. D 9. C 70. B 26. D 4. D 5. B 42. D 65.C 72. B 16.3. Das Modalidades das Obrigações 49. D 11. B 1. B 60. B 4.23 GABARITO 1. E 33. B 5. Dos Defeitos do Negócio jurídico 35. D 53. C 3. D 13. B 36. B 51. B 20. Lei de Introdução ao Código Civil 3. A 55. Das Pessoas 15. B 62. B 74. D 50. Responsabilidade Civil 69. B 46. D 5. B 25. B 14. C 22. Prescrição e Decadência 43. A 4. A 21. C 41. B 71. A 67. E 6.2. Do Adimplemento e Extinção das Obrigações 57. C 8. D 10. Do Direito das Obrigações 5. E 66. E 45. D 56. D 39. E 59. Dos Bens 28. 73. Dos Fatos Jurídicos 32. C 64.2. B 40. A 54. B 34. B 61. C 2. B 19.D 23. A 6. A . B 18. D 12. A 38.1. D 31. D 52.A 7. B 17. B 2. C 68. B 47. A 37. E 44. A 58. D 30. E 27. A 5.

2 Dos Contratos em Espécie 83. B 89.1.24 7. D 76. E 88. B 86. Dos Princípios Contratuais 75. B 90. A 79. D 82. D 77. D 78. D 93. D 91. E 94. C 84. C 92. B 7. Dos Contratos 7. C 80. D 85. C 81. C 87. C .

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