UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS DIRETÓRIO CENTRAL DOS ESTUDANTES QUILOMBO DOS PALMARES ESTATUTO MINUTA

Título I Capítulo I Da Denominação, Duração  e Sede Art 1º  O Diretório Central  dos Estudantes  Quilombo dos Palmares, neste estatuto designado, simplesmente, como  DCE­UFAL, com sede e foro nesta capita, no Espaço Cultural, Rua Marechal Roberto Ferreira, CEP 57020­590, Centro,  do estado de Alagoas,  é  associação de direito privado, constituída por tempo indeterminado, sem fins econômicos, de  caráter   organizacional,   filantrópico,   recreativo,   promocional   e   educacional,   sem   filiação   político­partidária,   livre   e  independente dos  órgãos governamentais, com finalidade de atender a todos que a ela se dirigem, sem distinção de  classe social, nacionalidade, sexo, sexualidade, etnia, crença religiosa ou convicção política. Parágrafo  Único  Toda ação efetuada em nome desta entidade e em conformidade com suas cláusulas assim o  é  em  nome dos estudantes da Universidade Federal de Alagoas, com base no poder por eles delegado. Capítulo II Das Finalidades Art. 2º  No desenvolvimento de suas atividades, o DCE­UFAL observará  os princípios do respeito  à  coisa pública,  resguardando a impessoalidade, a publicidade, a eficiência, a economicidade, bem como outros princípios que  à  suas  finalidades se adequam, quais sejam: I – Representar e pugnar em defesa dos interesses dos estudantes da UFAL sem distinção de classe social,  nacionalidade, sexo, sexualidade, etnia, crença religiosa ou convicção política, em geral ou de cada um  singularmente   sendo   o   caso,   judicial   e   extra­judicialmente,   desde   que   não   contradigam   os   demais  princípios deste estatuto; II – Promover a integração e o fortalecimento dos Movimentos Sociais, em especial das entidades de  representação estudantil;  III – Prestar solidariedade das lutas dos estudantes e entidades estudantis do Brasil e do mundo; IV – Fomentar e preservar a cultura científica, artística, popular e desportiva; V   –   Lutar   por   uma   sociedade   efetivamente   justa,   igualitária,   fraterna,   emancipada   e   ecologicamente  equilibrada; VI – Realizar intercâmbio e colaboração de caráter científico, artístico, cultural, desportivo e político com  entidade congêneres; VII – Lutar pela universalização da educação pública, gratuita e de qualidade, em todos os seus níveis,  entendida   como   patrimônio   e   necessidade   básica   da   humanidade   a   ser   posta   a   serviço   das   classes  trabalhadora e populares; VIII – Lutar em defesa da qualidade, publicidade, gratuidade da Universidade Federal de Alagoas e seus  cursos, pela observância do tripé  ensino­pesquisa­extensão em suas atividades, por condições dignas de  estudo   para   seu   corpo   discente,   condições   dignas   de   trabalho   para   seu   corpo   docente,   técnico­ administrativo e demais trabalhadores, pelo fim da terceirização em seus quadros, pela defesa do acesso  universal a seus serviços e ao conhecimento por ela gerado, e por seu compromisso com as necessidades e  interesses das classes trabalhadora e populares;

IX – Apoiar e integrar as lutas das classes trabalhadora e populares, bem como das minorias oprimidas,  com metas a melhores condições de vida, trabalho, dignidade e pela construção de novas bases sociais  efetivamente emancipadas; X – Apoiar e integrar, junto aos movimentos sociais do campo, a luta contra a concentração fundiária em  Alagoas e no Brasil; XI   –   Promover   reuniões,   encontros,   debates,   conferências,   congressos   e   outras   atividades   similares,  visando a promoção científica, artística, cultural, desportiva e política, com fins a uma maior integração  universitária e social; XII – Promover a aproximação e a construção de laços de solidariedade e fraternidade entre os discentes,  docentes, técnicos­administrativos e demais trabalhadores da universidade, com fins a integração real e  edificante de toda a comunidade universitária; XIII – Defender e buscar o aperfeiçoamento das garantias e instituições democráticas segundo os critérios  dos ideais de liberdade e justiça; XIV – Manter intercâmbio, resguardada sua autonomia, com entidades e organizações de estudantes,  trabalhadores, camadas populares e minorias oprimidas, locais, nacionais e internacionais, que possuam  finalidades e princípios semelhantes ao do DCE­UFAL e respeitem os posicionamentos de suas instâncias  deliberativas;  XV – Primar pela autonomia financeira da entidade, garantindo assim sua liberdade política frente a  empresas privadas, partidos políticos,  à  administração da universidade em qualquer de suas instâncias,  bem como de quaisquer outras entidades sociais que possam vir a comprometer, por suas exigências e  posturas, à consecução dos fins perseguidos por este Diretório. Art. 3º O DCE­UFAL se dedicará à realização de sua finalidades através de seus membros, adotando práticas de gestão  suficientes para coibir a obtenção, individual ou coletiva, de lucros, remuneração ou vantagens de qualquer tipo, em  decorrência de seus  processos decisórios, devendo sua renda ser aplicada de acordo com os objetivos e princípios  descritos neste estatuto. Art. 4º Compete ao DCE­UFAL: I – Eleger representantes discentes para a composição de órgãos superiores da UFAL; II – Representar os estudantes da UFAL perante a administração da universidade, os poderes públicos,  entidades estudantis e demais segmentos da sociedade; Capítulo III Dos Membros e da Filiação Art. 5º São membros do DCE­UFAL respectivamente: I – Todos os estudantes de graduação da Universidade Federal de Alagoas; II   –  Os   estudantes   da   pós­graduação   da   Universidade   Federal   de  Alagoas,   desde   que,   tendo   ou  não  entidade representativa própria, optem por sua livre associação; §1º   A   filiação   dos   estudantes   de   graduação   dar­se­á   automaticamente   a   partir   do   ingresso   do   mesmo   na  Universidade Federal de Alagoas. §2º No ato de filiação, o estudante de pós­graduação deverá ser munido de documento idôneo comprovador de  sua associação ao DCE­UFAL, devendo portá­lo para o exercício de seus  direitos e deveres  enquanto membro do  Diretório.

§3º Todos os Centros e Diretórios Acadêmicos da UFAL são automaticamente filiadas ao DCE­UFAL, salvo  disposição em contrário de seu fórum competente. §4º Quaisquer outras entidades de representação estudantil da UFAL poderão peticionar por sua filiação ao  DCE­UFAL,   desde   que   atenda   aos   critérios   de   obtenção   de   um   mínimo  de   20%   de   assinaturas   dos   membros   do  Diretório e posse de estatuto, ou documento que lhe faça as vezes, com a defesa de princípios não contraditórios aos do  DCE­UFAL,   devendo   sua   associação   ser   ratificada   em   Conselho   de   Entidades   de   Base   competente,   com   pauta  especifica previamente divulgada. §5º O DCE­UFAL reconhece demais entidades estudantis, gerais ou referentes a cursos em particular, locais,  regionais, nacionais ou internacionais, desde que não possuam princípios, finalidades e atuação contraditórios aos seus  próprios, resguardada sua autonomia frente a todas elas. Art. 6º São direitos dos membros do DCE­UFAL: I – Votar e ser votado para os cargos  da Diretoria do DCE­UFAL, bem como para qualquer função  representativa dos discentes; II – Participar de todas as atividades do DCE­UFAL; III – Exercer as funções para as quais tenha sido designado; IV – Sugerir medidas de interesse dos estudantes; V – Representar o DCE frente aos que firam o presente estatuto; VI – Ser representado por este Diretório na defesa de seus interesses, desde que não contradigam aos  princípios resguardados neste estatuto; VII – Participar das instâncias deliberativas com direito a voz e voto, sujeito aos procedimentos de cada  uma na forma deste estatuto; VIII – Ter acesso a toda e qualquer documentação do DCE­UFAL; IX – Exigir o fiel cumprimento deste estatuto; Art. 7º São deveres dos membros do DCE­UFAL: I – Cumprir e zelar pelo disposto no presente estatuto; II – Participar das atividades e instâncias deliberativas convocadas pelo DCE­UFAL; III – Exercer, de forma dedicada e proba, as funções para as quais tenha sido designado; IV – Zelar pelo patrimônio material, moral e intelectual do DCE­UFAL; V – Acatar as decisões tomadas nas instâncias deliberativas do DCE­UFAL quando não contradigam aos  princípios deste estatuto; VI – Informar  à  Diretoria do DCE e ao Conselho de Entidades de Base de toda violação do presente  estatuto; VII – Apoiar o DCE na consecução de seus fins; VIII – Colocar o interesse coletivo dos estudantes da UFAL acima de seus interesses singulares Título II Capítulo IV  Das Instâncias Deliberativas

Art. 8º São instâncias de debate e deliberação do Diretório Central dos Estudantes Quilombo dos Palmares em ordem  de hierarquia: I – Congresso do Diretório Central dos Estudantes Quilombo dos Palmares (ConDCE­UFAL); II – Assembléia Geral dos Estudantes da UFAL; III – Assembléia Setorial dos Estudantes da UFAL; IV – Conselho de Entidades de Base (CEB); V – Fórum Setorial de Entidades de Base (FEB); VI – Diretoria do Diretório Central dos Estudantes Quilombo dos Palmares; VII – Conselho Fiscal do Diretório Central dos Estudantes Quilombo dos Palmares.

Capítulo V Do Congresso do DCE­UFAL Seção I Das Disposições Gerais Art. 9º  O Congresso do DCE  é  a instância máxima de deliberação da entidade e será  constituído da participação de  delegados eleitos em cada curso da universidade, sendo respeitado o princípio da democracia de bases e soberania  estudantil. Parágrafo Único Para os fins do ConDCE, será considerado delegado o estudante devidamente eleito e credenciado de  acordo com os termos deste estatuto. Art. 10º Compete ao Congresso, entre outros fins, os seguintes: I – Aprovar, reformar ou emendar este estatuto; II – Debater e deliberar acerca da conjuntura política nacional e internacional; III – Debater e deliberar acerca da situação da UFAL, da universidade e da educação brasileira em geral; IV   –   Debater   e   deliberar   acerca   os   problemas   sociais   e   políticos   locais,   regionais,   nacionais   e  internacionais; V – Debater e deliberar acerca da conjuntura do Movimento Estudantil em geral; VI – Discutir e votar teses, recomendações, resoluções, propostas e moções apresentadas por qualquer de  seus membros; Art. 11º O Congresso tem periodicidade de dois anos, devendo ser convocado com sessenta dias de antecedência por  CEB regularmente convocado para este fim. §1º Poderá ser convocado Congresso Extraordinário, a ser realizado independente da periodicidade prevista neste artigo,  necessitando da  ratificação  de  sua  convocatória  por  2/3 de  entidades  presentes   ao CEB  competente,  regularmente  convocado para este fim, com um prazo mínimo de trinta dias de antecedência. §2º O Congresso Extraordinário será regido pelas regras gerais do ConDCE na forma do presente estatuto. §3º Passada a periodicidade máxima de convocação do Congresso do DCE, este poderá ser convocado, com o prazo de  sessenta dias de antecedência, por 1/3 de entidades estudantis devidamente filiadas ao DCE­UFAL.

Art. 12º O Conselho de Entidades de Base, após aprovada a convocação do ConDCE, formulará e aprovará em plenário  o Regimento Interno do ConDCE. §1º Compete à Diretoria do DCE apresentar a primeira minuta do Regimento Interno do ConDCE. §2º Em caso de confirmada a hipótese do parágrafo terceiro do art. 11 deste estatuto, fica automaticamente convocado  CEB, com data a ser especificada na mesma convocatória do Congresso, para discussão e aprovação de Regimento  Interno do ConDCE e indicação de CCO, com quórum mínimo igual ao número de entidades estudantis que assinem  sua convocatória, sendo este mesmo quórum o mínimo para todas as suas sessões até que findas as discussões acerca do  Congresso. Art. 13º O quorum para a instauração do Congresso será o da maioria absoluta de delegados credenciados. §1º O critério de maioria simples será a regra geral de deliberação do Congresso. §2º As alterações estatutárias deverão ser aprovada pela maioria simples dos delegados presentes à plenária final. Seção II Dos Participantes e dos Fóruns Internos do ConDCE Art. 14º Far­se­ão presentes no ConDCE: I ­ Delegados(as) eleitos(as) nas bases dos cursos de graduação e pós­graduação da Universidade Federal  de Alagoas, nas modalidades presencial e  à  distância, segundo as regras constantes deste estatuto, tendo  acesso aos debates, alimentação e alojamento, com direito a voz e voto durante o Congresso, desde que  credenciados(as) de acordo com as regras constantes deste estatuto; II – Qualquer do povo, na condição de Congressista, tendo acesso aos debates, alimentação e alojamento,  do ConDCE, com direito a voz em qualquer dos espaços do evento, desde que credenciado(a) segundo as  regras constantes deste estatuto; III – Qualquer do povo, na condição de Participante, tendo acesso aos debates do ConDCE, com direito a  voz em qualquer dos espaços do evento, desde que credenciado(a) segundo as regras constantes deste  estatuto; IV – Debatedores Convidados pela Comissão de Credenciamento e Organização para a apresentação de  temas relevantes de debates em Mesas de Discussão ou Oficinas, com direito a voz em qualquer espaço  do evento. Art. 15º O ConDCE tem como seus fóruns internos: I – a Plenária Inicial, que discutirá a aprovação do regimento do congresso pelo debate e pelo voto direto  e livre dos Delegados(as) presentes; II – as Mesas de Discussão, que servirão para o acúmulo de debates, sem caráter deliberativo, garantindo­ se a intervenção do plenário; III ­ os Grupos de Trabalho, que debatem os temas numerados no art. 10º e encaminham propostas para  votação na Plenária Final, devendo contar com o número máximo de 40 presentes e o tempo mínimo de  duas horas de duração. IV – as Oficinas, que são espaços para discussão de temas gerais, organizados por qualquer do povo, que  contarão com a presença de, pelo menos, um Debatedor Convidado, e encaminharão propostas específicas  para a Plenária Final; V – Plenária Final, que aprovará as ementas ao Estatuto do DCE­UFAL e deliberará acerca das questões  levantadas e propostas encaminhadas pelos presentes no congresso, com funcionamento de acordo com  este Estatuto;

VI   –   Plenária   Extraordinária,   que   poderá   ser   convocada,   de   acordo   com   as   regras   constantes   deste  Estatuto, para a  deliberação por parte dos delegados, acerca de situações diversas. §   1º   As   Oficinas   deverão   ser   inscritas   até   a   data   limite   indicada   no   Regimento   Interno   do   ConDCE,   com  indicação de tema e Debatedor(es) Convidado(s), e somente poderão encaminhar propostas estritamente ligadas  a estes temas. § 2º A Plenária Extraordinária poderá  ser convocada, com antecedência de um mínimo de quatro horas, pela  Comissão de Credenciamento e Organização, ou por 30% dos Delegados(as) devidamente credenciados, devendo  ser indicada sua Pauta, podendo deliberar estritamente sobre questões relacionadas à mesma.  § 3º A Pauta da Plenária Extraordinária poderá conter, apenas, elementos de discussão acerca do funcionamento  interno do ConDCE. Seção III Da Comissão de Credenciamento e Organização Art. 16º  A Comissão de Credenciamento e Organização, também referida como CCO,  é  composta de quinze  membro indicados em reunião do Conselho de Entidades de Base. Art. 17º Compete à CCO: I – Garantir a estrutura física necessária para o acontecimento do ConDCE; II – Zelar pelo bom andamento das atividades do ConDCE; III – Garantir a presença dos Debatedores Convidados a exporem opiniões no ConDCE; IV – Indicar quatro membros da Comissão de Sistematização do ConDCE; V   –   Presidir   os   trabalhos   das   Plenárias   e   Mesas   de   Discussão,   bem   como   garantir   as   relatorias   de  Plenárias, Grupos de Trabalho e Oficinas do ConDCE; VI – Auxiliar no que for necessário e possível os presentes do ConDCE; VII – Garantir a publicidade de todos os seus atos e deliberações, bem como dos fóruns do ConDCE; VIII – Garantir o credenciamento dos presentes ao ConDCE. Seção IV Das Plenárias Art. 18º Compete, exclusivamente, à Plenária Inicial deliberar acerca do Regimento Interno do ConDCE após dado seu  início, sendo resguardadas todas as disposições deste estatuto. Art. 19º As deliberações em qualquer plenária durante o Congresso serão tomadas mediante o voto direto e livre dos  delegados presentes e por meio de maioria simples. §   1º   Qualquer   presente   poderá   solicitar   recontagem   a   alguma   votação,   sendo   o   pedido   apreciado   pela   mesa  organizadora. § 2º Caso seja aprovada a recontagem, esta poderá ocorrer apenas uma única vez. Art. 20º A mesa organizadora de qualquer plenária será  composta por três membros da CCO divididos nas seguintes  funções: I – coordenador da mesa, encarregado de encaminhar os trabalhos; II – secretário da mesa, encarregado de garantir as inscrições e cronometragem de falas;

III – relator da mesa, encarregado da confecção da ata da plenária. Parágrafo único As decisões da mesa organizadora dar­se­ão mediante o voto de seus componentes. Art. 21º A Plenária  é soberana acerca de seu método de funcionamento no que diz respeito a tempo e organização das  falas, sendo vedada qualquer restrição ao direito de voz previsto neste estatuto. Art. 22º  A Plenária Final será  instaurada de acordo com o horário estipulado pelo Conselho de Entidades de Base,  respeitado o quórum mínimo de 20% dos delegados credenciados. Seção V Da Comissão de Sistematização Art. 23º  À  Comissão de Sistematização compete a organização integrada das relatorias dos Grupos de Trabalho e  Oficinas, a ser encaminhada para apreciação da Plenária Final. Art. 24º A Comissão de Sistematização será composta por: I   –   Quatro   membros   indicados   pela   CCO   dela   participantes,   delegados   ou   não,   passíveis   de   uma  substituição; II – Três membros indicados pela Plenária Inicial, escolhidos dentre os Delegados presentes, passíveis de  uma substituição deliberada em Plenária Extraordinária; III – Um representante de cada tese inscrita como contribuição ao ConDCE. Art. 25º Deliberações da comissão deverão ser tomadas mediante o voto de seus membros em reunião convocada pela  CCO ou por cinco de seus membros, com o mínimo de uma hora de antecedência. Seção VI Da Eleição de Delegados Art. 26º As eleições de delegados para o Congresso do DCE­UFAL serão realizadas mediante a convocação  às urnas,  sendo resguardado o voto secreto e livre dos eleitores, ou em assembleia regularmente convocada para este fim. §1º As eleições em urnas, atenderão ao critério de um quórum mínimo de 20% do número de estudantes matriculados  no curso. §2º As eleições em assembleia terão quórum mínimo de 10% dos estudantes. Parágrafo  Único O CEB definirá o prazo de publicação do edital sendo respeitada o mínimo de 7 (sete) dias antes do  período de campanha. Art. 27º Poderá  concorrer a delegado todo e qualquer estudante regularmente matriculado em curso de Graduação ou  Pós­Graduação, desde que membro deste DCE, na forma deste estatuto, na UFAL, em modalidade presencial ou  à   distância.  § 1º Cada curso da UFAL terá direito a 1 delegado para cada 50 estudantes regularmente matriculados. § 2º Em caso de número estudantes matriculados fracionado, arredonda­se positivamente.   § 3º As inscrições se darão por chapas com no mínimo 1 (um) candidato, sendo o número máximo igual ao número de  possíveis delegados do curso. Art. 28º As eleições ocorrerão de forma proporcional, cada chapa elegendo um número de delegados correspondente à   fração de votos conquistada. 

Art. 29º  Em caso de denúncia envolvendo a legitimidade da candidatura de algum participante, a comissão eleitoral  apurará e decidirá acerca dos fatos, tendo o candidato direito à ampla defesa e ao contraditório.  § 1º À comissão será vedada qualquer outra sanção que não as dispostas neste estatuto. § 2º O candidato irregular será passível de: I ­ Suspensão de seu direito de realizar campanha até  que estejam sanadas as irregularidades em que  esteja envolvido; II ­ Suspensão do direito de sua chapa de realizar campanha até que estejam sanadas as irregularidades em  que esteja envolvido; III ­ Inelegibilidade do candidato em situação irregular; IV ­ Inelegibilidade da chapa da qual faça parte o candidato em situação irregular, caso qualquer das  sanções acima seja descumprida por qualquer de seus membros. Art. 30º Sendo as eleições realizadas mediante consulta  às urnas ou assembleia terão todos os estudantes do curso o  direito a voto e elegibilidade. Art. 31º As eleição serão realizadas, obrigatoriamente, no horário das atividades acadêmicas do curso. Art. 32º Para os fins desta eleição os votos brancos e nulos serão contados de forma equivalente. § 1º Caso a soma de votos brancos e nulos seja igual ou superior a 50% mais 1 do total de votos, tal fato deverá constar  da ata de apuração das eleições, sendo estas consideradas inválidas. § 2º Os votos brancos e nulos serão válidos para efeitos de quorum.  Art. 33º Para a votação os estudantes deverão: I – Apresentar Documento de Identificação com foto; II – Assinar na lista de votação a ser disponibilizada pela Comissão Eleitoral. Art. 34º Cada urna deverá ter, obrigatoriamente, um mesário, designado pela Comissão Eleitoral, e, preferencialmente,  um fiscal de cada chapa inscrita no pleito indicado pela própria. § 1º Todos os mesários e fiscais devem ser estudantes regularmente matriculados no curso, não sendo obrigatória sua  inscrição em qualquer das chapas. § 2º A presença do fiscal é facultativa à chapa, não podendo esta apresentar alegações à Comissão Eleitoral envolvendo  a urna, caso não possua fiscal que tenha acompanhado­a.  § 3º As urnas serão abertas no horário de início das atividades acadêmicas do curso, com a presença do mesário, ou 30  min depois com a presença de, pelo menos, um fiscal indicado pelas chapas. Art. 35º Qualquer urna será anulada se houver a diferença de 3%, para mais ou para menos, entre o número de cédulas  em seu interior e o número de assinaturas na lista de votação. Art. 36º Será permitida a realização de propaganda eleitoral no dia do pleito, desde que respeitada a distância mínima  de 5 (cinco) metros da urna. § 1º A propaganda não será permitida na fila de votação, ainda que esta ultrapasse o limite resguardado. § 2º Será passível de recolhimento, por parte do mesário, o material utilizado para a realização da propaganda irregular. Seção VII

Da Inscrição de Chapas e Teses Art. 37º A inscrição da chapa dar­se­á mediante a apresentação de: I ­ Comprovante de Matrícula no curso atualizado; II ­ Cópia de Documento de Identificação com Foto;  III ­ Lista nominal dos participantes da chapa. IV – Documento simples de declaração de ciência de participação na chapa por parte de seus membros. Art. 38º O período de inscrição de chapa dar­se­á da publicação do edital até 24h antes da realização do primeiro dia do  pleito.  Art.   39º  Poderá   fazer   campanha,   unicamente,   a   chapa   regularmente   inscrita   no   pleito,   que   não   possua   qualquer  impedimento na forma deste estatuto. § 1º A chapa que exercer atividades de campanha antes da inscrição poderá ter esta impugnada pela Comissão Eleitoral,  tendo direito a ampla defesa e contraditório.  § 2º Esta decisão deverá ser tomada por, no mínimo, 2/3 da Comissão Eleitoral. Art. 40º A inscrição de Teses e Contribuições ao ConDCE dar­se­á  de acordo com o Regimento Interno aprovado em  CEB. Seção VIII Da Comissão Eleitoral para Delegados do ConDCE Art.   41º  A   Comissão   Eleitoral   é   formada   pelo   Centro/Diretório   Acadêmico   ou   5   (cinco)   membros   regularmente  matriculados no curso. Art. 42º Ao participante da Comissão Eleitoral não é vedado o direito de elegibilidade. Art. 43º À Comissão Eleitoral compete:  I ­ Fiscalizar e coordenar às eleições; II ­ Ratificar as inscrições das chapas concorrentes; III ­ Providenciar o material necessário para a realização das eleições; IV ­ Prezar pela transparência e democracia do pleito; V ­ Apurar os votos e proclamar os eleitos;  VI ­ Registrar em ata as fases da eleição: inscrição de chapas, votação e apuração; VII ­ Receber e apurar denúncias referentes ao processo eleitoral, aplicando, se necessário, sanções na  forma deste Regimento. VIII ­ Decidir sobre os casos omissos deste estatuto e do Regimento Interno do ConDCE. Art.   44º  A   Comissão   Eleitoral   extinguir­se­á   48h   após   a   proclamação   e   publicação   dos   resultados   das   eleições  explicitadas as devidas proporções eleitas por cada chapa concorrente. Art. 45º Os atos da Comissão Eleitoral gozarão de presunção de legitimidade sendo passíveis de anulação pelo voto da  maioria simples de seus membros.

Art. 46º Qualquer estudante do curso terá direito de argüir irregularidade na apuração das eleições, ou nas informações  sobre a mesma publicada pela Comissão Eleitoral, num prazo de 48h contado a partir da publicação dos resultados da  eleição.  Seção IX Do Credenciamento de Delegados Art. 47º A CCO garantirá o credenciamento dos presentes ao ConDCE. Art. 48º  Serão credenciados os Delegados(as) que apresentarem ata de eleições válidas, comprovante de matrícula,  documento de identidade, lista de votantes no pleito e pagamento da taxa de inscrição conforme informação da CCO. Art. 49º Serão credenciados os Congressistas mediante apresentação de documento de identidade e pagamento da taxa  de inscrição conforme informação da CCO. Art. 50º Serão credenciados, a qualquer momento, Participantes, mediante apresentação de documento de identidade à  CCO. Art. 51º Não será permitida a presença de qualquer pessoa não credenciada. Capítulo VI Da Assembleia Geral dos Estudantes da UFAL Art. 52º A Assembleia Geral é a segunda instância máxima de deliberação do DCE­UFAL, estando a ela sujeitos todos  os estudantes, bem como as instâncias inferiores. Art. 53º A Assembleia ocorrerá ordinariamente ao menos duas vezes no ano, sendo convocada por edital lançado com  no mínimo sete dias de antecedência. Parágrafo  Único A Assembleia Geral poderá  ser convocada extraordinariamente, por edital assinado por, no mínimo,  10% dos membros do DCE­UFAL, pela decisão do Conselho de Entidades de Base, ou pela Diretoria do DCE, com o  prazo mínimo de dois dias de antecedência. Art. 54º A Assembleia deve ter pauta previamente definida publicada junto ao edital de convocação. Art. 55º O quórum mínimo da Assembleia Geral dos Estudantes  é  de 3% dos membros do DCE­UFAL presentes na  primeira convocação, ou 2% de seus membros presentes na segunda convocação, a ser realizada 30 minutos depois da  primeira  Parágrafo Único Quando a segunda convocação não atingir quórum, a matéria tratada deverá ser remetida a Conselho  de Entidades de Base Extraordinário convocado para este fim. Art. 56º Compete à Assembleia Geral: I – Discutir e votar propostas a ela apresentadas por qualquer de seus membros; II – Discutir e deliberar, anualmente, acerca do Relatório Financeiro e do Relatório de Atividades do  DCE; III – Deliberar acerca de quaisquer contribuições e taxas a serem cobradas dos estudantes; Capítulo VII Da Assembleia Setorial dos Estudantes da UFAL Art. 57º Em casos especiais, poderá ser convocada a  Assembleia Setorial dos Estudantes da UFAL. §1º A Assembleia Setorial poderá ser convocada, por deliberação do Conselho de Entidades de Base, ou pela Diretoria  do DCE­UFAL.

§2º   Nestes   casos,   a   Assembleia   será   realizada   em   diversas   sessões,   sendo   todas   elas   previamente   convocadas   e  divulgadas em edital único, obedecendo as disposições válidas para a convocação da Assembleia Geral. §3º Serão votadas propostas previamente estipuladas em reunião da Diretoria do DCE­UFAL ou em CEB. §4º Não poderão ser apresentadas novas propostas em Assembleia Setorial. §5º   Nestes   casos,   as   eleições   serão   realizadas   através   de   cédulas   ou   urnas   eletrônicas   e   sua   apuração   se   dará  simultaneamente ao final da última sessão, por comissão definida em reunião da Diretoria do DCE ou CEB. §6º A deliberação final de todas as sessões terá validade equivalente à de deliberação de Assembleia Geral. Art.   58º  Poderá   ser   convocada,   por   FEB,   Assembleia   Setorial,   com   pauta   referente   a   temas   que   digam   respeito,  unicamente, ao campus do qual o Fórum é representativo. Parágrafo Único Neste caso, as propostas possíveis não necessitarão ser previamente estabelecidas pelo FEB, salvo em  casos de realização de mais de uma sessão da Assembléia, além disto, ela deverá obedecer a todas as disposições gerais  da Assembleia Setorial no tocante a prazos e formas de convocação. Capítulo VIII Do Conselho de Entidades de Base Art. 59º O Conselho de Entidades de Base é o quinto órgão de deliberação do DCE­UFAL, sendo constituído: I – Por um membro da Diretoria do DCE­UFAL, que presidirá  a sua reunião com direito, apenas, a voto  de minerva; II – Por um membro de cada Centro ou Diretório Acadêmico regularmente filiado ao DCE­UFAL com  direito a voto; III   –   Por   um   membro   de   cada   uma   das   demais   entidades   representativas   de   estudantes   da   UFAL  regularmente filiadas ao DCE­UFAL com direito a voto; IV – Por um membro do Conselho Fiscal do DCE­UFAL, com direito a voto consultivo. Art. 60º A todos será assegurado o direito a voz durante as sessões do Conselho de Entidades de Base do DCE­UFAL. Art. 61º O CEB reunir­se­á  ordinariamente uma vez cada dois meses mês, podendo ser convocado pela Diretoria do  DCE­UFAL, por 1/3 de seus membros, pelo Fórum de Entidades de Base, pelo Conselho Fiscal do DCE­UFAL, ou por  instância superior ao próprio Conselho. §1º Os Centros e Diretórios Acadêmicos deverão estar devidamente credenciados, com comprovação de mandato de  coordenação válido, para fazerem jus à sua filiação ao DCE­UFAL, bem como aos seus assentos no CEB. §2º As demais entidades representativas de estudantes da UFAL deverão estar devidamente credenciadas, com filiação  ao DCE­UFAL válida, e mandato de coordenação válido para fazerem jus à sua filiação ao DCE­UFAL, bem como aos  seus assentos no CEB. §3º Para efeitos de comprovação, aos Centros Acadêmicos bastará a apresentação de ata de posse válida de coordenação  eleita,   ou   documento   que   lhe   faça   as   vezes.   Quanto   às   demais   entidades   representativas,   deverão   renovar   seu  credenciamento com o DCE­UFAL comprovando decisão neste sentido da Assembleia Geral de seus membros, bem  como a apresentação de ata de posse de coordenação eleita ou documento que lhe faça as vezes. §4º A convocatória do CEB deverá ser lançada com uma antecedência mínima de 10 dias. §5º Em período eleitoral para a Diretoria do DCE, o CEB poderá ser convocado pela Comissão Eleitoral com o prazo de  três dias  úteis, necessitando do quórum de 1/3 de seus membros, para discussão e deliberação de pautas estritamente 

referentes ao processo eleitoral. §6º  O Quórum para deliberação em CEB será de 50¢ mais 1 de sue membros credenciados. Art. 62º Ao Conselho de Entidades de Base compete, entre outras atribuições descritas neste estatuto: I – Debater e deliberar acerca de temas propostos a ele; II – Convocar o Congresso do DCE Quilombo dos Palmares, bem como aprovar seu Regimento Interno  de acordo com as disposições deste estatuto; III – Convocar as eleições para Diretoria do DCE Quilombo dos Palmares, bem como seu Regimento  Eleitoral de acordo com as disposições deste estatuto; IV – Aprovar os pareceres e recomendações do Conselho Fiscal acerca das contas do DCE­UFAL; V – Eleger os representantes discentes junto aos Conselhos Superiores da UFAL; VI – Aprovar e discutir a instrumentalização de campanhas de mobilização e atividades diversas, com fins  científicos, artísticos, culturais, desportivos e políticos, respeitando os critérios de integração dos Centros,  Diretórios   Acadêmicos,   das   demais   entidades   representativas   de   estudantes   da   UFAL,   bem   como   da  Diretoria do DCE; §1º O CEB poderá  delegar suas competências, mesmo as não dispostas neste artigo, para instâncias de deliberação  hierarquicamente superiores. §2º Ao CEB será facultada a elaboração e aprovação de Regimento Interno próprio, sendo nulas quaisquer disposições  contidas neste que estejam em desconformidade com as deste estatuto. Capítulo IX Do Fórum de Entidades de Base Art. 63º Os Fóruns de Entidades de Base são instâncias que discutirão questões particulares a cada campus da UFAL,  sem prejuízo das questões gerais, sendo composto por: I – Um membro da Diretoria do DCE­UFAL, com direito, apenas, a voto de minerva; II – Um membro de cada Centro ou Diretório Acadêmico, credenciados de acordo com as regras dispostas  no art. 61, §3º, com direito a voto. §1º Deverá haver apenas um FEB por campus. §2º Os FEB's terão autonomia e independência entre si, estando subordinados ao Conselho de Entidades de Base, não  podendo   suas   deliberações   particulares,   contradizerem   as   deliberações   gerais   do   CEB,   sendo   cabível   recurso   ao  Conselho de Entidades de Base de decisão tomada em sede de Fórum de Entidades de Base. §3º As deliberações do FEB dirão respeito, unicamente, aos estudantes e entidades do campus ao qual  é  pertencente,  não vinculando necessariamente o DCE­UFAL, salvo quando as deliberações de todos os FEBs sejam semelhantes,  compatíveis e referentes ao mesmo tema, quando tal decisão terá validade equivalente à de deliberação do CEB. Art. 64º O FEB tem legitimidade para convocar Assembleia Setorial dos Estudantes da UFAL, nos termos do art. 59  deste estatuto. Art.   65º  O  FEB   reunir­se­á  ordinariamente   a  cada   dois  meses   mês,  e  extraordinariamente   quando  for  necessário,  podendo ser convocado pela Diretoria do DCE, por 1/3 de seus membros, ou por instância deliberativa hierarquicamente  superior a ele. §1º O Fórum de Entidades de Base será instaurado com a presença de 50% mais um de seus membros.

§2º O Fórum de Entidades de Base deliberará por maioria simples de voto. §3º A convocatória de FEB deverá ser publicamente lançada com um prazo mínimo de 5 dias úteis de antecedência.   §4º A todos é assegurado o direito a voz em sessão do FEB. §5º De forma semelhante ao CEB, a cada FEB é facultada a confecção e aprovação de Regimento Interno próprio, sendo  nulas todas as disposições nele contidas que estejam em desconformidade com as regras deste estatuto.

Capítulo X Da Diretoria do DCE Quilombo dos Palmares Art. 66º A Diretoria do DCE­UFAL é o órgão coordenador e executor das atividades do Diretório Central, formada pela  Diretoria   Executiva   e   pela   Diretoria   Ampliada,   estando   subordinada   às   deliberações   do   Congresso   do   DCE,   da  Assembleia Geral do DCE e do Conselho de Entidades de Base, devendo, ainda, levar em consideração na execução de  suas ações, as deliberações das Assembleias Setoriais e Fóruns de Entidades de Base. Parágrafo Único A Diretoria funcionará sob a forma de colegiado onde todos os membros terão o mesmo peso de voto,  e igual responsabilidade pela gestão, judicial e extrajudicialmente, inexistindo hierarquia entre eles. Art. 67º  A Diretoria reunir­se­á  sempre que 1/3 de seus membros julgar necessário, respeitando­se a periodicidade  mínima de 3 dias, e máxima de 15 dias, salvo em período de recesso ou em exceção aprovada pela própria Diretoria. §1º  Toda e qualquer pessoa tem direito a voz nas reuniões da Diretoria do DCE­UFAL, tendo, todo e qualquer membro  do DCE, direito a voz e voto. §2º Deve a Diretoria do DCE­UFAL decidir, na primeira reunião após sua posse, o dia de reuniões ordinária da mesma. §3º Qualquer reunião extraordinária da Diretoria do DCE deverá  ser convocada com o prazo mínimo de três dias de  antecedência. Art. 68º Compete à Diretoria do DCE­UFAL I – Fazer valer, perante qualquer instância do DCE­UFAL: a) as normas estatutárias que regem o DCE; b) as deliberações das instâncias superiores de debate do DCE­UFAL; c) a efetiva comunicação das atividades do DCE­UFAL às instâncias superiores, bem como a todos os  estudantes da universidade; d) a probidade na aplicação dos recursos financeiros do DCE­UFAL e execução de suas campanhas e  atividades. II ­  Tomar medidas de emergência, não previstas no estatuto, submetendo­as  ad referendum ao CEB ou  instância deliberativa superior; III – Representar a entidade junto às instâncias deliberativas da UFAL; IV – Propor o plano de ações da entidade para o período em que esteja a frente de suas atividades, em  estrito acordo com as deliberações das instâncias superiores. Art. 69º Todos os ocupantes dos cargos da Diretoria do DCE­UFAL serão escolhidos mediante o voto direto, secreto e  livre dos estudantes, em eleições que respeitarão ao critério da proporcionalidade entre as chapas escolhidas.

§ 1°  Para fins de distribuição dos membros da Diretoria Executiva eleita, será  utilizado os cargos disposto no artigo  seguinte, distribuindo­se os cargos na forma de chamadas consecutivas, onde cada chapa, escolhe um cargo por vez,  sendo o seguinte distribuído à que a seguir em número de votos obtidos nas eleições para a Diretoria do DCE de forma  proporcional. § 2°  A comissão eleitoral no prazo máximo de 15 dias  deverá  convocar uma reunião entre as  chapas  eleitas para  distribuição dos cargos entre as chapas que nela fizerem presente de acordo com os critérios descritos no paragrafo  anterior. § 3° O não comparecimento da chapa a reunião exclui seu direito de escolha dos cargos. Art. 70º A Diretoria Executiva será composta pelos seguintes cargos: I – Coordenação Geral composta dos(as): a) I Coordenador(a) Geral; b) II Coordenador(a) Geral; c) III Coordenador(a) Geral; d) IV Coordenador(a) Geral; e) V Coordenador(a) Geral; II ­  Secretaria Geral composta dos(as): a) I Secretário(a) Geral; b) II Secretário(a) Geral; c) III Secretário(a) Geral; III – Secretaria de Finanças composta dos(as): a) I Secretário(a) de Finanças; b) II Secretário(a) de Finanças; c) III Secretário(a) de Finanças; IV – Coordenação de Comunicação e Imprensa, composta dos(as): a) I Coordenador(a) de Comunicação; b) II Coordenador(a) de Comunicação; c) III Coordenador(a) de Comunicação; V – Coordenação de Assistência Jurídica, composta dos(as): a) I Coordenador(a) de Assistência Jurídica; b) II Coordenador(a) de Assistência Jurídica; c) III Coordenador(a) de Assistência Jurídica;

VI – Coordenação de Assistência Estudantil, composta dos(as): a) I Coordenador(a) de Assistência Estudantil; b) II Coordenador(a) de Assistência Estudantil; c) III Coordenador(a) de Assistência Estudantil; VII – Coordenação de Movimentos Sociais, composta dos(as): a) I Coordenador(a) de Movimentos Sociais; b) II Coordenador(a) de Movimentos Sociais; c) III Coordenador(a) de Movimentos Sociais; VIII – Coordenação de Eventos Culturais e Desportivos, composta dos(as): a) I Coordenador(a) de Eventos; b) II Coordenador(a) de Eventos; c) III Coordenador(a) de Eventos; IX – Coordenação de Combate às Opressões, sendo composta dos(as): a) I Coordenador(a) de Combate às Opressões; b) II Coordenador(a) de Combate às Opressões; c) III Coordenador(a) de Combate às Opressões; X – Coordenação de Defesa do Meio Ambiente, sendo composta dos(as): a) I Coordenador(a) de Meio Ambiente; b) II Coordenador(a) de Meio Ambiente; c) III Coordenador(a) de Meio Ambiente; XI – Coordenação de Assuntos Acadêmicos, sendo composta dos(as): a) I Coordenador(a) de Assuntos Acadêmicos; b) II Coordenador(a) de Assuntos Acadêmicos; c) III Coordenador(a) de Assuntos Acadêmicos; §1º inexiste qualquer diferença de hierarquia entre os cargos dispostos neste artigo. §2º Cada Coordenação ou Secretaria poderá aprovar, mediante voto de seus membros, a criação de Comissão Auxiliar  para si, definindo sua área de atuação temática, que deverá, obrigatoriamente estar restrita à mesma da Coordenação ou  Secretaria geradora, devendo a Comissão Auxiliar ser, ainda, ratificada por maioria simples pela Coordenação Geral. §3º As Comissões Auxiliares serão formadas pelo número de membros necessários, escolhido no momento de sua  criação, podendo ser modificado mediante deliberação da Coordenação ou Secretaria geradora, podendo, ainda, serem  revogadas  a qualquer tempo por deliberação da Coordenação Geral, da Coordenação ou Secretária geradora ou da  Diretoria Executiva do DCE­UFAL.

§4º São aptos a participar das Comissões Auxiliares quaisquer membros do DCE­UFAL, eleitos ou não para a Diretoria  Executiva,   tendo   seus   nomes   aprovados   pela   Coordenação   ou   Secretaria   geradora,   devendo   serem   ratificados   pela  Coordenação Geral. §5º Das decisões da Coordenação Geral, referentes às Comissões Auxiliares  é cabível recurso  à Diretoria Executiva do  DCE­UFAL. Art. 71º A Diretoria Ampliada será composta dos seguintes cargos: I – Coordenação do Campus A.C. Simões, composta dos(as):   a) I Coordenador(a) do Campus Maceió; b) II Coordenador(a) do Campus Maceió; c) III Coordenador(a) do Campus Maceió; d) IV Coordenador(a) do Campus Maceió; e) V Coordenador(a) do Campus Maceió; II – Coordenação do Campus Agreste, composta dos(as): a) I Coordenador(a) do Campus Agreste; b) II Coordenador(a) do Campus Agreste; c) III Coordenador(a) do Campus Agreste; d) IV Coordenador(a) do Campus Agreste; e) V Coordenador(a) do Campus Agreste; III – Coordenação do Campus Sertão, composta dos(as): a) I Coordenador(a) do Campus Sertão;   b) II Coordenador(a) do Campus Sertão; c) III Coordenador(a) do Campus Sertão; d) IV Coordenador(a) do Campus Sertão; e) V Coordenador(a) do Campus Sertão. §1º As Coordenações da Diretoria Ampliada têm a tarefa de representar o DCE nos diversos campi da UFAL, buscando  sua efetiva aproximação com o cotidiano dos estudantes dos locais referidos. §2º As eleições para a Diretoria Ampliada serão realizadas concomitantemente  às da Diretoria Executiva, votando os  estudantes de cada  campus  em sua respectiva Coordenação, atendidos os mesmos critérios de proporcionalidade da  Diretoria Executiva. §3º As chapas  inscritas  para as eleições  da Diretoria Executiva podem inscrever concorrentes  às Coordenações da  Diretoria Ampliada, vetadas candidaturas pessoais a mais de um cargo. §4º A Diretoria Ampliada tem igual hierarquia  à  Executiva, sendo competente para propor resoluções referentes aos  assuntos do Campus pelo qual foi eleita a Coordenação em questão, devendo, de igual maneira, executar as decisões da  Diretoria Executiva e das instâncias superiores do DCE­UFAL em seu respectivo local.

§5º   As   Coordenações   da   Diretoria   Ampliada   têm   a   faculdade   da   criação   de   Comissões   Auxiliares   submetidas   às  mesmas regras daquelas referentes à Diretoria Executiva.  Art. 72º O mandato da Diretoria eleita terá a duração de um ano, devendo as eleições seguintes serem convocadas por  Conselho de Entidades de Base, regularmente convocado para este fim, com a antecedência de quarenta e cinco dias  antes da data do pleito. §1º A apuração das eleições dar­se­á de forma simultânea, segundo as regras estipuladas pelo Regimento Eleitoral. § 2º Após a apuração o Conselho de Entidades de Base tem o prazo de quinze dias para aprovar a prestação de contas  das chapas inscritas, após o qual será empossada a diretoria independente da ratificação do CEB. §3º As chapas candidatas  à  Diretoria necessitam declarar, simplesmente, se seus candidatos concorrem a cargos da  Diretoria Executiva ou Ampliada, especificando o Campus, não sendo necessária a nominação do cargo em particular,  nem o preenchimento de todas os vagas da Diretoria ou Coordenação em questão, devendo o número de membros da  chapa ser, no mínimo, igual a um terço da Diretoria Executiva ou da Coordenação da Diretoria Ampliada pretendida. §4º Os ocupantes dos cargos aos quais faz jus a chapa eleita deverão ser indicados no CEB de posse, ou, no caso deste  não   vir   a   se   reunir,   na   primeira   reunião   da   Diretoria   eleita,   entre   os   membros   nominalmente   inscritos   na   chapa  respectivamente para a Diretoria Executiva ou Ampliada. §5º  É  vetada qualquer forma de remuneração aos Diretores do DCE­UFAL pertinente  à  execução de suas atividades  referentes à entidade. Art. 73º A Diretoria do DCE­UFAL  é  facultada a confecção e aprovação de Regimento Interno próprio, sendo nulas  todas as suas disposições em desconformidade com as deste estatuto. Parágrafo  Único  A aprovação do Regimento Interno do DCE­UFAL deve se dar por maioria simples, em reunião  ordinária com o a presença do quórum qualificado de, pelo menos, 2/3 de sua Diretoria. Capítulo XI Do Conselho Fiscal do DCE Quilombo dos Palmares Art. 74º O Conselho Fiscal será  composto por três membros, e tem por objetivo, indelegável, fiscalizar e dar parecer  sobre todos os atos da Diretoria do DCE­UFAL, com as seguintes atribuições: I   –   Cobrar   e   examinar   as   prestações   de   contas   periódicas   da   Secretaria   de   Finanças,   respeitada   a  periodicidade mínima de um bimestre; II   –   Opinar   e   dar   pareceres   sobre   os   relatórios   financeiros   e   contábeis   do   DCE,   submetendo­os   ao  Conselho de Entidades de Base; III – Requisitar à Secretaria de Finanças, a qualquer tempo, a documentação comprobatória das operações  econômico­financeiras realizadas pelo DCE; IV – Acompanhar o trabalho de eventuais auditores externos independentes; V – Convocar, extraordinariamente o Conselho de Entidades de Base para pauta de discussões referentes,  exclusivamente, às contas do DCE­UFAL. §1º Os membros do Conselho Fiscal deverão ser eleitos em CEB, dentre os membros do DCE­UFAL, excluídos aqueles  eleitos para qualquer cargo de Diretoria, para mandato de um ano, renovável por mais um. §2º O Conselho Fiscal reunir­se­á sempre que a maioria simples de seus membros, da Coordenação Geral do DCE, ou  do Conselho de Entidades de Base assim decidir. Título III

Capítulo XII Do Regime Eleitoral do DCE Art. 75º  A eleição do DCE­UFAL se realizará  em dois dias, mediante consulta direta  às urnas, resguardado o voto  secreto e livre, no horário da execução das atividades acadêmicas, conforme Regimento Eleitoral a ser aprovado em  reunião de Conselho de Entidades de Base. Parágrafo   Único  Qualquer   disposição   do   Regimento   Eleitoral   em   desconformidade   com   as   deste   estatuto   será   considerada nula. Art. 76º Poderá concorrer aos cargos da diretoria do DCE, todo e qualquer membro do DCE­UFAL (através de chapa),  cursando pelo menos 240 horas/regime anual ou 120 horas/regime semestral, caso seja estudante da graduação.   §1º  Em   caso   de   denúncia   sobre   algum   aluno­candidato,   realizada   por   qualquer   estudante,   durante   o   processo,   a  comissão eleitoral apurará os fatos, tendo o acusado direito a ampla defesa. §2º Comprovada a irregularidade, o aluno ficará impedido de se candidatar. §3º Será permitido, ao estudante, apenas uma re­eleição.   §4º São inelegíveis para qualquer órgão do DCE­UFAL os alunos que houverem perdido cargo anterior, eletivo ou não,  em consequência de condenação por delito de responsabilidade. §5º  Nenhuma  outra   restrição  poderá  ser  imposta   aos   candidatos  a  cargos  da   Diretoria   que  não  as   dispostas  neste  estatuto. Art. 77ºA diretoria será eleita pelo voto direto e secreto, respeitando­se o sigilo das urnas. Art. 78º A eleição para o DCE­UFAL obedecerá as seguintes normas : I – Inscrição dos candidatos em chapa; II – Distribuição dos cargos da Diretoria de acordo com critérios de proporcionalidade; III ­ O eleitor deverá se identificar com a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil ou qualquer  documento   oficial   com   foto,   sendo   também   permitida   a   Carteira   da   TRANSPAL,   comprovando   sua  matrícula em lista nominal providenciada pela Comissão Eleitoral. IV­ A apuração será  feita em apenas um local, indicado em sede de Regimento Eleitoral, logo após o  término das votações no último campus, com a proclamação dos eleitos. V – A eleição terá um quorum mínimo de 30% do número de eleitores, não sendo contados os estudantes  do ensino à distância para efeito de quorum. VI – No CEB de posse da nova gestão, todas as chapas inscritas deverão fazer a sua prestação de contas,  sendo o limite de gastos estipulado em sede de Regimento Eleitoral. Parágrafo Único A chapa que não atender ao limite de gastos estipulado estará passível de impugnação por decisão de  maioria absoluta do CEB. Art. 79º Para os fins desta eleição os votos brancos e nulos serão contados de forma equivalente. § 1º Caso a soma de votos brancos e nulos seja igual ou superior a 50% mais 1 do total de votos, tal fato deverá constar  da ata de apuração das eleições, sendo estas consideradas inválidas. § 2º Os votos brancos e nulos serão válidos para efeitos de quorum.  Capítulo XIII Das inscrições de Chapas

Art. 80º O prazo de inscrição das Chapas concorrentes será especificado no Regimento Eleitoral, respeitado o máximo  de 30 dias de antecedência do pleito. Art. 81º Para se inscrever, a chapa deverá apresentar toda a documentação exigida por este estatuto, quais sejam: I   –   lista   nominal   dos   candidatos,   indicando   sua   pretensão   à   Diretoria   Executiva   ou   Ampliada,  especificando­se o campus, para o caso da segunda. II – Comprovante de matrícula, autenticado pelo DRCA ou Coordenação do curso. III – Cópias do documento de identidade, emitido por órgão federal (RG, CNH). IV   –   Documento   padrão   assinado   por   cada   integrante   da   chapa,   declarando   estar   ciente   de   sua  participação no processo eleitoral. Parágrafo  Único A chapa que não cumprir todos os preceitos estatutários terá  sua inscrição indeferida sumariamente  pela Comissão Eleitoral. Capítulo XIV Da Comissão Eleitoral Art. 82º  Formam a Comissão Eleitoral: I – Três membros do DCE­UFAL indicados por maioria simples do Conselho de Entidades de Base, com  seus respectivos suplentes; II – Dois membros do DCE­UFAL, indicados por maioria simples da Diretoria Executiva do DCE, com  seus respectivos suplentes; III – Um membro do DCE­UFAL e seu respectivo suplente, indicado por cada Coordenação da Diretoria  Ampliada do DCE em deliberação por maioria simples; IV ­ Um membro de cada chapa inscrita para concorrer ao pleito, com seus respectivos suplentes. §1º Em caso de número par de chapas inscritas, o CEB deverá indicar mais um membro à Comissão Eleitoral de acordo  com os mesmos critérios dispostos no inciso I deste artigo. §2º Os suplentes da Comissão Eleitoral poderão ser chamados a prestar serviços a qualquer hora nas datas do pleito. §3º As deliberações da Comissão Eleitoral serão tomadas mediante voto de seus integrantes, respeitando o critério da  maioria simples. §4º Os membros da Comissão Eleitoral indicados nos moldes dos incisos I, II e III não  poderão concorrer a cargos da  eleição em questão. §5º Em caso de vacância em qualquer das Diretorias do DCE o CEB deve indicar os membros da Comissão Eleitoral a  elas competentes. Art. 83º  A Comissão Eleitoral encaminhará à Assembleia Geral os casos passíveis de anulação das eleições, possuindo  competência para convocá­la por maioria simples de seus membros, segundo as normas dispostas neste estatuto. Art. 84º Compete à Comissão Eleitoral : I – fiscalizar e coordenar as eleições do DCE; II – ratificar as inscrições das chapas candidatas; III – providenciar o material necessário para a realização das eleições.

IV – tornar a eleição transparente e democrática, publicando seus atos; V – Apurar os votos e proclamar os eleitos; VI – registrar em ata as fases da eleição: inscrição de chapas, votação, apuração etc. VII   –   Receber   e   apurar   denúncias   de   qualquer   estudante   referente   ao   processo   eleitoral   (campanha,  votação, agressão etc ), definindo punições quando necessário. VIII – decidir sobre os casos omissos neste estatuto e Regimento Eleitoral sobre a eleição. §1º A Comissão Eleitoral poderá  convocar reunião do Conselho de Entidades de Base nos termos do art. 61, §5º, para  discussão de pauta estritamente ligada ao processo eleitoral. §2º   Das   decisões   da   Comissão   Eleitoral   caberá   recurso   ao   Conselho   de   Entidades   de   Base,   o   qual   deverá   ser  obrigatoriamente convocado pela Comissão Eleitoral  nos termos do art. 61, §5º, em caso de interposição recursal,  bastando, para tal convocação, a assinatura de um de seus membros. §3º É legitimado para interposição de recurso, qualquer membro do DCE­UFAL. Art.   85º  Em   caso  de   denúncia   envolvendo  a  legitimidade  da   candidatura  de   algum   participante   ou  irregularidade  cometida durante o período eleitoral, a Comissão Eleitoral apurará e decidirá acerca dos fatos, tendo o candidato direito  à ampla defesa e ao contraditório.  § 1º À comissão será vedada qualquer outra sanção que não as dispostas neste estatuto. § 2º O candidato irregular será passível de: I ­ Suspensão de seu direito de realizar campanha até  que estejam sanadas as irregularidades em que  esteja envolvido; II ­ Suspensão do direito de realizar campanha de sua chapa até que estejam sanadas as irregularidades em  que esteja envolvido; III ­ Inelegibilidade do candidato em situação irregular; IV ­ Inelegibilidade da chapa da qual faça parte o candidato em situação irregular, caso qualquer das  sanções acima seja descumprida por qualquer de seus membros.

Capítulo XV Dos Fiscais, das urnas e da campanha Art. 86º A campanha para as eleições do DCE serão realizadas no período decidido em sede de Regimento Eleitoral,  sendo resguardado o prazo mínimo de 30 dias para seu decorrer, obedecendo as seguintes normas: I – Será permitido às chapas realizar campanha em sala de aula com indivíduos que não sejam membros  do DCE­UFAL, desde que se identifiquem. II – A Comissão Eleitoral deverá fazer murais das eleições nos blocos, para que os materiais de campanha  das chapas e informes do processo eleitoral possam estar centralizados no mesmo local. Art. 87º  Cada urna deverá  ter, preferencialmente, um mesário, estudante regularmente matriculado na UFAL, o qual  não esteja fazendo parte de nenhuma chapa. I – Os mesários serão indicados pelas entidades de base (CA´s e DA´s) dos cursos existentes nos locais  onde estão distribuídas as urnas. II   –   As   entidades   de   base   deverão   entregar   à   Comissão   Eleitoral   uma   lista   nominal   dos   mesários, 

estudantes regularmente matriculados na UFAL, com os respectivos números de matrícula. III­ Em caso de omissão das entidades de base, o DCE indicará os mesários.  Art. 88º Cada chapa deverá indicar um fiscal para cada urna. I – em caso de denúncia de fraude, em urna faltando um fiscal de alguma chapa, apenas a chapa que  estiver com o fiscal na urna poderá reivindicar a impugnação desta. II­   o   fiscal   deverá   apresentar   seu   comprovante   de   matrícula   e   documento   com   foto,   ao   mesário  responsável pela urna nos dias de votação. Art. 89º As urnas serão liberadas para votação com a presença, preferencialmente, de um mesário. Não tendo mesário, e  tendo somente fiscal de uma chapa, espera­se por 10 minutos até a chegada de fiscal de outra chapa. Exaurido o tempo,  a urna é aberta com o fiscal presente que assumirá os trabalhos de mesário. Art. 90º As urnas poderão ser anuladas se tiverem uma diferença de 3%(três), para mais ou para menos, entre o número  de cédulas e o número de assinaturas. Art. 91º Será permitida uma distância mínima de 05 (cinco) metros da urna, para “boca de urna”. § 1º Não será permitida a boca de urna na fila de votação, ainda que esta ultrapasse o limite mínimo resguardado. §2º Será  passível de recolhimento, por parte do mesário, ou de membro da Comissão Eleitoral, o material utilizado  durante a boca de urna irregular, podendo esta decisão ser revertida pela comissão eleitoral. §3º A chapa que se recusar, na pessoa de qualquer de seus membros, a obedecer designação do mesário ou membro da  Comissão Eleitoral estará passível de punição por esta última nos termos do art. 85 deste estatuto. Art. 92º O Regimento Eleitoral deverá dispor sobre o local e horário de funcionamento específico de cada urna. Título IV Capítulo XVI Do Patrimônio e da Dissolução Art. 93º O patrimônio do Diretório Central dos Estudantes Quilombo dos Palmares será constituído por: I – Doações, legados, bens, direitos e valores adquiridos e suas possíveis rendas e, ainda, pela arrecadação  de valores obtidos através da realização de festas e outros eventos, desde que revertidos totalmente em seu  benefício; II – Aluguéis de imóveis e juros de títulos ou depósitos. Art.   94º  A   alienação   de   quaisquer   bens   que   alterem   consideravelmente   o   patrimônio   do   DCE­UFAL   terá   de   ser  aprovada pela maioria absoluta de sua Diretoria eleita e ratificada por maioria do Conselho de Entidades de Base. Art.   95º  No   caso   de   dissolução   da   entidade,   o   patrimônio   remanescente   será   destinado   aos   Centros,   Diretórios  Acadêmicos e demais entidades representativas de estudantes da UFAL, devidamente filiados ao DCE­UFAL. Art.   96º  O   DCE­UFAL   poderá   ser   dissolvido,   a   qualquer   tempo,   uma   vez   constatada   a   impossibilidade   de   sua  sobrevivência, face à impossibilidade de manutenção de seus objetivos ou escassez de recursos humanos e financeiros,  mediante deliberação de Congresso do DCE Extraordinário especialmente convocado para este fim. Título V Capítulo XVII Das Disposições Gerais e Transitórias Art. 97º Os membros e diretores eleitos não respondem solidaria ou subsidiariamente pelas obrigações contraídas pelo 

DCE Quilombo dos Palmares. Art. 98º Os casos omissos do presente estatuto serão decididos em sede de Assembleia Geral regularmente convocada  para este fim. Art. 99º  Este estatuto entra em vigor a partir da data de sua aprovação no VI Congresso do DCE Quilombo dos  Palmares, podendo ser alterado somente em sede de instância deliberativa semelhante, realizado em novembro de 2009.    

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