A partir do texto – kant e Piaget do livro cinco estudos de educação moral p.

80 não se educam crianças na ignorância da sociedade real em que vivem p. 81 [final] uma educação que não instrui, apenas adestra, e fracassa em ensinar o homem a pensar, tornar-se cidadão e, como vamos ver agora, fracassa em tornar a criança em ser moral p. 82 inicio “a cultura moral confere um valor que diz respeito a espécie humana como um todo” p. 82 inicio 2pg. Kant defende que o homem privado de educaç~~ao não sabe se servir de sua liberdade

[...] porem nada deve ter de arbitraria. Vale dizer que para impedir que as crianças sejam déspotas, não se deve impor o despotismo adulto ou parental. [...] kant n~~ao propõe uma coerção cega, sem explicações de suas razoes de ser... a vontade adulta deve ser firme e claramente inspirada pelo objetivo da formação de um cidadã. Trata-se de dar, a criança, as bases para a formação de seu caráter, capaz de, depois, honrar seus deveres perante a humanidade. se pensarmos neste conselho kantiano e tentarmos traze-lo para nnossa realidade... como o seria? Como pensar o ensino da disciplina na conjuntura do ‘ensinar’ de forma lúdica, pelo brincar? Acho que o estabelecimento de regras, o jogo jogado de forma racional, em que a criança se sirva do pensar e construa seu conhecimento

[...] a moral kantiana baseia-se sobre a raz~~ao autônoma, não sobre hábitos adquiridos durante a fase coercitiva de sua formação.

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. para que isto futuramente se torne na obediência as leis por dever. cada aspecto estbelecido pelo professor. .... vemos em akant a defesa da racionalidade. mesmo no perioro coercitivo da disciplina. quanto no . mas e preciso que ele compreenda verdadeiramente cada demanda.Durante todo o processo educacional proposto por kant.. não servindo-se de sua autoridade e poder. que ele pense e reflita. o professor e o adulto devem se comportar. não como déspotas. como muito se ve ate mesmo em sala de aula mas o processo deve ser dialógico o aluno não deve simplesmente e obrigatoriamente acartar decisões dos “superiores” dos mais velhos..

Assim n~~ao e possível que um professor heterônomo... forme uma aluno critico e reflexivo. que se „apreenda/instrumente‟ com os recursos do pensar e assim reflita sobre cada aspecto de seu processo. e não por simples coação ou obrigação imposta de forma irrefletiva por outrem. que não bata nos colegas porque e „feio‟ ou que não use boné em sala simplesmente porque e regra da escola. p. não somos como os animasi. mas sim a razão. que serve-se consequentemente de seu „poder‟ para ordenar o aluno como deve e o que deve fazer.. „assine embaixo‟ nas leis que já estavam sancionadas antes de sua chegada a este mundo por puro DEVER. que „coordena‟ as relações em sala de aula mandando que um colega peça desculpas ao outro. a compreensão o desenvolvimento do pensar critico  Kant coloca que somos privados de instintos. não e a emoção quem rege o dever. servindo-se deste.. cada lei que o envolve na sociedade e apartir do imperativo categórico. mas sera? Acredito que temos instintos mas na condiç~~ao social em que estamos inseridos precisamos no ‘polir’ para bem nos relacionar com o nosso igual. 84 .