Você está na página 1de 12

ÍNDICE

1.

INTRODUÇÃO

2

2.

FUNDAMENTOS TEÓRICOS

3

 

a)

Separação por secagem

3

b)

Secagem

3

3.

O MECANISMO DE MOVIMENTO DE HUMIDADE DURANTE A SECAGEM

4

 

a)

Teoria da difusão de secagem

4

b)

Teoria capilar de secagem

5

4.

CLASSIFICAÇÃO DOS TIPOS DE SECADORES

5

a)

Secadores de túnel

5

b)

Secadores rotativos

6

c)

Secadores de tambor

7

d)

Secadores de pulverização

7

5.

ESQUEMA GERAL DOS TIPOS DE SECADORES

8

6.

FUNÇÃO DA SECAGEM

9

7.

EQUAÇÃO GERAL DA OPERAÇÃO UNITÁRIA

9

8.

INDÚSTRIA NACIONAL QUE USA O PROCESSO DE SECAGEM

10

9.

BIBLIOGRAFIA

12

Processo de separação por secagem

Tecnológia Química 1

1.

INTRODUÇÃO

Toda indústria química envolve um conjunto de processos: Processos Químicos, Processo de Estocagem de materiais, Processos de compras, Processos de pagamentos, etc. os processos químicos podem ser constituídos por uma sequencia de etapas muito diferentes, que tem princípios fundamentais independentes da substância que esta sendo operada e de outras características do sistema (Foust et all, 1982). O conceito de operações unitárias, na engenharia química, esta baseado na filosofia de que uma sequencia amplamente variável de etapas pode ser reduzido a operações simples, ou a reacções, que são idênticas independentemente do material que esta sendo processado. Este princípio foi apresentado pela primeira vez, com clareza, pelo engenheiro A. D. Little, em 1915:

Qualquer processo químico em qualquer escala, pode ser decomposto numa série estruturada do que se podem denominar, operações unitárias, como moagem, homogeneização, aquecimento, calcinação, absorção, condensação, lixiviação, cristalização, filtração, dissolução, electrólise, etc. (Foust et all, 1982). Numerosos métodos têm sido desenvolvidos para realizar essas separações e existem distintas operações unitárias come esse fim. Na prática, existem muitos problemas de separação tendo o engenheiro de escolher o método que melhor se adapte a resolução (McCabe & Smith, 1991). Como é claro, a separação de uma solução, ou de uma mistura fisicamente homogenia, exige que haja uma transferência preferencial de um constituinte para uma segunda fase que possa ser fisicamente separada da mistura residual. Ilustram este efeito a desumidificação do ar pela condensação ou pelo congelamento da parte da humidade, ou o uso de um solvente liquido que é insolúvel no material inerte não extraído. Na operação de separação pode estar envolvida qualquer de duas fases que tenha uma distribuição preferencial dos constituintes e que pode ser facilmente separada do restante. É possível que seja muito difícil separar duas fases sólidas; um líquido e um gás, ou um sólido, usualmente, são separados com facilidade; dois líquidos com densidades aproximadamente iguais e sem tensão interfacial podem resistir a todos os meios práticos de separação, a menos que se altere uma das fases, a base física para os processos de separação é a diferença de composição das fases em equilíbrio (Foust et all, 1982).

Da Silva, Celso Júlio

2

Processo de separação por secagem

Tecnológia Química 1

2. FUNDAMENTOS TEÓRICOS

a) Separação por secagem

Processo de separação: é um processo que permite separar componentes de uma mistura, tanto em pequena escala, como nos laboratórios, quanto em grande, como na

indústria química e diversas.

A separação por secagem é uma técnica de separação dos componentes de uma mistura

que tem como base a diferença de composição das fases em equilíbrio, aplica-se a transferência de um líquido que está num sólido molhado para uma fase gasosa não

saturada.

b) Secagem

A secagem é uma operação unitária de retirada de água de um produto por evaporação

ou sublimação, mediante aplicação de calor sob condições controladas. Na secagem de um sólido húmido, mediante um gás a uma temperatura e a uma humidade fixa, manifesta-se sempre um certo tipo de comportamento. Imediatamente depois do contacto entre a amostra e o meio secante, a temperatura do sólido ajusta-se até atingir um regime permanente. A temperatura do sólido e a velocidade de secagem podem aumentar ou diminuir para chegarem às condições do regime permanente. Neste regime, uma prova de medida de temperatura mostra que a temperatura da superfície do sólido molhado é a temperatura de bulbo-humido do meio secante. As temperaturas no interior do sólido tendem a ser iguais á temperaturas de bulbo húmido do gás, mas a concordância entre elas é imperfeita em virtude das defasagens entre o movimento de massa e o de calor. Uma vez que as temperaturas do sólido tenham atingido a temperatura do bulbo húmido do gás, elas permanecem bastante estáveis e a taxa de secagem também permanece constante. O período termina quando o sólido atinge o teor de humidade crítico. Além deste ponto, a temperatura da superfície eleva-se e a taxa de secagem cai rapidamente. O período da taxa decrescente pode ser bem mais dilatado que o período de taxa constante, embora a remoção de humidade seja muito menor. A taxa de secagem aproxima-se de zero, num certo teor de humidade de equilíbrio, que é o menor teor de humidade atingível, no processo de secagem, com o sólido nas condições a que esta submetido. O fundamento da secagem é baseado na teoria de transferência de massa e calor juntamente com balanço de massa e energia (Foust et all, 1982).

Da Silva, Celso Júlio

3

Processo de separação por secagem

Tecnológia Química 1

Em alguns casos, a secagem é uma parte essencial do processo de fabrico, como por exemplo no fabrico de papel ou no tempero de madeira (Coulson & Richardson, 2002). Na maioria das indústrias de processamento, a secagem é efectuada por uma ou mais das seguintes razões:

a) Para reduzir o custo do transporte.

b) Para fazer com que um material mais adequado para o tratamento, como, por exemplo, com sabão em pó, materiais corantes e fertilizantes.

c) Para proporcionar propriedades definidas, tais como, por exemplo, mantendo a natureza de escoamento livre do sal.

d) Para remover a humidade que pode levar à corrosão de outra forma. Um

exemplo é a secagem de combustíveis gasosos ou benzina antes da cloração. Em geral, a secagem de sólidos consiste em separar pequenas quantidades de água e outros líquidos de um material sólido com o fim de reduzir o teor de líquidos residuais

até um valor aceitavelmente baixo (McCabe & Smith, 1991).

3.

O

MECANISMO

DE

MOVIMENTO

DE

HUMIDADE

DURANTE

A

SECAGEM

 

a)

Teoria da difusão de secagem

 

Na teoria da difusão, a taxa de circulação de água para a interface de ar é regulada por meio de equações de taxa similares àqueles para a transferência de calor. Esta teoria se apoia exclusivamente sobre a lei de FICK, que expressa que o fluxo de massa por unidade de área é proporcional ao gradiente de concentração de água. Utilizando a lei de FICK na equação de balanço de massa de água no interior do produto, vem:

de balanço de massa de água no interior do produto, vem: Esta lei de FICK é

Esta lei de FICK é simplificada, já que ela despreza a inter difusão, mas esta hipótese é justificada, uma vez que a água migra dentro de uma matriz fixa. Independentemente dos trabalhos sobre secagem. Entretanto, estas soluções se aplicam aos sólidos de formas geométricas simples (corpos semi-infinitos; placas, cilindros e esferas). E quando a difusividade é constante:

(corpos semi-infinitos; placas, cilindros e esferas). E quando a difusividade é constante: Da Silva, Celso Júlio

Da Silva, Celso Júlio

4

Processo de separação por secagem

Tecnológia Química 1

A taxa de secagem pode ser calculada diferenciando estas equações (Coulson &

Richardson, 2002).

b) Teoria capilar de secagem

A teoria de secagem capilar tem sido proposto para explicar o movimento da humidade

no leito durante a secagem da superfície.

Krischer & Kröll (citado por DAUDIN, 1983) expõem em detalhe a teoria do movimento capilar de água líquida dentro de sistemas simples constituídos de alguns tubos capilares e dentro de sistemas complexos como os corpos porosos. O princípio é o seguinte: para um tubo capilar isolado, a pressão de sucção e então a ascensão da água dentro do capilar, é proporcional à tensão superficial da água e inversamente proporcional a seu raio. Admitindo-se que a tensão capilar é finalmente associada ao teor de água, estes autores estabelecem uma lei geral na qual o factor de potencialidade

é o gradiente de teor de água. Os autores também agregam a este fluxo de água líquida, um fluxo de vapor de água que se teria dentro dos poros depois da retirada do líquido (Coulson & Richardson, 2002).

4. CLASSIFICAÇÃO DOS TIPOS DE SECADORES

Secador transportador/túnel

Secador rotatório, a gravidade e flash

Secador a tambor

Secador pulverizador (spray dryer).

Secador de bandeja

Secador congelador

a) Secadores de túnel

Em secadores de túnel, uma série de bandejas ou carrinhos são movidos lentamente

através de um túnel de comprimento, que pode ou não ser aquecido, e a secagem é

realizada sob uma corrente de ar quente. Secadores de túnel são usados para a secagem

da cera de parafina, gelatina, sabão, utensílios de cerâmica, e onde o rendimento é tão

grande que os secadores de gabinete individual que implicaria muito manuseio. Alternativamente, o material é colocado sobre um transportador de correia que passa

Da

Silva, Celso Júlio

5

Processo de separação por secagem

Tecnológia Química 1

através do túnel, um arranjo que é bem adequado para a operação de vácuo (Coulson & Richardson, 2002).

a operação de vácuo (Coulson & Richardson, 2002). Figura 1. (fonte: Foust et all, 1982) b)

Figura 1. (fonte: Foust et all, 1982)

b) Secadores rotativos

A secagem contínua de materiais em grande escala num secador rotativo, o qual é constituído por um invólucro relativamente longo cilíndrico montado sobre roletes e conduzido a uma velocidade baixa. A concha é suportada com um pequeno ângulo em relação à horizontal, de modo que o material alimentado na extremidade mais alta vai deslocar através do secador por acção da gravidade, e os gases quentes ou o ar utilizado como meio de secagem são alimentados quer a extremidade superior do secador para dar co-corrente ou de fluxo na extremidade de descarga da máquina, para dar o fluxo de contracorrente (Coulson & Richardson, 2002).

o fluxo de contracorrente (Coulson & Richardson, 2002). Figura 2. (fonte:

Figura 2. (fonte: www.manfredinieschianchi.com/305-02-4PO-secadoresrotativos.htm)

Da Silva, Celso Júlio

6

Processo de separação por secagem

Tecnológia Química 1

c) Secadores de tambor

Se uma solução ou suspensão é executado em uma rotação lenta do cilindro aquecido a vapor, a evaporação tem lugar e os sólidos podem ser obtidos sob uma forma seca. Este é o princípio básico utilizado em todos os secadores de tambor. A alimentação para um secador de tambor único pode ser do mergulho, panela, ou tipo splash. O agitador evita sedimentação de partículas, e o disseminador é por vezes usado para produzir um revestimento uniforme sobre o tambor (Coulson & Richardson, 2002).

uniforme sobre o tambor (Coulson & Richardson, 2002). Figura 3. (fonte: http://www.pl.all.biz/pt/g59672/ ) d)

d) Secadores de pulverização

A água pode ser evaporada a partir de uma solução ou de uma suspensão de partículas

sólidas através da pulverização da mistura para um recipiente por meio do qual uma corrente de gases quentes é passada. Deste modo uma grande área interfacial é produzida e, consequentemente, uma elevada taxa de evaporação é obtido.

Na secagem por pulverização, que é necessário para atomizar e distribuir, em condições controladas, uma grande variedade de líquidos, as propriedades dos quais vão desde os de soluções, emulsões, dispersões e, ao mesmo lamas e géis. A maioria dos atomizadores vulgarmente empregues são concebidos para líquidos simples, que é móvel líquidos Newtonianos. Quando atomizadores são empregues para as lamas, pastas, líquidos e tendo propriedades anormais, existe uma grande degradação do desempenho e, em muitos casos, atomizadores podem ser rapidamente desgastada e danificado, de modo a tornar-se inútil. Há, portanto, muito a ser ganho por considerar vários tipos e modelos de atomizador para que uma selecção adequada pode ser feita

Da Silva, Celso Júlio

7

Processo de separação por secagem

Tecnológia Química 1

para o dever dado. Neste contexto, um atomizador é definido como um dispositivo que faz com que o líquido a ser desintegrado em gotas encontram-se dentro de um intervalo de tamanho especificado, e que controla a sua distribuição espacial (Coulson & Richardson, 2002)

sua distribuição espacial (Coulson & Richardson, 2002) Figura 4. (fonte: http://www.cn.all.biz/pt/g71679/) 5.

Figura 4. (fonte: http://www.cn.all.biz/pt/g71679/)

5. ESQUEMA GERAL DOS TIPOS DE SECADORES

5. ESQUEMA GERAL DOS TIPOS DE SECADORES Figura 5. (fonte: PARK et all) Da Silva, Celso

Figura 5. (fonte: PARK et all)

Da Silva, Celso Júlio

8

Processo de separação por secagem

Tecnológia Química 1

6. FUNÇÃO DA SECAGEM

A secagem tem a finalidade de eliminar um líquido volátil contido num corpo não

volátil, através de evaporação, portanto, é a operação na qual a actividade de água de um alimento é diminuída pela remoção da água, através de sua vaporização. O tipo de secagem a ser utilizado depende, dentre outros factores, do produto a ser desidratado, da sua constituição química e das características físicas do produto final desejado (Foust et all, 1982).

7. EQUAÇÃO GERAL DA OPERAÇÃO UNITÁRIA

A transferência de massa e calor, em condições de escoamento turbulento ao redor da

gota líquida, permite que a taxa de secagem seja expresso como:

líquida, permite que a taxa de secagem seja expresso como: Sendo que: Integrando a equação 1,

Sendo que:

permite que a taxa de secagem seja expresso como: Sendo que: Integrando a equação 1, para

Integrando a equação 1, para a condição inicial (t=0; d=d0) e condição final (t=tc; d=0), e isolando o tempo temos:

e condição final ( t=tc; d=0 ), e isolando o tempo temos: O limite do integral

O limite do integral para a condição de contorno é igual a zero, pois neste período a gota

é considerada como um líquido puro. Portanto, na condição de ponto de transição de

taxa de secagem constante para o decrescente, o líquido puro não contém sólidos. Por outro lado, se considerarmos a condição final (t=tc; d=dc), a expressão fica:

a condição final ( t=tc; d=dc ), a expressão fica: A velocidade de evaporação em gotas

A velocidade de evaporação em gotas contendo sólidos é menor que a velocidade em

gotas de líquido puro. A presença de sólidos provoca um decréscimo na pressão de vapor do líquido. A formação da estrutura sólida altera o processo de secagem, assim a taxa neste período decrescente é expressa como:

altera o processo de secagem, assim a taxa neste período decrescente é expressa como: Da Silva,

Da Silva, Celso Júlio

9

Processo de separação por secagem

Tecnológia Química 1

Integrando esta equação 4, para a condição inicial (t=0; X = X BS c ) e condição final (t=td; X= X BS f ), e isolando o tempo temos:

( t=td; X= X B S f ), e isolando o tempo temos: Portanto a equação

Portanto a equação para estimar o tempo total de secagem, a soma das equações 3 e 5, será:

tempo total de secagem, a soma das equações 3 e 5, será: Sendo X a humidade

Sendo X a humidade do produto, t o tempo de secagem do produto, h coeficiente de transmissão de calor, A área superficial da gota, λ calor latente de evaporação da água, d diâmetro da gota, R e o número de Reynolds, ΔT a diferença de temperatura entre o produto e o ar, t c tempo de secagem no período de taxa constante (ºC) do produto, t d tempo de secagem no período de taxa decrescente (ºC) do produto, ρ l a densidade do líquido (kg/m3), λ c o calor latente de vaporização da água no período de taxa constante (J/kg água), λ d o calor latente de vaporização da água no período de taxa decrescente (J/kg água), d o o diâmetro inicial da gota (m), K g a condutividade térmica do ar (W/m.K), T a a temperatura do ar quente (ºC), T w a temperatura de bulbo húmido do ar (ºC), ρs a densidade do produto sólido (kg/m3), dc o diâmetro da gota no tempo de transição das taxas de secagem (m), X Bs c a humidade do semi-sólido no período de transição das taxas de secagem, base seca (kg água/kg produto), X BS f a umidade final do sólido, base seca (kg água/kg sólido seco) e ΔT m a média da diferença de temperatura entre o ar e o produto ao longo do secador (ºC).

8. INDÚSTRIA NACIONAL QUE USA O PROCESSO DE SECAGEM

Uma indústria que usa a secagem para a separação é a açucareira de Xinavane.

O processo de fabricação de açúcar inicia-se após passar pelas etapas de extracção e tratamento do caldo. O xarope resultante é bombeado para os tachos de cozimento para a cristalização do açúcar. O cozimento é feito em duas etapas, sendo que na primeira ainda ocorre a evaporação da água do xarope para a cristalização da sacarose. O produto

Da Silva, Celso Júlio

10

Processo de separação por secagem

Tecnológia Química 1

resultante desse cozimento é uma mistura de cristais de sacarose com o licor-mãe (mel). Na segunda etapa, ocorre o processo de nucleação, em que são produzidos pequenos cristais de tamanho uniforme.

A separação dos cristais de sacarose do mel é feita por meio de centrifugação, no qual são obtidos dois produtos: o açúcar e o melaço. O melaço é enviado para a fabricação de álcool, enquanto o açúcar é destinado ao secador para a retirada da humidade contida nos cristais. Após a secagem, o açúcar é levado ao silo para ser ensacado e estocado.

Da Silva, Celso Júlio

11

Processo de separação por secagem

Tecnológia Química 1

9.

BIBLIOGRAFIA

Coulson and Richardson’s. (2002). CHEMICAL ENGINEERING: Particle Technology and Separation Processes. volume 2. Fifth Edition. New York. 494-

527pp.

FOUST et all. (1982). Princípios das Operações Unitárias. 2 a Edição. LTC Editora. Rio de Janeiro.

Mccabe et all. (1991). Operaciones Unitárias Eningenieria Quimica, 4 a Edición, Mcgraw-hill. España;

ARAÚJO, Pietra Fagundes. Torres de Separação por Absorção, Adsorção e Destilação.

Kajiyama & Park. influência da umidade inicial da alimentação no tempo de secagem em secador atomizador. Revista Brasileira de Produtos Agroindustriais, Campina Grande, v.10, n.1, p.1-8, 2008 ISSN 1517-8595. Acedido em 22 de Outubro de 2012 pelas 17h:48 em:

http://www.deag.ufcg.edu.br/rbpa/rev101/Art1011.pdf.

PARK et all. (2006). Seleção de Processos e Equipamentos de Secagem. Palestra, 01 de agosto. Acedido em 17 de Outubro de 2012 pelas 11h:00 em:

http://www.feagri.unicamp.br/ctea/

Rogério Haruo Sakai; André Ricardo Alcarde, Fabricação do açúcar. Acedido

em

http://www.agencia.cnptia.embrapa.br.

22

de

Outubro

de

2012

pelas

01h:18

em:

Da Silva, Celso Júlio

12