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ES3DS.ACTAREUEE/2P.DT7C.3CEB.

2PP
PROF. RENATO COSTA

DIRECÇÃO DE TURMA
ACTA
3º Ciclo do Ensino Básico/7º ano de escolaridade

REUIÃO COM OS ECARREGADOS DE EDUCAÇÃO


Turma [C] do 7º Ano de Escolaridade
scolaridade
Acta da Reunião com os Encarregados de Educação (continuação da folha de rosto)

14 de Janeiro de 2009/2ºº período | 2008/09

Relativamente ao primeiro ponto,


ponto, o Presidente da reunião procedeu à análise dos dois grandes
domínios da avaliação: o cognitivo e o atitudinal;
atitudinal este aplicado naturalmente a cada uma das componentes
do currículo.
As interpretações geradas e devidamente discutidas com os encarregados de educação (EE)
assentaram nos termos que abaixo se expõem:
− A disciplina de Matemática, considerada uma das fundamentais do plano de estudos
estudo do Terceiro
Ciclo do Ensino Básico (3CEB),
(3CEB) revelou a maior taxa de níveis inferiores a três (trinta e sete por
cento), a par de outra também essencial que se expressou numa das segundas disciplinas com esta
taxa mais elevada – Língua Portuguesa com vinte e seis por cento. Os resultados às duas
componentes
ntes curriculares mais importantes que, por si só,
s definem o completamento deste Ciclo,
particularmente no seu último ano, foram encarados pelo Director de Turma (DT) como indicadores
que levariam a determinar uma preocupação mais orientada e uma acção preventiva no
cumprimento do trabalho escolar, sobretudo nos alunos que deixavam transparecer mais
dificuldades nestas disciplinas;
nas;
− Em suma, foi evidenciado que as disciplinas mencionadas no ponto anterior
anterior e as ciências
experimentais (Ciências Naturais e Físico-Química)
Físico Química) constituíram as maiores taxas de insucesso
académico da turma, justificado, quanto às primeiras, pelas lacunas básicas diagnosticadas e que
interferem no desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem
en aprendizagem e, quanto às segundas, pela nova
abordagem exercitada nestas aulas que apelava
apela fortemente ao cariz científico e ao raciocínio dos
elementos adquiridos como conhecimento substantivo e processual. Foram simultaneamente
acentuadas as múltiplas
as disparidades encontradas na transição para o presente Ciclo de ensino,
reforçando o teor específico das ciências experimentais com estratégias de leccionação mais
distantes das praticadas em anos anteriores.

O DT caracterizou a turma no que concerne à esfera das atitudes demonstradas em sala de aula.
Nesta fracção da avaliação, os resultados foram satisfatórios. No traços atitudinal que mais preocupava os
EE – a disciplina – foi-lhes
lhes dado a conhecer que, na generalidade dos alunos, os problemas são nulos
nul ou
pautavam-se por episódios de gravidade diminuta com situações circunstanciais de infracções que
envolveram medidas disciplinares de razoável dimensão, sem nunca terem cruzado casos de instauração
de procedimentos disciplinares e, portanto, de aplicação
ão de medidas disciplinares sancionatórias. O DT não
deixou, no entanto, de considerar que a turma revelava problemas disciplinares de comunicação
impertinente, não autorizada pelos professores,
professores que frequentemente constituíam barreiras à leccionação
das aulas. Foi assinalado que era precisamente a partir deste facto que as
a ocorrências
ocorrência evoluíam para
consequências disciplinares que pediam a participação ao EE. Sumariamente, referiu-se
referiu que os alunos
colaboravam muito satisfatoriamente nas actividades propostas em aula, descurando contudo a realização
dos trabalhos curriculares em casa.

Seguiu-se o segundo ponto da ordem de trabalhos onde se enquadrou legalmente a definição e o


papel dos planos de recuperação no percurso escolar dos indivíduos sujeitos às suas implicações.
Explicaram-se
se brevemente alguns dos trâmites assentes no Despacho Normativo nº 50/2005 de nove de
Novembro, em específico integrados no art.º 2º.

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PROF. RENATO COSTA

Por fim, abordou-se a questão de acentuado interesse dos elementos presentes na reunião, que os
auxiliaria a lidar com a assiduidade dos alunos e a esclarecer os efeitos do incumprimento de alguns pontos
associados a este parâmetro consagrados no Estatuto do Aluno dos Ensinos Básico e Secundário. Para
corresponder com o pretendido, o Presidente da reunião explorou as consequências das faltas justificadas,
entretanto esclarecidas por despacho ministerial após a saída do diploma legal referente ao Estatuto.
Ressalvou-se que a Confederação Nacional das Associações de Pais foi ouvida para a elaboração do
documento do Ministério da Educação. Foi, então, comunicado que:
− O regime de faltas integrante do Estatuto visou sobretudo criar condições aos alunos de
recuperação de eventuais défices de aprendizagem na sequência das ausências justificadas à
escola;
− Das faltas justificadas por doença não poderia decorrer aplicação de qualquer medida disciplinar
correctiva ou sancionatória;
− No caso de faltas desta natureza, a prova de recuperação assumiria um carácter exclusivamente
diagnóstico;
− Ainda no quadro destas faltas, qualquer dos efeitos discriminados no art.º 22º do Estatuto da
aplicação da prova de recuperação seria desprezado, servindo esta somente para a formulação de
medidas de apoio ao estudo das aprendizagens deficitárias.

E, nada mais havendo a tratar, deu-se por encerrada a reunião da qual se lavrou a presente acta,
que, depois de lida e aprovada, vai ser assinada nos termos da lei.

O Director de Turma:

(Renato Costa)

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