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EN3412-Turbinas Térmicas de Potência
EN3412-Turbinas Térmicas de Potência

Fluxograma de máquinas de Fluxo

Fluxograma de máquinas de Fluxo

Classificação das máquinas de Fluxo

Classificação das máquinas de Fluxo

TURBINAS A GÁS: INTRODUÇÃO

1930 - 1940

Suíça

1932 - BROWN BOVERI :Turbina para acionamento de compressores

em caldeiras a vapor.

1939 - BROWN BOVERI :Primeira turbina para produção de potência

elétrica . Potência 4 Mw . (Zurich, Suíça). Eficiência 18,04 %.

Inglaterra

1930

- Whittle , primeira patente

1937

- POWERS JET LTD. , testa a primeira turbina a jato.

Alemanha

1935

- Hans von Ohain, obtém uma patente para turbojato.

1937

- ERNEST HEINKEL, A G, é testada a primeira turbina de aviação.

1938

- JUNKERS AIRPLANE CO., com a direção de H. Wagner é testada

uma turbina de aviação (turbojato).

Itália

1933 - S. Campini, propõe utilizar um motor alternativo para

impulsionar um compressor e produzir um jato de fluxo a alta

velocidade.

1940 - G. Caproni constroi e testa um aeroplano com este tipo de

motor.

TURBINAS A GÁS: INTRODUÇÃO

AUMENTO DA TEMPERATURA DE ENTRADA NA TURBINA TIT (WILSON & KORAKIANITIS, 1998)

TURBINAS A GÁS: INTRODUÇÃO AUMENTO DA TEMPERATURA DE ENTRADA NA TURBINA TIT (WILSON & KORAKIANITIS, 1998)

TURBINAS A GÁS: INTRODUÇÃO

DESENHO COMPACTO E DE BAIXO PESO

SIMPLICIDADE E VERSATILIDADE

ALTA DENSIDADE DE POTÊNCIA

FÁCIL INSTALAÇÃO

BAIXA VIBRAÇÃO

LONGA VIDA ÚTIL

BAIXA MANUTENÇÃO

COMBUSTÍVEL

TURBINAS: AERONÁUTICAS

TURBINAS: AERONÁUTICAS “TURBOPROP” “TURBOFAN” TURBOJATO “RAMJET”

“TURBOPROP”

TURBINAS: AERONÁUTICAS “TURBOPROP” “TURBOFAN” TURBOJATO “RAMJET”

“TURBOFAN”

TURBINAS: AERONÁUTICAS “TURBOPROP” “TURBOFAN” TURBOJATO “RAMJET”

TURBOJATO

TURBINAS: AERONÁUTICAS “TURBOPROP” “TURBOFAN” TURBOJATO “RAMJET”

“RAMJET”

TURBINAS: AERONÁUTICAS

TURBINAS: AERONÁUTICAS ATF3 TURBO FAN CF6N-50 TURBO FAN CFM56 TURBO JET GE J85-21

ATF3

TURBINAS: AERONÁUTICAS ATF3 TURBO FAN CF6N-50 TURBO FAN CFM56 TURBO JET GE J85-21

TURBO FAN CF6N-50

TURBINAS: AERONÁUTICAS ATF3 TURBO FAN CF6N-50 TURBO FAN CFM56 TURBO JET GE J85-21

TURBO FAN CFM56

TURBINAS: AERONÁUTICAS ATF3 TURBO FAN CF6N-50 TURBO FAN CFM56 TURBO JET GE J85-21

TURBO JET GE J85-21

TIPOS DE TURBINAS DE GÁS

ETAPAS DO CICLO:

ADMISSÃO -> COMPRESSÃO -> COMBUSTÃO-> EXPANSÃO

CICLO DE COMBUSTTÃO CONTÍNUA

EXPANSÃO  CICLO DE COMBUSTTÃO CONTÍNUA  CICLO BRAYTON: ADMISSÃO E COMBUSTÃO DE AR

CICLO BRAYTON:

ADMISSÃO E COMBUSTÃO DE AR ATMOSFÉRICO MISTURA COM O COMBUSTÍVEL EXTRAÇÃO DE ENERGIA NO ALTERNADOR ACIONAMENTO DO COMPRESSOR LIBERAÇÃO DOS GASES NA ATMOSFERA

TURBINAS: AERODERIVADAS E INDUSTRIAIS

AERODERIVAS

TURBINA DE GÁS

AERODERIVADAS E INDUSTRIAIS AERODERIVAS TURBINA DE GÁS INDUSTRIAIS  ADAPTAÇÃO DAS TURBINAS AERONÁUTICAS PARA

INDUSTRIAIS

ADAPTAÇÃO DAS TURBINAS AERONÁUTICAS PARA O USO INDUSTRIAL

DESENHO COMPACTO, BAIXO PESO PERMITINDO SER EMBALADA NA FÁBRICA E MINIMIZANDO O TEMPO DE INÍCIO DE OPERAÇÃO.

CARCAÇA DE LIGAS FINAS, CARAS E DE BAIXO

PESO.

RÁPIDA VARIAÇÃO DE VARGA E TOLERÂNCIA A VÁRIAS PARTIDAS/PARADAS (BAIXA CAPACIDADE TÉRMICA)

BAIXA FLEXIBILIDADE PARA UTILIZAR VÁRIOS

COMBUSTÍVEIS (DESENHO COMPACTO DA CÂMARA DE COMBUSTÃO)

RÁPIDA ACELERAÇÃO (BAIXO MOMENTO DE INÉRCIA).

NECESSÁRIO CAIXA REDUCTORA (TURBINA DE ALTA VELOCIDADE)

RELACIONES DE COMPRESION 15:1

MAYOR MANTENIMIENTO

MATERIAIS DE “LIGAS MAIS POBRES”, MAIS ECONOMICAS, MAS REQUERENDO MAIOR ESPESSURA.

GRADIENTE DE CARGA LIMITADO PARA EVITAR “STRESS TÉRMICO” QUE RESULTA EM UMA MAIOR MANUTENÇÃO.

ACELERAÇÃO MAIS LENTA E MAIOR CURVA DE ARRANQUE (INERCIA CONSIDERAVELMENTE MAIOR).

O DESENHO DA CÂMARA DE COMBUSTÃO NÃO É LIMITADA POR PESO E ESPAÇO, SENDO CAPAZ DE QUEIMAR DISTINTOS COMBUSTÍVEIS.

ROLAMENTOS MENOS EXIGIDOS, COM ÓLEO LUBRIFICANTE MINERAL (MENOR CUSTO).

MENOR REQUERIMENTO DE MANUTENÇÃO.

RELAÇÃO DE COMPRESSÃO ENTRE 20:1 A 30:1

TURBINAS: AERODERIVADAS E INDUSTRIAIS

TURBINA DE GÁS AERODERIVADAS

TURBINAS: AERODERIVADAS E INDUSTRIAIS TURBINA DE GÁS AERODERIVADAS I N D U S T R I
TURBINAS: AERODERIVADAS E INDUSTRIAIS TURBINA DE GÁS AERODERIVADAS I N D U S T R I

INDUSTRIAIS

TURBINAS: AERODERIVADAS E INDUSTRIAIS TURBINA DE GÁS AERODERIVADAS I N D U S T R I
TURBINAS: AERODERIVADAS E INDUSTRIAIS TURBINA DE GÁS AERODERIVADAS I N D U S T R I
TURBINAS: AERODERIVADAS E INDUSTRIAIS TURBINA DE GÁS AERODERIVADAS I N D U S T R I
TURBINAS: AERODERIVADAS E INDUSTRIAIS TURBINA DE GÁS AERODERIVADAS I N D U S T R I
TURBINAS: AERODERIVADAS E INDUSTRIAIS TURBINA DE GÁS AERODERIVADAS I N D U S T R I
TURBINAS: AERODERIVADAS E INDUSTRIAIS TURBINA DE GÁS AERODERIVADAS I N D U S T R I

TURBINAS INDUSTRIAIS (heavy duty)

Turbina HITACHI H-25

tipo “heavy duty”

ciclo simples de eixo único 7280 rpm compressor axial:

17 estágios razão de pressões 14,7 turbina:

3 estágios

combustores: 10

aceita injeção de água e vapor

GÁS N.

ÓLEO

Potência MW: 26,9 26,3 MW

eficiência:

“heat rate” :

(kJ/kWh) 10826 11026 T exaustão ºC: 555 555

T máxima ºC : 1300

33,2 %

32,6%

1300

MW eficiência: “heat rate” : (kJ/kWh) 10826 11026 T exaustão ºC: 555 555 T máxima ºC

TURBINAS INDUSTRIAIS

Turbina ALSTOM GT10

TURBINAS INDUSTRIAIS Turbina ALSTOM GT10

TURBINAS AERODERIVADAS

Turbina Tornado da ALSTOM

TURBINAS AERODERIVADAS Turbina Tornado da ALSTOM Características: - combustível: gás e óleo (pode ser dual) -

Características:

- combustível: gás e óleo (pode ser dual)

- compressor de fluxo axial de 15 estágios, subsônico

- razão de pressões: 12,3:1

- fluxo de ar: 28,8 kg/s

- turbina de potência em dois estágios

- 8 câmaras de combustão, tubulares, de fluxo reverso

- queimadores individuais em cada câmara de combustão

- Câmaras de combustão com injeção de água ou vapor

TIPOS DE TURBINAS DE GÁS

TIPOS DE TURBINAS DE GÁS

TIPOS DE TURBINAS DE GÁS: EIXO SIMPLES

TIPOS DE TURBINAS DE GÁS: EIXO SIMPLES • O COMPRESSOR DE AR E A TURBINA, AMBOS

O COMPRESSOR DE AR E A TURBINA, AMBOS EM UM EIXO EM COMUM RODANDO A MESMA VELOCIDADE.

IMPOSSIBILIDADE DE ALTERAÇÃO DE VELOCIDADE DE ROTAÇÃO PARA LOGRAM MELHOR RENDIMENTO DO COMPRESSOR ANTE DIFERENTES CARGAS DE OPERAÇÃO.

ESTE TIPO DE PROJETO É USUAL NAS GRANDES TURBINAS COMERCIAS DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA.

TIPOS DE TURBINAS DE GÁS: EIXO SIMPLES

TIPOS DE TURBINAS DE GÁS: EIXO SIMPLES

TIPOS DE TURBINAS DE GÁS: EIXO DUPLO

TIPOS DE TURBINAS DE GÁS: EIXO DUPLO • A TURBINA É DIVIDIDA EM 2 SEÇÕES: •

A TURBINA É DIVIDIDA EM 2 SEÇÕES:

PRIMEIRA: A TURBINA DE ALTA PRESSÃO ESTA UNIDA AO COMPRESSOR AXIAL

QUE REQUER POTÊNCIA NECESSÁRIA PARA O SEU FUNCIONAMENTO.

SEGUNDA: A TURBINA DE BAIXA PRESSÃO É ACOPLADA AO GEREDOR DE ENERGIA ELÉTRICA.

PERMITE OPERAÇÃO COM VELOCIDADE VARIÁVEL: 60-100% DA VELOCIDADE NOMINAL.

PERMITE MELHOR A EFICIÊNCIA A PARTIR DA OTIMIZAÇÃO DAS PARTES DE ALTA E BAIXA PRESSÃO DO CICLO

RESPOSTAS EM REGIME TRANSIENTE INFERIORES EM RELAÇÃO A DE EIXO SIMPLES.

TECNOLOGIA UTILIZADA EM AERODERIVATIVAS E TURBINAS DE BAIXA POTÊNCIA, E

OFERECE MELHOR COMPORTAMENTO FRENTE A VARIAÇÕES DE CARGA.

TIPOS DE TURBINAS DE GÁS: EIXO DUPLO

TIPOS DE TURBINAS DE GÁS: EIXO DUPLO

TIPOS DE TURBINAS DE GÁS: MICRO TURBINAS

TURBINAS QUE PRODUZEM POTÊNCIA ELÉTRICA

ENTRE 25 A 500 Kw

SÃO DERIVADAS DAS TECNOLOGIAS DE TURBO ALIMENTAÇÃO DE CAMINHÕES OU PEQUENAS TURBINAS DE SISTEMAS AUXILIARES DA AVIAÇÃO

APRESENTAM FLUXO RADIAL E FAIXA DE ROTAÇÃO

ENTRE 90.000 A 120.000 RPM.

ESTA TECNOLOGIA É ENCONTRADA A DESDE 1970.

TURBINA CAPSTONE COM RECUPERDOR

É ENCONTRADA A DESDE 1970. TURBINA CAPSTONE COM RECUPERDOR CARACTERÍSTICAS GERAIS DE MICROTURBINAS (LORA E HADDAD,

CARACTERÍSTICAS GERAIS DE MICROTURBINAS (LORA E HADDAD, 2006)

GERAIS DE MICROTURBINAS (LORA E HADDAD, 2006) DADOS DE CUSTO, DESEMPENHO, TAMANHO E PESO DE DIFERENTES

DADOS DE CUSTO, DESEMPENHO, TAMANHO E PESO DE DIFERENTES TURBINAS (LORA E HADDAD, 2006)

(LORA E HADDAD, 2006) DADOS DE CUSTO, DESEMPENHO, TAMANHO E PESO DE DIFERENTES TURBINAS (LORA E

TIPOS DE TURBINAS DE GÁS: MICRO TURBINAS

ESQUEMA DE UMA TURBINA DE EIXO SIMPLES COM RECUPERADOR DE CALOR(LORA E HADDAD, 2006)

EIXO SIMPLES COM RECUPERADOR DE CALOR(LORA E HADDAD, 2006) ESQUEMA DE UMA TURBINA DE EIXO DUPLO

ESQUEMA DE UMA TURBINA DE EIXO DUPLO COM RECUPERADOR DE CALOR (LORA E HADDAD, 2006)

DE EIXO DUPLO COM RECUPERADOR DE CALOR (LORA E HADDAD, 2006) • MICROTURBINAS: COM RECUPERAÇÃO: 25

MICROTURBINAS: COM RECUPERAÇÃO: 25 A 30% (PCI); SEM RECUPERAÇÃO: ≈18 % (PCI)

APLICAÇÕES:

STAND-BY: QUALIDADE E CONFIABILIDADE DA REDE (CARGAS DE PICO)

COGERAÇÃO

APLICAÇÕES COMERCIAIS, RESTAURANTES, HOTÉIS, CONDOMÍNIOS, ETC.

CUSTO ESPECÍFICO DE INSTALAÇÃO DAS MICROTURBINAS: 700 A 1.300 US$/kW

ALGUMAS VANTEGENS E DESVANTAGENS DAS MICRO TURBINAS (LORA E HADDAD, 2006)

DAS MICROTURBINAS: 700 A 1.300 US$/kW ALGUMAS VANTEGENS E DESVANTAGENS DAS MICRO TURBINAS (LORA E HADDAD,

INSTALAÇÃO BÁSICA DE UM TURBINA A GÁS

INSTALAÇÃO BÁSICA DE UM TURBINA A GÁS

PRINCIPAIS COMPONENTES: SISTEMA ADMISSÃO E EXAUSTÃO

Filtros: •
Filtros:
COMPONENTES: SISTEMA ADMISSÃO E EXAUSTÃO Filtros: • CAPACIDADE DE FILTRAR PARTÍCULAS DE DIÂMETRO <1μm.
COMPONENTES: SISTEMA ADMISSÃO E EXAUSTÃO Filtros: • CAPACIDADE DE FILTRAR PARTÍCULAS DE DIÂMETRO <1μm.
COMPONENTES: SISTEMA ADMISSÃO E EXAUSTÃO Filtros: • CAPACIDADE DE FILTRAR PARTÍCULAS DE DIÂMETRO <1μm.

CAPACIDADE DE FILTRAR PARTÍCULAS DE DIÂMETRO <1μm.

CAPACIDADE DE FILTRAR PARTÍCULAS DE DIÂMETRO <1μm. VELOCIDADE DE PASSAGEM DO FLUIDO NO SISTEMA DE FILTRAGEM
VELOCIDADE DE PASSAGEM DO FLUIDO NO SISTEMA DE FILTRAGEM DEVE SER BAIXA PARA POSSIBILITAR A
VELOCIDADE DE PASSAGEM DO
FLUIDO NO SISTEMA DE FILTRAGEM
DEVE SER BAIXA PARA
POSSIBILITAR A DEPOSIÇÃO DAS
IMPUREZAS.
FORMAÇÃO DE UMA CAPA DE PÓ
AFETA POSITIVAMENTE, DE TAL
FORMA QUE REDUZ O DIÂMETRO
DAS PARTÍCULAS QUE PODEM
PASSAR.
QUANDO SE DETECTA UMA QUEDA
DE PRESSÃO EXCESSIVA, É
NECESSÁRIO REALIZAR A LIMPEZA
DOS FILTROS.

PRINCIPAIS COMPONENTES: COMPRESSOR

FUNÇÃO: COMPRIMI O AR DE ADMISSÃO ATÉ A PRESSÃO INDICADA PARA OPERAÇÃO DA CÂMARA DE
FUNÇÃO: COMPRIMI O AR DE ADMISSÃO ATÉ A PRESSÃO
INDICADA PARA OPERAÇÃO DA CÂMARA DE COMBUSTÃO
DA TURBINA.
TIPOS: CENTRÍFUGO E AXIAL (MAIS UTILIZADO)
RAZÃO DE PRESSÃO: 20 A 1:30.

Uso do ar do compressor:

Ar primário (30%): processo de combustão.

Ar secundário (65%): injetado através de furos existentes ao longo da câmara de combustão com o objetivo de se atingir a temperatura de operação da turbina.

Ar de reSfriamento (5%): bocal e palhetas da turbina

objetivo de se atingir a temperatura de operação da turbina.  Ar de reSfriamento (5%): bocal

PRINCIPAIS COMPONENTES: CÂMARA DE COMBUSTÃO

 Classificação:  ANULAR  TUBO-ANULAR  SILO  Com o fluxo de ar estabilizado,
Classificação:
 ANULAR
 TUBO-ANULAR
 SILO
Com o fluxo de ar estabilizado, que sai do compressor, e com a injeção de combustível é realizada a
combustão da mistura.
O comprimento da câmara de combustão é determinada a em função do fluxo de gases necessários para a
turbinas a gás.
Se pode utilizar mais de uma câmara de combustão em paralelo, obtendo-se desta forma câmaras de
combustão mais curta.

Como as paredes da câmara de combustão estão submetidas a elevadas temperaturas, existe a necessidade de se obter excelente sistema de refrigeração para evitar a dilatação dos materiais.

A câmara de combustão pode ser refrigerada com água ou ar proveniente do compressor.

A injeção de água é utilizado para a redução de NOx originado nas regiões quentes da chama.

do compressor.  A injeção de água é utilizado para a redução de NOx originado nas
do compressor.  A injeção de água é utilizado para a redução de NOx originado nas
do compressor.  A injeção de água é utilizado para a redução de NOx originado nas

PRINCIPAIS COMPONENTES: CÂMARA DE COMBUSTÃO

CÂMARA DE COMBUSTÃO - ANULAR
CÂMARA DE COMBUSTÃO - ANULAR
CÂMARA DE COMBUSTÃO  CÂMARA DE COMBUSTÃO - ANULAR  CÂMARA CONSISTE EM UM CILINDRO ORIENTADO


CÂMARA CONSISTE EM UM CILINDRO ORIENTADO AXIALMENTE AO REDOR DO EIXO.

 UM ÚNICO TUBO DE CHAMA PODE APRESENTAR ENTRE 15 A 20 INJETORES.  Possibilita
 UM ÚNICO TUBO DE CHAMA PODE APRESENTAR
ENTRE 15 A 20 INJETORES.
 Possibilita boa refrigeração dos gases de combustão e baixa perda de carga.
 Distribuição da temperatura e da mistura (combustível/ar) menos uniforme que as
câmaras tubo anulares.

Este tipo de projeto é utilizado por fabricantes como Alstom e Siemens, e em geral em turbinas aeroderivadas.

PRINCIPAIS COMPONENTES: CÂMARA DE COMBUSTÃO

 CÂMARA COMBUSTÃO – TUBO-ANULAR
CÂMARA COMBUSTÃO – TUBO-ANULAR

Uma série de tubos distribuídos em torno de uma forma uniforme conformam o desenho desta câmara de combustão.

Cada um tem um único injetor e vela de ignição.

Tem maior resistência estrutural, mas menor rendimento e maior peso.

Se um dos tubos para de trabalhar, e não é detectado, podem haver grandes diferenças de

temperatura na estrutura.

Esta tecnologia é utilizada por fabricantes como Siemens, Mitshubishi e General Electric.

PRINCIPAIS COMPONENTES: CÂMARA DE COMBUSTÃO

CÂMARA DE COMBUSTÃO - ANULAR
CÂMARA DE COMBUSTÃO - ANULAR

Turbina Word-Class de eixo único SGT-8000H (375 MW) (Siemens Gas Turbines)

ISO Base Power Output (MW)

274

Heat Rate (kJ/kWh)

8.999

Heat Rate (Btu/kWh)

8.530

Gross Efficiency (%)

40

Pressure Ratio

19,5

Exhaust Mass Flow (kg/sec)

604

Exhaust Mass Flow (lb/sec)

1.332

Turbine Speed (rpm)

3.600

Exhaust Temperature (°C/°F)

617/1.143

PRINCIPAIS COMPONENTES: CÂMARA DE COMBUSTÃO

 CÂMARA DE COMBUSTÃO – SILO
 CÂMARA DE COMBUSTÃO – SILO

PRINCIPAIS COMPONENTES: CÂMARA DE COMBUSTÃO

CÂMARA DE COMBUSTÃO – SILO
CÂMARA DE COMBUSTÃO – SILO

PRINCIPAIS COMPONENTES: CÂMARA DE COMBUSTÃO CÂMARA DE COMBUSTÃO – SILO 

PRINCIPAIS COMPONENTES: CÂMARA DE COMBUSTÃO

CÂMARA DE COMBUSTÃO
CÂMARA DE COMBUSTÃO


REVESTIMENTO INTERNO DA CÂMARA DE COMBUSTÃO

PRINCIPAIS COMPONENTES: CÂMARA DE COMBUSTÃO CÂMARA DE COMBUSTÃO  REVESTIMENTO INTERNO DA CÂMARA DE COMBUSTÃO
PRINCIPAIS COMPONENTES: CÂMARA DE COMBUSTÃO CÂMARA DE COMBUSTÃO  REVESTIMENTO INTERNO DA CÂMARA DE COMBUSTÃO

PRINCIPAIS COMPONENTES: TURBINA (SISTEMA DE EXPANSÃO)

PRINCIPAIS COMPONENTES: TURBINA ( SISTEMA DE EXPANSÃO) • Normalmente consiste de quatro ou cinco estágios. •
• Normalmente consiste de quatro ou cinco estágios. • Cada uma composta por um anel
Normalmente consiste de quatro ou cinco estágios.
Cada uma composta por um anel de palhetas móveis com perfil
aerodinâmico e de palhetas fixas na carcaça cuja missão é o de direcionar
os gases na saída da câmara de combustão.

PRINCIPAIS COMPONENTES: TURBINA (SISTEMA DE EXPANSÃO)

Elementos De Las Turbinas a Gas

Palhetas móveis:  Deve suportar grande “STRESS TÉRMICO”  Materiais: ligas à base de níquel,
Palhetas móveis:
 Deve suportar grande “STRESS TÉRMICO”
 Materiais: ligas à base de níquel, com
pequeno teor de cromo com o objetivo de
melhorar a resistência a corrosão.
 Palhetas mono cristalinas com o objetivo de evitar
problemas nos contornos dos grãos, devido as
condições de operação que geram problemas de
creep (tendência a deformação permanente do
material quando submetido a stress mecânico),
fatiga, stress, etc.

creep (tendência a deformação permanente do material quando submetido a stress mecânico), fatiga, stress, etc. 
creep (tendência a deformação permanente do material quando submetido a stress mecânico), fatiga, stress, etc. 
creep (tendência a deformação permanente do material quando submetido a stress mecânico), fatiga, stress, etc. 
creep (tendência a deformação permanente do material quando submetido a stress mecânico), fatiga, stress, etc. 
creep (tendência a deformação permanente do material quando submetido a stress mecânico), fatiga, stress, etc. 

PRINCIPAIS COMPONENTES: TURBINA (SISTEMA DE EXPANSÃO)

 Palhetas móveis 
Palhetas móveis
TIPOS DE RESFRIAMENTO: CONVECÇÃO E CAMADAS  CONVECÇÃO: o calor é transferido desde a superfície
TIPOS DE RESFRIAMENTO: CONVECÇÃO E CAMADAS
 CONVECÇÃO: o calor é transferido desde a superfície da palheta ao ar
de resfriamento a partir de métodos convectivo (geradores de
turbulência longitudinal e transversal) e devido a passagem do ar pelas
superfícies internar através de orifícios existentes nas palhetas.
 CAMADAS ou FILME: O ar comprimido a alta pressão passa através de
orifícios feitos na superfície da palheta, de tal forma que o fluxo de ar
escoa sobre a superfície externa, e em seguida mistura com os gases
de combustão.

Circulação do ar de resfriamento interno e externamente na palheta.

Resfriamento das palhetas da turbina a gás:

Resfriamento em camadas e resfriamento por convecção.

PRINCIPAIS COMPONENTES:Palhetas(SISTEMA DE RESFRIAMENTO)

PRINCIPAIS COMPONENTES: Palhetas( SISTEMA DE RESFRIAMENTO )
PRINCIPAIS COMPONENTES: Palhetas( SISTEMA DE RESFRIAMENTO )

PRINCIPAIS COMPONENTES:Palhetas(SISTEMA DE RESFRIAMENTO)

PRINCIPAIS COMPONENTES: Palhetas( SISTEMA DE RESFRIAMENTO )
PRINCIPAIS COMPONENTES: Palhetas( SISTEMA DE RESFRIAMENTO )
PRINCIPAIS COMPONENTES: Palhetas( SISTEMA DE RESFRIAMENTO )
PRINCIPAIS COMPONENTES: Palhetas( SISTEMA DE RESFRIAMENTO )
PRINCIPAIS COMPONENTES: Palhetas( SISTEMA DE RESFRIAMENTO )

CICLO TERMODINAMICO

Brayton Ideal:

CICLO TERMODINAMICO  Brayton Ideal: 1. 1-> 2 Compressão isoentrópica do ar 2. 2-> 3 Adição
CICLO TERMODINAMICO  Brayton Ideal: 1. 1-> 2 Compressão isoentrópica do ar 2. 2-> 3 Adição

1.

1-> 2

Compressão isoentrópica do ar

2.

2-> 3

Adição de calor a pressão constante

3.

3-> 4

Expansão isoentrópica do ar até a pressão ambiente

4.

4-> 1

Retirada de calor a pressão constante

Turbina Real:

1. Entrada e compressão do ar atmosférico (Compressor)

2. Mistura do ar com o combustível e combustão (Câmara de Combustão)

3. Produção de energia (Turbina) para acionar o compressor e gerador

4. Exaustão dos gases para atmosfera

Energia Adicionada

Energia Rejeitada

Trabalho Líquido

Eficiência do ciclo







Q

C C

Q

REJ

W

liq

)

m c

p

m c

p

(

3

T

4

2

T

1

)

Q

W

turbina

R

Q

E

Q

R

(

T

T

W

liq

Q

C C

Q

REJ

m c

p

[(

T

3

T

2

)

(

T

4

T

1

)]

W

compressor

c

p

(

T

3

T

2

)

c

p

(

T

4

T

1

)

(

T

T

)

(

4

T

3

1

T

2

)

p

3

p

2

p

4

p

1

 

k 1

p

2

k

r

k 1

k

 

p

1

 

p

 

 

1

c

p

(

T

3

T

2

)

(

k

1)

k

p

Eficiência em função da razão de pressão:

  

r

p

T

2

T

1

1

1

p

2

k

(

 

 

1)

k

1

  

  

Processo adibático e reversíveis:

1

r

p

RENDIMIENTO AUMENTA:

RELAÇÃO DE COMPRESSÃO

TEMPERATURA AMBIENTE

CICLO TERMODINAMICO: Desvio do ciclo ideal para real

CICLO TERMODINAMICO: Desvio do ciclo ideal para real  A diferença na operação entre o compressor

A diferença na operação entre o compressor e turbina real em relação ao compressor e a turbina ideal

(isoentropica), é contabilizada a partir da

eficiência isoentrópica, definida como:

Para compressor

W

h

1

h

2 s

T

T

1 2 s T  T 1 2 a T  T 1 2 a
1
2 s
T
T
1
2 a
T
 T
1
2 a
T
 T
1
2 s

ideal

C

W

R

h

1

h

2 a

Para turbina

T

W

R

W

ideal

h

1

h

2 a

h

1

h

2 s

1 e 3

2a e 4a

2s e 4s

estados na entrada

estados reais na saída

estados isoentrópicos(saída)

CICLO TERMODINAMICO: TRABALHO LÍQUIDO

CICLO TERMODINAMICO: TRABALHO LÍQUIDO
CICLO TERMODINAMICO: TRABALHO LÍQUIDO

CICLO TERMODINAMICO: TECNOLOGIAS DE GERAÇÃO

Comparação das eficiências para diferentes tecnologias.

CICLO TERMODINAMICO: TECNOLOGIAS DE GERAÇÃO • Comparação das eficiências para diferentes tecnologias.

CICLO TERMODINAMICO: TECNOLOGIAS DE GERAÇÃO

Eficiência das instalações de turbinas a gás e centrais de ciclo combinado Najjar (2001).

TECNOLOGIAS DE GERAÇÃO Eficiência das instalações de turbinas a gás e centrais de ciclo combinado Najjar

CICLO TERMODINAMICO: TECNOLOGIAS DE GERAÇÃO

Parâmetros técnico-econômicos de diferentes tipos de centrais de Potência (Lora e Nascimento, 2004)

DE GERAÇÃO Parâmetros técnico-econômicos de diferentes tipos de centrais de Potência (Lora e Nascimento, 2004)

RENDIMENTO: DEFINIÇÕES IMPORTANTES

Energia Gerada por uma Usina Térmica:

EG

1,65236

10

4

Vol

PCS

HRS

EG - energia gerada (MW - médios/dia)

3

Vol - consumo diário de combustível (m /dia)

PCS - Poder calorífico superior (kcal/m

3

) - Gás Natural : PCS

9.400kcal/m

3

HRS - Heat Rate considerando o PCS (Btu/kWh)

Tipo de Usina

Heat Rate (Btu/kWh)

Geração para um consumo de gás de 1.000.000 m 3 /dia

Ciclo Simples

10.000

155,3 MW-médios/dia

Ciclo combinado

7.000

221,9 MW-médios/dia

Heat Rate (HR): é o número de unidades térmicas

Britânicas (Btus) do combustível necessário para gerar um MWh de eletricidade. (unidade: Btu/kWh)

Eficiência Térmica:

1.000

0,2933 HR

Tipo de Usina

Heat Rate (Btu/kWh)

Eficiência

Ciclo Simples

10.000

34,1 %

Ciclo combinado

7.000

48,7%

RENDIMENTO

RENDIMENTO EM RELAÇÃO A RAZÃO DE COMPRESSÃO:

RENDIMENTO  RENDIMENTO EM RELAÇÃO A RAZÃO DE COMPRESSÃO:  CONSUMO ESPECÍFICO EM FUNÇÃO DA POTÊNCIA:

CONSUMO ESPECÍFICO EM FUNÇÃO DA POTÊNCIA:

RENDIMENTO  RENDIMENTO EM RELAÇÃO A RAZÃO DE COMPRESSÃO:  CONSUMO ESPECÍFICO EM FUNÇÃO DA POTÊNCIA:

RENDIMENTO: INFLUÊNCIA DA ALTITUDE

A MASSA ESPECÍFICA DO AR DIMINUI COM O AUMENTO DA ALTITUDE.

A CADA 300 METROS O FLUXO DE AR DIMINUIR APROXIMADAMENTE 3.5%

DESTA FORMA A CAPACIDADE DE GERAÇÃO DA TURBINA DIMINUI

CADA 300 METROS O FLUXO DE AR DIMINUIR APROXIMADAMENTE 3.5%  DESTA FORMA A CAPACIDADE DE

RENDIMENTO: INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DO AMBIENTE

O AUMENTO DA TEMPERATURA DO AMBIENTE DIMINUI O RENDIMENTO DA TURBINA A GÁS.

DEVIDO A BAIXA DENSIDADE DO AR REQUER MAIOR POTÊNCIA DE COMPRESSÃO, DIMINUINDO A DISPONIBILIDADE DE POTÊNCIA DA TURBINA.

APROXIMADAMENTE DIMINUIÇÃO 1% A CADA 1°C

Solar Turbine
Solar Turbine
APROXIMADAMENTE DIMINUIÇÃO 1% A CADA 1°C Solar Turbine Diagrama mostra como variam a potência e o

Diagrama mostra como variam a potência e o heat rate de um ciclo de turbina a gás, em função de variações da temperatura ambiente.

Turbina ABB

RENDIMENTO: INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA E DA CARGA

RENDIMENTO: INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA E DA CARGA  Curvas dos fatores de correção para avaliação de

Curvas dos fatores de correção para avaliação de desempenho de turbinas a gás, em função de variações da

temperatura ambiente.

Destaca-se a influência da temperatura no Heat Rate.

RENDIMENTO: INFLUÊNCIA DA UMIDADE

COM O AUMENTO DA UMIDADE DO AMBIENTE, A MASSA ESPECÍFICA DA MISTURA

AR+ÁGUA DIMINUÍ, DE MANEIRA QUE O FLUXO MÁSSICO DE AR ADMITIDO PELO

COMPRESSOR É REDUZIDO PARA UMA DADA ROTAÇÃO DE OPERAÇÃO.

É REDUZIDO PARA UMA DADA ROTAÇÃO DE OPERAÇÃO.  TIPO DE COMBUSTIVEL:  COMBUSTIVEL LÍQUIDO QUEIMA

TIPO DE COMBUSTIVEL:

COMBUSTIVEL LÍQUIDO QUEIMA DE MANEIRA MENOS EFICIENTE QUE O COMBUSTÍVEL GASOSO.

O RENDIMENTO DIMINUI APROXIMADAMENTE 1,3% COM A SUBSTITUIÇÃO.

RENDIMENTO: INFLUÊNCIA DA CARGA

RENDIMENTO: INFLUÊNCIA DA CARGA Diagrama mostra como varia o heat rate em função da carga.

Diagrama mostra como varia o heat rate em função da carga.

RENDIMENTO: INFLUÊNCIA DA CARGA Diagrama mostra como varia o heat rate em função da carga.

RENDIMENTO: INFLUÊNCIA DA PERDA DE CARGA

O AUMENTO DA PERDA DE CARGA NA ADMISSÃO E NA EXAUSTÃO DIMINUEM SIGNIFICATIVAMENTE NA POTÊNCIA DA TURBINA.

DE CARGA  O AUMENTO DA PERDA DE CARGA NA ADMISSÃO E NA EXAUSTÃO DIMINUEM SIGNIFICATIVAMENTE

CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DE UMA TURBINA A GÁS

CONDIÇÕES DE REFERÊNCIA (ISO) PARA ESPECIFICAÇÃO DAS TURBINAS A GÁS:

REFERÊNCIA (ISO) PARA ESPECIFICAÇÃO DAS TURBINAS A GÁS:  CONDIÇÃO DE FUNCIONAMENTO DA TURBINA A GÁS

CONDIÇÃO DE FUNCIONAMENTO DA TURBINA A GÁS FORA DA CONDIÇÃO ISO:

DE FUNCIONAMENTO DA TURBINA A GÁS FORA DA CONDIÇÃO ISO: FATORES DE CORREÇÃO DE FABRICANTES: Power

FATORES DE CORREÇÃO DE FABRICANTES:

DA CONDIÇÃO ISO: FATORES DE CORREÇÃO DE FABRICANTES: Power = 10.000 x 0,983 x 0,956 x

Power = 10.000 x 0,983 x 0,956 x 0,984 x 0,997 = 9.219 hp (6.873 kW)

Heat rate = 7.770 x 1,015 x 1,007 x 1,003 =7.966 Btu/hp-h (11.269 kJ/kWh)

TÉCNICAS PARA MELHORAR A EFICIÊNCIA DO CICLO

RESFRIAMENTO INTERMEDIÁRIO:

UTILIZAÇÃO DE TROCADOR DE CALOR ENTRE O COMPRESSOR DE BAIXA PRESSÃO E O COMPRESSOR DE ALTA PRESSÃO.

DESTA FORMA SE CONSEGUE OPERAR COM MAIORES RAZÕES DE PRESSÃO: EXEMPLO:

TURBINAS A GÁS GE LMS100; rc: 42:1; η=44%.

O RENDIMENTO DA TURBINA AUMENTA DEVIDO O CONJUNTO DE COMPRESSORES

CONSUMIREM MENOS TRABALHO.

rc: 42:1; η =44%.  O RENDIMENTO DA TURBINA AUMENTA DEVIDO O CONJUNTO DE COMPRESSORES CONSUMIREM
rc: 42:1; η =44%.  O RENDIMENTO DA TURBINA AUMENTA DEVIDO O CONJUNTO DE COMPRESSORES CONSUMIREM
rc: 42:1; η =44%.  O RENDIMENTO DA TURBINA AUMENTA DEVIDO O CONJUNTO DE COMPRESSORES CONSUMIREM

TÉCNICAS PARA MELHORAR A EFICIÊNCIA DO CICLO

RECALENTAMIENTO (REHEAT OU AFTERBURNER):

1. CÂMARA DE COMBUSTÃO ADICIONAL

2. INJEÇÃO DE COMBUSTÍVEL

3. OBJETIVO É AUMENTAR A TEMPERATURA DOS GASES NO 2º ESTÁGIO DA

TURBINA

4. AUMENTO DO TRABALHO TOTAL REALIZADO PELA TURBINA

É AUMENTAR A TEMPERATURA DOS GASES NO 2º ESTÁGIO DA TURBINA 4. AUMENTO DO TRABALHO TOTAL
É AUMENTAR A TEMPERATURA DOS GASES NO 2º ESTÁGIO DA TURBINA 4. AUMENTO DO TRABALHO TOTAL

TÉCNICAS PARA MELHORAR A EFICIÊNCIA DO CICLO

CICLO CHENG: Em 1978, Cheng propôs um ciclo de turbina de gás em que o calor dos gases de escape da turbina a gás é utilizado para produzir vapor num gerador de vapor de recuperação de calor, sendo este vapor injetado na câmara de combustão da turbina a gás, o que resulta numa ganho de eficiência e de um aumento de potência.

injetado na câmara de combustão da turbina a gás, o que resulta numa ganho de eficiência

TÉCNICAS PARA MELHORAR A EFICIÊNCIA DO CICLO

CICLO HAT (Humid Air Turbine): Originalmente proposto como o ciclo de evaporação- regenerativo, o ciclo HAT fornece um aumento de energia substancial e um aumento da eficiência de vários pontos percentuais. A água aquecida em intercoolers e recuperadores é pulverizada no ar vindo dos compressores, sendo a mistura introduzida na câmara de combustão e em seguida expandida na turbina a gás. A introdução de água ao invés de vapor na câmara de combustão reduz as irreversibilidades do ciclo, já que dispensa-se o uso de uma caldeira de recuperação. Outro benefício da introdução de vapor na câmara de combustão é a considerável redução dos níveis de emissão de NOx para a atmosfera.

de vapor na câmara de combustão é a considerável redução dos níveis de emissão de NOx

Gas Turbine World Combined Cycle Specs

Informações disponíveis:

Modelo

Ano de fabricação

Condição ISO, refere-se a potência fornecida na

condição de projeto, sem perdas, operando pelo

menos 6000 horas por ano

Heat Rate: relação entre a energia consumida e a energia produzida

Eficiência: potência produzida divido pela taxa de

energia consumida

Razão de pressão

Fluxo de massa

Rotação da turbina: 3000 rpm para 50Hz e 3600 rpm

para 60Hz

Temperatura de exaustão fornecida na condição de projeto

Gas Turbine World Combined Cycle Specs

Fatores de correção:

Temperatura:

Queda de 0,3 a 0,5% na potência da turbina com aumento de 1Fº (0,6ºC) da temperatura ambiente.

Aumento de 0,3 a 0,5% no heat rate da turbina com aumento de 1Fº (0,6ºC) da temperatura ambiente.

Elevação: para cada 1000 ft (305 m) de elevação na altitude ocorre 3% de redução da potência

Inlet losses: para cada polegada de coluna d’água de perda de pressão, pode se esperar uma redução 0,5% na

potência e um aumento de 0,1% no heat rate.

Outlet losses: para cada polegada de coluna d’água de perda de pressão, pode se esperar uma redução 0,15% na potência e um aumento de 0,1% no heat rate.

Tipo de fluido: turbina a gás pode produzir 2-3% menos

potência e aumentar 1-2% o heat rate quando opera com

combutível destilado quando comparado com o gás natural

Principais perdas nas turbinas a gás

Principais perdas nas turbinas a gás
Principais perdas nas turbinas a gás

2009 GTW Combined Cycle Specs

2009 GTW Combined Cycle Specs

2009 GTW Combined Cycle Specs

2009 GTW Combined Cycle Specs

Heat Rate de turbinas as gás

Heat Rate de turbinas as gás
Heat Rate de turbinas as gás

Preços de turbinas as gás

Estimativa de preços para o Budget 2010 Turbinas a gás (GTW2010):

Modelo padrão:

Ciclo de turbina simples com preço FOB

Sistema básico de controle

Escopo de fornecimento:

Turbina a gás acompanhada de montagem, sistema de óleo, combustível e controles básicos.

Gerador resfriado a ar.

DNL (Dry Low Nox) combustion

Demais equipamentos da usina (Balance of pLant): sistema de filtragem do ar entrada e silenciador, chaminé, monitoramento de vibração e sistema de controle, sistemas de proteção, sistema de ventilação e fechamento acústico.

Preços de turbinas as gás

Preços de turbinas as gás
Preços de turbinas as gás

Bibliografia

BOYCE, M.P., Gas Turbine Engineering Handbook, 3º Ed. Gulf Professional Publishing, 2006.

COHEN H., ROGERS GFS, SARAVANAMUTTOO, HIH., Gas Turbine Theory. 4ed. England: Addison Wesley Logman Limited, 1996.

NEBRA, S.A., Notas de aula-Disciplina EM 713 Máquinas Térmicas. Campinas: UNICAMP, 2001.

GALLO, W.L.R., WALTER, A.C.S., Máquinas Térmicas-Apostila, 2ªedição. Campinas: UNICAMP, 1986.

BATHIE, W.W., Fundamentals of gas turbine, 2nd edition. USA: John Wiley & Songs, Inc., 1996.

LORA, E.E.S., do NASCIMENTO, M.A.R. (Orgs) Geração Termelétrica:

Planejamento, Projeto e Operação, volume 1. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2004.

LORA, E.E.S., HADDAD, J. (Orgs) Geração Distribuída: Aspectos Tecnológicos, Ambientais e Institucionais. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2006.

Notas de aula: Generación Termoeléctrica con Turbinas de Gas-65.17 - Centrales Eléctricas,UBA, 2001.