Você está na página 1de 85
1
1
1 CADERNO DE NORMAS PARA FORMATAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCCs), DISSERTAÇÕES E TESES

CADERNO DE NORMAS PARA FORMATAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCCs), DISSERTAÇÕES E TESES

PORTO ALEGRE

2011

Reitor Flávio D’Almeida Reis

Pró-Reitora de Ensino Laura Coradini Frantz

2
2

Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão Sidnei Renato Silveira

Diretora de Suporte Acadêmico Ivelone Nagel Reis

Equipe responsável pela compilação e revisão Ana Glenyr de Godoy Bianca Bischoff de Oliveira Cláudio Maraschin Luciane Alves Santini Robson Ferrão Barcellos

Consultoria sobre o Microsoft Word Renata de Souza

Campus Porto Alegre: Rua Orfanotrófio, 555 Alto Teresópolis Porto Alegre/RS Fone: (51) 3230-3320 Campus Canoas: Rua Santos Dumont, 888 Niterói Canoas/RS Fone: (51) 3464-2045 Site: www.uniritter.edu.br/biblioteca E-mail: biblioteca@uniritter.edu.br

3
3

Este manual refere-se às normas da ABNT para apresentação gráfica de mo- nografias, incluindo resumo, sumário, citações, notas de rodapé e referências, a partir do estudo das NBRs 6023, 6024, 6027, 6028, 10520 e 14724, servindo como exemplo para elaboração do projeto de TCC.

Informações sobre capas, sobrecapas, encadernações, quantidade de cópias e forma de entrega dos Trabalhos de Conclusão de Curso, Dissertações e Teses devem ser obtidas diretamente com a Coordenação de cada curso.

Certifique-se de que o trabalho a ser apresentado é em formato de “mo- nografia”. Caso seja um artigo, utilize o manual Como Elaborar um Artigo Científico:

modelo, disponível no site da Biblioteca, no item “Trabalhos Acadêmicos”.

SUMÁRIO

4
4

1

INTRODUÇÃO

8

2

TRABALHOS ACADÊMICOS

9

3

CONSIDERAÇÕES INICIAIS PARA A CONSTRUÇÃO DO TEXTO MONOGRÁFICO

11

4

APRESENTAÇÃO GRÁFICA

14

4.1

FORMATAÇÃO DO PAPEL E DA FONTE

14

4.2

MARGENS

16

4.3

ESPAÇAMENTO E PARÁGRAFOS

16

4.4

PAGINAÇÃO

19

4.5

NUMERAÇÃO PROGRESSIVA

20

4.6

ILUSTRAÇÕES

21

4.6.1

Quadros

21

4.6.2

Figuras

22

4.6.3

Esquemas

23

4.6.4

Fluxogramas

24

4.6.5

Organogramas

25

4.6.6

Gráficos

26

4.7

TABELAS

27

4.8

ABREVIATURAS E OUTROS ELEMENTOS GRÁFICOS

29

4.8.1

Abreviaturas

29

4.8.2

Unidades de medidas e símbolos

29

4.8.3

Equações e fórmulas

29

4.8.4

Numerais

30

4.8.5

Porcentagem

30

5

ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO

31

5.1

ELEMENTOS

PRÉ-TEXTUAIS

31

5

5.1.2 Capa ABNT

32

 

5.1.3 Folha

de rosto

33

5.1.4 catalográfica

Ficha

34

 

5.1.5 Errata

35

5.1.6 Folha de aprovação

36

5.1.7 Dedicatória, agradecimentos e epígrafe

37

5.1.8 na língua vernácula

Resumo

38

5.1.9 em língua estrangeira

Resumo

39

 

5.1.10 Lista

de

ilustrações

40

5.1.11 Lista

de

tabelas

41

5.1.12 abreviaturas e siglas

Lista

de

41

5.1.13 símbolos

Lista

de

42

5.1.14 Sumário

42

5.2

ELEMENTOS TEXTUAIS

43

5.2.1

Introdução

44

5.2.2

Desenvolvimento

44

5.2.3

Conclusão

44

5.3

ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

45

5.3.1

Glossário

45

5.3.2

Referências

46

5.3.3

Apêndices

47

5.3.4

Anexos

47

5.3.5

Índice

48

6

CITAÇÕES

49

6.1

CITAÇÃO

INDIRETA

49

6.2

CITAÇÃO

DIRETA

50

6.3

SISTEMA

AUTOR-DATA

50

6.3.1

Sobrenomes iguais de autores diferentes

51

6

6.3.3

Citações de diversos autores em uma mesma publicação

52

6.3.4

Citação

indireta

 

52

6.3.5

Citação direta curta

52

6.3.6

Citação direta longa

53

6.4

SISTEMA DE NOTAS DE REFERÊNCIA (NOTAS DE RODAPÉ)

53

6.4.1

Citação

indireta

 

56

6.4.2

Citação direta curta

56

6.4.3

Citação direta longa

57

6.5

SUPRESSÕES

57

6.6

INTERPOLAÇÕES

58

6.7

CITAÇÃO

DE CITAÇÃO (APUD)

59

6.8

CITAÇÃO

EM RODAPÉ

61

6.9

TRADUÇÃO EM CITAÇÃO

 

61

6.10

CITAÇÕES DE UMA IDEIA COMUM A VÁRIOS AUTORES

62

6.11

ERROS GRÁFICOS

 

63

7

APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS

65

7.1

MODELO

DE REFERÊNCIA PARA

LIVROS

69

7.2

MODELO DE REFERÊNCIA PARA CAPÍTULOS DE LIVROS

70

7.3

MODELO DE REFERÊNCIA PARA DISSERTAÇÕES E TESES

70

7.4

MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGOS DE PERIÓDICOS

71

7.5

MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGO DE JORNAL

71

7.6

MODELO

DE REFERÊNCIA PARA

ENTREVISTAS

71

7.7

MODELO

DE REFERÊNCIA PARA

PALESTRAS

72

7.8

MODELO DE REFERÊNCIA PARA ANOTAÇÕES DE AULA

72

7.9

MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONGRESSOS E OUTROS EVENTOS CIENTÍFICOS CONSIDERADOS NO TODO

73

7.10

MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRABALHOS PUBLICADOS EM ANAIS DE EVENTOS

73

7

7.12

MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONSTITUIÇÕES

74

7.13

MODELO DE REFERÊNCIA PARA CÓDIGOS

74

7.14

MODELO

DE REFERÊNCIA PARA

VADE-MÉCUNS

75

7.15

MODELO DE REFERÊNCIA PARA JURISPRUDÊNCIA

75

7.16

MODELO

DE REFERÊNCIA PARA

PORTARIAS

76

7.17

MODELO

DE REFERÊNCIA

PARA

PARECERES

76

7.18

MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRATADOS INTERNACIONAIS

77

7.19

MODELO DE REFERÊNCIA PARA COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO (CPI)

77

7.20

MODELO DE REFERÊNCIA PARA VERBETES DE DICIONÁRIOS E ENCICLOPÉDIAS

77

7.21

MODELO DE REFERÊNCIA PARA FITAS DE VÍDEO / DVD / CD

78

7.22

MODELO DE REFERÊNCIA PARA E-MAILS E LISTAS DE DISCUSSÃO

78

7.23

MODELO DE REFERÊNCIA PARA DESENHOS TÉCNICOS

78

7.24

MODELO DE REFERÊNCIA PARA EXPOSIÇÕES, FEIRAS ARTÍSTICAS, CULTURAIS, E ARQUITETÔNICAS

78

7.25

MODELO DE REFERÊNCIA PARA PROJETOS DE ARQUITETURA

79

7.26

MODELO DE REFERÊNCIA PARA MAPAS

79

8

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

80

REFERÊNCIAS

 

82

APÊNDICE A- Atualizações da NBR 14724

 

84

1

INTRODUÇÃO

8
8

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela normalização técnica no País, representando no Brasil a International Organization for Standardization (ISO). É reconhecido como único Foro Nacional de Normalização. As normas brasileiras que dizem respeito à documentação e informação, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB-14) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (ABNT/CE-14:001.01 - Comissão de Estudo de Documentação), formadas por representantes dos setores envolvidos, dos quais fazem parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros). O objetivo maior da normalização é promover, através da redução da variedade de procedimentos, meios eficientes de troca de informações (ASSOCIAÇÃO, 2011). No que se refere aos textos acadêmico-científicos, o estabelecimento de padrões proporciona consistência à apresentação e, portanto, credibilidade, elementos imprescindíveis à divulgação do saber científico e sua socialização. Através deste manual, o Centro Universitário Ritter dos Reis busca estabelecer um padrão de qualidade na elaboração e na apresentação da produção intelectual, envolvendo as monografias (de graduação e especialização, lato e stricto sensu) defendidas na Instituição, segundo os padrões oficiais de normalização e adequado à identidade própria do UniRitter. A questão da padronização dos trabalhos finais de cursos tem sido motivo de discussão, e a importância da utilização de normas na apresentação desses trabalhos nem sempre é vista de uma forma tranquila por parte dos docentes orientadores e alunos. Todavia, num mundo globalizado e interativo como este, cada vez mais se observa a necessidade dessa padronização para efetivar intercâmbios e divulgar trabalhos. Por outro lado, a padronização contribui para marcar a identidade institucional por meio da produção científica gerada, fortalecendo a imagem da Instituição junto às comunidades onde circulam suas publicações acadêmicas.

2 TRABALHOS ACADÊMICOS

9
9

A NBR 14724 especifica princípios para a elaboração de trabalhos acadêmicos, visando a sua apresentação à Instituição (banca, comissão examinadora), podendo ser aplicada, ao que couber, aos trabalhos intra e extraclasse da graduação. Essa norma apresenta a seguinte definição para esse tipo de trabalho:

trabalho de conclusão de curso, trabalho de graduação interdisciplinar, trabalho de conclusão de curso de especialização e/ou aperfeiçoamento documento que apresenta o resultado de estudo, devendo expressar conhecimento do assunto escolhido, que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina, módulo, estudo independente, curso, programa e outros ministrados. Deve ser feito sob a coordenação de um orientador (ASSOCIAÇÃO, 2011, p.4)

No UniRitter, cada curso adota um nome específico para as monografias apresentadas como requisito parcial para a conclusão do curso. Verifique junto à Coordenação de seu curso qual denominação deverá ser utilizada. A referida norma também apresenta as seguintes definições para dissertação

e tese:

dissertação documento que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor), visando a obtenção do título de mestre (ASSOCIAÇÃO, 2011, p.2) [ ] tese documento que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. Deve ser elaborado com base em investigação original, constituindo-se em real contribuição para a especialidade em questão. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor) e visa a obtenção do título de doutor, ou similar (ASSOCIAÇÃO, 2011, p.4)

10

As regras que determinam o encaminhamento dos trabalhos à Biblioteca estão detalhadas na Resolução CONSEPE 004-2008 1 .

1 CENTRO UNIVERSITÁRIO RITTER DOS REIS (UNIRITTER). Resolução nº 04/2008. Porto Alegre, 2008. Disponível em: <http://tinyurl.com/64ytupb>. Acesso em: 28 abr. 2011.

11
11

3 CONSIDERAÇÕES INICIAIS PARA A CONSTRUÇÃO DO TEXTO MONOGRÁFICO

O levantamento bibliográfico é o ponto de partida e uma importante etapa na

elaboração de monografias. Durante a leitura, é fundamental anotar as principais ideias do autor, assim como os números das páginas onde estas estão descritas, a fim de fazer citações diretas com todas as informações completas. Fichas com apon- tamentos de leitura são extremamente úteis, onde devem ser anotadas todas as re- ferências concernentes ao livro objeto de leitura: o conteúdo, as citações-chave, análise de juízo e observações (ECO, 2009, p.96). Ao selecionar a bibliografia, prefira sempre a utilização de textos originais, evi- tando a citação de citação (apud). Usa-se apud quando o autor referenciado por al- guém é muito importante e quando não se tem, efetivamente, acesso direto ao texto do autor, por se tratar de um livro esgotado ou raro. Em outras palavras, apud deve ser uma exceção. Trabalhos escritos com muitos apuds denotam falta de qualidade,

revisão bibliográfica malfeita e costumam ser rejeitados.

O texto científico deve ser redigido de forma impessoal: na terceira pessoa do

singular e na voz passiva.

Escrever é um ato social: escrevo para que o leitor aceite aquilo que lhe proponho. Quando muito deve-se procurar evitar o pronome pessoal recor- rendo a expressões mais impessoais, como “cabe, pois, concluir que”, “pa- rece acertado que”, “deverse-ia dizer que”, “é lícito supor que”, “conclui-se daí que”, “ao exame deste texto percebe-se que”, etc. (ECO, 2009, p.122)

O parágrafo é a unidade do discurso. Em geral, ideias novas compreendem

parágrafos diversos; assim, quando mudar de assunto, mude de parágrafo. O texto deve apresentar um encadeamento de palavras que façam sentido quando combi- nadas. A coesão é mantida pela escolha de conetivos adequados.

Conectivos que podem ser usados para introduzir uma citação

 

Na opinião de De acordo com Afirma Para Na visão de

exemplifica

explicita

seus pressupostos

quando

afirma

alega

que

conceitua

caracteriza Como descrito por Outro ensinamento de

 

Segundo

Como caracteriza

Do ponto de vista de

No dizer de

Em

encontra-se

o

seguinte

esclarecimento

12

Cada parte da monografia deve cumprir seu propósito, apresentando texto condizente com a seção a que pertence (introdução, desenvolvimento, conclusão).

ERRADO

CERTO

2 ESTUDO COMPARATIVO

2 ESTUDO COMPARATIVO

2.1 CASO BRASILEIRO

Neste capítulo será tratado o caso brasileiro

2.1 CASO BRASILEIRO

Deve-se cuidar a numeração progressiva, evitando-se abrir subseções únicas, isto é, para ter uma subseção deve haver ao menos 2 divisões, por exemplo: 2.1 passando direto para 3 sem ter uma divisão 2.2.

ERRADO

CERTO

2

2

2.1

2.1

2.1.1

2.2

3

3

Evite o uso excessivo de notas explicativas de rodapé, uma vez que interrompem a sequência lógica da leitura. Caso necessário, que sejam sucintas. Tipos itálicos devem ser utilizados para nomes científicos e palavras ou ex- pressões em língua estrangeira que ainda não foram absorvidas pela língua verná- cula. O uso de negrito no texto é pouco recomendado e deve ser usado apenas para dar destaque a letras ou a palavras quando não for possível destacá-las pela reda- ção.

Ao utilizar documentos eletrônicos, certifique-se da fidedignidade da fonte. Grande parte da informação disponibilizada na Internet não está sujeita a um dos principais mecanismos de validação utilizados pelas publicações tradicionais: a arbi- tragem formal por parte de pares (peer-review mechanism). Na medida em que a qualidade do material disponibilizado não é, nem deve ser, controlada centralmente, é evidente que coexistem, lado a lado, informações de variável teor, desde as mais completas e confiáveis até as deliberadamente enviesadas e/ou falsificadas.

13

Como os documentos eletrônicos rapidamente podem perder seu URL, utilize para referenciá-los, sempre que possível, o número do Digital Object Identifier (DOI) ao invés do endereço da página. A citação deve levar a conhecer de forma clara o local onde podemos verificar

a opinião transmitida. Portanto, cite de forma clara, não deixando margem para dú-

vidas. As citações devem ser feitas na língua original e a tradução constar em nota de rodapé com a indicação “tradução nossa” no final do texto. Suas opiniões pesso- ais devem ser claramente identificadas. Não use reticências ou pontos de exclamação. Evite repetições, ecos, cacófa- tos, adjetivos e advérbios. Seja preciso: expressões como "nem todos", "praticamen- te todos", "vários deles" podem ser interpretadas de formas diferentes e prejudicam

a compreensão das afirmações. Para o título na capa do trabalho, caso opte por não utilizar os dois-pontos pa- ra separá-lo do subtítulo, utilize, pelo menos, uma diferenciação tipográfica (título em negrito, subtítulo sem negrito, por exemplo). A linguagem científica deve ser clara, objetiva, escrita em ordem direta e com frases curtas. Lembre-se sempre que textos longos, complexos, com frases retóricas

e palavras incomuns, não demonstram erudição. Ao contrário, indicam que o autor não sabe escrever. Quanto ao número de folhas, não existe padrão definido. Colzani (2006, p.85)

sugere:

Monografias: entre 60 e 80 folhas Dissertações: entre 110 e 180 folhas Teses: entre 150 e 250 folhas

4 APRESENTAÇÃO GRÁFICA

14
14

A NBR 14724 dispõe que o projeto gráfico da monografia é de responsabilidade do autor do trabalho, mas apresenta algumas regras quanto ao seu formato.

4.1 FORMATAÇÃO DO PAPEL E DA FONTE

Os textos devem ser apresentados em papel branco ou reciclado, formato A4 (21 cm x 29,7 cm), em cor preta ou automática, podendo-se utilizar outras cores somente nos textos das ilustrações. A fonte utilizada deve ser Arial ou Times New Roman. Os elementos textuais e pós-textuais podem ser impressos no verso e anverso das folhas.

Dica Word (versão 2010) Formate os títulos das seções utilizando o recurso “Estilos”. Selecione o título de uma seção secundária. Clique na aba Página inicial > Alterar Estilos, na pequena flecha abaixo. Coloque o cursor em cima do estilo “Seção 2”, por exemplo, e clique no pequeno botão à direita. Clique em “Modificar” e preencha com a formatação recomendada neste manual para as seções secundárias (caixa-alta, tamanho 12, alinhadas à esquerda). Ainda na tela “Modificar”, clique no botão “Formatar” e selecione “Numeração”. Clique em “Definir novo formato de número”. Digite um número que ocorra nas seções secundárias, como 1.1, por exemplo. Ok. Não se esqueça de marcar “Atualizar automaticamente” e “Apenas neste documento”. Ok. Repita essas operações para cada seção. Para as seções primárias, escolha o estilo “Seção 1”. Para as seções terciárias use “Seção 3” e assim por diante. Após defini-las, basta selecionar o texto e indicar o estilo correspondente àquela seção.

15

Descrição

Formatação

 

Fonte 12. Margem superior 11 cm e esquerda 5

Capa padrão UniRitter*

cm.

Capa

Fonte 12. Texto centralizado.

Folha de rosto

Fonte 12. Texto centralizado. Nota alinhada do meio da mancha para a margem direita.

Folha de aprovação

Fonte 12. Texto centralizado.

Dedicatória

Fonte 12. Espaço simples. Alinhado do meio da mancha para a margem direita, junto à margem inferior da folha.

Agradecimentos

Fonte 12. Espaço simples. Alinhado do meio da mancha para a margem direita, junto à margem inferior da folha.

Epígrafe

Fonte 12. Espaço simples. Alinhado do meio da mancha para a margem direita, junto à margem inferior da folha.

Resumo

Fonte 12. Espaço simples. Parágrafo único justifi- cado. Título centralizado, não numerado.

Lista de ilustrações e tabelas

Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Título centralizado, não numerado.

Lista de abreviaturas, siglas E símbolos

Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Título centralizado, não numerado.

Sumário

Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Título centralizado, não numerado.

Corpo do texto

Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Espaçamento entre parágrafos simples ou 1,5 linha.

 

Fonte 12. Alinhados à esquerda. Numerados a

Títulos de capítulos

partir da introdução até a conclusão. Indicativo numérico separado do texto por um espaço de

caractere.

Citações curtas (até três linhas)

Fonte 12. Inseridas no parágrafo. Citação direta entre aspas, citação indireta sem aspas.

Citações longas (mais de três linhas)

Fonte 10. Recuo 4 cm. Espaço simples. Sem as-

pas.

Legenda e fonte das ilustra- ções

Fonte 10. Legenda na parte superior; identifica- ção da fonte na parte inferior.

Legenda e fonte das tabelas

Fonte 10. Legenda na parte superior; identifica- ção da fonte na parte inferior.

 

Fonte 10. Espaço simples. Alinhadas somente à

Notas de rodapé

esquerda.

Referências

Fonte 12. Espaço simples. Separadas por 1 es- paço simples entre elas. Alinhadas somente à esquerda. Título centralizado, não numerado.

 

Fonte 12. Identificados por letras. Título centrali-

Apêndice/Anexo

zado.

* Solicite a capa padrão UniRitter na Secretaria Acadêmica. Fonte: NBR 14724

16

4.2 MARGENS

As folhas devem apresentar margem esquerda e superior 3 cm, direita e

inferior 2 cm. Trabalhos a serem encadernados em capa dura deverão prever 1 cm

de medianiz.

O espaço de digitação criado a partir da formatação das margens é

denominado “mancha”.

Dica Word (versão 2010) Formate os espaçamentos da margem utilizando o recurso “Configurar Página” > “Margens”, colocando 3 cm na superior e esquerda e 2 cm na inferior e direita.

Modelo

na superior e esquerda e 2 cm na inferior e direita. Modelo 4.3 ESPAÇAMENTO E PARÁGRAFOS

4.3 ESPAÇAMENTO E PARÁGRAFOS

O texto do corpo do trabalho deve ser alinhado à esquerda e à direita

(justificado), digitado em espaço de 1,5 linha (um e meio), em fonte tamanho 12, sendo facultativo o uso do espaçamento diferenciado entre os parágrafos.

Optando-se por esse espaçamento, sugere-se que seja de 1,5 linha (um espaço e

17

meio em branco). A mudança de parágrafo deve ser indicada com o recuo de 1,25 cm (1 tab). As citações curtas consideram-se corpo do texto, devendo seguir a mesma formatação deste. Citações longas, notas de rodapé, legendas e fontes de ilustrações e tabelas devem ser apresentadas em espaço simples, em fonte tamanho 10. As referências no final do trabalho devem ser alinhadas somente à margem esquerda, separadas uma das outras por 1 (um) espaço simples; entre as linhas da mesma referência deve ser usado espaço simples. Os títulos principais (seção primária) devem ser separados do texto por 1 (um) espaço de 1,5 linha em branco. Títulos não numerados devem ser centralizados, títulos numerados devem ser alinhados à esquerda. A numeração deve ser separada dos títulos ou subtítulos por um espaço de caractere (sem ponto). Os títulos principais devem ser alinhados pela margem superior da mancha, sendo apresentados sempre em nova página. Os subtítulos (seções secundárias, terciárias, etc.) devem aparecer na sequência do texto (sem iniciar nova página), separados do texto anterior e posterior por 1 (um) espaço de 1,5 linha em branco.

Dica Word (versão 2010) Altere o espaçamento entrelinhas em “Parágrafo” > “Espaçamento”, colocando antes e depois 0 cm e espaçamento entrelinhas “1,5 linha”. Para as citações diretas longas, siga o mesmo procedimento, colocando espaçamento entrelinhas “Simples”.

18

Modelo

18 Modelo A NBR 14724 não faz referência ao controle das linhas órfãs e viúvas. Entre-

A NBR 14724 não faz referência ao controle das linhas órfãs e viúvas. Entre- tanto, elas são consideradas inaceitáveis na diagramação de qualquer publicação. A linha órfã é a primeira linha de um parágrafo impressa sozinha na parte inferior de uma página. A linha viúva é a última linha de um parágrafo impressa sozinha na par- te superior de uma página. Se um parágrafo começar com uma única linha numa página (linha viúva), o começo do parágrafo é mudado para a próxima página e, se um parágrafo terminar com uma única linha (linha órfã) na página seguinte ao seu começo, a penúltima li- nha é enviada para aquela página. A mesma regra serve para os títulos das subse- ções.

Dica word (versão 2010) Formatação de parágrafo > Quebras de linha e de página > Controle de linhas órfãs/viúvas.

19

As indicações de volumes, páginas e edições não devem apresentar espaços em branco, impedindo, dessa forma, que sejam separadas quando digitadas no final da linha.

ERRADO

CERTO

p. 15 / v. 5 / 2. ed.

p.15 / v.5 / 2.ed.

4.4

PAGINAÇÃO

Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas sequencialmente, mas nem todas são numeradas (cf. NBR 6029). A numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual (não devendo aparecer nas páginas de seção primária), em algarismos arábicos, em fonte 10. No verso da folha, o número de página é inserido dentro da margem esquerda superior. No anverso da folha, o número é inserido na margem direita superior. Todo trabalho deverá ser numerado, incluindo apêndices e anexos. Utilize as ferramentas do Word através do recurso “Inserir” > “Número de Páginas”. Oculte as numerações das folhas que contêm seções primárias inserindo uma forma automática preenchida em branco ou utilizando o recurso de “quebra de seção”.

Dica Word (versão 2010) Para inserir número de página, utilize o recurso “Número de página” > “Formatar números de página”, colocando em “Iniciar em” o número 0, pois o trabalho inicia sua contagem na folha de rosto, e não na capa. Para inserir uma forma sobre o número a fim de escondê-lo nas páginas de seções primárias, deve-se clicar em “Inserir” > “Formas” >, selecionar um retângulo e desenhar sobre o número da página >, clicar com o botão direito sobre a forma e selecionar “Formatar forma” >, preenchimento sólido na cor branca e sem cor de linha.

20

Modelo

20 Modelo 4.5 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA Para hierarquização do trabalho, deve-se utilizar numeração progressiva de

4.5 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA

Para hierarquização do trabalho, deve-se utilizar numeração progressiva de

acordo com a NBR 6024, limitando-se a, no máximo, seções quinárias. Os títulos

das seções são destacados gradativamente, usando-se racionalmente os recursos

de caixa-alta, negrito, itálico ou sublinhado.

1 TÍTULO OU SEÇÃO PRIMÁRIA

1.1 SUBTÍTULO OU SEÇÃO SECUNDÁRIA 1.1.1 Subtítulo ou seção terciária 1.1.1.1 Subtítulo ou seção quaternária 1.1.1.1.1 Subtítulo ou seção quinária

2 TÍTULO OU SEÇÃO PRIMÁRIA

Sobre a utilização de alíneas:

21

a) as divisões enumerativas devem ser indicadas por meio de alíneas;

b) o trecho final anterior às alíneas termina com dois-pontos;

c) as alíneas são ordenadas alfabeticamente;

d) como alternativa ao sistema alfabético, pode-se utilizar os numerais romanos em letras minúsculas - x.: (i), (ii), (iii), (iv) );

e) as letras indicativas das alíneas são minúsculas, alinhadas na direção do pa- rágrafo, seguidas de sinal de fechamento de parênteses e terminam em pon- to e vírgula, exceto a última alínea que termina com ponto-final;

f) o texto da alínea começa por letra minúscula (exceto os nomes próprios);

g) a segunda e as seguintes linhas do texto da alínea começam na direção da primeira letra do texto da própria alínea, ou seja, são alinhadas sob a primei- ra letra do texto da alínea;

h) as alíneas não comportam mais que um período sintático (não existe ponto- final no texto da alínea);

i) as divisões de alíneas devem ser indicadas por meio de incisos ou subalí- neas com hífen;

 

j)

as alíneas possuem a mesma entrelinha do texto do trabalho.

4.6

ILUSTRAÇÕES

Consideram-se ilustrações: esquemas, fluxogramas, gráficos, figuras, quadros, organogramas, fotografias, plantas, mapas. Sua identificação aparece na parte superior, precedida da palavra designativa, seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos. A fonte deve ser indicada na parte inferior, de forma abreviada caso conste na lista de referências ou de forma completa caso refira-se exclusivamente à ilustração. A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho ao qual se refere. Sua enumeração deve constar de lista pré-texto.

4.6.1

Quadros

Quadro pressupõe arranjo de palavras ou números dispostos em colunas e linhas, porém predominantemente preenchidos com palavras, sendo utilizado para

22

dados qualitativos. Na sua formatação, deve-se usar letra e entrelinha menor (fonte 10, espaçamento simples). Os quadros devem ser alinhados às margens laterais do texto e, quando pequenos, centralizados. Usar linhas de delimitação no cabeçalho para definir as laterais e o limite inferior do quadro.

Modelo

Quadro 1 Pareceres do CFE e Resoluções do MEC para a área de Comunicação Social

Quadro 1 – Pareceres do CFE e Resoluções do MEC para a área de Comunicação Social

Fonte: MOURA, 2000

4.6.2

Figuras

Figura

é

a

ilustração

desenhos ou gravuras.

gráfica

por

meio

de

imagens

representadas

por

23

Modelo

Figura 4 Velocidades e suas alterações na passada

Figura 4 – Velocidades e suas alterações na passada Fonte: MCDONALD, 2002

Fonte: MCDONALD, 2002

4.6.3

Esquemas

Esquema é uma figura que dá uma representação muito simplificada e funcional de um objeto, um movimento, um processo, etc.

24

Modelo

Esquema 1 Estrutura interna do átomo

Esquema 1 – Estrutura interna do átomo Fonte: Departamento de Física, UFSC

Fonte: Departamento de Física, UFSC

4.6.4

Fluxogramas

Fluxograma é a representação gráfica de um procedimento ou sistema, cujas etapas ou módulos são ilustrados de forma encadeada por meio de símbolos geométricos interconectados. Os fluxogramas representam todas as etapas que compõem um processo, baseando-se no raciocínio lógico. Cada símbolo geométrico tem um significado próprio dentro do processo e deve ser respeitado.

25

Modelo

Figura 5 - Sequência de passos para o removedor de sufixos

Figura 5 - Sequência de passos para o removedor de sufixos Fonte: ORENGO, 2005

Fonte: ORENGO, 2005

4.6.5

Organogramas

Organograma é um tipo específico de gráfico de uma estrutura hierárquica de uma organização social complexa, que representa simultaneamente os diferentes elementos do grupo e suas ligações.

26

Modelo

Figura 6 - Antigo organograma das Agências da Instituição Bancária analisada

Figura 6 - Antigo organograma das Agências da Instituição Bancária analisada Fonte: SOUZA; SOUZA, 2005

Fonte: SOUZA; SOUZA, 2005

4.6.6

Gráficos

Depois de sintetizados em tabelas, os dados podem ser apresentados em gráficos com a finalidade de proporcionar uma visão rápida do comportamento do fenômeno analisado. Serve, pois, para apresentar uma tabela de maneira simples e interessante, tornando claros os fatos que poderiam passar despercebidos em dados apenas tabulados. Vários tipos de gráficos podem ser elaborados a partir do Excel, cada um para uma situação diferente. Se um gráfico for definido de forma incorreta, poderá ocorrer a análise errada de uma situação, causando uma série de interpretações distorcidas. O uso correto das linhas deve obedecer:

a) na linha horizontal (X) ou das abscissas, colocam-se os valores da variável (escores); b) na linha vertical (Y) ou das ordenadas, colocam-se as frequências observadas.

27

Modelo

Gráfico 1: Gastos do governo brasileiro e do Banco Mundial em DST e AIDS (1997-2001)

brasileiro e do Banco Mundial em DST e AIDS (1997-2001) Fonte: THE WORLD BANK GROUP, 2004

Fonte: THE WORLD BANK GROUP, 2004 Nota: dados trabalhados pelo autor

4.7

TABELAS

Tabela é uma forma não discursiva de apresentar informações, das quais o dado numérico se destaca como informação central. A NBR 14724 indica, para formatação das tabelas, o documento Normas de Apresentação Tabular, do IBGE (FUNDAÇÃO, 1993). O título deve ser colocado na parte superior, precedido da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. As fontes citadas na construção de tabelas e notas eventuais aparecem no final da tabela, após o fio (linha) de fechamento. As colunas externas devem aparecer abertas. Deve-se utilizar fios horizontais para separar os títulos das colunas no cabeçalho e fechá-las na parte inferior, evitando-se fios verticais para separar as colunas e os fios horizontais para separar as linhas. Quando houver transformação dos dados numéricos obtidos na fonte, deve- se identificar o responsável pela operação em nota geral ou específica. Não devem figurar dados em branco:

a) traço indica dado inexistente;

b) reticências indicam dado desconhecido;

28

c) “zeros” devem ser utilizados quando o dado for menor que a metade da uni- dade adotada para a expressão do dado.

Anteriormente à apresentação, a tabela deve ser mencionada no texto através da palavra Tabela (com a inicial em maiúsculo), seguida do respectivo número em arábico. Quando muito extensas, as tabelas poderão ser apresentadas em apêndice (quando elaboradas pelo autor do texto) ou em anexo (quando extraídas de documento consultado pelo autor).

Modelo

Tabela 1 Distribuição de rendimento do trabalho e Índice de Gini Brasil 1960/70/80

Tabela 1 – Distribuição de rendimento do trabalho e Índice de Gini – Brasil 1960/70/80 Fonte:

Fonte: IBGE, 2004

Modelo

Tabela 2 Componentes da CTBB em 2005 (em R$ bilhões)

Tabela 2 – Componentes da CTBB em 2005 (em R$ bilhões) Fonte: IBGE, 2007. Nota: dados

Fonte: IBGE, 2007. Nota: dados trabalhados pelo autor.

29

Modelo

Tabela 3 Área colhida e previsão de colheita de uvas na Região Metropolitana de Porto Alegre

Cidade

Área em hectares em 2010

Área em hectares para 2011

Porto Alegre

7.610

8.500

Viamão

15.621

17.000

Canoas

4.874

5.400

Fonte: dados coletados pelo autor

4.8

ABREVIATURAS E OUTROS ELEMENTOS GRÁFICOS

Devem ser utilizados de maneira padronizada e consistente ao longo do texto.

4.8.1

Abreviaturas

Na primeira vez em que forem mencionadas no texto, as abreviaturas devem

aparecer entre parênteses, precedidas de sua forma por extenso. A partir desta

primeira inserção, poderá ser utilizada apenas a forma abreviada.

Deverão constar em lista pré-texto.

No texto: Organização Mundial da Saúde (OMS) Na lista: OMS - Organização Mundial da Saúde

4.8.2 Unidades de medidas e símbolos

Devem

restringir-se

apenas

àqueles

usados

convencionalmente

ou

sancionados pelo uso. Deverão constar em lista pré-texto.

4.8.3 Equações e fórmulas

Devem ser destacadas no texto e, se necessário, numeradas com algarismos

arábicos entre parênteses, alinhados à direita. Na sequencia normal do texto, é

30

permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoentes, índices, entre outros).

 

X 2 + y 2 = z 2 (x 2 + y 2 ) / 5 = n

4.8.4

Numerais

Os numerais se escrevem, normalmente, com algarismos arábicos, mas por extenso nos seguintes casos:

a) de zero a nove: oito livros, cinco mil, três milhões, etc.;

b) as dezenas e centenas redondas: trinta, noventa, vinte mil, sessenta milhões, etc.;

c) os números ordinais recebem o mesmo tratamento: segundo, quinto, sexto, etc.

Em todos os casos só se usam palavras quando não houver nada nas ordens ou classes inferiores: 13 mil, mas 13 700 e não 13 mil e setecentos; 247 320 e não 247 mil e trezentos e vinte. Acima do milhar, todavia, é possível recorrer a dois procedimentos:

a) aproximação do número fracionário, como em 23,6 milhões;

b) desdobramento dos dois termos numéricos, como em 23 milhões e 635 mil.

Números acima de 999 não se separam com ponto. Eles devem ser divididos por um espaço em branco entre cada três dígitos (ex.: 1 750 livros), exceto no uso de anos e de numeração de páginas (ex.: ano de 2003; página 1091). Artigos 1º ao 9º, do décimo em diante usar art. 10, art. 11. (BRASIL, 1999).

31

31 As porcentagens são sempre indicadas por algarismos, sucedidas do símbolo próprio: 5%, 70%, 128%, etc.

As porcentagens são sempre indicadas por algarismos, sucedidas do símbolo

próprio: 5%, 70%, 128%, etc. O símbolo % deve figurar junto dos algarismos.

5 ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO

A NBR 14724 especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos. O quadro abaixo apresenta os elementos de uma monografia:

Estrutura

Elemento

Caráter

Pré-textuais

Capa Folha de rosto Ficha catalográfica Errata Folha de aprovação Dedicatória(s) Agradecimento(s) Epígrafe Resumo na língua vernácula Resumo em língua estrangeira Lista de ilustrações Lista de tabelas Lista de abreviaturas e siglas Lista de símbolos Sumário

Obrigatório

Obrigatório

Opcional

Opcional

Opcional

Opcional

Opcional

Opcional

Obrigatório

Opcional

Opcional

Opcional

Opcional

Opcional

Obrigatório

Textuais

Introdução

Obrigatório

Desenvolvimento

Obrigatório

Conclusão

Obrigatório

Pós-textuais

Referências

Obrigatório

Glossário

Opcional

Apêndice(s)

Opcional

Anexo(s)

Opcional

Índice(s)

Opcional

5.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

Elementos pré-textuais são aqueles que antecedem o texto. Contêm informações que permitem a identificação do trabalho, não devendo constar no sumário (uma vez que aparecem antes deste) nem receber indicativo de seção (i.e. não são numerados). Quando couber título, este deverá ser centralizado no topo da folha, respeitando a margem superior de 3 cm, ou seja, deverá ser inserido na parte superior da mancha.

32

5.1.1 Capa UniRitter

Os exemplares que serão encaminhados à banca deverão ter, além da capa prevista na norma NBR 14724, uma capa adicional, conforme o tipo do trabalho:

a) Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação: sobrecapa de cartão (padrão UniRitter) nesta capa, deverão constar os seguintes dados: título da monografia, nome do graduando, nome do orientador, ano e semestre. Para fazer com que os dados apareçam na “janela” do cartão (solicite a capa padrão na Secretaria Acadêmica), deve-se formatar as margens da seguinte forma: superior 11 cm, direita e esquerda 5 cm. A capa padrão UniRitter é um documento à parte, não sendo contada ou paginada no trabalho.

Dica Word (versão 2010) Formate os espaçamentos da margem utilizando o recurso “Configurar

Página” > “Margens”, colocando 11 cm na superior e 5 cm na esquerda e na direita.

b) Teses, Dissertações e Trabalhos de Conclusão de Curso de Especialização encadernação em capa dura, na cor preta; nesta encadernação deverão constar os seguintes dados: nome da instituição, nome do programa de pós-graduação, área de concentração 2 , nome do pós-graduando, título e subtítulo (se houver) do trabalho, cidade e ano.

5.1.2 Capa ABNT

A capa a qual se refere a NBR 14724 deve ser impressa em papel A4, sendo parte integrante do trabalho. Nela devem estar impressos:

a) logo da Instituição 3 ;

2 Os logos com o nome da instituição, nome do programa de pós-graduação e a área de concentração podem ser usados na encadernação. Alguns estão disponíveis para download no site do UniRitter, na seção Comunicação > Identidade Visual > menu à esquerda. Também podem ser solicitados nas coordenações dos cursos.

3 O logo da Instituição encontra-se disponibilizado para download no site do UniRitter, na seção Comunicação > Identidade Visual.

33

b) nome do autor;

c) título da monografia;

d) local da Instituição (cidade);

e) ano da entrega.

Modelo

local da Instituição (cidade); e) ano da entrega. Modelo 5.1.3 Folha de rosto A folha de

5.1.3 Folha de rosto

A folha de rosto é um elemento de identificação obrigatório. Deve conter os

seguintes elementos essenciais, impressos em uma única face do papel:

a) nome do autor;

b) título da monografia;

34

c) natureza (monografia) e objetivo (grau pretendido); nome da instituição a que é submetido; área de concentração;

d) nome do professor que orientou o trabalho, com sua respectiva titulação;

e) local da Instituição (cidade);

f) ano da entrega.

Modelo

local da Instituição (cidade); f) ano da entrega. Modelo 5.1.4 Ficha catalográfica A ficha catalográfica é

5.1.4 Ficha catalográfica

A ficha catalográfica é a representação de um cartão que traz as informações

fundamentais do documento. Seu objetivo é permitir que a monografia se identifique

por si mesma, visando a sua armazenagem adequada na biblioteca. Deve constar

no verso da folha de rosto, de acordo com a NBR 12899, sendo elaborada

obrigatoriamente por um bibliotecário. No UniRitter, é elemento opcional para as

35

monografias de graduação e especialização. Caso deseje incluí-la em seu trabalho, solicite pelo e-mail da Biblioteca (biblioteca@uniritter.edu.br), enviando a folha de rosto, o sumário e o resumo, indicando como assunto Ficha catalográfica Curso Campus (Porto Alegre ou Canoas).

Modelo

– Curso – Campus (Porto Alegre ou Canoas) . Modelo 5.1.5 Errata A errata é um

5.1.5

Errata

A errata é um elemento opcional, condicionado à necessidade de retificar algum aspecto da redação do trabalho. Deve ser utilizada como último recurso, uma vez que demonstra falta de cuidado na revisão do trabalho. Não são admitidas erratas para erros como acentuação, pontuação, sumário ou citações mal elaboradas. Deve ser encartada após a folha de rosto. É constituída pela referência do trabalho e seguida de uma tabela contendo a folha e a linha onde o erro aparece, o termo errado e o termo corrigido.

36

Modelo

36 Modelo 5.1.6 Folha de aprovação Deve ser colocada logo após a folha de rosto e

5.1.6 Folha de aprovação

Deve ser colocada logo após a folha de rosto e assinada pelos componentes da banca examinadora. Trata-se de um elemento obrigatório para as Teses e Dissertações, mas opcional para os TCCs (uma vez que, na maioria das vezes, o aluno não possui informações sobre a composição da banca). Nesta folha devem constar:

a) nome do autor;

b) título por extenso (e subtítulo, se houver);

c) local e data de aprovação;

d) nome dos membros componentes da banca examinadora e de suas respectivas instituições.

37

Modelo

37 Modelo 5.1.7 Dedicatória, agradecimentos e epígrafe Não são elementos obrigatórios, mas podem ser usados pelo

5.1.7 Dedicatória, agradecimentos e epígrafe

Não são elementos obrigatórios, mas podem ser usados pelo autor caso haja o desejo de dedicar o trabalho a alguém, fazer algum agradecimento a pessoas que contribuíram de maneira relevante com o trabalho ou adicionar alguma epígrafe antes do início do trabalho. A epígrafe demonstra erudição do autor, devendo haver ligação entre o pensamento e o conteúdo de sua obra. (NEGRA; NEGRA, 2004, p.77). Deverá obedecer à NBR 10520, formato autor-data.

38

Modelos

38 Modelos 5.1.8 Resumo na língua vernácula Monografias deverão utilizar resumos do tipo “informativo”, conforme a

5.1.8 Resumo na língua vernácula

Monografias deverão utilizar resumos do tipo “informativo”, conforme a NBR 6028. Este tipo de resumo fornece informações suficientes para que o leitor possa decidir sobre a conveniência da leitura do texto. O resumo deve expor as finalidades, a metodologia, os resultados e as conclusões. A mesma norma recomenda que para monografias o resumo tenha

A NBR 6028 recomenda a utilização de parágrafo

único sem recuo e justificado. Dependendo do tamanho do resumo, recomenda-se usar o espaçamento simples entrelinhas com o objetivo de manter todo o texto em uma única página. Deve-se utilizar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. Resumos não devem conter citações. No final do resumo, separado por um espaço de 1,5 linha em branco, devem constar as palavras-chave representativas do conteúdo do trabalho, separadas entre si por um ponto. Sugere-se o número mínimo de três e o máximo de cinco palavras, retiradas preferencialmente do título ou do resumo. Ao escolher as palavras-chave, lembre-se que elas são fundamentais na indexação e, portanto, na recuperação do trabalho nas bibliotecas.

extensão de 150 a 500 palavras

39

Modelo

39 Modelo 5.1.9 Resumo em língua estrangeira Trata-se da versão do resumo em idioma de divulgação

5.1.9 Resumo em língua estrangeira

Trata-se da versão do resumo em idioma de divulgação internacional. Deve ser a tradução literal do resumo em português e apresentar palavras-chave logo abaixo do texto. Deverá ser escolhida apenas uma das seguintes línguas para elaboração do resumo em língua estrangeira: inglês, espanhol ou francês. Para as monografias de graduação, o resumo em língua estrangeira é opcional. Desejando incluí-lo, apresente um texto adequadamente redigido, jamais utilize traduções automáticas.

40

Modelo

40 Modelo 5.1.10 Lista de ilustrações A lista de ilustrações deve ser elaborada de acordo com

5.1.10 Lista de ilustrações

A lista de ilustrações deve ser elaborada de acordo com a ordem em que aparece no texto, com cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da página. Consideram-se ilustrações: esquemas, fluxogramas, gráficos, figuras, quadros, organogramas, fotografias, plantas e mapas. Recomenda-se a elaboração de uma lista para cada tipo de ilustração. A lista de ilustrações torna-se elemento obrigatório quando o trabalho apresentar número considerável de ilustrações (mais de três).

Dois gráficos

Sem lista de gráficos

Um gráfico e um quadro

Sem lista de ilustrações

Um gráfico, um quadro e um organograma

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Três gráficos

LISTA DE GRÁFICOS

Dois gráficos, uma fotografia e uma planta

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Três gráficos, uma fotografia e uma planta

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Três gráficos, três fotografias e três plantas

LISTA DE GRÁFICOS, LISTA DE FOTOGRAFIAS, LISTA DE PLANTAS

Sete mapas, três fotografias e 14 plantas

LISTA DE MAPAS, LISTA DE FOTOGRAFIAS, LISTA DE PLANTAS

41

Modelo

41 Modelo 5.1.11 Lista de tabelas A lista de tabelas deve ser elaborada de acordo com

5.1.11 Lista de tabelas

A lista de tabelas deve ser elaborada de acordo com a ordem em que aparece no texto, com cada item designado por seu nome específico, seguido do respectivo número da página. A lista de tabelas torna-se elemento obrigatório quando o trabalho apresentar número considerável de tabelas (mais de três).

5.1.12 Lista de abreviaturas e siglas

Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas usadas no texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes, por extenso. A lista de abreviaturas e siglas torna-se elemento obrigatório quando o trabalho apresentar número considerável de siglas ou abreviaturas (mais de três).

42

5.1.13 Lista de símbolos

A lista de símbolos deve ser elaborada de acordo com a ordem em que aparece no texto, com o devido significado. Torna-se elemento obrigatório quando o trabalho apresentar número considerável de símbolos (mais de três).

5.1.14 Sumário

O sumário consiste na enumeração das divisões e subdivisões de um trabalho, apresentada na mesma ordem e grafia em que os temas sucedem-se (NBR 6027). Não se deve confundir sumário com índice, pois o índice é a lista de entradas ordenadas seguindo determinado critério (NBR 6034), normalmente alfabético 4 . Para hierarquização do trabalho e, portanto, do sumário, deve-se utilizar numeração progressiva, de acordo com a NBR 6024, limitando-se a, no máximo, seções quinárias. Os títulos das seções são destacados gradativamente, usando-se racionalmente os recursos de caixa-alta/baixa, negrito, itálico ou sublinhado. A mesma estrutura de seções e subseções apresentada no decorrer do trabalho deverá estar contemplada no sumário, que deverá apresentar-se, preferencialmente, em uma única página. Os elementos pré-textuais não devem constar no sumário. Já os elementos pós-textuais devem constar no sumário.

Dica Word (versão 2010) Sugere-se a formatação do sumário através da utilização do recurso “Estilos” para os títulos

das seções e, após, a ferramenta “Referências” > “Sumário”.

Dica Word (versão 2010) 2 Caso não utilize a criação de estilos, o Sumário pode ser inserido criando-se uma tabela.

“Inserir” > “Tabela” > criar duas colunas e o número necessário de linhas >, utilizar a régua para ajustar as colunas de

forma que a coluna da direita (onde vão as páginas) fique bem menor que a da esquerda (onde vão os títulos) >, digitar

4 Segundo o prof. Antônio Houaiss, "índices, stricto sensu, são sempre alfabéticos, enquanto as tábuas [sumário] só serão por acaso, porque o princípio que as informa é o da estruturação orgânica da obra". HOUAISS, A. Elementos de bibliologia. Rio de Janeiro: INL, 1967. p.xvii.

43

os títulos e as páginas correspondentes dentro das colunas e linhas (cada seção em uma linha da tabela) >, após cada título, dê um espaço e insira o pontilhado até o limite final da coluna, encostando na coluna da página > no final, para que as linhas da tabela não apareçam, clique com o botão direito sobre ela e acesse “Bordas e sombreamento” > “Bordas” > marque “Nenhuma” borda.

Modelo

> “Bordas” > marque “Nenhuma” borda. Modelo 5.2 ELEMENTOS TEXTUAIS São considerados elementos textuais

5.2 ELEMENTOS TEXTUAIS

São considerados elementos textuais pela NBR 14724 a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. As seções relativas aos elementos textuais deverão ser numeradas, sendo a introdução a primeira da numeração progressiva que guiará o restante do trabalho.

44

5.2.1 Introdução

A introdução é a parte inicial do trabalho, é o momento de apresentar

resumidamente os temas abordados ao longo do texto. Sugere-se que a introdução ocupe em torno de 1/5 do texto e que apresente os objetivos do trabalho e as razões de sua elaboração, bem como a relação com outros trabalhos existentes.

O texto da introdução não deve repetir ou parafrasear o resumo nem

antecipar as conclusões, mas pode apresentar a natureza do trabalho, a justificativa, os objetivos, o tema proposto e outros elementos para situar o trabalho.

5.2.2 Desenvolvimento

O desenvolvimento compreende a revisão da literatura, a metodologia e a

exposição da pesquisa.

A revisão de literatura apresenta a evolução do tema, com ideias de

diferentes autores sobre o assunto. Deve conter citações textuais ou livres, com indicação dos autores, conforme norma NBR 10520. Os procedimentos

metodológicos empregados para o levantamento de dados e sua análise devem estar claramente apresentados. Os argumentos para a exposição da pesquisa devem ser adequados, apresentando prova matemática, exemplos, equações,

análises estatísticas, padrões/tendências observadas, opiniões e ideias, além da relação de números coletados e tabelados.

É importante que apresente comparações com resultados obtidos por outros

pesquisadores, caso existam, bem como sugestão de aplicações para o trabalho.

5.2.3 Conclusão

É o espaço destinado à discussão dos resultados obtidos na pesquisa, onde

se verificam as observações pessoais do autor. Poderá também apresentar sugestões de novas linhas de estudo. A conclusão será o somatório de uma expressão inicial mais a reafirmação do tópico que originou a pesquisa, seguido de uma observação final.

45

A conclusão não deve apresentar citações ou interpretações de outros autores. Um texto bem concluído deve evitar repetir argumentos já utilizados. Assim,

devem ser evitadas expressões como “Portanto, como já dissemos antes

ou

“Então, como já vimos O caráter de fechamento da conclusão deve ficar evidente na clareza e força de argumentos do autor. Portanto, é desnecessário e pouco elegante escrever

“Concluindo que

”,

“em conclusão

”.

Exemplos de expressões iniciais a serem usadas numa conclusão:

Dessa forma Sendo assim Em vista dos argumentos apresentados Em virtude do que foi mencionado Assim Levando-se em conta o que foi observado Por todas essas ideias apresentadas Tendo em vista os aspectos observados Por tudo isso Dado o exposto

Proporcionalmente, o tamanho da conclusão deve ser equivalente ao da introdução, sugerindo-se que ocupe 1/5 do texto.

5.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

Os elementos pós-textuais complementam o trabalho sem, contudo, integrá- los. Os títulos dos elementos pós-textuais não são numerados, devem ser escritos em letras maiúsculas, fonte tamanho 12, negritados e centralizados, devendo aparecer no Sumário.

5.3.1

Glossário

Consiste numa relação de palavras de uso restrito empregadas no texto, em ordem alfabética, acompanhadas das respectivas definições. Tem como objetivo esclarecer ao leitor sobre o significado de termos ou expressões poucos usuais ou de sentido controverso.

46

5.3.2

Referências

Denomina-se “Referências” o conjunto de elementos que identificam as obras citadas no texto. Toda obra citada deverá ser referenciada, assim como toda obra referenciada deverá ter sido citada no texto. A NBR 6023 orienta a confecção desta lista.

Devido à importância deste elemento na confecção do trabalho, dedicamos a ele todo o capítulo 7 onde se apresenta detalhadamente as possibilidades de elaboração das referências para cada tipo de obra.

Modelo

7 onde se apresenta detalhadamente as possibilidades de elaboração das referências para cada tipo de obra.

47

5.3.3 Apêndices

O apêndice é um elemento opcional. Devem constar em apêndice

documentos complementares e/ou comprobatórios do trabalho, elaborados pelo próprio autor. Esses devem trazer informações esclarecedoras que não se incluam no texto para não prejudicar a sequência lógica da leitura. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos

títulos.

Modelo

travessão e pelos respectivos títulos. Modelo 5.3.4 Anexos Os anexos representam a documentação

5.3.4 Anexos

Os anexos representam a documentação suplementar abonadora do texto,

não elaborada pelo autor. São identificados através de letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.

48

Modelo

48 Modelo 5.3.5 Índice O índice é a lista de entradas ordenadas segundo determinado critério, normalmente

5.3.5

Índice

O índice é a lista de entradas ordenadas segundo determinado critério, normalmente alfabético. É elemento opcional. Deve ser confeccionado segundo a NBR 6034.

Modelo

ÍNDICE

A

acessibilidade, 20, 21, 68, 79 automóvel, 24, 25, 44, 46, 126, 131

B

bicicleta, 120

- bicicletários, 121

- ciclovias, 121

- faixas exclusivas, 121

bilhetagem automática (ver tarifa coleta), 55 bilhete magnético, cartão magnético e cartão inteligente (ver tarifa coleta), 55

6

CITAÇÕES

49
49

A citação é a transposição, para o texto, de um trecho ou uma informação

extraída de outra fonte, normalmente de outro texto. As citações são normatizadas

pela NBR 10520 e podem aparecer no texto ou em nota de rodapé. Podem ser diretas, indiretas ou citação de citação.

As citações devem ser usadas como apoio às afirmações feitas no texto; devem ser citadas as obras críticas e não os argumentos de autoridades para afirmativas genéricas ou amplamente conhecidas.

A indicação da fonte das citações deverá seguir um destes sistemas: autor-

data ou notas de referência, os quais são excludentes, ou seja, ao adotar um desses métodos, ele deve ser utilizado consistentemente ao longo de todo o trabalho. Ambos os métodos não excluem a necessidade de apresentação da referência completa que deverá constar na lista de referências ao final do trabalho. Todas as citações devem ser referenciadas, ou seja, todos os autores e obras citadas devem obrigatoriamente aparecer na lista de referências.

Citações em língua estrangeira podem ser utilizadas, mas por questões de elegância, afinal de contas o texto está sendo publicado para o seu leitor e deve primar pela clareza, após a citação faça a tradução e indique ao final da mesma a expressão “tradução nossa”. (MEDEIROS, 2007, p.28, grifo do autor)

6.1 CITAÇÃO INDIRETA

Citação indireta é a transcrição livre do texto consultado, também chamada de paráfrase 5 . O tema deve ser reescrito e reestruturado sintaticamente (e não uma simples troca das palavras originais do texto por sinônimos). A indicação do ano de publicação é obrigatória; não é obrigatório, mas recomendável, indicar as páginas. Deve-se ter cuidado ao utilizar esse tipo de citação para não ser confundido com plágio. Portanto, o autor deve explicitar a intenção deixando clara a fonte.

5 Paráfrase representa uma reescritura do texto original com novas palavras, sem que o sentido seja modificado. Portanto, parafrasear consiste em transcrever, com novas palavras, as ideias centrais de um texto.

50

Importante lembrar que plágio, que significa apresentar como seu o trabalho intelectual de outra pessoa, é tratado pela Lei de Direitos Autorais (9.610/98) como uma questão ética e criminal, sujeitando o plagiador às sanções legais. É recomendável que se recorra aos orientadores em caso de dúvidas e/ou utilizem o apoio institucional (cursos e plantões de metodologia), bem como o serviço de referência oferecido pela biblioteca.

6.2 CITAÇÃO DIRETA

Citação direta é a transcrição exata de palavras ou trechos de textos de um autor, respeitando-se rigorosamente a redação, a ortografia e a pontuação. Citações até três linhas são consideradas curtas devendo ser inseridas no texto. São reproduzidas entre aspas duplas, indicando-se o nome do autor antes ou após a citação. Caso o texto original já possua aspas, estas serão substituídas por aspas simples. Citações longas, com mais de três linhas, devem constituir um parágrafo independente, recuado 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto (sugere-se tamanho 10), espaçamento simples e sem aspas. Citações longas admitem o uso de parágrafo normalmente. (MEDEIROS, 2002, p.197).

6.3 SISTEMA AUTOR-DATA

Neste sistema, a indicação da fonte é feita entre parênteses, após a citação, com o sobrenome de cada autor ou o nome de cada entidade responsável, em letras maiúsculas, seguido de vírgula e da data de publicação e do número das páginas da citação. Quando o sobrenome do autor está citado na frase fora do parêntese, segue o padrão gráfico da redação do texto (minúsculo).

Helgard (1977, p.270) tratam a questão da aprendizagem relacionando-a com mudanças comportamentais.

Quando o sobrenome do autor está dentro do parêntese, usam-se letras maiúsculas.

51

uma mudança relativamente perma-

nente no comportamento e o que ocorre como resultado de prática.” (HELGARD; 1977,

p.270).

Podemos definir a aprendizagem como “[

]

Notas de rodapé apenas serão utilizadas no sistema autor-data quando tratar- se de notas explicativas ou quando forem endereços eletrônicos com indicações de sites, instituições, entre outros, que não constituírem o referencial teórico do trabalho.

O guia de alimentação saudável para modelos 1 possui orientações sobre

alimentação, dieta e manutenção do peso e é orientado por nutricionistas e uma médica

psiquiatra.

¹ Coma bem e sem culpa. Disponível em: <http://ffw.com.br/noticias/files/cartilha-dieta-modelos.pdf>. Acesso em: 15 nov. 2010.

6.3.1 Sobrenomes iguais de autores diferentes

No sistema autor-data, quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes, se mesmo assim existir coincidência colocam-se os prenomes por extenso.

(BARBOSA, C., 1958) (BARBOSA, C., 1959)

(BARBOSA, Cássio, 2003) (BARBOSA, Celso, 1988)

6.3.2 Diversos documentos de mesma autoria

No sistema autor-data, quando existirem diversas citações de documentos de mesma autoria, publicados no mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, depois da data e sem espacejamento, conforme a ordem na lista de referências.

52

6.3.3 Citações de diversos autores em uma mesma publicação

No sistema autor-data na citação da mesma publicação com dois autores, separam-se os autores conforme os exemplos abaixo:

Podemos definir a aprendizagem como “[ ] uma mudança relativamente permanente no comportamento e que
Podemos
definir
a
aprendizagem
como
“[
]
uma mudança relativamente
permanente no comportamento e que ocorre como resultado de prática.” (HELGARD;
ATKINSON, 1979, p.270). A aprendizagem ainda pode ser definida [
] como

Helgard e Atkinson (1979, p.270) tratam a questão da aprendizagem relacionando-

a com mudanças comportamentais.

Se

houver

mais

de

3

autores

acompanhado da expressão latina et al.

usa-se

o

sobrenome

do

primeiro

autor

Podemos dizer que o uso das normas para documentação acadêmica são a

garantia do desenvolvimento adequado da produção docente institucional (OLIVEIRA et al.,

2011, p.12-13).

6.3.4 Citação indireta

Segundo Clóvis do Couto e Silva (1998), o grau de proximidade ou distância das relações entre indivíduos é dado juridicamente relevante. O grau mínimo de contato é a pertinência ao mesmo grupo social.

6.3.5 Citação direta curta

Letra maiús- cula
Letra maiús-
cula
social. 6.3.5 Citação direta curta Letra maiús- cula A consciência moral é moldada a partir da

A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa. “Pes- soa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação.” (LIMA VAZ, 2000, p.234).

seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação.” (LIMA VAZ, 2000, p.234). Ponto dentro das aspas

Ponto dentro

das aspas

53

Letra minúscula

53 Letra minúscula A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa, defini-

A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa, defini- da por Lima Vaz (2000, p.234) “pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação”.

essenciais a subsistência e a manifestação”. Ponto fora das aspas 6.3.6 Citação direta longa A

Ponto fora das aspas

6.3.6 Citação direta longa

A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa.

Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação. O existir como pessoa, fundamento de todos os predicados que formam a singularidade do ser humano, é o que o distingue de todos os demais se- res vivos. (LIMA VAZ, 2000, p.234).

Dica Word (versão 2010) Altere o espaçamento entrelinhas em “Parágrafo” > “Espaçamento”, colocando “Antes” e

“Depois” 0 pt (zero ponto) e espaçamento entrelinhas “Simples”.

6.4 SISTEMA DE NOTAS DE REFERÊNCIA (NOTAS DE RODAPÉ)

As notas de referência são notas que indicam as fontes consultadas ou que remetem a outras partes da obra em que o assunto foi abordado. Devem estar localizadas na margem inferior da mesma página, onde ocorre a chamada numérica recebida no texto. São separadas do texto por um traço contínuo de 4 cm e digitadas em espaço simples, fonte tamanho 10. Para fazer a chamada das notas de rodapé, use algarismos arábicos sobrescritos em sequência única e consecutiva para todo o trabalho.

Dica Word (versão 2010) Para inserir notas de rodapé, utilize o recurso “Referências” > “Inserir nota de rodapé” com

o cursor no ponto do texto onde ocorre a citação. Isso garantirá que as notas não se percam, caso haja mudança de

página, e que a numeração das notas seja contínua, além de criar automaticamente a linha e a numeração sobrescrita

no pé da página.

No corpo do trabalho, o número da nota aparece sempre após o sinal de pontuação que fecha a citação (MEDEIROS, 2004, p.197). No rodapé, o número de

54

chamada da citação deve ficar em destaque, alinhando-se todo o texto pela primeira letra da primeira palavra.

No texto:

Por tal razão, inclusive, nossa jurisprudência não vinha aceitando a possibilidade de pessoas separadas de fato manterem união estável com terceiros. Nesse sentido, cumpre transcrever:

Para que a companheira participe da sucessão do seu companheiro, tendo direito ao usufruto da quarta parte dos bens deste é preciso que tenham convivido por mais de cinco anos ou que da união tenha havido prole.¹

No rodapé

¹ SÃO PAULO. Tribunal de Justiça. Apelação n. 544.013-00/99, Relator: Des. Manuel Ramos, 1999.

No rodapé, sempre que se cita uma obra pela primeira vez, deve-se fazer sua referência completa, a não ser que seja de legis as citações subsequentes podem ser referenciadas utilizando-se as expressões latinas (NBR 10520), desde que no mesmo rodapé. Na citação subsequente de uma obra já citada no trabalho, porém em outro rodapé, deverá constar, novamente, a referência completa. Seguem instruções sobre o uso das expressões latinas:

Ibidem ou Ibid. (na mesma obra): só deve ser utilizado quando forem realizadas várias citações de um mesmo documento, variando apenas as páginas das quais se extraíram os trechos citados.

Idem ou Id. (do mesmo autor): substitui o nome, quando se tratar de citação de diferentes obras do mesmo autor.

Op. cit. ou opus citatum, opere citato (na obra citada): utilizado em seguida ao nome do autor, referindo-se à obra citada anteriormente, na mesma página, quando houver intercalação de outras notas.

Loc. cit. ou loco citato (no lugar citado): empregado para mencionar a mesma página de uma obra já citada, quando houver intercalação de outras notas de indicação bibliográfica.

Outras expressões latinas podem ser utilizadas para otimizar as referências de citações no rodapé:

55

et seq. (seguinte ou que se segue): usado quando não se quer mencionar todas as páginas da obra referenciada. Nesse caso, indica-se a primeira página, seguida da expressão.

passim (aqui e ali; em vários trechos): utilizado quando se faz referência a diversas páginas de onde tenham sido compiladas as ideias do autor, evitando-se a indicação repetitiva dessas páginas. Menciona-se a página inicial e a final do trecho que contém as definições ou conceitos utilizados.

cf. (confira): usualmente empregado para fazer referência a trabalhos de outros autores que não fazem parte do referencial teórico.

et al. (e outros): utilizado sempre que houverem mais de 3 autores.

 

e.g. (por exemplo):

(“

dele

não existe um exemplar, e.g., um selo

”).

i.e. (isto é): usado como nota explicativa (“Emprazar, i.e., dar um prazo”).

Poderão ser inseridas no mesmo rodapé as notas de citação e as notas explicativas, numeradas sequencialmente.

Expressão

Significado

Exemplo no rodapé

Ibidem*

Do mesmo

 

Ibid.

autor, na

¹ GOMES, Luiz Antônio Vidal de Negreiros. Criatividade: projeto, desenho, produto. Santa Maria:

mesma obra

Schds, 2004. p.85.

² Ibidem, p.93.

Idem*

Mesmo autor, mas em outra obra

 

Id.

¹ GOMES, Luiz Antônio Vidal de Negreiros. Criatividade: projeto, desenho, produto. Santa Maria:

 

Schds, 2004. p.85.

² Idem. Desenhismo. Santa Maria: Ed. UFSM, 1996.

p.47.

Opus citatum*

Obra citada

 

Opere citato

¹ SHAKESPEARE, William. O mercador de Veneza. Rio de Janeiro: Lacerda, 1999. p.29.

op. cit.

² SCHOPENHAUER, Arthur. Como vencer um debate sem precisar ter razão. Rio de Janeiro: Topbooks,

2003.

p.258.

³ SHAKESPEARE, op. cit., p.31.

Loco citato*

No lugar citado (mesmo autor, mesma obra, mesma página)

 

loc. cit.

¹ SARAMAGO, José. A caverna. São Paulo:

Companhia das Letras, 2003. p.350-353.

² SARAMAGO, loc. cit.

Sequentia

Seguinte Que se segue

 

et seq.

¹ GUIMARÃES, Isaac Sabbá. Nova lei antidrogas comentada. Curitiba: Juruá, 2006. p.301 et seq.

Passim

Aqui e ali Em diversas páginas

¹ FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Estado de direito e constituição. 3.ed. São Paulo: Saraiva,

2004.

passim.

* Expressões que só podem ser usadas na mesma página ou na folha da citação a que se referem. Ao trocar de página, volta-se a usar a forma de referência completa.

56

Vale salientar que a jurisprudência deve ser citada preferencialmente a partir dos Tribunais ou de alguma revista científica, nunca de sites aleatórios da Internet. Também a legislação deve ser citada a partir do site do SICON (Senado Federal), Presidência da República ou dos Diários Oficiais, não utilizando os Vade-Mécuns nem sites aleatórios da Internet. Deve-se, portanto, buscar as informações nas fontes primárias sempre que possível. A consulta de legislação e jurisprudência deve ser realizada em sites próprios para sua divulgação. Por serem longas, as referências em rodapé de legislação e jurisprudência, podem ser apresentadas em formato reduzido já na primeira vez em que ocorrem no texto.

6.4.1 Citação indireta

A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa.

Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus

constitutivos a subsistência e a manifestação.¹

¹ LIMA VAZ, Henrique C. de. Escritos de filosofia. São Paulo: Loyola, 2000. p.234.

6.4.2 Citação direta curta

A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa.

“Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus

constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação.”¹

¹ LIMA VAZ, Henrique C. de. Escritos de filosofia. São Paulo: Loyola, 2000. p.234.

57

6.4.3 Citação direta longa

A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa.

Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre co- mo seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação. O exis- tir como pessoa, fundamento de todos os predicados que formam a sin- gularidade do ser humano, é o que o distingue de todos os demais seres vivos.¹

¹ LIMA VAZ, Henrique C. de. Escritos de filosofia. São Paulo: Loyola, 2000. p.234.

Dica Word (versão 2010) Altere o espaçamento entrelinhas em “Parágrafo” > “Espaçamento”, colocando “Antes” e

“Depois” com 0 pt (zero ponto) e espaçamento entrelinhas “Simples”.

6.5

SUPRESSÕES

A supressão é a eliminação de uma parte do trecho que se está citando. Usa- se o colchete com reticências, no início, no meio ou no final de uma citação para marcar onde ocorre a supressão. A supressão de parágrafo(s) inteiro(s) é indicada por linha pontilhada. (MEDEIROS, 2002, p.196) Exemplo sistema autor-data:

Meyr parte de uma passagem da crônica de “14 de maio”, de A Semana:

“Houve sol, naquele domingo de 1888, em que o Senado votou a lei, que a re-

gente sancionou [

]”.

(ASSIS, 1994, v.3, p.583).

e

parágrafos exatamente como constam no documento original, indicando-se a supressão de algum deles por uma linha pontilhada.

Numa

citação

longa

de

legislação

poderão

ser

inseridos

os

artigos

58

Quanto à incidência de IR sobre o rendimento de operações efetuadas com o ouro, a Lei nº 7.766 deixa claro que:

Art. 4º O ouro destinado ao mercado financeiro sujeita-se, desde sua extração inclusive, exclusivamente à incidência do imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários.

Art. 8º O fato gerador do imposto é a primeira aquisição do ouro, ativo financeiro, efetuada por instituição autorizada, integrante do Sistema Financeiro Nacional.

Art. 13º Os rendimentos e ganhos de capital decorrentes de operações com ouro, ativo financeiro, sujeitam-se às mesmas normas de incidência do imposto de renda aplicáveis aos demais rendimentos e ganhos de capital resultantes de operações no mercado financeiro. 1

¹ BRASIL. Lei nº 7.766, de 11 de maio de 1989.

6.6

INTERPOLAÇÕES

A interpolação é a inserção de comentários ou observações que o redator do trabalho acadêmico faz na citação para facilitar a leitura, salientando ou explicando alguma expressão do trecho. Quando usados, os colchetes devem aparecer sem reticências, junto à citação.

desejo de criar uma literatura independente, diversa,

[a exemplo do que se verificava em outros países à época] aparecendo o classicis- mo como manifestação de passado colonial”. (CÂNDIDO, 1993, p.12, grifo nosso)

Afirma-se, então, o “[

]

Sônia Felipe, ao comentar Singer, nos diz: “Os interesses devem constituir o novo parâmetro ético [apresentado e defendido por Singer], e para ter interesses basta sentir dor, sofrer ou sentir prazer, e consequentemente, empreender movimentos no sentido de evitar aquela e alcançar este.” 1 . [grifo nosso].

¹ FELIPE, Sônia T. Natureza e moralidade. Igualdade antropomórfica, antropocêntrica, ou ética? Revista Philosophica, n.25, p.43-75, 2004.

59

6.7 CITAÇÃO DE CITAÇÃO (APUD)

É aquela em que o autor do texto não tem acesso direto à obra citada, valendo-se de citação constante em outra obra, ou seja, é a menção de um documento ao qual não se teve acesso, mas do qual se tomou conhecimento por ter sido citado em outro trabalho. Deve-se primar pelo acesso à fonte primária, isto é, pela utilização da obra em que se encontra, em primeira mão, a informação que se

deseja utilizar. Porém, se isso não for possível, faz-se a citação de citação, ou seja,

a citação de um texto que se teve acesso a partir de outro documento. No trabalho, deve ser indicado o sobrenome do(s) autor(es) da fonte primária, não consultada, seguido da expressão “apud”, que significa “citado por, conforme” e

o sobrenome do autor do documento consultado. Na lista de referências, ao final do trabalho, deverá aparecer somente a referência completa do documento consultado, não mais aparecendo o autor da citação indicada por apud.

Sistema autor-data

No texto:

Marinho (1980 apud MARCONI; LAKATOS, 1982) apresenta a formulação do problema como uma fase de pesquisa que, sendo bem delimitado, simplifica e facilita a maneira de conduzir a investigação.

Nas Referências (a obra em mãos):

MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1982.

60

Sistema autor-data

No texto:

A definição de pessoa para John Locke (apud SINGER, 2002, p.97) vem de encontro a uma quebra de paradigmas das sociedades contemporâneas na questão da individualidade do ser e de seus êxitos, como sendo “um ser pensante e inteli- gente dotado de razão e reflexão, que pode ver-se como tal, a mesma coisa pen- sante, em tempos e lugares diferentes”.

Nas Referências (a obra em mãos):

SINGER, Peter. Ética prática. 3.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

Sistema notas de referência

No texto:

Marinho apresenta a formulação do problema como uma fase de pesquisa que, sendo bem delimitado, simplifica e facilita a maneira de conduzir a investigação. 1 .

No rodapé:

1 MARINHO, 1980 apud MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São Paulo:

Atlas, 1982.

Nas Referências (a obra em mãos):

MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1982.

61

Sistema notas de referência

No texto:

A definição de pessoa para John Locke vem de encontro a uma quebra de paradigmas das sociedades contemporâneas na questão da individualidade do ser e de seus êxitos, como sendo “um ser pensante e inteligente dotado de ra- zão e reflexão, que pode ver-se como tal, a mesma coisa pensante, em tempos e lugares diferentes.” 1

No rodapé:

1 LOCKE apud SINGER, Peter. Ética prática. São Paulo: Martins Fontes, 2002. p.97.

6.8 CITAÇÃO EM RODAPÉ

“Deve vir sempre entre aspas, independentemente de sua extensão.” (BRA- SIL, 1999, p.32)

No texto:

Num primeiro momento, reafirma a versão oficial de que o exército naquela ocasião, como de costume, apenas patrulhou a cidade. Sem qualquer amparo do- cumental 1 , vê-se vencida pelas evidências levantadas em pesquisa posterior.

No rodapé:

1 Sua única fonte comprobatória é a seguinte: “Várias pessoas que moravam em Francisco Beltrão, na época, afirmaram isso, inclusive Walter Pecoils e Luiz Prolo, que eram da comissão”. (GOMES, 1986, p.104.)

6.9 TRADUÇÃO EM CITAÇÃO

Quando citados textos em língua estrangeira devem constar no trabalho o trecho na língua original e a tradução do mesmo. A tradução pode ser feita em nota de rodapé com a indicação “tradução nossa”. O inverso também pode ocorrer.

62

No texto:

Ainda refletindo sobre a importância do uso da cor, Rudolf Arnheim nos diz que “Strictly speaking, all visual appearance owes its existence to brightness and color.” 1 (1974, p.332)

No rodapé:

1 Estritamente falando, toda aparência visual deve sua existência ao brilho e à cor. (ARNHEIM, 1974, p.332, tradução nossa).

Ou

No texto:

Ainda refletindo sobre a importância do uso da cor, Rudolf Arnheim nos diz que “Estritamente falando, toda aparência visual deve sua existência ao brilho e à cor.” 1 (1974, p.332, tradução nossa)

No rodapé:

1 “Strictly speaking, all visual appearance owes its existence to brightness and color.” (ARNHEIM, 1974,

p.332)

6.10 CITAÇÕES DE UMA IDEIA COMUM A VÁRIOS AUTORES

Quando se quer referir, numa única citação, ideias de vários autores, defendidas em diversas publicações, mencionadas simultaneamente, deve-se respeitar a ordem cronológica, elencando as referências da mais antiga para a mais recente (para trabalhos do mesmo ano, adota-se o critério da ordenação alfabética a partir do último sobrenome do autor).

63

Sistema autor-data

No texto:

A semiperiferia tornou-se uma categoria analítica de grande operacionalidade para promover estudos sobre a sociedade portuguesa (FORTUNA, 1989; SANTOS, 1989; HESPANHA, 1992).

Nas referências

FORTUNA, J. O que é urbanismo. São Paulo: Ática, 1989.

HESPANHA, D. Estudos de urbanismo. São Paulo: Saraiva, 1992.

SANTOS, A. Urbanismo hoje. São Paulo: Saraiva, 1989.

Sistema notas de referência

No texto:

A semiperiferia tornou-se uma categoria analítica de grande operacionalidade para promover estudos sobre a sociedade portuguesa. 1

No rodapé:

1 FORTUNA, J. O que é urbanismo. São Paulo: Ática, 1989. p.12.; SANTOS, A. Urbanismo hoje. São Paulo: Saraiva, 1989. p.89.; HESPANHA, D. Estudos de urbanismo. São Paulo: Saraiva, 1992.

p.45.

6.11 ERROS GRÁFICOS

Quando, numa citação, há erro gráfico ou de outra natureza, deve-se manter o texto original, seguido da expressão latina [sic], que informa ao leitor não se tratar de um engano do autor, e sim a forma como é apresentado o texto no original.

64

“A nossa jovem psicologia recebeu esse velho lagado [sic] da física clássica

que [

]

teve um papel fundamental na construção do saber psicológico” 1 .

No rodapé

1 ABREU, Cristiano Nabuco de. Teoria do apego. São Paulo: Casa do psicólogo, 2005. p.11.

“O manifesto dos professores de 1987 [sic] 1 já nos convidava e alertava sobre a importância do engajamento entusiasmado da classe.” 2

No rodapé

1 Na verdade o manifesto é de 1978.

2 OLIVEIRA, João B. Educação e sociedade. Porto Alegre: Do Autor, 1995. p.36.

Ou

“O manifesto dos professores de 1987 [sic] [na verdade é 1978] já nos convi- dava e alertava sobre a importância do engajamento entusiasmado da classe.” 1

No rodapé

1 OLIVEIRA, João B. Educação e sociedade. Porto Alegre: Do Autor, 1995. p.36.

7 APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS

65
65

Referências são conjuntos padronizados de elementos descritivos, considerados essenciais ou complementares, que permitem a identificação individual, no todo ou em parte, de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de materiais e que tenham sido utilizados para a produção do

trabalho. A NBR 6023 estabelece os elementos a serem incluídos em referências.

É elemento obrigatório mesmo quando se faz uso do sistema de citação de

notas de rodapé, pois reúne, em um só lugar, todo embasamento teórico do trabalho. Todo o autor citado no texto deve constar na lista de referências ao final do trabalho. Não devem ser referenciadas fontes bibliográficas que não foram citadas no texto. Caso haja extrema necessidade de referenciar material bibliográfico sem

alusão explícita no texto, isso deve ser feito após as referências, sob o título “Bibliografia Consultada”.

Para os alunos do curso de Direito, quando o trabalho trouxer muitas citações de legislação e jurisprudência, pode ser feita uma lista em separado da bibliografia, denominada "Legislação e Jurisprudência Consultadas".

A confiança e a credibilidade no conteúdo de um trabalho ficam prejudicadas

quando uma citação da lista de referências não existe, ou quando os dados não conferem.

Citar é como testemunhar um processo. Precisamos estar sempre em condições de retomar o depoimento e demonstrar que é fidedigno. Por isso a Referência Bibliográfica deve ser exata e precisa como também averiguável por todos

6

Os elementos essenciais a serem referenciados são as informações indispensáveis à identificação do documento, estando estritamente vinculados ao seu suporte. Os complementares são informações que facilitam a caracterização dos documentos, podendo ser dispensados. Ao optar pela utilização de elementos complementares, estes devem ser incluídos em todas as referências.

6 ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo, Perspectiva, 1996. p.127.

66

As referências devem ser apresentadas alfabeticamente, com alinhamento pela margem esquerda, e separadas entre si por um espaço simples em branco (NBR 14724), obedecendo aos seguintes critérios:

a) os autores deverão ser referenciados iniciando-se com seu sobrenome em caixa-alta, seguido de seu prenome em caixa-baixa. O prenome pode ser redigido por extenso ou abreviado (apenas a primeira letra), no entanto, dentro do possível, deve haver padrão ao longo de todo o trabalho. Caso opte escrever por extenso, tente fazê-lo ao longo de todo o texto;

Abreviados:

BOURDIEU, P.; CHAMBOREDON, J.; PASSERON, J. El oficio de sociólogo: presupues- tos epistemológicos. México: Siglo Veintiuno, 1994.

CIUCCI, G. et. al. La ciudad americana: de la guerra civil al New Deal. Barcelona: Gustavo Gili, 1975.

ou

Por extenso:

BOURDIEU, Pierre; CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude. El oficio de sociólogo: presupuestos epistemológicos. México: Siglo Veintiuno, 1994.

CIUCCI, Giorgio et al. La ciudad americana: de la guerra civil al New Deal. Barcelona:

Gustavo Gili, 1975.

b) quando a responsabilidade do documento é uma entidade, todo o nome da entidade deve ser registrado em caixa-alta, por extenso, e em ordem direta;

BRASIL. Ministério do Trabalho. Secretaria de Formação e Desenvolvimento Profissional. Educação profissional: um projeto para o desenvolvimento sustentado. Brasília: SEFOR,

1995.

c) os nomes dos autores, pessoais e/ou de entidades, devem ser separados por ponto e vírgula. Quando existirem mais de três autores, indica-se apenas

o primeiro, seguido da expressão et al. (essa abreviatura significa: “e

outros”). A entrada é dada para o autor que estiver em primeiro na indicação

de autoria da obra;

67

MEIRA, Paulo Ricardo; OLIVEIRA, Renato Luiz Tavares. Ética em marketing e o novo consumidor brasileiro: teoria e prática para o administrador responsável. Porto Alegre:

Ed. UniRitter, 2006.

BOURDIEU, Pierre; CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude. El oficio de sociólogo: presupuestos epistemológicos. México: Siglo Veintiuno, 1994.

CIUCCI, Giorgio et al. La ciudad americana: de la guerra civil al New Deal. Barcelona:

Gustavo Gili, 1975.

d) quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra, em coletâneas de vários autores, a entrada deverá ser feita pelo nome do responsável, seguida da abreviação, no singular, do tipo de participação (organizador, compilador, editor, coordenador, etc.), entre parênteses;

COSTA, Bárbara Silva; RUDNICKI, Dani (Org.). Ensino jurídico e realidade prisional:

impressões dos acadêmicos de Direito do UniRitter sobre presídios gaúchos. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2005.

MASCARO, Lucia (Coord.). Tecnologia e arquitetura. São Paulo: Nobel, 1990.

e) quando não existir nenhuma indicação de responsabilidade da publicação, a referência inicia pelo título da obra, usando-se apenas a primeira palavra toda em caixa-alta. Neste caso, não haverá grifo em nenhum elemento, pois o destaque já está no título em caixa-alta;

COLETÂNEA de documentos de Bento Gonçalves da Silva. Porto Alegre: Comissão Executiva do Sesquicentenário da Revolução Farroupilha, 1985.

f) recomenda-se o uso de negrito ou itálico para dar destaque ao título do livro, nome do periódico, etc. Uma vez escolhido um recurso, ele deve ser utilizado em todas as referências do trabalho;

68

GOMES, Leny da Silva; GOMES, Neiva Maria Tebaldi (Org.). Aprendizagem de língua e literatura: gêneros & vivências de linguagem. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2006.

g) título e subtítulo devem ser reproduzidos. São separados por dois pontos, mas só o título deve ser destacado por recurso tipográfico;

CERVO, Amado L; BERVIAN, Pedro A. Metodologia científica: normas. São Paulo:

Prentice Hall, 2002.

h)

a

edição deve ser transcrita utilizando-se abreviaturas dos numerais ordinais

e

da palavra edição, ambas na forma adotada na língua do documento.

 

2.ed. (publicação em português) 5th ed. (publicação em inglês)

 

i)

indicam-se emendas e acréscimos à edição também em forma abreviada.

 
 

5.ed. rev. e aum. 2.ed. atual.

 

j)

deve-se escrever o nome completo do lugar em que o livro tenha sido publicado, sem abreviar. Quando o local de publicação não aparece no documento, utiliza-se a expressão sine loco, abreviada, entre colchetes [s.l.].

k)

o

nome da editora deve ser escrito sem os elementos jurídicos. Quando o

nome da editora não puder ser identificado no documento, deve-se indicar a expressão sine nomine, abreviada, entre colchetes [s.n.].

 

Saraiva (e não Editora Saraiva) Summa (e não Ediciones Summa S.A.)

 

l)

quando o local e o nome da editora não puderem ser identificados na publicação, usa-se ambas as expressões [s.l.: s.n.].

m)

quando a editora é a mesma instituição ou pessoa responsável pela autoria

e já tiver sido mencionada, não é indicada.

69

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Catálogo de teses. Porto Alegre, 1998.

n) quando a editora pertencer a uma instituição de ensino, incluir Ed. antes do nome.

Ed. UniRitter

o) caso nenhuma data de publicação puder ser identificada no item, registra-se uma data aproximada entre colchetes.

[1969?] data provável [1973] data certa, não indicada no item [197-] década certa [197-?] década provável [18--] século certo [ca. 1960] data aproximada

p) quando se referenciam obras de mesma autoria, sucessivamente, na mesma página, podem ser substituídas, nas referências seguintes à primeira, por um traço sublinear (composto por 6 caracteres) e ponto. Assim, quando se tem mesma autoria e mesmo título, de várias edições, ambos os elementos são substituídos por traços sublineares nas referências seguintes à primeira;

SANTOS, Pedro. Introdução ao direito. São Paulo: Saraiva, 1999. Direito romano: uma revisão. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1995. 2.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais 2000.

7.1 MODELO DE REFERÊNCIA PARA LIVROS

SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo (se houver). Edição. Local: Editora, data.

CANEZ, Anna Paula et al. Acervos Azevedo Moura & Gertum e João Alberto: imagem e construção da modernidade em Porto Alegre. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2004.

LOPES, Luiz Martins; VASCONCELLOS, Marcos Antonio Sandoval de (Org.). Manual de macroeconomia: nível intermediário. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2000.

70

tônica. 2.ed. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2000. v.5.

TÍTULO: subtítulo (se houver). Edição. Local: Editora, data. (obra de autoria

desconhecida):

DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1993.

7.2 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CAPÍTULOS DE LIVROS

SOBRENOME, Prenome (do autor do capítulo). Título do Capítulo. In:

SOBRENOME, Prenome (do autor do livro). Título do livro: subtítulo (se houver). Edição. Local: Editora, data. Capítulo, página inicial-página final do capítulo.

BARCELOS, Jorge Luís Pacheco. Animação como ferramenta estratégica do design. In:

MARCHI, Salette (Org.). Design: múltiplos enfoques. Santa Maria: Centro Universitário Franciscano, 2009. p.75-84.

Quando o autor do capítulo for o mesmo do livro por inteiro, pode-se substituir

seu nome por um traço sublinear (composto por 6 caracteres) e ponto.

HILLIER, Frederick S.; LIEBERMAN, Gerard J. Game theory. In:

mathematical programming. 2nd ed. New York: McGraw-Hill, 1995. cap.11, p.514-537.

Introduction to

7.3 MODELO DE REFERÊNCIA PARA DISSERTAÇÕES E TESES

SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo (se houver). Ano. Número de folhas. Indicação de tipo de documento (tese, dissertação, monografia, trabalho de conclusão de curso). Grau (Bacharelado, Licenciatura, Especialização, Mestrado ou Doutorado) e área de concentração, entre parênteses Instituição, local, data de defesa, mencionada na folha de aprovação (se houver).

CANDI, Nestor Rodolfo. Mutação da borboleta: o roteiro audiovisual como gênero literário de transição. 2009. 182 f. Dissertação (Mestrado) - Centro Universitário Ritter dos Reis, Faculdade de Letras, Porto Alegre, 2009.

PEREIRA, Liandra. Percursos de profissionalização docente no ensino superior:

trajetória e renovação na prática pedagógica. 2010. 270 f. Tese (Doutorado) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Programa de Pós-Graduação em Educação, Curitiba,

2010.

71

FELIPPE, Beatriz Tricerri. A construção da docência para o ensino médio: políticas públicas educacionais em ação. 2000. 273f. Dissertação (Mestrado em Educação) Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2000.

7.4 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGOS DE PERIÓDICOS

SOBRENOME, Prenome (do autor do artigo). Título: subtítulo do artigo (se houver). Título do periódico, local, número do volume, número do fascículo, páginas inicial- final, mês e ano.

HALL, Joan Kelly. Classroom interaction and language learning. Ilha do Desterro, Floria- nópolis, n.44, jan./jun. 2003, p.165-187.

PACHECO, Roberto Carlos dos Santos; KERN, Vinícius Medina. Transparência e gestão do conhecimento por meio de um banco de teses e dissertações: a experiência do PPGEP/UFSC. Ciência da Informação, Brasília, v.30, n.3, 2001. DOI 7 : 10.1590/S0100-

19652001000300009

SILVA, Aloísio Firmo Guimarães da. Reflexos da Lei de porte de arma sobre a competência da Justiça Federal. Jus Navigandi, Teresina, ano 2, n.25, jun 1998. Disponível em: <http://jusuol.com.br/revista/texto/1123/reflexos-da-lei-de-porte-de-arma- sobre-a-competencia-da-justiça-federal>. Acesso em: 14 abr. 2003.

7.5 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGO DE JORNAL

SOBRENOME, Prenome (do autor do artigo). Título: subtítulo do artigo. Título do jornal, local, dia mês, ano. Número ou título do caderno, seção ou suplemento, páginas inicial-final.

CLIMA da campanha esquenta. O Globo, Rio de Janeiro, 5 jun. 2006, 1. Caderno, p.17.

ROCHA, Patrícia. Com os pés no chão: bailarinos e coreógrafos são obrigados a ter ou- tras atividades para se sustentar. Zero Hora, Porto Alegre, 29 abr. 2002. Segundo Cader- no, p.6.

NASCIMENTO, Carla. Leka deseja que sucesso do “Big Brother” acabe logo. Folha Onli- ne. 06 maio 2002. Disponível em: <http://www.folha.com.br/folha/ilustrada>. Acesso em:

06 mar. 2002.

7.6 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ENTREVISTAS

7 Quando se usa o DOI não é necessário informar o URL e a data de acesso.

72

Entrevistas não publicadas:

AUTORIA. (entrevistado). Ementa da entrevista. Local, data.

MARIA, Joaquim. Entrevista concedida a João de Deus. São Paulo, 20 out. 2002.

Entrevistas publicadas:

AUTORIA. (entrevistado). Título da entrevista. Referenciação do documento. Nota indicativa da entrevista.

FIUZA, R. O ponto de lança. Veja, São Paulo, n.1569, 24 fev. 1999. p.11-13. Entrevista concedida a Consuelo Dieguez.

Entrevistas publicadas em meio eletrônico:

AUTORIA. (entrevistado). Título da entrevista. Referenciação do documento. Nota

indicativa da entrevista. Indicação de publicação.

BÜNDCHEN, Gisele. Gisele Bündchen. GNT Fashion, 17 jun. 2009. Vídeo em meio eletrônico (7min20s), son., color. Entrevista concedida à Lilian Pacce. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=fpY0nCcr-Hs&NR=1>. Acesso em: 26 abr.

2011.

7.7

MODELO DE REFERÊNCIA PARA PALESTRAS

AUTOR. Título da palestra. Ano em que foi proferida. Palestra realizada LOCAL em DATA.

CARVALHO, I. C. L.; PEROTA, M. L. L. R. Estratégia de marketing aplicada à área da Biblioteconomia. 1989. Palestra realizada no Instituto Brasileiro de Ciência e Tecnologia em 29 out. 1989.

7.8 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ANOTAÇÕES DE AULA 8

AUTOR. Título do material. Data. Extensão do material. Nota de tipo de material.

8 “Apostilas e anotações de aula não são fontes que mereçam grande consideração; por isso, são rejeitadas quase sempre como fundamentação de um argumento.” (MEDEIROS, 2002, p.192)

73

MACARIO, C. G. do N.; CAMARGO, F. B. Estudos de metodologias para produção de componentes. 1991. 54p. Apostila.

PEROTA, M. L. R. Representação descritiva. 1994. 55f. Notas de aula.

7.9 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONGRESSOS E OUTROS EVENTOS

CIENTÍFICOS CONSIDERADOS NO TODO

NOME DO CONGRESSO, número, ano, local de realização. Título: subtítulo da publicação (se houver). Local: Editora, data. Número de páginas ou volumes.

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrôni-

cos

Acesso em: 21 jan. 2000.

Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais /htm>.

7.10 MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRABALHOS PUBLICADOS EM ANAIS

DE EVENTOS

SOBRENOME, Prenome (do autor do trabalho). Título. In: NOME DO EVENTO,

número do evento, data, local. Anais evento, data. Páginas inicial-final.

Local: Instituição em que se realizou o

TEMPLE, Giovana; POKER, José Geraldo A. B. Inteligência artificial e o Direito. In: SEMI-

NÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2., 2000. Anais pides Soares da Rocha, 2000. p.55-65.

Marília: Fundação de Ensino Euri-

SILVEIRA, André Luis Marques da; GOMES, Leny da Silva. Ambiente de aprendizagem para leitura e interação. In: SEMANA DE EXTENSÃO, PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO,

5., 2009, Porto Alegre. Anais eletrônicos

Porto Alegre: UniRitter, 2009. 1 CD-ROM.

7.11 MODELO DE REFERÊNCIA PARA LEGISLAÇÃO 9

NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Número da Lei e data da publicação. Indicação de publicação que divulgou a Lei (quando houver) e outros dados da publicação, como volume, número, páginas e ano.

BRASIL. Lei n. 11.340, de 7 de agosto de 2006. Disponível em:

<https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11340.htm>. Acesso em:

11 jan. 2011.

9 O UniRitter adaptou a orientação da norma.

74

BRASIL. Decreto 11.340, de 15 de janeiro de 1943. Disponível em:

<http://www6.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=11097&tipoDocumento=

DEC&tipoTexto=PUB>. Acesso em: 12 jan. 2011.

Exemplo de Projeto de Lei:

BRASIL. Projeto de Lei n. 8.035 de 2010. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Projetos/PL/2010/msg701-101215.htm>. Acesso em:

12 jan. 2011.

Exemplos em publicação impressa:

BRASIL. Decreto-Lei n. 2.481, de 3 de outubro de 1988. Diário Oficial da República Fe- derativa do Brasil, Poder Executivo. Brasília, 4 out. 1988. Seção 1, p.19291-19292.

BRASIL. Lei n. 9.887, de 7 de dezembro de 1999. Diário Oficial da República Federati- va do Brasil. Brasília, 8 dez. 1999. Disponível em:

<http://www.in.gov.br/MP.leis/leis.texto.asp?id=LEI%209887>. Acesso em: 22 dez. 1999.

7.12 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONSTITUIÇÕES

PAÍS, ESTADO. Constituição (data de promulgação). Título: subtítulo (se houver). Local: Editora, ano de publicação. Número de páginas ou volumes.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: promul- gada em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4.ed. São Pau- lo: Saraiva, 1990. 168p. (Série Legislação Brasileira).

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm>. Acesso em: 16 mar. 2011.

7.13 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CÓDIGOS

PAÍS. Título do código: subtítulo (se houver). Notas (se houver). Edição. Local:

Editora, data. Páginas. (Série ou Coleção)

BRASIL. Código Civil. Organização dos textos, notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. 46.ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

75

7.14 MODELO DE REFERÊNCIA PARA VADE-MÉCUNS 10

Título. Número de edição. Local: Editora, ano de publicação. Número de páginas. (Nome da série e/ou coleção, número).

Vade-mécum: Saraiva. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2007.

7.15 MODELO DE REFERÊNCIA PARA JURISPRUDÊNCIA 11

NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Órgão judiciário competente. Tipo e número do documento. Partes envolvidas. Nome do relator precedido da palavra “Relator”. Data (dia, mês, ano). Indicação da publicação.

Exemplos na internet:

RIO GRANDE DO SUL. Tribunal de Justiça. Apelação Crime 70039495015. Apelante:

Jacson da Silva Luz; Geverson Luiz Silva. Apelado: Ministério Público do Estado. Relator:

em:

Des.

<http://google4.tjrs.jus.br/search?q=cache:www1.tjrs.jus.br/site_php/consulta/consulta_proce

sso.php%3Fnome_comarca%3DTribunal%2Bde%2BJusti%25E7a%26versao%3D%26versa

o_fonetica%3D1%26tipo%3D1%26id_comarca%3D700%26num_processo_mask%3D70039

495015%26num_processo%3D70039495015%26codEmenta%3D3930394+acord%C3%A3o

+6&site=ementario&client=buscaTJ&access=p&ie=UTF-

8&proxystylesheet=buscaTJ&output=xml_no_dtd&oe=UTF-

8&numProc=70039495015&comarca=Comarca+de+Bom+Jesus&dtJulg=16-12-

2010&relator=Nereu+Jos%E9+Giacomolli>. Acesso em: 11 jan. 2011.

Nereu

José

Giacomolli.

Porto

Alegre,

16

dez.

2010.

Disponível

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula n. 14. Disponível em:

<http://www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF.html>. Acesso em: 29 nov. 2007.

Exemplos em publicação impressa:

Lex:

BRASIL. Tribunal Regional Federal (5. Região). Apelação cível n. 42.441-PE (94.05.01629-6). Apelante: Edilemos Mamede dos Santos e outros. Apelada: Escola Téc- nica Federal de Pernambuco. Relator: Juiz Nereu Santos. Recife, 4 de março de 1997. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v.10, n.103, p.558- 562, mar. 1998.

10 A legislação deve ser citada a partir de suas fontes primárias, como os diários oficiais. O SICON (do Senado Federal) e a página da Presidência da República também são fontes confiáveis e recomendadas.

11 O UniRitter adaptou a orientação da norma.

76

BRASIL. Superior Tribunal Federal. Ação Rescisória

RJ. Manoel da Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro. Relator: Ministro Barros Monteiro. DJ, 20 nov. 1989. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v.2, n.5, jan.

Acórdão em ação rescisória n. 75-

1990. p.7-14.

Periódico:

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Recurso em Mandado de Segurança n. 76.087- 0/SP. Recorrente: Solange do Couto Melo. Recorrido: Carlos Pierucci do Espirito Santo. Relator: Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira. Brasília, 3 de março de 1998. Revista Fo- rense, v.344, ano 94, p.322-325, out./dez. 1998.

Livro:

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula n. 14. In:

Associação dos Advogados do Brasil, 1994, p.16.

Súmulas. São Paulo:

7.16 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PORTARIAS

ENTIDADE COLETIVA RESPONSÁVEL PELO DOCUMENTO. Ementa (quando houver). Tipo de documento, número e data (dia, mês e ano). Publicação que transcreveu e seus dados (conforme referência de periódico, livro, etc.).

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DESPORTO. Portaria n. 322, de 16 de abril de 1998. Disponível em : <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/port322_99.pdf>. Acesso em 12 jan. 2011.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DESPORTO. Portaria n. 322, de 16 de abril de 1998. Consulex: leis e decisões, Brasília, v.2, n.18, jun. 1998.

7.17 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PARECERES

SOBRENOME, Prenome (pessoa ou instituição). Ementa. Tipo e número do parecer. Relator (se entrar pelo nome do órgão). Data do parecer. Dados da publicação que transcreveu o parecer.

BAPTISTA, Luiz Olavo. Comissão de Intermediação (“Flat Fee”) – Exame da legalidade do pagamento e de sua fixação em empréstimo externo. 4 jun. 1984. Revista dos Tribunais, São Paulo, v.595, p.49-62, maio 1985.

77

Parecer de Projeto de Lei 12 :

BRASIL. Câmara dos Deputados. Projeto de Lei nº 1.876/99. Parecer do relator deputa- do federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Brasília, DF, 08 jun. 2010. 270f. Disponível em:

<http://www.camara.gov.br/sileg/integras/777725.pdf>. Acesso em: 09 ago. 2010.

7.18 MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRATADOS INTERNACIONAIS

Também referidos como: convenção, estatuto, carta, protocolo, ato, acordo (GHERADI, 2005). Nas referências, indique o título do tratado na língua portuguesa (se houver) e por extenso.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Convenção de Viena sobre os Direitos dos Tratados, 22 maio 1969. Disponível em: <http://www.un.org/law/ilc/texts/treaties.htm>. Acesso em: 15 abr. 2005.

ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO. Convenção 158, de 1982. Conven- ção sobre terminação da relação de trabalho. Disponível em: <http://www.ilo.org>. Acesso em: 19 ago. 2005.

7.19 MODELO

DE

REFERÊNCIA

INQUÉRITO (CPI)

PARA

COMISSÃO

PARLAMENTAR

DE

BRASIL. Congresso. Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Correios. Transcrição literal das notas taquigráficas da oitiva do depoente Sr. Luiz Gushiken. 2005. Disponí- vel em: <http://www.cpmidoscorreios.org.br/depoimentos/luiz_gushiken14SET.htm>. Aces- so em: 10 nov. 2008.

7.20 MODELO

DE

REFERÊNCIA

ENCICLOPÉDIAS

PARA

VERBETES

DE

DICIONÁRIOS

E

CUSTEIO. In: ENCICLOPÉDIA e dicionário internacional. Rio de Janeiro: W. M. Jackson, 1983. v.6, p.32-37.

BOSSA-NOVA. In. SADIE, Stanley (Ed.). Dicionário grove de música: edição concisa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994. p.124-125.

12 Modelo baseado em orientações da Biblioteca do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.

78

OLIVEIRA, Bianca de. Twitter. In: Dicionário informal da internet. Porto Alegre: Do Autor, 2011. p.50.

7.21 MODELO DE REFERÊNCIA PARA FITAS DE VÍDEO / DVD / CD

O NOME da rosa. Direção: Jean-Jacques Annaud; Produção: Bernd Eichinger. São

Paulo: Warner Home Video, 2004. 1 DVD (131 min.), widescreen, son. color.

FAYOL: como administrar. Produção Salenger Films. São Paulo: Siamar, [2000]. 1 video- cassete (14 min.), VHS, son. color.

NÚCLEO de Comunicação e Computação Gráfica. Convênio da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre com a Faculdade Ritter dos Reis: delimitações das áreas espe- ciais. Porto Alegre: Núcleo de Comunicações e Computação Gráfica, 2001. 1 CD-ROM.

7.22 MODELO DE REFERÊNCIA PARA E-MAILS E LISTAS DE DISCUSSÃO

AUTOR da mensagem. Assunto da mensagem [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <e-mail do destinatário> em data de recebimento (dia, mês e ano).

E-mail 13 :

LIMA JUNIOR, José. Influência da cultura organizacional em processos de mudança

[mensagem pessoal]. Mensagem recebida por: <malurigo@uniritter.edu.br> em 20 set.

2007.

Lista de Discussão:

BIOLINE Discussion List. List maintained by The Bases de Dados Tropical, BDT in Brasil. Disponível em: <liserv@bdt.org.br>. Acesso em: 25 out. 2007.

7.23 MODELO DE REFERÊNCIA PARA DESENHOS TÉCNICOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Núcleo

de Pesquisa e Extensão. Mapa de saneamento, n. 18/28. Pelotas, 2001. 28f. Plantas di-

versas. originais em papel vegetal.

7.24 MODELO DE REFERÊNCIA PARA EXPOSIÇÕES, FEIRAS ARTÍSTICAS,

CULTURAIS, E ARQUITETÔNICAS

13 As mensagens que circulam por intermédio de correio eletrônico têm caráter informal, interpessoal e efêmero, não sendo recomendável seu uso como fonte científica de pesquisa.

79

WERLE, Guilherme. Eviscerações. Porto Alegre: 2001. 20p. Catálogo de exposição, 04 de maio 02 de jul. 2001, Casa de Cultura Mário Quintana, Rua dos Cataventos.

7.25 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PROJETOS DE ARQUITETURA

LEVI, Rino. Edifício Columbus de propriedade de Lamberto Ramengoni à Rua da Paz esquina da Avenida Brigadeiro Luiz Antonio: n. 1930. 108f. Plantas diversas. Originais em papel vegetal e manteiga.

DATUM CONSULTORIA E PROJETOS. Hotel Porto do Sol São Paulo: ar condiciona- do e ventilação mecânica: fluxograma hidráulico, central de água gelada. 15 jul. 1996. Projeto final. Desenhista: Pedro. N. da obra: 1744/96/Folha 10.

7.26 MODELO DE REFERÊNCIA PARA MAPAS

RIO GRANDE DO SUL. Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem. Mapa geral do Estado do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2005. 1 mapa: 78 x 57cm. Escala:

1:800.000.

8 CONSIDERAÇÕES FINAIS

80
80

Antes de finalizar o trabalho, preste atenção nos seguintes detalhes:

a) revisar os espaços entre as citações longas e os parágrafos (sempre um espaço 1,5 em branco entre parágrafo-citação-parágrafo);

Dica Word (versão 2010) – usar o recurso “Mostrar tudo”, na aba Página inicial, botão com o símbolo ¶ para mostrar as marcas de parágrafos e outras formatações ocultas

b) revisar a numeração progressiva;

c) inserir os elementos pré-textuais e pós-textuais obrigatórios (capa, folha de rosto, referências);

d) fazer a capa padrão UniRitter em arquivo separado (como ela não é regida pela ABNT não entra na contagem de páginas);

e) inserir e fazer ajustes estéticos no Sumário;

f) eliminar as redundâncias das notas de rodapé através das expressões latinas (apenas no final para não perder as referências em mudanças de página);

g) alinhar as notas de rodapé pela primeira letra de cada nota, dando destaque ao número sequencial das mesmas;

h) inserir números de páginas iniciando em zero (a contagem de páginas inicia apenas na folha de rosto);

i) esconder o número de página nas folhas onde iniciam os grandes capítulos do trabalho (a forma inserida para esconder o número das páginas se move ao dar Enter); este recurso não é obrigatório, mas é esteticamente recomendável.

As orientações apresentadas neste manual são referência obrigatória tanto para professores quanto para alunos, pois se baseiam nas normas estabelecidas pela ABNT. Caso sua demanda não seja atendida (falta de exemplos, explicação pouco clara, entre outros), solicitamos que entre em contato com a Biblioteca de sua unidade através de e-mail ou MSN, nos seguintes endereços:

81

A biblioteca possui uma equipe de bibliotecários, disponível durante todo o período de funcionamento da Instituição, para esclarecer dúvidas que ainda persisti- rem após a consulta deste manual. Os cursos também disponibilizam plantões tira- dúvidas com professores das disciplinas de metodologia científica.

REFERÊNCIAS

82
82

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Catalogação na publicação de monografias: NBR 12899. Rio de Janeiro, 1991.

Citações em documentos: NBR 10520. Rio de Janeiro, 2002.

Índice: NBR 6034. 2.ed. Rio de Janeiro, 2004.

Livros e folhetos: NBR 6029. 2.ed. Rio de Janeiro, 2006.

Normas para datar: NBR 5892. Rio de Janeiro, 1989.

Numeração progressiva das seções de um documento escrito: NBR 6024. Rio de Janeiro, 2003.

Ordem alfabética: NBR 6033. Rio de Janeiro,1989.

Preparação de folha de rosto de livro: NBR 10542. Rio de Janeiro, 1988.

O que é normalização. [Rio de Janeiro, 2011]. Disponível em:

<http://www.abnt.org.br/m3.asp?cod_pagina=931>. Acesso em: 28 abr. 2011.

Referências: NBR 6023. Rio de Janeiro, 2002.

Resumo: NBR 6028. Rio de Janeiro, 2003.

Sumários: NBR 6027. Rio de Janeiro, 2003.

Trabalhos acadêmicos: NBR 14724. 3.ed. Rio de Janeiro, 2011.

BRASIL. Senado Federal. Manual de elaboração de textos. Brasília: Senado Fede- ral, Consultoria Legislativa, 1999. Disponível em:

<http://www.senado.gov.br/senado/conleg/manualdeelaboracaodetextos.pdf>. Aces- so em: 17 set. 2010.

COLZANI, Valdir Francisco. Guia para redação do trabalho científico. 2.ed. Curiti- ba: Juruá, 2006.

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1996.

FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. Normas de apresentação ta- bular. 3.ed. Rio de Janeiro, 1993.

HOUAISS, A. Elementos de bibliologia. Rio de Janeiro: INL, 1967.

MEDEIROS, João Bosco. Manual de redação e normalização textual: técnicas de

83

editoração e revisão. São Paulo: Atlas, 2002.

Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. São Paulo: Atlas, 2004.

MEDEIROS, Nicéia Lage de. Fórum de normalização: padronização, estilo e revi- são do texto científico: perguntas, respostas, discussões e questionamentos sobre ABNT, teses, dissertações, monografias, livros, artigos científicos --. Belo Horizonte:

Fórum, 2007. Disponível em:

<http://www.editoraforum.com.br/sist/diabiblioteca/ebook_bibliotecario1.pdf>. Acesso em: 17 set. 2010.

NEGRA, Carlos Alberto Serra; NEGRA, Elizabete Marinho Serra. Manual de traba- lhos monográficos de graduação, especialização, mestrado e doutorado. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2004.

OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica: projetos de pesqui- sas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS. Pró-Reitoria de Gra- duação. Sistema de Bibliotecas. Padrão PUC Minas de normalização: normas da ABNT para apresentação de trabalhos científicos, teses, dissertações e monografi- as. Belo Horizonte, 2008. Disponível em: <http://www.pucminas.br/ biblioteca>. Acesso em: 21 jun. 2010.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Sistema de bibliotecas. Instituto Parana- ense de Desenvolvimento Econômico e Social IPARDES. Normas para apresen- tação de documentos científicos. Curitiba: Ed. da UFPR, 2003. 10v.

84
84

APÊNDICE A- Atualizações da NBR 14724

A NBR 14724 Apresentação de trabalhos acadêmicos foi atualizada em março de 2011. As alterações referem-se aos seguintes itens:

de 2011. As alterações referem-se aos seguintes itens: Texto e títulos devem ser digitados em fonte

Texto e títulos devem ser digitados em fonte 12, inclusive capa, usando-se fonte 10 para citações longas, notas de rodapé, paginação, ficha catalográfica e legendas das ilus- trações

ficha catalográfica e legendas das ilus- trações fonte 14 para os títulos Apresentação da epígrafe

fonte 14 para os títulos

e legendas das ilus- trações fonte 14 para os títulos Apresentação da epígrafe deverá obedecer à

Apresentação da epígrafe deverá obedecer à NBR 10520

de apresentação livreApresentação da epígrafe deverá obedecer à NBR 10520 Apresentação da errata: o cabeçalho deve ser em

Apresentação da errata: o cabeçalho deve ser em formato de referênciadeverá obedecer à NBR 10520 de apresentação livre de apresentação livre Identificação das ilustrações

da errata: o cabeçalho deve ser em formato de referência de apresentação livre Identificação das ilustrações

de apresentação livre

deve ser em formato de referência de apresentação livre Identificação das ilustrações (título) na parte

Identificação das ilustrações (título) na parte superior

na parte inferior

ilustrações (título) na parte superior na parte inferior Utilização do verso e anverso das folhas para

Utilização do verso e anverso das folhas para os elementos textuais e pós-textuais

na parte inferior Utilização do verso e anverso das folhas para os elementos textuais e pós-textuais

apenas anverso

85

85 Possibilidade de utilização de papel reciclado apenas papel branco Espacejamento das referências deverá ser de

Possibilidade de utilização de papel reciclado

85 Possibilidade de utilização de papel reciclado apenas papel branco Espacejamento das referências deverá ser de

apenas papel branco

Espacejamento das referências deverá ser de um espaço simples em brancode utilização de papel reciclado apenas papel branco dois espaços simples Espacejamento das seções e

dois espaços simplesdas referências deverá ser de um espaço simples em branco Espacejamento das seções e subseções deverá

ser de um espaço simples em branco dois espaços simples Espacejamento das seções e subseções deverá

Espacejamento das seções e subseções deverá ser de um espaço entre as linhas de 1,5 linha

deverá ser de um espaço entre as linhas de 1,5 linha dois espaços 1,5 linha O

dois espaços 1,5 linha

O restante das mudanças limitam-se a uma nova redação de alguns trechos e inclusão de exemplos.