Você está na página 1de 5

A influência da

música na saúde
mental
Jul 31, '08 12:18 PM
for everyone
ysahdsalloum

Premium Account

• Photos of Yara
• Personal Message
• RSS Feed [?]

• Report Abuse

Category:
Other

A influência da música na saúde mental

19|04|07 • A música se destaca dentre as expressões artísticas,


desde os primórdios da narrativa bíblica. No século VI a.C.
Pitágoras afirmava: "A música e a dieta são os dois principais meios
de limpar a alma e o corpo e manter a harmonia e a saúde de todo
organismo".

Nada no planeta "escapa" aos efeitos da música. Ela interfere em


tudo que se refere aos seres vivos: na digestão, na produção de
secreções, na circulação sangüínea, nas batidas cardíacas, na
respiração, nutrição, etc... nas inteligências.

O alemão Tartchanoff, especialista nos fenômenos cerebrais,


provou que "A música exerce poderosa influência sobre a atividade
muscular, que aumenta ou diminui, de acordo com o ritmo, o
volume, o estilo, em qualquer atividade".

Os sons são dinamogênicos, isto é, aumentam a energia muscular


em função de sua intensidade e ritmo. Ou o inverso: a música pode
paralisar. O uso errado da música encurta a vida e, corretamente
usada, ajuda a preservá-la. As batidas cardíacas podem ser
reguladas ou transtornadas pelos sons musicais. O rock, por
exemplo, faz mal à saúde física e mental e vicia, tanto quanto
qualquer droga química. Um rock-dependente submetido a um
tratamento de desintoxicação mental demora a curar a desarmonia
no seu metabolismo.

Já os ritmos harmoniosos são estimulantes, sedativos, ajudam a


recuperar o sono e fixam a memória. A medicina usa a música na
terapia de: partos, cirurgias, tratamentos dentários etc. Empresas
entretêm pacientes em sala de espera com música suave,
neutralizando a ansiedade.

Médicos de Los Angeles, EUA, selecionam músicas para relaxar no


tratamento de pacientes com dores. No Brasil, a música já é usada
na recuperação de doentes terminais.

Há muito, sabe-se que a música estimula a produção no trabalho.


Em restaurantes, ela estimula o apetite, o romantismo, a
confraternização, as comemorações. Nos quartéis, desperta o
espírito cívico. A Bíblia conta, por exemplo, que o rei Jeosafá usou
um grandioso coral e uma banda de música para intimidar o inimigo
(2 Cr 20). Ganhou a batalha!

Shakespeare dizia que a música: "Presta auxílio a mentes


enfermas, arranca da memória uma tristeza arraigada, arrasa as
ansiedades escritas no cérebro e, com seu doce e esquecedor
antídoto, limpa o seio de todas as matérias perigosas que pesam
sobre o coração".

Para cada ambiente, há ritmos, sons e volumes apropriados.


Porém, o volume acima de 70 decibéis, segundo órgãos
internacionais de saúde, pode causar espasmos e lesões cerebrais
irreversíveis. Mais de 90 decibéis, e o excesso sonoro e rítmico
calcificam parcialmente o cérebro, bloqueando a memória.

A epilepsia musicogênica resulta do excesso de ruídos musicais,


incluindo convulsões. A lesão produzida pelo mau uso do som pode
até matar, se a vítima não for adequadamente tratada. Desde o
quarto mês de gestação, os bebês já podem ouvir. A ansiedade de
uma grávida onde o som ultrapassa limites seguros é percebida e
registrada pelo feto.

Hoje, muitos jovens têm problemas de audição comuns em idosos,


o que explica o volume exagerado de músicas em festas e cultos.
Isso leva a sons cada vez mais altos. Outros efeitos negativos são
irritabilidade, memória confusa, baixa aprendizagem, baixa auto-
estima, insônia, cefaléia, vômitos, impotência, morte etc.

Na Alemanha, um estudo revelou que 70 decibéis sistemáticos de


música causam constrição vascular - mortal, se as artérias
coronárias já estiverem estreitadas pela arteriosclerose. É comum o
mal-estar súbito em pessoas durante festas em que a música é
uma arma. Por outro lado, a música sensibiliza, entusiasma,
fortalece a memória, consola; tranqüiliza, desperta a atenção,
estimula a inteligência.

Nos céus de Belém, anjos cantaram na noite em que a 'internet' de


Deus se abriu à humanidade e o 'data-show' celestial revelou as "...
novas de grande alegria..." (Lc 2.10).

Ivone Boechat é Mestre em Educação e PhD em Psicologia da


Educação pela Wisconsin International University, nos EUA

Tags: influência, música, saúde, mental


Prev: Em teu coração desabrocha
Next: É Tempo De Paz
reply share
reply
lucielain
eandreat
ti wrote
on Jul
31, '08
Respond
i um post
agora
pouco de
outro
amigo,
sobre
música.
O corpo
se
alimenta
de
coisas
mastigáv
eis, e a
alma de
coisas
imateriai
s, e a
música
de uma
forma
geral
podemos
consider
ar um
verdadei
ro
alimento
da alma.

Música
pra mim
é
tudo......
adoro e
escuto
de tudo
sou bem
eclética.

beijokas
e ótima
tarde pra
vc.

reply