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Tecnologia de componentes

Resistências

António Henriques

Resistências

No final da unidade, deve conseguir:


B Identificar os vários tipos de resistências;

B Caracterizar os vários tipos de resistências, através da consulta de


catálogos;

B Identificar as caraterísticas de resistências, através dos códigos de


marcação;

B Verificar o valor de resistências, utilizando o multímetro;

B Descrever as causas possíveis de avarias em resistências.


Resistências

Classificação (1)

Não bobinadas
Resistências fixas lineares
Bobinadas

Potenciómetros

Resistências variáveis Reóstatos

Resistências de ajuste (Trimmers)

Termístores (PTC e NTC)

Resistências não lineares Varístores (VDR)

Fotorresistências (LDR)

Resistências

Classificação (2)

Montagem

inserção

smd
(componentes
de montagem
em superfície)
Resistências

Classificação (3)
Materiais Aglomerado de carbono
Mistura de pó de carbono, baquelite e um aglomerante.
Moldadas por um tubo de baquelite.

Filme de carbono
Película de carbono depositada sobre uma vareta de cerâmica.

Filme metálico
Película metálica depositada sobre uma vareta de cerâmica.

Filme de oxido metálico


Película de oxido metálico depositada sobre uma vareta de
cerâmica.
Bobinadas
Fio de material resistivo enrolado sobre um suporte cerâmico
cilíndrico.

Resistências

Símbolos gráficos
Publicação CEI 117 - 6
Resistência
variável com a
Resistência
Resistência temperatura.
ajustável
valor fixo Coeficiente de
(trimmer)
temp. positivo
- PTC

Resistência
Resistência
Potenciómetro variável com a
pura
tensão - VDR

Resistência
variável com a
Resistência
Resistência temperatura.
-tº variável com a
variável Coeficiente de
luz - LDR
temp. negativo
- NTC
Resistências

Características:
B Resistência nominal;

B Tolerância;

B Coeficiente de temperatura;

B Potência nominal;

B Tensão máxima / Resistência crítica;

B Comportamento em alta frequência;

B Ruído.

Resistências

Resistência nominal (1)


O valor óhmico da resistência depende das características do material
(resistividade) e da sua geometria (l/S)

R – Resistência [Ω]
ρ – Resistividade, propriedade do material [Ω]
l – Comprimento [cm]
S – Secção de condução (t x d) [cm2]
O valor da resistência exprime-se em Ohm [Ω]; é usual o recurso aos
múltiplos KΩ (103 Ω) e MΩ (106Ω).
Resistências

Resistência nominal (2)


O IEC (Comité Electrotécnico Internacional), a EIA (Electronic Industries
Alliance) e outras organizações de normalização definiram os valores standard
com que são fabricadas as resistências. Estes valores estão agrupados em
conjuntos designados por Séries.

O quadro mostra o exemplo de três Séries: E6, E12, E24 e E48. Estes valores
multiplicados por uma potência de 10 dão-nos os valores possíveis que se
podem encontrar para as resistências.

Por exemplo: 22x100=22Ω,

22x101=220Ω

22x102=2,2KΩ

Resistências

Resistência nominal (3)


Valores normalizados das Séries E6, E12, E24 e E48.

E6 10 15 22 33 47 68

E12 10 12 15 18 22 27 33 39 47 56 68 82

E24 10 11 12 13 15 16 18 20 22 24 27 30 33 36 39 43 47 51 56 62 68 75 82 91

100 105 110 115 121 127 133 140 147 154 162 169

178 187 196 205 215 226 237 249 261 274 287 301
E48
316 332 348 365 383 402 422 442 464 487 511 536

562 590 619 649 681 715 750 787 825 866 909 953
Resistências

Tolerância
A tolerância indica-nos o intervalo de valores à volta do valor nominal que a
resistência pode tomar.
As tolerâncias também são normalizadas e estão associadas às séries:

E3 50% de tolerância 15 18 22 27 33 39

E6 20% de tolerância 16,2 19,8 24,2 24,3 29,7 36,3


Alguns valores da série E12 - Tolerância ±10%
E12 10% de tolerância
E24 5% de tolerância 15 16 18 20 22 24 27 30 33 36 39

E48 2% de tolerância
E96 1% de tolerância Alguns valores da série E24 - Tolerância ±5%

E192 0.5, 0.25, 0.1% de tolerância.

Resistências

Coeficiente de temperatura (1)


A resistividade eléctrica de um material é uma função da temperatura, logo o
valor óhmico de uma resistência varia com a temperatura.

∆R R2 – R1
α= = [K -1] Considerando α = const.
R∆Τ R1(t2 – t1)

R(T) = RN [1 + α ( T – TN )]
α – coeficiente de temperatura
R(T) – resistência à temperatura T
RN – resistência nominal à temperatura de 25 ºC
T – temperatura
TN – temperatura de 25 ºC
Resistências

Coeficiente de temperatura (2)


Os fabricantes indicam normalmente o valor do coeficiente de temperatura
(TCR) em ppm/ºK; o valor da resistência para uma dada temperatura é
dado pela expressão:
R = Rnom [1 + ppm x 10-6(TA - Tref)]
em que Rnom define o valor nominal da resistência à temperatura de
referência, Tref .

Uma resistência com um TCR de 100 ppm aumenta o seu valor em 0.1%,
quando a temperatura aumenta 10 ºC, e 1% quando a temperatura
aumenta 100 ºC.

Resistências

Códigos de marcação (1)


Código de cores
Coeficiente de
Cor "A" "B" "C" Multiplicador "D" Tolerância "E"
Temperatura "F"
Preto 0 0 0 1
Castanho 1 1 1 10 ±1% 100 ppm
Vermelho 2 2 2 100 ±2% 50 ppm
Laranja 3 3 3 1k 15 ppm
Amarelo 4 4 4 10k 25 ppm
Verde 5 5 5 100k ±0.5%
Azul 6 6 6 1M ±0.25%
Violeta 7 7 7 10M ±0.1%
Cinzento 8 8 8
Branco 9 9 9
Dourado 0.1 ±5%
Prateado 0.01 ±10%

4 bandas – AB x D ± E %
5 bandas – ABC x D ± E %
6 bandas – ABC x D ± E %, F
Resistências

Códigos de marcação (2)


Código de cores

27x102 ± 5% , 2.7 KΩ

15x104 ± 2% , 150 KΩ

237x100 ± 1% , 237 Ω

174x102 ± 0.5% , 17.4 KΩ

562x103 ± 0.25% , 562 KΩ , CT – 100 ppm º C-1

Resistências

Códigos de marcação (3)


Código alfanumérico
Os caracteres “R”, “K” e “M” substituem o separador decimal num número
composto por dois ou três dígitos.

Código numérico
É usada uma sequência de três ou quatro dígitos em que o último é o expoente
do factor de multiplicação (potência de 10).

B C D F G J K M
Tolerância
± 0.10% ± 0.25% ± 0.5% ± 1% ± 2% ± 5% ± 10% ± 20%

Coeficiente de Y D C Z G X
temperatura
[ppm/ºC] 15 25 50 100 150 250
Resistências

Códigos de marcação (4)

0.47 Ω ± 20%

100 Ω ± 10%

27 KΩ ± 10%

1.5 MΩ ± 5%

4.7 Ω ± 5%

10 x 103 Ω, 10 KΩ

330 Ω ± 2%

Resistências

Códigos de marcação (5)


Valores normalizados para resistências S.M.D.

Códigos EIA-96, tolerância 1%


Cód. Valor Cód. Valor Cód. Valor Cód. Valor Cód. Valor Cód. Valor Cód. Valor Cód. Valor
01 100 13 133 25 178 37 237 49 316 61 422 73 562 85 750
02 102 14 137 26 182 38 243 50 324 62 432 74 576 86 768
03 105 15 140 27 187 39 249 51 332 63 442 75 590 87 787
04 107 16 143 28 191 40 255 52 340 64 453 76 604 88 806
05 110 17 147 29 196 41 261 53 348 65 464 77 619 89 825
06 113 18 150 30 200 42 267 54 357 66 475 78 634 90 845
07 115 19 154 31 205 43 274 55 365 67 487 79 649 91 866
08 118 20 158 32 210 44 280 56 374 68 499 80 665 92 887
09 121 21 162 33 215 45 287 57 383 69 511 81 681 93 909
10 124 22 165 34 221 46 294 58 392 70 523 82 698 94 931
11 127 23 169 35 226 47 301 59 402 71 536 83 715 95 953
12 130 24 174 36 232 48 309 60 412 72 549 84 732 96 976
Resistências

Códigos de marcação (6)


Valores normalizados para resistências S.M.D.
Tolerância Multiplicador
2% 5% 10 % Y ou R 10-2
Cód. Valor Cód. Valor Cód. Valor Cód. Valor Cód. Valor
X ou S 10-1
01 100 13 330 25 100 37 330 49 100
A 100
02 110 14 360 26 110 38 360 50 120
03 120 15 390 27 120 39 390 51 150 C 102

04 130 16 430 28 130 40 430 52 180 D 103


05 150 17 470 29 150 41 470 53 220 101
B
06 160 18 510 30 160 42 510 54 270
E 104
07 180 19 560 31 180 43 560 55 330
F 105
08 200 20 620 32 200 44 620 56 390
09 220 21 680 33 220 45 680 57 470
Resistências com tolerância de 1 %: a
10 240 22 750 34 240 46 750 58 560 letra relativa ao multiplicador vem
11 270 23 820 35 270 47 820 59 680 depois do código.
12 300 24 910 36 300 48 910 60 820 Resistências com tolerâncias de 2 %,
5 % e 10 %: a letra relativa ao
multiplicador antecede o código.

Resistências

Códigos de marcação (7)

22 → 165
1% 165 Ω ± 1%
A → 100
43 → 274
1% 2,74 MΩ ± 1%
E → 104
68 → 499
1% 49,9 KΩ ± 1%
C → 102
55 → 330
10 % 330 Ω ± 10%
A → 100
31 → 180
5% 18 KΩ ± 5%
C → 102
18 → 510
2% 510 KΩ ± 2%
D → 103
Resistências

Potência nominal
A corrente eléctrica, ao passar pela resistência, provoca a libertação de
energia térmica (efeito de Joule). A máxima potência que a resistência pode
dissipar em funcionamento normal, sem sofrer uma degradação irreversível
das suas propriedades, designa-se potência nominal.

A capacidade de dissipação térmica


das resistências depende de dois
factores: temperatura do ambiente e
resistência térmica (Rth).
A resistência térmica depende das
dimensões físicas das resistências
(superfície em contacto com o ar) e
das condições de montagem. Tmax − Tamb
Pmax =
Rth

Resistências

Potência nominal (2)


Dimensões físicas de resistências de filme de carbono.
(Fonte: catálogo Stackpole Electronics, Inc. (SEI))

Power
C Lead
Rating B Body D Lead
Type A Body Length Length Units
(Watts) Diameter Diameter
(Bulk)
@ 70°C
0.13 + 0.01/-0 0.07 ± 0.01 1.10 ± 0.12 0.018 ± 0.002 inches
CF 1/8 0.125W
3.2 + 0.2/-0 1.8 ± 0.2 28.0 ± 3.0 0.45 ± 0.05 mm
0.26 ± 0.02 0.09 ± 0.01 1.10 ± 0.12 0.022 ± 0.002 inches
CF 1/4 0.25W
6.5 ± 0.5 2.3 ± 0.2 28.0 ± 3.0 0.56 ± 0.05 mm
0.33 ± 0.02 0.11 ± 0.02 1.10 ± 0.12 0.024 ± 0.002 inches
CF 1/2 0.5W
8.5 ± 0.50 2.7 ± 0.5 28.0 ± 3.0 0.60 ± 0.05 mm
0.43 ± 0.04 0.18 ± 0.02 1.18 ± 0.12 0.031 ± 0.004 inches
CF 1 1W
11.0 ± 1.0 4.5 ± 0.5 30.0 ± 3.0 0.80 ± 0.1 mm
0.59 ± 0.04 0.20 ± 0.02 1.18 ± 0.12 0.031 ± 0.004 inches
CF 2 2W
15.0 ± 1.0 5.0 ± 0.5 30.0 ± 3.0 0.80 ± 0.1 mm
CFM 0.13 + 0.01/-0 0.07 ± 0.01 1.10 ± 0.12 0.018 ± 0.002 inches
0.25W
1/4 3.2 + 0.2/-0 1.8 ± 0.2 28.0 ± 3.0 0.45 ± 0.05 mm
CFM 0.26 ± 0.02 0.09 ± 0.01 1.10 ± 0.12 0.022 ± 0.002 inches
0.5W
1/2 6.5 ± 0.5 2.3 ± 0.2 28.0 ± 3.0 0.56 ± 0.05 mm
Resistências

Tensão máxima / Resistência crítica


A utilização das resistências está condicionada por constrangimentos que se
relacionam com a potência dissipada e a tensão aplicada aos seus terminais.
V = P⋅R
Tensão nominal é a máxima tensão instantânea que se pode aplicar aos
terminais da resistência sem provocar a sua ruptura.
Resistência crítica é o valor óhmico numa série em que à temperatura
ambiente coincidem as limitações relativas à potência nominal e à tensão
nominal. 2
VN
RCRÍTICA =
PN
Para valores iguais ou superiores à resistência crítica, a utilização é
determinada pela tensão nominal; para valores inferiores deve levar-se em
conta a potência nominal.

Resistências

Comportamento em alta frequência


Fonte: Vishay

Em altas frequências as resistências


apresentam, em conjunto com o seu
valor óhmico puro, uma componente
capacitiva e indutiva (reactância
capacitiva e indutiva) devido aos
métodos construtivos utilizados no
seu fabrico.

Em geral pode classificar-se o seu comportamento, como:


1. Resistências < 100 W – predomínio da componente indutiva
2. Resistências entre 100 W e 470 W – componente reactiva pouco significativa
3. Resistências > 470 W – predomínio da componente capacitiva
Resistências

Ruído

Quando se aplica uma tensão a uma resistência, é gerada uma tensão parasita de ruído.
Pode ter duas origens:
- ruído branco ou ruído Johnson, devido à agitação térmica dos electrões;
- ruído de corrente, provocado pela passagem de corrente.

O valor relativo da tensão de ruído exprime-se em µV/V, e é independente do valor da


tensão contínua aplicada.

Os seus valores correntes situam-se entre 0,001 µV/V e 10 µV/V

Resistências

Resistências variáveis (1)


São constituídas por uma película de material resistivo, depositada sobre uma
superfície isolante (baquelite, cerâmica, etc.), ou por um fio enrolado sobre um
núcleo isolante, sobre o qual se pode fazer deslizar um contacto. Assim, podem
obter-se diferentes valores de resistência entre os extremos e o ponto de apoio
do contacto.
1

As resistências variáveis são


classificadas com:
- potenciómetros;
3
- reóstatos;

1 3 R12 + R23 = R13


- resistências ajustáveis (trimmers).
2
Resistências

Resistências variáveis (2)

Ligação como divisor potenciométrico Ligação como reóstato

A tensão de saída depende da A intensidade da corrente depende


posição do cursor (ajuste da tensão) da posição do cursor (ajuste da
corrente)

Resistências

Resistências variáveis (3)

Potenciómetros

São resistências que permitem ao


utilizador ajustar o seu valor em qualquer
altura, dependendo das necessidades de ARAGONESA de COMPONENTES PASIVOS, S.A.

funcionamento do equipamento.
A sua montagem faz-se por inserção e
soldadura no circuito impresso ou ligação
através de cablagem.

ALPS ELECTRONIC CO., LTD


Resistências

Resistências variáveis (4)


Leis de variação da resistência.
A forma geométrica da película de
material resistivo, depositada sobre o
substrato isolante, determina a
maneira como varia o valor da
resistência ao longo do percurso feito
pelo cursor (contacto móvel).
As leis normais de variação são a
Linear (A), a Logarítmica (B) e a
antilogarítmica (C).
A pedido, os fabricantes produzem
potenciómetros com leis de variação
ARAGONESA de COMPONENTES PASIVOS, S.A. ajustadas às necessidades.

Resistências

Resistências variáveis (5)

Resistências de ajuste (trimmer)

São resistências que permitem o ajuste do


valor da resistência, por forma a calibrar o
ARAGONESA de COMPONENTES PASIVOS, S.A.
funcionamento dos circuitos, e não estão
acessíveis aos utilizadores.
No que respeita à montagem, podem ser de
inserção ou SMD. Relativamente à posição,
podem ser de montagem vertical ou
horizontal.
MURATA MANUFACTURING CO., LTA
Resistências

Resistências não lineares (1)

Consideram-se resistências não lineares aquelas cujo valor varia de forma


significativa, em função de certas acções físicas.
Termístores – variação com a temperatura
NTC – coeficiente de temperatura negativo
PTC – coeficiente de temperatura positivo
Varístores – variação com a tensão VDR
Fotorresistências – variação com intensidade luminosa

Resistências

Resistências não lineares (2)


Termístores

As resistências PTC usam-se na zona


em que sua característica apresenta
maior linearidade. A sua resistência
aumenta de forma muito significativa
com a temperatura.
Nas NTC, o valor da resistência diminui
com o aumento da temperatura
Resistências

Resistências não lineares (3)


Termístores – PTC

Aplicações

PTC Termístor de Potência Sensor de Temperatura


Fusível Protecção de Temperatura Protecção contra
curto-circuito e sobreaquecimento
de sobrecarga Medição e Controlo
Comutação Arranque de Limite Protecção de
motores de motores
Desmagnetização temperatura Protecção conta
Atraso de tempo sobreaquecimento
Aquecedores Pequenos
aquecedores
Termóstatos
Sensor Indicadores de Fonte: EPCOS, AG
de Nível nível

Nanjing Shiheng Electronics Co., Ltd

Resistências

Resistências não lineares (4)


Termístores – NTC

Aplicações

Medição de temperatura em automação e controlo.


Compensação de temperatura em circuitos electrónicos.
Limitação de correntes de arranque de cargas indutivas
e capacitivas.

Nanjing Shiheng Electronics Co., Ltd


Resistências

Resistências não lineares (5)


Varístor - VDR
Estes componentes apresentam uma resistência muito elevada para tensões
baixas e resistência muito pequena para tensões elevadas.
A sua aplicação mais
importante é na protecção
contra sobre tensões.

Vatronics Technologies, Ltd


Característica típica Fonte: Vishay

Resistências

Resistências não lineares (6)


Fotorresistência – LDR
Estes componentes apresentam uma resistência bastante elevada no escuro,
e bastante baixa quando iluminadas. Aplicam-se no controlo de iluminação,
barreiras luminosas e na medição da
intensidade luminosa (fotómetros,
câmaras fotográficas e de filmar).

PerkinElmer optoelectronics
Resistências

Ensaios
A medição da resistência é feita com um multímetro na função ohmímetro ou
ponte de Wheatstone.
No caso da medição no circuito, é necessário que o mesmo não esteja
alimentado e que não existam outros componentes em paralelo com a
resistência a medir.
Ajustando-se Ra e Rb de
forma a que o galvanómetro
Ra
Rd desconhecida indique 0 A. Temos:

Fonte de Ra Rd
tensão =
Rb R p
Rb Rp padrão
Logo:
Ra
Rd = R p
Rb

Resistências

Defeitos

Tipo Defeito Causa provável

Elevação do • Separação das partículas de carbono por


valor influência do calor, tensão ou humidade.
• Aquecimento excessivo com fusão no centro
Aglomerado
da resistência.
de carbono
Circuito aberto • Esforços mecânicos que originem fracturas.
• Casquilhos dos terminais soltos, devido a
montagem defeituosa
Resistências

Defeitos

Tipo Defeito Causa provável

Filme de: • Desintegração da película devido a


Circuito aberto
- carbono; temperaturas ou tensões elevadas.
- metálico; • Contacto defeituoso dos terminais, devido a
Ruído elevado esforços mecânicos por montagem incorrecta.
- óxido metálico
• Fractura do fio devido a temperaturas
elevadas que provoquem a sua fusão;
Bobinadas Circuito aberto
• Corrosão do fio devido a acção electrolítica
por absorção de humidade;

Resistências

Referências
Aragonesa de Componentes Pasivos, S.A. Þ
Bourns Þ
Epcos Þ
Liean-Gimn Enterprise Co.,Ltd Þ
Murata Manufacturing CO., LTA Þ
Nanjing Shiheng Electronics Co., Ltd Þ
NIC Components Corp. Þ
Ohmcraft Þ
Ohmite Mfg. Co. Þ
Stackpole Electronics, Inc. (SEI) Þ Catálogo em PDF
State of the Art, Inc. Þ
Vatronics Technologies, Ltd Þ
Vishay Þ
Vitrohm / Yageo Europe GmbH Þ Catálogo em PDF