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YOHANAN AHARONI MICHAEL AVI-YONAH ANSON F. RAINEY ZE<EV SAFRAI

YOHANAN AHARONI MICHAEL AVI-YONAH ANSON F. RAINEY ZE'EV SAFRAI

ATLAS BÍBLICO
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C B O

Todos os direitos reservados. Copyright © 1998 para a língua portuguesa da Casa Publicadora das Assembléias de Deus. © 1968, 1977, 1993 por Carta, The Israel Map and Publishing Company, Ltd. Título do original em inglês: The Macmillan Bible Atlas

Tradução: Neyd Siqueira Revisão: Marcus Braga

221.91 AHAa

Geografia (descrição e civilização) Aharoni, Yohanan et al. Atlas Bíblico/Yohanan Aharoni et al. I a ed. - Rio de Janeiro.- Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1999p.216. cm. 22,3x29,2. ISBN 85-263-011.6-0 1. Geografia - Descrição 2. Geografia - Civilização CDD 221.91 • Geografia

Salvo indicação em contrário, as citações bíblicas são extraídas da Almeida Revista e Corrigida, 1995, da Sociedade Bíblica do Brasil. Casa Publicadora das Assembléias de Deus Caixa Postal 331 20001-970, Rio de Janeiro, RJ, Brasil I a edição/1999

PREFÁCIO

Este Atlas é produto da colaboração entre dois eruditos hebreus e a organização Carta de Jerusalém (cartografes). O professor Y. Aharoni revisou a parte do Antigo Testamento (mapas 1171), enquanto o professor M. Avi-Yonah revisou a parte sobre os períodos posteriores (mapas 172-271); a preparação cartográfica e técnica ficou a cargo de Emanuel Hausman. As duas partes foram originalmente preparadas, desenhadas e publicadas pela Carta de Jerusalém numa forma um pouco diferente, em hebraico e em volumes separados. 0 propósito deste atlas é mostrar, na medida do possível, por meio de mapas de cada evento, as mudanças e processos históricos nas terras bíblicas. Na primeira parte, o povo hebreu se localizava principalmente na pequena área da Terra Santa. Por ocasião da revolta de Bar Kokhba, porém, grande parte do povo se encontrava disperso entre as nações. Para esse fim, apoiamonos em conhecimentos bíblicos mais recentes, em pesquisas históricas e arqueológicas e em novos conceitos educacionais. Nessa conformidade, tentamos apresentar um ponto de vista equilibrado. Em inúmeros casos, entretanto, tivemos de escolher entre opiniões conflitantes, quando somente novas descobertas e pesquisas podem ser elucidativas. O ponto focai deste atlas é a Terra Santa, e procuramos colocá-la em sua relação apropriada com as terras circunjacentes, a maioria das quais desempenhou parte importante na sua história. Existem assim muitos mapas, mostrando a Terra Santa como parte do mundo do Antigo Oriente ou do mundo greco-romano como um todo. Tentamos incluir nesses mapas cada sítio ou evento nas terras vizinhas que tivesse qualquer ligação com a Bíblia ou com a história da terra da Bíblia, mesmo que não houvesse menção específica a respeito deles nas Escrituras. Note-se, porém, que não se trata de u m atlas do Antigo Oriente ou dos impérios helenista e romano, nem tentamos ser conclusivos com respeito às regiões circunvrzinhas. De modo geral, quando há qualquer dúvida sobre a identificação de qualquer lugar, isto é indicado no índice de nomes de lugar, e não no mapa em si. Quanto às fronteiras, possuímos apenas detalhes de natureza geral. Temos freqüentemente informações sobre ocupação de fronteiras, mas faltam quase sempre informes sobre suas demarcações. Nos textos escritos, não há praticamente dificuldades neste sentido, pois basta dizer que "a fronteira vai de A ao leste até B na região costeira" e assim por diante. Nos mapas, porém, é preciso haver definição; pois, uma vez traçada, a linha só tem uma única interpretação. Muitas das rotas das campanhas e viagens, especialmente as do Novo Testamento, são também conjeturas. De fato, à luz da moderna erudição, é extremamente difícil tomar os detalhes geográficos dos evangelistas e da primeira parte de Atos ao pé da letra. Em muitos casos, o ponto de partida de uma rota é conhecido, assim como o destino e vários pontos ao longo do caminho. Detalhes de cada rota ou fronteira foram definidos com base numa lógica tópica e topográfica, pois num atlas histórico a conjetura deve complementar o fato. A idéia inicial deste atlas coube ao falecido Amnon Soferman, C.E., cofundador da Carta de Jerusalém, que o concebeu em sua forma básica e dedicou-lhe seus últimos anos de vida. Israel Eph'al, Instrutor da Universidade de Tel Avive, e o Dr. Shmuel Safrai, preletor sênior da Universidade Hebraica de Jerusalém, auxiliaram no preparo da parte do Antigo Testamento e seções posteriores, respectivamente. Agradecimentos e apreciação são devidos ao professor William D. Davies, professor de estudos avançados e pesquisa nos originais cristãos, Duke

University, pelos seus valiosos conselhos e ajuda durante todo o período de preparação deste adas. Clement Alexandre e Peter Nevraumont, da Macmillan Co., leram o manuscrito e ofereceram inúmeras e valiosas sugestões. O preparo físico deste atlas foi executado com toda dedicação pelo pessoal da Carta em Jerusalém, especialmente M. Sofer e A. Nur, cartografes, Sra. S. Zioni e N. Karp, artistas gráficos, e R. Graíman que adaptou o texto e os mapas para a edição inglesa.

PREFÁCIO PARA ATERCEIRA EDIÇÃO REVISADA
Faz quase duas décadas que os autores originais deste atlas prepararam os rascunhos finais para a segunda edição. Enquanto isso, muito progresso tem sido feito no estudo das fontes antigas e no conhecimento do ambiente ecológico das terras bíblicas. Pesquisas arqueológicas, sob a inspiração de Yohanan Aharoni, mas das quais ele não chegou a ver os frutos, cobriram a maior parte do terreno do país. Escavações nos sítios em todas as áreas da terra produziram grande fartura de novos materiais. As cidades greco-romanas da Palestina, desde a Galiléia até as estepes do Sul, inclusive Bete-Seã e Cesaréia, foram quase completamente descobertas, e sua cultura material, revelada. A análise e interpretação de todos esses novos dados tornaram praticamente imprescindível que um atlas deste tipo sofresse uma profunda revisão. Na parte do Antigo Testamento, o texto de quase todos os mapas foi completamente reescrito. A parte do Segundo Templo foi revisada para incorporar várias descobertas recentes, especialmente no que diz respeito à Jerusalém do período herodiano. Isto foi feito sob a impressão de que Aharoni e Avi-Yonah teriam apreciado as evidências recentes e aceito os novos argumentos. Em qualquer caso, tentamos trabalhar orientados pelo espírito desses dois grandes inventores da geografia histórica. O método básico da primeira edição permanece inalterado. Os mapas se apoiam nas fontes escritas antigas, o ambiente físico com o qual trata cada documento e os dados obtidos mediante a pesquisa arqueológica. Os estudantes de geografia histórica fariam bem em estudar a fonte citada para cada mapa, se quiserem estar aptos para apreciar plenamente a interpretação que o mesmo representa. A vasta coleção de literatura secundária, erudita, não poderia ser citada em um manual de ensino deste tipo. A atualização nessa área exigiria um formato inteiramente diverso. A terra de Israel/Canaã/Palestina continua sendo o foco para o qual convergem todos os que amam a Bíblia, judeus e cristãos. A história dessa entidade geográfica não pode ser dissociada do contexto mais amplo do Oriente Próximo da Antigüidade e do mundo greco-romano. Para a geografia histórica, colocar a Bíblia no mapa é uma tentativa de compreender os eventos bíblicos em seu contexto ecológico e sócio-cultural. Esse é um componente essencial dos estudos bíblicos, se desejarmos sinceramente sentir empatia pelos povos antigos, cuja experiência religiosa afirmamos compartilhar. Nossa esperança é que esta terceira edição venha a enriquecer o estudo bíblico de todos os alunos, professores e eruditos que desejam sinceramente colocar a Bíblia ao alcance de todos. ANSON RAINEY ZE'EV SAFRAI

LEGENDA DE NOMES GEOGRÁFICOS Bíblico Cidade Importante Cidade ou Povoado País. Na edição inglesa. cuja idade possa ser calculada. as datas são coordenadas com as da Mesopotâmia. e na edição Loeb das obras de Josefo. o a em ae foi. Princeton University Press. Neobabilônia e Pérsia é exata. paralelo às monarquias de Israel e de Judá. cidade sitiada Conquista da cidade li Campanha. Thiele é utilizada em todo o atlas para os reis hebreus. à medida que novas informações são colhidas. O período pré-monarquista. Ela possui inúmeros elos com datas assírias e babilônicas precisas.C. foram geralmente empregadas as formas latinas. exceto em nomes como "Caesar" e 'Aegina". A cronologia do Egito aqui adotada é geralmente aquela seguida pelo Oriental Institute of the University of Chicago. Os períodos históricos mais antigos incluem margem de erro mais ampla na variação. . Prichard. embora haja ainda espaço para alterações. podem ser variantes contemporâneas. torna a cronologia mais exata. com uma margem de erro de dois anos ou menos. As variantes tel e tell indicam o hebraico e o árabe. A cronologia dos reinos da Assíria. As datas dos eventos mencionados no Novo Testamento foram ajustadas. A riqueza de dados proveniente do Terceiro Período Intermediário. da Sociedade Bíblica do Brasil. inclusive a Era Patriarcal e a dos Juizes. embora sua localização geral seja conhecida por meio das fontes. não tem contatos certificados com a história do Antigo Oriente Próximo. Suas cronologias relativas só podem ser pressupostas com base na comparação com a estrutura cronológica geral. Ao escrever nomes de lugares clássicos. respectivamente. O Reino Novo está bem estabelecido. eliminado na maioria dos casos.LISTA DE SÍMBOLOS DOS MAPAS • • NOTA SOBRE AS FONTES Os nomes geográficos e citações bíblicas foram extraídos da Edição Revista e Corrigida 1995. os nomes e citações geográficos de fontes externas são baseados quase sempre na obra Ancient Near Eastern TextsRelatin to the Old Testamento editada por J. na estrutura da cronologia geral. A cronologia preparada por E. Estado ou Tribo Montanha. A cronologia dos períodos helenista e romano está bem estabelecida e não apresenta nenhum problema especial. onde o uso aceito dita o contrário. Os nomes colocados em Iboxesl são de lugares ainda não identificados. No período Saita (664 a. A baseada na data de 1504 para a ascensão de Tutmoses II foi incorporada aqui. porém. NN X jr jf • • • • • • • • Fronteira de reino. embora haja ainda duas opções: uma mais alta e outra mais baixa.). R. Reino. porém. estado ou tribo Fronteira do distrito 0 Fonte de água Outros símbolos aparecera nas legendas dos mapas individuais. embora com algumas modificações. Os reinos Antigo e Médio estão evidentemente sujeitos a revisão. Quando adicionados a outro nome. Rio ou Região Jerusalém Contemporâneo Não-bíblico Não-contemporâneo Akhetaton Sennabris (Tell el-Far'ah) Antioquia J U D Á Vale do Jordão Os nomes entre parênteses são contemporâneos ou modernos. Os nomes encontrados nos apócrifos ou provenientes de fontes externas seguem as formas mais conhecidas ou próximas do original. ataque ou jornada Fuga Estrada • ® f jX^ o e - NOTA SOBRE A CRONOLOGIA A cronologia do Oriente Próximo da Antigüidade baseia-se na coordenação dos eventos históricos — especialmente os anos do reinado de um monarca — com fenômenos astronômicos conhecidos. Cidade mencionada nas fontes Cidade não mencionada nas fontes Capital mencionada nas fontes ® Capital não mencionada nas fontes Capital distrital mencionada nas fontes Capital distrital não mencionada nas fontes E Fortaleza mencionada nas fontes Fortaleza não mencionada nas fontes Acampamento Revolta Campo de batalha Ataque. na medida do possível.

Cades-Barnéia 50. A Batalha das Águas de Merom 63. A Migração dos Povos do Mar 1174 a. A Cidade-estado de Siquém e Seus Vizinhos nas Cartas de Amarna c.C 32. A Batalha de Cadcs 1286 a.ÍNDICE Mapa N° Legendas Página N° vi Mapa N° 40. A Guerra de Gideão Século XII-XI a.C 65. 42 42 43 44 44 45 45 46 46 47 48 49 49 50 51 52 ESCAVAÇÕES A R Q U E O L Ó G I C A S NA PALESTINA 16.C 26. A Perseguição dos Midíanitas Século XII-XI a. O Reinado de Abimeleque Século XII-XI a. O Êxodo e a Peregrinação no Deserto 49. A Batalha de Gibeão 57. Maquir. Seti I Sufoca uma Rebelião no Vale de Bete-Seã 1291 a. A Batalha de Megido 30.C 41. Os Rios do Jardim do Éden 15. As Fronteiras das Tribos na Galiléia 73. Período Cananeu (Idade do bronze) 3150 a 1200 a.. As Viagens de Uenamom Princípios do Século XI a. 0 Caminho para Siló 3. A Guerra de Débora — A Batalha 61. As Famílias das Nações em Suas Terras (Tabela das Nações) A C O N Q U I S T A E O ESTABELECIMENTO 42.C 36.C 39. 2350 a.C 80. A Rconomia da Palestina 13.. Filho de Manasses Século X'II a. O Oriente Médio em Meados do Segundo Milênio a.C 43.C 38 39 40 37 37 29 30 30 31 32 32 33 34 35 35 36 27 24 25 26 60. 23. Os Limites do Controle Israelita Século Xll-Xl a. Os Reis do Norte 46. As Regiões Geográficas da Palestina 8. A Palestina Durante a Época do Médio Império Egípcio Século XX a L\ a. Jacó e Seus Filhos 47. Reinado dos Hicsos — A Décima-quinta Dinastia do Egito 1668-1560 a. As Peregrinações da Arca da Aliança Meados do Século XI a. O Antigo Oriente no 'lferceiro Milênio 21. Períodos Persa. Listas das Cidades de Tutmósis III 31.C 24.C 64. O Egito na Época de Amarna 34.C 17. A Batalha de Ebenézer Meados do Século XI 84.C 27..C 68.C. Os Quatro Ventos do Céu e Seus Nomes 2. A Economia do Antigo Oriente 12. A Penetração na Transjordânia 53. Os Reis de Canaà na Época de Amarna Século XTV a..C 77. A Campanha de Merneprá 1207 a. Abraão e Isaque na Terra de Canaã 45.C 78. As Montanhas e Rios da Palestina 9. 1350 a 1334 a. A Terra Que Fica de Resto 70. As Expedições de Ramessés II para o Norte dc Canaã 1275 e 1274 a. A Ascensão de Judá c das Tribos do Sul 58. As Guerras de Seti na Terra dé Canaã e contra os ' Hititas na Síria 1291-1271 a. A Fronteira dos Territórios Tribais Século XII-X1 a. As Fronteiras da Tribo de Benjamim e Seus Vizinhos 74. As Viagens dos Espias e os Limites da Terra de Canaã 52. A Campanha de Tutmoses 111 1482 a. A Palestina no Primeiro Período Cananeu Terceiro Milênio a. 1350 a 1334 a. O Egito do Êxodo 48. A Última Campanha Registrada de Amenotepe II 1443 a. As Culturas Primitivas no Oriente Médio 14. O Crescente Fértil — Estados Modernos 6. Disposição dc Forças para a Batalha de Megido 29. A Infeliz Invasão pelo Sul 51. A Campanha de Pepi I c.C. As Proezas de Sansão Princípios do Século XI a. As Rotas na Palestina 11.C 28. As Rotas Internacionais no Antigo Oriente 10.. Período Israelita (Idade do Ferro) 1200 a 587 a.C 18.C 75. A Expulsão dos Hicsos 1560 a. A Narrativa da Conquista da Terra de Canaã 55. Hclenista e Romano 22 22 23 23 52 53 53 54 54 55 56 56 57 57 58 59 61 61 62 62 63 63 63 64 65 65 66 66 67 68 68 PERÍODO CANANEU 20.C 67. A Guerra de Débora — Preparativos das Forças Século Xll a. Jerusalém e as Cidades de Sefelá nas Cartas de Amarna c. Período Calcolítico Quarto Milênio a.. Os Desertos que Cercam da Palestina 7.C 25. .C 76.C 72. A Terra de Canaã durante o Reinado de Ramessés II Antes de 1270 a. A Migração da Tribo de Dã Século XII a. . A Lista dos Reis de Canaã Século Xll a. A Região de Siquém 56. A Guerra de Jefté Final do Século XII-XI a.C 33. Judá e a Filístia nos Dias de Sansão 81.C 79.C 59. Conquista dos Distritos ao Sul de Sefelá (e da Região Montanhosa Central do País) Última Metade do Século XII a.C 66.C 38. 0 Antigo Oriente Próximo — Físico 4. As Primeiras Campanhas de Amenotepe II 1450 e 1445 a.C 35. A Guerra de Eúde Século Xll-Xl a.C 11 11 12 : 13 13 14 14 15 16 17 18 19 20 21 21 41 Página N° 40 MAPAS I N T R O D U T Ó R I O S 1.C 82.C 83..C 22. A Vista do Monte Nebo 54. A Morte de Sísera 62.C. A História da Concubina em Gibcá Século Xll-Xl a. A Tradição da Migração de Abraão 44. As Doze Tribos 71. O Crescente Fértil — Reinos da Antigüidade 5.C 37.C 19.C 69. Os Juizes Conforme as Suas Tribos Século XII-XI a.

931 a 926 a. Os Distritos da Assíria nos Dias de Sargão II 733 a 716 a.. Ataque de Baasa contra Asa c. 1017 a. A Fuga para o Egito c.C..C 129. As Campanhas de Mesa. A Conquista de Abias c.. Óstracos de Samaria 784 a 783 a. A Conquista Final da Palestina por Antíoco III 201 a 198 a..C 181. .C 86. As Campanhas de Nabucodonosor 605 a 601 a.C 1. As Campanhas de Tiglate-Pileser 111734 a 732 a.C 124 125 125 126 127 128 128 129 129 131 . .C 150. Acaz 735 a.Visão de Ezequiel das Tribos Restauradas 573 a. A Província de leude 171.C 138. 1016 a.C . 895 a.C 123. A Ascensão e a Queda do Reino da Babilônia 626 a 539 a. 440 a. .C 163. 115 ..C 174. 975 a.C 168.C 146. A Hegemonia Israelita durante os Reinados de Davi e Salomão c.C 121. Tentativa de Invasão de Judá pelos Moabitas e Seus Aliados 130. 114 .C. Os Distritos de Judá 141. O Exílio de Povos de c para Israel Sob os Assírios 734 a 712 a.C 124. Guerras de Acabe com Arã 855 a 853 a.C 157. Primeiras Campanhas de Davi na Transjordânia c. O Império Persa 538-332 a. As Conquistas de Jeoás e Jeroboão II c. 1025 a 1017 a. .. O Reinado de Saul c. . O Comércio de Tiro Séculos X a VII a. Narrativa das Peregrinações de Davi c. 1015 a. 115. A Última Campanha de Nabucodonosor Contra Judá 15 de Janeiro de 588 a 19 de julho de 586 a. As Viagens de Zenorn na Palestina 259 a 258 a. ..C 112. A Campanha de Neco II a Harã 609 a. A Batalha no Bosque de Kfraim c..C 88. O Assassinato de Esbaal.A Batalha de Micmás 90. As Cidades Gregas na Palestina 312 a 167 a.C 162. Os Distritos Assírios nos Dias de Tiglate-Pileser 732 a.C 105. 1020 a. Saul Procura as Suas Jumentas Página N° 69 69 Mapa N° 136.Preparativos para a Batalha de Gilboa c.. Os Últimos Anos do Reino de Judá 599 a 586 a. 848 a.C 126. 1000 a 930 a.C 176.C 92.. 1040 a.. 115 ...C 125. 1000-990 a. As Atividades de Eliseu Fins do Século IX a. 137 138 139 132 133 134 134 135 135 136 136 . Senaqueribe Reconquista a Fenícia 701 a.C 178. Senaqueribe na Filístia e Judá 701 a. Filho de Bicri c.. As Cidades Levíticas c.C 166. As Peregrinações de Elias Metade do Século IX a.C 155.Davi em Ziclague c. o Cusita c..C 107... A Campanha de Alexandre até o Cerco de Tiro 334 a 332 a. As Campanhas de Salmaneser V e Sargáo 11 na Palestina 724 a 712 a.C 113.. Preparativos de Ezequias para a Rehelião 705 a 701 a.C 128. . Supremacia Aramaica c..C 164. A Conquista de Edom e a Fuga de Hadade para o Egito 104..C 160. Derrota da Coalizão Aramaica e a Conquista de Rabate-Bene-Ammon c. . Sucesso de IJzias 782 a 750 a. A Rebelião de Saul contra os Filisteus 89.C 106. A Rebelião de Seba.C 177..C 169. A Expansão dos Tírios no Mediterrâneo A partirdo Século IX a. A Divisão do Reino 931 a. Alexandre na Palestina 332 a 331 a. O Reinado de Davi c. O Declínio e a Queda do Império Assírio Fins do Século VII a. Os Reinados de Davi e Esbaal 99. . Judá e Seus Vizinhos Durante o Reinado de Manassés 701 a 642 a.C 93. Israel c Judá Invadem Moabc. „.. As Origens dos Valentes de Davi c.C 149.C 182.. .. 102 103 103 104 105 107 O REINO U N I D O 87.C 140. A Campanha do Faraó Sisaque 926 a. 167. Construção e Expansão de Jerusalém Metade do Século X a.C 111..O Duelo entre Davi e Golias c.C 180. A "Herança" de Dãc. A Campanha de 7. A Batalha de Carcar 853 a.C..C 153.C 145. A Satrapia "Além do Rio" 539 a 332 a.erá.C 95..C 133.. .C 156.C 175.C 137.C 103. A Primeira Campanha de Amíoco III219 a 217 a.C 151.. as Perdas de Joráo 852. 841-798 a..C 135.C 98 99 100 100 101 101 90 91 91 92 93 93 94 95 95 96 97 98 O P E R Í O D O IIELENISTA 172.C 70 70 70 71 11 73 73 74 74 75 75 76 76 77 78 78 79 80 139. A Terceira Guerra Síria 246 a 240 a..C 179. A Campanha de Adade-Nirari II contra Damasco 796 a...C 154. 793 a 792 a. Conquistas Filistéias nos Dias de.C 94. 161.C 134.. 112 113 O REINO DE J U D Á 152... As Últimas Campanhas de Alexandre 331 a 323 a. A Campanha de Ben-Hadade 1 895/894 a. As Cidades de Samuel c. 898 a. 790-782 a.C 144.C 119.. A Morte de Saul 97. A Ascensão de Onri 885/884 a. O Sepultamento de Saul 98.C 131. 109 110 111 .. A Conquista do Egito pela Assíria 669 a 663 a. A Ascensão do Reino da Assíria Século D C a Vü a. As Guerras de Amazias e Jeoás c. 911 a.C 120.C 102. Página N° .C 143.C 165. As Cidades dos Profetas Século IX a VII a. . A Rebelião de Jeú 841 a. A Salvação de Jabes-Gilcade c. Jerusalém Pós-exílio c. 1000 a 970 a. A Campanha de Resim e Peca Contra Judá 735 a.C 108. Distritos dos Provedores de Salomão 114..C 142. 1018 a 1017 a. O Censo de Joabe 980 a.C 127. .C 122. a Conquista de Jerusalém e as Guerras Filistinas Subseqüentes c. A Diáspora Judaica no Reinado Ptolemaico Século III a I a.. Israel e Judá nos Dias de Jeroboão 11 c Uzias Metade do Século VIII a.C 100.32. . O Regresso a Sião 538 a 445 a. A Hatalha de Elá ..C 148. A Batalha junto ao Poço de Gibeom c. Ptolomeu na Palestina 320 a.C. 975-940 a.C 159.. A Campanha de Salmaneser III 841 a.C 117. O Conflito dos Diádocos na Palestina 315 a 306 a. 980 a.. 978 a. 1018 a.. 1035 a. Rei de Moabc 853-852 a. As Fortificações de Roboão c. 875 a. 586 a.8 Mapa N° 85. Monopólio Comercial de Salomão 116. .. 1010 a..C 110.C 109.. 117 117 118 119 120 121 122 123 123 124 ISRAEL E J U D Á 118. A Revolta de Absalão c. O Reinado de Josias 628 a 609 a. O Exílio de Judá 597 a 582 a.C 173.C 147.C 158.C 91. 80 81 81 83 84 84 84 85 86 87 88 89 89 108 108 . Projetos de Construção de Salomão Metade do Século X a.C 96.C 101.C . 1000 a.C 170.

A Igreja no Século II d.C 216. OPentecostes 245.C 262. Interrogatório.C 193.C 207.C.C 199.C .C 188.C 197. Viagem de Paulo a Antioquia e Seu Regresso aJerusaIém40a46d.C 196.C. Campanha de Pompeu na Palestina 63 a. A Ascensão de Herodes 40 a 37 a. Cristãos e Judeus na Palestina depois da Primeira Revolta 73 a 131 d.C 184.A Batalha de Azor 144 a. 185.C 212.C 214. A Transfiguração 236. A Invasão dos Partos e a Fuga de Herodes 40 a.C 247. 186 186 187 188 189 190 191 191 192 193 A CONQUISTA ROMANA 215. A Campanha de 68 d. O Terceiro e Quarto Anos da Revolta de Bar Kokhba 133 a 134 d. A Batalha de Bete-Zacarias 162 a. a 6 d. Segunda Viagem Missionária de Paulo 49 a 52 d. Damasco nos Dias de Paulo 249. Jônatas no Deserto da Judéia e as Fortificações de Báquides 160 a 155 a.C Chave para os Mapas Segundo os Livros da Bíblia Tabela Cronológica — Geral Tabela Cronológica — Detalhada índice * 198 199 200 201 202 204 JESUS 227.C 196 197 197 268. As Campanhas Egípcias de Antíoco IV Epifanes 170 a 167 a. o Menino Jesus no Templo 168 168 . 143 190. A Economia da Judéia do Século 4 a.C 194. A Batalha de Báquides 161 a. até o Século 1 d. A Batalha de Adasa 161 a. Arranjos Territoriais de Pompeu 63 a 55 a. Os Primórdios da Revolta de Bar Kokhba 131 a 132 d.C 195. Cunrâ 163 164 164 165 166 167 167 APÊNDICE 270.C 217.C 253.C 189.C 261. A Primeira Conquista de Jope e a Batalha de Jâmnia 147 a.C „ OS APÓSTOLOS 244.O Cerco de Bete-Basi. Aristóbulo Conquista a Alta Galiléia 104 a 103 a. As Conquistas de Hircano em Samaria e na Planície Costeira 126 a 104 a.C 248. O Batismo de Jesus e a Estada no Deserto . 144 145 145 146 146 147 147 148 149 150 150 151 151 152 152 153 . A Batalha de Eleasa e a Morte de Judas 161 a.C 251. Guerreiros de Bar Kokhba nas Cavernas do Deserto da Judéia 135 d. A Campanha de Jônatas na Síria (Coele-Síria) 150 a. A Viagem de Paulo a Roma 59 a 62 d.C 225.C 211. Os Sábios de Jabné 267. Julgamento e Crucificação de Jesus 240. O Reino de Alexandre Janeu 103 a 76 a.C.C 203. A Expansão do Reino de Herodes 40 a 4 a.C 266.9 Mapa N° 183. Início da Primeira Revolta Contra Roma 257. O Nascimento de Jesus e a Fuga para o Egito 228. 250. A Divisão do Reino de Herodes 4 a. A Viagem de Filipe 36 d.C 201.. A Batalha de Emaús 165 a. Terceira Viagem Missionária de Paulo 53 a 57 d. A Igreja no Século I d. As Fronteiras da Judéia Segundo o Livro de Judite 108 a 107 a. Campanha de Vespasiano na Galiléia 67 d.C. 154 154 155 155 156 157 158 159 239. A Terra Santa e Celessíria nos Dias de Jesus 232. • Pedro e Filipe na Samaria e na Planície Costeira 246. 269. Cerco de Jerusalém por Pompeu 63 a.C 187. A Última Viagem de Jesus a Jerusalém 238.C 222.C 198.C 252. A Volta do Egito.C 264. As Sinagogas no Período do Segundo Templo 242. Primeira Viagem Missionária de Paulo 46 a 48 d.C 218. O Império Selêucida Página N° Mapa N° 229.C f.C 210. O Cerco de Jerusalém no Ano 70 d.C 205. De Nazaré a Caná e Cafarnaum 231. A Batalha de Cedrom 137 a. 213..C. O Reinado de Agripa 137 a 44 d.C 200.C 221. As Conquistas de Hircano Além do Jordão 128 a..C 183 183 184 184 185 180 181 181 182 182 A PRIMEIRA REVOLTA C O N T R A O S R O M A N O S 254.C 194 195 O REI HERODES 220.C 219. Jônatas em Micmás 156 a 152 a. A Visita a Tiro. 140 140 141 230. A Área de Jerico 144 . Judas na Planície Costeira e na Iduméia 163 a.C.C 256. A Batalha de Bete-Zur e a Rededicação do Templo 165 a. O "Hakham" nos Dias do Segundo Templo 243. A Batalha de Bete-Horom 166 a.C 260. As Conquistas de Hircano na Iduméia 112 a. As Conquistas de Simão 142 a 135 a. As Construções de Herodes em Jerusalém 223. A Diáspora Judaica nos Dias de Jesus Página N° 169 170 171 172 172 173 174 175 175 176 176 177 178 178 179 O S MACABEUS 186. A Campanha de 69 a 70 d. O Cerco de Beteter 135 d. Jerusalém dos Macabeus 164 a 141 a. A Visita de Jesus a Jerusalém 237. A Campanha de Hamate 143 a. Nos Arredores do Mar da Galiléia 234.C 259. As Primeiras Campanhas de Judas Macabeu 163 a. A Queda de Masada 73 d.C 209. A Diáspòra Judaica na Babilônia. O Cerco de Maquero 263.C 191. A Batalha de Cafarsalama 162 a. e Cesaréia de Filipe 142 142 143 235.C 208.C 224. Caná e Nazaré Revisitadas 233. Campanha de Trifom Contra Jônatas 143 a 142 a.C 271.C 202. O Reinado de Agripa II44 a 66 d.C 206. Os Primórdios da Revolta dos Macabeus 167 a. Os Essênios 226. Sidom. A Ressurreição e Ascensão 241. Ásia Menor e Grécia Século III a I a. A Viagem de Paulo a Damasco 36 a 38 d.C 159 160 161 162 162 A S E C U N D A REVOLTA C O N T R A O S R O M A N O S 265. Expedição de Simão à Galiléia Ocidental 192. A Expansão da Judéia nos Dias de Jônatas 152 a 142 a.C 204.C 255. Júlio César e a Judéia 47 a.

II OS QUATRO VENTOS DO CEU E SEUS NOMES E disse o Senhor a Abrâo. No centro aparece o mar Morto. e cortam a terra. devemos apoiar-nos firmemente em quatro fatores: 1. ela se achava em ruínas.. Não possuímos qualquer mapa antigo que represente a Terra Santa no período bíblico. e olha tlestle o lugar onde estás.. da banda do nascente do sol. cobertas de neve do Líbano. e à tua semente. caráter e topografia geral do sítio individual. 4. Se existisse. li um piso de mosaico datado do século VI d.. e do Sul. "direita" significa sul e "esquerda" significa norte. sua localização e caráter — estas coisas eram lidas como certas na época. sendo o caso mais notável a descrição de Siló na história do rapto das mulheres para os benjamitas: "Eis que de ano em ano há solenidade do Senhor em Siló. identificações em fontes posteriores. numa igreja em Medeba. para a banda do Norte. Levanta agora os teus olhos. e se levantem. Nada poderia ser mais exato. o mar Morto é também chamado em hebraico de "mar avançado" (oriental).19). que se celebra para o norte de Betei. estradas. com possíveis modificações durante a transferência do hebraico para o aramaico e árabe. pois no hebreu antigo a palavra "avançar" também indica o leste. porque toda esta terra que vês. a leste o extenso deserto. Ele foi preparado mais de mil anos depois da destruição do Primeiro Templo. no qual navegam dois barcos. (Gênesis 13. Um exame da paisagem. preservação do nome antigo. e a descrevam segundo as suas heranças. análise da história. A Bíblia. te hei de dar a ti. ao sul o semi-árido Neguebe. de acordo com os dados acima. não dá muitas descrições dos povoados. no princípio do período monárquico. a maioria dos locais são descritos em termos vagos na Bíblia. ao reconstruir o mapa antigo da Terra Santa. 3. o Grande Mar. 2. (Josué 18. Por que o escritor bíblico deu tan:os detalhes sobre a localização de um sítio tão famoso na Antigüidade quanto Siló? Provavelmente porque Siló havia sido destruída pelos filisteus e. nos vários períodos. "atrás" e "na direção do mar" significam oeste. como regra geral. Deste modo. Só alguns versículos divergem desta regra. Esse mapa tinha o propósito de mostrar a 'ferra Santa da Bíblia e indica o leste. Ao contrário de Siló. Benjamim ("o filho da mão direita") é a tribo dos raquelitas posicionada mais ao sul. e para o sul de Lebona" (Jz 21.19 Seção do mapa cie Medeba (Nomes dos lugares traduzidos do grego) Ao norte. Um dos mapas mais antigos existentes é o de Medeba.. sendo portanto de valor limitado para a identificação de sítios antigos. exame arqueológico do sítio em consideração.4) (•Micmeló Negiífibr: SUL ò direito Lebona" 1 NORTE JERICO SjQÜÊM SETE-HOROM JERÜ5AIEM phOsio ASDOOE ASQU& GAZA Micirtás JUIZES 21. e do Oriente. pelo caminho alto que sobe de Betei a Siquém.C.1?) Extremo i O CAMINHO PARA SILO Para <[ue eu os envie. a leste do mar Morto. o Mediterrâneo de hoje. Em seus limites foi encenada a história de Israel a partir dos dias dos patriarcas. poderíamos supor que iria apontar para o leste. de acordo com as fontes disponíveis. é também chamado de "último mar" (ocidental). quando a história foi escrita. antigas povoações e países que a rodeiam é o pré-requisito para a compreensão adequada desta história.14. a oeste o Grande Mar — estas são as fronteiras naturais da Palestina. para sempre. as montanhas invernosas. . e do Ocidente.

Em direção ao ocidente. estes últimos tendo dado o seu nome ao norte da Mesopotâmia — Arã Naaraim. Características geográficas e econômicas similares colaboraram para o desenvolvimento dessas duas terras. (Josué 1. Os comunicados entre o Egito e os reinos do Crescente Fértil passavam necessariamente pela Palestina. Esta última separa a Terra Santa do Egito. Apenas as várias dinastias se sucederam umas às outras no decorrer dos anos. mobilizando também mão-de-obra para a construção de diques e canais em larga escala. Os rios são estreitos e não permitem a passagem de barcos. A terra é acidentada e as serranias deixam apenas planícies estreitas. O rio é o fator integrante e primordial em cada um dos dois países. Ele fornece artérias convenientes de comunicação. caem em uma única estação. das duas. Essas terras se estendem em forma de um crescente desde o Golfo Pérsico até a Península do Sinai: o chamado Crescente Fértil. quase intransponíveis. As campanhas militares varreram sucessivamente a Palestina. os leitos dos rios são profundos e na Antigüidade havia pouca possibilidade de utilizar suas águas para irrigação. Elas contêm extensas planícies aluviais. O fator geográfico decisivo na história da Palestina é a sua posição mais afastada. Ao norte e leste ele é cercado por montanhas elevadas. toda a terra dos heteus. cuja fertilidade depende de grandes rios que as atravessam. nenhum avanço cultural importante teve lugar em qualquer dessas civilizações sem que a Palestina participasse dele de alguma forma. O ANTIGO ORIENTE PRÓXIMO — FÍSICO Montanhas do Cáucaso Montanhas Ararate Deserto . Em contraste. o rio Eufrates. desde o Primeiro Império até o Médio Império e reinados posteriores. mais tarde. este crescente toca o mar Mediterrâneo. na extremidade sudoeste das terras povoadas e férteis do Oriente Próximo. e inúmeros detalhes do mapa da antiga Terra Santa são agora aceitos.4) A pesquisa arqueológica avançou muitíssimo em nossos dias. Apesar de ser a menor região e a mais pobre. estabelecendo assim o seu destino como uma ponte de terra. Ararate e Zagros. Síria.12 Desde o deserto e desde este Líbano. A sua fertilidade provém de dois fatores: terras baixas e abundância de água. capazes de proporcionar ordem. e sua quantidade diminui progressivamente à medida que se segue rumo ao sul. os mitanis. esse foi o estágio histórico em que aparecerem em sucessão os sumérios e acadianos. No vazio do Crescente Fértil fica o extenso deserto sírio-árabe. Tauros.de Parã/ 0 ^ 5tq—m'lhos 0 5 0 1 0 01 5 0 km . a terra do Nilo. A Síria e a Palestina foram menos afortunadas. será o vosso termo. E a parte mais rica do Crescente Fértil. a Palestina ocupava uma importante posição geopolítica como uma ponte entre as terras do Crescente Fértil e o Egito. Os primeiros reinos poderosos surgiram sob tais condições. a qual foi em muitos períodos governada por um ou outro dos grandes poderes. "O rio" da Bíblia é o Eufrates. Jordão e Israel. as cordilheiras Amanos. pois representam as partes estreitas e improdutivas do Crescente Fértil e. Todavia. O Crescente Fértil está hoje dividido entre o Iraque. os hititas e. cujas largas planícies são irrigadas e fertilizadas pelo fluxo de dois grandes rios. Isto é especialmente verdadeiro em relação à região conhecida pelo nome grego de Mesopotâmia — "entre dois rios". o Egito manteve-se confinado e homogêneo em seu desenvolvimento. até ao grande rio. a Palestina é a menor e a mais pobre. e em ambas os fundamentos da civilização foram estabelecidos em fins do quarto milênio. na extremidade do Crescente Fértil. A Mesopotâmia de um lado e o Egito do outro eram terras de grandes rios. em sua maior parte. que se estende desde o oeste para o deserto de Pará (Península do Sinai). No Crescente Fértil. Líbano. os arameus. paz e segurança. o Tigre e o Eufrates. com poder para impor a organização e a unidade em seus povoados individuais e até governar áreas além de suas fronteiras. e até o grande mar para o poente do sol. As chuvas.

13 O CRESCENTE FÉRTIL REINOS DA ANTIGÜIDADE Mar Mar Grande Superior Área fcrlil Fronteiro Internacional O CRESCENTE FÉRTIL — ESTADOS MODERNOS Planalto de Anaiólia Golfo Pérsico TERRITÓRIO NEUTRO Levantando a água do rio para o canal (Relevo do palácio de Senaqueribe em Nínive) \ Mar ^ ^ Vermel. .

<'/' Oammr. seguida de uma subida de mais de +915 metros.7. até a costa sudeste da África. e a percepção desse deserto repete-se através das páginas da Bíblia.21.S) . com suas escarpas irregulares.. O vento ocidental traz chuvas benéficas. A principal característica do relevo da Terra Santa e da Síria é a grande fenda que se estende desde. em linha reta.48. o vale do Jordão. Há enormes diferenças de altitude em curtas distâncias. Js 10. Até mesmo uma lista da classificação geográfica administrativa das cidades de Judá é dividida em quatro regiões principais: Neguebe (sul). A influência da estepe e do deserto na história da Terra Santa é profunda.'</. na extremidade do deserto da Judéia.9 etc. região montanhosa e estepe ou deserto (Js 15. o norte. Jz 1. não passa de 58 quilômetros. e nas planícies. atravessando o vale do Líbano. principalmente devido aos fortes contrastes climáticos de região para região.33. Não existe uma fronteira natural definitiva separando a área povoada das regiões desérticas. Sefelá (planícies).40. fisses contrastes formam o árido Arabá. e ambos influenciam a sua natureza. O sul da Palestina encontra-se numa faixa de zona árida que rodeia o globo. as regiões mais distintas da Terra Santa são claramente definidas e listadas na Bíblia segundo a topografia e o clima (Dt 1.Eis (jue um grande vento sobreveio dalém do deserto. embora ao atravessá-la seja necessária uma descida de +915 metros para -396 metros abaixo do nível do mar (o ponto mais baixo na face da Terra). da Síria.16. 11. enquanto os orientais só trazem a secura do deserto. do lado oposto. o Arabá e o golfo de Elate. A distância entre o Hebrom e as montanhas de Moabe. Em várias ocasiões. e nas descidas das águas. As extensas regiões desérticas incluem a Terra Santa ao sul e a leste.o• \ OS DESERTOS QUE CERCAM A PALESTINA A Terra Santa situa-se entre o mar e o deserto.. tanto mais úmido o clima. os planaltos férteis e irrigados da Transjordânia. Neguebe C 5 lomilkos . com o majestoso monte Seir projetando-se como um dedo em direção à parte central do deserto... ou quanto mais próximo do mar. (Josué 12.8) Basã Mar de Quinerete REGIÕES GEOGRÁFICAS DA PALESTINA 0 terreno da Terra Santa é bastante variado.61). Esta fissura divide a Palestina em ocidental — Cisjordânia — e a oriental — a Transjordânia. e os famintos pastores da estepe bateram às portas da Terra Santa desde tempos imemoriais. (Já I. ibate-6ene-Arnom Nas montanhas. e nas campinas. Essas variações de terreno e clima deram lugar a padrões extremamente diversos de povoados na Palestina. que resultaram em divisões políticas correspondentes na maioria dos períodos. e.). Quanto mais alto o lugar.. c no deserto.

/ f r ^ / Rio Litani / i &# W.. . (Deutcronômio 11.o.11) i o f * r f a r AS MONTANHAS E RIOS DA PALESTINA oi 1204 1047 ^ \ \ Mar de Ouinerete -209 Me 1800 • . / '28'4 ô * tf ^ $ £ 120^ M V % R léffa de montes c de vaies: da chuva dos céus beberá as águas. ^ \ Ma VeÀmelho . '«i Cg *0' Toa •688 ' r515 Voi • s? o 1035 *N> 1736 "Si O tò'.-: r 1588 Ú i Si?!)' / u W 890' j • • m é ..C .4 Altitude em metros ..

Desde os primeiros tempos as caravanas comerciais viajavam pelas principais estradas. a grande rota-tronco internacional não é citada na Bíblia ou em fontes extrabíblicas.16 AS ROTAS INTERNACIONAIS NO ANTIGO ORIENTE As eslradas principais desempenharam um papel muito importante na história da Terra Santa. Em caso de necessidade. Existiam várias outras estradas secundárias. que passa pelo país montanhoso da Transjordãnia. a Terra Santa foi dominada por poderes estrangeiros. A segunda grande rota era a estrada Real (Nm 21. Hatusa leonio irquemis Assur \Nuzu Arvade Homale V . romanas e outras. sc eu c o meu gado bebermos das tuas águas. locais. elas também serviam como alternativas às caravanas do comércio internacional. não eram abertas apenas pura o comércio: campanhas e conquistas militares também as palmilharam no decurso da História. As povoações da Palestina se localizam nas encruzilhadas do Antigo Oriente. através do Sinai. deixando na sua esteira destruição e desolação.. Dali. porém. e nela fundaram-se destacados centros políticos. junto ao deserto. É uma rota secundária que vai de Damasco ao Egito. que procuravam principalmente tomar posse dessas rotas. objetos preciosos e artigos de luxo. levando seus produtos. seguindo para o norte até Azor e o Beca Libanês. A seguir. do norte ou do sul. era chamado "caminho do deus llorus" pelos egípcios e certa vez foi chamado "caminho para a terra dos filisteus" (Ex 13-17). (Números 20. Prover as necessidades das caravanas e a sua segurança tornou-se uma fonte constante de renda. estando a sua importância no fato de as estradas para a Arábia serem ramificações suas. seguindo a linha costeira ao sul até alcançar a barreira dc Nahal Kanah (Nahr el-'Auja). O relevo montanhoso da Palestina dita o curso das estradas. ou atravessava o Jordão até Damasco. usadas largamente pelo tráfego local. Essas estradas. A rota mais importante era a estrada que ia da Mesopotâmia ao Egito. c. especialmente as citadas pelo nome na Bíblia. A não ser por esses exemplos. Os mapas mostram apenas as rotas mais importantes.1 Calna Tadmor Mar Grande fazor Acade Damasco Passo Aruna [Rabate-Bene-Amorn Carcor 'CadesBarnéia Rola do conlmenle Estrado principol Rolo marítima 100 milhos . onde era obrigada a se desviar para o leste.22). circundava a extremidade leste da Planície de Sarom ao norte e passava para o vale de Jezreel. Na maioria dos períodos. darei o preço delas.19) rodear Afeque. ela provavelmente passava por Bete-Seã. pelo vale de Aruna em direção a Megido. A principal rota internacional que liga o Egito com o norte da Síria e a Mesopotâmia. O segmento do Egito. a fim de Subiremos pelo caminho igualado.. atravessa a Palestina de sul a norte. ou via vale de Dotã.

. aplainai a estracia.Caminho para Arabá Caminhos principais Estradas locais milho» ÓS 1 01 S t„ NOTA: Em hebraico "o caminho dc [nome do lugar]" significa "o caminho [que leva] a.. (lsaías 62.1 .Caminho para o Deserto í . limpai-a das pedras.Caminho para o Carvalho do Adivinho 2 • Caminho pura Ofra .Aplainai.10) ROTAS NA PALESTINA \ / J^molc-Bene-Amon 1 .." ..

18 A ECONOMIA DO ANTIGO ORIENTE 0 que lavra a sua terra se fartará de pão.V..Viadairc puia conslrvçco Arvores f'utiferos FloreMos i Tomaras Sicòmoros Cedros Trigo tf y* Gado Comelos Cavalos Pesca £ Perfume Cevcda Ovelhas Púrpura de firo Têx'eis Marfinr Caravanas . Provérbios 12./ 'v Nínive/V Acmela l Cobre Hamafe Quilirn Cobre Tadmor Bibbsj Mar Grande '.V. Ccbre •V.Megido V V V Damasco Babilônic/\vvV t Y V V V/V* Robote Bcne Amorr Carcor Ur dos Cal deus Cobro (Scrabit clKhocicm) Turquesa cobrc j Perfume í •Aquetatom (Tebas) ProdufCA do compe ..1! Cobre Cobre lioluso» (Tabnzj Togcirmci Amido.

46). X Pvnom - •fttíte w O | cobre ] io jomilliíJs ZL Elate 0 I O 20 —Só kfn . se localizavam ao longo da costa e. usados em armas e ferramentas. como testemunhado pelo nome Ir-hammelah — a cidade do sal — na extremidade noroeste do mar Morto. assim como em Chipre. tinha igualmente certo destaque. yj * Cicade de Sal /èozaj. marginais. terra cujas pedras são ferro. porém. Nas montanhas do I. Os dois metais mais comuns. no período israelita. bem como a de gado e de cavalos em certas áreas. principalmente em Damasco. abundante de azeite e mel. era comum a criação de ovelhas.co. As cidades costeiras tornaram-se centros da indústria têxtil por ficarem próximas à fonte das conchas murex usadas para fazer a "púrpura de Tiro". produzidos principalmente na Ásia Menor e no Cáucaso. era a fundição de utensílios de metal (1 Rs 7. W Í I é ^ E •> *iM Raba1e-Bene-Amom ' w ? ' ' . já que a região possuía clima apropriado para isso. Uma arte bem desenvolvida em Canaã era a escultura em marfim. encontrados em Ugarite — cidade portuária ao norte da costa da Síria — é feita menção a tecidos importados de Aco. não começou até fins do segundo milênio. °o°<> Jopt °o 0 --Éüü J trabalho emrneíc?)i °0 c o0 Jerico X yj 4 A s d o l W/ Asquelom* ii jJ A : •/„«/•jer.C. o ferro e o cobre eram extraídos das montanhas da Terra Santa (Dt 8. havia florestas de cedro e outras árvores. (Deuteronômio 8.. perto de Sucote. O cultivo de vários tipos de resinas aromáticas na região do mar Morto.. produto de luxo usado pelos ricos e pela realeza para ornamentação arquitetônica e de peças de mobiliário. especialmente naquelas áreas ao longo das principais rotas comerciais.' J li/ V gyyqPf 'En-GecTii Zoar. está ligado ao termo grego para a púrpura vermelha — pboenix. e cie cujos montes tu cavarás o cobre.W iíví•.8. podemos supor que existia uma indústria de conservas de produtos da pesca nas cidades costeiras sulinas.9) — evidentemente uma referência às minas das áreas circunvizinhas: vale do Líbano.V Xbiquem I :. nas estepes e planícies do norte.). Uma especialidade do vale do Jordão. No Antigo Oriente. embora a agricultura e a horticultura tivessem prioridade. Asdode e talvez também Asquelom são mencionados como centros de exportação pesqueira. sul de Gileade e especialmente as minas de cobre de cada lado do Arabá. e romeiras. terra de oliveiras. ao sul do Egiío. Fenícia. Esta pode ter sido a Ofir bíblica para a qual Salomão enviava os seus barcos (1 Rs 10. Os principais centros de produção de perfumes. para o fabrico de perfumes. fonte importante de madeira para construção não só à Palestina e Síria.I I 19 A produção de alimentos era a base da economia da Antigüidade. Os centros desta indústria. As presas eram importadas de Cuxe (Núbia) e da terra de Nfi ao norte da Síria. O jumento era o animal de carga mais importante. O nome helenista para Canaã. uma tinta reservada aos tecidos tle maior valor. Embora houvesse lugares onde se vendiam cereais e outros alimentos. como também ao Egito e à Mesopotámia.. Desse modo. Uma importante fonte de ouro encontrava-se na terra de Punt. A criação de camelos em larga escala. principalmente no deserto da Arábia. Outro ramo da economia no Antigo Oriente era o trabalho com metais. As florestas de llaurã e do monte Seir (Edom) só serviam provavelmente às necessidades locais. ficavam ao sul da Arábia. Segundo a Bíblia. Nos dois documentos ugaríticos e fontes acadianas posteriores.9) A ECONOMIA DA PALESTINA / . lérra de irigo e cevada. a produção de cereais era feita nas planícies junto aos rios. eram o cobre e o ferro.11 etc. A Palestina também produzia cereais.ibano e no Antilíbano (Siriom). no período cananeu. Hamate e talvez Samaria. O comércio ocupava então geralmente uma posição importante na economia da Palestina. Cada região dependia principalmente da produção local. o escopo de tal comércio mantinha-se restrito. A alimentação era monótona e muito mais simples que a de hoje. Parece que em vários períodos o sal era obtido do mar Morto e do monte Sodoma. como confirmado pelas escavações arqueológicas em Sucote. e figueiris. e de vides. Os vários ofícios permaneciam como segredos comerciais das famílias e das associações tribais em suas áreas particulares. Nas regiões circunjacentes. Em documentos do século IV a.. Asdode e Asquelom.

assim como nos outros países que ficam entre eles — Palestina e Síria. Jarmo. mas no Egito desenvolvimentos paralelos também estavam tendo lugar. o progresso do homem está em evidência através de todo o Crescente Fértil. há dez mil anos. Jerico é a cidade mais antiga do mundo. as principais culturas são listadas cronologicamente. (Deuie. Essas culturas primitivas recebem hoje o nome dos sítios onde foram primeiro descobertas. Nínive II 4000 Megido XX. Neolítico (Idade de Pedro .ronômio 11. a Mesopotâmia toma a dianteira. Durante o V milênio (Idade da Pedra — Final — Neolítico). Berseba lormoque Tcll Holof (Sbcar Ha-Golan) Jericó VIII Am u que 61-Fayum A Dcir Tosa El-Bacari El-Amroh. e se ao vale do Jordão. é mais ou menos sua contemporânea. embora pareça não ter passado de um vilarejo. Na tabela comparativa.m que semcavas a lua semente. e a regavas com o teu pc.Final) ftos-Shamra V Nínive 1 Jericó IX Biblo» A Mesopotâmia Síria-Palestina Egito F. o menor dos vales de rio do Crescente Fértil. pois no VII milênio já era cercada por um muro de pedra maciça. e o IV milênio (Calco lítico). Só pesquisas futuras irão provar se Jerico foi realmente a primeira e única cidade na época. ao norte da Mesopotâmia.10) AS CULTURAS PRIMITIVAS NO ORIENTE MÉDIO Os primeiros sinais da civilização humana são reconhecidos no desenvolvimento da produção de alimentos (agricultura) e na fundação de cidades e colônias organizadas. Hamale L Calcolítico lldcifie cio Pedra-Cobre) 3500 T«(l el-IJbeid Teleílal Ghassul. cabe a designação "berço da civilização". como a uma hona. Nesse período.. Segundo os conhecimentos atuais. (Ugaritc) Scimarry. Traços de civilização foram encontrados já na Média Idade da Pedra (Mesolítico). •Mogado II .20 CRONOLOGIA COMPARATIVA DAS PRIMEIRAS CIVILIZAÇÕES Período Data 5000 Jarmo Hassuna.. Nàgúda 1 3150 Erech I idade do Bronze J 2850 Jcmdot Nos<- Primeiro Período Cananeu El-Gerzeh. calcula-se.

21
K saía um rio do Éden para regar o jardim-, e dali se dividia e se tornava em quatro braços. (Gênesis 2.10)

OS RIOS DO JARDIM DO ÉDEN
Onde sc acham os antigos centros da civilização segundo a Bíblia? A resposta para isto é sugerida na descrição dos quatro rios que saem do Jardim do Éden. É natural que os antigos cressem que os rios do Éden fossem os que atravessavam as terras onde a água era mais abundante, os principais sendo o Tigre e o liufrates na Mesopotâmia. Os rios Pisom e Giom não foram identificados e podem ter sido simplesmente simbólicos. Mas. desde que Havilá é uma das regiões de Cuxe (Gn 10.7), parece que a referência aponta os dois principais afluentes do Nilo (o Azul e o Branco).
Por estes foram repartidas as ilhas rias nações nas suas terras, cada qual segundo a sua língua, segundo as suas famílias, entre as suas nações. (Gênesis 10.5)

AS FAMÍLIAS DAS NAÇÕES EM SUAS TERRAS (TABELA DAS NAÇÕES)
A Bíblia preserva uma lista ímpar das nações do mundo dentro do escopo do povo de Israel — a lista da família humana ("as gerações dos filhos de Noé"). As terras do mundo e os povos são divididos em três linhagens principais: os filhos de Sem, na Mesopotâmia e Arábia; os filhos de Cam. no Egito e no âmbito da sua esfera de influência; e os filhos de Jafé, nas terras ao norte e oeste. Inclusos na lista estão cidades reais e centros importantes do Crescente Fértil, na terra de Sinear (sul da Mesopotâmia) e na terra de Canaã. Mesmo que nem todas as identificações sejam exatas — e alguns dos nomes não foram absolutamente identificados — a divisão geral é bastante clara: três esferas de povos e terras que convergem na região da Terra Santa.

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GÊNESIS 2.10-14

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Legenda

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Sem — Assírio (Relevo do palácio de Jargão em Corsabade)

GÊNESIS 10; 1 CRÔNICAS 1.4-23

22

ESCAVAÇÕES ARQUEOLÓGICAS NA PALESTINA
A geografia bíblica iniciou seriamente há cerca de 150 anos com a viagem de pesquisa de F.dward Robinson, em 1838. Ele registrou muitos nomes de sítios bíblicos ainda preservados no idioma árabe. Todavia, ele e vários outros que vieram depois dele não perceberam que um povoado com um nome bíblico talvez não mais se achasse no lugar original do sítio do Antigo Testamento. Em 1890, Flinders Petrie provou o que outros estavam afirmando há tempos. a saber, que os outeiros proeminentes, de cume achatado, cm pontos estratégicos do país eram realmente o acúmulo de escombros de cidade após cidade, construídas no decorrer dos séculos. Tais outeiros são geralmente chamados tell, termo semítico significando "outeiro" ou "morro pequeno", que gradualmente adquiriram tratamento específico designando um monte formado por ruínas antigas. Pesquisas arqueológicas desde Robinson não SÓ registraram nomes de lugares na língua árabe, como também mapearam o país e indicaram detalhes ecológicos e sociológicos

PERÍODO CANANEU (IDADE DO BRONZE)
3 1 5 0 A 1 2 0 0 a.C.
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• Bcte-Seã do terreno e da população. As escavações de Flinders e Petrie no Tell el-Hesi inauguraram a atividade da escavação na Palestina, seguindo o exemplo de gigantes como Layard, na Assíria, e Schlieman, em Tróia. Tomou-se claro que esses tells foram formados pela sucessiva construção e destruição de povoados no mesmo sítio. Quando uma cidade era destruída, os prédios se desintegravam, acrescentando nova camada de escombros à altura do tell. Durante os períodos cananeu e israelita, esses sítios tenderam a permanecer era locais com condições favoráveis para sustentar a habitação humana, a saber: boa água, terra arável, posição defensável e vias de comunicação. Tell é o termo arábico para outeiro, e tel, o hebraico. Nos últimos sessenta anos, inúmeras escavações foram feitas em sítios importantes da Palestina. As técnicas de registro e análise das descobertas estão se tornando cada vez mais refinadas. As camadas de entulho são o foco principal da escavação; as camadas de ocupação são chamadas estratos (daí estratigrafia). Todas as características arquitetônicas e outros artefatos são atribuídos às suas respectivas camadas. A diferenciação meticulosa dos estratos apóiase na relação física entre as características. A data relativa é baseada na natureza dos artefatos encontrados em cada estrato, especialmente ferramentas de pedra e vasos de cerâmica (geralmente

Tirza (Tell el Far'ah) Siquém • (Wadi-ttabba)

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23

PERÍODO ISRAELITA (IDADE DO FERRO)
1 2 0 0 A 5 8 7 a.C.
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PERÍODOS PERSA, HELENISTA E ROMANO
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Vestígios arqueológicos

A bscavoções

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em pedaços). A cerâmica se adapta perfeitamente a esta tarefa por duas razões: quando um vaso é quebrado, ele se torna inútil e é descartado; mas os fragmentos de cerâmica, especialmente os vasos queimados no forno, são duros como pedra e sobrevivem assim às devastações do tempo (ao contrário dos materiais orgânicos que logo se desintegram no solo úmido). Os muitos fragmentos de louça de barro em cada camada são classificados segundo seu estilo e tipo (tipologia). 0 desenvolvimento progressivo de estilos de cerâmica locais e o aparecimento de estilos importados de culturas vizinhas estão se tornando cada vez mais reconhecíveis, à medida que aumenta o volume de material escavado (e publicado). Uma comparação entre as descobertas nos vários estratos de diferentes escavações está gradualmente formando uma escala reconhecida de tipologia da cerâmica para datação arqueológica. A descoberta de inscrições ou de objetos importados de estilos artísticos datáveis também ajuda a depurar a datação. Para os períodos históricos tratados neste atlas, pode ser também possível comparar os estratos sucessivos e camadas ocasionais de destruição com os eventos históricos registrados perten-

(Acaba)

& ir milin 1 0 1 5 k»

centes a uma determinado sítio ou, mais freqüentemente, à região geral em que um sítio se encontra, todavia, tais comparações são capciosas e exigem muita cautela. Com freqüência, os eruditos saltam para conclusões prematuras sobre a suposta datação "histórica" deste ou daquele estrato escavado. Como base apropriada para as escavações, a pesquisa arqueológica procura colher todos os dados relevantes disponíveis para reconstruir os meios de subsistência, o padrão das localizações

24
no sítio etc. O alvo é obter um quadro da habitação humana em todas as suas facetas num ambiente físico específico. Só conhecemos as primeiras culturas na história da Terra Santa mediante a pesquisa arqueológica. A transição revolucionária do homem na Palestina, do morador de cavernas para o fundador de vilas e cidades, é melhor apreciada em Jericó, a única cidade desse período conhecida como mostrando tais realizações na construção e tecnologia. Isto contrasta com os sítios abertos, dispersos aqui e ali junto às terras aráveis. O progresso das primeiras civilizações não foi sempre suave e pacífico. Declínios e retrocessos se seguiram a picos de realizações. Novos conquistadores desalojaram os habitantes de suas cidades, ou se instalaram em seu meio. No Período Calcolítico (IV milênio a.C.), muitos povoados foram fundados, principalmente nos vales férteis e à beira do deserto. Foi nessa época que o cobre veio a ser usado juntamente com os utensílios de pedra. A última fase desta era veio a ser chamada de cultura Ghassuliana. como um grupo de pequenos montes na parte sudeste do vale do Jordão, onde a cultura foi primeiro descoberta (Telelait Ghassul): ela veio a ser bastaiue conhecida mais tarde por meio de vários sítios perto de Berseba. Essas colônias se espalharam por amplas áreas e não eram fortificadas: os habitantes se ocupavam da agricultura, criação de gado e indústrias caseiras, inclusive a exploração das minas de cobre. Sua habilidade técnica e artística são notáveis. Um depósito de utensílios de cobre encontrado na "Caverna do Tesouro" no deserto da Judéia supera em qualidade e beleza todos os outros objetos descobertos no Oriente no mesmo período. Entre as terras das primeiras civilizações, a Palestina manteve uma posição respeitável até o final do IV milênio a,C.

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PERÍODO

CANANITA

•PERÍODO CALCOLÍriO
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I.ré-histórica

O ANTIGO ORIENTE NOTERCEIRO MILÊNIO
Os primeiros grandes impérios no Antigo Oriente surgiram bem cedo no III milênio a.C. Cidades-estados poderosas se concentravam em Quis, Laraque, Lagas, Uma, Ereque e Ur, ao sul da Mesopotâmia. Este território, mais tarde referido na Bíblia como terra de Sinear, era então chamado Suméria. A cultura sumeriana estabeleceu os fundamentos da civilização no Oriente Médio e a sua influência se estendeu até a "terra do ocidente" (Síria e Palestina), chegando ao Egito. A essa altura o Egito achava-se unido pelos seus primeiros reis, os da dinastia "zero", que precederam a primeira dinastia. A partir dessa época, o Egito passou a representar um dos mais fortes poderes, e até mesmo em períodos anteriores sua influência chegou a países no extremo norte: Na'armer, que julga-se ter sido o primeiro rei a unir todo o Egito, assistiu a alguma penetração no sul da Palestina; se com intuito de conquista ou apenas para fins de comércio, é uma questão ainda debatida. Uma palheta de cosméticos com seu respectivo cartucho, encontrada no Egito, é considerada por alguns eruditos como contendo uma descrição gráfica da conquista de uma cidade cananita. O nome de Na'armer foi descoberto gravado em fragmentos encontrados nas escavações em Arade, Tel Erani e outros lugares. As pirâmides gigantescas construídas pelos reis da segunda à quinta dinastia são monumentos imponentes, representando a habilidade organizacional e o poder político do Egito nessa era, o período do Antigo Império. O centro político da Mesopotâmia no século XXIV a.C, mudou de Sumer no sul para a região semita de Acade, ao norte, cuja localização exata não foi ainda definida. Sargão I de Acade fundou este império e não só reforçou a sua autoridade sobre Sumer e Dilmun (Baherin) no sul como também conquistou a área de Subartu, ao norte de Assur, chegando até as montanhas Amanos e ao "mar Superior", o Mediterrâneo. As escavações em Tell Mardikh, sul de Alepo, revelaram a cidade antiga de Ebla. Os registros do final da Primeira Idade do Bronze contêm milhares de lâminas cuneiformes, a maior parte em sumério, algumas no dialeto semítico local. Muito se está conhecendo agora sobre a vida política e social no norte fia Síria e suas relações com Acade. Nenhum contato com a história ou a geografia bíblicas foi encontrado nos documentos de Ebla. Ficamos conhecendo a Mesopotâmia, a Síria e o Egito no III milênio através de vários documentos escritos, enquanto a Palestina no mesmo período continua em sua "proto-história", desde que até agora não foram descobertos aqui quaisquer documentos deste período. Algum dia poderão vir à luz inscrições, pois as escavações revelaram que durante este mesmo III milênio — Primeira Idade do Bronze — havia na Palestina cidades-estados ricas e poderosas, com culturas bem avançadas. Algumas cidades cobriam uma área de 25 a cinqüenta acres, cercadas por fortificações de sete a nove metros de espessura, como as de Megido e Bete-lcrá (o mapa 21 só mostra os centros mais importantes). Embora a história desse período continue obscura, há pouca dúvida de que tanto a Palestina quanto a Síria tomaram parte ativa no seu desenvolvimento cultural.

invocada por esta vivida descrição.25 F. TUMULO DE UNI. C A única informação histórica sobre a Palestina na Primeira Idade do Bronze é uma inscrição egípcia descrevendo cinco campanhas militares nos dias de Pepi 1 (2390-2361 a.10) A CAMPANHA DE PEPI I c. arrancaram figueiras e vinhas e tomaram despojos. o princípio do seu reino foi Babel. Uma idéia dos povoados que floresciam na época. Roto Terrestre Roto Marítima ° 8 í0 2° '« 1. o "Nariz da Cabeça de Antílope". por trás da alta montanha ao norte da Terra rios Habitan:es das Areias. e Ereque. (Inscrição de Uni) Nariz de Boic lerá > INSCRIÇÃO.C. possivelmente o promontório de Carmelo. mas agricultores estabelecidos. (Gênesis 10. saquearam povoações. e Calne. o antigo nome egípcio para as terras a leste do país Uma campanha é descrita em detalhe — o exército egípcio formou duas colunas.) à "Tem dos Habitantes cias Areias". uma por terra e a outra por mar. EGITO . onde os egípcios destruíram fortalezas.11 . Os "Habitantes das Areias" neste antigo texto egípcio não eram evidentemente nômades. A terra conquistada era evidentemente a planície de Aco e parte do vale Jezreel. COMANDANTE DO EXERCITO DE PEPI I ABIDCS. O grupo marítimo chegou antes e se posicionou atrás de uma cordilheira. especialmente nas planícies costeiras. Acampe. Uma avaliação da sociedade cananita deve basear-se nos fatos ecológicos (agrícolas) e não nos termos egípcios pejorativos para os povos estrangeiros. é. e Acade. 2 3 5 0 a . na lerra de Sinear.

Mais para o sul. Este período intermediário é reconhecido pelos especialistas como a última fase do Período do Bronze Antigo ou a primeira fase do Período do Bronze Médio. levando com eles novas tradições de cerâmica e artesanato em cobre. Seu reinado data da metade do século XVII a. Lede Jerícó Gezer * .Dota o s. Cados Racale _ Aslorole * Sinrom* Bele-lerá* 9 Mcgido (TelIAsawir) « * JaMU *~ »Bete-Seâ (Tell el-HusnJ* # Reobe Inimigos prostrados e plano (Ia fortaleza (Palheta de cosméticos de Naarmer) . Nos documentos acadianos eles são chamados de "povo de Amurru (amorreu)" ( = Martu. na Palestina. • Haror. "ocidente").26 • Laís A PALESTINA NO PRIMEIRO PERÍODO CANANEU TERCEIRO MILÊNIO a. Sua população espalhou-se pelas áreas rurais até se tornarem suficientemente poderosos para conquistar grandes cidades e fundar novas dinastias. a. falando uma língua semítica ocidental.Lu9uis •(Tell en-Nejilehl Jarmute JEn Ho Bescrl •IBab Edh-Dhra) Texto de Execração de nma estatueta de terracota em Sakkara A PALESTINA DURANTE O PERÍODO DO MÉDIO IMPÉRIO EGÍPCIO SÉCULOS XX A XIX a. o 9 Zartítü Afeque* . /Azor) . liste vácuo cultural deixou a terra à mercê dos pastores das estepes da Síria e Transjordânia que vagueavam pelos campos. Em toda Canaã . . todas as cidades-estados da primeira era cananita foram destruídas. embora nem todas ao mesmo tempo.C. em sumério. Dentre esses líderes amorreus. Nos últimos séculos do III milênio. ocupou todos os principais centros de cultura ao norte da Síria e avançou na direção sul até a Mesopotâmia. Alguns remanescentes dos povoados pobres e dos vastos cemitérios deixados por esses pastores foram encontrados na grande maioria dos sítios. cujos ancestrais haviam fundado a dinastia da Babilônia.C. Trata-se de fato de um interlúdio entre ambas.C. mas as evidências mais claras são acampamentos ao ar livre nas serras ao sul do Neguebe bíblico ou na Transjordânia. Jerusalém (Tell es-Saíi) • JTel Erani} Eglom. uma onda de pastores. o mais famoso foi Ammurapi (Hamurabi).

há dois ou até três ou quatro governantes por cidade. A primeira documentação escrita da sociedade na Palestina é proveniente desse período. A fonte principal. contendo porções de texto que registram a lista dos prováveis inimigos do faraó em Cuxe (Sudão). traz a inscrição de uma campanha contra o estado de Siquém. Outro vislumbre da vida em Reteno durante a décima-segunda dinastia é a história de Sinuhe. e-agora só há geralmente um único governante para cada cidade ou grupo embora alguns tenham dois. EGITO . não havia cidades-estados e nenhum contato com o Egito. muitas delas reconhecíveis mediante fontes posteriores. por Senuseret III. É improvável que a primeira sociedade tivesse sido pastoral enquanto a posterior fosse urbana. A parte sobre Reteno no primeiro grupo só possui uns poucos nomes. consiste em vasilhas gravadas ou estatuetas dc barro na forma de escravos. MKRG1SSA. Bezer • Zaretã küíSfliim Asquelom C U X E * Cidade mencionado em Textos de Execração posteriores Bifefos Cidade também mencionada nos primeiros Textos do bxecração TEXTOS DE EXECRAÇÃO: TEBAS. onde um chefe local de nome amorreu nomeou-o vassalo feudal e fez dele seu genro. com a morte desse monarca. fortificadas. É feita menção de cidades e grupos étnicos na esfera de influência egípcia. principalmente em Biblos. 'ab. o capítulo de Reteno possui 64 cidades. No último grupo de textos. O enclove diplomático e comercial egípcio levou Sinuhe a voltar deste ponto para o ferra de Kedem Cum tf * Lebo Apum (Damasco) Codes * (M A ACA? Hazor Astaroie Quenate Não se revoltou contra o Egito — não mencionado nos Textos de Execração Peel Reobe Khu-Sebek relata uma campanha egípcia contra Siquém. Foram encontrados três grupos desses textos. que o ajudou a continuar na direção norte. Reteno (Palestina/Síria) e no próprio Egito. os primeiros cm pires de meados do século XX e o último em estatuetas de fins do século XIX a. Sinuhe fugiu do Egito. Como líder militar experimentado. amorreus mais civilizados estavam começando a repovoar Canaã desde o norte. que passava igualmente por um período intermediário e não ' possuía na época um governo central. teve medo do enclave egípcio e voltou para a terra de Quedem em Reteno (talvez na Beca libanesa ou na região de Golâ-Basã). a necessidade de cidades poderosas. O documento inclui imprecações e maldições a serem infligidas aos ofensores. e mercadores cananeus/amorreus foram incentivados a estabelecer uma colônia no delta. que continuou durante os oito séculos seguintes. organizou a defesa contra nômades intrusos das estepes e liderou incursões contra estados vizinhos. até o Último Período Cananeu. Os pastores do período intermediário parecem ter desaparecido próximo do ano 2000 a. vinhedos e outras plantações. compostos dos mesmos elementos tais como 'ammu. Sinuhe foi finalmente repatriado para o Egito por Sen-userct I (1971-1928). os "'lextos de Execração". na maioria não identificados. isto é. ao longo da costa palestina e na rota-tronco principal deu lugar a uma nova cultura urbana. Pouco se sabe sobre a atividade militar egípcia neste período. Estes são idênticos aos nomes pessoais amorreus da Mesopotâmia nesse período. o verdadeiro Período do Bronze Médio. Ele quase morreu no deserto ao ocidente do Sinai até que foi salvo pelo chefe de uma tribo nômade. A mudança pode refletir transformações no regime político e social. 'el e hadad. que serviu como oficial sob Sen-useret 111 (1878-1842). só Jerusalém. Sinuhe era um oficial da corte durante o reinado de Aemnemhat I (1991-1962) e. SAKKARA.). Sob a liderança desses faraós. No geral. Asquelom e Reobe podem ser identificados. Ele prosperou em seu feudo onde eram praticados todos os ramos da agricultura: pomares.C. a cultura egípcia alcançou o seu auge de prosperidade material e cultural. Sua influência política estendeu-se sobre a Palestina e a costa da Fenícía.C. com os respectivos líderes sendo chamados de ''governantes estrangeiros" (= forma helenista: hicsos). na Palestina. quando ocorreu a conquista pelos israelitas. possivelmente a cópia de uma inscrição numa tumba real. O túmulo de um certo Khu-Sebek. A essa almra. Sinuhe percorreu várias cidades-estados até chegar a Biblos. talvez uma consolidação de oligarquias feudais em monarquias locais mais centralizadas. Aqui. Líbia. O Egito era governado pela décima-segunda dinastia (1991-1784 a. Em vista de o comércio marítimo e terrestre estar sendo renovado entre os cananeus/amorreus na costa da 1'enícia.C.27 (Cisjordânia). Os nomes dos governantes são semíticos ocidentais.

. •'••!"] 3mw nbw-r Identificação "todos . 27 E 60 E4 E 1 E 15 F6 E 43 3 '3mw nbw 1 '3mw nbw '3mw nbw 1 1 1 1 1 1 Asquelom Arkath As[tajmim Pihilum e8-10 f7 » Siri-basani Tiro * Suruya Ravata Raqaha Raqaha Raqaha (U)Rusalimum (U)Rusaliinum (IJ)Ru$alimum Sakmemi Samuanu 1 '3mw nbw 1 '3mw nbw ""3 hq3w +nbw "3mw nbw e 20. ..-.]raya [. Astarote Pela 3 '3mw nbw E 40 E 39 K 32 E 56 E 19 E 35 li 44 1 Quenate * Ahumuta Ayyanu Akaya Enva Aqlaya lrqatum Irqatum Irkatum Irqata Ullasa Qahlamu Qahlamu Boüra Bcte-Semcs (Nafrali) Qahlamu mhyt Qahlamu rsyt Qanaya Qarqarum Sirum '3mw nbw 1 Hazor <t % e 23-25 f 14 E2 f3 f3 F2 E 20 F.....28 f 18 E45 E6 E 55 E 30 E 22 E 57 e 4-6 f5 e'4 f'5 Suni hit Suai hrt f. 21 e 30 f 20 e.21 fll F4 c 27... 11-12 f8 E 14 e 13-15 f 14 E3 E 48 4 1 1 1 1 '3mw nbw 2 1 '3mw nbw 3 1 '3mw nbw 1 * Apum = Upi Afeque s * 1 Mishal * * Rcobc Ahumuta Ahamuta '-f-r-?-a *t '3mw nbw Ijom Aco Eglom? Ecrom? '3mw nbw E 54 E61 25 E8 why ni. Yarimuta Rimuta[.jrayanu E 52 E53 E46 E 38 E 16 2 '3mw bnw '3mw bnw 2 '3mw nbw Siquém Simom (Simrom) Siriom * Jerusalém Sariyanu(?) Saramilp) Sosu Sutu Sutu Sutu Sutu Pastores 3 '3mw nbw 1 '3mw nbw 1 1 1 1 1 I 1 t Tribo de Sete (Superior e Inferior) 1 [. 59 E 31 E5 E37 E62 E 24 E23 F.2 1 1 wr n whvt wr n whyt iz-à Tribo cte Cuxe 1 Lesi Luba(?) Maktulya Makaya .28 LISTA DF TEXTOS DE EXECRAÇÃO POSTERIORES Primeiros Textos Publicados por Sethe Textos Posteriores Publicados por Posener Abiluin Aksapa Anharu Anharu Apum mhtv Apum rsyt Apqum Ari Arhanu Arhanu Aihabu Alhabu Arhabum Asannu Asannu Asannu Asannusf?) Asapa..]» hq3w+nbw = todos os governantes why nt.Makaya Marsih-ki mhyt Marsih-ki rsyt Masa Masala Mutara Sapum Surudanup?) S P E 47 F.= as tribos de. cf. Kubni f2 f'2 E 63 f 21 E 12 E7 1 1 '3mw nbw '3mw nbw wbyt nt.-íf Gina Biblos f9 f 13 F3 e7 f6 e'5 f'6 e 1-3 e 31 f4 c' 1-3 e' 6 E 36 E 64 3 hq3w + nbw 1 hq3w + nbw '3mw nbw '3mw nbw '3mw nbw '3mw nbw ** Número • | 1 Líderes .] Yasapa Asapa Kina Kupni Kubni L.... os asiáticos" Abel(beie-maata) Acsafe '3mw nbw !*** Kusu Kusu E 50 E 51 F... .. M. = líderes das tribos . 11 S P 1 1 Laís lebo-(Hamate) Migdal (Bete)-Maaca? * e 16-19 flO E 34 E 33 E9 F. Yasapa Asqalanu Asqalanu Asqala Ullasa Ullasa Ullasa Baqatum Busranu Beta-Samsu Haramu Harimu Hasora Hasasum Yabilya Yamuaru Yamuaru Yamuaru Yamuaru Yanuqa Yanuqa(!) Yanuqa Yanuqa Yanuqa {Yanuqa) Yanuqa Yarimuta.29 E 13 e 26 1 E 17 E41 E42 e 29 f 17 1 E 26 E 18 E49 E10 E58 e 22 f 1.

lugar que a Bíblia chama de corrupto) na terra de Reteno (Canaã) é a inscrição na tumba de Amósis. os hurrianos estabeleciam um império próprio ao norte da Síria e da Mesopotâmia. mas o caos estabelecido no final da linhagem anterior de governantes deu aos semitas ocidentais. a oportunidade de fundar seu próprio reino com Avaris como a nova capital. TUMBA DE AMÓSIS. caso contrário. Eles haviam tido contato com os indo-arianos. Os hurrianos podiam agora expandir o seu reino. O carro de guerra tornou-se a plataforma de fogo móvel e padrão para atirar flechas nos flancos da infantaria inimiga e perseguir um adversário em fuga. fundador da décima-oitava dinastia (1570-1293) em Tebas. d e maneira surpreendente. continuaram a prosperar durante o reinado da décima-terceira dinastia (1784-1668) e da décima-quarta dinastia paralela no delta a oeste (1720-1665).C. a décima-sétima (1668-1570). Objetos com os nomes dos reis hicsos foram também encontrados por toda parte no Oriente Próximo da Antigüidade. a história do Levante é principalmente a descrição de um conflito violento entre Mitani e o Egito pelo controle da Síria e da Palestina. FILHO DE ÉBEM. Ele relata que a guerra contra Saram/Sarom durou três anos. Ele atacou ali o principal governante antes que este reunisse as suas forças. possivelmente reforçados por forças siro-palestinas. de quem adotaram certas características religiosas e culturais. Alguns reis da décima-quinta dinastia continuaram a usar seus nomes semitas. É a única cidade mencionada nos vastos arquivos da cidade amorréia de Mari no médio Eufrates (destruída finalmente pelo rei 'Ammurapi [Hamurabi] da Babilônia). que destruiu Alepo e penetrou até a Babilônia. Gades Damasco Astarote íTell el-Yahdivehl Avaris 1 0 0 milhas Ma ri cidade central INSCRIÇÃO. conta como ele acompanhou Tutmósis I (1524-1518) numa campanha em Naarina (a Naaraim bíblica). Os reis hicsos foram expulsos do delta do Egito por Amósis I (15701546). Contra Apiom I. Ele era demasiado leve e indefeso para ser usado num ataque frontal.. A partir desses testemunhos. chamado Mitani. Não se sabe quantas outras campanhas foram conduzidas por Amósis I e seu sucessor Amenotepe (1551-1524). devido à sua origem levantina. ALTO EGITO Os semitas vindos do ocidente. havendo estabelecido uma colônia comercial em Avaris. obteve o controle de No-Amon (Tebas) rio Alto Egito.C. tais como a criação de cavalos para uso nos carros de guerra. é óbvio que os egípcios já tinham obtido o controle do sul do Levante. e o cerco subseqüente de Saram/Sarom (possivelmente equipara-se com Sharuhen.C. Os hurrianos eram um povo não-semita da região central do Cáucaso. EXÉRCIO DE AHMOSE-EL-KAB. onde deu fim à dinastia de Hamurabi e seus sucessores. mas o mesmo soldado. suficientemente corajosos para invadir nosso país. no braço leste do Nilo. Através de todo o restante do século XVI e a maior parte do século XV a. e conquistá-lo facilmente à força. não poderiam ter-se movido tão facilmente para o norte.. filho de Ébem. na região do alto Eufrates.29 E surgiram.) cujos vassalos egípcios do Egito Central e Baixo Egito são reconhecidos como a décima-sexta dinastia (1665-1565). . 1 6 0 6 . a partir da sua capital Washukanni (possivelmente Tell el-Fakheriyeh). Uma dinastia rival. Este foi o início da décima-quinta dinastia (1668-1560 a. homens de baixo nascimento das regiões do oriente. Mursilis I. (Maneto.. A maior e aparentemente a mais próspera cidade de Canaã na época era Hazor. 14) Alalaque• Ugarite< jHamate iTadmor REINADO DOS HICSOS — A DÉCIMA-QUINTA DINASTIA DO EGITO y^omuro^. Amósis. filho de Ébem. Tutmósis III encontrou mais tarde uma esteia deixada por Tutmósis I do lado leste do Eufrates. A influência desses reis "hicsos" chegou pelo menos até a cordilheira do Carmelo. COMANDANTE. Enquanto os hicsos estavam sendo expulsos. desde que camafeus dos seus reis e de numerosos oficiais da corte foram encontrados nas cidades cananitas em todo o sul da Palestina. capital dos hicsos. Eles se aproveitaram de uma campanha-relâmpago conduzida por um rei hitita. O único testemunho da captura de Avaris. Os egípcios continuaram a chamá-los de "governantes estrangeiros". citado por Josefo. A cidade avançada dos hicsos talvez ficasse em algum ponto próximo ou logo além de Gaza (veja o mapa 27).1 5 6 0 a.

30 .

. na Planície de Sarom. em Gaza. F. Isto significa que as unidades acampavam todas as noites em um dos muitos pontos de suprimento ao longo da costa norte do Sinai. Tutmósis forçara os inimigos a aceitar o local estabelecido por ele para o encontro. GÊ6EL 6ARKAL. laham.ram necessários 11 dias para chegar à parada seguinte. A situação era essa quando Tutmósis. Tutmósis convocou um conselho. A morte de sua sogra pode ter sido o sinal para uma revolta em Reteno. uma estrada ao norte que passava por uma cidade importante chamada Zeftá e provavelmente chegava à planície ao lado de Jocneão. O exército egípcio partiu de Sile (Sillu). Os reis de Cades no Orontes e o rei de Megido eram os chefes da liga cananita. entrou na estreita planície por trás de Megido. (inscrição de Tutmósis 111. uma fortaleza na fronteira oriental do delta. Sua primeira campanha tinha como propósito restaurar o controle egípcio sobre o sul do Levante. Na verdade. lurza. ele acampou num ponto estratégico junto ao ribeiro. Carnaque) A CAMPANHA DE TUTMÓSIS 1482 a. EGITO Tutinósis III (1504-1450). Quando os egípcios que perseguiam os cananeus em fuga passaram pelo acampamento inimigo. A batalha teve lugar no dia seguinte. Eles tinham conhecimento de que os cananeus e seus aliados estavam se reunindo no vale de Jezreel. porém. Mesmo durante a co-regência com sua sogra.CAÜNAQUE. e os cananeus fugiram para Megido a fim de salvar suas vidas. supostamente por valor e coragem.31 F as tropas se achavam aii em Sharuhen. mas ele escolheu a do centro. Os escribas começaram a contar as campanhas de Tutmósis III a partir da época em que ele se tornou o único governante. Em laham. Sua infantaria atacou vitoriosamente. Os oficiais aconselharam Tutmósis a tomar a estrada do sul ou a do norte. à frente de seus guardas pessoais. TUTMÓSIS 1 1 1 . A estrada principal ia de Aruna. Ele apanhara os cananeus de surpresa! Depois de tomar posição dos dois lados do passo para proteger suas tropas.. todas as cidades se haviam revoltado contra o governo egípcio. lalvez o exército egípcio tenha sido obrigado a dedicar algum tempo ao combate e à consolidação do governo do faraó sobre as cidades do sul fia Palestina. ou talvez tenha tido de reconquistar Gaza. Os líderes da coalizão inimiga haviam evidentemente instalado suas barracas no monte próximo a Megido. um vale estreito atrás de Megido onde os carros cananeus não podiam manobrar ao redor dos seus flancos. mas apenas metade da distância havia sido coberta nos primeiros dez dias de viagem. ARMANT. Rotas alternativas estavam diante deles: uma estrada ao sul que os levaria através do vale de Dotã até perto de 'Iáanaque. perto de Tanaque. Hatshepsute (1503-1483). do lado sudoeste. Tutmósis III mencionou que esta fortaleza na extremidade norte ficava em Sharhan. A partir da cidade seguinte na direção norte. e marchou 240 quilômetros (cerca de 144 milhas) em dez dias para alcançar sua base principal em Reteno. quando de Yurza até os confins da [erra eles se rebelaram contra o rei. de guerra para discutir a estratégia seguinte. tais como Jope e provavelmente Gezer e algumas outras. em algum ponto perto de Megido.C. neio dc Tutmósis I. enquanto o seu exército colocou-se de frente para Megido. \r Cada Carro cananeu (em vasilha de ouro de Ugarite) Limite do área de agitação INSCRIÇÕES. conhecida pelo nome "O Prêmio dos Reis". seus patrulheiros podem tê-lo informado de que o inimigo continuava acampado em Megido. inspirada por Mitani. foi o mais ativo dos reis da décima-oitava dinastia. ele fez pelo menos uma campanha contra a Núbia e provavelmente pelo menos outra contra Reteno. . evidentemente pouco além ou perto de Gaza. atravessando o estreito desfiladeiro do ribeiro Quina (ou Gina) logo ao sul de Megido.

no Orontes. suplementando-se a lista de Tutmósis com outras fontes. Tutmósis I. A sexta campanha foi contra Cades. mas os grupos não são arranjados em ordem lógica. As listas topográficas das últimas campanhas foram acrescentadas à original nas duas cópias novas que adornam o pilar construído por Tutmósis ao sul do templo. alguns ou todos consistindo de itinerários usados pelos mensageiros reais. Tutmósis III mandou inscrever o relato de sua campanha. a lista é uma evidência das inúmeras cidades cananéias de meados do século XV. com duas omissões notáveis: as cidades das costas libanesas e Siquém e Jerusalém. Eles representam uma dispersão geográfica de Gaza a Cades. a primeira como governante único. É impossível deduzir quaisquer arranjos metódicos dos grupos de cidades de acordo com um padrão administrativo. Alguns aspectos geográficos. Cada cidade é representada pela figura de um cativo com os braços amarrados nas costas de um corpo oval. a maioria delas estabelecida ao longo dos principais vales e planícies. O padrão de povoamento de Canaã no Período Cananeu Recente pode ser deduzido. as cidades parecem ser contíguas. o oval contém o nome da cidade em hieróglifos. metade cios quais identificáveis.32 abandonaram a caçada a fim de entregar-se à pilhagem e perderam assim a oportunidade de acabar com a guerra 110 mesmo dia. Dentre os pequenos grupos. numa parede interna do templo de Carnaque. DISPOSIÇÃO DE FORÇAS PARA A BATALHA DE MEGIDO . muitos deles identificáveis na Síria do Norte. Todas as campanhas subseqüentes foram dirigidas para o norte da Síria. e os adversários voltaram envergonhados para casa. Isto provavelmente aconteceu porque essas cidades não tomaram pane na revolta. Tutmósis cruzou o Hufrates e mandou colocar uma esteia da vitória ao lado da de seu avô. O texto adicional contém mais de duzentos nomes. Seus filhos foram tomados como reféns. tais como "a montanha" ou "o vale". foram colocados em adição ao nome da cidade. A lista original continha quase cento e vinte nomes. Tutmósis 111 sitiou Megido durante sete meses até que a cidade finalmente se rendeu e os líderes inimigos ofereceram submissão. Pm uma delas. Não obstante. Um total de 17 campanhas é registrado. tais como as tabuinhas de Amarna e as listas de faraós posteriores. nas montanhas da Palestina. A lista das cidades conquistadas foram inscritas em outra. A lista abrangia provavelmente documentos geográficos menores.

E G I T O os 1 0 ir.Bete-Sea Aruna hr Tanoque P a r t e d a lista d e c i d a d e s c o n q u i s t a d a s p o r T u t m ó s i s III ( R e l e v o n o T e m p l o de Amom em Carnaque) / ^Aigdol 1 Ibleà* % .Bezer i^Gate Soco •Siquém !nsõ * lohpm / ü Jope / 1 ^Af^quo iPn° ^ + G a t e (rimmon] ^Gezer Jerusalém / Gibetom *Rabá +Jurza ^Saram • Cidcde não mencionado na lista ou no registro d c guerra Cidade mencionada na lista Cidade mencionada no registro da guerra. Adamim + Quenate ÍHekole* '<Sr * fobe A n a r a . mas não na I lista * LISTAS D E CIDADES. j ^ *"*5úliém f Geba-Tomõ ZçfoteMegido . O . laquerete * \ ^Merom j Hecalim a ^ * Hazor Aco •ir * Rosh Quedesh I Misal ^ Quinerete + Sem^-fidom k-Rafon / ^csufe . sitiadas p e l o f a r a ó n a desafortunada cidade d e Mcgido ( T í t u l o d a lista d e C i d a d e s ) LISTA DE CIDADES DE TUTMÓSIS III Cades .33 Lista d a s terras d e R e t e n o Superior. T U T M Ó S I S III CARNAQUE. e I J o c n e ã * # Ofe/. .Hadara Abel-Bete-Maaco Bete-Anatefy* * l a ! ' S Jotitfafala^i ieobe*Abel+\ . Sobfona * Arnaim o <5 Lfiho Cçshobu -k^Hazi Berotá* IM M " W ' Cumidi * Abd Damasco * .

ELEFANT1NA.. os cananeus puderam ser mantidos sob controle. AMENOTEPE II . Sumur na costa norte e Cumidi (Komidi) no vale libanês de Beca. tais como vidro. como os portos marítimos de Jope ao sul e Ulasa ao norte.. Os principais centros de administração egípcia parecem ter sido Gaza ao sul. Depois de uma ação policial relâmpago em Ugarite. primeiros os humanos de Mitani e depois os hititas de Hati. podiam gerir livremente seus próprios negócios. Amenotepe II foi nomeado coregente para enfrentar a crise. assim como guarnições de defesa nas principais encruzilhadas. especialmente desde a vitória decisiva de Tutmósis IIl em sua primeira campanha. 240: cananeus. a função de Canaã como uma terra e ponte para o comércio com o Egeu. muito além de Catna. listas últimas. os "anciãos da cidade". Quando Amenotepe II voltou do Egito com os sete rebeldes cativos. Mínfis) AS PRIMEIRAS CAMPANHAS DE AMENOTEPE II 1450 t 1445 a. Cabia também aos reis-vassalos policiar as estradas comerciais. o governo egípcio sobre Canaã era relativamente estável.CARNAQUE. Na campanha seguinte. ele não encontrou resistência até chegar ao norte do vale de Beca. Ação militar foi tomada contra Cashabu ao norte de Beca.. os egípcios também preferiam essa área e mantinham ali uma forte presença militar. . era uma prioridade para o Egito. Os egípcios exigiam lealdade. Não obstante. Amenotepe demonstrou suas qualidades de arqueiro diante dos habitantes de Cades e caçou na floresta de Lebo. mas quando poderes rivais. tais como Bete-Seã. A razão para esta medida pode ter sido uma tentativa de golpe de estado por forças anti-egípcias em Ugarite (embora a ortografia do nome seja invulgar). 323: eoneubinas dos líderes. agora reconhecida como a sua primeira sob o governo único. Na jornada de volta ao Egito. no Líbano. As fazendas eram mantidas por uma classe de camponeses sem-terra e algumas vezes por escravos. O correio estava em missão para o "rei de Naarina (Mitani)". AMADA. Cada distrito se compunha de uma classe de cidadãos mais velhos.NriS. seu pai havia morrido deixando-o sozinho no trono. 232. outras cidades-chaves. Amenotepe capturou um mensageiro diplomático que transportara uma carta (cuneiforme) numa bolsa ao redor do pescoço. provavelmente para incitar a. no geral. a um dia de viagem de Cades.C. eram também bases egípcias. escravas jovens especiais etc. MONUMENTOS. seguiu então para a Síria do Norte. 550: suas mulheres.34 Lista de pilhagem: Maryannu vivos. Os primeiros sinais de nova inquietação surgiram perto do fim do reinado de Tutmósis III e seu filho. Os artesãos moravam geralmente nas cidades ou em povoados especiais. um primeiro entre iguais. exerceram pressão sobre as cidades cananéias para que se libertassem do Fgito. cujas cabeças cortou. havia problemas ocasionais. como expresso pelo pagamento anual de impostos em espécie dos produtos agrícolas. Assim como os cananeus haviam considerado o terreno junto a Megido adequado para a reunião de suas forças. foi necessário que o rei egípcio tomasse medidas enérgicas. ajudando as caravanas e provendo artigos valiosos para o faraó. KG1TO Durante os séculos XY. Os egípcios permitiam considerável liberdade aos governantes das cidades-estados locais. Acima de tudo. (Inserção dc Amenotcpe II.. Mediante uma linhagem de faraós valentes. Sua campanha vitoriosa foi chamada de "primeira" pelos escribas que compuseram duas esteias comemorando favores aos templos de Amada e Elefantina. lira vantajoso para eles ter um dos seus servindo como rei hereditário. XIV e Xlll. 640: filhos tios lideres. Estes possuíam propriedades e quast: sempre residiam dentro dos muros da cidade. 270. Síria e Mesopotâmia. Sua principal tarefa era servir o governante. Além disso. rebelião à revelia do faraó. desde que este último protegesse os interesses da classe alta. Mf. filhas dos líderes. O jovem príncipe participou de uma batalha para reprimir a insurreição de sele reis na terra de Taquisi.

sua segunda como governante único. O faraó alegou ter guardado pessoalmente os cativos a noite inteira. Nesta campanha. Amenotepe chegou a Afeque onde foi bem recebido pela autoridade local. shasus vivos. mas mostra que um encontro decisivo com as forças cananéias teve lugar. a fim de tomar prisioneiros e pilhar o gado. O EGITO NA ÉPOCA DE AMARNA Legenda desenho à esquerda: Carta de El-Amarna . Alguns especularam que seria o próprio faraó passando por Canaã na sua primeira campanha como príncipe herdeiro. Quatro epístolas cuneiformes encontradas em Tanaque datam deste período. Em duas delas. Numa segunda carta. o exército egípcio sitiou Anarate ao leste da Galiléia Inferior. O deus Amom apareceu a ele nessa noite e prometeu vitória. repreende o governante local por não ter aparecido com suas tropas em Gaza. As duas esteias de Carnaque e Mênfis de Amenotepe II incluem listas dos prisioneiros tomados. humanos e sírios do norte (Nughassíans). 127: irmãos do rei. ele ordena que o administrador compareça no dia seguinte a Megido com suas tropas e seu tributo. cananeus. A seguir.600. Ele acampou em Iaham como fizera seu pai e as tropas fizeram incursões nas áreas da floresta de Sarom. as passagens divergem quanto aos números. eles regressaram à "vizinhança de Me(!)gido" (corruptela) para descanso c reagrupamento. Apesar da demonstração anterior de força na Síria do Norte.. Menfis) ÚLTIMA CAMPANHA REGISTRADA DE AMENOTEPE II 1443 a.C. Depois disso. 3. as tropas foram enviadas para Geba-Tomã nas vi2inhanças. onde o administrador local foi preso e seu filho colocado em seu lugar. cercados por um anel de fogo. talvez em Gate-Padala. um certo Amenotepe. 15. sem títulos reais. Outra das cartas de Tanaque foi escrita por um oficial superior local sediado em Reobe.35 Lista dos despojos tomados pelo faraó: iíderes de Reteno.300. no vale que leva do monte Tabor ao Jordão. mas refletem a estrutura social da época: governadores das cidades e suas famílias. O rei de Naarina (Mitani) provavelmente dobrou seus esforços para instigar a revolta. horcus. 56. Esse Amenotepe pode ter sido um oficial com o mesmo nome do faraó. Dali. 179. Eles eram também párias (' apiru ) e reis-pastores (shasu) servindo como mercenários. a classe dos guerreiros (nobres com propriedades chamados maryannu). Desta vez a resistência se concentrou ao norte da Planície de Sarom. (Inscrição de Amenotepe II.. apirus.000. Amenotepe II não teve sucesso em convencer os administradores cananeus locais de que a lealdade ao Egito era imperativa. ou até numa de suas campanhas posteriores contra a Síria do Norte ou contra Anarate. o texto a seguir está mutilado.

. o faraó foi persuadido a ignorar os protestos do desafortunado Rib-Addi e a apoiar Aziru. mas durante certos interlúdios foi forçado a submeter-se à pressão do Egito. (Rei da Babilônia para Aqucnaton. o administrador de Biblos. alguns oficiais egípcios podem ter favorecido o estabelecimento de um pequeno estadotampão para proteger a fronteira do norte da ameaça hitita. Os párias e os fora-da-lei ('apiru). pessoas que tiveram necessidade de fugir das sociedades das cidades-estados. F. Mitani finalmente reconciliou-se com o Egito por temer o reavivamento da dinastia hitita em Anatólia. aliando-se a Suppiluliuma! Um estado dinástico foi assim formado com mercenários 'apiru que mantiveram a sua existência por um século ou mais. Tutâncamom (1334-1325). foi planejada uma campanha importante contra Canaã. Este erro fatal na política exterior não se deveu à negligência do império por parte de Amenotepe IV (Aquenatom). a mudar sua lealdade. Os três principais centros administrativos eram Gaza. reuniu esses fora-da-lei e começou subvertendo os administradores locais das cidades que eram leais ao Egito. escreveu cartas alarmantes ao faraó e aos seus oficiais responsáveis. As cartas de países estrangeiros. Sumur c Cumidi. Durante quase todo o reinado de Amenotepe III (1386-1349). em Amarna. Desta vez. Ele percebeu também a crescente desordem interna da ordem social egípcia e decidiu. mas resultou da falta de perspicácia e maus conselhos dos oficiais mais velhos. Durante o reino do faraó seguinte. um desclassificado. não houve necessidade de campanhas no levante. geralmente sob a condições de serem recompensados com a cidadania e terras. Amenotepe IV (1350-1334) construiu uma nova capital que recebeu o nome de Aquctatom. Eles ficavam à disposição de qualquer líder que os empregasse. No reinado de Amenotepe III. no território agora chamado Amurrum. assim como algumas das epístolas dc Canaã. deixou alguns monumentos fragmentados em Canaã que parecem evidenciar sua presença ali. A nova presença hitita na Síria do Norte provocou considerável inquietação entre os governantes cananeus. Tutmósis IV. depois de voltar a Amurru. em seu reinado. A maior parte das cartas procede dos administradores das cidades em Canaã e da Síria central e foi dirigida a Amenotepe IV. perto de Ammia. Aziru foi chamado ao Egito para prestar contas e convenceu os egípcios a confirmarem o seu governo em Amurru. a usarem suas tropas de 'apirus para fundarem um estado exatamente desse tipo. Seu filho. o chefe do novo estado. Alashia e Hatti documentam o colapso de Mitani às mãos do vigoroso monarca heteu. ou talvez sob o sucessor principal seguinte. encontraram refúgio nas regiões montanhosas do levante. como seu pai tinha planejado. Abid-Ashirta. Suppiluliuma. lima lista de sacrifícios de Carnaque atesta quanto a prisioneiros de Gezer. Rib-Haddi.36 Canaã é a sua terra c seus reis sáo seus servos.les atenderam à advertência e despacharam tropas egípcias por mar. O rebelde foi morto e a rebelião sufocada. a fim de serem preparados suprimentos e tropas auxiliares. Amenotepe IV. Os cusitas da Núbia e Sherdanu da região egéia serviram como tropas de guarnição ao lado de renegados ('apiru) e mercenários nômades (Sutú e shasu). A correspondência local lança muita luz sobre as relações sociopolíticas entre as várias cidades-estados em Canaã e seus senhores egípcios. Carta de El-Amarna) OS REIS DE CANAÃ NA ÉPOCA DE AMARNA SÉCULO XIV a. Um arquivo cunciforme encontrado ali continha correspondência internacional entre Amenotepe II e IV e os outros "grandes poderes" da época. Eles encorajaram os filhos de Abdi-Ashirta. O faraó seguinte. Tempos depois.C. Pu-Baalu e Aziru. Assíria. ordens foram expedidas para convocar os administradores das cidades ao longo da rota proposta. A carta de Mitani tinha sido enviada ao faraó mais velho enquanto a capital era No-Amom. Ele fazia parte do império hitita. inclusive Babilônia. Um desses refúgios era o planalto montanhoso por trás da costa ao norte do Líbano.. "Horizonte do Sol".

sua cidade natal e a região da sua família (inclusive a estátua do culto familiar) foram tomadas à força. CIDADE-ESTADO DE SIQUEM E SEUS VIZINHOS NAS CARTAS DF. enquanto ele. Satatna. I. Labayu destruiu também Suném. * Zorá 0 rei de Siquém. Em suas tropas havia renegados 'apiru e ele expulsou os habitantes das cidades conquistadas para que seus soldados fora-dalei pudessem ocupar suas fazendas. tomou parte no saque de uma caravana babilônica em Hanaton. 1 3 5 0 a 1 3 3 4 a. ele aceitou resgate de Lab ayu em Hanaton e o libertou.. A aliança com Gezer. Mais tarde. O rei de Aco. filho de Suratu. levou o prisioneiro de Megido. rei de Gate-Carmelo. além da influência sobre os mercenários em Bete-Seã e o parentesco com o filho de Lab'ayu em Pehel davam a Lab'ayu o controle virtual sobre uma parte importante da estrada-tronco internacional que ia do Egito a Damasco e continuava para além deste ponto. Gate-Padala no oeste c Megido a noroeste. fim breve os filhos de Lab'ayu renovaram a aliança com Gezer e começaram a pressionar o administrador de Gate-Padala para continuar a política de insurreição do pai..C ^MBete-Horom Gezer •••. I.. provavelmente sem sucesso. sofrerá perda de propriedades.ab'ayu iniciou um programa de extensão territorial.. o nome dessa cidade c do inimigo que a atacou não são dados. e Gate-Rimom nas proximidades de Tanaque. Uma emboscada foi preparada para Lab ayu em Gina (Jenin?) e ele foi morto.. rei de Gezer e queixou-se de que este último não fora punido. inclusive alguns de Jope. queixou-se amargamente ao faraó. Carta de El-Amarnanm 365). passou-se para o povo dc Queila. Só eu trago mão-de-obra corvéia. Biridia de Megido foi acusado de levar mão-de-obra gratuita. ostensivamente para enviá-lo por mar ao Egito. Quando a unidade do exército egípcio de Megido foi mandada de volta para casa. se não houverem tropas regulares (este ano) todas as terras do rei serão tomadas pelos renegados ('apiru)! / (Rei de Jerusalém para o faraó. cujo rei. Estou cultivando Oi (campos de Suném). 290). deixando que voltassem às suas casas. tendo sido ajudado pelo administrador de Simom. Gate-Padala e Gate-Carmelo. Lab'ayu. assim como a Baalu-meher dc Gate-Padala. O sogro de Milkilu era Tagu. Lab'ayu tinha ligações políticas fortes com Milkilu. Surata. L. O filho de Lab'ayu foi acusado de manter ligação com esses fora-da-lei c Lab'avu teve de entregar o jovem a um oficial egípcio para interrogatório. Em vez disso. cidades no vale de Dotã. Ele forçou o administrador de Gate-Padala a juntar-se a ele e depois atacou Arrabu e Burkuna. AMARNA c.37 Que o rei seja informado quanto ao SCU servo c sua cidade.ab:avu não era nativo de Siquém. Gezer no sudoeste. pertencente ao rei. (Administrador de Megido para o Faraó. O passo seguinte foi uma tentativa de conquista de Megido. fò Cidade-reino segundo os Cartas de El-Amarna Conexão entre cidades segundo os Coitos de El-Amarna CARTAS DE EL-AMARNA JERUSALEM E AS CIDADES DA REGIÃO DE SEFELÁ NAS CARTAS DE AMARNA c. controlava uma área contígua à cidadeestado de Jerusalém no sul. importantes eventos políticos no Egito). 1 3 5 0 a 1334 a. Biridia. As serras ao redor de Siquém eram menos densamente povoadas do que a planície costeira e os vales. Carta de El-Amarna No. F.ab'ayu. Os refugiados políticos e os renegados ('apiru) buscaram então refúgio ali. Tagu era fornecedor dos soldados da guarnição egípcia de Bete-Seã. a fim de que os egípcios não perdessem qualquer renda. de Aco.C. chamada Bete-NINIB (Horom?). O rei do Egito expediu uma ordem aos administradores locais para prender Labayu c o enviarem vivo ao Egito para interrogatório... agora até uma cidade no território de Jerusalém. não sendo substituída imediatamente (talvez devido a ^ " \ V Jerusalém O GateQr Giíaila Lqquis CARTAS DE EL-AMARNA . para trabalhar nos campos abandonados de Suném.

Ramessés I. Seti I.C. O conflito contínuo na planície de Sefelá envolveu outras cidades. ocuparam Robute (a Rabá bíblica) e outra cidade. "Casa de Ramessés". são representados neste relevo. Shuwardata queixou-se e obteve permissão do táraó para reclamar sua cidade à força. sob o nome de Pi-Ramessés. Os postos avançados e depósitos de suprimentos usados pelos egípcios durante todo o período do Novo império. provavelmente Bete-Horom. Shipti-Baalu.C. era apoiado por uma guarnição de mercenários núbios.1 2 7 1 a. foi restaurada como a nova capital dinástica no delta oriental. tomou providências para confirmar o controle egípcio sobre Canaã e desafiar os hititas em relação ao domínio do Levante. O problema entre eles era o controle das estradas que partiam dc Sefelá para o centro do país montanhoso. A inquietação política no Egito foi resolvida quando o sucessor de Horemheb. mostra o Egito em dificuldades para manter seu domínio sobre Canaã. AS GUERRAS DE SETI NA TERRA DE CANAÃ E CONTRA OS HITITAS NA SÍRIA 1 2 9 1 . cujo rei. seus chefes se reuniram. Bete-NINIB. As cartas de Amarna contam sobre o conflito entre Abdi-Kheba e seus vizinhos na planície costeira. para trair o faraó e foi morto por "servos que se tornaram renegados". fundou a décima-nona disnatia (1293 a.). durante o reinado de Tutankamon. aparentemente o administrador de Gale. Shuwardata e Mailkilu de Gezer. rei de Laquis. 46) mostra seu regresso vitorioso depois de derrotar os pastoralistas Shasu a nordeste do Sinai. Não obstante. 'Abdi-Kheba havia subornado os líderes de Queila para que abandonassem sua aliança com Shuwardata. além de várias listas topográficas em vários templos. Boa documentação ainda existe sobre a sua primeira campanha. resistiu às persuasões de seu irmão.3b ü país montanhoso ao sul estava sob o domínio de Jerusalém. tais como Aijalom e Zorá. durante o primeiro ano do seu reinado (1291 a. eles começaram a clamar e a discutir. Ele queria o controle do vale de Elá e a estrada que levava de Queila a liete-Zur e Belém. tais homens não têm consideração pelas leis do palácio (egípcio)". Ay e Horemheb. à espera no alto dos montes Khurru. A seguir. O último terço do século XIV a.C.. sendo que ambas controlavam outras estradas para o país montanhoso. nas palavras de AbdiKheba. Avaris. . A antiga cidade dos hicsos. O relevo da travessia do norte do Sinai (veja pág. um deles matando um companheiro.).C. 'Abdi-Kheba e seus inimigos se referiam a si mesmos como 'apiru. Abdi-Kheba. Shipti-Baalu veio realmente a tornar-se rei de Laquis. Seti 1 teve de apaziguar esses nômades turbulentos e fazer também uma demonstração de força ao longo das principais estradas militares de Canaã. Zimredda. apoiados por Tagu de Gate-Carmelo. especialmente os relevos na parede que fica ao norte do salão de hipostilos cm Carnaque e numa esteia en- contrada em Bete-Seã. dinâmico segundo faraó desta dinastia. Notícias haviam chegado de que "o inimigo pertencente aos Shasu está conspirando para se rebelar. "fora-da-lei".

ele cruzou a linha divisória entre o rio Litani e o Orontes. 21. . A campanha do ano seguinte (127'í a. Js 19-21.39 Neste dia foi dito a Faraó: O miserável inimigo da cidade dc Hamatc. levaram Ramessés a crer que Muwatalli. no alto planalto ao norte de Bete-Seã).C. lile e suas tropas haviam marchado pelo sul de Canaã "com tanta segurança quanto no Egito". No dia seguinte.. o general hitita Hattusilis (irmão de Mutawatalli e que mais tarde veio a ser o imperador) marchou até a região de Damasco e devastou a zona rural. foi ele que se retirou do campo e não os hititas. as cidades-estados continuaram a prosperar na planície como ilustrado por uma fase da primeira campanha de Seti 1. Enquanto os guardas pessoais de Ramessés e a Brigada de Amon estavam estabelecendo o centro de comando e a Brigada de Ra se achava na estrada. o inimigo hitita estava escondido atrás do alto monte da cidade de TE DE CANAÃ Cades. ele tomou a cidade de Bete-Seã (cidade-guarnição). prendeu o líder de Reobe". Embora as regiões montanhosas estivessem sendo então invadidas pelos reis-pastores. Sua chegada salvou Ramessés do ataque-surpresa dos hititas. Ramessés e sua unidade principal na vanguarda. Depois da retirada dos egípcios para o sul. o imperador hitita.) foi imortalizada em vários relevos e inscrições no templo como uma proeza de heroísmo pessoal por parte de Ramessés. Mas. Ramessés evidentemente marchou costa acima e forçou Amurru a voltar à vassalagem egípcia.C.C. havia recuado para Alepo e as brigadas egípcias marcharam então pelo vale cm colunas. De uma base regional em uma "Cidade de Ramessés" na terra de Anki. em liga com os homens de Peel. os dois exércitos travaram uma batalha e embora Ramessés se declarasse vitorioso. sc apossou da cidade dc Bete-Seã mediante tratado com Elá de Peel. Ele não permite que o rei de Reobe deixe esta cidade. Esteia de Seti 1 em Bete-Seã AS EXPEDIÇÕES DE RAMESSÉS II AO N 1275 E 1 2 7 4 a. Seti enviou três brigadas para reocupar Bete-Seã. preparando assim caminho para a sua próxima campanha contra a Síria Central. depois. eles tinham viajado pela rota costeira e evidentemente haviam combinado juntar-se com Ramessés. A política agressiva de Seti foi continuada por seu filho Ramessés II.) deste último. (Esteia dc Scii 1 cm Bctc-Scã) SETI SUFOCA UMA REBELIÃO NO VALE DE BETE-SEÃ 1291 a.. Amurru podia agora voltar à sua posição anterior como um estado-vassalo hitita. para levantar o cerco de seu fiel vassalo Reobe e apossar-se da cidade de lanoam a leste. documentada numa esteia descoberta em Bete-Seã: "O miserável inimigo na cidade de Hamate eslá reunindo uma grande multidão à sua volta. Ramessés afirma que ele defendeu pessoalmente as tropas desmoralizadas de seu séquito (número 2 abaixo). Informações falsas de beduínos Shasu leais aos hititas.29.C. Uma inscrição no penhasco acima do rio Cão (Nahr el-Kelb) data do quarto ano (1275 a. mas alguns textos revelam que uma unidade de tropas egípcias chegou de Amurru na hora exata (número 3 abaixo). os carros inimigos lançaram um ataquesurpresa pelo flanco (número 1 abaixo). Uma segunda esteia contém o registro fragmentário de renegados 'apíru rio monte Iarumta (provavelmente o Jarmute/Remete de íssacar.

confronto em Cades Sidom . juntamente com muitas terras estrangeiras. (Poema da Vitória em Cades) I QUI AS EXPEDIÇÕES DE RAMESSÉS II PARA O NORTE DE CANAÃ Sumur RELEVOS . campanha para a costa norte (Beirute) Ano 5.C __ * if .Damasco de Ramessés ^({imni Forças hititas Forças egípcias i^aatxxj Reforço de Amurru A BATALHA DE CADES 1 2 8 6 a. LUXOR.T E B A S Ano 4. ABU SIMBEL. INSCRIÇÕES .E agora o miserável inimigo de Hete.TEBAS.7 Reforço de Amurru Cades % O l ' *Cades *Í •Cades Brigada de Ptah t Sa Brigada de Sutekh Brigada de Sutekh 1 Sabfuna (Ribla) . se acha oculto e preparado para a batalha a nordeste de Cades.

Um texto escolar na forma de carta satírica descreve a vida de um escriba egípcio. porém. Kiscos ainda maiores os aguardavam no porto de Jope entre mulheres enganadoras e ladrões de cavalos. Beca libanesa. Eles foram assim levados a procurar o apoio do Egito e um tratado de paz foi negociado e ratificado por Ramessés II em seu vigésimo-primeiro ano (1238)..C.-o Anastácio Cidade na lista topográfica PAPIRO ANASTÁCIO I . Com Seti I leve início um projeto egípcio de mineração (sazonal?) de cobre num rio de Timna. .uxor) . Dc especial interesse é a rota dos baixios do Jordão. veja o mapa 50).C. até a terra de Moabe e a montanha de Seir. onde os carros podiam ser consertados e as armas reabastecidas.oco Mao: Asquelom Dibon taram Depois da quase derrota em Cades.EGITO Cades-sobre-o-Orontes (Relevo de Ramessés II cm I. O capítulo final lista as fortalezas ao norte do Sinai.) mostra sua ação contra várias cidades na Galiléia e Amurru.C. datado do seu oitavo ano (1271 a. (Papiro Anastácio I) ATERRA DE CANAA DURANTE O REINADO DE RAMESSÉS II ANTES DE 1270 a.. Entre seus outros deveres estava o de mensageiro diplomático. Ramessés se gaba muitas vezes de suas vitórias sobre os Shasu. V)PS % Cades Arnama Beerote SidonvZarefate Selaim Hazor Quiriatc Anabc Udumu Hamate lAslarote jnoarr. A ascensão de uma Assíria independente deu aos hititas novas preocupações na fronteira oriental. As rotas ao longo da costa Fenícia. o cocheiro tinha de enfrentar os perigos da difícil passagem e as tribos escondidas na floresta.41 Vou descrever para você a natureza de um guerreiro num carro. O capítulo geográfico preserva alguns dos principais itinerários em Canaã.. Gozo it base egípcia Cidade mencionado no Papiro Anòstacio I Estrada principal ® Rola descrile no Papi. uma base egípcia ali. passando por Bete-Seã e Megido e seguindo para o sul através do passo de Aruna. Ramessés foi forçado a cuidar da turbulência em Canaã. Há também atividades registradas no sul e no leste. Ali. Esta é a situação geopolítica refletida na fronteira norte de Canaã (Nm 34. Damascena e Baixa Galiléia são descritas.. Pane da mão-de-obra era local. Um relevo de Luxor.. alguns dos quais ele menciona pelos nomes tribais ou geográficos.Quero mencionar os territórios que vão até a fronteira da terra dc Canaã. Havia. '^m Acsaíe Reobe + . assim como Cades. que continuou a florescer até os dias da décima-segunda dinastia. Outra esteia da vitória em Nahar el-Kelb data do ano dez (1269 a.1-12. Amurru permaneceu um vassalo hitita. para o qual o treinamento como cocheiro de carros de guerra era também exigido. os quais o emissário egípcio precisava conhecer.). como atestado pela presença da chamada cerâmica "midianita" no sul da Transjordânia. Uma lista topográfica segue um itinerário ao longo da costa e um relevo sem data mostra um cerco de Aco. exatamente como mostra o relevo de Seti I em Carnaque (veja o mapa 48).

vinda do ocidente. mas Israel é claramente definida pelos símbolos de um grupo étnico não-urbano. As três cidades são definidas pelos símbolos-padrões para as cidades-estados. mas foi mostrado que os relevos de guerra são de Merneptá. (Gênesis 12. Merneptá foi forçado a sufocar rebeliões em Canaã. O faraó Merneptá registrou as suas atividades militares nas laterais de um muro perpendicular no lado sul do templo de Carnaque. Em seu sétimo ano. Israel está devastada. O último relevo foi atribuído a Ramessés II porque o seu famoso tratado com os hititas se encontra também ali. sua semente não mais existe". os pastores nômades tão freqüentes nos textos egípcios da época.C. para a terra que eu te mostrarei. Merneptá. Três cidades conquistadas são incluídas. teve de impedir uma tentativa de invasão do delta. a guerra com a Líbiaficavaa leste e a com Canaã a oeste. mas. Asquelom foi levada. a desafortunada cidade que sua majestade conquistou por sua rebeldia". sua semente não mais existe. mediante uma coalizão com os líbius e povos da região Creta/Egeu. outros painéis em relevo mostram prisioneiros vestidos como típicos Shasu. as expedições contra Moabe e os Shasu do monte Seir podem representar medidas punitivas em face de novos distúrbios. dando bastante tempo para que a economia do Egito se desenvolvesse. (Esteia de Merneptah) A CAMPANHA DE MERNEPTÁ 1207 a.31 13. esses guerreiros nômades evidentemente representam o Israel do hino de vitória. O filho de Ramessés.1 . lanoam é como se não fosse. O poema em sua inscrição de vitória diz: 'Atormentada está Canaã por todos os males. mas só a inscrição para Asquelom se encontra preservada: "Asquelom. Gezer tomada. Gezer capturada. EGITO Sai-te da tua terra. O restante tio longo reinado de 67 anos de Ramessés II parece ter sido relativamente pacífico.42 Canaã é perseguida por iodos os males. Acima de Asquelom é possível ver as forças cananéias sendo denotadas pelo faraó. Asquelom foi levada. e da tua parentela e da casa dc teu pai. Israel está desolada. lauoam é como st não fosse.1) TRADIÇÃO DA MIGRAÇÃO DE ABRAÃO GÊNESIS 11. ESTEIA DA VITÓRIA DE MERNEPTÁ — TEBAS.

Hebrom. Vários nomes dos familiares dos patriarcas são na verdade patronímicos de cidades conhecidas nessa vizinhança: Harã e Naor aparecem nas cartas de Mari do século XVIII a. são o primeiro povo nômade que se estabeleceu ali na Antiga Idade da Pedra e alcançou a supremacia com a sua capital em Babilônia.). mas foi forçado a voltar para Bcrseba por causa da inveja dos residentes locais. rei de Gerar. Ur dos Caldeus era a cidade venerável do deuslua Sin no sul da Mesopotâmia.C.1 ABRAÃO E ISAQUE NA TERRA DE CANAÃ GÊNESIS 12. também Betei e.C. Os patriarcas podiam morar ali sem entrar em conflito com o povo de Gerar. Ela havia antes controlado um vasto império comercial em fins do 111 milênio a. a saber. dita como tendo sido fundada sete anos antes de Zoã no Egito. enfatiza a sua origem na Mesopotâmia e sua associação subseqüente com o Egito. Bcrseba e imediações. ancestral da nação israelita. mas os amorreus habitavam em llebrom. Narrativas sobre uma viagem à terra de Gerar destacam Abraão e [saque.6 — 35. as duas grandes culturas ribeirinhas do Oriente Próximo da antigüidade. Procuraram viver em simbiose com certos centros urbanos. Os caldeus. durante o século VII a. Gênesis 20. e habitou entre Cades e Sur. e peregrinou em Gerar. Durante os períodos de seca e fome. enquanto Tell Terah e Serugue vieram a ser conhecidas através de fontes assírias posteriores.43 A narrativa sobre a migração do patriarca. fundada depois que os canais de irrigação perto de Pi-Ramessés não estavam mais em uso.C.. E parriu Abraão dali (l lebrom) para a terra do sul.C.C. reminiscentes dos Shasu de Edom no monte Seir que procuravam pastagem no delta oriental do Egito. Harã se achava na principal encruzilhada de. Os ismaelitas estavam presentes nas terras desertas até o século X a.C. mas o rei preferiu legalizar a situação mediante tratados (alianças). Viviam da criação de gado miúdo e seus movimentos eram feitos principalmente para a utilização sazonal dos pastos locais. porém. os patriarcas procuravam refúgio no Egito. Zoã era a nova capital do delta. comércio na Alta Mesopotâmia. Os patriarcas entraram no país pela Transjordânia e confinaram seus movimentos migratórios na Cisjordânia à estrada divisória que atravessa o país montanhoso. Berseba parece estar localizada na periferia do território dominado por Abimeleque. Outros grupos étnicos encontrados em Canaã eram os midianitas (ismaelitas) e os filisteus. Sumer. provavelmente. provavelmente durante o século XI a. Os primeiros apareceram a leste do Mediterrâneo como líderes da invasão dos povos do Egeu no oitavo ano do reinado de Ramessés III (1174 a. isto é. Eles também peregrinaram rio Neguebe. Siquém c Gerar e. De Berseba faziam viagens para a estepe do Sinai "entre Cades e S u r . "Os cananeus estavam então na terra".29 . liste último conseguiu morar na cidade e investiu na produção de cereais.

JACÓ E SEUS FILHOS Aslarole Carnaim »r I E evaiuou-se naquela mesma noite. rei de Elão. a Sinabe. a Birsa. "Bela que é Zoar". e as suas duas servas. Esaú habita agora no monte Seir. portanto.44 E aconteceu nos dias de Anrafcl. rçi de Solém. rei dc Sinear. seus contatos com o munco exterior depois de se estabelecerem em Canaã são com o Egito. rei de Gomorra. os nomes veneráveis são atualizados mediante nomes israelitas contemporâneos.22 Abrüão persegue os reis do norte j [ jocobzeol j Melquisedeqyç. Além da reverência por essa antiga tradição. e os seus onze filhos. Gênesis H. e passou o vau de Jaboque. rei cie Zeboim e ao rei dc Bela (esta é Zoar). Nenhum dos personagens mencionados foi identificado com figuras históricas conhecidas. há interesse em que o leitor possa orientar-se geograficamente. c Tida. rei de Sodoma. rei de Admá e a Semeber. Que estes fizeram guerra a Bera. . Uma fusão pacífica com os cananeus criadores de ovelhas é refletida na história de Judá e Tamar que acontece na região norte da Sefelá. Os filhos de Jacó fazem viagens ao Egito e finalmente o próprio patriarca migra para a terra de Gósen no delta oriental. i oferece pão e vinho a Abraão e l ao rei de Sodomc • • • • 1 Deserto de Parã f O GENESIS 31-35 t . sobre os quatro reis que atacaram os cinco reis das "cidades das campinas" c a tradição militar mais antiga preservada na Bíblia. Arioquc.i-2 OS REIS DO NORTE As narrativas. próximo à junção do vale de Elá com o "canal" que separa a Sefelá do país montanhoso de Judá. em Gênesis 14. José é vendido a uma caravana que passava pelo vale de Dotã (na estrada ao sul do vale de Jezreel para a planície de Sarom. Embora o séquito de Jacó seja proveniente da região de Harã. nem Sodoma. c tomou as suas duas mulheres. Gênesis 32. Ela continha dados geográficos pré-israelitas exemplificados pelos nomes duplos da maioria das cidades.•' . Ao contrário do relato abrâmico. Gomorra ou as outras cidades apareciam nos documentos antigos do Oriente Próximo. por exemplo. Quedorlaomcr. rei de Goim. como definida por Tutmósis 111). rei dc Elasar. ? 0 1 0 J O !0 10 ' " V " » GENES1S 14 A ação fica restrita quase inteiramente ao país montanhoso central também na última fase das narrativas patriarcais. a entrada de Jacó em Canaã pela Transjordânia é claramente definida.

Ramessés^* r <. A Sucote bíblica é o nome associado com os tanques de irrigação mais a oeste de Pitom.17 • ÍTelI et-Yehudiyeh) X ) n Hcliópolis "Pitom" da SepKjoginta Baal-Zefom Ara de Bacl-Zelom Ma"dÁ * 'Caminho para.1 NÚMEROS 10. vendo a guerra.43) ou com Pitom (o Targum) e Pelúsio com Ramessés (Targum.37-19.12. uma estrada usada pelos faraós do Império Recente (encarnações de Horus) em suas campanhas militares para Canaã e a Síria.45 O EGITO DO ÊXODO Lugar dos maravilhes divinas segundo Sglmps 78. F. Entre esses dois corpos de água passava o "Caminho de Ilorus". Deus não os levou pelo caminho da terra dos filisteus que estava mais perto: porque Deus disse: Para que porventura o povo não se arrependa. O lago Shihor era evidentemente um lago ou lagoa alongado que acompanhava o curso do antigo braço oriental do Nilo entre Baal-Zefom (Dafne) e Pelúsio. o braço do Nilo junto a Ramessés havia sofrido assoreamento. e tornem ao Egito. a adoração de um Ramessés deificado passou a ser praticada tanto em Zoã quanto em Bubastis. forçando os faraós da vigésima-primeira dinastia a construir uma nova capital em Zoã (Tânis). Josefo). A terra de Gósen era a planície entre Ramessés e Pitom.43.11). A Bíblia a chama de "Caminho da terra dos filisteus" (Êx 13. na direção do moderno lago Timsa. Eles saquearam as ruínas de Ramessés e levaram muitas estátuas. esteias e outras peças ornamentais arquitetônicas para a cidade nova. Tanis-Zoò Lago Mar de Sbiror Sargaços (Prj-Ramesôés Bubasfe Sucofe (Tj-Ku) Jacó e seus filhos tiveram permissão para morar na melhor parte da "terra de Ramessés" (Gn 47. Ela servia como capital do norte para os faraós da décima-nona e vigésima dinastias. em Bubastes e também levaram para ali estátuas e outras peças das ruínas de Ramessés. chamada "terra de Gósen". O "mar de Juncos" era uma vasta região pantanosa que existiu no passado a sudeste de Baal-Zefom.11-12:33.C. As inscrições egípcias indicam Pitom (Pr-Atum egípcia) como o sítio na extremidade oeste de um antigo lago no Wadi Tumeilat.17). ® * O Capital V^ Fortaleza da fronteira Cidade e fortaleza do lroí>teira Lstrada principal \ p««cVlMonte Sinai Di-ZaoÈW / r ÊXODO 12.12. enquanto a cidade de entrada do Egito passou a ser Pelúsio. Os faraós da vigésima-segunda dinastia estabeleceram uma segunda capital no delta.C.1-36 . Os tradutores da Setuaginta Grega equipararam Pitom com Iíeliópolis (a On bíblica) e Góscn/tcrra da região cie Ramessés como o Wadi Tumeilat.. A cidade de Ramessés ("a casa de Ramessés" em egípcio) fora construída no antigo sítio da capital dos hicsos. JUMOJj O ÊXODO E A PEREGRINAÇÃO NO DESERTO Piíom*' Sucole Camiy Lago Amargo / lEziom-Geber) ISercbii^ el-Cadcrn! Hazerote. Ávaris.. Durante o século IV a. Isto levou os escritores judeus tardios a identificar Zoã com Remessés (SI 78. „ Êxodo 13. "Pitom" do largum "Ramessés" do Torgum Pelúsio ' S ^ f í i ^ .m fins do século XII a.

1.46 CADES-BARNEIA ° Azmom ° Carca Fonte principal Cades • ° G En-Mispa Barnéi. na periferia do deserto (de Sur). DEUTEROXOMIO 1. Campanhas dc Seti I (na parede ao norte do grande saláo em Carnaque) Assim em Cades estivestes muitos dias.2.19-46 Hebrom Ouvindo o canançu. com um trocadilho com o seu nome (Herem cm hebraico pode significar "destruição" ou "dedicado". que habitava para a banda do sul...3. Números 21. Dali. mas seus esforços fracassaram por causa da forte resistência por parte dos amalequitas no Neguebe e dos cananeus no país montanhoso. eles são mostrados como iniciando sua caminhada de Sucote (Tiku.44-45.. o "Mar dos Juncos" (P-Tjufy em egípcio).17).1 Debir o Arade INVASAO INFELIZ PELO SUL Os israelitas primeiro tentaram penetrar pelo sul. A localização de Cadcs-Barnéia está bem estabelecida e oferecc um ponto focai para as peregrinações durante os quarenta anos no deserto.40.. indo para Etã. Este "Caminho de Ilorus". entraram no deserto de Sur (Êx 15.41-44). pelejou contra Israel. 10 < ° .orreus (Dt 1. Nosso conhecimento atual favorece uma rota compatível com as tradições bizantinas paia o sítio do monte Sinai em Jebel Musa.44-45) ou aos an. 33 40) que habitava no deserto. "sagrado"). uma região de pastagem conhecida dos beduínos Shosu durante a décima-nona dinastia. NÚMEROS 14. o rei de Ilarade.22) e evidentemente se dirigiram para o sul. DEUTFRONÒMIO 1. Sua retirada diante da perseguição dos egípcios deu-se através dos pântanos a leste de Baal-Zefom. i.e. Duas passagens mencionam um rei cananeu de Arade (Nm 21. Deuteronômio 1. Barnéia Cades Hazar-Adar ° j 0 S .46 As campanhas faraônicas contra Canaã exigiam bases logísticas a intervalos de cerca de 15 milhas através da rota sinaítica costeira ao norte. a Hazar-Adar 1 NÚMEROS 20. desde que os nomes antigos não sobreviveram na península do Sinai. 33. IS Punom© <S> . enquanto as duas outras atribuem o Neguebe aos amalequitas e a região montanhosa aos cananeus (Nm 14. que Israel vinha pelo caminho dos espias. Em vez disso. o "caminho da terra dos fiiisteus" (Ex 13. em egípcio).13.41-44 Neguebe Zoar • Tofel Tamar j f Forcc Israelita A Jv. A derrota em Horma foi finalmente vingada quando Judá e Simeão a conquistaram (Jz 1. Identificações sólidas para as etapas restantes da sua marcha são difíceis. Desse modo. 21. Sua retirada das montanhas está associada com Horma. Seti I incluiu uma representação dos fortes e fontes de água ao longo desta estrada em seus relevos na parede norte do vestíbulo do hipostilo em Carnaque. voltaram para uma posição à frente (leste) de Pi-Hairote (possi- velmente um lugar perto de Silo) "entre Migdol c Baal-Zefom" (Éx 14.h«.9).7) era demasiado fortificado para servir como rota de fuga para o povo de Israel.

15-18).21 Monte Hor \ Afecxi» 9r Zedade > < <^ ^.1-12. •rCodes c Rola dos espias Cominuocão do role até o Fronteiro do Terro d e C o n a â Suoosio fronteiro Segundo unia tradição primitiva. fundado durante o século XIV a. Amaleque estava no Neguebe.47 Assim subiram. também descrita pelo profeta Ezequiel (Ez 47. foi excluído.C."Lebo-Hamale ' /lifrom \) Cades AS VIAGENS DOS ESPIAS E OS LIMITES DA TERRA DE CANAÃ Biblos\. Os limites ao sul. á entrada d e Hamate. reflete a extensão do controle egípcio em fins do século XIII a. Números 13.2-4). O pequeno reino de Amurru.. desde o Mar Morto. veio a estabelecer-se com o seu clã. AzniÔm • ' " i 1 ™ .32).9-10. e espiaram a terra desde o deserto de 7. houve uma tentativa malograda de invadir a terra de Canaã de Cades-Barnéia ao sul. o principal espião.1-12. Embora o objetivo final no norte tosse indicado como Lebo-Hamate na fronteira norte de Canaã. jamais foi reconhecida como parte de Canaã (veja também Js 22. provavelmente de acordo com o tratado de paz entre Kamessés 11 e os heteus. Hazor-Eriã N • Domosco Asfarote Quenate Sefâ Saleca « tk.im. nos vales a leste e oeste de Berseba: Cades-Barnéia ficava no Deserto de Zim.. A Transjordânia. exatamente onde Calebe. passando por Cades-Barnéia e chegando ao Ribeiro do Egito.^. ao sul do Iarmuque.. 34. a narrativa dos 12 espiões enviados de Cades-Barnéia se concentra na região de llebrom. coincidem com os da herança de Judá (Js 15. .19 Hazar-Adar Fronteira Zim • Sela O O ^ 0 10 30 rmlhc. A fronteira do norte. JOSUÉ 13.. As fronteiras da entidade geográfica conhecida corno Canaã são definidas em detalhe em Números 34. a saber.4: EZEQUIEL 47. até Reobe. skíífi NÚMEROS 13.C.

O reino amorreu de Hesbom ficava entre Moabe e Amon. evitando Edom e Moabe. seu rei.. 3 0 . o quadro revelado pela lista das etapas no deserto mostra uma rota direta. "§! Estrada através de tdom e Moobe Abarim Zalmona i í B-V g"obote I Bozra Selo. I\ • •Requem ' 'J. Desde essa época.• m 'V.*••' m ® ^ JS m ' i. Povos aparentados com os israelitas já se haviam estabelecido no sul da Transjordânia.26).Gcd4 k Q u e d e m ^.1-4). Moisés explorou esta situação política. guerreou contra o primeiro rei de Moabe e conquistou todo o planalto de Moabe até o Rio Arnom (Nm 21. ediíicjue-se e Seom. Moabe e Amom.24! Jaboquej ^ n ! \ Rabafe I TÍBne-Aniom * V ® " '•to° » Hesbom".. Nesta região quase despovoada. A conquista dos israelitas começou a leste cia Transjordânia. . Quando seu pedido foi recusado. formando cm breve reinos organizados — Edom. fortifique-se i cidade d e .-. e depois entrou no reino de Seom pelo lado leste do deserto (deserto de Quemote). Jerusalém Bele-Jesimote' O Baal-Meomfi Almorr-Diòiataii Hebrom Diborn. havia grandes extensões de terra para pastagem (Nm 32.27). Moisés dirigiu-se para o sul de Elate.27 A PENETRAÇÃO NA TRANSJORDÂNIA Porquanto o termo dos filhos do Amom era firme. embora Moabe jamais aceitasse o fato e aproveitasse todas as oportunidades para recuperar o controle sobre "a planície" ao norte do Arnom. /Veado 3 ® Quir-Moab® g . antes do estabelecimento dos reinos da Transjordânia. passando pelo centro de Edom e Moabe para "as campinas dos moabitas" opostas a Jerico (Nm 33-37-49). Muitos especialistas julgam que esta lista reflete a tradição de uma onda imigratória mais antiga de várias tribos. Em contraste.v.fr }j / ' (Nm 21.14-21: Jz 11.Números 21. além dos limites da Terra de Canaã. Seom. o Arnom passou a ser considerado o limite tradicional entre as tribos israelitas e Moabe. M mm Estrada que possava: ao lorgo de Edom e Moabe •/' | jtH&m&r Arqueiro (Graíito e m Neguebe) timite de Fronteira NÚMEROS 2 0 . Estas tradições bíblicas relativas ao arraial em Abel-Sitim e a guerra sangrenta contra os midianitas estão ligadas a este movimento. para chegar ao território de Seom (Nm 20. 1 4 .2 1 . pedindo aos reis de Moabe e Edom que permitissem a passagem dos israelitas pelas suas terras pela estrada real.48 Vinde a H e s b o m . 33-37-49 .

49 JOSÜE 3.l-S-29 .

o Livro de Josué atribui todo o processo a uma campanha-relâmpago conduzida por todas as tribos reunidas sob a liderança de um único homem. Estas histórias contêm muitas sombras lendárias e historicamente estão envoltas em obscuridade. servindo durante algum tempo como centro das tribos israelitas. descrita em Juizes 1. foi confirmada por escavações arqueológicas.22-26.36-39). Esta tradição parece derivar do antigo santuário dos carvalhos de Moré.v\ \ \ ' : v " r Então pronunciarás a bênção sobre o m o n t e Gerizim. que se perderam ou pelo menos sobrevivem apenas como vagas alusões no registro. as vitórias obtidas individualmente pelas tribos. 2. 1 louve provavelmente inúmeros outros conflitos entre os israelitas e a população nativa. Esta tendência fica mais óbvia com respeito à conquista de Hebrom e Debir.50 A conquista da terra dc Canaã começa quando o povo cruzou o rio Jordão. o primeiro ponto alcançado pelas tribos foi Gilgal. Por outro lado. lista questão é especialmente difícil em Ai. Enquanto o livro de Josué apresenta este quadro unificado da conquista. CONQUISTAS AO SUL Ao reconstruir a ocupação israelita da terra. em algumas áreas. Alguns eruditos são de opinião que. Ele considerou isto como uma ameaça ao seu controle sobre a estrada principal da planície costeira até a região montanhosa. são enfatizadas no livro de Juizes. Esta nF. O rei de Jerusalém convocou seus aliados para castigar os gibeonitas por terem feito aliança com Israel. a conquista de Betei. Tudo indica que uma convivência positiva fora estabelecida com os cananeus de Siquém. Gilgal tornou-se evidentemente o primeiro lugar santificado na terra de Canaã. o mapa 57 mostra a campanha como se este Bezeque se identificasse com . De fato. outros supõem que a fonte da história da conquista de Ai é uma lenda popular. não foi por acaso que Saul. JOSUÉ 8. As principais atividades de Josué ficaram provavelmente restritas no início a essa região montanhosa central. Batalha de Gibeão. deve ser lembrado que os únicos eventos selecionados são os descritos na Bíblia. pois a cidade parece ter sido completamente destruída mil anos antes de Josué.26-32: 27.12. parece que a penetração israelita nesta área central montanhosa tinha sido relativamente pacífica. Josué filho de Num. e a maldição s o b r e o m o n t e de Hbal. Sua fuga para o sul "até Azeca e a Maquedá" (Js 10. que foi a primeira atribuída a Calebe e Quenaz (Js 15. ou grupos locais de tribos. as tribos conseguiram estabelecer-se sem terem de conquistar as cidades cananéias adjacentes. É dito que até as tribos da Transjordânia cruzaram a Cisjordânia para ajudar seus irmãos na conquista. A conquista de Jerico e Ai neste período não recebeu confirmação arqueológica. V 1 / JF-Y V f • A REGIÃO DE SIQUÉM M o n t e E b ^ I K o n t e G ei-i2i. As atividades nas regiões do centro e do sul são retratadas no livro de Josué em três estágios: 1.1011) e finalmente a Josué c a todo povo de Israel (Js 10. } / j |\ : t v'\' J J y ú f / y >x )\ — / y x • v» V ^ ^ / i V . perto de Siquém. Por outro lado.UTFRONÔMlO 11.15). na narrativa bíblica. um enclave heveu que habitava quatro cidades no planalto a noroeste de Jerusalém. c tinha o propósito de explicar as cidades destruídas que salpicavam a paisagem nesta área. a leste de Jerico (Js 4.29 ^ .13-19.15). D e u t e r o n ó m i o 11. As histórias das conquistas de Jerico e Ai estão ligadas a Gilgal. . Além do mais.30-35 última cidade havia sido sempre o principal centro urbano da região montanhosa de Efraim. As forças cananéias foram expulsas ao tentarem fugir pela estrada de Bete-llorom. Embora a identificação não seja segura.19).23-28). Aqui os israelitas se reuniram ao redor de Josué para ajudar os gibeonitas. via Bete-Horom (Betorom). Ela não está listada entre as cidades conquistadas em Josué 12.n Siquém Corvolho de Moré • — . cercando o santuário de Gilgal. Josué pertencia ao clã de Beria que habitava nas montanhas de Betei entre Naarà e Bcte-Horom (1 Cr 7. Ai foi substituída por Betei que ficava nas proximidades. o primeiro rei israelita recebeu ali a coroa (1 Sm 11. A invasão das tribos do sid. especialmente a vitória em Gibeão.— r — — — — - — ~ I 55 | 1 A continuação da história da conquista está ligada à construção de um altar no monte Ebal onde houve uma cerimônia para a renovação da aliança. O altar se localizava num ponto em que as duas metades da congregação podiam vê-lo.11) serve de ligação com a campanha subseqüente ao sul da região de Sefelá. Jz 1. depois a j u d a (Jz 1. Judá recebe crédito pela vitória sobre o rei cananeu Adoni-Bezeque num lugar chamado Bezeque. metade deles ficava do lado oposto a Gerizim e a outra metade oposta a Ebal.

no vale de Aijalom. conquistando llebrom e üebir. Vale a pena notar que dos três distritos conhecidos na Sefelá. o mapa 58 segue a tradição de Josué 10. A conquista do sul da Sefelá.8) é provavelmente um retrospecto relativo à conquista da cidade por Davi. deténMe em Gibeão. Embora Judá e Simeão possam ter entrado nas montanhas da Judéia pelo norte. Toquém e Asã — N. a seqüência começa com Maquedá e a captura dos reis cananeus fugitivos e leva à subida para llebrom e Debir. T. Portanto.12 ( tuger de sepulro merto fie Josué Completa aerroto nci desc do de Bere-Horom Bele-I lorom interior Jbp&da^ £eie-Horom superior y .'LIO r-\ i. tendo penetrado pela "cidade das palmeiras". Os quenitas se estabeleceram perto de Arade no Neguebe. o do norte.) 3.36-39Um objeto metálico com um brasão do faraó Ramessés III. Os simeonitas conseguiram originalmente estabelecerse em cinco sítios de Sefciá e do Neguebe: Etã. Josué 10.31-32) e ajudaram Judá na conquista de Horma (Jz 1.8. as cidades mencionadas são: Etã. talvez Tamar no Arabá em vez de Jerico (Jz 1. Gn 38). fora evidentemente ocupado pacificamente. (Na Almeida Corrigida. Este foi provavelmente o último estágio na ocupação do território mais amplo da judéia. as tribos subsidiárias dos ealebitas e dos quenazitas provavelmente penetraram pelo sul. i Gibeão " ~ A * Boorote Jerusalém Rei d e Jerusalém é aliados atacaro G i b e ã o aquis "^"Maquedá Gibono «(ÍÍMBIBI C i d a d e gibeonita Forçcs israelitas f-orço. Toquém. Rimom. v Josué se op-esso em ujudyf Gibi. que ia do vale de Soreque ao vale de Elá (Js 15. A BATALHA DF GIBEÃO Timnate-Sera Sol. Jz 1. En-Rimom. Éter e Asã (I Cr 4. O mapa 57 segue a tradição de Josué 15.17).16). O jarro votivo com uma inscrição hierática encontrado previamente ali deve referir-se ao reinado de Ramessés III.C.s cananéias . Assim sendo.13-19 (cf. sem quaisquer conflitos graves (cf. A referência seguinte à conquista de Jerusalém por Judá (Jz 1. Aim. A conquista das cidades dos distritos do centro e do sul parece seguir um circuito baseado na ligação com a narrativa anterior (a retirada cananéia depois da batalha de Gibeão) e a narrativa subseqüente (a conquista de Hebrom e Debir na região montanhosa).C.51 o Bczeque de 1 Samuel 11. a conquista israelita dessa região pode ter tido lugar na última metade do século XII a. e tu lua. encontrado junto a porta de Laquis indica que a cidade cananéia estava sob o controle egípcio até pelo menos a metade do século XII a.10-15) .33-36).

28-35 Hebrom -«(••. JUIZES 1. as montanhas.es 1. Josué 10. GÊNESIS 38. o Senhor lhe deu na sua mão os cananeus c os ferezeus... e as descidas das águas.1-20..V. 1 Cr 2.4 Assim feriu Josué toda aquela terra. e as campinas. e feriram deles em Bezcque.C.36-39. Gibeão* Quiiiate Jearim Asdode O rei de Gezer se em socoror Lçiç. JOSUÉ 15. subiu Judá e..13-19.mi Forço israe ila Força canaanita — Rota para I leoron' v .40 CONQUISTA DOS DISTRITOS DO SUL DA SEFELÁ (E REGIÃO MONTANHOSA CENTRAL) ÚLTIMA METADE D O SÉCULO XI! a. o sul. yi$ Jarmute Azecà Belém • Asquelom Adulõo JOSUÉ 10. Jiifr.4 A ASCENSÃO DE JUDÁ E DAS TRIBOS DO SUL JOSUÉ 10.

Q''~~l Baraque pois desceu d o m o n t e Tabor.. junto às águas d e Megido.Então pelejaram o s reis de Canaã e m Tanaque. : JOSUÉ 12.. JÜÍZES 4 . Hazor de Quinerele MB1fl Forç-os israelitas Forças conanéias Voluntários israelitas Cocheiro cananeu ferido p o r uma flecha (Decoração no carro de Tutmósis IV) ( [>( Acampamento de carros cananeus Area de cssentomento permanente israelita f. j u i z e s 5.19-23.19-23: JUÍZES 4-5 Juizes 4.14 A GUERRA DE DÉBORA — A BATALHA Saridcg^ Qi! i sl ota-Ta bo r®* Daberate i junto às águas i de Megido Qursom Harosete-H ago i m En-Dor 2 TÍSoi Tanaque JOSUÉ 12..19 Cades A GUERRA DE DÉBORA — A DISPOSIÇÃO DAS FORÇAS S É C U L O XII a .5 . C . n ã o t o m a r a m g a n h o de prata.

1} Co/ô t En-Dor A BATALHA DAS ÁGUAS DE MEROM J I Í Í Z H S 4. a qual J o s u é q u e i m o u .13. Sísera jamais é chamado rei. As tensões entre as tribos israelitas que viviam nas montanhas e as cidades-estados cananéias.16) é sinônimo de "Tanaque. as versões em prosa e em verso complementam uma à outra. Competia a Sísera proteger os interesses de seu senhor.1-15) e a batalha de Débora (Jz 4 e 5). segue-se então que a ordem dos dois eventos inverteu-se quando a vitória de Merom foi atribuída a Josué pelo autor mais recente do livro de Josué. os eruditos sugeriram que a vitória de Débora precedeu a batalha de Merom. A vitória de Débora é tida como sendo a causadora do declínio de Jabim (Jz 4.Te!'Harashirn Quinei ele Mr! lair SimV<>j V. esmagou os filisteus (Jz 3-31). Não existe cidade com o nome de Harosete-llagoim em quaisquer fontes extrabíblicas e as tentativas para encontrar este nome na toponímia árabe do vale dejezreel foram inúteis. A batalha de Débora é uma cias poucas narrativas que podem ser reconstruídas geograficamente em considerável detalhe. Portanto.54 A MORTE DE SISERA * Adonu-Nekeb Ôades-Naftali Fuga do campo de batalha Daberate • Qujslore .19).2. O conflito é considerado como subseqüente às proezas de Sangar filho de Anate quem. Usando isto como critério. . rei de llazor. A situação chegara a um impasse. De fato.s o m e n t e t i a o q u e i m a r a m o s israelitas as c i d a d e s c u e e s t a v a m sobre o s s e u s o u t e i r o s : salvo s o m e n t e Hazor.24) enquanto a das águas de Merom culmina na completa destruição de Hazor (|s 11. junto às águas de Megido" (Jz 5. no qual a segurança nas estradas ficou seriamente ameaçada (compare o perigo de viajar pelo Passo de 'Aruna com medo das tribos selvagens como descrito no Papiro de Anastasi I). lonò^e Forças israelitas Forças cananéias •tf 1 Força auxiliar cananéia I Área de assentamento permanente dos israelitas J O S U K 11.Morte de S r sera 3 rende d e j a e l r MonieK ÍClbOT ^ 0 'yabor Carvalho e n Z a a n a n i m ^ / Qüi$om Srsera * Ãnarofe T ã o .12). o rei de Hazor.17-22.1-15 A Bíblia registra dois grandes conflitos entre as tribos israelitas e os cananeus das cidades da Galiléia: a batalha das águas de Merom (Js 11. J o s u é 11. explodiu em conflito aberto. Todavia. cultivado em benefício de um suserano.10. Jobnel . nem possui uma cidade específica própria. as duas pertencem ao mesmo período cronológico. neste centro agrícola altamente produtivo. Harosete-Hagoim (Harosete dos gentios) do relato em prosa (Jz 4. as tribos foram convocadas . mulher de Héber o queneu. E possível que este seja um eco do conflito com a guarnição dos filisteus em Bete-Seã (1 Sm 31. Outros afirmam que a referência a Jabim na narrativa da vitória de Débora é uma adição posterior e que o líder original da liga cananéia em Juizes 4 e 5 foi Sísera. desde os dias de Tutmósis III ela era conhecida como um domínio real.10-11). inspirado por Jael. Harosete significa "terra cultivada" e refere-se à rica zona rural ao sul do vale de jezreel. o chefe da liga cananéia é Jabim. Em ambos os relatos. 5-2-1-30 ftereAno*e ieron . Harosete-Hagoim é aparentemente idêntica a Galil-llagoim (Is 9-1 [Hb 8.23]) e deve ter-se derivado do sentido original "arar". que controlavam a maior parte das terras agrícolas de boa qualidade e os mananciais.

Escavações arqueológicas revelaram a total destruição desta cidade cananéia. começou a chover e os carros afundaram na lama do vale. O Livro de Josué atribui a liderança desta campanha ao próprio Josué. As tribos originais envolvidas eram provavelmente as de Naftali e talvez de Aser.16). o sogro de Moisés e ancestral dos queneus que se localizaram no deserto de Arade (Jz 1. . era provavelmente um lugar de culto (compare Allom [ = carvalho de] Moré. Issacar. Só quatro cidades cananéias são mencionadas na narrativa sobre o conflito nas águas de Merorn. A família de Héber descendia de Hobabe. com voluntários de Issacar e as três tribos do monte Efraim. Os cananeus se reuniram junto às águas de Meron/Merom (o nome é preservado em Marun er-Ras). Jael. Madon e Sinron na versão hebraica são palavras-fantasmas. Eles haviam seguido para a batalha esperando receber grandes recompensas ao voltarem vitoriosos a "Tanaque junto às águas de Megido". 34. Josué 12. Cades em Naftali. que é. mas. mas sim Quirbete Kcdish. preenchendo assim algumas brechas no painel das guerras da conquista. As referências nãobíblicas (egípcias e assírias) a Meron/Merom também sugerem um sí:io nesta área. mas não conseguiram "ganho de prata" ali. Eles não haviam ainda se estabelecido no planalto a leste do monte Moré. Maquir passou para a Transjordânia onde veio a ser reconhecido como um ramo da tribo de Manasses (veja o mapa 65). pelo contrário. Síscra também abandonara seu carro. Os nomes dos reis cananeus envolvidos não são enumerados em Juizes. a tradução Septuaginta grega.6).9. foram varridos pela torrente do Quisom. prova que os originais eram Maron ( = Merom) e Simeão (conhecido como Simorn nas fontes egípcias. ou segundo a Septuaginta. a lista contém várias cidades no monte Efraim e em Sarom. Os cananeus confiavam na mobilidade de seus carros para intimidar a infantaria das tribos israelitas e rapidamente dispersá-las com uma chuva de flechas. A linha de retirada dos cananeus. e compare 2 Cr 16. baseada num texto hebraico superior. descendo a pé pela encosta do monte. um ponto central na Alta Galiléia. No dia escolhido para o confronto. que recebe também crédito pela destruição da cidade cananéia de Hazor. mas podem ter sido preservados na lista das cidades cananéias conquistadas em Josué 12. e até Misrefote-Maim.7 LISTA DOS REIS DE CANAA SÉCULO XII a. Esta montanha sagrada marcava a junção dos territórios tribais de Zebulom. impediu a fuga dos guerreiros cananeus que haviam abandonado seus carros e estavam fugindo a pé. mais tarde. e ate ao vale dc Mizpá ao oriente" (Js 11. ganhando momento e coragem enquanto corriam. um extenso sítio israelita a montante do mar de Qainerete.. provavelmente. Naftali e Issacar (Dl 33-18-19). JOSUÉ 12.32. Não existe igualmente prova arqueológica para.. a uma distância de poucas horas apenas do monte Tabor. conhecida tanto dos cananeus como dos israelitas. O maior contingente era o de Zebulom e Naftali. encontrou a morte às mãos de Jael. embora essa cidade não seja mencionada na narrativa). O Quisom. "o rei de Goim na Galiléia".14-15). depois de cruzar o alto do ribeiro de Quisom. 21. ao sul do vale de Jezreel.61). em vez de fugir para seu quartel-general em Harosete-Hagoim (provavelmente a própria Megido. Isto deu vantagem aos guerreiros israelitas que atacaram. Adulão na Sefelá. estava habitando principalmente ao longo da extremidade sul do vale de Jezreel em subserviência aos cananeus que impuseram sobre eles trabalho em sistema de corvéia [tributo|(Gn 49. não é a Cades cananéia na Alta Galiléia (Js 20. Sísera estava evidentemente procurando refúgio no santuário dela. Além dos reis do norte. que inchara com a água da chuva. como demonstrado mediante pesquisas arqueológicas. "até à grande Sidom. perto de Siquém em Gn 12. Maquir continuava habitando na região norte do monte Ffraim. mas a data exata do evento não pode ser determinada apenas pelos escombros materiais. e "o rei de Goim em Gilgal".C. ele seguiu para o vale do Jordão pelos montes da Baixa Galiléia. terra natal dc Baraque.7-24 Gudes Cidade ou distrito nõo trencionado r o relato da conqu sto A lista dos reis cananeus vencidos é um resumo das histórias da conquista contidas nos livros de Josué e Juizes. £ estes são os reis da terra aos quais feriu Josué e os filhos de Israel daquém do Jordão para o ocidente.55 por Baraque e levadas ao monte 'labor à noite. na fronteira sul do território de Naftali (Js 19-33). ao que tudo indica. Galil-Hagoim. que acamparam inicialmente na região montanhosa do sul da Alta Galiléia.7.8). confirma que a batalha teve lugar na Alta Galiléia. era provavelmente uma profetiza de renome. 1 Cr 6. Sua principal importância está no registro dos nomes de cidades não mencionadas nos relatos em si. a identidade dos atacantes. o queneu.6). seguiu em direção ao monte Tabor. Sísera reuniu os carros cananeus em Ilarosete-Hagoim e. filho de Abinoã. Chegou assim à tenda de Méber. Em vez disso. mulher de Héber. O acampamento situado cm Alom (carvalho de) em Saananim.

. Dâ por que se deteve em navios?" (Jz 5.14-19 ABIEZER * SIQUÉM ASR I EL Zaretã Jog b e a # Robate-Bene Amom I (Veja tabela genealógica na pág. # Megido Lo-Debar Camom* % - # 7anaque Ramote-Gilead% Bele-Seõ Gileade S E M1 D A Sucoie PGIIUGI NÚMEROS 32.14). 104. evidentemente se encarregaram de continuar suprindo os mercados sidônios. nome do cidade Dã (Jz 18. isto é. Isto explica o estranho fenômeno de clãs estabelecidos ao norte do monte Efraim. Maquir ainda habitava ao norte do monte Efraim (Jz 5.C. Zorá * Es. (Juizes 18. seisccntos homens armados de armas de guerra.29) luem Har-Here: Gezer « ^icalbim Quiralejeòrim ..18. Esta a razão dos danitas relutarem em atacar qualquer cidade-estado cananéia.aol*A1Íd^ Acampamento i dos danitass lêrusúlém JUIZES 17. Quando os danitas se apossaram da cidade e território deles.1) MAQUIR. Laís era ocupada pelos sidônios (termo bíblico para os lenícios). Assim sendo. O FILHO DE MANASSES SÉCULO Xll a.11) 1(911)• .17). enquanto a herança de Manasses foi a oeste do Jordão.56 Então partiram dali. se tornando mais tarde o "pai" de Gileade. leve a (jileade e Basà. (Josué 17. e ainda encontrados ali no período da monarquia israelita (veja o mapa 137). um habitante de Gileade. o primogênito <te Manasses. Abel Bole(lesem) Maaca « A MIGRAÇÃO DA TRIBO DE DÃ Hazor E chamaram o SÉCULO Xll a. cuja função era sem dúvida o cultivo da zona agrícola do interior para as cidades fenícias que ocupavam sua mão-de-obra com as atividades marítimas. alguns de seus jovens parecem ter-se também enamorado da navegação. JOSÜÉ 19. terem sido incluídos na lista genealógica como filhos do Maquir transjordaniano e de Gileade. de uma para outra região são sugeridos de passagem.47 Maquir. CRÔNICAS 7.C. porque.39-40 JOSUÉ 17.) Jazer* Outros movimentos das Lribos e clãs. pai de Gileade. 0 exemplo mais surpreendente é a migração da tribo de Dã do norte da região de Sefelá (Jz I 34-35) para a cidade cananéia de Laís. .1-6. da tribo dos danitas. nomes idênticos de clãs e lugares ocorrem em diferentes contextos tribais. Algumas das tribos são mencionadas como tendo deixado de tomar suas respectivas heranças ou partes dela. era homem de guerra. no sopé do monte Hermom. dc Zorá e de Estaol. a migração de Maquir para o norte de Gileade é claramente refletida na lista genealógica dc Manassés. Nos dias de Débora.

O papiro Harris I afirma que os cativos desta batalhaforamassentados em guarnições egípcias. essa vitória é comemorada em texto e relevos no seu templo mortuário.C. Uenamon é recebido como um cliente comercial. com o Egito e o Levante desde pelo menos a Era do Bronze Médio. Ramessés III deve ter permitido qiie ocupassem o sul de Canaã. Quanto à costa da "Filístia". continuaram a exercer alguma forma de controle sobre Canaã apesar da presença dos povos do mar.C. por meio do comércio marítimo.C. Os filisteus e outros haviam aparentemente capturado esses centros costeiros. Kode.57 Não fiz eu subir a Israel da terra do Egito. destruíram grandes centros como Hatusas. habitava em Dor. Sob o primeiro rei da vigésima-primeira dinastia. O faraó Merneptá repeliu uma invasão de líbios apoiada por vários povos do Egeu. Mercenários Sherdanus (da região de Sardes) haviam servido em guarnições egípcias em Canaã e lutaram sob Ramessés II na batalha de Cades.). os dananu e os washashu. e aos filisteus.C. Smendes em Tânis (1070-1044 a. os lukkus (lícios) ameaçaram o reino de Alashia (em Chipre). A hegemonia egípcia em Canaã passou evidentemente para a História. Impelidos pela fome. Navios de Keftiu ( = Caftor) levavam mercadorias ao Egito durante a décima-oitava dinastia e durante o período Amarna. os shekeleshs e os Tursha (Tyrsenoi. na fronteira de Canaã. os shekellesh. um oficial chamado Uenamon foi aparentemente enviado ao Líbano a fim de comprar madeira para consertar o barco sagrado de Amon em Tebas. PAPIRO EL-HIBA.C. tais como Asdode e Ecrom. 1174 a. Eles adotam um regime de cidade-estado. inclusive os Akawasha (acadianos?). operam uma frota de navios e mantém relações marítimas com Tiro. A narrativa de suas aventuras revela que outro "povo do mar". Chegando por terra e por mar. Biblos e Alashia. ancestrais dos etruscos?). EGITO . Carquemis e Ugarite.). Ramessés III conseguiu repelir sua tentativa de invasão do Egito. enquanto os lukkus. Arzawa. escavações em vários sítios importantes. de Caftor.7) A MIGRAÇÃO DOS POVOS DO MAR 11 7 4 a. A grande explosão de "povos do mar" aconteceu no oitavo ano de Ramessés III. pelo menos até Ramessés VI (1141-1134 a. Os cinco grupos étnicos mencionados eram os filisteus. Alashia. haviam estado em contato. Uenamon busca asilo com a rainha de Alashia | Uenamon negocia com o rei i de Biblos para a compra de | madeira Uenamon confisca dinheiro do navio de Sikel O dinheiro de Uenamon é roubado: não foi devolvido por Sikel. • Cades O •O Damasco 1 ''HJ»»"»! . dardanianos e outros asiáticos do ocidente da mesma origem lutaram ao lado dos hititas (heteus). eles saíram de suas terras a noroeste. Povos da região do Egeu. rei de Dor Rabate-Bene-Amom Hebrom Guerra de Ramessés III conta os povos do mar (Relevo em Mdinet Habu) VIAGEM DE UENAMON. mostram que as cidades cananéias foram queimadas e a ocupação subseqüente foi caracterizada por um estilo egeu de cerâmica.1' Forças egípcias Povos d o M a r Nofe Á r e a d a o c u p a ç ã o filistina E o rei de Biblos enviou-me uma mensagem dizendo "Deixe meu porto!" (A Jornada de Uenamon) AS VIAGENS DF UFNAMON PRINCÍPIOS D O SÉCULO XI a. mas não como representante de um suserano. os sikels. gregos e outros indo-europeus. Assentaram acampamento na terra de Amurru. e aos siros de Quir? (Amós 9. Ele e seus sucessores. os Sikels.

jy^ci / • <"j \ ® i ' RabafreAmora V W m • D. A WmíS.es ^ "V NJ . Deste modo. Alguns clãs de Benjamim também migraram para a mesma área (1 Cr 8. R Betei.. ^Hobrom Y 'Àroer • • Hormo O Debir C Cormelo •' s ^ wj " V. ^Aijolom . ^ : fynwé I f .12-13. Não existe tradição sobre a conquista de Siqucm.. porém não expeliu aos moradores do vale.SycoTe f ./• É : S / "á "Silo ® .Gibeão . cuja situação pode ter sido igual à de Gezer (Jz 1.N Ecrom ^j. A S S " . . talvez por causa do declínio na produtividade agrícola cananéia em seu todo. 16. (Juizes 1.31-32). • .35).* .\ > • Beto-Scmes y ' Jazer. . N Siquém*. . A tradição bíblica confirma que os israelitas não conseguiram expulsar os cananeus e amorreus das terras baixas. JUIZES 1. : 'jabes-Gi. a .. . " . sua cultura material reflete uma certa simbiose cultural com os fenícios na região costeira abaixo deles. .. Uma lista das áreas onde os náo-israelitas continuavam a habitar é dada em Juizes 1. x^ r \ j> • Soeó.\ Gilgal * ^ \ "•O . Jz 1.. : \ Jogbeo^ • j I M { C A yçft' D E ^ ^ O ^ .19).-* C V . os principais povos rivais na Palestina estavam se tornando bem estabelecidos em suas respectivas áreas: os cananeus continuavam a habitar nos vales e planícies ao norte. Os grupos tribais que se instalaram na Alta Galiléia passaram por um processo semelhante.C. Juizes 1. "f I ^ -Berseba — Quir-Moabe Arofir I Gezer 1 Área dominada pelas isruelilus Cidade cananéia não conquisto da (segundo Jz 1} JOSUÉ 15. carros de ferro. oferecendo refúgio para os 'apiru fora-da-lei e para os pastores Shosu. Jebus-Jerusalém.> . a leste da linha divisória das águas. mudando-se eventualmente para as zonas montanhosas a oeste. Juizes 1.19) Bele-Anoie Cades Sete-Setr.. LCtoin Saalbim Soolbní . Quitrom Noalgl mrte .11-13).3-4). os filisteus (com os outros "povos do mar"?) na planície costeira ao sul. os grupos de pastores vieram a transformar-se numa sociedade completamente sedentária com várias estratégias de subsistência. > * ir \ ... *«^JebuS kj G Goic. í . No Período do Bronze Recente as principais concentrações de população ficavam nas planícies (veja os mapas 30 e 34): a região montanhosa era em grande parte desabitada.a 1 v V" 0 . .63:17.eode fS f 'k ' Cerca do século XII a. ^ C ^ Asquelom " ' .10. Befe-Jestmote . / ' / C . Eles se expandiram gradualmente e passaram a ocupar as regiões de agricultura mista. Pesquisas arqueológicas recentes na área montanhosa do país confirmam a chegada dos pastores que começaram a se instalar na periferia da estepe. Gezer e as cidades dos amorreus que resistiram aos danitas estavam no centro do país. t IbleÒ : **** % 4Beté-Se'a r • : * : ?•.63. . Os principais enclaves cananeus sobreviventes ficavam no vale cie Jezreel e ao longo da costa da Fenícia. e as tribos de Israel na região montanhosa.21-35 Bete-Anate (Relevo dc Ramessés III em Tebas) .j S f i t f C Õ N I J A S • / "• .18-19 (Septuaginta) confirma quejudá não subjugou os filisteus.11-18.58 E despovoou as montanhas. Os aseritas foram aceitos pelos fenícios (sidônios). A dicotomia entre os cananeus nas planícies e os israelitas nos montes caracteriza as narrativas nos livros de Juizes e Samuel.18). Todos estes dados confirmam a nova revolução da população ocorrida nos séculos XII e XI. V^elL . . 4i ' *2âfo'm . pois tinham "carros de ferro" (Js 17./ • • ' « O . uma população cananéia convivendo em harmonia com os israelitas. ) i^J* O- Rair. Tradições muito antigas revelam que os efraimitas entraram logo em contato com a população nativa da região de onde os danitas haviam sido expulsos (1 Cr 7. porquanto tinham carros. OS LIMITES DO CONTROLE ISRAELITA S É C U L O S Xll-XI a .ote-Gilc-cd'.20-24. C . onde foi necessário preparar o terreno em vários níveis (terraços) e plantar pomares e vinhedos.. 2 Sm 4. e alusões similares aparecem aqui e ali no livro de Josué (Js 15. 17. aparentemente como agricultores que supriam uma sociedade cuja mão-de-obra era quase toda ocupada em atividades marítimas (Jz 1.<0" tf Asluiofe • ( " \ Megido M r e i ' íanoflue l^Vzreel ••••• * * * • .27-35 lista as áreas não conquistadas de acordo com as tribos. Estes últimos se tornaram cada vez mais numerosos e adotaram estilos de vida sedentários.

G i I c a d c Saíèca Rabate-Bono-Amom ÉxrorrK'Gate^ Heb. mapa 50).1-12..1-6. Ele incluía partes da terra de Canaã (compare Êx 34.ròm Berseba >y~) irfSS Quir-Moabe ^ lamor* iCadés-Barnéig. e a costa Fenícia-Sidônia até Biblos. embora nos períodos expansionistas do reino de Israel algumas delas se submetessem ao domínio israelita. o Líbano até Afeque na fronteira dos amorreus.tia to v Hozfir-Fno.Quenaíè\ Rq/tj<£}o .1-3). também encontramos na Bíblia o termo "a terra que fica de resto" (Js 13. nas quais as tribos israelitas jamais penetraram. e o vale do Líbano de Baal-Gade abaixo do monte Hermom até Lebo-Hamate.» JOSUÉ 13. Este termo incluía a Filístia ao sul.1-3 1 ' Afcquo "A torre QUC fica ce resto" Cidade cananéia rico conquistada (cf. ao norte.59 A terra q u e fica d e resto é esta. Essas regiões ficavam além da área dos assentamentos israelitas mesmo em períodos posteriores. \L 1) p ron f e r a ca • fer-G d e Canaã Além dos cnclavcs cananeus que foram mais tarde incorporados a Israel.1-6-.<v' .j^starote . . JUIZES 3. (Josué 13-2) ATERRA QUE FICA DE RESTO Lobo-Ha.. 3. J7.

foi primeiro alcançada durante a monarquia israelita. Aser e Naftali. mostra que o texto original deve ter sido muito mais detalhado do que as versões abreviadas preservadas no livro de Josué. inclusive o dcsmatamento gradual de áreas antes desocupadas e implantação de povoações. É possível que pelo menos as tribos do sul que não pertenciam a Judá. As tribos de Issacar.60 A "fronteira dos amorreus" nesta conexão era o limite do reino Amorreu-Amurru no Líbano. as mesmas mencionadas como as que deixaram de conquistar os enclaves cananeus (Jz 1. Traços desta atividade na região montanhosa foram descobertos em pesquisas arqueológicas na Transjordânia.2238). As áreas dc ocupação israelita ficavam assim limitadas principalmente às montanhas. As listas das cidades são tidas pela maioria dos especialistas como datando de um período de administração centralizada durante a monarquia. As descrições das fronteiras são apenas parciais. Judá e Efraim. antes dos anos de conflito entre Davi e Esbaal (Esbosete). queneus. Isto é especialmente relevante para as listas extensas de Judá que são organizadas em regiões e distritos (veja o mapa 130). Manasses. Simeão e os grupos vizinhos (calebitas. veja o mapa 50). mapa 106). A hostilidade dos filisteus e da população nativa mais antiga estimulava a atividade de ocupação israelita em larga escala. O mapa 71 mostra que descrições detalhadas são ciadas apenas para algumas das tribos. Dã. o segmento ao norte corresponde ao cie Benjamim. Judá. A extensão noroeste da fronteira de Judá (além de Bete-Semes) era na verdade o limite entre a Filístia e o reino dc Israel. Há também uma correlação curiosa com os distritos salomônicos mencionados em I Reis 4. A comparação de passagens paralelas contendo a mesma fronteira. Simeão e as tribos da Transjordânia só possuem listas de cidade unidas a certas designações topográficas gerais. nosso conhecido através de fontes egípcias do Novo Império. Efraim. Durante o período dos juizes. A ocupação israelita transformou radicalmente a face do mapa e a continuidade dela. Há uma lacuna de descrições de fronteira em Josué para os distritos definidos pelos nomes tribais na lista de Salomão (correspondendo às listas de cidades não conquistadas cm Jz 1). Esta tendência provocou as mudanças mais importantes no padrão de ocupação da Palestina em todos os períodos históricos. Áreas desabitadas foram povoadas pela primeira vez. e Galiléia. Judá. um dos prérequisitos para a unificação interna da Terra Santa num reino único. . A fronteira aserita está também ligada à fronteira nacional israelita durante a monarquia (compare 2 Sm 24. Cerco dc cidadc na terra de Amurru (Relevo de Ramessés III em Medinet Habu) AS DOZE TRIBOS A descrição dos territórios tribais em Josué 13-19 abrange certas descrições detalhadas das fronteiras e listas das cidades para as respectivas tribos. seja no norte ou no sul. O centro cultural mais proeminente para as tribos do norte parece ter sido Siló. considerassem Hebrom como um importante centro de adoração.5-7. O curso cia fronteira pode ser traçado por meio de verbos descritivos usados nas delineações. não é absolutamente certo que houvesse quaisquer "ligas* oficiais dc tribos. As únicas tribos com descrições de fronteira são Benjamim. Todavia. enquanto o do sul é evidentemente a fronteira política da monarquia da Judéia (também aplicada à descrição de Canaã. A fronteira da Judéia não é realmente a da tribo. apresentados em ordem geográfica. correspondem aproximadamente àquelas regiões em que os israelitas não haviam realmente penetrado durante os estágios iniciais do processo de povoamento (como descrito em Jz 1). jeraquemeelitas) não tomaram parte em qualquer atividade guerreira conjunta (tais como as batalhas de Débora e Gideão). Os relatos existentes consistem de pontos reconhecíveis nas fronteiras. As zonas onde fronteiras definidas não são dadas. o número de habitantes dobrou e novos centros foram estabelecidos no interior. monte Efraim. tais como as fronteiras mútuas de Benjamim. assim como projetos agrícolas a longo prazo (pomares e vinhedos). a ligação entre essas tribos do norte e as do sul era bastante tênue. Zebulom.

) Micmeló ir Isto pois é o que os filhos dc Israel tiveram em herança na cerra de Canaã. em Silo. Bete-Anaíe lotriorri Bete-Emek Reob * Meie. e aqui vos lançarei as sortes perante o Senhor. (Josué 18. c dcscrcvci-a. e então tornai a mim. (Josué 14.H"fc0m Mefcote' es'' ' ' ' Q u i r i a l a i m * . dizendo: Itlc.C..61 U Josué deu ordem aos que iam dcscrcvcr a terra.8) Ahlab Abel-Bete-Mcaca A FRONTEIRA DOS TERRITÓRIOS TRIBAIS SÉCULOS Xil-XI a./ Qúínereíe Mar de A$tarote Jabneel Hclc. século XII a. Bole Bani Mcom Hebrom Dibom Rafrotc Bene * (j Amom /lrm>M Quedemole fronle.1) Zafom Sucofe fonate-Siló Janoa Ramafe-M: Maanoim Belonim Jaze^ Bstc-Horom inferior Aijálóm " B E N | A b 8 C Rabate-BeneAmom Bete-Nimra .C. c correi a terra..atc^ Jocneã * Saridc Suném Jarmüte Tanaque Marco da fronteira da Mesopotâmia (c. Medeba.ra tribal Fronteiro políf co nos dias de Davi JOSUü 15-16 JOSUÉ 13-19 Quir-Moabe .. Aslorote^ :crom j d Q u i r t o W ^ m Asdode -Har5 .

. . M Mareai \it Qu/slote-Tabor it A 1 \: DaberaV* „ ...10-39 F. nr tab°r • .....14) AS FRONTEIRAS DAS TRIBOS DA GALILÉIA Reobe Misal Alameleque Bete-Dagom Amode Neiel # / Cübul / *Hucoque Edrei En-ha7or Migdal oi Horem Roma òi. >:. Soride Ber&Semef Ancrcte -. q u e está no fim d o vale dos Refains. . da banda do norte. / (Josué 15. B [Ml AdüfniNekeb * . e as suas saídas sáo o vale de Iftael. ">.inerete • \ << fianafom * Rimom Quifron Naalal Idalá \ AznoteXTobor V" Adaraá» Libnate * Mar de Racate^ Quinerete Hamate* Bólcn >Acsaíe 9 . este termo passará pelo vale do i : ilho de Hinom.Hele:e - Gate-heier -k Holcatc / s Z Sinrom • E U L O Jafia M \* En-Ganim *Jabneel Jocneã ^ Dabesefe • .8) AS FRONTEIRAS DA TRIBO DE BENJAMIM E SEUS VIZINHOS JOSIÍE 15-18 .62 H torna este termo para o norte a Hanatom. da banda dos jebuseus d o sul (esta é Jerusalém) e subirá este termo até ao c t m e do monte q u e está diante d o vale dc Hinom para o orideme... 3 Belém . ^ Q urso/tf Sunérn 'Megido Hafaraim* Siom Rabite Ebez Bete-Pazes Anaarale A "larmule A "lezreel JOSUÉ 19. (Josué 19.

por falta de um centro ritual para substituir Siló. a esforços mais intensos por parte dos filisteus.16. De Fcrom na Filístia. Eles penetraram agora no coração do assentamento israelita no país montanhoso e confirmaram seu domínio nas regiões conquistadas. o primeiro rei israelita. c rodeava a Betei. a antiga cidade hivita-gibeonita na fronteira sul de Benjamim. que é também o limite do extremo sul das tribos israelitas do norte que ali habitavam. a arca foi removida para Bete-Semes em Judá. 2 Sm 6. A surpreendente vitória israelita nos dias de Samuel pode ter dado ensejo.7-14). onde as pessoas estavam colhendo trigo no vale. Esta cidade se tornou a fortaleza de Saul e a primeira capital do reino de Israel. E ia dc ano cm ano. cf..1-10. em cujos campos Sansão soltara suas raposas (1 Sm 15.C. Porém voltava a Ramá. tudo indica que a perseguição de Israel pelos filisteus não cessou.1-5).C. A Bíblia contém a tradição sobre outra guerra. c a Gilgal. colocando um governador em Geba. desta vez sob a liderança de Samuel (1 Sm 7. uma cidade de Benjamim perto da fronteira dc F.1-.3).3-4. e a Mizpá. cujo nome pode ser corrigido (com a ajuda da versão grega) para "Bete-Horom".17) AS CIDADES DE SAMUEL c.20-24. Km vista disso. 13. surgiu cm meio à opressão dos filisteus. pai de Saul.5. 1040 a. Chegara o momento de Israel ser governado por um rei.A arca da aliança.16-17 E perderam-se as jumentas dc Quis. O relato bíblico da rota seguida por Saul quando fundou um reino enquanto procurava pelos suas jumentas perdidas no monte Efraim central é um ótimo exemplo dos dados topográficos instrutivos inclusos neste tipo de lenda popular. Saul. Pela continuação desta narrativa no livro de Samuel. por sua vez.fraim (1 Sm 10. este era o vale de Soreque.28). 1 SAMUEL 7. caiu nas mãos dos filisteus.34-35). As forças filistinas que se aproximavam foram expulsas e perseguidas até "BeteCar". o líder espiritual de Israel naqueles dias de grave crise. 8. a partir dessa época passou a ser conhecida como Gibeá de Saul. que fora levada de Siló para o campo de batalha. Os filisteus confirmaram seu direito à hegemonia. Parece então que as relações entre israelitas e filisteus eram uma cadeia contínua de ações e reações hostis. 1 0 3 5 a.'uivcl Js luLci NgyrO Sepultura de Raquel na fronteira c e Beniamin em 7el7Ó Quiriate-Jearim Carro1.. dos Povos do Mar puxados por bois (Relevo de liamses 111 cm Medinct Habu) 1 SAMUEL 9. A maravilhosa história das suas peregrinações e seu retomo nos dá uma idéia da vida nas principais cidades do norte da Filístia e nas zonas da fronteira. (1 Samuel 7. Isto pode ter aberto caminho para o clã de Beria instalar-se nesta área (cf. 1 Cr 7. Ele era de Gibeá de Benjamim. as cidades entre Hcrom e Gate ( = Gitaim) foram devolvidas ao domínio israelita. As tribos israelitas estavam reunidas em Mizpá onde Samuel as chamara ao arrependimento. mas tornou-se mais intensa. Como resultado desta peleja. fazia anualmente uni circuito pelos centros tribais e rituais nas fronteiras de Benjamim e Kfraim. instalando forças dc ocupação permanentes. perto de Timná. O povo de Bete-Semes levou a arca para "o outeiro" de Quiriate-Jearim (1 Sm 7. e veja Js 18. Baci-Hczor Rimom # Bete-Horom superior .12-13). Samuel. (1 Samuel 9-3) SAUL BUSCA AS SUAS JUMENTAS c. Boas relações foram estabelecidas entre os israelitas nesta região e os amorreus que haviam resistido anteriormente à tribo de Dã (Jz 1. A arca permaneceu nesse lugar até que Davi a recobrou e transferiu para Jerusalém.16 Gibeote-Eloim Sede do governo filisteu Rota de Saul .

23) j Passo Micmáil | governado^ f"lis-eu Beerore tf Giboá de Benjamim* Jônatas mata Acampamento israelita .fraim. Os filisteus imediatamente reagiram. reuniu mil homens em Gibeá de Benjamim c tomou Geba. também desempenhou uma pane importante. subiu a Micmás c à parte ao sul do monte F. enviando forças consideráveis. A vitória israelita deveu-se ao excesso de confiança dos filisteus que estavam certos de uma vitória fácil.. passando pelo estreito Wadi.E n t ã o o Espírito d c D e u s se a p o d e r o u d e Saul. (1 Samuel 14. Saul retirou-se para Gilgal. quando os homens de Saul perseguiram os filisteus até a região do vale de Aijalom. do lado oposto de Micmás..23) A REBELIÃO DE SAUL CONTRA OS FILISTEUS A BATALHA DE MICMÁS Saul esmage os filisteus ern fuga Micmás Acamparrenlo filisteu | Forças fiiistinos punitivas pare Micmás BeteHorom superior Bcífr Horom inferior Gibcom Romó Força Saqueadores filisteus divididos em três tropas Micnó* Fronteira A batalha ultrapassou Bete-Áven (1 Sm 1 -4... Seu filho.sraelita Jônatas surpreende os guardas filisteus de Giigal . 1 SAMUEL 11 A ascensão de Saul ao trono se assemelha à dos juizes libertadores. ele e o restante cio seu exército juntaram forças com Jônatas em Geba. tendo enviado tropas punitivas às várias regiões israelitas em vez de concentrar suas forças para uma batalha decisiva. 1 0 3 5 a. mais tarde. (1 Samuel 1 3 3 ) cidade.. O estabelecimento do reino significou rebelião manifesta contra o governo filisteu. por Samuel em Gilgalfli difícil acreditar que seja uma coincidência o fato do reino ter sido fundado exatamente no local do primeiro centro israelita na terra de Canaã.de havia sido oprimida por Naás. A súbita confusão transformouse em derrota esmagadora. Jônatas. Depois desta vitória Saul não dispersou as forças reunidas ao seu redor. A coragem mostrada por Jônatas ao surpreender as forças filistinas. (I S a m u e l 11.. rei de Amom. Saul saiu de Oezeque e com um ataque-surpresa sobre os amonitas libertou a cidade israelita.6) A SALVAÇÃO DE JABES-GILEADE c. Assim livrou o S e n h o r a Israel n a q u e l e dia. Saul.C. onde o profundo Wadi Suweinit separava os dois campos inimigos. matando o governador filisteu da K J ô n a t a s feriu a g u a r n i ç â o d o s filisteus. ele foi ungido rei diante de Deus. Jabes-Cilca. com dois mil homens.

1 2 . Jabes-Giieade Jefté volta com o seu exército "Então se convocaram os homens de Êfraím. Bezer •«(íiaiidii Efraimilas 10 milhos | . ' (Jz 12.c. ( J u i z e s 11. . .6) Camotrü A"» •S*** r i . 1 . i j À f í : ^ ^ / Bete-Arbel ?Ramofe-Gileade A GUERRA DE JEFTE FINS D O S S É C U L O S Xll-Xi a. (Jz 12.Vem. (Juizes 14. e passaram para o norte (Zafom)".1) J a r r a filistéia d e c o r a d a AS PROEZAS DE SANSÃO PRINCÍPIOS DO SÉCULO XI a.1) * Zafom AJsV Mispe-[Gileade) "Porém tomaram os gileaditas aos efraimilas :Betortirri os vaus do Joídão".. Bete-Baal-Meom • JUIZES 1 1 .C.n o s p o r cabeça: p a r a q u e c o m b a t a m o s c o n t r a os filhos d e A m o m . 7 E d e s c e u S a n s â o a Timná. ( / Mar Morta 1 Medeba*.5) !abate-Bene-Amom Bele-Ntnró Abel-Keramim Abél-Sitim Eleale Bete-Jesimote Bete-Harã Hesbom Jefté e os gileaditas Amonitas Saque dos amonitas em Gileade e a oeste do Jordão. e s ê .

66 Naquele tempo os filisteus dominavam sobre Israel. c. por exemplo. mas também refletindo a sua adaptação à cultura cananéia local. portanto Sansão "desceu.11).. Embora não houvesse um regulamento político central em Israel neste período. Seu povoado principal ficava inicialmente no vale Soreque e incluía as cidades costeiras de Gaza. Este último estilo é chamado de "Louça Filistina". Asquelom e Asdode. em Benjamim. A fronteira entre Judá e a Filístia corria ao longo da margem da Sefelá da Judéia. e Gibeá em Benjamim tornou-se a primeira capital de Israel. Esta história reflete a situação geral no período de Juizes: "Naqueles dias não havia rei em Israel. JUIZES 19-20 . Nas narrativas de Sansão.. encontra expressão nas histórias heróicas de Sansão. filisteu de Gate.C. O livro de Juizes termina com a história da guerra fraternal entre Benjamim e as outras tribos israelitas.. filho de Eleazar (Jz 20. Quando uma tribo violava as leis da liga.C. o conselho se reunia para ministrar castigo. Os filisteus já dominavam certas áreas de Judá (Jz 15. evidentemente uma cidade ligada a Ecrom." (Jz 14. etc. (Juizes 14.4) JUDÁ EA FILÍSTIA NOS DIAS DE SANSÃO A luta com os filisteus. Ela deve ter ocorrido num período anterior. e mais tarde talvez obtivessem o apoio do Egito para expandir a sua confederação de cinco cidades-estado.12). embora ficasse do outro lado da fronteira do território filisteu (1 Sm 6. os inimigos mais fortes de Israel. seus oleiros inventaram um estilo de louça bicromática reminiscente de sua herança egéia. Os filisteus haviam ocupado à força a zona costeira ao sul. Os principais acontecimentos ocorreram entre a Zorá israelita e a Timná filistéia. porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos" (Jz 21. As circunstâncias históricas da guerra israelita contra Benjamim permanecem. Sansão e sua família danita eram um remanescente que não seguira para o norte com o resto da tribo. 1174 a. Depois de se instalarem no país durante uma ou duas gerações. sob o governo de Saul.). uma cidade completamente judaica como Bete-Semes possuía grandes quantidades de cerâmica "filistina". bem estabelecida.1). existia evidentemente uma confederação de tribos formada ao redor de um santuário central. Osfilisteuslevaram com eles a tradição da louça egéia monocromática miceniana III C.26-28). depois do abuso da concubina de um Ievita às mãos do povo de Gibeá. pois no final do período dos Juizes. Esta narrativa data de um estágio anterior da instalação israelita como indicado pela menção da arca em Betei aos cuidados de Finéias. porém. JUIZES 13-16 Desde Dã até Berseba. Todos esses lugares haviam sido ocupados durante o Período do Bronze Recente.25.1) A HISTERIA DA CONCUBINA EM GIBEÁ SÉCULOS Xll-Xl a. como também a terra de Gileade. Todavia. ao Senhor em Mizpá. na região central do país. Benjamim era uma tribo forte. especialmente ao longo da fronteira defronte à Filístia. Eles possuíam artesãos hábeis no trabalho com metais e seus soldados usavam armaduras sofisticadas (como a de Golias. temos um vislumbre da vida no vale Soreque. Timná no vale Soreque. obscuras. Zorá fica numa cordilheira. As histórias heróicas sobre este defensor eram sem dúvida muito populares entre os povoados de Judá. com duas cidades no interior: Gate e Ecrom. A maioria das histórias do conflito entre Israel e os filisteus se concentra nas áreas tribais de Benjamim e Efraim. mapa 91). isto é. I I (Juizes 20. o Sansão danita e sua família estão associados com Judá. Havia culturalmente bastante simbiose entre Judá e os filisteus.

67 E levantou o Senhor juizes.C. JUIZES 3 .16) OS JUIZES SECUNDO AS SUAS TRIBOS SÉCULOS Xll-Xl a. que os livraram da mão dos que os roubaram. (juizes 2.1 8 .

SI 78.c. Quiriate-Jearirivaté os dias de Davi Timná Gibcom -fa GibeateQuiriateJeárim Bete-Semes íM5** Belém >Jebus 1 SAMUEL 5 . ^ j* A (TelIQasile) ^ Timnate-Hsres ^ C. Ebonázor j ± jHfcqu. perto de Jerusalém.1 <•! Roía d a A r c a . a fim de prover cada tribo com um juiz. Nossa informação sobre o conflito dramático é fragmentada e somente uma sombra dos eventos é revelada pelas histórias populares preservadas.1) ) er. nos dias dc Saul (1 Sm 21. que julgaram o povo de suas cidades nativas. A batalha resultou numa absoluta derrota da liga tribal israelita e Siló foi também destruída.C. que durou porém pouco tempo. No início do livro. mesmo que não fosse um libertador.12 / Betei \ Har-Heres V „ o y <$Gafe-Gifoim . Lodc m Gafe-Rimom Gibetom í .—— -Ofra J . a lista dc cidades náo-conquistadas é anotada pelas referências ao trabalho forçado mais tarde imposto à população cananéia. eram violentas na época cm que "não havia rei em Israel. 1 SAMUEL 4 H a v e n d o p o i s e s t a d o a a r c a d o S e n h o r n a terra d o s f i l i s t e u s s e l e m e s e s (1 Samuel 6. porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos". mas pode ter sido perto de 'Isbet Sarta na melhor estrada que ia de Siló a Afeque. / / . A anarquia social e a depravação moral. fundado em reação à pressão por parte dos filisteus. e mais tarde ao reino israelita.68 O livro de Juizes tinha conto propósito dar o devido crédito aos vários heróis tribais da era pré-monárquica. lugar. Uma ênfase sutil é colocada sobre o lato de que a vida é muito melhor sob a monarquia.2ss). o livro de Juizes também menciona vários "juizes menores" (Jz 10.ezer Arca capturado AS PEREGRINAÇÕES DA ARCA DA ALIANÇA M E A D O S D O SFCULO XI a. que estava em Silo. o livro enfatizou os defeitos até dos mais renomados juizes ou libertadores.. E duvidoso que esses tenham sido os únicos "juizes menores". e v e a e ó l qi'c lhe fiz ! ($7. tornou-se uma cidade de fronteira no extremo norte da Filístia. como indicado pelas escavações feitas ali.1-5. A principal peleja ocorreu entre Afeque e Ebenézer. Por outro lado.. Este conflito deu origem ao "império filisteu". 12. um juiz para cada tribo.6.14. A sua riqueza é geralmente salientada nas Escrituras e nenhuma tradição relativa a guerras sob a sua liderança chegou até nós. 1 - 7. especialmente da casa ancestral de Saul. Bete-Horam Bete-Horom inferior^ superior «Aijalorn Ecrom ^ n i i -O^IIBBIIII Força Israelita Forca FiKsJéia Em meados do século XI os eventos seguiam em direção a uma batalha decisiva entre os israelitas e os filisteus pela supremacia na terra de Canaa. 26. Arca levada oo templo d e Dagom Bete-Horom inferior Arca mantida em m . A localização exata de Ebenézer é desconhecida. seus nomes podem ter sido escolhidos com base em suas afiliações tribais.. Isto explica porque Siló não foi mais mencionada como cen:ro israelita. e as insinuações posteriores sobre o destino da cidade (Jr 7. (1 S í m u e l 4. Bete-Horom superior Mjsj _ Gibeá. A antiga Afeque.. porque os descendentes dos sacerdotes se achavam instalados em Nobe. üs dois relatos no final do livro de Juizes são mais explícitos. A administração de uma instituição como a do trabalho forçado só foi possível durante os reinados de Davi e Salomão. no capítulo 1.-V'.9.60). Israel foi f e r i d o d i a n t e d o s filisteus.12. M a s ido agora a o mo. Além dos grandes juizes libertadores.8-13). F > ' .. situada na cabeceira do rio Yarkon.2) A BATALHA DE EBENÉZER t M E A D O S D O SÉCULO XI a. Cinco "juizes menores" são mencionados e pode ser mais que coincidência que o número total de juizes no livro de Juizes seja 12.

C. Parece então que as relações entre israelitas e filisteus eram uma cadeia contínua de ações e reações hostis. A maravilhosa história das suas peregrinações e seu retorno nos dá uma idéia da vida nas principais cidades do norte da Eilístia e nas zonas da fronteira. o primeiro rei israelita. Eles penetraram agora no coração do assentamento israelita no país montanhoso e confirmaram seu domínio nas regiões conquistadas.12-13).17) AS CIDADES DE SAMUEL c. cf. uma cidade de Benjamim perto da fronteira dc Efraim (1 Sm 10.3) Carros dos Povos do Mar puxados por bois (Relevo de Ramsés III em Medinet llabu) 1 SAMUEL 9. 8. o líder espiritual de Israel naqueles dias de grave crise..1-5). 2 Sm 6. 1 Cr 7.69 A arca da aliança. A surpreendente vitória israelita nos dias dc Samuel pode ter dado ensejo. Isto pode ter aberto caminho para o clã de Bcria instalar-se nesta área (cf.16 . Boas relações foram estabelecidas entre os israelitas nesta região e os amorreus que haviam resistido anteriormente à tribo de Dã (Jz 1. Porém voltava a Ramá. A Bíblia contém a tradição sobre outra guerra. 1 0 4 0 a.3-4. desta vez sob a liderança dc Samuel (1 Sm 7. fazia anualmente um circuito pelos centros tribais c rituais nas fronteiras de Benjamim e Efraim. surgiu em meio à opressão dos filisteus. por sua vez. que fora levada de Siló para o campo de batalha. e rodeava a Betei. a arca foi removida para Bete-Semes emjudá.1. A arca permaneceu nesse lugar até que Davi a recobrou e transferiu para Jerusalém.28). colocando um governador em Geba. As forças filistinas que se aproximavam foram expulsas e perseguidas até "BeteCar". e a Mizpá. As tribos israelitas estavam reunidas em Mizpá onde Samuel as chamara ao arrependimento. E ia de ano em ano. 13. por falta de um centro ritual para substituir Siló. em cujos campos Sansão soltara suas raposas (1 Sm 15. De Ecrom na Filístia. este era o vale dc Soreque. O povo de Bete-Semes levou a arca para "o outeiro" de Quiriate-Jearim (I Sm 7. onde as pessoas estavam colhendo trigo no vale. caiu nas mãos dos filisteus. (1 Samuel 7.20-24.7-14). Esta cidade se tornou a fortaleza de Saul e a primeira capital do reino dc Israel. cujo nome pode ser corrigido (com a ajuda da versão grega) para "Bete-llorom". Como resultado desta peleja.5. a esforços mais intensos por parte dos filisteus. tudo indica que a perseguição de Israel pelos filisteus não cessou. e veja js 18.34-35). Os filisteus confirmaram seu direito à hegemonia. O relato bíblico da rota seguida por Saul quando fundou um reino enquanto procurava pelos suas jumentas perdidas no monte Efraim central é um ótimo exemplo dos dados topográficos instrutivos inclusos neste tipo de lenda popular. Em vista disso. Pela continuação desta narrativa no livro de Samuel. instalando forças dc ocupação permanentes. Saul. as cidades entre Ecrom e Gate (= Gitaim) foram devolvidas ao domínio israelita.1-10. Chegara o momento de Israel ser governado por um rei. (I Samuel 9.3).16. perto de Timná. pai de Saul. Samuel. mas tornou-se mais intensa. que é também o limite do extremo sul das tribos israelitas do norte que ali habitavam. e a Gilgal. a antiga cidade hivita-gibeonita na fronteira sul de Benjamim. Ele era de Gibeá de Benjamim.. E perderam-se as jumentas de Quis. a partir dessa época passou a ser conhecida como Gibeá de Saul.

6) A SALVAÇÃO DE JABES-GILEADE c. por Samuel em Gilgal. i S a m u e l 11..o surpreender as forças filistinas. também desempenhou uma pane importante. rei de Amom. tendo enviado tropas punitivas às várias regiões israelitas em vez de concentrar suas forças para uma batalha decisiva.1-46 . onde o profundo Wadi Suweinit separava os dois campos inimigos. . A súbita confusão transformouse em derrota esmagadora.C.. ( 1 S a m u e l 14. Assim l i v r o u o S e n h o r a I s r a e l n a q u e l e dia. 1 0 3 5 a. O estabelecimento do reino significou rebelião manifesta contra o / governo filisteu.E n t ã o o E s p i r i t o d e D e u s se a p o d e r o u d e Saul.. Os filisteus imediatamente reagiram. quando os homens de Saul perseguiram os filisteus até a região do vale de Aijalom. ele e o restante do seu exército juntaram forças com Jônatas em Geba. subiu a Micmás e à parte ao sul do monte Efraim. Saul retirou-se para Gilgal. mais tarde. passando pelo estreito Wadi. Saul. Israel Amom 1 SAMUEL 11 A ascensão de Saul ao trono se assemelha à dos juizes libertadores. enviando forças consideráveis. Jabes-Gileade havia sido oprimida por Naás.. do lado oposto de Micmás. matando o governador filisteu da E J ô n a t a s f e r i u a g u a r n i ç à o d o s filisteus. Seu filho. reuniu mil homens em Gibeá de Benjamim e tomou Geba. lí difícil acreditar que seja uma coincidência o fato do reino ter sido fundado exatamente no local do primeiro centro israelita na terra de Canaã. com dois mil homens. ele foi ungido rei diante de Deus.23) A REBELIÃO DE SAUL CONTRA OS FILISTEUS 1 SAMUEL 13.. ( 1 S a m u e l 13-3) cidade. A coragem mostrada por Jônatas ?. Jônatas..1-18 A BATALHA DE MICMÁS Saul físmnga os filisteus em fuga Rimom Forças filislines punitivos para Micmás BeleHorom superior Boto— Horom inferior Gibe^JMAorom-^ Jônctas matei governador filisteu ^ Beerote Ramâ ^r | Soqueodores | filisteus divididos i em três tropos Micmá? gfrfronteira Israel Força israelita de Gilgal filisteus jônatas surprcenac os guardas filisteus 1 SAMUEL 14. Depois desta vitória Saul não dispersou as forças reunidas ao seu redor. A vitória israelita deveu-se ao excesso de confiança dos filisteus que estavam certos de uma vitória fácil. Saul saiu de Bezeque e com um ataque-surpresa sobre os amonitas libertou a cidade israelita.

e sobre Benjamim.9 . e sobre todo o Israel. e sobre Efraim. 1 0 3 5 a 1 0 1 7 a .9) O REINADO DE SAUL c. C Espada filistina 2 SAMUEL 2. e sobre Jezreel.E o constituiu rei sobre Gileade e sobre os assurilas. (2 Samuel 2.

27-28). no centro do país montanhoso. Ele não só livrou Israel do jugo fdisteu. nunca foi conquistada por ele. há uma tradição rival no sentido de que Elaná. onde se escondeu nas cavernas e outros lugares abrigados entre os seus precipícios. Estas são as regiões de denso povoamento israelita: Gileade na Transjordânia. os gesuritas (incorretamente chamados de assuntas) na Galiléia. muito próxima da sua capital. No final Saul prevaleceu e Davi não teve outro recurso senão buscar proteção sob Aquis. As relações entre Saul e Davi ficaram tensas dentro de pouco tempo e as duas fortes personalidades entravam freqüentemente em conflito. Jo-mglí. primeiro para o deserto da Judéia. As fronteiras do reino de Israel nos dias de Saul eram as do assentamento israelita (1 Sm 13-19). O "duelo dos campeões" tão típico da tradição homérica (mas também do Oriente Próximo da antigüidade) é talvez a história mais conhecida de todo o folclore militar bíblico.48). Seu casamento com a filha do rei (1 Sm 18-17-30) pode refletir uma tendência para atrair a tribo de Judá e seu clã mais influente para mais peno da monarquia que se iniciava. A perseguição seguiu o curso do vale. um líder dos inimigos do seu povo. Davi. e Benjamim.72 O REINADO DE SAUL Saul foi o último dos juizes e o primeiro dos reis de Israel. Saul morrera tentando expulsar os filisteus desta área. Devemos acrescentar a estas Judá. I Cr 20. O intenso patriotismo dos dois grandes rivais se evidencia em cores fones nas descrições desta perseguição: Saul.13). A tarefa de unir toda a Terra Santa sob um único rei israelita coube a seu sucessor. ao norte. 1020 a. 1 SAMUEL 17 NARRATIVA DAS PEREGRINAÇÕES DE DAVI c .26). como também lutou contra todos os outros inimigos circunvizinhos e ''libertou Israel da mão dos que o saqueavam" (1 Sm 14. sobre a qual Saul também estendeu seu governo. a planície de Jezreel (que recebeu o mesmo nome da principal cidade de Issacar). na direção leste. Os israelitas aguardavam ali e mataram muitos dos filisteus. 2 Sm 21. "vale do carvalho"). até a pagã Jebus. Ele não tentou impor seu governo sobre os vários endaves cananeus. Esta passagem é um dos principais textos que confirmam a localização da Gatc filistina ao norte da Eilístia. que se instalara na cidade de Jezreel e que estivera servindo os cananeus no regime de corvéia (Gn 49-14-15). mas que caiu diante de Davi "nos dias de Esbaal". Suas proezas como guerreiro c músico o ajudaram a subir rapidamente nas fileiras do novo reino (1 Sm 18.C. e ao se virarem para o norte (a fim de rodear Azeca) estavam na "estrada para Saaraim". filho de Jaaré-Orcgitn de Belém.19. eles procuraram recuar na direção oeste. Os esforços de Saul para ganhar a lealdade de Judá são refletidos no combate entre as suas forças e os filisteus no vale de Elá (1 Sm 17. Efraim. Davi morava em Belém. Esbaal (Isbosete — 2 Sm 2. De fato. As principais cidades ao longo do grande vale continuavam provavelmente mantendo seu caráter cananeu sob a hegemonia filistina nominal (como Bete-Seá). Os detalhes geográficos da narrativa (especialmente na versão grega) refletem um conhecimento pessoal do terreno. Quando os filisteus foram vencidos. rei de Gate. passando Azeca e indo até as portas de Gatc e Ecrom. Ele reuniu ali um bando de descontentes e tentou sobreviver apesar da hostilidade dos povoados judeus na beira do deserto.C. .5). Deve ter havido algum grau de mistura entre os cananeus nessas cidades e os israelitas nos vilarejos circunjacentes no período final dos séculos XII e XI a. as regiões do seu reino são listadas tomo as cinco áreas de "todo Israel". A menção de Jezreel nesta passagem provavelmente reflete a posição da tribo de Issacar. Davi. embora odiasse Davi profundamente.9). Os dois exércitos se enfrentaram. correu para lutar contra os filisteus no momento cm que ouviu falar de um ataque. dando assim a Davi a oponunidade de escapar (1 Sm 23. Davi fugiu.C. foi o verdadeiro herói do lado israelita (cf. ao longo do curso sinuoso do vale. Na narrativa do reinado do filho de Saul. da sua parte. A BATALHA DE ELÁ — DUELO DE DAVI E GOLIAS c. um de cada lado do vale. os filisteus ao sul e Israel na pane mais alta. não se aproveitou das várias oportunidades para ferir Saul. 1 0 1 8 a. a principal cidade na região controlada pela tribo de Judá. por respeito ao ungido do Senhor (1 Sm 24.

C .73 E ajuntou-se a ele todo o homem que se achava em aperto.31b-32. ele sc fez chefe deles: c eram com ele uns quatrocentos homens.2) Aimeleque dó a Davi o espoda de Golios. DAVI EM ZICLACUE E dizendo Aquis: Sobre onde destes hoje? Davi dizia: sobre o sul de Judá. Ao que parece. (I Samuel 22. provavelmente a sudeste. c todo o homem dc espírito desgostoso. quando na verdade combatia os seus arquiinimigos. (1 Samuel 27. 6 c .6-12. Jz 1. o filisteu Adulõi reúnem ao Davi pego a lanço e a bilha de águo à cabeceiro de Saul (1 5m 26.2 7 . Simeão acha-se notavelmente ausente. 1 8 . o "Neguebe dos Queretitas" no oeste.12) da mão dos /filisteus Davi livra Queila . e sobre o sul dos queneus. o que lhe conferia o título de "rei". As regiões locais tinham o nome de seus habitantes (1 Sm 27.10) Aquis não só acolheu Davi.15). a saber. e sobre o sul dos jerameleus. uma cidade na periferia do seu território. Davi dizia estar atacando justamente essas tribos.14). 1 SAMUEL 27. e todo o homem endividado. o "Neguebe de Calebe" no nordeste (talvez incluindo principalmente a região montanhosa ao sul dc llebrom. segundo a divisão apropriada do versículo em 1 Crônicas 4.10. Aquis pode ter sido o "primeiro entre iguais" no círculo dos cinco "príncipes" filisteus ("tiranos"?). o "Neguebe dos Queneus" no leste (perto de Aradc. 30. como lhe entregou Ziclague. e outros grupos nômades que geralmente perturbavam as povoações do Neguebe. os amalequitas. jz 1. Hedinet Habu) 1 SAMUEL 1 9 . o "Neguebe de Judá" no centro. Simeão não entrou nas cidades do Neguebe até que Davi se tornou rei. l Hcbrom Davi corta o orla do manto de Saul no cavernc Devi recebe Zií-.loguft de Aquis Nobal o carmelilo Carmel it laom Saul e os zifeus perseguem Davi A Fortaleza \^(Masodc) Davi transfere seus pais para a Terra de Moabe Roteiro do fuga dc. Ele tencionava usar Davi e suas tropas para proteger o flanco sudeste da Filístia que ficava defronte às tribos que ocupavam o Neguebe.16) e o "Neguebe dos Jerameleus". 30 . Davi Forças filistinas ordem dos eventos no Bíblia Nobre filisteu (placa dc faiança da época cie Ramsés III. 1017 a .

ajuntarnm os filisteus todos os seus exércitos em Afeque: e acamparam-se os israelitas junto à fonte que está em Jezreel.41).22 Os valentes dc Davi se reuniram à volta dele. U s 0 ""•Bohurim Medeba* * *Belém Tecoa • Hebrom Dibom Araae *V Zic a g e * Carmcl A Fortaleza Frasco dc água (Século XI a. (1 Samuel 29.1) PREPARATIVOS PARA A BATALHA DE GILBOA c. 2 < <0 ! ® Gibeom* *Azmâvete G i b e á d e ( * ) •*• . embora alguns fossem de tribos mais distantes. 1 Cr 11. a fim de manter um registro das atividades de Saul e Davi. do monte Efraim e dalém do Jordão.10-12. IÜ18 A 1 0 1 7 a.37-39. Naarai de Beerote. 1 0 1 6 a. ó Davi! E contigo estamos. e a batalha em si. Os filisteus tentaram dominar o vale e ameaçaram expulsar as tribos da Galiléia do monte Efraim.li Nós somos teus. Eles serviram como o núcleo do seu exército e foram indiscutivelmente leais e sempre prontos a fazer incursões ousadas. (1 Crônicas 12.8) e outros em Ziclague. No capítulo 28 1 SAMUEL 29 Forças israelitas filistinos .3 ' M CRÔNICAS 11.) 2 SAMUEL 23 8 . alguns ainda quando ele sc achava em sua fortaleza no deserto (1 Cr 12. A unidade de "trinta chefes" tornou-se uma instituição militar permanente durante o reinado de Davi. paz contigo! E paz com quem te ajuda! Pois que teu Deus te ajuda. mais tarde seu número aumentou e veio a incluir também estrangeiros como Zeleque o amonita.C.1) [1 Sm 29. Ó filho dc Jcssé! Paz. Benjamim .18) Pirolom* AS ORIGENS DOS VALENTES DE DAVI c. A maioria era procedente de Judá e Benjamim. F. Saul travou sua última batalha numa estrada transversal em Jezreel.39. As guerras israelitas contra os filisteus culminaram na morte de Saul no monte Gilboa.C. deve ser notado que a narrativa bíblica não se encontra em ordem cronológica exata. mas passa de evento para evento. e Urias o heteu (2 Sm 23.C. A fim de entender perfeitamente os preparativos para a batalha.

os filisteus gostaram desta divisão e Aquis continuou a considerar Davi um vassalo leal. Abner. lembrando-sc de que Saul salvara a sua cidade dos amonitas. e caminharam toda a noite. queneus. eles recuperaram os corpos de Saul e seus filhos dos muros de Bete-Seã. Esbaal reinou nas cinco regiões tribais israelitas que restaram do reino de Saul (2 Sm 2. filho de Ner. fugiu da batalha de Gilboa para salvar a vida. pronto a atendê-lo.C. e no capítulo 29 temos o registro das conversas dos nobres filisteus e Aquis com respeito a Davi. como era seu costume quando faziam campanhas para o norte (1 Sm 29.nDor na escuridão da noite. (lSamuet 31.1) Sarrófago de antropóide filisteu (Bete-Seã. A princípio os filisteus pareceram estar certos em suas suposições. 1 0 1 8A1 0 1 0 a. tiveram uma atitude corajosa. O conflito em Gibeom não passara de um dos muitos que enfraqueciam as forças dos dois reinos rivais. Os homens de Israel. um dos filhos de Saul que sobrevivera (2 Sm 2.. levando-os a Jabes para um funeral decente.. possivelmente um dos dois templos que existiam ali nesse período. no início da sua campanha. Davi persuadiu os anciãos de Judá a ungi-lo em llebrom como rei sobre Judá.8. Embora Davi. Ele transferiu a capital de Israel para Maanaim.33). Hebrom foi escolhida como capital devido à sua posição central e por ser calebita c não judaíta. Os homens de Jabes-Gileade. Ele acampou numa fonte perto de Jezreel. juntamente com as tribos afiliadas dos calebitas. Esbaal é também referido na Bíblia.75 (1 Sm) aparece a história do encontro de Saul com a médium de EnDor na véspera da batalha..) Todo homem valoroso se levantou.11-13 OS REINADOS DE DAVI E ESBAAL c. cujos remanescentes foram descobertos em escavações arqueológicas. Como advertência. jerameelitas e simeonitas. porque os príncipes filisteus suspeitavam dele (1 Sm 29). 51 1 SAMUEL 31.12) A MORTE DE SAUL 1 O SEPULTAMENTO DE SAUL Soul procura o médium ° Suném Hafaraim -íu En-Dor <r Jarmute to-Debor Reobe Bezeque 1 SAMUEL ÍO. encobertos pela escuridão. A vitória dos filisteus foi absoluta e as cidades importantes de Jezreel permaneceram sob o seu controle. faltando-lhes força até para aventurar-se além de seus próprios territórios. e colocaram suas armas no templo dc Astarote. capitão do exército de Saul. como vassalo do rei de Gate. Davi reinasse em Judá.9-10). foi dali que Saul procurou a médium de F. junto com três dos seus filhos. de maneira depreciativa. . No dia seguinte ele teve a morte de um herói no monte Gilboa. enquanto Saul dispunha o seu exército em posição oposta à deles no monte Gilboa. os filisteus pregaram os corpos de Saul e seus filhos nos muros de Bete-Seã. c. Embora. 1 Cr 8. como Isbosete ("homem desgraçado"). Depois da morte de Saul. tivesse ido ao ponto de reunião dos filisteus em Afeque. dali os filisteus avançaram para Suném aos pés da colina de Moré. do outro lado do Jordão e coroaram ali como rei a Esbaal..caíram atravessados na montanha de Gilboa. fins do século XII a. favorecendo a região montanhosa como mais conveniente para seus guerreiros israelitas que portavam armas leves. A ordem apropriada dos eventos é: os filisteus se reuniram em Afeque na planície de Sarom. Ao que tudo indica.c. ele foi poupado de lutar contra o seu próprio povo. (1 Samuel 31.1). Era como se Israel e Judá tivessem voltado à sua antiga posição de agrupamentos tribais locais. quenezitas.

Askirole .76 . filho de Saul.' \Km-y.. c pararam estes desta banda d o ianque e os outros daquela banda d o .10. 1 0 1 5 a.anque (2 Samuel 2.e se encontraram uns com os outros perto d o tanque d e (libeom..16 .C.aanoim Vi M O M / ® Asdode Asquelom Gaza Ecrom JifNJ^MIM Rnbafe snVAno.1. e reinou dois anos: mas os da casa de Judá seguiam a Davi. ms* V • • • • I I P > f J •" -5S ' .Megido •Jezreel Bele-Seõ OS REINOS DE DAVI E ESBAAL [ucm V.13) •Ziclague JO ^ Jtf milhei Berseba M O A B E ® Quir-Moabe I i — 2 SAMUEL 2.A R A M E U S Da idade d e quarenta anos era Isbosete. t • ' ' s. (2 Samuel 2.§ [Viagem noturna f ^ ^ W Í* i » » Maanaim '^Siquém •Afeque MW f p l S?. V Medeba (f Hebrom ^ .D.10) '•. quand o começou a reinar sobre Israel.8-11 A BATALHA JUNTO AO TANQUE DE GIBEOM c. Pontas d e setas com a inscrição: "Flecha d o servo de Lcbaotc" 1 SAMUEL 9 .>V'.

ele tomou a iniciativa contra os filisteus na planície costeira e "tomou a Gate. Portanto. Os filisteus foram forçados a recuar pela estrada divisória. onde Davi não molestou os cananeus nativos.8-17 Gibeom Aijolom Beerole • Gibèá Qüriate-Jearim Timnó • Dovi vence e persegue novomente os ííiisieus alé Gezer Jebus [Jerusolém} Bele-Semes Manaate Davi conquista Jebus Os filisteus otaçam Davi duos vozes Jarfhute Zcnoa Davi derroto os filisteus em Baal-Pnrazim •Perazim Guarniçõo filistina em Belém Aduião ^ m Icxas israelitas forças filisliros ^tZZZZX Hebrom A morte trágica cie Abner e Esbaal levou Davi a reinar sobre Israel e Judá. cf. 1010 a. Da segunda vez.4-9.14) para impedir que Davi recebesse ajuda do sul. Bele-Horom inferior Bete-Horom* superior Porem Davi tomou a fortaleza de Sião: esta é a cidade de Davi. Js 15.C. ele agora decidiu conquistar o enclave jebuseu de Jerusalém e tornar esta cidade sua possessão dinástica ("a cidade de Davi"). (2 Samuel ?.7) 2 SAMUEL 5. 0 ultimo fugira para Gitaim. provavelmente para escapar da perseguição de Saul (2 Sm 4.1). Da primeira vez. 2 Sm 8. 14. A referência não é provavelmente à "Gate dos Filisteus" (Am 6.1. Davi ficou livre para levar a Arca da Aliança de Quiriate-Jearim para a sua nova capital em Jerusalém. Gitaim é também conhecida como GateRimom. até o porto marítimo de Jope (veja mapa 107). Davi preparou uma emboscada para os filisteus. A seguir. e os lugares da sua jurisdição. da pentãpole. A CONQUISTA DE JERUSALÉM E AS GUERRAS FILISTINAS SUBSEQÜENTES c. . A essa altura os filisteus compreenderam que a unificação de todas as tribos sob o domínio de Davi constituía uma ameaça à sua hegemonia na região montanhosa. fechando a retirada na extremidade oeste do vale dos Refains. da mão dos filisteus" (1 Cr 18.2). Tendo expulsado os filisteus da parle central da região montanhosa. I CRÔNICAS 11.20). passando por Geba e seguindo para a estrada de Bete-Horom. Esbaal foi assassinado por dois de seus homens do clã de Rimom de Bccrote. Duas vezes eles o atacaram pelo vale dos Retains (cf.77 O ASSASSINATO DE ESBAAL. tinham uma guarnição em Belém (2 Sm 23. Esta vitória assegurou o controle de Davi sobre o corredor de Gezer.2Í). Da mesma forma que Davi escolhera Hebrom como capital para unir Judá e as tribos do sul. Abner foi morto por Joabe em Hebrom.1-3). Davi os venceu e chamou o lugar da sua vitória de Baal Perazim (2 Sm 5.8). mas sim a Gate-Gitaim/Gaie-Rimom a noroeste de Gezer. Davi os perseguiu até Gezer (2 Sm 5.

1-3). alugaram dos siros de BeteRecobe e dos siros dc Zobá. insultando os embaixadores de Davi (2 Sm 10. a saber. 11. Moabe foi conquistado e reduzido à condição de vassalo.6-7a).C. Essas forças se reuniram a leste de Medeba..5) DERROTA DA COALIZÃO A RAMA! CA E A CONQUISTA DE RABATE-BENE-AMOM c. Hanum. O novo rei amonita.9 9 0 a . rei de Zobá: porém Davi feriu dos siros vinte e dois mil homens. 2. (2 Samuel 10... 1 0 0 0 . e aos homens de Tobe (2 Sm 10.26-31 ( = 1 Cr 19.. 1 Cr 18.1-19.2. K vieram os siros de Damasco a socorrer a Hadadezer. evidentemente com o propósito de desafiar a hegemonia de Davi sobre o planalto moabita (1 Cr 19-7a).1-5 = 1 Cr 19.. Ele pediu então ajuda ao reino arameu que se estabelecera no vale libanês de Beqa'.6. O curso dos eventos foi aparentemente o seguinte: 1. a Bete-Recobe e Zobá. mostrou seu desagrado com a presença militar de Israel tão perto de suas fronteiras.1. (2 Samuel 8. C .1-19.78 Vfendo pois os filhos de Amom. 1 0 0 0 a. vendo as forças . a Maaca. As conquistas de Davi na Transjordânia podem ser traçadas cronologicamente associando a informação em 2 Samuel 8. Davi enviou o seu exército sob o comando de Joabe. dando assim a Davi um firme controle sobre o planalto ao norte do Àrnom (2 Sm 8.2-11) com a de 1 Samuel 10. 20.c do rei de Maaca mil homens c dos homens de Tobe.1 ( = 1 Cr 18.6) PRIMEIRAS CAMPANHAS DE DAVI NA TRANSJORDÂNIA c.1-5).2). 1 Cr 19.

Como resultado. Frustrado com a derrota. Davi invadiu seu território e capturou a maior parte das suas forças militares. Israel encontrou um líder militar brilhante e perspicaz. feriu. O caminho ficou então livre para ajustar contas com Rabá. Depois da colheita seguinte. a frase "a oeste do Eufrates" significa "do outro lado do rio". A CONQUISTA DE EDOM E A FUGA DE HADADE PARA O EGITO Rcibate-Benev* Jerusalém F. procurou fazer aliança com Davi (2 Sm 8. Eles se reuniram em Helã onde Davi os enfrentou com o exército de Israel. Ao redor delas ficavam os reinos con- . o arquiinimigo de Hadadezer. 5. (1 C r ô n i c a s 18. 7. cf. s e r v o s d e Davi.QuírMoabe Ta ma r' Cades-Barnéia Também Abisai. Em Davi. portanto. 1 Cr 19.79 opostas dos dois lados. Joabe pôde chamar Davi para receber a rendição do inimigo (2 Sm 11. os reinos conquistados e os reis-vassalos. filho de Zeruia. Davi enviou o exército sob o comando de joabe para atacar a cidade e após um cerco prolongado. cf.9-11. Abisai. Toí.13) Berseba' ^ f l . Este era um império de administração complexa e três elementos principais podem ser discernidos nele: a população israelita. 1 Cr 20. Hadadezer. sobrescrito do SI 60).24). 12. Nesta ocasião. Israel se tornou o poder máximo na Síria e Palestina.12-13. sobre todos os reis da banda de cá do rio (a oeste do Eufrates]" (1 Rs 4. Joabe dividiu o comando com seu irmão.12) Bozra Haàade foge para o Egito Di-ZaabeJ forças israelitas forças aramaícar. os arameus foram expulsos por Joabe e depois os amonitas recuaram para a sua cidade fortificada.. deixando um vácuo na parte ocidental do "Crescente Fértil". prestando lealdade a Davi (2 Sm 10. forças edomitas fortaleza na fronteira O REINADO DE DAVI c. nome usado pelos povos da Mesopotâmia para esta região.15-20). A extensão do império israelita sob Davi e Salomão é revelada pela passagem relativa a Salomão: "Porque dominava sobre tudo quanto havia da banda dc cá do rio de Tifsá até Gaza. Os reinos mais poderosos do Antigo Oriente estavam no seu ocaso.16-19). às quais estavam ligadas as regiões cananitaamorita sob o domínio de Davi.1-3).911). um descendente da casa real iduméia. Iladade. idumeus no vaie do Sal (1 Cr 18. 2 Sm 8. na fronteira ao sul da Terra de Canaã. Depois do encontro com Arã-Zobá. 4. Portanto. 3. 6.26-11. rei de Arã-Zobá (Zobá) mandou chamar seus vassalos e aliados entre os reinos arameus e tribos distantes até o Eufrates.15-19. O caminho. A vitória dc Davi fez com que os vassalos de Hadadezer o abandonassem. foi finalmente aberto para estender o domínio de Israel cm todo o sul de Eclom. a influência de Davi e Salomão se espalhava de Tifsá na Grande Curva do Eufrates até Gaza na Filístia. Isto tornou Davi líder nominal da liga aramaica sobre a qual nomeou governadores em Damasco. 1 Cr 18.1.13b-15). rei de Hamate-sobre-o-Orontes. e comissários foram nomeados para administrar os domínios dos idumeus (I Cr 18.. Enquanto Hadadezer estava ten- tando recuperar sua autoridade sobre seus antigos vassalos ao longo do Eufrates.C. c. com capacidade para explorar a situação predominante. foi levado para o Egito onde recebeu asilo político (1 Rs 11. No centro do império ficavam as tribos de Israel e Judá. 1 0 0 0 a 9 7 0 a. O reino de Israel chegou ao apogeu do seu poder militar e político sob o governo de Davi. Em hebraico. p ô s g u a r n i ç á o e m F d o m . A vitória militar foi conquistada por Abisai (provavelmente orientado porjoabe.

11). Arã-Damasco e ArãZobá. e Hirão. 13-37).C. como em Edom e Damasco (2 Sm 8. Um dos notáveis da Transjordânia.* i.. membros da casa real local reinavam sob a tutela do rei de Israel.27) — era provavelmente filho do rei de Amom que morrera antes do seu reino ser conquistado por Davi (I Cr 19. filho de Naás de Rabá (2 Sm 17. tinham sido forçados. 1 0 0 0 A 9 3 0 a. servos de Hadadezer. fizeram paz com Israel.14). de um modo ou de outro. Estes últimos eram na verdade governadores. Vendo pois todos os reis. rei de Ilamate (2 Sm 8. Berseba Quir-Moabe .. Moabc. enquanto em outros.24) Ramofe-Gileade Saleca' A HEGEMONIA ISRAELITA DURANTE OS REINADOS DE DAVI E SALOMÃO c.1).ebo-Hamate Damasco.Aroer Hamaté . Governadores israelitas foram nomeados sobre alguns desses territórios. tais como Gesur. como em Amom.^Tcdmor.80 quistados e tributários: Rdom. era provavelmente da mesma natureza (2 Sm 5.19) Lebo-Homate (Beirute! jl BeroJò Sidom Domusco Levando tributo ao suserano (Relevo em obelisco de Assurbanipal II dc Calá) Quinerefe / ' G E S U R } / V Aíeque/ • Astarote Areque* • s v p e r \ ú linrerior V Quenate Porque dominava sobre tudo quanto havia da banda de cá (região a oeste do Eufrates| de Tifsá até Gaza. eles incluíam a Filístia e vários reinos ao norte da Transjordânia. e o serviram. os reisvassalos. O terceiro elemento.3. A relação com Toí. cujo rei era avô de Absalão (2 Sm 3.6.. ^quemib* Siquém Maariaim • Kabale^Bene-Amom Eu/rates Jerusalém Asquelon Gaza \ / Hebrom* "-(•>- 'Medeba . a aceitar a hegemonia de Davi. que haviam ficado mal diante de Israel. Amom. (1 Reis 4. Cades-Bórnéic Rabate-Bene-Amom ' Jerusalém' Temâ Gaza j \ Carcor conqui Esfera do influência hronfeira do império de Davi Fronteira inferna MK^M hstrado internacional Area de soberania do rei de Israel .10). (2 Samuel 10. rei de Tiro. que dera ajuda a Davi durante a rebelião de Absalão — Sobi. sobre todos os reis da banda de cá do rio [a oeste do Eufraies].

A entrada seguinte é a mais curiosa: "Todas as cidades dos heveus e dos cananeus". Zeboim]. ocupada principalmente por tribos subsidiárias. Embora o texto do itinerário de joabe (2 Sm 24. todas as cidades não conquistadas no início (Jz 1. o qual tinha consigo: agora rodeia por todas as tribos de Israel._ Timríá Ecro# \ tr-Semes <r hes Asdode X. Berseba.41-16) A "HERANÇA'' DE DÃ c. O resultado final pode ser observado na dispersão dos levitas (mapa 108) e nos distritos dos comissários de Salomão (mapa 113). Depois disso cies passaram pela Alta Galiléia. e [AzorJ. e Irsemes. . e Àiakmt. (Josué 19.27-35). • . e Elteque. sucumbiram finalmente diante da nova Israel unida. Temos aqui a admissão tácita de que esses elementos da população préisraelita que haviam mantido sua integridade social e política até então.C. Aroer I . Joabe foi até a nova capital regional. e J e ú d e . e Elom. "tahtim hodshi". e Racom: com o termo defronte d e j a f o |Jope|. sugere que Basã foi a área visitada.81 Disse pois o rei a Joabe. Zorá. ortografia de Ijon com metátese. n %sj. ao longo da fronteira com Sidom. mas a melhor versão grega. e Itla..1-9 E foi o termo da sua herança. As principais concentrações das cidades cananéias ficavam na planície de Aco.crom. e Mejareom. O estágio seguinte da viagem é obscurecido por uma corrupção textual. O território coberto representa toda a área sob controle direto da monarquia em Jerusalém. Hadide. desde Dá até Bcrscba. Bacilo * \ inlom Sorequc * B E N J A M I K' i Quiriale-Jeorím | / Gezer Cidade levjiica Fronteiro do estado 9 *"•-. e Baalate. embora não seja também clara. os jerameelitas e os simeonitas recentemente instalados ali por Davi. e numera o po^o. seguindo depois para Gileade. e p o d e . (2 Samuet 24. provavelmente o Usu conhecido por inscrições egípcias e assírias (Palaeotyrus helenista..C O recém-estabelecido reino de Israel é descrito no censo ordenado por Davi. tais como os queneus.qsoa. em outras palavras..40-46 Fronteira tribol "' I j 1 0 In. situada no centro do Neguebe judeu (hoje vales de Berseba e Besor). o curso geral do recenseamento pode ser discernido. e Gibtom. e Estaol. <0 O 's • -? ! JOSUÉ 19. c Bene-Beraque. A seguir. porque Joabe foi de Dã para "Jaan". na fronteira tradicional com Moabe (sempre que Israel mantinha o planalto). c [Bctc-dagon]. Isto faz sentido. s! il. Detalhes específicos sobre como Davi subjugou essas cidades dos heveus e cananeus não são encontrados em qualquer fonte antiga.5-7) esteja mal preservado em certos pontos. e Gatrimom.seadorcs 2 S A M U E L 24.•••* Neguebe | Se JLJf » ]udá "t'o jvrno^1 •• * < b j 3 1 0 fflltai Berseba t~7~T> « Ui ^ Quir-Moabc Roteiro dos recer.2) O CENSO DE JOABE C. no vale de Jezreel e na Planície de Sarom (incluindo o distrito de Dor e o interior entre Gezerejope). 'Antiga Tiro"). para além da "fortaleza de Tiro". 9 8 0 a. chefe do exército. progrediu pelo território de Gade (a oeste do planalto propriamente dito. e Timnate e F. segundo a inscrição em Mesa) até Jazer. A última área a ser visitada foi o Neguebe de Judá e a zona da fronteira ao sul. Ele começou em Aroer. e Saalabim.

C . A designação das cidades levíticas possui uma lógica administrativa clara. outros deviam estabelecer o controle monárquico sobre áreas onde a população nativa era em grande parte cananéia/amorita ou hivita. Os meraritas tinham algumas responsabilidades no norte do vale Jezreel. Os coatitas eram responsáveis pela fronteira com a Filístia ao longo do vale Soreque e pela estrada principal para Jerusalém. Eles também conquistaram algumas cidades importantes ao sul do vale Jezreel.13-14) e Gate-Rimom (1 Sm 7.41-46). Os sacerdotes arônicos receberam cidades-chaves e m j u d á .16). Embora a clara divisão entre as 12 tribos tenha uma aparência de simetria. As funções administrativas dos levitas estavam sendo ainda estabelecidas no quadragésimo ano do reinado de Davi (1 Cr 26. continuaram a florescer. -Alguns grupos deviam manter a defesa das fronteiras políticas e/ou ecológicas. Os filisteus se expandiram para o norte de Soreque. assim como Jocmeã perto da embocadura do grande Wadi el-Farah. AS CIDADES LEVÍTICAS c. até em Gezer onde os cananeus persistiram em habitar entre eles (Jz 1. época em que era possível sujeitar os não-israelitas a trabalhos forçados e só pode ter acorrido durante a Monarquia Unida. na rota que vai do vau de Adá para a Samaria central. tribo irmã de Levi. 9 7 5 9 4 0 a . Portanto.82 A "HERANÇA" DE DÃ Embora fosse um fato reconhecido que a tribo dc Dã não podia descer das montanhas para a planície (Js 19. ou possivelmente enquanto o homem mais jovem era co-regente com seu pai já velho.0 último texto é mais complexo e provavelmente reflete a maior proeminência e influência obtida pelos aronitas e pelo resto da tribo de Levi. Um faraó. O termo ao sul (Js 15. os levitas abandonaram seus lugares no norte e migraram parajudá (2 Cr 11. O clã hebronita de Coate tinha deveres administrativos especiais relativos a "toda a obra do Senhor e para o serviço do rei'' tanto na Cisjordânia como na Transjordânia (1 Cr 26. Muitos outros desses centros. As 48 cidades levitas são listadas em duas passagens J o s u é 21 e 1 Crônicas 6. parece que a lista reflete o segundo dos distritos administrativos de Salomão.10b-l 1) era a nova fronteira com a Filístia.C. A lista de cidades levíticas deve ser também atribuída ao período do Reino Unido. via Gezer e Bete-Horom.31b). fora colocada nessa área por Davi. conquistou mais tarde Gezer e matou os cananeus nativos (1 Rs 9. sendo o templo construído em Jerusalém.20).29). sem mencionar os centros de culto da Transjordânia. Este confronto militar deve ter acontecido no reinado de Davi ou em princípios do de Salomão. a moderna Naal Aialom. Os gersonitas estavam na Galiléia.27). organização burocrática realizada por Salomão. jerameelitas e queretitas.35). A finalidade do censo de Joabe era registrar essa população recém-subjugada. a Baixa 13ete-lIorom.34. Embora houvessem sem dúvida centros de culto em muitas das cidades levíticas. Zeboim. Gezer foi entregue como dote à filha do faraó quando ela se casou com Salomão. porque Simeão. como Dã. Eles deviam assegurar a defesa da fronteira do sul e a lealdade de grupos diversos como os quenitas. 18. Gezer não foi conquistada. Alem disso. nenhuma cidade levítica foi estabelecida no Neguebe de Judá. este ato de agressão contra Israel evidentemente levou a um impasse e como condição do tratado de negociações que se seguiu. mas seus principais povoados ficavam na Transjordânia. Jz 1. Só sob Davi é que todas as cidades da lista foram colocadas debaixo do controle israelita. como Kebo e Atarote. não era responsabilidade deles cuidar de todos os lugares de adoração no reino inteiro. Isto aconteceu numa. O Jarcom bíblico deve ser o ribeiro que forma o termo a oeste da região dos danitas. Berseba e Penuel.14.1) e cerca de 909 a.2-3). a cidade de refúgio de Siquém era igualmente deles.13-14).9). O clã isarita de Coate tinha responsabilidades especiais como juizes e oficiais da corte em toda Israel (1 Cr 26. Incidentalmente. Libna e Bete-Semes guardavam a fronteira ocidental com a Filístia. Todo o quadro dc sacerdotes da tribo levítica estava ligado funcionalmente à instituição religiosa central da nova monarquia. Bctcl. Esta zona específica não estava certamente sob o controle israelita até o reinado de Davi. De fato. sem dúvida pelo mesmo motivo. ficava próxima. inclusive o recém-organizado território de Issacar. e em Basã. o livro de Josué define o corredor costeiro desde o vale de Aijalom e de Soreque até a cidade portuária cie Jope como "herança de Dã" (Js 19. Eles mais tarde viriam a perder essas cidades de Aser para o rei de Tiro. naturalmente. Depois da divisão do reino. a distribuição real das cidades identificáveis reflete as diversas funções designadas a elas em suas respectivas áreas. O estabelecimento das cidades levíticas através do reino foi um grande passo em direção à.30-32). É evidente que a lista dificilmente pode ser uma criação arbitrária de um escritor mais recente (embora a simetria tribal artificial certamente o seja).47. E.1). (1 Sm 4. à medida que a monarquia davídica aumentava as suas responsabilidades em todo o reino.10-13). a lista danita só poderia ter existido como uma entidade territorial sob Davi e Salomão. O mapa 113 mostra também que metade dos administradores de Salomão cuidavam das mesmas áreas antes pertencentes aos cananeus. O texto de Josué está mais ligado esquematicamente ao sistema de 12 tribos exposto pelo livro como um todo. tanto no interior do país como ao longo das fronteiras. Havia um enclave danita ao redor de Zorá e Estaol e alguns elementos benjamitas se instalaram em Ono e Iode (1 Cr 8. ela é mais completa do que 1 Reis 4. Simeão e Benjamim. Essas povoações ao sul tia região montanhosa da Judéia asseguravam a lealdade dos quenezitas. As cidades em Benjamim protegiam as principais entradas ao norte e noroeste de Jerusalém. a saber.C. Macaz e BeteDagom).39-66. mas sua população nativa viuse na obrigação de exercer trabalhos forçados depois que os efraimitas começaram a ocupar o território circunjacente. provavelmente Siamon. Obtivemos Azor da melhor versão grega e a descrição da fronteira ocidental está mais preservada: "no ocidente [literalmente: do mar] o Jarcom com o termo defronte de Jope". Seis cidades levíticas foram também localizadas nesta área e outra.9. Hebrom era uma cidade de refugio e originalmente calebita. as cidades na planície de Aco foram entregues a Hirão de Tiro (1 Rs 9. Efraimitas foram encontrados mais tarde na área (Jz 1. embora possua algumas lacunas (especialmente Ono e Lode e provavelmente também Hadide. A moderna Yarcom foi reconhecida na Bíblia como uma extensão do Ribeiro de Caná (Js 17. 2 Sm 4. . chegando a Afcque durante o século XI a. mesmo durante o reinado de Salomão. Gibetom havia voltado ao controle filisteu (1 lis 15.

83 .

Os esforços de Davi para unir os diversos elementos tribais e urbanos em seu reino incipiente estavam dando fruto. Estes desenvolvimentos administrativos parecem ter sido considerados como uma ameaça pela liderança tribal mais idosa. Seba. certamente sentiram necessidade de apoiar a monarquia como sitie qua non da sua própria sobrevivência. (2 Samuel 18. Como resultado. passou à frente do cusita: Cusi tomou o caminho mais direto. filho de Zadoque. nem herança n o filho de Jessé. As instituições por ele formadas. 2 SAMUEL 15 19 Não temos parte em Davi. 9 7 5 A.C. Os transjordanianos podem ter sentido mais fortemente a necessidade de uma liderança monárquica centralizada devido ã sua posição delicada na fronteira oriental e ao longo da principal rota das caravanas (a estrada Real) que vai da Arábia a Damasco.Assim furtava Absalão o coração dos homens de Israel (2 Samuel 15. fez uma infeliz tentativa de revolta.1-22 . Zafom' Exército de Absolõo ! Morte de Absaíão I cusita Sucote» Aimaás. ó Israel. pela Planície do Jordão e subindo o curso dojaboque.C. filho de Amie' Barzilai o aueaditci Aósaião reúne todo Isrosl a conselho de Usai »iquem o arquita ftaal-Hazor i Rabate-Bene-Amom Davi foge de Absalão Jerusalém Roto de Absalõo Absalão coroodo pelos anciãos em Judá e Israel Hebrom E Aimaás correu pelo caminho da planície. atravessando o terreno acidentado da "floresta de Efraim". Os guarda-costas estrangeiros de Davi e suas unidades guerreiras de elite felizmente se mantiveram leais. filho cie Zadoque. cada um às suas tendas. e passou a Cusi. filho de Bicri. Davi encontrou refúgio no centro administrativo levitaem Maanaim. e fazê-los se revoltarem contra seu pai. Absalão. Os termos favoráveis concedidos por Davi aos judaítas que haviam apoiado Absalão levaram a uma certa inquietação no norte. 9 7 8 a. na garganta profunda dojaboque. o filho de Davi. Aimaás correu por uma trilha mais longa mas muito mais fácil. 9 7 5 a. (2 Samuel 20.C. Deste modo. serve para explicar como Aimaás. inclusive a administração levítica e o estabelecimento militar. A BATALHA NO BOSQUE DE EFRAIM c. especialmente os de Judá. corre pele ccmirno cio vale Maanaim Devi espera notícias da batalha 2 SAMUEL 18 2 SAMUEL 20. FILHO DE BICRI c.1) Maquir. pôde manipular a simpatia dos anciãos.6) ?Lo üebor A REVOLTA DE ABSALAO c.23) A REBELIÃO DE SEBA. A localização de Maanaim.

£ esta é a causa d o tributo. A Bíblia menciona especialmente Hasor.28). das três uma mesma medida era a (Ez 40. Megido e Gezer (1 Rs 9.15} i c as camaras da porta para l o lodo do oriento eram três 1 deste lado. 2 CRÔNICAS 2 . 15. capacitaram-no a controlar a mão-de-obra à sua disposição.13-14. como também a Hasor. PROJETOS DE CONSTRUÇÃO DE SALOMÃO MEADOS D O SÉCULO X a. onde escavações arqueológicas revelaram portas quase idênticas. apoiada pelo estabelecimento militar.. e o muro dc Jerusalém. 9.15).28. Vernjelho / . A força de trabalho era dirigida por dois departamentos diferentes.10] hazor. O tributo era imposto sobre todos os cananeus e outros elementos que só haviam sido subjugados por Davi (1 Rs 5.9 liom-Gebeü. eles iam em grupos (levas) para o Líbano a fim de cortar as árvores e enviá-las de navio para Israel. D Fortilicação salomônico MZr—?®-..2) e não há razão para duvidar que durante o seu longo reinado ele tenha iniciado seus próprios projetos. Jz 1. para ediftcar a casa d o Senhor e a sua casa. a monarquia unida alcançou seu apogeu depois de Salomão ter assegurado um fluxo firme de renda mediante o comando das rotas de comércio mundiais. c Milo. A corvéia era recrutada das tribos israelitas. Este fato e uma burocracia bem organizada.35). (1 Reis 9. havia cidades-celeiros e cidades para os carros e os cavaleiros (vs. Outros sítios listados são a baixa Bete-Horom.10). palácio e outras estruturas Bete-Horom inferior £ N • 2a reta Adã lorom superior Betè-Semes 7 Jerusalém Muros da cascma Ia s depósitos Fortaleza c santuário Arade (Rabá) Borsoba Tamar Cades-Barnéic Capitei Proto-Eólico Salomônico de Megido (Jotbatáf^ ( f / Fortaleza. eles trabalhavam no terreno montanhoso de Israel. Conta-se que Davi construiu um palácio com arquitetos fenícios (1 Cr 14. 11.1-2.4 : 8 .20. Todavia. e três do outro. Salomão construiu castelos fortes em pontos-chave através de todo o reino.33. similares às descritas por Ezequiel como parte do complexo de prédios sagrados em Jerusalém (Ez 40.15-17. Além do templo e do palácio real. c a Megido c a Gezer. 19). Megido importaçco de maoeira pora a construcão do lerplo Fundição ce vasilhas de bronze I "no cliâo de barro" Sucote Construção do templo. c Tadmor (Tamar) no deserto (1 Rs 9. o tributo (mas) e a corvéia (sebel). que impôs o rei Salomão. Baalá. lavrando pedras e transportando-as para o local da construção (1 Rs 5.C.17).10. depósitos o porto 1 REIS 5 . Cada departamento tinha seu próprio quadro de comissários e capatazes.30. O rei Salomão é considerado o primeiro e maior construtor da dinastia davidica.

.1 R e o b e .. Aczibe' AbdomJ Hazor Befe-Emeque . 1L . ^ í < / ? • Cabui Quinerete Racate Betém Ac safe • Belém1 Helcate Governador do porto é genro do Rei Hanatom Gate-Hefer Hamate AdamÊNekebe \ Mar de yy Quinerete & Astarote ^ . Jocneã Saride Qu'slote-Tabor * En-Hadado : Suném fyegido-^ Jezreel* Hafaraim 'jarmute • Camom Beie-Arbel Kamote-Giloade ^•Jocmeã* Ramote-Mispe Betonim Rabate-Bene-Amom ^ Bete-Nimra Bete-Arabá Hesbom Bete^esimote Quiriataim Medeba •Betc-Baal-Meom Macaz •Gibetom Saalbim • Ge*et Aijalom * Be"te Horom inferior Naarã iicrnós BetèHorom*supe*ríôr Y' Gibeom # £ Asdode Bote-Semes jerusalem' Asquelom Zerete-Saar Atarote Hebrom Fronteira das províncias salomônícas I Distritos tribais Antigo enclave cananeu • Queriote Dibom Aroer Meia ate Coderoote Jahzah . O •'Daberale Ana rate # \ Jabnel j ..... i - .Abel-Rete-Macica Bate-Ancfre Hamom Cades Governador de Naftali é geriro do rei..

1. mas o seu texto não está bem preservado. a organização religiosa arônica/levítica e a monarquia. Seis dos distritos (N"s. Salomão estendeu os limites de Jerusalém. Salomão também participou da adoração delas. Seis outros distritos (N"s..7 : 2 REIS 20.8 . Não houve tentativa de criar distritos com o mesmo potencial econômico. A lista dos 12 provedores de Salomão e seus respectivos distritos (1 Rs 4. 7) são definidos apenas pelas cidades neles localizadas. Cada complexo diplomático tinha seu próprio santuário de adoração das divindades nacionais (1 Rs 11. 3. O distrito de Issacar só foi ocupado intensamente no século X a. 26. os provedores dos velhos distritos tribais eram principalmene responsáveis pela corvéia (as melhores pedreiras eram encontradas nessas zonas montanhosas) enquanto os provedores dos distritos situados na planície eram responsáveis pelos tributos. 2 SAMIKi. os distritos N° 2 e V 1 2 . 2 Rs 23.20.. 5. as áreas que permaneceram fora da ocupação tribal israelita até o reinado de Davi. 2 CRÔNICAS 2 .1 REIS 17-19 87 E tinha Salomão doze provedores sobre todo o Israel.C. expandindo a área real da cidade para o norte. 33. ISAÍAS 22. Além de enviar mensalmente provisões para o palácio de Salomão.2-5. 22. Quando a renda arrecadada no exterior por Salomão começou a diminuir (devido aos elementos políticos hostis ao longo das rotas comerciais do interior). por exemplo.9-11. cedendo a "'lerra de Cabuli" a Hirào (1 Rs 9..15-23) respectivamente. Porém a sua casa ediflcou Salomão em treze anos: e acabou toda a sua casa. que prãviam ao rei e à sua casa. uma amostra dos quais foi descoberta nas escavações acima da fonte de Giom. Em dois casos. 4. havia abrigado refugiados políticos de Edom e de Israel. A eira comprada por Davi e a colina onde se situava foram convertidas numa cidadela. de acordo com pesquisas arqueológicas recentes. cada uma tinha grandes propriedades de terra e recursos em todo o país. as listas salomônicas são especialmente falhas. não havia intenção de violar a sua integridade. 5. Cada uma dependia da outra para governar a nação. fortificando-a e embelezando-a como cabia à capital de um estado poderoso. embora tivesse também um provedor.. Nos montes adjacentes.9. Os provedores de Salomão receberam territórios de acordo com esta realidade. 12) recebem o mesmo nome que as tribos e correspondem às áreas ocupadas pelos israelitas durante a Época do Bronze Antigo. que levou sete anos para ser construído.11). libertando-os assim do oneroso tributo imposto sobre os cananeus e também promovendo a utilização desta zona até então subdesenvolvida.9. 2. foi eclipsado pelo palácio real. 6. É bastante provável que as listas originais para essas duas áreas estejam preservadas no livro de Josué como a herança tribal de Dã (Js 19-40-46) e Rúben (Js 13. O templo. 1 Rs 1. 27. O provedor em Naftali evidentemente tinha de governar tanto cananeus como israelitas. Naftali e Issacar (Js 19-10-39) podem ter sido extraídas dos registros desta administração salomônica.32). 8. Em seus últimos anos.es e Bete-Anate na Alta Galiléia. a sudeste.7) DISTRITOS DOS PROVEDORES DE SALOMÃO A dicotomia entre os israelitas de origem tribal e os cananeus urbanos era uma realidade social e geográfica da monarquia unida. estavam agora organizadas em novos distritos. CONSTRUÇÃO E EXPANSÃO DE JERUSALÉM MEADOS D O SÉCULO X a. Os náo-israelitas sujeitos ao tributo habitavam principalmente nas planícies.10-13). é possível reconstruir a estrutura geográfica com razoável certeza.3. amorreus e outros. 32. Os melhoramentos técnicos incluíam muros de arrimo maciços. (I Reis 6. ele foi obrigado a pagar um saldo de dívida a Tiro.10.21-27) e para as tribos da Galiléia. (1 Keis 4.1) dos cananeus. O faraó Sisaque.14 .C. II. havia missões diplomáticas dos aliados políticos de Salomão (como exemplificado por seus casamentos reais. mas parece óbvio que Judá foi consideravelmente favorecida sob a monarquia unida. As listas de cidades para a tribo de Benjamim (Js 18. Deve ser também notado que há concentrações surpreendentes de cidades ievitas nessas áreas de terras baixas e de fronteira da população não-israelita.14. I REIS 6 . As divisões distritais de Judá (mapa 130) podem representar uma contrapartida para os distritos dos provedores. A monarquia pode ter encorajado os issacaritas a saírem de suas cidades originais no vale de Jezreel e irem para o planalto. Os dois prédios representavam as duas principais instituições do reino. Os súditos eram quase todos cananeus e outros de origem pré-israelita. tais como as planícies costeiras e no vale de Jezreel (uma notável exceção era Bete-Sem. Jz I.37-7. que levou 13. Por outro lado. Apesar de algumas lacunas.4-8. 9. invejoso dos monopólios comerciais de Salomão.13). aguardando o momento adequado e procurando uma oportunidade para acabar com a hegemonia israelita sobre as rotas comerciais do levante.17-19) é o documento administrativo mais antigo na Bíblia. Aser. Trata-se das áreas dos antigos enclaves não-israelitas \'o ano quarto se pôs o fundamento da casa do Senhor. As esposas dos muitos casamentos políticos de Salomão podiam fazer ofertas no santuário da sua divindade familiar. Judá não foi incluída nos 12. As antigas "heranças" tribais estabelecidas foram reconhecidas e respeitadas.

era dominada pelos centros fortificados de Salotnão. na planície da Sicília. A "Estrada Real" no planalto transjordaniano. especialmente das cidades-chave ao longo das principais rotas comerciais (veja mapa 112). quando um grande poder como o da monarquia unida de Israel controlava todas as rotas das caravanas que . O papel da Fenícia na construção de navios era devido à facilidade de acesso aos melhores tipos de madeira (Ez 27. a rota que ia do Egito para a Mesopotâmia.14) Bugios.29: 2 CRÔNICAS 1. As pequenas nações vizinhas a Israel eram politicamente subordinadas. forte o bastante para dominar a ponte de terra que ia da Ásia à África. c o cavalo p o r c e n t o e cinqüenta-. ligavam os principais mercados entre si. Ezequiel recapitulaos produtos mais famosos dos grandes centros econômicos do mundo antigo. Gileade e planalto de Moabe. Salomão chegou até a inaugurar suas próprias expedições marítimas. Anatólia e Grécia. pedras preciosas •No-Amom Perfumes. Arábia do Sul. era possível auferir enormes lucros com o fluxo de mercadorias negociadas entre as sociedades sofisticadas do Egito.5-6). (1 Reis 10. garantiu uma abundante colheita financeira para as duas nações.15-17. e levou os produtos exóticos da Somália e sul da Arábia para serem negociados nos portos marítimos da Filístia e Fenícia.29) "SamoT^ ^ / . deve ter-se baseado num documento mais antigo (ligado de alguma forma com a Lista das Nações cm Gn 10.15-32.C. seus laços com o governo de Salomão eram simbolizados pelas suas alianças de casamento (1 Rs 11. Tiro se tornara o principal poder entre as cidades-estado da costa leste do Mediterrâneo. 9. o nome foi levado para o ocidente.17-9. 1 REIS 5. <3CarquemT: ^ VArpcde í " Aleoí Tributo. especiarias O COMÉRCIO DE TIRO SÉCULOS v A vn a. 8. óleo. era supervisionada pelas forças salomônicas em Basã.26—10. inclusive os edomitas. Todavia. especialmente para alimentar a população da Fenícia cuja mão-de-obra trabalhava nas indústrias marítimas. também (odos os reis da Arábia. pedras preciosos. Israel e Judá só são conhecidas por seus produtos agrícolas. era provavelmente a Társis original. e assim. embora do século VI a. A sociedade entre Salomão e Hirâo. com a expansão das explorações fenícias do oceano.MONOPOLIO COMERCIAL DE SALOMAO Bem na cpoca em que não havia poder.21 [Hb 5-1]. ouro. a recém-unida nação de Israel obteve supremacia militar e política sobre os principais corredores de comércio entre o Eufrates e o delta do Egito (1 Rs 4. sidônios (fenícios) c heteus (arameus do norte da Síria). os israelitas recebiam pagamento na forma de metais preciosos c mercadorias manufaturadas. assim como de água e proteção militar. rei de Tiro.-/<<. mas. embora alguns dos antigos povos do mar possam ter participado do comercio marítimo internacional. 2 Cr 9-26). veja o mapa 15). 2. A principal artéria dc comércio no Levante. Sidom //' >ama$co Madeira . Os produtos das regiões ao sul do Levante teriam pouco valor de exportação. os tiravam para t o d o s os reis d o s h e t e u s e para os reis da Síria. corvéia Todrnor Nínive [Cavalosj GazaAerusaíém' Corros Eziom-Gebe. e os príncipes da mesma terra traziam a Salomão ouro e prata {2 Cr 9. Os mercadores fenícios eram chamados de "navios de Társis". As caravanas de Eziom-Geber a Gaza tinham de a t r a v e s s a r as r o t a s controladas pelas fortalezas de Salomão no deserto e no Neguebe. sândalo. cerca do século IX ele foi aplicado a Tarros na Sardenha e eventualmente a Tartessos na Espanha. As terras boas para o cultivo de cereais nas planícies foram reunidas às regiões serranas onde pomares e vinhas eram intensamente cultivados. p o r m e i o deles. A base populacional do novo reino se estendera até um ponto jamais alcançado no país. Mas. com a ajuda de marinheiros fenícios.28 E subia c saía o carro d o Egito p o r seisccntos s i d o s d c prata. Até Salomão teve de depender dos especialistas de Tiro para lançar a sua frota. corvéia Arvade. a maioria deles sendo comerciada tios mercados locais. 5'jmur Lebo-Hamate Biblos » . papagaios. via Jezreel e do vale Beqa'. Israel pôde assim suprir as necessidades da população marítima da Fenícia c também as das numerosas caravanas que cruzavam o seu território. no Egito ou na Mesopotâmia. ouro. Os fenícios eram os donos absolutos do mar nos dias de Salomão.Cereal. Não é de admirar que Hirã de Tiro estivesse tão disposto a laser um tratado de aliança com os reis dc Jerusalém. Tarso. O oráculo de Ezequiel contra Tiro. Afora o que os negociantes e mercadores traziam. ou através dos vaus do Jordão perto de Bete-Seã para Golã e Damasco. marfim.1). moabitas. Farte desta renda era investida em fortificaçóes. vinho Jope y / | Mamate ^ íributo..c. Em troca de ferragem e mantimentos. Mesopotâmia.

C. mel.. bedes Perfume. corneiros. bálsamo. (Ezequiel 27. q u e h a b i t a n a s e s t r a d a s d o m a r . ferro. mulas Escravos. e te glorificaste muito no meio dos mares. ú y c k Cipreste Damasco CcrYalho Cereais.. 27 A EXPANSÃO DOSTÍRIOS NO MEDITERRÂNEO A PARTIR D O SÉCULO IX a. chumbo púrpura.25) Tpriessos Godfi (Cadiz) (Málaga) Tharos Sulci ÍNora) Motia ( k l T O U A L Q t C H ^ R t V y i Arvade ' Quitiny Sidon> Tiro? . óleo Cordeiros. ôüfO. pedras preciosôi.bo-dados linbo. utensílios de bronze lentos b ordados Madeiro (conífera: Esmeialdas. utensílios de bronze Escravos.3) Togarma Cavolos. jPúrpuro de Tiro | Praia. cotai. Massalicr^ (Marselha) (Ezequiel 27. e n e g o c i a c o m o s p o v o s e m m u i t a s ilhas. marfim.89 1: d i z e a T i r o . O s navios d e T á r s i s e r a m as t u a s caravanas por causa d o teu negócio. e te e n c h c s t c . latão. tecidos Cobre E Z E Q U I E I .

Os navios de Társis eram as tuas caravanas por causa do teu negócio. ouro. ágata • f r j Cipreste | latüo. óleo pedras preciosos. mel. e te eneheste. e negocia com os povos cm muitas ithas. EZEQUIHL 27 A EXPANSÃO DOSTÍRIOS NO MEDITERRÂNEO A PARTIR U O SÉCULO IX a.. utensílios de bronza Mcdeiro (conífccos) i Arvad< Púrpuro de Tiro Proto.òordados. (Ezequiel 27. bálsamc. coral.89 E dize a Tiro.25) Mpssalia^-(Marselha) Tçrtcssos Godfi (Cadiz) Tharos t» SU'CÍ<ÍNorc) /TARÍ (Málaga) Motio Cortago J Arvade . que habita nas estradas rio mar. ferro. chumbo S i d o m i S f e ^Helbom Damasco ' Vinho e lu [ [Carvalho | Husã Cereais. e te glorifieaste muito no meio dos mares. utensílios I de bronze Escravos. Esmeraldas.C. pOrpurc.3) Togarmq i Escravo».. (lizequiel 27. linho.

De acordo com o livro de Crônicas.1) E Jeroboão edificou a Siquém. o trabalho forçado imposto sobre os antigos enclaves não-israelitas.4. defesa das entradas do ocidente.5-12). Quenaz etc. o trabalho de frutificação pode não ter prosseguido no mesmo ritmo em todas os sítios mencionados. ele insensatamente enviou um burocrata pouco popular. Belém. Siquém foi escolhida como a primeira capital do norte e uma sede transjordaniana foi estabelecida em Penuel (1 Ks 12. 2 CRÔNICAS 10 Astarofe Megido Ramofe-Gileade ribetom' Jerusalém Hebrom Dibom Arade Quir-Moabe Tamar les Barnáia AS FORTIFICAÇÕES DE ROBOÃO c. um ao sul e outro na extremidade norte do seu reino (1 Rs 12.) nunca foram verdadeiramente resolvidas nos reinados de Davi e Salomão. 1 REIS t l . . Adorão era o superintendente do oc. cidades levitas e os gibeonitas prestavam serviço especial no templo. Sua ascensão ao trono em Jerusalém foi reconhecida sem aparente dissensão. Investigações arqueológicas em algumas das cidades identificadas. O monopólio israelita sobre o comércio foi quebrado. Jeroboão I começou a organizar o seu novo governo. 2 6 . (1 Reis 12. Não há razão para duvidar da ordem de eventos em Crônicas. Eziom-Geber estava ameaçada. Zorá e Aijalom. Laquis (Estrato IV) possui um muro maciço de tijolos e uma porta tripla como as de Gezer. Siló e Tirzá são mencionados (1 Rs 14. e proteção das linhas internas de comunicação. p a r a o f a z e r e m rei. Centros de adoração real foram instalados em Betei e Dá.. isto é. Tecoa e Zife. Megido e Hasor. deixou de compreender a gravidade da insatisfação deles. Socó e Adoraim. especialmente aos da casa de José. Não é de admirar que os israelitas tenham manifestado seu desgosto apedrejando-o até a morte! Roboão apressou-se a voltar para Jerusalém. mas ele teve de ir a Siquém para a ratificação de sua soberania pelas tribos do norte. Quando Roboão altivamente recusou suas exigências para aliviar os encargos deles. (Moesete-)Gate. Todavia.iado tributo.1 2 3 3 .90 E foi R o b o ã o p a r a Siquém-. Etã. Por outro lado. e edificou a 1 A DIVISÃO DO REINO 931 a.5-12 pode não estar completa.25). Damasco e Edom haviam se rebelado recentemente. Roboão. O filho de Salomão.29-30).17).. Todavia. para intimidá-los. não revelaram grandes obras de defesa em fins do século X a. Benjamim continuou fazendo então parte do reino davídico. Azeca. 931 A 9 2 6 a.25) Hazor i dali. caso não estivesse já perdida: os outros países vizinhos ficariam sem dúvida satisfeitos em quebrar seus laços com os enfraquecidos reinos de Israel e Judá. Roboão tomou providências para fortificar sua rede de cidades através de todo o reino de Judá (2 Cr 11. Outros santuários locais foram também montados com sacerdotes não-levitas. a lista de cidades em 2 Crônicas 11. dois sítios com tradições cúlticas. que esta tentativa de fortalecer as defesas de Judá aconteceu antes da invasão de Sisaque. Laquis.C. Estas últimas haviam escolhido como porta-voz o exilado político que voltara recentemente. p o r q u e t o d o o Israel v e i o a [Sontuófio real ] 1 1 Damasco S i q u é m . Uma certa lógica geográfica pode ser vista na lista de Roboão: proteção da linha de separação das águas defronte da estepe a leste. Adorão. A população de Benjamim estava intimimamente ligada a Jerusalém: em seu território havia terras da coroa.C. Azeca e Bctc-Sur. Maresa. A crise econômica provocada pelos problemas externos durante os últimos anos do reinado de Salomão haviam tornado ainda mais difícil a vida dos cidadãos de Israel. As profundas diferenças entre as tribos do norte de Israel e a aliança de Judá ao sul (com Calebe.C. As cidades dos levitas e alguns centros principais no Neguebe já estavam fortificados.e saiu Penuel (? Rs 12. mas foi dissuadido pelo profeta Semaías de tentar usar força armada contra os rebeldes do norte. Jeroboão (que era anteriormente o encarregado do trabalho em sistema de corvéia prestado pela casa de José). O pesado fardo da corvéia afligia o povo do norte.

a vigésima-segunda dinastia foi fundada por Sisaque (Sheshonq) I. subiu contra Jerusalém.. (1 Reis 14. (2 Crônicas 11. EGITO . Sisaque. em Judá. cinco anos depois da morte de Salomão. O exército egípcio era composto de líbios..C. principalmente do Neguebe. enquanto o inferior contém nomes de Judá. Sukiim (dos oásis de Carga e Dacla). o superior consiste de cidades em Israel.25-28. A Bíblia só fala de uma invasão de Judá e do alto resgate pago por Roboão para salvar Jerusalém da destruição (2 Cr 12.91 H Koboào habitou em Jerusalém: e edificou cidades para fortaleza.2-12: LISTA TOPOGRÁFICA DE SISAQUE . Em 946 a.. Os nomes topográficos são arranjados em um registro superior e outro inferior. e cusitas da Núbia. rei do Egito. levando a Judá Linha de íortificaçõcs Estrada ligando íortiíicações 2 CRÔNICAS 11 5-12 No quinto ano do rei Roboão.5) y f f : \ h m V M V. 0 Egito estava interessado em quebrar o monopólio sobre os negócios c o comércio no Levante. Sisaque lançou um vigoroso ataque sobre os reinos de Roboão e Jeroboão. 2 CRÔNICAS 12.25) A CAMPANHA DO FARAÓ SISAQUE 9 2 6 a.2-12. K è è v \ \ \ Cidade fortificada (Relevo do palácio de Assurnasirpal II em Calá) Estrado bloqueada per fortificações.PORTAL BUBASITA. Agora.C. Hàdade de Edom e Jeroboão da casa de José. O curso da campanha como sugerido no mapa 120 é 1 REIS 14.25-28). a sudeste do templo de Amom em Luxor) é que ficamos sabendo que a sua campanha o levou a atravessar o reino de Jeroboão e também o Neguebe de Judá. um líbio. Só através da inscrição de Sisaque no 'Portal Bubasita" (que ele construiu no canto. CAHNAQUE. Ele apoiara dois inimigos dc Salomão. 1 Rs 14. que governou de Tânis (Zoã) e Bubastes até 913 a.C.

C. Ac que parece. hqr. pela inclusão de muitos nomes de lugares até então desconhecidos nos textos egípcios e com o uso de novas convenções ortográficas para lugares bem conhecidos como Megido e Bete-Seã. ambos sendo Aradc. reis de Judá. que logo se viu guerreando com os filisteus.92 tentativo. JOSUÉ 18. seu antigo protegido.Queziz Fronteira antes da conquista de Abios Quiriate-Jearirn . Abias empurrou então a fronteira entre as duas nações para o nor- te de Betei. Abias também morrera. embora haja precedentes.). para Jeroboão e Roboão. Outras interpretações são também possíveis. 911 a.27.8) e os suaítas (1 Cr 4. Arade Rabá é muito provavelmente a cidade bíblica de Tel Arad. mostrando que ele realmente havia ocupado a cidade durante algum tempo. O "forte" de 'brm dificilmente é uma referência a Abrão. deixando as cidades de Betei. filho de Aias.C. mas estas últimas se achavam provavelmente em mãos edomitas nessa altura. 0 aparecimento de dois Arade é surpreenden- te. Felizmente. não parece haver qualquer lugar onde as principais cidades da região montanhosa da Judéia possam ter sido mencionadas.Almom Bnte-Arabó «<•••»'"•"' Forços israelitas * forças judaítcs Jerusalém 2 CRÔNICAS 13. Depois de um amargo confronto cm Zemaraim os israelitas recuaram. não se sabe. Baasa evidentemente não continuou a . os dois reinos estavam sem dúvida exaustos.C. mas isto é incerto.C. A campanha do sul. sendo substituído por seu filho Asa (911/910 a.11). o "Arade da Gás? de Yeroham" poderia ser Tel Malhata. só outros dois "fortes" possuem nomes identificáveis. trata-se possivelmente de Abelim. Abias e Asa. Dos pontos fortes de Roboão. Além de Patish. Deve ter sido durante sua presença ali que Sisaque extorquiu o pesado resgate dc Roboão. Sisaque não era suficientemente forte para converter o seu ataque numa conquista. Oito lugares são definidos como centros fortificados por meio de um termo semita. Em seu vigésimo-quinto ano (925 a. Jeroboão I morreu logo depois desta esmagadora derrota e foi sucedido por seu filho Nadabe. representada pelo registro inferior de nomes de lugares.21-24 Um espírito de beligcrância entre Judá e Israel continuou durante todo o reinado de Roboão. Ele acabou sendo assassinado por Baasa. O que o levou a usar força contra Jeroboão.). e disse: Ouvi-me.). q u e está n a s m o n t a n h a s d e Efraim. especialmente no Neguebe. ele foi encorajado pelos filisteus que estavam cansados de servir ao poder do reino unido de Israel. Kiriath-[jear]im é baseado numa emenda de q-d-t-m. enquanto ele e o exército israelita sitiavam Gebetom (1 Rs 15. Fica provado que a lista é autêntica e não uma cópia de inscrições de faraós anteriores.C. Jensanã e Efraim (Ofra) à mercê dos judaítas. J e r o b o ã o e r o d o o Israel. na qual inscreveu a proclamação da sua bemsucedida campanha na Palestina. só Aijalom é nomeado. Poucos dos nomes podem ser identificados. correspondendo ao aramaico recente Hagra. (2 Crônicas 13-4) Zereda lebono A CONQUISTA DE ABIAS c. como o uso similar nas inscrições de Tutmósis III. Depois da campanha dc Sisaque. é muito mais obscura. Sisaque expediu ordens para abrir um rochedo para a produção de pedras usadas na construção da porta Bubasita. Seu avanço para a Transjordânia contra Sucote e Penuel.). o primeiro conflito às claras que ouvimos ter tido lugar no curto reinado de Abias (913-911/910 a. provavelmente abrangendo o distrito de Benjamim para o norte da fronteira tribal "oficial" (veja mapa 73) como refletido na lista de cidades tribais (Js 18. Enquanto isso. mostra que perseguiu Jeroboão até seus quartéis-generais no leste. e as dinastias de Jeroboão e Baasa em Israel. Em Megido foi encontrado um fragmento de uma estátua de Sisaque. mas o nome Gibeom está bem claro. O principal objetivo de Sisaque era destruir os centros-chave fortificados de Israel e Judá. Três áreas levam o nome "O Neguebe" e os clãs associados com dois desses Neguebes poderiam ser os esnitas (2 Sm 23. Apesar dos estragos no texto. 909 a. G pôs-se Abias e m p é e m cima d o m o n t e d e Z e m a r a i m . baseado num método de reconstrução da ordem geográfica do nome (se isso foi realmente pretendido). Birzaile Jesanu Baol-Hazor Fronteira depois da conquisto de Abias Seíar-Amom Avim -Ofoi Zemoraím* Betç-Horom inferior Bete Hororn superior Vale Micmás Naorã de.22-24). Há uma referência às "fontes de Geber" que foi considerada como representando Eziom-Gebcr. Ele pôs então fim à habilidade deles de dominarem as rotas das caravanas que passavam pelos vales do Jordão e de Jezreel ao norte e pelo Neguebe ao sul.

defronte tia estrada secundária para o oriente que rodeia a estepe. o rei Asa fez apregoar por toda Judá que todos. que é o trigésimo-quinto ano da monarquia de Judá (2 Cr 15. eles devastaram c saquearam a população sedentária nas cidades e as tendas dos pastores nos campos. Uma fronteira lógica entre Israel e Judá foi estabelecida entre Mizpá e Betei. 16. na estrada principal para Betei e Geba. Ele enviou um grande suborno a BenHadadc 1 (nome dinástico). (2 Crônicas 14.17.1-10 . quando Baa. 2 Cr 25. Baasa pôde isolar Jerusalém da sua ligação mais importante com a planície costeira (1 Rs 15.1-19. algum território pode ter permanecido em disputa do lado oeste (cf. e com elas edificou o rei Asa a Geba de Benjamim c a Mizpá.8 Kntão.C. Talvez tenha começado destruindo algumas das recém-reconstruídas fortalezas judaítas no Neguebe. seu décimo-quinto ano (2 Cr 15-10). Sua convocação nacional realizouse em 896 a. tais como Berseba. com um exército de cusitas. A trégua nas hostilidades entre Israel e Judá foi rudemente interrompida no décimo-sexto ano de Asa... "o rei de Arã entronizado em Damasco". 2 Cr 21.. 15.1). pilhando e saqueando cidades nos arredores de Gecar Asa esrncíga á-s cusitaè e.C. senão todo (1 Rs 15. Asa preferiu uma manobra política em vez de arriscar outro confronto militar com seu vizinho do norte. Asa aproveitou-se do patriotismo nacional para reformar as instituições religiosas e fortalecer o culto no templo central que apoiava a monarquia. na qual reconstruiu as forças de Judá (2 Cr 13.1).13-14)..22) 1 REIS 16.23-1 ÍJ). (1 Reis 15. Ao tomar a junção entre a estradatronco e a de Bete-Horom. 898 a. Hc 3-7. 895 a. O exército de Judá perseguiu o inimigo de volta. Asa expulsou suas forças no vale "ao norte de Maresa" (segundo a versão grega).7. e a sua madeira com que Baasa ediftcara. E feriram todas as cidades nos arredores d : Gerar.). 909-899 a.13).19). A maior parte das conquistas territoriais de Abias no país montanhoso parece ter sido abandonada a esta altura.sa invadiu o território benjamita e estabeleceu um forte em Ramá. "nos arredores de Gerar" (2 Cr 14. ao norte] (cf. ele pode ter mantido uma posição beligerante em relação a judá.). sem exceção. Hebrom Gerar * Rola de cusita Berseba Arode 10' (nilhoi ròrças'judaítas rorças egípcias troeV 2 CRÔNICAS 19. 2 REIS 17. Gn 10. 2 Cr 16. Asa levou o povo e desmantelou as fortificações que Baasa erigira.4). 2 CRÔNICAS 16. Na esteira desta vitória. através do Neguebe ocidental. Essa paz desmoronou com a invasão de Zerá. Baasa retirou-se de Ramá e voltou para sua sede em Tirzá. 2 Cr 16. Asa gozou então uma década de paz (ca.20. o cusita. o trigésimo-sexto ano do reino de Judá (2 Cr 16.14) A CAMPANHA DE ZERA O CUSITA c..93 guerra com a Filístia. Jíbios no Vale (Zefaja?) Oaonorie de Maresa O ATAQUE DE BAASA SOBRE ASA C- 895 a. Este último invadiu o norte de Israel e ocupou a maior pane do leste da Galiléia. Zerá foi provavelmente um líder árabe de Havilá [Hejaz. mas provavelmente achou necessário ocupar-se com os negócios internos.C.C. ali.8-14. Ele pode ter sido convidado pelos filisteus para atacar Judá.1-6.C.C.16) (governou 904-890 a. Asquelom Perseguição dos cusiíose líblos. Quando tentou penetrar na Sefelá de Judá. usando os materiais de construção para fortificar Mizpá. trouxessem as pedras de Ramá.16-22.

Seu filho Acabe estaVa casado com Jezabel. e a Dã. O cenário estava preparado para o conflito com Arã. Escultura em marfim ao estilo íenício de Samaria (Época de Acabe) . exceto Dibom ao sul. Onri ocupou Mcdeba e fortificou as cidades de Atarote (para os gaditas que ali viviam) e de Jaaz.C. Nos seis anos seguintes (880 a 874/873 a. Todavia. com toda a terra de Naftali. Bcn-Hadade deu ouvidos ao rei Asa. sucedeu a seu pai em Tirzá. e enviou os capitães dos cxcrcitos que tinha contra as cidades de Israel. Como primeiro passo na guerra pela supremacia na Transjordânia.). O exército em Gibetom nomeou Onri como rei e uma semana mais tarde Zinri também morreu.Bete-Maaca e a toda a Quinerete. saqueou o país numa guerra civil de seis anos até que Onri e seus seguidores foram vitoriosos. Shomrorí) e construiu uma nova capital (1 Rs 16. Ele recuperou assim o controle da maior parte do planalto.C. (1 Reis 15. defronte da estepe. e feriu a Ijom. No segundo ano do seu reinado. filho de Baasa. A escolha de um sítio no oeste era adequada à sua política diplomática de renovar a parceria com a Fenícia. ele foi assassinado por Zinri.24). Ela.Tibni. filho de Josafá. sempre alerta para o confronto final com Ará-Damasco. rei de Tiro. ao qual chamou Samaria (heb. filho de Etbaal. um adversário erival. Onri comprou o monte de Sêmer. e a Abel .94 F. Onri tratou vigorosamente de fortalecer o seu reino. mas em breve achou necessário renovar a guerra em Gibetom contra os filisteus. Uma trégua foi arranjada com Judá e Atália casou-se com Jeorão.20) A ASCENSÃO DEONRI 8 8 5 / 8 8 4 a.

1-40.17. a iniciativa passara para as mãos de Acabe. (1 Reis 20. tornava impossível exercer um comando unificado. a j u n t o u todas as s u a s forças.15-28. 10 -.1-22). os reis dos países menos importantes foram expulsos num ataquc-surpresa enquanto descansavam em seus pavilhões (1 Rs 20. que levou a batalha a Afeque na parte mais alta.1-40. 22.18. chefe do exército no arraial. mas sua estrutura social feudal. Acabe perdeu a vida e Damasco passou a dominar a Transjordânia (2 Rs 22. acima de Quinerete. Josafá concordou e nomeou seu filho Jeorão como co-regente para proteger a sucessão (2 Rs 1.. Controle renovado Dibom sobre o planalto de * • Moabe Sidom Damasco (í) FILISTEUS. Seguiu-se então um armistício de três anos entre os dois países.2-34). 18-19 Transferência da capital real } Samaria ^ Penuel Onri cercc Gibetom durante a revolta de Zinri forças aramaicas •fjiuiMiiMi Forças isroelilas F. 20-2343). ftcn-IIadade. 2 REIS 8. rei da Síria. Todavia. Como resultado. Sua vitória decisiva obteve para ele concessões políticas e comerciais da pane dos arameus (1 Rs.2.95 Todo Israel pois 1 1 0 mesmo dia fez rei sobre Israel a Onri.1-34 Samaria Quinorctc Mar de \uinerete Batalha em | Afeque Astaroie Corne lo-PçUir [ezreel Batalha de Ramote-Gileode R à mof e-G i iea de Cerco de Samaria Jabes-Gileade . e cavalos. 3-1.16). (1 Reis 16. 2 CRÔNICAS 21. 2 CRÔNICAS 18. 0 conflito de interesses com Ará-Damasco era inevitável.26. c trinta e d o i s reis. durante cujo período todos os estados do Levante se reuniram para enfrentar a invasão de Salmaneser 111 em Carcar (veja mapa 127). Damasco expediu outro desafio a Israel e Acabe apelou para a ajuda de Josafá. 2 Cr 18.. Os arameus tomaram a i n i c i a t i v a ao invadir Israel e cercar a própria Samaria. A batalha foi travada em Ramote-Gileade. 1 REIS 20..C. ESTEIA DE MESA.ihos GUERRAS DE ACABE COM A RÃ (SÍRIA) 8 5 5 A 8 5 3 a.1) 'ibeforív^' Ásdode Ecrom Jerusalém Mcdebo * 'Ata roto.1-34.6: 22.16) Quinerete Topo do í Carmelo•> Megido 1 REIS 16. Hozor Acabe prosseguiu com o programa de seu pai. e carros havia c o m ele. Mais tarde. uma liga de reis-vassalos. 8.10-11. linhas 4h-5. 0 rei dc Damasco reorganizou o seu reino e substituiu os reis por governadores.

C.C. Na verdade. em seu primeiro ano o seu exército chegou às Montanhas Amano.1) e se agru- param para deter o invasor. Kurch) Borsip} Nínive Homote Arvade Tcdmor FORÇAS DA I.C. mas com os seus sucessores a Assíria voltou a uma posição pouco importante.).) inaugurou uma nova política expansionista. Os 500 homens de Biblos. antes que houvesse uma ponte sobre ele.000 1 REIS 22. A lista dos aliados do Levante é provavelmente autêntica. Assurnasirpal II (883-859 a.000 10.ICA S E C U N D O A INSCRIÇÃO DC SALMANESER líl Damasco Reis Aliados e Suas Terras Hadedezer de Damasco lruleni d e H a m a t e Acabe o israelita BiblOS(?) Egito Ircanata Matinu-balu d e Arvade Usanata A d u n u .. E cruzei o Orontes sobre os seus corpos. Matei 14. Na campanha do seu sexto ano (853 a..C.. (Inscrição dc Salmancscr III. que atravessou na época das cheias. Cerca de 1100 a. Judá não .b a l u d e Siannu G i n d i b u da Arábia Baasa. Seu filho. rei da Assíria. capturando e saqueando.000 10.000 Camelos 500 1.000 homens dos seus exércitos com a espada. os mil do Egito e os dez carros de Ircanata podem estar corretos (também os 30 carros de Siannu. Eles vieram contra mini para uma batalha decisiva.) continuou esta prática agressiva. . Salmaneser continuou via Alepo até o território subserviente e até o rei Ilamate. filho d e R e o b e d e A m o m Carros Infantaria 20..CALÁ. Esta insrição não deve ser tomada como evidência de uma força poderosa de carros à disposição de Acabe. Doze reis. Biblos. havia chegado ao "Mar Superior" (o Mediterrâneo). ele não voltou àquela região durante quatro anos. compare o número de carros de Ircanata e Siannu. Tiro e Sidom — extorquindo pesados tributos. Mas os milhares dc carros e tropas atribuídos a Hadadezer. OUTRAS INSCRIÇÕES - ASSÍRIA Os estados do Levanie foram rudemente abalados com a volta do poder assírio no século IX a. Lutaram contra ele cm Carcar no Orontes e golpearam profundamente o exército assírio.96 A BATALHA DE CARCAR 8 5 3 a. Desta vez os estados levantinos haviam cessado suas disputas locais (1 Rs 22. ele marchou de Nínive para o vau do Eufrates perto de Petor.C. O único relatório detalhado desta batalha é uma esteia assíria provincial.. mas o número dc carros e infantaria supostamente levados por cada um é grandemente exagerado. cujo texto está repleto de erros. etc. Salmaneser III (S59-824 a.000 ) N ú m e r o s na maioria exagerados Forças de Salmaneser III Exército do liga de reis (?)000 200 200 10.C.1: MONUMENTO SALMANESER 111 .000 10. Tiglate-Pileser.). Embora Salmaneser tenha proclamado vitória. lruleni. Seus exércitos chegaram à Síria e às cidades costeiras da Fenícia — Arvade. ele tinha provavelmente cerca de vinte carros. Acabe e outros são aparentemente falsos.

a não ser que as suas forças estejam incluídas nas de Acabe. o dibonita. israelitas forças moabita! PEDRA MOABITA DIBOM. inclusive Aroer e a estrada que cruza o Amom. rei d e Moabe. voltou sua atenção para Nebo..mim (Pedro'moãbitc. estabeleceu novos fortes em Bete-Baal-Meom e em Kiriathen (Quiriaiaim). assim como providenciando o suprimento de água para a mesma. Bete-Diblataim e Bete-Baal-Meom. Mesa conquistou-a e matou toda a população. pilhando com êxito cidades indefesas c a zona rural adjacente. Bete-Bainote e Bezer..Fiz este lugar alto para Quemos. executando também extensos projetos de construção na cidadela de Dibom. 26) E o rei ce :srae conslrt/j Jàòz.. O "altar doméstico de Davi" foi levado como despojo para o centro cultuai moabita em Queriote.yfi BeteDiblalaim AtCfOTG E os homens de Gade heviam habitado sempre na terra de Atarote (Pedro moabita.. Dentro de poucos meses no máximo. mais provavelmente Acazias. IJm rei de Israel. A população foi morta e os vasos de culto do Deus de Israel foram levados para serem apresentados como oferta a Quemos... filho de Q u e m o s . ü rei moabita recapitula seus projetos de construção nos centros mais importantes...enquqrití> lutava ccntra. Mesa saiu novamente vitorioso. Este foi o caso de Damasco (Síria) com Israel. A fortaleza gadita em Atarote ficou então isolada de Gileade e do vale do Jordão. Ele também fez novasfortifkaçõcs em Medeba. Seu primeiro movimento foi atacar o quartel-general israelita em Medeba.. Eles enfrentavam constantemente um problema logístico: só podiam manter sua posição.pois ele me livrou de todos os reis e me fez prevalecer sobre todos os meus inimigos. os estados locais começaram novamente a envolver-se em conflitos internos. Mesa instalou em Atarote o seu próprio povo. TRANSJORDÂNIA Esteia de Mesa . procedente de Sarom e Maarate.. viu a sua chance de controlar todo o planalto moabita ao norte do Arnom. linhas 1-4) CAMPANHAS DE MESA. A seguir. rei de Moabe.. tentou um contra-ataque do forte na fronteira de Yahaz. Durante todo o século IX. Depois da retirada do exército assírio. A seguir. 18-19) Madmèm Cidade de Moabe T^fSarom Maarate Bete-Bcmo:e Quir-Haresete . Rei da Assíria à frente d o exército (Relevo e m b r o n z e d e Salmaneser 111 d o 'lell Balawat) Sou Mesa. 10} Queriote Com a morte de Acabe.. REI DE MOABE 8 5 3 . Acabe foi morto na batalha campal em Ramote-Gileade. bem afastado de sua base doméstica. Construí Aròer e construí a estrada erri Arnom (Pedrc mòabia.97 parece ter tomado parte. 1-5) ' ^ Q u i r i a l a i I \ BezeV Beto-Baal-weom « . Havia sempre a possibilidade de que uma cidade bem suprida pudesse sobreviver incólume.C. Mesa aproximou-se dela à noite e lançou seu ataque de madrugada e cerca do meio-dia o lugar tinha sido capturado. 32) 10 ^ * f o r c a s . o exército assírio fez incursões na Síria e outras áreas... \ [ / Hesbom |-rontcirc depois das conquistas ae Mesa I Saí à noite e lutei desde o nascer da alva até o meiodia (Pedra moabita.i lòronofm Quemos disse para mim: Desça e lute em Kauronen (Pedra moabita.. Mesa.8 5 2 a. (Pedra moabita.

provavelmente os meunitas. mas eles se quebraram. 2 CRÔNICAS 21.3).1. fazendo as águas descerem. O fracasso do ataque moabita deixou Josafá no controle das rotas do sul. É possível que Mesa se refira à subida deles pelo ' caminho de Horonaim" (Is 15. fenômeno relativamente comum nas gargantas do Arabá. estavam entre os árabes que pagavam tributo a Josafá para uso das rotas das caravanas para a Filístia.10-13). 2 Cr 20. 2 Cr 20. era um aliado natural de Damasco. para evitar um possível contra-ataque dos arameus ou dos amonitas.C. 3-4-24: 8.34) em sua inscrição: "Quemos disse para mim: Desça e lute em Horonem. a oeste do monte Seir. 8 4 8 a. 2 Cr 17. O rei de Edom. amonitas e mineanos (versão grega. 2 REIS 1.3. Mesa. Os invasores provocaram confusão na zona rural moabita ao sul. Chovera no planalto acima deles. rodeando a extremidade sul do Mar Morto.1-28). Em aliança com Acazias. (2 Reis 38) ISRAEL E JUDÁ INVADEM MOABE. inclusive a base em Eziom-Gebcr.23.5.11).?8 >ntra ti uma grande multidão dalém do mar c da eis que já estão em Hazazom-Tamar. AS PERDAS DE JORÃO 852. seu irmão Jcrão acompanhou Josafá na invasão de Moabe.1. Na estrada do deserto sofreram extremo calor e sede até que foram salvos por uma enchente repentina. que é En-Gcdi. controlando as rolas comerciais entre a Arábia e a Filístia (2 Cr 17.2) OS MOABITAS E SEUS ALIADOS TENTAM INVADIR JUDÁ Mesa procura esquecer-se da sua malfadada invasão de Judá (2 Cr 20.20-22.2-17 . Seu apoio a Israel representava uma ameaça a Ben-Hadadc. -l|íiiiiin«ai Forças moabiías e aliados E ele disse: Por que caminho subiremos? Então disse ele: Pele caminho do deserto dc Edom. Eles marcham pelo ''caminho de Edom". e eu desci e [lutei]" (Pedra moabita.5. Os aliados decidiram invadir Moabe pelo sul. ele tentou enviar navios para comerciar com Ofir. Josafá tinha um reino poderoso. vassalo de Judá. A força de invasão de Mesa era composta por moabitas. rei de Israel. Josafá e seu povo tinham ido à estepe dc Tecoa quando descobriram que os invasores estavam em conflito entre si. eles cruzaram o Mar Morto e estabeleceram uma base em En-Gedi. também tomou parte. bem fortificado. (2 Crônicas 20.10. À instigação de Arã (2 Cr 20. Jr 38. linhas 32-33). Depois da morte prematura de Acazias. um inimigo de Israel. A tentativa de invasão fracassou.

K. d i s s e ela: Teve p a z Zinri.& bi-se a Jeiréel (2 Seis 9. Acazias desceu para visitá-lo. e de Jezcbei sue mãe íinha porcri Jarão cercado a Ramoíe de Gileade por causa de I Icizcel (2 Re:s 9. conhecido pelas descrições de Elias e outras fontes. Jorão acabou ferido e voltou para seu palácio de inverno em Jezreel. é ferido na subida de Gur Assassinato do» filhos de Acabe « de iodos os adoradores de Baal " Entco leú subiu a um carro. 848 e 845 a. A seguir. Libna. Ele seguiu então para as montanhas de Haurã. A CAMPANHA DE SALMANESER III 84i a. Hazael revoltou-se contra Ben-Hadade e fundou uma nova dinastia em Damasco... a fronteira entre Tiro e Israel passava pelo Carmelo e.5). desta vez derrotando Hazael no Monte Senir e depois sitiando Damasco. arrasando Bete-Arbel (Os 10. j. A REBELIÃO DE JEÚ 841 a.8-10. o jovem sacrificado sobre os muros da cidade foi evidentemente o filho do rei edomita capturado. Jezabel.18-20). n a costa.-. exceto o herdeiro. Salmaneser III continuou suas campanhas na Síria em 849.C.. resultou no assassinato de Jorão e sua mãe.28.. Israel perdeu seu aliado fenício e foi gravemente prejudicada internamente. .10-11)..C„ embora não tivesse realizado os seus intentos. O q u e o u v i n d o j e z a b e l .1 0 As hostilidades entre a Síria (Arà) e Israel continuaram durante todo o reinado de Jorão. Sukl j . Acazias de Judá. que se tornou rei quando Jorão morreu de uma doença de estômago incurável (841 a.1ó) Samaria ... e n t r a n d o J c ú Astcrote Mar de Quinerete p e l a s p o r t a s .14) Ramote-Gileade f — Acazias.20-22).. Jeú deu início ao completo extermínio da infraestrutura dos baalins em todo o seu reino. ao longo da costa da Fenícia. deixando Jorão como único rei. portanto. Ao alcançar o monte 'Tiaalirasi" ("Baal-Rosh"). também 2 Rs 8. j rei de Israel. Nas fontes egípcias. e o significado do nome "Baal-Rosh" é provavelmente "O Baal do promontório". 2 Cr 22. que que queriam vingança contra os altos tributos forçados sobre eles por Josafá. m a n d o u colocar ali sua estátua. Edoin revoltou-se e Jorão tentou sem sucesso recuperá-lo (2 Cr 21. Ele recebe então esse nome no Obelisco Negro de Salmaneser. destruindo várias cidades e prosseguiu na direção do ocidente. O tesouro real foi saqueado pelos invasores e eles mataram todos os filhos do rei. Em vista de ter tam- bém estabelecido centros de adoração nos montes de Judá. foi ali que Salmaneser recebeu tributo de Tiro e Israel. chamado de Lico na época hclcnista) juntamente com monumentos assírios e egípcios deixados ali antes dele. mandando esculpir um novo monumento no penhasco na embocadura do Nahr el-Kalb (o rio do Cão.14) e provavelmente Hasor (estrato VIII). " M u l h e r na janela'' e m p l a c a d e m a r f i m ( D e Cala) 2 REIS 9 .Kosh-Kedesh".. mas a cidade resistiu. Joacaz/Acazias (2 Cr 21. Salmaneser entrou novamente na Síria.. Salmaneser deixou o Carmelo e seguiu para o norte. portanto. Neste período. A revolta dejeú. a principal cidade dos sacerdotes levitas na Sefelá também se rebelou (2 Cr 21. Isto provocou uma mudança no curso da guerra e os aliados se viram forçados a recuar. . Jeú é também mencionado em suas fontes como "filho dc Onri". Jorão matou todos os seus irmãos que gozavam de posições de autoridade no reino (2 Cr 21. Josafá morreu em 848 a. Sua mulher era Atália. s e p i n t o u e m volta d o s o l h o s . q u e m a t o u a s e u senhor? (2 Reis 9. reeém-coroado. tbi com Jorão confrontar os arameus em Ramote-Gileade (2 Rs 8... O reino de Israel era conhecido dos assírios como a "Terra da Casa de Onri". rei de Israe1. Acazias também foi ferido mortalmente e morreu dos ferimentos em Megido.c. e e n f e i t o u a s u a c a b e ç a c o l h o u p e l a janela. Isto deixou desprotegido o flanco a sudoeste. da família real de Samaria. O monte é provavelmente o monte Carmelo. No ano 841 a. 2 Cr 21.C. competindo assim com o templo de Jerusalém. um centro de adoração de Baal.C. instigada pelos profe- tas. convidando uma invasão pelos filisteus e os arábios.. Pouco antes da revolta de Jeú em Israel. pois em cada uma dessas campanhas teve de enfrentar os exércitos da liga dos reis sírios sob a liderança de Hadadezer (filho de Hadade) rei de Arã-Damasco.C.-T/ p orcas israelitas ^orcas ararraiccs •l(.16-17).2-4).99 Quer quisesse ou não. Mesa foi forçado a suportar um cerco em sua capital do sul Quir-Haresete. o Carmelo é chamado .30-31) Morte dc Acazias Mecido Jozreel I Assassinato de Jorcío.

desde Aroer. Durante os reinados de Jeú (841814 a. Dentro em breve uma intriga palaciana resultou na sua morte (796 a. Zacarias.17-24). Joiada.) G i i e o d e . A rainha Atália de Judá havia mandado matar seus netos e se apossara do poder.3.). que está junto ao ribeiro de Arnom.Asdode Jerusalém INSCRIÇÕES. e Basã (2 Reis 10. S i d o m e d c J e ú . Joás.C. e os monassilos.32-33] l§) Somaria Rabaíe-Bene-Amom Hçzoel recebe tributo de rei do Jndó Asdode Ecrom Gcte dos Filisteu Jerusalém -Aroyr * <b Amom O c v 2 REIS 8.) e Joacaz (814/813-798 a. os g a d i t a s .7: 2 CRÔNICAS 24.32) Monumento da vitória erigido e tributo recebido de Tiro. Quando o menino tinha seis anos (835 a.C. Joá caiu gravemente enfermo.1 9 ) : 13.3 . e o s rubenitas. As fronteiras de Israel foram diminuídas e sua força militar reduzida (2 Rs 13. Uma das crianças. possivelmente a Gate dos filisteus.C. SALMANESER III - C A Ú . 800). (2 Reis 10.100 ^Homcte A CAMPANHA DE SALMANESER Recebi t r i b u t o d o s habitantes d e Tiro. filho de Joiada. Hazael teve completa liberdade para conquistar a Transjordânia.3). GateRimom-Gitaim. 8 4 1 . OUTRAS FONTES ASSÍRIAS o do SUPREMACIA ARAMAICA c. a Assíria começou a envolver-se em negócios bem distanciados do Levante. esculpido ao lodo daqueles dos predecessores no monte Líbano C 5 Damasco "Jeú. Joás permitiu que os príncipes de Judá reabrissem os santuários locais para competir com o templo de Jerusalém. Depois de pagar um pesado resgate. Sidom e Israel em "Baal-Rosh" Samaric Rabale-Bene-Amon . Depois da morte de Joiada (ca. sua força de ataque relativamente pequena derrotou o exército de Judá. A brutalidade dos arameus em Gileade foi lembrada durante muito tempo (Am 1. porém. foi salva e criada pelo sumo sacerdote.) e conquistou a cidade de Gate. Embora em menor número.8 (HEBREUS 1 8 . AMÓS 1. 12. {Anais d e S a l m a n e s e r III) Segundo monumento. filho d c Onri. o saber Gileade. filho d e O m r i ' ' p a g a n d o t r i b u t o a S a l m a n e s e r III (Obelisco Negro.7 9 8 a. ^ de Nos anos que se seguiram..C. mais provavelmente. o exército arameu fez uma incursão pela planície costeira (c. d e Nimrod) N a q u e l e s d i a s c o m e ç o u o S e n h o r a d i m i n u i r o s t e r m o s d c IsI la^or A5farote rael p o r q u e Hazacl o s teriu c m t o d a s as f r o n t e i r a s d e Israel.23-24. As forças de Hazael ameaçaram então Judá..7). mas antes da morte de Jeoacaz cm Israel e de Joás cm Judá.17-1.C.). 1032-33. 798 a. acusou o rei e foi sumariamente executado (2 Cr 24. Perto do final do longo reinado de Hazael.c.12. Atália foi assassinada durante um golpe dè estado.

11) Eliseu envia o jovem para ungir Jeú Eliseu guio o exército arameu de Dota até 5 10 Samcria Ramofe-Gileade \ f Encontro com o anjo Bersebtf/ Deserto Berseba 2 RFÍS 19. pois aos olhos dos profetas estes também deviam ser considerados um instrumento nas mãos do Senhor. f i l h o d e S a f a t e d e A b e l . a filha do rei de Tiro.C. ò-1 liu t e n h o s i d o c m e x t r e m o z e l o s o p e l o S e n h o r D e u s dos exécitos. Elics profetiza o grande chuva <s\ Q u i --Moabe O O <c0 S 10 15 . u n g i r á s p r o f e t a e m t e u lugar. IX a. provocou a ira cie Elias e sua advertência "Porventura não mataste e tomaste a herança?" (1 Rs 21. Eliseu. 1 } de debaixo do zimbro v 1 V o C C . Os laços entre as casas reais de Onri e Etbaa! de Tiro promoveram um influxo de influências culturais e políticas fenícias.16) Jezreel V Eliseu acompanho Flios AS ATIVIDADES DE ELISEU FINS D O SÉC. sobe. Depois da divisão. filho de A c a b e s | lugar de nascimento de clias O s corvos aífmentorr rrjEiiasj \ % Eliseu profetiza no O reino d e Hazael Riacho Jerusalém® Q"er'l<-' de \ ^ V o -ò E Elias subiu a o céu num redemoinho (2 Rs 2. e t a m b é m a Kliseu. existem inúmeras referências a profetas como conselheiros e críticos políticos. lingirás rei d e Israel. mediante uma inversão da justiça.7). especialmene em Judá.19) T a m b é m a J e ú filho d e Ninsi. . O espírito por trás da lei israelita estava além da compreensão de Jezabel. dois profetas se destacam como defensores do Senhor de Israel contra as influências dessa religião cananéia (Fenícia). a saber. O assassinato de Nabote.16-21.19) ainda reverbera no mundo até hoje. Damasci Abel-Meolá-*—Samaria^ ® Elias prevê a morte de Acazias. (1 Reis 19. e ela decidiu instruir Acabe sobre "como governar o reino de Israel" (1 Rs 21.S 10 1S lm Eliseu profetiza c término do cerco Os profetas haviam desempenhado um papel na vida pública de Israel e Judá desde os dias do reino unido. Durante os dias negros dos baalins sob a casa de Onri. o monte de Deus ( l Rs 19. j calvo! (2 Rs 2.18 Betei Eliseu realiza CilcaL— ^ iT Jerico milagres diante dos filhos dos profetas Jerusalém Sobe. As atividades e missões de Elias se estenderam para além das fronteiras e incluíram vários povos.M c o l a .21.16) Damasco . D c panela a farinha se nãc acabou. IX a.101 AS PEREGRINAÇÕES DE ELIAS MEADOS D O SÉC. p o r q u e o s filhos d e Israel d e i x a r a m o teu c o n c e r t o . ( 1 Reis 19.C. e do botija c czeite nàc faltou (1 Rs 27.2-2.8} 1 p a Porveniura não mataste e tomaste a herança? Marfim e s c u l p i d o d c Samaria (Época d e Acabe) (V Rs 21. 2 R E I S 1.23) .14) Berseba E (ele) caminhou quarenta dias e quarenta noites até Ho*ebe.jEIissu profetize |uma enchente o o V <h Arade . 1 R E I S 17. . 2 M I S 2-9. do vale do Jordão. o jezreelita. calvo. Elias de Gileade e seu discípulo.

A Crônica de Eponimos (lista dos anos.C. Amazias sucedeu a Joás em 796 a. como rei (792 a. uma província ao norte de Damasco. (804 a. "Mari" (o Ben-Hadade III de 2 Rs 13 3) de Damasco foi obrigado a pagar um pesado tributo.). GUERRAS DE AMAZIAS E JEOÁS c . e Amazias revidou. llamate.C.5-13)-As tropas israelitas enfurecidas pilharam as cidades judaítas que haviam sido antes formalmente tomadas de Israel.C.C.7. Adadenirari III. Tributo foi também recebido de Joás da "terra de Samerina (Samaria)". e procurou aliança com Jeoás de Israel (2 Rs 14. desafiando Jeoás para um combate.) Ele derrotou Amazias e o levou preso.. mercador de I losor sob J e aboão I O 10 0 J0 40 ^ Um rei novo e ativo surgiu na Assíria.) "contra Hazazi".18). vítima de uma conspiração palaciana (2 Rs 14.) em lugar de seu pai capturado (2 Rs 14.C.C. chamada "terra de Onri" em outra inscrição.) "contra Arpade". Este último alívio da pressão assíria criou um vácuo de poder no ocidente e permitiu que os vigorosos reis de Israel e Judá exercessem sua força e influência em toda a região. <2 Reis 13-5) Hadah {£} Níneve Jf 0 nome de líazoel aparece numa peço de marfim encontrada em 1 ladatá. A campanha seguinte no ocidente foi: (796 a.27).) "para o Mar". que mais uma vez voltou os olhos para o ocidente.21. U R CONTRA DAMASCO A R T H o S e n h o r d e u u m salvador a Israel. assim como Edom e Filístia. (803 a.102 A CAMPANI IA DE ADADE-NIRARI 7 9 6 a.C. Em seus últimos anos..9. Amazias só foi solto depois da morte de Jeoás (782 a.C. Deve ter sido durante este conflito que Damasco foi sitiada.C.C. se ocuparam integralmente numa guerra contra Uartu (Ararate).) "contra Mansuate".) "contra Ba'ali". Adadenirari II e também seu sucessor.C. A seguir. Damasco sofreu tantos danos com esia derrota que veio a envolver-se em novo conflito com seu arqui-rival. acompanhado por mercenários israelitas. 2 Cr 25. 2 Cr 25. co-Regente antes de confrontrar Amazias em Bete-Semes (793 a. Ele venceu os edomitas e reestabelcccu o controle de Judá sobre eles (2 Rs 14. e saíram d e d e b a i x o d a s m ã o s d o s siros.19-20. O povo de Jerusalém coroou o jovem Azarias. ele marchou para a conquista de Edom. Salmaneser IV. o reino neo-Hurriano ao leste de Anatólia. mas morreu em Laquis (767 a. de 16 anos. 2 Cr 25. Jeoás nomeou Jeroboão II como . com eventos significativos) registra o seguinte: (805 a. evidentemente levada c Damasco por Adadenirari Colá /k* ¥ R-' *l Assur A r S: r i * Scrr Reinos subjugados pagando tributo a Adadenirari 20 30 EDOM MONUMENTOS. nomeados segundo os governadores assírios.2).C. Parte das defesas de Jerusalém foram derrubadas. 2 Cr 26. 7 9 3 A 792 a.): ele sobreviveu 15 anos ao seu captor. que demitiu antes da batalha. (802 a. ADADENIRARI III CA1Á li SABAA Colhor do marfim paro cosméticos na casa de M-k-B-R-m.

evidentemente.M .15-19. Embora Hamate por si mesma tenha se tornado subserviente a Israel.. 26. A primeira foi uma decisiva vitória em Afeca. das planícies de Basã (Am 4. desde a entrada de Hamate até ao mar da planície (Mar de Arabá). retornou às mãos dos moabitas. assim como as fontes do vale de Jezreel e da planície de Saron. A rota transjordaniana de caravanas também ficou sob controle israelita.o «5 ifiimiimt foiça Israelita forca Araméia » . vinho e azeite (Os 1. Os gaditas e rubenitas estabeleceram-se em Basã e cruzaram as terras da banda oriental rumo ao Eufrates (1 Cr 5.1) às plantações do Carmelo (Am 1.13 .103 E subiu Jeoás. Israel controlaria uma vasta área ao norte da monarquia unida. ici d c Israel.11-26. 2 CRÔNICAS 25.25).C.8). RaboteBene Amom 2 HEIS 13. A tradição diz que Jeoás defendeu Arà-Damasco três vezes (2 Rs 1318-19).1). no Golã (2 Rs 13-17). w is .1 AS CONQUISTAS DE JEOÁS E JEROBOÃO II c. Com a morte de Jeoás (782 a. 7 9 0 — 7 8 2 a.28).C.17). 17 21. em Carnaim e Lo-Debar (Am 6. a planície de Medeba. rei de Judá. AMOS 6. (2 Reis 14.28.. e o subseqüente conflito com Hamate impediu Jeoás e Jeroboão II de recuperarem o controle total sobre a Transjordânia (1 Cr 5. produziam abundantes colheitas de grãos. HO7O/ V Carnaim * Afeque t J f T J ' ifebor ~ . Damasco também pode ter sido enfraquecida por Adade-Nirari. . aparentemente. (2 Reis l i 11) émÈ( M Selo de "Sema servo de Jeroboão" de Megido Também este rcstabdcceu os termos de Israel.. desde a entrada de Hamate até ao mar da Planície" (2 Rs 14.25. Ramote-Gileade Samaria . juntamente com Damasco (2 Rs 14. houve um acordo entre as casas reais de Samaria e Jerusalém rumo ao entendimento. e viramse cara a a r a em Bete-Semes que está em Judá.Í J .9-11).) e renúncia de Amazias.25: 14. e Amazias. as outras são. Jeroboão "restabeleceu os termos de Israel.13). Extensas terras agrícolas.25) tebo-i lamote • 2 R E I S I .

Selofade. e seu filho. residiam evidentemente na capital e recebiam pequenas quantidades de vinho e azeite de suas propriedades locais. O filho ausente. O fato dos textos do nono. 1 Sm 8.C. uma conjetura razoável e que satisfaz toda a evidência seria atribuir as guias do nono-décimo ano a Jeroboão 11 e as do décimo-quinto ano a Jeoás. rei de Israel subiu ao trono em 798 a. 5.1-4[>11]. dá lugar à pergunta: 'li o ciécimo-primeiro e décimo-quarto anos? Segundo a cronologia adotada nesta edição do Atlas. O Óstraco de Samaria fornece alguns discernimentos sociológicos e geográficos fascinantes. "E [o rei] tornará o melhor das vossas terras. Os mencionados nos textos do décimoquinto ano estavam provavelmente servindo o antigo rei. A informação genealógica sobre a tribo é apoiada numa realidade sociológica.10-12).' . Jeroboão II. mas o mesmo grupo que omite o artigo acrescenta o nome do distrito do clã em que a cidade estava situada.1-6. portanto. ^ Tanate-Siló Jocmeã Uma coleção de mais de sessenta fragmentos de louça de barro (Óstraco) foi encontrada durante as escavações na antiga Samaria.>.. associadas com os clãs específicos.uonie meaciOfl&GO • no Óstraco de Samaria Nm* M i Micmefó . Portanto. Eram anotações administrativas sobre embarques de vinho ou azeite. Os destinatários dos embarques. Os textos que incluem vinho ou azeite são datados do "nono ano". A forma das cartas é tão similar nos dois grupos de textos que não pode ser feita qualquer distinção cronológica com base na paleografia. a informação do Óstraco de Samaria é realmente um achado. O sistema de distritos de clãs foi empregado nos textos do décimoquinto ano. Hefer. 27. Os dois grupos também se diferenciam pelas suas datas respectivas. Jeoás.14. As anotações individuais haviam provavelmente sido registradas em listas-mestras em papiros antes de serem descartadas. Jeoás.. cujo caso celebrado era um precedente em Israel a favor dos direitos das filhas (Nm 26. Ilelez. Um tipo lista o artigo enviado. tMaías ! Oglá ndc(ju(. os distritos dos clãs mencionados nas guias do "décimo-quinto ano" são todos reconhecidos como membros da genealogia bíblica Manassés/Maquir (veja lista acima). 12 ou mais. Por meio das cidades localizáveis. Todos os cacos haviam sido jogados fora e foram encontrados debaixo do assoalho de um prédio posterior. a localização geral dos distritos dos clás pode ser determinada. Os outros textos ignoram o sistema de clã e podem representar um afastamento do respeito consagrado pelo tempo para a estrutura social local. Todavia. No nono ano. décimo e décimo-quinto anos estarem todos misturados indiscriminadamente no mesmo local. os detalhes restantes dividem as inscrições em dois grupos.C. . De fato. De Halaque para Asa. correspondendo ao décimo-quinto ano de Jeoás. enquanto os dos textos do nono ano serviam o co-regente. Além disso.. Manasses Maquir H ff O • G L A ' ' * MÜ» Yozsle (rÜCilílr Abi-hze-r Hèleque A$r. Ambos os grupos dão o nome da cidade da qual o artigo foi enviado. O outro grupo ignora o artigo (aparentemente todo este embarque incluía vinho ou azeite) mas lista o nome de quem envia a mercadoria. 1-9]. Js 17.10. talvez seguindo um costume venerável na administração. foi nomeado co-regente em 793 a.10-12 [cf. A data relativa para os fragmentos usados como material de escrita é o primeiro quarto do século VIII a.104 ÓSTRACO DE SAMARIA 7 8 4 a 7 8 3 a. e os dará aos seus criados). enquanto os que listam o remetente são todos do "décimo-quinto ano" (usando números egípcios hieráticos). talvez como concessões reais (cf. No décimo-quinto ano. Lm jarro dc vinho velho. A formulação em todos os textos tem o mesmo formato geral.„ . começando com o ano do reinado (do rei) e discriminando o destinário do embarque. (Óstraco samaritano N"5 9 c 23) GENEALOGIA DE MAQUIR. De Yaate a Ainoã. 3. O fato de alguns destinatários receberem embarques de mais de um lugar sugere que eles haviam adquirido outras propriedades além do patrimônio recebido da família.14-19). um jarro de "vinho velho" ou "azeite purificado".C.6-8. é representado por duas filhas do filho de Hcfer. e das vossas vinhas. 36. O décimo ano de Jeroboão II cairia então em 783 a. A Bíblia não dá uma lista de cidades em Manassés. Cinco dos principais filhos da tribo aparecem como distritos no óstraco. 1 Cr 7. Ele contém um grupo de nomes de sítios desconhecidos de qualquer fonte bíblica. Jeroboão II. Aimelcque.e! Siquém HELEQUL Zciofcadc i—[—i £. e dos vossos olivais. mas freqüentemente identificáveis com os nomes de povoados árabes nos montes dc Samaria. enviados a vários oficiais pelas suas propriedades nos montes de Manasses. como expresso no padrão de assentamento das cidades e distritos em Manassés.C. A proliferação de tais recompensas a nobres favoritos e sua autoridade para punir os desfortunados devedores pode ter sido a causa de tamanha injustiça social como a denunciada pelos profetas (Am 2.C.28-34. Dc llazerotc. todos os lugares conhecidos fazem parte da herança tribal de Manasses. ou "décimo ano" (com o número ordinal por extenso). (na véspera da guerra com Amazias).

c o m o t a m b é m nas cidades d c Efraim.21-62: 18.2) ÕStrtlCO d e Samaria OS DISTRITOS DE JUDÁ Gibeom Beerote iibòote Quiriotc-Jeorim Quirfcile-Jisòrim Raqucm Taroló Zelo Irpeel Bete-Ara bá"*" [ÜÜ 1 / •*Zobú Mcnoafe* Jerusalém Bele-Querém Ashnoli bn-Gonim Tapua Enã Soaraim Aditaim Gedero Oederotaim Zanoa Jarmure Bel-ler Belém Secoca^ Aczibe' Adulào Gcdor Nezibe Maresa Ashno *lurza? Zenu Hodaza Dilea Mispe Cabron Lamas Betí-Anolê Migdal-Gade Maqueda "k Bete-Zur Maarote Eltecom Quitlisli Jocleeí Bozkath Gederole Bete Dagom Naamá Janum zior Humto Jezreel Jocdeõ Zunoa Gibeá Tímná Debir * Durftó Anobe ilorma Rimom Sonsonn Modmana Bele-Pelele * >ozo Esternoa Carmelo Maom* Queriote •fr Q u i n a Aracln-Rnbó Molcdo Ramole-Gileude Bealote ^(Baalafo Besr| Cobzeel Jagur D nnona Cades Hazor Itnâ ZiFe Telem Hezrom I lazar-Adola Amã Sema Berseba Hozar-Gadó Hesmom Baala lyim Ezcm Eltolade Betuel Bete-labole A roer JOSUÉ 15.25-28 . <2 Crônicas 17.105 E p ô s g e m e d e g u e r r a e m t o d a s as cidades fortes d e J u d á e p ó s g u a r n i ç õ e s n a terra d c J u d á . q u e Asa s e u pai tinha t o m a d o .

Em 743 a. Este total de 11 pode ser suplementado pelo distrito de Benjamim.C. Na Sefelá e no sul da Região Montanhosa.2063. As quatro principais zonas ecológicas aqui.C. Jabné e Asdode.2). a quem ele forçou a pagar tributo durante três anos (2 Cr 27. Estrato de Arade IX. em Jerusalém e em toda Judá (2 Cr 27. isto é. A inscrição é "q-k" para godesh kobanim. o qual permanecera sob o domínio de Judá. os meunitas.C. Tiglate-Pileser III lhe deu crédito por ter liderado uma coalisão de estados ocidentais na tentativa de deter o avanço assírio no Levante. lista passagem é o texto geográfico mais minucioso contido na Bíblia. 2 Cr 26. Segundo a versão grega de 2 Crônicas 26. O exército foi ampliado e bem equipado (2 Cr 12.C.22. Outros favorecem uma data do século VIII ou VIL Em qualquer caso. a Sefelá. e lavradores cuidavam dos vinhedos reais "nos montes e no Carmelo". Uzias. Asfortificaçõesde Jerusalém foram melhoradas (2 Cr 26. A comparação com a distribuição geográfica dos clãs e famílias na "•grande Judá" (1 Cr 2-4) revela que o padrão de assentamento por razões de parentesco é apenas parcialmente proporcional às divisões topográficas de Josué 15. Jeoás de Israel morreu. As referências à reorganização administrativa por Josafá (2 Cr 17. Jotão continuou com os projetos de construção de seu pai. os limites dos distritos correspondem às linhas divisórias entre os sistemas fluviais (wadi). os arábios e os meunitas (2 Cr 26. A lista de Josué se baseia em princípios estritamente topográficos ao invés de princípios de parentesco. A data do documento original incorporado pelo autor de Josué é discutível. filho de Uzias. Amazias foi mandado de volta a Jerusalém. guerreou com sucesso no sul. correspondendo a três distritos.16-23). tornou-se co-regente em 750 a.10). Ele derrubou os muros de Gate.3-4). porque o rei veio a sofrer de uma moléstia incurável (2 Rs 15. serto de Judá") para os rebanhos reais.1-13) e a nomeação dos príncipes. As cidades levitas não são especificadas. provavelmente do reinado dc Pratinho ritual ao lado do altar de Arade. Uzias lançou uma guerra vitoriosa contra a Filístia. no distrito 4 o sentido é anti-horário. A Sefelá possui três subtotais. mas pode ser parcialmente suprido pela versão grega (Js 15.4). Quando Uzias (Azarias) tinha 26 anos de idade. Judá penetrou na Transjordânia. o Neguebe e a Estepe têm um subtotal cada um. a saber. Em outras palavras. Jotão. As cidades são dispostas em grupos indicados por subtotais. a Região Montanhosa tem seis (contando o distrito preservado na versão grega). como governadores locais (21.20-63.7. provavelmente como um gesto de boa vontade por parte de Jeroboão 11. antes domínio exclusivo de Israel. Ele conseguiu até reconstruir a fortaleza de Elode (Elate) depois da morte de Amazias em 767 a. Uzias viveu até 740 a. 2 Cr 26. assim como outros povoados das genealogias de Judá. são a base organizacional da lisia.(2 Rs 14.5). vencendo os filisteus. construindo fortificações nesta última cidade (2 Cr 26.11-15). os meunitas (Minaion) lhe pagaram tributo e sua autoridade foi reconhecida até a entrada do Egito. torres e poços de água foram construídos na região da estepe ("de- . Fortaleza do início do sículo VIII. Provavelmente do reinado de Josafí..3) levaram alguns a sugerir que a lista das cidades judaicas foi compilada em meados do século IX. o Neguebe. A seguir.6). Uzias tentara usurpar as prerrogativas do sacerdócio de Jerusalém. que está mais para o sul. o principal elemento no Sinai. seus filhos. na região montanhosa do norte e do sul dejudá (2 Cr 26.C. a região montanhosa e a Estepe ("Deserto"). Sua única conquista digna dc nota foi sobre os amonitas. Um distrito inteiro não consta do texto hebraico. Esia renda externa era usada para fortalecer a prosperidade externa do país.59a).106 O DISTRITO DE JUDÁ O padrão de assentamento de Judá é refletido em grande detalhe em Josué 15. Calebe e Simeão (1 Cr 2. a lista está incompleta. agricultores cultivavam as propriedades do rei na Sefelá e na planície costeira (especialmente as terras adquiridas com a conquista do norte da Filístia).9). Uzias obteve o controle sobre as rotas das caravanas desde a Arábia até a Filístia e o Egito. cidades-chave como Bete-Semes e Adoraim não foram incluídas. Estrato X. dividiam com ele os lucros de suas caravanas e caravançarás. No distrito 2 a lista percorre o distrito no sentido horário. "sagrado para o sacerdote".5-7. Pela primeira vez. Os dois reinos embarcaram em suas campanhas de expansão. O SUCESSO DE UZIAS 782A 759a.7).

1 Uzias e Jotão íortificações em | levantorom E edificou cidades em Asdode. eles pagaram tributos durante íréò anos (2 Cr 27. 2 Cr 26.5) E voou a sua fama ate muito longe. (2 Rs 14. e enfre os filisteus (2 Cr 26.9.3) j T | Rabate-ÜsnoAmom | Jorão derrotou o rei dos amonitas.7-8.0} Jabno 1 Jerusalém ( 2 Cr 26.2-15: 27. pois tinha grandes rebanhos (2 Cf 26. O s meunitas pagaram tributo a Uzias |2 Cr 26. l 0 b } Hebrom Uzias construiu torres na estepe.15) Uzias colocou agricultores na Sefelc e na planície (2 Cr 2 ó . 2 C R Ô N I C A S 26.22.C.10c) Atude Berseba Rabó Fn-GeSí* T Quir-Haresete A influência de oté o Egito Uzias estendeu-se (2 Cr 26. (Jocteel) ^ ®-Cades-Barnéia Deus ajudou (Uzias) contra os arábios que habitavam em G u r b a a l e contra os meunitas.22.3-5 Mar de Geber . (2 Crônicas 26.2) • Fortalezc principal fortaleza 2 REIS 14. 27. e cavou muitos poços. porque foi maravilhosamente ajudad o n t é q u e se t o r n o u forte. Versão Grega) Requém @ Uzias edificou Elode após a morte de seu pci: 767 a.10o) <b Dibom Rio Amom Uzias tinha agricultores nos montes e no Carmelo (2 C r 26.8) lAvdate) Sêlõ.

22. Samaria His lhes suscitarei u m profeta d o m e i o d e seus irmãos. Amós.18) Rabíilé-Seií-Araon AS CIDADES DOS PROFETAS SÉCULOS 9 A 7 a. O sucesso de Jeroboão 11 foi aclamado por Jonas. (2 Reis 14. 12-13. Tiro por colaborar com esse empreendimento (vs. revela profundo amor pela região de Samaria. c o m o tu.3-5 Ltgares condenados por Amós 2 REIS 14. 6-8). 11-12). Oséias. e Moabe por profanar os ossos de um rei rival (2.20-17).11).2-15. Edom pela sua crueldade contra os judeus (vs. Filístia (Gaza. Asquelom. As escolas proféticas do século IX continuaram a florescer no século VIII.4- / I Amós 2. jamais preparando uma grande campanha sem suporte logístico adequado do governador assírio mais próximo (Am 3. (Deuteronôraio 18. 9-10). um profeta de Gate-Hefer na Galiléia (2 Rs 14.C. 4-5) e sobre Israel por suas grandes transgressões da justiça social (vs. pertencentes a J u d á .C: _ * . Amom pelas suas atrocidades em Gileade (vs. 6-16).C. Amós voltou então a sua ira sobre Judá por não manter a Lei do Senhor (vs. s e n d o rei e m Israel. de Tecoa.13-14 $ BefSèba * O fJ Amós 2. . Juntos. embora abominasse a sua corrupção religiosa. cuja cidade é desconhecida..C. Ecrom) por ajudar os edomitas a escravizar os judeus (vs.108 Como reconquistou Damasco e Hamate. Asdode.1-3 ' -[ E * Sarnoria ® ÍO.. ^ *N & lias Tisbitc Abel-Meoía Jeremias \ * Anafore Jerusalém Isaías Ezequiel < < Moresete-Gare Miquéias Amós 1. o centro de culto da realeza em Israel (Am 7. filho de Amitai. e porei as m i n h a s palavras na sua boca.. Bibos carrasco Amós 1. 2 CRÔNICAS 26.1-3).3-5).9-10 Hozori Megido • Ramcte-Gileade Os reinos de Israel e Judá alcançaram seu último apogeu de prosperidade e poder durante a segunda metade do século VIII a. eles dominaram novamente as principais artérias comerciais do mundo que cruzavam o sul do Crescente Fértil.28) ISRAEL E JUDA NOS DIAS DE JEROBOÃO E UZIAS MEADOS D O SÉCULO VIII a.. que avançaria inexoravelmente dc província cm província. Gote-Hefer Jonas Asdodf Asquelom / :crom Jerusalem I Amós 1. Amós viu que a defesa das cidades muradas (como praticada por Samaria e Damasco no século IX) não resistiriam contra um conquistador decidido como Tiglate-Piliser III. fez seus pronunciamentos em Betei.25). Em nome do Senhor de Israel ele proclamou juízo sobre os principais inimigos de Israel: Damasco pelas suas agressões em Gileade (Am 1. Suas críticas cias questões éticas e morais abrangiam tanto o cenário internacional quanto o nacional.

6) Lgar de -lascirrento — dc Resim. ele aparentemente fez uma suposta reconciliação com Pecaía.19-20). 2 Rs 15. depois de reinar apenas seis anos (752 a. prontamente pediu socorro a Tigiate-Pileser III.C. e atormentemo-lo. e com o filho de Remalias. especialmente em Urartu (Ararate). rei de Damasco. de uma família judia nobre recém-estabelecida na Transjordânia.1-15).C.5b. os filisteus invadiram o oeste do Neguebe e o norte da Sefelá de Judá. Os governadores recém-nomeados forneceram apoio logístico ao exército assírio quando ele partiu para a etapa seguinte da conquista. Enquanto isso. Depois de 16 anos de reinado. O reino de Israel começou a desintegrar-se com o assassinato de Zacarias. Peca fez aliança com Resim. rei dfi Israel Asdode Asquelor Ecrorn Jerusalém i Agressão i rilistina Tlebrom Berseba sE> #Aradè Agressão edomilu bzra Cades-Barnéia ajuda Edom a Elafe tziom-Gebçr 2 REIS 16. O pesado fardo que este pagamento impôs sobre a nobreza dc Israel pode ter gerado a inquietação que levou Peca ao poder em Samaria três anos mais tarde. Jotão aparentemente compartilhava o preconceito anti-assírio do pai. reinou em Samaria durante dez anos e foi seguido por seu filho. 2 Rs 15. e repartamo-lo entre nós. Em 743 a. Menaém. Pecc reina 12 anos cm Gileade 75274C a.8-14).16-21 . começou um reinado de 21 anos em Gileade (veja Os 5. Tigiate-Pileser III renovou a política expansionista da Assíria. ancestrais dos Tobias que vieram mais tarde).741 a. ele não estava satisfeito com a submissão dos reis locais e o pagamento de tributo. Hozor Menaém 10 anos.. que se recusou a juntar-se a Peca e Resim contra Tigiate-Pileser. durou somente um mês (2 Rs 15.17-26).. por mais dois anos (752-742. penetrando assim na Transjordânia.30). Acaz.C. surpreendentemente liderada por Azarias de Judá. num. Tigiate-Pileser 111 teve de enfrentar uma coalizão de estados ocidentais.-31)^ Jotão se aproveitara da divisão do reino do norte para exercer poder militar contra o rei de Amom. 2 Rs 15. Pecoía ? anos em Samaria. rei dc Arã ] Damasco tAdti.5-9.C.6) e os edomitas atacaram Judá pelo sul (2 Cr 28. filho de Remalias.3-6). e façamos reinar no meio dele o filho dc Tabcal. Enquanto Tigiate-Pileser estava envolvido em outra parte.5.C. reduzindo-os a províncias sob os governadores assírios. Peca. Todavia.1719.. Jotão foi definitivamente deposto em favor de seu filho. 2 Cr 28. O esforço não foi bem-sucedido e Menaém de Israel pagou tributo aos assírios (2 Rs 15. Is 7. Seu sucessor. Tigiate-Pileser evitou campanhas demoradas distantes de suas bases de suprimento. mas a liderança de Jerusalém não era da mesma opinião.C. tentativa de depô-lo a favor de um certo Tabeal (provavelmente Tabcl. com Etraim.C. mas o assassinou e tomou o poder sobre toda Israel durante outros oito anos (740-732 a.. Ao contrário de muitos de seus predecessores. A CAMPANHA DE RES1M E PECA CONTRA JUDÁ 7 3 5 a. Peca e Resim imediatamente declararam guerra a Acaz. A oposição ao governo permanente da Assíria foi sufocada com o exílio das classes altas e a instalação de deportados de alguma outra parte do império.). (Isaías 7. filho de Jeroboão II.1-6).C.. filho de Remalias.C. Eles esperavam organizar uma fronte unida sólida contra os assírios.109 Porquanto a Síria teve contra ti maligno conselho. Resim ajudou os edomitas na reconquista de Elate (2 Rs 16.. Vamos subir contra Judá.17). iniciou então a anexação dos territórios conquistados. Pecaía. Jotão viveu até o seu vigésimo ano (732/ 731 a.25.. dizendo-. ISAÍAS 7-9. Tentativa de coroar o filho de Taot-ol RebateBenéAmom O Peca. Salum. o novo usurpador. ocupando várias cidades nas principais entradas da região montanhosa (2 Cr 28.). Pec?. não conseguiu forçar a sua vontade sobre Jerusalém e os prisioneiros tomados durante sua incursão foram devolvidos (2 Rs 16. Acaz (735 a. 2 CRÔNICAS 28. Enquanto isso. 752 740 a.

os primeiros a caírem sob o tacão de um conquistador. Tiglate-Pileser respondeu imediatamente. fugiu para o Egito. veio Tiglate-Pileser. A semântica bíblica exige que "caminho do mar" seja um caminho que leve ao mar.C.C. Exílio dos habitantes dc Astarote (Relevo do palácio de TiglatePileser tll em Calá) . rei de Israel. Este foi também o vigésimo e último ano de Jotão (2 Rs 15.. e a toda a terra de Naftali. Gileade é.C.1). O exército assírio seguiu para o norte do Sinai. rei da Assíria e tomou a Jjom. e os levou para a Assíria. e a tlazor. Os reis da Palestina ficaram então impossibilitados de receber qualquer ajuda por parte dos egípcios. principal cidade de Basã. Tiglate-Pileser 111 diz que nomeou Oséias rei de Israel e recebeu pesado tributo das mãos dele. tomando primeiro Ijom e Abel-Bete-Maaca. O reinado de Acaz como único governante durante 16 anos é reconhecido a partir desta data (2 Rs 16. uma das que foram tomadas nessa ocasião. ele marchou contra a Filístia.m 734 a. Na esteira desta derrota esmagadora. Um relevo assírio de Calá mostra o exílio dos habitantes de Astarote. As datas das suas campanhas ao sul do Levante são determinadas de acordo com seus anais nas Crônicas de Epônimos. tendo sido evidentemente tomadas nesta ocasião. Forças foram enviadas para Gileade e para a "Galiléia. Desde que o norte da Sefelá havia caído recentemente em poder dos filisteus (veja mapa 145). uma guarnição foi deixada no Ribeiro do Egito. logo depois que seu rei. Nos dias de Peca. 733 a. Hanum. e a Quedes.2.110 Também os filisteus deram sobre as cidades da campina do sul (Neguebe) dc Judá (2 Crônicas 28. Gaza foi conquistada em seguida. onde os meunitas foram também forçados a submeter-se.30). a Galiléia dos gentios" (Is 9-1). ele virou para o oeste. cruzando a Alta Galiléia em direção a Janoá.C. Peca foi assassinado por Oséias. nos confrafortes acima de Tiro. isto se ajusta perfeitamente à estrada de Abel-Bete-Maaca a Janoá. A seguir.).2). o cerco de Gezer descrito em um dos relevos de Tiglate-Pileser deve ter ocorrido durante esta campanha. a "terra além do Jordão". Assegurou assim suas linhas de comunicação com Tiro e. Isaías descreve esses territórios. (2 Reisl5. c a Jona. e Abel-Bete Maaca. e a Gileade. ASCAMPANI IAS DETIGLATE-PILESER III 7 3 4 A 732 a. deu-se a invasão do norte de Israel. naturamente. 732 a.29. filho de Ela (732 a. No ano seguinte. No ano seguinte. marchando de volta pela Alta Galiléia. Tiglate-Pileser III iniciou seu ataque do vale de Beqa' no Líbano. além do Jordão. como "o caminho do mar.C.29) Damasco ficou então completamente isolada. toda a terra de Naftali". e a Galiléia. F. conquistou Cades.. 2 Cr 28. Ele podia agora concentrar-se no cerco de Hasor sem medo de problemas com a Alta Galiléia.C. ela foi derrotada pelo exército vitorioso dc Tiglate-Pileser III. e a "Galiléia dos gentios" é literalmente a "Região dos gooim (gentios)". principalmente o vale de Jezreel (o equivalente a llarosete-Ila-Goim [Harosete dos gentios j em Juizes 4.28) CONQUISTAS DOS FILISTEUS NOS DIAS DE ACAZ 7 3 5 a. Iirom e Merom aparecem numa lista assíria de prisioneiros desta campanha. O principal curso da campanha pode ser deduzido de 2 Reis 15.

I. 17. 1 (SÔNICAS 5. TIGLATE-PILESER111 .yAijalorrç. CRÔNICAS DE EPÔNIMOS .9.6." "Gezer icroiV Jerusalém Asdode^i Asquelom ® Hebiom . LISTA DE PRISIONEIROS DE TICLATE-PILESER III Some da Cidade Número de Prisioneiros Cedes irorrt HaZO» Arumo Quinereí? llanaton Jvtbote Canó I lonalon Astarote Jorhare NflÇÕM Iirom Aruma Merom Megido Rümoíe-Gileade Samaria Moonoim Rabate-Bene-Amom ^.üibom Arade Berseba 2 REIS 15.itani (Burj c! Alàwyeh) Yanvn (El-Gdelho/ tooiosJ ÍQolo t Marun) ThcbthinJ Caminho do ) Abel-Bel.29.25: ANAIS.CA1Á.

. aos Últimos recessos do Líbano.C.-V'- Mar Superior • Damasco Tiro V Babilônia Ai^ioçío Je.úripíém RobatoBcncAmom bteífes Solmonasor III Tiglote-Pileser III Esardom Assurbanipal >>•. tiiiwzm lema Bi wSItiilMií ifer Vermelho Exírcito assírio ataca uma cidade (Relevo do palácio de Tigiate-Pileser IT1 em Calá) No-Arricm .2 Com a multidão dos meus carros subi cu aos cumes dos montes.í^Togorma ^ U HU 'f Nisibis. • . ((saias 37.11.. 'bufSharrukin '4ÍM •* 5<fmot Caratepe Til Barsip Hodala V Calná T&fíTbinot Ecàlfé "Rszefe Árvadè Hamate Sumurf.24) A ASCENSÃO DO REINO DA ASSÍRIA SÉCULO IX A VII a.

USTAS DE EPÔN1M0S.C. A Transjordânia tornou-se a província de GaTazi ( = Gileade). especialmente a importante cidade de Afeque. ou a maior parte dela. (Isatas 9. com toda a probabilidade.113 Ele envileceu. n u s p r i m e i r o s t e m p o s . e a terra d c Naftali. provavelmente. também a Alta. a terra d e Z e b u l o m . Seu território foi dividido em quatro províncias.ASSÍRIA Tomar A política assíria tornou necessária a organização dos territórios recém-conquistados em distritos sob governadores fiéis. Isto não impediu a continuação de algumas dinastias locais em estados-chave. porém.16-18. Acaz cm Judá e Oséias em Israel eram tributários e foram encarregados de manter a lealdade de seus súditos. causara problemas excessivos para que a sua dinastia pudesse sobreviver. sido entregue provisoriamente ao governador de Megido. foi provavelmente entregue a Tiro. Asdode e Ecrom. DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS . Damasco.1) Zedode Lebo-Hómote DISTRITOS ASSÍRIOS NOS DIAS DETIGLATE-PILESER III 732 a. . 47. Um governador assírio veio a ser instalado no recém-reconstruído centro administrativo de Megido. Ela é mencionada nos registros assírios. mas nunca como sede de um governador. a Galiléia d o s gentios.1. A Planície de Sarom continuava evidentemente fazendo parte de Samaria. O território tomado de Israel teve um destino similar. A província de Megido abrangia principalmente os Vales de Jezreel e Bete-Seã e. tais como Tiro e as quatro principais cidades da Filístia: Gaza. Galiléia. Dor talvez já fosse dependente de Tiro. embora o seu território (Nafote-Dor) tenha. m a s n o s últimos t e m p o s a e n o b r e c e u j u n t o a o c a m i n h o d o mar. alem d o J o r d ã o . E Z E Q U E I . A Alta Galiléia. Asquelom. Berjlc' Damasco Carnaim Ramote-Gileade Bezer Samaria iMaanaim Rabate-Bene-Amom Ecroir Jerusalém Províncias assVias Reinos subjugados Fronteira antiga entre Israel e Arã-Dyfiiasco Quír-Moabe 1SAÍAS 9.

achou necessário lutar no ocidente.) e lamani (712 a. Asdode Asquelom^ /rés = W Z A Jerusalém Gibetom Gate' ^Ecrom Ccmpanha de Sargão a Gaza e Rafic (720 a. genera enviado pelo rei do Egito Depois de uma campanha contra cs tribos árabes.). seu sucessor. OUTRAS LISTAS. Oséias pagou seu tributo com a aproximação da ameaça assíria (2 Rs 17..C. reis de Asdode Asdode-Yom. os escribas de Sargáo atribuíram a conquista de Samaria ao seu rei. Todavia. Abertura de um "porto fechado" do Egito como centro comercial forças de Salmanasar IV Forças de Sargão II Forças egípcias jKArisK"-^^^ • ^ ^ \ o 2 REIS 17.3).) Porto fechado do Egito Lobõf. Oséias pediu socorro a "So. C o n q u i s t a d e E c r o m (Relevo d o palácio d e Sargáo II e m C o r s a b a d e ) .114 C o n t r a c l c s u b i u S a l m a n a s a r r e i da Assíria.C. Sargão marcha até a fronteira do Ribeiro do Egito. SARGAO II - CORSABADE ASSUR Com a morte cie Tiglate-Pileser II em 727 a. e sua população levada paia o exílio.) T Somaria Campanha de Sargão contra Azttri [713 a. C Campanhas de Salmanasar V e Sargão II (724-721 a. A cidade sucumbiu diante do cerco no nono ano de Oséias (723/722 a. rei do Egito" (Osorkon IV ou :Téfnakhte" rei de Sais) e deixou de pagar tributo a Salmanasar. sendo sucedido por Sargáo II. Tributo recebido de Shilkanni (Osorkon IV). O rei assírio prendeu Oséias e iniciou seu ataque sobre o reino desleal dc Samaria no sétimo ano de Oséias (825/724 a.I. Salmanasar V morreu pouco depois.). ANAIS. (2 Reis 17..C.3) AS CAMPANHAS DE SALMANASAR V ESARGÃO II NA PALESTINA 724 a 712 a . ISAIAS 20.C..C.C.3-6. Batalha com Re'u.C. Anos mais tarde. Salmanasar V.

e a fez habitar nas cidades de Samaria. e de Hamate. (2 Reis 17. ANAIS. em lugar dos filhos de Israel.30-31. TIGLATE-P1LESER III.26. que havia capturado.c-c a Palestina 2 REIS 17. Nomeei meu oficial sobre eles como governador c os considerei como assírios. SARGÃO II Sidom i Damasco Tiro ^ c O Reorganizei essas cidades. Coloquei ali povo das terras do oeste.115 H o rei da Assíria trouxe gente de Babel. ASSUR . Berseba Quir-Haroscte Sargào 11 (Relevo do palácio de Sargão II em Corsabade) | Províncias assírias Reinos subjugados E D O M J *Bozfa ANAIS. e tiveram de suportar o meu jugo. OUTRAS LISTAS. e Sefarvaim.C..24) Cerquem is O EXÍLIO DOS POVOS DE E PARA ISRAEL SOB OS ASSÍRIOS 7 3 4 A 712 a. e de Ava. Carnaim Megido lamoteGileade Samaria \ •Bezer 'Sucote • Geder ( Betei 1 / Rabate-Bene-Amorn O povo de G e d e r moabita atacou uma cidade ü V : ' M / IfO Asdode Asquelom Jerusalém HebroíTi Dibom Labào. (Anais dc Sargáo II) C A R N A I M OS DISTRITOS DA ASSÍRIA NOS DIAS DE SARGÃO II 7 3 3 A 7 1 6 a. Assur Hornafe * Todmor '"«'•«nu bamaria y " •- • Exilados da Palestina i f í i i i m i i i Exilados p.C. e de Cuta.21. 1 CRÔNICAS 5.6. SARGÃO II CORSABADE..

mas o seu rei.116 DISTRITOS DA ASSÍRIA NOS DIAS DE SARGÃO II Sargão 11 teve realmente cie sufocar uma rebelião no Levante.).). é possível que tenha tido de tomar Gibetom e Ecrom. embora fosse um refugiado político em Elã (2 Rs 20. chegou até Siene mas o rei cusita (Shabako. Enquanto exilados árabes estavam sendo instalados em Samaria. duas cidades filistinas cuja conquista é retratada nos relevos do seu palácio. rei do Egito (Osorkon IV). Em 710 a. Ezequias adoeceu. que lhe enviou uma boa quantia. Azeca também. sendo provavelmente extraída e entregue aos quatro centros onde os oleiros faziam o vasilhame para o vinho. As vasilhas eram estampadas com selos contendo um símbolo oficial. ou talvez fosse uma forma abreviada do hebraico memshe(le)th "governo". o general egípcio Rc'u fugiu c Hanum. Cinco anos mais tarde. rei de Gaza. Ezequias tinha sido também advertido por Isaías a náo participar (Is 20). Na parte inferior estava escrito o nome da cidade onde o vinho foi fabricado. A inquietação inspirada pelos egípcios continuou a criar problemas na Filístia.C. pretendia o trono da Babilônia.C. Shabako.30).8). Uma embaixada chegou também da parte de Berodaque Baladã que continuava conspirando contra Senaqueribe.1-5. tiveram especial destaque.12-19. Socó ou Memshath.1-8).C. guerreou no delta do Egito. . comandante caldeu. O controle de Sargão sobre as rotas comerciais da Arábia e Filístia foi então reconhecido por Shilkanni.5). com novas fortificações na cidade e novas armas (2 Cr 32. PREPARATIVOS DE EZEQUIAS PARA A REBELIÃO 705 A 701 a. Ele marchou a seguirem direção ao sul para um confronto com o exército egípcio. Sargão derrotou Berodaquc Balada. Ele íbi deposto e entregue a Ezequias para que o mantivesse preso em Jerusalém. Enquanto isso. A província assíria de Asdode foi então estabelecida. Ele pode ter ficado no distrito de Belém (preservado apenas no texto grego). Piye.27-30). mas não queria insultar os assírios. sendo encontradas em quase todos os sítios dc importância militar ao norte e oeste de Judá. Durante os preparativos frenéticos para a guerra. seja um escaravelho de cinco asas ou um disco do sol com duas asas. A fim de fortalecer a posição do templo de Jerusalém. Padi. recusou-se a cooperar. Ezequias convidou os israelitas que ficaram a compartilhar das novas celebrações da Páscoa cm Jerusalém (2 Cr 30. mas Isaías lhe assegurou que iria curar-se e viver mais quinze anos (2 Rs 20. A argila de todas as vasilhas vinha de algum ponto da Sefelá. em especial o aqueduto de Siloé (Shiloah) do manancial de Giom (2 Rs 20.10-11). foi substituído por seu irmão.3-4). Gate e Gezer aparentemente se tornaram fortificações judaicas. Desde que não havia mais reino em Samaria.1-22. Is 39. representando a capital.1-11. rei de Cuxe. o candidato caldeu ao trono da Babilônia. Is 38. Nesse mesmo ano. Laquis e Libna eram os principais centros a sudoeste da Sefelá..31. Desde que as vinícolas reais ficavam na zona montanhosa (2 Cr 26. apesar das dinastias locais continuarem a governar as cidades-estados. Ahimitti..C. em 713 a. mas evidentemente pagaram seu tributo a toda pressa quando o general de Sargão chegou com o exército. O desleal rei de Asdode. uma revolta popular explodiu em Asdode. de maneira que Ezequias enviou suas tropas para ocupar pontos fortificados da Filístia a oeste do Neguebe (2 Rs 18. com quatro alças. Memshath. ele iniciou uma campanha contra os centros de adoração rivais em toda Judá e Samaria. acabou capturado. Judá. ocupou-se nos anos seguintes com conflitos no leste e especialmente na Babilônia. Sargão II conduziu uma campanha contra os árabes do norte. sucessor de Sargão.42-43). Sargão morreu numa campanha contra os cimérios ao norte. ele chegou à fronteira egípcia no Ribeiro do Egito. As vasilhas de vinho. de 701 a 686 a. Este rei de Asquelom obteve controle de Jope e da zona rural da cidade. O "Porto Fechado do Egito" foi inaugurado como centro comercial. As cidades de Gate e Asdode foram conquistadas. liderada pelo rei de Hamate e apoiada pelo remanescente do povo de Samaria (720 a. Ele usou então esses recursos para fazer de Judá uma nação armada. Zife.C. Azuri. o rei cusita da vigésima-quinta dinastia. O quarto..1-3). A inscrição superior diz: "(Pertence) ao rei". O povo dc Ecrom apoiou a conspiração contra os assírios. chefiada por um pretendente chamado Iamani (nome próprio equivalente a Iavan em hebraico ou a Ion em grego). Berodaque Baladâ.17-29). Projetos dc engenharia para garantir o suprimento dc água nas cidades fortificadas foram também realizados (2 Cr 32. Edom e Moabe parecem ter-se envolvido. Ezequias e outros reis locais ac sul do Levante consideraram a morte de Sargão II como uma oportunidade para remover o jugo assírio. irmão de Piye) lhe recusou asilo político. rei de Gaza.20: 2 Cr 32. Os simeonitas foram incentivados a se instalar ali (1 Cr 4. Quatro anos mais tarde (716 a. três desses centros ficavam em cada um dos distritos ao sul das montanhas de Judá. Silli-Baal. Depois de derrotá-los e forçá-los a pagar tributo.10). No caminho. Provisões foram armazenadas nas fortalezas em todo o reino (2 Cr 32. Jerusalém.C. i. mas o exército assírio o mandou para o exílio em Elã.39-41) e também a tomar o monte Seir (a oeste) dos amalequitas (1 Cr 4. provenientes das vinícolas reais. No ano seguinte. não aceitou essa decisão.).e. Hebrom. ela ficou conhecida mais tarde como o estado dos Tobias. A batalha decisiva foi travada em Rafia. A capital de Tab'el era Tiro. Ezequicl sucedeu a Acaz no trono de Judá (715 a.).5-6.C. um oficial assírio levou a Calá notícias de que um certo Ayanur da terra de Tab'el havia informado que o povo de Geder atacara uma cidade moabita. prometeu apoio aos rebeldes (Is 30. Os funcionários responsáveis pelas vinícolas muitas vezes colocavam seus selos pessoais cm uma ou mais das alças. Senaqueribe. Sua política de obediência sob as ordens de Sargão II havia permitido que Ezequias auferisse enormes lucros com o negócio das caravanas (2 Cr 32. permanece não-identificado e não faz pane das listas de cidades. Shabako já estava no controle do Egito. Iamani fugiu para o Egito.

. e do azeite.C.12-20: ISAÍAS 22. garantindo assim suporte logístico da Fenícia. A cronologia bíblica de eventos mostra que a batalha em Elteque foi posterior à queda de Laquis e durante o cerco de Libna (2 Rs 19-9: ls 37. rei de Sidom. chegou com o seu exército em 701 a. Os escribas assírios mencionam aqui dois eventos relacionados lógica.. Sidom. uma importante fortaleza judaica.C.32. rei de Ecrom Asdode Também armazéns para a colheita do trigo.3-8. Amom. e as fez correr por baixo para o ocidente da cidade de Davi.. o líder rebelde. porque lizequias prosperou em toda a sua obra.. Moabe. Edom Mar de Quinerete .. A queda das cidades fenícias inspirou medo em muitos dos antigos aliados de Ezequias. Biblos. Senaqueribe.6-8.lídificou também cidades. sendo os rebeldes castigados à morte por empalação. A conquista seguinte foi Timnate no vale de Soreque e depois Ecrom.. Senaqueribe rcccbc tributo dos reis de: Samsimuruna. fugiu para ladana (Chipre) onde encontrou a morte.croir. ocupadas pelo rebelde Sidqia de Asquelom. e do mosto. VV:. agora em sua terceira campanha militar. Azcca f'Mcr*. Sua referência à captura de Azeca. mas não cronologicamente...8-11: 1 CRÔNICAS -4. a saber. Distritos de Judô Centro vinícola real 2 REIS 18. Asdode. 20. Luli (Elulaios) de Sidom. Etobaal foi nomeado em seu lugar. SENAQÜERIBK luli.9). eles correram para pagar seus tributos em Aco e renovar sua aliança com Senaqueribe (veja mapa 153).38-43: 2 CRÔNICAS 30. foi tomada. Senaqueribe marchou então contra a Filístia e Judá.olc) Beiém Asquelom' Conquista de cidades contrárias ò revolta Maresa Fortalecimento das fortificações e construção 60 squeduto dê Siloé (Siloam] IMcetn* Os simeonitas vâOj pato o deserto do Neguebe Eerseba Conquista de u q u i s peio exército assírio (Relevo do palácio de Senaqueribe em Ntnivc) á Fronteiro interhociòndl Gs sirneonitos vão perd o Monte Seir . O primeiro objetivo era dominar a costa da Fenícia.Também o mesmo Exéquias tampou o manancial superior das águas de Giom. Um fragmento de uma ''Carta ao deus (Assur)" relatando a vitória do rei pode suplementar a descrição nos Anais de Senaqueribe.117 Ocupação de Jope e seus povoados Cortas enviadas ao monte Efraim e à Galiléia ReflftüÇâo de Padi. por mar. 27-31: ANAIS. Arvadê. foge poro ladnano (Chipre) Sidosr I SENAQUERIBE RECONQUISTA A FENICIA 701 a. Jope e as cidades do interior. a deposição de Sidqia e a derrota do exército egípcio-cusita que atendera ao chamado de Sidquia e Ezequias.(2 Crônicas 32-28-50) . é seguida .

rei de Asquelom Bete Dag< '^///////r. Asdode e Ecrom. o cusita Taharka (Teraca bíblico) subiu ao trono em 690 a. C O T A AO DEUS ASSUR. Senaqueribe aceitou a promessa de Ezequias de pagar pesados tributos e retirou-se.. Com o ajudn dc Assi/r. e envolveu-se em uma política ativa de interferência na Ásia.C.10) /Asquelom E achou o rei da Assírip pelejando contra Libna (2l?ri9. eu a capturei. NÍNIVE JUDÁ E SEUS VIZINHOS DURANTE O REINADO DE MANASSES 701 A 642 a. Os rçis do Egitç 9 05 cotros do rei de Cuxe. Isaías define a marcha de uma força hostil do norte para ameaçar Jerusalém (Is 10. BeteSemes e outros pontos. provavelmente Gate. meu senhor. 36-37.os derrotei (Anais de Senaqueribe} Bftlê-Hôfôttt Superior Jabneel Befe-Horom inferior Micmás Quiriate-Jearim imnc Cerco de Rabsaque e sua súbita retirada Gibeá Anatote Nobe < Jerusalém Asdode Bete-Semes Neste mesmo dia parará em Nobe: acenará com a sua mão ao monfe da filha do Siõo.-8) Azeca Adulõo " Aczibe A cidade de Azeca..em Gate.c. Os fenícios se inclinavam fortemente para o lado dos egípcios.3. mas continuou a pagar uma pesada indenização aos assírios. Escavações encontraram restos de grande devastação em Laquis.23). eu..28-32. seria a próxima. por causa da sua recente enfermidade. nem choreis muito (Mq 1. RELEVOS..28-32). M1QUÉIAS 1. As palavras melancólicas de Miqucias sobre as cidades da Sefelá sugerem o destino de outras cidades na área (Mq 1.. As duas principais entradas a oeste para Judá ficaram então bloqueadas. No Egito.1 0 .8-16. eu a devastei. eu levei os seus despojos.1: 2 Cr 33-1.localizado nos montes. 697 a. SENAQUERIBE NA FILÍSTIA E JUDÁ 701 a. Depois de derrotar os egípcios.1-23.. Ezequias nomeou seu filho Manassés co-regente. Berseba. ISAÍAS 10. A captura de Azeca deixaria Gate desprotegida. Senaqueribe reivindica a captura de 46 cidades muradas e os povoados adjacentes. NÍNIVE. Mas Jerusalém ficou a salvo. 2 CRÔNICAS 32. tão logo este fez 12 anos (2 Rs 21.. o òuteiro de Jerusalém (Is 10. {Carta ao deus Assur) Belém ^ Morcsctc Gate Maresa Ma MorU Exército Exército de Senaqueribe Belele-Aphraír Hebrom 2 REIS 1 8 ...8-1Ó). Este foi um golpe de que Judá nunca se recuperou. . Arade. As cidades e áreas em questão foram dadas aos reis leais de Gaza. (Isaías 37. Pelo q u e assim diz o Senhor acerca d o rei da Assíria: Nã entrará nesta c i d a d e . seguida de Libna. se prepararam para a batalha na vizinhança de finque. a maior cidade conquistada nesta campanha. Debir. teim-í Cidades dc Siquio. Nesse entretempo. o exército assírio foi aniquilado — em termos bíblicos pelo 'Anjo do Senhor". CERCO DE LAQUIS .PAIÁQO DE SENAQUERIBE.32) Nào o cnuncieis . Laquis.c O território de Judá foi grandemente reduzido por Senaqueribe como castigo por ter liderado a revolta.C. chefiados por Tirhaka (Taharka).118 de uma cidade filistina tomada por Ezequias.).. . o irmão mais moço e provável co-regente de Shabako. Ezequias pode ter gozado de uma certa notoriedade por ter sido livrado das mãos de Senaqueribe (2 Cr 32.

os reis de 12 estados da lèrra de 1 lati — Além do Rio. inclusive Judá.119 Pelo q u e ü S e n h o r trouxe sobre eles o s príncipes d o exército d o rei d a Assíria. para isto precisava do apoio árabe. irmão mais moço de Assurbanipal.j. assim como religiosos.. ao longo da costa.C. Enquanto reorganizava a Babilônia. rei de Tiro. no qual as cidades da Assíria.C. o que significava a reintrodução de todas as práticas do culto cananeu que Ezequias havia removido. inclusive o culto a Baal. o r o u deveras ao S e n h o r seu Deus. Nesse ano ele assegurou seu domínio sobre a costa do sul.C. Por sua vez.1-18... Os assírios geralmente não forçavam seus vassalos a adorarem os deuses assírios. ele conseguiu convencer o rei assírio de sua lealdade e pede voltar a Judá com permissão (e provavelmente fundos) para reconstruir Jerusalém e restabelecer as cidades fortificadas de Judá (2 Cr 33. Manassés estava entre os mesmos. ^ .648 a.). foram envolvidos no esforço de guerra. e o t o r n o u a trazer a Jerusalém. sidônio.) Quando Esaradom tornou-se rei da . comparado a Acabe de Israel (2 Rs 21. como castigo pelo apoio dado anteriormente por Tiro a seu irmão. representavam laços diplomáticos e econômicos. inclusive Dor e Aco.. e o levaram a Babilônia. juntamente com seus vizinhos.11-17). especialmente Tiro.).C. foram entregues a Tiro.C. estes dominavam as rotas das caravanas. 2 . /\Elate 2 CRÔNICAS 33.) Ramote-* Gileade : Povo. Manasses morreu em 642 a. Aserá e o exército dos céus. capturando a cidade de Arza na "fronteira do Ribeiro do Egito". c o amarraram com cadeias. ouviu a s u a súplica.C.). Um exército árabe foi surpreendido e aniquilado pelos assírios quando tentava entrar no vale do Eufrates (650 a. Esaradom envolveu-se em esforços militares e diplomáticos na direção dos árabes. A sorte de Judá mudou radicalmente depois da grande guerra civil que abalou o império assírio. Mais tarde. a o seu reino. seus santuários (e embaixadas) estavam situados "defronte dc Jerusalém.. Assurbanipal levou a efeito uma prolongada campanha contra os árabes (644/643 a. deixando a seus sucessores a oportunidade de aproveitar-se desta extraordinária reviravolta dos acontecimentos Megido Esaradom dá cicades costeiras a Baal. o deus imperial Assur não era sequer adorado em Jerusalém. rei de Tiro (677 a. Sidom (2 Crônicas 33. dc .C.). com as nações circunjacentes. Shamash-shum-ukin. Um tratado foi feito por Baal.13). moabita e amonita. Ele é. Desde a primeira invasão bem-sucedida de Esaradom (671 a.C. Manassés.11-13 . Durante anos.C.C. TRATADO ENTRE ESARADOM E BAAL DE '1TRO. Esaradom conquistou Sidom e terminou com a sua hegemonia na Fenícia. Os tírios e os árabes apoiaram a Babilônia.C.). o s quais p r e n d e r a m a Manasses entre o s espinhais.C. ã mão direita do monte de Masite (monte da corrupção)" (2 Rs 23. - * Asquelom / / / \ iX >*" Ecfòirí • '*• &ÈÍ \ > í.! Geder aíaca J • \ • . y . agora o estado favorito da Assíria. Os vários cultos estrangeiros.C ) - Hebrom X" Dibüin @ Quir-Moabe — tCodes-Barnéia REIS QUE FIZERAM CORVÉIA PARA ESARADOM Balu rei de Tiro Manassés rei de Judá Quasbri rei de Edom Musuri rei de Moobe Sil-Bel rei de Goza Metinti rei dc Asquelom Icansu rei de Ecrom Milquiasapa rei de Biblos Matã-Baal rei de Arvade Abi-Baal rei de ShamsimuJuna Püduli rei de Bete Amom AKirriilki rei de Asdode | —1 ^ Província sob administração direta da Assíria Fortes/palácios assírios r . E ele. enviou tropas ao Egito (667 a.Assíria depois do assassinato de Senaqueribe (681 a..•• .. Um líder árabe hostil foi deposto e um homem leal aos interesses assírios ocupou o seu lugar. •«. A Babilônia caiu c seu jovem rei morreu em 648 a.1-20.e Deus. ele desafiou o trono imperial do irmão (652 a. ANAIS DE SENAQUERIBE E ESARADOM. depois dc 6?6 a. .) até a conquista de No-Amom por Assurbanipal (664/663 a. angustiado.).C. não se satisfez em reinar apenas sobre a Babilônia. forneceram trabalho em sistema de corvéia para cortar c entregar árvores do Líbano para o novo palácio de Esaradom que estava sendo construído em Nínive. na viagem de volta ele atacou também Usu e Aco.3). os estados do Levante.). portanto. até a fronteira da Filístia. Assurbanipal mandou chamar os líderes do oeste para serem interrogados. Essas formas religiosas não eram exigidas pela Assíria. Dois anos mais tarde. Nesse mesmo ano (677 a. eber ZL .C. GVRTA DE NINRODE R E ® 21. Manassés era agora o único rei de Judá com seus pesados ônus financeiros.. Jerusalém /r r Bene-Amc Gaza Te/l Hqrçr Te! goma ! Território de Judá j entregue aos filisteus íôor Senacueribe 1(701 o. logo teve de enfrentar uma rebelião em Tiro e Sidom (679 a.). Ele voltou-se para os seus vizinhos. O monarca assírio pretendia invadir o Egito.

Mas Gyges perdeu assim o apoio da Assíria contra os cimérios e foi morto quando estes invadiram a Lídia (654 a. o medo. não existe rio! (Anais de Esaradom) A CONQUISTA DO EGITO PELA ASSÍRIA 6 6 9 A 6 6 3 a.C.C. Assurbanipal tomou No-Amom e nomeou Psamético I. mas acabou derrotado pelos medos e caldeus.).120 Desde a cidade de Afeque na Terra de Samaria à cidade de Rafia na região do Ribeiro do Egito. e forçados a voltar a Carquemis. com o propósito de participar da conquista..). láharka voltou a Mênfis (Mofe).C.C. Psamético colocou a filha como sumo sacerdotisa em No-Amom em 655 a. e Nabopolassar correu para Nínive em 612 a. Phaortes. Assurbanipal usou as coroas da Assíria e Babilônia até 630 a.C. unindo assim o Egito sob a vigésima-sexta dinastia.C. tomasse a Babilônia.C. pelos reis da Arábia usando camelos fornecidos Mar Vermelho No-Amom1 ANAIS DF.. capturou Assur em 614 a. Finalmente.C. rei da Babilônia (652-648 a.C. mas foram expulsos em 610 a. . Ele tornou-se independente da Assíria com a ajuda de mercenários enviados por Gvges.C.. Todavia. Cerca de 623 a. mas Assurbanipal derrotou o seu exército e o fez recuar até No-Amom (667/666 a. É possível que tenha mantido o trono da Babilônia (sob o seu nome Kandalu) até a sua morte em 627 a. em especial Neco I de Sais.C. quando entregou o império a Assur-etil-ilani. filho de Neco 1 de Sais. Em 616 a.. ele estava firmemente no controle de uma Babilônia independente aliada com os medos contra a Assíria. Durante a segunda invasão (671 a. Psamético 1 enviou uma força expedicionária para ajudar os assírios.C. já havia sinais de tensão interna e perigo externo que eventualmente provocaram a sua queda. O delta ficou livre do jugo cusita e foram instalados governantes locais próassírios. vindo a formar um Egito unido em 655 a. revelou a fragilidade da lealdade de alguns colaboradores. Ol.C.C.C. ESARADOM E ASSURBANIPAL. Psamético I conseguiu sua independência. O reinado de Assurbanipal marcou o apogeu do poder assírio.) pode ter sido causado pela falta de ajuda dos árabes. üs assírios recuaram para Harã.C. em 664/663 a.C. um caldeu. Um sério ataque dos medos foi detido com a morte do seu rei. o rei assírio morreu a caminho de outra campanha no Egito. na batalha (653 a.C.). A vigésima-quinta dinastia cusita havia interferido no Levante e Esaradom estava decidido a expulsá-la do Egito. os árabes deram apoio ativo a Esaradom para o transporte seguro do exército assírio através do deserto. Em 669 a.). O conflito com Shamash-shum-ukin.C.. A rivalidade entre os usurpadores na Babilônia veio a afetar eventualmente o trono imperial em Nínive e permitiu que Nabopolassar. Ciaxares. Samaria—i Asdode / Asquelom i j «-Jerusalém GazOj/ < Rafia J J r O Suprimento de água potável tirada de poços. A ameaça dos cimérios pelo norte foi desviada para a Lídia (654 a. tais como os fenícios e os árabes.TROS DOCUMENTOS ASSÍRIOS: CRÔNICA BABILÔNtCA Conquista de cidade egípcia pelo exército assírio (Relevo do palácio de Assurbanipal em Nínive) DECLÍNIO E QUEDA DO IMPÉRIO ASSÍRIO HNS D O SÉCULO VII a. O fracasso da primeira tentativa de Esaradom para invadir o Egito (674 a.). rei da Lídia.C. rei do delta.).

Joaquim foi concebido com Zebuda.. ele começou a buscar o "Deus de Davi. Aos 14 anos ele já era pai (634 a.24-34. A descoberta casual de um pequeno forte na costa norte de Asdode revelou algumas inscrições no idioma hebraico-judaíta. (2 Rs 22. na lista de Tutmósis III e nas Cartas de Amarna. isto é.28).1. Jeremias começou seus 23 anos de profecias (Jr 1.C. executou os regicidas e coroou rei a Josias. 2 Cr 36. A grande cerimônia de celebração da aliança e reforma nacional foi realizada em 622 a. filha de Jeremias de Libna. filha de Pedaías. ao redor" (2 Cr 34. e ainda até Naftali. e de Efraim.6). chamada Sinrom no livro de Josué (Js 11. provando que a autoridade de Josias tinha se estendido até a costa.C.C. filho de Manasses. (Zacarias 10. só reinou dois anos (642-640 a. O "povo da terra". 2 Cr 33. Só o grupo de sacerdotes e levitas de Jerusalém teve permissão de participar (2 Rs 23. Hamutal. a nobreza.3).C. Simeão é a cidade de Zebulom na Planície de Jezreel.C. 2 Cr 34. Ela era a principal cidade israelita no vale dc Jezreel. não só em Judá mas também "nas cidades de Manassés. No ano da morte de Assurbanipal (627 a. que foi o seu oitavo ano (632 a.9). Neste. atraindo os israelitas do norte de volta a Jerusalém. Notícias da aposentadoria de Assurbanipal (em 630 a. quando Josias decidiu combater ali a Neco II..2: 25. Josias estava seguindo o exemplo de Ezequias.).5). Os governadores assírios se mostraram aparentemente incapazes de fazer oposição a ele.C.).1.36.C.C. sob a influência do sogro que era da cidade sacerdotal de Libna na Sefelá.3-24. . mas conhecida como Shimon nos Textos de Execração. Dois anos mais tarde.) antes de ser assassinado numa conspiração palaciana.39).23-22. e de Simeão. seu pai" (2 Cr 34. o reino de Judá estava preparado para selar o seu tratado de independência. mas parece que ele estava prestes a restabelecer o reino israelita com Jerusalém como capital. como confirmado por Josefo e pelas fontes talmúdicas. em seus lugares isolados.). Até Megido foi abandonada pelos assírios em 609 a. na Baixa Galiléia (2 Rs 23.1). depois de Megido tornar-se um quartel-general assírio.C).) podem ter inspirado Josias a iniciar sua campanha contra todos os pontos altos de culto rivais de Jerusalém.11) O REINADO DEJOSIAS 628 A 6 0 9 a. Não se sabe ao certo até que ponto seu controle era firme. Seu nome no período do Segundo Templo era Simonia.8-35. de Ruma.1-3) e quando Napobolassar se achava solidamente estabelecido na Babilônia (623 a. 1915). lhe deu Joacaz. Amom. com oito anos de idade (2 Rs 21.121 Então será derribada a soberba da Assíria.

Não obstante. 2 CRÔNICAS 34-35 O Grande templo antes da época de josias A CAMPANHA DE NECO II A HARÃ 6 0 9 a..30. Joacaz. veio c levou o mamo do seu servo depois que medi minha colheita. nomeando seu próprio candidato e impondo o pagamento de um pesado tributo sobre o país prova que ele esperava controlar o litoral a leste do Mediterrâneo mesmo que os assírios sobrevivessem ao ataque babilônico. o príncipe cuja mãe era dc I.C. Seu ato de remover o rei judeu escolhido. mas três meses depois Neco o destituiu e nomeou rei a seu irmão mais velho. isto não o impediu de comportar-se como senhor do Levante. Joaquim (2 Rs 23.2) O REINO DE JOSIAS Codes Jctbafó Nave Cornoim rSimeão Que o senhor. Josias compreendeu que seu reino não poderia manter a recém-conquistada independência se Neco tivesse êxito. Seu servo é um ceiseiro.122 Eis que um filho nascerá à casa de Davi..ibna. e foi sucedido por seu filho. Psamético II morreu em 610 a. mas pagou com a vida pela sua ousadia. (Da carta em hebraico de Mesad Hashavyahu) Samatiu Ramote-Gileade Inscrições hebraicas encontradas na fortaleza. Arade Carta em hebraico de Mesad Hashavyahu Quir-Haresele Tomar • ? •? — • j = to 1 5 ^ 2 REIS 22.. A tentativa de Neco de expulsar os babilônios de Harã fracassou completamente.. filho dc Shobai.. e seu servo ceifou e mediu e g u a r d o u . na reconquista de Ilarã. RabateBene-Amom Asdodi Asquelom Je*usalém Hcbrom En-Gedi Berseba. . c o m o s e m p r e a n t e s d o s á b a d o . Neco II. foi ungido pelo "povo da terra".30-35). cujo nome será Josias. O novo faraó continuou a política do pai e avançou para Carquemis.* no época de Josias i [Mesade Hoshuvyulw). (1 Reis 13. Ele tentou deter o avanço egípcio enfrentando-o em Megido.1-23. meu oficial. e liosahvahu.. Assur-Ubalite.C. possa ouvir a palavra de seu servo. . a fim de ajudar o último rei assírio.

CARTAS DE ARADE. HERÓDOTO Quando o exército do rei de Babilônia pelejava contra Jerusalém.4. desde o rio.1. e talvez outros. Zedequias.1). Jr 39. Moabe e Amom se haviam reunido para uma conferência em Jerusalém (Jr 27.C. mas conseguiu convencer Nabucodonosor da sua lealdade.18-19.. Zedequias foi incentivado a revoltarse contra a Babilônia. A resposta dos caldeus não se fez esperar. obri- . que renovou a política cie interferência na Síria.19). moabitas e amonitas. fez uma viagem à Fenícia. patrulhavam o Neguebe e recebiam suprimentos das fortalezas judaicas tais como Arade. e seu jovem filho. Os dois anos seguintes o viram de volta ao ocidente. no dia 2 do mês de Ádar (sábado. (Jeremias 34.7) OS ÚLTIMOS ANOS DO REINO DE JUDÁ 5 9 9 A 5 8 6 a.8-lOa. Zedequias foi levado para a Babilônia (Jr 51.12. 16 de março) 597 a. o rei do Egito nunca mais saiu da sua terra. 10b-13. 25 de janeiro. O exército de Ofra entrou em campo. a cidade foi tomada. sucessor de Neco.C.C.1. 27.12.3.C. Neústa. q u e ficaram de resto: contra Laquis e contra Azeca: porque estas fortes cidades foram as que ficaram dentre as cidades de Judá. embaixadores de Edom. Joaquim já havia morrido a 21 do mês Marchesvan (8 dez. em 595 o rei teve de esmagar uma rebelião na própria Babilônia. O exército babilônio sitiou Jerusalém e Nabucodonosor chegou logo depois.2). 51. outro filho de Josias. Quitins.1-30.6a.do Egito ate ao rio Eufrates.7) A ÚLTIMA CAMPANHA DE NABUCODONOSOR CONTRA JUDÁ 15 DE JANFIRO. cf. O exército babilônico recebeu ordens para cercar a "cidade de Judá" (Jerusalém) em 598 a. 6b-7.. 5 8 8 A 19 DC J U L H O .C. 588 a.3.C. foram enviadas para destruir Judá (2 Rs 24.1. Mal passado um mês. provavelmente mercenários cipriotas a serviço dos caldeus. 28.C.C. foi nomeado rei (2 Rs 24. Nabucodonosor enviou ordens para levarem Joaquim e seu séquito como prisioneiros para a Babilônia. no dia 10 do mês de Nisã (22 de abril) 597 a. Eles saíram da Babilônia no Kislev (17 de dezembro 598 a 15 de janeiro de 597). JEREMIAS 13. Ele voltou a Jerusalém por algum tempo. 2 REIS 24: 2 CRÔNICAS 36. CRÔNICAS BABILÒNICAS. 10b).10a. 52.C. Psamético II foi seguido por Ofra em 589 a.C.122 F.2). enquanto isso. em 599 as tropas babilônicas atacaram os árabes enquanto tropas dos caldeus.1) e Psamético 11.1.. 28.10-17. 22.. arameus (ou edomitas?)..1. Os edomitas. e contra todas as cidades dc Judá. Joaquim (Jeoaquim) subiu ao trono sob a tutela de sua mãe. atacaram Judá pelo sul. porque o rei dc Babilônia tomou tudo quanto era do rei do Fgito. 2 Cr 36. Nabucodonosor (Nebuchadrezzar) permaneceu na Babilônia em 600 a. O exército caldeu foi novamente enviado ao Levante cm 596 a. (2 Reis 24. O Egito estava aparentemente incentivando o fermento diplomático. Ezequiel 24.. Jerusalém foi sitiada no décimo dia do décimo mês no nono (décimo) ano de Zedequias (2 Rs 25. 6b-7. 5 8 6 a.) 598 a. "as cidades do sul (Neguebe) estão fechadas e ninguém há que as abra" (Jr 13.

ao rio Eulirates. conta o exército de. Gaza ou talvez Ecrom.20-24. apressou-se a voltar à Babilônia e retornou como rei para terminar o cerco.C.29) Acerca do Egito. Fracassa o cerco de Harã. e. ele perseguiu os egípcios em retirada para a terra de liamate e devastou a região (Jr 46.. marchou para o sul e tomou Asquelom (604 a.1).9). foi informado da morte de seu pai. Joaquim provavelmente sentiu-se seguro para não pagar seu tributo (2 Rs 24.C.. Nabucodonosor.2) • -Ç. houve outra campanha. Faraó \ e c o . pagando tributo durante três anos (2 Rs 24. # Robale-Bçne-Amom 2 REIS 23. 2 CRÔNICAS 35.antes que Faroó fetisse a Gaza (ir 47. rei do ligito.29-30. CRÔNICAS BABILÔNICAS Grade dc pedra cm janela (Palácio de Joaquim cm Ramatc Rael) . Quando Carquemis caiu (605 a. No ano seguinte.1) o 2 3 4 0 m u s a . vendo-o ele o matou em Megido.C.. rei do Egito.47. (2 Reis 23.C.1 . 139 morto perio de Megido AS CAMPANHAS DE NABUCODONOSOR 605 A 601 a. Em 603 o exército babilônio tomou outra importante cidade. CRÔNICAS BABILÔNICAS: IIERÓDOTO II.C. príncipe-herdeiro da Babilônia.1. Nabucodonosor voltou à Babilônia c não avançou novamente no ano seguinte. filho de Josias. Joaquim tornou-se seu servo.). O Egito controlou o Levante durante quatro anos até que os Babilônios conquistaram Carquemis. principalmente uma demonstração de força para cobrar tributo. Em 602 a.1-2). contra o rei da Assíria. Em qualquer caso. significando que houve um empate. Neco encontrou "os sírios" em Migdol e os derrotou.. j—jfar' 0 S3 1» Damasco '1)>IUIIIIII Forças bcbilõnicas Forças egípcias JEREMIAS 46.). faraó Neco avançou novamente. JEREMIAS 47. o tulrates se torno o fronteiro entre Babilônia c o Fgiro Rezefe . Neste período. provocando tamanho terror em Judá que foi proclamado um jejum (Jr 36.123 Nos seus dias subiu Faraó Neco. Tadmoi Conquista de Asquelom por Nabucodonosor em Ó04 a.0 relato babilônico diz que os reis da Babilônia e Egito "bateram no peito um do outro". no ano quarto de Joaquim. 2 Cr 36. a seguir conquistou Kadytcs (Gaza).C. Segundo o historiador grego Heródoto. (Jeremias 46. rei de Judá. e o rei Josias lhe foi ao encontro.1.2.6 versão grega).. Samaria i Rabate-Bene-Amom Jerusalém Bibbs < Gaza Neco instala Joaquim 1 no lugar de Joacaz j seu irmão A Palavra do Senhor que veio a Jeremias. que estava junto ao rio Kufrates em Carquemis: ao qual feriu Nabucodonosor rei de Babilônia. ato confirmado por Jeremias 47. Em 601 a.

levou cativos dentre os judeus. U . 25. Tabletes cuneiformes neobabilônicos. codonosor. um soldado. Jr 39.4 4 . se juntaram a ele ali. filho de Aicão. antigo "despenseiro do palácio real" foi nomeado governador de Judá pelos babilônios. Nebuzaradão. Amom e Edom.125 gando os babilônios a levantarem temporariamente o cerco. foi instigado por Baalis. O epílogo do livro de Jeremias dá números que parecem ser bastante exatos para três estágios do exílio de Judá (Jr 52. Isto aconteceu no sétimo mês (outubro. Ele montou seu governo em Mizpá.C. (Jeremias 52.17 Aldeies do exilio ro rio Quebor.1). 586 a. A única colônia confirmada deles fica em Yeb (Elefantina) onde documentos familiares e comunitários cm aramaico foram descobertos. especialmente o arquivo da casa bancária de Murashu em Nipur.59. As defesas de Jerusalém foram finalmente derrubadas a 19 de julho. No ano décimo-oitavo dc Nabucodonosor ele levou cativas dc Jerusalém oitoc e n a s e trinta e duas almas. Hoshavahu. reforços foram ordenados de Arade e Quina até Ramote-iNeguebc. No ano vinte e três d c Nabu- O EXÍLIO DF. JKREMIAS 3 9 . próximo ao Nipur Tei-Abib Tel-Melah Tel-Horsha Cherub Addon Immer Casiphia — .1S 24.11-16.> v Babilônia ® y X Nipui A FUGA PARA O EGITO c. da casa real. capitão da guarda.2. O último parece ter-se realizado durante a campanha de Nabucodonosor no ocidente contra a Síria ("Coele Syria") e contra os moabitas e amonitas (Josefo. JIJDÁ 5 9 7 A 5 8 2 a. 5 8 6 a. X. informou Ya'usb.28-30). Zedequias fugiu. (2 Rs 25. tudo isto teve lugar antes do fim de 587 (Jr 32. "Para que não aconteça que Edom chegue até lá".7). setecentas e quarenta e cinco almas: todas as almas são quatro mil e seiscentas. Em determinado estágio só restaram Laquis e Azeca (Jr 34. As outras cidades de Judá foram também devastadas.C. filho de Netanias. Eles tiveram lugar em 597. Figura de rei pintada em 2 REIS 25.25-26. rei dos amonitas. Ismael.28-30.C. 8.586 e 582 a. 52. que não havia sinais de fogo em Azeca. Gedalias. tais como Moabe. JEREMIAS 52. contêm inúmeras referências aos judeus e a outros povos exilados.2-3. Lm grupo de líderes judeus decidiu então fugir para o Egito com medo das represálias da Babilônia.5-6).15. Laquis também deve ter caído logo depois. EZEQUIEL 3. mas os egípcios foram logo expulsos e o cerco renovado (Jr 37 3-15). mas foi capturado perto de Jerico. Eles se instalaram em Tapancs (onde Baal-Zefom era adorado) e eventualmente serviram como mercenários. Antigüidades.11. 181-182).28-30) Este é O pyvy t]ue Nabucodonosor levou cativo n o sétimo ano-.C. 3 0 fragmento de louça (Palácio de Joaquim etn Ramate-Rael) . três mil c vinte e três judeus. ESDHAS 2.C. 586 a.). Jerusalém 2 RF. a assassinar Gedalias. üs edomitas invadiram o Neguebe. Outros judeus que haviam fugido para países vizinhos. seu comandante em Laquis.

) e o cerco de Tiro durante 13 anos (585 a 572 a.C. Neriglissar (Nergal-shar-user). há evidência de que ela era o limite reconhecido de "Caiai". no vigésimo-quinto ano do cativeiro (a contar de 597 a. Ezequiel recebeu a sua visão do templo restaurado (Ez 40. O Egito tentou. O j ! llll |N F T A L1 Damasco { ° MIIIIMANASSESIIIlllllllliM»» . Uma junta militar nomeou rei a Nabonido (Nabu-naid). enquanto este último combatia Ciro.C.IIII r " M l n . Labashi-Marduk. (Ezequiel 47.C.). rei da Média. A volta à terra natal era uma esperança mantida viva pela comunidade exilada. A distribuição visionária das tribos.C.C. por meios militares (601 e 587 a. os babilônios continuaram a guerra contra o governo assírio no exílio (apoiados por Neco II do Egito) em Carquemis. Evil-Merodaque foi morto numa revolta e seu cunhado. „. Afimde salvar a economia babilônica em declínio. mas não estabeleceu ali qualquer base de operação.) mostram que os povos subjugados nesta área não se submeteram facilmente ao poder babilônico. Depois que o problemático faraó Ofra foi deposto por Amasis (570 a. Nabucodonosor subjugou a cidade logo depois da morte de seu pai. 556 a. A destruição dos pequenos estados territoriais de Judá (586 a. Estabeleceu sua sede em Tema e nomeou seu filho Belsazar (Bel-shar-usur) regente da Babilônia. tornou-se rei.).c.„ | H H EZEQUIEL 48. Ele chefiara antes as tribos caldaicas que haviam lutado muito tempo para libertar a região sul da Mesopotâmia do jugo assírio.C. Daí por diante. Após ser completamente derrotado numa campanha na Capadócia.C. é colocada numa estrutura geográfica realista.C. Nabonido.o* T Teimar •• ""'iMijlll1 GADEI !!*-••*" ''"•vAgjJps de Meribá de Cades Porta de Zebulom o IO 20 30 t.HSKWM. décimo-segundo mês.). Pouco antes da Festa do Ano Novo no primeiro dia de Nisã. ® // / Cf ^ J ( * V Lebo-Hamale . 561 a. Nabucodonosor invadiu o delta e saqueou-o (568 a. O domínio caldeu sobre a Babilônia começou oficialmente com a subida ao trono de Nabopolassar em 626 a. isto é.. vigésimo-sétimo dia = 2 de abril. desafiar a supremacia babilônica no Levante. No décimo dia de Nisã.• Hazar-Ena*. Esta descrição da fronteira fora adquirida durante a monarquia israelita.C. A queda de Assur diante dos medos (614 a. Ciaxares concentrou-se na conquista da Armênia (antes Urartu) e da Capadócia.126 Repartireis pois esta terra entre vós. o novo rei libertou Joaquim da prisão (trigésimo-sétimo ano do exílio.) marcou a expulsão do governo assírio da Mesopotâmia.. mas inutilmente. l ^ l ! 1 ^ % i" EF R A1 / ' / /'«8RÚBEN.) e diplomáticos (593 e 587 a. sendo substituído por seu filho. segundo as tribos de Israel.) e Harã (610 a. ele morreu (assassinado?) na Babilônia.). Dois anos mais tarde. sua posição na cidade foi consolidada em 623 a. 0 M lUUiNHin. talvez de acordo com Ciro II. Á J r .. tomou Harã de Astíages.. Ezequiel os projeta para o futuro visionário.29 A ASCENSAO E QUEDA DO REINO DA BABILÔNIA 626 A 5 3 9 a. filho de uma sacerdotisa do deus-lua Sin em Harã.21) VISÃO DE EZEQUIEL DASTRIBOS RESTAURADAS 573 a. // 1 HAU RÃ ' O* T „. O termo do sul é o do reino de Judá. logo deposto por um golpe de estado em março. A partir da Época do Bronze Recente até a Época Helenística.C. Amom e Moabe (582 a.C.0 / * .C. Na década que se seguiu houve a aliança entre Nabopolassar e Ciaxarcs II da Média contra os assírios.)..C.C.Berotá : * : Wi/IIBA S E R. Nabonido levou seu exército a Hamate onde recrutou grande número de tropas das províncias ocidentais (terra de Hati) e iniciou uma campanha no norte da Arábia. 1 J Poria de Benjamim Poria de Gade \ "«IBBHI7 F B U 1 .C.C. A origem da tradição da fronteira ao norte é confirmada na referência explícita ao "termo entre Damasco e Hamate" (Ez 47.13—48. em grupos leste-oeste em todo o país.48. O autor de Números 34 fez uso deles para definir a herança hipotética nos dias de Josué. Nabopolassar.1) com uma visão adicional das tribos restauradas de Israel (Ez 47.20-35 Porta de Issacar Porta de Simeão EZEQUIEL 47. Sua mãe pode ter pertencido à linhagem real assíria. Durante os 15 anos . De 609 a 605 a.C.29). 28 de abril de 573 a.).16).•*''"' ** / j : l ^ r ^ Porfa de Levi Poria dc Judá Porta dc Rúben j»>'l|IJ U D ÁII llll 1»»'" | A l PRÍNCIPE IJMiii» / Jerusalém / " • B E N J A M I M IIM / / ( Poria de José / / •"iHHSIMEÃOIlllll"1» — / "««mi I S S A C A 5 -S V.-"•* : ""««'IIH D A • . Nabucodonosor foi sucedido por Evil-Merodaque (Amel-Marduk) em 562 a.13 .. enquanto Nabucodonosor lutava para estabelecer sólido controle sobre a "terra de Hati" (litoral leste do Mediterrâneo).C.

talvez porque Ciro tivesse ocupado o norte da Assíria. A primeira leva de judeus que voltou. Ele saqueou Ecbatana (Acmeta). Um governador vira-casaca. Creso pedira em vão a ajuda de Esparta. instalou guarnições em seis oásis identificáveis. mas devido à oposição dos povos vizinhos.C. Dario ordenou que o trabalho fosse completado. Sin foi elevado às custas de Marduque.C.1-5) concedendo aos judeus permissão para voltarem à sua cidade e reconstruírem o templo de Jerusalém. Embora os contatos com judeus babilônios fossem freqüentes (por exemplo. decreto permitindo a volta das estátuas dc culto aos seus respectivos templos (Nabonido as havia arrastado para a capital).22-23.C. deus da Babilônia.C.C. Em seu segundo ano (520 a. O templo de Sin em üarã foi reconstruído e o de Ur renovado. O templo foi terminado em seu sexto ano. Gobiro. Um decreto similar do seu primeiro ano de reinado (sobre o império) está preservado na Bíblia (2 Cr 36. Àstíages (550 a. os que voltaram eram relativamente poucos.127 que se seguiram Nabonido avançou em direção ao sul.. de Amasis do Egito e de Labynetus (Nabonido). juntou-se a Ciro e fez as tropas entrarem na Babilônia a 13 de outubro de 539 a. encorajou Ciro a invadir a Babilônia. O REGRESSO A SIÃO 538 A 445 a. . No dia 29 desse mesmo mês. Ciro II (o Grande) não se manteve ocioso. usando babilônios nativos e povos da terra de llati. capital da Lídia. no terceiro mês de Adar (13 de março. Ciro o Grande obteve a lealdade dos povos-vassalos mediante a tolerância dos sentimentos religiosos e nacionais dos mesmos.. Uma marcha através de Halys levou à derrota de Creso e à conquista de Sardes.C. capital da Média. Nabonido voltou à Babilônia.). Ed 7.14 [Hb 17]).C. Ciro fez a sua entrada triunfante na cidade.9). O altar foi erguido e no segundo ano foram colocadas os fundamentos (Ed 5. depois de derrotar seu sogro. Enquanto isso. 1 Cr 3-18). Ed 1. cinco desses oásis eram ocupados por judeus!) Esta permanência de dez anos no deserto foi considerada loucura por muitos. Zc 5. Em 542 a. Depois de entrar na Babilônia ele expediu um. Outros regressaram mais tarde com Esdras no sétimo ano de Artaxerxcs 1 (458 a.). (Nos dias de Maomé.).28-3" onde a história é atribuída ao Nabucodonosor mais famoso. chegando até Yathrib (a Medina muçulmana). filho de Jeoaquim. Depois de duas vitórias ao longo do Tigre.15-26).C. A Lei do Senhor foi confirmada pelo rei persa como o código oficial da comunidade judaica na satrapia "'Dalém do Rio" (Ed 7. o templo só foi construído no reinado de Dario I. 515 a. Ciro ocupou Sipar sem dificuldades. ela é assunto dc um texto aramaico encontrado entre os judeus de Cunrã e fornece o pano-de-fundo para Daniel 4.7). A inimizade resultante entre os sacerdotes de Marduque e outras comunidades mesopotâmicas (provavelmente também os judeus). chegou em 538 a. chefiada por Sesbazar (provavelmente Senazar.

A 'Revolta dos Sátrapas" (367-362 a. com a ajuda de mercenários gregos (404 a. > ík (Esdras 1.128 Quem há entre vós. Para alcançar esses alvos e assegurar a supremacia no Mediterrâneo oriental.) foi logo seguida pela conquista dc Alexandre (332 a.C. . o Jovem.C.C. ..Vít' '' • • • . O IMPÉRIO PERSA 5. Ciro. como comprovado pelos relevos e inscrições em suas principais cidades-sede. tentou até derrubar seu irmão. sátrapa da Lídia. Os vários grupos étnicos recebiam máxima autonomia cultural (linguagem. . No primeiro ano de Ciro.C. Cambises conquistou o Egito (525 a. Persépolis e Susã.C. com vários grupos étnicos e nacionais. Suas guerras na Trácia e na Macedônia levaram o governo persa até os pontos mais longínquos. se rebelou por causa de uma questão política e incitou sua satrapia. CA PA Dó. seu primo Dario apressou-se a voltar para casa a fim de matar um falso candidato ao trono. e suba a Jerusalém. os persas dependiam da froia de navios fenícios.C. quase destruiu o império. escrita. rei da Pérsia. rii í JMití' .ir F. "^WfiT- VEST ..C.FMÍAS I 5 / Jerusalém •TRÁCf Que reinou desde a índia até à Etiópia sobre cento e vinte e sete províncias. seja seu Deus com ele. que é em Judá.. Após a morte de Cambises.) "% :: % . Durante o quinto século a..anana I Asdode. o Egito revoltou-se três vezes: 484-483. : .). Dois problemas geopolíticos dominaram a história dos aquemênidas: o controle sobre as cidades gregas do leste do Egeu e sobre o Egito.).1). Seu fundador. nomeou seu filho Cambíses rei da Babilônia para assegurar a sucessão.) envolvendo a Ásia Menor e o Levante.1) Sorcieí.. estas foram resumidas como "cento e vinte e sete províncias" (Et 1..)..íiè: ? 'V .SDRAS 1 2. Deus de Israel. Corquemis # • Horõ \ YV f )*» > ' ' V.). cunhado do rei. ele havia sufocado insurreições na Babilônia e outras partes c se achava suficientemente forte para fazer uma visita oficial ao Egito (519 a.) -âr Os exilcdos de Judá se concentram na áreo ao redor de Nip. NF. (Ester 1. (sob avigésima-sétima até à décima-terceira dinastias).C.1-3) jíswl Eebatana" Rezefe A VOLTA A SI AO \ \ Rio : \ Volto dos E i d o d o s ^ ^ ^ f c ^ ^ ^ . Heródoto descreveu o império persa como consistindo de vinte satrapias. 8 . Uma breve ressurgência sob a trigésima-primeira dinastia (338-334 a. de todo o seu povo.. Cada satrapia podia incluir diversas "províncias". --V .C. MAKA Satiópia sob Dario I Dario entronizado (Relevo de Persépolis) A dinastia dos aquemênidas reinou no Antigo Oriente Próximo durante dois séculos.38-332 a.. e edifique a casa d o Senhor. "Dalém do Rio" a revoltar-se (449 a... religião) desde que pagassem seus impostos. £ • Rabale-Bentí-Amoin Volta sob Fsdros e Neemias |457-428 a. Para cruzar o deserto do Sinai ele obteve o apoio do rei da Arábia que dominava a costa desde Cadytes (Gaza) até Ycnysus.463-454 e 404-343 a.C. o rei. Cerca de 510 a.C. Ciro II (o Grande). ^ ^ ! ' dias de Sesbaroj e ZorobaKcl (538-515 aC. Os imperadores persas tinham orgulho da natureza multirracial do seu reino.#í? ^ Esdras usa estrada perigoso sem escolta militor .C.). Megabizo. Outro problema sério que se desenvolveu foi a tendência dos sátrapas locais de se comportarem como monarcas independentes e algumas vezes se revoltarem contra o imperador. "•Tí.

*' Chephirah Quiriate-jearim Inscrição "leúde" em impressão de selo *Zoró ® Asdode larmute Asquelom * Nerofá * Adulõo 1*1 Queila Morisq S B e t e Zur Tecoa Qinriale-A-ba^.. com autoridade para fortificar Jerusalém.1-34: NEEMIAS 7. 3ete-Peiele Inscrição 'leúde" em moedas (período persa) y> Arace @ Capitai ESDRAS 2. 440 a. fifhc Porlco :ste y de Berequias I \ Casa de Zodoque. cada um para a sua cidade. iV. dos servos mercadores do Templo superior d a e esquina Porta d e Tropas? \ JERUSALÉM NO PERÍODO PÓS-EXÍLIO c..12-15) e seu relato sobre as equipes de construção (Ne 3. sem dúvida em vista dos tumultos daqueles dias.1-32.ÚDE C.1-32) descreve as portas torres e muitos edifícios adjacentes ao muro da cidade. 7. e voltaram para Jerusalém e para Judá.. IHebrom) En-Gedi Dibom Jocabzeel Hazar-Sual Méconá Berseba. (Neemias 7 .12.129 ^ // J I Casa Torre de Honanel Torre dos mil Porta dc Ovell-a? ÍSH F. e não declarei a ninguém o que o meu Deus me pôs 110 coração para fazer cm Jerusalém. As autoridades locais e líderes regionais protestaram junto ao rei persa e tiveram ordem de interrompera construção (Ed 4.21-22). Msshullam. 'de N e e m i a s Esteias d c s c c n d o n t e s d a cidade de Davi o 5 0 I C O I S O 1 0 0 "clrOl listes são os filhos da província. 1 Caiu svpfior do rei 2 Cosa dc Azarios 3 CÜSU de Benjamim e I losube 5 Escada para a ccsa de armos C o s o d e Jedoiosfilho d e M à r u m o f e V Templo ^ Í Q u a r t o de J \. Só o contraforte a leste foi ocupado e NEEMIAS112-15. a rebelião do sátrapa Megabizc.7) fizeram novas fortificações em Jerusalém.g. (Neemias 2. IF.20-26 Jesusa .6) 5OTIO *ÍG ® A PROVÍNCIA DF.C. Aíeaue GeJoi 0 Zeboim * Nebolçte Hazor*- Gitaim .C. 11. \ Y filho de Imrner J \ C a s a s 5ccerd0tai5 Porta do Cavalo? torre projetada Porta do Vale ! Porta das águas? Ji_ÍNçemias continua li 6 Caso dos valentes 7 Tanque orti-iciol 8 Sepulcros dc Devi A Casa de Fliosibe. A narrativa da sua inspeção noturna dos muros (Ne 2. en e poucos homens comigo.12) . e. Pesquisas arque ológicas mostraram que a cidade pós-exílio era consideravelmente me nor do que nos dias da monarquia.4-38: 3. sumo sacerdote Passeio noturno. que subiram do cativeiro. Este estado de coisas foi levado ao conhecimento de Neemias (Ne 1. Os judeus que voltaram na época dc Artaxerxes. de noite ine levantei.3) que obteve sua nomeação como governador da Judéia.otada . 440 a. em meados do século V (Ed 4.31-32 o s m u r o sficavammais no alto da encosta.

e com terras no interior.2-3).1-34. Em vista do último governo assírio ter-se instalado em Carquemis. organizou uma força invasora. que fora nomeado sátrapa de "Dalém do Rio". O F.). tais como o historiador lleródoto (meados do século V a. O faraó Achoris fez aliança com o rei Bvagorus de Salamina cm Chipre.C.C. concordou em retirar-se e voltar à Pérsia.C. a Bíblia menciona Samaria. os primeiros incluindo habitantes de Judá. En-Gedi no sul e Gezer no oeste. ou o governador com seu título.). .C. na Planície de Sarom. O padrão da aldeia da era helenística confirma esta descrição.25-36). Megabizo. não obstante.1). Não se sabe ao certo quando os edomitas se instalaram nas montanhas centrais da Judéia e no Neguebe.24). Tatenai (Ed 5.C. variada. Os jarros representam a indústria oficial de vinho. Efraim e Manassés. rei de Sidom. esse teria sido o lugar ideal para uma conspiração de assassinato do governador de leúde.d 7. Cambises desceu a costa em direção ao Egito e conseguiu a ajuda dos árabes que dominavam a faixa costeira dc Gaza a lenisos (525 a. O território de Gaza a lenisos (el-Arish) era controlado pelo rei árabe.6) é conhecido como tendo servido de 520 até pelo menos 482 a.C.) efez outra tentativa infeliz de invadir o Egito (351 a. Cada força expedicionária ao Egito seguia a rota por terra.). Onde o sátrapa instalou seu quartel-general não se sabe. toda a região a oeste do Eufrates de Tifsá a Gaza (1 Rs 4. Artaxerxes recuperou o controle sobre o império (358 a. Conhecida como '(erra dc Haii ou Amurru cm fontes assírias e babilônicas. Quando os sátrapas do ocidente se revoltaram contra o imperador (373 a. depois que uma grave revolta na Babilônia foi brutalmente suprimida. Lima faixa da costa pertencia aos "sírios". Heródoto só dá uma descrição da costa da satrapia-. Eles são evidentemente os quedanitas (de Quedar). o Eufrates (Gn 15. algumas que dificilmente poderiam se encontrar cm lcúdc. Nomes edomitas aparecem ao lado de nomes judeus e outros no óstraco aramaico de Arade e Berseba. as ricas terras produtoras de cereais no território de Sarom". Mas. O Egito se revoltara durante o ano de ascensão deXerxcs (486 a. É difícil considerar uma coincidência o fato dos conflitos com o Egito serem correspondentes às acusações contra os judeus de leúde. tendo sido novamente subjugado (entre 338 e 334 a.). 6. rei de Sidom. Ne 7. O seu papel como ligação por terra com o Egito e sede da frota fênícia.). por Artaxerxes II.15). a revoltar-se. Quando Ciro tomou a Babilônia. em 343 a. Esses motins justificam as acusações contra os judeus que procuravam fortificar Jerusalém (Ed 4. todo o reino caldeu.. Além de leúde. A distribuição dessas cidades pode ser comparada às impressões do selo oficial "leúde" encontrado nas asas de jarros cm Mizpá no norte. Apesar da sua população judia.C.130 A PROVÍNCIA DE IEÚDE c. ao sul. Chipre foi algumas vezes anexada à satrapia "Dalém do Rio". finalmente. e as que viviam fora dela. Mas. Uma força naval se encontrava em Aco sob Straton 1 (Abd-ashtart) de Sidom (373 a. para destronar seu irmão. As províncias abrangidas pela satrapia são geralmente aquelas herdadas dos assírios. Sob o domínio de Alexandre.). Evagorus desembarcou na Fenícia. isto é. ele nomeou um governador sobre a "Babilônia e Dalém do Rio". ele foi desviado pela tentativa feita por Ciro.C. rei do Egito. ocupou Tiro e devastou outras cidades fénícias (386 a. Os árabes controlavam o comércio das caravanas da Arábia para o Egito e para os portos marítimos do Mediterrâneo.C.. silonitas e netofatitas (I Cr 9. Esdras foi enviado para fazer cumprir a Lei como código obrigatório para todos os judeus da província Dalém do Rio (F. época ela fazia parte da terra concedida a Esmunazer.C. mas Neemias reconheceu aldeias em Quiriate-Arba (Hebrom). Seu fracasso inspirou Tennes. em troca de uma posição econômica especial. A cidade foi severamente castigada. a última fabea em direção ao Egito era novamente "síria". A satrapia do Egito estava cunhando moedas sem permissão no segundo ano de Dario quando 'látenai tentou impedir que Zorobabel construísse o templo (Ed 4. A lista dos que reconstruíram as defesas da cidade menciona co- A SATRAP1A "DALÉM DO RIO" 539 A 3 3 2 Do rio do Egito até o grande rio.6. Nessa. Ed 4.). depois vinham os fenícios seguidos pelos "sírios da Palestina (Filístia).7-23). o ponto da fronteira ao norte era Posideon (Basite) e.C. A nomeação de Esdras no sétimo ano de Artaxerxes tinha o propósito de estabilizar a população judia e assegurar a sua lealdade. outros selos mencionam "Mozah". Enquanto os persas invadiam o Egito.C.) para apoiar outra invasão fracassada do Egito. o rei Artaxerxes II (401.6). A forma abreviada de Asura (Assíria) tornou-se Síria entre os gregos.).25-26). onde se cultivavam cereais.). o lago Serbonico com Pelúsio como a cidade principal da fronteira egípcia. no Neguebe. Certos homens deste rol tinham o título de "maioral da (metade) da mão-de-obra (pelekb) de (lugar)". a província adquiriu também o nome de Aura-Asura nas inscrições reais (em persa e elamita respectivamente). conferiu-lhe singular importância na geopolítica persa. O imperador havia recompensado Esmunazer de Sidom com uma concessão de terra na costa. Gashmu (o Gesém bíblico) é citado em taças de prata inscritas e num santuário árabe na fronteira egípcia (Tell Mashkhuta).C. Ed 4. Os líderes de Jerusalém eram rigorosos quanto aos que podiam participar da edificação do templo (Ed 4. As comunidades judias no período pós-exílio eram de duas categorias: as que ficavam dentro da província da Judéia oficialmente conhecidas pelo nome aramaico.1-16). mas sob Straton II pôde apoiar a reconquista bem-sucedida do Egito por Artaxerxes.C. desde Dor até Jope. marchou para o Levante (362 a. havia também um governador local "Dalém do Rio". atravessando o Sinai com o apoio dos navios fenícios ao longo da costa. Amom e Asdode. o Egito declarou sua independência (cf.gito revoltou-se outra vez durante o reinado de Dario III. "Dor e Jope. mas a história da província nesse período foi. o Moço.7-23). o sátrapa de "Dalém do Rio".C. pahwá.). A sociedade abrangia três grupos: Israel. c munidades geográficas (Ne 3-1-32). Esta revolta durou de 459 a 454 a. Taco. os "sírios" e os fenícios se juntaram a eles. na Sefelá. era chamada de "Dalém do Rio" nos dias de Esaradom e este se tornou o nome aramaico oficial nos documentos persas. leúde. abaixo de Bete-Zur os edomitas (idumeus) entraram. repeliu um exército invasor enviado pelo Egito e outro pela Babilônia.24-6. Jcricó no leste. Na lista dos que voltaram (Ed 2. quando o cunhado de Artaxerxes. No início do reinado de Artaxerxes. Ele. O árabe Gesém controlava as rotas das caravanas na região sul e a faixa costeira de Gaza. cujo rei.C. chefiou um exército apoiado por uma frota fenícia até o delta e derrotou a esquadra ateniense que dera todo o apoio aos egípcios. a capital da Síria era Damasco. Sidom acabou sendo finalmente tomada pelo próprio Artaxerxes em 345 a.3. o próprio Megabizo liderou a revolta da sua satrapia (448-447 a. e Abrokomus.18). e na "Planície de Ono" (Ne 11. esta entidade geográfica formava uma satrapia importante do império persa.1-3).C. Em vista da sua promessa de salvo-conduto para os líderes egípcios capturados ter sido quebrada pela mulher do imperador. O Egito se revoltou com êxito em 404 a.6-38) são registradas muitas cidades. Neemias se recusou a encontrar-se com os outros governadores na "Planície de Ono" (Ne 6. As fontes bíblicas se calam com relação ao século e meio seguinte. sacerdotes e levitas (Ed 9.C. Benjamim. Neemias chegou dois anos mais tarde com permissão para reconstruir os muros de Jerusalém (445 a. a. 4 4 0 a .

repele os exércitos do Egito e da Babilônia e finalmente se retira (448-447 a.C.••! ^ I Hesbom /V X ^ Palúsio G a z " En-Gedi « & a IDUMÉIA [ D O^M 1 T A S / * Berseba \ ) .) •hazof Carna^m Esmunazer de Sidom rcccbc Dor.) Bete-Seã * Samaric / / SAMARIA Jope/ /i/dia*> 1 do rer da-Arábia em | Gaza (525 a.) Carquemis » Posideon lamatô Arvade Si mira Artaxerxes lll sufoca a rebelião de Tennes e cestrói Siaom (345 a..C.C.\ | E Ú D E / § .) Bento Evcgorus de Salamina invade a Fenícia. C ) O sátrepa Megabizo se revolta.••••.C..C. 4 5 0 a ..131 Ciro o Moço chefiou < força de mercenários contra Arraxerxes II 1. ocupa Tiro (386 a.) A s d o d e / < k / V O e z e r ^ P 0 m'U r O :Jerusalem /"""" A5quelom/Oü^. "Bele-Zur J í | Laqüs * . Jope e terras grandemente produtivas onde se cultivavam cereais :ia planície de Sarom (c. S \ /-JP • **•.401 a.

DIODORO: CURTIO RIFO. cuidasse do tesouro real em Dascílio. mas perdeu sua família e o seu tesouro para o vencedor.132 Eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra. uma passagem nas Montanhas Amano. Depois desta vitória. Ele apressou-se em voltar e derrotou o inimigo com um ousado ataque da cavalaria (333 a.C. Alexandre não perseguiu o rei fugitivo. filho do rei Filipe II da Macedônia. No decurso de suas primeiras conquistas. estava reunindo um exército na Assíria. principalmente a cavalaria macedônia. só os mercenários gregos no exército persa mostravam coragem e habilidade militar. (Daniel 8. Depois de exterminar toda a resistência encontrada ali. Parmênio. Alexandre foi informado de que Dario III. Sidom e Biblos se renderam sem oferecer resistência. Km 334 a. . afimde capturar as cidades fenícias. ele chegou até a nomear funcionários de origem persa para altos cargos. após sitiar Mileto e Halicarnasso. através das Portas da Síria. passando sem problemas pelas estreitas Portas da Cilícia nas Montanhas Taurus.3. e continuou dali para Ancira. capturando Sardes e depois as cidades costeiras da satrapia de lônia. e na sua habilidade de estrategista. e chegou a Miriandro. Alexandre. que chegara de Sardes. antiga capital da Frígia. enquanto Parmênio marchava para Damasco a fim de apossar-se do tesouro real. Alexandre marchou para o leste. Alexandre cruzou os Dardanelos cm Eleus e travou sua primeira batalha contra os sátrapas persas que governavam a Ásia Menor. confiando na sua localização numa ilha fora da costa e na ajuda da sua colônia. poderosa nos dias de Dario I. Em alguns casos. enquanto ele prosseguia para o sul. a Pérsia.334 A . De Side. Ele tomou o mesmo caminho seguido por Xerxes em 480 a. capital da Cilícia. Alexandre ordenou que seu general. O exército de Alexandre trabalhou arduamente e lutou durante sete meses. na Panfília.C. Tiro era a principal cidade da Fenícia e a Grécia o seu mais sério competidor no comércio mediterrâneo. Alexandre marchou para o interior em direção aos centros de oposição. substituindo apenas os sátrapas persas por macédônios. Os tirianos se recusaram a entregar a cidade.32 a. Aspendo e Salagasso. Alexandre prosseguiu ao longo da costa para Tiro. vencendo os seus exércitos às margens do rio Granico. A seguir. chegou a Górdio.o Xaníck! Pata <o Miriandro^ Portões da Síria Arado Muiato Damasco ARR1AN: ANABASE.C. encaminhando-se porém para o sul. Cartago. Em Górdio. JUSTINO 11:12 A CAMPANHA DE ALEXANDRE ATE O CERCO DE TIRO . mas na direção contrária.).. O rei partiu dali numa expedição punitiva pelas montanhas da Cilícia até chegar a Soli. O surpreendente sucesso de Alexandre tinha origem na superioridade tática de suas forças. Caso as frotas fenícias se mantivessem fiéis à Pérsia. elas poderiam isolá-lo da Macedônia e até instigar os gregos a se revoltarem. Alexandre juntou forças com Parmênio. sofria agora com uma liderança frágil.C. 332 a. Nesse ínterim. até completarem um molhe unindo a ilha à costa. Soube nesse ponto que Dario e seu exército se encontravam em Isso. A poderosa marinha persa atacou as cidades litorâneas. A esquadra de Tiro foi derrotada e a cidade caiu em julho.C. Ironicamente. à sua retaguarda. Alexandre reteve as formas persas de administração.5) Abdera Moronea Aníípõlis Sangárjo Ancirç Gcrdio rmos Sardes !SO j g * » / Esparta SIFNOÍ cS (Spy Magnésia Celeno Sogalasso Portões da Cilíáa CARIA U-Holicarn&si íclmcssufi Termos r. marchou contra a Pérsia à frente de um exército de 35 mil homens. Os exércitos combinados rumaram para o sul. PÜJTARCO: VIDA DE ALEXANDRE. rei da Pérsia. Arado. Em contraste. e chegaram a Tarso. Dario escapou com vida. Ele tomou este último de assalto. Ele sabia perfeitamente como inspirar seus soldados e instigá-los a feitos ainda maiores. mas não conseguiu impedir o avanço de Alexandre para Cária e Lícia..

12 Alexandre o Grande (Mosaico encontrado cm Pompéia) Deu ele muitss batalhas. haviam sido fundadas por Alexandre.Ben&-Àmom^ Jerusalém Encontro com o .C. pois a zona costeira ainda se achava naquela época coberta dc pântanos e dunas de areia. Josefo atribui isto ao período do cerco de Gaza (Ant. De natureza mais lendária é a história da visita de Alexandre a Jerusalém e seu encontro com o sumo sacerdote Jadua. onde ele passou o inverno em 332-331 a. Fontes talmúdicas repetem esta tradição. Em Gaza.C. que era a saída deles para o Mediterrâneo. CURTIO RUFO. Depois da rendição de Tiro. JUSTtNO 11.332 a. Segundo a tradição. Os macedônios parecem ter penetrado para o interior até Jerico e podemos supor que algumas tropas. A seguir. ajudado pelos mercenários árabes. não foi . provavelmente em Aco. Ele foi ali sem dúvida forçado a desviar-se para o leste. a cavalaria grega avançou contra os nabateus.133 ALEXANDRE NA PALESTINA 332 A 331 a.Alexandre mas o regente Perdicas que fundou esta colônia. que deve ter marchado ao longo da estrada litorânea. mas ligam a mesma ao sumo sacerdote Simão. as mulheres e crianças vendidas como escravas. . mas falta também fundamento a esta história. comandante da fortaleza. De Lode. ARRlAX. o exército macedônio provavelmente voltou para a costa. e eles se revoltaram contra o seu governador Andrômaco. recusou renderse e Alexandre mais uma vez estabeleceu o cerco.. Sumo Sacerdote (?) Mares?)" Terebintos Hebrom 0 5 10 Componho do Egito .^ .C.C. até a Torre de Strato. Movimentos secundários Componho poro o norte Movimentos secundários 331 o. documentos em papiros pertencentes a refugiados de Samaria foram encontrados. duas cidades além do Jordão. segundo algumas fontes. Para vingarse. Essas unidades se reuniram depois à força principal. mais provavelmente pela costa. o eunuco Batis. A feroz resistência de Gaza pode ser explicada pela apreensão dos cidadãos e seus aliados nabateus. porém. Sambalate. o Justo. A maioria dos cativos do sexo masculino foi imediatamente executada. alguma resistência e Alexandre enviou unidades de cavalaria para as montanhas do Líbano a fim de subjugar as tribos rebeldes. Alexandre capturou Gaza em setembro. Encontrado o tesouro Crocoditon PolisJ •i Torre de Strotq m CILEADE 1 .FXANORF: DIODORO 17. Aco. por meio de obras de terraplenagem e máquinas para o cerco enviadas de Tiro. 332 a. Segundo outra versão. cerco de dois meses Papiros eíc samaritanos presos encontrados em caverna \ V vAM O M »• Y : . A colônia macedônia em Samaria resultou no reavivamento de Siquém como centro samaritano para as futuras gerações. caiu o último obstáculo no caminho de Alexandre para o Egito. no entanto. Os macedônios os prenderem ali e os sufocaram acendendo fogueiras na entrada da caverna. Enquanto o sítio continuava. confiava bem pouco em reforços dessa categoria. fugindo do exército macedônio e portavam documentos pessoais. que temiam o domínio dos competidores gregos nesta importante cidade portuária. saquearam o interior. depois de um cerco de dois meses. A cidade veio a ser repovoada com pessoas das regiões vizinhas. Duas tradições estão ligadas a esta jornada: a fidelidade de Samaria aos gregos foi de curta duração. Com a rendição de Gaza. É possível que tropas tivessem sido enviadas a Laquis. Porto de Jâmnia i Jamnía Azoto-Sohro-o-Mar/' ^ Azoto A Alexandre tema a cidade depois de um Ascalom. para aceitar ali a rendição de Azo (o e Ascalom. • V*"' Robofe. Eles haviam se abrigado ali. oferecendo submissão pacífica. e talvez até o próprio rei.ó. Todavia. s c ^ t e V .UTARCO: VIDA t)F Al. ANABASF: Pl. embaixadas sírias e palestinas chegaram. sátrapa de Samaria. a capital da província da Iduméia. cruzou mais uma vez a Palestina em seu retorno a Tiro.-4 Siquém 'i'-^" Macedônios crasom j. queimando-o vivo. e tomou as mais fortes cidades de todas as nações (1 Macabeus 1. 11:325-339). Houve. e seu exército de oito mil homens se juntaram a Alexandre. .2) Alexandre une a ilha de Tiro ao continente e o conquista depois de um cerco de sete meses. rendeu-se sem luta e o exército avançou para o sul. Enquanto se achava ainda sitiando Tiro.2 . Alexandre avançou ao longo da costa em direção ao Egito. Julgava-se que Dio e Gerasa. O rei. Numa caverna do Wadi Daliah. Alexandre destruiu Samaria e instalou veteranos maccdònios nas suas terras.C. a evidência arqueológica prova que a cidade foi destruída cerca dessa data. a fortaleza real ao norte da Palestina.

principalmente no deserto de Gedrosia. Os macedônios voltaram em três grupos. . e depois para o mar Cáspio.C. seu irmão retardado. onde foi morto pelos seus próprios seguidores. cm 331 a. entrando no vale do Indo. Susã e Persépolis. \ o r u k ^ B P A R A P A N I S A D A Í M O ^ O / Aomis 0 ^ A K I A A EcbotoiS*fc'g<" g f N i .C. algumas horas antes de Alexandre chegar ao acampamento persa. ele derrotou uma tentativa de Perdicas para derrubá-lo. Ptolomeu. MASSAGETAS Alexandria Boclra Niiibis í» Maracanda (1 Macabeus 1. Chaiax. que tornou-se mais tarde Alexandre IV. derrotou também Dario. O restante do exército de Dario o aguardava entre esta aldeia e a cidade de Arbela..r J j f i l ui6 (M^de.c.UTARCO. cobiçou a Palestina. a caminho do vale do Ganges — perto dos confins da terra como Alexandre a concebia — seu exército amotinou-se e recusouse a continuar. PTOLOMEU NA PALESTINA Os herdeiros de Alexandre eram Filipe. enquanto cie avançava por mar. . Alexandre virou para o Sul. Alexandre continuou sua camA grande ponta foi quebrada..134 \S CAMPANHAS POSTERIORES DE ALEXANDRE 331 A 3 2 3 a. Alexandre avançou para Tapsaco. travou-se a batalha decisiva. VIDA DE ALEXANDRE: DIODORO 17. oriundo da terra de Cetim. para proteger o reino egípcio. filho de Felipr d a ' Macedónia. Avançou até os confins da terra.C. que passou a ocupar por terra. estava entre os principais líderes deste segundo grupo. as forças navais de Nearco e o exército do rei.. filho de Lagos. (Daniel 8. Firmemente estabelecido no Egito.. Rola dos generais dc Alexondre ARRIAN.J-. que obtivera a satrapia do Egito.12 De Tiro e Damasco. MAGPDCWiA Alexandre. AXABASE. CURTIO RUFO. Impôs seu poderio aos países. Alexandre morreu na Babilônia com a idade de 32 anos.-. Na índia. cruzando ali o Eufrates. . e aqui. ele passou o Tigre e chegou a Gaugamela.1-4) O exército de Ourio se disperso tAscabade) ^ J í / j Urapsaca Bactra (Zçrjgspal X ....C.8) panha pelo leste da Pérsia. No mês de junho de 323 a. C.. Posorgodo Persépolis ^ o ARACHOSIA / -g -S J f I Palaia JW L. Morto de Dcno \Artacoano V f W / f Bueefaliajk - X 1 Morte de Alexandre. n . 323 a. a força de Cartero. pelos contrafortes das montanhas da Armênia. O principal conflito surgiu entre os que desejavam conservar intato o império (tais como o regente Perdica ou Antígono Monoftalmo) e os governadores provinciais que queriam dividi-lo. e seu filho ainda por nascer. No caminho. e então. JUSTINO 11. e subiram no seu lugar quatro também notáveis.. às nações. Dario foi derrotado e fugiu para a Média. PI. 320 a. Avançou para as estepes da Ásia Central e cruzou as montanhas Hindu Kush. O poder real passou aos generais que em breve afastaram os herdeiros dinásticos e começaram a brigar entre si. . Os macedônios já haviam enião capturado os centros administrativos da Pérsia: Babilônia.I. e regressou à Babilônia depois de muito sofrimento. kf . rei dos persas e dos medos e reinou cm seu lugar.. para a embocadura do rio Indo. com suas forças chefiadas por Nicano. Depois da morte de Dario.

Antigono logo suprimiu os últimos defensores da dinastia de Alexandre (em especial Eumenes de Cardia) e. Isto mudaria um tanto a rota descrita no mapa.gito. em 315. Os arquivos de Zenom foram descobertos em Filadélfia em Fayum. fugiu para Ptolomeu. onde obras de irrigação em larga escala haviam sido iniciadas no período helenístico. braço do Nilo. a capital e colônia militar dos Tobíades. H y ^ j lúrusclém Cativeiro de samorironós e judeus no LE?ito •fylúsio Atenftttf N aba teus <f= Ptolomeu Ptolomeu c Seiêuco Demétrio Antígono 1MODOKO 29. Antígono e Demétrio avançaram três vezes até os termos do vale do Nilo. madeira e escravos. ! . Judéia e Samaria.: desembarcou na Torre de Strato (Cesaréia de 1 ierodes. especialmente azeite (o azeite egípcio era de qualidade inferior). filho de Agreofom de Cária. (Antigüidades 12:7) Volto de . derrubando as fortalezas da Palestina e tomando inúmeros prisioneiros em Jerusalém. fundadores de um antigo principado.. Ptolomeu recuou sem lutar: da segunda. • .C. Finalmente. Ateneu. tentaram duas vezes tomar Petra.. a quem instalou no Egito. Papiro do Cairo 59004) Damasco Depois da derrota de Antígono. e depois o próprio Demétrio. a seguir. As formas de divisão e instituições administrativas estabelecidas nesta época continuaram a existir até o período romano e muitas delas duraram até a destruição do Segundo Templo. Lisímaco. mas falharam ambas as vezes.C. as forças de Antígono e Ptolomeu brincaram de gangorra com as entradas a leste do F. Em 311 a.. o general dos antigonidas. filho dc Antígono J°P e " X -7 W / o' >*:-/ jSairicria A 'Siquém RaboteBcno Amom ' lV5"i"1° .. os arquivos contêm evidência dos muitos contatos de Zenom com agentes e funcionários de vários centros administrativos. Esses arquivos contêm documentos que constituem uma fonte importante sobre a administração ptolemaica na Palestina. Voltou a Eeitha (Mit) e depois continuou para Bete-Anate. Com a ajuda dos elefantes indianos de Seiêuco (pelos quais ele trocou a província da índia).135 Depois de tomar nuiiros cativos do país montanhoso da Judéia c do distrito adjacente a Jerusalém e da Samaria. Galiléia Ptolemaida (Acoj Citépolis * Samaria Somaria _ Jeiricó KabateBeneAmom Jerusaléi Í com do Zenom Morisõ (•&) Iduméta? Adora * ARQUIVO DE ZENOM . 312 a. ministro de finanças de Ptolomeu 11. Nos anos 315-306 a. como Marisa e Jope. vinho. Visitou também Tiro. Zenom viajou para lá em 250-258 a.C. O CONFLITO DOS DIADOCOS (SUCESSORES) NA PALESTINA 259 A 258 a... Agentes dos monopólios reais viajaram até os pontos mais distantes da terra. Jerusalém. Com esta batalha.. Bete-Anate\ Góde. com suas riquezas.) De Bete-Anate ele seguiu para Codasa e embarcou em Ptolemaida (Aco). em 301 a. Seiêuco voltou à Babilônia para instigar o Oriente contra Antígono. (Identificações alternativas foram sugeridas tanto para Eeitha como para Bete-Anate.Seiêuco ò Babilônia 312 o. os aliados triunfaram sobre Antígono e seu filho em Ipso na Ásia Menor.. além do Jordão. (Zenom. o poder central do império de Alexandre ficou com Antígono Monoftalmo ("o caolho"). onde ele se instalara depois da sua aposentadoria como funcionário do governo.C. Ptolomeu uniu suas forças com as de Seiêuco e um terceiro general. Ptolomeu. voltou-se contra seus companheiros generais. Depois da morte de Perdica. a fortaleza nabatéia. mas retirou-se diante das forças superiores de Antígono.C. AS VIAGENS DE ZENOM NA PALESTINA Torre de Strato. Viajou em seguida para Jerico. cidade das vinhas. provavelmente via Pegae. Um assalto por mar e terra combinado entre Antígono e Demétrio em 306 a. veja mapa 224) e seguiu para Jerusalém. Zenom chegou depois a Lacasa (Kisweh. arrogando-se o título de rei.. falhou diante de Pelúsio e de Damieta.. que era o principal defensor da idéia de divisão. que foi habilmente ajudado por seu filho Demétrio Poliorcete ("conquistador de cidades"). e Abila. O império ptolemaico (oi notável pela sua atividade econômica. um subordinado de Apolônio. governador da Babilônia.C.95-9" 315 A 306 a. especialmente no sul. Um desses agentes era Zenom.C. Seiêuco.C. o sonho de um império helenístico unido chegou ao fim. No mesmo ano.C. governador do Egito. em busca de mercadorias necessárias ao Egito.. Jerico. onde havia uma propriedade produtora de vinho de um oficial grego. e também obter o controle do mar Morto e seus valiosos recursos de asfalto. os ptolomeus estavam em ascensão e a Palestina foi integrada na complexa administração do seu império. é incerto se Damasco se achava nessa época sujeita ao governo de Ptolomeu. Da primeira vez. perto de Damasco). ele venceu Demétrio. Damasco j ^ y IDamielaj Derroto de Demétrio.. Além desta jornada.

Pantetolo.256 a. Ele invadiu então a Babilônia. um centro administrativo no litoral do mar da Galiléia..T R O G O 1 3 .TRIO.16) A PRIMEIRA CAMPANHA DE ANTÍOCO III 219 A 2 1 7 a . se passaram para Antíoco em 218 a.C. (Daniel 11. Antíoco teve melhor sorte. os nabateus.. após a morte de Antíoco II. que a princípio tinham aceito de boa vontade o governo egípcio. O selêucida era o mais forte dos dois c quase imediatamente avançou para realizar uma ambição de seus predecessores — arrancar a Palestina da dinastia rival. os ptolomeus fizeram a ofensiva. PLUTARCO: DF. O rei do Egito atacou Antíoco e a Selêucia numa operação mar-eterra combinada.54-86 < Ptolomeu IV I 1 Sob controle dos . quase simultaneamente. Gefrus e Camus. e estará na terra gloriosa.241 a Mar Mediterrâneo Sidom Ptolemaida i masco téxércíto de Ptolomeu III Campanha naval de Ptolomeu III . Ao mesmo tempo. No ant) 223-222 a. e levantará baluartes. ele evitou problemas com Ptolomeu.. e tomará a cidade forte. A deposição de Berenice.ÍBIO 5.1 3 Depois da batalha de Ipso.245 a. Selêuco II. c entrará nas fortalezas do rei do Norte.C. mas decidiu voltar devido a rumores de revolta no Egito. onde fundou a cidade de Calínico às margens do Eufrates. Na Primeira c Segunda delas.136 F a filha rio rei (Io Sul virá ao rei do Norte para fa2ír um tratado . e Citópolis. Ptolomeu III só manteve a Selêucia. e o resultado foi uma série de conflitos — as Guerras Sírias.>»•• Ptolomeu III . que permaneceu em mãos egípcias até 219 a. contrariando o acordo feito com Selêuco Nicator antes do combate.> A n t í o c o III POI.C. capturou a Selêucia e Teodoto e seu segundo no comando. Gaza f/ieriisã{c fjiadólfia lexandria Sob o domínio ptolemaico Mênfis D I O D O R O 19.C.C.C.242 o.. A paz foi decretada em 240 a. aliados Pohísio . e reconquistou a Mesopotâmia. antioquia mico . dois jovens governantes subiram aos tronos da Síria e Egito. ele capturou Itabírio (monte Labor) mediante um ardil (uma falsa retirada) e tomou Pela. C . repudiando sua antiga consorte. As primeiras cidades a se renderem foram Filotéria. ao sul de Beirute. Mas do renovo das suas raízes um se levantará em seu lugar. ' | Píoiomeu III \'olta | ao Egito Selêucc II . provocou nova guerra entre a Síria C O Egito. Ele também libertou as guarnições de Ortosia e Damasco que se achavam sitiadas. Seroea Paro Ptolomeu III e I'/ Selêucia 1-740-219 o. Enquanto Nicolau se achava bloqueado em Dora.C. voltou à sua capital em 242 a.C. filho de Laodice. E o rei do Norte virá.7) Selêuco II . Ptolomeu 111 guardou para si a Palestina e a Fenícia. Sidom. Laodice. Tiro e Ptolemaida se renderam.<(••••••. J U S T I N O . e sua morte subseqüente às mãos de Laodice. Os sucessores de Selêuco não hesitaram. na poderosa linha de fortificações edificada por Teodoto. general de Ptolomeu.C. De todas as suas conquistas. derrotou o novo comandante egípcio Nicolau no rio Damuras. Paz provisória foi restaurada em 255 a. c os braços do rei do Sul.. e virá com o exército. Em 219 a. seu velho companheiro de armas.C.Ptolomeus . C . (Daniel 11.C. A seguir. porto da Antioquia. que abriram suas portas sem resistência.C. V\pamec r-^Sòiamino Ortósia A TERCEIRA GUERRA SÍRIA 246 A 240 a.219 a . Antíoco III começou a reinar em Antioquia e Ptolomeu IV em Alexandria.6. e Antíoco II casou-se com Berenice. Ao invadir o vale do Líbano em 221 a. irmã de Ptolomeu III. logo voltaram as costas aos ptolomeus.. Com a ajuda deles.C. Quando Selêuco se tornou rei da Ásia. Os sírios. porém.MF. o próprio rei marchou de Tiro por terra. ele foi detido entre Brocchoi e Cerra.15. as duas cidades se renderam. avançou para Abila e Gadant.

porém. e 73 elefantes de guerra. alcançou as portas de Jerusalém (os judeus dali podem ter favorecido Antíoeo III).. alcançou Rafia. rei da Síria . perto de Dã).C. e teve de evacuar a Grécia. voltou-se então para o noite. o domínio egípcio sobre a Palestina se consolidara novamente. Enquanto os reinos helenistas desperdiçavam sua força em lutas mortais. acompanhado de Aníbal. ele cruzou o Helesponto e ocupou a Trácia. com 62 mil soldados de infantaria. Escopas dirigiu-se para o interior. Enquanto isso. Antíoeo capturou finalmente a cidade. desarmou a maior parte do exército e pagou uma elevada indenização. Na paz assinada em Apaméia. Ele correu para ajudá-los e capturou a cidade. o seu exército penetrou até Gaza. prosseguindo depois para as fronteiras do seu império. os favoreceu grandemente: forneceu gado ritualmente limpo. Antíoeo desistiu de toda a Ásia Menor. De Filadélfia.C. citada e m Antigüidades 12:138) Antioqvio Galiléia Ptolemoico Nave Cifópois [Bete-Seã) Samaria ftbjabo - Jerusalém POLÍBIO 15:13-25. supriram as necessidades do exército e lutaram ao lado dele quando atacou a guarnição deixada por Escopas na Acra (Cidadela) de Jerusalém. e depois voltou-se para os selêucklas.C. na Ásia Menor. entrando pelo sistema de águas. prosseguiu para Panias (Banias. Os judeus o receberam de boa vontade.137 de Antíoeo 111. e madeira para a manutenção do templo. Suas vitórias sobre o Egito tornaram segura a fronteira do sul.C. Os romanos declararam guerra contra ele em 192 a. não podia fazer frente às legiões romanas. Os egípcios prevaleceram e Antíoeo retirou-se da Palestina. invadiu novamente a Palestina. pela primeira vez na história ptolemaica.C. em Magnésia. e ocupou a cidade. mostraram interesse em servir-nos. depois do que Antíoeo desembarcou na Grécia. Ptolomeu IV iniciou então uma marcha triunfal por todo o país.C.. azeite e incenso. ocupando grande pane da Ásia Menor. Ptolomeu IV marchou à testa de um exército de setenta mi! soldados. seis mil cavalos e 102 elefantes. Senhora do Mediterrâneo Ocidental. Antíoeo esperou ali por ele.. Ele visitou Marisa. O exército sírio.C. Sua derrota finai aconteceu em 190 a. Sidom Desde que os judeus. um novo poder surgiu no ocidente: Roma havia primeiro unido a Itália e depois. Antíoeo. Antíoeo e o seu exército passou então por Batanéia.. A seguir. e. os egípcios mobilizaram todas as suas forças e. Durante 31 anos ajudéia permaneceu tranqüila sob o governo selêucida. Abila e Gadara. seus remanescentes e o próprio Escopas fugiram para Sidom. onde foram cercados. depois de uma campanha prolongada no interior da Ásia. cruzou o deserto e. Antíoeo III. mas retirou-se diante do exército egípcio que avançava comandado por Escopas. Jerusalém.39: ANTIGÜIDADES 12:133-146 Antíoeo voltou à sua capital depois de ter sufocado uma grande rebelião na Ásia Menor. farinha e sal para os sacrifícios. inimigo inveterado dos romanos. foram enviados à Samaria com cinco mil cavalos. Antíoeo III havia tentado prevenir o perigo que ameaçava o seu reino. que permaneceu leal a Ptolomeu e resistiu bravamente. Antíoeo foi derrotado em Termópilas em 191 a.) derrotou Cartago. Os exércitos de Ptolomeu IV foram derrotados numa batalha decisiva. na primavera de 217 a. Ptolemaida e Tiro. Ao que tudo indicava.C. A CONQUISTA FINAL DA PALESTINA POR ANTÍOCO III 201 Ai98a. Ele mandou soltar prisioneiros e proibiu a importação de carne ritualmente impura na cidade. dois comandantes que haviam desertado de Ptolomeu. indo para Jerusalém. os sacerdotes e os escribas do templo do pagamento dos impostos por cabeça e do sal. na Segunda Guerra Púnica (218-201 a. assim como vinho. Em 201 a. Antíoeo III já o esperava ali. atacaram Filadélfia (Rabate-Bene-Amom). (Carta de Antíoeo III.22. Os outros cidadãos de Jerusalém gozaram dos mesmos privilégios por três anos e também ficaram livres de um terço do seu serviço escravo.C. ela abateu a monarquia macedônia em 197 a. por sua vez. aveia. Em 196 a. Antíoeo voltou a Ptolemaida e passou ali o inverno durante 218-217 a. Hipoloco e Cereas. cinco mil cavaleiros.c. Ele permitiu que os judeus vivessem de acordo com suas leis ancestrais e isentou o Gerousia (Conselho de Anciãos). 16:18-19. chegaram até a recrutar auxiliares locais. a partir do momento em que entramos cm seu país.

Antíoco III e seus herdeiros foram extremamente generosos para com as cidades sob seu controle. mas foi igualmente destruído logo após. mas não toda a população). . que havia sido repovoado por iniciativa dos ptolomeus. respeitavam as cidades por eles dominadas. files honravam os privilégios existentes.138 O homem é um animal político (urbano). (Inscrição homenageando Ptolomeu 111) L E O N T O P O L I S (TELL EL-YAHUDIYEH) CIDADE L TEMPLO Muro externo M u r o externo Pátio Pátio Templo A pequena terra da Judéia não podia alimentar toda a sua população. os Ptolomeus eram prudentes na concessão de direitos territoriais no estabelecimento das fronteiras. Já no período helenístico encontramos. Distribuíram nomes dinásticos e liberdade para utilização dos costumes gregos. Zevs[ . os judeus (dedicaram) esta sinagoga. mas atribuíram nomes dinásticos para somente duas cidades: Filadélfia e Ptolemaida.C. localizada à margem do mar Vermelho. Elefantina e Cirene.C. Berenice lilath. no Alto Egito e arredores. A construção de novas cidades era. Alexandria. Existe evidência de colônias judias em todo o Egito. a imigração de famílias individuais atraídas pela prosperidade material do mundo circunjacente. Muitos outros viviam em 'lébas (Dióspolis Magna).Samcrio Apolõnio / \ntioq:íia Porto de JõmniaA | Jómnia A Azoto Paraíiasà-^zoto Ahtíoqyia Para os gregos. sua irmã e esposa. e Filotéria. (Aristóteles) Anliòáulo AS CIDADES GREGAS DA PALESTINA 312 A 167 a . lado a lado com as formas antigas de movimento populacional (exílio e colônias militares). e no Distrito Arsinoita (Fayum). pois isso envolvia uma grande medida de autonomia. em Leontópolis no Delta no segundo século a. Ele permaneceu até depois da destruição do Segundo Templo. Em honra do rei Ptolomeu e da rainha Berenice. homenagem a uma rainha Ptolemaica. boulé (conselho) e demos (todos os cidadãos. fXt'. o sumo sacerdote deposto.. Sicatnino Templo de Bucolon {•.mifcoí / Ascafom o v AntedomA N/ 'Sclcucicía A / Marisa Jerusalém Gaza Demos Selèucio • O Cidade com nome dinástico selêucida Cidade com nome dinástico ptolemaico Cidade com direitos municipais sob governo ptolemaico A Cidade com nome grego ± Município com nome grego A DIASPORA JUDAICA NO REINO PTOLEMAICO SÉCULOS lll-l a. Nas centenas de papiros descobertos em antigas cidades egípcias existem informações sobre a população judia e sua estrutura organizacional. Similar em status era Pela. a cidade (polis) era a única forma conveniente de organização política para um povo civilizado. ao contrário. conhecido na literatura taimúdica como a "Casa de Onias". muitos judeus que ganharam o pão como lav radores ou servindo o governo. C . Eles se concentraram na capital. Aparecem assim no Egito. Os Selêucidas. como arcontes. o melhor caminho para a expansão da cultura heienística. além das colônias militares dc Pelúsio-Migdol. De especial interesse é o templo construído por Onias. por essa razão. e seus filhos. também conhecida como Berenice. Todavia. Dafne. Fronteiro do eporquio selêucido Fronteiro d e cidode pfoíemoico Fronteiro do hiporquio ptolernaico PARAI IÁ eparquia selêucido JUDÉIA hiporquio ptolemaica .

Reino plolemaico Aldeia com população judia Area de densa população judia Fronteiras — 240 a. " W * * Babilônia Filadélfia AMfío*'' • • Tebtinis^ • # Heròcleópolis Oxirfin cjo • Vila Síría9 • .emóidc Hérminc Abidç>s Carani. A I leptacomíos ^ Pooópolis Ptol. Oióspolií .C.139 V CKETA Sidom. Alexandria BMqXoís \ d W Á ^ •Sqi/édio Nqucrates * Súi$ • Bübcfste Athribis Facusa (Goséoj • Tel elieúde 0 Nilhríoe Helíóp* Méiifis . # Co/i»fos ^ u OsewV/s Filoteris• # Eutemeriq leadélfia Arsinoe* Corocodilonpolis V # Apobnópplh Magn< • Bousms 4 Qrfibjòs 0 Ibio « Carqueosiris Tebnitis « Ccurabe • f~ieracíeópoli$ Mogna # S/e no . mllhor Élefófttina .E ' * v c Mogj)ó • • • • A/itinoe Héfacleópòlis éâ \iicornpoliS'/. \Hetmópplis . Quirtópolis ' . \ • Magna .«p 9App!onópoJi$.t Bachias Filadélfia Afroditópolis \ Fekas # .. Norbata Jgmnia j ú Cqnopos.

Antíoco foi informado que .22-23. Antíoco avançou então para Alexandria e cercou a cidade ( 169 a. (CanadeAntíocomaoSovernadordaFrígia) Detfos i Ssoyorií Coriafí elos "O PérqamÒ " J^yr. Área densamente povoada por judeu?.C. e apoiou Menelau. há poucas fontes para os judeus em outras partes do mundo helenístico. Invadindo o Egito em 170 a. Quando seu reino lhe pareceu bem consolidado. homem de visão. de respeitar a sua autonomia religiosa.C.C. Enquanto assediava Alexandria. então em grande decadência. IK A I o IA N r rAO.dcf ^ A R I A \jjgiiçprnassb Antioquia / ^ J C K L T A Gorlina"í 2 ? ? Rodos Ecbiana Reino ptolemaic.1 / 0 a. as aldeias agrícolas-militares estabelecidas pelos selêucidas na Ásia Menor — principalmente em Cária.M^HeiMAI^l/ .. concebeu Ancíoco o desejo de possuir o tgito.o Reino selêucida Cidade com população judia VjUexnndrió Fronteiras — 240 a.c.^r. ASIA MENOR E GRÉCIA TERCEIRO A PRIMEIRO SÉCULOS a.16$ a.. >( tUTOíToSkypto^lr. . Jerusalém .C.22-23 Embora a abundância de papiros encontrados no Egito permita reconstruir o mapa da povoação judia daquela área com razoável detalhe.18.-»'ô'»a *'. Antíoco IV. INSCRIÇÕES. Antíoco Epifanes quebrou a promessa feita por seu pai Antíoco 1 1 1 aos judeus.CFTLT£T £ IAS M A E TILFN M^TCA rAíArrwrr^NAJTiovAiKAAAi.^Tosôfoíjroí . 1 MACABEUS 15.A DIÁSPORA JUDAICA NA BABILÔNIA. perceberam que era necessário preparar o país para um futuro conflito com Roma. P0LÍBI0 28.C. Neste contexto. ele derrotou o seu exército entre o monte Cássio e Pelúsio. Antíoco IV também julgou a época oportuna para conquistar o Egito.>*->5P«NHl^t»AÍ TAnfit^T t A Y. um sumo sacerdote helenizado.170 a.C. filadélfia Jerusalém Popílio Lenas apresenta ultimato . - íroií reín^iÍA-íTArtrWE-rtt^Af f »p/\.16) en|KAAoYMA)K«1. todavia.). Estas são principalmente conhecidas através dc 1 Macabeus 15. integrando todos os deuses com o Zeus Olímpico como cabeça.C. ANTIGÜIDADES 12:148-153. chegando a Mênfis onde se proclamou rei do Egito. Cerco de Alexandria . a fim de reinar sobre duas potências.C. rjyeit* AOYTirwir f MHrAir«i íça*'. Ptolomeu VI derrotado .C.1 6 9 a. í. ele retornou à Ásia antes da sua queda. Monic Cásius Antíoco IV marcha para <-r.. sob o governo de Ptolomeu VI Filomctro. 1 MACABEUS t. ANTÍOCO IV Antíoco IV poro Mênfis 1'70 a. S Z < X A* í Kpitáfio mencionando o "deus todopoderoso" encontrado em Renea perto de Delos Froto de Antíoco IV / para Chipré Tiro A AS CAMPANHAS DE ANTÍOCO IV EPIFÂNIO NO EGITO 170 A 167 a. Citópolis Àpolõnio o Misarca — 167 a. desejava fortalecer o reino mediante a unidade religiosa. r I A K I R K I N N V Y N N ^ I A Pois creio que eles (os judeus] inio poupar nossos simpatizantes da ira (cm seus coraçoes). (1 Macabeus 1.17-24. D I 0 D 0 R 0 Mênfis -fc Heronpolis mülúi Antíoco III e seus filhos. A Diáspora dessa região se classifica em três grupos: os primeiros exilados da Babilônia.. Panfília e Frígia — e as comunidades isoladas nos centros comerciais da Grécia e Ásia Menor.•cKEN Tr«>. \ B Pumtjádito X Neordéic*6 o.C. Seiêuco IV e Antíoco IV.

a. .C. a maior parte do Iraque e quase todo o Irã. Não obstante. exceto por Roma.. ücbqtano ÒUSÜ er Cirene Cirenaica râneo ^fekaridriy • t Ú íiria té Venícia damasco 1 Seleucid Babilônio Charax Perses Posargada •' Yf P É R S I A Persépolis ' Peíúsio í 'Jerusalém D e s e r t o 1 ü Sírio Mênfis . com as lanças eriçadas em todas as direções. os selêucidas foram forçados a retirar-se da Ásia Menor e submetidos a condições de paz rigorosas.. Na sua volta. havia tentado capturar Jerusalém com o auxílio dos Tobíades. Os jovens serviam nas forças regulares e seus pais engrossavam a força de reserva que era chamada para pegar em armas nas emergências. ele enviou Apolônio. Quando o rei pediu tempo para considerar. o exército selêucida precisava ter grande mobilidade.141 Jasão.35 M o n t a n h a s Naissus* Cá li caso Deserto Negro MqmtànM Pelo. Antíoco se submeteu. disposta para o combate. as realidades que enfrentavam os macabeus e influenciavam a sua estratégia. uin antigo sumo sacerdote demitido pelo rei. A maior parte dos homens era recrutada entre os habitantes das colônias estabelecidas pelos reis selêucidas. Antíoco avançou novamente contra o Egito. Chegou novamente a quatro milhas de Alexandria.cste. deve ter sido um espetáculo aterrorizante para os oponentes menos equipados.at<iciu Qtpadócw ARMÊNIA Ztídrácartà Ancira y ^VMicópolis\ oÇ™^Termópilas Mista 1'érgamo L „> Mognçsía Uàa * Gcrdiò . A falange era flanqueada pela cavalaria leve e pesada. enquanto enviava uma frota para Chipre. As táticas eramrígidase nunca mudavam. Estas eram. Hitínia # Ponto (. A fim de controlar e governar seu vasto império. O IMPÉRIO SELÊUCIDA Depois da batalha de Magnésia em 189 a. Os selêucidas usavam às vezes elefantes para desmoralizar o inimigo e como plataformas de fogo. D"ra Oeste-. o império selêucida permaneceu grande e poderoso. e quinhentos cavaleiros escolhidos estavam igualmente ao redor de cada animal.. As armas do falangita eram uma longa lança e escudo. Ao todo.lssò' • Gcugameh V . O exército selêucida continuava também poderoso e. O objetivo desses grupos auxiliares era exaurir as forças inimigas e exterminar o maior número possível. pondo-se em volta de cada elefante mil homens armados dc cotas d e malhas e dc capacetes de bronze para a cabeça. Seus comandantes dependiam então de vitórias rápidas e decisivas.r Seleuada 'Akpo ^ . portanto. m m )Antioqo. Biiüficio. ameaçando assim as linhas de comunicação do seu exército no Egito.C. abrangendo todo o Israel e a Síria de hoje. Mesopotâmia. por unidades de "desafiadores" levando lanças.18) que ordenou que se retirasse do Egito. 1 Macabeus 6.sua superioridade tecnológica. Em 168 a. Cilicia Província .31). embora fossem principalmente usados com propósitos defensivos. Arbelo Média Média' l. e por arqueiros e atiradores de lanças. este é provavelmente o sentido da frase "dele sairão forças" (Dn 11. Antíoco marchou contra Jerusalém e apossou-se do tesouro do templo. -As tropas selêucidas também incluíam mercenários e rapazinhos eram igualmente recrutados entre os povos subjugados. A técnica de combate empregada por eles se baseava na falange. as forças armadas selêucidas somavam entre sessenta e cem mil combatentes. Rogai ' . Infantaria m m m m m m i™ com roMMmmtrommmt # ^íÍ >á fttoè ü l carros Foram repartidos nas falanges. . DISPOSIÇÃO DOS EXÉRCITOS HELENÍSTICOS Arranjo porá a Batalha Falange .C. comandante dos mercenários da Mísia. mas defrontou-se então com o romano Popílio Lenas ("o príncipe" em Dn 11. a g§|%•. i Sorcies A p o m S [ ( m. (V Império de Alexandre Império selêucida depois de 189 a. uma formação de batalha consistindo de 16 ou mais fileiras de soldados dispostos bem próximos uns dos outros e o número de soldados em cada fileira dependia da extensão do campo de batalha. A falange bem unida. o romano riscou um círculo no chão ao seu redor e o forçou a "decidir antes que saísse do círculo". com vinte mil dos seus homens a Jerusalém. nenhum dos poderes vizinhos podia enfrentai.

. e seus filhos. e destruiu o altar do povoado. Matatias e seus filhos fugiram. ele escolheu a rota tradicional. 2 MACABEUS 8. A perseguição deu origem a uma revolta que não explodiu em Jerusalém.25. judeus piedosos que se reuniram para defender a lei. Matatias e seus homens avançaram. derrubaram os altares dos deuses estrangeiros e incitaram os povoados judeus contra os helenistas que viviam em Jerusalém sob a proteção do exército selcucida. assim como ao representante do rei.1-3. Do seu refúgio. saindo de Lida e subindo para Bete-Horom. Apolônio foi morto em combate e Judas tomou sua espada e "desde então usava-a sempre nos combates" (J Macabeus 312). . atacou as tropas reais. um comandante selêucida. A segunda tentativa de quebrar o bloqueio de Jerusalém terminara também em fracasso. no estilo grego (veja o mapa 205). . provavelmente na subida de Leboná. a quem ele equiparava ao Deus de Israel. A forte resistência do povo levou à primeira perseguição religiosa conhecida na história: a adoração a Deus foi proibida e os judeus forçados a sacrificar a outros deuses.. Matatias matou um judeu que estava prestes a obedecê-la. comandante das tropas de Samaria e governador da região nas vizinhanças de Gofna. para assegurar sua posição em Jerusalém e.c. provavelmente para as montanhas ''próximas a Samaria" (Gofna). e ficou então exposta a represálias.1. 1 MACABEUS 3. uma nova cidade. tais como Yose ben Joazer de Zcrcda. próxima a ela.C. O restante do exército derrotado fugiu para a planície costeira e recuou até a "Filístia".'"""^s^' • U. a "Acra" (Cidadela). Antíoco e seus conselheiros. (1 Macabeus 3. a sufocar a rebelião em progresso.13.1-7 Antíoco IV (Estátua de bronze) A BATALHA DE BETE-HOROM 166 a. Apolònio.28 PRIMÓRDIOS DA REVOLTA DOS MACABEUS i67a. Antíoco decidiu transformar a Casa de Deus num templo grego de Zeus ou Dionísio. se recusaram a cumprir a ordem real de sacrificar a Zeus. sacerdote da família dos asmoneus. no distrito de Lida. A fim de salvar Jerusalém. Assim com seus filhos fugiu cm direção às montanhas. dando ouvidos aos mais extremos dentre os judeus helenizados. e as dizimou. fim resposta. Matatias.Matou ao mesmo tempo o oficial incumbido da ordem du sacrifício. Emboscado contra Serom em Beie-Horom. mas no vilarejo judeu de Modim. ele é derrolodo e foge Emoús Jerusalsh»' Bloqueio udr de Jerusalém . chefe dos hasideanos. Alguns dos chefes pertenciam a povoados vizinhos. Impaciente com o lento progresso da helenização. Enquanto os homens de Serom se extenuavam ao subir a encosta íngreme. Judas Macabeu atacou inesperadamente e Serom e seus homens foram varridos diante dele.. acreditaram que a maioria da nação judaica estava pronta para aceitar a cultura grega. Modim estava situada perto de Lida.21) Serom vai à Judéio sufocar a revolta I 1 Á eo Ironsíeiidu da Judéic peru Somaria 1 MACABEUS 2.. 1 Macabeus 2. Os helenistas construíram uma fortaleza.142 Foi nesta época que se levantou Maialiasem Modim. levaram Serom. as autoridades selêucidas retiraram as regiões de Lida e Gofna da Judéia e as anexaram a Samaria. Nós porém lutamos p o r nossas vidas e nossas leis.. Matatias. capital do distrito.. I. marchou para esmagar a rebelião. Judas Macabeu que assumira o comando com a morte do pai.13-24 Bole-Horom inffrior^ A g e t e Hprom Gozara. Os hasideanos se juntaram ali a eles.. •• SU perio- S Notícias da derrota esmagadora de Apolônio e a crescente aflição dos helenistas isolados em Jerusalém.

ele cansara inutilmente seus homens. havia confiado a administração do império a oeste do Eufrates a Lísias. seguiram em direção ao acampamento rebelde para capturar Judas num ataque de surpresa.4. Judas e seus homens purificaram então o templo e o repararam depois do longo período de abandono. 1 MACABEUS 3. Exército. Lísias fezuma última tentativa contra os judeus. "para que o povo tivesse uma defesa contra a Iduméia". v'-. a fortaleza na fronteira da Judéia.sírio comondadó Nicanor.36) 165 a. guiados pelos homens da Acra (Cidadela). Judas fortificou o monte Sião (o "monte do Templo") e Bete-Zur. mas o monte do Templo foi recuperado pelos judeus. subamos agora a purificar e consagrar de novo os santos lugares. O serviço de Deus foi restaurado após uma interrupção de três anos e meio. De madrugada. Ptolomeu e GÓK Modim Beíe-Horom inferior Acampamentos do exército sírio em Emaús "^^-^ # 6ète-Horom superior JUdos reúne suas forças em Mizpá :maus Reforço da Iduméia. Judas Macabeu reuniu seus homens no antigo sítio sagrado de Mizpá. Ali. No final de sua marcha noturna. Lísias recuou e Judas e seus homens subiram jubilosos a Jerusalém. Lísias reuniu um forte exército e colocou-o sob o comando de Ptolomeu. 165 a.c. Os macabeus. Após a derrota de Serom.8-29 Antíoco IV. mas foi derrotado e perseguido até Gazara. que certamente fizeram uso de suas linhas internas de comunicação para seguir os movimentos do inimigo. Judas e seus homens (três mil ao todo) avançaram para o acampamento sírio. A BATALHA DE BETE-ZUR E A REDEDICACÃO DO TEMPLO Piniuni çm túmulo lielenista de Marisa Bis que nossos inimigos estão aniquilados. Eles foram reforçados por tropas da Iduméia e do distrito de Jâmnia e Azoto ("Filístia").38 . ele se achava estrategicamente colocado tanto cm relação à Jerusalém como à costa.H3 Dada a palavra de urdem — 'Auxílio de Deus!" (2 Macabeus 8. Górgias encontrou o acampamento de Judas abandonado. superior de Serom. ele voltou a Emaús para enfrentar Górgias. Ele escolheu a rota ao longo da divisão de águas na Iduméia. e eles acenderam as lâmpadas do candelabro (menorá) para iluminar o templo. que. viu do alto de uma colina que seu arraial estava em chamas.23) A BATALHA DE EMAÚS 165 a. Górgias com cinco mil soldados e mil cavaleiros partiu sob a proteção da noite e.J udas sobe a Jerusalém "Júoòs repele ataque de Lísias Bete-Zur. O exército selêucida se preparou para a batalha. :maus Rededicaçõp dó 1 ieinplo Jerusalém.C. saíram de Bete-Zur para enfrentar o invasor e tiveram êxito em repelir o ataque. Aiolo e Jâmnia Górgias piocuia o exército de Judas Jerusalém Bloqueio judeu de Jerusalém. cm vez de pôr suas forças em perigo nas estreitas passagens e íngremes encostas. De Marisa eles marcharam com facilidade e chegaram do outro lado de BeteZur. a poderosa fortaleza real perto de Jerusalém. porque os comandantes temiam problemas nas passagens das montanhas que levavam ajerusaiém. Voltando a Emaús. O exército acampou em Emaús. portanto. Judas impediu que os homens encetassem uma perseguição irreflelida e enquanto o inimigo continuava fugindo na direção de Jâmnia e Azoto. Ao saber da divisão das forças inimigas.C.25. A fortaleza de Acra (Cidadela) continuava nas mãos dos inimigos. Judas Macabeu deixou Mizpá e acampou provavelmente ao sul de Emaús. A festa de Hanukkah foi. habitada na época pelos sidônios e idumeus heienizados — inimigos dos judeus. A nova campanha passava junto à costa em direção a Marisa. lutava contra a Pérsia e a Média na ocasião. Retornou à costa sem ter feito contato com os rebeldes e falhou assim na terceira tentativa de libertar os helenistas sitiados em Jerusalém. Dorimenes. Marisa Hebrom 1 MACABEUS 4. observada pela primeira vez no dia 25 do mês de Kislev.28-61 . Nicanor e Górgias. que por três vezes haviam sido a ruína do exército selêucida. (I Macabeus 4. 2 MACABEUS 8. Os generais selêucidas finalmente decidiram procurar os rebeldes.

Judas lançou um ataque de três pontas sobre o exército de Timóteo. seguiu para a Galiléia. Em vez de seguir diretamente para Gileade. em Jazer. e apareceram inesperadamente às portas de Bostra. Deve ser notado que mesmo depois desta campanha os judeus permaneceram no vale de Esdraelom e na Galiléia. superior Í X ft )Filotérjà ». E Carnaim. Depois de capturar Bostra. no momento exato em que o inimigo estava pronto para entrar na cidade. (1 Macabeus 5. ievando-os para Jerusalém Simão tomou portanto o caminho da Galiléia e sustentou muitos combates. Tiro e Sidom fomentam conflitos com os judeus Simão persegue os inimigos alé as portas de Aco Ptolemaida (Aco) \Arbafa? ••Galiléicf. cortaram pelo deserto. porém. Macer c Bosora. eles fizeram uso de seu bom relacionamento com os nabateus a leste de Gileade.2) Homens de Timóteo e da I tu ré ia contra Judas Carnaim' Caspein ^ Datem! Mocer Força auxiliar dos itureus Bosora AS PRIMEIRAS CAMPANHAS DE JUDAS MACABEU i63a. Bosora. Judas e os refugiados judeus começaram sua longa marcha. sendo ali sitiados. marchando durante três dias. onde os judeus haviam sido atacados pelos homens de Ptolemaida.144 E (os gentios) decidiram exterminar os descendentes de Jacó que viviam em seu meio. Judas e seus homens marcharam a noite inteira. Logo depois.10. 2 MACABEUS 10. comandante de Gileade. Atacou primeiro os idumeus em Acrabeta que estavam oprimindo os judeus em seu meio.11 Sidom Habitantes de . Levou em sua companhia os judeus da Galiléia e Arbata (várias sugestões foram feitas para a identificação desta cidade) e os fez chegar em segurança a Jerusalém. esmagando diante dele as nações. onde os judeus obtiveram nova vitória. Aca. 1 MACABEUS 5.21) . 24-55.24-37. Judas. (1 Macabeus 5. mas foi tomada de assalto) e Citópolis (Bete-Seã). O inimigo foi também derrotado nesta batalha. todas cidades fortificadas. Dositeu e Sosípatro. com seu irmão Jônatas e oito mil homens. Judas tomou Carnaim e queimou o templo de Atargate.14-15. Notícias perturbadoras recebidas dali contavam sobre a perseguição dos judeus em Bostra. trrom conquistada em ataque Citópolis Chorox Dosileo e Sosípafro conquistam Chcrax Judas conquista Bostra depois de jornada no deserto fo Acrabeta jaboqM f" Judas derrora idumeus In7pr . A caravana escalou afinal o monte Siáo em meio à música e danças.c. Caspein. Timóteo morreu no campo de batalha e Jazer foi capturada. ele confrontou Judas perto de Rafom. comandantes de Judas.** expedição de Simão Adoru 'yHebrorn I DUMÉIA . chegando a Datema pela manhã. Houve mais um confronto rom Timóteo. inferior•j \3eba f J f Torre dç»> "Straio! Citópolis :Arbata? Simão retira os judeus • da Arábia c Galilcia. foi o resgate da população judia de Gileade.Samaria EXPEDIÇÃO DE SIMÃO À GALILÉIA OCIDENTAL Enquanto Judas lutava em Gileade. Montou uma operação similar contra a tribo dos beonitas do outro lado do Jordão. Simão dispersou o inimigo e perseguiu-o de Ninrim até as portas de Ptolemaida. foram salvá-los. 12. Macer e Carnaim. Timóteo havia reorganizado o seu exército e reforçado o mesmo com tropas auxiliares árabes (provavelmente itureus.Zur. Seu feito militar mais difícil. Alemã. e na Terra de Tòbc.20-23 acrabeta' Aferema Gazara Jerusalém 0 mílwi 0 5 1 0 1 5 k m • ••••• 10} • ' Bete-. à testa de três mil homens. passando por Efrom (que lhes recusou passagem. Enquanto isso.»Galiléia . Judas continuou até Alemã. resgatando em toda parte as populações judias oprimidas. seu irmão Simão. Os sucessos de Judas despertaram a ira dos povos vizinhos e ele teve de travar várias campanhas defensivas. o inimigo fugiu ao reconhecer seu atacante. pois os nabateus simpatizavam com os judeus). conquistaram Charax na Terra de Tobe. cujos habitantes receberam Judas cordialmente. Tiro e Sidom. Timoteo morto em Jazer Filadélfia jerusalém Judas confra os beoriilas aol-Meom 1 MACABEUS 5.3-13. Muitos dos judeus fugiram para a fortaleza de Datema. Caspein.

Depois de voltar de Gileade. 2 MACABEUS 13. tentaram a sorte contra Jâmnia. Eleazar (também chamado Avaran).1-15. Em outra campanha. que havia provavelmente permanecido como governador da Iduméia. (1 Macabeus Ó. Lísias chegou da Síria com um vasto exército. Repetiu este feito no porto de Jâmnia depois de saber que os habitantes da cidade pretendiam imitar os de Jope. dois chcfcs dc tropas que permaneceram na Judéia. j Judas se retira para i as montanhas d e i G o f n a . 1 MACABEUS >. Ali se encontrava Górgias (da batalha de Emaús).).C. Na sua volta das campanhas. Esta ação falhou completamente.c.28-63. e a Acra (a Cidadela) que era mantida pelos helenistas (veja mapa 205).60.145 Entrementes. Em ainda outra campanha perto de Marisa. destruindo ali um templo pagão. O exérciLO real avançou na direção de Judas e seguiu-se uma longa batalha. Judas saiu de Jerusalém e acampou em Bete-Zacarias.\ 6 2 a. Ataque a porto. ANTIGÜIDADES 12:353 Jâmnia Jâmnia Modim José e Avarias falham na componha contra Jâmnia Azoto Jerusalém?/ Judas arrasa templo nas portes de Azoto Odolc Marisa 10 milhe: Hebrom Serras de Gofna ^ | } Gofna Averiguando o p o d e r d o exército real e a impetuosidade de suas tropas. Górgias foi feito prisioneiro.1-2.C. mas no final Judas dispersou suas tropas e recuou para Odolã na Sefelá da Judéia. Judas vingou os judeus de Jope. morreu nesta batalha. ao norte de Beie-Zur.65-68. cujos habitantes apelaram para o jovem rei Antíoco V (Antíoco IV morrera na Pérsia em 163 a. que estava nas mãos dos rebeldes. José (filho dc Zacarias) e Azarias. através da Iduméia. Tendo aprendido por experiência própria. Transjordâma j Judas arrase I o porto de I Jâmnia Enquanto Judas e Simão estavam ocupados em Gileade e na Galiléia. Judas atacou pessoalmente a Iduméia. (1 Macabeus 5. pensando que um elefante de guerra.47) A BATALHA DE BETE-ZACARIAS 162 a. 2 MACABEUS 12.32-38. Atacou Hebrom e Marisa e chegou até as portas de Azoto. retiraram-se os judeus. Judas e seus irmãos partiram para combater os filhos d c Esaú.37. depois que os habitantes os afogaram num ato aleivoso atroz. Judas sitiou a Acra. ricamen1 MACABEUS 6. I represália Plano (le palácio em Tiro. o caçula dos irmãos de Judas. Judas cerca a Acra Jerusalém Morte de Eleazar Marisa Não obstante todas as vitórias de Judas em lugares distantes. Em resposta ao chamado recebido. Jerusalém continuou dividida entre o monte Sião (o monte do Templo). os sírios tomaram o caminho mais longo porém mais fácil. capital dos Tobíades.65) JUDAS NA PLANÍCIE COSTEIRA E NA IDUMÉIA i63a.C.1-23 . Ele destruiu o porto de Jope e queimou os navios. e atacaram BeteZur.

í ' f" <*>. ^ ' " ' W ? 0 ^®conor m o r r e n a batalho. ele matou o animal mas morreu esmagado pelo mesmo — o primeiro dos filhos de Matatias a morrer. 2 MACABEUS 15. o dia de Nicanor. No décimo-terceiro dia de Adar (o "Dia de Nicanor" da tradição judaica) o inimigo foi derrotado. Ao voltar para Antioquia. O dia da batalha foi declarado feriado e celebrado pelas gerações futuras. Báquides entronizou Alcimo. Nicanor j Niconor se junta aos auxiliares sírios Bete A BATALHA DE ADASA 161 a.C. filho de Selêuco [V.47). acreditando em suas promessas de paz. porém. remanescentes „. « • ' V " v X S \ .V s. eles não interferiram com a religião em si ou com os serviços do templo. um dos comandantes da batalha dc Emaús.19-31... O rei Demétrio I enviou Nicanor. Os judeus "retiraram-se" (1 Macabeus 6. Furioso. i / Atoles * A / **""" / I i . Desta vez ele conseguiu chegar a Betorom onde seus auxiliares da costa da Síria se juntaram a ele.C. seu exército. fugiu na direção da fortaleza real em Gazara.® ^batalho. ^^^o*'*'*». Antíoco e Lísias chegaram ao monte do Templo e destruíram as suas fortificações. Nicanor e Jerusalém v • » \ Alcimo s o b e m a \ y . e Alcimo teve de pedir novamente socorro. A maioria piedosa ("hassidins ou assideus") reconheceu em Alcimo um descendente do sumo sacerdote Arão.25) A BATALHA DE CAFARSALAMA 162 a. (I Macabeus 7. Um dos primeiros atos de Nicanor foi tentar abrir a estrada de Betorom (Bete-Horom).C. eles abandonaram os macabeus. Demétrio I. %do de seu exército fogem V w V . Nicanor renovou seu ataque. (Rolo de Jejum) Jerusalém K 0 l-H-r-V 1 2 3 1 MACABEUS 7. 2 MACABEUS 14. com Alcimo (Eliaquim). ligando Jerusalém às bases selêucidas na planície costeira. Báquides mola as lideras dos assideus (Hassidim) Serras Cafar-Salamc^V^->"5p Nicanor forçado a voltar a Jerusalém I í * Báqjidcs. Os hasidianos abandonaram a revolta e Judas foi forçado a retirar-se para o seu antigo refugio nas montanhas de Gofna. O novo rei enviou à Judéia seu general Báquides (que governava as nações a oeste do Eufrates). *. Todavia. Ao voltar.146 te ajaezado com as armas reais.15-18 lido 'o Serras de Gofna •Gofna I Judas surpreende . quando os campos não eram semeados). No décimo-terceiro (dia) de Adar. Báquides matou também muitos deles em Bete-Zeta (Berzeta). é Nicanor voltou envergonhado para Jerusalém. Esta tentativa falhou cm Cafarsalama (perto de Gibeom). que começou matando vários líderes dos assideus. D ( Alcimo nomeedo sumo sacordoic •II A _i Perseguição dos assideus e morte de seus lideres Em 162 a. que terminaram com a destruição do seu reino.0 Gozara ''V. que persistiram sozinhos em seus esforços de liberdade. Jerusalém U 9 I MACABEUS 7 . dando assim início a uma série de guerras fraternais na casa de Selêuco. 3 M 9 . Pot Bete-norom superior*ft* . esperava um ataque vindo do norte. Elefante de guerra selêucida Viu Alcimo que Judas com os seus eram mais fortes c reconheceu sua impotência cm lhes resistir. aparentemente. levava o rei em pessoa. isolado de Jerusalém.. Nicanor morreu na batalha. BeteZur rendeu-se por falta de víveres (estavam no ano sabático. a quem nomeou sumo sacerdote. ao sul da estrada principal. Este ato de coragem não teve influência no resultado da batalha. desembarcou em Trípoli na costa da Síria. Nicanor. sendo perseguida até suas portas por Judas e pelos habitantes instigados à ação pelo som das trombetas. Os macabeus de Judas continuaram a lutar com suas forças reduzidas.25-28 . lembrando-se da forte reação judia nos dias de Antíoco IV. ele foi atacado perto de Adasa. Antíoco V foi levado preso e executado. Em Jerusalém.

subindo pela rota perigosa de Gilgal. cortando assim tanto Judas como Jerusalém do grosso das tropas dos rebeldes nas montanhas de Gofna e na região de Modim. comandadas por Báquides de um lado e por Judas do outro. que estavam prontos para apoiar todos os inimigos dos selêucidas.. . de <ç> Gofna* /í.. ANTIGÜIDADES 12:420-422 Moeda selêucida com Apoio no lado de trás A BATALHA DE ELEASA E A MORTE DE JUDAS Serras de gqfna der-Zer!o PRIMEIRA FASE i6i a. já que. O exército selêucida acampou em Bcerote (El-Bira) e Judas postou-se perto de Elasa (próximo de Ramaiá). Ele teve de enfrentar três escolhas difíceis: confrontar o cerco selêucida de Jerusalém (com os judeus helenizados apoiando abertamente o exército sírio). A batalha foi travada entre essas duas cidades numa planície adequada às manobras das incômodas forças selêucidas.uDAS -írÍLllü DEJU3AS ' EXÉRCITO DE JUDAS 1 MACABEUS 9. Judas firmara aliança com os romanos.C. da retaguarda Ber-Zela E (Dcmctrio) resolver enviar pela segunda vez Báquides e Alcimo à terra de Judá. em sua marcha de Damasco.147 Acampamento. ou retirar-se para as montanhas e abandonar Jerusalém e o templo.ilml ^Bclcl Besrote * iBete-Gilga! '*••««„„ Eleasa Oafnr-Salama 9áquidas para Jerusalém Notícias da derrota de Nicanor levaram Demétrio I a despachar novamente Báquides. nesse meio tempo. com um exército de primeira classe — a chamada ala direita—àJudéia.c. {1 Macabeus 9-1) Baal-Hazor A CAMPANHA DE BÁQUIDES 1 6 1 a.1-4. disse Judas. Se chegou a nossa hora. Báquides vingou-se nos habitantes judeus do distrito de "Arbela". que não percebera o que estava acontecendo e não mobilizara suas forças a tempo. SEGUNDA FASE Livre-nos Deus.UÔpte Y\[B-Tuyibeh) & Caminho ? Betei Acampamento avançado Rimom \(. que proceda deste modo e que eu me salve diante deles. passou pelo deserto e pelo vale do Jordão.10) Exército selêucida bloqueado e nova batalha travada EXÉRCITO SELÊUCIDA Força selêucida ataco retaguarda do exército de Judas Eleasa TERCEIRA FASE HÍÉRCITO lUCIDÍ Curnpo de batalho ' EXÉRCITO EXcRÇITQ Beerole Flanco direito selêucido recua perseguido pelo exército asmoneano DE JUDAS DCJUDAS / Exército judeu esmagado e morte de Judas K EXÉRCITO ELEUCIDA EXÉRCITO SELÊUCIDA Flanco esquerdo abandona a batalha Força selêucida reduzida permanece para impedir forças úsmoneanos EXÉRCITO SELÊUCIDA EXERCITO DE. ficar e lutar apesar da sua inferioridade numérica. morramos corajosamente. Os dois exércitos se prepararam para o combate: no flanco direito foram dispostas as tropas de primeira classe. ainda. (1 Macabeus 9. Jerusalém Exército ds judas Fxército selêucida 1 MACABEUS 9.5-19: ANTIGÜIDADES I2:426-43!Í A presença de Báquides na periferia de Jerusalém surpreendeu Judas. Judas escolheu a terceira opção apesar dos conselhos de seus homens. Tentando surpreender Judas. ou. Ele acampou em Elasa (Eleasa). Báquides. A supressão da revolta se tornara então urgente para o rei selêucida.

a situação se inverteu. O deserto da Judéia servira de refúgio para os oprimidos e de esconderijo para os insurgentes desde tempos imemoriais (veja mapa 92). enquanto a força selêucida tinha vinte mil homens na infantaria e dois mil cavaleiros. 'lècoa segundo Josefo. / V • Jónatcs se retira. que ele sitiou por muito tempo. Esta foi uma ação corajosa por ter ocorrido numa região povoada. No início. Depois de grande refrega. Gazara e Bete-Zur formavam um sistema de defesa considerado adequado para manter o controle sobre a rebelde Judéia. os macabeus não puderam mais manter sua fortaleza nas montanhas de Gofna. destruindo uma caravana do deserto pertencente a uma das tribos. portanto. Ao que parece. provou que o exército de Judas não podia ser tão pequeno assim embora os selêucidas fossem realmente em maior número. uma fortaleza i 5 6 A i 5 2 a . Depois de um combate heróico. O flanco esquerdo selêucida se dividiu em dois.C. — Estrada . Báquides atacou Bete-Basi.64) O CERCO DE BETE-BASI. esperando encontrar santuário na outra margem. Báquides construiu duas fileiras de foitificações. fugiram para as montanhas de Modim e reacenderam a chama da rebelião. Faraton (Farka). * Veio acampar de fronte a Betbasi.C. peno de Jerico. Jônatas escapou com seus homens. depois de ter ofendido os assideus ao derrubar o muro do pátio interior do santuário. porém. Alcimo desfrói muro interior do templo . ele foi confrontado por Báquides.28-33. não deu resultado. Betorom. que aparentemente viviam em paz em Modim. ANTIGÜIDADES 13. Emaús. abandonada no sudeste de Belém. Restos do cerco foram descobertos junto . Báquides ataca Jônatcs nc sábado Bete-Zur. a força judia foi destruída e Judas morto. Báquides regressou então com seu exército. Jônatas recebeu o mando e tomou o lugar dc seu irmão Judas. no deserto da Judéia. Jônatas estivera em conflito com as tribos do outro lado do Jordão e seu irmão João fora morto num conflito com elas. acampando perto do poço de Asfar. (I Macabeus 9-31) jONATAS NO DESERTO DA JU DEI A E AS FORT1FICAÇÕES DE BÁQUIDES 160 A 156 a.. 1 MACABEUS 9. identificada por alguns eruditos como situada no deserto da Judéia e Tamna. r . os selêucidas que se retiravam conseguiram consolidar suas fileiras e o exército de J udas ficou portanto preso entre as duas pontas do exército selêucida. com Jônatas na chefia. Os macabeus ocuparam Bete-Basi. Jônatas e seus homens conseguiram assim penetrar na Judéia povoada. apesar de se encontrar nos arredores do deserto. Eles elegeram Jônatas como líder e imediatamente se dirigiram para o povoado de Tecoa.148 O livro de Macabeus nos conta que as forças de Judas contavam apenas com três mil soldados. e o flanco direito de Judas os perseguiu. Jônatas recuou e entrincheirou-se no deserto. atravessando a nado o Jordão. uma parte deteve o restante das forças judias e a outra voltou para ajudaios homens em retirada. mas sua tentativa de capturar Jônatas e seus homens. No terceiro estágio da batalha. Estas e as fortalezas reais em Acra. Afim de fortalecer seu domínio na Judéia. sitiando a cidade com máquinas pesadas.15 [*] Fortaleza construída por Baquicès. Betei e Jerico... O curso da batalha.. Na segunda fase. uma linha ao norte e outra ao sul.. cerca de sete milhas de distância do campo de batalha. (1 Macabeus 9. Antes da batalha com Báquides. Jônatas revidou. O flanco direito selêucida começou a retirar-se para o monte Baal-Hazor. Siquém •Ic. Foi ali que Jônatas reuniu os que o apoiavam. A do norte seguia ao longo da fronteira da Judéia. Jerico . Báquides tomou o controle de Jerusalém sem lutar. .50. o limite além do qual os gentios estavam proibidos de entrar.5-8. c . Hebrom Depois da derrota de JBlasa.. a revolta judia foi ostensivamente esmagada. não muito longe da estrada que passa pela divisão das águas. Acredita-se. É difícil compreender como a força selêucida em retirada conseguiu organizar suas tropas em formação de falange. Após a batalha. As fòrtificações ao sul seguiam pela região estratégica da Judéia e incluíam Gezer. na direção norte e incluía Tapua (Sh. atravessando o Jordão _ _ . Abu Zarad). Desafiado desse modo.oua Poratom? Tamna H Bete-Horcm Rqtài •• . A área para o sul estava sob o controle da fortaleza de Bete-Zur.. Ali também. Os remanescentes dos macabeus. no rio Jordão. Emaús Báquides prende reféns na Acra. tudo fazia crer que Judas estava levando a melhor no combate. que a retirada foi um ardil para enganar o exército de Judas e destruí-lo. construindo máquinas. Báquides retornou a Antioquia c o país teve paz durante dois anos. JONATAS EM MICMAS O sumo sacerdote Alcimo morreu em 159 a.

Estas concessões permitiram que Jônatas se estabelecesse cm Jerusalém e consertasse as fortificações do monte do Templo. provavelmente em 155 a. Exceto pela Cidadela e Bete-Zur. porém. o mais fraco .. No acordo feito. que afirmara ser filho de Antíoco IV. pintada) Modim ^ctc-Horo*rn inferior Bete-Horom^ superior^^ Gozada 1 0J •Macmgs Jônatas obtém controle dajudéia em Micmás Jerico . (1 Macabeus 10. Jônatas era de fato rei dajudéia. Quando Demétrio I soube que Alexandre Balas. elas não aparecem em qualquer outra fonte. Devolveu igualmente os reféns judeus mantidos na Cidadela. Simão saiu da cidade e queimou as máquinas do cerco. Jônatas estendeu seu reino sobre toda a região. Jônatas passou a usar pela primeira vez as vestes especiais do cargo durante a Festa dos Tabernáculos no ano 152 a.149 às ruínas de Bete-Basi no deserto da judéia. tentou Jônatas oferecendo-lhe os três distritos com populações judias que ainda se encontravam sob a administração de Samaria. os Beni là:amare. Odomera parece ser o nome dc uma tribo beduína. como se concedia aos pais dos reis e deu-lhe para propriedade pessoal Acarom e seu território. ele sentiu-se ameaçado e concedeu a Jônatas o privilégio de comandante nomeado pelo rei.C. O poderio de Jônatas persuadiu os membros da tribo a juntar-se a ele para atacar Báquides. mencionadas em 1 Macabeus como Odomera e Fasiron. apoiou Alexandre. Isto induziu Báquides a negociar. A situação interna do reino selêucida se tornara instável e foram feitas muitas conspirações contra Demétrio I pelos seus rivais. nomeouo sumo sacerdote.C.eima máquinas do cerco. ajudado pelas tribos nômudes • Báquides faz acordo com Jõnotos '«Si Tecoa Fortolezo cm poder de Báquides Exército du Jônutus «(•••••••mi) Exército dc Báquides 1 MACABEUS 962-73. guerreiro experimentado. não permitiu que o inimigo o cercasse. Jônatas aproveitou-se do declínio do poder selêucida para aumentar o prestígio da Judéia. Demétrio. porém.C. Alexandre Balas. Viajando pelo deserto.73). Cavaleiro helenista (Pedra tumular em Sidom. que habitam na região das ruínas de Beth-Basi até hoje. invadira Ptolemaida. Jônatas. exceto à capital e à fortaleza de Bete-Zur: 'Ali [Jônatas] começou a julgar o povo e exterminou todos os ímpios de Israel" (1 Macabeus 9. que também almejava o apoio de Jônatas. Ele encarregou seu irmão Simão da defesa de Bete-Basi e avançou para provocar Báquides. Ao mesmo tempo.c Emous Paratom? Jerusalém fP^ Simaftiqif. Jônatas ctaca do • lado externo Tornnc Jônatas fortifica Bête-Bqsi Belérri^V Bele-Basi Jônatas vai jioro o deserto e provoca | Báquides. depois que o exército de Báquides deixou a J udéia. Jônatas encontrou-se com duas tribos nômades.89) A EXPANSÃO DAJUDÉIA NOS DIAS DE JÔNATAS 152 A 142 a. Jônatas teve permissão para instalar-se em Micmás (Machmas). ANTIGÜIDADES 13:26-34 iBete Zur Mandou-lhe uma fivela dc ouro. Jônatas. Permitiu também ao asmoneano que recrutasse um exército e forjasse armas. Todavia. por sua vez. enquanto Jerusalém continuava em poder dos helenistas.

Simão atacou a cavalaria que fugiu para a costa. Numa reunião em Ptoiemaida entre Alexandre e Ptolomeu VI no mesmo ano. a força militar judia organizou-se em forma de falange.C. à testa de dez mil homens. o exército macabeu se fortalecera e Jônatas. que recebeu Jônatas cordialmente.. depois de Demétrio II ter vencido seu rival Alexandre Balas. "o povo" permaneceu firme durante um dia inteiro até que os cavalos do inimigo se cansaram. em 144 a.128 Os inimigos cercavam sua formação e desde a manhã aié o pòr-do-sol atacaram seus homens.. Ele escondeu um regimento de cavalaria ao longo da estrada entre as duas cidades e fingiu uma retirada. ele nomeou Apolônio chefe da Celessíria (Coele-Syria) e deulhe instruções para tomar medidas severas contra a Judéia. Ele acreditava que 0 exército judeu só poderia vencer por meio de guerrilhas nas montanhas. insurgiu-se contra Demétrio II. Enquanto isso. Quando Trifom.C.. ajudado por Simão e seu batalhão de reforço.150 Apolônio /XvAramotéTa Gedor Tamna * * Arerema Filadélfia Modim Bcte-Horom Emoiís 'Acaròpi Jerusalém dos dois rivais. o exército judeu provou sua perícia. Depois de um dia de combate. 7 ^Aí» Apolônio finga W/ *Azoto relirada *r\ Azoto jf i «(o. hebrom^ O Fonclezo seléucido Fronteiro da Judéíu depois das conquistas de Jônatas Fronteira do distrito 1 MACABEUS 11. regente de Antíoco VI.. O exército macabeu emergiu da batalha como o maior poder militar de toda a terra de Israel. No combate que se seguiu.. aprovou a anexação dos "quatro distritos". ANTIGÜIDADES 12:102.. aos seus domínios (veja mapa 177): é possível que o quarto distrito tenha sido Acarom ou Acrabeta. Jônatas foi atrás dele e quando os dois exércitos se entrechocaram.57-74. enquanto que os cavaleiros do inimigo se fatigaram. Pelo texto do documento. Para começar a campanha.33.C.C. Apolônio. incluindo cavalaria. Em 147 a. desafiou Jônatas para uma competição "onde não há nem pedra nem rochedo.. | exército judeu Jõmnia^ Jônatas c Simfin Apolônio / jjõnorçi ç 1 Simno são e üfocados por ombos i os Iodos ! jâmnia ^ 1 pfirseouem / Jômniarty Fuga dos X /. Hi C5I ^ [xércilo selêucido Exército de Jônatas iníontaria selêucida Cavalaria selêucida Fortaleza selêucida .C.). os macabeus obrigaram Jope a abrir suas portas para eles.80. nem esconderijo algum. Apolônio preparara uma emboscada entre Jâmnia e Azoto. podemos inferir que Jônatas havia enquanto isso anexado a Pcréia — a "Transjordânia" judaica — um legado dos lòbíades. O restante do exército de Apolônio retirou-se para Azoto e Jônatas foi em seu encalço. para se refugiar". (1 Macabeus 10. Ao cair da tarde. foi guerrear na planície.81) Moeda de Demétrio 1 A PRIMEIRA CONQUISTA DE JOPE E A BATALHA DE JÂMNIA 147 a. Alexandre deu a ele o distrito de Acarom para propriedade pessoal (147 a. o povo permanecia firme em suas fileiras como Jônatas havia ordenado.>. que apoiara Alexandre Balas. Aramatéia e Aferema) de Samaria para a Judéia. Azoto acabou capturada c as forças judias prosseguiram até Ascalom. e Alexandre derrotou Demétrio I em 150 a. Demétrio II compreendeu também que era preferível ter Jônatas como aliado em vez de inimigo e aprovou a transferência dos três distritos (Lida. Segundo a descrição do combate. Mas. ele também desejou permanecer nas boas graças de Jônatas e. Depois de Jônatas ter vencido as tropas de Demétrio II na batalha de Jâmnia (veja mapa 202). Jônatas também compareceu e o rei sírio lhe concedeu o título de "Estratego e Meridarca" (comandante e governador) da Judéia. acampado cm Jâmnia. as forças judias foram atacadas pela retaguarda.

só Jônatas e seus generais. Selêucida O exército judeu $alva Demétrio II dos homens de Antíoco 'Apamea Laodicéia Sidom Damasco Ptolemaida Simão governador da região costeira Ascalom Gaza * lerusalèm &r Simão captura Bete-Zur 1 MACABEUS 20.158-162 Arbelo Parte do exército de Jônatas recua Hazor Emboscado do exército sírio Águas Genesaré . tranqüilo e alegre. esqueceu as promessas feitas a Jônatas. Eles ocultaram parte do exército nos montes de Cadasa e atacaram Jônatas pela retaguarda. Jônatas atravessou outra vez o país até Damasco. Jônatas devastou os subúrbios da cidade e forçou os cidadãos a concluírem um tratado com ele.146. (1 Macabeus 10. Em toda ajudéia. Matatias filho de Absalão e Judas filho de Hifai (Calfi). Nesse entrementes. Jônatas deixou Genesaré e seguiu para a planície de Hazor (perto da antiga Hazor. Afimde ganhar o apoio de Jônatas. Os residentes de Gaza.148-153 Planta de Antioquia no período helenista Em seguida. Os generais de Demétrio tentaram novamente o ardil usado por Apolônio em Jâmnia (veja mapa 201). e foram ali recebidos com grandes honras. ANTIGÜIDADES 13.c. porém. Grande parte do exército macabeu entrou em pânico.63-74. enquanto ele media forças com o grosso do exército. ANTIGÜIDADES 13. veja mapa 10). que Jônatas estava apoiando seu rival. pelo menos . (1 Macabeus 11.151 Após isto regressou Jônatas a Jerusalém.66) A CAMPANHA DE JÔNATAS NACELESSÍRIA 1 5 0 a. Jônatas enviou três mil homens para defender Demétrio da multidão do povo de Antioquia que cercava o palácio. Antíoco VI.133-142.103-105. desde a Escada de Tiro até o ribeiro do Egito.72) i Jônotos ! toma o ' acampamento Fuga do exército de Demétrio il| A BATALHA DE AZOR 1 4 4 a. permaneceram firmes e finalmente derrotaram o inimigo. no momento em que se sentiu seguro. Este último. A fim de deter suas atividades. Ao mesmo tempo. Jônatas e seu exército atravessaram toda a região da Celessíria com facilidade. A posição dc Demétrio 11 enfraqueceu-se ainda mais quando dispensou os mercenários cretenses. Simão capturou Bete-Zur. Os judeus venceram e—durante algum tempo — salvaram o trono de Demétrio II. O rei viu-se forçado a buscar a ajuda de Jônaias para sufocar a rebelião de Trifom. As proezas de Jônatas na Celessíria fizeram com que os generais de Demétrio suspeitassem.em leoria. mantiveram fechadas suas portas. perseguindo-o até Cades (Cadasa) e tomando o seu acampamento. Trifom nomeou Simão governador real da planície costeira. só a Cidadela de Jerusalém continuava nas mãos dos aliados. retornou à luta e fez recuar e afugentar o adversário. chegando novamente a Ascalom. Exército selêucida Exército de Jônatas 1 MACABEUS 11.C. o poder de Trifom e Antíoco VI aumentou cada vez mais. as tropas de Demétrio avançaram para além de Damasco e acamparam em Cadasa (Cades) na fronteira da Galiléia.57-65.

152 No décimo-sétimo (dia de Adar) os gentios se insurgiram contra o remanescente dos escribas na região de Cálcis e Bete-Zabdai. cercada de velhos muros (restaurados por Neemias e novamente nos dias de Antíoco 111). (Rolo dc Jejum) V ^Antioquia • • • A CAMPANHA DE HAMATE m a. 1 Macabeus 10. dificilmente se ajustava à idéia de uma nova "Antioquia". No início da helenização. a cidadela (Baris) dos dias de Neemias. Laodicéia^ 35 0 \ '0 Apamea % " Hanate (Amato) Arado *jj * Retirada do exército sírio 1 MACABROS 12. protegido por um pequeno vale a oeste. Ao resO 50 1CC 1 MACABEUS 4. e ali houve salvação para os filhos de Israel. os cidadãos mais "progressistas" acharam que a cidade antiga sobre o monte oriental. 10 10-12. no vale do Líbano. Um outeiro na extremidade leste desta novo núcleo helenista.c Jônatas sentiu que as cartas estavam virando a seu favor e enviou delegações a Roma e Esparta para renovar velhas alianças. A construção desta cidade começou no monte a oeste. 12. Enquanto isso. que marcava a fronteira da Celessiria. que ficava a montante da rota costeira junto a Lida. 13. Jônatas dirigiu-se a Bete-Zabdai. (Tem havido várias sugestões sobre a localização da Acra. Quando as forças de Demétrio não viram possibilidade de derrotar Jônatas.37-60.49-53 . livrou seus irmãos e levou despojos do inimigo.C. No período macabeu era chamado Acra. na terra de Caleis (onde o restante da população judia estava sendo perseguida). elas recuaram secretamente para o outro lado do rio Eleutero. ruas estreitas se entrecruzando em ângulos retos.. em 164 a.C. Os exércitos se dispuseram no distrito de Hamate.61-62. 12. porque Jônatas não "lhes deixou tempo de invadir seu próprio país" (1 Mac. Os exércitos de Demétrio novamente o perseguiam.36-37. mas dessa vez a luta não teve lugar na terra de Israel. entre o vale do Hinom e o Tiropeom. 6. Os macabeus ficaram com o monte Sião nos dias de Judas e novamente nos de Jônatas e Simão — sempre rivalizando com a fortaleza dos helenistas.C. servia de fortaleza.31 A JERUSALÉM DOS MACABEUS 164 A 141 a.24-32. Eles provavelmente decidiram construir uma cidade na tradição hipodâmica.38. Simão havia capturado Jope pela segunda vez e fortificado Adida. ANTIGÜIDADES 13.) Com a captura do monte do Templo por Judas Macabeu (veja mapa 189) e a volta da adoração no templo.174-180 Que Jerusalém seja sagrada e isenta com seu território. Ele avançou dali para Damasco e cruzou :oda a Celessiria. a cidade foi dividida em duas partes. cuja divisão durou até 141 a.25). que ficava ao norte do monte do Templo.

13. mas seu ataque sobre o remanescente das tropas de Jônatas na Galiléia foi repelido. Jônatas foi sepultado com grande pompa no túmulo da família em Modim. assim como um palácio para eles nas ruínas da Acra. fecharam as portas da cidade e exterminaram as tropas judias. uma delas com o nome de Torre de Strato nos dias de Aristóbulo 1. Ele persuadiu Jônatas a mandar embora quase todos os seus homens.c.C. Jônatas e Simão tentaram isolar a guarnição da Cidadela da praça do mercado (a 'Agora" heienista) e forçar sua rendição pela fome. ele decidiu colocar ura paradeiro na ousadia de Jônatas. Trifom decidiu então armar um laço para Jônatas. A seguir. Simão ordenou que o seu general. construíram um muro rodeando o monte a oeste e uma ponte atravessando o vale do Tiropeom. (1 Macabeus 13. Trifom quis se aproveitar da confusão que reinava agora entre os judeus. Perto de Ptolemaida.8) Galiléia Ptolemaida ra d e J ô n a t a s 8a$cama Trifom a t a c a a força mas é repelido deixada por Jônatas.. ele posicionou o exército perto da nova fortaleza de Adida. Depois da conquista final da Cidadela cm 141 a. agora senhores de toda a cidade. Depois de seu fracasso. acompanharam Jônatas a Ptolemaida. retendo porém uma guarda de três mil soldados. Apanhado por uma tempestade de neve. perto de Adora. Jônatas Morte de Jônatas deixa 2 . mas Jônatas o encontrou em Bete-Seã com um exército tão bem aparelhado que o regente selêucida logo percebeu que não poderia vencer os judeus no campo de batalha. Simão assumiu o comando e animou o povo abatido. Só mil homens. instala judeus em J o p e Simao a p a r e c e em A d i d o à frente d e suas tropas Sepultamento d e Jônatas A^oto ç. gritando: Tu és nosso chefe em lugar de Judas e de Jônatas. teu irmão. Simão veio a ser eleito para guiar o povo em lugar do irmão. Trifom voltou por Gileade. capturasse Jope e reinstalasse ali os judeus. j t P j j Trifom é forçado por tempestade de neve a descer para o vale do J o r d ã o Trifom tenta socorrer os sitiodos em Acra Fronteira d a Judéia na sucessão de Simâo 1 MACABEUS 12. mas tentou o velho ardil de Lísias: passou da Iduméia. a fim de subjugá-los. Os helenistas sitiados na Acra.1-30. Jônatas foi induzido a deixar mais dois mil soldados a oeste da Galiléia e Esdraelom (onde o povoado judeu tinha sido aparentemente renovado). Os macabeus. 0 0 0 lomens Somaria Sicuém J õ i a t a s . para a estrada ao longo da divisão das águas. Os habitantes. Os dois rumaram então para a costa. matando Jônatas em Bascama (Bete-Shikma). porque o líder da Judéia se tornara aparentemente demasiado independente. acrescentando torres. Todos responderam. Trifom e seu exército se dirigiram para Judéia. a "Cafenata". entre o monte do templo e o do oeste. Jônatas filho de Absalão. porém. Trifom subiu então contra a Judéia. filho de A b s a í â o . Quando Trifom estava vencendo (enquanto seu rival Demétrio II se ocupava com os preparativos da sua campanha contra os partos). que haviam conspirado com Trifom. a fortaleza real. em seu desespero pediram socorro e Trifom tentou chegar a Jerusalém em marcha forçada pelo deserto da J udéia. os judeus arrasaram a parte da fortaleza que dominava o templo (Ant. CAMPANHA DE TRIFOM CONTRA JÔNATAS 1 4 3 A U2 a. portanto. Eles também fortificaram a "Cidadela". ANTIGÜIDADES 13:187-212 Batalha entre cavalaria e infantaria (Em sarcófago de Sidom) .39-54. Jônatas foi levado cativo pelos inimigos. 13:217). Trifom não ousou um confronto com o exército judeu. mantendo Jônatas prisioneiro em seu acampamento.153 taurar um muro de assalto e uma parte com o mesmo nome. enganando-o com promessas de lhe entregar Ptolemaida. o que ele fez. ele viu-se obrigado a recuar para o clima mais ameno do vale do Jordão. 0 0 0 homens Gileaditas Citópolis -k trifom aprisiona Jônatas Jônatas conlinua poro Ptolemoido com 3 .

Dali. seu genro.8) AS CONQUISTAS DE SIMÃO 142 A 135 a. 14.C.Ptolomeu. Agora "o jugo dos gentios foi afastado de Israel. mudou-se para Gazara. venceu sem ter perdido um único combate. primeiro para Cedrom c depois para os fortes no território de Azoto. diante de Cedrom. a seguir. Simão não deveria gozar muito tempo a vitória dosfilhos. (1 Macabeus 14. GUERRA 1-..'" Simão.50 Á r e a conquistada por Simão Hebrom A traição de Trifom levou Simão a aproximar-se de Demétrio II. os judeus retinham ilegalmente — em especial Jope e Gazara. A fim de deter este novo perigo. Cendebeu. Já nos dias de Trifom ele anexara Jope (veja mapa 206): "'lomou Jope como porto e fez dela a entrada para as ilhas do mar". sumo sacerdote. Antíoco VII teve sucesso em expulsar de Dora o pretendente Trifom. Em 137 a. Tomou também Gazara (Gezer) com a ajuda de uma máquina de assalto (helépolis) e depois construiu ali uma fortaleza e um palácio..maus G a z a r a é conquistada ^carona c se toma uma fortaleza des asmoneus Jerusalém Jerico Azoto Conquista da Acra Inscrição em Gezer (Gazara) amaldiçoando a "Casa de Simão" Bete-Zur Fortaleza m a c a b é i a 1 MACABEUS 13. eles marcharam para Cedrom até que só o rio na parte mais baixa do vale de Soreque separasse os exércitos inimigos. não se satisfez com a independência da Judéia nos limites das fronteiras existentes. O rei selêucida nomeou seu general. por serem poucos os seus soldados de cavalaria. ANTIGÜIDADES 13. matou-o traiçoeiramente junto com dois de seus filhos. Apesar da dificuldade do terreno. filho de Abobo. filho de Simão. transformando a cidade num centro militar judeu.5. os sírios fugiram.. na sua opinião. Transferiu. E. (1 Antigüidades 13:227) A BATALHA DE CEDROM 137 a. no entanto. ANTIGÜIDADES 13:223-235 . avançaram com vinte mil soldados para surpreender as forças do rei selêucida (passando uma noite em Modim). Ao nascer do dia..215. João e Judas. João.10. Ele se encontrou então na Judéia com um forte exército e tentou retomar de Simão os distritos que. inferior apenas a Jerusalém. dispersou os cavalos entre os homens da infantaria. Cendebeu recebeu ordens para construir uma fortaleza em Cedrom (perto da moderna Gadara) na fronteira da judéia.38-16. mas João perseguiu tenazmente o inimigo até Azoto e destruiu os fortes da cidade.C. João Hircano. que exigia cruzar o rio. que concedeu a independência à Judéia em 142 a.42-48. e o povo começou a datar os atos e os contratos do: Primeiro ano de Simão.C. Os selêucidas se achavam dispostos da maneira usual — a infantaria no centro.154 Os que cultivavam a terra trabalhavam em paz. seu quartel-general para Jâmnia e logo começou a criar problemas para a população da Judéia..c. os macabeus prevaleceram-. Judas ficou ferido em Cedrom. seu irmão.. finalmente obrigou o povo da Acra a se render. Ele avançou com suas forças em outra direção. porém. que fora nomeado governador de Jerico. Judas e 0 ® a — Fortaleza m a c a b é i a Fortes d e Azoto Cavalaria macabéia C a v a l a r i a selêucida ^ ^ Lâ Fortaleza selêucida Infantario m a c a b é i a Infantaria selêucida 1 MACABEUS 15.. e "um grande inimigo de Israel tinha sido aniquilado". ilanqueada pelos cavaleiros. Aranaléio Are rema rítbdàlfio §§ Jamnia . como comandante do distrito de "Paralia" e colocou à sua disposição soldados de cavalaria c infantaria.

. Seu exército era o mais poderoso da região e ele começou a readquirir o que considerava ser o patrimônio dos israelitas desde os dias de Davi Suas primeiras conquistas foram do outro lado do Jordão. falhou no entanto. Hircano atacou Medeba e capturou-a depois de um cerco prolongado. (Guerras 1. Isto encerra a história dos asmoneus no primeiro livro de Macabeus.". mas este livro posterior não chegou até r.. Antíoco VII foi morto na guerra com os partos. perto de Peréia.C Portão D Fortaleza macabéia Fronteira da Judéia na sucessão de Hircano ANTIGÜIDADES 13:257-258. deu a Hircano o controle das duas principais rotas comerciais que cruzavam a terra de Israel.tudo isto está narrado nos anais de seu pontificado..C.. Fortaleza macabéia Fronteiro d a J u d é i a na s u c e s s ã o d e H i r c a n o Conquistas dc Hircaro Ele tomou também inúmeras cidades na iduméia. João Hircano que estava na época na fonaleza de Gazara. onde os judeus tinham penetrado desde os dias de Jônatas e dos 'lobíades (veja mapa 200). (Antigüidades 13:255) AS CONQUISTAS DE HIRCANO ALÉM DO JORDÃO 128 a. a importante rota internacional que ia de Aila no mar Vermelho até Damasco. O plano do assassino. suas guerras.ós. GUERRAS 1:63 Plano da Marisa Helenista Conquistas de Hircano . seus feitos. uma cidade na região de Esbo (Hesbom).. GUERRAS 1 : 6 3 n ... Daqui por diante temos de confiar nas Antigüidades de Josefo como a fonte principal da história judaica. num banquete em Docos (135 a.. E ele capturou Medeba.C Em 129 a.. Lemos ali (16.). a seguir capturou Samaga. inclusive Adora e Marisa.Matatias. Hircano estava agora completamente livre da interferência da Síria. Isto. o poder da antes poderosa dinastia Selêucida virtualmente chegou ao fim.... acompanhando a orla do deserto. ANTIGÜIDADES 13:255. o último sobrevivente dos cinco filhos de Matatias — nenhum dos quais teve morte natural. Depois da sua morte. Os macabeus adquiriram assim uma sólida posição a montante da "Estrada Real".C. Morreu assim Simão. Ibmou a seguir Samaga. juntamente com a posse de uma parte da rota costeira entre Lida e Pegas.63) AS CONQUISTAS DE HIRCANO NA IDUMÉIA 1 1 2 a.23-14): "As outras palavras de João. escapou de ser assassinado.. entregar a Judéia a Antíoco VII..

S. 25 HESHVAN. A semi-helenizada No vigésimo-qunuo dia (dia de Hesvan) o muro de Samaria foi lomado. Área c o n q u i s t a d a d u r a n t e a primeiro c o m p o n h a em Somaria Á r e a c o n q u i s t a d o d u r a n t e o s e g u n d a c a m p a n h a em S o m a r i a Conquistas d e Hircano n a planície costeiro ANTIGÜIDADES 13:255-256. 21 KISLEV. Segundo Josefo. 15-16 SFAN .-•-•. ROLO DE JEJUM. Em qualquer caso. Samaritanos perturbamos judeus cie Marisa . Esta conquista deu a Hircano o Hebrom e Adora. AS CONQUISTAS DE HIRCANO EM SAMARIA E NA PLANÍCIE COSTEIRA Nabracta TorrBâe^Síi-aío 126 A 104 a.C. I l i S i K ® Aramatéia • Jâmnio1 fWÊMk ^Rlllp. Esses idumeus haviam perdido contato com seus vizinhos árabes e ofereceram pouca resistência. . mas. dentro de poucas gerações eles Se integraram à nação judaica.275-283: GUERRAS 1:63-66. os idumeus foram forçados a se converterem ao judaísmo a fim de assegurar sua lealdade.C. -Marisa :.156 AS CONQUISTAS DE HIRCANO NA IDUMÉIA Hircano voltou-se em seguida contra dois pequenos povos isolados entre a Judéia emergente e as cidades gregas: os samaritanos (veja mapa 211) e os idumeus. como testemunhado por sua grande bravura na guerra contra os romanos.i'\ Acaròm ""j Jerusalém Azotô Estáiua de Hércules encontrada em Samaria Área dn Judéia — 129 a. mas foram atraídos pelas regiões férteis do sul da Judéia após o despovoamento provocado pelo exílio sob Nabucodonosor (veja mapa 163).>V>» > fmaus] < iericó " -Azoio Paralio . Os últimos haviam previamente habitado ao sul da Transjordânia. (Rolo de Je : um) Marisa se achava completamente destruída. derrotam Antíoco iX Ciziceno Samaria Monte Ggrizim. alguns eruditos de hoje duvidam se os idumeus foram realmente convertidos à força ou voluntariamente.Aristóbulo e j Epícrctés íimrecá Òefé-Seâ. A conquista da Iduméia alargou as fronteiras da Judéia até Berseba e Orda.

Isto serve para definir a fronteira da Judéia. conta-sc que eles compraram a cidade do comandante local. Hircano partiu para o seu primeiro objetivo. Betulia! Citópolis Colo Belmem "Filhos de Esaú' Samaria Bete-Horom e Amonitas lâmnio Jericó. sitiada por Holofernes. e ao vale de Salém" (4.. Acamparam entre Geba e Citópolis" (3 9-10). Para evitar o perigo. Este povo vivia isolado nas montanhas de Efraim. Samaria.8). filhos de Hircano. Hircano capturou Siquém e destruiu o templo e a pequena cidade de Monte Gerizim. próximo de Dotaia. Este veio a Citópolis. cada um voltou à sua herança. e de "Belmain (Abcl-maim). Uma história cujo conteúdo não é histórico reflete geralmente a realidade histórica da época em que foi escrita. 2 8 . Aisora (Jazer). Jerusalém) . Esta data não se baseia apenas no espírito nacionalistareligioso que permeia o livro. Aristóbulo I e Antígono. Nabucodonosor se voltou para "os povos do Carmelo. 7. o Carmelo. os gregos se defenderam bravamente.18). Epícrates. Depois da anexação da Iduméia e Samaria. OS TERMOS DA JUDEIA SEGUNDO O LIVRO DE JUDITE 108 A 107 a. O original hebraico se perdeu e só existe uma tradução grega. um sinônimo para a Judéia ou Meithalun ao norte de Samaria). O sítio. a "Casa de Deus". e também para Sidom. entretanto. rei da Assíria" e descreve uma cidade. Hircano começou a assediar Samaria. Samaria foi finalmente dominada e parcialmente destruída por Hircano (como evidenciado por escavações arqueológicas) e seus cidadãos exilados. embora alguns especialistas o considerem como um relato de uma guerra no final do período persa. 4 . Geba. Hircano iniciou uma campanha contra os samaritanos. Pouco depois da morte de Antíoeo VII. Jope. judia heróica. Sidom. Desse modo. Ptolemaida. Belmain (Abelmaim) Jericó. 6 . Em 108-107 a. Gazara. ele recapturou os distritos temporariamente perdidos em 132 a. Holofernes chegou também à vista de "Esdrelom. ao sul de Citópolis.. Eles não se juntaram ao judaísmo tradicional. cujos habitantes o provocaram e continuavam perturbando os judeus de Marisa no distrito de Nabraehta (mencionado no Rolo de Jejum). 1 0 . Hircano estendeu também o seu domínio na planície costeira. -frAzoto Jerusalém Ascclom « M a risa A7r. Ele enviou tropas aos "Filhos de Esaú" (edomitas) e amonitas a Egrebel (Acrabeta) que fica perto de Cuch (Kuzi) 110 ribeiro Mocmur (Wadi Ahmar entre Acrabeta c o vale dc Jericó. Azoto e Ascalom (2. como a usada nas moedas dos asmoneus.. Coba. Oquina (Ptolemaida) ejemnaan (Jâmnia). os "filhos de Israel que habitavam na Judéia" enviaram mensagens a "toda a Samaria". Bet-Horom (Beth-Horon). tem lugar nos dias de "Nabucodonosor. antes de sua morte. Estas eram a torre de Strato. No livro Guerras. a rede de cidades gregas que impediam a expansão da Judéia para o norte e sua união com a Galiléia. 2 . O cerco de Samaria foi longo e difícil. indicando que essas cidades talvez não estivessem sob o governo judeu. de Galaad (Gileade). da Alta-Galiléia" (Jdt 1. 4 . c Citópolis — formando uma li- nha desde o mar até o rio Jordão. lhe infligiram amarga derrota. mas enquanto seguia para Samaria. os samaritanos passaram a basear a sua religião numa edição do Pentateuco em escrita arcaica.. Holofernes (nome que constada lista dos sátrapas persas) foi morto por Judite. até Quiamom (Jocneã). de Samaria até Jocneã e ao vale de Salém.28). Eles pediram socorro a Antíoeo IX Cizeceno. Pegas. Tanto pelo que está incluído quanto pelo que foi omitido na história. como história. ficamos conhecendo a extensão do domínio judeu dentro da realidade histórica do período do autor..4).Antes de atacai.to udnde ou regido nvodido por Holcle-ries J U D I T E 1.C. Tiro. O livro de Judite. 4 Navio de Guerra (Desenho no Túmulo de Jayão. Deste modo. O livro de Judite parece ter sido composto nos dias do cerco de Samaria. 7 . mas excluindo esta última. Filadélfia e Ascalom eram cidades independentes. ele também tomou Jâmnia e Azoto com o seu porto. o caminho para a Galiléia foi aberto aos judeus. Jâmnia. 3 .8-9. Com a destruição do templo.21) Galiléia Mar de Geriesaré Esdrelom B ciam o. 1 . e "os portos" (Apolônia e o porto de Jâmnia). os irmãos também invadiram a área do Carmelo e provavelmente conquistaram a região de Narbata. depois do que seu exército se dispersou em desordem.os idumeus (veja mapa 210). dc Josefo. mas continuaram (até hoje) a preservar sua identidade particular. comandante do exército assírio. Ao mesmo tempo. Depois desse tempo. Azoto e Ascalom. porém.C.C.6 .. "Betúlia" (semelhante a Beth-el. Sur (Tiro). foi repovoado logo depois sob o governo de Janeu. Todo o vale do Jordão e a Transjordânia até Jazer foram incluídos. Dotaim. (Judite 16. mas principalmente nas fronteiras de uma "Israel" imaginária esboçada pelo seu autor. Cona (Qa un). Antígono o perseguiu e capturou Citópolis (segundo as Antigüidades de Josefo).

a dissensão entre a dinastia reinante e seus seguidores saduceus e os fariseus (que surgiram no governo de Hircano) se transformou numa rebelião. Judas Aristóbulo I. ümbora geralmente infeliz no campo de batalha. mas neste curto período teve sucesso cm conquistar a Alta Galiléia. Canhão pelo bem-estar do rei Jônatas (Alexandre Janeu) . quando morreu. segundo uma fonte crítica dos asmoneus. Alexandre Janeu (103-76 a. A história da sua conversão forçada parece um exagero tão grande quanto a da conversão dos idumeus. foi menor no interior. deixou um reino próspero. Alexandre teve também sucesso em repelir vários inimigos — Ptolomeu Latiro. Gaza e as cidadessatélites até Rinocorura no ribeiro do Egito. citado por josefo..) Aristóbulo dominou a Alta Galiléia e atacou as fortalezas itureanas. O sucessor de Aristóbulo. além do cabo do Carmelo.C. Durante seu breve reinado.C. completou a conquista de quase toda a terra de Israel. os selêucidas Demctrio III e Antíoco XII e os reis nabateus. A extensão do seu território pode ser presumida pelos achados dc cerâmica característicos dessas tribos.C. (A Baixa Galiléia pertencia aos judeus na época. apesar da divisão entre os rivais saduceus e fariseus. (Sttabo. Nos dias de Janeu. o estado macabeu alcançou o seu clímax. Seu sucesso. mas não conquistou o reino deles. rei de Chipre. A política dos asmoneus não era aparentemente assim gritante. e a maior parte das terras a leste do Jordão desde Pânias na cabeceira do rio. 13:319) lerniorn ARISTÓBULO CONQUISTA A ALTA C^ALILÉIA 1 0 4A1 0 3 a. forçou-os a converter-se ao judaísmo. as terras que circundam o mar Morto. Os iluretis eram um grupo de tribos de origem árabe que se haviam reunido como reino no vale de Beqa' no Líbano e no monte Hermom. cuja dissensão representava um mau presságio para o futuro da Judéia.158 Este homem er:t bondoso e muito útil aos judeus. Os itureus aparentemente se aproveitaram da queda do império selêucida e se espalharam para a Alta Galiléia e o vale de Tiberíades. GUERRAS 1:76 { Suposta rola du campanha de Aristóbulo Área c o n q u i s t a d a p o r Aristóbulo —J Reino da Ituréia Direção da expansão dc Ituréia Moeda de Alexandre Janeu O REINO DE ALEXANDRE JANEU 103 A 76 a. porém. Aristóbulo lutou contra os itureus e. tornando-os parte do povo judeu. Seu sucessor. Tudo indica que a conveniência social no decorrer de muitas décadas eventualmente integrou os habitantes da Àlta Galiléia. ao sul — só Filadélfia permaneceu incólume. reinou apenas um ano.). João Hircano teve uma vida longa. subseqüentemente sufocada com grande crueldade.. (Te! Anoto) M Ê k Ê M Cadcsa Ptclemaica Toriqueoí»^ Asoquis» Sóforis Mar cie Quínereti Monte Tabor Capercolnejs Fronteira d o l e i n o d o s a s m o n e u s a n t e s d e A r i s í á b u l o ANTIGÜIDADES 13:319. Antigüidades. ele teve êxito mediante a sua perseverança numa série de campanhas e acrescentou aos domínios macabeus Dora e a torre de Strato.

irrompeu uma guerra civil entre seus filhos. Em 64 a.c. chegou a Damasco. sua viúva Alexandra reinou até 67 a.C.. Os invasores cercaram Jerusalém. que finalmente derrotara Mitrídates. (Antigüidades 14:48) Séforis A CAMPANHA DE POMPEU NA PALESTINA 6 3 a. mas os romanos finalmente intervieram.C... levou o exército. O REINO SOB ALEXANDRE JANEU Asochis* Séfori$ j ana ueas }* fò / Monte Tabor.^ r o r T . Pompeu..). Maquerus MasadcS Berseba hnocura Quii-Moabe Oronaim Gabalis • Zoar «í Gaulanitas Galiléia ANTIGÜIDADES 13395-404. depois de derrotar os selêucidas. fò " p CAULAN Gcinala f. O primeiro era mais fraco e. Centro administrativo local v>erasa. seu mais perigoso inimigo no Oriente. rei nabateu. se tornou então província da Síria) e voltou sua atenção para a Judéia. GUERRAS 1:133-139 . Exército de Aristóbulo Exército de Pompeu Gadara Citó polis*-... Após a morte de Janeu (76 a. (Antigüidades 13:395) Gush-! Ha lave Sclêucti PtQlemgioW l f & G A L I L É I A Arbeia fò.C. anexou o reino selêucida (que. Ama to Filadélfia Cidade não conquistado por Janeu Apolônía Àlexandrio Gedor riladélfia Ascglom Antedom" Marisa g j.. Hircano 1 1 e Aristóbulo 1 1 . os auxiliarei. Filadélfia y Pompéu cerca Jerusalém Jerico ANTIGÜIDADES 14:48-55.C. :• * Geba Torre de Sfrofo (£•>' Narbaia Metera ^ /j Gadara H Fronteira do distrito Fortglezo t Cidade grega dominada por Janeu /T. instigado pelo idumeu Antípatro (o gênio do mal da dinastia dos asmoneus). Samaria Gerasa Sartabatà. De 88 a 64 a. ela combateu Mitrídates. e marchou contra Aristóbulo..159 Nesta época as seguintes cidades da Síria pertenciam aos judeus. pediu a iketas.McdcbaJ J |• Lemba * ^ Damasco. Roma havia gradualmente anexado todo o leste helenístico. rei do Ponto.. para que o socorresse. assim como as legiões romanas já à sua disposição. Com a morte dela. GUERRAS 1:106 Pompeu.

1Ó0
A princípio ele enviou Scauro, um de seus comandantes, à Judéia e ordenou uma trégua. Aretas e Hircano se retiraram (no caminho de volta foram completamente derrotados por Aristóbulo e Papirom perto do rio Jordão). Pompeu ordenou em seguida que os dois rivais se apresentassem diante dele: vendo que Hircano era o caráter mais fraco entre ambos, ele o escolheu para governar os judeus. Aristóbulo se retirou para a fortaleza de Alexandria, a montante do vale do Jordão. Pompeu o seguiu com seu exército, passando por Dio (e provavelmente também Gadara), Pela e Citópolis. Em Coréia, o exército romano entrou na Judéia propriamente dita. Ao compreender que era o mais fraco, Aristóbulo resolveu negociar e finalmente rendeu-se. Pompeu avançou então para Jerico, onde soube que os seguidores de Aristóbulo se negavam a entregar a capital; portanto, o exército romano — agora reanimado, pois haviam chegado a Jerico notícias da morte de Mitrídates do Ponto, velho inimigo de Pompeu — marchou sobre a Cidade Santa, n
L J Acampamento de Pompeu Invasão do exército romeno (aparentemente no Dic da Expiação, ó3 a.C.) depois de um cerco de três meses Perdemos nossa liberdade e fomos subjugados pelos romanos, o território que obtivemos com nossos braços... tivemos de devolver... (Antigüidades 14:77)

Pompeu (en;

Tanques

POMPEU CERCA JERUSALÉM
6.3 a.C. Ao se aproximar das portas de Jerusalém, o exército romano acampou ao sul da cidade. A Cidade Alta e o palácio do rei estavam nas mãos dos partidários de Hircano, que abriram as portas a Pompeu. Os homens de Aristóbulo demoliram a ponte que ligava a Cidade Alta ao Templo e prepararam a resistência do Monte do Templo e de Baris que ficava próxima. Os romanos colocaram um dique ao redor das fortificações do Templo e construíram um acampamento ao norte. Eles prepararam um ataque duplo: por sobre o fosso junto às "torres" de Baris, ao norte, e na ponte destruída, a oeste. 0 trabalho tornou-se mais fácil, porque tiraram proveito da relutância dos judeus em lutar no sábado: neste dia, os judeus hesitaram em interferir com a construção tias rampas, a não ser que fisicamente atacados. 0 ataque deu-se finalmente no sábado, como é natural. As torres e o muro caíram e os romanos invadiram o templo, mas os sacerdotes continuaram o serviço como se nada tivesse acontecido. Segundo Josefo, 12 mil pessoas morreram nesse dia. Pompeu entrou no Santo dos Santos, mas não tocou o Templo nem os seus tesouros.

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< " p o r t ã o de HTodi \| |! MONTE DO TEMPLO | i\ M Susa)

Palácio dos asmoneus entregue aos partidários de Hircano & Setor Residencial Aristóbulo se retira com seus partidários para o Monte do Templo e queima ponte Posto da guarnição romana Á Setor í Residencial
CIDADE

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Ele estabeleceu também cinco conselhos c dividiu a nação nesse mesmo número de distritos. (Antigüidades 14:91)

OS ARRANJOS TERRITORIAIS DE POMPEU 6 3 A 55 a.c.
Os arranjos de Pompeu depois da conquista, completados por Gabínio (procònsul da Síria em 57-55 a.C.), foram relativamente fáceis para os nabateus, mais duros com os itureus, e muito cruéis para o estado judeu. Pompeu "libertou" as cidades gregas e helenistas ocupadas pelos judeus desde os dias de Hircano, colocando as populações rurais sob o jugo dessas cidades gregas. Deste modo, surgiram novamente unidades autônomas (sob a supervisão do procònsul romano na Síria) tais como: Gaza, Azoto, Jâmnia, Jope. Apolônia, Aretusa (Afeque), torre de Strato. e Dora na costa; no interior, Marisa, Sebaste e Citópolis. Além do Jordão, Gadara, Hipo, Abila, Dio, Pela e Gerasa foram "restabelecidas". Os judeus mantiveram a Judéia propriamente dita, a parte leste da Iduméia, Peréia e Galiléia. Os samaritanos se tornaram independentes e a planície de Esdraelom foi retirada da Galiléia. Hesbom voltou aos nabateus que, exceto por serem removidos de Damasco, quase não sofreram qualquer diminuição da área sob o seu controle. A região do Lago Semeconites, Pânias e Gaulanites foi dada aos itureus, mas eles perderam possessões na costa do Mediterrâneo. Pompeu reuniu a maioria das cidades além do Jordão numa "Liga das Dez Cidades"—a Decápolis, incluindo também Citópolis, a oeste do Jordão, a fim de minimizar o perigo de serem isoladas. O Carmelo foi devolvido à Ptolemaida. Os judeus mantiveram as áreas densamente habitadas por eles, exceto Jope e circunjacências e a planície de Bsdraelom. 'Iodas as populações exiladas pelos macabeus foram devolvidas às cidades gregas restabelecidas por Pompeu e Gabínio. Hircano II se tornou outra vez sumo sacerdote de Jerusalém, mas a administração foi confiada a Antípatro. Aristóbuio II e sua família tiveram de seguir para o exílio em Roma. Durante o governo de Gabínio, houve uma tentativa de dividir o Estado Judeu em cinco sinédrios (distritos), uma tática aplicada pelos romanos na Macedônia. As sedes dos sinédrios ficavam em Séforis (Galiléia), Amato (Peréia), Jericó Jerusalém e Adora (leste da Iduméia). Mas, a unidade do povo não pôde ser destruída por tais métodos, e os sinédrios acabaram sendo dissolvidos dentro de pouco tempo. A Judéia tirou proveito da guerra civil entre Pompeu e Júlio César. Quando César conseguiu a vitória, ele perseguiu Pompeu até o Egito e envolveu-se ali numa luta em Alexandria. Nos acontecimentos que se desenrolaram, Antípatro prestou grande ajuda ao exército de Mitrídates, de Pérgamo, que tentava libertar César, tendo sido devidamente recompensado por este. Hircano II foi nomeado etnarca por César e Antípatro como administrador de fato do Estado. Em agradecimento à ajuda que recebera dos judeus, Júlio César devolveu-lhes Jope e a planície de Esdraelom. A partir de então Antípatro passou a ser o verdadeiro governador da terra. Ele nomeou Fasael, seu primogênito, governador de Jerusalém mais moço, Herodes, ainda menino, governador da Galiléia.

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PARA ITUREUS;

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F-ronteira da Judéia antes dos arranjos de Rompeu limites dos sinédrios de Gabinio
fronteira distrital/municipal

(*)

Capital do distrito
Área d a s colônias judaicas

Decápolis Região samaritano autônomo

Cidode independente sob o procònsul dc Sirio
Sinédrio de C a b i n i o

ANTIGÜIDADES 14:74-76,88; GUERRAS 1:156-166; 1 6 9 - 1 7 0

.Moeda de Matatias Antígono

Ptolemaido l.

/^y:

Galiléia

Mar

Mediterrâneo
'Samaria

JÚLIO CÉSAR EA JUDÉIA
47 a.C.
ANTIGÜIDADES 14:127-143,205,207

Com o p r o p ó s i t o dc agradá-lo (Antípatro), César confirmou a nomeação de Hircano para o cargo de sumo sacerdote. (Guerras 1:194)

Júlio Cósar cercado no palácio

Antípatro se junta às forças libertadoras de Mitrídates Ascalom

tl Judéia
'Jerusalém .

_Pçlúsio 32? a Exército de Mitrídates' e Antípatro libertam 1 Júlio César
^ Lconfópolis Fronteira d a J u d é i a Áreas devolvidos por Césor a o s judeus

As forças de Antípatro se destacam no cerco

Júlio César 0 sumo sacerdote Matatias e a comunidade dos judeus. (Moeda de Antígono)

Hircano II e
Posael

A INVASÃO DOS PARTOS E A FUGA DE HERODES
40 a.C. O assassinato de Júlio César em Roma (44 a.C.), ocasionou a renovação da guerra civil, mas Antípatro e seus filhos mantiveram a submissão sob vários soberanos de Roma. Um desses foi Cássio, procônsul da Síria, que tiranizou a população da Judéia. Ele manteve como escravos os cidadãos de Lídia, Tamna. Gofna e Emaús, destruindo suas construções quando atrasaram o pagamento dos impostos. Em 43 a.C., Antípatro foi morto por um de seus opositores, mas Herodes vingou seu pai e anulou a inquietação; e ele, juntamente com seu irmão Fasael, foi indicado rei sobre toda a Judéia (42 a.C.). Quando os partos invadiram a Síria, dois anos mais tarde, eles eram ligados a Antígono (Matatias), o filho de Aristóbulo II. Ele acompanhou Pacoro, filho de ürdes, rei dos partos, ao longo da costa; simultaneamente, o sátrapa Barzafanes invadiu a Galiléia a partir de Damasco. Quando Pacoro aproximou-se de Jerusalém, vinha acompanhado por judeus do Carmelo e de Drimo (um grande bosque na planície de Sarom). Em Jerusalém, o povo revoltou-se contra Fasael e Herodes, que os obrigou a abrirem os portões para os partos. Fasael submeteu-se a Barzafanes, mas foi aprisionado próximo a Ecdipa. juntamente com Hircano II; ele suicidou-se no cativeiro, e Hircano foi mutilado, tornando-se incapaz para o sacerdócio. Logo após, Matatias Antígono foi coroado em Jerusalém. Herodes e sua família (incluindo sua noiva. Mariana, a hasmoneana, filha de Alexandre e neta de Aristóbuío) escaparam para o Sul. Em Tecoa, lugar da antiga fortaleza herodiana, ele dominou seus perseguidores e prosseguiu em seu caminho para a Iduméia. Herodes uniu-se então a seu irmão, José de Oresa, e juntos eles prosseguiram para Masada, onde toda a família foi sitiada por Antígono, posteriormente.
O ANTIGÜIDADES 14:330-362; GUERRAS 1:248-268 + Cidade oprimida por Cássio
Partos

capturados Ptolemaido ) » \

Galiléia

Tamna

Gofna Emaús Antígono sobe ao trono
Jerusalém

Herodes derrota seus perseguidores Ascalom Marisa' Partos destroe Marisa

En -Gedi

losé se junta a Herodes Mascdc Cerco da família de Herodes lerodes p/P^

Herodes , Ant(gono

Antígono sitiou mais tarde a família de Herodes. O próprio Herodes cruzou então o mar Morto c pediu auxílio aos nabateus. Quando Malco II, rei dos árabes, se recusou a ajudá-lo, Herodes continuou até Alexandria no Egito e seguiu dali para Roma. O cerco de Masada pros-

163 seguiu enquanto isso com toda a lentidão. Em certa ocasião os defensores só foram salvos da sede por uma precipitação chuvosa. Os partos, aliados de Antígono, voltaram da região além do Eufrates depois de invadir a Judéia.

Mas, (os asmoneus) perderam seu poder real devido aos Antípatro...
conflitos internos, e ele passou a Herodes, filho de (Antigüidades 14:)inal)

40 A 37 a.C.

A ASCENSÃO DE HERODES
Ptolemaida'

Herodes poro

Samoscía

Galiléia

Arkcla

Batolha :ias \ cavernas '* Séforís capturado - 39-38 a.C.

Samaria Herodes se casa com Marianc 37 a.C.

feroras fortalece as fortificações

Sailobc

gg

Morte de José 38 a.C.

^ R ^
Emaus*
^

V

IV

Jerusalém*^

Asquel*

He;odes liberta sua família sitiaca Exército de Herodes Irmãos de Herodes Exército romeno Exército de Antígono Ano da campanha
Masadc

ANTIGÜIDADES 14:394-491. GUERRAS 1:290-353

Herodes foi recebido com grandes honrarias em Roma. Otaviano (sobrinho e sucessor de César) e Marco .Antônio persuadiram o Senado para que o nomeasse rei dos judeus. Eles anexaram também o oeste da iduméia e as terras dos samaritanos ao seu reino. O novo rei, porém, teve de lutar por cada centímetro da terra, pois o país não só

estava destinado a ele nas mãos dc Antígono. seu rival, como também o povo odiava o "escravo idumeu"; até mesmo seus aliados romanos o abandonaram algumas vezes. Herodes venceu, entretanto, todas essas dificuldades. Ele desembarcou em Ptolemaida. pois Jope, o porto de Jerusalém,

estava sitiando Samosata no Eufrates. foi enviado para ajudar Herodes. O próprio Herodes foi enviado para encontrar-se com Marco Antônio que. No verão de 38 a.. Siló.C. perto de Isana.246. mas os romanos interromperam o cerco ao serem subornados por Antígono. onde os judeus ofereceram fone resistência. Essênios Tanque d.238. Herodes tornou-se então o único governante da Judéia. Papo. em 30 d. Livrou sua família.) desencadeada por Otaviano .400.C. GUERRAS 1:396. v ' •• 1 Adições — 40 a. onde tomou Oresa. Adições . JCMPIO MONTE AN TIGÜIDADES 15:217.507. Junto com o comandante romano. assim como Gadara e Hipo. Em 23 d.C. irmão mais moço de Herodes. A idéia náo podia deixar de ocorrer a César e aos seus soldados dc que o reino dc Herodes era excessivamente restrito.343.• i Conquistas dos nabateus iue das. avançou para estabelecer seu governo na Galiléia e dali prosseguiu para capturar Jope e continuar depois para Masada. Herodes retornou à Galiléia. líder romano. Quando foi confirmado em seu reino por Augusto. inconteste senhor do mundo romano -. avançou pelo vale do Jordão e reconstruiu as fortificaçôes de Alexandria. 1 I Adições 2 3 o. Herodes casou-se com Mariana em Samaria.30 a. (Baba Bathra 4a) CONSTRUÇÕES DE HERODES EM JERUSALÉM 3 rfv C i d a d e s com projetos Tumba da rainha Helena [lumba dos reis) arquitetônicos de ^ I. (Guerras 1:396) Moeda dc Herodes. general dc Antígono. Herodes realizou apenas uma conquista através da guerra: em 32 d. Jerusalém caiu no verão de 37 a. 5:108. e subiu contra Jerusalém. em comparação com os serviços que lhe lhes prestava. anexou Gaza e as cidades costeiras (exceto Ascalom e Dora). Antígono foi igualmente executado. Por meio de Herodes. Ele e seus aliados seguiram de novo para Jerusalém no inverno de 38-37 a. Em 20 d. e voltaram para seu acampamento de inverno na costa.164 sc achava cm mãos inimigas.). Herodes recebeu a incumbência de pacificar as insubordinadas Batanéia. À parte das conquistas para seu próprio reino (veja mapa 220). derrotou os Nabateus. rapidamente ganhou o favor de seu novo chefe supremo. Enquanto o cerco estava em progresso.ANTIGÜIDADES 15:318.20 a.380-425: GUERRAS 1:401.C..344. atacou a cidade. voltou à Iduméia. Herodes soube da derrota e morte de seu irmão José às mãos de.. o Grande Quem nunca viu o Templo c!c Herodes jamais viu uma construção artística. Panias e Gaulanites caíram sob seu controle.C. na ocasião. tomou Séforis durante uma tempestade de neve (inverno 39-38 a.C.agora o imperador Augusto. APION: GUERRAS C M S 5. Palácio .398.161. ivelhbs1 p a l i o externo.C. e tomou de assalto suas cavernas fortificadas em Arbela.. V o Sil01 .de Herodes Tarique do Serpente Portão dOT. Maquero. Traconites e Auranites.C. por ordem de Marco Antônio.C. ele atacou Emaús enquanto Eeroras. 7:172-177 ..C. Adições . No inverno de 39 a. o reino atingiu grande extensão.75 Pátio interr. quando da batalha de Actium (31 d.C. e muitos de seus cidadãos foram mortos.G. .C. perseguiu seus inimigos até o rio Jordão. Portão e b: ponte Herodes manteve sua posição sob Cleópatra e. Ao voltar.C.C. A EXPANSÃO DO REINO DE HERODES 40 A A a.360. anexando Esbo c estabelecendo veteranos ali..

Ao sul do Monte do Templo mandou construir um estádio.. Herodes Filipe. Herodes mostrou-se ainda mais ativo no Monte do Templo: dobrando a área da esplanada do templo. em lugar da torre de Strato.C. Arquelau. Ele era protegido ao norte por três torres fortes.165 A paixão de Herodes pela pompa. o imperador Augusto decidiu em 4 a. Levantou fortalezas em Herodíon e perto de Jericó. Antipas recebeu. O rei reedificou também o templo propriamente dito e. a samaritana.. ele a circundou de muros e pórticos. mas etnarca de metade do território. reconstruindo inteiramente Maquero e Masada nos dois lados do mar Morto.: S&SpréHq Para Herodes Antipas Para Arquelau Para a Província da Síria júlias Cidade fundada pelos filhos de Herodes Ptolemaida 'ibétiades Çadara . Construiu também um teatro na paite da cidade habitada por ricos helenistas... (Antigüidades 17:317-318) iFasaeljs. assim como Cesaréia Panias. Iduméia e Samaria. Edificou também em Geba. Batanéia. reconstruiu a antiga Baris. A 6 d. para garantir o controle do mesmo. Mariana (em honra da esposa). mas como os judeus em suas terras '•Lívias •Jeçujsalém ANTIGÜIDADES 17:317-321. foi nomeado etnarca ("administrador da nação") sobre a Judéia. na extremidade noroeste do Monte do Templo. a quem chamou de Fasael (mesmo nome do irmão). que possuía judeus e não-judeus em proporções quase iguais. à qual chamou 'Antônia" em honra de Marco Antônio. 0 terceiro filho. As cidades de Cesaréia e Sebaste foram incluídas no seu domínio. GUERRAS 2:93-98 . a Peréia e a Galiléia. Herodes mostrou da mesma forma sua atividade como construtor fora da capital: fundou a cidade portuária de Cesaréia. Sua característica mais proeminente era o "pórtico real" (basílica) ao sul do quadrado. Fasélida e Antipátride. não nomeou Arquelau rei. como recomendado pelo rei morto. Traconites e Auranites. dando à nova cidade o nome de "Sebaste" em honra ao imperador Augusto.. transformando-a numa imensa fortaleza. A DIVISÃO DO REINO DE HERODES Depois de muita hesitação.. foi presenteado com as terras recém-povoadas de Gaulanites.. Reconstrução do Templo de Herodes Fronteira do reino de Herodes W W ' . o segundo filho. e fortificou a Porta do Norte no Segundo Muro. César. dividir o reino de Herodes entre seus três filhos sobreviventes. A maioria de seus súditos era provavelmente composta de não-judeus. e reedificou Samaria. recebeu duas áreas puramente judias.. filho de Maltace. o desejo de ver seu nome imortalizado. provavelmente no vale de Tiropeom.. Auranites. Os proventos obtidos com o comércio e os impostos lhe permitiram construir um palácio magnífico a noroeste da Cidade Alta. Batanéia.. Herodes Antipas. mas grandemente distanciadas: a Galiléia e a Peréia (a Transjordânia judaica).. de garantir seu reino e de apaziguar uma população hostil e dar-lhe trabalho — estes eram os principais motivos para fortificar e embelezar Jerusalém.. Filadélfia // P 4 a.C. Traconites.C. e Hípico (nome do amigo).

(Contra Apion 1:60) Tibério). e havia carvalhos em quantidade em boa parte do Sarom. . Herodes Antipas permaneceu até 39 d. Oliveiras e vinhedos floresciam nas montanhas. Cobre do Arabá. As regiões adequadas ao plantio de trigo eram poucas e sua extensão limitada: o vale de Esdraelom. foram anexadas à província da Síria.•f' m w u ^ f i 2V-V - -i/V t/t " t l / f ' t e 1KT'-V. O S 50 fw ^ "•'-' . Em Jerusalém podiam ser encontradas várias indústrias ligadas ao templo e à vida da metrópole em geral. que passou a chamar-se desde então Cesaréia de Filipe. Só Filipe morreu na posse da sua tetrarquia. Tintureirós I - . o Grande.'ry -i Areia para Vidro Vúàü Porta «íPorte Pequeno Moeda de Herodes Antipas. as demais (principalmentefiaçãoe tecelagem) eram indústrias caseiras. em 34 d. Barcos de pesca navegavam pelo mar da Galiléia e Mediterrâneo.C. Geba e Hipo. As cidades de Gaza. era provavelmente a principal indústria do país. As tâmaras eram mais cultivadas no vale quente do Jordão e o bálsamo no estado real perto de Jericó.C.C. que provavelmente os exportava. a cevada substituía o trigo. é uma evidência de uma indústria de conservas de produtos pesqueiros. Salomé. Nos dedicamos ao cultivo da terra produtiva com a qual fomos abençoados..T^j Cevcda ''' . partes da planície costeira e alguns dos maiores vales das montanhas. Betsaída. e suas terras entregues a um procurador romano. eram colhidos e processados em Azoto. Antipas construiu Tiberíades (em honra do imperador O nosso não é um país marítimo: nem comércio nem. ferro das montanhas de Gileade. (mapa 264). que exigia fontes de matéria-prima. A lã das montanhas do sul da Judéia servia para vestir a população. è X ' W d» ourive ' (carpinteiros. "lugar do peixe salgado". cuja prosperidade teve início no período helenista. a Judéia era próspera nos dias do Segundo Templo. A SÉCULO I d. Os filhos de Herodes tentaram imitar o pai na construção de cidades. irmã de Herodes. No sul. Dora e mais para o norte. Séforis e Lívias (em honra da mãe do imperador). principalmente durante o reinado de Janeu. . eram ainda cobertas dc extensas florestas.. recebeu Jâmnia.1 Jorcins [• .Arquelau teve um reinado curto e turbulento. eles eram leais à dinastia. '. As encostas ocidentais das montanhas. Gadara. Azoto e Fasélida no vale do Jordão. de ambos os lados do Jordão. Essas regiões serviam também de pastagem para ovelhas e gado bovino. Filipe fez acréscimos a Cesaréia Panias. Arquelau chegou a dar a uma nova povoação o seu nome: Arquelaia. Graças à sua riqueza agrícola.»t' Em Jerusalém: Fabri . que haviam se submetido ao governo de Herodes com muita insatisfação..C. A cerâmica. A ECONOMIA DA JUDÉIA SÉCULO IV a. Gadara e Tiberíades. assim como as próximas a Péla. e betume do mar Morto eram os principais recursos naturais. devemos acrescentar-lhes as fontes de águas quentes dc Callirhoe e Baaras. encontrada em Tiberíades & t terra Peixes Camelos Covalos / ' • ' ^ Cote •t . e edificou Júlias (também em honra de Lívia) perto de. e conchas de murex. corri1 'ím m Tintureirós I 15 Vm Vinho Ervilhas Figos Gndo tW ^ ^ Ovelhas Cabras Jumentos Coca hí - fc 0 t< Nozes Romãs Caquis Tãmaras Cerâmica E S I Tricô £ 1 « Io o ? ^ Florestas te t 2 <:t Púrputa de Tiro Fontes de água quente Cobri» fc-.C.166 haviam sido assentados por Herodes. sendo banido em 6 d. moluscos produtores de púrpura. O nome Tariqueía.

No começo o messianismo deles era ativo e político. como resultado. inúmeros adeptos e seu líder. os essênios se isolaram do mundo que os rodeava e se dedicaram a uma existência básica e ascética. A seita dos essênios era de natureza messiânica e sua crença fervorosa na vinda do Messias é evidenciada em diversos escritos.Q u e r é m Vale de Seccá ^ Covcma ^ A. Durante o reinado de Janeu eles se isolaram do resto da população. Bete-Seã Todos os que entrarem na ordem da comunidade devem passar pela aliança diante dc Deus. Sabemos um pouco mais sobre os essênios em virtude de descobertas contemporâneas feitas no deserto dajudéia em fins dos anos 50 e 60.167 OS ESSÊNIOS Em fins do período do Segundo Templo o sectarismo com seu acompanhamento de rivalidades e antagonismos se ampliava. Além destes havia os zelotes. seus centros (Khirbet Cunrã) no deserto dajudéia foram destruídos pelos romanos. com suas inspirações messiânicas. mas nada nesses escriios indica a crença de que seus líderes tivessem autoridade para interpretar ou mudar a divina escritura. Por habitarem no deserto. (Manual de Disciplina 1:16) CUNRA S a m a Monte Gerizim • ''"""'tf" ' r i a Vule de Acot Doco^ Beie-lamar * * J e „ * Bete-Acoz ó * Naal Aquipa •A B e t e . lim termos gerais.. Josefo lista três seitas principais: os fariseus. Com base nesses rolos podemos deduzir muita coisa sobre seu est:lo de vida e cultura. se refugiaram voluntariamente no deserto dajudéia. O termo "essênios" se refere a várias seitas e ramos diferentes e os próprios eruditos diferem quanto a todos os documentos encontrados nas cavernas do deserto dajudéia pertencerem aos essênios. possivelmente o fundador da seita "Mestre da Justiça". ALIANÇA DE DAMASCO . Conhecemos principalmente os fariseus através da Lei Oral que foi entregue e registrada durante os séculos í e II d. Na revolta contra Roma os essênios se juntaram aos rebeldes e. Seus ensinos continham realmente adendos e interpretações da lei escrita. alguns dos grupos essênios eram de fato muito similares aos dos fariseus. Ao que parece.C. que não constituíam uma seita religiosa mas mantinham pontos de vista nacionalistas e religiosos também adotados por alguns fariseus e essênios.vudc Jerusalém * Coba HazSlc • Neljo M e s a d e Hassidím Quirbeie Cunrõ Befe-Mara • is N Cofarbarucha^S * «-5 Masado 1 0 wroj ^ ^Supostos esconderijos de tesouros do seita do mar Morto ROLO DE COBRE. os essênios não davam grande importância à lei oral. tornando-se mais tarde menos estridente. MANUAL DE DÍSCIPLINA. pelo menos parte deles pertencia aos fariseus. Alguns membros da seita permaneceram em várias cidades e povoados. Parte dos seus escritos sobreviveu até hoje devido ao clima seco do deserto. HINOS DE AGRADECIMENTO. os saduceus e os essênios. Os essênios aparentemente desenvolveram o seu credo e ensinamentos nos dias dos asmoneus..

como escrito em hebraico num ossuário Território de Herodes Antipas A VOLTA DO EGITO. Ao darem por falta do menino. então sob o pulso mais brando de Herodes Antipas (veja mapa 223). O quarto evangelho. (Lucas 2. O caminho mais certo para sair dos domínios de Herodes era aparentemente por Ascalom. e deitou-o numa manjedoura.7) Ptolemaida O NASCIMENTO DE JESUS E A FUGA PARA O EGITO Apresentado no Templo Pelca .èn^is Território cJe Arquelau O nome "Jesus". levando Jesus com eles. mais seguro.15. José teve uma visão na qual foi-lhe dito que devia voltar para a terra de Israel.4-38 E crescia Jesus em sabedoria. e em graça para com Deus c os homens. A única história desses "anos ocultos" nos evangelhos é a relatada por Lucas (2. LUCAS 2.22-24). Jesus permaneceu em Jerusalém enquanto seus pais viajavam a uma distância de um dia no caminho de volta para Nazaré (provavelmente desceram a Jerico. teria sido excessivamente penoso para uma mulher com um filho recém-nascido. A história de Jesus é contada nos quatro evangelhos: Mateus. Segundo a tradição cristã. que fica na rota principal para o Egito. A família chegou sã e salva à região do Nilo. contém vários detalhes que não se encontram nos demais. Nazaré. José decidiu voltar à sua cidade natal. sendo também diferente em muitos outros aspectos. capital da Galiléia ocidental. Temendo Arquelau. . onde encontrou abrigo e sustento entre os muitos judeus que viviam naquela terra (vçja mapa 243). O MENINO JESUS NOTEMPLO Depois da morte de.C. a criança foi apresentada no templo.1 seu filho primogênito. eles retornaram à Cidade Santa e o encontraram interrogando os professores no templo. o etnarca dajudéia. De acordo com Lucas (2. Nazaré era um pequeno povoado judeu que ficava cerca de sete milhas a sudeste de Séforis. para voltarem pela Peréia judia em vez de atravessar Samaria). Lucas e João. LIXAS 2. segundo a qual Jesus foi com seus pais a Jerusalém quando tinha 12 anos. Herodes.41-51). à noite. por serem estudados juntos em virtude da sua semelhança. porque não havia lugar pira eles na estalagem.18-2. Jesus cresceu ali até a idade adulta. o nascimento de Jesus ocorreu provavelmente em dezembro de 5 a. o de João. Jesus nasceu em Belém nos dias do rei Herodes (que morreu na primavera de í a. (Lucas 2.C. Ameaçados por Herodes.).54) E chegou e habitou ruma cidade chamada Nazaré (Mt 2. Marcos. o caminho do deserto. Regressaram então a Nazaré.19-23.41-52 Asquelom Gaza/* ixandria Pelúsio Retorno • M.23) Ptolemaida' José e Maria viajam a uma distância de um dia de jornada e retornam MATEUS 2. MATEUS 1. e cm estatura. José e Maria decidiram fugir para o Egito.. Os três primeiros são chamados de evangelhos "sinópticos".168 E deu luz.

veja mapa 226) não muito distante. Este foi o início do seu ministério. no Jordão {Mc 1.£ no ano quinze do império de Tibério César.1-2) O BATISMO DE JESUS E A VIAGEM AO DESERTO Tiberícd< MnnteTabnr .2. A atividade de João se achava concentrada no vale do Jordão. João foi sepultado em Samaria (Sebaste) embora ficasse fora do reino de Herodes Antipas. 6. Conforme a tradição cristã. Segundo os evangelhos. Heródias. se achava entre as multidões que acorriam para serem batizadas.1. ao sul da Peréia) e foi executado quando Herodes sucumbiu aos ardis da esposa. hoje no Khirbet ed-Dir). Estes eventos ocorreram durante o ministério de Jesus. MARCOS 1. o "ano quinze do império de Tibério César" (isto é.1-3). em Betsabara ou nos vaus do Jordão peito de Jerico.Nozaró Godora João estava batizando em Enom perto de Salim (Jesus) retirou-se oara a Galiléia (Mt 4. cujo quartelgeneral ficava em Mesad Hasidim (Khirbet Cunrã.6-8. porém.14-29.1-2. foi também quando João Batista começou a pregar "o batismo de arrependimento. Depois de vencida a tentação. ao sul de Citópolis (Bete-Seã). Jesus voltou à Galiléia. Jerusalém mMesade J Cunrã) Execução de João •Maquero1 MATEUS 3-1-4.22-24 Tibério César .4-14: 6.7-9.15-42. Mt 14. 9.. Se combinarmos a história do evangelho com outras fontes históricas do período (em especial Josefo e os documentos de Cunrã). 14.C).3) Visão no "F do Templo' Jesus tendo ido de Nazaré.19-20). vemos a atividade de João como parte de uma profunda inquietação espiritual que invadira toda a Judéia na época. especialmente entre a seita do mar Morto (os essênios). da Galiléia. na Galiléia. Permaneceu na prisão por algum tempo (tradicionalmente em Maquero. A seqüência do batismo e a reclusão no deserto era comum naqueles dias. Jesus. Lc 3. que odiava o profeta por ter denunciado a sua maldade (Mc 6.18-30. 27-28 d. filho de Zacarias. A tradição do evangelho declara que Jesus foi tentado por Satanás no deserto e levado pelo espírito maligno ao "pináculo do templo" de Jerusalém — provavelmente a sudeste do Monte do Templo — onde havia um precipício dc quarenta metros. para o perdão dos pecados" (Lc 3. mais provavelmente no deserto da Judéia acima de Jerico. ou mais acima do rio em Enom (identificada no quarto século como situada a duas milhas ao sul de Salim. que tinha ido de Nazaré.. depois de ser batizado ele ficou recluso durante quarenta dias no deserto. Este tem sido desde tempos imemoriais o refúgio dos que desejam se isolar do mundo. 3. LUCAS 3-1-22.12. (Lucas 3. foi batizado por João.12| E ali esteve no deserto quaren'a dias (Mc 1. sendo finalmente preso por ordem de Herodes Antipas.9} O início das atividades públicas de Jesus.veio no deserto í palavra de Deus a João. encontrada qualquer evidência positiva para ligar João ou Jesus a essa seita. JOÃO 1. mas eles não podem ser estabelecidos cronologicamente na evidência disponível.14-29. João continuou a pregar c batizar. Não foi.

3-14. 5. 8.6). JOÃO 2.10. 2.18-20. nas praias do mar de Genesaré.22-43. 9 9. ela possuía um posto alfandegário (o apóstolo Mateus pode ter sido chamado do seu trabalho de cobrador de impostos nesse lugar.23.1-12 Segundo Lucas 3. "Povoado de Nahum") era uma vila cujos ha- bitantes se ocupavam principalmente da pesca (uma grande rede cheia de peixes é registrada em Lucas 5.16-34.170 DE NAZARÉ A CAFARNAUM Vinde apó. 7. e eu farei que sejais pescadores de homens.27-32.8.27).1-17.1-10.31-41. Arbeh. chamados os primeiros apóstolos Ptolemaida Bersabe Sopane» Corazim • •Sacbd Co bulam Cafarnauí isare Belescida (Julias) Sicamino Jofapata Água transformada. Um . Por ser uma cidade da fronteira.5-17. Jesus tinha cerca de trinta anos quando começou seu ministério.s mim. a sua primeira pregação em Nazaré não foi bem-sucedida e ele deixou a cidade para estabelecer-se em Cafarnaum. Cafarnaum (no original hebraico. MATEUS 112-22.40-5(í. 5. Ao que parece. LUCAS 4. (Marcos 1. MARCOS 1.17) Qjefor-Dã Cadosa Escadas de/ Tiro \ Giscda ijemnite Jesus se estabelece aqui. Mc 2. Lc 5. entre os domínios de Antipas e Filipe. em vinho Magdala Gergesa Asochis Betemaus Séforis Ama to Mar da Galiléia Tiberíades Si montas -fr Nazaré Exalote Senabris Gadara Monte Tabor Agripinc* Capcrcoíneí '•Esdrelom Citópolis. Mt 9-9. Kefar-nahum.

os filhos de Zebedeu. é provável que sc mostrasse mais receptiva aos novos ensinos. portanto. Mt 10. Jesus não cortou inteiramente. possuíam populações judias consideráveis. comandante da guarnição local.8. Finalmente. Se seguirmos o Evangelho de João.7. das terras além do Jordão. mm m m V • . João 2.44).13-19.25. A lista de países e cidades reflete a área das populações judias na Terra Santa na época.1-4). os territórios de Tiro e Sidom. filho de Herodes . E significativo que Samaria e as cidades costeiras estejam ausentes da lista. no início do ministério de Jesus. I C d a d e s Território de Herodes Antipas [_ ! Território do Procurador do Judéio r> Qf. Jerusalém é destacada como a única "cidade" propriamente dita na região. a Iduméia havia sido uma unidade administrativa em separado desde os dias de Alexandre Janeu. Pedro e André. Tiro e Sidom (Mc 3-7-8.171 centurião.1).17). assim como Tiago e João. que ouvindo quão grandes coisas faáa. Ali também Ele realizou muitos dos feitos milagrosos registrados nos evangelhos. Como Cafarnaum tinha uma população bastante variada e ficava bem mais perto das fronteiras da Decápolis do que a fechada Nazaré.m Reino de Herodes em todo a sua extensão MATEUS 4. os pescadores Simão. e ali nomeou os 12 apóstolos (Mc 3. atraíam multidões da Galiléia. A partir de então. Judéia. LUCAS 6. a leste do Jordão (Jo 1 . (Marcos 3 8 ) A TERRA SANTA E A CELESSÍRIA NOS DIAS DE JESUS Os evangelhos contam que os ensinamentos de Jesus. Jerusalém. vinha ter com ele. embora predominantemente fenícios (veja mapa 231). seus laços com a cidade da sua juventude. Iduméia. eram judias desde os dias da dinastia dos Tobíades (veja mapa 214). onde Jesus muitas vezes pregava.25 [acrescentando a "Decápolis"] e Lc 6. não obstante mais tarde (veja mapa 264) o Cristianismo tivesse feito grande progresso nessas regiões. no entanto. Uma grande multidão. os judeus da Terra Santa formavam um único povo no campo espiritual e qualquer onda de sentimento religioso surgida em uma comunidade podia varrê-las a todas. que tiveram principalmente lugar nos arredores do mar da Galiléia. As terras "dalém do Jordão". MARCOS 3. a visita a Caná ocorreu.17 Inscrição homenageando Filipe.5) da cidade. porém. Foi em Cafarnaum que Jesus chamou seu primeiros discípulos. construíra a sinagoga (Lc 7. Cafarnaum foi chamada de "sua cidade" (Mt 9. homens de Betsaida. predominantemente gentias. embora seus habitantes estivessem se integrando cada vez mais com o resto dos judeus. Na Judéia. embora gentio. Depois da história do seu batismo. | Território de Herodes Filipe sob o procõnsul do Sírio rp^miõi^ovjoirti : . ou Peréia. Mt 4. Apesar de politicamente divididos entre vários territórios e governantes (todos sujeitos à suserania romana).11 continua com um milagre realizado por Jesus em Caná na presença de Maria e dos discípulos. Havia comunidades judias nas cidades da Decápolis que eram.

andando sobre o .aconteceu pouco depois ir ele à cidade chamada Naim. (Lc 7. Durante outra das visitas de Jesus àquela vizinhança.4) CANÁ E NAZARÉ REVISITADAS Coforraim Jotapnta TlCano . LUCAS 5..46-54 * IUNTO AO MAR DA GALILÉIA Jesus realiza vários milagres na " s u a c i d a d e " . 5. Jesus pregou na sinagoga dali. 8. 13. MARCOS 6.1-10.1-6) insere o episódio de uma visita a Nazaré na história dos ensinamentos de Jesus junto ao mar da Galiléia. chegando a Nazaré.46) ele curou o filho de um "regulo" (o original grego registra "basilikos".11-17).11) Marcos (6. Mais tarde. 4. embora Jesus seja aqui chamado de "filho do carpinteiro". MATEUS 13. 9. onde fora criado (Lc 4. Magadâ* 12 ooóstolos romeedos Sermão do Monte Cíarnaum Herodes Antipos.22-39. durante a qual (conforme Jo 4.22.1.. Lucas.11-1" JOÃO 4. ao lado da estrada que vai de Naim até a rota do tronco central. "A Beisuida Magdala • Tiberíades Tempestade no mor > gergesenos «anjK* MATF. 8. Caná situava-se na fronteira da planície de Asoque (Asochis). limbora chamada de "cidade". coloca o incidente logo no início do ministério de Jesus. onde havia propriedades reais e o "homem do rei" era provavelmente o intendente real que administrava este domínio. JOÃO 6. MARCOS 2. lim Mateus 13-5358 o episódio é colocado no mesmo contexto.1.29-39.23-24.41) . Naim não passava de uma simples vila a cinco milhas a sudeste de Nazaré.1.18. Quem é este. M t i f e u s s e g u e iesus. que até o vento e o mar lhe obedecem? (Marcos 4. 2.aproximou se deles..10-17.16-30). ele curou o filho de uma viúva de Naim (Lc 7. 7.. 9.1-11. situada numa encosta montanhosa e possuindo uma porta e um muro. LUCAS 4.Tia. 8. mas foi rejeitado pelos adoradores que se recusaram a crer que "o carpinteiro" fosse um profeta inspirado.16-30.13.1. Remanescentes do cemitério deste antigo povoado podem ser ainda vistos na região rochosa. Naim veio a ser a capital de um distrito separado. 6 32-53. É em relação a esta visita a Nazaré que podemos talvez colocar a segunda visita de Jesus a Caná.16-20.16) Nazaré Sertabris Gadora Suném 1.1-25 . 14. "homem do rei").172 Não há profeta sem honra senão na sua pátria.tIS 4.18.Magdolo Mar da Galiléia libcríodes* Sóforis í. ^ Corozim { Mjltípliccção das pães e dos peixes lasa de Maria Madalena.1-6. (Marcos 6.53-58. por outro lado (4. 5-1-21.35-41.13-34. 15.

a história de Jesus andando por sobre as águas. Hipo e Gadara. o mar foi subitamente acalmado. "Mar de Tiberíades" é claramente posterior à fundação dessa cidade em 18-19 d.21-29:16. sem contar diversas jornadas. Rm qualquer caso.Geba Copo de ouro com desenho de carpinteiros trabalhando (de Koma) MATEUS 15. porque a cidade de Genesaré estava localizada no sítio de Quinerete (Tell Ureime).35-41. Corazim! Ai dc ti. Durante uma delas. sendo então plausível a queda dos porcos nas águas do lago. que seguiu Jesus a Jerusalém. Genesaré parece ter sido um nome anterior. bem para o interior. segundo dizem. evidência de que um povoado com esse nome realmente existiu. de acordo com a tradição.27-30 Gadara A única vez em que Jesus deixou os limites tradicionais da Terra Santa foi durante sua viagem a Tiro e Sidom. mais curta. portanto. Dio. Outras viagens de Jesus incluem uma visita a "Magadá" ("Dalmanuta". ela era uma de um grupo de mulheres "que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades. Durante esta viagem Jesus curou a filha de uma mulher "grega" ou "siro-fenícia".10).1 e 5). também chamado de Lago de Genesaré (Lc 5. O Sermão do Monte. as duas possibilidades são "Gergasenos" — indicando Gergasa (Kursi) no litoral leste do lago. se concentrou nas cercanias do mar da Galiléia (Mt 15-29. Mt 8.. Gadara pode ter possuído uma faixa do litoral que fica entre o rio Jordão e Kefar-Semah. Simâc Barjonos (Ml ló. reconstruída por .13-15).que o serviam com suas fazendas" (Lc 8. 21. F. O local do incidente dos "porcos gergesenos" tem sido muito discutido (a versão usual "gerasenos" é quase impossível. o nome Gergasa aparece numa fonte judaica antiga como o de uma vila a leste do rio Jordão e é.31). Uma outra viagem. Jesus ensinou algumas vezes de pé num barco. Nazaré . em Mc 8. 8. Maria Madalena. Jesus dormiu enquanto atravessavam para a província dos gergesenos (Mc 5. Marcos 7. As tempestades eram freqüentes no mar da Galiléia. uma mulher fenícia que adotara a cultura helenista então comum no Oriente romano. foi feito perto de Cafarnaum (Mt 8. Outros eventos registrados nos evangelhos. (veja mapa 223). Só ocasionalmente Jesus censurou as cidades que se recusaram a arrepender-se ('Ai de ti.C. 6. A costa ali é escarpada.1). isto é.16. relativos ao mar da Galiléia e suas cireunvizinhanças. nos dois casos. e a tentativa de Pedro de seguir o seu exemplo (Mc 6.21 definem esta jornada como a uma "região" ou "distrito" dessas duas cidades. levou Jesus e seus discípulos para o distrito de Cesaréia de Pilipe. e geralmente só de "mar" nos evangelhos. devemos ler Magdala.Toda a atividade de Jesus antes da sua partida final para Jerusalém. por serem gentios. 8. M 7. o sítio fica num monte Jogo atrás de Cafarnaum. não ficamos sabendo se ele entrou nas cidades propriamente ditas. são a multiplicação dos pães e dos peixes num local isolado perto da cidade dc Betsaida.2-3). Segundo Marcos (7. Ambas tinham extensos territórios. foi para os termos de Tiro e de Sidom. e Jo 6. A região de Tiro chegava até Cadasa nas montanhas acima do vale de Hule (llatha).2123. Lc. passando por Gaulanites e seguindo para os territórios de Abila. no território de 1 lipo—e "Gadarenos". a cidadezinha mais importante do litoral depois de Tiberíades. Lc 10. com as multidões ouvindo na praia.24 e Mateus 15.14) A VISITA ATIRO.)7| Escadas de tiro / Cadasa Jesus ctravessa á Decápolis Ptolemaida Cofomoum' Jotopaia Tariqueas0 Betsaida Galiléia' Tiberíades. Os habitantes de Gadara.15-21). Mt 15.24-31.23-27. a fronteira de Sidom era comum com a da cidade de Damasco.22-23. morava nessa localidade. No sexto século.13-20. um grande monastério foi fundado na área.31).. pois não havia território de Gerasa no litoral do lago). ao acordar.22-24) e. levantando-se dali. Mc 1. Jesus atravessou a região da Decápolis na sua volta ao mar da Galiléia — possivelmente desviando-se para o interior. não compartilhavam dos escrúpulos dos judeus quanto à criação de porcos. pois substituiu o "mar de Quinerete" bíblico (Nm 34.1. Betsaida! Caiárnaum. Os primeiros apóstolos eram pescadores. (Marcos 7. a Panias helenista.1) e Lago Tiberíades (Jo 6.11). e famosa por causa da sua indústria de conservas pesqueiras.45-51. serás abatida" (Mt 11. SIDOM E CESARÉIA DE FILIPE Sidom A mulfier "grega" se oproxima dele Bem-overiíurodo és fu.

Jesus estava batizando na Judéia. Jo 10. cujo evento é colocado pelos outros evangelhos nos seus últimos dias em Jerusalém (Mc 11. em seguida a Betânia.22). Ao regressar deste ministério na Judéia. acompanhado dos apóstolos Pedro. e ainda se achava ali na Festa da Dedicação (em princípios do inverno. (Marcos 9. o monte é visível dc praticamente toda a Baixa Galiléia e do vale de Esdraelom. durante a qual Jesus expulsou do templo os cambistas e vendedores de animais. Durante este período. Foi.1).40). a nordeste de Jerusalém (Jo 11. Mateus coma um incidente importante em Cafarnaum: Jesus fez Pedro pagar o imposto de meio-siclo do templo para ambos. em particular. provavelmente para Betsabara (Jo 10.15) com o "caminho do mar" mencionado por Isaías (9. a um alto monte. via Abel-Bete-Maaca (veja mapa 147). com uma caverna dedicada ao deus Pà e muitos santuários nas rochas contendo estátuas consagradas das ninfas. A visão deste grande penhasco rochoso pode ter inspirado o nome de Pedro. £ seis dias depois Jesus tomou consigo a Pedro. Em João 2. na Cidade Santa. permanecendo dois dias com os samaritanos. na qual a igreja deveria ser construída.146). Em virtude da sua forma e posição isolada. "a Rocha". depois do que voltou para além do Jordão. A principal característica da região eram os altos penhascos perto da cidade. ressuscitou Lázaro dentre os mortos (Jo 11.24-27). ele dirigiu-se secretamente a Jerusalém para a Festa dos Tabernáeulos (no outono).. A rota pretendida pelo profeta era evidentemente a estrada de Tiro a Panias. Lc 19. Essas viagens entre Tiro e Cesaréia de Filipe foram provavelmente associadas por Mateus (Mt 4.54). Depois da Transfiguração.45-46). LUCAS 9. durante a qual um paralítico foi curado no tanque de Betesda. e retirou-se novamente para o deserto de Efraim.174 Herodes e seu filho Filipe.12-13. Este monte não é nomeado nas fontes.21 lemos a história de uma visita a Jerusalém na Páscoa. e os levou sós.15-17.. muitos dos quais creram nele. João 5 registra mais uma viagem a Jerusalém. a Tiago. os evangelhos relatam a visita de Jesus. Mt 21. e a João. Tiago e João. João (capítulo 7) dá uma versão da última viagem de Jesus um tanto diferente da encontrada nos outros três evangelhos. perto de Salim (Jo 3-22-24). ele fora primeiro um forte helenista e mais tarcle judeu. .2) A TRANSFIGURAÇÃO PécJro pago o imposto do lemplo ^ Cafarnaum Betsaidc ariqueas Mar da Galiléia Tiberíode. MARCOS 9.28-36 Depois da volta ao mar da Galiléia. Jesus passou por Samaria e encontrou-se com a samaritana junto à fonte de Sicar. Segundo João. a fim de "que não os escandalizemos" (Mt 17.1-8. enquanto João fazia o mesmo na planície bem irrigada de Enom.2-8. sobre as quais os outros evangelhos silenciam. • Nozaré Jesus transfigurado num "cito monte'' •Naim Mulher fenícia (em sarcólago de Sidom) MATEUS 17. a um "alto monte" — onde é dito que houve a Transfiguração. mas a tradição associa o evento com o Monte 'labor um marco proeminente que havia servido nos dias bíblicos como ponto de fronteira entre os territórios de três tribos. JESUS VISITA JERUSALÉM O Evangelho segundo João registra várias outras viagens de Jesus a Jerusalém.133.

manifestou o firme propósito de ir a Jesusalém. ele dirigiu-se para o leste e passou pela Peréia. no final da sua permanência na Galiléia. completandose os dias para a sua assunção. onde ficou na casa de Zaqueu.13) E aconteceu quê. a "Judéia além do Jordão". Dali. mas.23). (João 2. eJesus subiu a Jerusalém. .175 E estava próxima a páscoa dos judeus. indo depois a Betfagé sobre o monte e em seguida a Betânia. irmãs de Lázaro. É possível que Jesus pretendesse tomar o caminho mais curto para Jerusalém. onde ficou na casa de Marta e Maria. Jesus continua então ao longo da estrada de peregrinos. herdadas da dinastia herodiana pelo imperador). chefe dos cobradores de impostos (provavelmente das propriedades imperiais no vale do Jordão. Jesus começou a predizer seu destino em Jerusalém para os discípulos e "eles se entristeceram muito" (Mt 17. como o povo não o recebesse. atravessando a Samaria.51) A ÚLTIMA VIAGEM DE JESUS A JERUSALÉM Quando sc aproximavam os dias da sua "assunção" (Lc 9-51). que subia para o Monte das Oliveiras. (Lucas 9.52-56. Dois mendigos cegos foram curados fora da cidade. Jesus e os discípulos decidiram cruzar o Jordão e continuaram pelo caminho de Jericó. Podemos talvez inserir na história da última viagem dc Jesus a Jerusalém o incidente mencionado em Lucas 9.

JOÃO 1 2 .176 A ÁREA DE JERICO Palácio principal a ' Tanque fcr. MARCOS 11-15: LUCAS 19. encontrada em Cc-saréia 'ortão dos Essênios 0 SO 100 1S05F 0 50 ICOmclrc: MATEUS 2 1 .28-23.H es^ultan) J E R I C O ATUAL Asu N o r l e "Grande 1 0 Palácio Ue inverno de Herodes Entrada triunfal de Jesus. e apedrejas os que te são enviados! (Mateus 23.1 9 . —_ ^ rortão / Genate' Portão? /forre . JULGAMENTO E CRUCIF1CACÂO DE JESUS 5p ^«wgfc i Crucificaçõo e I Isepultamento I Jardins Monte do Gólgota . a negação de Pedro ' / C I D A D E Tanque de» >3 Salomão?/ / I Caifás Última j Ceia Tanque \ da Serpente" •'IPoroíSifóSífiò/ BAIXA inscrição de Fôncio Hilatos. Palácio He rodei Jesus diante dos sumos sacerdotes. Jerusalém. indo de Betânia Portão da Jorre Jerusalém.2 7 . ••aiácio de Herodes Antipas ietsêmani 11BER jfvSHLAJV5(.hndo pelo omplo pátio inverno de Hasmoneu (Quirbete el-Meíjer) WaàiKelt Palácio de inverno de Herodes alargado Tel Jerico (Tp.37) Condenação de Jesus1 Tanque das ovelhas \ Tanque de Struthion INTERROGATÓRIO. que matas os profetas.

ficamos sabendo (At 1. 1 COltÍNTIOS 15. Jesus foi interrogado quanto às suas crenças. ou na fortaleza Àntônia. Jesus ressuscitou dentre os mortos no terceiro dia após ser crucificado. Sua execução se deu. acusar Jesus diante do governador. eles não tinham poder para aplicar a pena de morte. JULGAMENTO E CRUCIFICAÇÃO DE JESUS Jesus começou sua visita a Jerusalém com o que é invariavelmente mencionado como a entrada triunfal. na casa dc um dos seguidores de Jesus. Os evangelhos registram aparições do Cristo ressurreto na Galiléia (Mateus e Marcos) e na Judéia. segundo a prática romana. Como a sua principal razão para permanecer em Jerusalém era supervisionar o templo durante a peregrinação em massa na Páscoa.15. mas.25} Emaús Pedra para fechamento: túmulo da família dc Herodes. No dia seguinte ele c seus discípulos realizaram a Última Ceia numa casa. um dos apóstolos. O povo o recebeu com gritos tle "Hosana" ("Salve agora!"). E. Depois da Ceia. dirigidos por Judas Iscariotes. { Monte Tabor quando o viram adoraram (Mif 20. em Emaús (possivelmente Moza). Os evangelhos sinópticos colocam a purificação dos pátios do templo durante esta segunda visita (veja também o mapa 236).6-12). Jesus e os discípulos desceram ao vale do Cedrom. montando num jumentinho encontrado numa aldeia do lado oposto de Betfàgé. na opinião da maioria dos especialistas. tradicionalmente um lugar fora do Segundo Muro de Jerusalém. que era a residência dos herodianos em suas visitas a Jerusalém. podemos aceitar a L r a d i ç á o de que o julgamento de Jesus foi feito no pretório estabelecido em Antônia. JOÃO 2 0 . Segundo os evangelhos. ele foi sepultado ali perto. ATOS 1. ao norte do templo.7) Mar da galiléia 'iberíades Séforis Nazaré • A RESSURREIÇÃO E A ASCENSÃO Os evangelhos são unânimes em continuar a história de Jesus depois da crucifixão.36) [Os discípulos] Vimos o Senhor (jo 20. Pilatos enviou Jesus para Herodes Antipas (pois "era da jurisdição de Herodes"). ensinar no templo ele voltou para Betânia. Conforme a mesma tradição.17) Capercolnei Cifópolií Samaria Antípatro [Dois discípulos] O ! mesmo Jesus sé apresentou no meio deles (lc. Podemos supor que ela teve lugar na próspera Cidade Alta dc Jerusalém. que o devolveu a Pilatos.2 1 . num túmulo pertencente a José de Arimatéia.2-12) que ele subiu aos céus do Monte das Oliveiras. Decidiram. implicada na afirmação de Jesus de ser o "Rei dos Judeus".2-3) Ptolemcida [ ô disoauio a quém Cafamaum Jesus amava] É c Senhcr (Jo 21.1-8. como governador. (Lucas 24. que estava esperando do lado de fora. embora seus inquisidores considerassem blasfemas as suas respostas.18) . Depois de. Pôncio Pilatos.7 [Maria Madalena] Vi o Senhor |jo 20.foipreso por um grupo de homens armados com espadas e porretes. entrando. que traíra seu mestre. Finalmente. 74. Pilatos. LUCAS 24. De acordo com Lucas (23. Jesus foi levado à casa do sumo sacerdote Caifás. portanto. numa grande sala no andar superior que estava "mobilado e preparado" (Mc 14. negou três vezes a Jesus. para ser primeiro interrogado pelo ex-sumo sacerdote Anás e depois por um tribunal informal presidido pelo próprio sumo sacerdote. E acharam a pedra revolvida do sepulcro. não acharam o corpo. Jerusalém Ressurreição MATEUS 28: MARCOS 16. eles estenderam suas roupas na estrada e o abençoaram agitando ramos dc palmeiras. Esta ceia tem sido comparada à refeição pascal e é certamente colorida por motivos pascais. pregado a uma cruz. Lc 22. Segundo a fé cristã. teria morado seja no palácio de Herodes na zona oeste da cidade. Durante esses eventos. Ali. Pedro. até Getsêmani (a "Prensa de Azeite") no sopé do Monte das Oliveiras. no pátio do palácio. dc uma ofensa política — rebelião contra o imperador.12). Antipas provavelmente habitava o velho palácio asmoneu.177 ACUSAÇÃO. Jesus foi levado dali por soldados romanos para o Gólgota.

Ele usou essas ocasiões para divulgar a sua mensagem. Em Jerusalém foi encontrada uma inscrição da sinagoga. a oração não era o elemento principal dessas reuniões. em alguns casos. Havia geralmente leituras da Torá c algumas vezes dos escritos proféticos ( Haftorahj e se houvesse um erudito ou professor na comunidade ele fazia uma pregação (drashei). No princípio. onde uma estrutura existente poderia ter servido muito ben como sinagoga. ao povo do Kncsset ha-Gedolah. de rendimentos da sua propriedade. foram descobertas em Masada.C. O professor geralmente trabalhava com um pequeno círculo de estudantes (habura) que ele ensinava sem remuneração. Em Israel... Moisés recebeu a torá no Monte Sinai e deu-a a Josué e Josué. Jesus era convidado para fazer um sermão na sinagoga.178 . Herodio.C.. Este título é melhor interpretado como "rabi" ou "professor". Esses professores derivavam sua autoridade do prestígio associado ao seu conhecimento da Lei (Torá) e à sua habilidade para transmitir a Lei Oral de geração em geração.. No Egito. literalmente homem sábio ou prudente.. segundo o seu costume. na sinagoga. Os estudos eram feitos principalmen- ^ • Judá ben Dosoteus| LícJa M « P e V Simão deMispe Jerusalém Antigono de Socó Simõo o Justo José bsn Johança Josuí ben Percio Jüdc ben Tabai Simõo ben Sheta Shemaic Avtaüon Batira Shamai Hile "l Abba Saul Zadaque VásLSii . porque ensinar a Lei era uma das suas principais funções na época.16) AS SINAGOGAS NO PERÍODO DO SEGUNDO TEMPLO A sinagoga era a principal instituição pública da comunidade judaica. já havia sinagogas desde o terceiro século a. Sinagogas datadas do segundo século d. Pouco sc sabe dos antecedentes da sinagoga como uma instituição. (Avoth l:a) iJohanan bart Zackkai lianina bem Dosa Aroba w* Arbe'</\ johcnan de Hayrõ ' ! Nitoi de Arbela _iáf Huurã Sinagogas antigas: ^ • M «Mf* de Séforis Restos arqueológicos Evidência histórica Fronteira do reino de Herodes José ben Joezer de Sereda D o s t a i d e lo:mo Yuathmc O "HAKHAM" NOS DIAS DO SEGUNDO TEMPLO Hakham. tal como Cafarnaum. era o título dado aos líderes espirituais dos fariseus. Nos dias de semana a sinagoga servia como lugar de estudos só para meninos. No sábado e nos dias santos a comunidade se reunia ali para ler a Torá. Nela a liderança conduzia seus negócios e a comunidade se reunia para discutir assuntos de importância. as primeiras sinagogas encontradas datam do primeiro século d. Sempre que visitava uma aldeia da Galiléia. Mediante fontes do Novo '[estamento e escritos de Josefó ficamos sabendo que existiam sinagogas em muitas aldeias. orar e ouvir sermões.C.. Gamala e possivelmente Arbela. Seu sustento era obtido mediante outros trabalhos ou. e levantou-se para ler.Entrou num dia dc sábado. (Lucas 4.

As comunidades eram quase todas prósperas. Segundo Josefo. No Tratado de Avot. \_Corinkr Fsporfa# ' Samos j • •Filadélfia . A DIÁSPORA JUDAICA NOS DIAS DE JESUS F. PA^ j(T.179 re à noite. Mas. de iodas as nações que estáo debaixo do céu. onde os judeus tinham sido levados como escravos depois da campanha de Pompeu e onde as condições se tornaram favoráveis com Júlio César. Os grupos se congregavam ali nas praças da cidade e no pátio do Templo. 1 . As comunidades judias se concentravam ali ao redor da sinagoga.Apamea Milfíft-Jróilies «Halicarncsso „ • Laodicéia „ . comunicando-se entre si e com Jerusalém. mas o principal centro de estudo da Lei ficava naturalmente em Jerusalém.'/s Pompéio^N ^ . O S fariseus gozavam de grande influência sobre o povo. "pares" de eruditos-professores são mencionados. e a Babilônia. Este estado de coisas elucida bastante bem o contexto da atividade missionária de Paulo (veja Mapas 247252). a fim de não interferir com a faina do dia.5) Sinope At ide Heráclea Tessalõnico Ancira Puteóli >*/Veópo. enquanto os saduceus mantinham as posições mais importantes na comunidade e no templo. Os mais proeminentes dentre eles se tornaram líderes nacionais e administradores do templo. Havia um conflito constante entre os fariseus e os saduceus com relação a quem conduziria os serviços divinos no templo. as comunidades judias estavam principalmente concentradas na metade oriental do império romano. os professores não tinham posição oficial e o título "rabi" significava respeito e não classificação na hierarquia. Frbr. seus próprios arcontes (magistrados) e anciãos. Duas áreas distantes eram a Itália central. Frases como "eles criaram muitos eruditos" e "eles eram guardiães da Torá" serviram como diretriz para os professores durante inúmeras gerações. mas dependentes das autoridades gentias e ansiosas para preservar as boas relações com elas. o grosso da diáspora judaica continuava confinado ao mundo grego. a maior e mais próspera comunidade fi- cava no Egito (mapa 182).1 M A C A B E U S 15-23. com plena autonomia interna.8-11. Grupos de estudo desse tipo existiam em várias aldeias. particularmente os trabalhos agrícolas sazonais. em Jerusalém escavam habitando judeus. eles sempre acreditavam que a Lei deveria ser revelada a todos. O conhecimento da Lei era uma realização prestigiosa e uma fonte de poder na comunidade. ~7 . onde as comunidades se fortaleceram sob o governo parto. Embora muilos dos professores fossem "sacerdotes". varões religiosos. mas a sua função e posição oficial na época do Segundo lemplo não ficam claras. ANTIGÜIDADES 14:213-264. viajava de cidade em cidade levando a Lei às massas.CRÉC!AS s f S Adromitio X^Pérgamo tfènqs J c. O encerramento do período do Segundo Templo viu crescer o poder dos professores. Jesus era um desses professores. de fala grega. Além dos grupos locais havia o professor itinerante que. No início. PAPIROS: INSCRIÇÕES No início da era cristã. (Alos 2. junto com seus alunos.tona* Antioquia Selêucii amina Arado* ' S Í R I A • Acamea Pumbedita * _ Neardéia ' Trtpolii Hfíinití^ ibiliiiu • Palmira Demo sco Sidonjí Tiro» Piolemaidq-^ Bcbilônio • w- Jerusalém Alexandria com comuri: ATOS 2. F R í C ^ Anh< ícÔnio i Snrdas ç.

Jerusalém assumia às vezes um ar estranhamente cosmopolita. Dali cruza o mar para o Egito e a vizinha Cirene.Wileto Icônio • Ecbaiana.Arábia (a "Nabatéia") finalizam a descrição. indo para o norte. muitos dos peregrinos foram ouvir os apóstolos e ficaram espantados quando eles falaram em suas línguas maternas. que ficava além das fronteiras do império romano — Partia.—i v ^. Ele menciona depois a Judéia e. o mágico. Pedro. lista a Capadócia e o Ponto. A variedade de moedas encontradas em Jerusalém.9-11 PEDRO E FILIPE VÃO A SAMARIA E A PLANÍCIE COSTEIRA O sucesso da pregação dos apóstolos em Jerusalém provocou uma reação. testemunham o ativo comércio que havia entre Jerusalém c vários países.9-10) faz uma extensa descrição da diáspora de sua época (que possivelmente se reporta Todos os lemos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus. Das costas do mar Negro ele segue na direção oeste para a província da Ásia e então para o interior.lão e Mesopotâmia.Atenas *Sardes Éfeso y -. que até então representava geralmente uma atitude conservadora.11) à torre de Babel e à entrega da Lei). o escritor de Atos (At 2. pertencentes ao período do Segundo Templo. milhares de peregrinos iam todos os anos de comunidades distantes para cumprir o dever de "subir a montanha do Senhor" em uma das três festas principais. ele foi julgado por "blasfêmia" c apedrejado até a morte ou linchado. com seus judeus e prosélitos. começando com o Oriente. Creta e a . (Atos 2.180 V O PENTECOSTES A diáspora judaica estava ligada a Jerusalém por fortes laços religiosos. aceitou depois disso estender os ensinamentos da Igreja aos que não eram judeus. enquanto o templo permaneceu de pé. Roma. mas. pessoas do Ocidente e do Oriente acotovelando-se nas ruas. continuando até Jope curou Tabita e ficou na casa de Simão o curtidor. falando uma grande variedade de línguas. Média.ntioquia Cirene . F. Pedro seguiu depois para Lida e curou Enéias. Nesta ocasião. Segundo a história contada no livro de Atos. quando os homens da sinagoga dos libertos (ex-escravos) acusaram Estêvão. Alguns deles foram presos e depois soltos conforme a sábia recomendação do fariseu Gamaliel. Emjope ele teve uma visão que o levou a aceitar o convite do centurião Cornélio (um gentio) para ir a Cesaréia. para a Frígia e a Panfília. 1 J!} i Damasco i ^rTiro/ ^/ítolemoida Cesaréi< Jerusalém J Jexandria Rota dos peregrinos Cidode com comunidade judia ATOS 2. Sinope Heráclia Bizâncio Anciro -gamo . que ingressou na igreja por motivos impuros e foi amaldiçoado por Pedro e João. representa a diáspora ocidental. Os apóstolos começaram então a ir a lugares mais distantes: Filipe pregou em Samaria e converteu até um certo Simão. um diácono da comunidade cristã. que também pregavam nas aldeias de Samaria. .

de Azoto até Cesaréia.. mas depois de ficar deserta por muitos anos ela fora reconstruída .26-40 . Nazaré (Atos 10. (Atos 8. antes de ter caminhado muito. curo Jâmnia Martírio de. 3 2 . Alexandre Janeu destruíra essa cidade no passado. do tipo provavelmente usado pelo cunuco etiopc A VIAGEM DE FILIPE 3b d. i j é S M^^®* Carro romano para viagens interurbanas.C. mostrou-me que a nenhum homem chame comum ou imundo. Goza "o Deserto ' * SKaruen 0 2 4 rnilhpj 0 Z 4 ATOS 8. o apóstolo Filipe foi chamado para ir a Gaza.4-15. encontrou um eunuco. "o deserto". um prosélito a serviço de Candace. o mágico Motil Gerizii cura Tabíto V Antipotro / ^ I f . anunciava o Evangelho em todas as cida- des.40) Pedro e João vão o Samaria ístêvão ATOS 8 . 4 .2 •jorusalém - - A .em contraste com a "Velha Gaza" (Bete-üglaim) e a "Nova Gaza" (Neápolis) no litoral. Pedro e j o õ o pregam em aldeias E indo passando. Filipe o converteu e o batizou numa nascente junto à estrada.181 Deus.11. Depois de pregar o evangelho em Samaria.2 5 : 9 . O etiopc continuou a viagem de volta para a sua terra (provavelmente passando por Gaza).de Simão. enquanto Filipe seguiu adiante para pregar o evangelho em todas as cidades do litoral. até que chegou a Cesaréia. rainha da Etiópia. O apóstolo seguiu na direção de lietogabris (Bete-Govrin) mas.28) Batismo de Cornélio Pedro volta a Jerusalém Citópôlis* PEDRO E FILIPE PARA SAMARIA E PLANÍCIE COSTEIRA Cesaréia 3atismo.

1-30 DAMASCO NOS DIAS DE PAULO W f g g f f i A » A antiga cidade de Danasco. Mar da Sé/o ris \Galiléia Tiberíades Nazaré Gadara Paulo levado a Cesaréia Cesaréia Citópolis « Um dos envolvidos no martírio de Estêvão. . • Samaria-Saboste •Antípatro Fifadéifia Levanta-te. Paulo (Saulo) segue para Damasco Jerusalém (Atos 9. Paulo viajou para Cesaréia e partiu dali para Tarso. Ele pediu para ser enviado a Damasco a fim ce prender os cristãos e o sumo sacerdote concordou com seu plano. antes santuário de Hadade e mais tarde a Igreja de São João (agora a mesquita Ummavyad). para levar o meu nome diante dos gentios. Saulo teve uma visão de Jesus e foi convertido. A segunda rua paralela ligava a Agora (praça do mercado) com o templo de Júpiter.182 Sidom | Bofismc d e P a u l o Damasco Este é para mim um vaso escolhido. 'temporariamente cego.32). Um discípulo chamado Ananias foi enviado para encontrar-se com Saulo. Quando sentiu que sua vida estava sendo ameaçada pelos helenistas. os discípulos o fizeram sair escondido da cidade.11. o qual recuperou a vista e recebeu o batismo.) Em forma de retângulo. cercada por um muro com portões. Ao aproximar-se de Damasco. sua cidade natal. Uma delas é a "rua chamada Direita" de Atos 9. II) ATOS 9. onde a comunidade local o aceitou depois de alguma hesitação. Sua pregação zelosa nas sinagogas de Damasco enraiveceu alguns dos judeus. o diácono (veja mapa 2-15).15) VIAGEM DE PAULO A DAMASCO | Conversão Cosaréia dejMlipos i de Paulo 36 A 38 d. Paulo chegou a Jerusalém. (Deve ser lembrado que Paulo foi descido pelo muro dentro de um cesto. era Saulo. A cidade existente hoje conserva traços da aldeia hipodâmica dos tempos clássicos. quando era considerada uma das principais cidades do império selêucida. a cidade possuía duas ruas principais e paralelas ao longo do seu comprimento.C. (Atos 9. foi inteiramente replanejada no período helenista. para salvar-lhe a vida. e vai à rua chamada Direita. um fariseu de Tarso. que passava pelo teatro e pelo antigo palácio real (2 Co 11. situada em um oásis irrigado pelos rios Amana e Fatiar. pois havia guar- das nas portas. ele entrou na cidade e um certo Judas o recebeu.

Algum tempo depois da morte de Agripa (44 d. A comunidade em Antioquia teve condições de socorrer a Igreja de Jerusalém num período de fome nos dias do imperador Cláudio (At 11. ATOS 11. (Atos 15. para grande desagrado de Paulo—At 15. Os judeus que se apegavam à religião de seus antepassados apelaram para as autoridades da cidade e forçaram os apóstolos a irem embora.12). pela primeira vez. possuía uma comunidade judia há muito estabelecida. Barnabé e Marcos começaram as viagens missionárias que são divididas em três estágios no livro de Atos dos Apóstolos. os discípulos foram chamados de cristãos pela primeira vez.183 Foram os discípulos. Dali. provavelmente.22-30 * Sordes Icônio Paufo e Barnabé considerados deuses De Jerusalém Paulo voltou a Antioquia. 15. Jerusalém ATOS 13-14. Partiram depois dessa cidade e seguiram para Pcrge. Km Pafos amaldiçoaram um mágico judeu. Com a comunidade cristã em Antioquia firmemente estabelecida. "que tinha por sobrenome Marcos" (At 12. chamados cristãos.7) A PRIMEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA DE PAULO 46 A 48 d. solidificando a igreja.o ungido". na Panfflia (onde Marcos os deixou. de nome Elimas. O primeiro apóstolo enviado para lá foi Barnabé.C. dc Antioquia.C.25) VIAGEM DE PAULO A ANTIOQUIA E SUA VOLTA A JERUSALÉM Sefêucia antioquia Üs discípulos chamados pela primeira vez de cristãos neste lugar 40 A 46 d. Barnabé e Marcos vão a Chipre de Jerusalém. (Atos 11. pregando primeiro em Salamina e depois na capital.m Antioquia. e cressem. F.27-30). Pafos. A área coberta nesta jornada através da região centro-sul da Ásia Menor fazia parte da província da Galácia. a capital da Síria e a tcrccira maior cidade do império romano. Antioquia. Voltaram então à Panfília e tomaram um navio que ia de Atália para Antioquia da Síria. Hamafe • Pculo e B a r n a b é vão o Jerusalém Damasco Cesaréia E enviaram Barnabé a Antioquia Para que os gentios ouvissem da minha boca a palavra do evangelho. Barnabé e Paulo voltaram a Jerusalém.38). Barnabé e Paulo continuaram até Antioquia da Pisídia. levando em sua companhia João. onde trabalharam durante um ano.C. ou o Messias. A epístola de Paulo aos Gálatas foi escrita. '. Barnabé seguiu para Tarso e voltou com Paulo à cidade.C. que podemos supor tivesse servido de base para a pregação cristã. ele. eles navegaram para Chipre. Paulo e Barnabé prosseguiram para Derbe e Listra: nesta última cidade eles curaram um aleijado e escaparam por pouco de serem adorados como deuses. 49 d.26) £ partiu Barnabé para Tarso. Derbe [Marcos volta ia JetusVslém Jalamina Elimas fico Paulo. antes de Paulo e Barnabé comparecerem ao "Concilio de Jerusalém" (At 15. seguidores de Cristo.).1-30 . ou seja.1-30). De Selêucia. Atos relata que nessa época o "rei Herodes" (Agripa 1) tomou medidas severas contra a comunidade cristã. a buscor Saulo [At 11. o mesmo ocorreu em Icônio. pregando no sábado na sinagoga daquela localidade e provocando grande dissensão na comunidade. impressionando grandemente o procònsul Sérgio Paulo. porto de Antioquia.

que acolhera Paulo em sua casa. Samos e Mileto. passando ao sul dc Chipre e desembarcou em Tiro. começando com uma referência ao altar de um "deus desconhecido".184 Ataque contra Jasom. rebelião A TERCEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA DE PAULO 53 A 5 7 d .2 1 . Finalmente. enquanto Barnabé e Marcos seguiram para Chipre. Paulo passou pelas províncias da Galácia e da Frígia (uma região dividida entre as províncias da Galácia e da Asia) e chegou a Éfeso. "vendedora de púrpura. de adoradores de Artemis I I C I A » Ata lia \ PataraJ Antioquia * T i m ó t e o e Erasto v a o para a Macedônia Ptòlemaidc Alexandria. Na sua segunda viagem. capital da província da Acaia. inclusive Lídia de Tiatira. Os apóstolos voltaram a Jerusalém via Ptolemaida e Cesaréia. Tomou dali um navio para a Fenícia. Paulo levou Silas em sua companhia (Timóteo se reuniu a eles em Icônio).ic Icônio y• Discurso no Areópago í' . o apóstolo navegou para Éfeso e depois para Cesaréia na Palestina. ele regressou a Antioquia. Batismo de Lídia C h o m c d o missionário para a Mocedônic lízancto Ásia e A SEGUNDA VIAGEM MISSIONÁRIA DE PAULO 49 A 52 d. mas libertados com desculpas quando as autoridades souberam que Paulo era cidadão romano. até chegar a Alexandria Troas no mar Egeu. visitando também Cós. c . Deixando Corinto. passando por Assom. Seu sucesso enraiveceu finalmente os adoradores da deusa Artemis (Diana dos efésios). Partindo de Antioquia. Após ter "saudado a igreja" de Jerusalém. foi atacado. Paulo seguiu para Corinto. e depois continuaram de barco até Atenas. Timóleo ocomonhq Pqul Derbe V farso Selêucia Rodes l P ° Barnabé e Marcos Sidom . Quio. 3 9 .14). Estabeleceu-se ali durante dois anos. Paulo partiu então para a Macedônia e Grécia.9) lessalônica Futico salvo Trôade J*iSSOS XA Altar d e d i c a d o a o s " d e u s e s d e s c o n h e c i d o s " ( D e P é r g a m o ) Mitiíene Sordes Icônio Paulo f i c a d o i s anos. passando por Troas onde salvou milagrosamente um jovem chamado Êutico e seguiu de barco. Mitiíene. até serem acalmados pelos magistrados. recusou-se a interferir em questões de religião). ATOS 1 5 . todavia. 1 6 . Na capital dc espírito hclcnista. conta-se que Paulo fez seu famoso discurso para osfilósofosna colina do Areópago. e que servia a Deus" (At 16. Rodes e Pátara. onde foi preso e levado perante o procônsul Gálio (que. converteu muitos gentios. Chegando a Filipos. a metrópole da Ásia. que promoveram uma rebelião na cidade e no teatro. Paulo e Silas foram presos nessa cidade. foi chamado por meio de uma visão para ir à Macedônia. ensinando na "escola de Tirano" e colocando os fundamentos para as igrejas da Asia. Jerusalém ATOS 1 8 . deixou Filipos. (Atos 19. Paulo voltou por terra para as cidades previamente visitadas na Pisídia e atravessou a Frígia. 2 2 . Ali. Eles seguiram para 'lessalônica onde jasom. De Éfeso ele despachou Timóteo e Erasto para a Macedônia. De Atenas. Disputando todos os dias na escola dc um certo Tirano. uma terra que não lhe fora permitido antes visitar..1 8 . 2 2 Y* Neápolis ôeréio Paulo toma Bitínia proibidas diante dc ^Gólio [ " Corinto At crias icré.| hospedeiro de Paulo • g Paulo é Silas presos e libertados. masco Cirene Jerusalém Alexandria.c.

o apóstolo permaneceu então ali por dois anos.C. para ser julgado pelo procurador Félix. Amigo navio mercante representado em um sarcófago de Sidom O REINADO DE AGRIPA I 37A44d. depois de tocar em Siracusa e Régio.28. A primeira parte da viagem foi para Mira.'Cesaréia . ele se tornou o favorito do imperador Caio César (Calígula). Agripa tornou-se o favorito do povo pela sua observância das leis judaicas: seu reino veio a ser considerado como o último apogeu no período do Segundo Templo. prestou tantos serviços ao imperador Cláudio. Da fortaleza Antônia. Depois de ouvir sua animada defesa. Agripa foi severo com os cristãos em seus domínios (vsja mapa 249). Uma vez estabelecido em Jerusalém. Paulo apelou para o imperador na qualidade de cidadão romano.. (Atos 25. J: Á TCKSO Antioquia ^ Selêucia Stracusc Tempestade Cnido * k Mudo de navio Naufrágio. o grupo embarcou num navio que levava trigo de Alexandria para Roma. Festo. Como parte de sua política ortodoxa. Agripa reuniu assim em suas mãos quase todo o reino do avô. quando este subiu ao trono. Agripa 1 morreu subitamente em Cesaréia durante uma apresentação teatral. na Lícia. e o governador. quando Antipa perdeu o favor do imperador. Paulo e seus companheiros passaram ali o inverno. permanece durante o inverno S\dóm Mediterrâneo Alexandria í Paulo preso p o r .185 Apclastc para César? para César irás. sucessor de Tibério. Embora a estação já estivesse adiantada. Ele escapou com dificuldade. . Calígula lhe concedeu a tetrarquia de Filipe e em 39 d.12) Três-.-: A VIAGEM DE PAULO A ROMA 59 A 62 d. passada na maior parte em Roma. via Sidom. i ^ FÓrpm de-Apic IAM V À Pufeáli Irámítiâ:. o navio foi colhido por uma tempestade no mar Adriático e naufragou em Malta. prosseguindo então para Roma. eles o enviaram para Cesaréia sob guarda militar. cuja mãe era Mariana. que o monarca lhe deu as terras dos Arquelaus em agradecimento. última descendente dos asmoneus. . que se achava visitando a capital imperial. Em 37 d. o governador decidiu manter Paulo na prisão.Vendas j.1 . j Féiix.C. Desembarcaram em Putéoli. continuando a viagem na primavera. Agripa.". Levado novamente perante o governador. sendo tomado em custódia protetora pelos romanos. • • • PA'N F í j . enviado por | Festo a Romã } risão ATOS 27. o enviou a Roma. Agripa era neto do rei Herodes e filho de Aristóbulo.c. Calígula foi assassinado em Roma em 41 d. antes do desastre se abater sobre a nação.C. restringido pela lei. Ali chegado. Depois de uma juventude aventurosa. recebeu a do seu outro tio. Continua no navio dé Alexandria •a?. onde Paulo continuou sua atividade missionária. Paulo foi reconhecido por um "judeu da Ásia" e acusado de profanar o templo.C. Depois de passar por Creta. o capitão decidiu enfrentar as intempéries. líí Em sua volta a Jerusalém.

(GUERRA 2:223) ANTIGÜIDADES 18:237.JVURANITAS Gcdar< Sebaste / # Jômnic Jerusalém Ascalom Depois da morie de Herodes.53 d. :> 7or/queas • .183.C. ele concedeu a Agripa ÍI a terra de Caleis no Líbano. que abandonara sua religião. Reino de Herodes de Caleis Reino de Agiipa I — A A d. S^^^JGonio/o fadara Cesaréia L ' . Felix. Bataneia.). assim como Abila na Peréia.C. Ao morrer. .159. B A T A NA ^ .186 A s e u s c o m p a t r i o t a s era p r o p o r c i o n a l m e n t e m a i s generoso.138. Sob Nero.c.C. (Antigüidades 19:331) REINO DE AGRIPA I Damasco Concessão de Calígulc — 37 d. Damasco O REINADO DE AGRIPA II 44A66d..pa II .. A revolta contra os romanos impediu Agripa II de alargar seu reino. Agripa I só deixou umfiLioadolescente. com seu reino. Área transferida paro Agripa II .C. %ebasie so' õ. sobrinho de Filo.Cláudio presenteou seu sobrinho.C. SAMARIA . eram corruptos e cruéis. e em 53 d. porem. ptcíírnc-da C A L 1 L 11 A .ól d. com as aldeias circunjacentes. GUERRA 2:181. Agripa II também recebeu Tiberíades e Tariquéia. Auranites e Cesaréia de Filipe).252 Masado 1 K.C. o imperador Cláudio decidiu então fazer a Judéia voltar à jurisdição dos procuradores romanos. Antípatro . Concessão de Calígulo — H C Concessão de Cláudio . ANTIGÜIDADES 20:104. escravo liberto por Claúdio. seus atos ajudaram a acender as chamas da revolta. ' • • Tiberíades "Séforís Co na to <• . mas ele permaneceu no poder até sua morte (cerca de 95 d. e se passara para os romanos) e Félix.C.. como fizera seu pai antes dele.C. Traeonit.41 d. Piòíemaída ÒAULANITAS TRACON1TAS • Nove Cor. Área sob a jurisdição dos procuradores romanos no Judéia Reino de Agr.) Entre os procuradores que governaram a Judéia depois de 44 d.247.C. filho dc Agripa.C.215 Sidom.252: 19:274-275.e observava escrupulosamente as tradições dc seu povo. estavam Tibério Alexandre (descendente de unia família patrícia judia do Egito. Agripa..) e Géssio Fioro (64-66 d. ato* AURANITAS KJ _ Igrfyveos (Sp.RRA 2:223.ól d.C. i c Jâmniá • Azoto Jèrusaíém o Q .C.. Quatro anos mais tarde. e depois dele Albino (62-64 d. Área transferida pera Agripa II . GUF. Area sob o domínio de Agripa II — ^8-33 d.es. trocou esta área por Abila (perto de Damasco) e pela tetrarquia de Filipe (Gaulanites.

Joruscléni í J 1 j o 2 i l. Josefo. F. os romanos foram atacados no passo de Bete-Horom e sofreram enormes perdas. Uma a uma. Mais cruéis foram os habitantes de Cilópolis. que era o general encarregado dos assuntos da judéia. Só o povo de Gerasa. Ele chegou a entrar na cidade. que mais tarde prestou bom serviço em Jerusalém. protegeu a vida de seus cidadãos judeus. o aparecimento do odiado procurador Géssio Floro. ' • • / " . (Guerra 2:409) Forço Secundária da 12o. filho de Matadas (o futuro historiador Flávio Josefo).J Gabai Á . com o apoio de alguns "professores" amigos dos fariseus. captura Masada Forças de Ascalom alaccm o interior 'Maqv&rv ^uuxu Exército de Agripa II Exército de Galo Área revoltada H Areo e/r/ retalio parcial Masada GUERRA 2:278-486 Águia dos legionários romanos Com medo de haver uma repetição do ataque de Calígula para profanar o templo. decidiu então retirar-se. A revolta do povo contra Roma tornou-se portanto generalizada. Os romanos conseguiram finalmente escapar. : principais forças romanos. A Décima-Segunda Legião perdeu sua águia e todo o seu equipamento de cerco. traiçoeiramente. Menaém. mas sua derrota transformou a revolta em rebelião total.t i Lida V'"" G^asa 1G0I0 Ilida i n c e r t d e í õ r j . ele marchou pela costa até chegar a Antipátride. entre todas as cidades. o comando da Galiléia. a sangue-frio.187 Cesaréio de Filipos Esta atitude lançou os fundamentos da guerra com os romanos. . ordenou que cessassem os sacrifícios pelo imperador. à frente dos seus soldados. por sua vez. -' .• Galo J '["Simão. uma das principais autoridades do templo. a quem eles assassinaram mais tarde. . Judeus atacaram cidades gregas vizinhas da judéia. que haviam lutado incansavelmente contra Roma desde os dias de Herodes. — — .—•*'] Partida dos judeus ^ Ncvblp Cilópolis \ Tim da ] c ^ I perseguição I . Libertados da ameaça iminente da intervenção romana. O posto mais desprotegido. colocando ali sua estátua.Forcas . só serviu para incrementar as chamas. as fortalezas de Jerusalém foram capturadas e no mês de agosto a cidade inteira caíra nas mãos dos judeus. Bete-Horom e Gabaom.exerctode -. Quando estas notícias chegaram a Jerusalém. cunharam moedas de prata e dividiram o país em sete distritos militares. Durante a descida. s. filho de Ananias. os judeus foram forçados a deixar Cesaréia indo para Narbata. atravessando Lida. que repeliram o ataque dos zelotes com a ajuda dos concidadãos judeus. Bete-I lororáBptc-Horom inferior l^ítfS^i • W : ' : : Conflito entre iudou^ o gregos / Agosto 66 d. . Cestio Galo. mas hesitou diante dos muros do templo. Como o inverno já tivesse começado. a revolta continuou. iilho do Judas o Gaiiléu. |a_Galo J. Conquistas dos rebeldes judeus Cidade em que os judeus foram atacados forças judaicos Ascalom •fiíedom. foi dado a um jovem sacerdote. acendendo assim o estopim da revolta. os rebeldes instalaram um governo em Jerusalém.leazar. — J Pd. Galo chegou a Jerusalém. sem qualquer experiência militar.> : ' a t a c a comboio da t f'suprímenJOR . Agripa II tentou acalmar o povo. filho de Gioros^j. a maioria dos fariseus se juntou aos zelotes. .eorxles \ Berços rebeldes perseguem Galo l \ ' X | <-amparaia -J Campanha dos das u—= . Ao saber da revolta em Jerusalém.vT Tibêi Gadara 5 \ . depois de capturar Masada com seu depósito de armas. Menaém. se vingaram nos judeus que viviam em seu meio. filho de Judas o Galileu.C. Depois cie um conflito entre judeus e gregos em Cesaréia. motins explodiram também nessa cidade.. Levando em sua companhia os Fulminata da Décima-Segunda Legião ("os Trovões"). o governador da Síria. iegiôo Pfoíemaídc Gaulànitas Goma/a /s INÍCIO DA PRIMEIRA REVOLTA CONTRA ROMA Antipótris • ^ í Torre de Afegue . Estas. e inspirada por esperanças messiânicas. Os judeus capturaram as fortalezas de Chipre e jVíaqueronte e a rebelião se espraiou através de todo o país. pois os sacrifícios oferecidos a favor deus» nação e do imperador (oram conseqüentemente rejeitados. • rebeldes controlam Jerusalém Filadélfia Beie-Horor . Várias incursões foram feitas pelos romanos a fim de intimidar os rebeldes da Galiléia e Jope. Embora Menaém fosse morto pelos seus rivais aristocráticos entre os judeus. chegou a Jerusalém com seus homens. mas os seus esforços foram inúteis. cada um com seu próprio comandante. resolveu interferir (pois o procurador local não dispunha de tropas legionárias).

Ele foi ali cercado e forçado a render-se depois de 47 dias. Ele en. Tito Flávio Vespasiano. chegando então a Séforis. caíram então nas mãos dos romanos. ocupados com seus conflitos internos — entre a aristocracia e os zelotes. tinham sido igualmente capniradas. o imperador Nero. Antes de voltar a Cesaréia. tropas foram despachadas por terra c por mar para Jope.S:q„. Enquanto isso os judeus. Uma vez em seu novo comando. (GUERRA 4 : 1 2 0 ) CAMPANHA DE VESPASIANO NA GALILÉIA 67 d. 4.443-505. por causa da recusa da cidade de Séforis em abandonar os romanos. o esperto zelote enganou o romano e chegou a salvo em Jerusalém. tlepois de permitirem aos romanos treinamento árduo para a iminente campanha dc Jerusalém. dispenos ^ Monte G é r i J n f j ? . foram destruídos num ataque-surpresa. ü exercito galileu sc dispersou quase sem luta e Josefo refugiou-se nafortalezade Jotapata.59-69.414-427. A incursão dos extremistas zelotes que ocupavam a fortaleza de Masada contra a aldeia de En-Gedi (exatamente na véspera da Páscoa) ilustra a extensão da amargura da luta entre as facções judias. Depois de um pequeno descanso. porém. a fim de completar a conquista. Vespasiano enviou Cerealis a Samaria. Os romanos capturaram a cidade e os navios judeus que se achavam ali. porém. Ao completar a conquista da Galiléia.rou pelo sul do vale do Jordão. 4:130. avisado da gravidade da situação.tjiWrde*' " G ÍQKIS Lutas entre facções impedem intervenção contra Vespasiano Jerusaléi Ascalom íecaaí •Hebrorrf Masada GUERRA 3:307-315. He fez realmente alguns preparativos para o ataque romano iminente. Vespasiano levou novamente seu exército para a Galiléia. cortando assim a comunicação dos insurgentes com a Babilônia.1-120 Por <)ue o Segundo 'lémplo foi destruído? Por causa do ódio cego. Os romanos também capturaram Jâmnia c Azoto. enviou seu melhor general. -Í0M13. os quais haviam sido usados para interferir com o transporte dos romanos por mar. Toda a Galiléia e Golã. % » . forças judias Q Fortaleza CAMPANHA DE VESPASIANO NA JUDÉIA Enquanto as lutas continuavam na Galiléia.188 A Galiléia se submetera agora inteiramente. Josefo salvou sua vida por meio de um estratagema e os romanos o mantiveram prisioneiro.127-131289. a fim c!e dispersar os samaritanos reunidos na região do monte Gerizim. com três legiões para a Judéia. Tiberíades rendeu-se e os últimos rebeldes foram perseguidos por mar e por terra em Tariquéia.c. Vespasiano voltou-se entáo para Gamala e tomou a sua fortaleza depois de um cerco difícil. estes últimos apoiados pelos idumeus — nada fizeram para interromper o avanço das forças romanas. .n / * Jaboque Ataque de Sirpõc. Vespasiano enviou seu filho Tito contra João de Giscala. assegurando assim liberdade de movimentos ao longo da estrada litorânea.. (Yoma 9b) j f r i g Z L ^ yyfr Limite do comando de Josefo fe .233-305. Seus esforços não deram resultado. GUERRA 3:29-34. Algumas fortalezas menores. Josefo perdeu a maior parte do tempo suprimindo várias facções opostas. Ataques navais dos judeus aos romanos ÍSamoritoiíoi^ -Sxíí I de Siquéni ígg . Cilpofe" Movimentos d o principal exército romano _ Movimentos do exército romano secundário . Enquanto isso.. Vespasiano instalou seu quartel-general cm Ptolemaida e dali derrotou facilmente as defesas de Josefo. tentando levantar e treinar tropas ao estilo romano e fortificando algumas das principais aldeias da Galiléia.522-542.399-405 .110-115. Jafia e monte Tabor.

de toda a Peréia.ficouestacionada ali. 1*1 Fortaleza judia Q • GUERRA 4:410-439.503-544 " — Guarniç. que nascera em Gerasa. veja mapa 226). Mais tarde. Ao que parece. a Décima. Trajano (pai do imperador do mesmo nome) se juntou ao corpo principal do exército romano em Jerico e sua legião. De Emaús. capturou Jerico e marchou para o litoral do mar Morto. Vespasiano entrou então no vale do Jordão pela Coréia. Jamna Jômtiftj Jerusalém Besimoi Ccfartobòs? ff* >\-Hetoía gr) Heródio Beiograbris 'ofartobos Hebrom juero Cidade gerilia ~ Principal exército romono Movimentos dc exército romano secundário Fronteira da órea do Revolto — inicio de 68 d.ão legionória Guarniçâo romana Forças judias . mas transferiu seu quar- tel-general para Fara. foi finalmente destruído. que já havia tomado parte na batalha contra Céstio Galo. no mesmo ano. os iados. seu principal rival. Inscrição dedicatória n o Arco d e Tito e m Roma Vespasiano. Lida.C. seguiu para Jerusalém onde se tornou um dos comandantes-em-chefe dos zelotes. (Guerra 4:486) Com o recrudescimento da luta na primavera de 68 d.bal (que mais tarde se tornou a cidade de Neápolis). Os romanos capturaram primeiro Bete-Nabris e. ele subjugou os distritos de Tamna e. lutando todo o tempo com a liderança existente e com João de Giscala.C. Simão. Vespasiano.443-450. Fronteiro do área da Revolta — fim de 60 d. sendo a mais proeminente a de Simão. dc onde começou a estender sua influência para a Iduméia. Vespasiano virou para o sul e capturou Bçtogabris e Cafartobas. não permaneceu no deserto. porém. A conquista da toparquia de Natofa e a subida a Jerusalém desta direção foram então levadas a efeito. filho de Gioras (Simão Bar-Giora). com o propósito de atacar Jerusalém de todos Adida.* Acrõbelú. onde tropas foram deixadas com ordens para atormentar o leste da Iduméia.C.189 Nos anos 67-68 outras forças privadas se formaram. estabeleceu então acampamentos cm Jerico c Cesaréia A CAMPANHA DE 68 d. Depois disto conquistaram Abila. só Maqueronte e suas adjacências permaneceram nas mãos dos judeus. apresentou-se em Masada e foi aceito ali após certa relutância. ^ Mabartd*. era ativo no deserto da judéia. j Área perdida pelos judeus durante 08 d. Simão. Na primavera. Mais tarde.C.C.486-490. Os romanos avançaram através da Samaria até Mabarta. uma aldeia entre o monte Gerizim e o monte F. avançando para Emaús. centro da seita do mar Morto. perseguidos pelas tropas do tribuno romano Plácido. Os zelotes entre o povo de Gadora recuaram para o Jordão. Tendo tomado Hebrom. ele iniciou a conquista da Peréia judia.. onde estacionou a Quinta Legião. combateu seus rivais perto de Tecoa e fez um acordo com eles em Alulo. foi nessa época que Mesad Hasidim (Khirbet Cunrã. Marchando de Cesaréia paraAntipátride. Vespasiano enviou uni regimento de cavalaria sob o comando de Lúcio Annaeus para destruir Gerasa (Khirbet Jarish. e Besimote. Vespasiano desmembrou sistematicamente a Judéia. deixou um destacamento em Adida. a leste de BctcEr). por sua vez. no distrito de Acrabeta. Vespasiano partiu para uma nova campanha. encaminhouse para o norte e. subjugando distrito após distrito. mataram os refugiados nas margens do Jordão. Ele capturou Heródio. passando por Emaús. Júlias. perto de Jerusalém. Gadora rendeu-se e a parte principal do exército romano voltou a Cesaréia.

legado romano.. . e João de Giscala. .67-69:7:17-20. Na primavera de 70 d.C. assim como Maqueronte no lado oposto da costa do mar Morto.163-177.566-584. Cafarabis e Hebrom. Seus exércitos não excediam 25 mil homens. Guarnição romano Principal £orça romana % 14 GUF. Os conflitos entre os zelotes finalmente cessaram com a aproximação dos romanos. adaptadas como palácios de inverno e fortalezas de refúgio no caso de sítio. explodiu uma revolta contra Nero na Gália e na Espanha. o exército de Panônia se juntou a ele e derrotaram seu rival.C. Simão. os romanos estabeleceram seu acampamento principal a oeste e outro secundário (o da Décima Legião) no monte das Oliveiras (2). Heródio. enquanto a proteção do muro oriental ficava a cargo de João. Legião romcn-c 153 Força romana secundária Arec da Revolto no início do 69 d. o segundo muro (4). Simão defendeu a Cidade Alta e João o templo propriamente dito. o acampamento principal foi então transferido para dentro da cidade. Maquero e Masada.C. Mesmo antes de suspensa a luta. (Guerra Í:ó58) AS CAMPANHAS DE 69 A 70 d.C. Vespasiano prudentemente suspendeu suas operações na Judéia. se juntou a ele. as tropas de Alexandria e Cesaréia proclamaram Vespasiano imperador. Cerealis. 1 no mapa). todas elas no deserto da Judéia nas proximidades do mar Morto. realizou o difícil feito de conquistar Masada (veja mapa 263) onde os últimos rebeldes encontraram a morte em "3 d. enquanto avançavam contra eles quatro legiões (a Quinta.190-21? Aríete romano Parada triunfal com utensílios do templo — Arco de Tito em Roma O CERCO DE JERUSALÉM NO ANO 70 d. Na primavera de 69 d.658-663.. capturou 1 leródio e Maquero e seu sucessor. Tito reuniu duas legiões em Cesaréia e se aproximou de Jerusalém pelo norte. Grandes estragos foram infligidos pelos defensores às máquinas e diques do cerco e repelido o ataque.. Silva. Três imperadores — Galha. Durante o período de insegurança quanto à sucessão imperial que se seguiu. cerca de oitenta mil homens ao todo. No ano 68 d. 2340. Décima-Segunda e Décima-Quarta) e grande número de auxiliares. que chegara dc Jericó. Vespasiano subiu ao trono em Roma. 69 d.C. capital da revolta. Eles derrubaram o terceiro muro por volta de 25 de maio (3) e.C. O imperador cometeu suicídio ao ver sua causa perdida. diante das portas da cidade a Décima Legião. dividiram entre si a responsabilidade pela defesa da cidade. No verão de 69 d.C. 5:39-53. Otônio e Vitélio — se sucederam no decorrer de um ano. os zelotes se retiraram para três fortalezas isoladas. Lucílio Basso. Vitélio. Vespasiano tivera sucesso em isolar completamente Jerusalém.190 Ele enviou seu filho Tiro com forças de elite para esmagar Jerusalém. Depois das escaramuças preliminares nos pomares próximos à Porta das Mulheres (no. filho de Gioras. (Para o cerco propriamente dito veja o mapa 261) Depois da queda de Jerusalém. Em julho. Simão deveria guardar a parte que ia desde a extremidade nordeste do muro até o Tanque de Silóé.C.Areo da Rovofla no fim dé 69 d.C. Ele havia fortificado as três. Décima. e seu general. Seus comandantes. seu filho mais velho. os romanos lançaram um ataque total sobre as torres do lado norte do palácio de Herodes e sobre a fortaleza Antônia (5). os judeus só mantinham o triângulo de Jerusalém-Herodion-Masada. assim como a Quinta Legião de Emaús. Na fase final. Cerca de 16 de junho. capturou Afetra (Capahr-ther = Beth-ther). de Alexandria para continuar a campanha na Judéia. Masada e Maquero foram construídas pelos macabeus e Heródio por Herodes.C. Ele enviou Tito. cerca de 30 de maio.RRA -1:550-555. ele tomou os distritos de Acrabeta e Gofna.

Cessom QS sacrifícios ciár. do Templo l í . sob o comando de João de Giscala foi tomada e arrasada.ias 2. Derrubada do muro Acampamento.353-134 Tumbo d e Anemias Acampamentos [dos guordos E seu filho Tito enviou uma força selecionada para conquistar Jerusalém. 5:39-53. Destruição '8.23-40. (Guerra 4:658) Acampamento da retaguarda Posto dfi aâialto I e comando Fortaleza d e Mctqyéros Moqueronte ?onre ou . Acampamento d e Tito portão das Mulheres^ Acampamento da \0C Legião LI . os romanos capturaram a Cidade Baixa (12). Simão. todo o povo de Jerusalém foi levado cativo e os prédios arrasados ate o chão. A 6 de agosto. 1. Tito soi do monte Scopus (Guerra 4:658) Tito ordenou um muro de cerco rodeando a cidade (em princípios de julho).566-584. Só então a resistência cessou. os defensores da Cidade Alta não se renderam. Mesmo então. para que os defensores morressem de inanição (6). A 30 de agosto. Os romanos submeteram a fortaleza a um cerco e conseguiram capturar um dos chefes zelotes. Os defensores não-zelotes.190 E seu filho Tito enviou uma força de elite para conquistar Jerusalém. após outro mês de esforços os romanos tiveram êxito em capturar a Cidade Alta e o palácio de Herodes (13-14). ficou firme. Quinta Legião sai de Emaús Acampamenf<? d e Rompeu ó. e os pórticos foram queimados em 15-17 de agosto (9). Décimo Legião {sai dc Jericó Torre d e f 2 z ' : " ] Mercados- Pseíino vAcampamento 3. 316-317.67-69. e as ruínas de Jerusalém e sua região foram colocadas sob a vigilância desta legião. eles invadiram o templo (10) e o queimaram no dia nove do mês de Ab (aproximadamente 28 de agosto) (11). falacio Tumba da família de Herodes n y * J . Mas.l-38 t 52-ó6JH35 .190-215 . Só três torres ao redor das quais a Décima Legião havia acampado ficaram de pé.. porém. os romanos concordaram em dar aos zelotes passe livre para saírem de Maquero.163-177. pois o acordo não se estendeu à cidade baixa.erode. o sacrifício perpétuo cessou no templo (8). 248-3ól. Os zelotes tomaram posição na fortaleza de cima e não-membros da seita zelote fizeram o mesmo na cidade baixa. tiveram menos sorte.. Depois que uma rampa foi levantada contra o muro interno. pois muito alimento fora incendiado durante as lutas internas entre as facções dos zelotes. 420-572. mas foi morta durante a refrega subseqüente. Por decreto de Tito. 6:1-95. Os romanos renovaram o ataque a 20-22 de julho (7). mas a fortaleza Antônia..112-287. os resultados foram logo aparentes. A maioria deles tentou fugir.tií^ Acampamento ftasírio A D R A Tumba d e o Alexandre 2.. filho de Gioras. 7:17-20. Depois de negociações. Construção de muro para o cerco •rr*" 1 " 1 "» » i i i i » ** GUERRA 5.658-663. Acampamentos dos guaidus AcampamenfcT avançacc GUERRA 4:550-555.a cidadela aqueduto OCERCODEMAQUERO A fortaleza de Maquero consistia de duas partes: a fortaleza de cima e a cidade baixa.

O problema dos romanos era corno levar suas torres de cerco ate os muros da fortaleza. Muitas terras. exceto nos pontos intransponíveis. Mesmo depois da destruição do templo e da erradicação dos líderes. a princípio o vento era contrário a eles. (Guerra 7. alguns judeus permaneceram em Jerusalém. Embora a guerra de 66-70 d. Alguns dos seus membros regressaram mais tarde para continuar em Jerusalém. pois tinham suprimentos abundantes de alimentos e água do lado de dentro. no alto dos penhascos. A 200 cúbitos os romanos levantaram uma plataforma de madeira e ferro. As comunidades fundadas pelos apóstolos na planície costeira sobreviveram. outros ficaram para trás. cometeram suicídio durante a noite. como aconteceu com alguns dos grupos judeu-cristãos em Cafarnaum. entretanto. uma altura de 300 cúbitos (segundo Josefo.c.C. equipado com catapultas. os romanos adiaram o ataque final para o dia seguinte. na realidade.o j0-A>t 0 SC 10) mutfoí GUERRA 7:252-259. . Acompamenfo D Acampam^ E H J Cisternas Pa'ácio d o Norte o ^ C ^ f ' ^ P ó s i t o Pedra . O muro. W. Iodará. desviou os esforços dos missionários cristãos cada vez mais na direção dos gentios na Terra Santa e no exterior. passaram cias mãos dos judeus para as cio império.275-406 CRISTÃOS E JUDEUS NA PALESTINA DEPOIS DA PRIMEIRA REVOLTA 7 3 A B I d. muita esperança de vencê-los rapidamente pela fome. refugiando-se em Pela do outro lado do Jordão. Silva escolheu um local a oeste de Masada. liles construíram primeiro um muro de arrimo ao redor de toda a rocha. A força-eerco estava dividida entre o acampamento inferior (13) e o superior (F). O Sinédrio reconstituído em Jâmnia (Jabné) estendeu a sua autoridade sobre a nação. lado sul tãos em Jerusalém havia deixado a Cidade Santa na véspera do cerco. Os desastres da Guerra Judaica parecem ter causado um afastamento entre os judeus e os judeu-cristãos.C. A persistência do judaísmo na Galiléia em séculos posteriores revela a mesma tendência. Com a vitória assegurada. embora a constância tradicional da maioria dos judeus. com 50 cúbitos de altura. e alguns outros lugares. seus penhascos abruptos se elevando das profundas ravinas que a cercavam. A comunidade de cris- Vista cie Masada. _ J Central Sinagoga 'f te. A brecha com o judaísmo não fora ainda formalizada. exceto Deus. mas os 960 defensores de Masada — homens. onde havia uma dobra em anticlinal baixa entre as duas ravinas circunjacentes e começou a construir uma rampa a partir da chamada Pedra Branca até o muro dos defensores. A c a m p a m e n t o 11 f o oo -fy. Os defensores levantaram rapidamente uma barricada de madeira que os romanos tentaram incendiar. isolava completamente os defensores. v ^ / © \ \J J Q Quartel \ L^ ' 1 oamente C Ritual d o Banho Fortaleza Cisterna Masada foi construída no alto de uma rocha.323) A QUEDA DE MASADA 73 d. que também continha o quartel-general. tivesse sido intensa na Galiléia e na Judéia — especialmente em Jerusalém e em alguns outros lugares onde houve violentos combates — a população judia em geral permaneceu intata.C. O muro foi derrubado com a ajuda de um aríete de ferro a I o de maio de 73 d. Kefar-Schania (Sachnin) 11a Galiléia e Cochaba na Galiléia ou Síria. há pouca evidência dos milhares de convertidos mencionados nas primeiras fontes. mas mudou mais tarde e a barricada pegou fogo e queimou. Branca ^ ^ D | Palácio . ao lado de outros fatores. porém. A evidencia da revolta de Bar-Kokhba (veja mapas 265-268) é suficiente para mostrar que a Judéia continuava povoada por judeus no início do segundo século. não havia. apenas 80 metros). o seu topo ficava a cerca de 6 metros acima dos muros de Masada.192 Decidimos não servir aos romanos nem a nenhum outro. ir. mulheres e crianças — os últimos vestígios do desafio aberto contra Roma na primeira guerra judaica.

Desta vez eles escolheram o momento mais apropriado. Quefar Schanic -T - ? % J k Béfsdido -Julias ^ r •fr^r^CqphabctfQê • . a qual incluiria o templo pagão costumeiro — frustrando assim toda esperança da reconstrução do templo judeu — instigou novamente o espírito de luta contra Roma. e somos forçados a colher a nossa informação de várias fontes talmúdicas e outras. mobilizaram todos os habitantes aptos. Gadara 'V-v. (Romanos 11. considerado como o "Messias".) Pode-se supor que este Simeão. A Revolta de Bar Kokhba não teve um cronista como Josefo. e que o seu título completo era "Simeão. numa ocasião em que o imperador se achava fora da Judéia. filho de Kosiba. (Também chamado Simeão Ben Koseba na Bíblia de Jerusalém — N.. Tiberíades . ApolônU Afípatro.c. a fim de não ficarem novamente presos nas fortalezas... Os rebeldes aprontaram boa quantidade de armas e 1 3 1A1 3 2 d. • . * Neápolis Gàdora . Esses sistemas subterrâneos foram preparados nas cavernas e covas que surgiram em virtude da exploração das pedreiras. . Cesaréia á • . Um comando unificado foi estabelecido e permaneceu sob controle desde o início até o fim da Revolta. que registrou a Primeira Revolta. mas a raiz a ti. J O S E F O . * ' . Os judeus haviam aprendido uma lição com a Primeira Revolta. assim como de documentos e outros achados arqueológicos das cavernas do deserto da Judéia. Os preparativos incluíram também centenas de sistemas de esconderijos nas planícies da Judéia e alguns na Galiléia.§ jamnio QjJr Filadélfia' Jerico ® Azolo Ascaloi Belograbís Hebrom • Gaza Sede do Sinédrio Jerusalém Belém m 0 Tabernáculo como representado na sinagoga de Cafarnaum • Beiseba • Comunidade judie Ó Comunidade cristo ® Comunidades judios o crisfãs ATOS. Os documentos revelam que Bar Kokhba (Bar Kosiba) era o mesmo "Simeão Príncipe de Israel" mencionado nas moedas judias da época da Revolta. Prepararam posições fortificadas na zona rural.V I . na qual faltaram preparo adequado e unidade. . Çoc . i • Citópolis Pe/aO* Sebaste ebaste ) . descendia da linhagem davídica. • Cararnaum 0 ^ • ' . V • .193 Não és tu que sustentas a raiz. . Príncipe de Israel". F O N T E S TALMÚD1CAS OS PRIMÓRDIOS DA REVOLTA DE BAR KOKHBA Notícias do plano de Adriano para fundar uma colônia romana na cidade de Jerusalém.T.18) • : jii GuiscaUj Guiscalcj Cesaréia d e Fiiipos o / : \ J u s 4 J i f v t » _ * • 9 9 Ptolemaida ida ^f ^ • *• V .

5S. N A INÍCIO DA REVOLTA BE BAR KOKHBA Ptolemaida VA V Tiberíades Gaulana Séforis ltabyriom[ / Gadara Cesaréia • Citópolis. estampadas sobre as moedas da Roma imperial e provincial.. A surpresa da revolta e os preparativos defensivos dos rebeldes eram tais que o governador romano. Sede do Sinédrio e centro da revolta En-Geãj Berseba Rinocorura 1 « m i l h a s FONTES TALMÚDICAS. MOEDAS. O rabi Akiba. foram perseguidos pelas autoridades rebeldes. seus opositores. evidentemente em Cafar-Haru. Neápolis i r r r r r r r r r t Moeda de Bar Kokhba iv.^/ O Jí y i* # I Samaria • Sebaste Apolôniaj / \f Gerasa Amato X . viu-se levado a dizer: Este é o Rei Undo. Harube \ Emaús Âcaronri Jerusalém" Betêter Heródio Jerusalém se torna cidade gentia. DOCUMENTOS DO DESERTO DA JUDÉIA . recebendo o nome de Aelia Capitolina Medeba Estrada romana Fronteira da província Fronteira Sede da Legião Acampamento do exército romanc Cidade Assentamento Capital administrativa rural Complexo de esconderijos Fortaleza judaica Concentração de esconderijos Esconderijos esparsos / Asccilõrçr Betograbrís Antedom Nas '- be !Ír> V I I "Bete-Zúr/ Adora. A revolta abrangia toda a Judéia até a Planície Costeira. e principalmente pelo Rabi Akiba. ROLO DE JEJUM.) foi declarado como "O Ano Um da Redenção de Israel" ou "da Liberdade de Israel".68d) 'Panias Guiscala v | C Â V Júlias \ LÁ. Gadora Início d a revolta . Foram nomeados comandantes de distritos e o novo governo mandou cunhar moedas de ouro e bronze. e existem também indicações de que gentios. onde a Décima Legião se encontrava estacionada. Documentos encontrados nas cavernas do deserto da Judéia revelam a eficiência do registro da nova terra e o arrendamento de terras antes pertencentes ao império. não teve outra alternativa senão ordenar a evacuação de Jerusalém.C. DIO CASSIO. tais como os cristãos de descendência judia. encontraram meios de chegar ao acampamento dos rebeldes e se juntaram à "irmandade" de guerreiros. considerava o seu governo como a única autoridade legal na terra.. que obviamente não aceitavam Bar Kokhba como o "Messias". O primeiro ano da revolta (131-132 d. Uma administração ordeira foi estabelecida e uma nova contagem do calendário instituída. apoiado pelo Sinédrio. Há evidência de que alguns samaritanos se juntaram aos rebeldes de Bar Kokhba. Antípatro': . (Talmude Palestino.C. perto de Modim. Tinéio Rufo.194 A Revolta começou no outono do ano 131 d. Gofna VN Cafar . EUSÉBIO. O novo chefe. vendo o filho de Kosiba. A Décima Legião e os habitantes não-judeus partiram para Cesaréia e os judeus tomaram mais uma vez o controle de sua antiga capital. Taanit 84. principalmente entre os habitantes locais oprimidos. Os preparativos cuidadosos deram resultado: o povo da Judéia reuniu-se ao redor de Jerusalém. ($> \ Acrabetá.

Bosques de oliveiras foram derrubados. Retia e outros lugares. Mísia no Danúbio e Egito. TALMUDE BABItÔNICO. > • R ii I || <4 m U» Carta de Bar Kokhba do deserto da Judéia Dê-me Jabné e seus sábios. (Tratado Gitim 56b) OS SÁBIOS DE JABNÉ TOSEFTA. Os romanos envidaram todos os esforças para suprimir a revolta. Júlio Severo decidiu avançar lentamente. a partir desta época o seu nome desaparece da lista do exército romano. a fim de conquistar posição após posição e aldeia após aldeia. A razão por trás deste curso de ação é evidente pelo destino da Vigésima-Segunda Legião. SINÉDRIO 32b: OUTRAS FONTES TAJUMÜDICAS . que ousara avançar impensadamente para o interior e fora dizimada. fica claro que a maioria dos judeus da Galiléia não se juntou aos rebeldes. Além de duas legiões já estacionadas na Judéia (a Sexta e a Décima). Houve pressão de todos os lados sobre Bar Kokhba e seus seguidores. Todavia. Arábia. e continuar mantendo assim a pressão sobre os rebeldes. forças foram levadas da Síria. MAASER R1SH0N 2:1.195 Apoiado no sucesso de sua rebelião na Judéia. O procônsul Júlio Severo foi chamado da Bretanha para a Palestina. Os estragos em Séforis e nos poucos túneis de refúgio encontrados na Galiléia dão testemunho das atividades e preparativos dos rebeldes. Bar Kokhba tentou estender a revolta para a Galiléia. que consideravam altamente perigosa. assim como as pequenas unidades de cavalaria e infantaria de Panonia.

Nesta época parece que toda a Palestina se achava nas mãos dos romanos. no final da guerra. a cidade foi chamada de Nicópolis — cidade da vitória. icrabeta An!ioalr< Jômnia^^ Cmaús \ Heiódic CophoA JaqilqyqH Hebrom En-Gcdi Fronteira da área judia * • * no início do terceiro ano da Revolta ^ • • Cidcde gentia Cidode nas màos dos rebeldes Centro dos rebeldes — ^ I Terra natal da Revolta • . Depois dos primeiros sucessos dos rebeldes. inclusive a última fortaleza.195 0 odioso Adriano estacionou trcs grupos dc guardas: um em Emaús. Fontes deste período atribuem as atrocidades a Rufo. Bcter (Bethther). Para comemorar esta vitória. destruíram aldeias e mataram mais tle um milhão de pessoas. Temos pouca informação sobre a batalha propriamente dita. e supressão dos oponentes. D O C U M E N T O S D O D E S E R T O D A J U D É I A Flechas da época da Revolta de Bar Kokhba . a situação militar mudou rapidamente. um em Caphar-laqitiyah. lemos instruções para obter certos ingredientes para a Fesia dos Tabernáculos.••'•• . Apesar das fortes perdas. Após esta batalha. " Estrada romana Mercado romano poro o comércio de escravos 1 ) 1 0 CASSIO. Ambos os lados parecem ter evitado confrontos face a face e relutaram em envolver-se em batalhas decisivas. O combate foi acirrado: o historiador Dio Cassio conta que durante a Revolta de Bar Kokhba. Nas cartas de Bar Kokhba a seus comandantes. exceto a Judéia (como testemunhado por moedas do terceiro ano da rebelião encontradas na Sefelá e nas montanhas dajudéia). No terceiro ano da rebelião. transporte de suprimentos do pequeno porto de En-Gedi. No terceiro ano da Revolta de Bar Kokhba. Bar Kokhba e seus seguidores mantiveram bom ânimo. os romanos tomaram a última parte dajudéia. (lamentações Rabbab 81) Nscpolis O TERCEIRO E O QUARTO ANO DA REVOLTA DE BAR KOKHBA 133 a 134 d. Todavia. e um em Beth-el. "O Imperador e o Exército passam bem". Júlio Severo tomou o comando de todas as forças expedicionárias romanas. tantas que. Uma batalha importante foi aparentemente travada em Emaús (talvez o combate em que se deu a captura dc Horbat Eqed). Depois de cada conquista os romanos aniquilavam as comunidades rebeldes. Caphar-Laqítiyah e Bcth-El ou Beth-Lehem (Belém). F. Adriano foi obrigado a omitir em seu discurso ao Senado o uso da fórmula usual. os romanos levantaram barreiras cm Emaús. fica aparente que a vida civil e econômica continuava como sempre. o cuidado de seus homens com relação a cumprir os mandamentos religiosos. juntamente com ordens para o confisco de produtos alimentícios. os romanos sitiaram dúzias de pequenas aldeias e reduziram persistentemente as áreas mantidas pelos rebeldes.tiSÉBIO. os romanos capturaram cinqüenta fortalezas. governador da Judéia antes da chegada de Severo. podemos sentir ainda. Os romanos reuniram um grande exército na Judéia e começaram a conquista da Palestina. o exército romano também sofreu grandes perdas. além da tensão. Segundo documentos datados do 'Ano Três" da Revolta c até do "Ano Quatro" (o último documento é datado do mês de Marheshwan Ano Quatro).C. Em vez disso.'•*" S i . afimde isolar a população rebelde.

). e possivelmente o próprio Baiã) não fica claro. tinham sido feitos preparativos antecipados para prover água e os refugiados dali evidentemente sobreviveram. . Vestígios dos esconderijos dos rebeldes foram encontrados também em outras cavernas no deserto da Judéia e no de Efraim." J : .C. duas cavernas foram usadas como refúgio. Quando se tornou evidente para os seguidores de Bar Kokhba em EnGedi que os romanos haviam finalmente vencido. No final do verão de 135 d. . queimaram todos os seus pertences e morreram na caverna.cerco" r77/77rr> Dique provável S2> Área . guarda na retaguarda. de comando' ^ — / AcamfXjiriento Estrada. V* Caverna do Tanque En-Gediy . t • B m Caverna Caverna . Bar Kokhba e seu exército foram impelidos para a fortaleza de Beteter (a sudoeste de Jerusalém). Os romanos rodearam a fortaleza com um muro de cerco e. Em Nahal Hever. Fonte FONTES TA1. quando ficou evidente que não havia mais esperança para eles.C. sabe-se que os refugiados da "Caverna dos Horrores" (quarenta homens e uma mulher) não se renderam e. atravessaram o fosso por meio de uma barragem. No quarto ano da revolta (primavera 135 d. liUSHBlO / JS rl' Acampamento da . O destino dos refugiados na "Caverna das Cartas" (inclusive Babata. da família de Joanã. t^ d> V^'*'/• • Caverna ni^ " ' «atf&lj'" •'•'Pl V Estavam sentados na caverna e ouviram um ruído acima dela._ i f j á k .MUD1CAS. '-M Caverna •V X •'f ts .<+ Governo. Como os romanos não podiam atacar diretamente as cavernas.-.197 fim certa ocasião sessenta h o m e n s desceram a muralha de Btieter. (Nesse meio tempo Adriano deixara a Judéia. após a restauração do controle romano em Jerusalém. Posto de sentinela Sede de duas legiões qge tâmaraíirjrocje no è e r c í O Campo assalto Sentineíc e posto. inclusive o próprio Bar Kokhba. em lados opostos do desfiladeiro. v ^ s AL das Cor K Acar-ipamenlo^jo ) o caverna?0T"" Caverna do Horrôi '°s ^^MSsadà .A'a cidade i==r / l ) ( \ \ i ) íj~. Por outro lado.) A fortaleza ficava localizada num monte sobranceiro a uma garganta profunda e era protegida por um fosso. mais tarde. embora faltasse um suprimento permanente de água.r : • • v i.do. do lado sul. A posição era bastante sólida.. os romanos haviam derrubado o muro e exterminado os defensores sobreviventes. (Wadi Daliohj v>< g(fe> % f f W . a leste de En-Gedi. à qual Severo e suas legiões prontamente sitiaram. um dos comandantes rebeldes em En-Gedi. e n e n h u m voltou. (Talmude Babilônia). Shabbath 6(la) f &/ W * •)'••' i J 0$ GUERREIROS DE BAR KOKHBA NAS CAVERNAS DO DESERTO DA JUDÉIA 1 3 5 d.^ A ' . DOCUMENTOS DO DESERTO DA JUDÉIA / m.c.. eles fugiram para as cavernas nos penhascos dos desfiladeiros que desciam para o mar Morto..'. romana da retaç:iarda\ " — V' / J r 1 \ Diqúe (fosso?).C. construíram acampamentos acima delas e esperaram que a fome e a sedefizessema sua obra. O destino dos vários grupos não foi o mesmo: na "Caverna da Lagoa".j Acampamento óu forte romano —^O—.. filho de Baiã. (Tosefta Ycbamoth) ' Poro jfiiusalém O CERCO DE BETETER 135 d.

C. .24) A IGREJA NO PRIMEIRO SÉCULO d. além do Eufrates. onde as comunidades judaicas se achavam há muito estabelecidas e tinham criado à sua volta um círculo de gentios "tementes a Deus". A distribuição geográfica das comunidades cristãs no império romano reste século reflete as atividades missionárias de Paulo e seus comp a n h e i r o s apóstolos. e possivelmente também a Espanha. eles eram admitidos livremente nas sinagogas. Os professores missionários foram gradualmente atraindo um número crescente de gentios. Essas comunidades dispersas foram cultivadas assiduamente por Paulo e seus representantes. entre os quais os judeu-cristãos eram aos poucos absorvidos. lançou raízes. possuíam comunidades cristãs neste primeiro estágio. ( R o m a n o s 15. Nascidos judeus.198 Quando partir para a Espanha irei ler convosco. após a expulsão ou a partida dos apóstolos. baseada numa interpretação do reverenciado Antigo Testamento. quase-prosélitos Foi nesses círculos que a mensagem cristã.C. a igreja do primeiro século d. baseadas na rede de sinagogas da diáspora judaica. ficou restrita ao império romano. como fica evidente nas cartas do apóstolo. A primeira perseguição (no governo de Nero) foi curta e não prejudicou o crescimento da igreja. geralmente restava um pequeno grupo de cristãos perpetuando a existência da igreja. Anão ser por Edessa. A maioria dos primeiros cristãos aparentemente se concentrava na Asia Menor. No Ocidente só Roma e circunjacências. onde seus ensinos freqüentemente provocavam dissensão e dividiam a comunidade local: no entanto.

A destruição de Jerusalém e o exílio dos judeus dajudéia depois da guerra de Bar Kokhba (assim como a transferência do bispado de Jerusalém para um gentio) intensificaram a brecha. PLÍNIO. A maioria dos cristãos. os cristãos foram deixados em paz e as autoridades não mais os molestaram. na Ásia Menor. Muitos grupos foram fundados na África. em qualquer A IGREJA NO SEGUNDO SÉCULO d. No Egito. \ . para a Gália e a Alemanha no segundo século d.199 Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas. a essa altura. o teme e obra o que é justo. HISTÓRIA. CARTA A TRAJANO. r nação.C.C.34-35) V . um estado de coisas que ajudou grandemente o crescimento do Cristianismo por todo o império. Sob os imperadores antoninos. Plano de uma igreja etn Dura-Ruropos . A catástrofe nacional judaica prejudicou o trabalho dos missionários judeus entre os gentios e a igreja tirou grande proveito desse estado de coisas. Í 5 B E x t e n s ã o d o i g r e j p cristã tecfpffia PAIS DA IGREJA. o Cristianismo começou também a estender-se para a zona rural. além de Alexandria. Mas que lhe é agradável aquele que. lançando as bases para a forte igreja africana do terceiro século d. As comunidades cristãs se espalharam para o oeste e o norte. PAPIROS O segundo século e. particularmente o período da Revolta dc Bar Kokhba (veja mapas 265-268). mais comunidades foram fundadas.C ! * mmm UmmMMi SSS » : > I^ÍvíSSíSÍS • Cidade com comunidade cristã fronteira do império romano f-fciíO-OfíeS.C. 1 gJhr « : | | | | | | p ® | ( Cordobo . DE EUSÉBIO. a igreja chegou às partes norte e leste da península. Na Mesopotâmia. era de origem gentia. (Atos 10. viu a separação final entre a igreja e o judaísmo.

15-19 11.1.1-10 8.1-12 DKUTERONÔMIO 1.1-23 14.21-3 5 3.19-23 131-6 13-19 15.1-3 3.13-20 16.170 170 165 75 229 230 230 233 233 231 233 230 232 229 233 233 234 233 233 233 234 240 243.25 4.9-11 36.10 16.32-33 12.80 64 81 2 167 170 163 163 167 169.5-12 12.2-8 10.15-1 7 2 2—4 2—8 8.22-24 4.1-7 8.9-16 12.37 JEREMIAS 37.6 17.3 28.29-39 16.9 11.33 14.24 17.1-20 I.18 4.2-1 5 26.4 4.16-20 3.1-6 212 212 212 310 4.35-41 8.29-30 24.8-17 18.30-9.14-1 9 II.22 8.22 14.2 5 5.31-41 5.33 11.40 II.13 2.59 8.20 22.7-19 5 .16 27.SDRAS 1-2 2.61-6 2 7.32 10.37-60 5.12-1 3 19.63 15-18 15-19 16.16-30 4.20-23 5.1-36 33 37-49 33.6 16.39-6 6 7.24-32 144 148 154 149 152 114 154 12.19-31 7.1—4.200 CHAVES PARA OS MAPAS DE ACORDO COM OS LIVROS DA BÍBLIA ANTIGO TESTAMENTO GÊNESIS 2.1-12.63-74 212 212 212 212 18.22 3.1 NÚMEROS 10.28-35 10.12 4.36-37 12.40-56 9.65-68 6.21-2 9 15.28-61 4.27-3 2 6.1-32 7.25-28 17-21 19.1-18 14.39-4 0 33.23 15..12-3 2 3-3-10 5 S.18 8.13—48.10-12 10.28 8-9 10 11.1—20.1-6 6.2-1 2 13 14.2 2 14.16*21 20 22.1 7.170 169.5-19 928-33 9.5-17 8.1 22.19-46 I.15-32 6-7 9.36-39 11.20-36 SALMOS 83.2 8.16-18 AMÓS 1.5 32.62-7 3 10.2 I I .1-2 5.10-14 10 11.1-9.244 245 246 247 248 245 249 250 251 252 253 240 .29 11.57-74 11.4.1-28.14-1 8 11.4-14 1.6-35.13-3.142 114 114 144 145 152 154 114.3 13.20-31 13.14-29 6.162 163 8.24-37 12.1-46 17 19.6-8 I.18-27.6 7.17-22 4-5 5.17-2 1 F.12 1942 20-21 ATOS I.26-10.26-12.8-1 1 8.22 52.1-34 2.41-4 4 II. 2 2 .9-10 131 13-53-58 14.20-31 5.1-40 2 REIS 1-2 110 111 94 106 54 55 56 58 57 62 63 59.11-13 48 51 50 49 52 50 65 48 52 50 51 2 SAMUEL 2.8-11 22.13 3.1-23.22-43 6.1-15 12. JUÍZES 1.8-9 2.3-10 18.27-30 230 237 237 237 239 240 1.2 9 16.142 138 138 146 144 146 149 150 150 150 152 229 229 230 236 229 236 232 236 233 236 236 236 236 236 237 239 239 240 57 68 69 74 82 61 59.31-42 19.11-1 6 25.41-52 3.28-30 EZEQUIEL 3.37-55 5.1—49.12-15 3.1-4 4 11.60 69 70 140 68 73 71 68 65 68 140 72 107 64 108 113 112 115 114 115 103 118 125 134 129 126 127 126 115 115 112 114 115 112 118 119 120 121 122 123 124 122 154 APÓCRIFOS JUDITE 1.8-39 24.1-3 32.1-4 9.22-23 2 MACABEUS 8.1 5 2.21-62 15.2 18.26-3 2 27 34.10-11 126 129 137 141. 22 18.18-2.14 34-35 35.8-14 16.7 13.44-53 15.8-25 9-32—11.7-8 130 134 135 130 133 131 133 133 133 133 138 138 137 141.1.4-27 52.21 9-10 10.9 8.5 6 24 JOÃO 1.1.1-30 9.14—21 30 21.18-19 13.25 14.6-1 4 15-19 49 50 55 55 53 18-19 83 84 85 86 87 88 89 91 92 93 96 95 93 96 97 20.9 9.38 12.37-19.12-30 3-18 4.7 13-16 17-18 19-20 21.57 II.16-17 91-10.13-34 15. 1 7.21 133 138 18 20.1-17 2.38-4 2 13.17 6.30 13-14 1 5 .9 27.1-7.5 16.1-2 8 25.2-2.14 23.12-22 4.60 61 75.24-30 6-8 8.18 30 32.57-65 10.162 184 186 187 188 189 205 192 190 191 191 192 190 192 192 193 205 194 195 196 197 198 198 199 205 202 201 200 200 203 260 228 229 230 233 231 233 230 233 233 233 230 233 232 229 233 234 233 234 237 227 228 229 232 230 233 230 231 229 230 232 233 230 229 233 234 237 237 237 237 237 237 239 240 17.18-30 7.1-18 6.20-24 36.11-17 8.5-9 16.46-52 11.15-4 2 2.29-34 21-27 28 MARCOS 1..8 146 146 150 108 65 100 94 100 101 102 103 101 98 90 99 102 100 114 101 103 101 109 163 116 165 148 186 188 190 192 190 192 193 194 195 NOVO TESTAMENTO MATEUS 1.1-6 17.28-32 20 22.10 5.2.38-4 3 57 152 161.8-11 2.25-28 1910-39 19.6 27.15-1 9 13.54 12.1-8.10-11 12.1-3 JOSUÉ 3.14-1 5 5.4-25: 8.162 163 164 14 15 43 44 45 46 57 1SA1AS 7-9 8.1-22 23.1-10 19.1 8 .27-31 33.25 5.1-8 17.16-34 2.69-87 II.18 2.13-2 4 3-38-4.46-54 5.152 152 114 158 159 161.1 10.31 9.28-35 19-36-23.15 27 47.1-2 14.5 42-45 46.17 NEEM1AS 1-3 2.2-1 1 11.22-2 7 235 237 134 18-20 191-2 20.9 17 3-6 17.2 8 15.32-53 7.28-3 6 9 51-56 10.22 18.4 7.24-55 5.1-12 2.2 9 14 31-35 38 ÊXODO 12.1 12.12-20 20.1-34 20.40-4 6 1947 21.2 11.29 47.162 164 160 159 155 161.7 237 235 237 237 23" 237 239 239 239 239 240 5.8-29 10.2.28 3. 3 2 CRÔNICAS 1.2 6 6.1-42 4.4 1 MACABEUS I.7-2 4 12.1-9 1 REIS 4.1 1.11-12 13 14.6 5.23 10.13 3.16 11 13.7-8 5.27 14-15 16 LUCAS 2.10-17 9.39-53 13.15-18 1525-28 204 205 204 206 207 205 243 208 183 15 57 4 4.26-40 9.42-48 13.1-3.17-9.44-45 20.38-16.3-13 5..6-12 28 29 30 31 31.13-14 MIQUÉIAS 1.17 20.1-15 12.16-2 1 28.50 9.13-1 4 10.13 20.39-49 9.6-38 11.22-39 8.24-3 1 7.1-22 4.23-3 4 9-1 9.76 77 78 79.25-26 1 CRÔNICAS I.9 2.8 2.30 22.7.11-18 18.1-25 7.2 47 48.11 25.11-2 4 26.23-21.. 3 9 .7-1 4 14.3 6.19 48 1 SAMUEL 4 5.29 8.17-2 4 2.1-21 5.1-21 25.14-2 3 2 154 152 114 158 114 159 163 161.10 7.4-27 8.10 17.1-11 5.1-10 7.1-8 12.1 8.30-35 10:1-15 10.31—13.40 34.30-31 18.16 1 CORÍNTIOS 15.28-63 6.4-38 2.25 14.19-2 3 3.10-12.1-2 3 32.

RIA INDEPENDENTE RENOVAÇÃO DE CENTROS URBANOS ANEREMÕ I SEROSRÉT I AMENEMÁ II « / > < SENUSRÉ.er?o ca República Romana Guerras Persos Herõdcto Decênio de Atenas VIGÉSIMA-OITAVO A TRIGÉSÊRRA DINASTIAS GOVERNO SELÊUCIDA CONQUISTE DE ALEXANDRE O GRANDE GOVERNO PROÍEMOICO GOVERNO SEJÈUCIDA GOVERNO PTOLEMCIC CONQUISTA DE ALEXANDRE O GRANDE GUETOS PÚNOAS ANÍBAL Governo Selêucida Macabeus Governo Romano NC Grécia 8. AO.A FORTALECIMENTO AO CONLROFÍ V 1 1 B EG'PCI< INFLUXO DOS PASTORALISTAS DÉCIMO-NONA DINASTIA Quecia de Cre-fc Apogeu do Cdkita Miceneana oc o •< O INLERREGRO SÍRIO ir. 0 GOVERNO SOM A N O GUERRA DOS PERTO* REI HERODES IMOSCIMENRO DE CRISTO DESTRUIÇÃO CIO SEGUNDO TEMPLO REVOLTO DE BOR KOKHBA GOVERNE ROMENO LMPÉ?«O ROMANO * Período Arqueológico na Palestina .-USCA DA ITCÍIA: REINO CA ASSÍRIA GOVERNO ASSÍRIO DESTRUIÇÃO DE SAMARIA E EXÍLIO DE ISRAEF VIGÉSIMA-TERCEIRA A VIGÉSIMA-OUINTA DIRASTIAS CONQUISTA ASSÍRIA 3EINO DC 3CBILÕN. OÉCÃMA-SÉIIMO OINOSTIAS AMENEMÃ IV I (DÉCIMA-TERCEIRA DINASTIA) LAÇOS ÍNTIMOS C O M C EGITO PRIMEIRA DINASTIC > N L O )N A BABILÔNIA INVCSÕO DOS DIRASFIO CASSFCA N O BABILÔNIA 1550 1500 A-a meu 5 Fortalecimento dc Controle Egípcio DÉCIMAOITOVO DINCS-IC PERÍODO DE EL-AMCRN.-SA Primeiros caos O '~a:ccs Aoogeu do GJ-ura Efresca Es*cbe:ecírr.W < Z Serusré" ' 1 E U ARNENERRÓ III C 1 8 O O 1750 Í700 PE RIODO R L F T IVICRI CONEXÕES COM A SÍRIA DO NORTE SEGUNDO PERÍODO INTERMEDIÁRIO GOVERNE HICSO DÉCIMA-QUINTO.C.-REIRA DINASTIA invasão do Grécia peios Dório S IVIONORQUIO DIVIDIDO VIGÉSIMASEGUNDA DINAST IO INVASÃO ER.ÃO DE TIRO INSTITUIÇÃO DC REI EMLSRAEL VIGÉSIMA-PRI.vasao nlistina GUERRA DE ^RCIO VIGÉSIMA DINASTIA REINES ARARNEUS HI. DECIDO SEXTO.201 TABELA C R O N O L Ó G I C A — GERAL Oriente Mesopotámia A nafóIio-Harõ-Tiro Egito PMEITO E SECANDO DINASLIC CULTURA BETH YEORAH TERCEIRA A GIINLA DINASTIAS [CONSTRUTORES DE PIRÂMIDES! SARGÃO I Ncrarr-Sin DESTRUI-ÇCO DOS CIDODES-ESTODOS SEX>A DINASTIA Pepi I 2200 2i50 ! NIC/LÚDIO PASIOROLISIO PRIMEIRO PEF-ODC INTETMEDIÃRI 2C0Q 1950 1900 TE.UR GUDE O DE LAGASN ASS-.-CE:RO DINCSÍA D E .O GOVERNO 6-ABILÕNICO DESTRUIÇÃO DE JERUSALÉM E EXÍLIO DA JUDÉIO VIÇÉSIMA-SEXTC DINASTIA CCRQJISRO PE.

202

TABELA CRONOLOC1CA — DETALHADA
potâmic lóó8

Mesc-

Anolóíío
E SIVIC

Egito
GOVERNO HICSO DÉCIMO-QUINTA DINASTIA DE AVORIS DÉCIMOSEXTA DINASTIA SUBJUGADO

Alesopoláuia
1190

Horõ-Tiro

Judéia

Palestina

Egito

1640 1630

Interregno Sírio

1180
•1182

1170
DÉCIMA-SÉTIMO DINASTIA EM NO-AMOM - RIVAIS

1620
1610

1160 1150 1140

1600 1590 1580 1570 1560 1550 1540 1530 1520 1510 1500 1490
1480 1470 T U T M Ó S I S [II RENOVAÇÃO D O G O V E R N O EGIOCIO T U T M Ó S I S (TURMÈSL L TULMÓSIS II - 1504 (HOLSEPUL! <

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1130 1120
GUERIA CO S U L DE COROA

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1400 1390 1380 1370 1360 1350 1340 1330 1320 1310 1300 12901 1280 1270
FORLCLECIMENÍO D O GOVERNO EGÍPCIO E N F R A Q U E C I M E N T OD O GOVERNO EGÍPCIO IRERÍODO FL-AMAMOL

950 940 930 920 910
ROBOÂO ATJLCS 930-DIVISÂO DA MONARQUISJEROBOÃO
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EIBAOL I REI DE H O R Ã D AM C S C O BEN-HADADE II REI DE H O R À DAMASCO 853 Batalha dc MALÓ R« DE T I R O JOSAÍÓ 872-846 JECRÔO — 853

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P e r í o d o A r q u e o l ó g i c o n a Palestina

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ROMANO.

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204

ÍNDICE
O índice contém todos os nomes geográficos que aparecem nos mapas. Só os eventos importantes de cada nome são dados. Os nomes bíblicos que não foram identificados quanto à localização não foram citados nos mapas nem no índice, exceto quando as fontes indicam a sua localização geral.

IDENTIFICAÇÕES:

T. R e k h e s h = N o m e h e b r a i c o

T. el-Mukbarkbasb = Nome árabe ABREVIAÇÕES: T. H Kh. PRONÚNCIA: H. = Tel (hebraico), Tell (árabe) - 'outeiro" = Horvat (hebraico) - "ruína" = Khirbet (árabe) - "ruína" como em Loch (escocês); S como em bits

Nenhum sinal = Bíblia (inclusive Apócrifos) * = Fonte externa antiga 0 - Fonte moderna DEPOIS DO NOME: Nenhum sinal = Identificação definida ? = Identificação indefinida ?? = Identificação duvidosa (—) = Não identificado

ANTES DO NOME:

A
ABARIM MONTES: 8
* ABDERA: 172

ADÃ: ( — ) 163
*

ALEMA: 'Alma 190 ALÉM DO RIO: 167 * ALEPO: 9, 24, 26. 39, 4 3 , 1 2 7 , 1 3 6 , 1 4 7 , 159, 171,185, BERÉIA 178, 243, 2 5 1 , 2 7 0 , 271 54, 7 6 , 1 2 0 * * 204, 206, 207, 208. ALEXANDRIA: (no Egiro) 174, 178, 182, 183, 184, 218, 243, 244, 253, 270, 271 ALEXANDRIA: (em Iaxartes) 174 ALEXANDRTO: veja Sartaba ALMOM: Kh. 'Almit 108 ALMOM-DIBLATAIM: Ikh. Deleilat
5 2 , BETE-DIBUIÀIM 1 2 8

ADAMIM: veja Adami-Nekeb ADAMI-NEKEB: T. Adami. Kh. Et-Tell 72, ADAUI.M 30,31

AJBDOM: T. Avdon, Kh. Abdeh
* ABEL.

108

ADÃO: T. ed-Damiyeb ADER: 17 ADIABENE: 271

— (Na Galiléia)'AinIbi 30
— ( p e r t o dc Damasco) Suq Wadi Barada ABILA 254, 255, 259 — (em Gilcadc) T. Abil 158, ABUA 179, 180,181,
2 1 4 , 2 1 7 , 2 3 1 , 2 3 4 , 2 6 4 , ABILA SEIJ-I.CIA 1 8 1

ADASA: Kh. 'Addasa 195 30.

ADIDA: T. Hadid, el-Haditha 2 1 1 , 2 1 4 , 259, 266 ADITAIM: ( — ) 140 ADMÁ: ( — ) 45

esh-Shcrqiyeh

— (perto do mar Morto) Kh el-Kafrein, ABILA 177,200,255,259 ABEL-BETE-MAACA: veja Ahel-Rete-Maaca ABEL-BETE-MAACA: T. Avel Bet Ma'akha, Abil eiQamh 3 0 , 1 1 1 , 1 2 4 , 1 4 6 , ABEL-KERAMIN: ?Na'ur 78 ABEL-MAIiM: 146 ABEL-MAIM: veja Abel-Bete-Maaca ABEL-MEOLÁ: ?Kh. T. el-Hilu 7 6 , 1 1 3 , 134,135, *

* 72,113,

ALULO: veja Halul AMA: veja Rahate-Bene-Amon AMÃ: ( - ) 140 AMADE: ( - ) 7 2 AMALEQUE: 90 AMALEQUITAS: 45 AMANA: — (montanha) Jcbel Zebedani — (rio) Nabr Barada 8 8

ADMÁ: ?Qarne Hittim, Qarn Haltin
SEMES-EDOM 3 0 , 3 2

ADORA: veja Adoraim ADORAIM: Dura 119, AOOKÀ 177, 210. 214. 217, 265. ADRAMÍTIO: 243, 254 ADIVINHOS, CAMINHO DO CARVALHO DOS: 10 ADUIÃO: H. Adullam, esb-SbeikhMadhkur 46,
t

143
A B E L - S I R I M : T. el-Hammam 52

57, 6 3 , 9 2 , 119,140, 154,170, ODOLIAM 192 ADUMIM, SUBIDA DE: * ADURU: AFECA: 48 — ( e m J u d á ) ( - ) 140 — (no Líbano) 69 AFEQUE: — (em Aser) T. Afeq. T. Kurdaneh 68, 69 — (cm Sarom) T. Afeq. Ras d-Ain 1 0 , 1 7 , 22. 23, 30, 32, 34, 35, 6 3 , 8 3 , 84, 9 5 , 1 5 6 ,
ANTIPÁTRIDE 2 2 1 , 2 4 5 , 2 4 6 , 2 4 7 , 2 5 3 , 2 5 4 , 2 5 5 . 2 5 6 , 2 5 9 , 2 6 4 , 2 6 6 , 2 6 7 , ARETUSA 2 1 7 , PEGAS

*
0

ABfcllM: 266 ABIDOS: 20, 182 ABIEZER: 6 5 , 1 3 9 ABILA; veja Abel ABRONA: ?Elat, UmmRashrash ACABA: 19* ACABARE: 'Akhbere, 'Akbara 257 ACADE: (região) 4, 20. 43

Tal'ai cd-Damm 73
t
*

AMA.NOS, MTES. 3, 20, 127, 172 AMARGO. LAGO; 47, 4 8 AMASTRE: 271 AMATO: 214, 217, 230, 259 AMIDA: 11 AMISO: 271 AMK1: 34, 39 AMOM: 52, 7 8 , 1 0 1 , 1 3 3 , 1 4 4 , AMONITAS 181 AMÔNIO: 174 AMONITAS: veja Amom AMORITAS: 45 AMORITAS, TERRA DOS: 52

ed-Dura 41

* °

*

ACADE (cidade) 9, 15 ACAROM: veja Ecrom ACHEA: 244, 2 5 1 , 2 5 2 , 270. 271 ACMETA: 9 , 1 1 , 157, ECBATANA 1 6 6 , 1 6 7 , 1 7 4 , 1 8 3 , 243, 244 ACO: — (cidade) T. Ajkko, T. el-Fukbkbar 22, 2 3 , 3 0 , 34.35,37,41,68, 69,153,155,157,173,
1 7 5 , 1 7 6 , 2 1 2 , 2 6 6 . PTOLEMAIDA: A k k o . 177,

177,181,211,214
— ( e m G a u l a n i t a s ) AFEQUE SUPERIOR: Fiq 11\ 126. 1 3 8 , AFBQÜE INFERIOR ? ' E n - G e v 1 8 . 1 2 6

AMORITAS, ESTRADA PARA O PAÍS MONTANHOSO DOS: 10, 48 * AMU DARYA: 168 AMUDE, CAVERNA DE: 225 * * AMUQUE: 13 AMURRU: 34, 3 7 , 3 9 , 4 3 , 51, 66, 6 9 , 1 3 6 , TF.KRA DO
OESTE 2 0

AFEREMA: veja Ofra (cm Benjamim) ÁFRICA: 271 AFRODITÓPOLIS: 182 AFULA: veja Ofra (cm Jezreel)
*

178, 179, 180, 184, 191, 202, 206, 217, 218. 219, 220, 243, 244, 252. 254, 255, 256. 257,
2 6 4 , 2 6 5 , 2 7 0 , 2 7 1 , ANTIOQUENES ( c m

AGRIP1NA: veja Jarmute (em Issacar)
A H L A B : Kh. El-Mabalib 6 8 , MAAUBF. 1 5 3 í : KH. Et*

Ptolemaida) 181
— ( d i s t r i t o ) 1 7 3 , PTOLEMAIDA 2 3 4

AMURRU, MAR DE: veja mar Mediterrâneo AN ABE: Kh. 'Anab el-Kebireh ANANIAH: el-Azariyeh 240 ANARATE: ?T. Rekesh, T. el-Mukbarkhash 72 30. 32, 140 170, BFTÂNIA 236, 237,

Tell 17,18, 22. 44, 54, 63 AIATE: ?Kh. Haiyan
1 5 4 . 'AYYAH 1 7 0

ACOR, VALE DE: 73, 225 ACRA: (em Jerusalém) 189, 200. 205 ACRABETA:'Aqrabba, Aqrabba
2 5 9 , 2 6 0 , 2 6 7 , ECREBEL212

A1JALOM: II. Ayyalon, Yalo 34, 36, 56, 64. 68. 1 0 7 , 1 0 8 , 1 1 3 , 1 1 9 , 1 2 0 , 145, 201 AIJALOM. VALE DE: 5 6 , 1 4 5
AIM: *

190, 200. 211,

AC SAFE: ?T. Regev, Kh. El-Harbaj 23, 3 0 , 3 4 , 3 5 ,
4 1 , 5 9 , 6 2 , 6 3 , TEL REGEV 1 7 , 1 8

ANATE: 115, 147 ANATÓLIA. PLANALTO DE. 5 ANATOTE: Ras ei-Kharrubeh 170 9 4 , 1 0 8 , 143,154,

ACZIRE (em Aser) T. Akhziv, ez-Zib 18. 19. 68. 69.
1 5 3 , 2 6 6 , ECDIPA 2 1 2 , 2 1 9 *

— (na fronteira d e Canaã) ?Kh. 'Ayyun 51
— (emSimeão) ( - ) 108,140

ALAJLAQUE: 24, 26, 43 ALAMALEQUE: ( — ) 92 * *

— (em Judá) ?FI. Lavnin, kh. T. el-Beida
154*

1.40,
*

ANGRA: 172,185, 239, 243, 244 ANFÍPOLIS: 172, 251

ALASHIA: veja Chipre

205
ANl.M: H. Ajiim. Kh Cbuwin * * * * •*
?

et Tahia 140

4 4

AREIA, TERRA DOS HABITANTES: 21 ARETUSA: veja Afeque (em Sarom) AR1A: 168, 174 ARIC1A: 243 ARISBF.: 172 ARISTOBULLAS: Kb. Istabi 214 ARMANT: 26
A R M Ê N I A . - 1 6 8 , 185, 271
4 4 4

ATIiRlBIS: 182, 243 * ATHURA: 168 ATRIM, ESTRADA DE: 10, 48, 50 AUGUSTA TREVERORUM: 271 AULOM, VALE DE: veja Vaie d o J o r d ã o AURAN1TAS: veja Haurã (região) AVAUIS: T. ed-Daba1 24, 25 AVDATE: 'Abdab 19. 141 AV1M: — (cidade) ( — ) 121

ANQUIAJ.O: 271 ANTEDOM: Tecia 181, 214, 221, 256 ANTÍLOPE, NARIZ DF.: veja mte. Carmclo ANT1N0E: 182 ANTINÓPOL1S: 271 ANTIO: 271 ANTIOCH1S: 2 1 3
ANTIOQUIA:

* * *
4 0

*
*

*
*

ARMÊNIOS, MTES.: 174 ARNAMA. Hermel39, 41 6, 8, 52, 106, 128, ARKOM, RIO: Wadi elMujib 1 3 3 . 1 4 1 , 258, 259. 2 6 0 AROER: (no Neguebe) H. Aro'er, Kb. 'Ar ar té 9 3 , 1 4 0 (em Rubem) Aro'ír 18, 106, 128, 133 *

— (Jerusalém) veja Jerusalém — ( p e r t o de Quinerete) veja Hipo (cidade) — (na Alta Galiléia) veja Daíne ANTIOQUIA: — (na Síria) 1 7 8 , 1 8 3 , 202, 204, 243, 244, 249, 250, 2 5 1 , 2 5 2 , 2 5 3 , 2 7 0 , 2 7 1 — (na Ásia Menor) 243, 250, 270, 271
4

*

— (nação): veja Avitas AVITAS: 69 AYYAH: veja Aiate AZA: Zawata 139 17,18, 56, AZECA: T. Azeqa. Kb. 7. Zakartyeb AZMAVETE: Hizmeb 94,170 49, 5 0 , 5 1

ARPADE: 1. er-Refcld 115, 136, 147, 157, 167
4

9 1 , 1 1 9 , 1 4 0 , 1 4 9 , 1 5 2 . 154, 161, 162. 170 AZMOM. ? 'Ain Muweilib 72
4

ANT10QULA SELÉUCIA: veja Gadara (cidade) ANTLOQUIA-SOBRT-CKLSORKOAS: veja Gerasa
A N T I O Q L . E N E S : ( e m P t o l e m a i d a ) v e j a ATO

ARQA: T. 'Arqa 23, 34, 127 A1ÍRAPKHA: 166 ARS1NOE: 182, 243 ARTACOANA: 174 ARUBOTE: ( - ) 113 ARUMA: (em Efraim) Kh. ElOrmab (na Galiléia) veja Ruma 77 * *

*
»

*

AZNOTE-TABOR: ? T. Aznot Tavor, Kb. F.l-Jebeil A7.0R: Azor, Yazur 16, 107,154 AZOTO: Veja .Asdode AZOTO PARALIO: veja Asdoede-lrãm AZOTO-SOBRE-O-MAR: veja Asdode-Yam

ANT1PÁTR1DE: veja Afeque (em Sarom) *
*

ANTON1A: 222, 239, 261, BARIS 205, 216
APAMEA:

— (na Síria) 178, 202, 204, 243, 271 — (na Ásia Menor) 185, 243
4

APOLÔNIA: — (na Palestina) SOZUSA: T. Arshaf, Arsuf 181,
2 1 1 , 2 1 4 , 2 1 7 , 264. 265 — ( n a Trácia) 2 5 1 , 2 7 0 , 2 7 1

*

ARUNA: Kb. -Arei 28, 3 0 , 1 2 0 ARUMA, PASSO: 9 ARVADE: 15, 3 4 , 1 1 5 , 1 1 6 , 127, 171, ARADO 172, 183, 204, 243 ARZA, AR7.ANI: El-Arisb 115 ARZAWA: 39, 66 ASÃ: 12, 140 ASCABADE: 174 ASCALOM: veja Asquelom ASDODE: (cidade) T. Ashdod. Isclud 17,18, 19. 6 9 . 8 0 , 84, 1 4 1 , 1 4 2 , 149, 154,161, 162, 171. AZOTO 176, 1 7 7 , 1 8 1 , 192, 201, 206, 207. 208, 211. 212, 214, 217, 221, 223, 246, 254. 255, 258, 264, 26^ (província) 151, 1 7 0 , 1 7 1 , 1 7 3 * BAAJLA:

B
— ( n o Neguebe) ( — ) 140 — (em Judá) veja Quiríate-Jearim BAALATE: el-Mugbar BAAI.-GADE: ( — ) 69
B A A L - H A Z O R : T. 'Asur BAAL-MEOM: 1 0 9 , HAZOR 1 7 0

*
4

APOLONÓPOLIS HEÍTÀCOMIA5:182 APOLONÓPOLIS MAGNA: 182 APUM: veja Damasco (cidade)
A Q U E T A T O M : 3 3 , EL-AMARNA33 AQUITANIA: 2 7 1

* *

*
4 4

73, 107 140

BAALATF.-BER: T. Masos. Tel-Mesbesb

AR: ?el-Misna'

128

ARÀ: 125. 126, 127 ARÃ-BETE-REOBE: 101, 102, BETE-REOBE 104, 106 ARÁ-DAMASCO: veja Damasco (país)
ARÃ-NAARA1M: 4

— (em Efraim) (— ) 139 — (na Transjordâniíi) Ma 'in 190 BAAL-PERAZIM: ( - - ) 100 BAAL-ZEFOM: Defenneh, I. Dafuneh Tapanes 48 BAAL-ZEFOM: — (zaSmtfJebel * Aqra'31 ( n o Sinai) 47, 48, Mte. Cassius 184 BA ARAS: Zerqa Ma'in 224 BAB EDH-DHRA: 17 BABEL:
— ( c i d a d e ) 1 5 . BABILÔNIA 2 6 , 1 4 7 , 1 5 0 , 1 5 7 . 1 6 6 ,

ARÁ ZOBÁ: 104, ZOBÁ 101, 102 ARABÁ: 6. 7, 52, 99, 100 ARABÁ, M AR DE: 142 ARABÁ, ESTRADA DE: 10, 48 ARABE: Kh. Er-Rabiyeb ÁRABES: 141, 147, 150 ARÁBIA: 4 , 1 6 6 , 243, 244, 2 7 0 , 2 7 1 , veja também Arábia Saudita ARÁBIA SAUDITA: 5
4

veja

,

ASDODE-KAM: Minai el-Qala' 149, AZOTO-SOBREO-MAR 1 7 3 , AZOTO PARAUO 1 8 1 . 2 0 7 . 2 0 8 , 2 1 1

94,140 *

ASER: Tayasir 212 ASER: 59, 62, 68, 70, 71, 72, 75, 8 2 , 9 8 , 1 0 8 , 1 1 3 , U>5 ASERETE: ( - ) 139 ASEAR: Kb. Ez-Z'afaran ASHNAH: ( - ) 140 ÁSIA: 243, 244, 252. 270, 271 * * ASOCHIS: veja Hanatom ASPENDUS: 172 ASQUELOM: T. Ashqelon, 'Asqalan 17. 18. 23. 5 4 , 4 2 , 6 9 , 8 0 , 1 5 4 , 1 5 9 , 1 6 0 , 1 7 1 , ASCAI.OM 173, 177, 179, 181. 201, 2 0 2 , 2 0 7 , 212, 214, 217. 218, 219. 220. 224. 227. 2 2 8 , 2 4 1 , 254, 255, 256, 258, 264, 266, 267 AS RI EL: 65, 139 ASSÍRIA: 4 , 1 2 7 , 136. 147, 157,166, ASSUR 15 ASSÒS: 252
*

198, 199

ARÁBIA: (Satrapia persa) 168 ARACHOSLA: 1(58 ARADE: ?;T. Malhata. T. el-Milh 17, 18,19, 20, 22,
4 8 , 5 0 , 6 3 , AKAOF DHJF.RA.MEDL 1 1 2 , 1 2 0 , 1 4 1 , MAÍATA 2 1 0

1 6 3 , 1 6 7 , 1 7 4 , 183, 185, 24.3, 244 — (país) veja Babilônia BABILÔNIA: veja Babel BABILÔNIA: — (país) 4, 2 6 , 1 5 7 — (império) 166 (província persa) 168 * BACTRA: — (em Sogdiana) 174 — (Zariaspa) 174 BACTRIA: 168. 174
4

»

ASADH-KABÁ: T. 'Arad. T. Arad 120, 140,141, TEL
ABADE 1 6

ARADO: veja Arvade ARAMATÉ1A: Rantis 186, 200, 201, 211, 264 ARAMEUS: 90, 98
0

ARAQ EL-EMIR: 19, veja também Tiro
AJRARATE:

ASSUR: (cidade) QaVai Sharqat 20, 2 6 , 4 3 , 1 1 5 , 116, 136,147,150.157,166,167

BAETICA: 271 BAHURIM: ? Ras el-Temim BALAMO: veja Ibleã 109

— (país) 4 , 1 1 , URAKIL: 1 3 6 , 1 4 7 — (montanhas) 3
4 4

ARBATA: veja Narbata ARBELA: — (na Mesopotámia) Erbil 167, 174, 185 — ( p e n o d o Mar da Galiléia) H. Aberl. Kh. Irbid 196, 203, 214, 230, 242

- (país) veja Assíria ASTAROTE: T Asbtarab 146 ATÁLLA: 250 ATAROTE: Kh. 'Atlarus 128 ATAROTF.-ADAR: ( - ) 7 3 ATENAS: 243, 244, 251, 270, 271
0

° 22, 23, 3 0 , 3 4 , 4 5 , 108,
4

BALI, RIO 3 , 4 . 2 4 , 26, 43, 127 BALUA: 17, 18 BARIS: veja.Antonia BASÃ, MTE.: 8 BASÃ: 7 . 1 0 6 , 1 1 3 . 1 1 6 , 133, 177 B A T A N E A 180, 221. 223, 254, 255 BASÃ, ESTRADA PARA: 10

*

*
4

ARCHELA1S: Kb. Auja el-lahta
ARCHITFS: 73

223

ARDATA: Ardat 34

ATHLIT: 17, 19

4

BASOAMA: tel-Jummeizeh

206

BATANEA: veja Basã BATRIÍNA: Batrun 34 BEALOTE: ( — ) 140 BECA: veja Líbano. Vale d o BEERIM: ( - ) 139 BEER-LAAI-ROI: ( - ) 44 BEEROTE: (em Benjiunim) ? Kh. El-Burj 5 6 , 1 0 0 , 1 4 0 , 170,197 ( n o Líbano) BNMITE 34, 3 9 , 4 1 , 104,171,
BI;RITO 2 0 4 , 2 4 3 , 2 7 1

B E T E - H A G Ã , E S T R A D A PARA: 1 0 B E T E - H A R Ã , B E T E - H A R A N : T. Iktanu 23, 1 1 3

BETONIM: Kh. Batneb BETSABARA: 229, 236 BETUEL: ( — ) 140
'Ur

113

BETE-IIOGI.A: ? Deir Hajlüh 71, 73
B E T E - H O R O M , S U P E R I O R c I N F E R I O R : Beit

BETULIA: 212 * BEZEQUE: Kh. BF.ZER: * * (em Rúben) ? Umm el-'Amad
BOSTRA 1 9 0 , 2 7 1

(el-Foqa e el-Tabta) 56, 7 1 , 7 3 , 1 0 7 , 1 0 8 , 1 1 2 , 1 2 0 , 1 3 7 , 1 8 6 , 1 9 4 . 1 9 5 , 1 9 7 , 1 9 8 , 1 9 9 , 256,
BETE-ORON 2 1 2 BETE-HOROM, DESCIDA DE: 56 B E T E - H O R O M , E S T R A D A PARA: 1 0 , 8 8

lbziqs>l,$7 108,113,128

(em Basã) Busra ?Eski-Sbam 2 3 , 3 0 , 34,

* *

BETE-IERÁ: T. Bet Yerah, fO). El-Kerak 17, 20, 22,
FILOTERIA 1 7 9 , 1 8 1 , 2 1 4

BIBLOS: Jebeil 9, 13, 20. 2 3 . 3 4 , 41,67, 6 9 , 1 1 5 , 1 1 6 , 1 7 1 , 1 7 2 , GEBAL 1 0 2 , 1 0 4 niKZMIE. BirZeit 121

BEIRUTE: veja Beerote (no Líbano) BELA: veja Zoar BÉLGICA: 271 BELMEM: 212 BENE-BERAQUE: H. Bene-Beraq, Kbeiriyeb (Ibn

BETE-JERAH: 241
B E T E - J E S I M O T E : T. el-'Azeimeb 5 2 , BESIMOTE 2 5 9

BITÍNIA-. 185, 244, 271 BITROM: 99 * B1ZÂNUO: 244, 271, BYZANTIOS 185 BOÃ, PEDRA DE (FILHO DE RÚBEN): ( - ) 73 BONS PORTOS: 253 * * * * BORIM. H. Borim. Kh. Burim BORSIPA: Birs Nimrud BOSORA: Busri el-Hairi 190 BOSTRA: veja Bezer (em Basã) BOZEZ; (rocha) 88, 89 BOZKATH: ( - ) 140 BOZRA: Buseirah * * * * 52 BROCCHOL: ( - ) 179 B I BASTE: 47, 182, 243 BÜCEFALIA: 174 BUCOLON POLIS: í Atblit 181, veja também Athlit *
*

B E T E - J E S I M O T E , E S T R A D A PARA: 1 0

BETF.-LE-APHRAH: ? et-Taiyibeh
BETE-LEBAOTE: ( - ) 140

154

Ibraq)

* *

BETE-MARA: Ras et-Tawil 225
BETE-MARCABOTE: ( - ) 93

107,154, 266

BENI HASAN: 26
BENJAMIM: 68, 70, 7 1 , 7 3 , 74, 81, 8 2 , 8 5 , 8 6 , 9 0 ,

BETEMAUS: T. Maun

230

120

BETE-MEOM: veja Bete-baal-meom BETÉN: H. Ivtaan, Kh. Ibtin 7 2 , 1 1 3 RF.TE-NINRA: T. el-Bleibil BETE-ONRI. 136 BETE-PAZES: ( — ) 72 BETE-PELETE: ? T. Shoqet, T. es-Saqati 94, 140, 170 BF.TE-PEOR: Kh. 'AyunMusa 53 BETE-QUERÉM: ? Ramate Rael, Kh. Salib 140,
1 6 1 , 1 6 2 , 1 7 0 , 2 1 4 RAMATE RAEL 1 8 ; ? ' E n -

20.166

9 4 , 9 8 , 107,108, 113,116 BEN-SHF.MEN: 16 BERÉIA: veja Alepo BERENICE: — ( n o Neguebe) veja Elatc — (na Transjordânia) veja Pehel BER1TO: veja Beerote (no Líbano) BEROTÁ: Bereitan BERSABE: 230
BERSEBA:

113

12, 30, 102. 165

BJER5ÁBE: veja Berseba (na Galiléia)

Kerem, 'Ain Karim 225 BETE-RAMATA: veja Julias (na Peréia) 13,16, * BETE-REOBE: veja Arã Bete-Reobe BETE-RIMA: 266 BETE-SÃ: veja Bete-Seã es-Saba' BETE-SAIDA, BETSAIDA: el-'Araj 233, 234, 264 Julias 223. 230, 255, 264, 265, 266 BETE-SEÃ: t. Bet Shean, T. el-Iiusn 10,16, 17,18, 19, 2 3 , 3 0 , 3 4 , 3 5 , 3 7 , 3 8 , 4 1 , 6 8 , 69, 9 6 , 9 7 , 1 1 3 , 1 2 0 , 1 7 1 , CITÓPOLIS 1 7 7 , 1 7 9 , 1 8 0 , 181, 184. 190,196, 206, 211, 212, 213, 214, 215, 217, 224, 225, 229, 231, 236, 241, 247, 254,
2 5 5 , 2 5 6 , 2 5 7 , 2 6 4 , 2 6 5 , NYSA 1 8 1

BUSIRIS: 182
BUTO: 9 , 1 8 2

— (na Judéia) T. Beer-Shev'a, T. es-Saba' 214, 264 — (na Galiléia) H. Beer Shev'a, Kh. Abu 257, BERSEBA. DESERTO DE: 134 BER-ZETA. BirZeit 194, 197 BESARA: veja Bete-Se arim BESIMOTE: veja Bete-Jesimote

43, 44, 106. 134, 1 4 0 , 1 4 1 , 1 5 8 , 1 7 1 , 210,

c
CABBON: ( - ) 140 CABZEEL: veja Jecabzeel CABUL: -

(cidade) Kavui, Kabul 7 1 , 7 2 , 2 5 6 , 266,
CABULOM 2 3 0 ( t e r r a ) TERRA DE CABUL 1 1 3

BESOR, RIACHO DE: ? Nabal Ha-Besor, Wadi Shelaleh, Wadi Ghazzeb 8,93,122,141, * KAAL BESOR 16 BETÂNIA: veja Ananiah BETÁVEN: ? T. Maryam BETE-ALFA: 241 BETE-ANATE: ? Safed El-BaUikb 30, 37, 68, 69, 177, 266 BETE-ANOTE: Kf). Beit 'Ainum 140 BETR-ARABÁ: 'Ain el-Charabeh BETH-ARBEL: Irbid 46 BETE-BAAL-MEOM; Ma'in BETE-DAGOM. (cm Aser) ( — ) 72 ( e m J u d á ) ( - ) 140 * Dajan 154 128 * * * BETE-BASI: Kh. Beit Bassa 199 73. 9 4 , 1 4 0 88, 89 BETE-ACOZ: T. el-Qaus 225

CABULOM: veja Cabul (cidade) 19, * CABURA: 174 CADASA: veja Cades (na Galiléia) CADES: veja Cades (na Galiléia) CADES: - (na Galiléia) T. Q e d e s h , T. Qades 17, 17, 23, * 1 8 . 2 2 , 2 3 , 30, 37, 59, 6 3 , 1 0 8 , 146, CADASA
2 0 3 , CADES 1 7 7 , 2 5 6 , 2 5 7

BF.TE-SEAR1M: Bet S h e a r i m , esb-Shikb Ibreik 241,266,
BETE-SEMES:

— (em íssacar) ? H. Shemesh, Kh. Sbeikb eshSbamsatvi 72 — (em j u d á ) T. Bet Shemesh, T. er-Rumeileh
1 6 2 . IK-SHEMESH 1 0 7

18, 7 1 , 7 3 , 8 4 , 1 0 8 , 112, 113, 137, 145,161, — (em Naftali) ?? T. Rosh, Kh. T. er-Ruweisi 6 8 , 6 9 , HÊCAUM 30 BETE-SEMES, ESTRADA PARA: 10 BETE-TAMAR: ( - ) 225 BETE-TAPUA: Taffuh 140 BETE-TER: Kh. El-Yahud 140, 265, 266. 267, 268 BETE-ZABDAI: ( — ) 204 BETE-ZACARIAS: Kh. Beil Zakariya BETE-ZAITE: Zeita 153 BETE-ZUR: Kh. Et-fubeiqeh 17,18,119,140, 1 7 0 . 1 7 1 , 1 8 9 , 1 9 2 , 1 9 3 , 1 9 8 , 1 9 9 , 2 0 0 , 202, 206, 207, 210, 214, 265 BETFAGÉ: Kafrel-Tur 237 * BETHENNABR1S: 1. en-Nirnreb BETH-LEHEM, BELÉM 259 193

( e m J u d á ) ( - ) 140 39,40,41

CADES: (no Vale d o Líbano) 26, 27, 30, 3 1 , 3 4 , GYDES. ÁGUAS DE MERIBÁ DE: veja CadesBarnéia CADES-BARNFTA: 'Ain el-Qudeirat
DE MERIUÁ DJE CADES 1 1 6

9, 10, 18, 44,

4 5 , 4 8 , 4 9 , 50, 51, 52,141, EN-MISPA 49, ÁGUAS CADES-NAFTALI: H. Qedesh, Kh. Qedish 59, 6L, 82 CADMONITAS, TERRA DOS: veja Quedem, Terra de * * * CAFARABIS: Kh. F.l-Bis 227 CAFARBARUCHA: Bani Na'um CAFAR-LAQITAWI: BeitLiqiyah 225 267 CAFAR-HARUBE: Kafr Kharib 265 CAFARNAUM: Kefar Nahum. T. JIum 19, 230, 231. 232, 233, 234, 235, 236. 237, 240, 241, 264, 270, 271 * * CAFAR-SAIAMA: Kb. Salameb 194 CAFARTOBAS: ? kh. 'Atrabba 259, 260 CAFTOR: 66, CHEREIM 11". CREU 253, 271 CAFTORIM: 15

BETE-DAGOM (na Filístia) Bet Dagon, Beit BETE-DIBLATAIM: veja Almom-Diblataim
B F . T E - E D E N : 1 1 5 , 1 2 7 , 1 4 7 , EDEN 1 1 6

BETE-EGLAIM: T. Bet 'Eglayim, T. eWAjjul 24,
2 5 , GAZA " O DESERTO" 2 4 6 ; PALEA GAZA 1 7 6 , TELL E I / A » 17, 18

BETE-EL, BETEL: Beitin 2 , 1 7 , 1 8 , 44, 46, 54, 63,
71, 73, 81. 85. 198,199,260, 86,118,121,134,135,170, 267

— (na Galiléia) Bet Lchcm Ha-Gelilit, Beit í.ah m i l , 113 — (cm Judá) Bet Lehem, Beit í.ahm 3 4 , 3 6 , 81, 82, 94. 100, 119,140, 170,199, 227, 264,
EFRATA 46

BETE-EMEQUE: T. Bet Ha- f Emcq, T. Mimas 71,
113 B E T E - I I A G Ã : / E W V 2 3 , 1 3 1 , GINA 3 4 , 3 5 , GINAE 2 3 6 , 237

*

BETOGRABRIS: Bet Guvrin, Beotjibrin 259, 2 6 4 , 2 6 5 , 267

221, 246,

207
* CAJFETRA: 260 CAIM: en-Nabi Yaqin 140 CAI.Á: Ninrode
* CALBA-. 4 1 252, 253, 254, 255, 256. 257, 258, 259, 264, 2 6 5 , 2 7 0 , 2 7 1 , TORRE DE STRATO 1 7 3 , 1 7 7 , 1 8 1 , 214,217
4 4

DÁC1A: 271 DAFNE: — (na Palestina) Kb. Da/neb 230. ANTIOQIIA 180, 214 — (no Egito) veja Baal-Zefom 182 DALMÁC1A. 271 DAMASCO: — (cidade) esh-Sham (Dimasq) 30, 34, 41,102, 104,116,124,126,127,132,133,134,135, 136, 1 3 8 , 1 4 2 , 1 4 6 , 1 4 8 , 1 6 5 , 1 7 1 , 1 7 2 , 1 7 4 , 1 7 5 , 1 7 6 , 1 7 7 , 178. 179,183, 185, 202, 204, 215, 243, 244, 247, 249, 254, 255, 270, 271,
APIIK 2 3

15,127,136.147.166 *

CESARÉIA: (na flalácia) 271 CESARÉIA DB FIUPOS: veja Panias CETROM: ( — ) 6 8 , 7 2

* * *

CÁLC1S: 202, 204. 254, 255
CALF.BF.: 5 8 , 6 8 , 9 4
4

CALINICO: 178 CALLIRRHOE: veja Zerete-Saar CALNÊ: 116,147 CAMINHO, O: 2 CAMOM. ? Qamm 82 CAMI:S 179

CIIARAX

— (cm Gilcade) el-Kerak 190 (no Golfo Persa) 174 CI1EPIIAR-AMM0NI: ( - ) 121 CHEPHIRAH: T. Refira, Kh. Kefireb 5 6 , 1 Í 0 , 1 7 0 CHIPRE, COSTAS DE : 116, 117

4

CAMUS: veja Camon CANA: (na Caliléia)
CANA 2 3 0 , 2 3 2

*

H Qana, Kh. Qanah

146,

CHIPRE (ilha) 3, 5 , 1 7 1 , 1 7 8 , 1 8 3 , 2 4 3 , 244, 2 5 0 , 2 5 1 , 2 5 2 , 2 7 0 , 2 7 1 , EUSEU 4 , 9 , 1 1 , 1 5 , 2 6 , 6 6 , 6 7 , 1 1 5 , 1 1 6 , IADNANA 1 4 7

— (país) 3 4 , 1 0 1 , 1 0 2 , ARÀ-DAMASCO 118,124,
1 3 2 , 1 3 8 , 1 4 6 , SHA-IMEWSHU 1 3 6 , IJPI 3 4 , 3 9 , 4 1

CANA: veja Cana CANÁ: (em Aser) Qana 71.113 * CANÁ, RIBEIRO DE: Nahal Mikhmar, Wadi Qana
8 , 7 1 , 1 0 7 , RIBEIRO MOCMUR 2 1 2
4

DAMASCO, DESERTO DE: 6, 134 256
0 4

CHIPRE: (perto de Jerico) T. el-Aqabba CIAMOM: v e j a j o c n e ã

DAM 1F.TA: 176 DAMURAS, RIO: 179 DANA: ( - ) 140 DASCiüO; 172 DATEMA: ? T. er-Ramet 190, M A R MORTO: 7 , 8 , 9 2 , 94, 1 0 0 , 1 2 9 , 1 3 0 , 2 0 9 , 210, 219, 220, 225, 258, 260, 264,2Ó5, 267, 269, M A R ORIENTAL
1 6 5 , MAR SALGADO — VALE DO SIDIM 4 5 DEBIR:

CILÍCIA: 172, 185, 249, 250, 253, 270, 271 C1LICIA, PORTÕES DA: 171, 172 CIRF.NA1CA: 243, 244, 270, 271 CIRENE: 1 1 7 , 1 8 2 , 2 4 4 , 2 7 0 , 271 * CIMA: 271 CITÓPOLIS: veja Bete-Seã CNIDO: 253 * * * *
4 4

CANAÁ: 4 , 1 5 , 33, 34, 37, 3 9 , 4 1 , 4 2 , 51 * » * *
0

CANATA: veja Quenate CANDAAR: 174 CANIS: 9, 11 CANOPOS: 182 CÃO, RIO: veja rio I.ico CAÍADÓC1A: 1 6 8 , 1 7 2 , 1 8 3 , 1 8 5 , 243, 244, 270, 271

*

CNIDO, RIO: 172 CNOSSOS: 66, 271 COCHABA: Kaukab COBA: el-Qabu 225 CODE: 66 COELE-SÍRIA: veja Celessiria COLA: Qa'un 212
4

— ( p e n o d o Jordão): ( —) 73 — (em Judá) T. Bct Mirsham, T. Beit Mirsim 57, 6 3 , 8 2 , 1 0 8 . 1 1 2 , 140, QUIRIAI»SEFER 57, TEU.
BFJT MIRSIM 1 7 , 1 8

* *
0

CAPARORSA: Kefer Horsha, Kh. Hureisa 260,
ORKSA 2 1 9 , 2 2 0

264

CAPERCOTNEI: Kcfar Otnay, Lejjun 2 fe, 230 CARATEPE: 147
CARAVANA, R O T A D E : 1 0 , 7 6

DECÁPOLIS: 217, 255 DEDÃ: 15,116 DEIR: — (povoado) Aqr 4 3 — (país) 20 "
4

CARCA: ? 'Ain el-Qeseimeh CARCAR: Kh. Qerqur 127 CARCOR: Qarqar 9 CARIA; 172, 183, 185

49, 50, 51

*
*

COLONA: 172
COLÔNIA: 271

DEIR TASA: 13 DELFOS: 183,243
DELOS: 183,243

*
4

COMAGENE: veja C u m m u h u COPTOS: 182

CARMELO-. Kl). El-Kirmil 92, 94, 140 CARMELO, CUME DO: veja Mie. Carmelo CARMELO, MONTE: 8, 68, 72, 211, 212, 219,
NARIZ DK ANTÍLOPE 2 1 , MIE. DO USUÁRIO 4 1 , R o s u QUEDESH 3 0 , CUME OO CARMELO 1 2 5
4

*

CORAZIM: Kb. Karraza *
4

230, 233
0

DERBE: 243, 2 5 0 , 2 5 1 , 2 7 0 , 271 DERBENTE: 174 DESERTO, CAMINHO: 10, 5 4 , 8 1
4

CORDUBA: 271 CORÉIA: Qarawah 215, 259, 266 CORINTO: 182, 243, 251, 252, 270, 271 COROCOD1LO.N POLIS: T. el-Malat 173, 181 CÓS: 243, 252 COZBA: Kuweiziba 225 COZO: Kb. Qusin 139 CRETA: veja Caftor CTESIFON: 183,243
CUE: 1 0 5 , 1 1 5 , 127,147

DEVELTO: 271 DIBOM: Dbiban 18! 128,155, DIBOM-GATE 52 DIBOM-GADE: veja Dibom
DILEA: ( - ) 140

CARNAIM: veja Carnaim (cidade) CARNAIM: 0 4 4

(cidade; Shcikh Sa'd 1 8 , 4 5 , 1 3 8 , 1 4 2 , 148, 155, 171, CARNAIM 190 (província) 1 4 8 , 1 5 1 , 1 5 6 , 1 5 8 , 1 6 1 , 1 6 5

4

DILMIJM: 20

D1MONA: ( — ) 140
4

4

CARNAQUE: veja No-Amom CARQUEM1S: Jerablus 9, 20, 24, 2 6 , 4 3 , 6 6 , 115, 127,136,147,159,160,166,167
4

DIO: T. el-'Asb'arí

173,214, 215, 217,234 48,103 207, 209, 211, 225

* 102,104
4

DIOSPOLIS MAGNA: veja No-amon DI-ZAABE: ? Dbabab OOCOS: Jebel Qarantal DOFCA: 'Serabit

CULANI: ( — ) 140 CIIM: ? Ras Ba'albek 12, CU.WIDI: 30, 34 CUMMUHU: 147, COMAGENE/147, 243 CUNRÃ: veja Mesade Hassiílim CURDISTÃO: 5 CURNUBE: 19 CURQUE: 26 CUSI: Kuzi 212 CUTÁ: T. Ibrabim CUTEANOS: 221 CUXE: (na África) 1 1 , 1 4 , 1 5 147, 150
4

* *
"

CARQUEOSIRIS: ( - ) 182 CARTA: veja Racate CARTAGO: 117, 271
CARTAS, C A V E R N A D A S : 2 6 9

4 4 0

el-Kijadem 48, SERARIT EL-

KHADEMI 1 1 , 4 8 D O L O R O S A , VIA: 2 3 9 DOR:

*
u 0

*

CASHABU: T. Hashheh 30, 31, 34 CASIFIA: ( — ) 163 CASPEIN: Khisfin 190

— (cm Naftali) ( - ) 108 — (na costa) T. Dor, Kh. El-Burj 17.18, 59, 62,
6 3 , 6 6 , 6 7 , 6 8 , 6 9 , 1 1 3 , 1 4 6 , 1 5 5 , DORA 1 7 3 ,

0

CÁSPIO, MAR: 5 , 1 7 4 CÁSSIO, MONTE: veja Baal-Zefom (no Sinai) CATNA: ei-Mishrifeh 9, 24, 31, 34, 43 CÁUCASO, MONTANHAS DO: 3 CAUDA: 253

*
0

179.181, 214, 217, 218. 219, 241, 254, 255, 264, — (província) 148, CAMINHO DO MAR 10,146 DORA: veja Dor (na costa)
D O T Á : T. fíotan 1 7 , 1 8 , 2 2 , 1 3 5 , DOTAJM 2 1 2

4

CUXE: (na Palestina) 2 3 CUXE HINDUS, MONTES: 174

4

CAZRIN: 241 CEDROM: T. Qatrab 208

DOTA1M: veja Dotã
4 4 4

CEDROM, RIBEIRO DE: Wadi en-Nar 114, VALF. DO
CODROM 2 0 5 , 2 1 6 , 2 2 2 , 2 3 9

D
DÁ: (cidade) T. Dan, T. el-Qadi 17,53,68,106,
1 1 8 , 1 . 2 4 . L \ i s 2 2 , 2 3 , 4 5 , 6 4 , QLEIAR-DÃ 2 3 0

DRANGIANA: 174 DRAPSACA: 174 DRIMO: 219
DUMÁ:

*

CELENA: 172 CELESSIRIA-, 185, 202, 204, 215 CENCRÉ1A: 251, 270, 271 CESARÉIA: (na Palestina) II. Qesari, Qaisariyeb 19, 221, 223, 241, 244, 245, 246,247, 249,

— (em Judá) Kh. Domeb ed-Deir 140 — (na Arábia) Dumet ej-Jendal 9,115, 166
4

(tribo) 68, 70, 82, 107, 108, 165
D A B E R A T E : Daburiyeb 60,108

DURA-EUROPOS: es-Salibyeh DUR SHARRUKIN: Khorsabad

166,185, 271 147

DABESETE: ?? T. Shem, I. esb-Sbammam

72

4

224. BAIXO: veja Egito EGITO. T. 1 2 0 — (dos filisteus) T. 12. 1U0. 15. 185.) 140 F. 1 4 1 . 1 5 2 . 83. 79. 1 3 0 . 210. 5 2 . 1 7 2 . 113. MAR:" 172. * * Er-Ramlab 34. 214.) 140 140 * ESBO: veja Esbom ESDRELOM: — (cidade) veja Jezreel (issacar) — (vale) veja Jezreel. 171. 37. 1 7 3 . 2 5 8 FARFAR. 144. 208. el-Hamma FILISTEUS. 112. 117 GADORA: veja G e d o r ( e m Gilcade) GALÁCIÂ: 185. 1 7 7 . 140 ETER: T. 154 FILISTEUS: 79. 30. 27. 2 7 1 . F A V U . RIO: 3. El-'Ater 140 EUFRATES. 1 4 7 . 'En H a d d a . ALTO: veja Egito EGITO. 1 4 5 . C A M I N H O PARA O D E S E R T O D E : 1 0 . 105. 1 5 4 . 1 2 7 . 257 G A R I S : K a f r Kana 230. 211. 2 1 4 . 1 4 0 . 100. 7.133. Carmclo) Mishmar H a ^ m e k Tel Abu Sbusbeb 211. 2 4 4 . 1 2 9 . 1 1 2 . 2 6 5 . Gat Hefer. 1 6 2 . 33. 140 241 ESTEMOA: ex-Satnu'93. 4 Eton. MONTE: Jebel Islamiyeb EBEZ: ( . 84. 8% 90. GATE-PADALA 34. el-Kbalasa EMAÚS: 'Imwas 266. 1 6 2 FILISTEUS. 163. 244. 244 ELATE: 'Aqabah 9.) GAÜES. 16. 1 5 4 . 10. 271 EFRAIM: (tribo) 5$. NEÁPOLIS 2 2 4 . 233 * EMATA: Hammat-Gadcr. 2 6 4 . ACARO. 2 7 1 (em Fayum) 182. T. 105. 234. 201. 244.) 72 EFES-DAMIM: 91 ÉFFSO: 172. 56. 174. FARA 254. 256. O CAMINHO DA: 8 8 . 108. Ain Jalud EN-HAZOR: ( .92. 1 8 0 . MONTE DE: 8. 165 EGLAIM: IRujm * * 0 GATE-HBFER: T. 1 6 6 . "PRÊMIO o o s REIS" 2 7 . 2 7 1 GÁLLA: 2 7 1 GALILÉLA: 3 0 : 1 2 5 . 10 214 224. 82. Vale de * * GAMALA. 1 9 0 . 3 2 FILIPOS: 243. 271 FRONTE IRA. 20. FORTALEZA DE: 92 EN-GEVE: veja Afeque EN-GIOM: 'Ain Sitt Maryani 114. VALE DE: Wadi es-Sant 91. 1 7 7 . 145 EL-AMARNA: veja Aquetatom EL-AMRA. 37. 147.) 72 * * ECAJLATE: 147 ECBATAÍSA: veja Acmeta ECDIPA: veja Aczibe (em Aser) BGREBEL: veja Acrabcta ECROM: T.73. 8 2 . 41. ESTRADA PARA: 10 EFROM: veja Gefro EFROM. 259. 2 0 . 9 . 6 6 . ESTRADA PARA A TERRA DOS: 10. 2 2 8 .113 75 * 107. 8 2 . 144 18. 84. 110 EFRAIM. 34.152. 265 * EDESSA: E (na Macedônia) 2 7 1 (na Síria) 185. 214. 1 2 9 . 89. Ainjidi (T. 26. veja também Maiumas GAZA. 191. 71. 1 8 7 . "O DESERTO": Veja Bete-Eglaim GAZARA: veja Gezer GEBA: — (em Benjamim)/efor 88. 1 0 5 . 221. 200. 'Eter. 255. 125. 15. 144. 142. 221. 2 5 6 . A: veja Masada FÓRUM DE ÁPIO: 253 FRÍGIA: 172. 181. 69. 260 * * GARABA: 'Arrabbeh 213.DOM. 13> } 1 4 4 . 264. 214. 164 ELEXJS: 172 ELEUTÉRIO: 179. 271 ESNUNA: 20. GTBF. 114 'AinHocIll * 203. MAR DA: veja Quinerete. 230.) 107 EL-PA4: veja Elate EI. 115. 159. 270. 230 * * GATE-PADALA: veja Gate (c m Sarom) GATE-PARÃ: ( . 250. 183. 2 5 5 . 1 7 1 . 1 4 1 . ? 'Ain Farah 1 9 8 . 2 6 5 . 2 5 1 . 1 7 8 .71. 254. 243 * * 170. 2 4 3 .M 200. 256. 15.257 el-Qaslellò * ESMIRNA: 270. 31.N-ANABE: veja Quiriate-Anabe EN-DOR: ? II. 8 0 . 63. 73. 2 3 0 . 180. 5 2 . Kh. DEMOS DOS SELÊI/CIDAS EL-BADARI: 13 ELEASA: Kh. 2 5 4 . 51. Kh.) 7 2 EN-MTSPA: veja Cades-Baméia ENOM: 229 EN-ROGEL: BirAyyub EN-SEMES: 'KnHod. Safsafot.TECOM: ( . 80. 254. EL-PARÃ 2 4 . 107. 2 6 5 . 151.169 72. 204 EL-FAYLM: 13. 94. Aitun 22. 1 3 5 E D O M . 24. 243. 149. 257 GATE: — {em Sarom) Jett 30. 1 6 4 . 258. 1 1 3 . 25. 251. 108 72. 230. 227. 39 ETAM: Kb. 4 . 32. 214. fJ-'Asbi * 4 197 181. Ez-Zurra' 145. 183. 9 2 . CAMINHO PARA A TERRA DOS: 9.ATE-ELOIM 8 6 — ( p r ó x i m o ao rnte. 148 GALIM: ( . 13 ELÃO: 4. 181.256. 253 EGINA: 270. EBENÉZER: 'Izbel Sarta 83 : 84 ELTEQUJK: ? 1". 265. 180. 252. 1 6 0 .105. TELL ESSAFÍ BAIXO EGITO 20. 4 8 . 244. 219. 104.18 1 5 4 . 175. 7 5 . MAR: veja Mar Negro EXAJtOTE: veja Quislote-tabor EZEM: ( .208 E EBAJL. 178 * * EUXINO.123. 2 3 3 . 215. El-Kboksb 119. 1 6 6 . 1 6 1 . 223. 1 1 6 . Slialaí.) 1 Í 0 139 * 8 FASAELE: 172. 1 5 0 . 241. Safit. 24. 27. 1 8 . Halusa. 96 EN-GANIM: — (em Issacar) Kb. 271 . 1 2 Ü : 149. 26. 118. 2 6 5 . 2 4 4 . 260. 5 2 — (cidade) Ummel-Qeis 179. 220. 156. 259. SILE 9. 219. 7 8 . el-Ahdab GANDARA: 168 214.91. 270. ETÃ: ? T Abu Seifeb 48. 152 F. 255. 271 EGITO: 4. G GABALIS: EL-Jiblin 214 GABAOM: veja Gibeão GADARA: 108 EDOM: 52. 179. 23* 165 G A D E : 6 8 . es-Safi 34. ANTIOQUIA SELÊUUA 1 8 1 EDOM. BERENICE 1 7 8 U GAUGAMELA: 174. 26. el-Kheleifeb 141. DESERTO DE: 6 EDRE1: — * (distrito) 233. 1 3 7 . 1 5 6 . 220. ELEFANTINA: 182 : IERF. 1 6 0 . 2 6 4 .108. 211. 206. 36. 2 1 7 . el-Jalameh 177 214 EGLOM: 1. 1 9 9 . 7 0 . 2 3 7 . 233. 243. 80. 221. Safsafeb 60.140. 8.152. 256 GAZA: Aza. 146. 217. 7 4 . 171. 165 * EN-IIADADE: T.) 140 ELUSA: H.) 140 EZIOM-GEBER: T. ALTA: veja (ialileia GALILÉIA. 2 0 ESÂ: ( . 220. 212. 9 8 . PA-CANAÃ 3 7 . 234. 257. 223. 2 4 6 . 243. 223. 210. 108. 1 9 9 . 2 1 8 . 2 6 6 ALTAGAULÉIA. RTO: Nahr el-'Aivaj * 0 202. 221. 1 7 6 . (em Basã) Dera' 2 2 (em Naftali) ( . Kh. 133. 267 EMIM: 4 5 ENÃ: ( . 9 4 . 86. 150. 1 5 6 . El-Muqanna' 69. 250. 2 6 5 — (próximo ao mte. 58. 215. 37. 228. F * FACUSA: ? Gósen 182 FARA: veja Faraton FARATON-. 2 6 7 . Et-Tell 158 139 GEBA: ( p e r t o de Samaria) Jeba' GEBAL: veja Biblos GOBA-TOMÃ: 3 0 . 68. 223. 181. ESTRADA VARA: 10. Efraim) Kb. Beit Jann — (em J u d á ) ( . 271 DEN: veja Bete-Eden 55 * * EBEN-EZER. 70. 174. 1 3 . 79. 146. 1 4 7 . 1 4 9 . 185 GAULANA: veja Golã GAULANITA: 215. 1 0 7 . 80. 69. Miqne.254. 35. 1 4 9 . 1 3 6 . 1 Ü 7 . 1 0 3 . 6 9 . 17. 8 9 1 8 6 . 1 6 0 . MONTE DE: Har M a t a . 1 6 6 . M 182 EL-GIRZÉ: 13 EL-HIBA: 26 ELISEU: veja Chipre (ilha) ELMATÂ: Immatin ELOM: ( . 64. 120. 2 6 7 .) 140 EN-GED1: ' E n G e d i (T. 1 7 1 . RIBEIRO DO: Wadi el-'Arish 6. 1 0 4 . 217. 48. 2 7 0 . Jurn). 21. 1 4 . 1 6 1 . 142. 1 5 2 . 43. 212. 229. 1 0 8 . mar d e GALILÉIA DAS NAÇÕES: 146. FLORESTA DE. 140 H1TA: d-Hayit EL4. 65. 3 3 .108. 141. 270. 269 EN-GED1. 48 FILOTÉRLA: veja Bete-Ierá FORTALEZA. 5.) 139 GATE-RIMOM.141. E R E Q U E : 13. 115. 43. VALE DOS: WadiBeilHamna ESTAOL: Eshtaol. el-IIadatbeb EN-HARODE: : En Harod. 184.173. 252. 83. ?Ramia. 243 ESPIAS. 4 3 ESORA: veja Jazer ESPARTA:183.154. Goren). 214. 2 5 2 .107. T esb-Sbulluf ELTOLADE: ( . 26. 1 9 6 . 208. 1 9 8 . 2 5 6 . 252. 81. 116. Kf). íshwa' 64. 217. EGEU: 172 EGEü. GALILÉIA. 231. 7 6 . 2 5 6 .149. 183 ° ° ° FAYUM: veja EL-Fayum FENÍCIA: 4 . 255. 106. CAMINHO DOS: 50 ESP1NHEIROS. 265 FÊMIX: 253 FILADÉLFIA: — — — (na Transjordânia) veja Rabatc-Bene-Amom (na Ásia Menor) 243. 1 5 9 . 2 5 4 . 227. 249. 18. BAIXA GAULÉIA 2 3 0 — (povoado) veja Ofra (cm Bcnjamin) EFRAIM. 3 5 . 251. 201. 1 7 8 . Ghazzeb 1 7 . (satrapia persa) 168 EGITO. 1 7 4 . ALTO EGITO 2 0 . 125 EFRATA: veja Belém (em J u d á ) EFRATA.

Q:Jimzu GIOM: — (Nilo branco?) 14 — (perto dc Jerusalém) veja En-Giom G1TA1M: Rainla Er-Ramíeb 83. 95.108. 1 1 2 . 1 1 9 . 108. El-Mafjar 54. llizzin HAZOR: — (em Benjamim) veja Baal-Hazor — (em Naftali) T. 71. 8 7 . 108 38 * * * 34. ANTIOQUIA 1 8 1 — (região) 233. T. 24. 241.209 GEDER: veja Gerar GEDERA: ( . 1 4 6 . 99.136 HATUSA-. 68. — — (povoado) Ham 4 5 . GAZARA 1 8 6 . 4 6 . 71. TERRA DE: 113 * GERGESA: Khursi 233 GERIZIM. 90. MONTE: veja Mte. 1 0 6 . 87. 2 1 5 HAMATE: — ( n o vale d e Bete-Seã) T. 2 5 4 . 23. 249. 214. 243. 1 2 0 . 1 9 6 . 30.157.15. 211. 260. 4 . Hadar 30. 1 1 5 . SERRAS. 1 7 1 HAVILA: 1 4 . 214. 9 6 . 6 9 . 222 94. 204.) 140 H E T E : 4 . 1 0 9 . T. 51 HAZAR-ENAN: Qaryatein HAZAR-GADÁ: ( . 1 1 3 HAZAR-ADAR: ? Win Qedis 49. el-Qedah 9 . * * Hammam HEZROM: ( . 241. 9 8 . 55 145. 259.200. 85. 256. 264. 150.140 HOR.124 GETSÊMANI: 239 GEZER: T. 2 5 9 ° * * * HAMATE: — (cidade) Hama 13. 30. Sinai 50.) 140 G\M7. mar d e GERAR: ? T.167 HAR-HERES: 6 1 8 3 . el-Haditheh IlADRAQUE: 150 HAFARAIM: et-Taiyibeb 72.165 G O L Ã ? S a h m e l . 171.26 HAURÃ: — (montanhas) 132. 90. 134. 260. 5 7 139 2 0 9 . Wadi esh-Sbari'eh * 22. 265. 198. Qashish. 208. 2 4 3 HIPO: GILEADE.) 140 GEDOR: (em Judá) Khjedur * GEDOR: (em Gileade) T. 2 1 5 . 140. 258. 271 GÓSEN: — (cidade d e Judá) T.181. 6 3 .) 140 * GIBEÁ DE BENJAMIM: veja Gibeá GIBEÁ DE SAUL: veja Gibeá (em Benjamim) GIBEATE-ELOLM: veja Geba (em Benjamim) GIBEATE-QU1 R1ATE-JEARJM:! Abu Gbosb 84. 192. 57. 113 T. 6 0 * 0 — (cidade) QaVat el-Husn 181. 217. 24. 223. 48 140 158.) 110 GRDEROTE: ( . 2 6 5 G O F N A . Kh. MOmV. 233.170. . 216. 68 GILBOA. 154. 9 7 GILEADE: 7. 1 5 1 . 9 9 . 271 HIERONPOUS: 184 HIFASES: 174 HILAKKü: 147 H1NOM. 147. 93. 1 2 7 . 7 2 . 1 0 8 . — (em Judá) ( . GBDER 6 3 . 199. Ai. ASOCHIS 2 1 3 . 1 0 8 . 4 5 * GÓRDIO: 1 7 2 . 50. 1 8 3 . Jezer (Abu Sbusbeb) 1 6 . 2 6 . el-Qassis 30. 6 9 . 256. 152. 264 * * GORTÍNA: 183. 1 4 0 . 231. 1 0 . Halif. eí-Ful 81. 1 9 3 . FONTE DE: veja Fn-harode HAROSETE-HAGOIM: 59. 247.149 GIBEÁ: — (em Benjamim) T. 26.106. 150 GRANDE MAR: veja Mar Mediterrâneo GRANÍCO: 172 G R É C I A : 1 8 5 . 'Arpad. 1 7 . 71. SUBIDA DE: 131 GENESARÉ: veja Quinerete GENESARÉ.182 HERACLEÓ POLIS: veja Hanes HERÁCLIA: 243. VALE DE: Marj Qadas 203 HAZOR-ADATA: ( . 9 8 . RIBEIRO: Nahal Gerar. 265 HESMOM: ( . 244 HERATE: veja Artacoana HERMOM. 56.196. 56.) 1Í0 GEDEROTAIM. Gczcr. 2 5 4 . 2 6 0 HADIDE: T. 65. 254.159. T.193. 8 7 . 1 7 2 . 73. 1 5 0 . 1 3 6 . 265. El-Mird 214. GIBEÁ DE BENJAMIN 8 8 . 186.) 182 IIELÃ: ? 'Alma 102 HELAS: veja Grécia HELBOM: Kbalbun 116 HELCATE: ?T. llannaton. EL-QASSIS 1 7 HABOR: Kbabur 3. 267 HESBOM: llisban 18. 155 GERAR. 17: 18. 36.ULUS 2 5 8 . el-Hammeb — (em Naftali) ? Mamei Teverya. GILEADITAS 1 8 1 .126. 59. 140. 'Alil. 58. 92. 144 HA DATA: Arslan Tasb 136.111. 224. GADORA231. 154. 53. 2 5 6 . QLIRIATE-ARBA 4 4 . 221. el-Khalil 24. 2 0 6 . VALE DO: 73. 2 1 4 . 1 0 7 . 241.) 7 3 * * GUINÉ: veja Bete-Hagà GUISCAU: Gush H a i a y j i s b 213. 2 2 1 . Tabariyeb 41. EFROM 1 9 0 JHAZAK-SUAL: ( . 8 3 . MONTE: Jebel Hulaq 8. Jedur 255. TEU. 24. 215. 264. 2 2 3 . ( . 1 9 0 . 108. HELAS 1 7 2 .OM: el-Jib 17.) 4 4 . 1 0 8 . MONTE: 8 GILEADITAS: veja Gileade GILGAL: ?kb. 214.9. 20. 231. 230 HANES: Ihnasiye el-Medineh HF. 19.) 140 HEBROM: Hevron.133:134. 2 1 4 .171. Kh. 2 1 4 .125. 1 0 0 . 44. SAUL 1 8 .) 140 HICSOS: 2 4 HIDASPES: 174 HIERÁPOL1S: 270. 95.135. 140 GIBF. 265. 9 0 .J o l a n 108. (—) 140. 59. 1 9 5 . 147 HADAZA.166. JAVÃ 1 5 1 7 9 . 1 1 5 . 2 5 5 * * 22 GOFNA: Jifnah 1 8 6 . 256. 7 8 .194. 264. 211. 34 GEDROSIA: 174 G E F R O : ET-Taiyibeb GHL1LOTH: ( . 266 GILO: ( . 2 1 4 . 266 — (país) 1 0 4 . 62. 231. 1 1 5 . 125. 71. 1 5 HAVOTE-JAIR: 65. 150 * * 0 HAJDARA: Kh. 42. 102. 3 4 .152. Ras 'Ali 12. ÁGUAS DE: veja Quinerete. 100. 1 1 6 . 259. 258 * HEFESTIO: ( . Hadid. * GOURABE: 182 GOZÂ: 9. 107. T. 4 3 . 259. 0 GOLASQUERD: 174 GÓLGOTA 239 GOMORRA: ( . 3 9 . 51. 1 4 7 . 2 4 3 .11. * 1 2 0 .113 * HALIS: 3 .195.217. 255. RIO: 172 HECALIM: veja Bete-Semes (em Naftali) HEFER: (família) 65 HEFER. 71. 1 4 6 . 4 5 . 113. 109. 6 8 . 2 2 1 . 160. 1 5 9 . 214 GIBETOM: Kh.18 : GIBEON1TAS: 56. 217. 265 — (província) 1 5 1 . 136. 1 5 8 . 50. 55. 1 2 7 . ESBOS 214. MONTE: — (no Neguebe) ??'lmaret el-Khurcisheb — (no Líbano) ? Ras Shakkab HOREM: ( .171. 72. T.154. 1 0 5 . 9 8 . 6 3 . 2 5 9 . ANTIOQÜIASOBRE-CR1SORROAS 181 H HÃ. 8 0 . IMPÉRIO HITITA 3 7 .113 170 * * 4 HELEFE: ? ü . 210. 1 8 8 . 2 2 3 . 266 HASSUNA: 13 HATINA: 127. 217. 1 8 5 . 22.) 140 HAZAR-MAVETE: 15 51. MONTE: 8. 3 7 . 213 HERMÓPOLIS: 164. 63. 18.197 GAÜLANA 214. 200 : 201. 2 1 9 . HITITAS 2 6 HALAQUE. Kbuweilifeh — (região n o Egito) 47. 'Irbadeh 71 ? 72 HELEQUE: 65. Abu Ilureireh 122. 6 8 . 3 1 . 257.) 93 140 * IlAZELÁ: Wadi Dabr 225 HAZEROTE: — (no Sinai) ? 'Ain Kíjadra 48 — (em Samaria) ? Aireh csh-Shamaliyeh * HAZI: ? T. 1 8 7 . 74.146 HAZOR. 100.IS: 174. 1 3 9 HOLON: ( . 2 6 4 .170. 205. 6 6 . 4 1 . 2 4 3 H A L U L : lialbul 1 4 0 . 265 GUR. 75. 195. * 35. 8 6 . 1 2 7 . 139 HELIÓPOI. Jebel el-Tur 19. 52. 1 0 1 . 6 5 (raça) 15 * * HE8ROS. 225. 202. 77. 242 — ( r e g i ã o ) AURANITAS 2 2 1 . 69 HALI: ? T.) 72 51 HOREBE.124. 2 6 5 . veja também Adasa H A D E R A : 16 * * GERMANIA INFERIOR: 271 GERRA: 179 GESUR: 34. 9 4 .146. 192.) 140 HAZAR-SUSA: ( . Haror. Ilazor. 30. el-Bedeiwiyeh 147.171. MONTE: 8. Ras el-Humeid 3 0 . 30. IMPÉRIO: veja Hete HITITAS: veja Hete HOGLA: 6 5 . 1 6 5 . 86 . 1 7 1 GABAON 256 HAMATE GADER: 241 HAMOM: ümm el-'Awamid HANATOM: T. 234 HIRCÂNIA: — (cidade) Kh. 127. 0 HARÃ: tiaran 9 . 113. 217 — (província) 174 * * * HISPALIS: 271 HISPANIA: 271 HITITA. 2 0 0 . 1 7 4 HALICARNASSO: 1 7 2 . 34. 2 0 . 1 1 2 . 259 (na Transjordânia) Jerasb 173.) 108. 107 11ARODE. 258. 4.RACLEOPOLIS 182. 197.143. * GURGUM: — (cidade) Marash — (país) 147 GUSH-HAJLAVE: veja Guiscala 9 8 GERASA: — — (no distrito de Acra beta) Jureisb 258. 2 6 .182 HERÓDIO: el-Fureidis 260. 1 9 4 . 214. 2 6 7 . 6 3 . GIBEÁ DF. 1 8 7 . 165 — (província) 148 19.

265. 212. Befameh 30. 236. Yanuh 71 — ( p e r t o de Tiro) J a n o a m Yanuh 146 JANUM: ( . 1 1 3 . 202. 140 0 IFTAEL. 220.170 — (em Issacar) ? Kokhav Ilayardcn. 2 5 4 . 1 9 9 . 2 2 5 .71. 1 9 5 . 1 6 5 * ISSO: 172 * ITABYR1OM: veja Tabor.141. 199. 231.7 1RPEEL: ( . 2 4 4 . 241. 258. 53.119.161.162. Yizre'el.162. 2 6 6 . TululAbu el-Vlaiq 173. 1 6 2 . 2 5 9 . 19.18. — LIVIAS223 JEMDET NASR: 13 JEMNAÃ: v e j a j a b n e JERICO: T. 1 0 4 . 217. 223. 1 8 6 .) 94. 259. 114. 246.) 140 T. Yafa 1 0 . 1 5 4 . 206. DESERTO DE: 6. veja também Israel JUDÁ. 1 0 8 . er-Rameb 259. 214. 217. 200.152. 209. 190. 215. 247.140. 5 7 . 219. el-Maqlub 87. 1 9 6 . 7 2 . 241. 260. 1 7 9 . 2 4 6 . 229. 120 JAFÉ: 15 JAFIA: Ya/a 60. el-Mesi 27. 249. 73. Yin'am.145. 7 1 . 220. 131. Yibna 141. 185. 2 5 8 . 108 JABES-GILEADE: HORONAIM. 8. 212. 208.Watn — (emJudá) vejaJabnc JABOQUE. 202. CAMINHO PARA O MAK: 10. 265. 254.210 * HORITAS: (na Palestina) 124 HORITAS: (na Mesopotâmia) 24 HÜRMA: * IURZA: T.179. 211. 1 9 6 . 217. 250. 192. 37. 241. 214. 1 1 0 . 270. Yarrnut. 7 8 . 2 5 7 JOTBATÁ: ? ° JOTBATÁ: Kaukab el- Tabbeh 48 Ain el-Ghadian 112 * * * IEBE: veja Elefantina IENISO: 171 IEÚDE: JUDÁ: 58. 200. en-.141. 30. 23. 260. 2 1 2 . 106. 32. Avalon JARMO: 13 JARMUTE: — (em J udá) T. 242. 155 LACASA: Qisweb LAGAS: 2 0 . 267. (província) IÉÍDE 1 7 0 . SALÉM 4 4 . JUDÉIA 1 8 0 . 1 8 2 . 1 1 2 . 210. 42 IA. T. 186. 2 6 4 . DESCIDA DE: 128 H O R O N A I M . 251. 8 1 . 161. 217. 170. 1 9 4 . 107. 271 ° JORDÃO (estado m o d e r n o ) : 5 JORDÃO. Yaliain. 1 9 2 . Y o d e f a t . mar (R-HANASII: Kb.158. 1 4 0 JATIR (na Galiléia) Y'atir 30 JAVA: veja Grécia JAZER: * * IAZITE: Yasid 139 IBIO: 182 IBLEÃ: Kh. DESERTO D A JUDÉLA 1 9 8 . VALE DO: 4 4 . 1 6 . 2 4 3 . JUDÉIA 2 1 3 . 231. 22. 257 * * JA5UBE: K w k / 1 3 9 JATIR: (em Judá) H. 244. 8 3 . Attir 93. Ytmma IAMADE: 24 Nabr es-Zerqa 6. 204. 220. 206.215. 5 2 .132. 247. el-Mazar 108. 22. 265. ESDRELOM 206. IY1M: ( . 1 9 4 . 72 JÜCNEA: T. 259. 254. 72 IIRO. VALE DF.) 140 ° " JARCOM: N.207. 223. 6 3 . ORONAIM 2 1 4 J JAAZ: ?Kh. el-Yubudiyah 107 — (província) veja Judá 1ETÁ: ( . 2 1 4 .) 140 ITUREUS: 217 JERUSALÉM: 17. 245. 1 8 3 . 9 4 . 1 9 8 . mre. 124. 1 3 0 . - (região) 9 0 .176. 1 2 0 . 30. 2 5 3 .) 140 HURRU. 1 8 1 . TERRA DE: 27 I 72 JABNE: T. 216. 1 7 1 . MONTE: 3 8 IAXARTES: 174 Kb. 7 5 . 197. 190. 256. 218. 206. 267. 266.34 JESUA: ? T. 1 4 9 . Halif. 267.144. 2 5 1 . 113 71. 1 7 . 8 0 . 131.163. el-Kbuleifeb 57 1 4 0 ZÍFATF. 228. TERRA DE ISRAEL 1 1 6 . 1 9 9 . O VALE 7.JEMNAÁ212 JABNEEL: JOGBEA: el-Jubeibat 76 JOCDEÁ: ( . 217.JÀMNIA 173. 28. 30. 41. 258. 1 8 6 . ITÁLIA: 243. 1 5 2 . 227. 2f. 200. 238. 190. 259.) 73 JAGUR: (em Judá) ( . Kh. 6 9 . 208.18. MONTE: 8. 1 2 5 . 1 0 0 . 192. 171. 215. 230. 56. 1 0 6 . 105. MAR DF. JABNEBL73.) 140 (em Issacar) T.169. VALE DE: 7. OCEANO. 2 1 0 . 7 4 . 219. 1 3 5 . 106. 259 JOTBATE: H.159. PALESTINA 4 . 265. 218.133. 207.134. 237. 7 0 . MEMSATE 1 5 2 . 72. 192. 231. 2 4 6 . 1 5 5 . 217. 237. 30. 171. CAVERNAS DO DESERTO: 16 JULIAS: — (na Peréia) 209. 260. 1 8 1 . 8 4 . Banit 230. 225. 264. Yatir. 207. 266. 255. 236. Wadi ilusrarah 8 . 2 7 0 . 30.) 140 177 181 JESANÁ: Burj el-Isaneb 121 . 3 4 . 221. 250. 96. 9 8 . 1 3 8 . 221. 241. 6 8 . E S T R A D A PAKA: 1 0 * HORVATE UZZÁ: 141 HOSA: veja Usu HUCOQUE: ?? H. ESDRELOM 212. 34. 1 0 8 .) 163 ÍNDL\: 1 6 8 .152.177. 229.) 140 JOCMEÃ: ?T. 1 7 4 INFERIOR. 213. 258. 201. 1 9 0 . 258. 229. 1 8 4 . 187.144. 211. 257 JEZREEL.211.) 140 ISRAEL: 5 .) 107 ITNÃ: ( . 57. 211. 7 9 . 1 9 3 . 5 4 . JOTAPATA 2 3 0 . 9 9 . 113. 69. 1 9 6 . Yoqncam.108 JOCTÃ: 15 JOCTEEL: ( e m J u d á ) (—) 140 — (em Edom) veja Sela JOPE: Yafo. 2 6 5 . 59. 265. 2 7 1 IDALÁ: ( . 211. 2 5 2 . 228. RIO: 27. 214. Zerin 95. 6 3 . 1 8 1 . 111. 243.72.115.) 140 JÀMN1A: veja Jabnc T. 1 0 0 . 154. 149. En-Nahas 155. 1 3 4 . 240. 6 2 . 174 * * * * * * ° INDO: 1 6 8 . 247. 71. 223. 1 9 8 .) 7 2 * IDUMÉIA: 170. 2 6 0 . MONTE: 73 JEBUS: veja Jerusalém JECABZEEL: ( . 230 IYR-ABARIM: ? el-Medeiyineb 52 50. 269 JIJDÉIA: veja J u d á JUDÉIA. G a m m o n . 2 7 0 . 1 1 0 . 92. 1 3 . 220. Iqrit 30 IPSO: 185 IRÃ: veja Pérsia IRAQUE: 5 T. 255.146. 57. es-Sa web 170 JEZKEEL: (em Judá) ( . T. 267. 1 2 0 . 1 3 5 . 2 0 6 . Kh. Jeshu'a. 259 JORDÃO. 223. K h . 258. 8 . 19. 236. 244. JESUS 6 8 . 257 — (cultura) veja Shaar Ha-Golan IARUMTA.109. El-Medeiyineh 128. 211 JAMNITE: JANOA: — * * (rio) 6 . 1 3 3 . 174. 1 9 1 . 4 1 . 108. 1 3 3 .118. 41. 264. ESORA 212 JEAJRIM. 56. 1 7 1 . 46. 214. AGRIPINA 230. Yarun 146 IJOM: T. 2 1 9 1SSACAR: 5 9 . 258. 215. 254. 256. Ü-Jemeijmeb HUMTA: ( . 222. 175.: 5 3 JERUEL. Kh. ed-Dihhin 23. 2 4 5 . 4 3 LAÍS: veja Dã (cidade) LAMAS: ( . RIO: 8 . 2 5 2 .: veja Vermelho. 259. 213. 93. 256. 264. 8 4 . 146 * * ILHAS DO MAR: (satrapia) 168 ILIOM: veja Tróia IMRR: ( . 244. 257 JARETITAS: ( . 48. 229. 1 2 9 . 209. 104. 165. 1 0 8 . 140 K 0 KUWEIT: 5 L * * * LABÃO: T. J e f a t 146.158. es-Sultan 1 2 . 230. 1 0 1 . 2 7 1 . 1 9 3 . 4 5 . 1 8 8 . 175. 260. 1 9 5 . 1 0 1 . 1 2 1 . 3 4 . 207. 17. 220. 173. 237. 2 1 8 . 201. H O R O N A I M : ?el-lraq 1 2 8 . 54. 1 8 . ANTIOQUIA JUTÁ: Yalta 108.154. 255. 204. 213 217.140. 2 6 7 . 112. 9 9 . 259. MATA DO: 7 JUNCOS. 127. 2 6 6 . 225. 269 ÍNDICO.177. 1 8 0 . BETE-RAMATA J E R I C O . 2 6 5 . PORTO DE: Minei Rubin 181. 8 2 . 52 JUNCOS. 255. 1 8 9 . 1 4 4 . 189. El-Yarmuk 63. Hasi. 270. 1 8 7 . 255. 68. 7 3 . 53. 63. 22. T. 210.161. 259 lANOAM: 34. 181. 220. VALE DE: W'adi el-Malik 71. CABZEEL. 1 0 7 * J O R D Ã O . 188.Jahzah 52. 75. 3 5 . * * * 4 IADNANA: veja Chipre (ilha) IAHAM: T. 36. VALE DO ALIOM 2 3 6 — (em Naftali) T. 258. DESERTO DA : veja Deserto d c Judá ° * JUDÉIA. T. 182. 143. 1 4 6 . 208. 1 8 2 . D E S E R T O DE: 129 — (em gaulaniras) veja Betsaida JORDÃO. 1 0 0 . . 9 8 . 7 1 . 201.NÓPOLIS: 271 IAQUM: 17 IAJICOM: veja Jarcom * ° » 1ARMUQUE: * * JÂMNIA. 57 JUDÁ. 7 6 . Qeimun 18.M. 206.170. 202.199. 254. 257 — (em Efraim) Kb. 261. 271 ITLÁ: ( . 177. 1 3 7 . 28. 103. — (cidade) Yehud. 137. Abu Seleimeb 149. 209. C A M I N H O PARA O : 1 0 JOTAPATA: v e j a j o t b a t e BALAMO 2 1 2 I C Ô N I O : 9. 221. 63. MAR: veja Golfo Persa 1NSÀ: Hmibun 30 IÔNIA: (satrapia) 168 IOQUERETE: H Yorqat. 97 Yavne. 223. Kb.167. Hauia 108. 258. Es-Sar 5 2 . 1 7 4 0 1 9 2 .) 140 ?Kh.

252. TELL EN-NASBEH 1 7 . 56. 2 5 1 . 104. 2 8 . el-Malbab 108. 59. MOABITAS 1 8 1 . 174. 32. 1 5 4 . 2 6 9 . 1 2 . Ribeiro d e MODIM: Midya MOÉSIA: 271 MOLADA: ? H. CIDADE DO SAI. 2 2 6 . 271 LAQUIS. 3 5 . T. 155. KH.106. Mehoz.158. 1 7 . 1 4 7 . 244. 76. 6 3 .113 * 9. 1 7 . 252 : 270. 1 0 3 . 2 1 0 . 1 8 — (região) 66. 6 8 . 260. 2 7 0 . 2 4 . 1 9 . 1 2 3 . 73. 270. Ma'in 9 2 . 82. 242. 1 7 2 * MAGÍJR.69 LiVIAS: veja Julias LODE: Lod.FOTE (-MAIM): veja Rio Litani * 244. 266. M I T A N I : 4.154. el-Ludd 22. - (satrapia) 168. 258. 8 9 . 2 4 4 . 1 7 8 .257 ló. 1 5 0 . 165. (MOFE) 9 . 7. 1 5 6 . 176.155. el-Jemid MADAI: veja Media MADAIJROS: 271 MADMANA: Kh. 2 6 . 8 . M * MAACA: 23. 1 4 0 MAOM. 243 M Ê N M S : 164. 259. 271 LO-DEBAR: ? Umm ed-Dabar LUDE: veja Lídia LUGDUNO: 271 LUXOR: veja No-Amom 0 M/VSALOTE (ARBELA): Qalat * * * * * MASSAGA: 174 MASSAGETAS: 174 MASSILIA: 117 MAURETÀNIA: 271 JbnMa'an 196 * MIRIANDRO: 172 MI SAI. Goded. 36.63.214. RIO: 8. Lib 214 LEONTES: 202 LEONTÓPOLIS: 182. 228. 3 9 . 271 140 * * * el-Gharbi 46.265. 253. 174. 2 4 2 . 69. edb-Dburur 3 0 . 1 7 8 . 1 4 6 MICMETA: Kh. 1 9 2 . Kherebeit el-Waten 170 M O R É . T.PLANÍCIES DE: 52. 131. 1 8 MÍSIA: 172. NOFÍ. 143. Kisan 23. 1 4 6 . T.158 M E S A D E H A S S I D I M : Kh.118. 204. PLANÍCIE DE: 159 MELIDE: 9. 95.113. T. 34. 270. 1 3 6 .JaVad MISPE. 108. 77 * * * * MAR. 69. Megiddo.146. DESERTO DE: 92 MAOZ: ? T. 258.. MOABITAS: veja Moabc MOCMUR. 3 2 .175. 1 8 8 . 214. 23. BECA 2 3 LÍBIA: ME ROTF. 182.112. 7 2 . 245. MIGDAL-YEN. 270. 2 6 5 . 1 4 0 ME SADE-HAYARQON: Tell el-Kudadi MESEDE: 174 MESER: 17 18 MANSUATE: 148. 2 5 6 . 171 LÍCIA: 172. 7 4 1 4 8 . 170. 2 4 7 . 2 9 . Makbneh MIDIÃ: 48. 1 5 7 .) 113 MACEDO NI A: 172.129. 130. T. T.103. 63.133. 217.209.140 MESEQUE: 15. MAR SUPERIOR 3 . 4 . T E U ZEROR 1 7 .101. E S T R A D A PARA: 1 0 MOABE. 224. 244 MEUNIM: 141 * M O N A S : 66 M I C M Á S : Makhmas 2 .173 LARAQUE: 2 0 LÀRSA: 20. IMPÉRIO: veja Média (império) MEDEBA: Madeba MÉDIA: ( p a í s ) 4 . 1 6 8 . 2 7 1 MACER: T. 139. 1 7 0 . 147 MELITENE: 2 7 1 MELOS: 183. 138. El-Mukawir 214. 254. 101. 1 8 . LUDE 1 5 . 119. 75.217. IJDA 187. 1 7 0 . 2 1 4 MOABE. PELÚSIO47. 243. 1 9 8 . 185. 217. 80 * MENSATE: veja Jerusalcm MEROM: T el-Khirbeb 30. MAGMAS 199 M I C MÁS. 71 ed-Duweir 1Ó2. 6 0 . 1 6 4 . 271 IIDA: veja Lode LÍDIA: — ( r e g i ã o ) 4 . 258. 1 6 5 . 166 LASEA: 253 LEBO-HAMATE: Lebweb 51. 4 . 251. 1 7 6 . 116. 253. ? Migdal Gad. 271 LITANI. 1 8 5 LISTRA: 250. VALE DO: 7. ÁGUAS DE: ?? lAin el-Khirbeb * 0 62 — (na Ásia. 71. edb-Dbabab 108. el-Hariri 9 . 243 LESIM: veja Dá (cidade) LÍBANO: (estado m o d e r n o ) 5 LÍBANO.69. 225. 1 5 4 . 65. (província) 148. 184. Umm ed-Deimneb MADOM: veja Mcrom MAGDALA: veja Tariqueas MAGNÉSIA: 172. 4 1 .161. 1 6 6 . 41. 9 5 . 34. ° 0 0 CUNRÃ 1 8 . Bornat 140. 1 5 6 . 1 8 1 . 9 8 . 103 el-Foqa 2. 62. AM HAWAM 17. 104. Menor) 243. PASSO D E : 8 9 2 MAQLEM1S: 18 MAQUERO: Kh. MAR DE AMUHRO 1 2 7 MEFAATE: MEGIDO: 108. 1 4 7 . 2 0 . 1 7 2 . 1 5 4 . 2 7 1 114 * * MARONEA: 172 MASADA: Mesada 19. 212. 218.133. 262 MAQUIR: 59. 183. 206. 250. 7 1 . 166.211 LAMBESIS: 271 LÁMPSACO-. 266. 9 9 . 1 5 1 .165 MEGIDO. 34.159 MACMÁS: veja Micmás 148. 18. T. 1 8 . 1 8 6 . T. 243. Abu Rawam 7 2 . 243. 1 9 3 .184. 250.109. 264. T.156 MORÉ. 68. 94.138.124 MAAI.144.) 56.130. 151. COLINA DE: Jebel ed-Dabi 8 . Qumran 2 2 5 . 53. Marcsha.52 MOABE. C A R V A L H O D E : ( .217. 9 0 . 185. RIBEIRO DE: veja Caná. 159. 259. 9 . 5 8 .128. 182. 263. 243 MILETO: 172. 271 MANAATE: Manahat. 140 * El-Mejdeleh 18 LICAÔNIA: 250.) 140 78 MISPE (GILEADE): ?Kb. 270. 1 3 . 6 3 . 218. 24.U. 270. 256. 241. 122. 70. 120. 2 6 . 1 0 8 . 116 MESOPOTÂMIA: 5. 22.DA 1 6 6 109. 257. 6 9 . POVOS DO: 66 MARACANDA: 174 MARATO: 172 MARDA: 174 MAREAI: ? Z Shor. 229. Zeror. MAR OCIDENTAL 5 3 .110. 1 1 6 * MAR1: T. 1 7 9 . 270. 30. 2 2 9 .O: 172 MEROM. 2 7 1 . Buma. 2 6 . 2 5 0 . 3 1 .: Merom. 154. 43.) 140 MABARTA-. 165 MAOM: Kh. 1 8 - (em Judá) ( . 219. 10. 214. 253 L1CO. 147. CARVALHO DE: ( . 75. 92. RIO: Nahr el-Kalb 132 LICOMPÓLIS: 182. 271 — (satrapia) 168 IJBNA: ? T. MADAI 15 ( i m p é r i o ) IMPÉRIO MF. 190 - 113. D E S E R T O DE: 6 M O A B E . TF. — (no Vale d o Líbano) ?Majdal 'Anjar 34 MIGDAL-EL: 72 MIGDAL-GADE.214. 106. KISAN 1 7 . 2 3 .) 5 5 . 58. 2 0 . 227. 255. 23.: ?? T. en-Nasbeh 8 5 . 2 6 .171. 185.171. 2 1 1 . 165 MAN RE. MADOM 63 LA0D1CÉIA: — (na Síria) 271 * * * MÁlüMAS: (nova Gaza) 271 MAL/VI A: veja Arade M A U : 174 MAI. 8 8 .150.158 HBNATJG: ? T. 6 3 .58. 41 MAQUEDA. Abu Sultan 30. 5 1 . 65 MAR. * MESADE GOZAL: 18 MESADE HASHAVYAHU: 18. 1 7 1 . 59. Meirum 230.156. C A M I N H O D O : 1 0 . 244. 107. 259. 69. 1 3 . 1 7 4 . 1 8 2 . 132 LÍBANO. Sandabannab 18. 2 4 9 . 9 0 . 270. 4 8 .120. 1 6 1 . 267. 62.120 MAAKATE: ( .128. TELL EL-JIDEIDAH 1 8 .ABE: veja Alabe MAANAIM: T. LEBO 2 3 . 153. 246. el-Mutesellim 30. 251. 140. Abu Tabaq 140 M1GDAL: — (em Sarom) ? T. 1 2 7 . 6 0 . 8.(em Benjamim) T. MISRKK)TE(-MAIM) (?) 62. 43 MARISA 177. 271 MULO: ( e m J e r u s a l é m ) M I R A : 253. 1 4 7 .174 MEDINET HABU: 26 M E D I T E R R Â N E O . 200. TEU. 68. 251. * 255. GRANDE MAR 3 .151. 2 7 .96 MORESETE-GATE: ?T. 243. el-Judeidah 1 1 9 . 1 7 2 . Yittan. 2 0 6 . Tborab 72 MARESA: T. CAMINHO D O DESERTO DE: 10. 1 4 0 . 1 4 2 LEBONA: el-Lubban LEMBA: Kh. 30. 2 0 8 140. 140. ( . 200.171. MAR: 5 . MIDIM: ?Kh. 115. VALE DE: ?Marj 'Ayun 62 MTSRF. A FORTALEZA 9 2 — (satrapia) 1 6 8 . 218. 2 7 1 . 102. 243 LESBOS: 172. 2 0 . 3 9 M1TILENE: 2 5 2 MOABE: 52. 2 2 .178. Kh. 1 9 . veja Neápolis (perto de Siquém) MACA: 168 MACAZ: ( .266 MEDA.170. Lachish.219 MARISA: v e r M a r e s a MIGDAL-YEN: veja Migdal (em Sarom) M I G D O L : 3 7 . CAMINHO DO: 41 MAHANEH-DÃ: 79. 3 0 . 270. 68. 1 8 7 . 101. 252. MALTA: 117. 16. 247. 251. 252. 2 5 9 . 8 2 . 2 0 .) 44 * * * * w ° 140 * MANASSES: 53. CARVALHO DO PILAR 77 - (cidade) T. Kison. 271 MISPA: veja Mispe MISPE: . 1 1 2 . MONTE: 3. 138 1 6 4 . 3 1 . 1 4 3 . 54. 185.173. 253. 1 1 9 . 267.

1 8 4 NARBATA: Kl?. 251 PITOM: T er-Retabeh 4~. 2 6 4 . 1 5 7 . 2 1 7 . 1 2 7 . 254. ÁGUAS DE: Me Veftoah. veja t a m b é m Giom (rio). 166 NINRIM.SA: veja Caparorsa ORIENTAL. 9 2 . 1 7 . 1 2 9 . 9 4 . El-Maqari NICOMÉDLV 271 NICÓPOLIS: 270. 2 7 1 NEGUEBE: 7 . 1 2 7 . 1 4 7 . 2 5 5 . IT. 1 8 . Bedd Falub 9i. 2 1 7 . 250.) 140 NAAMÃ: ? t. 1 7 4 . ESTRADA PARA: 10. 255 NAZARÉ: 227. 1 8 5 . Qila 34. T E R R A D E : 4 4 .. 2 5 6 225 PELEA GAZA: veja Rete-Eglaim PELÚSIO: veja Migdol PENUEL: /. PLANÍCIE DE: 170 PISOM: (Nilo Azul?) U PISÍDIA: 185. 6 8 QUEFAR-ACO: 266 QUEE\R-AZIZ. 116 Q U E D E M . 44. 48 PLANALTOS. 223. 39 NADATF. DESERTO DE: 3.243 NEBAIATE: h. 2 5 6 . 71. MONTE: JcbclNabba PTOLEMAIDA: veja Aco PTOLEMAIDA HER_MI. 1 3 0 . Tahaqat fabil 1 7 . 128 — (na Filístia) veja Gaza — (na Itália) 243 POMPÉLA: 243 PONTO: 185. 23.) 52 OCJNA: veja Aco ° ' OCIDENTAL. 1 8 2 . 6 2 .208 PARAPANISADA: 174 PARE'1 ÔNIO: 174 PAROS: 243 PARTIA: 168. 2 5 2 PATMOS: 2 7 1 * NOBF. 4 0 . 166. 2 7 1 PEGAS: veja Afeque (em Sarom) PELA: — (na Macedônia) 172.. 1 3 6 . 243. MURABATF. 1 5 0 . RcitNcsib * NI: 11 140. 141 NEGUEBE DE ARADE: 103 NEGUEBE DE CALEBE: 93 NEGUEBE DOS JERAMELEUS: 93 NEGUEBE DF. 82. 6. 253 * 1'ANLAS: Banias 266 PANÓPOLIS: 182 1'ANONLA: 271 PARÁ: Kb. 9 2 . veja. 164.) 43. 244. 258.A M O M : 2 0 . DESERTO DE: 5 NAtíADA: 13 NA1M: Nein 230. 2 5 5 * NIPUR: 20. D i ó s r o u s MAGNA 1 8 2 147. 3 4 . 4 1 .2"0. 271 PERSA.7. 225. 4 3 NISA: veja Citópolis NAAL BESOR. 220. 59. 2 0 9 . 34. MAR. 243. MONTE DE: 8 PERSÉPOL1S: 168. HEVER: 269 NAAL M1SMAR: 16 NAAMÁ: ( .SF.NFÍLIA: 172. Kb. 163. 267. Qe ila. 52. AFILA 1 6 . MAR SALGADO — VAIE DE SIDIM 45 * MOTIA: 117 * N I S I B E S : Nusaybin NOA: 65. 2 4 4 . 108. 225. 185. 113 Q U F . 113. 2 1 8 . 170 * PATRA: 2 7 1 MOZA: ? Kh. 243 . * * * NABRACTA: 211 NAJFTALl: 53. 2 6 0 EI-RAIM 2 3 6 * PETRA: 19. 232 NEÁPOLIS: — ( p e r t o d c Siqucm) 259. 243. 6 8 . CARVALHO DE: veja Carvalho d e More PIRATOM: Farata 82. 256.243 PUNOM: Feinan 52 PUNTE: 11 * NEFTOA. 2"1 Q QUEBAK. 108.180. L i x o u 2 6 . AyunMusa 52. 270. 4 3 . 3 4 .13. 182. 1 5 . 221. 240 0 92. 88. 75. JUDÁ: 93. Ribeiro Besor NAAL AQUIPA: Wadi Quteis NAAI. ATEREMA 1 8 6 . 21 4 * * 140 * : p * * * PA-CANAÃ: veja Gaza PAFOS. Na'ania. DESERTO: 5 OCIDENTAL. 50. 160. 271 NILO: 4 7 .174. 2-H. 45.. 217. MAR: 5. SHIHOR DO EG. GOLFO: 5. 35. 267. 'Atofar OFRL 30 — ( c m M a n a s s e s ) " 7 .) 1 1 . 72 170. 2 3 4 . 3 8 . 120. MAR: veja mar Morto ORONA1M: veja Horonaim ORONTES: 3. Kb. ÁGUAS DE: ? Wadi Numeirah 155 QUEFAR-DÃ: veja DÃ (cidadei QUEFAR-OTNAY: 2 6 6 QUEFAR-SC1LANLA: 2 6 4 QUEILA: H. 195 Q U E N A T E : Qanawatt QUENAZ: 58 2 3 . 2 7 1 * 4 PASARGADA: 1 7 4 . 266. 2 1 1 . 'Irq 210 ORF. 83.) 68. 260. 2 6 5 . 170. 1 0 0 . 1 2 1 146. 185. 253. BERENICE 1 8 1 . 258 PÉRGAMO: 1 8 3 . 147. 4 8 . 9. 4 7 . 2"1 PONTO. V E R T E N T E S D E : 5 3 ONIAS. 2 7 0 . 243. BeitMizza * MUG1S: 39 NOTE: veja Mênfis NORA: 117 * PATROS. 269. 48 * * * * * PARÁI. CANATA 2 5 4 . 30. 244 * * * * « 1 8 0 .( . CARNAQUE 2 6 . CAVERNA DF: 267 * * * NÓRICO: 271 NUGASSE: 39 NUMÍDIA: 2 7 1 * N NAAI.185 — (na Transjordânia) veja Peel O * * * NUZU: Yorgban Tepe 9. 139. D E M O T E . MAS OCIDEOTU 1 6 5 . 3 1 . 2 0 0 . 106 NEGUEBE DOS QUENEUS: 93 NEGUEBE DOS QUF. 214 NAARIA: 17 NAARINA: 26.53 NEBO.to 4 7 . PELA 1 7 1 . 1 4 7 * PIREU: 1 8 3 PISGA. RIO: 163 Q U E D A R : 4. 20. 4. 1 6 4 . 1 3 . Nevallat. 264. 12" » " NAFUDK. 165 NAFTALI. 183. 1 7 4 .RTO D E : 5 2 . QUEDEMOTE: ? 'Aleiyan 52. 1 5 OFNI: (—) 121 OFRA: esh-Sberqiyeb 46.RETF. 2 6 1 265. 73 N E G R O . 2 7 0 . 254. NABARTA 2 5 9 * * * * * OFRA. 8 2 .139 N O . 170. 1 4 7 . 228. 214.NO 1 7 2 . 1 8 5 . RIO: 174 OXIRRINCO: (Oxyrrhvnchus) 1 8 2 . 1 8 1 . 2 5 6 . TERRA DOS: (64 PEEL: Kiy.) 43 — (cm Benjamim) et-Taiyibeb 2. 89 OMBOS: 182 O N . CUME DE: ?Ras es-Siagba 53 PISGA. 2 1 1 . 2 7 1 * ° 1'ERGE: 172.225 8. 198. MAR EUXI.IA: 181. MAR: veja mar Mediterrâneo ODOLÃ: veja Adulão ODOMERA: 199 OFEL: — (em Jerusalém) 114. 210. 39.140. R. DF. 222 — (cm Jczrccl) veja Ofra OFIR: ( . el-Jisr 73. 2 5 5 . 250. 20. 265.94 — ?Kh. Yaanin NETOFA: Kb. ¥a armin. 7 0 . 2 0 9 . 76. 252. NEZIBF-: Kh. 270. 154. 9 . 271 PALESTINA: veja Israel PALMIRA: veja Tadmor PA. 'Ain Farah 121 PARA: el-Tamad 10 PAJRÃ: Peiran 48. 3 6 . 220. 1 5 6 . Beidus 182. MA* IXS-ERIOR 3. 3 0 . ONOS 224 ONO. Ufta 42. 37. 72. 43. 140. 231. 108 * ° * 0 2 1 5 . MONTANHAS D O : 3 POS1DEON: 1"1 PSENÍRIS: 182 — (iiaTrácia) 2 5 1 * NEARDÉIA: 183. 2 0 7 .166. 3 0 . 2 6 . 250. 3 1 NIBSÂ: Kb. ARBATA 191 NARBONESES: 271 NASIBE: 265 NAUCRATES: 271 NAVÉ: Nawa 158. 229. 250.174 PÁTARA: 1 7 2 .177. 2 3 1 . 229.US: 93 NEIEL: H.: El-'Isawiych 140. CESARÉUDE PURA: 174 PUTE: 15 POTÉOIJ: 243.128. 1"4. 3 7 . 266 * * NI. Beit Nabala NEBO: ?Kh. 26. DISTRITO DE: 218 ONO: Ono.AI. 244. 168 * * OBOTE: ( . 232 NAOR: ( .212 M O R T O . 1 1 5 . 1 8 1 .259 FIUPE 2 2 3 . 264. Faghur 140 PERÉIA: 209. 26. 167. 243. TLUAS 9 . Pisom NÍM1VE: 9 . 2 4 3 * * * * * * 30. 1 5 9 ORTÓSIA: 178 ÓSTIA: 271 OXO. 176 PILAR. EDH-Dhahab 120 4 PEOR: Kb. Eii-Na'imah 30 NAARÃ: T.LIS: 1 9 0 . TESSA DOS CADMOMTAS 4 71. 230. 2 5 4 . 72. 30. 1 8 5 PATAIA: . 219. TERRA DOS: PLANÍCIE. 1 7 9 . 53. C A M I N H O D A 10 71.183. 1 1 5 . Kafr'Ana * * * » * 170 * * * * ONOS: veja O n o ORDA: Kb.NO: 182 PUMBEDITA: 183. 185 PERSES: 185 PÉRSIA: 5 PETOR ( .103 PARA. 43.

6 1 . 72. CAMINHO DO: 9. Qasyun QUISOM. 264. 123. WOreimeh 2 3 3 . 30. 2 2 0 . T. 5 8 . 2 2 9 . 243. 47.72.S: 168. 150. 2 1 4 . El-Quneitireb 7 2 . 214. 108. Kinrot. 135.126. Selbit 6 4 .) 140 * * SEMES-EDOM: veja Admá SEMIDA: 6 5 . QU1R-HARESETE 9 0 .Jul) SAMAGA: Kh. RIBEIRO DE: Wadi d-Lajjun 29 17. Zeitun er-Rameb (Kb. 41.155 RAS-SHAMRA: veja Ugaxite REFA1M: 45 REFAIM. 186. Abu llureirab 30. 264. 206. 117 QLTIXISH: ( . 37. 8 7 . 236. MONTE Jebel ez-Zawieb * SCAL1S: 256 SQUEDIA: 182 SEBA: 15 SEBA: 15. 148.72 SABTUNA 30.150. 108 RINOCORURA: el-'Arish 184. 270. 1 1 3 . Rnqqat. 92. Iksal 60.: ( . 215. 'Ira. 1 7 9 . Safuriyah 257.18. 271 ROSH HANIQRA: veja Selaim ROSH QUEDESH: veja Mte. 265. 7 2 . 2 3 6 . 6 0 .QUEM: (em Judá) ( .167 RIBI. (cidade) Shomron. el-Balat 30 — (no Vale dc Aco) < ' T. 244.) 15 REQUEM: (em Edom) veja tora. 271 el-Mekbalyet * QUIRIATE-ANABE: 41 QUIRIATE-ARBA: veja Hebrom QU1RIATE-JEARIM. 254. 52. 1 5 5 . 256. RIACHO: 134 QUERUBIM: ( . Rimona.135. 1 6 1 . VALE DO: 1 0 3 . 48 RAMOTE-GILEADE. 255. 1 7 9 . REOBII: (no Vale de Bete-Seã) T REIIOV. 1 7 8 . 232. 249. 81.94. 23. Deirel- — (em Benjamim) Rammun — (no Neguebe) ( . 1 7 3 . 215. T a RAQQAT 1 7 . 244. 2 3 7 4 SAVIOS: 243 SAMOSATA: 271 SANGÁRIO. 94. 236. J o c r r a 13" Ras en-Naqura 41. 85. 140. 8 . 8 . Bira. Rapha 10. 1 5 6 . 89 SENIR: veja Striom " 209 * * SERAB1T F. Resafeb 147. 212. 250. 237. 147 SAMARIA: ° RAM ATE-M ATREDE: 18 .41. 3 1 . VALE DE: Baq a 73. 9 0 . 69.: 7 .139. 82. 245 " * SAMARRA: 13 SAME: 271 SAMIR: — (em Judá) ( . RIO: Nahal Qishon. 126.) 72 SABÁ: 147 SABTÁ: 15 SABTUNA: veja Ribla SACARA: 26 SAGALASSO: 172 SAGARTA: 168 SAGUR. 2 1 1 . 68. 52.SAI.l-Qaryatein QUERITE. 237 (no mte. 252. 180. 136. 1 4 0 . 137. ÁGUAS u e GEMSAHÉ 2 0 3 . SKBASIT 2 2 3 . 7 1 .) 140 * QUINA. 1 3 9 SENABRIS: Ilasar Kinneret 213. 2 3 6 . MAR DF. 108 REOBOTE-IR: ( . 1 9 0 . — (na Galiléia) V. 6 3 . 2 3 3 . 257 SEEELÁ: 7. RIO: 172 SANSANA: H. 1 0 9 . A M Á 19. 18. 217.MAR DA GAUIÍIA 2 3 2 . 257 * * — (Gaulanitas) Saluqiyeb SELÉtlCIA: — (naCilícia) 271 — (Abila Selèucia) veja Abel (em Gileade) Kh. 183. 229. Ef-Samik SAMAL: Senjirli 115. 220 ALEXANDRIA 214. 1 9 3 . 257 SENE: (rocha) 88.I7UVATNA: 39 8.) 139 QUEREM-YEH0EL1: ( . 271 * SELEUCIDA. 162.19. 256. T. 1 8 1 .98. DEMOS: veja Gaza SEM: 15 SEMA: ( . QUIRIATHBM 1 2 8 140 * S A R A M : T. 214. 78. 143. 117 — (nação) 15 QUITIM. 209 "REIS. 59. 266 SE1R. 2 5 5 . 1 4 9 . 6 8 . 5 2 . 2-T 2 5 . RE7. 2 5 6 . 214. 4 SEU: SELAIM: Rosh I Ianiqra. 1 8 4 . 244. Kelsa 73 * QUESIBE: 46 T. 'Okheimir QUISLOTE-TABOR: Kilot Tavor.) 121 QUINA: ( . 213.) 72 RACATE T. 266. 2 2 1 . 1 0 1 . 1 7 0 .190 Salkhad 3 1 * RAÇAS: 174 RAMA: 15. 2 5 3 . 165 RÜBUTE: veja Rabá (Judá) RUMA: H. 230. 254. 2 4 5 . 1 5 6 .40 * SAROM: 7. 2 6 5 RAION: er-Rafeb 30.AMINA: 171. 255. 46. 2 0 6 . 1 0 2 . Charrab 162 — RAMATE RAEL: veja Bete-Acerem RAMESSÉS: T. 177. 2 5 4 . T. 38. 220. 270.IM: Ummel-Amdan SAUSÁ: 86 SALMONA: 2 5 3 Kh. 212. 125. 127. 1 5 2 . 45 19.236 CAÜTÃ 1 0 8 . 250. Kh. 127. 196.108. PRÊMIO DOS": veja Gaza 140 — (província) 1 5 1 .137. Q U I N E R E T E .120 SARDF.) 108 * QI. 0 Haror. MONTE: — (em Judá) 73 — (em Edom) 7 . 124. 1 3 1 . GENESARÉ 213. 116 RAMÁ: — (em Benjamim) er-Ram 2.170. SAMIK 8 2 126. Safad 230. Nahr QUITIM: — (cidade em Chipre) 11.) 140 QUIZBAIM: ( . T. 259 SAMARITANOS: 217. 1 3 0 . 270. 179. 185. 1 2 5 . 113 SAARAIM: ( .116 * * SEBASTE: veja Samaria (cidade) SECACÁ: ?Kh.131. 108 el-Muqatta' — (ilha) 117. 265. 52 RF.191. 70. 1 5 4 . RIO: Sajur 127 SAIS: 156. 208 * SÉFORIS: Sippori. 256. 214. QUIR-MOABE: 7 3 . 140 SAAZIMÁ: ( . FIUDRFIA 178.154. el-Bir el-Gbarbi 68. 1 % . Efraim) veja Samaria 30. 1 5 5 . 140 225 SECACÁ. s RABÁ: — (em J u d á ) 3 0 .172. 244. Kh. Sehasliyeh 18. 2 3 5 . BAALAH 1 1 2 QUIRIATE-SEFER: veja Debir — (em Zebulom) H. EXALOTE 2 3 2 — (cidade) 251.I. 252 60. 204. Salamiyeb SELÉtlCIA: es-SeUf 52. 159. ed-Daba' 39. 1 8 1 . 1 8 0 .) 140 — * 4 Wadi Rafaid 48 QUEZIZ.A: Ribleb 40. 62. 178. Shaalevim. 243. 223. 18. 1 3 0 * QUIS: T. Ramith 18. ROSH HANIQRA 17. 1 3 4 . Esb-Sbamsaniyat 17. Ruma.RIOTE: RAMATE-NEGUEBE: T. Es-Samrab SEFÃ: (—) 51 * * SEFAR: Sefarin 139 SEFARVAIM: 150 SEFE: Sefat. 10. — (na planície de Moabe) el-Qereiyal 128 — (no Neguebe) ? Kh. 1 8 0 .149. 221. 179. A K U M Á 146 217. 270. 1 7 1 .141. 195. 230. 243 ROGEUM: ? Bersinya 10') QUISOM: >Kh. VALE DE: Wadi Diquqin 41 215. 215. 1 3 " SA1. — (na Síria) 178.'Amar 224 229. 173. Kh.-KHADEM: veja Dofca SERIFIN: Sara/and SERUGUE: ( .113. veja também Shihor-Libnate ROMA: 243.OM: Kesalon. 1 7 1 . 182 SAI. 1 2 0 . 239. 1 4 0 .) 140 RETENO: 26 QUINÓPOL1S: 182 QUIOS: 172 QUIRBETE CUNRÃ-. 170 — (em Naftali) 71. 2 2 RAÉCIA: 271 RAFIA: T. SELAME: Kh. ILIIAS: 116. 211. 1 0 8 . 172. 1 5 5 . Sansanna. Qiryat Ye'arim..100 REFIDIM: ?? RÉGIO: 253 REI.) 163 QUF. F. veja Mesade Hassidim QUIR-HARESETE: veja Quir-Moabe QUIRIATAIM: (em Rúben) ?Qaryat 45. 165. 1 7 3 . 1 2 0 . MAR: veja mar Morto SAI. ESCADA DE TIRO 202 257 181. 2 5 1 . tr-Rumeh 158. Shadud 71. 113 SALEM: veja Jerusalém SALGADO.163. 220.120 REOBE: QUINERETE: T. VALE DE: ( . 2 4 7 .107.) 140 86 Azar 5 6 .EFE: R1MOM: SARIDE: T.213 * * QUEREM-HATEL: ( . 202. 209. 2 6 4 . 140.48 SEIR. 233. 57. el-Kerak 20 52. Carmelo RÚBEN: 68. 104. R r a n n 36 — (Rabá d o s Amonitas) veja Rabate-Bene-Amom RABATE-BENE-AMOM: 'Amman 17. s SAABE: Sha'b 230 SAALBIM: T.) 91. 2 1 2 .41.136. . 271 RAB1TF. 245 SARTABA: Qarn Saríaba 217 SAUE.) 43 SESTO: 172 el. Rummaneb 82. 214. 2 1 4 . 265 RODAN1M: 15 RODES: * 1 0 1 . 271 SALECA: 94. Kh.) 139 QUEKET1M: veja Caftor QUF. CAMINHO PARA O MONTE: 10. 1 3 4 .157. esSarem 22.

/eèe/ et-Tur 8. 145. 214. Ti innik. T. 1 7 2 TAXIIA: 182. 243. MONTANHAS: 3 . ITABYRIOM 179. 1 1 6 . 84 • SIMEÃO: 68.-HIISN: 22 TELL EL-JUDEIDAH: veja Moresete-Gate TELL EL-QASSIS: veja Ilelcate TELL EL-UBEID: (na Mesopotâmia) 13 TELL EL-YAHUDIYEH: (no Egito) 24. 132. 34. 5 7 . — (na Filístia) T. CARVALHO DE: ( . 166. 1 6 7 . 73. 1 4 .SYKONI C O M E : ( — ) 1 8 2 TABATE: ? Ras Abu Tabbat 76 TABOR.. 252. 5 9 . 270. 39. Solem 30. Sbuweikeh SODOMA: ( . 60. 43 SUMUR: 7 Kazel 34. 1 0 0 . 52.EILAT EL-GHASSUL: 13. 247. 95. MAR: veja Mar Mediterrâneo SUR: veja Tiro SUR. 1 4 7 . 4 3 . 136. 1 9 9 . 1 1 2 .) 4 3 . 82. SIDO. 1 5 2 . 147. 7 2 . ( . 141. 22.259 TELL KISAN. Kh. 7 .150. 259. 96. veja também Qui. 1 8 2 SINAR: 1 5 SLNOPE: 243. 231. 24.\SILE: 18. Ta'ana el-foqa TANIS: 4 7 TAPANES: T. 1 9 1 . 251. 143.SSOS: 117 TATÃ: ( . el-Bir el-Gharbi TEI.EH: 17. 1 0 7 . el-Batasbi 7 9 . 182 TELL EN-NASBEH: veja MLspa (em Benjamim) TELL EN-NEJII. 1 5 8 .163. 119.EM: ( . 71.) 140. 257.173. 1 6 5 SIM1RA: 171 SIMOM: veja Simrom * * SYR DARYA: 168 . Síria) 13 TELI. 19 TELLJERISHEH: veja Gate-Rimom 17. 35. 185. veja lurza TELL EI. 18 SHIHOR-I. 1 7 1 . 165 SUCOTE: 230 — (no Vale do Jordão) T. 59. 249. 3 4 . 1 4 5 .167.271 SIMONIAS: veja Simrom SIMROM: T. 120. 1 0 6 . 1 1 5 . 79. 1 7 1 . 1 8 . 219. 18 SIÃO: veja Cidade de Davi TEI.: 205 SICAMINO: T. 9 4 . 108. 76. Sokho.) 163 TEL MOR: T. 4 6 . SEMR 1 1 6 . 270. 253. 1 7 . 18 (cidade) Saida 15. 1 5 0 .) 140 Zarad 63.) 163 TEL-MELAH: ( . 236. 243. 155 — (no Egito) ? T. 241.MMEH: 17. 5 5 . 3 5 . 71. 243 TECOA: (na Galiléia) Kh. (em Sefelá) II. 18 198. 157. DESERTO DE: 129. MONTE . 2 3 . 166. HAROR: PSharhan 155. 243. 7 5 .172.135 SIDE 172. * SIDIM. 255. 112. 1 4 5 . 2 3 3 . D E S E R T O D O : 6. 257. 1 7 2 . 4 4 . 2 3 4 * SUPERIOR. J e b e l M u s a 4 8 .-HARSHA: ( . 4 3 . DESERTO DE: 6. 243 TEBAS (no Egito): veja No-Amom 257 (na Galiléia) TEBTIMS: 182. 127. 153.166. 235.IBNATH: 72. 255. 32. 198 TELA: el-Tuliel 230 TEL-ABIBE: ( . 7 0 . Shuweikel 113.. 47.O: Kh. 221.) 86 TABOR.-ZEROR: veja Migdal (em Sarom) TELL ASASPIR: 22 TELL ABU HAWAM: veja Libnate TELL BALAWAT: 127 TELL BEIT MIRSIM: veja Dcbir TELL EL-AJJUL: veja Bete-F. el-Kheidar TEL REGKV: veja Acsafe TEL SIPPOR: 18 T E L . 1 4 7 .glaim TELL EL-AMR:: 18 TELL EL-FARAH: (norte) veja Tirza.182 S1FTÀ: ?Sbufah 139 SILE: veja Etã SILIM: (—) 140 SII. 258 TANAQUE: T. 23. Sheni 224 — (em Sarom) Kh. 252. Balatah 2 .18. 8 2 . SIOM.. ZEMAR 15 SUNÉM: Shunem.115. 254. 217 . 1 3 9 SIQUÉM. Maskbuta * 243 - ( e m J u d á ) K h . 265 57. 1 2 7 . 48 SUR DO EGITO: 43. 183. 244 SUSÃ: — (cidacle) veja Susã — (satrapia) 168 TEL RAQQAT: veja Racate TE1. 265 TABRIZ: 9 .som. 1 3 2 TÃRSIS: 1 5 . 17. 6 0 . 62 TEI. ( . 1 7 4 . 253. 1 4 6 . 254. 19. 206. 16 TELL EL-HES1: 17. 6 7 . HOREBE 1 3 4 SINAI. 1 2 7 . 254. 6 5 . 26. T. 224.) 140 TEL 'ERAM1: T.) SIPAR: 2 0 . 1 0 8 . es-Samak SICAR: 'Askar 2 3 6 S1CÍLIA: 253. 1 7 0 . Batash.22. 266 SOGDIANA: 168.83.147.71 — (na fronteira d e Efraim) Sbeikb Abu TAQU1SI. 1 0 6 . 6 3 . 1 1 3 . 112. 6 8 . 30. TORRE DE: veja Cesaréia STRITMOM. 69.140. 271 TARTF.) 140 TAURUS. 234. 9. 185 TIL BARSIP 127. RIO: 3 . 2 6 . Síria) 147 71 TELMESSUS: 172 TEMA: Teima 9 . 1 0 8 . Shimron. 1 1 5 . 62. Wadi el-Sarar 8. 59. 1 8 5 . 214. 174 . 235.) 140 TARIQIJEAS: Majdal 213. 1 6 6 . 1 8 3 .155. 200. 147 TILTURAIII: veja Tel-Terah TIMNA: 16 TIMNÁ: ( e m j u d á ) ( . TERRA DOS: 34.O: Kh. 250. 244. T u . 120 TELL TAINAT: (N. 233. 243. Ahhad91. 8 0 .178. 1 1 5 . 'GERAR 20.) 163 TEL ARADE: veja Arade TEL AVIVE: 16 TEL BIRA: T. 8 .) 44.178.136. 1 9 8 . 48 SUMER: 4. 258. 6 1 . — (perto de Hebrom) Kh. 3 4 . PAIMIRA 243. TURAHI 1 2 7 SHAAR HA-GOLÀ: 15 SHA-lMfcRlSU: veja Ara-Damasto SHE1KH EZ-ZUWEID: 17. 3 5 . 166 TEMÃ: ? Tuwilan TENEDOS: 172 TERMESSOS: 172 TERMÓP1L4S: 185 SIENE. 43 SUBITE: 148. M O N T E . Sammuniyeh 6 2 . 120. TAPSACO 174. 72 26.167 TAFNITE: Tibnin 30 TAMAR: TIaseva. 4 . 271 — (país) veja Sidônios S I D Ô N I O S : 1 3 2 . Dafane. 244 244. 266 TIGRE. 271 TI AN A: 172 TIATIRA: 270. 129. 1 3 . 83. 20. 251.M: T. 4 1 . 8 0 . 256. 1 0 7 . 249. el-Ful 73 5IRACUSA: 253. 253. 46. 214. 176. 6 3 .18.T E R A I I .136. Aswan SIFNO: 172 164. 6 3 . D E S E R T O DA: 5 SÍRIA. 2 1 3 .175. 31. 255. 1 5 4 * * * * STRATO.271 SÍRIA: 172. 20. Tequ'94. 18 TELL ESDAR: 18 TELL ES-SAFI: veja Gatc (dos filisteus) TELL HALAF: (em N. 1 2 2 TE1. 9 . 271 SICIOM: 183 47. 41. 271 TIBATE: ( . 7 6 . 68. MONTE: 41 SIQIJEMONA: 18 SIQUERO. 242 TARSO: 1 1 . TAPSACO: veja Tipsa TAPUA: (em Judá) ( . 270. 1 1 7 er-Kas 30. 1 0 5 . 34. 154 (estado moderno) 5 SÍRIA. 249. RIO: 172 SUAL: 88 SUBARTU: 20. 18. CAMINHO PARA 10. 265.174 TIFSA. 119. 1 8 0 . 267 TECOA. 120 TANATE-SII. 2 4 1 — (família) 6 5 .183. 118. 1 1 TADMOR: 9 . 1 3 6 . SIMON 2 3 . üeir Alia 17. 140.152 .JF. 270. 48 SUSÃ: Shushan.244. 265. 4 8 . MAGDAU 2 3 2 . P O R T Õ E S DA: 1 7 2 S1RIOM: SOCÓ: (Anti-Líbano) 3 . 16 SIAO MTE. 181. 35. 18.264. 22 TELGAMMA: 155 TEL HARASHIM: Khirbet el-Teleif 18. 20. Rio SHIHOR DO EGITO: veja Nilo SIANU: Shein 127* 17. Ain Hush 45. RIO: ? Nahal Soreq. 214. 165 TAMNA: — (na Judéia) Kh.45 SOGANE: — (em Gaulã) el-Yabudiya Sakbniti 257. 28. 105. Sbeikb el-'Areini 1 7 . Shush 9. 120 140. 251. 179. veja Miçal TELL Q. 211. VALE DE: veja Mar Morto SIDOM: 17. 18. veja Samaria SOREQUE. 18. MIS. 3 0 . 1 1 6 . 17. Et-Tabbana : SIQUEL: 67 SIQUÉM: — (cidade. 6 6 . 76. 1 8 3 .214 SETE: 23 SIIAAAL1M: 86 * SOU: 172 SOMROM. Kh. 77.V 1 5 3 . 48 SUR. 1 8 2 .199.) 102 1'IBEIÜADES: 223. 30. 4 3 . SIMONIAS 2 3 0 S I N A I .. Seilun 2. 2 5 7 . 2 7 1 SÍRIA veja Baal-Zefom (Egito) 164 52 TESSALÒNICA: 243. 41 TARALÁ: ( .

256. 17. 121 UXII: 174 V VALE.18. 6 6 . LAGO: 47 TIRAS: 15 TIRO: (cidade) es-Sur 9. 107 TIMNATE-SERA: Kh. 37. 170 ZIFE: (em Judá) T. DESERTO DE: 6. 271 TRACONITES: 221. (CEI): 5 USER. VALE: 222 TIRQA: t. 165 ZEDADE: Sadad 51. ESTRADA PARA: 10 TIMNATE-HERES: 83. T. 115. 52 TOGARMÀ: (cidade) Jirin 116. 1 7 3 . 147 0 w WADI DALIYAH: 269 WADI SUWEINIT: 88. ESCADA DE: veja Selaim * * * * ULASA: ? EL-Minah UMMAH: T. 125. 271 TRÔADE: 251. 112. (no Neguebe) (—) 140 51 92. 204. 1 7 . 43. 4 1 .148. (família) 6 5 . 270. 48. Rashidiyeh 1 5 7 . 70. 34. 265. 26 TIRZA-.37 20 ZAREFATE: Sarafand UNQI: Biq'at 'Amuq 31 UPI: veja Damasco (país) UR: el-Muqayyar CALDEUS 1 1 ZARETÃ: ? T. ILIOS 172 TUBAL: 15. Tibnah 56. 72.112. 20. 4 1 . 1 5 3 . 5 4 . 1 9 0 TOBE: ZICLAGUE: T. Sor'a. 23. 1 7 6 . 1 7 7 . 1 5 6 (região) 173. VERTENTES.) 45 28.Jokha 23. 65. 78. 22. 57.) 140 ZEREDA: Deir Ghassaneh 141 Z E R E T E . 62. (cidade) Kh. 271 (país) 1 2 0 . TEEL EL-FAR'AH (norte) 16 - 120. 1 1 6 . 170 ZUFE: 86 ZUZIM: 45 ZORÁ: T.) 170 ZEBOIM: ( . 1 8 . 102 ( p a í s ) 1 0 1 . 77.S.184. 243 TRÊS TAVERNAS: 253 TR1POLI: (Líbano) 171. 3 1 . 1 2 6 . 140. 37. Jezreel. CARVALHO EM: ? Hurshat Ya'ala. 93. 82. 82. 82. 116. 264. 128. 259 0 u * U G A R I T E : Ras Shamra 9 . 26. Kh. MAR DE SARGAÇOS 4 7 .141 118 ZEREDE. 1 7 4 . 1 0 4 . T. Sefi. 252. 68. 177 TOFEL: ? et-Tafileh 50. 71. 249. 4 4 .166. AS: 7 * VIENA: 271 TOBIADES: 171. 1 5 5 . 1 7 9 . Vale de V E R M E L H O .) 140 ZIZ.140. CALURROHOE 2 2 4 * * * * * * TIRO: 'Araq el-Emir 144. SeVa.S A A R : Es-Zarat 1 1 3 . 63. 113.) 86. Zanu' 140. O: veja Jordão. 1 7 8 .124.116 TRÁCIA: 168.134. HOSAH 7 1 * ZEBULOM: 59. 78. 75.S. 1 5 5 . 45. Vale do. 1 8 5 ZOBÁ: (cidade) ? Suba 94.) 140 (em Sefelá) Kh. 255 * * * * " ZIM. 172. RAS SHAMRA 1 3 ZANOA: (em Judá) ( . 244. 1 8 0 . BELA 45. 234. Umm Hamad 224 ZARIASPA: veja Bactra 9.107. 67 ZOAR: es-Safi 12. 106. 1 7 0 . 1 3 9 (cidade) et-Taiybeb 30. 1 8 4 . 30 * 0 URARTU: veja Ararate U. 1 0 2 . 1 3 2 .215 TIMNA. 153 TIMSA. SittLeila ZEBOIIM: ( . 140 34. Tamna 219. 3 4 . 23. 79. 1 7 4 . 80. Shajarat el-Kalb 61. es-Sa'idiyeh ZALMONA: es-Salmaneb TUTUL: Khit 20. 243. 140 (país) veja Arã-Zobá 119. 120 52 * * * TURUSPA: Tuspar 11 0 ZAFOM: T. Carmelo UTICA: 117 UTINA: 271 UZÂ: ? Husan 94 UZÁ: 2 6 6 UZU: T. 270. 218. 255.34. 270. MONTANHA DE: veja mte. MAR: 5 . 231.72 ZADRACARTA: 1 7 4 . 147 TUBURBA: 271 TURQUIA: 5 * X * XANTO: 172 z ZAANANIM. SUBIDA DE: 129 ZOÃ: San el-Hajar 9. 51 TRALLES: 172. 1 7 5 . 212. 254.119. Zif92. Sar'ah 36. 1 5 3 . 1 5 6 . 52. 8.26 T-W-L: ? Et-Tell 139 ZAGROS. 89 0 152 ZIFE. 1 2 5 . 6 7 . el-Fara'ah 1 6 . 170 22.108. 1 7 2 . * * TIROPEOM. MONTANHAS: 3 . 182. 252. 48.139. 1 1 2 . 1 5 5 . 2 0 . 120. 6 . 64.R. 94. 3 7 . 234 200 TIRO. UR DOS ZEATE: (em Sarom) T. Ashara 24. ZELEA: 172 ZEMARAIM: ? Ras et-Tahuneh ZENÃ: ( . esh-Shari'ah 140. 254. RIBEIRO: ? Wadi el-Hesa 6. TERRA DE TOBE 7 8 .101. 7 6 . VALE DE: ( . 43. 1 0 6 .165 ZEFATÁ.) 122 ZEFATE: (no Neguebe) veja Horma ZELA: ( . 1 5 1 . 53. 271 TRÓIA: 66. 41. DESERTO DE: 92 ZIFROM: Hawwarin ZIOR: ( . CIDADE DAS PALMAS 5 7 (país) 15. 223. 191.

do Segundo Templo.YOHANAN AHARONI MICHAEL AVI-YONAH ANSON F. com textos representando a religião. do Novo Testamento e os períodos da Igreja Primitiva na história bíblica. RAINEY ZE'EV SAFRAI 272 mapas em duas cores. . as conquistas militares e os eventos econômicos do Antigo Testamento. do Período Interbíblico. a política.

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