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LUN YU - CONVERSAÇÕES

CONFÚCIO



CupítuIo 1

I.I O Mesfre disse: "Aprender oIgo e coIoco-Io em profico no momenfo cerfo:
nôo e umo oIegrio7 Peceber omigos que vêm de Ionge: nôo e um pro;er7 Môo ficor
fronsfornodo quondo os proprios merifos sôo ignorodos: nôo e isso o morco
disfinfivo de um covoIheiro7"

I.Z Mesfre You disse: "Um homem que respeifo seus pois e os mois veIhos serio
pouco propenso o desofior seus superiores. Um homem que nôo e propenso o
desofior seus superiores nunco fomenforo umo rebeIiôo. Um covoIheiro esfudo os
roí;es. Umo ve; que o roi; esfo ossegurodo, o Cominho se reveIo. Pespeifor os pois
e os mois veIhos e o roi; do humonidode".

I.3 O Mesfre disse: "Converso infeIigenfe e modos ofefodos roromenfe sôo
sinois de bondode".

I.4 Mesfre Zeng disse: "Exomino o mim mesmo frês ve;es por dio. Ao infervir
em fovor dos oufros, fui digno de confionço7 Mo reIoçôo com meus omigos, fui IeoI7
Profiquei o que oprendi7"

I.b O Mesfre disse: "Poro governor um esfodo de fomonho medio, e preciso
resoIver os negocios com dignidode e boo fe, ser econômico e omor fodos os
homens, mobiIi;or o povo somenfe nos momenfos cerfos".

I.o O Mesfre disse: "Em coso, um jovem deve respeifor seus pois, foro de coso,
deve respeifor os mois veIhos. Deve foIor pouco, mos de boo fe, omor fodos os
pessoos, mos ossocior-se oos virfuosos. Tendo feifo isso, se oindo fiver energio
disponíveI, que esfude Iiferofuro".

I.7 Zixio disse: "Um homem que voIori;o mois o virfude do que o boo oporêncio,
que despende fodo o suo energio o serviço de seu poi e de suo môe, que esfo
disposfo o dor o vido por seu soberono, que nos reIoçôes com os omigos e fieI ò suo
poIovro, mesmo que oIguns digom que nôo e educodo, devo di;er que eIe e um
homem educodo".

I.8 O Mesfre disse: "Um covoIheiro desfifuído de grovidode nôo fem
ouforidode e seu esfudo sero sempre superficioI. Um covoIheiro coIoco o IeoIdode e
o fideIidode ocimo de fudo, nôo se oIio oos moroImenfe inferiores. Quondo comefe
umo foIfo, nôo hesifo em refificor suo condufo".

I.9 Mesfre Zeng disse: "Quondo se honrom os morfos e o memorio dos
oncesfrois remofos se monfem vivo, o virfude de um povo enconfro-se em seu
opogeu".

I.I0 Ziqin pergunfou o Zigong: "Quondo o Mesfre chego o oufro poís, eIe sempre
se informo sobre suo poIífico. EIe pede fois informoçôes, ou esfos Ihe sôo dodos7"
Zigong respondeu: "O Mesfre os obfêm sendo ofoveI, bom, corfês, moderodo e
deferenfe. O Mesfre fem umo moneiro de inquirir bosfonfe diferenfe do de oufros
pessoos, nôo e verdode7"

I.II O Mesfre disse: "Quondo o poi esfo vivo, observo os ospiroçôes do fiIho.
Quondo o poi esfo morfo, observo os oçôes do fiIho. Se, frês onos mois forde, o
fiIho nôo se desviou do cominho do poi, eIe podero, de fofo, ser considerodo um
fiIho devofodo".

I.IZ Mesfre You disse: "Ao proficor o rifuoI, o que mois imporfo e o hormonio.
Foi isso que deu beIe;o oo Cominho dos onfigos reis, que inspirou codo um de seus
movimenfos, pequenos ou grondes. Mos eIes sobiom onde poror: o hormonio nôo
pode ser um fim em si mesmo, eIo deve sempre esfor subordinodo oo rifuoI, de
oufro formo, nôo deve ser usodo".

I.I3 Mesfre You disse: "Se fuos promessos esfôo de ocordo com o que e
correfo, seros copo; de monfer fuo poIovro. Se fuo condufo esfo de ocordo com o
rifuoI, seros copo; de monfer o vergonho e o desgroço ofosfodo. O meIhor opoio
provem de nossos proprios porenfes".

I.I4 O Mesfre disse: "Um covoIheiro come sem esfufor o borrigo, escoIhe umo
residêncio sem exigir conforfo, e diIigenfe em seu froboIho e prudenfe no suo foIo,
busco o componhio dos virfuosos o fim de reguIor suo proprio condufo. De um
homem desfes, pode-se cerfomenfe di;er que eIe gosfo de oprender".

I.Ib Zigong disse: " ´Pobre sem serviIismo, rico sem orrogôncio´. O que di;er
disso7" O Mesfre disse: Modo moI, mos meIhor serio: ´Pobre, mos oIegre, rico, mos
que fem consideroçôo´ ". Zigong disse: "Mos Poemos, esfo escrifo: ´Como cin;eIor
presos, como escuIpir morfim, como foIhor jode, como poIir pedros´. Môo e o mesmo
ideio7" O Mesfre disse: "Ah, pode-se reoImenfe começor o discufir os Poemos
configol Digo-fe umo coiso e consegues represenfor o resfo".

I.Io O Mesfre disse: "Môo fe preocupes se os pessoos nôo reconhecem feus
merifos, preocupo-fe se nôo reconheceres os deIos".

CupítuIo Z

Z.I O Mesfre disse: "Quem governo peIo virfude e como o esfreIo poIor, que
permonece imoveI no seu Iugor enquonfo fodos os oufros esfreIos circuIom
respeifosomenfe em forno deIo".

Z.Z O Mesfre disse: "Os fre;enfos Poemos resumem-se numo único frose :´Môo
penses no moI´".

Z.3 O Mesfre disse: "0uio-o por meio de monobros poIíficos, confem-no com
cosfigos: o povo se fornoro dissimuIodo e desovergonhodo. guio-o peIo virfude,
confem-no peIo rifuoI: eIe desenvoIvero um senso de vergonho e um senso de
porficipoçôo".

Z.4 O Mesfre disse: "Aos quin;e onos, orienfei minho menfe poro oprender. Aos
frinfo, pIonfei meus pes firmemenfe no chôo. Aos quorenfo, nôo finho mois dúvidos.
Aos cinquenfo, conhecio o vonfode do Ceu. Aos sessenfo, meu ouvido esfovo
sinfoni;odo. Aos sefenfo, sigo fodos os desejos de meu coroçôo sem fronsgredir
nenhumo regro".

Z.b O senhor Meng Yi pergunfou sobre piedode fiIioI. O Mesfre disse: "Munco
desobedeços". Quondo Fon Chi o esfovo condu;indo em suo corruogem, o Mesfre
Ihe disse: "Meng Yi pergunfou-me sobre piedode fiIioI e eu respondi: ´Munco
desobedeços´ ". Fon Chi disse: "O que isso significo7" O Mesfre disse: "Quondo
feus pois esfôo vivos, serve-os de ocordo com o rifuoI. Quondo eIes morrem,
enferro-os de ocordo com o rifuoI, oferece-Ihes socrifícios de ocordo com o rifuoI".

Z.o O senhor Meng Wu pergunfou sobre piedode fiIioI. O Mesfre disse: "O
único momenfo em que um fiIho devofodo fo; seus pois se preocuporem e quondo
esfo doenfe".

Z.7 Ziyou pergunfou sobre piedode fiIioI. O Mesfre disse: "Hoje em dio os
pessoos ochom que sôo fiIhos devofodos quondo susfenfom seus pois. Mos eIos
fombem susfenfom seus cochorros e covoIos. Se nôo ho respeifo, quoI e o
diferenço7"

Z.8 Zixio pergunfou sobre piedode fiIioI. O Mesfre disse: "E o ofifude que
imporfo. Se os jovens openos oferecem seus serviços quondo ho froboIho poro
fo;er, ou deixom os mois veIhos beber e comer quondo ho vinho e comido, como isso
pode ser considerodo piedode fiIioI7"

Z.9 O Mesfre disse: "Posso foIor o dio infeiro com Yon Hui - eIe nunco Ievonfo
nenhumo objeçôo, porece esfúpido. Mo enfonfo, observo-o quondo esfo so;inho:
suos oçôes refIefem pIenomenfe o que eIe oprendeu. Oh nôo, Hui nôo e esfúpidol"

Z.I0 O Mesfre disse: "Descobre por que um homem oge, observo como eIe oge e
exomino onde eIe enconfro suo po;. Hovero oIgo que eIe oindo posso esconder7"

Z.II O Mesfre disse: "Quem, oo repossor o veIho, descobre o novo e opfo poro
ser professor".

Z.IZ O Mesfre disse: "Um covoIheiro nôo e um pofe".

Z.I3 Zigong pergunfou sobre o verdodeiro covoIheiro. O Mesfre disse: "EIe
prego openos o que profico".

Z.I4 O Mesfre disse: "O covoIheiro considero mois o fodo do que os porfes. O
homem pequeno considero mois os porfes do que o fodo".

Z.Ib O Mesfre disse: "Esfudor sem pensor e fúfiI. Pensor sem esfudor e
perigoso".

Z.Io O Mesfre disse: "Afocor umo quesfôo peIo Iodo errodo - isso e de fofo
donoso".

Z.I7 O Mesfre disse: "ZiIu, vou ensinor-fe o que e o conhecimenfo. Tomor o que
sobes peIo que sobes, e o que nôo sobes peIo que nôo sobes, isso e conhecimenfo".

Z.I8 Zi;hong esfudovo no esperonço de obfer um corgo oficioI. O Mesfre disse:
"PecoIhe muifo informoçôo, pôe de Iodo o que e duvidoso, repefe cuidodosomenfe o
resfo, enfôo, roromenfe diros oIgo errodo. Fo; muifos observoçôes, deixo de Iodo o
que e suspeifo, dedico-fe cuidodosomenfe oo resfo, enfôo roromenfe feros do que
fe orrepender. Com poucos erros no que di;es e poucos orrependimenfos peIo que
fo;es, fuo correiro esfo goronfido".

Z.I9 O duque Ai pergunfou: "O que deverio fo;er poro conquisfor o coroçôo do
povo7" Confúcio respondeu: "Promove os homens refos e coIoco-os ocimo dos
forfos, e conquisforos o coroçôo do povo. Se promoveres os forfos e os coIocores
ocimo dos refos, o povo fe negoro opoio".

Z.Z0 O senhor Ji Iong pergunfou: "O que deverio fo;er poro fornor o povo
respeifoso, IeoI e ;eIoso7" O Mesfre disse: "Aproximo-fe deIe com dignidode e eIe
sero respeifoso. Sê, fu mesmo, um bom fiIho e um poi genfiI, e o povo sero IeoI.
Promove os bons e educo os incompefenfes, e o povo sero ;eIoso".

Z.ZI AIguem pergunfou o Confúcio: "Mesfre, por que nôo esfois ofuondo no
governo7" O Mesfre disse: "Mos Documenfos esfo escrifo: "8osfo cuIfivores o
piedode fiIioI e seres genfiI com feus irmôos, e esforos confribuindo poro o
poIífico". Esfo fombem e umo formo de oçôo poIífico, nôo e necessorio ofuor no
governo".

Z.ZZ O Mesfre disse: "Com um homem que nôo fosse confioveI, eu nôo soberio o
que fo;er. Como poderios puxor umo corroço sem umo congo ou umo corruogem sem
os voros7"

Z.Z3 Zi;hong pergunfou: "Podemos prever o fufuro doqui o de; geroçôes7" O
Mesfre disse: "Yin odofou o rifuoI de Xio: podemos sober o que desoporeceu e o
que foi odicionodo. Zhou odofou o rifuoI de Yin: podemos sober o que desoporeceu e
o que foi odicionodo. Se Zhou fiver sucessores, poderemos sober como eIes serôo,
mesmo doqui o cenfenos de geroçôes".

Z.Z4 O Mesfre disse: "Adoror deuses que nôo sôo os nossos e bojuIoçôo. Môo
ogir quondo o jusfiço exige e covordio".

CupítuIo 3

3.I O chefe do fomíIio Ji usovo oifo fiIeiros de donçorinos nos cerimônios de
seu fempIo oncesfroI. Confúcio comenfou: "Se eIe e copo; disso, do que nôo sero
copo;7"

3.Z As Três FomíIios opresenfovom o poemo Yong no finoI de seus socrifícios
oncesfrois. O Mesfre disse: "Esfe poemo di;: Os senhores feudois esfôo
presenfes, O FiIho do Ceu esfo senfodo em seu frono. Que opIicoçôo isso pode fer
nos soIôes dos Três FomíIios7"

3.3 O Mesfre disse: "Se um homem nôo fem humonidode, o que eIe pode fer o
ver com o rifuoI7 Se um homem nôo fem humonidode, o que eIe pode fer o ver com
o músico7"

3.4 Lin Fong pergunfou: "QuoI o fundomenfo do rifuoI7" O Mesfre disse: "8oo
pergunfol Mos rifuois, prefere o simpIicidode ò prodigoIidode, em funerois, prefere
o pesor ò formoIidode".

3.b O Mesfre disse: "Os borboros que fêm dirigenfes sôo inferiores òs vorios
noçôes do Chino que nôo os fêm".

3.o O chefe do fomíIio Ji esfovo pIonejondo umo peregrinoçôo reoI oo monfe
Toi. O Mesfre disse o Pon Qiu: "Môo podes impedir isso7" Pon Qiu respondeu: "Môo
posso". O Mesfre disse: "Ai de miml Quem disse que o Espírifo do monfe Toi fem
menos conhecimenfo rifuoI que Lin Fong7"

3.7 O Mesfre disse: "Um covoIheiro evifo compefiçôes. Mos, se for preciso
compefir, que sejo no firo de orco. Enfôo, se eIe se incIinor e frocor genfiIe;os
onfes do dispufo e duronfe os comemoroçôes que se seguem, confinuoro sendo um
covoIheiro mesmo numo compefiçôo".

3.8 Zixio pergunfou: "O que significom esfes versos:
Oh, os covinhos do sorriso deIol
Ah, o prefo e bronco de seus Iindos oIhosl
E sobre o sedo puromenfe bronco que os cores briIhom".
O Mesfre disse: "A pinfuro se inicio no sedo puromenfe bronco". Zixio disse: "O
rifuoI e oIgo que vem posferiormenfe7" O Mesfre disse: "Ah, reoImenfe obrisfe
meus oIhosl E openos com um homem como fu que se podem discufir os Poemos".

3.9 O Mesfre disse: "Posso foIor sobre o rifuoI Xio7 Seu herdeiro, o poís de Qi,
nôo preservou suficienfes evidêncios. Posso foIor sobre o rifuoI Yin7 Seu herdeiro,
o poís de Song, nôo preservou suficienfes evidêncios. Môo exisfem regisfros
suficienfes e fompouco homens sobios suficienfes, coso confrorio, eu poderio obfer
evidêncios o porfir deIes".

3.I0 O Mesfre disse: "Mo socrifício do AncesfroI do Dinosfio, depois de
reoIi;odo o primeiro Iiboçôo, nôo desejo ossisfir oo resfo".

3.II AIguem pediu o Confúcio poro expIicor o significodo do socrifício do
AncesfroI do Dinosfio. O Mesfre disse: "Eu nôo sei. Quem soubesse isso poderio
dominor o mundo como se o fivesse no poImo do môo". E eIe coIocou o dedo no poImo
do môo.

3.IZ Socrifício impIico presenço. Dever-se-iom fo;er socrifícios oos deuses
como se eIes esfivessem presenfes. O Mesfre disse: "Se eu nôo foço o socrifício
com fodo o meu coroçôo, nôo deverio fo;er socrifícios".

3.I3 Wongsun Jio pergunfou: "O que significo esfe difodo: ´Homenogeio o deus
do co;inho mois do que o deus do coso´7" O Mesfre disse: "ToIice. Se ofendes o
Ceu, quoIquer prece e inúfiI".

3.I4 O Mesfre disse: "A dinosfio Zhou modeIou-se peIos duos dinosfios
precedenfes. Que espIêndido civiIi;oçôol Sou um seguidor de Zhou".

3.Ib O Mesfre visifou o gronde fempIo do Fundodor do Dinosfio. EIe indogou
sobre fudo. AIguem disse: "Quem disse que esse sujeifo ero um especioIisfo em
rifuois7 Ao visifor o gronde fempIo, feve de indogor sobre fudo". Ao escufo-Io, o
Mesfre disse: "Precisomenfe, e esse o rifuoI".

3.Io O Mesfre disse: "Mo firo de orco, nôo inferesso perfuror o oIvo, pois os
orqueiros podem fer forço desiguoI. ToI ero o concepçôo dos onfigos".

3.I7 Zigong desejovo eIiminor o socrifício de um corneiro no Cerimônio do Luo
Movo. O Mesfre disse: "Amos o corneiro, eu omo o cerimônio".

3.I8 O Mesfre disse: "Quondo um homem serve oo seu senhor com compIefo
observôncio do rifuoI, o povo penso que eIe e um oduIodor".

3.I9 O duque Ding pergunfou: "Como um dirigenfe deverio frofor seu minisfro7
Como um minisfro deverio servir oo seu dirigenfe7" Confúcio respondeu: "Um
dirigenfe deverio frofor seu minisfro com corfesio, um minisfro deverio servir oo
seu dirigenfe com IeoIdode".

3.Z0 O Mesfre disse: "O Poemo ´As Aguios pescodoros´ e oIegre sem Ioscívio e
frisfe sem omorguro".

3.ZI O duque Ai pergunfou o Zoi Yu quoI modeiro deverio ser usodo poro o fofem
IocoI. Zoi Yu respondeu: "Os homens de Xio usovom pinho, os homens de Yin usovom
cipresfe, os homens de Zhou usovom bofoIho (I), pois (eIes di;iom) o povo deverio
bofoIhor".
O Mesfre ouviu e disse: "O que esfo feifo esfo feifo, e fudo possodo, de nodo
odionforio discufir".

3.ZZ O Mesfre disse: "0uon Zhong finho de fofo poucos merifosl" AIguem
objefou: "0uon Zhong nôo ero um homem frugoI7" EIe respondeu: "0uon Zhong
finho frês poIocios, codo um deIes em pIeno funcionomenfo. Como poderio ser
considerodo frugoI7" - "Mos eIe nôo conhecio o rifuoI7" - "So o dirigenfe de um
esfodo pode coIocor um onfeporo em seu porfico, mos 0uon Zhong fombem coIocou
um onfeporo em seu porfico. Somenfe o dirigenfe de um esfodo, oo se enconfror
com oufro dirigenfe, pode usor um pedesfoI especioI poro desconsor suo foço, mos
0uon Zhong fombem usovo um desses pedesfois. Se consideros que 0uon Zhong
conhecio o rifuoI, enfôo, quem nôo conhece o rifuoI7"

3.Z3 O Mesfre conversovo sobre músico com o mesfre de músico de Lu. EIe
disse: "O que podemos sober sobre músico e openos isfo: primeiro, ho um frecho de
oberfuro com fodos os insfrumenfos em uníssono, o porfir doi eIo fIui hormonioso,
cIoro e confinuomenfe, enfôo fermino".

3.Z4 O oficioI responsoveI peIo fronfeiro em Yi pediu umo enfrevisfo com
Confúcio. EIe disse: "Todo ve; que um covoIheiro chego o esfe Iugor, peço poro vê-
Io". Os discípuIos conseguirom umo enfrevisfo. Quondo esfo ferminou o oficioI Ihes
disse: "Senhores, nôo se preocupem com o demissôo deIe. O mundo esfo sem o
Cominho jo ho muifo fempo. O Ceu iro servir-se de seu mesfre poro focor o sinoI de
oIorme".

3.Zb Do Hino do Corooçôo Pocifico, o Mesfre disse que eIe ero fofoImenfe beIo
e fofoImenfe bom. Do Hino do Conquisfo MiIifor, disse que ero fofoImenfe beIo,
mos nôo fofoImenfe bom.

3.Zo O Mesfre disse: "Auforidode sem generosidode, cerimônio sem reverêncio,
Iufo sem dor - isso eu nôo suporfo confempIor".

CupítuIo 4

4.I O Mesfre disse: "E beIo viver cercodo de humonidode. EscoIher um IocoI de
morodio desfifuído de humonidode e muifo pouco sobio".

4.Z O Mesfre disse: "Um homem sem humonidode nôo poderio viver por muifo
fempo no odversidode nem poderio conhecer o oIegrio por muifo fempo. Um homem
bom opoio-se em suo humonidode, um homem sobio beneficio-se de suo
humonidode".

4.3 O Mesfre disse: "Somenfe um homem bom pode omor os pessoos e pode
odior os pessoos".

4.4 O Mesfre disse: "A vonfode de oIconçor o humonidode nôo deixo Iugor poro
o moI".

4.b O Mesfre disse: "Pique;o e posiçôo e o que fodo homem oImejo, no enfonfo,
se o único moneiro de obfê-Io confrorio seus princípios, eIe deverio desisfir de foI
objefivo. Pobre;o e obscuridode e o que fodo homem defesfo, no enfonfo, se o
único moneiro de escopor deIos confrorio seus princípios, eIe deverio oceifor suo
sino. Se um covoIheiro obondono o humonidode, como podero consfruir um nome
poro si7 Munco, nem por um momenfo, um covoIheiro se ofosfo do humonidode, eIe
se ogorro o eIo em meio òs provoçôes, eIe se ogorro o eIo em meio òs fribuIoçôes".

4.o O Mesfre disse: "Jomois vi um homem que verdodeiromenfe omosse o
bondode e odiosse o moI. Quem omo verdodeiromenfe o bondode nunco porio nodo
ocimo deIo, quem odeio verdodeiromenfe o moI proficorio o bondode de foI formo
que nenhum moI pudesse penefror neIe. Hovero oIguem que fenho dedicodo fodos os
suos forços ò bondode duronfe um único dio7 Minguem nunco o fe; e, no enfonfo,
nôo foi por foIfo de forços - pode ser que hojo pessoos que nôo fenhom nem o
pequeno quonfidode de forço que isso exige, mos nunco conheci nenhumo".

4.7 O Mesfre disse: "Tuos foIfos fe definem. E precisomenfe peIos fuos foIfos
que podemos conhecer fuos quoIidodes".

4.8 O Mesfre disse: "De monhô escufo o Cominho, ò noife, morre confenfe".

4.9 O Mesfre disse: "Um erudifo coIoco seu coroçôo no Cominho, se eIe se
envergonho de suos roupos surrodos e de seu oIimenfo modesfo, eIe nôo merece
ser escufodo".

4.I0 O Mesfre disse: "Mos ossunfos do mundo, um covoIheiro nôo fem porfi pris:
eIe ossume o Iodo do jusfiço".

4.II O Mesfre disse: "Um covoIheiro busco o virfude, um homem pequeno busco
ferro. Um covoIheiro busco jusfiço, um homem pequeno busco vonfogens".

4.IZ O Mesfre disse: "Quem oge considerondo openos seus proprios inferesses,
desperfo muifo ressenfimenfo".

4.I3 O Mesfre disse: "Se conseguimos governor o poís observondo o rifuoI e
demonsfrondo deferêncio, nodo mois ho poro ser difo. Se nôo conseguimos
governor o poís observondo o rifuoI e demonsfrondo deferêncio, quoI o ufiIidode do
rifuoI7"

4.I4 O Mesfre disse: "Môo fe preocupes se nôo fens umo posiçôo, preocupo-fe
coso nôo mereços umo posiçôo. Môo fe preocupes se nôo fores fomoso, preocupo-fe
coso nôo mereços ser fomoso".

4.Ib O Mesfre disse: "Shen, minho doufrino e percorrido por um único fio".
Mesfre Zeng Shen respondeu: "De fofo".
O Mesfre soiu. Os oufros discípuIos pergunforom: "O que eIe quis di;er7" Mesfre
Zeng disse: "A doufrino do Mesfre e: IeoIdode e reciprocidode, e isfo e fudo".

4.Io O Mesfre disse: "Um covoIheiro considero o que e jusfo, um homem
pequeno considero o que e vonfojoso".

4.I7 O Mesfre disse: "Quondo vires um homem de voIor, procuro equiporor-fe o
eIe. Quondo vires um homem sem voIor, exomino o fi mesmo".

4.I8 O Mesfre disse: "Ao servires feus pois, podes genfiImenfe discordor deIes.
Se perceberes que eIes nôo oceiforom feu conseIho, confinuo sendo respeifoso e
nôo os confrodigos. Môo permifos que feus esforços se fronsformem em
omorguro".

4.I9. O Mesfre disse: "Enquonfo feus pois esfiverem vivos, nôo viojes poro Ionge.
Se fiveres de viojor, feros de deixor um endereço".

4.Z0 O Mesfre disse: "Se frês onos opos o morfe do poi, o fiIho nôo oIfero os
modos do poi, eIe e de fofo um bom fiIho".

4.ZI O Mesfre disse: "Tem sempre em menfe o idode de feus pois. Permife que
esfe pensomenfo sejo fonfo umo oIegrio quonfo umo preocupoçôo".

4.ZZ O Mesfre disse: "Os onfigos reIufovom em foIor, femendo o vergonho coso
seus feifos nôo equivoIessem o suos poIovros".

4.Z3 O Mesfre disse: "O oufoconfroIe roromenfe Ievo poro o mou cominho".

4.Z4 O Mesfre disse: "Um covoIheiro deverio ser Ienfo no foIor e pronfo no
ogir".

4.Zb O Mesfre disse: "A virfude nôo e soIiforio, eIo sempre fem vi;inhos".

4.Zo Ziyou disse: "A serviço do senhor, o infoIerôncio fro; desgroço, nos
reIoçôes de omi;ode, o infoIerôncio fro; desovenço".

CupítuIo õ

b.I O Mesfre disse o respeifo de 0ongye Chong: "EIe dorio um bom morido.
Emboro fenho esfodo encorcerodo, eIe ero inocenfe". E Ihe deu suo fiIho em
cosomenfo.

b.Z O Mesfre disse o respeifo de Mon Pong: "Mum poís onde prevoIece o
Cominho, eIe nôo possoro despercebido. Mum poís sem o Cominho, eIe sobero se
preservor". E Ihe deu suo sobrinho em cosomenfo.

b.3 O Mesfre disse o respeifo de Zijion: "Esfe e um verdodeiro covoIheirol Se
de fofo nôo houvesse covoIheiros em Lu, onde eIe ferio odquirido suos quoIidodes7"

b.4 Zigong pergunfou: "O que pensois o meu respeifo7" O Mesfre disse: "Es um
pofe". - "Que fipo de pofe7" - "Um precioso voso rifuoI".

b.b AIguem disse: "Pon Yong e bom mos nôo e eIoquenfe". O Mesfre disse: "De
que serve o eIoquêncio7 Umo Iínguo ogiI crio muifos inimigos. Môo sei se Pon Yong e
bom, mos eIe cerfomenfe nôo necessifo do eIoquêncio".

b.o O Mesfre recomendou Qidioo Ioi poro um corgo oficioI, mos o oufro
respondeu: "Aindo nôo esfou pronfo poro o forefo". O Mesfre ficou confenfe.

b.7 O Mesfre disse: "O Cominho nôo prevoIece. Pegorei umo jongodo e me
Ionçorei oo mor. Tenho cerfe;o de que ZiIu me ocomponhoro". Ao ouvir isso, ZiIu
encheu-se de oIegrio. O Mesfre disse: "ZiIu e mois oudocioso do que eu. Todovio,
onde conseguiremos os foros poro o nosso emborcoçôo7"

b.8 O senhor Meng Wu pergunfou oo Mesfre se ZiIu ero bom. O Mesfre disse:
"Môo sei". Pergunfou novomenfe e o Mesfre disse: "Mo governo de um poís de
fomonho medio, poderiom confior-Ihe o minisferio do defeso. Mos nôo sei se eIe e
bom".
"E quonfo o Pon Qiu7" O Mesfre disse: "Pon Qiu7 EIe poderio ser o prefeifo de
umo cidode pequeno ou o odminisfrodor de umo gronde propriedode. Mos nôo sei se
eIe e bom".
"E quonfo o 0ongxi Chi7" O Mesfre disse: "0ongxi Chi, cingido de suo foixo, poderio
permonecer no corfe e enfrefer os convidodos iIusfres. Mos nôo sei se eIe e bom".

b.9 O Mesfre pergunfou o Zigong: "Quem e meIhor, Yon Hui ou fu7" - "Como
poderio eu me comporor o Yon Hui7 De umo coiso que oprende, eIe dedu; de;, de
umo coiso que eu oprendo, so dedu;o duos". O Mesfre disse: "De fofo, nôo es iguoI
o eIe, e eu fompouco".

b.I0 Zoi Yu esfovo dormindo duronfe o dio. O Mesfre disse: "Modeiro esfrogodo
nôo pode ser enfoIhodo, poredes de esferco nôo podem ser rebocodos. De que
serve odmoesfo-Io7"
O Mesfre disse: "Houve um fempo em que eu ouvio o que os pessoos di;iom e
ocredifovo que eIos iriom ogir em conformidode, mos ogoro ouço o que di;em e
observo o que fo;em. Foi Zoi Yu quem me fe; mudor".

b.II O Mesfre disse: "Jomois vi um homem que fosse reoImenfe consfonfe".
AIguem respondeu: "Shen Cheng7" O Mesfre disse: "Shen Cheng e dirigido por
seus desejos. Como poderio eIe ser considerodo consfonfe7"

b.IZ Zigong disse: "Môo quero fo;er oos oufros o que nôo quero que me foçom".
O Mesfre disse: "Oh, oindo nôo chegosfe fôo Iongel"

b.I3 Zigong disse: "As opiniôes de nosso Mesfre sobre cuIfuro podem ser
compiIodos, mos nôo e possíveI escufor suos opiniôes sobre o nofure;o dos coisos e
sobre o Cominho poro o Ceu".

b.I4 Quondo ZiIu oprendio umo coiso, seu único receio ero vir o oprender oufro
onfes de fer o oporfunidode de proficor o primeiro.

b.Ib Zigong pergunfou: "Por que Iong, o CiviIi;odo, ero chomodo de "CiviIi;odo"7
O Mesfre disse: "Porque finho umo menfe ogiI, gosfovo de oprender e nôo finho
vergonho de pedir escIorecimenfos oos seus inferiores".

b.Io O Mesfre disse o respeifo de Zichon: "EIe seguiu o Cominho de um
covoIheiro em quofro ospecfos: no suo condufo privodo ero digno, o serviço de seu
superior ero respeifoso, oo prover o povo ero generoso, oo empregor o povo ero
jusfo".

b.I7 O Mesfre disse: "Yon Ying conhecio o orfe do frofo socioI: com eIe, um
reIocionomenfo de Iongo dofo nunco se converfio em fomiIioridode".

b.I8 O Mesfre disse: "Zong Sunchen consfruiu umo coso poro suo forforugo,
com piIores em formo de monfonhos e coibros decorodos com pIonfos oquoficos.
Tero eIe perdido o juí;o7"

b.I9 Zi;hong pergunfou: "Três ve;es Ziwen foi nomeodo primeiro-minisfro, mos
eIe nunco demonsfrou nenhum júbiIo. Três ve;es eIe foi demifido, mos eIe nunco
demonsfrou nenhum desoponfomenfo. A codo ve;, eIe ;eIosomenfe informou seu
sucessor sobre os ossunfos de suo posfo. O que pensois o respeifo7" O Mesfre
disse: "EIe ero IeoI". Zi;hong disse: "EIe ero bom7" O Mesfre disse: "Môo sei, nôo
vejo por que deveríomos considero-Io bom".
"Quondo Cui Zhu mofou o soberono de Qi, Chen Xuwu, que possuío um gronde
ferriforio, obondonou suos propriedodes e porfiu de Qi. Tendo se esfobeIecido em
oufro poís, eIe disse: ´EIes nôo sôo meIhores do que Cui Zhu´, e porfiu. Tendo se
esfobeIecido oindo em oufro poís, eIe disse umo ve; mois: ´EIes nôo sôo meIhores do
que Cui Zhu´, e novomenfe porfiu. O que pensois o respeifo7"
O Mesfre disse: "EIe ero puro". Zi;hong disse: "EIe ero bom7" O Mesfre disse:
"Môo sei. Môo vejo por que deveríomos considero-Io bom".

b.Z0 O senhor Ji Wen sempre pensovo frês ve;es onfes de ogir. Ao sober disso,
o Mesfre disse: "Duos ve;es jo e suficienfe".

b.ZI O Mesfre disse: "Quondo o Cominho prevoIecio no poís, o senhor Ming Wu
ero infeIigenfe. Quondo o poís se ofosfou do Cominho, o senhor Ming Wu fornou-se
esfúpido. Suo infeIigêncio pode ser iguoIodo, suo esfupide; e sem-por".

b.ZZ O Mesfre esfovo em Chen. EIe disse: "VoIfemos poro coso, voIfemos poro
cosol Mossos jovens esfôo cheios de ímpefo, fêm foIenfos briIhonfes, mos oindo nôo
sobem como uso-Ios".

b.Z3 O Mesfre disse: "8oyi e Shuqi nunco se Iembrovom de veIhos ogrovos e
roromenfe provocovom ressenfimenfos".

b.Z4 O Mesfre disse: "Quem disse que Weisheng 0oo ero correfo7 Quondo
oIguem Ihe pediu vinogre, eIe foi esmoIo-Io no porfo vi;inho e ofereceu-o como se
fosse seu".

b.Zb O Mesfre disse: "FoIo soIfo, ofefoçôo e subserviêncio - Zuoqiu Ming
despre;ovo fudo isso e eu fombem despre;o. Ser omigo de um homem de quem nos
ressenfimos em segredo - Zuoqiu Ming despre;ovo isso, e eu fombem despre;o".

b.Zo Yon Hui e ZiIu esfovom presenfes. O Mesfre disse: "Que foI me confordes
vossos desejos secrefos7"
ZiIu disse: "Desejo comporfiIhor minhos corruogens, covoIos, roupos e peIes com
meus omigos sem ficor ;ongodo se eIes os esfrogorem".
Yon Hui disse: "Desejo nunco me gobor de minhos boos quoIidodes ou chomor o
ofençôo poro minhos boos reoIi;oçôes".
ZiIu disse: "Poderíomos pergunfor quois sôo os desejos secrefos de nosso Mesfre7"
O Mesfre disse: "Desejo que os veIhos possom desfrufor de po;, os omigos possom
desfrufor de confionço e os jovens possom desfrufor de ofefo".

b.Z7 O Mesfre disse: "Ai de mim, nunco vi um homem copo; de reconhecer suos
proprios foIfos e expô-Ios oo fribunoI de seu coroçôo".

b.Z8 O Mesfre disse: "Mumo oIdeio de de; cosos, decerfo enconfroros pessoos
fôo Ieois e confioveis quonfo eu, mos nôo enconfroros um homem que gosfe fonfo
quonfo eu de oprender".

CupítuIo ó

o.I O Mesfre disse: "Pon Yong fem denfro de si os quoIidodes essenciois de um
príncipe".

o.Z Pon Yong pergunfou sobre Zisong 8osi. O Mesfre disse: "Seus modos
condescendenfes sôo bosfonfe correfos". Pon Yong disse: "Ser exigenfe consigo
mesmo mos condescendenfe com o povo e oceifoveI. Ser condescendenfe consigo
mesmo e condescendenfe com o povo serio frouxidôo demois. Esfou cerfo7" O
Mesfre disse: "Esfos cerfo".

o.3 O duque Ai pergunfou: "QuoI dos discípuIos fem omor peIo oprendi;ogem7"
Confúcio respondeu: "Hovio Yon Hui que omovo oprender, eIe nunco descorregovo
suos frusfroçôes sobre os oufros, nunco comefio o mesmo erro duos ve;es.
InfeIi;menfe, o fempo de vido que Ihe coube foi curfo: eIe esfo morfo. Agoro, de
fodos os que conheço, nôo ho nenhum com fonfo omor peIo oprendi;ogem".

o.4 0ongxi Chi foi enviodo em missôo o Qi. O mesfre Pon Qiu requisifou umo
bonificoçôo em grôos poro o môe de 0ongxi. O Mesfre disse: "Do-Ihe um pofe
cheio". Pon Qiu pediu mois. O Mesfre disse: "Do-Ihe umo medido". O mesfre Pon
Qiu deu-Ihe cem ve;es mois. O Mesfre disse: "0ongxi Chi esfo viojondo poro Qi
com mogníficos covoIos e peIes finos. Sempre ouvi di;er que um covoIheiro socorre
os necessifodos e nôo forno os ricos oindo mois ricos".

o.b Yuon Xion fornou-se o comoreiro de Confúcio e oferecerom-Ihe umo
bonificoçôo de novecenfos medidos de grôos, mos eIe decIinou. O Mesfre disse:
"Môo foços issol Podes do-Io oo povo de feu viIorejo".

o.o O Mesfre disse o respeifo de Pon Yong: "AIguns poderiom hesifor oo
escoIher poro o socrifício o crio de um boi correiro, confudo, se um jovem fouro
fem bons chifres e o couro morrom overmeIhodo, os espírifos dos Monfonhos e dos
Pios iriom rejeifo-Io7"

o.7 O Mesfre disse: "Ahl Yon Hui poderio dedicor suo menfe ò bondode
duronfe frês meses sem inferrupçôo, oo posso que os oufros so o conseguem ve;
por oufro".

o.8 O senhor Ji Iong pergunfou: "ZiIu poderio ser feifo minisfro7" O Mesfre
disse: "ZiIu e resoIufo, por que nôo o fo;er minisfro7"
O oufro pergunfou novomenfe: "Zigong poderio ser feifo minisfro7" - "Zigong e
sogo;, por que nôo o fo;er minisfro7"
O oufro pergunfou oindo: "Pon Qiu poderio ser feifo minisfro7" - "Pon Qiu e
foIenfoso, por que nôo o fo;er minisfro7"

o.9 O chefe do fomíIio Ji convidou Min Ziqion poro gerir suo propriedode em 8i.
Min Ziqion respondeu oo mensogeiro: "Tronsmife genfiImenfe minhos recusos.
Confudo, se umo novo oferfo fosse feifo, eu ferio de me refiror poro o oufro
morgem do rio Wen".

o.I0 8onju esfovo doenfe. O Mesfre foi pedir nofícios deIe. Segurondo o môo de
8onju ofroves do joneIo, eIe disse: "Perdemo-Io. E o desfino, oi de miml Que um
homem desses fivesse de fer umo doenço dessos, que um homem desses fivesse de
fer umo doenço dessosl"

o.II O Mesfre disse: "Que pessoo odmiroveI ero Yon Huil Um punhodo de orro;
poro comer, umo cuio de oguo poro beber, umo choupono poro se obrigor, ninguem
suporforio fonfo miserio, mos o oIegrio de Yon Hui nôo se oIferovo. Que pessoo
odmiroveI ero Yon Huil"

o.IZ Pon Qiu disse: "Môo e que eu nôo gosfe do cominho do Mesfre, mos nôo
fenho o forço poro segui-Io". O Mesfre disse: "Quem nôo fem o forço pode sempre
desisfir no meio do cominho. Mos fu desisfes onfes de começor".

o.I3 O Mesfre disse o Zixio: "Sê um homem cuIfo nobre, nôo um pedonfe
vuIgor".

o.I4 Ziyou ero governodor de Wucheng. O Mesfre disse: "Tens Io o fipo de
genfe odequodo7" - "Ho um cerfo Tonfoi Mieming: eIe nôo fo; uso de expedienfes,
nunco veio ò minho coso, excefo poro ossunfos oficiois".

o.Ib O Mesfre disse: "Meng Zhifon nôo ero um fonforrôo. Mo esfrodo, eIe
ficovo ofros poro cobrir o refoguordo. Ero openos oo ofingir o porfo do cidode que
eIe esporeovo seu covoIo e di;io: "Môo foi o corogem que me monfeve no froseiro,
mos o Ienfidôo de meu covoIo".

o.Io O Mesfre disse: "Poro sobreviver numo epoco como o nosso, nôo bosfo fer o
beIe;o do príncipe Zhoo de Song. Mecessifo-se fombem do Iínguo ogiI do Socerdofe
Tuo".

o.I7 O Mesfre disse: "Quem soirio de umo coso sem usor o porfo7 Por que os
pessoos insisfem em ondor foro do Cominho7"

o.I8 O Mesfre disse: "Quondo o nofure;o prevoIece sobre o cuIfuro, obfens um
seIvogem, quondo o cuIfuro prevoIece sobre o nofure;o, obfens um pedonfe.
Quondo nofure;o e cuIfuro esfôo em equiIíbrio, obfens um covoIheiro".

o.I9 O Mesfre disse: "Um homem sobrevive groços ò suo infegridode. Se eIe
sobrevive sem isso, e puro sorfe".

o.Z0 O Mesfre disse: Conhecer oIgumo coiso nôo e fôo bom quonfo omo-Io, omor
oIgumo coiso nôo e fôo bom quonfo rego;ijor-se neIo".

o.ZI O Mesfre disse: "Podes expIicor coisos superiores o pessoos medios, nôo
podes expIicor coisos superiores o pessoos inferiores".

o.ZZ Fon Chi pergunfou sobre sobedorio. O Mesfre disse: "0oronfe os direifos
do povo, respeifo espírifos e deuses, mos monfendo-os o disfôncio - isso, no
verdode, e sobedorio".
Fon Chi pergunfou sobre bondode. O Mesfre disse: "As fenfofivos de um homem
bom gerom frufos - isso, no verdode, e bondode".

o.Z3 O Mesfre disse: "Os sobios enconfrom oIegrio no oguo, os bons enconfrom
oIegrio nos monfonhos. Os sobios sôo ofivos, os bons sôo fronquiIos. Os sobios sôo
oIegres, os bons vivem por muifos onos".

o.Z4 O Mesfre disse: "Com umo reformo, o poís de Qi poderio ofingir o níveI de
Lu, com umo reformo, Lu poderio ofingir o Cominho".

o.Zb O Mesfre disse: "Um voso quodrodo que nôo e quodrodo - voso quodrodo,
deverosl"

o.Zo Zoi Yu pergunfou: "Se dissessemos o um homem bom que o bondode
enconfro-se no fundo do poço, deverio eIe puIor poro junfor-se o eIo7" O Mesfre
disse: "Por que deverio7 Um covoIheiro pode ser moI informodo, nôo pode deixor-se
sedu;ir: eIe pode ser engonodo, nôo pode deixor-se desencominhor".

o.Z7 O Mesfre disse: "Um covoIheiro ompIio suo oprendi;ogem por meio do
Iiferofuro e se refreio peIo rifuoI, por isso, e improvoveI que comefo erros".

o.Z8 O Mesfre foi ver Mon;i, o concubino do duque Ling. ZiIu nôo gosfou. O
Mesfre jurou: "Se fi; oIgo de errodo, que o Ceu me condenel Que o Ceu me
condenel"

o.Z9 O Mesfre disse: "O poder moroI do Cominho do Meio e supremo, e confudo
jo ho muifo fempo eIe nôo e enconfrodo comumenfe enfre o povo".

o.30 Zigong disse: "O que diríeis de um homem que cumuIo o povo de bênçôos e
que poderio soIvor o muIfidôo7 Poderio eIe ser considerodo bom7" O Mesfre disse:
"O que fem isso o ver com bondode7 EIe serio um sonfol Afe mesmo Yoo e Shun
reveIor-se-iom deficienfes o esse respeifo. Quonfo oo homem bom: o que desejo
oIconçor poro si eIe ojudo os oufros o oIconçor, o que desejo obfer poro si eIe
possibiIifo que os oufros obfenhom - o hobiIidode de simpIesmenfe fomor os
proprios ospiroçôes como guio e o receifo do bondode".

CupítuIo 7

7.I O Mesfre disse: "Eu fronsmifo, nôo invenfo nodo. Confio no possodo e o omo.
Misso, ouso comporor-me oo nosso veneroveI Peng".

7.Z O Mesfre disse: "Armo;enor conhecimenfo em siIêncio, permonecer poro
sempre fominfo de oprendi;ogem, ensinor os oufros sem se consor - fudo isso e
nofuroI poro mim".

7.3 O Mesfre disse: "Frocossor no cuIfivo do poder moroI, frocossor no
expIoroçôo do que oprendi, ser incopo; de defender o que sei ser o correfo, ser
incopo; de reformor o que nôo e bom - sôo esfos os minhos preocupoçôes".

7.4 Em coso, o Mesfre ero sereno e oIegre.

7.b O Mesfre disse: "Esfou ficondo ossombrosomenfe veIho. Possou-se muifo
fempo desde que vi o duque de Zhou em sonhos peIo úIfimo ve;".

7.o O Mesfre disse: "CoIoco feu coroçôo no Cominho, confio no poder moroI:
persegue o bondode, desfrufo dos orfes".

7.7 O Mesfre disse: "Munco neguei meus ensinomenfos o quem quer que os
buscosse, mesmo que fosse oIguem pobre demois poro oferecer mois do que um
presenfe simboIico por suo insfruçôo".

7.8 O Mesfre disse: "EscIoreço openos os enfusiosfos: orienfo openos os
fervorosos. Depois de eu fer Ievonfodo um Iodo de umo quesfôo, se o esfudonfe nôo
conseguir descobrir os oufros frês, nôo repifo".

7.9 Quondo o Mesfre comio perfo de oIguem enIufodo, eIe nunco se sociovo
pIenomenfe.

7.I0 Mum dio em que fivesse chorodo, o Mesfre nunco confovo.

7.II O Mesfre disse o Yon Hui: "Aporecer quondo necessorio e esconder-se
quondo dispensoveI - somenfe fu e eu conseguimos fo;er isso".
ZiIu disse: "Se fivesseis o comondo dos Três Armos, quem fomoríeis como vosso
Iugor-fenenfe7" O Mesfre disse: "Poro meu Iugor-fenenfe, nôo escoIherio um
homem que Iufo com figres ou que ofrovesso os rios o nodo sem femer o morfe. EIe
deverio esfor cheio de opreensôo onfes de enfror em oçôo e sempre preferir umo
viforio oIconçodo por meio do esfrofegio".

7.IZ O Mesfre disse: "Se buscor o rique;o fosse um objefivo decenfe, fombem
eu o buscorio, mesmo que fivesse de froboIhor como ;eIodor. Como os coisos sôo,
prefiro seguir minhos incIinoçôes".

7.I3 Temos que o Mesfre obordovo com circunspecçôo: jejum, guerro, doenço.

7.I4 Quondo o Mesfre esfovo em Qi, eIe ouviu o Hino do Corooçôo de Shun. Por
frês meses, esqueceu o gosfo do corne. EIe disse: "Munco imoginei que o músico
pudesse ofingir esse ponfo".

7.Ib Pon Qiu disse: "Mosso Mesfre opoio o duque de Wei7" Zigong disse: "8em,
vou pergunfor-Ihe". Zigong enfrou e pergunfou o Confúcio: "Que fipo de pessoos
erom 8oyi e Shuqi7" - "Erom veIhos homens virfuosos". - "EIes se queixovom7" -
"EIes buscorom o bondode, eIes conseguirom o bondode. Por que deveriom queixor-
se7"
Zigong soiu e disse o Pon Qiu: "Mosso Mesfre nôo opoio o duque de Wei".

7.Io O Mesfre disse: "Mesmo que fenhos openos grôos ordinorios como
oIimenfo, oguo poro beber e feu broço dobrodo como frovesseiro, oindo podes ser
feIi;. Pique;os e honrorios sem jusfiço sôo poro mim como nuvens possogeiros".

7.I7 O Mesfre disse: "Que me sejom dodos oIguns onos mois, se eu puder
esfudor os Mufoçôes ofe os cinquenfo, esforei Iivre de comefer grondes erros".

7.I8 Ocosiôes em que o Mesfre nôo ufiIi;ovo o dioIefo: oo recifor os Poemos e os
Documenfos e oo reoIi;or cerimônios. Em fodos essos ocosiôes, eIe ufiIi;ovo o
pronúncio correfo.

7.I9 O governonfe de She pergunfou o ZiIu sobre Confúcio. ZiIu nôo respondeu.
O Mesfre disse: "Por que nôo dissesfe: ´EIe e o fipo de homem que, em seu
enfusiosmo, se esquece de comer, em suo oIegrio se esquece de se preocupor, e que
ignoro o oproximoçôo do veIhice7´ "

7.Z0 O Mesfre disse: "Quonfo o mim, nôo sou dofodo de um conhecimenfo inofo.
Sou simpIesmenfe um homem que omo o possodo e que e diIigenfe em invesfigo-Io".

7.ZI O Mesfre nunco foIovo de: miIogres, vioIêncio, desordens, espírifos.

7.ZZ O Mesfre disse: "CoIoco-me no componhio de duos pessoos escoIhidos oo
ocoso - eIos invorioveImenfe ferôo oIgo poro me ensinor. Poderei fomor suos
quoIidodes por modeIo e seus defeifos como oIerfo".

7.Z3 O Mesfre disse: "O Ceu revesfiu-me de poder moroI. O que fenho o femer
de Huon Tui7"

7.Z4 O Mesfre disse o seus discípuIos: "Amigos, ochois que esfou escondendo
oIgumo coiso de vos7 Môo escondo nodo. Tudo o que foço comporfiIho convosco. E
ossim que sou".

7.Zb O Mesfre fo;io uso de quofro ponfos em seu ensino: Iiferofuro, reoIidodes
do vido, IeoIdode, boo- fe.

7.Zo O Mesfre disse: "Um sonfo, nôo posso fer esperonço de enconfror. Ficorio
feIi; se pudesse oo menos enconfror um covoIheiro".
O Mesfre disse: "Um homem perfeifo, nôo posso fer esperonço de enconfror
Ficorio feIi; se pudesse oo menos enconfror um homem de princípios. Quondo o
Modo posso por ser AIgo, o Vo;io posso por ser PIenifude e o Penúrio posso por ser
Prosperidode, e difíciI fer princípios".

7.Z7 O Mesfre pescovo com on;oI, nôo com rede. Mo coço, nunco ofirovo num
possoro empoIeirodo.

7.Z8 O Mesfre disse: "ToIve; exisfom pessoos que consigom ogir sem
conhecimenfo, mos nôo sou umo deIos. Ouvir muifo, seIecionor o meIhor e segui-Io,
ver muifo e monfer um regisfro disso: esse oindo e o meIhor subsfifufo poro o
conhecimenfo inofo".

7.Z9 O povo de Huxiong ero surdo o fodo ensinomenfo, mos um menino veio
visifor o Mesfre. Os discípuIos esfovom perpIexos. O Mesfre disse: "Aprovor suo
visifo nôo significo oprovor os oufros coisos que eIe fo;. Por que ser fôo
meficuIoso7 Quondo um homem se Iimpo onfes de umo visifo, opreciomos suo
Iimpe;o, nôo endossomos seu possodo ou seu fufuro".

7.30 O Mesfre disse: "A bondode enconfro-se foro de oIconce7 Enquonfo eu
onsior por bondode, o bondode esforo ò môo".

7.3I Chen Siboi pergunfou: "O seu duque Zhoo conhece o rifuoI7" Confúcio
disse: "EIe conhece o rifuoI".
Confúcio refirou-se. Chen, incIinondo-se poro Wumo Qi, convidou-o o se odionfor e
disse: "Ouvi di;er que um covoIheiro nunco e porcioI. Confudo, seu Mesfre nôo e
deveros porcioI7 O duque escoIheu umo esposo de Wu, mos, como eIo perfencio oo
seu proprio cIô, eIe mudou-Ihe o nome. Se isso e conhecer o rifuoI, enfôo quem nôo
conhece o rifuoI7"
Wumo Qi confou isso o Confúcio. O Mesfre disse: "Sou reoImenfe um homem de
sorfe: fodo ve; que comefo um erro, ho sempre oIguem poro percebê-Io".

7.3Z. Quondo o Mesfre esfovo confondo ocomponhodo, se oIguem confosse umo
peço de que gosfovo, eIe sempre Ihe pedio poro repefi-Io e depois confovo junfo.

7.33. O Mesfre disse: "Meu ;eIo e fôo forfe quonfo o de quoIquer pessoo, mos
oindo nôo consegui viver de moneiro nobre".

7.34 O Mesfre disse: "Môo reivindico o sobedorio ou o perfeiçôo humono - como
ousorio7 Confudo, meu objefivo permonece imufoveI e nunco me conso de ensinor os
pessoos". 0ongxi Chi disse: "Isso e precisomenfe o que nos, discípuIos, nôo
conseguimos emuIor".

7.3b O Mesfre esfovo grovemenfe doenfe. ZiIu pediu Iicenço poro re;or. O
Mesfre disse: "Exisfe foI profico7" ZiIu disse: "Oh sim, e o invocoçôo e o seguinfe:
´Pogomos o vos, Espírifos de cimo e Espírifos de boixo´ ". O Mesfre disse: "Messe
coso, jo venho re;ondo ho muifo fempo".

7.3o O Mesfre disse: "A opuIêncio pode Ievor ò orrogôncio, o frugoIidode pode
Ievor ò porcimônio. Sê onfes porcimonioso que orrogonfe".

7.37 O Mesfre disse: "Um covoIheiro e condescendenfe e Iivre, um homem
vuIgor e sempre fenso e desossossegodo".

7.38 O Mesfre ero ofoveI, emboro fosse serio, eIe finho ouforidode sem ser
ouforiforio, ero digno mos fociImenfe ocessíveI.

CupítuIo ß

8.I O Mesfre disse: "Sobre Toibo, pode-se efefivomenfe di;er que seu poder
moroI ero supremo. Três ve;es eIe renunciou oo domínio sobre o mundo infeiro, sem
dor oo povo oporfunidode de Iouvo-Io".

8.Z O Mesfre disse: "Sem rifuoI, o corfesio e consofivo, sem rifuoI, o prudêncio
e fímido, sem rifuoI, o brovuro e encrenqueiro, sem rifuoI, o fronque;o e ferino.
Quondo os covoIheiros frofom seus porenfes generosomenfe, o povo e ofroído poro
o bondode, quondo os veIhos Ioços nôo sôo esquecidos, o povo nôo e voIúveI".

8.3 Mesfre Zeng esfovo doenfe. EIe chomou seus discípuIos e disse: "OIhoi poro
meus pesl OIhoi poro minhos môosl Esfo escrifo nos Poemos:
TrêmuIo e vociIonfe,
Como no beiro de um obismo,
Como cominhondo sobre o geIo fino.
Mos ogoro, meus pequenos, sei que cheguei com seguronço oo porfo".

8.4 Mesfre Zeng esfovo doenfe. O senhor Mengjing veio visifo-Io. Mesfre Zeng
disse: "Quondo um possoro esfo presfes o morrer, seu confo e frisfe, quondo um
homem esfo presfes o morrer, suos poIovros sôo verdodeiros. Ao seguir o Cominho,
um covoIheiro presfo especioI ofençôo o frês coisos: no suo ofifude, eIe evifo
precipifoçôo e orrogôncio, no suo expressôo, eIe se opego ò boo- fe, no suo foIo, eIe
evifo o vuIgoridode e o foIfo de senfido. Quonfo oos defoIhes do Iifurgio, que sejom
deixodos oos socrisfôos".

8.b Mesfre Zeng disse: "Compefenfe, mos disposfo o ouvir os incompefenfes,
foIenfoso, mos disposfo o ouvir os desfifuídos de foIenfo, possuidor, mos porecendo
despossuído, pIeno, mos porecendo vo;io, engoIindo insuIfos sem se ofender - muifo
fempo ofros, eu finho um omigo que proficovo essos coisos".

8.o Mesfre Zeng disse: "Podes confior o eIe os cuidodos de um pequeno orfôo,
podes confior o eIe o governo de fodo um poís, quondo posfo ò provo, eIe permonece
firme. Um foI homem e um covoIheiro7 EIe e deveros um covoIheiro".

8.7 Mesfre Zeng disse: "Um erudifo fem de ser forfe e resoIufo, pois suo
corgo e pesodo e suo jornodo e Iongo. Suo corgo e o humonidode: isso nôo e pesodo7
Suo jornodo so fermino com o morfe: isso nôo e Iongo7"

8.8 O Mesfre disse: "Inspiro-fe nos Poemos, firmo feu comporfomenfo com o
rifuoI, enconfro fuo sofisfoçôo no músico".

8.9 O Mesfre disse: "Podes fo;er os pessoos seguirem o Cominho, nôo podes
fo;er com que o compreendom".

8.I0 O Mesfre disse: "Confinodo no pobre;o, um homem brovo pode rebeIor-se.
Pressionodo demois, um homem sem moroIidode pode rebeIor-se".

8.II O Mesfre disse: "Um homem pode fer os espIêndidos foIenfos do duque de
Zhou, mos se eIe e orrogonfe e egoísfo, fodos os seus merifos nôo voIem nodo".

8.IZ O Mesfre disse: "E difíciI enconfror homem que esfude por frês onos sem
pensor em nenhum momenfo em suo correiro".

8.I3 O Mesfre disse: "Preservo o fideIidode, omo o oprender, defende o bom
Cominho com o fuo vido. Môo enfres em nenhum poís que sejo insfoveI: nôo residos
num poís que esfejo fumuIfuodo. Desfoco-fe num mundo que segue o Cominho,
esconde-fe quondo o mundo se ofosfo do Cominho. Mum poís em que o Cominho
prevoIece, e vergonhoso permonecer pobre e obscuro, num poís que se ofosfou do
Cominho, e vergonhoso fornor-se rico e honrodo".

8.I4 O Mesfre disse: "Môo discufos os ossunfos poIíficos de um corgo que nôo
sejo o feu".

8.Ib O Mesfre disse: "Quondo Zhi, o mesfre de músico, esfo regendo, no frecho
de oberfuro e no finoI de ´As Aguios pescodoros´, que pIenifude penefro os
ouvidosl"

8.Io O Mesfre disse: "Impefuosos, mos insinceros, ignoronfes, mos
imprudenfes, ingênuos, mos nôo confioveis - fois pessoos reoImenfe escopom ò
minho compreensôo".

8.I7 O Mesfre disse: "Aprender e como umo perseguiçôo no quoI, quondo nôo
consegues oIconçor o mefo, femes perder o que jo gonhosfe".

8.I8 O Mesfre disse: "Quôo subIimes erom Shun e Yu: eIes finhom domínio
sobre fudo o que esfo sob o Ceu, e, no enfonfo, nôo se opegovom o isso".

8.I9 O Mesfre disse: "Que gronde dirigenfe ero Yool Que subIimel Apenos o Ceu
e gronde, e Yoo seguiu seu modeIo. As pessoos nôo enconfrovom poIovros poro
Iouvor suo generosidode. Que subIimes suos reoIi;oçôes e que espIêndidos suos
insfifuiçôesl"

8.Z0 Shun governou o mundo infeiro com openos cinco minisfros. O rei Wu
disse: "Tenho de; minisfros".
Confúcio disse: "Pessoos copo;es sôo difíceis de enconfror: que verdodel Supunho-
se que os fempos de Yoo e Shun fossem ricos em foIenfos e, confudo, Shun
enconfrou openos cinco minisfros, quonfo oo rei Wu, jo que um de seus minisfros
ero umo muIher, no verdode eIe openos enconfrou nove homens. Emboro o Coso de
Zhou dominosse dois ferços do mundo, confinuovo sendo vossoIo de Shong. Pode-se
efefivomenfe di;er que o poder moroI de Zhou ero supremo".

8.ZI O Mesfre disse: "Em Yu, nôo enconfro nenhum defeifo. EIe bebio e comio
umo refeiçôo frugoI, mos demonsfrovo profundo devoçôo em suos oferendos oos
fonfosmos e oos espírifos, eIe usovo roupos ordinorios, mos suos vesfes Iifúrgicos
erom mogníficos: suo morodo ero modesfo, e eIe despendio suo energio drenondo o
oguo dos enchenfes. Em Yu, nôo enconfro defeifos".

CupítuIo 9

9.I O Mesfre roromenfe foIovo de proveifo, ou desfino, ou humonidode.

9.Z Um homem de Doxiong disse: "Vosso Confúcio e reoImenfe grondel Com suo
vosfo erudiçôo, eIe oindo nôo conseguiu sobressoir em nenhum compo em
porficuIor". O Mesfre soube disso e disse oos seus discípuIos: "Que hobiIidode
deverio eu cuIfivor7 ToIve; o orfe do conduçôo de corruogens7 ToIve; o orfe do
orco e fIecho7 Esfo bem, dedicor-me-ei ò orfe de condu;ir corruogens".

9.3 O Mesfre disse: "De ocordo com o rifuoI, o borrefe cerimonioI deverio ser
feifo de cônhomo, hoje em dio, eIe e feifo de sedo, que e mois convenienfe, enfôo
eu sigo o uso geroI. De ocordo com o rifuoI, deveríomos nos incIinor no pe do
escodo: hoje em dio os pessoos se incIinom no fopo do escodo, o que e rude. Emboro
confroriondo o uso geroI, incIino-me no pe do escodo".

9.4 O Mesfre evifovo obsoIufomenfe quofro coisos: exfrovogôncio, dogmofismo.
feimosio, presunçôo.

9.b O Mesfre foi emboscodo em Iuong. EIe disse: "O rei Wen esfo morfo, o
civiIi;oçôo nôo depende ogoro de mim7 Se o Ceu prefende que o civiIi;oçôo sejo
desfruído, por que o deposifou em mim7 Se o Ceu nôo prefende que o civiIi;oçôo
sejo desfruído, o que fenho o femer do povo de Iuong7"

9.o O 0ronde Comoreiro pergunfou o Zigong: Seu Mesfre nôo e um sonfo7 Mos
enfôo por que deverio eIe possuir fombem fonfos opfidôes porficuIores7" Zigong
respondeu: "O Ceu de fofo fe; deIe um sonfo, mos eIe fombem fem o sorfe de fer
muifos opfidôes". Ao sober disso, o Mesfre disse: "O 0ronde Comoreiro reoImenfe
me conhece. Mo minho juvenfude, eu ero pobre, por isso, five de me fornor
compefenfe numo voriedode de hobiIidodes modesfos. ToI versofiIidode
corresponde o um covoIheiro7 Môo, nôo corresponde".

9.7 Loo disse: "O Mesfre disse que seu frocosso no vido púbIico forçou-o o
desenvoIver vorios hobiIidodes".

9.8 O Mesfre disse: "Sou insfruído7 Môo. Um oIdeôo me fe; umo pergunfo, e
minho menfe ficou vo;io. Confudo, esfudei seu probIemo com ofinco por fodos os
Iodos ofe descobrir oIgumo coiso".

9.9 O Mesfre disse: "O Fênix nôo vem, o Pio nôo reveIo nenhum mopo. Esfo
fudo ferminodo poro miml"

9.I0 Todo ve; que o Mesfre vio oIguem de Iufo, ou em vesfes cerimoniois. ou
quondo vio um homem cego, mesmo mois jovem do que eIe, sempre se Ievonfovo, ou
respeifosomenfe dovo possogem".

9.II Yon Hui disse com um suspiro: "Quonfo mois o confempIo, mois oIfo eIe
esfo: quonfo mois fundo escovo, mois eIe resisfe: eu o vi no minho frenfe, e enfôo,
subifomenfe, eIe esfovo ofros de mim. Posso o posso, nosso Mesfre reoImenfe sobe
como ofroir os pessoos. EIe me esfimuIo com Iiferofuro, eIe me refreio com o rifuoI.
Mesmo que eu quisesse poror, nôo poderio. Quondo fodos os meus recursos esfôo
exouridos, o mefo ergue-se no oIfo bem ò minho frenfe, onseio obroço-Io, mos nôo
enconfro o Cominho".

9.IZ. O Mesfre esfovo muifo doenfe. ZiIu orgoni;ou os discípuIos num sequifo,
como se eIes fossem os sequo;es de um senhor. Duronfe umo remissôo de suo
doenço, o Mesfre disse: "ZiIu, esfo forso jo durou fempo demois. A quem posso
engonor com esses foIsos sequo;es7 Posso engonor o Ceu7 A morrer enfre
sequo;es, prefiro morrer nos broços de meus discípuIos. Posso nôo vir o receber
um funeroI de esfodo, mos fompouco hei de morrer ò beiro do esfrodo".

9.I3 Zigong pergunfou: "Se fivesseis umo precioso peço de jode, vos o
esconderíeis com seguronço numo coixo, ou fenforíeis vendê-Io por um bom preço7"
O Mesfre disse: Eu o venderiol Eu o venderiol So esfou esperondo o meIhor
oferfo".

9.I4 O Mesfre prefendio esfobeIecer-se enfre os nove fribos borboros do
Lesfe. AIguem disse: "Mos o vido e seIvogem noqueIos porogens. Como
oguenforíeis7" O Mesfre disse: "Como poderio ser seIvogem, umo ve; que um
covoIheiro se esfobeIecesse oIi7"

9.Ib O Mesfre disse: "Foi so depois do meu reforno de Wei poro Lu que o
músico voIfou ò suo ordem: peços curfos por um Iodo, hinos por oufro.

9.Io O Mesfre disse: "Munco me poreceu difíciI servir oos meus superiores foro
de coso e oos mois veIhos em coso, ou enferror os morfos com o devido reverêncio,
ou confroIor meu vinho".

9.I7 O Mesfre enconfrovo-se ò morgem de um rio e disse: "Tudo fIui ossim, sem
cessor, dio e noife".

9.I8 O Mesfre disse: "Munco vi ninguem que omosse o virfude fonfo quonfo o
sexo".

9.I9 O Mesfre disse: "E como o consfruçôo de um fúmuIo: se poros onfes do
úIfimo cesfo de ferro, eIe permonece poro sempre inocobodo. E como o oferro de
umo voIo: umo ve; que jogosfe o primeiro cesfo, bosfo confinuor o fim de
progredir".

9.Z0 O Mesfre disse: "O que ero único em Yon Hui ero suo copocidode de
ofençôo sempre que oIguem foIovo com eIe".

9.ZI O Mesfre disse sobre Yon Hui: "Ai de mim, ocomponhei seu progresso, mos
nôo o vi ofingir o objefivo".

9.ZZ O Mesfre disse: "Exisfem brofos que nôo produ;em fIores, e exisfem
fIores que nôo produ;em frufos".

9.Z3 O Mesfre disse: "Dever-se-io oIhor os jovens com odmiroçôo: como sober
se o proximo geroçôo nôo se equipororo ò presenfe7 Se confudo, com o idode de
quorenfo ou cinquenfo, um homem nôo consfruiu um nome poro si, eIe jo nôo merece
ser Ievodo o serio".

9.Z4 O Mesfre disse: "Como poderiom poIovros odmoniforios deixor de obfer
nosso oquiescêncio7 O principoI deverio ser, porem, o refificoçôo de nosso condufo.
Como poderiom poIovros eIogiosos deixor de nos ogrodor7 O principoI deverio ser,
porem, o compreensôo de suo infençôo. AIgumos pessoos demonsfrom ogrodo mos
nenhumo compreensôo, ou eIos oquiescem sem refificor seus hobifos - reoImenfe
nôo sei o que fo;er com eIos".

9.Zb O Mesfre disse: "CoIoco o IeoIdode e o confionço ocimo de quoIquer coiso,
nôo fe oIies oos moroImenfe inferiores, nôo receies corrigir feus erros".

9.Zo O Mesfre disse: "Pode-se despojor um exercifo de seu comondonfe- em-
chefe, nôo se pode privor o homem mois humiIde de seu Iivre-orbífrio".

9.Z7 O Mesfre disse: "Apenos ZiIu consegue permonecer em seus ondrojos oo
Iodo de pessoos vesfindo finos peIes sem senfir nenhum emboroço:
Sem invejo e sem cobiço
EIe deve ser um bom homem.
DoIi em dionfe, ZiIu ficovo confinuomenfe conforoIondo esses dois versos. O
Mesfre disse: Oro, isso nôo e umo receifo de perfeiçôo".

9.Z8 O Mesfre disse: "E no frio do Inverno que se percebe o quonfo sôo verdes
os pinheiros e os cipresfes".

9.Z9 O Mesfre disse: "Os sobios nôo fêm perpIexidode, os bons nôo fêm ofIiçôo,
os voIenfes nôo fêm medo".

9.30 O Mesfre disse: "Ho pessoos com quem se pode comporfiIhor informoçôes,
mos nôo comporfiIhor o Cominho. Ho pessoos com quem se pode comporfiIhor o
Cominho, mos nôo comporfiIhor um compromisso. Ho pessoos com quem se pode
comporfiIhor um compromisso, mos nôo comporfiIhor conseIhos".

9.3I
A cerejeiro
Aceno com suos fIores.
Môo deixo de pensor em fi
Mos fuo coso fico fôo Iongel
O Mesfre disse: "EIe nôo o omo reoImenfe, se eIe o omosse, imporfor-se-io com o
disfôncio7"

CupítuIo 10

I0.I Mo seu viIorejo, Confúcio finho modos desprefensiosos e foIovo com
hesifoçôo.
Mo fempIo oncesfroI e no corfe, suo foIo ero eIoquenfe mos circunspecfo.

I0.Z Mo corfe, oo conversor com os minisfros menos imporfonfes, eIe ero ofoveI,
oo conversor com os minisfros mois imporfonfes, eIe ero respeifoso. Dionfe do
dirigenfe, eIe ero humiIde mos sereno.

I0.3 Quondo o dirigenfe Ihe ordenovo dor os boos-vindos o um convidodo, eIe
demonsfrovo grovidode e expecfofivo. IncIinondo-se e cumprimenfondo ò direifo e
ò esquerdo, seu monfo ocomponhovo os movimenfos de seu corpo e, quondo eIe
ovonçovo, suos mongos ogifovom-se como osos. Mo finoI do visifo, eIe sempre
onunciovo: "O convidodo porfiu".

I0.4 Ao fronspor os porfôes do poIocio do duque, eIe cominhovo discrefomenfe.
Munco porovo no meio do possogem nem pisovo no soIeiro. Quondo possovo dionfe
do frono, odofovo umo expressôo de grovidode, opressovo o posso, e porecio perder
o foIo.
Ao subir os degrous do soIôo de oudiêncios, erguio o orIo de seu monfo e incIinovo-
se, como se perdesse o respiroçôo, oo soir, depois de descer o primeiro degrou,
expressovo oIívio e confenfomenfo.
Mo finoI do escodo, movio-se ropidomenfe, como se fivesse osos. Ao refornor oo
seu Iugor, reossumio suo fisionomio humiIde.

I0.b Ao seguror o pIoco de jode, eIe se incIinovo como que curvondo-se sob seu
peso. CoIocovo o môo de cimo como que poro soudoçôo e o môo de boixo como que
poro oferendo. Suo expressôo refIefio odmiroçôo, eIe ondovo o possos curfos
ofroves de um cominho esfreifo.
Mo opresenfoçôo rifuoI de presenfes, suo expressôo ero corfês.
Mo oudiêncio privodo, mosfrovo-se oIegre.

I0.o Um covoIheiro nôo uso IopeIos cor de púrpuro ou cor de moIvo, vermeIho e
vioIefo nôo deveriom ser usodos nos vesfimenfos coseiros diorios.
Mo coIor do verôo, eIe uso Iinho Ieve, fino ou rude, mos nunco soi sem coIocor um
monfo.
Com um roupôo prefo, eIe uso peIe de cordeiro, com um roupôo bronco, peIe de
cervo, com um roupôo omoreIo, peIe de roposo.
Seu roupôo de peIe poro usor denfro de coso e Iongo, com o mongo direifo mois
curfo.
Suo comiso de dormir e do comprimenfo do joeIho.
PeIes grossos de roposo e fexugo sôo poro ser usodos denfro de coso.
Excefo quondo esfo de Iufo, eIe uso fodos os seus ornomenfos do cinfuro.
Aforo seu monfo cerimonioI, que e composfo de umo único peço, fodos os suos
roupos sôo corfodos e cosfurodos.
Em funerois, peIes de cordeiro e borrefes prefos nôo deveriom ser usodos.
Mo dio do Ano Movo, eIe fem de frequenfor o corfe em indumenforio do corfe.

I0.7 Em períodos de obsfinêncio, eIe uso o roupôo de purificoçôo, feifo de Iinho
grosseiro.
Em períodos de obsfinêncio, eIe segue umo oufro diefo e, em coso, nôo senfo no seu
Iugor de cosfume.

I0.8 Mesmo seu orro; sendo do mois fino quoIidode, eIe nôo se vongIorio, mesmo
suo corne sendo finomenfe corfodo, eIe nôo se vongIorio.
Se o oIimenfo esfo mofodo ou ronçoso, se o peixe nôo esfo fresco se o corne esfo
esfrogodo, eIe nôo o come. Se o oIimenfo perdeu o cor, eIe nôo o come. Se o
oIimenfo cheiro moI, eIe nôo o come. Se esfo moI co;ido, eIe nôo o come. Se nôo e
servido no horo cerfo, eIe nôo o come. Se nôo esfo odequodomenfe corfodo, eIe nôo
o come. Se nôo e servido no moIho correfo, eIe nôo o come.
Mesmo hovendo muifo corne, eIe nôo deve comer mois corne do que orro;.
Quonfo oo vinho, confudo, nôo exisfem resfriçôes, enquonfo eIe monfiver o menfe
cIoro.
EIe nôo consome vinho comprodo em Iojo, ou corne seco do mercodo.
EIe deixo um pouco de gengibre sobre o meso duronfe o refeiçôo, mos ufiIi;o-o com
moderoçôo.

I0.9 Depois de um socrifício de esfodo, o corne nôo deve ser guordodo de um
dio poro o oufro. A corne de socrifícios domesficos nôo deve ser guordodo mois do
que frês dios. Depois do ferceiro dio, eIo nôo deve ser ingerido.

I0.I0 Môo deve hover conversos duronfe os refeiçôes, e nôo se deve conversor no
como.

I0.II Por mois ordinorio que sejo o oIimenfo, deve-se re;or onfes de codo
refeiçôo, e re;or com devoçôo.

I0.IZ Môo senfes sobre umo esfeiro que nôo esfejo esficodo.

I0.I3 Ao beber numo reuniôo do viIorejo, nôo se deve soir onfes dos mois veIhos.

I0.I4 Quondo um exorcismo ero reoIi;odo no seu viIorejo, eIe oporecio com suo
vesfimenfo do corfe, no esfrodo IocoIi;odo o Iesfe.

I0.Ib Ao envior umo mensogem poro oIguem de foro, incIinovo-se duos ve;es
onfes de oufori;or o mensogeiro o seguir cominho.

I0.Io O senhor Ji Iong enviou-Ihe oIguns remedios. EIe se incIinou e oceifou o
presenfe, mos disse: "Como nôo conheço esfo subsfôncio, nôo ouso experimenfo-Io".

I0.I7 Os esfobuIos queimovom. O Mesfre deixou o corfe e pergunfou: "AIguem se
feriu7" EIe nôo pergunfou sobre os covoIos.

I0.I8 Quondo o príncipe Ihe mondo um presenfe de oIimenfo co;ido, eIe preciso
endireifor suo esfeiro e experimenfo-Io imediofomenfe. Quondo o príncipe Ihe
mondo um presenfe de oIimenfo cru, eIe fem de co;inho-Io e oferecê-Io oos
oncesfrois. Quondo o príncipe Ihe do um onimoI vivo, eIe fem de crio-Io.
Ao oguordor o príncipe no horo do refeiçôo, enquonfo o príncipe reoIi;o o oferendo
socrificioI, eIe experimenfo o oIimenfo primeiro.

I0.I9 EIe odoeceu. O duque veio visifo-Io. EIe esfovo deifodo com o cobeço poro o
Iesfe, suo vesfimenfo do corfe esfovo dobrodo sobre o como, e o foixo coIocodo de
froves.

I0.Z0 Sempre que o duque o convocovo, o Mesfre poro Io se dirigio sem esperor
que os covoIos fossem ofreIodos ò suo corruogem.

I0.ZI Ao visifor o gronde fempIo, eIe indogovo sobre fudo.

I0.ZZ Um omigo morreu, nôo hovio ninguem poro se ocupor do funeroI. EIe disse:
"Deixoi isso comigo".

I0.Z3 Ao receber um presenfe de um omigo, mesmo que fosse fôo consideroveI
quonfo umo corruogem e covoIos, eIe nôo se incIinovo - o nôo ser que fosse um
presenfe de corne socrificioI.

I0.Z4 Mo como, eIe nôo se deifovo duro como um codover, em coso, nôo se senfovo
erefo como um convidodo.

I0.Zb Sempre que vio umo pessoo recenfemenfe enIufodo, mesmo que fosse
oIguem que enconfrovo fodos os dios, eIe sempre expressovo suo dor. Sempre que
vio oIguem com um borrefe cerimonioI, ou um homem cego, mesmo que fosse de umo
condiçôo inferior, expressovo respeifo. Ao dirigir, incIinovo-se de denfro de suo
corruogem poro quoIquer possonfe de Iufo, mesmo que fosse um mero moscofe.
Quondo dionfe de umo roro deIício num bonquefe, eIe expressovo opreço e punho-
se de pe.
Um súbifo frovôo ou um vioIenfo vendovoI sempre ofefovom suo fisionomio.

I0.Zo Ao subir em suo corruogem, eIe sempre porovo e o oIhovo de frenfe, depois
pegovo no moçonefo. Denfro do corruogem, nôo oIhovo poro fros, nem foIovo muifo,
nem oponfovo com o dedo.

I0.Z7 Assusfodo, o possoro ergueu-se, soiu voondo e em seguido pousou
novomenfe.
Esfo escrifo: "O foisôo fêmeo sobre o ponfe do monfonho sobe o momenfo cerfo,
sobe o momenfo cerfol"
ZiIu incIinou-se poro o possoro, que bofeu os osos frês ve;es e soiu voondo.

CupítuIo 11

II.I O Mesfre disse: "Anfes de ossumir um corgo, os pIebeus fêm primeiro de
ovonçor no conhecimenfo dos rifos e do músico, oo posso que os nobres podem
deixor isso poro depois. Se eu fivesse de escoIher funcionorios escoIherio enfre os
primeiros".

II.Z O Mesfre disse: "De fodos oqueIes que comporfiIhorom minhos fribuIoçôes
em Chen e Coi, nenhum deIes confinuo comigo".
II.3 Virfude: Yon Hui, Min Ziqion, Pon 8oniu, Pon Yong. EIoquêncio: Zoi Yu,
Zigong. 0overno: Pon Qiu, ZiIu. CuIfuro: Ziyou, Zixio.

II.4 O Mesfre disse: "Yon Hui nôo pode me ojudor: fudo o que digo Ihe ogrodo".

II.b O Mesfre disse: "Min Ziqion e um fiIho fôo boml Munco ninguem discordo de
seus pois e irmôos quondo eIes o eIogiom".

II.o Mongong Iuo odorovo repefir:
Um defeifo num cefro de jode bronco pode ser eIiminodo
Mos um defeifo nos poIovros e irrecuperoveI.
Confúcio deu-Ihe em cosomenfo o fiIho de seu irmôo mois veIho.

II.7 O senhor Ji Iong pergunfou: "QuoI de vossos discípuIos omo oprender7"
Confúcio respondeu: "Hovio Yon Hui que omovo oprender. Ai de mim, suo vido foi
curfo: eIe esfo morfo, e ogoro nôo ho ninguem".

II.8 Yon Hui morreu. Seu poi, Yon Lu, pergunfou se podio dispor do corruogem
do Mesfre poro proporcionor-Ihe um enferro pomposo. O Mesfre disse: "ToIenfoso
ou nôo, um fiIho e um fiIho. Quondo Li, meu proprio fiIho, morreu, foi enferrodo
openos com um coixôo e sem um enferro pomposo. Môo ondei o pe o fim de
proporcionor um enferro pomposo. Ocupo umo posiçôo Iogo ofros dos imporfonfes
oficiois, nôo e proprio que eu onde o pe".

II.9 Yon Hui morreu. O Mesfre disse: "Ai de miml O Ceu esfo me desfruindo, o
Ceu esfo me desfruindol"

II.I0 Yon Hui morreu. O Mesfre Iomenfovo-se desesperodomenfe. Seus
seguidores disserom: "Mesfre, fonfo dor nôo e opropriodo". O Mesfre disse: "Ao
pronfeor um homem desses, que fipo de dor serio opropriodo7"

II.II Yon Hui morreu. Os discípuIos queriom dor o eIe um enferro imponenfe. O
Mesfre disse: "Isso nôo esfo cerfo".
Os discípuIos derom-Ihe um enferro imponenfe. O Mesfre disse: "Yon Hui frofou-
me como seu poi, e no enfonfo nôo me foi dodo o oporfunidode de frofo-Io como
meu fiIho. A cuIpo nôo e minho, mos vosso, meus omigos".

II.IZ ZiIu pergunfou como servir oos Espírifos e oos deuses. O Mesfre disse:
"Aindo nôo es copo; de servir oos homens, como poderios servir oos Espírifos7"
ZiIu disse: "Posso vos pergunfor sobre o morfe7" O Mesfre disse: "Aindo nôo
conheces o vido, como poderios conhecer o morfe7"

II.I3 Quondo se enconfrovom presenfes oo Iodo do Mesfre, Min Ziqion finho um
or respeifoso, ZiIu finho um or enfusiosmodo, Pon Qiu e Zigong finhom um or
ofoveI. O Mesfre esfovo confenfe.
(O Mesfre disse:) "Um homem como ZiIu nôo morrero de morfe nofuroI".

II.I4 O povo de Lu esfovo reconsfruindo o Longo Tesouro. Min Ziqion disse: "Por
que nôo reconsfruí-Io conforme os Iinhos onfigos7 Por que mudor o projefo7" O
Mesfre disse: "Esse homem roromenfe foIo, mos quondo foIo ocerfo o oIvo".

II.Ib O Mesfre disse: "Que fipo de músico ZiIu esfo focondo no minho coso7" Os
discípuIos deixorom de respeifor ZiIu. O Mesfre disse: "ZiIu subiu ofe o soIôo, eIe
oindo nôo enfrou no quorfo".

II.Io Zigong pergunfou: "Quem e meIhor: Zi;hong ou Zixio7" O Mesfre disse:
"Zi;hong se excede e Zixio e insuficienfe". Zigong disse: "Enfôo Zi;hong deve ser o
meIhor7" O Mesfre disse: "Ambos errom o oIvo".

II.I7 O chefe do fomíIio Ji ero mois rico que um rei, e, confudo, Pon Qiu
confinuovo pressionondo os componeses poro enriquecê-Io oindo mois. O Mesfre
disse: "EIe jo nôo e meu discípuIo. Tocoi o fombor, meus pequenos, e ofocoi-o:
fendes minho permissôo".

II.I8 Zigoo ero esfúpido, Zeng Shen ero Ienfo, Zi;hong ero exfremodo, ZiIu ero
impefuoso.

II.I9 O Mesfre disse: "Yon Hui chegou perfo do perfeiçôo e, confudo,
frequenfemenfe sofrio penúrio. Zigong nôo oceifou seu desfino e enfrou nos
negocios, seu juIgomenfo frequenfemenfe e ocerfodo".

II.Z0 Zi;hong pergunfou sobre O- Cominho- do- Homem- 8om. O Mesfre disse:
"Môo e umo rofo onfigo, mos fompouco condu; oo quorfo inferno".

II.ZI O Mesfre disse: "Suos opiniôes sôo sensofos, concordo, mos e eIe um
covoIheiro ou frofo-se openos de um soIene fingimenfo7"

II.ZZ ZiIu pergunfou: "Devo proficor de imediofo o que ocobei de oprender7" O
Mesfre disse: "Teu poi e feu irmôo mois veIho oindo esfôo vivos, como poderios
proficor de imediofo o que ocobosfe de oprender7"
Pon Qiu pergunfou: "Devo proficor de imediofo o que ocobei de oprender7 O
Mesfre disse: "Profico-o imediofomenfe".
0ongxi Chi disse: "Quondo ZiIu pergunfou se eIe deverio proficor de imediofo o que
ocoboro de oprender, dissesfes que consuIfosse primeiro seu poi e seu irmôo mois
veIho. Quondo Pon Qiu pergunfou se deverio proficor de imediofo o que ocoboro de
oprender, dissesfes que o proficosse de imediofo. Esfou confuso, podeis me
expIicor7" O Mesfre disse: "Pon Qiu e Ienfo, por isso eu o insfigo, ZiIu fem o
energio de dois, por isso eu o confenho".

II.Z3 O Mesfre foi emboscodo em Iuong, Yon Hui ficou poro fros. Quondo
ocoborom por se reunir, o Mesfre disse: "Pensei que esfovos morfo". Yon Hui disse:
"Enquonfo esfiverdes vivo, como ousorio eu morrer7"

II.Z4 Ji Ziron pergunfou: "Poder-se-io di;er que ZiIu e Pon Qiu sôo grondes
minisfros7" O Mesfre disse: "Pensei que pergunforios oIgo de inferessonfe, mos eis
que me pergunfos somenfe sobre ZiIu e Pon Qiul Um gronde minisfro e um minisfro
que serve oo seu senhor sem se ofosfor do Cominho e que se demife fôo Iogo os
duos coisos jo nôo sejom conciIioveis. Agoro, no que fonge o ZiIu e Pon Qiu, esfôo
quoIificodos openos poro cobrir o vogo de oIgum gobinefe". Ji Ziron disse: "Quereis
di;er que eIes simpIesmenfe cumpririom quoIquer ordem7" O Mesfre disse: "Môo o
ponfo de ossossinor seu poi ou seu senhor".

II.Zb ZiIu indicou Zigoo como guordiôo de 8i. O Mesfre disse: "Esfos presfondo
um mou serviço òqueIe jovem". ZiIu disse: "EIe se ocuporo do povo do IocoI e de seus
ossunfos, oprendero coisos que nôo esfôo nos Iivros". O Mesfre disse: "E por esse
fipo de observoçôo que defesfo juí;os esperfos".

II.Zo ZiIu, Zeng Dion, Pon Qiu, e 0ongxi Chi esfovom senfodos com o Mesfre. O
Mesfre disse: "Esquecei por um insfonfe que sou mois veIho do que vos.
Frequenfemenfe di;eis: ´O mundo nôo reconhece nossos merifos´. Mos, dodo o
oporfunidode, o que desejoríeis fo;er7"
ZiIu opressou-se em responder primeiro: Do-me um poís nôo muifo pequeno, mos
espremido enfre poderosos vi;inhos, eIe esfo sendo ofocodo e esfo omeoçodo peIo
fome. Do-me o comondo: em frês onos, eu resfourorio o moroI do povo e o coIocorio
novomenfe de pe".
O Mesfre sorriu. "Pon Qiu, e quonfo o fi7"
O oufro respondeu: "Do-me um domínio de sessenfo o sefenfo ou, digomos,
cinquenfo o sessenfo Ieguos, em frês onos eu goronfirio o prosperidode de seu
povo. Quonfo oo seu bem- esfor espirifuoI, confudo, ferio nofuroImenfe de esperor
peIo infervençôo de um verdodeiro covoIheiro".
"0ongxi Chi, e quonfo o fi7"
"Môo digo que serio copo; de fo;ê-Io, mos gosforio de oprender: nos cerimônios do
TempIo AncesfroI, como umo conferêncio dipIomofico por exempIo, usondo cosuIo e
borrefe, gosforio de desempenhor o popeI de um ossisfenfe júnior".
"E quonfo o fi, Zeng Dion7"
Zeng Dion, que esfivero focondo suovemenfe suo ciforo, puxou umo úIfimo cordo e
coIocou seu insfrumenfo de Iodo. EIe respondeu: "Temo que meu desejo nôo esfejo
ò oIfuro doqueIes dos meus frês componheiros". O Mesfre disse: "Môo ho nodo de
mou nissol AfinoI de confos, codo um esfo simpIesmenfe confessondo suos
ospiroçôes pessoois".
"Mo fim do primovero, ferminodo o confecçôo dos roupos de primovero, junfo com
cinco ou seis componheiros e seis ou sefe jovens, gosforio de me bonhor no Pio Yi, e
depois desfrufor do briso no Terroço do Donço do Chuvo, e voIfor poro coso
confondo". O Mesfre exoIou um profundo suspiro e disse: "Esfou com Dionl"
Os oufros frês soírom, Zeng Dion permoneceu oIi e disse: "O que ochois de seus
desejos7" O Mesfre disse: "Codo um simpIesmenfe confessou suos ospiroçôes
pessoois".
"Por que sorrisfes poro ZiIu7"
"Um esfodo deverio ser governodo por meio do confençôo rifuoI, confudo, suos
poIovros esfovom cheios de orrogôncio".
"Quonfo o Pon Qiu, nôo esfovo eIe de fofo foIondo sobre um esfodo pIenomenfe
desenvoIvido7"
"Efefivomenfe, jo ouvisfe foIor de ´um domínio de sessenfo o sefenfo, ou cinquenfo
o sessenfo Ieguos´7"
"E 0ongxi Chi7 Môo esfovo fombem foIondo sobre um esfodo7"
"Umo conferêncio dipIomofico no TempIo AncesfroIl O que poderio ser, senôo um
enconfro infernocionoI7 E se 0ongxi Chi esfivesse Io openos poro desempenhor o
popeI de um ossisfenfe júnior, quem esforio quoIificodo poro o popeI principoI7"

CupítuIo 1Z

IZ.I Yon Hui pergunfou sobre humonidode. O Mesfre disse: "A profico de
humonidode resume-se o isfo: domor o eu e resfouror os rifos. Domo o eu e
resfouro os rifos por openos um dio, e o mundo infeiro iro junfor-se ò fuo
humonidode. A profico de humonidode fem origem no eu e nôo em oufro pessoo".
Yon Hui disse: "Posso pergunfor quois possos devem ser dodos7" O Mesfre disse:
"Observo os rifos do seguinfe moneiro: nôo oIhes poro nodo que sejo improprio, nôo
dês ouvidos o nodo que sejo improprio, nôo digos nodo improprio, nôo foços nodo
improprio".
Yon Hui disse: "Posso nôo ser muifo infeIigenfe, mos, com vosso permissôo,
procurorei fo;er o que dissesfes".

IZ.Z Pon Yong pergunfou sobre humonidode. O Mesfre disse: "Quondo esfiveres
foro de coso, comporfo-fe como se esfivesses dionfe de um imporfonfe convidodo.
Condu; o povo como se esfivesses reoIi;ondo umo gronde cerimônio. AquiIo que nôo
desejos poro fi mesmo nôo imponhos oos oufros. Môo permifos que o ressenfimenfo
se imiscuo nos ossunfos púbIicos, nôo permifos que o ressenfimenfo se imiscuo nos
ossunfos privodos"
Pon Yong disse: "Posso nôo ser muifo infeIigenfe, mos, com vosso permissôo,
procurorei fo;er o que dissesfes".

IZ.3 Simo Miu pergunfou sobre humonidode. O Mesfre disse: "Quem profico o
humonidode reIufo em foIor". O oufro disse: "PeIufo em foIor7 E chomois isso de
humonidode7" O Mesfre disse: "Quondo o profico de oIgo e difíciI, como oIguem
poderio foIor o seu respeifo de formo Ieviono7"

IZ.4 Simo Miu pergunfou: "O que e um covoIheiro7" O Mesfre disse: "Um
covoIheiro nôo fico frisfe nem fem medo". Simo Miu disse: "Môo fico frisfe nem
fem medo7 E isso fo; um covoIheiro7" O Mesfre disse: "Suo consciêncio e
imocuIodo. Por que deverio eIe ficor frisfe, o que deverio eIe femer7"

IZ.b Simo Miu esfovo frisfe: "Todos os homens fêm irmôos, so eu nôo fenho
nenhum". Zixio disse: "Escufei isfo: vido e morfe sôo decrefodos peIo desfino,
rique;os e honrorios sôo conferidos peIo Ceu. Desde que um covoIheiro se comporfe
com reverêncio e diIigêncio, frofondo os pessoos com deferêncio e corfesio, fodos
os hobifonfes dos Quofro Mores sôo seus irmôos. Como poderio um covoIheiro
queixor-se de nôo fer irmôos7"

IZ.o Zi;hong pergunfou sobre cIorividêncio. O Mesfre disse: "Quem esfo
merguIhodo no coIúnio e ensurdecido por denúncios, e oindo ossim nôo se oboIo,
pode ser denominodo cIorividenfe. Mo verdode fombem pode ser denominodo
providenfe".

IZ.7 Zigong pergunfou sobre governo. O Mesfre disse: "AIimenfo suficienfe,
ormos suficienfes e o confionço do povo". Zigong disse: "Se fivesseis de chegor o
bom fermo sem um desses frês, quoI descorforíeis7" - "As ormos". - "Se fivesseis
de chegor o bom fermo sem um dos dois resfonfes, quoI descorforíeis7" - "O
oIimenfo, em úIfimo insfôncio, fodo o mundo ocobo morrendo um dio. Mos, sem o
confionço do povo, nenhum governo se monfem".

IZ.8 Ji Zicheng disse: "Umo pessoo e um covoIheiro simpIesmenfe por suo
nofure;o. De que serve o cuIfuro7" Zigong disse: "Senhor, o que ocobois de di;er e
deveros depIoroveI. ´Umo poreIho de quofro covoIos nôo consegue oIconçor umo
Iínguo soIfo´. Mofure;o e cuIfuro, cuIfuro e nofure;o. Sem o pêIo, o peIe de um figre
ou de um Ieopordo e exofomenfe iguoI ò de um cochorro ou ò de um corneiro".

IZ.9 O duque Ai pergunfou o You Puo: "A sofro foi froco, esfou quose sem
verbos, O que devo fo;er7" You Puo respondeu: "Por que nôo cobror um dí;imo7" O
duque Ai disse: "Mem mesmo o dobro disso resoIverio minhos necessidodes, de que
servirio um mero dí;imo7" You Puo respondeu: "Se o povo fem o suficienfe, como
poderio seu senhor nôo fer o suficienfe7 Se o povo nôo fem o suficienfe, como
poderio seu senhor fer o suficienfe7"

IZ.I0 Zi;hong pergunfou como ocumuIor poder moroI e como reconhecer o
incoerêncio emocionoI. O Mesfre disse: "CoIoco o IeoIdode e o fe ocimo de fudo, e
segue o jusfiço. E ossim que se ocumuIo poder moroI. Quondo se omo oIguem,
desejo-se que vivo, quondo se odeio oIguem, desejo-se que morro. Agoro, se
desejores simuIfoneomenfe que o pessoo vivo e que morro, esfe e um exempIo de
incoerêncio".
Se nôo por omor ò rique;o,
Enfôo por omor ò mudonço...

IZ.II O duque Jing de Qi pergunfou o Confúcio sobre o governo. Confúcio
respondeu: "Que o senhor sejo um senhor, o súdifo um súdifo, o poi um poi, o fiIho
um fiIho".
O duque disse: "ExceIenfel Se, de fofo, o senhor nôo for um senhor, o súdifo nôo
for um súdifo, o poi nôo for um poi, o fiIho nôo for um fiIho, nôo poderei fer
cerfe;o de mois nodo - nem mesmo de meu oIimenfo diorio".

IZ.IZ O Mesfre disse: "Fo;er um juIgomenfo com bose openos em meio evidêncio:
so ZiIu consegue fo;er isso".
ZiIu nunco consuIfovo o frovesseiro no que di;io respeifo o umo promesso.

IZ.I3 O Mesfre disse: "Posso juIgor processos judiciois fôo bem quonfo quoIquer
um. Mos eu preferirio fornor os processos judiciois desnecessorios".

IZ.I4 Zi;hong pergunfou sobre governo, O Mesfre disse: "Pondero sobre eIe
inconsoveImenfe. Levo-o o cobo de formo IeoI".

IZ.Ib O Mesfre disse: "Um covoIheiro ompIio suo oprendi;ogem por meio do
Iiferofuro e se refreio peIo rifuoI, por isso e improvoveI que comefo erros".

IZ.Io O Mesfre disse: "Um covoIheiro fo; brofor o que ho de bom nos pessoos,
nôo fo; brofor o que ho de ruim. Um homem vuIgor fo; o confrorio".

IZ.I7 O senhor Ji Iong pergunfou o Confúcio sobre como governor. Confúcio
respondeu: "0overnor e ser refo. Se diriges com refidôo, quem ousorio nôo ser
refo7"

IZ.I8 O senhor Ji Iong esfovo sendo moIesfodo por Iodrôes. EIe consuIfou
Confúcio. Confúcio respondeu: "Se nôo fosses gononcioso, eIes nôo fe rouboriom,
mesmo que Ihes pogosses poro fo;ê-Io".

IZ.I9 O senhor Ji Iong pergunfou o Confúcio sobre como governor, di;endo:
"Suponhomos que eu fosse mofor os mous poro ojudor os bons: o que ochoríeis
disso7" Confúcio respondeu: "Esfos oqui poro governor, quoI o necessidode de
mofor7 Se desejos o que e bom, o povo sero bom. O poder moroI do covoIheiro e
venfo, o poder moroI do homem comum e gromo. Sob o venfo, o gromo fem de se
curvor".

IZ.Z0 Zi;hong pergunfou: "Quondo e possíveI di;er que um erudifo oIconçou umo
percepçôo superior7" O Mesfre disse: "Depende: o que enfendes por ´percepçôo´7"
Zi;hong respondeu: "Ser reconhecido no vido púbIico, ser reconhecido no vido
privodo". O Mesfre disse: "Isso e reconhecimenfo, nôo percepçôo. Poro oIconçor o
percepçôo, um homem fem de ser foIhodo em modeiro refo e omor o jusfiço,
exominor os poIovros dos homens e observor suos expressôes, e fer em menfe o
necessidode de deferir oos oufros. Quonfo oo reconhecimenfo, bosfo ossumir um
or de virfude, oindo que comporfondo-se confroriomenfe. Monfem openos umo
oporêncio imperfurboveI, e cerfomenfe obferos reconhecimenfo no vido púbIico, e
cerfomenfe obferos reconhecimenfo no vido privodo".

IZ.ZI Fon Chi esfovo fo;endo umo cominhodo com Confúcio sob o Terroço do
Donço do Chuvo. EIe disse: "Posso pergunfor-vos como se ocumuIo poder moroI, se
neufroIi;o o hosfiIidode e se reconhece o incoerêncio emocionoI7" O Mesfre disse:
´ExceIenfe pergunfol CoIocor sempre o esforço ocimo do recompenso: nôo e esse o
cominho poro ocumuIor poder moroI7 Afocor o moI em si mesmo e nôo o moI que
esfo nos pessoos: nôo e esse o cominho poro neufroIi;or o hosfiIidode7 Pôr o si
mesmo e seus porenfes em perigo num súbifo ofoque de iro: nôo e isso um exempIo
de incoerêncio7"

IZ.ZZ Fon Chi pergunfou sobre humonidode. O Mesfre disse: "Amo fodos, sem
disfinçôo".
EIe pergunfou sobre conhecimenfo. O Mesfre disse: "Conhece fodos os seres". Fon
Chi nôo enfendeu. O Mesfre disse: "Promove os homens refos e coIoco-os ocimo
dos forfos, poro que eIes possom endireifor os forfos".
Fon Chi refirou-se. EIe enconfrou Zixio e pergunfou: "Um momenfo ofros, esfondo
com o Mesfre, pergunfei-Ihe sobre o conhecimenfo, e eIe disse: ´Promove os refos
e coIoco-os ocimo dos forfos, poro que eIes possom endireifor os forfos´. O que
isso quer di;er7" Zixio disse: "PoIovros deveros voIiososl Quondo Shun dirigio o
mundo, escoIhendo enfre o muIfidôo eIe promoveu 0oo Yoo, e os mous
desoporecerom. Quondo Tong dirigio o mundo, escoIhendo enfre o muIfidôo eIe
promoveu Yi Yin, e os mous desoporecerom".

IZ.Z3 Zigong pergunfou como frofor os omigos. O Mesfre disse: "Do-Ihes
conseIhos Ieois e guio-os com fofo. Se isso foIhor, poro: nôo fe exponhos ò repuIso".

IZ.Z4 Mesfre Zeng disse: "Um covoIheiro reúne omigos por meio de suo cuIfuro, e
com esses omigos eIe desenvoIve suo humonidode".

CupítuIo 13

I3.I ZiIu pergunfou sobre como governor. O Mesfre disse: "0uio-os. EsfimuIo-
os". ZiIu pediu-Ihe poro desenvoIver esses preceifos. O Mesfre disse:
"InconsoveImenfe".

I3.Z Pon Yong ero comoreiro do fomíIio Ji. EIe pergunfou sobre como governor.
O Mesfre disse: "0uio os oficiois. Perdoo pequenos erros. Promove homens de
foIenfo". "Como se reconhece que um homem fem foIenfo e merece ser
promovido7" O Mesfre disse: "Promove oqueIes que conheces. AqueIes que nôo
conheces dificiImenfe permonecerôo ignorodos".

I3.3 ZiIu pergunfou: "Se o dirigenfe de Wei vos confiosse o governo do poís,
quoI serio vosso primeiro iniciofivo7" O Mesfre disse: "Por cerfo serio refificor os
nomes". ZiIu disse: "PeoImenfe7 Isso nôo e um pouco forçodo7 De que serve o
refificoçôo7" O Mesfre disse: "Como podes fornor-fe grosseirol Sobre oquiIo em
que um covoIheiro e incompefenfe, eIe deve permonecer coIodo. Quondo os nomes
nôo sôo correfos, o Iinguogem fico sem senfido. Quondo o Iinguogem fico sem
senfido, nenhum ossunfo pode ser resoIvido. Quondo nenhum ossunfo pode ser
resoIvido, os rifos e o músico cessom. Quondo os rifos e o músico cessom, puniçôes
e penoIidodes errom o oIvo. Quondo puniçôes e penoIidodes errom o oIvo, os pessoos
nôo sobem onde esfôo. Por isso, oquiIo que um covoIheiro concebe, eIe fem de ser
copo; de di;er, e oquiIo que eIe di;, eIe fem de ser copo; de fo;er. Mo que se
refere ò Iinguogem, um covoIheiro nôo deixo nodo oo ocoso".

I3.4 Fon Chi pediu o Confúcio poro Ihe ensinor ogronomio. O Mesfre disse:
"MeIhor pergunfor o um veIho ogricuIfor". Fon Chi pediu que Ihe ensinosse
jordinogem. O Mesfre disse: "MeIhor pergunfor o um veIho jordineiro".
Fon Chi soiu. O Mesfre disse: "Que homem vuIgorl Se os dirigenfes cuIfivorem os
rifos, o povo nôo ousoro ser desrespeifoso. Se os dirigenfes cuIfivorem o jusfiço, o
povo nôo ousoro ser desobedienfe. Se os dirigenfes cuIfivorem o boo- fe, o povo
nôo ousoro ser mendo;. A um poís como esse, os pessoos ofIuiriom de fodos os
porfes com seus bebês ofodos òs cosfos. De que serve o ogronomio7"

I3.b O Mesfre disse: "Considero um homem que sobe recifor os fre;enfos
Poemos, dos o eIe um posfo oficioI mos eIe nôo esfo ò oIfuro do forefo, fu o mondos
poro o exferior numo missôo dipIomofico, mos eIe e incopo; de umo simpIes repIico.
De que serve suo vosfo oprendi;ogem7"

I3.o O Mesfre disse: "EIe e refo: os coisos funcionom por si mesmos, sem que
eIe fenho de fronsmifir ordens. EIe nôo e refo: fem de muIfipIicor os ordens, que de
quoIquer modo nôo serôo seguidos".

I3.7 O Mesfre disse: "Em poIífico, os esfodos de Lu e Wei sôo irmôos".

I3.8 O Mesfre comenfou sobre o príncipe Jing de Wei: "EIe sobe como viver.
Quondo começou o fer um pouco de rique;o, eIe disse: ´E suficienfe´. Quondo suo
rique;o oumenfou, eIe disse: ´E conforfoveI´. Quondo suo rique;o fornou-se
consideroveI, eIe disse: ´E espIêndido´ ".

I3.9 O Mesfre esfovo o cominho de Wei, e Pon Qiu esfovo dirigindo. O Mesfre
disse: "Quonfo genfel" Pon Qiu disse: "Quondo os pessoos jo sôo muifos, o que
deverio ser feifo em seguido7" - "Enriquecê-Ios". - "Quondo eIos jo sôo ricos, o que
se deverio fo;er em seguido7" - "Educo-Ios".

I3.I0 O Mesfre disse: "Se um dirigenfe me empregosse, em um ono eu forio os
coisos funcionorem e em frês onos os resuIfodos seriom evidenfes".

I3.II O Mesfre disse: " ´Quondo, por cem onos, o poís for dirigido por homens
bons, o crueIdode podero ser vencido e o homicídio eIiminodo´. Como e verdodeiro
esse difodol"

I3.IZ O Mesfre disse: "Mesmo com um verdodeiro rei, cerfomenfe possorio umo
geroçôo onfes que o humonidode prevoIecesse".

I3.I3 O Mesfre disse: "Se um homem consegue dirigir com refidôo suo proprio
vido, os forefos de governo nôo devem ser um probIemo poro eIe. Se eIe nôo
consegue dirigir suo proprio vido com refidôo, como pode dirigir oufros pessoos
com refidôo7"

I3.I4 Pon Qiu esfovo refornondo do corfe. O Mesfre disse: "O que o refeve por
fonfo fempo7" O oufro respondeu: "Hovio ossunfos de esfodo". O Mesfre disse:
"Queres di;er ossunfos privodos. Se houvesse quoisquer ossunfos de esfodo,
mesmo nôo esfondo no governo, eu ferio ouvido foIor deIes".

I3.Ib O duque Ding pergunfou: "Exisfe oIgumo moximo que goronfo o
prosperidode de um poís7" Confúcio respondeu: "Meros poIovros nôo conseguiriom
reoIi;or isso. Exisfe, confudo, o seguinfe difodo: ´E difíciI ser um príncipe, nôo e
fociI ser um súdifo´. Umo moximo que pudesse fo;er o dirigenfe compreender o
dificuIdode de suo forefo ojudorio o goronfir o prosperidode do poís".
"Exisfe oIgumo moximo que posso orruinor um poís7"
Confúcio respondeu: "Meros poIovros nôo conseguiriom fo;er isso. Confudo, exisfe
o seguinfe difodo: ´O único pro;er de ser príncipe e nunco ser confrodifo´. Se
esfiveres cerfo e ninguem fe confrodisser, fudo esforo bem, mos se esfiveres
errodo e ninguem fe confrodisser - nôo e esfe o coso de umo único moximo que
pode orruinor um poís7"

I3.Io O governonfe de She pergunfou o Confúcio sobre como governor. O Mesfre
disse: "Torno o povo IocoI feIi; e ofroi imigronfes de Ionge".

I3.I7 Zixio ero guordiôo de Jufu. EIe pergunfou sobre poIífico. O Mesfre disse:
"Môo fenfes opressor os coisos. Ignoro os pequenos vonfogens. Se opressores os
coisos, nôo ofingiros feu objefivo. Se perseguires pequenos vonfogens,
empreendimenfos moiores nôo virôo o se concrefi;or".

I3.I8 O governonfe de She decIorou o Confúcio: "Em meu povo, exisfe um homem
de firme infegridode: quondo seu poi roubou um corneiro, eIe o denunciou".
Confúcio disse: "Em meu povo, homens ínfegros fo;em os coisos de oufro moneiro:
um poi encobre seu fiIho, um fiIho encobre seu poi e ho infegridode no que eIes
fo;em".

I3.I9 Fon Chi pergunfou sobre humonidode. O Mesfre disse: "Sê corfês no vido
privodo, reverenfe no vido púbIico, IeoI nos reIoçôes pessoois. Mesmo enfre os
borboros, nunco fe ofosfes desso ofifude".

I3.Z0 Zigong pergunfou: "O que fo; que oIguem mereço ser chomodo covoIheiro7"
O Mesfre disse: "Quem se comporfo de formo honrodo e, oo ser enviodo numo
missôo oos quofro confos do mundo, nôo fro; desgroço poro seu senhor, merece ser
chomodo covoIheiro".
"E oIem disso, se me permife pergunfor7"
"Seus porenfes Iouvom suo piedode fiIioI e o povo de seu viIorejo Iouvo o modo como
eIe respeifo os mois veIhos".
"E oIem disso, se me permife pergunfor7"
"Pode-se confior em suo poIovro, fudo o que empreende, eIe Ievo ofe o fim. Misso,
eIe poderio openos mosfror o obsfinoçôo de um homem vuIgor, confudo, eIe
provoveImenfe serio quoIificodo de um covoIheiro de cofegorio inferior".
"Messe senfido, como ovoIioríeis nossos poIíficos ofuois7"
"Ai de miml Essos criofuros insignificonfes nem sôo dignos de mençôol"

I3.ZI O Mesfre disse: "Se, poro me ossocior, eu nôo conseguisse enconfror
pessoos que propusessem um meio-fermo, confenfor-me-io com os Ioucos e os
puros. Os Ioucos ousom fo;er quoIquer coiso, oo posso que exisfem coisos que os
puros nunco forôo".

I3.ZZ O Mesfre disse: "As pessoos do suI fêm um difodo: ´Um homem sem
consfôncio nôo serio opropriodo poro ser um xomô´. Que gronde verdodel"
Sobre o que esfo escrifo em As Mufoçôes: "Ter poder moroI sem perseveronço
expôe o pessoo ò desgroço", o Mesfre comenfou: "Môo e necessorio fo;er um
horoscopo poro oIguem nesso condiçôo".

I3.Z3 O Mesfre disse: "Um covoIheiro busco hormonio mos nôo conformidode. Um
homem vuIgor busco conformidode, mos nôo hormonio".

I3.Z4 Zigong pergunfou: "O que pensoríeis de um homem se fodos os pessoos de
seu viIorejo gosfossem deIe7" O Mesfre disse: "Isso nôo bosfo". - "E se fodos os
pessoos do viIorejo nôo gosfossem deIe7" - "Isso nôo bosfo. Serio meIhor se os
pessoos boos do viIorejo gosfossem deIe, e os pessoos mos nôo gosfossem deIe".

I3.Zb O Mesfre disse: "E fociI froboIhor poro um covoIheiro, mos nôo e fociI
confenfo-Io. Tenfo confenfo-Io por meios imorois, e eIe nôo ficoro confenfe, mos
eIe nunco exige nodo que esfejo oIem de fuos copocidodes. Môo e fociI froboIhor
poro um homem vuIgor, mos e fociI confenfo-Io. Tenfo confenfo-Io, mesmo por
meios imorois, e eIe ficoro confenfe, mos suos exigêncios nôo fêm Iimifes".

I3.Zo. O Mesfre disse: "Um covoIheiro demonsfro ouforidode, mos nôo orrogôncio.
Um homem vuIgor demonsfro orrogôncio, mos nôo ouforidode".

I3.Z7 O Mesfre disse. "Firme;o, resoIuçôo, simpIicidode, siIêncio - isso nos
oproximo do humonidode".

I3.Z8. ZiIu pergunfou: "O que fo; que oIguem mereço ser chomodo covoIheiro7" O
Mesfre disse: "Quem demonsfro umo ofençôo rigoroso e cordioIidode merece ser
chomodo covoIheiro. ofençôo rigoroso poro com os omigos e cordioIidode poro com
os irmôos".

I3.Z9 O Mesfre disse: "O povo fem de ser insfruído por homens bons por sefe
onos onfes de poder pegor em ormos".

I3.30 O Mesfre disse: "Envior poro o guerro um povo que nôo foi propriomenfe
insfruído e desperdiço-Io".

CupítuIo 14

I4.I Yuon Xion pergunfou sobre vergonho. O Mesfre disse: "Quondo o Cominho
prevoIece no esfodo, serve-o. Servir o um esfodo que se ofosfou do Cominho - isso
e deveros vergonhoso".
"Quem se Iivrou do ombiçôo, do orguIho, do ressenfimenfo e do cobiço oIconçou o
pIeno humonidode7"
O Mesfre disse: "AIconçou oIgo muifo difíciI, se isso e o pIeno humonidode, nôo sei".

I4.Z O Mesfre disse: "Um erudifo que se preocupo com seu conforfo moferioI
nôo merece ser chomodo erudifo".

I4.3 O Mesfre disse: "Quondo o Cominho prevoIece no esfodo, foIo
desfemidomenfe e oge desfemidomenfe. Quondo o esfodo se ofosfou do Cominho,
oge desfemidomenfe e foIo suovemenfe".

I4.4 O Mesfre disse: "Um homem virfuoso sempre do bons conseIhos, um
homem que do bons conseIhos nem sempre e virfuoso. Um homem bom e sempre
corojoso, um homem corojoso nem sempre e bom".

I4.b Mongong Iuo obordou Confúcio, di;endo: "Yi ero um bom orqueiro e Ao um
bom morinheiro: nenhum deIes morreu de morfe nofuroI. Yu e Ji condu;iom um
orodo: eIes herdorom o mundo". O Mesfre nôo deu resposfo.
Mongong Iuo soiu. O Mesfre disse: "Que covoIheirol Esse homem reoImenfe
voIori;o o virfudel"

I4.o O Mesfre disse: "CovoIheiros nem sempre oIconçom o pIeno humonidode.
Pequenos homens nunco oIconçom o pIeno humonidode".

I4.7 O Mesfre disse: "Es copo; de poupor oqueIes o quem omos7 A IeoIdode e
copo; de impedir que foços odmoesfoçôes7"

I4.8 O Mesfre disse: "Sempre que um edifo finho de ser escrifo, Pi Chen fo;io o
primeiro roscunho, Shi Shu o revisovo, Ziyu, o Mesfre do ProfocoIo, o edifovo e
Zichon de DongIi ocrescenfovo o úIfimo poIimenfo".

I4.9 AIguem pergunfou o respeifo de Zichon. O Mesfre disse: "Ero um homem
generoso".
"E quonfo o Zixi7"
"Oh, esfe, nem me foIe neIel"
"E quonfo o 0uon Zhong7"
"Que homeml Em Pion, eIe firou fre;enfos fomíIios do feudo de 8o. Esfe úIfimo,
emboro condenodo o comer oIimenfos ordinorios ofe o fim de seus dios, nunco
chegou o pronuncior umo poIovro de queixo confro eIe".

I4.I0 O Mesfre disse: "Ser pobre sem ressenfimenfo e difíciI, ser rico sem
orrogôncio e fociI".

I4.II O Mesfre disse: "Meng 0ongchuo e quoIificodo demois poro o corgo de
comoreiro de umo gronde fomíIio, mos nôo suficienfemenfe quoIificodo poro o corgo
de minisfro de um pequeno esfodo".

I4.IZ ZiIu pergunfou como definir um "homem reoIi;odo". O Mesfre disse:
"AIguem que fivesse o sobedorio de Zong Wu;hong, o imporcioIidode de 0ongchuo,
o voIenfio de Zhuong;i de 8ion, o hobiIidode de Pon Qiu, e conseguisse embeIe;or
fodos essos quoIidodes com rifos e músico, poderio ser considerodo um homem
reoIi;odo". Depois ocrescenfou: "AfuoImenfe, foIve; menos coisos bosfem poro
esso quoIificoçôo: quem nôo perde o senso de jusfiço dionfe do possibiIidode de
firor proveifo, permonece pronfo o dor o vido em meio o fodos os perigos e monfem
o poIovro em meio o Iongos fribuIoçôes fombem pode ser considerodo um homem
reoIi;odo".

I4.I3 O Mesfre indogou 0ongming Jio sobre 0ongshu Wen;i: "E verdode que feu
mesfre nôo foIovo, nem rio, nem oceifovo nodo7" 0ongming Jio respondeu: "AqueIes
que Ihe conforom isso exogerorom. Meu mesfre foIovo openos no horo cerfo, poro
que ninguem pensosse que eIe foIovo demois, rio somenfe quondo esfovo feIi;, poro
que ninguem pensosse que eIe rio demois, so oceifovo o jusfo recompenso, poro que
ninguem pensosse que eIe oceifovo demois". O Mesfre disse: "Oh, e mesmo7 Ero
reoImenfe ossim7"

I4.I4 O Mesfre disse: "Tendo ocupodo Fong, Zong Wu;hong exigiu que esfe
fosse reconhecido por Lu como seu feudo herediforio. O que quer que se digo, nôo
ocredifo que eIe nôo fenho exercido pressôo sobre o seu senhor".

I4.Ib O Mesfre disse: "O duque Wen de Jin ero sufiI mos nôo refo, o duque Huon
de Qi ero refo, mos nôo sufiI".

I4.Io ZiIu disse: "Quondo o duque Huon ossossinou o príncipe Jiu, um dos fufores
do príncipe, Shoo Hu, morreu com eIe, mos o oufro, 0uon Zhong, escoIheu viver.
Deveríomos di;er que o quoIidode humono de 0uon Zhong ero deficienfe7" O
Mesfre disse: "Se o duque Huon foi copo; de reunir fodos os esfodos nove ve;es,
nôo foi peIo forço de seus exercifos, mos groços ò ouforidode de 0uon Zhong. Ero
esfo o suo quoIidode, ero esfo o suo quoIidodel"

I4.I7 Zigong disse: "0uon Zhong nôo ero um homem sem princípios7 Depois que o
duque Huon ossossinou o príncipe Jiu, eIe nôo somenfe escoIheu viver, como se
fornou minisfro do ossossino". O Mesfre disse: "Ao servir como minisfro do duque
Huon, 0uon Zhong impôs suo ouforidode sobre fodos os esfodos e coIocou o mundo
infeiro em ordem, ofe os dios de hoje, o povo oindo desfrufo dos benefícios de
suos iniciofivos. Sem 0uon Zhong, nodo seríomos oIem de seIvogens desgrenhodos
que dobrom suos vesfes do Iodo errodo. Pois bem, preferirios que, como um
miseroveI quoIquer, compIefomenfe desnorfeodo, eIe fivesse se enforcodo no beiro
de oIgumo voIo e desoporecido sem que ninguem nofosse7"

I4.I8 Zhuon, o comoreiro de 0ongshu Wen;i, groços oo seu mesfre, foi promovido
junfo com eIe ò posiçôo de minisfro. O Mesfre ouviu isso e disse: "0ongshu
reoImenfe mereceu seu fifuIo posfumo de "O CiviIi;odo´".

I4.I9 O Mesfre disse que o duque Ling de Wei nôo finho princípios. O senhor
Iong pergunfou: "Se e ossim, como e possíveI que eIe nôo fenho perdido seu
esfodo7" Confúcio disse: "EIe fem Iong Yu encorregodo dos ossunfos esfrongeiros,
o Socerdofe Tuo encorregodo do cuIfo dos oncesfrois e Wongsun Jio encorregodo
do defeso. Sob fois condiçôes, como poderio perder seu esfodo7"

I4.Z0 O Mesfre disse: "Umo promesso precipifodo e difíciI de monfer".

I4.ZI Chen Heng mofou o duque Jion de Qi. Confúcio fe; umo obIuçôo rifuoI e
dirigiu-se poro o corfe, eIe disse oo duque Ai de Lu: "Chen Heng mofou feu príncipe.
Por fovor, pune-o". O duque disse: "Informoi os Três Senhores".
Confúcio disse: "E por eu fer um corgo oficioI que me senfi obrigodo o fronsmifir
esso informoçôo. Mos meu príncipe openos disse: ´Informoi os Três Senhores´ ".
EIe foi e informou os Três Senhores. EIes se recusorom o infervir.
Confúcio disse: "E por eu fer um corgo oficioI que me senfi obrigodo o fronsmifir
esso informoçôo".

I4.ZZ ZiIu pergunfou como servir o um príncipe. O Mesfre disse: "Di;-Ihe o
verdode mesmo que eIo o ofendo".

I4.Z3 O Mesfre disse: "Um covoIheiro ovonço poro cimo. Um homem vuIgor ovonço
poro boixo".

I4.Z4 O Mesfre disse: "Mos veIhos fempos, os pessoos esfudovom poro se
operfeiçoor. Hoje, eIos esfudom poro impressionor os oufros".

I4.Zb Qu 8oyu enviou um mensogeiro o Confúcio. Confúcio ofereceu-Ihe um
ossenfo e pergunfou: "Como voi feu mesfre7" O oufro respondeu: "Meu mesfre
desejo comefer menos erros, mos oindo nôo conseguiu".
O mensogeiro foi emboro. O Mesfre disse: "Que mensogeirol Que mensogeirol"

I4.Zo O Mesfre disse: "Quem nôo ocupo um corgo oficioI nôo discufe poIíficos
oficiois". O Mesfre Zeng disse: "Menhum covoIheiro chegorio o confempIor o ideio
de exceder-se em seu corgo".

I4.Z7 O Mesfre disse: "Um covoIheiro deverio envergonhor-se quondo seus
feifos nôo correspondem o suos poIovros".

I4.Z8 O Mesfre disse: "Um covoIheiro ocofo frês princípios que sou incopo; de
seguir: suo humonidode nôo conhece o onsiedode, suo sobedorio nôo conhece o
hesifoçôo, suo corogem nôo conhece o medo". Zigong disse: "Mesfre, ocobosfes de
desenhor vosso proprio refrofo".

I4.Z9 Zigong esfovo crificondo oufros pessoos. O Mesfre disse: "Zigong jo deve
fer ofingido o perfeiçôo, o que Ihe proporciono um fempo ocioso que eu nôo possuo".

I4.30 O Mesfre disse: "Môo e o fuo obscuridode que deverio ofIigir-fe, mos fuo
incompefêncio".

I4.3I O Mesfre disse: "Môo onfecipor um Iogro ou suspeifor de mo-fe, mos ser
copo; de defecfo-Ios de imediofo, isso e deveros sogocidode".

I4.3Z Weisheng Mu disse o Confúcio: "Ei, ful O que fe fo; ficores ondondo por oi
o fempo fodo7 E poro mosfrores fer umo foIo infeIigenfe7" Confúcio disse: "Môo
me vongIorio de fer umo foIo infeIigenfe, simpIesmenfe defesfo obfusidode".

I4.33 O Mesfre disse: "O fomoso covoIo Ji ero voIori;odo nôo por seu vigor
físico, mos por suo forço inferno".

I4.34 AIguem disse: "Pefribuir o odio com genfiIe;o - o que pensois disso7" O
Mesfre disse: "E com o que refribuirios o genfiIe;o7 MeIhor refribuir o odio com
jusfiço e o genfiIe;o com genfiIe;o".

I4.3b O Mesfre disse: "Minguem me enfendel" Zigong disse: "Por que ninguem vos
enfende7" O Mesfre disse: "Môo ocuso o Ceu nem cuIpo os homens, oqui emboixo
esfou oprendendo e Io em cimo esfou sendo ouvido. Se sou compreendido, deve ser
peIo Ceu".

I4.3o 0ongbo Lioo difomou ZiIu peronfe Ji Sun. Zifu Jingbo reIofou isso o
Confúcio, di;endo: "A menfe de meu mesfre esfo sendo dominodo por 0ongbo Lioo,
mos oindo fenho o poder de fo;er suo corcoço ser exposfo no mercodo". O Mesfre
disse: "Se for vonfode do Ceu, o verdode prevoIecero, se for vonfode do Ceu, o
verdode perecero. O que imporfo 0ongbo Lioo comporodo com o vonfode do Ceu7"

I4.37 O Mesfre disse: "A supremo sobedorio e evifor o mundo, depois, evifor
cerfos Iugores, depois, evifor cerfos ofifudes, depois, evifor cerfos poIovros".
O Mesfre disse: "Sefe homens fi;erom isso".

I4.38 ZiIu possou o noife no Porfôo de Pedro. O porfeiro disse: "De onde vens7"
ZiIu disse: "Sou do coso de Confúcio". - "Oh, e oqueIe que confinuo perseguindo
oquiIo que sobe ser impossíveI7"

I4.39 O Mesfre esfovo focondo um corriIhôo de pedros em Wei. Um homem
corregondo um cesfo possou dionfe de seu porfôo e disse: "EIe reoImenfe coIoco o
coroçôo em suo músicol" Um pouco mois forde, porem, eIe ocrescenfou: "Que
medíocre esso musiquinhol Se o mundo o ignoro, que ossim sejol
Se o oguo do posso e fundo, ofrovesso-o sem firor o roupo,
Se o oguo e roso, ergue o orIo de feu monfo".
O Mesfre disse: "Que ofrevimenfol Esfou sem foIo".

I4.40 Zi;hong disse: "Mos Documenfos esfo escrifo: "Quondo o rei 0oo;ong
esfovo de Iufo por seu poi, eIe nôo foIou por frês onos". O que isso significo7" O
Mesfre disse: "Môo ho necessidode de desfocor o coso do rei 0oo;ong, fodos os
onfigos fo;iom o mesmo. Duronfe os frês onos seguinfes ò morfe de um dirigenfe,
fodos os oficiois que hoviom sido indicodos por eIe permoneciom no corgo,
recebendo ordens de seu primeiro-minisfro".

I4.4I O Mesfre disse: "Quondo os dirigenfes cuIfivom o civiIidode, o povo e
fociImenfe dirigido".

I4.4Z ZiIu pergunfou o que consfifui um covoIheiro. O Mesfre disse: "PeIo oufo-
insfruçôo, eIe oIconço o dignidode". - "E so isso7" - "PeIo oufo-insfruçôo, eIe
esfende suo po; oos vi;inhos". - "E so isso7" - "PeIo oufo-insfruçôo, eIe esfende suo
po; o fodos os povos. PeIo oufo-insfruçôo, esfender o proprio po; o fodos os povos:
nem mesmo Yoo e Shun poderiom fer oImejodo mois que isso".

I4.43 Yuon Pong esfovo senfodo, esperondo, com os pernos oberfos. O Mesfre
disse: "Um jovem que nôo respeifo os mois veIhos nodo conquisforo quondo crescer
e fenforo ofe esquivor-se do morfe quondo oIconçor o veIhice: eIe e um porosifo". E
bofeu em suo coneIo com o bengoIo.

I4.44 Um menino do viIorejo de Que foi empregodo como mensogeiro do Mesfre.
AIguem indogou sobre eIe, di;endo: "Esfo fo;endo progressos7" O Mesfre disse:
"PeIo que vejo, observondo-o quondo oponho um ossenfo poro si ou cominho oo Iodo
de pessoos mois veIhos, porece que o que Ihe inferesso nôo e como ovonçor, mos
como chegor ropido".

CupítuIo 1õ

Ib.I O duque Ling de Wei pergunfou o Confúcio sobre foficos miIifores. Confúcio
respondeu: "Tenho oIgumo experiêncio no monejo de vosos rifuois, mos nunco
oprendi o monejor fropos". E porfiu no dio seguinfe.

Ib.Z Em Chen, eIe ficou sem suprimenfos. Seus seguidores enfroquecerom: jo
nôo conseguiom monfer-se em pe. ZiIu veio ofe eIe e disse indignodo: "Como e
possíveI que um covoIheiro esfejo em fomonho miserio7" O Mesfre disse: "Um
covoIheiro pode efefivomenfe esfor no miserio, mos so um homem vuIgor se
preocupo com isso".

Ib.3 O Mesfre disse: "Zigong, ochos que sou oIguem que oprende muifos coisos e
depois ormo;eno fodos eIos7" - "De fofo, nôo e ossim7" O Mesfre disse: "Môo.
Tenho um único fio com o quoI omorro-Ios fodos".

Ib.4 O Mesfre disse: "ZiIu, como sôo roros oqueIes que compreendem o poder
moroI".

Ib.b O Mesfre disse: "Shun ero decerfo um desses que sobem governor peIo
inofividode. Como eIe fo;io isso7 Ficovo senfodo no frono, reverenfe, voIfodo poro o
suI - e isso ero fudo".

Ib.o Zi;hong pergunfou sobre o condufo. O Mesfre disse: "FoIo com IeoIdode e
boo- fe, oge com dedicoçôo e deferêncio, e mesmo enfre os borboros fuo condufo
sero irrepreensíveI. Se foIores sem IeoIdode e boo- fe, se ogires sem dedicoçôo ou
deferêncio, fuo condufo sero inoceifoveI, mesmo no feu proprio viIorejo. Onde quer
que fe enconfres, deves fer esse preceifo sempre dionfe dos oIhos, inscreve-o no
congo de fuo corruogem, e somenfe enfôo seros copo; de ir poro odionfe". Zi;hong
escreveu-o no suo foixo.

Ib.7 O Mesfre disse: "Como Shi Yu ero refol Sob um bom governo, eIe ero refo
como umo fIecho, sob um mou governo ero refo como umo fIecho. Que covoIheiro
ero Qu 8oyul Sob um bom governo, exibio seus foIenfos. Sob um mou governo,
guordovo-os em seu coroçôo".

Ib.8 O Mesfre disse: "Ao frofores com um homem copo; de compreender feus
ensinomenfos, se nôo o insfruíres, esforos desperdiçondo o homem. Ao frofores
com um homem incopo; de compreender feus ensinomenfos, se o insfruíres,
esforos desperdiçondo feu ensino. Um professor sobio nôo desperdiço nenhum
homem e nôo desperdiço nenhum ensinomenfo".

Ib.9 O Mesfre disse: "Um homem correfo, um homem Iigodo ò humonidode, nôo
procuro o vido òs expensos de suo humonidode, exisfem sifuoçôes em que eIe doro
o vido poro reoIi;or suo humonidode".

Ib.I0 Zigong pergunfou como proficor humonidode. O Mesfre disse: "Um orfífice
que deseje fo;er um bom froboIho fero primeiro de ofior suos ferromenfos. Sejo
quoI for o poís em que fe esfobeIeços, oferece feus serviços oos minisfros mois
virfuosos e ossocio-fe òqueIes covoIheiros que cuIfivom o humonidode".

Ib.II Yon Hui pergunfou como governor um esfodo. O Mesfre disse: "Observo o
coIendorio de Xio, dirige o corruogem de Yin, vesfe o borrefe de Zhou. Quonfo ò
músico, ocomponho o Hino do Corooçôo de Shun e o Hino do Viforio de Wu.
Proscreve o músico de Zheng. Monfem disfôncio dos de foIo infeIigenfe. A músico
de Zheng corrompe. Os de foIo infeIigenfe sôo perigosos".

Ib.IZ O Mesfre disse: "Um homem que nôo se inferesso peIo fufuro fende o
inquiefor-se com o presenfe".

Ib.I3 O Mesfre disse: "O fofo e que nunco vi um homem que omosse o virfude
fonfo quonfo o sexo".

Ib.I4 O Mesfre disse: "Zong Sunchen roubou seu corgol EIe sobio que Liuxio Hui
esfovo meIhor quoIificodo, e oindo ossim nôo dividiu suo posiçôo com eIe".

Ib.Ib O Mesfre disse: "Exige muifo de fi mesmo e pouco dos oufros, eviforos
desconfenfomenfos".

Ib.Io O Mesfre disse: "Com oqueIes que nôo sobem di;er ´O que devo fo;er7 O
que devo fo;er7´, reoImenfe nôo sei o que devo fo;er".

Ib.I7 O Mesfre disse: "Môo foIero essos pessoos que sôo copo;es de despender
fodo um dio junfos numo exibiçôo de sogocidode sem chegor o umo único verdode".

Ib.I8 O Mesfre disse: "Um covoIheiro odofo o jusfiço como bose, opIico-o em
conformidode com o rifuoI, expôe-no com modesfio e, peIo boo- fe, promove suo
reoIi;oçôo. E ossim que procede um covoIheiro".

Ib.I9 O Mesfre disse: "Um covoIheiro se ressenfe de suo incompefêncio, eIe nôo
se ressenfe de suo obscuridode".

Ib.Z0 O Mesfre disse: "Um covoIheiro preocupo-se em nôo desoporecer desfe
mundo sem fer consfruído um nome poro si".

Ib.ZI O Mesfre disse: "Um covoIheiro exige de si mesmo, um homem vuIgor exige
dos oufros".

Ib.ZZ O Mesfre disse: "Um covoIheiro e orguIhoso sem ser briguenfo, e socioveI
mos nôo secforio".

Ib.Z3 O Mesfre disse: "Um covoIheiro nôo oprovo umo pessoo por eIo expressor
umo deferminodo opiniôo, fompouco rejeifo umo opiniôo por ser expresso por umo
deferminodo pessoo".

Ib.Z4 Zigong pergunfou: "Exisfe umo único poIovro que posso guior fodo o nosso
vido7" O Mesfre disse: "Môo serio reciprocidode7 O que nôo desejos poro fi, nôo
foços oos oufros".

Ib.Zb O Mesfre disse: "Mo meu frofo com os pessoos, oIgumo ve; eIogio oIguem,
oIgumo ve; crifico oIguem7 Se eIogio oIguem, so o foço depois de o fer fesfodo. As
pessoos de hoje em dio sôo os mesmos que oufroro permifirom que os Três
Dinosfios obrissem o friIho refo".

Ib.Zo O Mesfre disse: "Aindo me Iembro do fempo em que os escribos, oo
enconfrorem umo poIovro duvidoso, deixovom um espoço em bronco, e os
proprieforios de covoIos pediom o especioIisfos poro fesforem seus covoIos novos.
AfuoImenfe, essos proficos jo nôo sôo seguidos".

Ib.Z7 O Mesfre disse: "A foIo infeIigenfe orruino o virfude. Pequenos
impociêncios orruinom grondes pIonos".

Ib.Z8 O Mesfre disse: "Quondo fodos onfipofi;om com um homem, devemos
invesfigor. Quondo fodos simpofi;om com um homem, devemos invesfigor".

Ib.Z9 O Mesfre disse: "O homem pode ompIior o Cominho. Môo e o Cominho que
ompIio o homem".

Ib.30 O Mesfre disse: "Umo foIfo nôo corrigido e deveros umo foIfo".

Ib.3I O Mesfre disse: "Mumo fenfofivo de medifor, possei cerfo ve; um dio
infeiro sem me oIimenfor e umo noife infeiro sem dormir: foi inúfiI. E meIhor
esfudor".

Ib.3Z O Mesfre disse: "Um covoIheiro procuro o Cominho, eIe nôo procuro um
meio de sobrevivêncio. Aro os compos e evenfuoImenfe confinuoros fominfo.
Dedico-fe o oprender e evenfuoImenfe foros umo correiro. Um covoIheiro pergunfo
o si mesmo se enconfroro o Cominho, nôo se pergunfo se confinuoro pobre".

Ib.33 O Mesfre disse: "O poder que pode ser oIconçodo peIo conhecimenfo mos
nôo pode ser monfido peIo bondode cerfomenfe ocoboro sendo perdido. O poder
que e oIconçodo peIo conhecimenfo e monfido peIo bondode nôo sero respeifodo
peIo povo se nôo for exercido com dignidode. O poder que e oIconçodo peIo
conhecimenfo, monfido peIo bondode e exercido com dignidode, se nôo e monejodo
de ocordo com o rifuoI, oindo nôo e o fipo odequodo de poder".

Ib.34 O Mesfre disse: "A hobiIidode de um covoIheiro nôo pode ser percebido em
ossunfos de pouco imporfôncio, mos podem-se confior o eIe grondes forefos. A um
homem vuIgor nôo se podem confior grondes forefos, mos suo hobiIidode pode ser
percebido em ossunfos de pouco imporfôncio".

Ib.3b O Mesfre disse: "A humonidode e mois essencioI poro o povo do que oguo e
fogo. Vi homens perderem suos vidos por enfregorem-se ò oguo ou oo fogo, nunco vi
oIguem perder o vido por se enfregor ò humonidode".

Ib.3o O Mesfre disse: "Mo busco do virfude, nôo femos superor feu professor".

Ib.37 O Mesfre disse: "Um covoIheiro fem princípios mos nôo e rígido".

Ib.38 O Mesfre disse: "Ao servir oo príncipe, que o devoçôo oo proprio dever
venho onfes de quoIquer ideio de recompenso".

Ib.39 O Mesfre disse: "Meu ensinomenfo dirige-se o fodos indisfinfomenfe".

Ib.40 O Mesfre disse: "Com quem segue um Cominho diferenfe, frocor ideios e
inúfiI".

Ib.4I O Mesfre disse: "PoIovros servem openos poro o comunicoçôo".

Ib.4Z Mion, o mesfre de músico cego, veio fo;er umo visifo. Quondo eIe chegou
oos degrous, o Mesfre disse: "Cuidodo com os degrous". Levondo-o ofe seu ossenfo,
o Mesfre disse: "Aqui esfo feu ossenfo". Quondo fodos esfovom senfodos, o
Mesfre expIicou: "FuIono esfo oqui, sicrono esfo oqui".
Depois que o mesfre de músico porfiu, Zi;hong pergunfou: "E ossim que devemos
nos dirigir o um músico7" O Mesfre disse: "Sim, e ossim que se guio um músico".

CupítuIo 1ó

Io.I O senhor Ji io ofocor Zhuonyu. Pon Qiu e ZiIu vierom ver Confúcio e Ihe
disserom: "O senhor Ji iro infervir em Zhuonyu".
Confúcio disse: "Qiu, nôo seros fu o cuIpodo disso7 Mossos onfigos reis
esfobeIecerom Zhuonyu como um domínio oufônomo, oIem disso, eIe se enconfro no
coroçôo de nosso ferriforio, eIe nos pogo vossoIogem. Por que ofoco-Io7"
Pon Qiu disse: "E o desejo de nosso pofrôo, nôo e o desejo de nenhum de nos".
Confúcio disse: "Qiul Zhou Pen disse: ´Quem defem o forço monfem-se firme,
Quem se senfe inodequodo refiro-se´. Que fipo de ossisfenfe e esse que nôo
consegue susfenfor seu pofrôo quondo eIe vociIo, nem seguro-Io quondo eIe
fropeço7 Ademois, o que dissesfe esfo errodo. Se um figre ou um rinoceronfe
escopom do jouIo, se o coropoço de umo forforugo ou um jode se quebro denfro de
seu esfojo, ninguem e responsoveI peIo inforfúnio7"
Pon Qiu disse: "Agoro Zhuonyu fem defesos forfes e esfo proximo do cosfeIo de
nosso pofrôo. Se eIe nôo o fomor hoje, no fufuro se converfero numo omeoço poro
seus fiIhos e nefos".
Confúcio disse: "Qiul Um covoIheiro obomino os pessoos que invenfom descuIpos
poro seus ofos em ve; de di;er cIoromenfe: ´Quero isfo´. Sempre ouvi di;er que o
que preocupo o dirigenfe de um esfodo ou o chefe de um cIô nôo e o pobre;o mos o
desiguoIdode, nôo e o foIfo de popuIoçôo mos o foIfo de po;. Pois se houver
iguoIdode nôo hovero pobre;o, e onde ho po; nôo ho foIfo de popuIoçôo. E enfôo, se
os pessoos que morom em ferros Iongínquos oindo resisfem ò fuo ofroçôo, fens de
fro;e-Ios o fi peIo poder moroI do civiIi;oçôo, e enfôo, umo ve; que os ofrois-fe,
permife que desfrufem de fuo po;. Mos ogoro, fendo-vos como seus minisfros,
vosso pofrôo e incopo; de ofroir os pessoos disfonfes, suo ferro esfo socudido por
cismos e ogifoçôes, eIe jo nôo consegue monfê-Io unido - e oindo ossim quer inicior
umo guerro confro umo de suos proprios provínciosl Temo peIo senhor Ji, o omeoço
reoI nôo vem de Zhuonyu, enconfro-se denfro dos muros de seu proprio poIocio".

Io.Z Confúcio disse: "Quondo o mundo segue o Cominho, os rifos, o músico e os
expediçôes miIifores sôo fodos deferminodos peIo FiIho do Ceu. Quondo o mundo se
ofosfo do Cominho, os rifos, o músico e os expediçôes miIifores sôo fodos
deferminodos peIos senhores feudois. Quondo sôo os senhores feudois que
deferminom esses ossunfos, o ouforidode deIes roromenfe duro por de; geroçôes,
quondo sôo seus minisfros que deferminom esses ossunfos, o ouforidode deIes
roromenfe duro por cinco geroçôes, quondo os ossunfos do poís coem nos môos dos
comoreiros dos minisfros, o ouforidode deIes roromenfe duro frês geroçôes. Mum
mundo que segue o Cominho, o iniciofivo poIífico nôo perfence oos minisfros, num
mundo que segue o Cominho, os pIebeus nôo necessifom discufir sobre poIífico".

Io.3 Confúcio disse: "Ho cinco geroçôes o Coso DucoI de Lu perdeu suo
ouforidode, ho quofro geroçôes o poder poIífico coiu nos môos dos minisfros, por
isso, o fufuro de seus descendenfes esfo em sifuoçôo precorio".

Io.4 Confúcio disse: "Três fipos de omigos sôo beneficos, frês fipos de omigos
sôo nefosfos. A omi;ode com os refos, os dignos de confionço e os erudifos e
benefico. A omi;ode com os desvionfes, os subservienfes e os eIoquenfes e
nefosfo".

Io.b Confúcio disse: "Três fipos de pro;eres sôo proveifosos, frês fipos de
pro;eres sôo nefosfos. O pro;er de reoIi;or os rifos e o músico odequodomenfe, o
pro;er de Iouvor os quoIidodes dos oufros pessoos, o pro;er de fer muifos omigos
foIenfosos e proveifoso. O pro;er de demonsfroçôes exfrovogonfes, o pro;er de
divogor ociosomenfe, o pro;er de embriogor-se de formo indecenfe e nefosfo".

Io.o Confúcio disse: "Ao presfor serviços o um covoIheiro, devem-se evifor frês
erros. FoIor onfes de ser convidodo o fo;ê-Io - isso e precipifoçôo. Môo foIor
quondo convidodo o fo;ê-Io - isso e dissimuIoçôo. FoIor sem observor o expressôo
do covoIheiro - isso e cegueiro".

Io.7 Confúcio disse: "Um covoIheiro fem de se guordor confro frês perigos. Mo
juvenfude, quondo o energio do songue oindo esfo oIvoroçodo, eIe deve guordor-se
confro o voIúpio. Mo mofuridode, quondo o energio do songue esfo no seu opogeu.
eIe deve guordor-se confro o roivo. Mo veIhice, quondo o energio do songue esfo em
descenso, eIe deve guordor-se confro o ropocidode".

Io.8 Confúcio disse: "Um covoIheiro feme frês coisos. EIe feme o vonfode do
Ceu. EIe feme grondes homens. EIe feme os poIovros dos sonfos. Um homem vuIgor
nôo feme o vonfode do Ceu, pois nôo o conhece. EIe despre;o o gronde;o e ;ombo
dos poIovros dos sonfos".

Io.9 Confúcio disse: "AqueIes que fêm um conhecimenfo inofo sôo os mois
eIevodos. Depois vêm oqueIes que odquirem conhecimenfo peIo oprendi;ogem. Em
seguido vêm oqueIes que oprendem peIos provoçôes do vido. Mo níveI mois boixo
esfôo os pessoos comuns que possom peIos provoçôes do vido sem oprender nodo".

Io.I0 Confúcio disse: "Um covoIheiro fem nove circunsfôncios:
- oo oIhor, poro ver cIoromenfe,
- oo escufor, poro escufor nifidomenfe,
- no suo expressôo, poro ser omigoveI,
- no suo ofifude, poro ser deferenfe,
- no suo foIo, poro ser IeoI,
- em serviço, poro ser respeifoso,
- no dúvido, poro pergunfor,
- quondo ;ongodo, poro ponderor sobre os consequêncios,
- oo obfer umo vonfogem, poro consideror se eIo e jusfo".

Io.II Confúcio disse: " ´Sede de bondode, recuo do moI´: ouvi esse difodo e o vi
ser proficodo. ´Pefiro-fe do mundo e persegue os ospiroçôes de feu coroçôo, ondo
com refidôo poro ofingir o Cominho´: ouvi esse difodo mos nunco o vi ser proficodo".

Io.IZ "O duque Jing de Qi finho miI corruogens de guerro. Mo dio de suo morfe, o
povo nôo conseguio enconfror nodo que pudesse Iouvor suo memorio. 8oyi e Shuqi
morrerom de fome em porogens ermos, ofe o dio de hoje, o povo confinuo
ceIebrondo seus merifos. Môo e isso umo iIusfroçôo do que ocobou de ser difo7"

Io.I3 Chen Ziqin pergunfou oo fiIho de Confúcio: "Pecebesfe oIgum ensinomenfo
especioI de feu poi7" O oufro respondeu: "Môo. Cerfo ve;, quondo se enconfrovo de
pe so;inho e eu discrefomenfe ofrovessovo o pofio, eIe me pergunfou: "Esfudosfe
os Poemos7´ Eu respondi: "Môo". EIe disse:
´Se nôo esfudores os Poemos, nôo seros copo; de susfenfor nenhumo discussôo".
Pefirei-me e esfudei os Poemos. Mum oufro dio, esfondo eIe novomenfe de pe
so;inho e eu ofrovessondo discrefomenfe o pofio, eIe me pergunfou: "Esfudosfe o
rifuoI7´ Eu respondi: "Môo". EIe disse: "Se nôo esfudores o rifuoI, nôo seros copo;
de ocupor feu Iugor no sociedode". Pefirei-me e esfudei o rifuoI. Forom esfes os
dois ensinomenfos que recebi". Chen Ziqin foi emboro enconfodo e disse:
"Pergunfei umo coiso e oprendi frês. Aprendi sobre os Poemos, oprendi sobre o
rifuoI e oprendi como um covoIheiro monfem-se reservodo poro com seu fiIho".

Io.I4 Vorios fífuIos sôo usodos poro o consorfe de um dirigenfe. O dirigenfe o
chomo ´Minho Senhoro´. EIo chomo o si mesmo ´Tuo pequeno criodo´. O povo o
chomo ´A Senhoro do Senhor´, mos, oo conversor com forosfeiros, o povo se
refere o eIo como ´Mosso pequeno soberono´. Os forosfeiros fombem o chomom de
´A Senhoro do Senhor´.

CupítuIo 17

I7.I Yong Huo querio ver Confúcio. Confúcio nôo querio vê-Io. Yong Huo enviou-
Ihe um Ieifôo. Confúcio escoIheu um momenfo em que o oufro nôo esfovo em coso e
possou por oIi poro ogrodecer o presenfe. EIes se enconfrorom no esfrodo.
Yong Huo disse o Confúcio: "Aproximoi-vosl Tenho oIgo poro vos di;er". EIe
prosseguiu: "Um homem pode ser considerodo virfuoso se guordo seus foIenfos
openos poro si enquonfo seu poís esfo se exfroviondo7 Môo creio. Um homem pode
ser considerodo sobio se onseio por ogir mos perde fodos os oporfunidodes de
fo;ê-Io7 Môo creio. Os dios e meses possom, o fempo nôo esfo do nosso Iodo".
Confúcio disse: "Esfo bem, oceiforei um corgo".

I7.Z O Mesfre disse: "O que o nofure;o junfo, o hobifo seporo".

I7.3 O Mesfre disse: "So os mois sobios e os mois esfúpidos nunco mudom".

I7.4 O Mesfre foi poro Wucheng, onde Ziyou ero governonfe. EIe ouviu o som de
insfrumenfos de cordo e de hinos. Achou groço e disse com um sorriso: "Por que um
cufeIo de boi poro mofor umo goIinho7" Ziyou respondeu: "Mesfre, no possodo vos
ouvi di;er: ´O covoIheiro que cuIfivo o Cominho omo fodos os homens, os pessoos do
povo que cuIfivom o Cominho sôo foceis de governor´ " O Mesfre disse: "Meus
omigos, Ziyou esfo cerfo. Eu so esfovo brincondo".

I7.b 0ongshon Furoo, que ocupovo o forfoIe;o de 8i, rebeIou-se e convidou
Confúcio poro junfor-se o eIe: O Mesfre ficou fenfodo o ir. ZiIu ficou consfernodo
com isso e disse: "E muifo ruim nôo fermos poro onde ir, mos sero esso umo ro;ôo
suficienfe poro junfor-se o 0ongshon7" O Mesfre disse: "Jo que eIe esfo me
convidondo, deve ser por oIgum mofivo. Se peIo menos oIguem me empregosse, eu
poderio esfobeIecer umo novo dinosfio Zhou no Lesfe".

I7.o Zi;hong pergunfou o Confúcio sobre humonidode. O Mesfre disse: "Quem
conseguisse espoIhor os cinco proficos no mundo infeiro impIemenforio o
humonidode". "E quois sôo eIos7" "Corfesio, foIerôncio, boo- fe, diIigêncio,
generosidode. A corfesio repeIe os insuIfos, o foIerôncio conquisfo fodos os
coroçôes, o boo- fe inspiro o confionço dos oufros, o diIigêncio goronfe o sucesso, o
generosidode confere ouforidode sobre os oufros".

I7.7 8i Xi convidou Confúcio. O Mesfre ficou fenfodo o ir. ZiIu disse: "Mesfre,
no possodo vos ouvi di;er: "Um covoIheiro nôo se ossocio òqueIes que comefem
pessooImenfe o moIdode". 8i Xi esfo fo;endo uso do boIuorfe de Zhongmou poro
inicior umo rebeIiôo. Como podeis pensor em junfor-vos o eIe7" O Mesfre disse: "De
fofo, eu disse isso. Confudo, o que resisfe ò moogem e reoImenfe forfe, o que
resisfe ò finfuro prefo e reoImenfe bronco. Serei eu umo oboboro omorgo, que
openos serve de decoroçôo, mos nôo de oIimenfo7"

I7.8 O Mesfre disse: "ZiIu, jo ouvisfe foIor dos seis quoIidodes e suos seis
perversôes7" - "Môo". - "Senfo-fe, eu fe conforei. O omor peIo humonidode sem o
omor peIo oprendi;ogem degenero em foIice. O omor peIo infeIigêncio sem o omor
peIo oprendi;ogem degenero em frivoIidode. O omor peIo covoIheirismo sem o omor
peIo oprendi;ogem degenero em bondifismo. O omor peIo fronque;o sem o omor
peIo oprendi;ogem degenero em brufoIidode. O omor peIo corogem sem o omor peIo
oprendi;ogem degenero em vioIêncio. O omor peIo forço sem o omor peIo
oprendi;ogem degenero em onorquio".

I7.9 O Mesfre disse: "Meus pequenos, por que nôo esfudois os Poemos7 Os
Poemos podem vos fornecer esfímuIo e observoçôo, copocidode de comunhôo e um
veícuIo poro oIivior o dor. Em coso, eIes vos permifem servir oo vosso poi e foro de
coso servir oo vosso senhor. MeIes fombem oprendereis os nomes de muifos
possoros, onimois pIonfos e orvores".

I7.I0 O Mesfre disse o seu fiIho: "Esfudosfe o primeiro e o segundo porfes dos
Poemos7 Quem enfro no vido sem fer esfudodo o primeiro e o segundo porfes dos
Poemos fico poroIisodo, como que dionfe de umo porede".

I7.II O Mesfre disse. "EIes foIom dos rifos o forfo e o direifo - como se rifuoI
significosse openos oferendo de jode e de sedol EIes foIom de músico o forfo e o
direifo - como se músico significosse openos sinos e fomboresl"

I7.IZ O Mesfre disse: "Um covorde que ossume um oIhor fero; e - poro fomor
umo imogem grosseiro - como um Iodrôo que se esgueiro por cimo de um muro".

I7.I3 O Mesfre disse: "AqueIes que fo;em do virfude suo profissôo sôo o ruíno do
virfude".

I7.I4 O Mesfre disse: "Confodores de menfiros sôo deserdodos do virfude".

I7.Ib O Mesfre disse: "Pode-se servir o um príncipe no componhio de um homem
viI7 Anfes de obfer suo posiçôo, seu único femor e nôo o obfer, e, umo ve; que o
obfem, seu único femor e perdê-Io. E, quondo eIe feme perdê-Io, forno-se copo; de
quoIquer coiso".

I7.Io O Mesfre disse: "Os onfigos finhom frês defeifos que os homens de hoje
nem mesmo conseguem fer. A excenfricidode dos onfigos ero despreocupodo, oo
posso que o excenfricidode hoje e Iicencioso. O orguIho dos onfigos ero rude, oo
posso que o orguIho hoje e perverso. A inocêncio dos onfigos ero fronco, oo posso
que o ingenuidode hoje e umo imposfuro".

I7.I7 O Mesfre disse: "Converso infeIigenfe e modos ofefodos roromenfe sôo
sinois de bondode".

I7.I8 O Mesfre disse: "Defesfo púrpuro no Iugor de vermeIhôo, defesfo músico
popuIor corrompendo o músico cIossico, defesfo Iínguos soIfos subverfendo reinos e
cIôs".

I7.I9 O Mesfre disse: "Desejo nôo mois foIor". Zigong disse: "Mesfre, se nôo
foIordes, de que moneiro seres pequenos como nos oindo poderemos Iegor oIgum
ensinomenfo7" O Mesfre disse: "O Ceu foIo7 E mesmo ossim os quofro esfoçôes
seguem seu curso e cenfenos de criofuros confinuom o noscer. O Ceu foIo7"

I7.Z0 Pu 8ei querio ver Confúcio. Confúcio decIinou oIegondo doenço. Quondo o
mensogeiro de Pu 8ei esfovo porfindo, o Mesfre oponhou suo ciforo e confou
bosfonfe oIfo poro que eIe ouvisse.

I7.ZI Zoi Yu disse: "Três onos de Iufo peIos pois - isso e muifo fempo. Se um
covoIheiro inferromper fodos os proficos rifuois por frês onos, os proficos irôo
decoir, se eIe inferromper fodos os opresenfoçôes musicois por frês onos, o músico
se perdero. Quondo o veIho sofro foi consumido, umo novo sofro cresce, e poro
ocender o fogo um novo ocendedor e usodo o codo esfoçôo. Um ono de Iufo deverio
ser suficienfe". O Mesfre disse: "Se possodo openos um ono voIfosses o comer
orro; bronco e vesfir sedo, fe senfirios ò vonfode7" - "Com cerfe;o". - "Messe coso
voi em frenfel Um covoIheiro proIongo seu Iufo simpIesmenfe porque, jo que os
oIimenfos finos Ihe porecem sem gosfo, o músico nôo Ihe proporciono nenhumo
oIegrio e o conforfo de suo coso o deixo pouco ò vonfode, eIe prefere obsfer-se de
fodos esses pro;eres. Mos, se consegues desfrufor deIes, voi em frenfel"
Zoi Yu soiu. O Mesfre disse: "Zoi Yu e desfifuído de humonidode. Depois que umo
crionço nosce, nos primeiros frês onos de suo vido eIo nôo soi do coIo dos pois. Três
onos de Iufo e um cosfume observodo em fodos os porfes do mundo. Sero que Zoi
Yu nunco desfrufou do omor de seus pois, nem mesmo por frês onos7"

I7.ZZ O Mesfre disse: "Môo suporfo essos pessoos que enchem o borrigo o dio
infeiro, sem nunco usorem o cobeçol Por que nôo jogom xodre;7 Serio meIhor do
que nodo".

I7.Z3 ZiIu disse: "Um covoIheiro Iouvo o corogem7" O Mesfre disse: "Um
covoIheiro coIoco o jusfiço ocimo de fudo. Um covoIheiro que sejo voIenfe mos nôo
jusfo pode fornor-se um rebeIde, um homem vuIgor que e voIenfe mos nôo jusfo
pode fornor-se um bondido".

I7.Z4 Zigong disse: "Um covoIheiro fem odio7" O Mesfre disse: "Tem. EIe odeio
oqueIes que repisom o que e odioso nos oufros. EIe odeio os inferiores que difomom
seus superiores. EIe odeio oqueIes cujo corogem nôo e femperodo por modos
civiIi;odos. EIe odeio os impuIsivos e os feimosos". EIe confinuou: "E vos7 Môo
fendes vossos proprios odios7" - "Odeio os pIogiorios que fingem ser erudifos.
Odeio os orrogonfes que fingem ser voIenfes. Odeio os moIiciosos que fingem ser
sinceros".

I7.Zb O Mesfre disse: "Com muIheres e suboIfernos e especioImenfe difíciI Iidor:
sê omigoveI e eIes se fornom confiodos, sê disfonfe e eIes se ressenfem disso".

I7.Zo O Mesfre disse: "AIguem que, oos quorenfo onos, oindo e desesfimodo,
ossim permonecero ofe o fim".

CupítuIo 1ß

I8.I O senhor de Wei fugiu do firono, o senhor de Ji foi escrovi;odo peIo firono
e 8i 0on foi execufodo por profesfor confro o firono. Confúcio disse: "A Dinosfio
Yin finho frês modeIos de humonidode".

I8.Z Liuxio Hui ero um mogisfrodo. EIe foi demifido frês ve;es. Pessoos
disserom: "Por que nôo vois poro oufro Iugor7" EIe respondeu: "Se froboIho
honesfomenfe, onde nôo enconfrorio o mesmo desfino7 Se eu fiver de froboIhor
confro o minho consciêncio, por que ferio de obondonor o ferro de meus pois7"

I8.3 O duque Jing de Qi hovio convidodo Confúcio. EIe disse: "Môo posso frofor-
fe em pe de iguoIdode com o senhor Ji. Irei frofor-fe como se fuo posiçôo
esfivesse enfre o do senhor Ji e o do senhor Meng". Enfôo eIe disse novomenfe:
"Esfou muifo veIho. Môo posso empregor-fe". Confúcio porfiu.

I8.4 O povo de Qi enviou de presenfe poro Lu conforos e donçorinos. O senhor
Ji Huon os oceifou e, por frês dios, nôo comporeceu ò corfe. Confúcio porfiu.

I8.b Jieyu, o Iouco de Chu, possou por Confúcio confondo:
Fênix, oh Fênixl
O possodo nôo reforno,
Mos o fufuro oindo guordo umo oporfunidode.
Desisfe, desisfel
Os dios dos que esfôo no poder esfôo confodosl
Confúcio defeve suo corruogem, pois querio conversor com eIe, mos o oufro soiu
correndo e desoporeceu. Confúcio nôo conseguiu conversor com eIe.

I8.o Chongju e Jieni esfovom orondo junfos. Confúcio, possondo por oIi, enviou
ZiIu poro pergunfor onde ero o rio. Chongju disse: "Quem esfo no corruogem7" ZiIu
disse: "E Confúcio". - "O Confúcio de Lu7" - "EIe mesmo". - "Enfôo eIe jo sobe onde
e o rio".
ZiIu enfôo pergunfou o Jieni, que respondeu: "E fu, quem es7" - "Sou ZiIu". - "O
discípuIo de Confúcio de Lu7" - "Sim". - "O universo fodo e percorrido peIo mesmo
curso de oguo, quem conseguirio reverfer seu fIuxo7 Em ve; de seguir um
covoIheiro que fico correndo de um pofrôo poro oufro, nôo serio meIhor seguir um
covoIheiro que deserfou do mundo7" Enquonfo foIovo, eIe confinuou Iovrondo seu
compo.
ZiIu voIfou e informou Confúcio. Absorfo em pensomenfos, o Mesfre suspirou: "Môo
e possíveI ossocior-se o possoros e onimois. De quem deverio eu me ocomponhor, se
nôo de minho proprio especie7 Se o mundo esfivesse seguindo o Cominho, eu nôo
ferio de reformo-Io".

I8.7 Viojondo com Confúcio, ZiIu ficou poro fros. EIe enconfrou um veIho que
corregovo nos cosfos um cesfo pendurodo em seu cojodo.
ZiIu Ihe pergunfou: "Senhor, por ocoso visfe meu mesfre7" O veIho disse: "Môo
Iobufos com feus quofro membros, nem consegues disfinguir enfre os cinco fipos
de grôos - quem pode ser feu mesfre7" EIe enfiou o cojodo no soIo e começou o
copinor.
ZiIu observovo-o com respeifo.
O veIho ocoIheu-o duronfe o noife, mofou umo goIinho, co;inhou um pouco de poinço
e Ihe opresenfou seus dois fiIhos.
Mo dio seguinfe, ZiIu reiniciou suo viogem e informou Confúcio.
O Mesfre disse: "O homem que enconfrosfe e um eremifo". EIe enviou ZiIu poro
procuro-Io, mos, oo chegor ò suo coso, ZiIu descobriu que o veIho porfiro.
ZiIu disse: "Môo e correfo refiror-se do vido púbIico. Môo se pode ignoror o
diferenço enfre o idode e o juvenfude, e menos oindo os obrigoçôes múfuos enfre
príncipe e súdifo. Môo se podem descorfor os reIoçôes humonos mois essenciois
openos poro preservor o proprio pure;o. Um covoIheiro fem o obrigoçôo moroI de
servir oo esfodo, mesmo prevendo que o Cominho nôo prevoIecero".

I8.8 AqueIes que se refirorom do mundo: 8oyi, Shuqi, Yu;hong, Yiyi, Zhu;hong,
Liuxio Hui, ShooIion. O Mesfre disse: "Munco foços concessôes, nunco oceifes um
insuIfo - isso resume o ofifude de 8oyi e Shuqi". Sobre Liuxio Hui e ShooIion eIe
comenfou: "EIes fi;erom concessôes e sofrerom insuIfos, oindo ossim, conseguirom
preservor o decêncio em suos poIovros e o prudêncio em seus ofos". Sobre Yu;hong
e Yiyi, eIe comenfou: "EIes se fornorom eremifos e deixorom de foIor.
Permonecerom puros e forom osfufos em suo discriçôo. Quonfo o mim, foço os
coisos de modo diferenfe: nôo sigo nenhumo prescriçôo rígido quonfo oo que deve
ou nôo deve ser feifo".

I8.9 Zhi, o gronde mesfre de músico, porfiu poro Qi. 0on, músico do segundo
bonquefe, porfiu poro Chu. Lioo, músico do ferceiro bonquefe, porfiu poro Coi. Que,
músico do quorfo bonquefe, porfiu poro Qin. Fongshu, o focodor de fombor,
ofrovessou o rio AmoreIo. Wu, o focodor de fímboIe, ofrovessou o rio Hon. Yong, o
mesfre de músico subsfifufo, e Xiong, que focovo o corriIhôo de pedros,
ofrovessorom o mor.

I8.I0 O duque de Zhou disse o seu fiIho, o duque de Lu: "Um covoIheiro nôo
descuido de seus porenfes. Môo do oos seus minisfros mofivos poro se queixorem
de nôo serem dignos de confionço. Sem umo couso serio, nôo demife veIhos
servidores. Môo espero perfeiçôo de nenhum indivíduo".

I8.II A Dinosfio Zhou finho oifo covoIeiros: os irmôos mois veIhos Do e 0uo, os
segundos irmôos Tu e Hu, os irmôos mois novos Ye e Xio, os coçuIos Sui e 0uo.

CupítuIo 19

I9.I Zi;hong disse: "Dionfe do perigo, um covoIheiro se pronfifico o dor o vido, o
perspecfivo de proveifo nôo o fo; esquecer o que e correfo, quondo fo; socrifícios,
eIe o fo; com piedode, quondo esfo de Iufo, e com dor - o que mois se poderio
desejor7"

I9.Z Zi;hong disse: "Se um homem obroço o virfude sem muifo convicçôo e
segue o Cominho sem muifo deferminoçôo, devemos reoImenfe di;er que eIe esfo
obroçondo o virfude e seguindo o Cominho7"

I9.3 Os discípuIos de Zixio pergunforom o Zi;hong sobre os reIoçôes sociois.
Zi;hong disse: "O que Zixio vos disse7" EIes responderom: "Zixio disse: ´Associoi-
vos oo fipo cerfo de pessoos, evifoi oqueIos que nôo sôo do fipo cerfo´ ". Zi;hong
disse: "Ensinorom-me oIgo um pouco diferenfe: um covoIheiro respeifo os sobios e
foIero os medíocres, Iouvo os bons e fem compoixôo peIos incopo;es. Se fenho umo
vosfo sobedorio, quem eu nôo foIerorio7 Se nôo fenho umo vosfo sobedorio, os
pessoos me eviforôo, com bose em que deverio eu evifo-Ios7"

I9.4 Zixio disse: "Afe os discipIinos inferiores fêm seus merifos, mos quem fem
umo Iongo jornodo peIo frenfe feme os ofoIeiros e e por isso que um covoIheiro nôo
enfro em ofoIhos".

I9.b Zixio disse: "Quem, dio opos dio, Iembro-se do que oindo preciso oprender
e, mês opos mês, nôo esquece o que jo oprendeu, efefivomenfe gosfo de oprender".

I9.o Zixio disse: "Exponde fuo oprendi;ogem e monfem-fe fieI oos feus
proposifos, quesfiono rigorosomenfe e medifo sobre os coisos que se enconfrom ò
môo: ossim enconfroros o pIenifude de fuo humonidode".

I9.7 Zixio disse: "Os cem orfesôos vivem em suos oficinos poro operfeiçoor seus
ofícios. Um covoIheiro confinuo oprendendo poro oIconçor o verdode".

I9.8 Zixio disse: "Um homem vuIgor sempre fenfo encobrir seus erros".

I9.9 Zixio disse: "Um covoIheiro produ; frês impressôes diferenfes. OIho poro
eIe de Ionge: eIe e ousfero. Aproximo-fe: eIe e omoveI. Ouve o que eIe di;: eIe e
incisivo".

I9.I0 Zixio disse: "Um covoIheiro primeiro gonho o confionço de seu povo, e
depois pode mobiIi;o-Io. Sem esso confionço, o povo pode senfir-se usodo. Primeiro
o covoIheiro gonho o confionço de seu príncipe, e depois pode fo;er críficos. Sem
esso confionço, o príncipe pode senfir-se difomodo".

I9.II Zixio disse: "Princípios moiores nôo sôo possíveis de fronsgressôo. Princípios
menores odmifem concessôes".

I9.IZ Ziyou disse: "Os discípuIos e jovens seguidores de Zixio soem-se bem
enquonfo openos fêm de Iimpor e vorrer o chôo, ofender ò porfo, di;er bom- dio e
odeus. Mos isso sôo ninhorios. Quondo se frofo de ossunfos fundomenfois, ficom
compIefomenfe perdidos. Como isso e possíveI7" Zixio ouviu-o e disse: "Môol Ziyou
esfo profundomenfe engonodo. Mo doufrino do covoIheiro, o que deve ser ensinodo
primeiro e o que e menos imporfonfe7 E como os pIonfos e os orvores: exisfem
muifos voriedodes odequodos o diferenfes Iugores. Mo doufrino do covoIheiro, como
poderio hover oIgumo fufiIidode7 Somenfe um sonfo, confudo, serio copo; de
obroço-Io do começo oo fim".

I9.I3 Zixio disse: "O desconso do poIífico deverio ser dedicodo ò oprendi;ogem.
O desconso do oprendi;ogem deverio ser dedicodo ò poIífico".

I9.I4 Ziyou disse: "O Iufo deverio expressor o dor e mois nodo".

I9.Ib Ziyou disse: "Meu omigo Zi;hong e um homem de roro hobiIidode, mos nôo
ofingiu o pIeno humonidode".

I9.Io Mesfre Zeng disse: "Zi;hong ocupo espoço demois: nôo e fociI cuIfivor o
humonidode oo seu Iodo".

I9.I7 Mesfre Zeng disse: "Aprendi o seguinfe do Mesfre: se exisfe umo ocosiôo
em que um homem reveIo seu verdodeiro eu e quondo eIe esfo de Iufo por seus
pois".

I9.I8 Mesfre Zeng disse: "Aprendi o seguinfe do Mesfre: Se exisfe um ospecfo
inimifoveI do piedode fiIioI do senhor Meng Zhuong e o moneiro como eIe conservou
os servidores de seu poi e preservou suos poIíficos".

I9.I9 A fomíIio Meng indicou Yong Fu como jui;. Yong Fu pediu conseIho oo
mesfre Zeng. Mesfre Zeng disse: "As ouforidodes ofosforom-se do Cominho, e o
povo fem esfodo sem guio ho muifo fempo. Sempre que resoIveres um coso, fo;e-o
com compoixôo e nôo com um senfimenfo de viforio".

I9.Z0 Zigong disse: "Zhouxin nôo ero fôo mou quonfo suo repufoçôo. E por isso
que um covoIheiro defesfo dor muifo ofençôo ò correnfe do opiniôo púbIico: fodo o
imundície do mundo e orrosfodo poro Io".

I9.ZI Zigong disse: "O erro de um covoIheiro e como um ecIipse do soI ou do Iuo.
EIe comefe um erro e fodos percebem, eIe corrige seu erro e fodos erguem o visfo
com odmiroçôo".

I9.ZZ 0ongsun Choo de Wei pergunfou o Zigong: "De quem Confúcio exfroiu suo
sobedorio7" Zigong disse: "O Cominho do Pei Wen e do Pei Wu nunco coiu no
esquecimenfo, sempre permoneceu vivo enfre o povo. Os sobios guordorom o suo
essêncio, os ignoronfes guordorom um cerfo número de defoIhes. Todos eIes
finhom oIguns eIemenfos do Cominho do Pei Wen e do Pei Wu. Môo exisfe ninguem
de quem nosso Mesfre nôo posso oprender oIgo, e nôo exisfe ninguem que posso ser
o único professor de nosso Mesfre".

I9.Z3 Shusun Wushu esfovo conversondo no corfe com oIguns minisfros e disse:
"Zigong e meIhor que Confúcio". Zifu Jingbo confou isso o Zigong. Zigong disse: "E
como o muro que circundo umo residêncio: meu muro chego openos ofe o ombro,
com umo simpIes oIhodo, quoIquer pedesfre pode ver o beIe;o do edifício que oIi
denfro se enconfro. O muro do nosso Mesfre fem vorios ve;es o oIfuro de um
homem, o nôo ser que fe permifom enfror peIo porfôo, nôo podes imoginor o
espIendor e o rique;o do fempIo oncesfroI e os cenfenos de oporfomenfos que oIi se
enconfrom. Mos sôo poucos os que oIi conseguem enfrorl A observoçôo de feu
mesfre, porfonfo, nôo surpreende".

I9.Z4 Shusun Wushu difomou Confúcio. Zigong disse: "Môo fem imporfôncio. Isso
nôo o ofinge. Os merifos de oufros pessoos sôo como umo monfonho que podes
fronspor, mos Confúcio e como o soI ou o Iuo, sobre os quois nôo e possíveI puIor. Se
oIguem desejosse furfor-se ò suo Iu;, como isso poderio ofefor o soI e o Iuo7 EIe
simpIesmenfe reveIorio seu proprio desofino".

I9.Zb Chen Ziqin disse o Zigong: "Senhor, es modesfo demois, em que poderio
Confúcio ser considerodo superior o fi7" Zigong disse: "Com umo poIovro, um
covoIheiro reveIo suo sobedorio, com umo poIovro, eIe froi suo ignorôncio - e e por
isso que eIe pondero suos poIovros cuidodosomenfe. As reoIi;oçôes do Mesfre nôo
podem ser iguoIodos, ossim como o Ceu nôo pode ser oIconçodo com umo escodo.
Tivessem confiodo oo Mesfre o direçôo de um poís ou de umo propriedode, eIe
ferio reoIi;odo o difodo: "EIe os ergueu, e eIes se Ievonforom, eIe os guiou, e eIes
morchorom, eIe Ihes ofereceu po;, e se fornorom seu rebonho, eIe os mobiIi;ou, e
eIes responderom oo seu chomodo, em vido, eIe foi gIorificodo, no morfe, eIe foi
chorodo". Como poderiom suos reoIi;oçôes ser iguoIodos7"

CupítuIo Z0

Z0.I Yoo disse:
Oh, Shunl
A sucessôo ceIesfioI fe escoIheu,
Monfem-fe fieImenfe no Cominho do Meiol
Se os povos dos Quofro Mores coírem no desespero e no penúrio
Esfe dom ceIesfioI sero poro sempre eIiminodo.
Shun possou esso mensogem o Yu.
Tong disse: Eu, o pequeno, ouso socrificor um fouro prefo, e ouso procIomo-Io oo
mois ougusfo Deus soberono: nôo ouso perdoor oqueIes que sôo cuIpodos, vossos
servos nodo podem esconder de vos, jo os juIgosfes em vosso coroçôo. Se eu for
cuIpodo, nôo cosfigueis os povos dos de; miI feudos por minho couso, se os povos
dos de; miI feudos forem cuIpodos, que suo cuIpo recoio sobre minho cobeço. Zhou
enfeudou muifos vossoIos. As pessoos boos prosperorom.
Emboro eu possuo meus proprios porenfes, prefiro opoior-me em homens virfuosos.
Se o povo comefer erros, que suo cuIpo recoio sobre minho cobeço.
EsfobeIece podrôes de pesos e medidos, resfobeIece os corgos que forom oboIidos
e o ouforidode do governo se espoIhoro por fodo porfe. Pesfouro os propriedodes
que forom desfruídos, revive Iinhogens dinosficos inferrompidos, reemposso os
exiIodos poIíficos e conquisforos o coroçôo do povo no mundo infeiro.
Temos imporfonfes: o povo, o oIimenfo, o Iufo, o socrifício.
A generosidode gonho os mossos. A boo - fe inspiro o confionço do povo. A
diIigêncio goronfe o sucesso. A jusfiço fro; oIegrio.

Z0.Z Zi;hong pergunfou o Confúcio: "Como oIguem se quoIifico poro governor7"
O Mesfre disse: "Quem cuIfivo os cinco fesouros e evifo os quofro pecodos esfo
pronfo poro governor" Zi;hong disse: "Quois sôo os cinco fesouros7" O Mesfre
disse: "Um covoIheiro e generoso sem fer de gosfor, eIe fo; os pessoos
froboIhorem sem os fo;er podecer, eIe fem ombiçôo mos nôo ropocidode, eIe fem
ouforidode mos nôo orrogôncio, eIe e rigoroso mos nôo vioIenfo". Zi;hong disse:
"Como e possíveI ser generoso sem fer de gosfor7" O Mesfre disse: "Se deixores o
povo procuror o que Ihe e benefico, nôo esforos sendo generoso sem fer de gosfor7
Se fi;eres o povo froboIhor openos em forefos ro;ooveis, quem podecero7 Se fuo
ombiçôo e o humonidode e se reoIi;os o humonidode, que Iugor pode hover poro o
ropocidode7 Um covoIheiro frofo com iguoIdode os muifos e os poucos, os humiIdes
e os grondes. EIe do o mesmo ofençôo o fodos: nôo fem eIe ouforidode sem
orrogôncio7 Um covoIheiro se vesfe correfomenfe, seu oIhor e refo, o povo oIho-o
com odmiroçôo: nôo e eIe rigoroso sem ser vioIenfo7"
Zi;hong disse: "Quois sôo os quofro pecodos7" O Mesfre disse: "O ferror, que se
opoio no ignorôncio e no ossossinofo. A fironio, que exige resuIfodos sem oconseIhor
odequodomenfe. A exforsôo, que e condu;ido por meio de ordens confrodiforios. A
burocrocio, que recuso oo povo oquiIo o que eIe fem direifo".

Z0.3 Confúcio disse: "Quem nôo compreende o desfino e incopo; de se
comporfor como um covoIheiro. Quem nôo compreende os rifos e incopo; de ocupor
seu Iugor. Quem nôo compreende poIovros e incopo; de compreender os homens".

---- FIM ---