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  1º BLOCO 2 I. Brasil geral 2   Brasil - Características Gerais 2 Brasil
  1º BLOCO 2 I. Brasil geral 2   Brasil - Características Gerais 2 Brasil
 

1º BLOCO

2

I. Brasil geral

2

 

Brasil - Características Gerais  2

2

Brasil - Pontos Extremos2

2

II. Divisão Geral

3

 

IBGE (1937)  3

3

Pedro Pinchas Geiger (Déc 70)4

4

2º BLOCO

6

I. Brasil – Relevo- Estrutura Geológica

6

 

Classificação - Autores  6

6

II. Brasil - Hidrografia

7

 

Bacias Principais e Secundárias  8

8

3º BLOCO

10

I. Brasil – Relevo- Estrutura Geológica

10

II. Brasil Clima

10

 

Massas de Ar que Atuam no Brasil  10

10

Classificação Climática do Brasil11

11

4º BLOCO

14

I. Brasil – Vegetação

14

II. Brasil – Fusos Horários

18

 

5º BLOCO

20

I.

Brasil – Aspectos Humanos

20

Brasil - População (IBGE – 2010)20

20

Formação Étnica20

20

Crescimento Demográfico21

21

I. BRASIL GERAL BRASIL - CARACTERÍSTICAS GERAIS Neste tópico trataremos das características do Brasil, analisando

I. BRASIL GERAL

I. BRASIL GERAL BRASIL - CARACTERÍSTICAS GERAIS Neste tópico trataremos das características do Brasil, analisando cinco
I. BRASIL GERAL BRASIL - CARACTERÍSTICAS GERAIS Neste tópico trataremos das características do Brasil, analisando cinco

BRASIL - CARACTERÍSTICAS GERAIS

Neste tópico trataremos das características do Brasil, analisando cinco aspectos que nos orientam para sua identificação.I. BRASIL GERAL BRASIL - CARACTERÍSTICAS GERAIS São eles: 5º país mais extenso do mundo possuindo

São eles:

5º país mais extenso do mundo possuindo a 5ª maior população mundial;

país mais extenso do mundo possuindo a 5ª maior população mundial;

Está localizado totalmente no hemisfério Ocidental (W);

Está localizado totalmente no hemisfério Ocidental (W);

Possui terras no hemisfério Sul e Norte;

Possui terras no hemisfério Sul e Norte;

É “cortado” por duas linhas imaginárias;

É “cortado” por duas linhas imaginárias;

Linha do Equador - NorteSul e Norte; É “cortado” por duas linhas imaginárias; Trópico de Capricórnio - Sul Ocupa a

Trópico de Capricórnio - Sul“cortado” por duas linhas imaginárias; Linha do Equador - Norte Ocupa a porção centro-oriental da América

Ocupa a porção centro-oriental da América do Sul.

Ocupa a porção centro-oriental da América do Sul.

Sul Ocupa a porção centro-oriental da América do Sul. BRASIL - PONTOS EXTREMOS Os pontos extremos

BRASIL - PONTOS EXTREMOS

Os pontos extremos referem-se à latitude e longitude;

NorteOs pontos extremos referem-se à latitude e longitude; Sul Leste Oeste Os pontos extremos do território

SulOs pontos extremos referem-se à latitude e longitude; Norte Leste Oeste Os pontos extremos do território

Lesteextremos referem-se à latitude e longitude; Norte Sul Oeste Os pontos extremos do território brasileiro são:

Oesteextremos referem-se à latitude e longitude; Norte Sul Leste Os pontos extremos do território brasileiro são:

Os pontos extremos do território brasileiro são:referem-se à latitude e longitude; Norte Sul Leste Oeste Ao norte , a nascente do Rio

Ao norte , a nascente do Rio Ailã , no Monte Caburaí , Estado de

Ao norte, a nascente do Rio Ailã, no Monte Caburaí, Estado de Roraima (5º 16' de latitude norte), na fronteira com a Guiana;

Ao sul , o Arroio Chuí no Rio Grande do Sul (33º 45' de latitude

Ao sul, o Arroio Chuí no Rio Grande do Sul (33º 45' de latitude sul), fronteira com o Uruguai;

O extremo leste da parte continental do Brasil é a Ponta do Seixas, em João

O

extremo leste da parte continental do Brasil é a Ponta do Seixas, em João Pessoa, na Paraíba (34º 47'

de longitude oeste); porém, os arquipélagos de Fernando de Noronha, Atol das Rocas, São Pedro e São Paulo e Trindade e Martim Vaz ficam ainda mais a leste, sendo o extremo leste absoluto do território brasileiro uma ponta sem nome na Ilha do Sul do arquipélago de Martim Vaz, a cerca de 28° 50' de longitude oeste;

A oeste , a serra da Contamana ou do Divisor, no Acre (73º 59' de

A oeste, a serra da Contamana ou do Divisor, no Acre (73º 59' de longitude oeste), na fronteira com o Peru.

A oeste , a serra da Contamana ou do Divisor, no Acre (73º 59' de longitude
II. DIVISÃO GERAL A situação atual do nosso país é resultado de longas transformações, históricas

II. DIVISÃO GERAL

A situação atual do nosso país é resultado de longas transformações, históricas e econômicas. Vamos destacar as divisões geográficas feitas a partir da década de 60, por meio de dois critérios;

a partir da década de 60, por meio de dois critérios; 1960 - Juscelino Kubischeski IBGE

1960 - Juscelino Kubischeski

por meio de dois critérios; 1960 - Juscelino Kubischeski IBGE (1937) Nesse governo ocorreram transformações

IBGE (1937)

Nesse governo ocorreram transformações políticas e econômicas resultando na seguinte divisão:

Construção de Brasília;

Construção de Brasília;

20 Estados;

20

Estados;

4 territórios - Rio Branco (atual RR), Território do Amapá, Acre, Rondônia, e Guanabara;

4 territórios - Rio Branco (atual RR), Território do Amapá, Acre, Rondônia, e Guanabara;

1 Distrito Federal.

1 Distrito Federal.

1980

1980

 
  22 Estados;

22

Estados;

4 territórios;

4 territórios;

1 Distrito Federal.

1 Distrito Federal.

1988 - Constituição Federal - Divisão atual

1988

- Constituição Federal - Divisão atual

Criação do Estado de TO;

Criação do Estado de TO;

Estados RR, AP,RO;

Estados RR, AP,RO;

Fernando de Noronha - PE;

Fernando de Noronha - PE;

26 Estados;

26

Estados;

1 Distrito Federal;

1

Distrito Federal;

5 regiões;

5

regiões;

O critério utilizado para essa divisão foi o político administrativo.

1 Distrito Federal; 5 regiões; O critério utilizado para essa divisão foi o político administrativo.
PEDRO PINCHAS GEIGER (DÉC 70) O autor considerou como Regiões Geoeconômicas e/ou Complexos Regionais; Nordeste
PEDRO PINCHAS GEIGER (DÉC 70) O autor considerou como Regiões Geoeconômicas e/ou Complexos Regionais; Nordeste

PEDRO PINCHAS GEIGER (DÉC 70)

O autor considerou como Regiões Geoeconômicas e/ou Complexos Regionais;

Nordestecomo Regiões Geoeconômicas e/ou Complexos Regionais; É considerado o antigo desenvolvimento. Centro-sul É o

Regiões Geoeconômicas e/ou Complexos Regionais; Nordeste É considerado o antigo desenvolvimento. Centro-sul É o

É considerado o antigo desenvolvimento.

Centro-sulRegionais; Nordeste É considerado o antigo desenvolvimento. É o atual desenvolvimento. Amazônica Visto como o futuro

É o atual desenvolvimento.Nordeste É considerado o antigo desenvolvimento. Centro-sul Amazônica Visto como o futuro desenvolvimento. O critério

Amazônicadesenvolvimento. Centro-sul É o atual desenvolvimento. Visto como o futuro desenvolvimento. O critério utilizado

Centro-sul É o atual desenvolvimento. Amazônica Visto como o futuro desenvolvimento. O critério utilizado

Visto como o futuro desenvolvimento.

O critério utilizado considera a evolução histórica e econômica do país e suas similaridades físicas.

e econômica do país e suas similaridades físicas. Observe a figura a seguir: EXERCÍCIOS 1. O

Observe a figura a seguir:

EXERCÍCIOS

físicas. Observe a figura a seguir: EXERCÍCIOS 1. O critério adotado, na divisão regional descrita no

1. O critério adotado, na divisão regional descrita no mapa, tem por referência:

a) a base física territorial, onde se destacam as bacias hidrográficas.

b) os aspectos demográficos, considerando-se a distribuição da população brasileira.

c) o setor secundário, mediante o número de estabelecimentos industriais.

d) as características socioeconômicas, e sua evolução histórica.

e) os elementos de ordem natural, relacionados aos tipos climáticos.

2. Sobre a posição astronômica do Brasil, é correto afirmar: a) a maior parte do

2. Sobre a posição astronômica do Brasil, é correto afirmar:

a) a maior parte do território brasileiro está localizado na porção extratropical e trópico de Capricórnio atravessa a cidade de São Paulo

b) está totalmente situado entre os paralelos de 5°16'19" de latitude norte e 33°45’ de latitude sul

c) fica entre os meridianos de 34°47' e 73°59' a leste de Greenwich

d) está localizado quase totalmente no Hemisfério Ocidental e totalmente no Hemisfério Sul

1 - D

2 - B

GABARITO

I. BRASIL – RELEVO- ESTRUTURA GEOLÓGICA CARACTERÍSTICAS GERAIS As rochas da crosta terrestre estão em
I. BRASIL – RELEVO- ESTRUTURA GEOLÓGICA CARACTERÍSTICAS GERAIS As rochas da crosta terrestre estão em

I. BRASIL – RELEVO- ESTRUTURA GEOLÓGICA

CARACTERÍSTICAS GERAIS

As rochas da crosta terrestre estão em constante processo de transformação, sendo modificadas pela ação erosiva de agentes externos (chuvas, ventos etc.) e agentes internos (erupções vulcânicas e tectonismo). Esse processo ocorre há bilhões de anos e o conhecimento da estrutura geológica de um determinado local é de fundamental importância na análise do relevo e dos possíveis recursos minerais existentes. O Brasil, por apresentar uma grande extensão territorial (8.514.876 quilômetros quadrados), possui estrutura geológica composta por três tipos distintos: escudos cristalinos, bacias sedimentares e terrenos vulcânicos.

Classificação geral:

sedimentares e terrenos vulcânicos. Classificação geral: CLASSIFICAÇÃO - AUTORES Década de 40 – Aroldo de
sedimentares e terrenos vulcânicos. Classificação geral: CLASSIFICAÇÃO - AUTORES Década de 40 – Aroldo de

CLASSIFICAÇÃO - AUTORES

Década de 40 – Aroldo de Azevedo (mais simples)Classificação geral: CLASSIFICAÇÃO - AUTORES Critério : Altimetria – utiliza a altimetria para definir

- AUTORES Década de 40 – Aroldo de Azevedo (mais simples) Critério : Altimetria – utiliza

Critério: Altimetria – utiliza a altimetria para definir os dois planaltos e as três planícies.

para definir os dois planaltos e as três planícies. Década de 60 – Aziz Nacib Ab’

Década de 60 – Aziz Nacib Ab’ Saber (modernização geográfica do Brasil)para definir os dois planaltos e as três planícies. Critério : Altimetria e os processos erosivos

Critério: Altimetria e os processos erosivos – criada em 1958, essa classificação despreza o nível altimétrico, priorizando os processos geomorfológicos, ou seja, a erosão e a sedimentação. Assim, considera planalto como uma superfície na qual predomina o processo de desgaste, enquanto planície é considerada uma área de sedimentação.

Década de 80 – Jurandir Ross (classificação utilizada atualmente) Critério: Aerofotogrametria É a classificação
Década de 80 – Jurandir Ross (classificação utilizada atualmente) Critério: Aerofotogrametria É a classificação
Década de 80 – Jurandir Ross (classificação utilizada atualmente) Critério: Aerofotogrametria É a classificação

Década de 80 – Jurandir Ross (classificação utilizada atualmente)

80 – Jurandir Ross (classificação utilizada atualmente) Critério: Aerofotogrametria É a classificação mais

Critério: Aerofotogrametria

É a classificação mais recente, criada em 1995. Baseia-se no projeto Radambrasil, um levantamento feito entre 1970 e 1985, na qual foram tiradas fotos aéreas da superfície do território brasileiro, por meio de um sofisticado radar. Jurandir também utiliza os processos geomorfológicos para elaborar sua

Classificação, destacando três formas principais de relevo:

1) 2) 3) Planaltos – 11 Planícies - 6 Depressões – 11 II. BRASIL -
1)
2)
3)
Planaltos – 11
Planícies - 6
Depressões – 11
II.
BRASIL - HIDROGRAFIA
CARACTERÍSTICAS GERAIS O Brasil possui um território privilegiado em potencial hídrico, detém uma das maiores

CARACTERÍSTICAS GERAIS

O Brasil possui um território privilegiado em potencial hídrico, detém uma das maiores reservas de água doce do mundo, essas estão distribuídas em rios caudalosos que compõem bacias hidrográficas de longas extensões, favorecem a produção de energia elétrica e também a navegação.

Grande riqueza em rios;a produção de energia elétrica e também a navegação. Pobreza em lagos; Predominância dessa característica na

Pobreza em lagos;elétrica e também a navegação. Grande riqueza em rios; Predominância dessa característica na região sul –

Predominância dessa característica na região sul – RS.

Predomínio de rios de planaltos;Predominância dessa característica na região sul – RS. São rios que possuem características que favorecem o

São rios que possuem características que favorecem o potencial hidráulico ex.: quedas-d’água. Porém, possuem baixo potencial para navegabilidade (devido a sua irregularidade).

Grande potencial hidráulico;potencial para navegabilidade (devido a sua irregularidade). Baixa navegabilidade; Devido à riqueza nos rios de

Baixa navegabilidade;(devido a sua irregularidade). Grande potencial hidráulico; Devido à riqueza nos rios de planalto. Predomínio de

Devido à riqueza nos rios de planalto.

Predomínio de rios perenes;navegabilidade; Devido à riqueza nos rios de planalto. São rios que possuem água o ano inteiro,

São rios que possuem água o ano inteiro, ou seja, não secam.

Drenagem exorreica;rios que possuem água o ano inteiro, ou seja, não secam. São os rios que possuem

São os rios que possuem a característica de desaguarem no mar.

Regime pluvial águas se mantém pelo índice de chuvas.os rios que possuem a característica de desaguarem no mar. BACIAS PRINCIPAIS E SECUNDÁRIAS Bacia hidrográfica

Regime pluvial águas se mantém pelo índice de chuvas. BACIAS PRINCIPAIS E SECUNDÁRIAS Bacia hidrográfica é

BACIAS PRINCIPAIS E SECUNDÁRIAS

Bacia hidrográfica é uma área onde ocorre a drenagem da água das chuvas para um determinado curso de água (geralmente um rio). Com o terreno em declive, a água de diversas fontes (rios, ribeirões, córregos, etc) deságuam num determinado rio, formando assim uma bacia hidrográfica. Logo, uma bacia hidrográfica é formada por um rio principal (às vezes dois ou três) e um conjunto de afluentes que deságuam neste rio principal.

um conjunto de afluentes que deságuam neste rio principal. Legenda Bacia Amazônica Bacia do Araguaia-Tocantins Bacia

Legenda

Bacia Amazônicade afluentes que deságuam neste rio principal. Legenda Bacia do Araguaia-Tocantins Bacia do rio Paraíba Bacia

que deságuam neste rio principal. Legenda Bacia Amazônica Bacia do Araguaia-Tocantins Bacia do rio Paraíba Bacia

Bacia do Araguaia-Tocantinsque deságuam neste rio principal. Legenda Bacia Amazônica Bacia do rio Paraíba Bacia do rio São

Legenda Bacia Amazônica Bacia do Araguaia-Tocantins Bacia do rio Paraíba Bacia do rio São Francisco Bacia

Bacia do rio ParaíbaLegenda Bacia Amazônica Bacia do Araguaia-Tocantins Bacia do rio São Francisco Bacia do rio Paraná Bacia

Amazônica Bacia do Araguaia-Tocantins Bacia do rio Paraíba Bacia do rio São Francisco Bacia do rio

Bacia do rio São FranciscoAmazônica Bacia do Araguaia-Tocantins Bacia do rio Paraíba Bacia do rio Paraná Bacia do rio Paraguai

Bacia do rio Paraíba Bacia do rio São Francisco Bacia do rio Paraná Bacia do rio

Bacia do rio ParanáBacia do rio Paraíba Bacia do rio São Francisco Bacia do rio Paraguai Bacia do rio

Paraíba Bacia do rio São Francisco Bacia do rio Paraná Bacia do rio Paraguai Bacia do

Bacia do rio ParaguaiParaíba Bacia do rio São Francisco Bacia do rio Paraná Bacia do rio Paraíba do Sul

São Francisco Bacia do rio Paraná Bacia do rio Paraguai Bacia do rio Paraíba do Sul

Bacia do rio Paraíba do SulSão Francisco Bacia do rio Paraná Bacia do rio Paraguai Bacia do rio Uruguai Bacia Amazônica

Paraná Bacia do rio Paraguai Bacia do rio Paraíba do Sul Bacia do rio Uruguai Bacia

Bacia do rio UruguaiParaná Bacia do rio Paraguai Bacia do rio Paraíba do Sul Bacia Amazônica Maior bacia hidrográfica

Bacia AmazônicaBacia do rio Paraguai Bacia do rio Paraíba do Sul Bacia do rio Uruguai Maior bacia

Maior bacia hidrográfica do mundodo rio Paraná Bacia do rio Paraguai Bacia do rio Paraíba do Sul Bacia do rio

Nascentes Andesdo rio Paraguai Bacia do rio Paraíba do Sul Bacia do rio Uruguai Bacia Amazônica Maior

Passa Colômbia BR: Solimões + Negro = Amazonas Rio de planície Grande potencial hidráulico Afluentes
Passa Colômbia BR: Solimões + Negro = Amazonas Rio de planície Grande potencial hidráulico Afluentes

Passa ColômbiaBR: Solimões + Negro = Amazonas Rio de planície Grande potencial hidráulico Afluentes mais importantes

BR: Solimões + Negro = AmazonasPassa Colômbia Rio de planície Grande potencial hidráulico Afluentes mais importantes estão na margem direita –

Rio de planíciePassa Colômbia BR: Solimões + Negro = Amazonas Grande potencial hidráulico Afluentes mais importantes estão na

Grande potencial hidráulicoColômbia BR: Solimões + Negro = Amazonas Rio de planície Afluentes mais importantes estão na margem

Afluentes mais importantes estão na margem direita – Usina de Belo Monte= Amazonas Rio de planície Grande potencial hidráulico Bacia do Tocantins – Araguaia Maior usina hidrelétrica

Bacia do Tocantins – Araguaia

Maior usina hidrelétrica do Brasil – Tucuruí– Usina de Belo Monte Bacia do Tocantins – Araguaia Ilha do Bananal (maior ilha fluvial)

Ilha do Bananal (maior ilha fluvial)Araguaia Maior usina hidrelétrica do Brasil – Tucuruí EXERCÍCIOS 1. Estrutura geológica são diferentes tipos

EXERCÍCIOS

1. Estrutura geológica são diferentes tipos de rochas (e minerais) que compõem a litosfera. A respeito da estrutura geológica do Brasil, é INCORRETO afirmar que:

a) o território brasileiro é formado fundamentalmente por duas estruturas geológicas: os maciços antigos e as bacias sedimentares.

b) a base estrutural do nosso território é de natureza cristalina, portanto muito antiga e rígida.

c) os afloramentos superficiais do embasamento cristalino só representam cerca de 36% do total da superfície do país, ao passo, que as áreas sedimentares representam em torno de 64%.

d) os terrenos formados na era proterozóica são de grande importância, porque geralmente aparecem associados às jazidas de minerais metálicos.

e) as bacias sedimentares apresentam camadas dispostas horizontalmente ou quase horizontalmente, o que evidencia a atuação intensa de agentes internos.

O mapa apresenta um esboço do relevo brasileiro, de acordo com o Prof. Aziz Nacib Ab'Saber.

O RELEVO DO BRASIL Segundo o Prof. Aziz Nacib Ab'Saber

O RELEVO DO BRASIL Segundo o Prof. Aziz Nacib Ab'Saber 1) Planalto das Guianas 2) Planícies

1)

Planalto das Guianas

2)

Planícies e Terras Baixas Amazônicas

3)

Planalto do Maranhão-Piauí

4)

Planalto Nordestino

5)

Planalto Central

6)

Serras e Planaltos do Leste e Sudeste

7)

Planalto Meridional

8)

Planície do Pantanal

9)

Planalto Uruguaio-Riograndense

10) Planícies e Terras Baixas Costeiras

2. Com base na análise da figura, tem-se como alternativa verdadeira:

a) todos os compartimentos de relevos são de origem sedimentar

b) as planícies e terras baixas amazônicas correspondem, geologicamente, à área da bacia sedimentar amazônica

c) o planalto meridional apresenta, exclusivamente, rochas do embasamento cristalino

d) o planalto nordestino não tem superfícies rebaixadas e pediplanadas

e) a região indicada pelo número 9, corresponde ao planalto das guianas.

1 - E

2 - B

GABARITO

I. BRASIL – RELEVO- ESTRUTURA GEOLÓGICA Bacia do São Francisco Nascentes em MG Rio de
I. BRASIL – RELEVO- ESTRUTURA GEOLÓGICA Bacia do São Francisco Nascentes em MG Rio de

I. BRASIL – RELEVO- ESTRUTURA GEOLÓGICA

Bacia do São FranciscoI. BRASIL – RELEVO- ESTRUTURA GEOLÓGICA Nascentes em MG Rio de planalto Navegável – Pìrapora (MG)

Nascentes em MG– RELEVO- ESTRUTURA GEOLÓGICA Bacia do São Francisco Rio de planalto Navegável – Pìrapora (MG) Juazeiro

Rio de planaltoESTRUTURA GEOLÓGICA Bacia do São Francisco Nascentes em MG Navegável – Pìrapora (MG) Juazeiro – BA

Navegável – Pìrapora (MG)Bacia do São Francisco Nascentes em MG Rio de planalto Juazeiro – BA Grande potencial hidráulico

Juazeiro – BAem MG Rio de planalto Navegável – Pìrapora (MG) Grande potencial hidráulico – Sobradinho (usina destaque)

Grande potencial hidráulico – Sobradinho (usina destaque)de planalto Navegável – Pìrapora (MG) Juazeiro – BA Bacia Platina Bacia do Rio Paraná Rio

Bacia PlatinaGrande potencial hidráulico – Sobradinho (usina destaque) Bacia do Rio Paraná Rio de planalto Nascentes em

Bacia do Rio Paranáhidráulico – Sobradinho (usina destaque) Bacia Platina Rio de planalto Nascentes em MG (Rio Paranaíba+ Rio

Rio de planalto(usina destaque) Bacia Platina Bacia do Rio Paraná Nascentes em MG (Rio Paranaíba+ Rio Grande) Melhor

Nascentes em MG (Rio Paranaíba+ Rio Grande)destaque) Bacia Platina Bacia do Rio Paraná Rio de planalto Melhor aproveitamento hidráulico Usina de Itaipu

Melhor aproveitamento hidráulicoRio de planalto Nascentes em MG (Rio Paranaíba+ Rio Grande) Usina de Itaipu (binacional) Bacia do

Usina de Itaipu (binacional)Paranaíba+ Rio Grande) Melhor aproveitamento hidráulico Bacia do Rio Paraguai Rio de planícies Drena o pantanal

Bacia do Rio Paraguaiaproveitamento hidráulico Usina de Itaipu (binacional) Rio de planícies Drena o pantanal mato-grossense Hidrovia

Rio de planíciesUsina de Itaipu (binacional) Bacia do Rio Paraguai Drena o pantanal mato-grossense Hidrovia Paraguai - Paraná

Drena o pantanal mato-grossenseItaipu (binacional) Bacia do Rio Paraguai Rio de planícies Hidrovia Paraguai - Paraná (N. Palmira -

Hidrovia Paraguai - Paraná (N. Palmira - Cárceres)Paraguai Rio de planícies Drena o pantanal mato-grossense Bacia do Rio Uruguai Rio de planalto Divisa

Bacia do Rio UruguaiHidrovia Paraguai - Paraná (N. Palmira - Cárceres) Rio de planalto Divisa entre SC-RS (Canoas e

Rio de planalto- Paraná (N. Palmira - Cárceres) Bacia do Rio Uruguai Divisa entre SC-RS (Canoas e Pelotas)

Divisa entre SC-RS (Canoas e Pelotas)Palmira - Cárceres) Bacia do Rio Uruguai Rio de planalto Grande potencial hidráulico (pouco utilizado) DICA

Grande potencial hidráulico (pouco utilizado)Rio de planalto Divisa entre SC-RS (Canoas e Pelotas) DICA DE ESTUDO Observe as diferenças entre

DICA DE ESTUDO

Observe as diferenças entre uma bacia e outra nos seguintes pontos:

Localização da baciaas diferenças entre uma bacia e outra nos seguintes pontos: Rio principal Utilização Degradação/impactos causados

Rio principalbacia e outra nos seguintes pontos: Localização da bacia Utilização Degradação/impactos causados pelo homem

Utilizaçãonos seguintes pontos: Localização da bacia Rio principal Degradação/impactos causados pelo homem (ação

Degradação/impactos causados pelo homem (ação antrópica)pontos: Localização da bacia Rio principal Utilização II. BRASIL CLIMA Conceitos importantes Tempo : é a

II. BRASIL CLIMA

Conceitos importantes

Tempo: é a condição atmosférica momentânea. : é a condição atmosférica momentânea.

Clima: é o conjunto de fenômenos que caracteriza a atmosfera de um lugar. Influenciado pelos : é o conjunto de fenômenos que caracteriza a atmosfera de um lugar. Influenciado pelos elementos (temperatura, chuva, umidade, pressão atmosférica e ventos) e os fatores (altitude, latitude, maritimidade, continentalidade, poluição e vegetação).

Climas do Brasil

Temperaturas médias superiores a 18ºC ºC

Amplitude térmica inferior a 6ºcClimas do Brasil Temperaturas médias superiores a 18 ºC Estações diferenciadas pelo regime de chuvas Ventos

Estações diferenciadas pelo regime de chuvassuperiores a 18 ºC Amplitude térmica inferior a 6ºc Ventos alísios Baixas pressões equatoriais MASSAS DE

Ventos alísiosa 6ºc Estações diferenciadas pelo regime de chuvas Baixas pressões equatoriais MASSAS DE AR QUE ATUAM

Baixas pressões equatoriaisdiferenciadas pelo regime de chuvas Ventos alísios MASSAS DE AR QUE ATUAM NO BRASIL Conceito :

de chuvas Ventos alísios Baixas pressões equatoriais MASSAS DE AR QUE ATUAM NO BRASIL Conceito :

MASSAS DE AR QUE ATUAM NO BRASIL

Conceito: Massa de ar, em meteorologia, é um volume de ar definido pela sua temperatura e teor de vapor de água. Cobre centenas ou milhares de quilômetros quadrados e possui as mesmas características da superfície que está abaixo dela. As massas de ar são classificadas de acordo com a latitude e as suas regiões de origem continental ou marítima. As de ar frio são as chamadas massas polares árticas e as de ar quentes são denominadas massas de ar tropical. Massas de ar continentais são secas, enquanto que as marítimas são de monção úmida.

Podem ser: Temperatura: quente/fria Umidade: úmida/seca MEC: quente/úmida MEA: quente/úmida MTA: quente/úmida MTC:

Podem ser:

Temperatura: quente/friaPodem ser: Umidade: úmida/seca MEC: quente/úmida MEA: quente/úmida MTA: quente/úmida MTC: quente/seca MPA: fria/úmida

Umidade: úmida/secaPodem ser: Temperatura: quente/fria MEC: quente/úmida MEA: quente/úmida MTA: quente/úmida MTC: quente/seca MPA:

MEC: quente/úmidaPodem ser: Temperatura: quente/fria Umidade: úmida/seca MEA: quente/úmida MTA: quente/úmida MTC: quente/seca MPA:

MEA: quente/úmidaquente/fria Umidade: úmida/seca MEC: quente/úmida MTA: quente/úmida MTC: quente/seca MPA: fria/úmida Geral

MTA: quente/úmidaUmidade: úmida/seca MEC: quente/úmida MEA: quente/úmida MTC: quente/seca MPA: fria/úmida Geral Tropical Temperado

MTC: quente/secaMEC: quente/úmida MEA: quente/úmida MTA: quente/úmida MPA: fria/úmida Geral Tropical Temperado Regional

MPA: fria/úmidaMEA: quente/úmida MTA: quente/úmida MTC: quente/seca Geral Tropical Temperado Regional Equatorial úmido Tropical

MTA: quente/úmida MTC: quente/seca MPA: fria/úmida Geral Tropical Temperado Regional Equatorial úmido Tropical

Geral

TropicalMTA: quente/úmida MTC: quente/seca MPA: fria/úmida Geral Temperado Regional Equatorial úmido Tropical úmido

TemperadoMTC: quente/seca MPA: fria/úmida Geral Tropical Regional Equatorial úmido Tropical úmido Tropical

Regional

Equatorial úmidoMPA: fria/úmida Geral Tropical Temperado Regional Tropical úmido Tropical continental Tropical semiárido

Tropical úmidoGeral Tropical Temperado Regional Equatorial úmido Tropical continental Tropical semiárido Subtropical

Tropical continentalTemperado Regional Equatorial úmido Tropical úmido Tropical semiárido Subtropical CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA

Tropical semiáridoTemperado Regional Equatorial úmido Tropical úmido Tropical continental Subtropical CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA DO BRASIL

SubtropicalRegional Equatorial úmido Tropical úmido Tropical continental Tropical semiárido CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA DO BRASIL

úmido Tropical úmido Tropical continental Tropical semiárido Subtropical CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA DO BRASIL

CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA DO BRASIL

úmido Tropical úmido Tropical continental Tropical semiárido Subtropical CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA DO BRASIL
Região : Norte Clima : equatorial úmido Característica: altas temperaturas e altos índices de chuva.

Região: Norte Clima: equatorial úmido

Região : Norte Clima : equatorial úmido Característica: altas temperaturas e altos índices de chuva. Região

Característica: altas temperaturas e altos índices de chuva.

Região: Nordeste (sertão) Clima: semiárido

Características: altas temperaturas e baixos índices pluviométricos.de chuva. Região : Nordeste (sertão) Clima : semiárido Região : Litorânea Clima : tropical úmido

Região: Litorânea Clima: tropical úmido

Região : Litorânea Clima : tropical úmido Características: altas temperaturas e altos índices de

Características: altas temperaturas e altos índices de chuva.

Região: Centro Oeste Clima: tropical típico ou continental

: Centro Oeste Clima : tropical típico ou continental Características: duas estações bem definidas. Verão

Características: duas estações bem definidas. Verão chuvoso e inverno seco.

Região: Sul Clima: subtropical/ temperado

inverno seco. Região : Sul Clima : subtropical/ temperado Características: quatro estações bem definidas. Região :

Características: quatro estações bem definidas.

Região: Sudeste Clima: tropical de altitude

definidas. Região : Sudeste Clima : tropical de altitude Características: Altos índices de chuvas com verões

Características: Altos índices de chuvas com verões brandos e invernos mais rigorosos.

EXERCÍCIOS

1. Observe o mapa a seguir, representativo das bacias hidrográficas brasileiras, e analise as afirmativas que se seguem:

brasileiras, e analise as afirmativas que se seguem: I. A bacia 1 possui o maior potencial

I. A bacia 1 possui o maior potencial hidrelétrico disponível do país, mas um pequeno número de usinas instaladas.

II. A bacia 3 apresenta grandes rios navegáveis que compõem importante hidrovia, responsável pelo escoamento da produção de grãos da região.

III. O principal rio da bacia 4 contribuiu na formação histórico-social do espaço brasileiro e, atualmente, enfrenta sérios problemas ambientais.

IV. As bacias 2 e 7 compõem a Bacia Platina, que possui o maior potencial hidrelétrico instalado no país, além de boa navegabilidade.

V. Grande parte dos rios da bacia 5 são intermitentes, o que dificulta o seu aproveitamento econômico.

VI. Os rios das bacias 6 e 8 são muito utilizados na produção de energia elétrica e constituem as maiores hidrovias do país.

Assinale a opção que contém as afirmativas CORRETAS:

a) I, II, III e IV.

b) I, II, III, IV e V.

c) I, III, IV e V.

d) II, III e IV.

e) IV, V e VI.

2. Segundo Strahler, o mapa a seguir mostra os tipos climáticos do Brasil. Observe-o atentamente

2. Segundo Strahler, o mapa a seguir mostra os tipos climáticos do Brasil. Observe-o atentamente e assinale a relação CORRETA dos números com as características.

Classificação Climática Segundo o Controle das Massas de Ar conforme Arthur Strahler

Segundo o Controle das Massas de Ar conforme Arthur Strahler a) O clima tropical, tendendo a

a) O clima tropical, tendendo a seco pela irregularidade de ação das massas de ar, aparece na região de número 3.

b) O número 1 corresponde ao clima equatorial úmido com altas temperaturas e altos índices pluviométricos.

c) A área, assinalada com o número 2, apresenta clima subtropical úmido, dominando largamente por massa tropical marítima.

d) O número 5 está indicando a área de domínio do clima litorâneo, alternadamente úmido e seco.

e) O clima tropical úmido, exposto às massas tropicais continentais, coincide com o número 4.

GABARITO

1 - E

2 - B

I. BRASIL – VEGETAÇÃO Fatores que influenciam a vegetação Clima Solo Relevo Formações vegetais do

I. BRASIL – VEGETAÇÃO

Fatores que influenciam a vegetação

ClimaBRASIL – VEGETAÇÃO Fatores que influenciam a vegetação Solo Relevo Formações vegetais do Brasil Vegetação:

Solo– VEGETAÇÃO Fatores que influenciam a vegetação Clima Relevo Formações vegetais do Brasil Vegetação: Floresta

RelevoVEGETAÇÃO Fatores que influenciam a vegetação Clima Solo Formações vegetais do Brasil Vegetação: Floresta

Fatores que influenciam a vegetação Clima Solo Relevo Formações vegetais do Brasil Vegetação: Floresta
Fatores que influenciam a vegetação Clima Solo Relevo Formações vegetais do Brasil Vegetação: Floresta

Formações vegetais do Brasil

vegetação Clima Solo Relevo Formações vegetais do Brasil Vegetação: Floresta Equatorial Amazônica Região: Norte

Vegetação: Floresta Equatorial Amazônica Região: Norte Clima: equatorial úmido

Características gerais

Características gerais

HigrófilaCaracterísticas gerais Latifoliada Perene Densa Heterogênea Megadiversidade Ação antrópica

LatifoliadaCaracterísticas gerais Higrófila Perene Densa Heterogênea Megadiversidade Ação antrópica

PereneCaracterísticas gerais Higrófila Latifoliada Densa Heterogênea Megadiversidade Ação antrópica

DensaCaracterísticas gerais Higrófila Latifoliada Perene Heterogênea Megadiversidade Ação antrópica

HeterogêneaCaracterísticas gerais Higrófila Latifoliada Perene Densa Megadiversidade Ação antrópica

MegadiversidadeCaracterísticas gerais Higrófila Latifoliada Perene Densa Heterogênea Ação antrópica

Ação antrópica

Ação antrópica

Expansão agrícolaDensa Heterogênea Megadiversidade Ação antrópica Indústria madeireira Mineração Biopirataria Energia

Indústria madeireiraDensa Heterogênea Megadiversidade Ação antrópica Expansão agrícola Mineração Biopirataria Energia

MineraçãoHeterogênea Megadiversidade Ação antrópica Expansão agrícola Indústria madeireira Biopirataria Energia

BiopiratariaHeterogênea Megadiversidade Ação antrópica Expansão agrícola Indústria madeireira Mineração Energia

EnergiaHeterogênea Megadiversidade Ação antrópica Expansão agrícola Indústria madeireira Mineração Biopirataria

Vegetação: Mata Atlântica Região: Litorânea Clima: tropical úmido Características gerais Higrófila Latifoliada
Vegetação: Mata Atlântica Região: Litorânea Clima: tropical úmido Características gerais Higrófila Latifoliada

Vegetação: Mata Atlântica Região: Litorânea Clima: tropical úmido

Características geraisMata Atlântica Região: Litorânea Clima: tropical úmido Higrófila Latifoliada Perene Densa Ação antrópica

HigrófilaLitorânea Clima: tropical úmido Características gerais Latifoliada Perene Densa Ação antrópica Colonização

LatifoliadaClima: tropical úmido Características gerais Higrófila Perene Densa Ação antrópica Colonização Urbanização

Pereneúmido Características gerais Higrófila Latifoliada Densa Ação antrópica Colonização Urbanização

Densaúmido Características gerais Higrófila Latifoliada Perene Ação antrópica Colonização Urbanização Expansão da

Ação antrópicaCaracterísticas gerais Higrófila Latifoliada Perene Densa Colonização Urbanização Expansão da agricultura e

Colonizaçãogerais Higrófila Latifoliada Perene Densa Ação antrópica Urbanização Expansão da agricultura e pecuária

UrbanizaçãoLatifoliada Perene Densa Ação antrópica Colonização Expansão da agricultura e pecuária Indústria (madeira e

Expansão da agricultura e pecuáriaPerene Densa Ação antrópica Colonização Urbanização Indústria (madeira e móveis) Energia Vegetação: Caatinga

Indústria (madeira e móveis)Urbanização Expansão da agricultura e pecuária Energia Vegetação: Caatinga Região: Nordeste Clima:

Energiada agricultura e pecuária Indústria (madeira e móveis) Vegetação: Caatinga Região: Nordeste Clima: semiárido

e pecuária Indústria (madeira e móveis) Energia Vegetação: Caatinga Região: Nordeste Clima: semiárido

Vegetação: Caatinga Região: Nordeste Clima: semiárido

Características geraisVegetação: Caatinga Região: Nordeste Clima: semiárido Xerófila Aciculifoliada Plantas baixas Troncos retorcidos

XerófilaRegião: Nordeste Clima: semiárido Características gerais Aciculifoliada Plantas baixas Troncos retorcidos Casca

AciculifoliadaNordeste Clima: semiárido Características gerais Xerófila Plantas baixas Troncos retorcidos Casca grossa Raízes

Plantas baixasClima: semiárido Características gerais Xerófila Aciculifoliada Troncos retorcidos Casca grossa Raízes profundas

Troncos retorcidosNordeste Clima: semiárido Características gerais Xerófila Aciculifoliada Plantas baixas Casca grossa Raízes profundas

Casca grossaClima: semiárido Características gerais Xerófila Aciculifoliada Plantas baixas Troncos retorcidos Raízes profundas

Raízes profundasNordeste Clima: semiárido Características gerais Xerófila Aciculifoliada Plantas baixas Troncos retorcidos Casca grossa

Ação antrópica Pecuária Agricultura Produção de carvão vegetal Vegetação: Cerrado (savana brasileira) Região:

Ação antrópicaPecuária Agricultura Produção de carvão vegetal Vegetação: Cerrado (savana brasileira) Região: Centro Oeste Clima:

PecuáriaAção antrópica Agricultura Produção de carvão vegetal Vegetação: Cerrado (savana brasileira) Região: Centro Oeste

AgriculturaAção antrópica Pecuária Produção de carvão vegetal Vegetação: Cerrado (savana brasileira) Região: Centro Oeste

Produção de carvão vegetalAção antrópica Pecuária Agricultura Vegetação: Cerrado (savana brasileira) Região: Centro Oeste Clima: tropical

Pecuária Agricultura Produção de carvão vegetal Vegetação: Cerrado (savana brasileira) Região: Centro

Vegetação: Cerrado (savana brasileira) Região: Centro Oeste Clima: tropical típico ou continental

Características geraisRegião: Centro Oeste Clima: tropical típico ou continental Tropófita Perenes e caducas Plantas baixas Casca grossa

Tropófitatropical típico ou continental Características gerais Perenes e caducas Plantas baixas Casca grossa Ação

Perenes e caducastípico ou continental Características gerais Tropófita Plantas baixas Casca grossa Ação antrópica Pecuária

Plantas baixasCaracterísticas gerais Tropófita Perenes e caducas Casca grossa Ação antrópica Pecuária Agricultura

Casca grossagerais Tropófita Perenes e caducas Plantas baixas Ação antrópica Pecuária Agricultura Produção de

Ação antrópicaTropófita Perenes e caducas Plantas baixas Casca grossa Pecuária Agricultura Produção de carvão vegetal

Pecuáriae caducas Plantas baixas Casca grossa Ação antrópica Agricultura Produção de carvão vegetal Construção civil

AgriculturaPlantas baixas Casca grossa Ação antrópica Pecuária Produção de carvão vegetal Construção civil Queimadas

Produção de carvão vegetalbaixas Casca grossa Ação antrópica Pecuária Agricultura Construção civil Queimadas Vegetação: Florestas

Construção civilPecuária Agricultura Produção de carvão vegetal Queimadas Vegetação: Florestas Subtropicais (Araucária)

QueimadasAgricultura Produção de carvão vegetal Construção civil Vegetação: Florestas Subtropicais (Araucária) Região:

Produção de carvão vegetal Construção civil Queimadas Vegetação: Florestas Subtropicais (Araucária) Região:

Vegetação: Florestas Subtropicais (Araucária) Região: Sul Clima: subtropical/ temperado

Características gerais(Araucária) Região: Sul Clima: subtropical/ temperado Higrófila Aciculifoliada Homogênea Caduca ou caducifólia

HigrófilaSul Clima: subtropical/ temperado Características gerais Aciculifoliada Homogênea Caduca ou caducifólia Ação

Aciculifoliadasubtropical/ temperado Características gerais Higrófila Homogênea Caduca ou caducifólia Ação antrópica

Homogêneatemperado Características gerais Higrófila Aciculifoliada Caduca ou caducifólia Ação antrópica Pecuária

Caduca ou caducifóliaCaracterísticas gerais Higrófila Aciculifoliada Homogênea Ação antrópica Pecuária Agricultura Construção civil

Ação antrópicaHigrófila Aciculifoliada Homogênea Caduca ou caducifólia Pecuária Agricultura Construção civil Indústria de

PecuáriaAciculifoliada Homogênea Caduca ou caducifólia Ação antrópica Agricultura Construção civil Indústria de móveis

AgriculturaAciculifoliada Homogênea Caduca ou caducifólia Ação antrópica Pecuária Construção civil Indústria de móveis

Construção civilHigrófila Aciculifoliada Homogênea Caduca ou caducifólia Ação antrópica Pecuária Agricultura Indústria de móveis

Indústria de móveisHigrófila Aciculifoliada Homogênea Caduca ou caducifólia Ação antrópica Pecuária Agricultura Construção civil

ATENÇÃO: OUTRAS FORMAÇÕES MATA DOS COCAIS PANTANAL MANGUES MATAS DE GALERIAS OU CILIARES

ATENÇÃO:

OUTRAS FORMAÇÕES MATA DOS COCAIS

ATENÇÃO: OUTRAS FORMAÇÕES MATA DOS COCAIS PANTANAL MANGUES MATAS DE GALERIAS OU CILIARES

PANTANAL

ATENÇÃO: OUTRAS FORMAÇÕES MATA DOS COCAIS PANTANAL MANGUES MATAS DE GALERIAS OU CILIARES

MANGUES

ATENÇÃO: OUTRAS FORMAÇÕES MATA DOS COCAIS PANTANAL MANGUES MATAS DE GALERIAS OU CILIARES

MATAS DE GALERIAS OU CILIARES

ATENÇÃO: OUTRAS FORMAÇÕES MATA DOS COCAIS PANTANAL MANGUES MATAS DE GALERIAS OU CILIARES
II. BRASIL – FUSOS HORÁRIOS Histórico Os fusos horários passaram a ser utilizados a partir

II. BRASIL – FUSOS HORÁRIOS

Histórico

Os fusos horários passaram a ser utilizados a partir de 1884, quando foi realizada nos Estados Unidos uma conferência na qual ficou estabelecido um sistema mundial de medição do tempo pelos fusos horários. Antes as horas eram calculadas pela posição do sol incidindo perpendicularmente - 12 horas - sobre um ponto central de destaque. A partir de então, convencionou-se dividir a terra em 24 meridianos de 15º de longitude, sendo o inicial a partir de Greenwich, com longitude de 0 º. Esses meridianos são chamados de fusos horários e cada um deles corresponde à uma hora. Tomando-se como referência o Meridiano de Greenwich, a leste as horas estão adiantadas e a Oeste estão atrasadas, isso devido ao movimento da Terra que é de Oeste para Leste.

Fusos do Brasil

Em 2008 houve alteração nos fusos horários do Brasil. O 4º fuso – 75ºw deixou de existir. Neste fuso encontrava-se o Acre e parte do Amazonas.da Terra que é de Oeste para Leste. Fusos do Brasil Hoje o Brasil possui apenas

Hoje o Brasil possui apenas três fusos, todos atrasados em relação ao Meridiano de Greenwich.Neste fuso encontrava-se o Acre e parte do Amazonas. Vejamos a seguir: 1º fuso: 30º W

Vejamos a seguir:

1º fuso: 30º W – 2 horasem relação ao Meridiano de Greenwich. Vejamos a seguir: 2º fuso: 45º W – 3 horas

2º fuso: 45º W – 3 horasde Greenwich. Vejamos a seguir: 1º fuso: 30º W – 2 horas 3º fuso: 60º W

3º fuso: 60º W - 4 horas1º fuso: 30º W – 2 horas 2º fuso: 45º W – 3 horas Fernando de

2º fuso: 45º W – 3 horas 3º fuso: 60º W - 4 horas Fernando de

Fernando de Noronha

Horário oficial do Brasil

Parte do Norte e Centro-Oeste do Brasil

oficial do Brasil Parte do Norte e Centro-Oeste do Brasil EXERCÍCIOS Mal começa a estação chuvosa,

EXERCÍCIOS

Mal começa a estação chuvosa, toda a vegetação seca se recobre de folhas e, em poucos dias, ervas

Após o 'inverno', porém, as árvores e arbustos perdem as

folhas a fim de armazenar a água que absorveram na curta estação chuvosa e tornam possível sua sobrevivência

durante longo estio (

uma película que impede a evaporação"

Verdes ficam as cactáceas, vegetais desprovidos de folhas e que têm o caule protegido por

brotam, como por milagre, do solo pedregoso e seco (

"(

)

).

).

(Andrade, Manoel C. de "PAISAGENS E PROBLEMAS DO BRASIL. "Ed. Brasiliense, p.127).

EXERCÍCIOS

1. A paisagem climato-botânica brasileira a que se refere o texto anterior é a dos(das):

a) cerrados do Brasil Central.

b) campos do Pampa Gaúcho.

c) matas da serra do Mar.

d) caatingas nordestinas.

e) restingas litorâneas.

2. "Latifoliada, perene, higrófita, megatérmica e heterogênea" são características da vegetação: a) do

2. "Latifoliada, perene, higrófita, megatérmica e heterogênea" são características da vegetação:

a) do Cerrado.

b) da Caatinga nordestina.

c) da Floresta Amazônica.

d) da Mata dos Pinhais.

e) do Pampa gaúcho.

1 - D

2 - C

GABARITO

I. BRASIL – ASPECTOS HUMANOS Conceitos importantes População absoluta: é a população total de um
I. BRASIL – ASPECTOS HUMANOS Conceitos importantes População absoluta: é a população total de um

I. BRASIL – ASPECTOS HUMANOS

Conceitos importantes

População absoluta: é a população total de um país/região.I. BRASIL – ASPECTOS HUMANOS Conceitos importantes População relativa: também chamada de densidade demográfica,

População relativa: também chamada de densidade demográfica, corresponde ao número de habitantes por unidade de área, é a relação da população com a extensão territorial (Hab/Km²).absoluta: é a população total de um país/região. Atenção: nem todo país populoso é povoado! BRASIL

Atenção: nem todo país populoso é povoado!

(Hab/Km²). Atenção: nem todo país populoso é povoado! BRASIL - POPULAÇÃO (IBGE – 2010) TOTAL/ ABSOLUTA

BRASIL - POPULAÇÃO (IBGE – 2010)

TOTAL/ ABSOLUTA = ±190 milhões de habitantes.populoso é povoado! BRASIL - POPULAÇÃO (IBGE – 2010) Densidade demográfica = população relativa ±23 Hab/Km²

Densidade demográfica = população relativa ±23 Hab/Km²– 2010) TOTAL/ ABSOLUTA = ±190 milhões de habitantes. Distribuição (irregular) Áreas com maior concentração

Distribuição (irregular)Densidade demográfica = população relativa ±23 Hab/Km² Áreas com maior concentração – Sudeste, Nordeste e Sul

Áreas com maior concentração – Sudeste, Nordeste e Sul (maior desenvolvimento econômico)relativa ±23 Hab/Km² Distribuição (irregular) Áreas com menor concentração – Norte e Centro-Oeste

Áreas com menor concentração – Norte e Centro-OesteSudeste, Nordeste e Sul (maior desenvolvimento econômico) FORMAÇÃO ÉTNICA A população brasileira foi formada a

Áreas com menor concentração – Norte e Centro-Oeste FORMAÇÃO ÉTNICA A população brasileira foi formada a
Áreas com menor concentração – Norte e Centro-Oeste FORMAÇÃO ÉTNICA A população brasileira foi formada a

FORMAÇÃO ÉTNICA

A população brasileira foi formada a partir de três grupos fundamentais: o branco europeu, o negro africano e o índio. Antes da chegada dos portugueses, o território era habitado por milhares de povos indígenas (sobretudo dos grupos tupi e jê ou tapuia). A partir da colonização, a maior parte da população indígena foi exterminada, dela restando hoje apenas alguns milhares de indivíduos. A miscigenação desses três grupos étnicos deu origem aos mestiços: mulatos (descendentes de brancos e negros), caboclos (de brancos e índios) e cafuzos (de negros e índios). Há ainda uma parte formada por descendentes de povos asiáticos, especialmente japoneses. Para a formação do contingente populacional do país, a imigração em si pouco representou (pouco mais de cinco milhões de indivíduos, desde a Independência, dos quais 3,5 milhões permaneceram no país) e praticamente cessou a partir do final da segunda guerra mundial.

CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO Crescimento demográfico, nada mais é do que a distribuição horizontal dos povos ao
CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO Crescimento demográfico, nada mais é do que a distribuição horizontal dos povos ao
CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO Crescimento demográfico, nada mais é do que a distribuição horizontal dos povos ao

CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO

Crescimento demográfico, nada mais é do que a distribuição horizontal dos povos ao longo da historia, como exemplo as migrações, que também influenciaram o aumento populacional de uma região.

Indicadores socioeconômicos

populacional de uma região. Indicadores socioeconômicos Crescimento vegetativo Crescimento vegetativo é a

Crescimento vegetativo

Crescimento vegetativo é a diferença entre o número de nascimentos e o de mortes em determinado período. O total de habitantes tem como principal fator de aumento o crescimento natural ou crescimento vegetativo.

C.V= 2010

crescimento natural ou crescimento vegetativo . C.V= 2010 ±12,46 ano C.V = Tx.Nat Tx.Mort 1000 Taxa

±12,46 ano

C.V = Tx.Nat

Tx.Mort

1000

Taxa de natalidade= nº de nascimentosvegetativo . C.V= 2010 ±12,46 ano C.V = Tx.Nat Tx.Mort 1000 Taxa de mortalidade = nº

Taxa de mortalidade = nº de óbitos= Tx.Nat Tx.Mort 1000 Taxa de natalidade= nº de nascimentos Estrutura etária Adultos – constante Jovens

Estrutura etária

Adultos – constantenº de nascimentos Taxa de mortalidade = nº de óbitos Estrutura etária Jovens – diminuindo Idosos

Jovens – diminuindonº de nascimentos Taxa de mortalidade = nº de óbitos Estrutura etária Adultos – constante Idosos

Idosos – aumentandonº de nascimentos Taxa de mortalidade = nº de óbitos Estrutura etária Adultos – constante Jovens

Estrutura por sexo Até os 15 anos – homens e mulheres são iguais A partir
Estrutura por sexo Até os 15 anos – homens e mulheres são iguais A partir

Estrutura por sexo

Até os 15 anos – homens e mulheres são iguaisEstrutura por sexo A partir dos 15 anos predomina o sexo feminino Expectativa de vida Alimentação

A partir dos 15 anos predomina o sexo femininopor sexo Até os 15 anos – homens e mulheres são iguais Expectativa de vida Alimentação

Expectativa de vida

Alimentaçãodos 15 anos predomina o sexo feminino Expectativa de vida Saúde Saneamento básico Educação Renda Média

Saúdepredomina o sexo feminino Expectativa de vida Alimentação Saneamento básico Educação Renda Média = homens -

Saneamento básicoo sexo feminino Expectativa de vida Alimentação Saúde Educação Renda Média = homens - 76 anos/

EducaçãoExpectativa de vida Alimentação Saúde Saneamento básico Renda Média = homens - 76 anos/ mulheres –

Rendade vida Alimentação Saúde Saneamento básico Educação Média = homens - 76 anos/ mulheres – 78

Média = homens - 76 anos/ mulheres – 78 anosAlimentação Saúde Saneamento básico Educação Renda Renda per capita (RPC) Renda per capita é o nome

Renda per capita (RPC)Renda Média = homens - 76 anos/ mulheres – 78 anos Renda per capita é o

Renda per capita é o nome de um indicador que auxilia o conhecimento sobre o grau de desenvolvimento de um país e consiste na divisão do coeficiente da renda nacional (produto nacional bruto subtraído dos gastos de depreciação do capital e os impostos indiretos) pela sua população. Por vezes o coeficiente denominado produto interno bruto é usado.

PIB dividido pela população = RPCo coeficiente denominado produto interno bruto é usado. OBS: o Brasil é um dos países que

OBS: o Brasil é um dos países que tem a pior RPC do mundo.

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)OBS: o Brasil é um dos países que tem a pior RPC do mundo. O Índice

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa usada para classificar os países pelo seu grau de "desenvolvimento humano" e para separar os países desenvolvidos (desenvolvimento humano muito alto), em desenvolvimento (desenvolvimento humano médio e alto) e subdesenvolvidos (desenvolvimento humano baixo). A estatística é composta a partir de dados de expectativa de vida ao nascer, educação e PIB (PPC) per capita (como um indicador do padrão de vida) recolhidos a nível nacional.

indicador do padrão de vida) recolhidos a nível nacional. Brasil ± 6.225 dólares ONU – 0

Brasil ± 6.225 dólares

ONU – 0 1 Alto – 0,800 1 Médio 0,500 0,799 Baixo 0,100 0,499
ONU – 0
1
Alto – 0,800
1
Médio 0,500
0,799
Baixo 0,100
0,499

Itens avaliados:

Saúde0,800 1 Médio 0,500 0,799 Baixo 0,100 0,499 Itens avaliados: Educação Renda Brasil- 2008/09 (médio –

Educação– 0,800 1 Médio 0,500 0,799 Baixo 0,100 0,499 Itens avaliados: Saúde Renda Brasil- 2008/09 (médio

Renda0,800 1 Médio 0,500 0,799 Baixo 0,100 0,499 Itens avaliados: Saúde Educação Brasil- 2008/09 (médio –

Brasil- 2008/09 (médio – alto)ONU – 0 1 Alto – 0,800 1 Médio 0,500 0,799 Baixo 0,100 0,499 Itens avaliados:

EXERCÍCIOS 1. O Brasil é um país populoso e despovoado. Tal contradição aparente pode ser

EXERCÍCIOS

1. O Brasil é um país populoso e despovoado.

Tal contradição aparente pode ser explicada da seguinte maneira:

a)

Tem um número relativo de habitantes acima das médias normais.

b)

Tem um número absoluto de população correspondente ao tamanho de sua área.

c)

Tem uma taxa de crescimento demográfico muito baixa.

d)

Tem densidade demográfica pequena em relação ao total de sua área.

e)

Tem população relativa alta e população absoluta baixa.

2.

Com relação às características da população brasileira, considere as seguintes afirmativas.

I.

A expectativa de vida média da população é superior a 60 anos.

II.

Apesar de terem diminuído nas últimas décadas, os índices de mortalidade infantil ainda são elevados, sendo maiores que em alguns países subdesenvolvidos.

III.

A expectativa de vida está diretamente relacionada ao rendimento familiar e às condições de vida.

Quais estão corretas?

a) Apenas I

b) Apenas II

c) Apenas III

d) Apenas I e II

e) I, II e III

1 - D

2 - E

GABARITO