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05/12/2012

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PROFESSORA: MAYARA MORAES ALUNO: KLÉSSIO GONÇALVES LEODORICO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PROFESSORA: MAYARA MORAES ALUNO: KLÉSSIO GONÇALVES LEODORICO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PROFESSORA: MAYARA MORAES ALUNO: KLÉSSIO GONÇALVES LEODORICO
A construção de grandes obras de concreto, nas quais as peças estruturais envolvem grandes, médios

A construção de grandes obras de concreto, nas quais as peças estruturais envolvem grandes, médios ou até pequenos volumes de concreto, está sujeita à fissuração. As conseqüências dessa fissuração dependem de suas causas e do tipo de obra. Estruturas de concreto de dimensões suficientemente grandes ou com restritas condições de dissipação de calor, estão particularmente sujeitas à fissuração nas primeiras idades. Atualmente, cada vez mais estruturas estão sujeitas a este tipo de fissuração, devido ao aumento do consumo de cimento utilizado nos concretos (resistências mais altas, limitação da relação água/cimento, etc).

As fissuras fazem com que as obras percam a finalidade a que se destinam, sejam elas para contenção de água, para resistirem a meios agressivos ou para resistirem a esforços mecânicos, devendo portanto serem reparadas.

A construção de grandes obras de concreto, nas quais as peças estruturais envolvem grandes, médios

05/12/2012

FISSURAS ANTERIORES AO ENDURECIMENTO DA MASSA FISSURAS POSTERIORES AO ENDURECIMENTO DA MASSA

FISSURAS ANTERIORES AO ENDURECIMENTO DA MASSA

FISSURAS POSTERIORES AO ENDURECIMENTO DA MASSA

FISSURAS ANTERIORES AO ENDURECIMENTO DA MASSA FISSURAS POSTERIORES AO ENDURECIMENTO DA MASSA
FISSURAS CAUSADAS POR ASSENTAMENTO DA MASSA Algum tempo após o lançamento do concreto os materiais

FISSURAS CAUSADAS POR ASSENTAMENTO DA MASSA

Algum tempo após o lançamento do concreto os materiais mais finos do concreto começam a assentar, provocando a expulsão de água e ar. A água vem à superfície (exsudação) e o assentamento continua até o endurecimento do concreto.

FISSURAS CAUSADAS POR ASSENTAMENTO DA MASSA Algum tempo após o lançamento do concreto os materiais

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FISSURAS CAUSADAS PELA RETRAÇÃO PLÁSTICA Esse tipo de fissuração é causada pela perda rápida de

FISSURAS CAUSADAS PELA RETRAÇÃO PLÁSTICA

Esse tipo de fissuração é causada pela perda rápida de água na superfície do concreto, seja por evaporação, por absorção dos agregados, da fôrma ou da fundação. Altas temperaturas ambientes e baixa umidade relativa do ar provocam perda rápida de água e, conseqüentemente, fissuração na superfície do concreto.

FISSURAS CAUSADAS PELA RETRAÇÃO PLÁSTICA Esse tipo de fissuração é causada pela perda rápida de
FISSURAS EM MAPA Essas fissuras aparecem em idades muito baixas, e são causadas por erros

FISSURAS EM MAPA

Essas fissuras aparecem em idades muito baixas, e são causadas por erros no acabamento ou cura do concreto. O excessivo uso de desempenadeira para o acabamento da superfície do concreto faz com que a água, o cimento e os agregados finos venham a superfície. Também a prática de jogar cimento e água com brochas na superfície do concreto ("queima") causa o aparecimento de fissuras em mapa.

FISSURAS EM MAPA Essas fissuras aparecem em idades muito baixas, e são causadas por erros

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FISSURA DE RETRAÇÃO POR SECAGEM, OU RETRAÇÃO HIDRÁULICA Ocorrem devido a perda de parte da

FISSURA DE RETRAÇÃO POR SECAGEM, OU RETRAÇÃO HIDRÁULICA

Ocorrem devido a perda de parte da água de amassamento por evaporação para o ambiente, sendo esta mais lenta do que a ocorrida na retração plástica. A retração será tanto maior quanto maior for o teor de água de amassamento. Pastas e argamassas apresentam maior retração que o concreto; portanto, quanto mais pasta ou argamassa contiver o concreto, maior será sua retração. Concretos que utilizam cimentos com maior superfícies específicas apresentam maior retração.

FISSURA DE RETRAÇÃO POR SECAGEM, OU RETRAÇÃO HIDRÁULICA Ocorrem devido a perda de parte da
FISSURAS DE REAÇÃO ÁLCALI-AGREGADO Alguns tipos de agregados possuem minerais reativos, que em presença dos

FISSURAS DE REAÇÃO ÁLCALI-AGREGADO

Alguns tipos de agregados possuem minerais reativos, que em presença dos álcalis do cimento geram reações expansivas que poderão levar a estrutura à ruína. Estas reações poderão se processar durante muitos anos, o que torna difícil, caro,

ou até mesmo impossível, sua recuperação.

FISSURAS DE REAÇÃO ÁLCALI-AGREGADO Alguns tipos de agregados possuem minerais reativos, que em presença dos

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FISSURAS POR AÇÃO MECÂNICA Esse tipo de fissura ocorre por erros ou cargas não previstas

FISSURAS POR AÇÃO MECÂNICA

Esse tipo de fissura ocorre por erros ou cargas não previstas no projeto estrutural.

FISSURAS POR AÇÃO MECÂNICA Esse tipo de fissura ocorre por erros ou cargas não previstas
FISSURAS POR CORROSÃO DA ARMADURA Podem ocorrer fissuras em concreto estrutural, quando esse se encontrar

FISSURAS POR CORROSÃO DA ARMADURA

Podem ocorrer fissuras em concreto estrutural, quando esse se encontrar em meios agressivos. São várias as formas de corrosão da armadura, sendo as principais: oxidação da armadura por cloreto de cálcio, baixo pH devido a carbonatação, oxidação da armadura devido a passagem de corrente contínua no concreto.

FISSURAS POR CORROSÃO DA ARMADURA Podem ocorrer fissuras em concreto estrutural, quando esse se encontrar

05/12/2012

FISSURAS DE ORIGEM TÉRMICA Algum tempo após a mistura dos componentes do concreto, começam as

FISSURAS DE ORIGEM TÉRMICA

Algum tempo após a mistura dos componentes do concreto, começam as reações de hidratação do cimento. Estas reações são exotérmicas, liberando calor enquanto se processam. O calor liberado por estas reações provoca a elevação da temperatura do concreto, que é, em geral, bastante acentuada nos primeiros 7 dias. Depois do sétimo dia a liberação de calor se torna lenta e menos intensa.

FISSURAS DE ORIGEM TÉRMICA Algum tempo após a mistura dos componentes do concreto, começam as
Diversos fatores influenciam a evolução térmica e a subseqüente distribuição de tensões no concreto, os

Diversos fatores influenciam a evolução térmica e a subseqüente distribuição de tensões no concreto, os quais devem ser considerados nos estudos térmicos. Entre estes fatores, podem ser citados os seguintes:

Diversos fatores influenciam a evolução térmica e a subseqüente distribuição de tensões no concreto, os

05/12/2012

condições climáticas durante a construção da estrutura; condições de exposição após a construção; variações sazonais

condições climáticas durante a construção da estrutura; condições de exposição após a construção; variações sazonais da temperatura ambiente; temperatura de lançamento do concreto; temperatura de estabilização do concreto; tipos e quantidades de materiais empregados no concreto; propriedades do concreto; dimensões e formas da estrutura; existência e espaçamento de juntas de contração;

condições climáticas durante a construção da estrutura; condições de exposição após a construção; variações sazonais
tipos e tempo de permanência das fôrmas empregadas; tipo e tempo de cura do concreto;

tipos e tempo de permanência das fôrmas empregadas; tipo e tempo de cura do concreto; utilização de pré ou pós-refrigeração do concreto; alturas das camadas de concretagem; intervalos de lançamento entre camadas de concretagem;

temperatura e propriedades térmicas e elásticas da rocha de fundação;

características da superfície de fundação, em especial a presença e descontinuidades em sua inclinação.

tipos e tempo de permanência das fôrmas empregadas; tipo e tempo de cura do concreto;

05/12/2012

As principais propriedades térmicas de interesse para tecnologia do concreto são: calor específico, condutividade térmica,

As principais propriedades térmicas de interesse para tecnologia do concreto são: calor específico, condutividade térmica, difusividade térmica, elevação adiabática de temperatura e coeficiente de dilatação térmica. Estas propriedades têm grande influência no comportamento térmico do concreto, caracterizado pela elevação de temperatura e posterior resfriamento, com implicações direta nos custos de produção (refrigeração), nos custos de lançamento e na estabilidade térmica ou volumétrica da estrutura.

As principais propriedades térmicas de interesse para tecnologia do concreto são: calor específico, condutividade térmica,
O calor específico é uma das propriedades que influenciam na capacidade de armazenar calor, sendo

O calor específico é uma das propriedades que influenciam na capacidade de armazenar calor, sendo expressa numericamente pela quantidade de calor que deve ser cedida a unidade de massa do material para elevar de um grau a sua temperatura. Para o concreto o calor específico pode variar entre 0,10 cal/gº à 0,40 cal/gºC

O calor específico é uma das propriedades que influenciam na capacidade de armazenar calor, sendo

05/12/2012

A condutividade térmica representa a capacidade do concreto de conduzir calor e é caracterizada pela

A condutividade térmica representa a capacidade do concreto de conduzir calor e é caracterizada pela relação entre o fluxo de calor e o gradiente de temperatura.

A condutividade térmica representa a capacidade do concreto de conduzir calor e é caracterizada pela
Difusividade térmica é a propriedade que expressa a capacidade de difusão de calor em todas

Difusividade térmica é a propriedade que expressa a capacidade de difusão de calor em todas as direções e indica a facilidade com que o concreto tolera variações de temperatura. Analiticamente, pode ser expressa pelo quociente entre a condutividade térmica e o produto do calor específico e massa específica.

Difusividade térmica é a propriedade que expressa a capacidade de difusão de calor em todas

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Esse calor, embora possa ser medido por ensaios com o próprio cimento na pasta pura

Esse calor, embora possa ser medido por ensaios com o próprio cimento na pasta pura ou em argamassa, só pode ser conhecido com exatidão através da curva de elevação adiabática (sem troca de calor com ambiente) da temperatura do concreto, medida em um calorímetro adiabático. A dispersão dos resultados apresentados no gráfico é decorrente, dentre outros motivos, da grande variedade de tipos de cimento empregados (CPII-F, CPII-Z, CPII-E, CPIII, CPIV e CPV) e os diferentes teores de adições minerais (escória de altoforno ou pozolana) empregados na fabricação dos cimentos CPIII e CPIV. Portanto, um mesmo proporcionamento de cimento no concreto (consumo de aglomerante igual) pode resultar em distintas elevações adiabáticas.

Esse calor, embora possa ser medido por ensaios com o próprio cimento na pasta pura
O concreto endurecido expande-se com o aumento de temperatura e contrai-se com a redução de

O concreto endurecido expande-se com o aumento de temperatura e contrai-se com a redução de temperatura. A relação entre a variação de uma dimensão linear, por unidade de comprimento, e a variação de temperatura que a provocou, expresso em deformação específica (m/m.10-6) por graus Celsius (ºC) é chamada de coeficiente de dilatação térmica do concreto.

O concreto endurecido expande-se com o aumento de temperatura e contrai-se com a redução de

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05/12/2012 0 HORAS 7 HORAS 12
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10 HORAS 14 HORAS
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40 HORAS 60 HORAS
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80 HORAS 100 HORAS
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150 HORAS 400 HORAS
150 HORAS
400 HORAS
DEVIDO A IMENSIDÃO DE PROBLEMAS QUE A ALTA TEMPERATURA NA CURA DO CONCRETO PODE VIR

DEVIDO A IMENSIDÃO DE PROBLEMAS QUE A ALTA TEMPERATURA NA CURA DO CONCRETO PODE VIR A OCASIONAR NA PEÇA ESTRUTURAL CONCRETADA, E AO GRANDE CUSTO PARA REPARÁ-LOS, ALGUMAS

CONSTRUTORAS COMEÇAM A UTILIZAR PROCESSOS DE RESFRIAMENTO DE CONCRETO, PARA PODEREM MINIMIZAR, OU ATÉ MESMO EXTINGUIR, OS DANOS A ESTRUTURA.

DEVIDO A IMENSIDÃO DE PROBLEMAS QUE A ALTA TEMPERATURA NA CURA DO CONCRETO PODE VIR

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OPUS VINGT-TROIS
OPUS
VINGT-TROIS
05/12/2012 OPUS VINGT-TROIS 16
05/12/2012 OPUS VINGT-TROIS 16

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05/12/2012 GEOMETRIA FUNDAÇÕES – SP – BRASIL LAUDO DE SONDAGEM SAPATAS 17
05/12/2012 GEOMETRIA FUNDAÇÕES – SP – BRASIL LAUDO DE SONDAGEM SAPATAS 17
05/12/2012 GEOMETRIA FUNDAÇÕES – SP – BRASIL LAUDO DE SONDAGEM SAPATAS 17
GEOMETRIA FUNDAÇÕES – SP – BRASIL LAUDO DE SONDAGEM SAPATAS

GEOMETRIA FUNDAÇÕES – SP – BRASIL LAUDO DE SONDAGEM SAPATAS

GEOMETRIA FUNDAÇÕES – SP – BRASIL LAUDO DE SONDAGEM SAPATAS

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SAPATA SOB 7 PILARES VOLUME DE CONCRETO ESTIMADO EM 300 METROS CÚBICOS PESO DA FERRAGEM:

SAPATA SOB 7 PILARES

VOLUME DE CONCRETO ESTIMADO EM 300 METROS CÚBICOS

PESO DA FERRAGEM: 39 TONELADAS

SAPATA SOB 7 PILARES VOLUME DE CONCRETO ESTIMADO EM 300 METROS CÚBICOS PESO DA FERRAGEM:
CONSUMO DE GELO POR CAMINHÃO: 1040 KG DE GELO EM CUBO OCO. O GELO É

CONSUMO DE GELO POR CAMINHÃO: 1040 KG DE GELO EM CUBO OCO.

O GELO É ADICIONADO NA CONCRETEIRA.

CONSUMO DE GELO POR CAMINHÃO: 1040 KG DE GELO EM CUBO OCO. O GELO É

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MEDINDO TEMPERATURA NA BOMBA MEDINDO TEMPERATURA NO CAMINHÃO
MEDINDO TEMPERATURA
NA BOMBA
MEDINDO TEMPERATURA
NO CAMINHÃO
MEDIÇÃO DA TEMPERATURA 3 VEZES AO DIA, DURANTE 10 DIAS. COLOCAÇÃO DE HASTES
MEDIÇÃO DA
TEMPERATURA 3 VEZES
AO DIA, DURANTE 10
DIAS.
COLOCAÇÃO DE HASTES

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05/12/2012 ANAIS DO 51, 52 E 54 CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO. RELATÓRIOS TÉCNICOS DE FURNAS. 20
05/12/2012 ANAIS DO 51, 52 E 54 CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO. RELATÓRIOS TÉCNICOS DE FURNAS. 20
ANAIS DO 51, 52 E 54 CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO. RELATÓRIOS TÉCNICOS DE FURNAS.

ANAIS DO 51, 52 E 54 CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO.

RELATÓRIOS TÉCNICOS DE FURNAS.

ANAIS DO 51, 52 E 54 CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO. RELATÓRIOS TÉCNICOS DE FURNAS.