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CURSO DE QUALIFICAÇÃO EM 02/08/2009

TOMOGRAFIA

CURSO DE QUALIFICAÇÃO EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

CURSO DE QUALIFICAÇÃO EM PLANEJAMENTO DO EXAME DE


TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA TOMOGRAFIA

 Entrevista
 Preparo do paciente
 Exame propriamente dito

 Processamento e
Aula 1 documentação de imagens
Profª.: Fabíola Cristina  Análise do exame
Tecnológa e Técnica em Radiologia 1 2
Aplication em TC – Siemens Medical Brasil
Consultoria e Terceirização em Imaginologia – RTBH

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ENTREVISTA TOMOGRAFIA DO CRÂNIO


 OBTER INFORMAÇÕES QUE LEVAM À
INDICAÇÃO DESSE PROCEDIMENTO.
•Scout: Lateral
 EXAMES ANTERIORES RELACIONADOS COM
A REGIÃO DE INTERESSE DEVEM SER •Início dos Cortes: Abaixo do forame magno
COLETADOS.
 PACIENTE DEVE SER INFORMADO DAS •Término dos Cortes: Acima da Convexidade cerebral
FINALIDADES DO EXAME E DE COMO
COMPORTAR DURANTE O EXAME.
 EXAMES CONTRASTADOS, CABERÁ AO
•Fossa Posterior: 2 a 5mm
PACIENTE RECEBER TODAS AS •Região Supratentorial: 7 a 10mm
INFORMAÇÕES QUANTO Á AÇÃO DESSES •FOV: 22 cm
PRODUTOS, RISCOS E EFEITOS ADVERSOS •KV: 130
E AS ORIENTAÇÕES CABÍVEIS EM CADA
CASO
•MA:170
•Tempo de Exposição: 2 segundos
•Número de Cortes: 20
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•Formatação do filme: 20imagens/película

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ANESTESIA E SEDAÇÃO INDICAÇÕES:


Para realizar exames de boa qualidade são necessários o Normalmente as principais indicações para o exame
posicionamento correto e a imobilidade do paciente. são:

Há casos em que o paciente está impossibilitado de  AVC - Acidente Vascular Cerebral


cooperar e manter-se imóvel durante o exame:  AVCI - Acidente Vascular Cerebral Isquêmico
 Pacientes pediátricos
 AVCH - Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico
 Pacientes agitados
 Pacientes com confusão mental  Tumores
 Pacientes com dor intensa  Malformações
 Pacientes com movimentos involuntários  TRM – Raquemedular

5  PAF – Por arma de fogo 6


Nesses casos é essencial a atuação do anestesiologista.
 PAB - Por arma branca

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TOMOGRAFIA

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DOCUMENTAÇÃO TC CRÂNIO FILTROS PARTES MOLESÓSSEO


FILTRO DURO OU

 Têm sua utilização para  o filtro com maior nitidez e


estudar partes moles, definição da imagem realçando as
anatômicas (tecido bordas, margens ou estrutura
parenquimatoso ou anatômica.
parênquima) e recebe
denominação de filtros para  Utilizado para estruturas com
partes moles, que poderá grande densidade osso.
variar conforme o fabricante do
 Ex.: Crânio – Suspeita de fraturas.
aparelho.
TCE – Rotina utilizar o filtro.

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Rotina fotografar 1 filme.

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INDICAÇÕES E CONTRA-INDICAÇÕES AO CONTRASTE VENOSO


CONTRASTE VENOSO
 Via endovenosa
Contra -Indicação Indicações
 Jejum- critério médico de 4 a 6 horas
 História de alérgia ao iodo;
 Acompanhamento de
 Asma grave;
tumores; Cálculo da Quantidade de uso do Contraste
 Cardiopatia grave;
Iodado
 Insuficiência renal
 História clínica de
 Nas fases iniciais de  Adulto: 1.5 a 2ml por kg
metástase, convulsão,
situações de hemorragia e neoplasias, processo  Crianças: RN 3ml
infarto; inflamatório infeccioso, mal  1 mês a 2 anos: 2ml por kg
 Em crianças sem preparo formação vascular.
adequado;  Acima de 2 anos: 1 ml por kg, sendo a dose
 Nas lesões de hipófise em
 Nos exames de hipófise em que os níveis de prolactina máxima de 40ml.
que o nível de prolactina ultrapassem 2.000 unidades 9 10

estiver abaixo de 2.000


unidades.

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TOMOGRAFIA DO CRÂNIO ANATOMIA SECCIONAL DO CRÂNIO


Sem Contraste Contraste venoso
a. Órbita
b. Arco zigomático
c. Seio esfeinodal
d. Canal acústico externo
e ouvido médio
e. Processo mastóide
f. Cerebelo
g. Protuberância occipital

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ANATOMIA SECCIONAL DO CRÂNIO ANATOMIA SECCIONAL DO CRÂNIO


a. Globo ocular a. Seios frontais
b. Nervo óptico b. Goteira olfativa
c. Lobo temporal c. Fossa hipofisária
d. Osso petroso d. Dorso selar
temporal e. Tronco cerebral
e. Cerebelo f. Quarto ventrículo
f. Seio esfeinodal g. Lobo temporal
g. Musculatura ocular h. Processo clinóide
anterior
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ANATOMIA SECCIONAL DO CRÂNIO ANATOMIA SECCIONAL DO CRÂNIO


a. Seios frontais
b. Teto da órbita
a. Lobo frontal
c. Fissura inter-
b. Corno frontal do
hemisférica (anterior)
ventrículo lateral
d. Fissura silviana
c. Fissura silviana
e. Terceiro ventrículo
d. Terceiro ventrículo
f. Mesencéfalo
e. Glândula pineal
g. Cisternas
f. Plexo coróide
perimesencefálicas
(calcificado)
h. Folia cerebelar
g. Lobo occipital 15 16

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ANATOMIA SECCIONAL DO CRÂNIO ANATOMIA SECCIONAL DO CRÂNIO


a. Lobo frontal
b. Corno frontal do
ventrículo lateral a. Lobo frontal
c. Lobo parietal b. Corpo do ventrículo
lateral
d. Plexo coróide
e. Lobo occipital c. Lobo parietal
d. Lobo occipital
f. Cápsula interna
e. Giros
g. Núcleo caudado
f. Sulcos
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ANATOMIA SECCIONAL DO CRÂNIO ANATOMIA SECCIONAL DO CRÂNIO

a. Fissura inter-hemisférica
a. Foice cerebral b. Foice anterior do cérebro
b. Sulcos c. Foice posterior do cérebro
c. giros d. Substância cinzenta
e. Substância branca

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TOMOGRAFIA DO SEIOS DA FACE


ANATOMIA SECCIONAL DO CRÂNIO
•Scout: Lateral

•Início dos Cortes: Abaixo do palato duro

•Término dos Cortes: Ultrapassar os


limites do seio frontal
a. Sulcos
b. Foice cerebral Topograma axial &posição supino •Espessura dos Cortes axiais e
coronais: 2 a 5mm
c. circunvoluções
•Òstio meatal: 0.5 a 1mm (opcional para
alguns radiologistas)
•FOV: 16 cm
•KV: 130
•MA:90
21 •Tempo de Exposição: 2 segundos 22

•Número de Cortes: 20
Topograma coronal & posição prono •Formatação do filme:20imagens/película

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INDICAÇÕES
INDICAÇÕES
TOMOGRAFIA DO SEIOS DA FACE
•Scout: Lateral
Normalmente as principais indicações para o exame são:
•Início dos Cortes: Abaixo do palato duro

 Sinusopatias •Término dos Cortes: Ultrapassar os


limites do seio frontal
 Malformações

 Pólipos Topograma axial &posição supino •Espessura dos Cortes axiais e


coronais: 2 a 5mm
 Pesquisa de Tumores
•Òstio meatal: 0.5 a 1mm (opcional para
alguns radiologistas)
•FOV: 16 cm
•KV: 130
•MA:90
23 •Tempo de Exposição: 2 segundos 24
•Número de Cortes: 20
Topograma coronal & posição prono •Formatação do filme:20imagens/película

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DOCUMENTAÇÃO TC SAF ANATOMIA SECCIONAL DA FACE

a.Cavidade nasal
b.Seios etimoidais
c.Seio maxilar esquerdo

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Rotina fotografar em 2 filmes com filtro ósseo em: Coronal e Axial.

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ANATOMIA SECCIONAL DA FACE TOMOGRAFIA DOS OSSOS TEMPORAIS


•Posicionamento: Idem ao SAF

•Scout: Lateral

•Início dos Cortes: Plano Superior à


porção petrosa do Temporal

•Término dos Cortes: Ponta da mastóide


Topograma & posição supino
•Espessura dos Cortes axiais e
coronais: 1mm
•FOV: 16 cm
•KV: 130
•MA:135
20. Septo entre os seios esfenoidal 51. septo do nariz
21 seio esfeinoidal 54 .parte nasal da faringe
27 •Tempo de Exposição: 2 segundos 28
27/28 lâmina processo pterigóide do osso esfenóide 38. art.canal da mandíbula •Número de Cortes: 20
50. Cavidade do nariz Topograma & posição prono •Formatação do filme:20imagens/película

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INDICAÇÕES DOCUMENTAÇÃO TC OUVIDO


Normalmente as principais indicações para o exame são:

 Otite  Malformações
 Labirintite  Trauma
 Neurinoma  Corpo estranho
 Otoesclerose  Zumbidos

 Coleastoma  metástases
 Tumores

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Rotina Fotografar axial lado direito e lado esquerdo : 2 filmes em filtros ósseo.

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DOCUMENTAÇÃO TC OUVIDO DOCUMENTAÇÃO TC OUVIDO

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Rotina Fotografar coronal lado direito e lado esquerdo : 2 filmes em filtros ósseo. Filme Bilateral axial

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ANATOMIA SECCIONAL DOS


OSSOSTEMPORAIS ANATOMIA SECCIONAL DOS OSSOSTEMPORAIS
a. Volta apical da
cóclea
b. Volta basal da
cóclea
c. Forâmen jugular

d. Células aéreas
a.Meato acústico interno
mastóides b. Canal semicular lateral

e. Ouvido médio e
ossículos
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QUESTIONÁRIO
ANATOMIA SECCIONAL DOS OSSOSTEMPORAIS 1. Quais as 5 etapas que envolve o exame de TC?
2. Quais são os casos em que o paciente não consegue manter-se
imóvel durante a realização do exame tomográfico é recomendável
a. Células aéreas de a sedação?
mastóide 3. Cite as indicações médicas para realização de TC de Crânio, SAF
b. Ático do ouvido médio e ouvido.
(colesteatoma) 4. Qual a finalidade do filtro de parte mole?
5. Cite 2 exemplos em que utilizamos o filtro duro para os exames de
c. Ossículos
Crânio.
d. Labirinto do ouvido 6. Quais são os casos em que o contraste venoso é contra –indicado
interno para realização do exame tomográfico?
7. Quais as patologias onde é indispensável a realização do contraste
35 caso o paciente não seja alérgico? 36

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