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Universidade Federal de Viçosa
Universidade
Federal
de Viçosa

Proteção de Plantas

Proteção de Plantas 2
Legislação Fitossanitária Universidade Federal de Viçosa Reitora Nilda de Fátima Ferreira Soares Vice-Reitor

Legislação Fitossanitária

Legislação Fitossanitária Universidade Federal de Viçosa Reitora Nilda de Fátima Ferreira Soares Vice-Reitor
Legislação Fitossanitária Universidade Federal de Viçosa Reitora Nilda de Fátima Ferreira Soares Vice-Reitor

Universidade Federal de Viçosa

Reitora Nilda de Fátima Ferreira Soares

Vice-Reitor Demetrius David da Silva

Diretor Frederico Vieira Passos

Prédio CEE, Avenida PH Rolfs s/n Campus Universitário, 36570-000, Viçosa/MG Telefone: (31) 3899 2858 | Fax: (31) 3899 3352

PARIZZI, Paulo - Proteção de Plantas - Legislação Fitossanitária. Viçosa, 2012.

Layout: Diogo Rodrigues

Edição de imagens e Editoração Eletrônica: Diogo Rodrigues

Capa: Daniel Fardin e Diogo Rodrigues

Revisão Final: João Batista Mota

Proteção de Plantas

Proteção de Plantas PROTEÇÃO DE PLANTAS Curso de Especialização por Tutoria a Distância Pós-Graduação “Lato

PROTEÇÃO DE PLANTAS Curso de Especialização por Tutoria a Distância Pós-Graduação “Lato Sensu”

Módulo 1

1.2 Legislação Fitossanitária

Paulo Parizzi (MAPA/SFA/MG)

Universidade Federal de Viçosa - UFV Centro de Ciências Agrárias Departamento de Fitopatologia

Legislação Fitossanitária s umárIo 6 P ré -T esTe 8 I nTrodução 11 1 –

Legislação Fitossanitária

sumárIo

6

P-TesTe

8

InTrodução

11

1

– GlossárIo de Termos FITossanITárIos

28

a

- orGanIzação mundIal do comércIo – omc

28

1

- o surGImenTo do GaTT

29

2

- a omc e o acordo aGrícola

30

3

- acordo sobre aPlIcação de medIdas sanITárIas e FITossanITárIas – sPs

31

b

- convenção InTernacIonal de ProTeção FITossanITárIa (cIPF)

35

3

- leGIslação FITossanITárIa no âmbITo do cosave e mercosul

35

a

- comITê de sanIdade veGeTal do cone sul – cosave

38

b

- mercado comum do sul – mercosul

39

c

- InTeração cosave/mercosul

41

4

- leGIslação FITossanITárIa brasIleIra

41

a

- leGIslação básIca

42

b

- leGIslação comPlemenTar

42

c

– PraGas reGulamenTadas

42

1

– PraGas quarenTenárIas

43

2

– PraGas não quarenTenárIas reGulamenTadas

43

3

– análIse de rIsco de PraGas

78

d

- ProcedImenTos oPeracIonaIs da leGIslação FITossanITárIa brasIleIra

78

1

– TrânsITo InTernacIonal

80

leGIslação sobre embalaGens de madeIra no comércIo InTernacIonal requIsITos quarenTenárIos – mercosul

84

113

5 - lITeraTura consulTada

117

6 – endereços ImPorTanTes Para consulTa

118

7 – Pós-TesTe: quesTões dIsserTaTIvas

119

8 – resPosTas do P-TesTe

Proteção de Plantas

Proteção de Plantas Pré-Teste Antes de você iniciar o estudo deste módulo, é preciso que realize

Pré-Teste

Antes de você iniciar o estudo deste módulo, é preciso que realize uma auto- avaliação sobre o assunto.

Responda ao Pré-teste abaixo, constituído de perguntas de múltipla escolha.

1.O método de controle legislativo se aplica aos princípios de:

a-

(

)

exclusão e erradicação

b-

(

)

convivência

c-

(

)

OGMs

d-

(

)

controle integrado de pragas

e-

(

)

nda

2.A legislação fitossanitária brasileira pode ser dividida em dois grupos normativos:

a-

(

)

Legislação Internacional e Legislação Nacional

b-

(

)

Legislação básica e Legislação Complementar

c-

(

)

Normas e Regulamentos

d-

(

)

Acordos e Convênios

e-

(

)

nda

3.O regulamento de Defesa Sanitária Vegetal (Decreto 24.114), em vi- gor no Brasil, data de:

a-

(

)

12/04/1945

b-

(

)

31/12/1995

c-

(

)

31/12/1964

d-

(

)

12/04/1934

e-

(

)

nda

4.O comércio e o trânsito interestadual de vegetais são normatizados pelo MAPA por meio de:

a-

(

)

legislações estaduais

b-

(

)

legislações do Mercosul

c-

(

)

legislação complementar

d-

(

)

legislação ordinária

e-

(

)

nda

5.De acordo com a Legislação Fitossanitária Brasileira, a função de ins- peção e fiscalização do trânsito internacional de vegetais é uma atividade típica do:

a-

(

)

governo federal

b-

(

)

governo estadual

c-

(

)

governo municipal

d-

(

)

bloco Mercosul

e-

(

)

nda

6.A livre circulação de bens e serviços e de fatores produtivos é uma das características do:

a-

(

)

Regulamento de Defesa Vegetal

b-

(

)

Codex Alimentarius

c-

(

)

COSAVE

d-

(

)

Mercosul

e-

(

)

Convenção Internacional de Proteção Fitossanitária

Legislação Fitossanitária 7.Os países que fazem parte do COSAVE são: a- ( ) Argentina, Brasil,

Legislação Fitossanitária

7.Os países que fazem parte do COSAVE são:

a-

(

)

Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai.

b-

(

)

Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

c-

(

)

Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, Bolívia e Equador.

d-

(

)

Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai e Bolívia.

e-

(

)

nda

8.O intercâmbio internacional de germoplasmas, geneticamente modi- ficados ou não, para fins científicos, pode ser feito por:

a-

(

)

instituições públicas

b-

(

)

universidades

c-

(

)

instituições privadas

d-

(

)

Instituições públicas e privadas

e-

(

)

nda

9.A Organização Nacional de Proteção Fitossanitária do Brasil é:

a-

(

)

a Secretaria de Agricultura

b-

(

)

o Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento

c-

(

)

o Departamento de Sanidade Vegetal (DSV)

d-

(

)

a Secretaria de Defesa Agropecuária – SDA

e-

(

)

nda

10.

O formulário de Permissão de Trânsito, que viabiliza o trânsito inte-

restadual de vegetais, é assinado por:

a-

(

)

técnicos da iniciativa privada;

b-

(

)

especialistas em fitopatologia da EMBRAPA ou Universidades;

c-

(

)

técnicos das Secretarias Estaduais de Agricultura;

d-

(

)

técnicos do Ministério da Agricultura e do Abastecimento;

e-

(

)

técnicos credenciadas para emitir CFO

11.

O Manual de Procedimentos Operacionais da Vigilância Agropecuá-

ria Internacional – VIGIAGRO - foi instituído pela:

a- (

)

Portaria nº 05 de 19/05/2003

b- (

)

Instrução Normativa nº 36 de 10 de novembro de 2006.

c_ (

)

Decreto 24.114 de 1934

d- (

)

Portaria nº 499 de 03 de novembro de 1999.

e- (

)

Portaria nº 146 de 12 de abril de 2000

Parabéns pelo seu interesse e força de vontade!

Não deixe acumular o estudo dos módulos no final do semestre!

Proteção de Plantas

Proteção de Plantas Introdução A produção vegetal - sob todos os aspectos e qualquer que seja

Introdução

A produção vegetal - sob todos os aspectos e qualquer que seja a sua finali-

dade - está sujeita a um complexo de perdas que responde por um percentual bastante elevado do seu aproveitamento, quer como insumo para as indústrias, quer dirigida diretamente para o consumo humano e dos animais. Desde a fundamentação da safra ( preparo do solo, o tratamento das semen- tes ou das mudas e a semeadura), durante o desenvolvimento das culturas, na ocasião das colheitas, no beneficiamento, na embalagem, no transporte e no armazenamento da produção, as pragas consomem ou inutilizam, por vezes,

cerca de 30% da produção. Além disso, durante o ciclo das culturas, ocorrências climáticas cíclicas anulam outra parcela bastante significativa do que se plantou

e do que se pode armazenar.

É notório que a cada dia cresce a demanda de produtos agrícolas, industria-

lizados ou in natura. Essa crescente demanda é consequência do surto popula- cional que o mundo está experimentando. Atualmente, calcula-se existir mais de 500 milhões de pessoas subalimentadas, com estimativas de aumento para 600 a 650 milhões até o final do século 21, em que pesem os grandes avanços tecnológicos da agricultura, conquistados pela pesquisa agronômica. Para atender a esse aumento populacional, as estratégias governamentais visam duplicar a produção de vegetais alimentícios, fibrosos e energéticos. Dois procedimentos poderiam ser adotados para alcançar esse objetivo:

melhorar os índices de produtividade da agricultura;

ampliar as áreas cultivadas, abrindo novas fronteiras agrícolas.

A implementação desordenada de qualquer dos casos resultaria no sur-

gimento de outros problemas, notadamente o aumento de pragas. De fato, a ampliação de áreas de cultivo implica na introdução de novas espécies ou cul- tivares, ainda não adaptadas ao ambiente. A obtenção de melhores índices de produtividade também promove a introdução de novas espécies, variedades e

cultivares. É exatamente neste intercâmbio de materiais de multiplicação vege- tal que o homem cria as condições de vulnerabilidade para introdução de novas pragas e para disseminação das já existentes. Deve-se somar a essa problemática a globalização da economia, na qual se pratica um comércio aberto e a cada dia mais diversificado, intenso em volume

e rápido no deslocamento entre países ou continente, com o previsível aumento

da possibilidade de disseminação de pragas exóticas. As perdas na agricultura ocasionadas pelo ataque de pragas e por doenças remontam desde antes da era cristã, quando a humanidade já sofria com o ata- que de gafanhotos. A mela da batata, ocasionada pelo fungo Phytophthora infestans, surgiu pela primeira vez em 1845, na Irlanda, e causou a morte de milhares de pessoas e também a emigração de outros milhares para os Estados Unidos, uma vez que a batata era, na época, a base da alimentação do povo europeu. Em 1863, as plantações de videira francesas foram praticamente dizimadas pelo ataque de uma hemíptera, praga conhecida como “Phylloxera da Videira”. Em função dela, em 1881, foi criada a Convenção Internacional Contra a Phyllo- xera da Videira, substituída em 1929, em Roma, pela Convenção Internacional de Proteção dos Vegetais, também conhecida como Convenção de Roma, da qual o Brasil faz parte como signatário. Nos Estados Unidos, em 1910, surgiu pela primeira vez, na Flórida, o can- cro cítrico, doença causada pela bactéria Xanthomonas axonopodis pv citri, por

Legislação Fitossanitária meio de mudas cítricas trazidas por imigrantes japoneses, ocasionando grandes prejuízos aos

Legislação Fitossanitária

meio de mudas cítricas trazidas por imigrantes japoneses, ocasionando grandes

prejuízos aos citricultores e à economia americana. Por isso, em 1912, foi criada a Lei de Quarentena Vegetal dos EUA.

A primeira referência de gafanhotos no Brasil data de 1888, quando se ve-

rificou grande infestação de Schistocerca pallens nos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte. Em 1938, 1942 e 1946, invasões de Schistocerca cancella- ta, partindo da Argentina, atingiram todo Sul e Sudeste brasileiro. E, em 1984, a mais intensa de todas infestações ocorreu em Mato Grosso, com o gafanhoto migratório Rhammatocerus schistocercoides ocupando uma faixa compreen- dida entre os paralelos 12 e 15, desde a divisa com Rondônia até o Vale do Rio Araguaia, na divisa com Goiás. Em 1905, foi detectada a presença da mosca das frutas, Ceratitis capitata (mosca do mediterrâneo), que atualmente se encontra difundida em todo terri- tório brasileiro. Em 1922, surgiu o mosaico da cana-de-açúcar e, em 1945, outra virose apareceu em pomares cítricos: a Tristeza dos Citros, provavelmente por material cítrico proveniente da África do Sul ou Argentina. Só no estado de São Paulo foram destruídas cerca de 12 milhões de plantas. Em 1957, também introduzido no Brasil por imigrantes japoneses, surgiu o

cancro cítrico, na região de Presidente Prudente (SP). Hoje, a praga se encontra disseminada nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Pau- lo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Roraima. Trata-se de uma grande ameaça à citricultura nacional, principalmente na região produtora con- siderada nobre, em São Paulo, responsável pela exportação de US$ 1,5 bilhões/ ano em suco de laranja.

A ferrugem do cafeeiro, Hemileia vastatrix, surgiu pela primeira vez no Brasil

em 1970, em Itabuna (BA), causando grande preocupação para a cafeicultura nacional, e com a erradicação, na época, de milhares de pés de café em Minas

Gerais, Espírito Santo e São Paulo. Rapidamente, a doença se espalhou para to- das regiões produtoras do país.

O moko da bananeira, causado pela bactéria Pseudomonas solanacearum

raça 2, foi identificado no Brasil,em 1976, no Amapá, e vem causando sérios pre-

juízos para a cultura na região Norte.

Em 1983, surgiu o bicudo do algodoeiro, Anthonomus grandis, nas imedia- ções do aeroporto internacional de Viracopos, Campinas (SP). No mesmo ano, foi identificado em Americana (SP) e Campina Grande (PB) e hoje se encontra nas principais regiões brasileiras onde se pratica a cotonicultura.

A vespa-de-madeira, Sirex noctillio, de origem eurasiana, que ataca Pinus

spp., foi constatada no Brasil em 1988 e já atinge o Rio Grande do Sul, Santa Ca- tarina e Paraná. Outra doença importante introduzida no Brasil é o nematoide de cisto da soja, detectado em 1992 e já espalhado em regiões produtoras de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo.

A mariposa Cydia pomonella, que causa severos danos em rosáceas, foi

constatada em 1991 em regiões suburbanas dos municípios de Vacaria (RS) e Lajes (SC). Em 1996, outra praga dos Citros foi introduzida no país, o minador da folha dos citros, Phyllocnistis citrella, detectada em São Paulo e disseminada para quase todos os estados brasileiros. Nesse mesmo ano, outras pragas de grande importância pelo seu potencial

de dano econômico foram introduzidas/disseminadas no país, tais como:

Bactrocera carambolae (Mosca da carambola), introduzida no

Oiapoque (AP);

Bemisia argentifolii raça B (mosca branca), disseminada a partir

de São Paulo, observada atacando cucurbitáceas, solanáceas e plantas ornamen-

tais, entre outras.

Proteção de Plantas

Proteção de Plantas Em 1998, constatou-se a ocorrência da Sigatoka Negra ( Mycosphaerella fi- jiensis var.

Em 1998, constatou-se a ocorrência da Sigatoka Negra (Mycosphaerella fi- jiensis var. difformis) em plantios de bananeiras no Amazonas e Acre. Atualmen- te, além desses estados, a praga já foi identificada em Rondônia e Mato Grosso e, mais recentemente nas regiões Sudeste/Sul, onde se localizam as principais áreas produtivas e de exportação. A ferrugem asiática da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, foi

pela primeira vez relatada no Brasil em 2001 e já se encontra nos principais es- tados produtores. Em março de 2004, foi relatada em São Paulo (Araraquara) a praga Candidatus liberibacter spp., conhecida por greening ou huanglongbing, considerada em todo mundo a mais importante praga dos citros. Em 2009, duas importantes pragas foram introduzidas em Roraima: o Ácaro Vermelho das Palmeiras e o Ácaro Hindu. No mesmo estado, em 2011, foi detec- tada pela primeira vez a Cochonilha Rosada. Essas pragas introduzidas em áreas indenes causaram e vêm causando gran- des prejuízos à economia nacional. Uma vez introduzidos, esses agentes pode- rão ser disseminados para as mais diversas regiões, seja pelo próprio homem ou pela natureza. Daí, a necessidade de se estabelecer Normas e Procedimentos (Legislação Fitossanitária), abrangendo todos os aspectos da cadeia produtiva, desde a pro- dução, armazenamento, processamento e comercialização (trânsito interestadu-

al e internacional), com o objetivo de salvaguardar o agronegócio brasileiro. Economicamente, este método seria o mais viável, pois, uma vez estabele-

este método seria o mais viável, pois, uma vez estabele- O Método de Controle Legislativo aplica-se,

O Método de Controle Legislativo aplica-se, especialmente, aos princípios de exclusão e erradicação, por meio da regulamentação da importação, exportação, comércio e trânsito interno de vegetais, par- tes de vegetais, produtos e subprodutos vegetais, além de indireta- mente estar envolvido no controle químico, pois atua no registro, pro- dução e comércio de agrotóxicos.

cida em determinada área, torna-se difícil o controle dessa praga e, na maioria das vezes, sua erradicação é quase impossível. A convivência com uma praga

estabelecida em determinada área exige diversos métodos de controle que, em geral, são bastante onerosos para o agricultor e danosos para a economia local, estadual e nacional. Antes de iniciarmos a leitura específica das legislações e normas fitossani- tárias, é de fundamental importância o conhecimento dos termos fitossanitá- rios definidos pela Convenção Internacional de Proteção Fitossanitária – CIPV/ FAO (Norma Internacional de Medidas Fitossanitárias - NIMF nº 05/2002. Todas as NIMFs, atualizadas, poderão ser encontradas no site: https://www.ippc.int/ servlet/CDSServlet?status=ND0xMzM5OSY2PWVuJjMzPSomMzc9a29z). Os ter- mos abaixo serão apresentados ao longo da apostila. Nunca deixe de consultar

o glossário, ele facilitará a leitura e o entendimento do tema.

Legislação Fitossanitária Capítulo 1 Glossário de Termos Fitossanitários Ação emergencial Ação fitossanitária

Legislação Fitossanitária

Capítulo

1
1

Glossário de Termos Fitossanitários

Ação emergencial Ação fitossanitária imediata adotada em situ- ação fitossanitária nova ou inesperada [ICPM,

2001]

Ação fitossanitária Uma operação oficial, tal como inspeção, tes- tagem, vigilância ou tratamento, realizado para implementar medidas fitossanitárias [ICPM, 2001; revisada ICPM, 2005]

Agente de controle bioló- gico

ALP

Um inimigo natural, antagonista ou compe- tidor, ou outro organismo usado para controle

de pragas [ISPM No. 3, 1996; revisada ISPM No.

3, 2005]

Área

revisada

ICPM, 2001]

Livre

de

Pragas

[FAO,

1995;

O processo de avaliação biológica ou outra evi-

dência científica e econômica para determinar se um organismo é uma praga, se ela deve ser regulada, e a força de qualquer medida fitos- sanitária adotada contra ela [FAO, 1995; revisa- da CIPV, 1997; ISPM No. 2, 2007]

Antagonista Um organismo (geralmente patógeno) que não causa nenhum dano significativo ao hos- pedeiro, mas sua colonização protege o hospe- deiro de danos subsequentes por uma praga [ISPM No. 3, 1996]

Análise de Risco de Pragas (interpretação acordada)

Apreensão

Manter uma partida sob custódia oficial ou confinamento, como medida fitossanitária (ver quarentena) [FAO, 1990; revisto por FAO, 1995; CEPM, 1999; ICPM, 2005]

Aprovação (de uma parti- da)

Verificação de conformidade com a regula- mentação fitossanitária [FAO, 1995]

Área

Um país, parte ou todo o país, ou ainda partes

Área ameaçada

de diversos países oficialmente definidas [FAO, 1990; revisto FAO, 1995; CEPM, 1999; baseado no Acordo sobre Aplicação de Medidas Sanitá- rias e Fitossanitárias da Organização Mundial do Comércio] Ver área de perigo

Área controlada Área regulamentada que a ONPF tenha de- terminado como área mínima necessária para prevenir a disseminação de uma praga de uma área quarentenária [CEPM, 1996]

Área da ARP

Área em relação à qual a Análise de Risco de Pragas é realizada [FAO, 1995]

Proteção de Plantas

Dose absorvida Quantidade de energia irradiante (em gray) ab-

de pragas

conforme identificado pelas autoridades com-

Declaração Adicional Uma petentes declaração - na qual que uma é praga requerida específica por um ocorra país

em importador baixos níveis declarada e que no esteja Certificado sujeita a Fitossa- medida

efetiva nitário de e que vigilância, proporciona controle informação ou erradicação adicio-

nal CIPV, específica 1997] sobre uma partida em relação a

Área de quarentena Uma uma da ICPM, praga área 2005] dentro regulamentada da qual uma [FAO, praga 1990; quaren- revisa- tenária está presente e está sendo oficialmen-

Um organismo (geralmente patógeno) que

te controlada [FAO, 1990; revisada FAO, 1995] não causa nenhum dano significativo ao hos- Área em perigo Área pedeiro, onde mas fatores sua colonização ecológicos protege favorecem o hospe- o es-

Antagonista

sorvida por unidade de massa de um alvo espe-

Área de baixa prevalência

Uma área - seja toda a área de um país, parte

de um país, ou ainda partes de diversos países,

cífico [ISPM No. 18, 2003]

deiro tabelecimento de danos subsequentes de uma praga por cuja uma presença praga

em [ISPM determinada No. 3, 1996] área resultará em importan-

Um tes país, perdas parte econômicas ou todo o (ver país, Suplemento ou ainda partes do

de Glossário diversos Nº países 2) [FAO, oficialmente 1995] definidas [FAO,

Área livre de praga Área 1990; na revisto qual uma FAO, praga 1995; CEPM, específica 1999; não baseado ocorre

Área

no como Acordo demonstrado sobre Aplicação por evidências de Medidas científicas Sanitá-

rias e Fitossanitárias da Organização Mundial

na qual, quando apropriado, esta condição é

mantida do Comércio] oficialmente [FAO, 1995]

e

que uma ONPF deter-

Área de baixa prevalência

de pragas

1990; conforme omitido identificado pela FAO, pelas 1995; autoridades novo conceito com- da

petentes CEPM, 1996] - na qual uma praga específica ocorra

em baixos níveis e que esteja sujeita a medida Área regulamentada Uma efetiva área de vigilância, dentro da qual controle e/ou ou a partir erradicação da qual

plantas, CIPV, 1997] produtos de plantas e outros artigos

Casca

mentações zes externas ou ao procedimentos câmbio [CPM, 2008] fitossanitários

Madeira livre de casca Madeira para prevenir cuja casca a introdução foi removida, e/ou exceto dissemina- a cas-

ca ção encravada de pragas nos quarentenárias nós e bolsões ou de para casca limitar entre

impacto econômico de pragas não quaren-

os anéis de crescimento anual [ISPM No. 15,

tenárias 2002; revisada regulamentadas CPM, 2008] (ver Suplemento

do Qualquer Glossário organismo, No. 2) [CEPM, direta 1996; ou indiretamente, revisto CEPM, 1999; vantajoso ICPM, para 2001] plantas ou produtos de plan-

Análise tas, inclusive de Riscos agentes de Pragas de controle [FAO, 1995; biológico revi-

ARP

[ISPM sada ICPM, No. 3, 2001] 2005]

Agente de controle bioló-

Artigo gico regulamentado

de armazenamento, pragas [ISPM No. embalagem, 3, 1996; revisada transporte, ISPM con- No.

têiner, solo e qualquer outro organismo, obje-

Zona Tampão Uma to ou área material circundada capaz de ou abrigar adjacente ou a disseminar uma área

oficialmente pragas, julgadas delimitada como requerendo para propósitos medidas fitos- fi-

sanitários, tossanitárias, com particularmente vista a minimizar quando a probabilida- envol-

vendo de de disseminação o transporte internacional de pragas-alvo, [FAO, dentro 1990;

ou revisto fora FAO, da área 1995; delimitada, CIPV, 1997] e sujeita a medidas

fitossanitárias Avaliação da probabilidade ou de controle, de caso que uma apropriado praga

Avaliação de risco da pra- ga (para pragas não qua- rentenárias regulamenta-

Bulbos e tubérculos Uma classe de produto básico (commodity)

das)

Um inimigo natural, antagonista ou compe- tidor, Qualquer ou outro planta, organismo produto usado de planta, para controle local de

Organismo benéfico

A regulamentados camada amadeirada são do submetidos tronco, ramo a regula- ou raí-

Área Área protegida ameaçada

Uma minou área como - seja a área toda mínima a área de necessária um país, para parte a

de proteção um país, efetiva ou ainda de uma partes área de em diversos perigo países, [FAO,

Ver área de perigo

Uma

área regulada

o

3, 2005]

[ISPM em plantas No. 10, para 1999; plantio revisada afete ISPM o uso No. proposto 22, 2005; CPM, daquelas 2007] plantas com um impacto econômico

inaceitável para partes (ver de Suplemento plantas subterrâneas do Glossário dormen- No. 2) [ICPM, tes com 2005] uso proposto para plantio (incluindo cormos e rizomas) [FAO, 1990; revisada ICPM,

2001]

No. 2) [ICPM, tes com 2005] uso proposto para plantio (incluindo cormos e rizomas) [FAO, 1990;
Legislação Fitossanitária Avaliação de risco da pra- ga (para pragas quarente- nárias ) Impregnação química

Legislação Fitossanitária

Avaliação de risco da pra-

ga (para pragas quarente- nárias) Impregnação química por pressão

Certificado Documento oficial que atesta a condição fitos-

Avaliação da probabilidade de introdução e

sanitária de qualquer partida afetada pela re-

disseminação de uma praga e a magnitude

gulamentação fitossanitária [FAO, 1990]

das consequências econômicas potenciais as-

sociadas Tratamento (ver da Suplemento madeira com de Glossário um preservante No. 2)

[FAO, químico 1995; por revisto um processo pela ISPM de No. pressão 11, 2001; de acor- ISPM

Biotecnologia moderna Aprovação (de uma parti- da) Comissão

do No. com 2, 2007] uma especificação técnica oficial [ISPM A No. aplicação 15, 2002; de: revisada ICPM, 2005]

Verificação a. Técnicas de conformidade de ácido nucléico com in a vitro, regula- in-

mentação fitossanitária [FAO, 1995]

desoxirribonucléico

A Comissão (DNA) de e medidas injeção direta fitossanitárias de ácido nucléi- esta-

belecida co sob em o artigo células XI ou [CIPV, organelas; 1997] ou

cluindo

ácido

Produto básico b. Um Fusão tipo de de células planta, além produto da família de planta taxonômica, ou ou-

que tro artigo, ultrapasse sendo a reprodução movimentado fisiológica pelo comércio natural

ou ou recombinação para outro propósito de barreiras [FAO, e 1990; que revisada não são

técnicas ICPM, 2001] usadas na seleção e melhoramento Classe de produto básico tradicionais. Uma categoria [Cartagena de produtos Protocol básicos on Biosafety similares to

the (juntos) Convention que pode on Biological ser considerada Diversity, numa 2000] regu- lamentação fitossanitária [FAO, 1990]

Bulbos e tubérculos Uma classe de produto básico (commodity)

Lista de pragas ocorrendo em uma área que pode para partes ser associada de plantas a um subterrâneas produto básico dormen- espe- cífico tes com [CEPM, uso 1996] proposto para plantio (incluindo Organismo cormos e rizomas) que compete [FAO, 1990; com pragas revisada por ICPM, ele- mentos 2001] essenciais (ex.: comida, abrigo) em um

Parcela ambiente de [ISPM terra com No. 3, limites 1996] definidos dentro de

Procedimento um local de produção oficial usado sobre o para qual verificar um produ- se

Competidor

Lista de pragas de produ- to básico

Campo Procedimento de confor- midade (para uma partida)

Casca

uma to básico partida é cultivado cumpre [FAO, os requisitos 1990] fitossanitá-

rios A camada estabelecidos amadeirada ou medidas do tronco, fitossanitárias ramo ou raí- referentes zes externas ao ao trânsito câmbio [CPM, [CEPM, 2008] 1999; revisada CPM, 2009]

Processo Quantidade pelo de qual plantas, a madeira produtos é seca de em plantas uma

câmara e/ou outro fechada artigo usando movimentado calor e/ou de controle um país de

umidade para outro para e acompanhado, atingir o conteúdo quando de requerido, umidade

requerido por um único [ISPM Certificado No. 15, 2002] Fitossanitário (uma

Volume partida de pode material se composta com uma de um configuração ou mais pro- de

carga dutos específica, básicos ou considerado lotes) [FAO, como 1990; uma revisada única

entidade ICPM, 2001] [NIMF n.º 18, 2003]

Calor Partida seco

Carga de processamento

Categorização Partida em trânsito de pragas Processo Partida importada, que para e passa que determinar pode através ser de se submetida um uma país, praga sem a me- tem ser ou tenária didas não fitossanitárias características ou de uma praga [FAO, de uma não-quarentenária 1990; praga revisto quaren- pela regulamentada CEPM, 1996; CEPM [ISPM 1999; No. ICPM, 11, 2001] 2002; ISPM No. 25, 2006; anteriormente país de trânsito]

Documento oficial que atesta a condição fitos-

Certificado

Contenção Aplicação de medidas fitossanitárias em ou

sanitária em torno de de qualquer uma área partida infestada afetada para prevenir pela re-

gulamentação a disseminação fitossanitária de uma praga [FAO, [FAO, 1990] 1995]

Praga contaminante Praga que é carregada ou transportada por um

Uso produto de procedimentos básico e, no caso fitossanitários, de planta e produ- levan- do tos de à emissão plantas, do não Certificado infesta aquelas Fitossanitário plantas ou [FAO, produtos 1990] de plantas [CEPM, 1996; revisada

Certificação fitossanitária

Certificado Fitossanitário Contaminação

CIPP

Certificado CEPM, 1999] padronizado de acordo com o mo-

delo Presença de certificados em um produto da CIPV básico, [FAO, 1990] local de ar-

mazenamento, veículo ou contêiner, de pragas

Convenção ou outro artigo Internacional regulamentado, de não Proteção constituin- das

Plantas, do uma conforme infestação proposta (ver infestação) em 1951, na [CEPM, FAO

em 1997; Roma revisada e, CEPM, subsequentemente, 1999] emendada [FAO, 1990; revisada ICPM, 2001]

Proteção de Plantas

Classe de produto básico

Controle (de uma praga) Supressão, contenção ou erradicação de uma

(juntos) população que de pode praga ser [FAO, considerada 1995] numa regu-

Ponto de controle

Comissão A específicos Comissão podem de medidas ser aplicados fitossanitárias para se conse- esta-

guir belecida um efeito sob o artigo definido XI [CIPV, e que 1997] podem ser me-

Competidor Organismo didos, monitorados, que compete controlados com pragas e corrigidos por ele- [ISPM mentos No. essenciais 14, 2002] (ex.: comida, abrigo) em um

Área ambiente regulamentada [ISPM No. 3, 1996] que a ONPF tenha de-

terminado como área mínima necessária para Presença prevenir a em disseminação um produto básico, de uma local praga de ar- de

uma mazenamento, área quarentenária veículo ou [CEPM, contêiner, 1996] de pragas ou Plano outro documentado artigo regulamentado, de ações fitossanitárias não constituin-

do uma infestação (ver infestação) [CEPM,

ser implementadas em uma área oficialmen-

a

Área controlada

Contaminação

Um lamentação passo no fitossanitária sistema, no qual [FAO, procedimentos 1990]

Uma categoria de produtos básicos similares

Plano de ação corretiva (em uma área)

te 1997; delimitada revisada para CEPM, fins 1999] fitossanitários, se uma Contenção Aplicação praga for detectada de medidas ou fitossanitárias determinado nível em de ou

em pragas torno for de excedido uma área ou infestada no caso de para uma prevenir imple-

mentação mal-sucedida dos procedimentos es-

Supressão, tabelecidos contenção oficialmente ou [CPM, erradicação 2009] de uma

País população onde as de plantas, praga [FAO, a partir 1995] das quais o pro-

partida de produto de

Controle oficial A imposição ativa das regulamentações fitos-

plantas) País de origem (de uma partida de plantas) País de origem (de artigos regulamentados diferen- tes de plantas e produtos de plantas)

Flores cortadas e ramos Classe de produto básico para partes de plan-

Convenção

para a Proteção dos Vege-

Proteção

das revisada (ver Suplemento CEPM, 1996; de CEPM, Glossário 1999] No. 1) [ICPM,

mente pragas contaminado não-quarentenárias por pragas regulamenta- [FAO, 1990;

País pragas onde quarentenárias o artigo regulamentado ou para o manejo foi inicial- de

1990; o objetivo revisada de CEPM, erradicação 1996; CEPM, ou contenção 1999] de

cedimentos País onde as fitossanitários plantas foram obrigatórios, cultivadas [FAO, com

sanitárias [FAO, 1990; obrigatórias revisada CEPM, e a 1996; aplicação CEPM, de 1999] pro-

duto de planta é derivado, foram cultivadas

Controle (de uma praga) País de origem (de uma

a

disseminação de uma praga [FAO, 1995]

2001]

Internacional

Convenção

tas dos com Vegetais, utilização conforme proposta depositada para uso na decora- FAO,

tivo em Roma, e não para em 1951 plantio e, [FAO, subsequentemente, 1990; revisada

emendada ICPM, 2001] [FAO, 1990]

Internacional

para

a

tais

Declaração Madeira descascada Adicional Uma Madeira declaração que tenha que sido é requerida submetida por a qualquer um país processo importador resultante declarada na no remoção Certificado de casca Fitossa- (ma- deira nitário descascada e que proporciona não é necessariamente informação adicio- ma- deira nal específica livre de sobre casca) uma [CPM, partida 2008; em substituindo relação a descascamento] uma praga regulamentada [FAO, 1990; revisa-

Levantamento da ICPM, 2005] conduzido para estabelecer

limites Procedimento de uma que área resulta considerada em plantas infestada ou pro- ou

Levantamento de delimi- tação Desvitalização

dutos livre de de uma plantas praga incapazes [FAO, 1990] de [FAO, germinação, 1990] desenvolvimento Levantamento conduzido ou futura em reprodução uma área [ICPM, para

2001] determinar se pragas estão presentes [FAO, O 1990, Manter processo revisto uma de por partida detecção FAO, 1995] sob e identificação custódia oficial de uma ou

Diagnose Apreensão de pragas

confinamento, praga [ISPM No. como 27, 2006] medida fitossanitária Disseminação Expansão (ver quarentena) da distribuição [FAO, 1990; geográfica revisto por de FAO, uma

Levantamento

de

detec-

ção

praga 1995; CEPM, dentro 1999; de uma ICPM, área 2005] [FAO, 1995]

Procedimento que resulta em plantas ou pro-

Dose absorvida Quantidade de energia irradiante (em gray) ab-

sorvida dutos de por plantas unidade incapazes de massa de de um germinação, alvo espe-

desenvolvimento cífico [ISPM No. 18, ou 2003] futura reprodução [ICPM,

2001]

dose mínima absorvida concentrada den-

A

tro da carga de processamento [ISPM No. 18,

2003]

Desvitalização

Dose

mínima

absorvida

(Dmin)

den- A tro da carga de processamento [ISPM No. 18, 2003] Desvitalização Dose mínima absorvida (Dmin)
Legislação Fitossanitária Dosimetria Sistema usado para determinar a dose absor- Medição da distribuição da dose

Legislação Fitossanitária

Dosimetria Sistema usado para determinar a dose absor-

Medição da distribuição da dose absorvida

Mapeamento de dose

vida, dentro consistindo de uma carga de medidores processada de por dose, meio ins- de

trumentos medidores de de medição dose colocados e suas normas nos locais de espe- refe-

rência cíficos associados, dentro da carga e procedimentos processada para [ISPM uso No. do

sistema 18, 2003] [ISPM No. 18, 2003]

Dispositivo que, quando irradiado, exibe uma

Ecossistema Um complexo dinâmico de plantas, animais e

comunidades mudança quantificável de micro-organismos em algumas proprieda- e seu am-

biente des do abiótico, equipamento, interagindo que pode como ser uma relacionada unidade

Medidor de dose

funcional à dose absorvida [ISPM No. em 3, 1996; um dado revisada material ICPM, 2005] usan-

Efeito do instrumentação definido, mensurável e técnicas e reproduzível analíticas apro- de

um priadas tratamento [ISPM No. prescrito 18, 2003] [ISPM No. 18, 2003]

Eficácia (tratamento)

Sistema usado para determinar a dose absor-

Embalagem Material utilizado no suporte, proteção ou

transporte vida, consistindo de um de produto medidores básico de [ISPM dose, ins- No. 20, trumentos 2004] de medição e suas normas de refe- rência associados, e procedimentos para uso do Inspecionar sistema [ISPM uma No. 18, partida, 2003] campo ou local de

Encontrado livre

Dosimetria

Estrado produção cífica Material [FAO, de e 1990] considerá-lo embalagem livre de madeira de praga usado espe- para segurar e suportar um produto básico,

Entrada (de uma partida)

Movimento mas que não através permanece de um associado ponto de ao produto entrada

em básico uma [FAO, área 1990; [FAO, revisada 1995] ISPM No. 15, 2002]

Entrada (de uma praga) Movimento de uma praga dentro de uma área,

Um complexo dinâmico de plantas, animais e

onde comunidades ela não está de micro-organismos ainda ou está presente, e seu mas am-

não biente amplamente abiótico, interagindo distribuída como e sendo uma oficial- unida-

mente de funcional controlada [ISPM [FAO, No. 3, 1995] 1996; revisada ICPM,

Situação 2005] em que, para um risco de praga es-

Eficácia (tratamento) Efeito definido, mensurável e reproduzível de

pecificado, diferentes medidas fitossanitárias

são um implementadas, tratamento prescrito alcançando [ISPM No. o nível 18, 2003] de pro-

Ação emergencial

tante ação fitossanitária [FAO, 1995; revisto nova por ou CEPM, inesperada 1999; [ICPM, base-

ado 2001] no Acordo de Medidas Sanitárias e Fitossa-

Medida emergencial nitárias Medida da fitossanitária Organização estabelecida Mundial do Comércio; como as-

revisto sunto de na urgência ISPM No. em 24, uma 2005] situação fitossanitá-

Erradicação

minar cial pode uma ou praga não ser de uma uma área medida [FAO, provisória 1990; re-

visto [ICPM, FAO, 2001; 1995; revisada anteriormente ICPM, 2005] erradicar] Área em perigo Área onde fatores ecológicos favorecem o es- Espécime de referência Espécime tabelecimento de uma de população uma praga de um cuja organismo presença

Aplicação ria nova ou de inesperada. medidas fitossanitárias Uma medida emergen- para eli-

fitossanitárias)

Equivalência (de medidas

Ecossistema

teção Ação fitossanitária fitossanitário apropriado imediata adotada da parte em contra- situ-

específico, em determinada conservado área e resultará acessível em para importan- fins de

identificação, tes perdas econômicas verificação ou (ver comparação Suplemento [ISPM do

No. Glossário 3, 2005; Nº revisada 2) [FAO, CPM, 1995] 2009]

Estabelecimento Entrada (de uma partida) Perpetuação, Movimento através para o de futuro um ponto previsível, de entrada de uma

praga em uma dentro área [FAO, de uma 1995] área após a entrada

Entrada (de uma praga) [FAO, Movimento 1990; de revisto uma por praga FAO, dentro 1995; de CIPV, uma 1997; área,

anteriormente onde ela não está estabelecida] ainda ou está presente, mas

Estação de crescimento Período não amplamente ou períodos distribuída do ano quando e sendo as plantas oficial- crescem mente controlada ativamente [FAO, em uma 1995] área, local de pro-

dução Situação ou em sítio que, de produção para um risco [FAO, de 1990; praga revisa- es- da pecificado, ICPM, 2003] diferentes medidas fitossanitárias

são implementadas, alcançando o nível de pro-

Estação teção fitossanitário oficial para apropriado o armazenamento da parte de contra- plan-

tas tante ou [FAO, produtos 1995; revisto de plantas por CEPM, em quarentena. 1999; base-

[FAO, ado no 1990; Acordo revisada de Medidas FAO, 1995; Sanitárias anteriormente e Fitossa-

Estação quarentenária

Equivalência (de medidas fitossanitárias)

estação nitárias da ou Organização instalações de Mundial quarentena] do Comércio; revisto na ISPM No. 24, 2005]

Proteção de Plantas

Erradicação Estrado

Estabelecimento

Fiscal

Flores Campo cortadas e ramos

Encontrado livre

Fresco (a) (natural)

Livre de (para uma parti- da, Frutos campo e vegetais ou local de pro- dução)

Fresco (a) (natural)

Fumigação

Frutos e vegetais

Gama de hospedeiros

Fumigação

Germoplasmas

Germoplasmas Grãos

Grãos

Gray (Gy)

Aplicação Material de de medidas embalagem fitossanitárias de madeira para usado eli-

minar para segurar uma praga e suportar de uma um área produto [FAO, 1990; básico, re-

mas visto que FAO, não 1995; permanece anteriormente associado erradicar] ao produto

básico Perpetuação, [FAO, 1990; para revisada o futuro ISPM previsível, No. 15, de 2002] uma

Pessoa praga dentro autorizada de pela uma Organização área após a Nacional entrada

de [FAO, Proteção 1990; revisto Fitossanitária por FAO, para 1995; realizar CIPV, deter- 1997;

anteriormente minadas funções estabelecida] [FAO, 1990]

Parcela Classe de de produto terra com básico limites para definidos partes dentro de plan- de

tas um local com de utilização produção proposta sobre o para qual uso um decora- produ-

tivo to básico e não é cultivado para plantio [FAO, [FAO, 1990] 1990; revisada

Inspecionar ICPM, 2001] uma partida, campo ou local de

Vivo, produção que não e considerá-lo está seco, congelado livre de praga em tempe- espe-

raturas cífica [FAO, extremas 1990] ou conservado de outra forma

Sem [FAO, pragas 1990] (ou praga específica) em número

e

Uma classe de produto básico para partes aplicação frescas de de planta procedimentos com uso proposto fitossanitários para con- [FAO, sumo 1990; ou processamento revisada FAO, 1995; e não CEPM, para 1999] plantio Vivo, [FAO, que 1990; não revisada está seco, ICPM, congelado 2001] em tempe-

raturas Tratamento extremas com ou um conservado agente químico de outra que forma al-

[FAO, cança 1990] um produto básico no todo ou prima- Uma riamente classe em de um produto estado gasoso básico [FAO, para 1990; partes re- frescas visada FAO, de planta 1995] com uso proposto para con- sumo Espécies ou capazes, processamento sob condições e não para naturais, plantio de

[FAO, suprir 1990; uma revisada praga específica ICPM, 2001] ou outro organis- Tratamento mo [FAO, 1990; com revisto um agente por ISPM químico No. 3, 2005] que al- cança Plantas riamente melhoramento um com em produto um uso ou estado proposto conservação básico gasoso para no todo [FAO, [FAO, programas ou 1990] 1990; prima- re- de visada Classe Plantas de FAO, com produto 1995] uso proposto básico para para sementes, programas com de uso melhoramento proposto para ou conservação processamento [FAO, ou 1990] consumo

não para plantio (ver sementes) [FAO, 1990;

e

Classe de produto básico para sementes, com uso revisada proposto ICPM, para 2001] processamento ou consumo Unidade não para de plantio dose absorvida (ver sementes) onde 1Gy [FAO, é 1990; equi-

e

valente revisada à ICPM, absorção 2001] de 1 jaule por quilograma (1

quantidades que podem ser detectadas pela

Gray (Gy) Unidade Gy = 1 J.kg de -1) dose [ISPM absorvida No. 18, 2003] onde 1Gy é equi-

valente Parte de à um absorção ecossistema de 1 jaule com por condições quilograma nas (1

quais Gy = 1 um J.kg organismo -1) [ISPM No. ocorre 18, 2003] naturalmente ou

Qualquer onde pode material se estabelecer no qual [ICPM, raízes 2005] de plantas são O estabelecimento, cultivadas ou com reconhecimento uso proposto para e aplica- aque-

ção, por diferentes países, de medidas fitos-

le

Período sanitárias de baseadas tempo de em crescimento normas semelhantes ativo duran-

[FAO, 1995; revisto por CEPM, 1999; baseado no

te

Habitat

Meio de crescimento Harmonização

objetivo [FAO, 1990]

Período de crescimento (de uma espécie de planta)

Estação de crescimento Período Acordo de ou Medidas períodos Sanitárias do ano quando e Fitossanitárias as plantas da crescem Organização ativamente Mundial em uma do Comércio] área, local de pro-

dução Tratamento ou sítio da de madeira produção com [FAO, um 1990; preservante revisa-

químico da ICPM, por 2003] um processo de pressão de acor-

do com uma especificação técnica oficial [ISPM

Impregnação química por pressão

a estação de crescimento [ICPM, 2003]

por pressão a estação de crescimento [ICPM, 2003] Habitat Parte No. 15, de 2002; um revisada

Habitat

Parte No. 15, de 2002; um revisada ecossistema ICPM, com 2005] condições nas

interceptação

(de

uma

O

quais um organismo ocorre naturalmente ou

rechaço ou entrada controlada de uma par-

partida)

tida onde importada pode se estabelecer devido a falhas [ICPM, no 2005] cumprimen-

to das regulamentações fitossanitárias [FAO, 1990; revisada FAO, 1995]

Interceptação

(de

uma

A

detecção de uma praga durante inspeção ou

praga)

teste de uma partida importada [FAO, 1990; re- visto por CEPM, 1996]

Legislação Fitossanitária Introdução Entrada de uma praga, resultando no seu es- Harmonização tabelecimento

Legislação Fitossanitária

Introdução Entrada de uma praga, resultando no seu es-

Harmonização

tabelecimento ção, por diferentes [FAO, países, 1990; de revisto medidas FAO, fitos- 1995;

CIPV, sanitárias 1997] baseadas em normas semelhantes

Tornar [FAO, 1995; os micro-organismos revisto por CEPM, 1999; incapazes baseado de no se

Inativação

desenvolver Acordo de Medidas [ISPM No. Sanitárias 18, 2003] e Fitossanitárias

Incidência (de uma praga) Proporção da Organização ou número Mundial de do unidades Comércio] de uma pra-

pelas

ga ou partes presentes outra contratantes população em uma da definida amostra, CIPV, baseadas [CPM, partida, 2009] nas campo Nor- mas Internacionais [CIPV, 1997]

Incursão Tratamento a quente tectada População O processo em isolada uma pelo área, qual de praga não um sabidamente produto recentemente básico esta- de- é belecida, aquecido por um período mas até alcançar com mínimo sobrevivência a temperatura de tempo, esperada de mínima, acordo no futuro com especificação imediato [ICPM, oficial 2003] [ISPM No. 15, 2002;

Infestação (de um produ-

Praga to básico) caronista Lista de pragas de hospe- deiro Inseto estéril

Gama de hospedeiros

tratamento Espécies capazes, específico, sob é condições incapaz de se naturais, de

reproduzir suprir uma [ISPM praga No. específica 3, 2005] ou outro organis-

Inspeção

regulamentados

mo Exame [FAO, visual 1990; oficial revisto de por plantas, ISPM No. produtos 3, 2005] de

harmonizadas

Medidas

O estabelecimento, reconhecimento e aplica-

fitossanitárias

Medidas

fitossanitárias

estabelecidas

Presença revisto por em ICPM, um 2005] produto básico de uma pra- ga Ver viva praga da contaminante planta ou produto de planta em

Lista 1997; questão. de revisto pragas A infestação por que CEPM, infestam inclui 1999] espécies infecção de [CEPM, plan- tas, globalmente ou em uma área [CEPM, 1996;

Um revisto inseto por que, CEPM, como 1999] resultado de um

Permissão de Importação Documento oficial autorizando a importação de

um para produto determinar básico, se de pragas acordo estão com requerimen- presentes e/

sua conformidade com as regulamen-

ou

tos fitossanitários específicos para importa-

ção tações [FAO, fitossanitárias 1990; revisto [FAO, por FAO, 1990; 1995; revisto ICPM, por

FAO, 2005] 1995; anteriormente Inspecionar]

plantas

a

ou

outros

artigos

Integridade (de uma par-

Inativação Tornar os micro-organismos incapazes de se

tida)

Incidência (de uma praga) Proporção documento ou oficialmente número de unidades aceito, mantido de uma pra- sem

ga perdas, presentes adições em ou uma substituições amostra, partida, [CPM, 2007] campo

Inimigo natural

Incursão

a tectada limitar a em população uma área, daquele não sabidamente organismo. Isto esta- in-

clui belecida, parasitóides, mas com parasitas, sobrevivência predadores, esperada orga- no

nismos futuro imediato fitofagos [ICPM, e patógenos 2003] [ISPM No. 3, 1996;

Infestação (de um produ-

ga viva da planta ou produto de planta em

Irradiação Tratamento com qualquer tipo de radiação io-

nizante questão. [ISPM A infestação No. 18, 2003] inclui infecção [CEPM,

Legislação Qualquer 1997; revisto ato, por lei, CEPM, regulamentação, 1999] diretriz ou

outra plantas Exame ordem visual ou outros oficial administrativa de artigos plantas, promulgada regulamentados produtos pelo de governo para determinar [ISPM No. se 3, pragas 1996] estão presentes e/

Leis básicas garantindo autoridade legal para

sua conformidade com as regulamen-

a tações Organização fitossanitárias Nacional [FAO, de 1990; Proteção revisto Fitos- por

sanitária, FAO, 1995; a anteriormente partir das quais Inspecionar] regulamentações

fitossanitárias Pessoa autorizada podem pela ser Organização exaradas [FAO, Nacional 1990;

revisto de Proteção pela FAO, Fitossanitária 1995] para realizar deter-

Um minadas procedimento funções [FAO, oficial 1990] realizado por um

período Composição definido de uma de tempo partida, para conforme determinar descri- as características to em seu certificado da população fitossanitário de uma praga ou outro ou

documento para determinar oficialmente quais espécies aceito, mantido ocorrem sem em perdas, uma área adições [FAO, 1990; ou substituições revisada CEPM, [CPM, 1996] 2007] Levantamento conduzido para estabelecer limites de uma área considerada infestada ou livre de uma praga [FAO, 1990] [FAO, 1990]

ou

Legislação fitossanitária

Inspeção

to básico)

revisada Presença ISPM em um No. produto 3, 2005] básico de uma pra-

nismo População na sua isolada área de de origem praga e recentemente que pode auxiliar de-

Um ou outra organismo população que definida vive à custa [CPM, de 2009] outro orga-

desenvolver to em seu certificado [ISPM No. 18, fitossanitário 2003] ou outro

Composição de uma partida, conforme descri-

a

Fiscal

Levantamento

Integridade (de uma par- tida)

Levantamento de delimi- tação

Proteção de Plantas

Levantamento

Uso ção proposto

de

detec-

Levantamento para moni- toração

interceptação

partida) Liberação (no ambiente)

(de

uma

Liberação (de uma parti-

Interceptação

praga) da)

Replantio

(de

uma

Liberação por inundação

Quarentena

ria

Convenção Internacional para a Proteção dos Vege- tais Lista de pragas de hospe-

Norma deiro

Medidas Fitossanitárias Lista de pragas de produ- to básico

intermediá-

Internacional

de

Normas Internacionais Local de produção

Introdução

Local de produção livre de

Liberação praga por inundação

Levantamento conduzido em uma área para Propósito determinar declarado se pragas para estão o qual presentes plantas, [FAO, pro-

dutos 1990, revisto de plantas por FAO, ou outros 1995] artigos são impor-

tados, Levantamento produzidos contínuo ou utilizados para verificar [ISPM as No. carac- 16,

2002; terísticas revisada da população CPM, 2009] de uma praga [FAO, 1995]

O

tida Liberação importada intencional devido a de falhas um no organismo cumprimen- no

to ambiente das regulamentações (ver introdução fitossanitárias e estabelecimento) [FAO, 1990; [ISPM revisada No. 3, 1996] FAO, 1995]

Autorização para a entrada após verificação

A

teste [FAO, de 1995] uma partida importada [FAO, 1990; re-

visto Ver plantio por CEPM, 1996]

Quarentena Liberação de em um país grande diferente número do de país massa de ori- pro-

gem duzida ou de destino agente [CEPM, de controle 1996] biológico ou or-

ganismo benéfico, com a expectativa de se con-

Convenção

dos seguir Vegetais, um rápido conforme efeito [ISPM depositada No. 3, 1996; na revisto FAO,

rechaço ou entrada controlada de uma par-

detecção de uma praga durante inspeção ou

Internacional

para

a

Proteção

em

emendada Lista de pragas [FAO, que 1990] infestam espécies de plan-

Norma tas, globalmente internacional ou em adotada uma área pela [CEPM, Conferên- 1996;

cia revisto da FAO, por CEPM, a Comissão 1999] Interina de Medidas

Fitossanitárias Lista de pragas ou ocorrendo a Comissão em de uma Medidas área que Fi-

tossanitárias, pode ser associada estabelecida a um produto sob os auspícios básico espe- da

CIPV cífico [CEPM, [CEPM, 1996; 1996] revisto por CEPM, 1999]

Normas Qualquer Internacionais propriedade ou estabelecidas coleção de de campos acor-

do com

usados como unidades produtoras ou fazendas

[CIPV, individuais. 1997] Isso pode incluir sítios de produção

Entrada manejados de separadamente uma praga, resultando para propósitos no seu es- fi-

tabelecimento tossanitários [FAO, [FAO, 1990; 1990; revisto revisto na CEPM, FAO, 1995; 1999]

CIPV, Local 1997] de produção no qual uma praga especí-

Liberação fica não ocorre de um como grande demonstrado número de por massa evidên- pro-

duzida cias científicas de agente e no de qual, controle quando biológico apropriado, ou or- a

ganismo condição benéfico, é mantida com oficialmente a expectativa por de um se perío- con-

seguir do definido um rápido [ISPM efeito No. 10, [ISPM 1999] No. 3, 1996; revisto

ISPM No. 3, 2005]

Roma,

em

1951

e, subsequentemente,

o Artigo X, parágrafo 1

e

2

da CIPV

Lote Radiação ionizante

que de composição, resultam em origem, interação etc., física, compondo criando uma íons

por partida processos [FAO, 1990] primários ou secundários [ISPM No. Madeira 18, 2003] que não foi submetida a processa- Convenção mento ou tratamento Internacional [ISPM de No. Proteção 15, 2002] das Plantas, conforme proposta em 1951, na FAO Madeira que tenha sido submetida a qualquer

em

[FAO, processo 1990; resultante revisada ICPM, na remoção 2001] de casca (ma-

Irradiação Tratamento deira descascada com qualquer não é necessariamente tipo de radiação ma- io- nizante deira livre [ISPM de No. casca) 18, 2003] [CPM, 2008; substituindo

Madeira bruta

CIPP

ISPM Um número No. 3, 2005] de unidades de um único produto Partículas básico, identificado carregadas e por ondas sua eletromagnéticas homogeneidade

Madeira descascada

Roma

e,

subsequentemente,

emendada

Normas descascamento] Internacionais de Medidas Fitossa-

nitárias Madeira [CEPM, cuja casca 1996; foi revisto removida, por ICPM, exceto 2001] a cas- Processo ca encravada pelo nos qual nós a madeira e bolsões é de seca casca em entre uma

câmara os 2002; anéis revisada fechada de crescimento CPM, usando 2008] calor anual e/ou [ISPM controle No. 15, de umidade para atingir o conteúdo de umidade

requerido Madeira que [ISPM não No. é serrada 15, 2002] longitudinalmente,

Qualquer mantendo ato, sua lei, superfície regulamentação, natural arredondada, diretriz ou

outra com ou ordem sem casca administrativa [FAO, 1990] promulgada pelo

governo Madeira [ISPM serrada No. 3, longitudinalmente, 1996] com ou

sem sua superfície natural arredondada com ou

NIMF Madeira livre de casca

Calor seco

Madeira roliça

Legislação

Madeira serrada

sem casca [FAO, 1990]

com ou NIMF Madeira livre de casca Calor seco Madeira roliça Legislação Madeira serrada sem casca
Legislação Fitossanitária Manejo de risco de pragas (para pragas quarentená- rias ) Avaliação gena Protocol

Legislação Fitossanitária

Manejo de risco de pragas

(para pragas quarentená-

rias)

Avaliação gena Protocol e seleção on Biosafety de opções to the para Convention reduzir on o

risco Biological de que Diversity, uma praga 2000] em plantas para plan-

tenárias regulamentadas)

no uso proposto daquelas plantas (ver Suple-

mento Um número do Glossário de unidades No. 2) de [ICPM, um único 2005] produto

Mapeamento de dose Medição básico, identificado da distribuição por da sua dose homogeneidade absorvida den-

tro de de composição, uma carga origem, processada etc., por compondo meio de medi- uma

dores partida de [FAO, dose 1990] colocados nos locais específicos

Marca

Marca Um mente mentados timbre reconhecido, para oficial atestar ou aplicado símbolo, sua condição a artigos internacional- fitossani- regula- mente tária [ISPM reconhecido, No. 15, 2002] aplicado No. 15, a artigos 2002] regula- mentados para atestar sua condição fitossani-

Dose

tária tro da [ISPM carga No. de 15, processamento 2002] No. 15, 2002] [ISPM No. 18, Produtos 2003] que são um composto de madeira,

construído usando cola, calor e pressão, ou

Biotecnologia moderna

harmonizadas

desoxirribonucléico

Medida emergencial Medida (DNA) fitossanitária e injeção estabelecida direta de ácido como nucléi- as-

sunto de co urgência em células em uma ou organelas; situação fitossanitá- ou

ria b. Fusão nova ou de inesperada. células além Uma da família medida taxonômica, emergen- cial que pode ultrapasse ou não a reprodução ser uma medida fisiológica provisória natural [ICPM, ou recombinação 2001; revisada de ICPM, barreiras 2005] e que não são técnicas usadas na seleção e melhoramento tradicionais. [Cartagena Protocol on Biosafety to the Convention on Biological Diversity, 2000]

Monitoramento Um processo contínuo oficial para verificar a

Medidas fitossanitárias

Qualquer legislação, regulamentação ou

procedimento situações fitossanitárias oficial tendo [CEPM, o 1996] propósito de

prevenir Levantamento a introdução contínuo e/ou para disseminação verificar as ca- de

pragas racterísticas quarentenárias, da população ou de limitar uma praga o impacto [FAO,

cessada Medidas

a. Técnicas de ácido nucléico in vitro, in-

partes contratantes da CIPV, baseadas nas Nor-

qualquer dessas combinações [ISPM No. 15,

pelas

A dose mínima absorvida concentrada den-

(Dmin) Material de madeira pro-

dentro Um timbre da carga oficial processada ou símbolo, [ISPM internacional- No. 18, 2003]

Lote

OVM

risco de introdução e disseminação de uma

do

Organismo vivo modifica-

Avaliação e seleção de opções para reduzir o

Qualquer organismo vivo que possua uma nova

combinação de material genético, obtido atra-

vés do uso da biotecnologia moderna [Carta-

praga [FAO, 1995; revisada ISPM No. 11, 2001]

Manejo de risco de pragas (para pragas não-quaren-

Organismo vivo modificado [ISPM No. 11,

tio cause um impacto econômico inaceitável

2004]

mínima

absorvida

fitossanitárias

Medidas

A aplicação de:

fitossanitárias

estabelecidas

mas 2002] Internacionais [CIPV, 1997]

cluindo

ácido

(interpretação acordada) Levantamento para moni- toração

econômico 1995] de pragas não quarentenárias re-

gulamentadas Serviço oficial estabelecido [FAO, 1995; revisto pelo governo CIPV, 1997; para

Organização Nacional de Proteção Fitossanitária

execução ISPM, 2002] das funções especificadas pela CIPV

[FAO, 1990; anteriormente Organização de A interpretação acordada do termo Proteção medida de Plantas fitossanitária (Nacional)] reporta à relação da

medida Inimigo fitossanitária natural às pragas Um não organismo quarentenárias que vive regulamentadas. à custa de outro Tal orga- rela-

ção não é adequadamente refletida nismo na na definição sua área encontrada de origem e no que Artigo pode II da auxiliar CIPV

(1997).

Medida provisória Uma nismos clui parasitóides, regulamentação fitofagos e parasitas, patógenos fitossanitária predadores, [ISPM No. ou 3, 1996; orga- pro- cedimento revisada ISPM estabelecido No. 3, 2005] sem a justificativa

ocorrendo naturalmente mações técnica Componente completa, adequadas. de um devido ecossistema Uma à medida atual falta ou provisória a de seleção, infor-

partir de uma população selvagem, não alte-

está sujeita a revisão periódica e justificativa

técnica rada por completa, meios artificiais com a [ISPM maior No. brevidade 3, 1996] pos- sível. Praga [ICPM, que 2001] não é praga quarentenária em

uma área [FAO, 1995]

a

a limitar a população daquele organismo. Isto in-

praga não-quarentenária

Medidor de dose

ONPF Organização Nacional de Proteção Fitossa-

mudança nitária [FAO, quantificável 1990; ICPM, em 2001] algumas proprieda-

des do equipamento, que pode ser relacionada

à dose absorvida em um dado material usan-

do instrumentação e técnicas analíticas apro- priadas [ISPM No. 18, 2003]

Dispositivo que, quando irradiado, exibe uma

Proteção de Plantas

Meio de crescimento Qualquer material no qual raízes de plantas

A cialmente são presença, cultivadas reconhecida em ou uma com área, uso como proposto de sendo uma praga para indígena aque- ofi-

Ocorrência

le

objetivo [FAO, 1990]

ou introduzida e que não tenha oficialmente

sido Um processo rotulada como contínuo erradicada oficial para [FAO, verificar 1990; re- a visada situações FAO, fitossanitárias 1995; ISPM [CEPM, No. 17; 1996] anteriormente

Madeira ocorrer] ou produtos de madeira (excluindo

produtos Estabelecido, de papel) autorizado usados ou no realizado suporte, proteção por uma

ou Organização transporte de Nacional um produto de Proteção básico (incluindo Fitossa- estrado nitária [FAO, de madeira) 1990] [ISPM No. 15, 2002]

A Normas imposição Internacionais ativa das regulamentações de Medidas Fitossa- fitos-

nitárias sanitárias [CEPM, obrigatórias 1996; revisto e a aplicação por ICPM, de 2001] pro-

Nível cedimentos de incidência fitossanitários de uma praga obrigatórios, especificado com

objetivo de erradicação ou contenção de

como o limiar para deflagrar ações de controle

desta pragas praga quarentenárias ou para prevenir ou sua para disseminação o manejo de

pragas ou introdução não-quarentenárias [CPM, 2009] regulamenta-

das (ver Suplemento de Glossário No. 1) [ICPM,

Documento

2001]

Qualquer aprovado entidade por um biótica órgão capaz reconhecido de reprodução e que ou proporciona, replicação por no seu seu uso estado comum de ocorrência e recorrente, na- tural atividades regras, [ISPM diretrizes No. ou 3, seus 1996; ou resultados, revisto características pela procurando ISPM No. para 3, 2005] atingir o grau ótimo de ordem em um dado Uma contexto população [FAO, 1995; de praga ISO/IEC recentemente GUIDE 2:1991 de- tectada, definição] incluindo uma incursão, ou aumento significativo Norma praga cia da estabelecida FAO, internacional e a repentino Comissão em uma adotada de Interina área uma pela [FAO, população de Conferên- Medidas 1995; re- de visto Fitossanitárias Material pela utilizado ICPM, ou 2003] a no Comissão suporte, de proteção Medidas Fi- ou tossanitárias, transporte de estabelecida um produto sob básico os auspícios [ISPM No. da CIPV 20, 2004] [CEPM, 1996; revisto por CEPM, 1999]

e

o

Monitoramento

Material

de Oficial madeira

de

embalagem

Controle NIMF oficial

Nível

de

tolerância

(de

uma praga)

 

Norma

Organismo

 

Surto

Norma

Internacional

de

Medidas Fitossanitárias

Embalagem

estabelecido

por

consenso

Normas Um organismo Internacionais que vive estabelecidas sobre ou dentro de acor- de do um com organismo o Artigo maior, X, parágrafo alimentando-se 1 e 2 da CIPV dele [CIPV, [ISPM 1997] No. 3, 1996]

Normas Um inseto estabelecidas parasita somente pela Organização no seu estádio Re-

imaturo, gional de matando Proteção seu hospedeiro Fitossanitária no processo para a

de orientação desenvolvimento, dos membros e vivendo da organização uma vida [CIPV, livre

quando 1997] adulto [ISPM No. 3, 1996]

Micro-organismo causador de doença [ISPM

Ocorrência A presença, em uma área, de uma praga ofi-

Normas Parasita Internacionais

Normas Parasitóide regionais

Patógeno

Internacionais Normas Parasitóide regionais Patógeno cialmente No. 3, 1996] reconhecida como sendo indígena Via

cialmente No. 3, 1996] reconhecida como sendo indígena

Via de ingresso Qualquer ou introduzida meio que e que permita não tenha a entrada oficialmente ou a dis-

sido seminação rotulada de como uma praga erradicada [FAO, [FAO, 1990; 1990; revisada re-