PLANO DE AULA

UNIDADE DIDÁTICA: Língua Portuguesa

TEMA CENTRAL: Variação Linguística . CONTEÚDO:       Variação Linguística Geográfica; Histórica; Etária; Variação Sexo (feminino e masculino) Interpretação

OBJETIVO GERAL Entender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Identificar, em textos de diferentes gêneros, as marcas linguísticas que singularizam as variedades linguísticas sociais, regionais e de registro.

 

Relacionar as variedades lingüísticas a situações específicas de uso social. Reconhecer os usos da norma padrão da língua portuguesa nas diferentes situações de comunicação.

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS:

Preparação:  Aula expositiva e dialogada fazendo devidos questionamentos sobre Variação Linguística, como por exemplo: - O que é, na sua opinião, variação linguística? - Na sua opinião, o que interfere para que alguém entenda ou não determinadas variações lingüísticas?

Análise do texto.. dissertação. injunção. MATERIAIS UTILIZADOS:  Data show. permitirá que seja observado o desempenho crítico do aluno na discussão sobre o texto e sobre as colocações sobre as variações da língua. contribui para o reconhecimento das variações lingüísticas? .Questionamento: Vocês acreditam que a forma de falar e de escrever comprometeu a emoção transmitida por essa poesia? Desenvolvimento e Estudo Ativo do Assunto:  Conceituar o que é variação linguística.  Destacar a importância da leitura para o conhecimento das variações da língua portuguesa.Discussão a partir do título .  Analisar o texto: .Você concorda que a leitura de diversos textos. expositivo) se enquadra o texto estudado? .  Buscar no texto recursos que expliquem a variação presente no texto. Geográfica. Histórica.Você acha que é indispensável que alguém respeite as diversas formas de falar? Por quê?   Apresentação do texto “O poeta da Roça” do poeta Patativa do Assaré em sala para leitura e compreensão do assunto abordado.  Quadro e Giz AVALIAÇÃO: Será feita a partir da interação em sala de aula. . descrição.Compreensão da temática abordada . Passos:  Leitura silenciosa.A que tipologia textual (narração. Etária e Variação Sexo (feminino e masculino)  Evidenciar cada uma delas com exemplos. cujo momento.

São Paulo: Positivo. não faço o papé De argun menestré. com sua viola. pois nunca estudei. Mini Aurélio: o dicionário da língua portuguesa. 37. 6. da serra ao sertão. Não entra na praça. . ed. no rico salão. Sou poeta das brenhas. 2009. Trabáio na roça. Apenas eu sei o meu nome assiná.blogspot.ANEXOS O Poeta da Roça Patativa do Assaré Sou fio das mata. Não tenho sabença. Disponível em: http://professorarozelia. 9 – 58. à percura de amô. São Paulo: Contexto. 7. A minha chupana é tapada de barro. Rio de Janeiro: Nova fronteira. 42 – 44. Meu verso só entra no campo e na roça Nas pobre paioça. coitadinho! Vivia sem cobre. canto da mão grossa. (. Textos para trabalhar variação linguística.. p. 2010. FERREIRA. Rozélia. ou errante cantô Que veve vagando. FARIAS. singelo e sem graça. 2002. Acesso em: 29 nov. p.com/ . de 2011. Só fumo cigarro de paia de mio. O texto e a construção dos sentidos.REFERÊNCIAS: BECHARA.. Aurélio Buarque de Holanda. E o fio do pobre não pode estudá. Meu verso rastero.) . ed. Meu pai. Evanildo. Moderna gramática portuguesa. de inverno e de estio. Ingedore Villaça. pachola. KOCK. Cantando. ed.

Mato Grosso e o Joca Construímos nossa maloca Mais. um dia Nóis nem pode se alembrá Veio os homi cas ferramentas O dono mandô derrubá Peguemo todas nossas coisas E fumos pro meio da rua Apreciá a demolição Que tristeza que nóis sentia Cada táuba que caía Duia no coração Mato Grosso quis gritá Mas em cima eu falei: Os homis tá cá razão Nós arranja outro lugar Só se conformemo quando o Joca falou: "Deus dá o frio conforme o cubertô" E hoje nóis pega a páia nas grama do jardim E prá esquecê nóis cantemos assim: Saudosa maloca. . Dim dim donde nóis passemo os dias feliz de nossas vidas.maloca querida.Saudosa Maloca Adoniran Barbosa Si o senhor não tá lembrado Dá licença de contá Que aqui onde agora está Esse edifício arto Era uma casa véia Um palacete assombradado Foi aqui seu moço Que eu. Dim dim donde nóis passemos os dias feliz de nossas vidas Saudosa maloca. maloca querida.

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