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TC DE FÍSICA – SELETIVA DA IPHO Professor: Edney Melo ALUNO(A):   Nº TURMA: TURNO:

TC DE FÍSICA – SELETIVA DA IPHO

Professor: Edney Melo

ALUNO(A):

 

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1. Cálculo Diferencial

OSG 0000/07

Em vários ramos da ciência, é necessário algumas vezes utilizar as ferramentas básicas do cálculo, inventadas por Newton, para descrever os fenômenos físicos. O uso do cálculo é fundamental no tratamento de vários problemas na mecânica newtoniana, na eletricidade e no magnetismo. Nesta nota de aula, enunciamos simplesmente algumas propriedades básicas e regras práticas que devem ser uma revisão útil para o estudante. Inicialmente, é necessário especificar uma função que relaciona uma variável a outra variável (por exemplo, uma coordenada como função do tempo). Suponha que uma das variáveis seja chamada y (a variável dependente) e a outra, x (a variável independente). Poderíamos ter uma relação funcional como

independente). Poderíamos ter uma relação funcional como Se a, b, c e d são constantes especificadas,

Se a, b, c e d são constantes especificadas, então y pode ser calculado para qualquer valor de x. Lidamos geralmente com funções contínuas, isto é, aquelas para as quais y varia “suavemente” com x.

A derivada de y em relação a x é definida como o limite das inclinações das cordas traçadas entre dois pontos na curva y contra x, quando x se aproxima de zero. Matematicamente, escrevemos essa definição como

de zero. Matematicament e, escrevemos essa definição como em que ∆ y e ∆ x são

em que y e x são definidos como x = x 2 – x 1 e y = y 2 – y 1 (conforme a figura abaixo). É importante observar que dy/dx não significa dy dividido por dx, mas é simplesmente uma notação para o processo-limite da derivada como definida pela equação acima.

da derivada como definida pela equação acima. Uma expressão útil para lembrar quando y(x) = ax

Uma expressão útil para lembrar quando y(x) = ax n , em que a é uma constante e n é qualquer número positivo ou negativo (inteiro ou fracionário), é

número positivo ou negativo (inteiro ou fracionário), é Se y(x) é uma função polinomial ou algébrica

Se y(x) é uma função polinomial ou algébrica de x, aplicamos a equação anterior para cada termo no polinômio e tomamos d[constante]/dx = 0. Nos exemplos 1 a 4, calculamos as derivadas de várias funções.

-Exemplo 1: Suponha que y(x) seja dada por

funções. -Exemplo 1: Suponha que y(x) seja dada por Em que a e b são constantes.

Em que a e b são constantes. Segue-se então que

funções. -Exemplo 1: Suponha que y(x) seja dada por Em que a e b são constantes.

de forma que

funções. -Exemplo 1: Suponha que y(x) seja dada por Em que a e b são constantes.
funções. -Exemplo 1: Suponha que y(x) seja dada por Em que a e b são constantes.
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Substituindo isso na equação que traduz a definição de derivada, obtém-se

equação que traduz a definição de derivada, obtém-se - Exemplo 2: Encontre a derivada de Solução:

- Exemplo 2: Encontre a derivada de

de derivada, obtém-se - Exemplo 2: Encontre a derivada de Solução: Aplicando a equação na qual

Solução: Aplicando a equação na qual está contida a definição de derivada a cada termo independentemente, e lembrando que d/dx (constante) = 0, temos:

e lembrando que d/dx (constante) = 0, temos: 2. Propriedades especiais da derivada - A derivada

2. Propriedades especiais da derivada

- A derivada do produto de duas funções. Se uma função f(x) é dada pelo produto de duas funções, digamos, g(x) e h(x), então a derivada de f(x) é definida como:

e h(x) , então a derivada de f(x) é definida como: - A derivada da soma

- A derivada da soma de duas funções. Se uma função f(x) é dada pela soma de duas funções, digamos, g(x) e h(x), então a derivada de f(x) é definida como:

e h(x) , então a derivada de f(x) é definida como: - A regra da cadeia

- A regra da cadeia do cálculo diferencial. Se y = f(x) e x = g(z), então dy/dz pode ser escrita como o produto de duas derivadas:

dy/dz pode ser escrita como o produto de duas derivadas: - A derivada segunda. A derivada

- A derivada segunda. A derivada segunda de y em relação a x é definida como a derivada da função dy/dx (a derivada da derivada). È escrita geralmente como:

dy/dx (a derivada da derivada). È escrita geralmente como: - Exemplo 3: Encontre a derivada em

- Exemplo 3: Encontre a derivada em relação a x da função

Exemplo 3: Encontre a derivada em relação a x da função Solução: Podemos reescrever a função

Solução: Podemos reescrever a função da seguinte forma

Solução: Podemos reescrever a função da seguinte forma e aplicando a propriedade da derivada do produto,

e aplicando a propriedade da derivada do produto, temos:

Podemos reescrever a função da seguinte forma e aplicando a propriedade da derivada do produto, temos:
Podemos reescrever a função da seguinte forma e aplicando a propriedade da derivada do produto, temos:

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- Exemplo 4: Uma fórmula útil a partir da derivada do produto é a derivada do quociente de duas funções. Mostre que:

é a derivada do quociente de duas funções. Mostre que: Solução: Podemos escrever o quociente entre

Solução: Podemos escrever o quociente entre as duas funções com sendo gh -1 e aplicando as propriedades já conhecidas, temos:

- 1 e aplicando as propriedades já conhecidas, temos: 3. Tabela de derivadas Algumas das derivadas

3. Tabela de derivadas

Algumas das derivadas de funções utilizadas mais comumente estão listadas na tabela abaixo.

derivadas Algumas das derivadas de funções utilizadas mais comumente estão listadas na tabela abaixo. OSG 0000/07
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4. Cálculo integral Pensamos na integração como o inverso da derivação. Como um exemplo, considere a expressão:

da derivação. Como um exemplo, considere a expressão: que foi o resultado da diferenciação da função

que foi o resultado da diferenciação da função

que foi o resultado da diferenciação da função no exemplo 1. Podemos escrever a expressão inicial

no exemplo 1. Podemos escrever a expressão inicial da seguinte forma

1. Podemos escrever a expressão inicial da seguinte forma e obter y(x) pelo “somatório” de todos

e obter y(x) pelo “somatório” de todos os valores de x. Matematicamente, escrevemos essa operação inversa

como:

. Matematicamente, escrevemos essa operação inversa como: Para a nossa função analisada, temos que: em que

Para a nossa função analisada, temos que:

inversa como: Para a nossa função analisada, temos que: em que c é uma constante de

em que c é uma constante de integração. Esse tipo de integral é chamado de integral indefinida porque seu valor depende da escolha de c. Uma integral indefinida geral I(x) é definida como:

c. Uma integral indefinida geral I (x) é definida como: em que f(x) é chamado de

em que f(x) é chamado de integrando e f(x) = dI(x)/dx. Para uma função contínua geral f(x), a integral pode ser descrita como a área sob a curva limitada por f(x)

e pelo eixo x, entre dois valores especificados de x, digamos, x 1 e x 2 , como na figura a seguir.

x , digamos, x 1 e x 2 , como na figura a seguir. A área

A área do elemento sombreado mais escuro é de aproximadamente f(x i )x i . Se somamos todos esses elementos

de área de x 1 até x 2 e tomamos o limite dessa soma quando x i 0, obtemos a área exata sob a curva limitada por f(x) e pelo eixo x, entre os limites x 1 e x 2 :

por f(x) e pelo eixo x, entre os limites x 1 e x 2 : Integrais

Integrais do tipo definido por essa equação são chamadas integrais definidas. Uma integral comum que surge em várias situações práticas possui a forma

integrais definidas. Uma integral comum que surge em várias situações práticas possui a forma 4 OSG

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Esse resultado é óbvio, pois a diferenciação do lado direito em relação a x fornece f(x) = x n diretamente. Se os limites de integração são conhecidos, essa integral torna-se uma integral definida e é escrita como:

torna-se uma integral definida e é escrita como: Exemplos: 5. Integração parcial Algumas vezes é útil

Exemplos:

uma integral definida e é escrita como: Exemplos: 5. Integração parcial Algumas vezes é útil aplicar

5. Integração parcial

Algumas vezes é útil aplicar o método de integração parcial (também chamado de “integração por partes”) para calcular certas integrais. O método utiliza a propriedade que:

certas integrais. O método utiliza a propriedade que: em que u e v são escolhidas cuidadosamente

em que u e v são escolhidas cuidadosamente de forma a reduzir uma integral complexa em uma mais simples. Em muitos casos, várias reduções têm de ser feitas. Considere a função

várias reduções têm de ser feitas. Considere a função Ela pode ser calculada integrando duas vezes

Ela pode ser calculada integrando duas vezes por partes. Primeiro, se escolhermos u = x 2 , v = e x , obtemos:

se escolhermos u = x 2 , v = e x , obtemos: Agora, no segundo

Agora, no segundo termos, escolhendo u = x, v = e x , obtém-se:

segundo termos, escolhendo u = x, v = e x , obtém-se: 6. A diferencial exata

6. A diferencial exata

Outro método útil para lembrar é a utilização da diferencial exata, na qual procuramos uma mudança de variável tal que a diferencial da função seja a diferencial da variável independente aparecendo no integrando. Por exemplo, considere a integral

aparecendo no integrando. Por exemplo, considere a integral Esta se torna fácil de calcular se escrevemos

Esta se torna fácil de calcular se escrevemos a diferencial como d(cos x) = - (sen x) dx. A integral torna-se então:

como d(cos x) = - (sen x) dx. A integral torna-se então: Se mudarmos agora de

Se mudarmos agora de variável, fazendo y = cos x, obtemos:

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TC DE FÍSICA – SELETIVA DA IPHO 7. Tabela de Integrais A tabela a seguir lista

7. Tabela de Integrais

A tabela a seguir lista algumas integrais indefinidas úteis. Logo desta tabela está sendo fornecida uma tabela de integrais das probabilidades de Gauss muitos utilizadas no tratamento estatístico da termodinâmica e da mecânica quântica, e outras integrais definidas.

no tratamento estatístico da termodinâmica e da mecânica quântica, e outras integrais definidas. 6 OSG 0000/07
no tratamento estatístico da termodinâmica e da mecânica quântica, e outras integrais definidas. 6 OSG 0000/07

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TC DE FÍSICA – SELETIVA DA IPHO 8. Aplicações do cálculo diferencial e integral na Física

8. Aplicações do cálculo diferencial e integral na Física

A seguir resolveremos alguns problemas bem simples de Física que envolvem cálculo diferencial e integral. É ideal que você acompanhe passo a passo os problemas, desde a escolha do elemento diferencial até o método de integração utilizado.

- Problema 1: Uma caixa de areia inicialmente em repouso, é puxada pelo chão por uma corda onde a tensão não pode ultrapassar 1100N . O coeficiente de atrito estático entre o chão e a caixa é 0,35. Qual deverá ser o ângulo da corda em relação à horizontal, de forma a permitir puxar a maior quantidade de areia possível?

Solução: A maior dificuldade será colocar a caixa em movimento. Devemos encontrar o ângulo adequado para que a força externa seja suficiente para equilibrar a força de atrito estático máximo.

para equilibrar a força de atrito estático máximo. Quando a caixa estiver prestes a se mover,

Quando a caixa estiver prestes a se mover, a força resultante ainda será nula, logo:

estático máximo. Quando a caixa estiver prestes a se mover, a força resultante ainda será nula,
estático máximo. Quando a caixa estiver prestes a se mover, a força resultante ainda será nula,
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Note que a força peso é uma função do ângulo θ e o nosso problema pede o valor desse ângulo para que o peso seja máximo. Uma função possui um valor máximo quando a derivada neste ponto de máximo é nula (ou seja, quando a inclinação da reta tangente é nula). Logo o peso será máximo quando sua derivada em relação a θ for nula, logo temos:

sua derivada em relação a θ for nula, logo temos: - Problema 2 : Calcule o
sua derivada em relação a θ for nula, logo temos: - Problema 2 : Calcule o

- Problema 2: Calcule o centro de massa de uma haste com uma distribuição uniforme de massa, de comprimento L e massa M .

Observação: O centro de massa de um sistema de partículas, por definição é dado por:

de um sistema de partículas, por definição é dado por: Solução: Vamos considerar um elemento de

Solução: Vamos considerar um elemento de massa dm de largura dx localizado na posição x . Como a distribuição de massa é uniforme, podemos dizer que:

a distribuição de massa é uniforme, podemos dizer que: - Problema 3 : Calcule o centro

- Problema 3: Calcule o centro de massa de um fio em forma de arco de raio R , ângulo θ 0 e massa M . Solução: Como definido no problema anterior, temos:

de raio R , ângulo θ 0 e massa M . Solução: Como definido no problema

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TC DE FÍSICA – SELETIVA DA IPHO Considerando que a distribuição de massa no fio é

Considerando que a distribuição de massa no fio é uniforme, podemos encontrar uma relação entre a quantidade infinitesimal de massa dm e o ângulo dθ que delimita essa massa, usando a proporção a seguir:

θ que delimita essa massa, usando a proporção a seguir: A posição ( x , y

A posição ( x , y ) de um elemento de massa genérico dm é pode ser expressa como:

Desse modo termos:

genérico dm é pode ser expressa como: Desse modo termos: e de modo equivalente: A partir
genérico dm é pode ser expressa como: Desse modo termos: e de modo equivalente: A partir

e de modo equivalente:

ser expressa como: Desse modo termos: e de modo equivalente: A partir desses resultados podemos o

A partir desses resultados podemos o centro de massa de outras figuras semelhantes:

i. Um quarto de círculo θ 0 = π/2 .

semelhantes: i. Um quarto de círculo θ 0 = π /2 . ii. Um semicírculo θ

ii. Um semicírculo θ 0 = π.

θ 0 = π /2 . ii. Um semicírculo θ 0 = π . iii. Um

iii. Um círculo θ 0 = 2 π.

θ 0 = π . iii. Um círculo θ 0 = 2 π . - Problema

- Problema 4: Observa-se no dia-a-dia que objetos quentes e frios se esfriam o aquecem até a temperatura do ambiente ao seu redor. Se a diferença de temperatura T ente um objeto e o seu ambiente ( T = T Obj – T Amb ) não

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for muito grande, a taxa de resfriamento ou de aquecimento de um objeto é proporcional, aproximadamente, a essa diferença de temperatura; ou seja:

aproximadamente, a essa diferença de temperatura; ou seja: onde A é constante. O sinal negativo aparece

onde A é constante. O sinal negativo aparece porque T diminui com o tempo se T for positivo e aumenta com o tempo se T for negativo. Essa equação é conhecida como a Lei de resfriamento de Newton.

a) De que fatores depende A ? Qual é a sua unidade?

b) Se em algum instante t = 0 a diferença de temperatura for T 0 , mostre que em um instante posterior ela será

∆ T 0 , mostre que em um instante posterior ela será Solução: a) A constante

Solução:

a) A constante A depende principalmente da condutividade térmica do objeto. O lado esquerdo da equação tem

unidades de temperatura sobre tempo, e desse modo, a unidade de A é o inverso de tempo: s

b) Da equação diferencial, encontramos que:

-1

.

s b) Da equação diferencial, encontramos que: -1 . e quando integramos: ou seja Considerando as

e quando integramos:

diferencial, encontramos que: -1 . e quando integramos: ou seja Considerando as condições iniciais: chegamos a:

ou seja

Considerando as condições iniciais:

integramos: ou seja Considerando as condições iniciais: chegamos a: - Problema 5 : Vamos considerar uma
integramos: ou seja Considerando as condições iniciais: chegamos a: - Problema 5 : Vamos considerar uma

chegamos a:

ou seja Considerando as condições iniciais: chegamos a: - Problema 5 : Vamos considerar uma haste

- Problema 5: Vamos considerar uma haste de largura desprezível e massa M distribuída uniformemente ao longo do seu comprimento L . Uma partícula de massa m está colocada a uma distância s da haste, como mostra a figura a seguir. Calcule a força de interação gravitacional entre a haste e a massa pontual.

interação gr avitacional entre a haste e a massa pontual. Solução: Devemos calcular a força que

Solução: Devemos calcular a força que um elemento de massa dM da haste exerce sobre a partícula. Essa força

é dirigida para a haste e tem módulo:

Essa força é dirigida para a haste e tem módulo: A força total que a haste
Essa força é dirigida para a haste e tem módulo: A força total que a haste

A força total que a haste exercerá sobre a partícula será a soma de todas as contribuições das massas

elementares que compõe a haste. Por outro lado existe uma relação entre o elemento de massa dM e o espaço dx que ele ocupa na haste. Como a haste tem a massa distribuída uniformemente, temos a proporção:

a massa distribuída uniformemente, temos a proporção: Desse modo, a força total tem a forma: Fazendo

Desse modo, a força total tem a forma:

temos a proporção: Desse modo, a força total tem a forma: Fazendo a mudança de variáveis

Fazendo a mudança de variáveis u = L + d - x , encontramos:

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TC DE FÍSICA – SELETIVA DA IPHO ou seja - Problema 6 ( Vocês terão uma

ou seja

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- Problema 6 ( Vocês terão uma semana para resolver esse problema. No final da semana colocarei a solução completa do mesmo no click-professor, ok! Boa sorte e trabalho.)

Vamos considerar uma haste de largura desprezível e massa M distribuída uniformemente ao longo do seu comprimento L. Uma partícula de massa m está colocada a uma distância s da haste, como mostra a figura abaixo.

a uma distância s da haste, como mostra a figura abaixo. Utilizando cálculo diferencial e integral,

Utilizando cálculo diferencial e integral, encontre a força de interação gravitacional entre a haste e a massa pontual.