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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

n a Edição Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática Prof.: Anastácio Pinto Gonçalves Filho © 2010 The

Prof.: Anastácio Pinto Gonçalves Filho

© 2010 The McGraw-Hill Companies, Inc. All rights reserved.

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Diversos Tipos de Carregamento e de Apoio

Estática Diversos Tipos de Carregamento e de Apoio • Viga - elemento estrutural projetado para sustentar
Estática Diversos Tipos de Carregamento e de Apoio • Viga - elemento estrutural projetado para sustentar

Viga - elemento estrutural projetado para sustentar cargas aplicadas em vários pontos ao longo de seu comprimento.

Uma Viga pode estar submetida a cargas concen-

tradas ou cargas distribuídas ou a uma combina-

ção de ambas.

O projeto de uma viga consiste em um processo de duas etapas:

1) determinar os esforços cortantes e os momentos fletores produzidos pelas cargas aplicadas;

2) selecionar a seção reta mais adequada para resis- tir aos esforços cortantes e momentos fletores.

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Diversos Tipos de Carregamento e de Apoio

Estática Diversos Tipos de Carregamento e de Apoio • As vigas são classificadas de acordo com

As vigas são classificadas de acordo com o modo como são apoiadas.

As reações de apoio das vigas serão estaticamente

determinadas se os apoios envolverem apenas três

incógnitas. Caso contrário, as reações serão estaticamente indeterminadas.

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Esforço Cortante e Momentoo Fletor em uma Viga

Estática Esforço Cortante e Momentoo Fletor em uma Viga • Deseja-se determinar o momento fletor e

Deseja-se determinar o momento

fletor e o esforço cortante em qualquer ponto de uma viga sujeita a cargas concentradas e distribuídas.

de uma viga sujeita a cargas concentradas e distribuídas. • Determinamos as reações de apoio tratando
de uma viga sujeita a cargas concentradas e distribuídas. • Determinamos as reações de apoio tratando

Determinamos as reações de apoio tratando a viga inteira como um corpo livre.

Cortamos a viga em C e traçamos diagramas de corpo livre para AC e para CB. Por convenção, os sentidos

positivos para sistemas força-binário

internos são os mostrados ao lado.

Considerando o equilíbrio de cada uma das partes, determinamos M e V ou M’ e V’.

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Diagramas de Esforço Cortante e de Momento Fletor

Estática Diagramas de Esforço Cortante e de Momento Fletor • As variações do esforço e do

As variações do esforço e do mo- mento fletor ao longo da viga po- dem ser representadas por meio de gráficos.

Determinamos as reações de apoio.

meio de gráficos. • Determinamos as reações de apoio. • Cortando a viga em C e
meio de gráficos. • Determinamos as reações de apoio. • Cortando a viga em C e

Cortando a viga em C e conside- rando o elemento AC temos:

a viga em C e conside- rando o elemento AC temos : V  P 2

V  P 2

C e conside- rando o elemento AC temos : V  P 2 M  Px

M  Px 2

Cortando a viga em E e conside- rando o elemento EB temos:

a viga em E e conside- rando o elemento EB temos: V  P 2 M
a viga em E e conside- rando o elemento EB temos: V  P 2 M
a viga em E e conside- rando o elemento EB temos: V  P 2 M

V  P 2

M  PL x2

EB temos: V  P 2 M  P  L  x  2 •

Para uma viga sujeita somente a cargas concentradas, o esforço cor- tante é constante e o momento fle- tor varia linearmente entre as cargas.

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Problema Resolvido 7.2

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.2 Trace os diagramas de esforço cortante e de momento

Trace os diagramas de esforço cortante e de momento fletor para a

viga e o carregamento mostrado.

SOLUÇÃO:

A partir do diagrama de corpo livre da viga inteira, encontramos as reções em B e D.

Encontramos sistemas força-binário

internos equivalentes para os corpos livres formados pelo corte da viga em ambos os lados dos pontos de aplicação de carga.

Plotamos os resultados.

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Problema Resolvido 7.2

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.2 SOLUÇÃO: • A partir do diagrama de corpo livre

SOLUÇÃO:

A partir do diagrama de corpo livre da viga inteira, encontramos as reções em B e D.

Encontramos sistemas força-binário internos equivalentes

nas seções em ambos os lados dos pontos de aplicação de

carga.

F

y

M

2

0 :

0:

20kN

V

1

0

20kN0mM 0

1

De maneira análoga,

V  20kN

1

 M  0 1 De maneira análoga, V  20kN 1 V 3  26

V

3

26

kN

M



50 kN m

 

3

V

26

kN

M

4

V

5



14

kN

M

V



14

kN

M

6

4

5

6

28 kN

m

28 kN

m

0

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Problema Resolvido 7.2

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.2 • Plotamos os resultados. Deve-se observar que o esforço
Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.2 • Plotamos os resultados. Deve-se observar que o esforço

Plotamos os resultados.

Deve-se observar que o esforço cortante é constante e o momento

fletor varia linearmente entre cargas

concentradas.

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Problema Resolvido 7.3

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.3 Trace os diagramas de esforço cortante e de momento

Trace os diagramas de esforço cortante

e de momento fletor para a viga AB. A

carga distribuída de 72 N/cm estende-

se por 30 cm sobre a viga, de A até C, e

a carga de 1.800 N é aplicada em E.

SOLUÇÃO:

As reações em A e B são determinadas tomando-se a viga inteira como um corpo livre.

Determinamos os esforços internos nas seções dos segmentos AC, CD e DB.

Plotamos os resultados.

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Problema Resolvido 7.3

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.3 SOLUÇÃO: • As reações em A e B são
Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.3 SOLUÇÃO: • As reações em A e B são

SOLUÇÃO:

As reações em A e B são determinadas tomando- se a viga inteira como um corpo livre.

B

y

M

A

0:

80cm2.160N15cm1.800N55cm0

M

B

0:

B 1.642,5N

y

2.160N65cm1.800N25cmA80cm 0

F

x

0 :

A 2.317,5N

8 0 c m   0  F x  0 : A  2.317,5N

Observação: A carga de 1.800 N em E pode ser substituída por uma força de 1.800 N e um biná-

rio de 18.000 N-m em D.

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Problema Resolvido 7.3

• Determinamos os esforços internos nas seções dos segmentos AC, CD e DB. De A
Determinamos os esforços internos nas seções dos
segmentos AC, CD e DB.
De A até C:
F
 0 :
2.317,572x V  0
y
V  2.317,572x
M
 0:
1
2.317,5
x 
72
x x  M  0
1
2
  1  2.317,5 x  72 x x  M  0 1 2

De C até D:

F

y

M

2

0 :

0:

M 2.317,5x 36x

2

2.317,52.160V 0

V 157,5 N

2.317,5x 2.160x 15M 0

M 32.400157,5xNcm

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Problema Resolvido 7.3

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.3 • Determinamos os esforços internos nas seções dos

Determinamos os esforços internos nas seções dos segmentos AC, CD e DB.

De D até B:

F

y

0 :

2.317,52.1601.800V 0

V 1.642,5 N

M

2

0:

2.317,5x 2.160x 1518.0001.800x 45M 0

M 131.4001.642,5xNcm

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Problema Resolvido 7.3

•

Plotamos os resultados.

De A até C:

V

2.317,572x

M

2.317,5x 36x

2

De C até D:

V 157,5 N

M 32.400157,5xNcm

De D até B:

V 1.642,5 N

M 131.4001.642,5xNcm

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Relações entre Carregamento, Esforço Cortante e Momento Fletor

entre Carregamento, Esforço Cortante e Momento Fletor • Relações entre carregamento e esforço cortante: V D
entre Carregamento, Esforço Cortante e Momento Fletor • Relações entre carregamento e esforço cortante: V D

Relações entre carregamento e esforço cortante:

V

D

V

dV

dx

V



V

   0

V

w

x

lim

 w

 0

x

x

V

C

 

x

D

x

C

wdx

 área sob a curva de carregamen to

Relações entre esforço cortante e momento fletor:

M

M



M

dM

dx

lim

 

x

0

M

  

V

x

w

x

x

2

0

M

x

lim

 

x

0

V

1

2

w

x

 

V

D

M

C

x

D

V dx

x C

área sob a curva de carregamen to

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Relações entre Carregamento, Esforço Cortante e Momento Fletor

entre Carregamento, Esforço Cortante e Momento Fletor Para a viga ao lado temos: • Reações de
entre Carregamento, Esforço Cortante e Momento Fletor Para a viga ao lado temos: • Reações de
entre Carregamento, Esforço Cortante e Momento Fletor Para a viga ao lado temos: • Reações de

Para a viga ao lado temos:

Reações de apoio:

R

A

R

B

wL

2

Curva de esforço cortante:

V

V

V

A

A

V



x

0

wx

w dx



wL

2

wx

wx

w

Curva de momento fletor:

M

M

M

A

x

0

w

 

x

Vdx

0

L

2

x

  dx

M máx

2

wL

8

M

máx

w

2

Lx

em

dM

dx

2

x

L

2

V

x

0

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Problema Resolvido 7.4

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.4 Trace os diagramas de esforço cortante e de momento

Trace os diagramas de esforço cortante e de momento fletor

para a viga e o carregamento

mostrados na figura.

SOLUÇÃO:

Considerando a viga inteira como um corpo livre, determinamos as reações de apoio.

Entre os pontos de aplicação de cargas con-

centradas,

ço cortante é constante.

de cargas con- centradas, ço cortante é constante. dV dx  w  0 , ou

dV

dx w 0

, ou seja, o esfor-

Entre D e E o esforço cortante varia linear- mente devido ao carregamento uniforme.

Entre os pontos de aplicação de cargas con-

centradas,

variação no momento fletor é igua à area sob a curva de esforço cortante entre esses pontos.

à area sob a curva de esforço cortante entre esses pontos. dM dx  V 

dM dx V constante.

Logo, a

Com uma variação linear do esforço cortante entre D e E, o diagrama de momento fletor é uma parábola.

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Problema Resolvido 7.4

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.4 SOLUÇÃO: • Considerando a viga inteira como um corpo
Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.4 SOLUÇÃO: • Considerando a viga inteira como um corpo

SOLUÇÃO:

Considerando a viga inteira como um corpo livre, determinamos as reações de apoio.

M

A

0:

D

7,2 m

90 kN 1,8 m



54 kN8,4 m0

54 kN 4,2 m



 

D 117 kN

F

y

0 :

 

A

y

90 kN 54 kN 117 kN 54 kN 0

A

y 81kN

Entre os pontos de aplicação de cargas concentra-

• Entre os pontos de aplicação de cargas concentra- das, dV dx   w 

das, dV dx  w 0.

Entre D e E o esforço cortante varia linearmente

devido ao carregamento uniforme.

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Problema Resolvido 7.4

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.4 • Entre os pontos de aplicação de cargas con-
Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.4 • Entre os pontos de aplicação de cargas con-

Entre os pontos de aplicação de cargas con-

centradas,

variação no momento fletor é igual à area sob

a curva de esforço cortante entre esses pontos.

à area sob a curva de esforço cortante entre esses pontos. dM dx  V 

dM dx V constante.

Logo, a

M

M

M

M

B

M

A

C

M

B

M

D C

M

E D

 145,8

 21,6





189

64,8

M

M

M

M

B

C

D

E



145,8 kN m



124,2 kN m



64,8 kN m

0

Com uma variação linear do esforço cortante entre D e E, o diagrama de

momento fletor é uma parábola.

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Problema Resolvido 7.6

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.6 SOLUÇÃO: • A variação no esforço cortante entre A

SOLUÇÃO:

A variação no esforço cortante entre A e B é igual ao inverso da área sob a curva entre aqueles pontos. A curva de carregamento linear resulta em uma curva de esforço cortante parabólica.

Como entre B e C a viga não está carregada, não há variação no esforço cortante entre esses pontos.

Esboce os diagrama de esforço cortante e de momento fletor

para a viga em balanço mostra-

da na figura.

A variação no momento fletor entre A e B é igual à área sob a curva de esforço cortante entre os dois pontos. A curva parabólica do esforço cortante re- sulta em uma curva cúbica para o momento fletor

A variação no momento fletor entre B e C é igual à área sob a curva de esforço cortante entre os dois pontos. A curva constante do esforço cortante re-

sulta em uma curva linear para o momento fletor.

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Problema Resolvido 7.6

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.6 SOLUÇÃO: • A variação no esforço cortante entre A

SOLUÇÃO:

A variação no esforço cortante entre A e B é igual ao inverso da área sob a curva entre aqueles pontos. A curva de carregamento linear resulta em uma curva de esforço cortante parabólica.

em

V

B

em

A

,

V A

V

A



B

,

dV

dx

0,

dV

 

w

 

dx

w

0

1

2

w a

0

V

B

 w 0



1

2

w a

0

Como entre B e C a viga não está carregada, não há variação no esforço cortante entre esses pontos.

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Problema Resolvido 7.6

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.6 • A variação no momento fletor entre A e

A variação no momento fletor entre A e B é igual à área sob a curva de esforço cortante entre os dois

pontos. A curva parabólica do esforço cortante re-

sulta em uma curva cúbica para o momento fletor

em

A

,

M A

0,

M

M

B

C

M

M



 

A

B

1

3

1

2

dM

dx

w a

0

2

w aL

0

V 0

a

M

M

B

C





1

3

1

6

w a

0

2

w a

0

3

L

a

A variação no momento fletor entre B e C é igual à área sob a curva de esforço cortante entre os dois

pontos. A curva constante do esforço cortante resulta

em uma curva linear para o momento fletor.

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Cabos com Cargas Concentradas

para Engenheiros: Estática Cabos com Cargas Concentradas • Cabos são utilizados como elementos estrutu- rais em

Cabos são utilizados como elementos estrutu-

rais em pontes suspensas, linhas de transmis- são, teleféricos, cabos de fixação para torres elevadas, etc.

Para a análise de cabos assumimos que:

a) cada uma das cargas concentradas está

em uma dada linha vertical,

b) o peso do cabo é desprezível,

c) o cabo é flexível, ou seja, sua resistência à flexão é pequena,

d) frações do cabo entre cargas sucessivas podem ser considerada elementos sob a ação de duas forças

Desejamos determinar a forma do cabo,

isto é, a distância vertical do apoio A até cada um dos ponto de aplicação de carga.

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Cabos com Cargas Concentradas

para Engenheiros: Estática Cabos com Cargas Concentradas • Consideremos o cabo inteiro como um corpo livre.

Consideremos o cabo inteiro como um corpo livre. Como as inclinações das partes do cabo presas em A e B não são conhecidas, as reações em A e B de- vem ser representadas por dois componentes.

Assim, há quatro incógnitas e as três equações de

equilíbrio não são suficientes para se determina-

rem as reações de apoio.

Uma equação adicional é obtida considerando-se

o equilíbrio de uma parte do cabo AD e

assumindo-se que as coordenadas do ponto D são

conhecidas. A equação adicional é:

M

D

0.

Para outros pontos do cabo,

M

C

F

x

0

2

0,

possibilita obter

y

2

F 0 possibilita obter T

y

x

T

x

T

cos

A

x

constante

eT

y

• •

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Cabos com Cargas Distribuídas

para Engenheiros: Estática Cabos com Cargas Distribuídas • Para um cabo sustentando um carga distribuída vemos
para Engenheiros: Estática Cabos com Cargas Distribuídas • Para um cabo sustentando um carga distribuída vemos

Para um cabo sustentando um carga distribuída vemos que:

a) o cabo pende tomando a forma de um curva;

b) a força interna em um ponto D é uma força de tração direcionada ao longo da tangente à curva.

Consideremos o diagrama de corpo livre da parte do cabo

que se estende do ponto mais baixo C até um dado ponto D. As forças que atuam no corpo livre são uma força horizontal T 0 em C e uma força tangencial T em D.

A partir do triângulo de forças temos:

T

T

cos   T 0 2 2  T  W 0
cos
T
0
2
2
T
W
0

T

sen

tan

W

W

T

0

O componente horizontal de T é o mesmo em todo o cabo.

O componente vertical de T é igual à intensidade W da carga medida a partir do ponto mais baixo.

A tração é mínima no ponto mais baixo e máxima em A

e B.

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Cabo Parabólico

Consideremos um cabo que sustenta uma carga uni-

• Consideremos um cabo que sustenta uma carga uni- formemente distribuída ao longo da horizontal. Por
• Consideremos um cabo que sustenta uma carga uni- formemente distribuída ao longo da horizontal. Por

formemente distribuída ao longo da horizontal. Por exemplo, cabos de pontes suspensas.

Sendo W = wx a carga sustentada pela parte do

cabo que vai do ponto mais baixo C até um ponto D, a intensidade e a direção da força de tração em D são obtidas por meio das relações:

T

tração em D são obtidas por meio das relações: T  2  w T 0

2 w

T

0

2

x

2

tan

wx

T

0

Somando os momentos em relação a D, temos:

ou

M

D

wx

0 :

2

y

2T

0

wx

x

2

T y 0

0

O cabo tem o formato de uma curva parabólica.

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Problema Resolvido 7.8

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.8 O cabo AE sustenta três cargas verticais nos pontos

O cabo AE sustenta três cargas verticais

nos pontos indicados. Se o ponto C está 1,5 m abaixo do apoio esquerdo, deter- mine (a) a elevação dos pontos B e D, e (b) a inclinação máxima e a tração

máxima no cabo.

SOLUÇÃO:

Determinamos os componentes das reações

em A resolvendo duas equações obtidas to- mando-se o cabo inteiro como um corpo li-

vre e somando-se os momentos em relação a E, e tomando-se a parte ABC do cabo como um corpo livre e somando-se os momentos em relação a C.

Calculamos a elevação de B considerando AB como um corpo livre e somando os momentos em relação a B. De forma aná- loga, calculamos a elevação de D tomando ABCD como um corpo livre.

Determinamos a tração máxima e a incli- nação máxima no cabo observando que a inclinação máxima ocorre no trecho DE.

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Problema Resolvido 7.8

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.8 SOLUÇÃO: • Determinamos os componentes das reações em
Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.8 SOLUÇÃO: • Determinamos os componentes das reações em

SOLUÇÃO:

Determinamos os componentes das reações em A resolvendo duas equações obtidas tomando-se o cabo inteiro como um corpo livre e somando-se os

momentos em relação a E,

M

E

0:

6 A

x

6 A

x

12 27

18

A

y

891

18

A

y

0

0

9 54

4,5 18

0

e tomando-se a parte ABC do cabo como um corpo livre e somando-se os momentos em relação a C.

M

C

1,5

A

x

0:

9

A

y

327

0

Resolvendo as duas equações simultaneamente, obtemos:

A

x

81kN

A

y

22,5 kN

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Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Problema Resolvido 7.8

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.8 • Calculamos a elevação de B considerando AB como

Calculamos a elevação de B considerando AB como um corpo livre e somando os momentos em relação a B.

M

B

0:

y 81622,50

B

y

B 1,67 m

De forma análoga, calculamos a elevação de D tomando ABCD como um corpo livre.

M

D

0:

y

D

8113,522,57,5274,554

0

22,5  7,5  27  4,5  54      0 y

y

D 1,75 m

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Problema Resolvido 7.8

Vetorial para Engenheiros: Estática Problema Resolvido 7.8 • Determinamos a tração máxima e a incli- nação

Determinamos a tração máxima e a incli- nação máxima no cabo observando que a inclinação máxima ocorre no trecho DE.

tan

4,25

4,5

T

máx

81kN

cos

trecho DE . tan   4,25 4,5 T máx 81kN  cos  T máx

T máx

111,6 kN

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Catenária

Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática Catenária • Consideremos um cabo que sustenta um carga unifor-
Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática Catenária • Consideremos um cabo que sustenta um carga unifor-
Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática Catenária • Consideremos um cabo que sustenta um carga unifor-

Consideremos um cabo que sustenta um carga unifor- memente distribuída ao longo do próprio cabo, por

exemplo, cabos suspensos sob a ação de seu próprio peso.

Sendo W = ws a carga sustentada pela parte do cabo que vai do ponto mais baixo C até um ponto D, a intensidade da força de tração em D é dada por:

T

T 2  w s 2 2 0
T
2 
w s
2
2
0
c 2  s 2
c
2
s
2

w

c

0 w
0
w

T

Para relacionar a distância horizontal x ao comprimen- to da parte CD do cabo temos:

dx

s

0

x

T 0 ds cos   cos   T ds  c senh 2
T
0
ds cos
cos
T
ds
c senh
2
2
q
 s
c
ds 2 2 q  s c s x  1 e s  c
ds
2
2
q
 s
c
s
x
 1
e s
c senh
c
c

Nona

Edição

Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática

Catenária

Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática Catenária • Para relacionar as coordenadas x e y temos: dy
Mecânica Vetorial para Engenheiros: Estática Catenária • Para relacionar as coordenadas x e y temos: dy

Para relacionar as coordenadas x e y temos:

dy

dx tan

y

y

c

x

0

senh

c cosh

x

c

W

x

c

T

0

dx

dx

s

c

dx

x

c

c

cosh

senh

c

x

c

dx

A equação acima é a equação de uma catenária.