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Professor Adilson Motta Publica 9 livros nas redes sociais no Sistema E-book

O escritor maranhense Adilson Motta, de Bom Jardim Maranhão, formado em Letras pela Universidade Federal do Maranhão publica 9 livros de sua autoria fundamentados em pesquisas e produção literária produzidos ao longo de sua trajetória Nordeste-Norte (Bom Jardim/Parauapebas). Os gêneros das obras Poe ele publicadas vão desde

o literário, o histórico, didático e sociológico (o último, abrange a política local, tendo como foco a cidade de Bom Jardim-Maranhão). Fascinado pela pesquisa e amante da leitura,segundo o Professor, é o levou a produção dos referidos trabalhos, que são produtos de longos anos de pesquisas.Apesar de estarem disponíveis em E-Book (Eletronic Book) em PDF, os livros terão uma senha específica para cada modalidade aos usuários/leitores que o adquirirem. Entre os livros estão dois históricos de duas cidades brasileiras, incluindo a cidade de Bom Jardim (Maranhão) e

a cidade de Parauapebas (Pará), onde residiu em jornada de 7 anos.

VALE: PRIVATIZAÇÃO - A SAÍDA OU O FUNDO DO POÇO?

7 anos. VALE: PRIVATIZAÇÃO - A SAÍDA OU O FUNDO DO POÇO? Nº de páginas: 200

Nº de páginas: 200

O livro “Vale: Privatização A Saída ou o Fundo do Poço” apresenta o histórico da Vale do Rio Doce, hoje simplesmente Vale (após sua privatização), seu potencia de riqueza enquanto multinacional presente nos cinco continentes.A privatização, sinônimo de privatariacomo um dos fatos mais polêmicos na atualidade escancarado na era pós-ditatorial ou era democrática à luz do século XXI. Cuja iniciativa excluiu a sociedade brasileira na decisão como se esta não existissepor um governo que, sendo provisório de mandato, se achava dono de tudo, usando até mesmo a repressão para a realização de tal ato. No momento da privatização, 70% da opinião pública eracontra o ato de privatizar. E em clima de imposição aconteceu. Enquanto que no passado, grandes presidentes que o Brasil já possuiu sonhavam e desenhavam um futuro promissor para o país a partir da perspectiva do potencial mineral que possuí(-amos) e que foi entregue ao setor privado, - especialmente o Grande Capital Internacional - destituindo a Nação Brasileira que se beneficiavam dessas riquezas hoje entregues a meia-dúzia de grandes acionistas - e um alto número de pequenos acionistas (500

mil, segundo a empresa). O que contribui(u) para a concentração de renda e que, para críticos e especialistas representou um golpe no futuro e horizonte do Brasil.

No Brasil ficam recursos de empregos e 2% de impostos minerário, mas a fabulosa riqueza maior está sendo investida lá fora na aquisição de outras empresas minerárias (dividendos de seus novos donos) e perspectiva potencial de se tornar a número um em nível mundial com nossas riquezas e a incompetência de nossos governos, que deixaram sucatear em especulações e golpes neoliberais e de políticos entreguistas (e lobistas) que aportam interesses internacionais sobre a SOBERANIA do POVO BRASILEIRO.

Como o título é colocado na forma de questionamento, foi de propósito, é um espaço para que cada cidadão reflita sobre os caminhos que foram dados a nosso país especialmente no que toca às privatizações, que para alguns,foi um crime de lesa-pátria cometido contra a sociedade brasileira e que ainda pode ser repensada desde que, através de nossa autonomia, a nação seja submetida a um plebiscito e haja instauração de uma auditoria para investigar e fiscalizar como se deram “os fatos e processo” da privatização, que é uma ferida aberta, e o comprometimento de séculos à frente da história do povo brasileiro.