Henrique Pizzolato possível “revanche” do Estado Italiano

Consulado Geral da Itália no Rio de Janeiro
Av. Presidente Antônio Carlos nº 40
Castelo – Rio de Janeiro – RJ – Brasil
CEP 20020-00
!el. "## 2 22$2-$%4&
se'reteria.riode(aneiro)esteri.it

Prezado Cônsul Geral da Itália no Rio de Janeiro,
E* +un,-o do a.ai/o 0olo0ado1 ven2o MUI RESPEITOSAMENTE1 SUGERIR 3ue
os do0u*entos oriundos do “Habeas Corpus” 115179 Minas Gerais1 ora en0a*in2ados1
sea! a"a#ia$os 4ela 5u4re*a Côrte Italiana1 3uando da %u&ura apre'ia()o $a
si&ua()o do Cidad-o Brasileiro1 e Ci$a$)o I&a#iano1 5r. 6enri3ue Pi77olato1 u*a ve7 3ue1
entende*os 3ue o !es!o %oi 'on$ena$o e* !ri.unal de E*'e()o1 4ela arbi&rarie$a$e
da supress)o $e Ins&+n'ias 5i'ni+i0ativas do Judi0iário Brasileiro1 0al0ada na
In'ons&i&u'iona#i$a$e do 8,ORO PRI-I.EGIA/O91 3ue de +or*a 0on0reta1
RESTRINGIRAM o 4rin0:4io .ási0o de AMP.A /E,ESA1 entre ou&ras 'onsi$era(0es.
E* $;;20%1 +oi noti0iada a 8+u'a9 de Henri1ue Pi22o#a&o 4ara a Itália1 e*
+un,-o de <u4la Cidadania1 na .us0a de u* Jul'a*ento 3us&o1 e .e45&i!o1 a'ora1 4ela
Justi,a Italiana1 u*a ve7 3ue1 o pro'esso AP 6771 e* +ase +inal na 5u4re*a Corte
Constitu0ional Brasileira1 0o* supress)o $e INST8NCIAS I*4ortantes do Judi0iário
Brasileiro1 0ristali7ando o 8,ORO PRI-I.EGIA/O91 +ere de *orte o Prin0:4io
Constitu0ional de 3ue TO/OS S9O IGUAIS PERANTE A .EI1 e 4or isso1 4ode1 e deve1
ser re0on2e0ido 0o*o u* Tribuna# $e E:CESS9O1 0u(o o.(etivo 8!aior91 = o de dar >
5o0iedade Brasileira a 8,a#sa Sensa()o9 de 3ue no Brasil 3ual3uer 0ri*inoso 4ode ir
4ara a 0adeia1 a%ir!an$o o in$ese;"e# 3ue = 8os %ins us&i%i'a! os !eios9.
Al'o 3ue per!i&ir;1 *es*o 3ue indireta*ente1 a !ani%es&a()o %or!a# do Estado
Italiano sobre a a"a#ia()o e+etuada 4elo Estado Brasileiro1 atrav=s do 5u4re*o !ri.unal
?ederal.
Esta situa,-o1 *e trou/e a *ente1 u*a 0ontenda re0ente1 entre o Estado Italiano e
o Estado Brasileiro1 envolvendo a soli0ita,-o 4elo Governo Italiano da e/tradi,-o Cesare
<a&&is&i, com desfecho “Ilegal”, “Imoral”, Inconstitucional” e “Ilegetímo”.
A+inal1 a 0itada e/tradi,-o1 %oi au&ori2a$a 4elo Judi0iário Brasileiro1 a4@s avalia,-o
(urisdi0ional1 n-o tendo o0orrida1 a4enas e t-o so*ente1 e* +un,-o de 'ri&=rio pessoa# e
po#5&i'o do1 ent-o1 Presidente da Re4A.li0a ?ederativa do Brasil1 3ue1 pre"ia!en&e1
autori7ado 4elo 5u4re*o !ri.unal ?ederal1 alterou u*a 0on0reta 8Coisa 3u#4a$a91 ao
N9O AUTORI>AR a e/tradi,-o de Cesare <a&&is&i.

Bale ressaltar1 3ue di+erente*ente dos +unda*entos da soli0ita,-o de e/tradi,-o de
Cesare attisti, !ue de forma in!uestioná"el, e irrefutá"el, %ora! re'on?e'i$os 'o!o
.EG@TIMOS pe#o 3u$i'i;rio <rasi#eiro, os fundamentos inaceitá"eis, indecorosos,
alicer#ados no “$%R% PRI&I'(GI)*%”, !ue deram origem ao Processo )P +,-, nos
per!i&e "is#u!brar !ue o (stado Italiano, atra".s da /u0rema Côrte Italiana, 0ossa de
maneira, tam1.m, in!uestioná"el, e irrefutá"el, A .u2 $a Constitui#2o rasileira,
'on'o!ina$a 'o! a da Constitui#2o Italiana, reconhecer a 4ri&an&e
Inconstitucionalidade, $a a#&era()o dos Ritos Processuais, com e#i!ina()o de
Im0ortantes Inst3ncias do Judiciário rasileiro, em fun#2o do chamado “,ORO
PRI-I.EGIA/O”, !ue n2o 0oderia, nem de"eria, e4istir em conte4to de !ue “TO/OS
S9O IGUAIS PERANTE A .EI”.
5uando ent2o, real#o o fato de !ue em recente consulta, o ent2o Primeiro67inistro,
e um dos 8omens mais ricos da Itália, n)o &e"e 1ua#1uer pri"i#=4io re'on?e'i$o, 0ela
/u0rema Côrte Italiana, em fun#2o de /tatus $uncional, /tatus Político ou /tatus
(conômico, uma "ez !ue, na Itália “TO/OS S9O IGUAIS PERANTE A .EI”.
Portanto, o (stado rasileiro, ao tratar de forma “0e!uena” uma !uest2o
im0ortante 9e4tradi#2o de Cesare <a&&is&i: 0ara o (stado Italiano, a1riu es0a#o, mais do
!ue 3USTO, 0ara !ue o (stado Italiano, a"aliasse SO< A BTICA 3URIS/ICIONA.
<RASI.EIRA, ITA.IANA, e INTERNACIONA., a !ualidade das fundamenta#;es
utilizadas 0elo Judiciário rasileiro, atra".s do /u0remo <ri1unal $ederal, ao reconhecer,
e cristalizar, no /istema Jurídico rasileiro o “,ORO PRI-I.EGIA/O”, onde a0enas e t2o
somente, nos . 0ossí"el "erificar a e4ist=ncia de um 3u#4a!en&o Arbi&r;rio, 0ela
essen'ia PO.@TICA, em1asada na “pseu$oC'er&e2a” de !ue no rasil a Justi#a 0une
com cadeia !ual!uer Criminoso rasileiro.
Portanto1 e* *eu entendi*ento1 a le':ti*a 8+u'a9 de 6enri3ue Pi77olato1 e*
+un,-o de u#4a!en&o arbi&r;rio1 pe#a i!pre4na()o po#i&i1ueira1 0on0reta*ente1 0olo0a
a 0erte7a de 3ue o Cidad-o Brasileiro N8O ,OGE D .UTA1 *es*o 3ue 4ara isso1 ten2a
3ue assu!ir Ou&ra Ci$a$ania1 u*a ve7 3ue1 a Institui,-o 5u4re*o !ri.unal ?ederal1 e*
seu site o+i0ial1 na 4á'ina 8A Constitui,-o e o 5u4re*o91 0olo0a C
DEin'u=* = o.ri'ado a 0u*4rir or$e! i#e4a#1 ou a ela se sub!e&er1 ainda 3ue
e!ana$a $e au&ori$a$e u$i'ia#. FaisC = $e"er $e 'i$a$ania oporCse > orde*
ile'alG 0aso 0ontrário1 ne4aCse o Estado de <ireito.D H6C I%.4#41 Rel. Fin. Faur:0io
CorrJa1 (ul'a*ento e* 22-4-K$1 2L !ur*a1 <Jde I-$-K$M
No'o1 n-o 2avendo +unda*enta,-o su+i0iente1 se'undo a Constitui,-o da
Re4A.li0a ?ederativa do Brasil1 e* seu Art. K%1 a de0is-o = NU.A1 e 4or isso1 a a0eita,-o
do 8,ORO PRI-I.EGIA/O9 4elo 5u4re*o !ri.unal ?ederal1 assi! $e"e ser
re'on?e'i$a1 ne* 3ue 4ara isto1 se(a ne0essária a avalia,-o Jurisdi0ional Interna0ional.
A+inal1 !O<O5 os Cidad-os Brasileiros1 in0luso os Fe*.ros do 5u4re*o !ri.unal
?ederal1 !es!o 1ue assi! n)o se re'on?e(a!1 est-o SU<OR/INA/OS >
Constitui,-o da Re4A.li0a ?ederativa do Brasil PPP
Para al'uns 1ue n)o Eu1 a de+esa das Institui,Qes <e*o0ráti0as 4assa 4ela
si!p#es $e%esa $a1ue#es 3ue as 0o*4Qe1 4ara Outros 'o!o Eu1 a de+esa das
Institui,Qes <e*o0ráti0as 4assa pe#o na&ura# re'on?e'i!en&o da Postura Rti0a1 e
Pro+issional1 da3ueles 3ue a 0o*4Qe1 ra7-o 4ela 3ual1 re0on2e0e*os a i*4ortSn0ia da
preser"a()o $e Ins&i&ui(0es <e*o0ráti0as 4ela /es&i&ui()o de u* Presidente da
Re4A.li0a ?ederativa do Brasil1 da RenEn'ia “%or(a$a” de 2 HdoisM Presidentes do
5enado da Re4A.li0a ?ederativa do Brasil1 e da RenEn'ia “%or(a$a” de u* Presidente
da CS*ara de <e4utados da Re4A.li0a ?ederativa do Brasil.
No'o1 n)o re'on?e'e!os o Poder do 5u4re*o !ri.unal ?ederal1 0o*o
A<SO.UTO1 isto =1 seu Poder = RE.ATI-O1 e sua relatividade esta na 4ro4or,-o direta
do Res4eito >s <eter*ina,Qes Ne':ti*as da Constitui,-o da Re4A.li0a ?ederativa do
Brasil1 no 0on0reto de suas ,UN/AMENTAFGES Jurisdi0ionais1 isto =1 o 5u4re*o
!ri.unal ?ederal n-o 4ode1 ne* deve1 si*4les*ente des0onsiderar o 3ue deter*ina a
Constitui,-o1 *as > Nu7 do <ireito /IRIMIR 3uais3uer 8$ubie$a$es9 e/istentes.
Eo 0aso e* 3uest-o1 te*os u* Arti'o 3ue deter*ina o 8,ORO PRI-I.EGIA/O91
e* 0ontra4artida1 te*os várias e si'ni+i0ativas deter*ina,Qes rela0ionadas ao Prin0:4io
de 3ue 8TO/OS S9O IGUAIS PERANTE A .EI91 4ortanto1 $ar !ais i*4ortSn0ia a u*
Arti'o1 4resu*ivel*ente le'islado 8e* 0ausa 4r@4ria91 ne4an$o u* Prin0:4io
Constitu0ional1 re%eren$a$o 4ela E*enda Constitu0ional da Carta de 5an Jos= da Costa
Ri0a1 0on0reta*ente1 = a a4li0a,-o do <ireito Ee'ativo i!pre4na$o $e sen&i!en&o
po#i&i1ueiro1 e 4or isso1 u*a de0is-o arbi&r;ria1 e tenden0iosa1 se! o !enor 'abi!en&o
uris$i'iona#.
C2a*a*os a aten,-o 4ara o +ato de 3ue o 86C9 a0i*a 0itado te* sua
+unda*enta,-o C
1. Ea Car&a $e San 3os= $a Cos&a Ri'a1 3ue = u*a E*enda Constitu0ional.
2. Ea Cons&i&ui()o $a RepEb#i'a ,e$era&i"a $o <rasi#eira1 4ro*ul'ada e* K&&.
3. Ea $es1ua#i%i'a()o de al'uns Fe*.ros do 5u4re*o !ri.unal ?ederal1 4ara
atuare* e* 4ro0esso 'o! supress)o $e ins&+n'ias.
A4roveita*os 4ara ressaltar 3ue o do0u*ento1 ora en0a*in2ado1 8Repri!en$a A
Rosa Maria Heber Can$io&a $a Rosa91 +oi anterior*ente en0a*in2ado ao Se're&;rio $a
Presi$In'ia $o Supre!o Tribuna# ,e$era#1 4ara re4asse a TO/OS os Me!bros $o
P#en;rio $o Supre!o Tribuna# ,e$era#1 al=* de ta*.=* ter sido anterior*ente
en0a*in2ado > Co!iss)o In&era!eri'ana $e /irei&os Hu!anos $a Or4ani2a()o $os
Es&a$os A!eri'anos1 .e* 0o*o1 3ue nele se en0ontra* os $i"ersos $o'u!en&os
4rodu7idos a 4artir do 86C9 su4ra*en0ionado1 os 3uais entende*os 3ue deva* ser
obe&o $e apre'ia()o1 e a"a#ia()o1 4ela 5u4re*a Côrte Italiana.
A4roveita*os 4ara 02a*ar a aten,-o1 4ara o +ato 0on0reto1 de 3ue o Cidad-o
Brasileiro1 e Ci$a$)o I&a#iano1 su4ra*en0ionado1 HO3E1 = re0on2e0ido
in&erna'iona#!en&e 0o*o CRIMINOSO ,ORAGI/O1 sendo o.(eto de 4ro0ura 4ela
PO.INTER1 al'o 3ue i*4li0a o TJCITO re'on?e'i!en&o $a .e4i&i!i$a$e de sua
CON/ENAF9O1 o 3ue 4ara al'uns 0o*o Eu1 = ina'ei&;"e#1 = surrea#1 = abe&a1 =
ino!in;"e#1 = in$e'orosa1 +rente as 0onsidera,Qes a0i*a *en0ionadas.
Aten0iosa*ente1
Plinio Marcos Moreira da Rocha
Penso, >2o s? (@I/<%, Me ,AFO Presen&e
Analista de 5iste*as1 4resu*ivel*ente1 Eni'o <rasi#eiro COMUM1 3ue *es*o n)o
&en$o n5"e# superior 'o!p#e&o Hinterro*4i o Curso de E/e0utivo1 0o* o 4ri*eiro
se*estre 0o*4leto1 e* KIIM1 4ortanto1 n-o sendo Advo'ado1 ne* Ba02arel1 ne*
Estudante de <ireito1 &e"e suas pr;&i'as ins'ri&as na KLM e 7LM e$i(0es $o PrI!io
INNO-ARE1 a*.as 0al0adas no CAOS 3UR@/ICO 3ue te* 0o*o 4re*issa .ase o PURO
,A>ER /E CONTAS, reconhecidas, e /E,ERI/AS pe#o Conse#?o 3u#4a$or1 0on+or*e
do0u*ento 8IEEOBARE T* Brasileiro COFTF Eo Feio Jur:di0o II9.
http://www.scribd.co/doc/!"#$$%&'/I(()*+,E-.-/rasileiro-0)1.1-(o-
1eio-2uridico-II
+(E3)4:
0 – Repreensão à Excelentíssima Rosa Maria Weber Candiota da Rosa
A4resenta*os nossa in0on+or*idade1 e* +or*al re4reens-o1 0o* o trata*ento
re0e.ido 4ela Ferit:ssi*a 3uando da avalia,-o do 6a.eas Cor4us #.IK Finas Gerais1
.e* 0o*o1 0o* a su4er+i0ial1 e ino*inada1 avalia,-o +eita.
1 – Consulta a Avaliação do C 11!1"# Minas $erais com identi%icação da
Assinatura
A4resenta*os 0onsulta +eita no site o+i0ial do 5u4re*o !ri.unal ?ederal so.re a
avalia,-o do 6a.eas Cor4us1 0o* identi+i0a,-o de Uue* o +e71 e o seu e-*ail de
assinatura&
' – $mail (ivul)ação MERC*+,- da Medida Cautelar sob Avaliação da C.(/*EA
A4resenta*os e-*ail da tentativa de divul'ar 4ara !O<O5 os inte'rantes do
FERCO5TN nossa tentativa de 3ue a Co*iss-o Intera*eri0ana de <ireitos 6u*anos da
Or'ani7a,-o dos Estados A*eri0anos avalie* nosso 6a.eas Cor4us re0on2e0endo 3ue
a *es*a = u*a Fedida Cautelar.
'/1 /0ormali1ação C.(/*EA .nconstitucionalidade 0*R* 2rivile)iado Atuali1ada
A4resenta*os a :nte'ra da Peti,-o1 e* essJn0ia u*a Fedida Cautelar1 diri'ida >
Co*iss-o Intera*eri0ana de <ireitos 6u*anos da Or'ani7a,-o dos Estados A*eri0anos1
na 3ual soli0ita*os 3ue as 0onsidera,Qes +eitas so.re a avalia,-o do 6C #.IK +eita
4elo 5!?1 a 4r@4ria avalia,-o e o 0itado 6a.eas Cor4us se(a* avaliados1 de tal +or*a1
se(a 'arantido 3ue na Re4A.li0a ?ederativa do Brasil 3ue 8?ORO PRIBINEGIA<O9 se(a
re0on2e0ido 0o*o In0onstitu0ional&
'/' – A Compet3ncia .ncompetente do Medíocre 4ot5rio +aber
A4resenta*os nossa 4ri*eira *ani+esta,-o so.re a avalia,-o do 5u4re*o !ri.unal
?ederal1 rela0ionada a 84erda de *andato 4arla*entar91 u*a ve7 3ue1 de +or*a surreal a
3uest-o estava sendo en0a*in2ada 0o*o 84enali7a,-o9 de u* 0ri*e 0o*u*.
Al'o so*ente ad*iss:vel 4ela 0ara0ter:sti0a de 8not@rio sa.er (ur:di0o9 3ue 4er*ite
3ual3uer Cidad-o Brasileiro1 0o* 4ro(e,-o 84oliti0o e 4ro+issional91 0o*4or o Plenário do
5u4re*o !ri.unal ?ederal1 onde a 0erte7a de suas +unda*enta,Qes n-o dei/a* de ser
*eras e/4e0tativas&
'/6 – A Compet3ncia .ncompetente do Medíocre 4ot5rio +aber ..
A4resenta*os nossa se'unda *ani+esta,-o so.re a avalia,-o do 5u4re*o
!ri.unal ?ederal1 rela0ionada a 84erda de *andato 4arla*entar91 0entrando a 3uest-o na
situa,-o de ro.erto (e++erson 3ue *es*o 0assado1 e 4or isso1 u* e/-+iliado 4artidário1 = o
4residente na0ional do P!B1 al=* de 02a*ar a aten,-o 4ara o 4ou0o 0aso +eito 4elo
5u4re*o !ri.unal ?ederal ao Fandado de In(un,-o 3ue 4retendia Eli*inar o P!B do
0enário 4ol:ti0o .rasileiro1 u*a ve7 3ue1 n-o e/iste nen2u* dis4ositivo le'al e/4l:0ito 4ara
tal.
Al'o so*ente ad*iss:vel 4ela 0ara0ter:sti0a de 8not@rio sa.er (ur:di0o9 3ue 4er*ite
3ual3uer Cidad-o Brasileiro1 0o* 4ro(e,-o 84oliti0o e 4ro+issional91 0o*4or o Plenário do
5u4re*o !ri.unal ?ederal1 onde a 0erte7a de suas +unda*enta,Qes n-o dei/a* de ser
*eras e/4e0tativas.
'/7 – Complementos à 2etição C.(/*EA ''#'/1'
A4resenta*os nossa tentativa de es0lare0er > Co*iss-o Intera*eri0ana de
<ireitos 6u*anos da Or'ani7a,-o dos Estados A*eri0anos 3uanto ao 4ro0esso
CI<6VOEA 22K2;21 de tal +or*a1 ser in3uestionável1 e irre+utável1 ser 0aráter de Fedida
Cautelar1 .e* 0o*o1 sua i*4ortSn0ia1 e relevSn0ia1 3uanto > 4reserva,-o de Rito
Pro0essual1 3ue de +or*a re+le/iva1 'arantira* a todos os R=us a Ni.erdade de IR e BIR.
'/! – REA-mente/// 8uando no (.+C,R+* pelo9 por9 para o (.+C,R+*
A4resenta*os nossas 0onsidera,Qes so.re 4ronun0ia*ento +eito 4elo Presidente
do 5u4re*o !ri.unal ?ederal1 rela0ionado ao 0u*4ri*ento de 4ena e* re'i*e +e02ado
ser indistinta*ente 0u*4rido e* 4res:dio 0o*u*.
A+inal1 na3uela o4ortunidade o e/-(ui7 ni0olau dos santos neto1 0ondenado > 2$
anos de 4ris-o1 e 4or isso1 ini0ial*ente e* re'i*e +e02ado1 estava 0u*4rindo
INEGANFEE!E1 e IECOE5!I!TCIOEANFEE!E1 e* 4ris-o <OFICINIAR1 3uando ent-o1
ressalta*os1 3ue 6OJE1 esta situa,-o +oi *odi+i0ada 4ara 0u*4ri*ento de 4ena e*
Pres:dio de 5EGTRAEWA FXYIFA1 4resu*ivel*ente 4or 4er*itir ao Cri*inoso
instala,Qes *ais 0on+ortáveis1 u*a ve7 3ue1 e* 2i4@tese al'u*a1 o 0itado Cri*inoso
4ode ser 0onsiderado PERIGO5O.
No'o1 as 0olo0a,Qes 4ro+eridas 4elo Presidente do 5!?1 4ode*1 e deve*1 ser
inter4retadas 0o*o a .ase do (ul'a*ento 4ol:ti0o1 inde0orosa*ente1 e* +ase +inal no 5!?&
'/: – +er; a C*M2RA de <otos uma 0al;cia
A4resenta*os nossas 0onsidera,Qes so.re a 0erte7a *ani+estada 4elo Plenário do
5u4re*o !ri.unal ?ederal1 rela0ionada > 0ondena,-o de al'uns 4ela 8Co*4ra de
BO!O591 u*a ve7 3ue1 nen2u* Parla*entar 3ue n-o +i7esse 4arte do 8Es3ue*a9 +oi
identi+i0ado 0o*o 8de BO!O COFPRA<O91 lo'o1 0o*o entender1 e a0eitar1 tanta
CER!EZA.
'/" – $mail C.(/*EA Esclarecimentos Adicionais ao 2rocesso ''#'=1'
A4resenta*os nossas 0onsidera,Qes so.re as *ani+esta,Qes o0orridas 3uando da
avalia,-o dos E*.ar'os <e0larat@rios +eito 4elo 4re4osto do Cri*inoso COE?E55O
ro.erto (e++erson.
Ressalta*os a identi+i0a,-o de 3ue a 5u4re*a Côrte Constitu0ional1 e* avalia,-o
de 0ri*e 0o*u*1 *es*o re0on2e0endo a 'ravidade dos 0ri*es1 n-o a4li0ou !O<O O
RIGOR <A NEI1 de tal +or*a1 3ue 4oss:veis 4enas de 40 ou #0 anos de re0lus-o1 +i0ara*
a.ai/o de # anos de re0lus-o.
C2a*a*os a aten,-o 4ara o re0on2e0i*ento de 3ue ro.erto (e++erson delatou o
8es3ue*a9 a4@s a divul'a,-o de v:deo 0o*4ro*etedor1 0ontudo1 n-o re0on2e0eu 3ue sua
dela,-o +oi dire0ionada1 isto =1 n-o 0onte*4lou !O<O5 os envolvidos 3ue tin2a
0on2e0i*ento1 4ois1 assu*iu so7in2o a res4onsa.ilidade 4or outros inte'rantes do P!B1
de tal +or*a1 3ue nos = entendido 4or3ue u* 8delator9 +oi al,ado a Presidente Ea0ional do
P!B.
Portanto1 se 0on+ir*ado1 nosso entendi*ento1 de 3ue a dela,-o de ro.erto
(e++erson +oi dire0ionada1 0on0reta*ente1 n-o o0orreu dela,-o e si* o.stru,-o > Justi,a1 e
4or isso1 o *es*o n-o deveria ter sua 4ena atenuada e si* a'ravada&
'/> – $mail Mani%estação encamin?ada aos Membros do 2len;rio do +@0
A4resenta*os nossas 0onsidera,Qes so.re o a.surdo (ur:di0o 3ue +oi a 0on0reta
*anuten,-o de *andato 4arla*entar1 de0is-o 4ro+erida 4elo Con'resso Ea0ional1
3uando da avalia,-o da 4erda de *andato 4arla*entar de Cri*inoso 0o* 0ondena,-o
!RAE5I!A<A EF JTNGA<O1 isto =1 o Parla*entar deveria ini0iar o 0u*4ri*ento de 4ena
4or 0ri*e 0o*u*1 se* a 4erda de *andato.
Esta situa,-o so*ente +oi 4oss:vel 4or3ue o 5u4re*o !ri.unal ?ederal1 e*
inter4reta,-o 0o*4at:vel ao 8not@rio sa.er (ur:di0o91 +oi in0a4a7 de re0on2e0er 3ue 84erda
de *andato 4ode ser e+eito se0undário de 4enali7a,-o 4or 0ri*e 0o*u*9.
6 – abeas Corpus do Mensalão Ação 2enal 7"0
A4resenta*os a :nte'ra do 6a.eas Cor4us #.IK Finas Gerais1 rela0ionado >
inter4reta,-o de 3ue o 4ro0esso AP 4I01 e* +ase +inal no 5u4re*o !ri.unal ?ederal = u*
!ri.unal de e/0e,-o1 4ela ar.itrariedade de suas de0isQes1 4ela sua
IECOE5!I!TCIOEANI<A<E1 e 4elo 0aráter 84oliti3ueiro9.
6&1 2etição Anular (ecisão Extradição Cesare Aattisti
A4resenta*os a :nte'ra da Peti,-o e* 3ue a+ir*a*os 3ue o 5u4re*o !ri.unal
?ederal 4revari0ou ao dele'ar ao Presidente da Re4A.li0a ?ederativa do Brasil a
res4onsa.ilidade de de+inir 3uest-o JTNGA<A1 u*a ve7 3ue1 a Constitui,-o da Re4A.li0a
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'arante a 8COI5A JTNGA<A9
7 / * cBmulo da Arro)Cncia9 2repot3ncia9 .)norCncia de Duem E+@A e pensa +ER
Autoridade .nstitucional
A4resenta*os nossas 0onsidera,Qes so.re a 4ostura de *uitas 8Autoridades
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A4resenta*os nossas outras 0onsidera,Qes so.re a 4ostura de *uitas
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vaidade1 e i'norSn0ia1 des*ere0e*1 desres4eita* a 4r@4ria Autoridade da 3ual est-o
investidos.
Repreensão
à
Excelentíssima
Rosa
Maria
Weber
Candiota
da
Rosa
Apresentamos nossa inconformidade, em formal repreensão,
com o tratamento recebido pela Meritíssima quando da avaliação
do Habeas Corpus 115.17 Minas !erais, bem como, com a
superficial, e inominada, avaliação feita.
Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>
Henrique Pizzolato possivel "revanche" do Judiciario Italiano
Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com> 21 de novembro de 2013 01:30
Para: Audiências Presidência <audienciaspresidencia@stf.jus.br>
Prezados,
Minha obrigação como Cidadão foi cumprida, se o Gabinete da Presidência não entende ser o objeto do
email merecedor de Respeito e Consideração, ao ponto de encaminhá-lo aos Membros do Plenário do
Supremo Tribunal Federal, muito embora, me seja surreal, é no mínimo da Consciência do Titular Responsável.
Quanto a mim, continuarei utilizando os meios que me forem possíveis para agir em conformidade com a
Constituição da República Federativa do Brasil.
Portanto, o email foi encaminhado, recebido pelo Gabinete da Presidência do Supremo Tribunal, que em
conveniência, e Responsabilidade Institucional, agirá, ou não.
Respeitosas Saudações,
Plinio Marcos Moreira da Rocha
Em 20 de novembro de 2013 11:27, Audiências Presidência <audienciaspresidencia@stf.jus.br> escreveu:

Prezado Senhor,
Bom dia.
Ao acusar recebimento de sua mensagem, informo que esse email é exclusivo para marcação de audiências.
Por gentileza , encaminhe sua solicitação para o canal da Central do Cidadão.
Para sua comodidade, anexo o link a seguir:
http://www.stf.jus.br/portal/centralDoCidadao/enviarDadoPessoal.asp

Cordialmente

Gabinete da Presidência
Supremo Tribunal Federal
Telefone: (61) 3217.4132

De: "Plinio Marcos Moreira da Rocha" [mailto:pliniomarcosmr@terra.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 20 de novembro de 2013 05:07
Para: Audiências Presidência
Cc: cidhdenuncias@oas.org; cidhoea@oas.org; "pliniomarcosmr"
Assunto: Henrique Pizzolato possivel "revanche" do Judiciario Italiano
Prioridade: Alta

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1 de 9 25/11/2013 21:18
Prezado Silvio José Albuquerque e Silva,
Chefe de Gabinete da Presidência

Solicito que este email seja encaminhado a TODOS os
MEMBROS do Plenário do Supremo Tribunal Federal, para conhecimento.
http://pt.scribd.com/doc/185655567/Henrique-Pizzolato-possivel-%E2%80%9Crevanche%E2%80%9D-
do-Judiciario-Italiano
Estamos sugerindo ao Consul Geral da Itália no Rio de Janeiro, que em função
da “fuga” do Cidadão Brasileiro, e Cidadão Italiano, Sr. Henrique Pizzolato, o
Judiciário Italiano, a Luz da Constituição Brasileira, cominada a da Constituição
Italiana, avalie o Habeas Corpus 115.179 Minas Gerais, uma vez que, o mesmo
esta calcado na premissa de que o Julgamento da AP 407 é
INCONSTITUCIONAL, é uma arbitrariedade de um Tribunal de Excessão, por
ter como fundamentação o “FORO PRIVILEGIADO” em contexto Constitucional
de que “TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI”, entre outras considerações.



Henrique Pizzolato possível “revanche” do Estado Italiano
Consulado Geral da Itália no Rio de Janeiro
Av. Presidente Antônio Carlos nº 40
Castelo – Rio de Janeiro – RJ – Brasil
CEP 20020-010
Tel. +55 21 2262-6348

segreteria.riodejaneiro@esteri.it


Prezado Cônsul Geral da Itália no Rio de Janeiro,

Em função do abaixo colocado, venho MUI RESPEITOSAMENTE, SUGERIR que os documentos oriundos
do “Habeas Corpus” 115179 Minas Gerais, ora encaminhados, sejam avaliados pela Suprema Côrte
Italiana, quando da futura apreciação da situação do Cidadão Brasileiro, e Cidadão Italiano, Sr. Henrique
Pizzolato, uma vez que, entendemos que o mesmo foi condenado em Tribunal de Exceção, pela
arbitrariedade da supressão de Instâncias Significativas do Judiciário Brasileiro, calcada na
Inconstitucionalidade do “FORO PRIVILEGIADO”, que de forma concreta, RESTRINGIRAM o princípio
básico de AMPLA DEFESA, entre outras considerações.

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2 de 9 25/11/2013 21:18

Em 16/11/2013, foi noticiada a “fuga” de Henrique Pizzolato para a Itália, em função de Dupla Cidadania, na
busca de um Julgamento Justo, e Legítimo, agora, pela Justiça Italiana, uma vez que, o processo AP 470,
em fase final na Suprema Corte Constitucional Brasileira, com supressão de INSTÂNCIAS Importantes do
Judiciário Brasileiro, cristalizando o “FORO PRIVILEGIADO”, fere de morte o Princípio Constitucional de que
TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI, e por isso, pode, e deve, ser reconhecido como um Tribunal de
EXCESSÃO, cujo objetivo “maior”, é o de dar à Sociedade Brasileira a “Falsa Sensação” de que no Brasil
qualquer criminoso pode ir para a cadeia, afirmando o indesejável que é “os fins justificam os meios”.


Algo que permitirá, mesmo que indiretamente, a manifestação formal do Estado Italiano sobre a avaliação
efetuada pelo Estado Brasileiro, através do Supremo Tribunal Federal.


Esta situação, me trouxe a mente, uma contenda recente, entre o Estado Italiano e o Estado Brasileiro,
envolvendo a solicitação pelo Governo Italiano da extradição Cesare Battisti, com desfecho “Ilegal”,
“Imoral”, Inconstitucional” e “Ilegetímo”.


Afinal, a citada extradição, foi autorizada pelo Judiciário Brasileiro, após avaliação jurisdicional, não tendo
ocorrida, apenas e tão somente, em função de critério pessoal e político do, então, Presidente da
República Federativa do Brasil, que, previamente, autorizado pelo Supremo Tribunal Federal, alterou uma
concreta “Coisa Julgada”, ao NÃO AUTORIZAR a extradição de Cesare Battisti.


Vale ressaltar, que diferentemente dos fundamentos da solicitação de extradição de Cesare Battisti, que de
forma inquestionável, e irrefutável, foram reconhecidos como LEGÍTIMOS pelo Judiciário Brasileiro, os
fundamentos inaceitáveis, indecorosos, alicerçados no “FORO PRIVILEGIADO”, que deram origem ao
Processo AP 470, nos permite vislumbrar que o Estado Italiano, através da Suprema Côrte Italiana, possa
de maneira, também, inquestionável, e irrefutável, à Luz da Constituição Brasileira, concominada com a
da Constituição Italiana, reconhecer a gritante Inconstitucionalidade, da alteração dos Ritos Processuais,
com eliminação de Importantes Instâncias do Judiciário Brasileiro, em função do chamado “FORO
PRIVILEGIADO”, que não poderia, nem deveria, existir em contexto de que “TODOS SÃO IGUAIS
PERANTE A LEI”.


Quando então, realço o fato de que em recente consulta, o então Primeiro-Ministro, e um dos Homens mais
ricos da Itália, não teve qualquer privilégio reconhecido, pela Suprema Côrte Italiana, em função de
Status Funcional, Status Político ou Status Econômico, uma vez que, na Itália “TODOS SÃO IGUAIS
PERANTE A LEI”.


Portanto, o Estado Brasileiro, ao tratar de forma “pequena” uma questão importante (extradição de Cesare
Battisti) para o Estado Italiano, abriu espaço, mais do que JUSTO, para que o Estado Italiano, avaliasse
SOB A ÒTICA JURISDICIONAL BRASILEIRA, ITALIANA, e INTERNACIONAL, a qualidade das
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3 de 9 25/11/2013 21:18
fundamentações utilizadas pelo Judiciário Brasileiro, através do Supremo Tribunal Federal, ao reconhecer,
e cristalizar, no Sistema Jurídico Brasileiro o “FORO PRIVILEGIADO”, onde apenas e tão somente, nos é
possível verificar a existência de um Julgamento Arbitrário, pela essencia POLÍTICA, embasada na
“pseudo-certeza” de que no Brasil a Justiça pune com cadeia qualquer Criminoso Brasileiro.


Portanto, em meu entendimento, a legítima “fuga” de Henrique Pizzolato, em função de julgamento
arbitrário, pela impregnação politiqueira, concretamente, coloca a certeza de que o Cidadão Brasileiro
NÂO FOGE À LUTA, mesmo que para isso, tenha que assumir Outra Cidadania, uma vez que, a Instituição
Supremo Tribunal Federal, em seu site oficial, na página “A Constituição e o Supremo”, coloca :

"Ninguém é obrigado a cumprir ordem ilegal, ou a ela se submeter, ainda que emanada de
autoridade judicial. Mais: é dever de cidadania opor-se à ordem ilegal; caso contrário, nega-se o
Estado de Direito." (HC 73.454, Rel. Min. Maurício Corrêa, julgamento em 22-4-96, 2ª Turma, DJde
7-6-96)


Logo, não havendo fundamentação suficiente, segundo a Constituição da República Federativa do Brasil, em
seu Art. 93, a decisão é NULA, e por isso, a aceitação do “FORO PRIVILEGIADO” pelo Supremo Tribunal
Federal, assim deve ser reconhecida, nem que para isto, seja necessária a avaliação Jurisdicional
Internacional.


Afinal, TODOS os Cidadãos Brasileiros, incluso os Membros do Supremo Tribunal Federal, mesmo que
assim não se reconheçam, estão SUBORDINADOS à Constituição da República Federativa do Brasil !!!

Para alguns que não Eu, a defesa das Instituições Democráticas passa pela simples defesa daqueles que
as compõe, para Outros como Eu, a defesa das Instituições Democráticas passa pelo natural
reconhecimento da Postura Ética, e Profissional, daqueles que a compõe, razão pela qual, reconhecemos a
importância da preservação de Instituições Democráticas pela Destituição de um Presidente da República
Federativa do Brasil, da Renúncia “forçada” de 2 (dois) Presidentes do Senado da República Federativa do
Brasil, e da Renúncia “forçada” de um Presidente da Câmara de Deputados da República Federativa do
Brasil.


Logo, não reconhecemos o Poder do Supremo Tribunal Federal, como ABSOLUTO, isto é, seu Poder é
RELATIVO, e sua relatividade esta na proporção direta do Respeito às Determinações Legítimas da
Constituição da República Federativa do Brasil, no concreto de suas FUNDAMENTAÇÕES Jurisdicionais,
isto é, o Supremo Tribunal Federal não pode, nem deve, simplesmente desconsiderar o que determina a
Constituição, mas à Luz do Direito DIRIMIR quaisquer “dubiedades” existentes.


No caso em questão, temos um Artigo que determina o “FORO PRIVILEGIADO”, em contrapartida, temos
várias e significativas determinações relacionadas ao Princípio de que “TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A
LEI”, portanto, dar mais importância a um Artigo, presumivelmente legislado “em causa própria”, negando
um Princípio Constitucional, referendado pela Emenda Constitucional da Carta de San José da Costa Rica,
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concretamente, é a aplicação do Direito Negativo impregnado de sentimento politiqueiro, e por isso, uma
decisão arbitrária, e tendenciosa, sem o menor cabimento jurisdicional.



Chamamos a atenção para o fato de que o “HC” acima citado tem sua fundamentação :

1. Na Carta de San José da Costa Rica, que é uma Emenda Constitucional.

2. Na Constituição da República Federativa do Brasileira, promulgada em 1988.

3. Na desqualificação de alguns Membros do Supremo Tribunal Federal, para atuarem em
processo com supressão de instâncias.



Aproveitamos para ressaltar que o documento, ora encaminhado, “Reprimenda à Rosa Maria Weber
Candiota da Rosa”, foi anteriormente encaminhado ao Secretário da Presidência do Supremo Tribunal
Federal, para repasse a TODOS os Membros do Plenário do Supremo Tribunal Federal, além de
também ter sido anteriormente encaminhado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da
Organização dos Estados Americanos, bem como, que nele se encontram os diversos documentos
produzidos a partir do “HC” supramencionado, os quais entendemos que devam ser objeto de apreciação, e
avaliação, pela Suprema Côrte Italiana.



Aproveitamos para chamar a atenção, para o fato concreto, de que o Cidadão Brasileiro, e Cidadão
Italiano, supramencionado, HOJE, é reconhecido internacionalmente como CRIMINOSO FORAGIDO,
sendo objeto de procura pela POLINTER, algo que implica o TÁCITO reconhecimento da Legitimidade de
sua CONDENAÇÃO, o que para alguns como Eu, é inaceitável, é surreal, é abjeta, é inominável, é
indecorosa, frente as considerações acima mencionadas.

Atenciosamente,


Plinio Marcos Moreira da Rocha

Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente
Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível
superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977),
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portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª,
e 7ª, edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o
PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento
“INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Jurídico II”.
http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-
No-Meio-Juridico-II




ANEXOS:

0 – Repreensão à Excelentíssima Rosa Maria Weber Candiota da Rosa

Apresentamos nossa inconformidade, em formal repreensão, com o tratamento recebido pela Meritíssima
quando da avaliação do Habeas Corpus 115.179 Minas Gerais, bem como, com a superficial, e inominada,
avaliação feita.

1 – Consulta a Avaliação do HC 115179 Minas Gerais com identificação da Assinatura

Apresentamos consulta feita no site oficial do Supremo Tribunal Federal sobre a avaliação do Habeas
Corpus, com identificação de Quem o fez, e o seu e-mail de assinatura.

2 – Gmail Divulgação MERCOSUL da Medida Cautelar sob Avaliação da CIDH-OEA

Apresentamos e-mail da tentativa de divulgar para TODOS os integrantes do MERCOSUL nossa tentativa de
que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da
Organização dos Estados Americanos avaliem nosso Habeas Corpus reconhecendo que a mesma é uma
Medida Cautelar.

2-1 -Formalização CIDH-OEA Inconstitucionalidade FORO Privilegiado Atualizada

Apresentamos a íntegra da Petição, em essência uma Medida Cautelar, dirigida à Comissão Interamericana
de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos, na qual solicitamos que as considerações
feitas sobre a avaliação do HC 115.179 feita pelo STF, a própria avaliação e o citado Habeas Corpus sejam
avaliados, de tal forma, seja garantido que na República Federativa do Brasil que “FORO PRIVILEGIADO”
seja
reconhecido como Inconstitucional.

2-2 – A Competência Incompetente do Medíocre Notório Saber
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6 de 9 25/11/2013 21:18

Apresentamos nossa primeira manifestação sobre a avaliação do Supremo Tribunal Federal, relacionada a
“perda de mandato parlamentar”, uma vez que, de forma surreal a questão estava sendo encaminhada como
“penalização” de um crime comum.

Algo somente admissível pela característica de “notório saber jurídico” que permite qualquer Cidadão
Brasileiro, com projeção “politico e profissional”, compor o Plenário do
Supremo Tribunal Federal, onde a certeza de suas fundamentações não deixam de ser meras expectativas.

2-3 – A Competência Incompetente do Medíocre Notório Saber II

Apresentamos nossa segunda manifestação sobre a avaliação do Supremo Tribunal Federal, relacionada a
“perda de mandato parlamentar”, centrando a questão na
situação de roberto jefferson que mesmo cassado, e por isso, um ex-filiado partidário, é o presidente
nacional do PTB, além de chamar a atenção para o pouco caso feito pelo Supremo Tribunal Federal ao
Mandado de Injunção que pretendia Eliminar o PTB do cenário político brasileiro, uma vez que, não existe
nenhum dispositivo legal explícito para tal.

Algo somente admissível pela característica de “notório saber jurídico” que permite qualquer Cidadão
Brasileiro, com projeção “politico e profissional”, compor o Plenário do
Supremo Tribunal Federal, onde a certeza de suas fundamentações não deixam de ser meras expectativas.

2-4 – Complementos à Petição CIDH-OEA 2292-12

Apresentamos nossa tentativa de esclarecer à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da
Organização dos Estados Americanos quanto ao processo CIDH_OEA 2292/12, de tal forma, ser
inquestionável, e irrefutável, ser caráter de Medida Cautelar, bem como, sua importância, e relevância,
quanto à preservação de Rito Processual, que de forma reflexiva, garantiram a todos os Réus a Liberdade de
IR e VIR.

2-5 – REALmente--- Quando no DISCURSO pelo, por, para o DISCURSO

Apresentamos nossas considerações sobre pronunciamento feito pelo Presidente do Supremo Tribunal
Federal, relacionado ao cumprimento de pena em regime fechado ser indistintamente cumprido em presídio
comum.

Afinal, naquela oportunidade o ex-juiz nicolau dos santos neto, condenado à 26 anos de prisão, e por isso,
inicialmente em regime fechado, estava cumprindo ILEGALMENTE, e INCONSTITUCIONALMENTE, em
prisão DOMICILIAR, quando então, ressaltamos, que HOJE, esta situação foi modificada para cumprimento
de pena em Presídio de SEGURANÇA MÁXIMA, presumivelmente por permitir ao Criminoso instalações mais
confortáveis, uma vez que, em hipótese alguma, o citado Criminoso pode ser considerado PERIGOSO.

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Logo, as colocações proferidas pelo Presidente do STF, podem, e devem, ser interpretadas como a base do
julgamento político, indecorosamente, em fase final no STF.

2-6 – Será a COMPRA de Votos uma Falácia

Apresentamos nossas considerações sobre a certeza manifestada pelo Plenário do Supremo Tribunal
Federal, relacionada à condenação de alguns pela “Compra de VOTOS”, uma vez que, nenhum Parlamentar
que não fizesse parte do “Esquema” foi identificado como “de VOTO COMPRADO”, logo, como entender, e
aceitar, tanta CERTEZA.

2-7 – Gmail CIDH-OEA Esclarecimentos Adicionais ao Processo 2292/12

Apresentamos nossas considerações sobre as manifestações ocorridas quando da avaliação dos Embargos
Declaratórios feito pelo preposto do Criminoso CONFESSO roberto jefferson.

Ressaltamos a identificação de que a Suprema Côrte Constitucional, em avaliação de crime comum, mesmo
reconhecendo a gravidade dos crimes, não aplicou TODO O RIGOR DA LEI, de tal forma, que possíveis
penas de 40 ou 50 anos de reclusão, ficaram abaixo de 15 anos de reclusão.

Chamamos a atenção para o reconhecimento de que roberto jefferson delatou o “esquema” após a
divulgação de vídeo comprometedor, contudo, não reconheceu que sua
delação foi direcionada, isto é, não contemplou TODOS os envolvidos que tinha conhecimento, pois, assumiu
sozinho a responsabilidade por outros integrantes do PTB, de tal forma, que nos é entendido porque um
“delator” foi alçado a Presidente Nacional do PTB.

Portanto, se confirmado, nosso entendimento, de que a delação de roberto jefferson foi direcionada,
concretamente, não ocorreu delação e sim obstrução à Justiça, e por isso, o mesmo não deveria ter sua
pena atenuada e sim agravada.

2-8 – Gmail Manifestação encaminhada aos Membros do Plenário do STF

Apresentamos nossas considerações sobre o absurdo jurídico que foi a concreta manutenção de mandato
parlamentar, decisão proferida pelo Congresso Nacional, quando da avaliação da perda de mandato
parlamentar de Criminoso com condenação TRANSITADA EM JULGADO, isto é, o Parlamentar deveria
iniciar o cumprimento de pena
por crime comum, sem a perda de mandato.

Esta situação somente foi possível porque o Supremo Tribunal Federal, em interpretação compatível ao
“notório saber jurídico”, foi incapaz de reconhecer que “perda de mandato pode ser efeito secundário de
penalização por crime comum”.


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8 de 9 25/11/2013 21:18
3 – Habeas Corpus do Mensalão Ação Penal 470

Apresentamos a íntegra do Habeas Corpus 115.179 Minas Gerais, relacionado à interpretação de que o
processo AP 470, em fase final no Supremo Tribunal Federal é um Tribunal de exceção, pela arbitrariedade
de suas decisões, pela sua INCONSTITUCIONALIDADE, e pelo caráter “politiqueiro”.

3.
1. Petição Anular Decisão Extradição Cesare Battisti
Apresentamos a íntegra da Petição em que afirmamos que o Supremo Tribunal Federal prevaricou ao
delegar ao Presidente da República Federativa do Brasil a responsabilidade de definir questão JULGADA,
uma vez que, a Constituição da República Federativa do Brasil, garante a independência entre os Poderes
Institucionais, bem como, garante a “COISA JULGADA”

4 - O cúmulo da Arrogância, Prepotência, Ignorância de quem ESTA e pensa SER Autoridade Institucional

Apresentamos nossas considerações sobre a postura de muitas “Autoridades Institucionais” brasileiras, que
se achando mais do que são, por pura vaidade, e ignorância, desmerecem, desrespeitam a própria
Autoridade da qual estão investidos.

5 -Não um Rei, mas TODA a Côrte na Barriga...

Apresentamos nossas outras considerações sobre a postura de muitas “Autoridades Institucionais”
brasileiras, que se achando mais do que são, por pura vaidade, e ignorância, desmerecem, desrespeitam a
própria Autoridade da qual estão investidos.

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SupremoTribunal Federal
Praça dos Três Poderes
Brasília – DF – Brasil
CEP 70175-00
Tele!one" 55#$1#%&17#%000
e-mail de repreens'o
rm(eber)*s*#+us#br
E,-elen*íssima Sra# .osa /aria 0eber Candio*a da .osa

Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE
1988, TÍTULO II - Dos Diei!os e "aan!ias F#n$amen!ais, CAPÍTULO I % DOS DIREITOS
E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º To$os s&o i'#ais (ean!e a )ei, sem
$is!in*&o $e +#a)+#e na!#e,a, 'aan!in$o-se aos .asi)eios e aos es!an'eios
esi$en!es no Pa/s a in0io)a.i)i$a$e $o $iei!o 1 0i$a, 1 )i.e$a$e, 1 i'#a)$a$e, 1
se'#an*a e 1 (o(ie$a$e, nos !emos se'#in!es2 XXXIII - !o$os !3m $iei!o a receber
dos órgãos (4.)i5os informa!es $e se# in!eesse (a!i5#)a, o# $e interesse co"eti#o
o$ gera", +#e se&o (es!a$as no (a,o $a )ei, so. (ena $e es(onsa.i)i$a$e,
essa)0a$as a+#e)as 5#6o si'i)o se6a im(es5in$/0e) 1 se'#an*a $a so5ie$a$e e $o
Es!a$o7 XXXI% - s&o a !o$os asse'#a$os, in$e(en$en!emen!e $o (a'amen!o $e !a8as2
a& o $iei!o $e (e!i*&o aos Po$ees P4.)i5os em defesa de direitos o# contra
i"ega"idade o# ab$so de 'oder, LX%III - -on-eder-se-1 92abeas--orpus9 sem(e +#e
a)'#:m so;e o# se a5<a amea*a$o $e so!rer 3iolên-ia o# -oaç'o em sua liberdade
de lo-omoç'o, (o ile4alidade o# abuso de poder#

Ven<o, m#i es(ei!osamen!e, .EP.EE5D6-78, (e)a s#a (os!#a so.e.a, +#i*=
im(eia), +#an$o $a a0a)ia*&o $o >?ABEAS CORPUS@ nA11BC1D9 Einas "eais, #ma 0e,
+#e, sua a3aliaç'o !i-ou a9u:m do esperado, e (in5i(a)men!e, n&o se $i'no# a me
5om#ni5a o;i5ia)men!e, e ;oma)men!e, s#a $e5is&o, !en$o em 0is!a, +#e 5;< S<=
8D><?8D<, e (o isso, !en<o o Diei!o $e SE. T.8T8D< 5omo #m Ci$a$&o Com#m,
no e,er-í-io $e P<DE.ES D@.ET<S, ou*or4ados (e)a 5<>8 <.DE/ A=.BD@C8,
e(esen!a$a (e)o -on-re*o, $a Cons!i!#i*&o $a Re(4.)i5a Fe$ea!i0a $o Basi),
(om#)'a$a em 1988, a!a0:s $e >?C@, no +#a) es!o# ;oma)men!e i$en!i;i5a$o e 5om
en$ee*o 5on<e5i$oC
ea)EENTE, en!en$emos +#e (assa$os mais $e 1 F#mG ano, #ma 0e, +#e s#a
a0a)ia*&o $a!a $e 1H $e se!em.o $e IJ1I, sua Cma+es*adeD ao $es(a5<a >P#.)i+#e-seC
A+#i0em-seC@, !oi in-apaE $e e5on<e5e, no m/nimo, o es;o*o <e54)eo ;ei!o, .em
5omo, !oi in-apaE $e e5on<e5e, +#e #m Ci$a$&o Basi)eio COEUE, (o$e, e $e0e, ser
-ien*i!i-ado, ;oma)men!e, $e +#a)+#e $e5is&o (o;ei$a (o #ma A#!oi$a$e
Ins!i!#5iona), (in5i(a)men!e, +#an$o a mesma : !ru*o $e s#a (o0o5a*&oC
Ao e5on<e5emos o ani3ers1rio $a s#a >a0a)ia*&o@ $o me# >?C@, a(o0ei!amos,
em au4Fria -omemoraç'o, (aa, a!a0:s $es!e e-mai), -ompa*í3el ao *ra*amen*o
re-ebido, o;i5ia)men!e, in;oma, so.e nossas 5onsi$ea*Kes e;e!#a$as, e $e0i$amen!e
en5amin<a$as, 1 Comiss&o In!eamei5ana $e Diei!os ?#manos $a O'ani,a*&o $os
Es!a$os Amei5anos, #ma 0e, +#e, en!en$emos +#e es!a na ne5ess=ia
F=5D8/E5T8G;< o (in5/(io $a se4urança +urídi-aC
I'#a)men!e e5on<e5emos +#e o ;a!o $a Re(4.)i5a Fe$ea!i0a $o Basi) ser
si4na*1ria $a Ca!a $e San Los: $a Cos!a Ri5a, 5om o a0a) $o Sena$o Basi)eio, !oi
in*roduEida na NOVA ORDEE LURMDICA, a (ossi.i)i$a$e, $e se u*iliEar a CN!e
In!eamei5ana $e Diei!os ?#manos, (aa se ob*er a 5e!e,a $e +#e o (in5/(io $a
se4urança +urídi-a es!a asse'#a$o, (e)a +#a)i$a$e 6#is$i5iona) $a F=5D8/E5T8G;<
#!i)i,a$aC
Lamen!amos +#e s#a (os!#a es!e6a e)a5iona$a ao sen!imen!o (O(io $a
(e+#ene, <#mana, m#i!o 5om#m, no 5en=io .asi)eio, 5omo o (o mim e8(os!o, a!a0:s
$o $o5#men!o >5'o um .eiH mas T<D8 a CIr*e na Barri4a###@,
<!!(2PP(!Cs5i.$C5omP$o5P1B8HDQDJ9PNao-#m-Rei-mas-TODA-a-Co!e-na-B CCC , on$e
es!amos ei!ean$o ao E85e)en!/ssimo Coe'e$o-"ea) $o Einis!:io P4.)i5o $o Es!a$o
$e "oi=s, o en5amin<amen!o $e nossas 5onsi$ea*Kes ;en!e a a!#a) a0a)ia*&o, (e)o
Conse)<o Na5iona) $o Einis!:io P4.)i5o $o Es!a$o $e "oi=s, $a 5on;ima*&o o# n&o, $o
e8-a$0o'a$o, e sena$o 5assa$o, $emOs!enes 8a0ie )=,o !oes, #ma 0e, +#e, a
>esseLen!/ssima@ Conse)<eia Re)a!oa $o Po5esso A$minis!a!i0o Dis5i()ina nA
HIQPIJ1H-QJ, SaC C)=#$ia C<a'as, em !o!a) Deses(ei!o 1 Cons!i!#i*&o $a Re(4.)i5a
Fe$ea!i0a $o Basi), a):m $e n&o a0a)ia o (o(os!o, 5o)o5o# em se# $es(a5<o “n'o :
par*e le4í*ima nes*es au*os para in*erpor re-urso -on*ra de-is'o do Plen1rio do
C5/P”C
A)'o +#e !am.:m (o$e se asso5ia$o ao $o5#men!o >< -Fmulo da 8rro4ên-iaH
Prepo*ên-iaH @4norJn-ia de 9uem EST8 e pensa SE. 8u*oridade @ns*i*u-ional@,
<!!(2PP(!Cs5i.$C5omP$o5P1DJRQ8II8PO-5#m#)o-$a-Ao'en5ia-Pe(o!en5 CCC , on$e es!amos,
(e!ensamen!e, es(on$en$o 1 A)!#a, so)i5i!a*&o 'osseia ;ei!a (o #ma A#!oi$a$e
Ins!i!#5iona) +#e, ao'an!emen!e, 9(e(o!en!emen!e9, 9i'noan!emen!e9, pensa SE.,
+#an$o na ea)i$a$e, a(enas e !&o somen!e, EST8C
Ce!os $e +#e es!a repreens'o, (o0o5a=, (e)a E85e)en!/ssima, #ma a(o;#n$a$a
e;)e8&o so.e #ma (oss/0e), n'o -er*a, 0is&o <o)/s!i5a do E#n$o, e no E#n$oC
S#.s5e0o-me,
A!en5iosamen!e,
P)inio Ea5os Eoeia $a Ro5<a
Ana)is!a $e Sis!emas
R#a "#s!a0o Sam(aio nS 11I a(!oC QJH
LEEE % Rio $e Laneio % RL % Basi)
CEP IICJ1J-J1J
Te)C FI1G IBRI-DD1J
Ana)is!a $e Sis!emas, (es#mi0e)men!e, Fni-o Brasileiro C</=/, +#e mesmo
n&o !en$o n/0e) s#(eio 5om()e!o Fin!eom(i o C#so $e E8e5#!i0o, 5om o (imeio
semes!e 5om()e!o, em 19DDG, (o!an!o, n&o sen$o A$0o'a$o, nem Ba5<ae), nem
Es!#$an!e $e Diei!o, teve suas práticas inscritas na $K e 7K ediçLes do Prêmio
@55<>8.E, am.as 5a)5a$as no CAO( )U*Í+ICO +#e !em 5omo (emissa .ase o PU*O
,A-.* +. CO/TA(, reconhecidas, e DEFE.@D8S pelo Consel2o Aul4ador, 5on;ome
$o5#men!o INNOVARE Um Basi)eio COEUE No Eeio L#i$i5o II,
http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVA!"#m"$r%si&'iro"CO(#("No"('io")*ridico"II
Do5#men!os Ane8a$os2
1 - Cons$"ta a A#a"iaão do 0C 115123 com identificaão da Assinat$ra
I - 4mai" - +i#$"gaão 5.*CO(UL 5edida Ca$te"ar sob A#a"iaão CI+0-O.A
http://pt.scribd.com/doc/164594547/Gmail-Divulgacao-ME!"#$%-M&dida ... , on$e en0iamos
es!e emai) aT<D<S os /embros do /E.C<S=7, -om o in*ui*o de di3ul4ar,
(es#m/0e) a0a)ia*&o $e >M8BE8S C<.P=S”, +#e em me# en!en$imen!o : #ma
/ED@D8 C8=TE78., (e)a Comiss&o In!eamei5ana $e Diei!os ?#manos $a
O'ani,a*&o $os Es!a$os Amei5anos, +#e s#(e;i5ia)men!e, sim()oiamen!e, e (/;iamen!e
;oi a0a)ia$a (e)o S#(emo Ti.#na) Fe$ea), +#e : a S#(ema CN!e Cons!i!#5iona)
Basi)eia, on$e es!amos !en!an$o, $e ;oma (e0en!i0a, S=ST8. +#a)+#e pri3aç'o de
liberdade +#e (ossa se $e!emina$a (e)o STF na A0a)ia*&o Pena) RDJ, 0#)'amen!e
5on<e5i$a 5omo >mensa)&o@, oa em ;ase $e ;ina)i,a*&oC
H - ,orma"i6aão CI+0-O.A Inconstit$ciona"idade ,O*O Pri#i"egiado 7 At$a"i6ada
http://pt.scribd.com/doc/1'69(')'( , on$e es!amos !en!an$o s#.me!e 1 CN!e $e Diei!os
?#manos $a O'ani,a*&o $os Es!a$os Amei5anos, a!a0:s $a (:0ia a0a)ia*&o $a
Comiss&o In!eamei5ana $e Diei!os ?#manos $a O'ani,a*&o $os Es!a$os Amei5anos,
a a0a)ia*&o $a In5ons!i!#5iona)i$a$e $o FORO PRIVILE"IADO, #ma 0e, +#e, em
5on0eni3n5ia, Nosso ?a.eas Co(#s, ;oi s#(e;i5ia)men!e, e .#o5a!i5amen!e, a0a)ia$o
(e)o Re)a!o $esi'na$oC
4 - O c8m$"o da Arrog9ncia: Pre'ot9ncia: Ignor;ncia de <$em .(TA e 'ensa (.*
A$toridade Instit$ciona"
B - /ão $m *ei: mas TO+A a C=rte na >arriga...
Consulta
a
Avaliação
do
HC 115179 Minas Gerais
com
identificação
da
Assinatura
Apresentamos consulta feita no site oficial do Supremo
Tribunal Federal sobre a avaliação do Habeas Corpus, com
identificação de Quem o fez, e o seu e-mail de assinatura.
Rosa Maria Weber Candiota da Rosa:37430<rmweber@tst.jus.br>
Gmail
Divulgação
MERCOSUL
da
Medida
Cautelar
sob
Avaliação
da
CIDH-OEA
Apresentamos e-mail da tentativa de divulgar para
TODOS os integrantes do MERCOSUL nossa tentativa de
que a Comissão Interameriana de Direitos !umanos da
Organi"a#ão dos Estados Amerianos avaliem nosso
!a$eas Corpus reon%eendo que o mesmo & uma Medida
Cautelar'
31/08/13 Gmail - Divulgação MERCOSUL da Medida Cautelar sob Avaliação da CIDH-OEA
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=140d68e74cd4e66b 1/5
Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>
Divulgação MERCOSUL da Medida Cautelar sob Avaliação da CIDH-OEA
Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com> 31 de agosto de 2013 19:46
Para: aayala@mre.gov.py, abass@minprod.gov.ar, aborgh@minprod.gov.ar, acir.madeira@turismo.gov.br,
adeco@defcon.gub.uy, aedwi@indec.mecon.gov.ar, afonso.prado@dpu.gov.br, afuent@minprod.gov.ar,
agandolfo@cnd.org.uy, agonzalez@mecon.gov.ar, ajuridica@seam.gov.py, alberto.kleiman@saude.gov.br,
albertoozorio@hotmail.com, alvaro.prata@mct.gov.br, amarchisio@mpf.gov.ar, amartinez@mercosur.org.uy,
amenviel@correo.secyt.gov.ar, andrea.guimaraes@turismo.gov.br, andrea.macera@fazenda.gov.br,
antonio.cachapuz@itamaraty.gov.br, antonio.costa@camara.gov.br, antorgua@telesurf.com.py, apc@mef.gub.uy,
aperdomo@mic.gov.py, aps@mrecic.gov.ar, apuglia@mercosur.org.uy, aquintas@mercosur.org.uy,
areatecnicadgn@mpd.gov.ar, areppeto@trabajo.gov.ar, argentina@mercosur.gov.ar, argentina@mrecic.gov.ar,
armando.meziat@desenvolvimento.gov.br, asanchez@defco.gub.uy, asin@mct.gov.br, asin@mma.gob.br,
assin@mct.gov.br, bbarrioss@hotmail.com, bbelmont@mic.gov.py, bolano@mercosur.org.uy,
bramiez@mides.gub.uy, brasaladi@brasaladi.org.uy, caint@inmetro.gov.br, capacitacionmps@adinet.com.uy,
carlos.cozendey@fazenda.gob.br, carlos.junior@mme.gov.br, Carlos.silva@mc.gov.br,
carloscosta@receita.fazenda.gov.br, carmen.estrades@mef.gub.uy, caveiro@mic.gov.py,
cbuttnner@mopc.gov.py, ccarvallo@mercosur.org.uy, ccenturion@mre.gov.py, ccm.venezuela@mppre.gob.ve,
ccooperacionbol@gmail.com, cdelu@minprod.gov.ar, cduran@mef.gub.uy, celio.porto@agricultura.gov.br,
cflores1533@hotmail.com, cgimenez@mic.gov.py, cgm@cultura.gov.br, christian.vargas@itamaraty.gov.br,
claremsendara@gmail.com, claudia.maciel@mds.gov.br, cm@mma.gov.br, cnamuncura@cnc.gov.ar,
cnd@cnd.org.uy, cndc@mecon.gov.ar, comca@mrecic.gov.ar, Congreso.secretaria@ci.gub.uy,
coopin@mrecic.gov.ar, cparis@mic.gov.py, cpires@mecosur.org.uy, cporto@agricultura.gov.br,
crisanta@telesurf.com.py, cservin@mic.gov.py, cservini@bcp.gov.py, cvanel@mecon.gov.ar,
daniel.amin@agricultura.gov.br, daniel.godinho@mdic.gov.br, danielraimondi@yahoo.com,
dborda@hacienda.gov.py, dcarletti@cnc.gov.ar, deborah.pereira@pgr.mpf.gov.br, decom@mdic.gov.br,
delnt@mdic.gov.br, destout@mec.gub.uy, dfraga@mercosur.org.uy, dga_privada@afip.gov.ar,
dgap3@mrree.gub.uy, dgim5@mrree.gub.uy, dgp@mag.gov.py, dgt@mjt.gov.py, dguich@mecon.gov.ar,
diaj11@mrree.gub.uy, digesa@msp.gub.uy, dighu@mrecic.gov.ar, dijer@mrecic.gov.ar, dimpo@mrecic.gov.ar,
dinadef@poderjudicial.gub.uy, dir@itamaraty.gov.br, direccion@ain.gub.uy, direccion@intn.gov.py,
direitoshumanos@sdh.gov.br, direm@mrecic.gov.ar, dluz@mre.gov.br, dmc@itamaraty.gov.br,
dni@itamaraty.gov.br, drel@turismo.gov.br, dri@cultura.gov.br, dscarone@mef.gub.uy, dtraverso@mintur.gub.uy,
dyinde@dinatran.gov.py, ebalserini@mgaop.gub.uy, ebustosvillar@msal.gov.ar, edeibe@trabajo.gov.ar,
eduardo.nunes@ibge.gov.br, efeschen@bcp.gov.py, efrenkel@mercosur.org.uy,
elagomarsino@presidencia.gub.uy, Eliana.embid@dnt.gub.uy, eliane.fontes@desenvolvimento.gov.br,
emerson.kloss@itamaraty.gov.br, emsur@mrecic.gov.ar, energia@minplan.gov.ar, epolca@minagri.gob.ar,
erivaldo.gomes@fazenda.gov.br, erogel@mercosur.org.uy, ester.banales@dne.miem.gub.uy, estrela@bcb.gov.br,
evera23@hotmail.com, evers@conatel.gov.py, fabio.araujo@agricultura.gov.br, favellaneda@msal.gov.ar,
fbarreiro@mre.gov.py, fberasain@mtss.gub.uy, fcosti@mre.gov.br, felipe.hees@mdic.gov.br,
fernando.alcaraz@fazenda.gov.br, fernando.assoni@saude.gov.br, fernandog@aebu.org.uy,
fiscorte@adinet.com.uy, Flavio.pimentel@desenvolvimento.gov.br, florenzo@presidencia.gub.uy,
francesco.pierri@mda.gov.br, francisco_ruizdiaz@hacienda.gov.py, franciso.costa@transportes.gov.br,
fsdamico@mre.gov.br, fsilvamong@cu.com.py, furest@bcu.gub.uy, gabimag@telesurf.com.py,
gabin.derin@bcb.gov.br, gabinete-mi@uninet.com.py, gabinete.df.gmg@fazenda.gov.br,
gabinete.intur@turismo.gov.br, gabinete@esporte.gov.br, gabinete@mme.gov.br, gabinete@seam.gov.py,
gabinetedoministro@mec.gov.br, gabinetemag@gmail.com, gabrielisola@gmail.com, gagresta@dicyt.gub.uy,
gaintablian@mec.gub.uy, galcaraz@mic.gov.py, galeanojc@hotmail.com, galeanojc@ssme.gov.py,
galtruda@mef.gub.uy, gcasal@sgp.gov.ar, gcolman@bcp.gov.py, gcorres@trabajo.gov.ar, gfu@mrecic.gov.ar,
gibarra@sas.gov.py, gii@conatel.gov.py, giselle.beja@dinama.gub.uy, gm@agricultura.gov.br,
gmterra@yahoo.com.ar, gm@mte.gov.br, gonzalez@minplan.gov.ar, gracielabarreto@yahoo.com,
gsoverina@mic.gov.py, gudama@minagri.gob.ar, gusad_cazal@yahoo.com, gvillalba@mic.gov.py,
haman.cordova@dpu.gov.br, hdolsa@bcp.gov.py, heloisa.menezes@mdic.gov.br, herlon.brandao@mdic.gov.br,
hvv@mrecic.gov.ar, iberetta@mercosur.org.uy, icau@mec.gub.uy, igarelli@gub.uy, ikutscher@mercosur.org.uy,
ildo.grudtner@mme.gov.br, inalbarte@ine.gub.uy, info@hardysaeca.com, info@mininterior.gov.ar,
infosenatur@senatur.gov.py, inmujeres@mides.gub.uy, Inteligencia.comercial@mrree.gub.uy,
intendente@imcanelones.gub.uy, internacional@mj.gov.br, internacional@sdh.gov.br,
31/08/13 Gmail - Divulgação MERCOSUL da Medida Cautelar sob Avaliação da CIDH-OEA
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=140d68e74cd4e66b 2/5
internacional@spmulheres.gov.br, j.rucks@dinama.gub.uy, jacruz@inmetro.gov.br, jagnolo@mercosur.int,
jcajaraville@mecon.gob.ar, jcorvalan@bcp.gov.py, jfelez@mercosur.org.uy, jgiles@sgp.gov.ar,
jigorra@ursec.gub.uy, jlivieres@mre.gov.py, jmanzur@msal.gov.ar, jmcalvo@ine.gub.uy, jmendi@mecon.gov.ar,
jmiola@mercosur.org.uy, jmiranda@mec.gub.uy, jnacif@anatel.gov.br, jolascoaga@mgp.gub.uy,
jorge.duarte@planalto.gov.br, jose_cuevas@hacienda.gov.py, jose.akcell@itamaraty.gov.br,
jose.heijo@dni.miem.gub.uy, jpereira@mre.gov.py, jrobaina@mef.gub.uy, jrosales@trabajo.gov.ar,
jsampaio@mre.gov.br, juliana.pereira@mj.gov.br, julio.baena@mma.gov.br, juventudenacional@itamaraty.gov.br,
jvoss@mercosur.ogg.uy, karinarodrig@gmail.com, karineh@bcu.gub.uy, khashimoto@mre.gov.py,
lafayette.neto@ibge.gov.br, laura.dacosta@mef.gub.uy, laura.mendes@mj.gov.br, ldighiero@aduanas.gub.uy,
leandro.teixeira@itamaraty.gov.br, leopoldo.nunes@cultura.gov.br, lizverahermosa@gmail.com,
lkechichian@mintur.gub.uy, Lmacedo.competencia@mef.gub.uy, lorenahague@hotmail.com, lriart@rieder.net.py,
ltibiletti@ssi.gov.ar, luciana.mancini@mec.gov.br, luisbeuret@cammesa.com.ar, maddario@mre.gov.py,
maguerre@medioambiente.gov.ar, mamarilla@mre.gov.py, manoel.rangel@ancine.gov.br,
maravictoria@hotmail.com, marcio.loureiro@itamaraty.gov.br, marcoalmeida@mme.gov.br,
marconi.albuquerque@agricultura.gov.br, margim@minagri.gob.ar, maria.brun@mdic.gov.br,
maria.castro@receita.fazenda.gov.br, mariaboldorini@hotmail.com, mario.barbosa@mte.gov.br,
maruiz@aduana.gov.py, maruskaa@mdic.gov.br, mbaratta@afip.gov.ar, mcanel@minprod.gov.ar,
mdemestri@mercosur.org.uy, menric@mecon.gov.ar, mercoaladi@dedicado.net.uy, mercosul@inmetro.gov.br,
mercosul@itamaraty.gov.br, mercosur@mppre.gob.ve, mercosur@mrree.gub.uy, mercosur@mspbs.gov.py,
mercosur@mtss.gub.uy, mferretti@mercosur.org.uy, mfj@mrecic.gov.ar, mfogie@minprod.gov.ar,
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ministra@mides.gub.uy, ministra@mujer.gov.py, ministra@mvotma.gub.uy, ministro.estado@itamaraty.gov.br,
ministro@mct.gov.br, ministro@mdic.gov.br, ministro@mgap.gub.uy, ministro@mj.gov.br, ministro@mopc.gov.py,
ministro@msp.gub.uy, ministro@mspbs.gov.py, ministro@saude.gov.br, ministromtss@mtss.gub.uy,
mjt@conexion.com.py, mlaciar@medioambiente.gov.ar, mlaval@minprod.gov.ar, mlcarbonell@afip.gov.ar,
mllano@mre.gov.py, mlopez@mercosur.org.uy, mmachine@sigen.gov.ar, mmcaceres@mre.gov.py,
mmelgarejo@mercosur.org.uy, mmoccero@mercosur.org.uy, monica@seciu.edu.uy, mpasin@bcra.gov.ar,
mpena@mic.gov.py, mpiacenza@mgap.gub.uy, mraite@minprod.gov.ar, mtrolon@mic.gov.py,
mzarategui@mercosur.org.uy, nciaravino@trabajo.gov.ar, ndasilva@mre.gov.py,
negociaciones.organismos@mrree.gub.uy, nferreira@mef.gub.uy, nimia.torres@gmail.com,
nitzc@indec.mecon.gov.ar, noboru.ofugi@antt.gov.br, noleto@planalgo.gov.br, noymeyore@yahoo.com,
nto@dgeec.gov.py, olga.otegui@dne.miem.gub.uy, osgci@minamb.gob.ve, osrodriguez@mre.gov.py,
osv@mrecic.gov.ar, osvaldoayala@conatel.gov.py, pablo.villar@dinapyme.miem.gub.uy, palvarez@mec.gub.uy,
paula.losada@presidencia.gov.br, paulo.alvarenga@mme.gov.br, paulo.berdan@desenvolvimento.gov.br,
paulo.estivallet@itamaraty.gov.br, paulo.peixoto@itamaraty.gov.br, pbaez@mercosur.org.uy,
pcaceres@sas.gov.py, pcl@mrecic.gov.ar, pdlope@minagri.gob.ar, pgr@mrecic.gov.ar,
pier.rossi@dinamige.miem.gub.uy, pilar.silveira@mef.gub.uy, politica@mrree.gub.uy, prensa@mre.gov.py,
presidencia@bcra.gov.ar, presidencia@conacyt.gov.py, presidencia@enap.gov.br,
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presidencia@incoop.gov.py, presidencia@ursec.gub.uy, privada@mincyt.gov.ar, privada1@cultura.gov.ar,
privadadh@derhuman.jus.gov.ar, privadaministro@desarrollosocial.gov.ar, privadasicyp@minprod.gov.ar,
rafael.moreira@mct.gov.br, ramon.mendez@dne.miem.gub.uy, rblase@minagri.gob.ar, rbo@mrecic.gov.ar,
rcantero@mre.gov.py, rcuence@mecon.gov.ar, rdgodinho@mre.gov.br, relacionesexternas@aduanas.gub.uy,
relacionesinstitucionales@sigen.gov.ar, remui@mrecic.gov.ar, rguimaraes@mercosur.org.uy,
rmencia@mercosur.org.uy, robertosantos@pgr.gov.br, rodrigo.morais@itamaraty.gov.br,
rosaria.baptista@desenvolvimento.gov.br, Roxanasanchez2003@yahoo.com.ar, rramilo@msp.gub.uy,
rricchini@minprod.gov.ar, rsalgado@mre.gov.br, rscheuer@mercosur.org.uy, rsurraco@mercosur.org.uy,
rubens.gama@itamaraty.gov.br, samir.nahass@mme.gov.br, sbenavides@vue.org, sdinama@adinet.com.uy,
sduarte@conacyt.gov.py, sebastian.torres@dni.miem.gub.uy, secagri@minagri.gov.ar, secagri@minprod.gov.ar,
secapc@mef.gub.uy, secddhh@mec.gub.uy, secdir@onsc.gub.uy, secfiscorte@adinet.com.uy,
secmin@minterior.gub.uy, secministro@mec.gub.uy, secmujer-sec@sce.cnc.una.py, secpriv@mecon.gov.ar,
secpriv@medioambiente.gov.ar, secpriv@turismo.gov.ar, secretaria@dinamige.miem.gub.uy,
secretaria@dinapyme.miem.gub.uy, secretaria@dne.miem.gub.uy, secretaria@dni.miem.gub.uy,
secretaria@mercosur.int, secretaria@mercosur.org.uy, secretaria@ugt.org.br, secretariainju@mides.gub.uy,
secretariapriv@mininterior.gov.ar, secretariaprivada@jus.gov.ar, see@mme.gov.br, senad@telesurf.com.py,
seprimef@mef.gub.uy, sigsgab@egu.gov.br, silvana.montesdeoca@mrree.gub.uy, sli@mrecic.gov.ar,
sloto@mercosur.org.uy, sm@mrree.gub.uy, snufces@mercosur.org.uy, spmulheres@spmulheres.gov.br,
sprivada@mic.gov.py, sprivada@minprod.gov.ar, sramirez@seciu.edu.uy, sri@agricultura.gov.br,
ssilvia@uocra.org, strinter@mspbs.gov.py, suala@mrecic.gov.ar, subgab.rsd@receita.fazenda.gov.br,
subie@mrecic.gov.ar, subsec@mef.gub.uy, subsecretaria@mec.gub.uy, subsecretario@mides.gub.uy,
31/08/13 Gmail - Divulgação MERCOSUL da Medida Cautelar sob Avaliação da CIDH-OEA
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=140d68e74cd4e66b 3/5
subsecretario@miem.gub.uy, subsecretario@msp.gub.uy, subseindu@mecon.gov.ar, sunia1800@gmail.com,
surintegrado@mppre.gob.ve, sweissel@mtss.gub.uy, tatiana.michel@mte.gov.br, tellechea@mec.gub.uy,
tmatsuo@mre.gov.py, uai@mgap.gub.uy, ubiriafiscorte@adinet.com.uy, umin@me.gov.ar, unalisis@mef.gub.uy,
unidadsecretario@sedronar.gov.ar, urualadi@adinet.com.uy, utpc@hacienda.gov.py, vayala@mercosur.org.uy,
vfigueredo@cultura.gov.py, viceministra@mec.gub.uy, victorfranco8@gmail.com, vidal.pereira@hotmail.com,
vmreipy@gmail.com, vpereyra@mercosur.org.uy, vportnoy@minprod.gov.ar, waguero@mic.gov.py,
wasmalia.bivar@ibge.gov.br, wbogarin@mic.gov.py, yanina.corsini@dni.miem.gub.uy, zaratefb@gmail.com,
zaratefb@yahoo.com, zherebia@hotmail.com, zp5msb@gmail.com, zso@dgeec.gov.py,
zulmasosaportillo@gmail.com
Cc: CIDH Denuncias <cidhoea@oas.org>, cidhdenuncias@oas.org
Prezados,
Estamos enviando este email a TODOS os Membros do MERCOSUL, com o
intuito de divulgar, presumível avaliação de “HABEAS CORPUS”, que em meu
entendimento é uma MEDIDA CAUTELAR, pela Comissão Interamericana de Direitos
Humanos da Organização dos Estados Americanos, que superficialmente, simploriamente,
e pífiamente foi avaliada pelo Supremo Tribunal Federal, que é a Suprema Côrte
Constitucional Brasileira, onde estamos tentando, de forma preventiva, SUSTAR qualquer
privação de liberdade que possa ser determinada pelo STF na Avaliação Penal 470,
vulgarmente conhecida como “mensalão”, ora em fase de finalização.
Este “HC” tem como finalidade Prezervar o Rito Processual para Avaliação
Penal, onde a certeza de que o Preceito Fundamental, DETERMINADO em vários
momentos, pela Constituição da República Federativa do Brasil, seja uma REALIDADE,
quando então, volto a fazer menção a BRILHANTE atitude da Suprema Côrte Italiana,
que reconheceu que na Itália, TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI, e que por isso, o
então Primeiro-Ministro, e um dos homens mais Ricos, não possuía qualquer
PRIVILÉGIO, isto é, não existe FORO PRIVILEGIADO.
Este “HC” tem como finalidade Prezervar as Instituições Democráticas do Poder
Judiciário, onde a Instituição Superior Tribunal de Justiça, que é a Suprema Côrte
Jurídica Brasileira, e TODOS os seus Membros, inclusa TODAS as Intâncias Jurídicas,
devem ser Respeitados, e Reconhecidos como APTOS para JULGAR por CRIME
qualquer Cidadão Brasileiro, investido ou não de Autoridade Institucional.
Este “HC” tem como finalidade Prezervar o Preceito Fundamental de AMPLA
DEFESA, onde a Eliminação de Instâncias significativamente importantes, reduz o
processo a uma ÚNICA Instância, situação esta, que de forma inquestionável, irrefutável,
quiça visceral, NEGA este Preceito.
Este “HC” tem como finalidade Informar que alguns Membros da Côrte não
estão preparados adequadamente, para participarem de Avalição Penal, com
SUPRESSÃO de INSTÂNCIAS, frente aos despautérios que representaram algumas de
suas decisões, e mesmo alguma de suas atitudes, uma vez que, em determinado
momento, 5 (cinco) Membros, de então, foram, por Mim, formalmente REPREENDIDOS.
Este “HC” tem como finalidade Apresentar Falhas de Avaliação, que de forma
contundente, podem tipificar a ARBITRARIEDADE de um julgamento POLÍTICO, não
político-partidário, uma vez que, através do mesmo, de forma Incostitucional, Ilegítima,
Inaceitável, a Suprema Côrte Constitucional Brasileira, tenta, se afirmar, mostrando que no
Brasil até Autoridades Institucionais vão para a cadeia, quando então, chamo a atenção
para o julgamento do delito “lavagem de dinheiro”, que ocorre em contexto de obter
dinheiro ilícito para uso ilícito, que em meu entendimento deveria caracterizar o delito
“RECEPTAÇÃO”.
31/08/13 Gmail - Divulgação MERCOSUL da Medida Cautelar sob Avaliação da CIDH-OEA
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Apresento a seguir TODOS os Documentos envolvidos estão publicados na internet,
ressaltando que apenas o primeiro foi enviado, para a Comissão Interamericana de
Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos, pela Empresa de Correios e
Telégrafos, sendo os demais por email:
· Formalização CIDH-OEA Inconstitucionalidade FORO Privilegiado
Publicado em 25/09/2012
Onde estamos tentando submeter à Corte de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos,
através da prévia avaliação da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados
Americanos, a avaliação da Inconstitucionalidade do FORO PRIVILEGIADO, uma vez que, em conveniência,
Nosso Habeas Corpus, foi superficialmente, e burocraticamente, avaliado pelo Relator designado.
http://pt.scribd.com/doc/106980208/Formalizacao-CIDH-OEA-Inconstitucionalidade-FORO-Privilegiado-
Publicada
· Gmail - A Competência Incompetente do Medíocre Notório Saber
Publicado em 14/12/2012
http://pt.scribd.com/doc/117205433/Gmail-II-A-Competencia-Incompetente-do-Mediocre-Notorio-Saber
· Gmail II - A Competência Incompetente do Medíocre Notório Saber
Publicado em 18/12/2012
http://pt.scribd.com/doc/117205433/Gmail-II-A-Competencia-Incompetente-do-Mediocre-Notorio-Saber
· Gmail – Complementos à Petição CIDH-OEA 2292-12
Publicado em 20/04/2013
Onde Estamos esclarecendo alguns pontos que por ventura ficaram obscuros quando de nossa
apresentação de petição à CIDH-OEA, relacionada à Inconstitucionalidade do FORO PRIVILEGIADO, e por
isso, à pueril avaliação do Habeas Corpus por mim impetrado no STF.
http://pt.scribd.com/doc/137010155/Gmail-Complementos-a-Peticao-CIDH-OEA-2292-12
o Realmente...Quando no DISCURSO pelo, por, para a DISCURSO
Publicado em 14/11/2012
http://pt.scribd.com/doc/114175584/Sera-a-COMPRA-de-Votos-uma-Falacia
o Será a COMPRA de Votos uma Falácia
Publicado em 22/11/2012
http://pt.scribd.com/doc/114175584/Sera-a-COMPRA-de-Votos-uma-Falacia


· Gmail – CIDH-OEA Esclarecimentos Adicionais Ao Processo 2292-12
Publicado em 18/08/2013
31/08/13 Gmail - Divulgação MERCOSUL da Medida Cautelar sob Avaliação da CIDH-OEA
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=140d68e74cd4e66b 5/5
Onde estamos adicionando esclarecimentos ao processo 2292/12 da Comissão Interamericana de Direitos
Humanos da Organização dos Estados Americanos, com o intuito de corroborar nosso entendimento de que
o Processo AP470, comumente chamado de “mensalão”, é na realidade uma arbitrariedade jurisdicional, que
agride forma mortal a Constituição da República Federativa do Brasil.
http://pt.scribd.com/doc/161082256/Gmail-CIDH-OEA-Esclarecimentos-Adicionais-Ao-Processo-2292-12
· Gmail – Solicito que esta Manifestação seja encaminhada aos Membros do
Plenário do STF
Publicado em 30/08/2013
Onde estamos solicitando que o Chefe do Gabinete da Presidência do Supremo Tribunal Federal,
encaminha nossa contundente manifestação, aos Membros do Plenário do Supremo Tribunal Federal, uma
vez que, não nos foi possível, fazê-lo pelo formulário ON LINE da Central de Atendimento do STF.
O mesmo pode ser resumido em uma frase "Pelo acima exposto, entendo estar na HIPOCRISIA a Raiz de
TODO o CAOS JURÌDICO em que VIVE a Sociedade Brasileira."

Atenciosamente,
Plinio Marcos Moreira da Rocha
Penso, Não só EXI STO, Me FAÇO Presente
Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior
completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977, portanto, não
sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito), teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições
do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER
DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um
Brasileiro COMUM No Meio Juridico II ,
http://pt.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-Meio-Juridico-II


Formalização
CIDH-OEA
Inconstitucionalidade
FORO
Privilegiado
Atualizada
Apresentamos a íntegra da Petição, em essência uma
Medida Cautelar, dirigida à Comissão Interamericana de
Direitos Humanos da Organização dos stados
Americanos, na !ual solicitamos !ue as consideraç"es
#eitas so$re a a%aliação do HC &&'(&)* #eita pelo +,-, a
pr.pria a%aliação e o citado Ha$eas Corpus se/am
a%aliados, de tal #orma, se/a garantido !ue na 0ep1$lica
-ederati%a do 2rasil !ue 3-O0O P0I4I56IADO7 se/a
recon8ecido como Inconstitucional(
- Histórico do Objeto
O horário não indica quando a situação ocorreu, mas sim quando os dados foram recebidos pelo sistema,
exceto no caso do SEDEX 10 e do SEDEX Hoje, em que ele representa o horário real da entrega.
Conta SEDEX - saiba como contratar o SEDEX para sua empresa.
Endereçador - conheça o software gratuito dos Correios para geração de etiquetas.
Data Local Situação
02/10/2012 12:31 ESTADOS UNIDOS Entrega Efetuada
02/10/2012 11:43 ESTADOS UNIDOS Destinatário ausente
Será realizada nova tentativa de entrega
01/10/2012 12:39 FISCALIZACAO ADUANEIRA/CUSTOMS Conferido
Liberado pela alfândega
01/10/2012 07:56 ESTADOS UNIDOS Encaminhado
Em trânsito para FISCALIZACAO ADUANEIRA/CUSTOMS
01/10/2012 07:55 ESTADOS UNIDOS Conferido
Recebido/destino
27/09/2012 13:40 UNIDADE TRAT INTERNACIONAL SAO PAULO - SAO PAULO/SP Encaminhado
Em trânsito para ESTADOS UNIDOS
27/09/2012 06:28 CTCI SAO PAULO (GMEXP) - SAO PAULO/SP Encaminhado
Em trânsito para FISCALIZACAO ADUANEIRA
26/09/2012 15:09 AC RIO BRANCO - RIO DE JANEIRO/RJ Encaminhado
Em trânsito para CTCI SAO PAULO (GMEXP) - SAO PAULO/SP
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24/10/2012 http://websro.correios.com.br/sro_bin/txect01$.QueryList?P_LINGUA=001&P_TIPO...
Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2012
Senhor Secretário Executivo
Comissão Interamericana de Direitos umanos
!r"ani#a$ão dos Estados %mericanos,
.
&enho, MUI RESPEITOSAMENTE, com 'ase nos %rt( ), %rt( 7, %rt( * e %rt( + de ,%
Carta Democrática Interamericana -%.rovada na .rimeira sessão ./enária, rea/i#ada em
11 de setembro de 20010, reproduzida parcialmente abaixo, com grifo e coment!rio
meu, SO"I#ITAR, 1ue Esta Comissão envida todos os seus es2or$os, uti/i#ando de
todos os meios, e instrumentos 3ur4dicos, dis.on4veis, .ara 1ue o Su.remo 5ribuna/
6edera/, RE#ON$E%A a Inconstituciona/idade do &ORO PRI'I"E(IA)O, e .or isso, de
o devido tratamento ao citado abeas Cor.us n7 11817+9:;(
&enho, MUI RESPEITOSAMENTE, com 'ase no <re=mbu/o, e nos %rt( 1, %rt( >,
%rt( ), %rt( 8, %rt( >7 e %rt( +> da Constitui$ão da Re.?b/ica 6ederativa do 'rasi/,
SO"I#ITAR, 1ue Esta Comissão envida todos os seus es2or$os, uti/i#ando de todos os
meios, e instrumentos 3ur4dicos, dis.on4veis, .ara 1ue o Su.remo 5ribuna/ 6edera/,
RE#ON$E%A a Inconstituciona/idade do &ORO PRI'I"E(IA)O, e .or isso, de o devido
tratamento ao citado abeas Cor.us n7 11817+9:;(
&enho, MUI RESPEITOSAMENTE, com 'ase no abeas Cor.us n@ 11817+9:;, e
Decisão de seu Re/ator, SO"I#ITAR, 1ue Esta Comissão envida todos os seus es2or$os,
uti/i#ando de todos os meios, e instrumentos 3ur4dicos, dis.on4veis, .ara 1ue o Su.remo
5ribuna/ 6edera/, RE#ON$E%A a Inconstituciona/idade do &ORO PRI'I"E(IA)O, e .or
isso, de o devido tratamento ao citado abeas Cor.us n7 11817+9:;(
&enho, MUI RESPEITOSAMENTE, com 'ase nas Considera$Aes %dicionais ao
abeas Cor.us n@ 11817+9:;, e Decisão de seu Re/ator, SO"I#ITAR, 1ue Esta
Comissão envida todos os seus es2or$os, uti/i#ando de todos os meios, e instrumentos
3ur4dicos, dis.on4veis, .ara 1ue o Su.remo 5ribuna/ 6edera/, RE#ON$E%A a
Inconstituciona/idade do &ORO PRI'I"E(IA)O, e .or isso, de o devido tratamento ao
citado abeas Cor.us n7 11817+9:;(
&enho, MUI RESPEITOSAMENTE, com 'ase nas Considera$Aes sobre o &!5!
do Re/ator do abeas Cor.us n@ 11817+9:;, e Decisão de seu Re/ator, SO"I#ITAR, 1ue
Esta Comissão envida todos os seus es2or$os, uti/i#ando de todos os meios, e
instrumentos 3ur4dicos, dis.on4veis, .ara 1ue o Su.remo 5ribuna/ 6edera/, RE#ON$E%A
a Inconstituciona/idade do &ORO PRI'I"E(IA)O, e .or isso, de o devido tratamento ao
citado abeas Cor.us n7 11817+9:;(
%tenciosamente,
Plinio Marcos Moreira da Rocha
Penso, Não só EXISTO, Me &A%O Preente
%na/ista de Sistemas, .resumive/mente, *nico +raileiro #OMUM, 1ue mesmo n,o
tendo n-.el uperior completo -interrom.i o Curso de Executivo, com o .rimeiro
semestre com./eto, em 1+770, .ortanto, não sendo %dvo"ado, nem 'achare/, nem
Estudante de Direito, te.e ua pr!tica incrita na /0 e 10 edi23e do Pr4mio
INNO'ARE, ambas ca/cadas no #AOS 5UR6)I#O 1ue tem como .remissa base o PURO
&A7ER )E #ONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo #onel8o 5ulgador, con2orme
documento IBB!&%RE Cm 'rasi/eiro C!:C: Bo :eio Juridico II,
http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-m-!r"si#$iro-%O&&-No-&$io-
'(ridico-II
A CARTA DEMOCRÁTICA INTERAMERICANA
(Aprovada na primeira sessão plenária, realizada em 11 de seem!ro de "##1$
Em se%s ari&os'
Artigo 4
(ão componentes fundamentais do e)er*+*io da demo*ra*ia a ranspar,n*ia das aividades
&overnamenais, a probidade, a responsa!ilidade dos &overnos na &esão p-!li*a, o respeito dos
direitos sociais e a li!erdade de e)pressão e de imprensa.
O respeito dos direitos sociais, ne*essariamene, passa pela Dignidade da Pessoa Humana
em tratar, e ser tratada, em *on.ormidade ao Respeio ao Direio Consi%+do. (/linio Mar*os$
A subordinação constitucional de odas as insi%i01es do Esado 2 a%oridade *ivil
le&almene *onsi%+da e o respeito ao Estado de Direito por odas as insi%i01es e seores da
so*iedade são igualmente .%ndamenais para a demo*ra*ia
A subordinação constitucional, ne*essariamene, passa pela Postura Ética, e Profissional,
de oda e 3%al3%er A%oridade Consi%+da em tratar, e ser tratada, em *on.ormidade ao Respeio
ao Direio Consi%+do. (/linio Mar*os$
Artigo 7
A democracia é indispensável para o e)er*+*io e.eivo das li!erdades .%ndamenais e dos
direios 4%manos, em se% *aráer %niversal, indivis+vel e inerdependene, consagrados nas
respectivas constituições dos Estados e nos insr%menos inerameri*anos e inerna*ionais de
direios 4%manos.
O Zelo, a Preservação, da Democracia, ne*essariamene, passa pela Postura Ética, e
Profissional, de oda e 3%al3%er A%oridade Consi%+da em tratar, e ser tratada, em *on.ormidade
ao Respeio ao Direio Consi%+do. (/linio Mar*os$
Artigo 8
ual!uer pessoa o% &r%po de pessoas !ue considere 3%e se%s direios 4%manos en4am sido
violados pode inerpor den-n*ias o% pei01es perane o sisema inerameri*ano de promo0ão e
proe0ão dos direios 4%manos, *on.orme os pro*edimenos nele esa!ele*idos.
E%, /linio Mar*os Moreira da Ro*4a, *onsidero ser a "egurança #ur$dica %m dos mais
imporanes Direios 5%manos, %ma vez 3%e, sem ela, insala6se o 7%&'" #()*D+%'8, re.leido
no 7puro fa,er de contas8, onde, por e)emplo, floresce a a!9ea, a inominável, a indese9ável, a
ile&+ima, a ile&al, +-P(.+D&DE, 3%e : *apaz de corroer, e destruir, os /alores -orais e Éticos,
e *om isso, eliminar 3%al3%er referencial Digno em %ma (o*iedade .ormalmene or&anizada.
(/linio Mar*os$
Em nosso enendimeno, o pro*esso CN; n< 0004900-70.2011.2.00.0000, *%9a *=pia
*omplea se&%e em ane)o, : prova *a!al, de 3%e a (o*iedade >rasileira /+/E em 7%&'"
#()*D+%'8, onde A%oridades Insi%*ionais, a revelia do !ue determina a Consi%i0ão da
Rep-!li*a ?ederaiva do >rasil, e por isso, sem !ual!uer fundamentação consistente,
de*idem a se% 7bel pra,er8, as vezes por 7sentimento8, o%ras vezes por 7preconceito8,
*omo se n%m 70ribunal de E1ceção8 esivessem. (/linio Mar*os$
Artigo 9
A elimina0ão de oda .orma de dis*rimina0ão, espe*ialmene a dis*rimina0ão de &,nero,
:ni*a e ra*ial, e das diversas .ormas de inoler@n*ia, !em *omo a promo0ão e proe0ão dos direios
4%manos dos povos ind+&enas e dos mi&ranes, e o respeio 2 diversidade :ni*a, *%l%ral e reli&iosa
nas Am:ri*as *onri!%em para o .orale*imeno da demo*ra*ia e a participação do cidadão.
(em o respeito 2 Consi%i0ão da Rep-!li*a ?ederaiva do >rasil, prom%l&ada em 1ABB, 3%e
deermina a .'/& 'rdem #ur$dica, e por isso, re*on4e*ida *omo a %onstituição %idadã, onde se
.az presene, de .orma *on%ndene, a *ereza de 3%e 7' P'DE) E-&.& D' P'/'8 3%e o
e)er*e direta ,/essoalmene, e indiretamente, Represenanes Insi%*ionais. (/linio Mar*os$
E%, /linio Mar*os Moreira da Ro*4a, em plena participação plena de cidadania, en4o
envidado, al&%mas vezes 74er*-leos8, pela po%*a .orma0ão a*ad,mi*a, pela ine)is,n*ia de
3%al3%er .orma0ão em Direio, esforços para 3%e o /rin*+pio ?%ndamenal de 3%e 70'D'" são
iguais perante a 2ei8 se9a %ma realidade na Rep-!li*a ?ederaiva do >rasil, sendo 3%e para iso,
ins*revi6me, .ormalmene, no (isema de /ro*esso ElerCni*o do Consel4o Na*ional de ;%si0a (e6
CN;$, %ma vez 3%e, o *iado /rin*+pio : essen*ial para 3%e possamos ain&ir o O!9eivo
?%ndamenal de %onstruirmos uma "ociedade 2ivre, #usta e "olidária. (/linio Mar*os$
%ON)*I*I+,O -A RE./!0I%A 1E-ERA*IVA -O !RA)I0
(/rom%l&ada em 1ABB$
PREÂMBULO
N=s, represenanes do povo !rasileiro, re%nidos em Assem!l:ia Na*ional Consi%ine para
insi%ir %m Esado Demo*rái*o, destinado a assegurar o e)er*+*io dos direios so*iais e
individ%ais, a li!erdade, a se&%ran0a, o !em6esar, o desenvolvimeno, a i&%aldade e a 9%si0a *omo
valores supremos de %ma so*iedade .raerna, pl%ralisa e sem pre*on*eios, fundada na 4armonia
so*ial e *ompromeida, na ordem inerna e inerna*ional, com a solução pa*+.i*a das *onrov:rsias,
prom%l&amos, sob a proteção de De%s, a seguinte CON(TITDIEFO DA RE/G>HICA
?EDERATIIA DO >RA(IH.
A "egurança #ur$dica : o pilar !ase de %m Estado Democrático, %ma vez 3%e, sem ela,
insala6se o 7%&'" #()*D+%'8, re.leido no 7puro fa,er de contas8, onde, por e)emplo, .lores*e
a a!9ea, a inominável, a indese9ável, a ile&+ima, a ile&al, +-P(.+D&DE, 3%e : *apaz de *orroer, e
desr%ir, os /alores -orais e Éticos, e *om isso, eliminar 3%al3%er referencial Digno em %ma
(o*iedade .ormalmene or&anizada. (/linio Mar*os$
Artigo 1º
A Rep-!li*a ?ederaiva do >rasil, .ormada pela %nião indissol-vel dos Esados e M%ni*+pios
e do Disrio ?ederal, *onsi%i6se em Esado Demo*rái*o de Direio e tem como fundamentos'
I 6 a soberaniaJ
II 6 a cidadaniaJ
III 6 a dignidade da pessoa 4%mana,
A "egurança #ur$dica : o pilar !ase de %m Estado Democrático, %ma vez 3%e, sem ela,
insala6se o 7%&'" #()*D+%'8, re.leido no 7puro fa,er de contas8, onde, por e)emplo, .lores*e
a a!9ea, a inominável, a indese9ável, a ile&+ima, a ile&al, +-P(.+D&DE, 3%e : *apaz de *orroer, e
desr%ir, os /alores -orais e Éticos, e *om isso, eliminar 3%al3%er referencial Digno em %ma
(o*iedade .ormalmene or&anizada. (/linio Mar*os$
A.inal a "'3E)&.+& em deerminar *ri:rios, normas e re&ras, 3%e permie o pleno
%s%.r%o da %+D&D&.+&, *om o ne*essário respaldo da D+4.+D&DE da pessoa 4%mana, somene
poderá ser, em ess,n*ia, no m+nimo, per*e!ido, se 4o%ver Estado Democrático de Direio,
*ara*erizado pela (e&%ran0a ;%r+di*a. (/linio Mar*os$
Artigo º
Consi%em ob5etivos fundamentais da Rep-!li*a ?ederaiva do >rasil'
I 6 *onsr%ir %ma so*iedade livre, 5usta e solidáriaJ
IV - promover o b$m d$ todos2 sem preconceitos d$ ori3$m2 r"4"2 s$5o2 cor2 id"d$ $
6("is6($r outras formas d$ discrimi7"48o.
A "egurança #ur$dica : o pilar !ase de %ma "ociedade .ormalmene or&anizada, %ma vez
3%e, sem ela, insala6se o 7%&'" #()*D+%'8, re.leido no 7puro fa,er de contas8, onde, por
e)emplo, .lores*e a a!9ea, a inominável, a indese9ável, a ile&+ima, a ile&al, +-P(.+D&DE, 3%e :
*apaz de *orroer, e desr%ir, os /alores -orais e Éticos, e *om isso, eliminar 3%al3%er referencial
Digno em %ma (o*iedade .ormalmene or&anizada. (/linio Mar*os$
A.inal a %onstrução de %ma (o*iedade Hivre, #usta e (olidária, promovendo o !em de
odos, sem !ual!uer pre*on*eio, somene poderá ser, em ess,n*ia, no m+nimo, per*e!ida, se
4o%ver Estado Democrático de Direio, *ara*erizado pela (e&%ran0a ;%r+di*a. (/linio Mar*os$
Artigo 4º
A Rep-!li*a ?ederaiva do >rasil rege6se nas suas relações internacionais pelos se&%ines
prin*+pios'
I 6 independ7ncia na*ionalJ
II 6 preval7ncia dos direios 4%manosJ
III 6 autodeterminação dos povosJ
IK 6 cooperação enre os povos para o progresso da 4%manidadeJ
A "egurança #ur$dica : o pilar !ase da )ep8blica 9ederativa do 3rasil, %ma vez 3%e, sem
ela, insala6se o 7%&'" #()*D+%'8, re.leido no 7puro fa,er de contas8, onde, por e)emplo,
.lores*e a a!9ea, a inominável, a indese9ável, a ile&+ima, a ile&al, +-P(.+D&DE, 3%e : *apaz de
*orroer, e desr%ir, os /alores -orais e Éticos, e *om isso, eliminar 3%al3%er referencial Digno em
%ma (o*iedade .ormalmene or&anizada. (/linio Mar*os$
A.inal a +ndepend7ncia Na*ional, *om preval7ncia dos direios 4%manos, respaldada na
autodeterminação dos povos, *om a cooperação enre os povos para o progresso da 4%manidade,
somene poderá ser, em ess,n*ia, no m+nimo, per*e!ida, se 4o%ver Estado Democrático de Direio,
*ara*erizado pela (e&%ran0a ;%r+di*a. (/linio Mar*os$
Artigo !º
Todos são iguais perane a lei, sem distinção de 3%al3%er na%reza, garantindo6se aos
!rasileiros e aos esran&eiros residenes no /a+s a inviolabilidade do direito 2 vida, 2 li!erdade, 2
igualdade, 2 se&%ran0a e 2 propriedade, nos ermos se&%ines'
A "egurança #ur$dica : o pilar !ase da )ep8blica 9ederativa do 3rasil, %ma vez 3%e, sem
ela, insala6se o 7%&'" #()*D+%'8, re.leido no 7puro fa,er de contas8, onde, por e)emplo,
.lores*e a a!9ea, a inominável, a indese9ável, a ile&+ima, a ile&al, +-P(.+D&DE, 3%e : *apaz de
*orroer, e desr%ir, os /alores -orais e Éticos, e *om isso, eliminar 3%al3%er referencial Digno em
%ma (o*iedade .ormalmene or&anizada. (/linio Mar*os$
A.inal a inviolabilidade do direio 2 igualdade, e 2 propriedade (de i%laridade o% não$,
*om o raameno sem disin0ão, e por isso, i&%aliário perane a lei, somene poderá ser, em
ess,n*ia, no m+nimo, per*e!ido, se 4o%ver Estado Democrático de Direio, *ara*erizado pela
(e&%ran0a ;%r+di*a. (/linio Mar*os$
Sendo este Artigo Constitucional a implementação do princ-pio b!ico de qualquer
Sociedade Organizada, isto é, garante a ISONOMIA de tratamento entre TO)OS os Brasileiros e
Estrangeiros Residentes no País, em como, ao ter apensos !ratados "nternacionais, usca na
medida do possí#el e necess$rios tranpor a barreira %tnicas, Culturais, Sociais e Políticas,
portanto, seu princípio uma #ez especi&icado 9 IMUT:'E", isto é, qualquer es&orço para alter$'
lo de#er$ ser encarado como "(CO(!"!)C"O(A*, o que de &ato, +ARA(!E a e,ist-ncia e a
perman-ncia em (ossa Constituição .Plinio /arcos0
I 6 4omens e m%l4eres são iguais em direios e o!ri&a01es, nos ermos desa Consi%i0ãoJ
A disin0ão de &,nero, .orma mais !anal de dis*rimina0ão, : *on*reamene a!olida na
NOIA Ordem ;%r+di*a, de al .orma, ser *on%ndenemene NELADA, ao DETERMINAR 3%e
5omens e M%l4eres em direios e o!ri&a01es i&%ais. Al&o 3%e somene poderá ser, em ess,n*ia, no
m+nimo, per*e!ido, se 4o%ver Estado Democrático de Direio, *ara*erizado pela (e&%ran0a
;%r+di*a (/linio Mar*os$
II 6 ninguém será o!ri&ado a fa,er o% dei)ar de .azer al&%ma *oisa senão em vir%de de leiJ
A 2iberdade de escol:a, em odos os senidos, em odas as .ormas, : *on%ndenemene
deerminada pela NOIA Ordem ;%r+di*a, de al .orma, ser admiss$vel a e)is,n*ia de 7obrigação8
de .azer, o% dei)ar de .azer, em virtude de lei. Al&o 3%e somene poderá ser, em ess,n*ia, no
m+nimo, per*e!ido, se 4o%ver Estado Democrático de Direio, *ara*erizado pela (e&%ran0a
;%r+di*a (/linio Mar*os$
III 6 ninguém será s%!meido a or%ra nem a raameno des%mano o% degradanteJ
O )espeito ; Pessoa Humana, em odos os senidos, em odas as .ormas, :
*on%ndenemene deerminado pela NOIA Ordem ;%r+di*a, de al .orma, ser imposs$vel a
submissão de al&%:m por raameno de or%ra, des%mano, o% de&radane, 3%ando enão,
ressalamos ser a obrigação de raar, o% reveren*iar, um igual *omo 7s(p$rior8. Al&o 3%e somene
poderá ser, em ess,n*ia, no m+nimo, per*e!ido, se 4o%ver Estado Democrático de Direio,
*ara*erizado pela (e&%ran0a ;%r+di*a (/linio Mar*os$
KIII 6 : livre o e1erc$cio de 3%al3%er ra!al4o, o.+*io o% pro.issão, aendidas as 3%ali.i*a01es
pro.issionais 3%e a lei estabelecerJ
A liberdade no e1erc$cio profissional, impli*a, ne*essariamene, na Responsa!ilidade, e no
Respeio, em odos os senidos, em odas as .ormas, ao 3%e : *on%ndenemene deerminado pela
NOIA Ordem ;%r+di*a, de al .orma, ser imposs$vel a*eiar 3%e al&%:m, se apresene
pro.issionalmene, sem o respaldo le&al. Al&o 3%e somene poderá ser, em ess,n*ia, no m+nimo,
per*e!ido, se 4o%ver Estado Democrático de Direio, *ara*erizado pela (e&%ran0a ;%r+di*a (/linio
Mar*os$
KKII 6 : &aranido o direio de propriedadeJ
O Respeio 2 propriedade, em odos os senidos, em odas as .ormas, *on%ndenemene
deerminado pela NOIA Ordem ;%r+di*a, impli*a, ne*essariamene, &aranir os !ene.+*ios, an&+veis
e inan&+veis, por e)emplo, da Ti%laridade, aos 3%e le&iimamene a *on3%isaram, %ma vez 3%e, :
inadmiss+vel a*eiar a !analiza0ão, de 3%al3%er i%laridade, por al&%:m 3%e, se arvore, e se
apresene pro.issionalmene *omo 7Do%or8, sem o respaldo le&al. Al&o 3%e somene poderá ser, em
ess,n*ia, no m+nimo, per*e!ido, se 4o%ver Estado Democrático de Direio, *ara*erizado pela
(e&%ran0a ;%r+di*a (/linio Mar*os$
KKKI 6 a lei não e1cluirá da apre*ia0ão do /oder ;%di*iário lesão o% ameaça a direitoJ
A 7pra1e8 de se raar 3%al3%er >a*4arel em Direio, desde !ue re*on4e*ido pela OA>,
*omo 7Doutor8, : 5ip=*ria, e Med+o*re, mas am!:m, esa 4isori*amene enraizada no /oder
;%di*iário, e por isso, deve ser e1tirpada, pelo Mr&ão Insi%*ional, *riado para ?I(CAHINÁ6HO
.inan*eiramene, e adminisraivamene, 3%e : o Consel4o Na*ional de ;%si0a. Al&o 3%e somene
poderá ser, em ess,n*ia, no m+nimo, per*e!ido, se 4o%ver Estado Democrático de Direio,
*ara*erizado pela (e&%ran0a ;%r+di*a (/linio Mar*os$
KKKII 6 a lei não pre5udicará o direio ad3%irido, o ato 5ur$dico perfeito e a *oisa 9%l&adaJ
O recon:ecimento pelo Consel4o Na*ional de ;%si0a, do .ao *on*reo, de 3%e %ma /oraria
não tem o condão de re.orm%lar, par*ialmene o% não, a ess,n*ia de %ma Hei vi&ene,
inrinse*amene, impli*a na per*ep0ão de %m 7ato 5ur$dico perfeito8, 3%e por isso, deve ser
)espeitado, e %onsiderado. Al&o 3%e somene poderá ser, em ess,n*ia, no m+nimo, per*e!ido, se
4o%ver Estado Democrático de Direio, *ara*erizado pela (e&%ran0a ;%r+di*a (/linio Mar*os$
KKKIII 6 não :averá 9%+zo o% ri!%nal de e)*e0ãoJ
A 9undamentação "(9+%+E.0E, 3%e deverá ser In3%esionável, Irre.%ável, ;%sa, e
Respaldada no Direio Consi%+do, : o concreto, 3%e diferencia %m 9%+zo o% ri!%nal de e1ceção,
da3%ele ;%+zo e Tri!%nal 2eg$timo. Al&o 3%e somene poderá ser, em ess,n*ia, no m+nimo,
per*e!ido, se 4o%ver Estado Democrático de Direio, *ara*erizado pela (e&%ran0a ;%r+di*a (/linio
Mar*os$
< => 6 Os direios e &aranias e1pressos nesta Consi%i0ão não e1cluem o%ros de*orrenes
do re&ime e dos prin*+pios por ela adoados, o% dos tratados internacionais em 3%e a Rep-!li*a
?ederaiva do >rasil se9a pare.
A possibilidade de se avaliar 5uridicamente, o pro*esso em ane)o, no @m!io da Core
Inerameri*ana de Direios 5%manos da Or&aniza0ão dos Esados Ameri*anos, a parir da *on*rea
pari*ipa0ão da Comissão Inerameri*ana de Direios 5%manos da Or&aniza0ão dos Esados
Ameri*anos, esa respaldada na Consi%i0ão da Rep-!li*a ?ederaiva do >rasil, e por isso, não
pode, e nem deve, ser inerpreada *omo intervenção. Al&o 3%e somene poderá ser, em ess,n*ia,
no m+nimo, per*e!ido, se 4o%ver Estado Democrático de Direio, *ara*erizado pela (e&%ran0a
;%r+di*a (/linio Mar*os$
9 :; Os raados e *onven01es inerna*ionais so!re direios 4%manos 3%e .orem aprovados,
em *ada Casa do Con&resso Na*ional, em dois %rnos, por r,s 3%inos dos voos dos respe*ivos
mem!ros, serão e!uivalentes ;s emendas constitucionais. -%tos a.rovados na 2orma deste
.ará"ra2o0 -Inc/u4do .e/a Emenda Constituciona/ n@ )8, de 200)0
A %arta +nteramericana de Direitos Humanos : *om oda a *ereza, %ma emenda
constitucional, e por isso, o e)er*+*io de *idadania, inrinse*amene, respalda o usufruto da
avaliação da Core Inerameri*ana de Direios 5%manos da Or&aniza0ão dos Esados Ameri*anos,
por 3%al3%er %idadão 3rasileiro, mesmo 3%e sem .orma0ão *%l%ral de O< &ra%, o% sem 3%al3%er
.orma0ão *%l%ral na *i,n*ia do Direio. Al&o 3%e somene poderá ser, em ess,n*ia, no m+nimo,
per*e!ido, se 4o%ver Estado Democrático de Direio, *ara*erizado pela (e&%ran0a ;%r+di*a (/linio
Mar*os$
Artigo 7º
A adminisra0ão p-!li*a direa e indirea de 3%al3%er dos /oderes da Dnião, dos Esados, do
Disrio ?ederal e dos M%ni*+pios obedecerá aos princ$pios de legalidade, impessoalidade,
moralidade, p%!li*idade e e.i*i,n*ia e, am!:m, ao se&%ine' (Reda0ão dada pela Emenda
Consi%*ional n< 1A, de 1AAB$
A erradicação de !ual!uer ?pra1e@, 3%e não ese9a respaldada no Direio Consi%+do,
permie o per.eio respeio aos prin*+pios de le&alidade, impessoalidade, moralidade, p%!li*idade e
e.i*i,n*ia, %ma vez 3%e, a mesma lei 3%e, por e)emplo, impede a represena0ão, por 3%em não se9a
advo&ado, am!:m espe*i.i*a o 3%e : Ti%laridade. Al&o 3%e somene poderá ser, em ess,n*ia, no
m+nimo, per*e!ido, se 4o%ver Estado Democrático de Direio, *ara*erizado pela (e&%ran0a
;%r+di*a (/linio Mar*os$
Artigo 9º
Hei *omplemenar, de ini*iaiva do (%premo Tri!%nal ?ederal, disporá sobre o Esa%o da
Ma&isra%ra, o!servados os seguintes princ$pios'
IK odos os 9%l&amenos dos =r&ãos do /oder ;%di*iário serão p-!li*os, e fundamentadas
todas as decisões, so! pena de nulidade, podendo a lei limiar a presen0a, em deerminados aos, 2s
pr=prias pares e a se%s advo&ados, o% somene a eses, em *asos nos 3%ais a preserva0ão do direio
2 inimidade do ineressado no si&ilo não pre9%di3%e o ineresse p-!li*o 2 in.orma0ãoJ (Reda0ão
dada pela Emenda Consi%*ional n< PQ, de "##P$
A fundamentação, 3%e não ese9a respaldada no Direio Consi%+do, impede o *on*reo
respeio aos prin*+pios de le&alidade, impessoalidade, moralidade, p%!li*idade e e.i*i,n*ia, %ma vez
3%e, sem a mesma : imposs+vel &aranir o 7ato 5ur$dico perfeito8. Al&o 3%e somene poderá ser, em
ess,n*ia, no m+nimo, per*e!ido, se 4o%ver Estado Democrático de Direio, *ara*erizado pela
(e&%ran0a ;%r+di*a (/linio Mar*os$
Considerações adicionais ao HC - 115179
1 – Lavagem de Dinheiro
A intervenção, e manifestação, sempre sábia, do Jurista, e Ministro do Supremo
Tribunal Federal, o Excelentíssimo Sr Marco Aur!lio Mello, sobre sua preocupação
acerca do, conceito Jurisdicional, manifestado pelo "ole#iado sobre $Lavagem de
Dinheiro%, me obri#ou, a refleões outras, &ue me permitem afirmar, &ue ! um !rande
"#u$voco, &ual&uer tentativa de ti%ificar no 'rocesso em &uestão, o "rime de
$Lavagem de Dinheiro%
(uando então, c)amo a atenção para o destino dado &s so'ras do "aixa * de
C(D( "ampan)a Eleitoral, uma ve+ &ue, esta parcela, em tendo sido $Lavada%,
permitindo o seu uso de forma $L)C*+(%, pode, e deve, ser +*,*-*C(D( como "rime de
$,ava#em de -ion)eiro%, caso contrário, terá sido o simples uso, em atividades
econ.micas informais, e/ou evasão de divisas, de din)eiro $./J0% pela ori#em, de ser de
$Caia 1 "leitoral%
Afinal, a tipificação de $"rime de ,ava#em de -in)eiro%, tem como premissa o uso
Legal de recursos o'tidos de forma *l$cita, &uando então, pelas colocaç0es feitas at!
a&ui, em momento algum, ocorreu #ual#uer %reocu%aç2o de se transformar os
recursos obtidos de 1peraç0es 2ancárias, em tese, fraudulentas, em recursos le#ítimos,
principalmente, &uando tais recursos, foram utili+ados em $Caia 1 de cam%anhas
eleitorais%, &ue por si s3, $./J(%, em o%osiç2o, ao preconi+ado, $L*3,(%
4ma ve+ &ue, na Lei Nº 9.613, DE 3 DE MARÇO DE 1998 5 "onsta6
Art 7
o
0cultar ou dissimular a nature+a, ori#em, locali+ação, disposição,
movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou
indiretamente, de infraç2o %enal (Redação dada pela Lei nº 12.683, de 2012)
8 7
o
9ncorre na mesma pena &uem, para ocultar ou dissimular a utili+ação de bens,
direitos ou valores provenientes de infração penal6 (Redação dada pela Lei nº 12.683, de
2012)
9 : os converte em ativos l$citos;
99 : os ad#uire4 rece'e4 troca4 negocia4 d5 ou rece'e em garantia4 guarda4 tem
em de%6sito4 movimenta ou transfere;
999 : im%orta ou e%orta bens com valores não correspondentes aos verdadeiros
8 *< 9ncorre, ainda, na mesma pena &uem6
9 : utili+a, na atividade econ.mica ou financeira, bens, direitos ou valores &ue sabe
serem provenientes de &ual&uer dos crimes antecedentes referidos neste arti#o;
8 *
o
9ncorre, ainda, na mesma pena &uem6 =>edação dada pela ,ei n< 7*?@A, de
*B7*C
9 : utili+a, na atividade econ7mica ou financeira, bens, direitos ou valores
provenientes de infraç2o %enal; =>edação dada pela ,ei n< 7*?@A, de *B7*C
99 : participa de #rupo, associação ou escrit3rio tendo con)ecimento de &ue sua
atividade principal ou secundária ! dirigida & %r5tica de crimes %revistos nesta Lei
'ortanto, uma per#unta não &uer calar6 "omo pode ser possível, incriminar, Dul#ar, e
condenar, al#u!m pelo crime de $lavagem de dinheiro%, se seu uso, em essEncia, foi de
forma, tamb!m, $./J(% F
Afinal a “lavagem de dinheiro8 tem como premissa a sua “lim%e9a”, de tal forma, ser
impossível a identificação de sua origem, permitindo, sua utilização de forma “L)C*+(”, ou
transformá-la em “,atrim7nio L$cito”, quando então, afirmamos que “Caia 1 "leitoral”
nunca foi, é, ou será “L$cito”.
ortanto, me parece que o!s" Crime:s; de !est2o -raudulenta, estam relacionados
diretamente ao!s" Crime:s; de Caia 1 "leitoral, e não, ao Crime de Lavagem de
dinheiro, por outro lado, entendemos ser perfeitamente tipificável na “Lei <=719 - Crime
de .onegaç2o -iscal”, na “Lei 7=<91 - Crimes contra o .istema -inanceiro >acional”,
na “Lei ?=1@7 – Crimes contra a 0rdem +ri'ut5ria”, uma vez que, %reAu$9os, com a não
recepção do pagamento de dívidas oriundas de empréstimos, são, por e#emplo,
dedut$veis do $mposto de %enda.
4ma ve+ &ue na Lei 4.79 ! "ri#e de $%ne&a'(% )is*al, consta&
Art 7< "onstitui crime de sone#ação fiscal6 =Gide -ecreto:,ei n< 7B?B, de 7H?HC
9 : prestar declaração falsa ou omitir, total ou parcialmente, informação &ue deva ser
produ+ida a a#entes das pessoas Durídicas de direito pIblico interno, com a intenção de
eximir:se, total ou parcialmente, do pa#amento de tributos, taxas e &uais&uer adicionais
devidos por lei;
'ena6 -etenção, de seis meses a dois anos, e multa de duas a cinco vE+es o valor
do tributo
8 7< (uando se tratar de criminoso primário, a pena será redu+ida J multa de 7B
=de+C vE+es o valor do tributo
Em meu empírico entendimento, caracteri+ado pela 9nformação de $%seudo-
leg$tima:s;% 1peração=0esC de Empr!stimo &ue, na realidade, representava=amC
$doaç2o:ões;% para $Caia 1 "leitoral%, onde sua característica 9lícita, convenientemente
omitida, tem o desdobramento de transferir %ara o "r5rio >acional, pelo menos %arte
da Bdoaç2o8, uma ve+ &ue, em sendo tratado como empr!stimo le#ítimo, e n2o %ago,
será re#istrado como %reAu$9o, e por isso, com a pr3pria reduç2o do Lucro da 9nstituição
Financeira, &ue redundará em %agamento inferior de 9mpostos
4ma ve+ &ue na Lei 7.49 ! "ri#es *%ntra % $iste#a )inan*eir% Na*i%nal, consta&
Art 7< "onsidera:se instituição financeira, para efeito desta lei, a pessoa Durídica de
direito pIblico ou privado, &ue ten)a como atividade principal ou acess3ria,
cumulativamente ou não, a captação, intermediação ou aplicação de recursos financeiros
=GetadoC de terceiros, em moeda nacional ou estran#eira, ou a cust3dia, emissão,
distribuição, ne#ociação, intermediação ou administração de valores mobiliários
'ará#rafo Inico E&uipara:se J instituição financeira6
9 : a pessoa Durídica &ue capte ou administre se#uros, cKmbio, cons3rcio,
capitali+ação ou &ual&uer tipo de poupança, ou recursos de terceiros;
Art L< Merir fraudulentamente instituição financeira6
'ena : >eclusão, de A =trEsC a 7* =do+eC anos, e multa
'ará#rafo Inico Se a #estão ! temerária6
'ena : >eclusão, de * =doisC a @ =oitoC anos, e multa
Em meu empírico entendimento, caracteri+ado pela Dá recon)ecido pela ".rte
Uma vez que na Lei 8.137 + "ri#es *%ntra a Orde# ,ri-ut.ria, consta:
Art 7N "onstitui crime contra a ordem tributária su/ri#ir %u redu0ir tri-ut%, ou
contribuição social e &ual&uer acess3rio, mediante as se#uintes condutas6 =Gide ,ei n<
HH?L, de 7BL*BBBC
9 : omitir informação, ou /restar de*lara'(% falsa Js autoridades fa+endárias;
Em meu empírico entendimento, caracteri+ado pela aus'ncia de 9nformação sobre
a=sC $%seudo-leg$tima:s;% 1peração=0esC de Empr!stimo &ue, na realidade,
representava=amC $doaç2o:ões;% para $Caia 1 "leitoral%
99 : fraudar a fiscali+ação tributária, inserind% ele#ent%s ine1at%s, ou omitindo
operação de &ual&uer nature+a, em documento ou livro exi#ido pela lei fiscal;
Em meu empírico entendimento, caracteri+ado pelo >e#istro em livro exi#ido pela
lei fiscal das $%seudo-leg$tima:s;% 1peração=0esC de Empr!stimo &ue, na realidade,
representava=amC $doaç2o:ões;% para $Caia 1 "leitoral%
999 : falsifi*ar ou alterar nota fiscal, fatura, duplicata, nota de venda, ou 2ual2uer
%utr% d%*u#ent% relativo J operação tributável;
Em meu empírico entendimento, caracteri+ado pela Emissão de documento
relacionado a $%seudo-leg$tima:s;% 1peração=0esC de Empr!stimo &ue, na realidade,
representava=amC $doaç2o:ões;% para $Caia 1 "leitoral%
9G : ela-%rar, distribuir, fornecer, emitir ou utili+ar d%*u#ent% &ue saiba ou deva
saber fals% %u ine1at%;
Em meu empírico entendimento, caracteri+ado pela Elaboração de documento
relacionado a $%seudo-leg$tima:s;% 1peração=0esC de Empr!stimo &ue, na realidade,
representava=amC $doaç2o:ões;% para $Caia 1 "leitoral%
'ena : reclusão de * =doisC a O =cincoC anos, e multa

Art PN "onstitui crime contra as relaç0es de consumo6
9 : fa3%re*er ou preferir, se# 4usta *ausa, comprador ou fre&u5s, ressalvados os
sistemas de entre#a ao consumo por interm!dio de distribuidores ou revendedores;
'ena : detenção, de * =doisC a O =cincoC anos, ou multa
Em meu empírico entendimento, caracteri+ado pelo favorecimento, sem Dusta
causa, a fre#uEs, relacionado a $%seudo-leg$tima:s;% 1peração=0esC de Empr!stimo &ue,
na realidade, representava=amC $doaç2o:ões;% para $Caia 1 "leitoral%
4ma ve+ &ue, no DE"RE,O!LE6 N
%
.848, DE 7 DE DE7EM8RO DE 1949 5 "onsta6
"A:;,<LO =66 DA RE"E:,AÇ>O
Re*e/ta'(%
Art 7@B : Ad&uirir, rece'er, transportar, condu+ir ou ocultar, em proveito pr3prio ou
alheio, coisa &ue sabe ser %roduto de crime, ou influir para &ue terceiro, de boa:f!, a
ad&uira, receba ou oculte6 =>edação dada pela ,ei n< HL*?, de 7HH?C
'ena : reclusão, de um a &uatro anos, e multa =>edação dada pela ,ei n< HL*?, de
7HH?C
Em meu empírico entendimento, caracteri+ado pelo recebimento de &uantias
vultosas, ori#inada=sC de operação=0esC fraudulenta=sC, relacionada=sC a $%seudo-
leg$tima:s;% 1peração=0esC de Empr!stimo &ue, na realidade, representava=amC
$doaç2o:ões;% para $Caia 1 "leitoral%
Re*e/ta'(% 2ualifi*ada=>edação dada pela ,ei n< HL*?, de 7HH?C
8 A< : Ad&uirir ou rece'er coisa &ue, por sua nature+a ou pela des%ro%orç2o entre o
valor e o preço, ou %ela condiç2o de #uem a oferece, deve presumir:se obtida por meio
criminoso6 =>edação dada pela ,ei n< HL*?, de 7HH?C
'ena : detenção, de um mEs a um ano, ou multa, ou ambas as penas =>edação
dada pela ,ei n< HL*?, de 7HH?C
Em meu empírico entendimento, caracteri+ado pelo recebimento de &uantias
vultosas, &ue presumivelmente, foram ori#inada=sC de operação=0esC fraudulenta=sC,
relacionada=sC a $%seudo-leg$tima:s;% 1peração=0esC de Empr!stimo &ue, na realidade,
representava=amC $doaç2o:ões;% para $Caia 1 "leitoral%
8 ?< : Tratando:se de bens e instalaç0es do patrim.nio da 4nião, Estado, Município,
empresa concession5ria de serviços %C'licos ou sociedade de economia mista, a pena
prevista no caput deste arti#o a%lica-se em do'ro =9ncluído pela ,ei n< HL*?, de 7HH?C
Em meu empírico entendimento, caracteri+ado pelo fato de &ue a=sC operação=0esC
fraudulenta=sC, relacionada=sC a $%seudo-leg$tima:s;% 1peração=0esC de Empr!stimo &ue,
na realidade, representava=amC $doaç2o:ões;% para $Caia 1 "leitoral%, ocorreram em
9nstituiç0es Financeiras (/+0D*E(D(. a o%erar no Sistema Finaneiro 2rasileiro, pelo
Estado 2rasileiro, atrav!s do 2anco "entral do 2rasil
4ma per#unta não &uer calar6 'or &ue nen)um r!u do Bmensal2o8 foi acusado de
Crime de Dece%taç2o F
1 – BCasu$smos8
A intervenção, Dá manifestada anteriormente no HC 115179, sempre sábia, do Jurista,
e Ministro do Supremo Tribunal Federal, o Excelentíssimo Sr Marco Aur!lio Mello, sobre
sua preocupação acerca de %oss$veis casu$smos Aur$dicos, e %rocessuais, &ue
ven)am, ou vierem, a #arantir a participação do 9lustríssimo Sr Ant.nio "e+ar 'eluso, nos
remete ao fato concreto, de &ue en&uanto o 9lustríssimo n2o estava a%osentado do STF,
recon)ecia &ue &ual&uer manifestação sua deveria respeitar os $Ditos ,rocessuais%, de
tal forma, não vierem a %reAudicar, ou macular, a Avaliação, em curso, no Supremo
Tribunal Federal
Qa notícia $"e0ar :elus% se a/%senta *%#% #inistr% d% $,)% , consta6
$(otar antes do relator e do revisor, que a gente considera que são os )uízes que
e#aminaram mais e#austivamente o processo, poderia gerar um de*ate que seria de
certo modo desairoso %ara o tri'unal. Ac+o que a gente tem que %reservar o tri'unal
de situaç,es em que o prestígio da casa possa ficar a*alado$
http://g1.globo.co/politica/en!alao/noticia/2012/08/ce"a#$pel%"o$!e$apo!enta$coo$
ini!t#o$do$!t&.htl
Qo entanto, o 9lustríssimo Sr Ant.nio "esar 'elu+o, entendeu, em total o%osiç2o, ser
natural, manifestar, pela iminente, e pr3xima aposentadoria, em seu Gltimo H0+0,
a%resentou anteci%adamente, atrav!s de (+0 C0>+D0H"D.0, o seu entendimento
&uanto a %uniç2o de Cunha a seis anos de prisão e ainda a perda do mandato
parlamentar, al#o, &ue pode, e deve, influenciar o "ole#iado, mesmo Dá não 1 inte#rando,
em função de aposentadoria C03,/L.ID*( bem como, %or ser medida sem
consenço no meio Aur$dico, a#re#a ao Tribunal discuss2o desnecess5ria, &ue por si
s3, #era um de'ate de certo modo desairoso para o Tribunal, onde &ual&uer res#u$cio
de sua preservação, $desce ladeira a'aio%
Qa notícia $CorregedoriaJ CKmara n2o %ode %rever destino de Jo2o ,aulo
Cunha%, consta6
$Ao proferir seu voto no -./, 0ezar eluso - que se aposentou compulsoriamente no
início do m's por completar 12 anos - %ediu a condenaç2o de 0un+a a seis anos de
prisão e ainda a perda do mandato parlamentar, o que causou controvérsias na 03mara
dos 4eputados )á que a cassação seria uma decisão do 5egislativo, e não da 0orte.$

http://noticia!.te##a.co.b#/b#a!il/politica/'%lgaento$do$en!alao/noticia!/0,,()61360*8$
+)20*60,00$,o##egedo#ia-,aa#a-nao-pode-p#e.e#-de!tino-de-/oao-0a%lo-,%nha.htl
Em função do Dá colocado, e do ora colocado, uma per#unta não &uer calar6 A
importKncia da participação do 9lustríssimo Sr Ant.nio "e+ar 'eluso, tem relação com a
exacerbada H(*D(D", ou com, a sua *3,D".C*>D)H"L participação
Afinal, a divul#ação, em G1T1, de sua e%ectativa de %uniç2o, provoca, pelo
"ole#iado, pela exposição, a necessária avaliação, #ue ser5 feita no momento
o%ortuno, &ue no caso, estará *3,D"!>(D(, por Dul#amento de &uem não mais inte#ra
o Supremo Tribunal Federal
'er#untas não &uerem calar6 1 colocado acima pode, e deve, ratificar o concreto &ue
foi a eistLncia de %uro $C(./).30 J/D)D*C0 eMou ,D0C"../(L% relacionado J
%artici%aç2o do 9lustríssimo Sr Ant.nio "e+ar 'eluso, em ,(D+" do ,rocesso (, <7N
em curso no Supremo Tribunal Federal F A sua manifestação C0>+D0H"D.(, sobre
determinaç2o legal elementar, esta calcada em uma earce'ada H(*D(D", ou na
certe9a, de &ue, a&ueles &ue um dia foram seus ,(D"., n2o conhecem o
"L"3">+(D do Direito F
Afinal, a anteci%aç2o da %uniç2o, de >!u, antes dos procedimentos ade&uados, e
determinados, pelo Rit% :r%*essual, apenas e tão somente, colocam em &uestão,
&ual&uer $casu$smo%, e por isso, concretamente, agrega um de'ate &ue de certo modo
O desairoso para o tri'unal=
Al#o &ue, em princípio, foi inaceit5vel4 ora n2o mais4 pelo 9lustríssimo Sr Ant.nio
"e+ar 'eluso
@ – +i%ificaç2o de Crime
"erta ve+, durante troca de id!ias, em um dos f3runs do site do "onsel)o Qacional de
Justiça, fui apresentado a &uadríade -ato / Demanda / (valiaç2o / Conclus2o, onde nos
! possível identificar, &ue um fato tipificado como crime, tem como presumível
conse&uEncia sua res%ectiva %uniç2o, um ve+ &ue, isoladamente tipifica um crime, e
por isso, tem avaliação e punição pr3pria;
'or esta ra+ão, podemos afirmar, &ue cada atitude criminosa, isolamente, pode, e
deve, ser caracteri9ada como crime, &uando então apresento o se#uinte pueril exemplo6
se um indivíduo entra em uma lo)a e furta um o*)eto, voltando mais tarde, furta outro
o*)eto, cometeu o mesmo crime de forma reiterada, isto é, duas ve9es, logo, ter a
e#pectativa de ser condenado com duas %enas, previstas para o mesmo ti%o de Crime,
se)a seu desdo*ramente natural, uma vez que, tem%o e es%aço, nos apresentam a
certeza de que foram cometidos em duas oportunidades.
Ao tra+ermos, nosso entendimento em%$rico, para o processo do $mensal2o%,
utili+ando como exemplo, a %seudo-denCncia, &ue pelo fato motivador, tem
característica de chantagem concreti9ada, nos deparamos com o recebimento de,
apenas e tão somente, >RLBBBBBB,BB =(uatro Mil)0es de >eaisC dos >R*BBBBBBB,BB
=Ginte Mil)0es de >eaisC declaradamente reinvidicados, durante a pseudo:denIncia,
em função de acordo previamente feito
Se a entre#a desta $pe&uena%, $&uase insi#nificante%, &uantia, ocorreu em uma Cnica
o%ortunidade, temos uma Cnica atitude criminosa, portanto, um Cnico crime
cometido, contudo, se esta entre#a ocorreu, em mais de uma o%ortunidade, um mesmo
tipo de crime foi cometido reiteradas ve9es, uma ve+ &ue, a rece%ç2o de o'Aeto, no
caso din)eiro de #estão fraudulenta, feita em concessionária do Sistema Financeiro, de
ori#em ilícita ! crime de rece%taç2o
Se o din)eiro recebido, foi repassado, para o $caia 1 "leitoral% de um Cnico
candidato, em uma Cnica o%ortunidade, uma Inica atitude criminosa foi cometida,
contudo, se a mesma foi transferida para o $caia 1 "leitoral% de mais de um candidato,
e/ou, em mais de uma o%ortunidade, o mesmo crime foi cometido reiteradas ve9es,
tantas &uantas forem as oportunidades em &ue ocorreram
Estando o meu empírico entendimento correto, uma per#unta não &uer calar6 "omo !
possível, &ue tantos envolvidos, possam +0D0., em mesma simetria, respondendo, em
cada Tipo de "rime, por um G>*C0 CD*3", isto !, como se uma Cnica atitude
criminosa tenha ocorrido, como se os mesmos, pelo menos em al#uns casos, não
tivessem sido cometidos D"*+"D(D(. H"E". F
HABEAS CORPUS 115.179 MINAS GERAIS
RELATORA : MIN. ROSA WEBER
IMPTE.(S) : PLÍNIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA
COATOR(A/S)(ES) : RELATOR DA AP Nº 470 DO SUPREMO TRIBUNAL
FEDERAL
Trata-se de habeas corpus, !" #ed$d! de %$"$&ar, $"#etrad! #!r
P%'&$! Mar!s M!re$ra da R!(a !&tra at! d! Re%at!r da A)*! Pe&a%
470+DF, M$&$str! ,!a-.$" Bar/!sa, d! S.#re"! Tr$/.&a% Federa%, 0$sa&d!
1 dereta)*! de &.%$dade d! #r!ess!2 3 4a%ta de $&d$0$d.a%$5a)*! d!s
#a$e&tes, #res."e-se se6a" e%es !s a.sad!s &a-.e%a a)*! #e&a%2
O I"#etra&te a%e7a, e" s'&tese, -.e 8! 4!r! #r$0$%e7$ad! 4ere de
"!rte a &!0a !rde" 6.r'd$a esta/e%e$da #e%a C!&st$t.$)*! da Re#9/%$a
Federat$0a d! Bras$%:2 I&0!a !"! 4.&da"e&t!s as d$s#!s$);es d! Pat!
de S*! ,!s< da C!sta R$a, #r!".%7ad! #e%! Deret! &º =7>, de 0=2??2?@@A2
BC" !s a.t!s !&%.s!s2
É o br! r"#$o.
%&'(o.
Ma&$4est! ! desa/$"e&t! deste habeas corpus, e&-.a&t! se 0!%ta
!&tra at! de M$&$str! desta C!rte, ! M$&$str! Re%at!r da A)*! Pe&a% 470,
1 %.5 da 6.r$s#r.dC&$a 4$r"ada #e%! P%e&Dr$! deste S.#re"! Tr$/.&a% &!
se&t$d! de -.e não cabe pedido de habeas corpus originário para o Tribunal
Pleno, contra ato de Ministro ou órgão fracionário da Corte EHC >=2F4>+SP, re%2
M$&2 Ce5ar Pe%.s!, "a$!r$a, D,e ?@2?A2A00>G2 Asse&tada, ta% d$retr$5, &a
a#%$a)*! a&a%H7$a d! e&.&$ad! da S9".%a =0=+STFI Não cabe habeas
corpus originário para o Tribunal Pleno de decisão de Turma, ou do Plenário,
proferida em habeas corpus ou no respectivo recurso 2
N! "es"! se&t$d!, v.g., !s se7.$&tes 6.%7ad!sI HC @?2A07+R,, re%2 #+
aHrd*! M$&2 Er!s Jra., P%e&Dr$!, "a$!r$a, D,e 0F2K2A0?0L HC
?002K@7+MJ, re%2 #+ aHrd*! M$&2 CDr"e& L9$a, P%e&Dr$!, "a$!r$a, D,e
0?272A0?0L HC ?0027K>+R,, re%2 #+ aHrd*! M$&2 CDr"e& L9$a, P%e&Dr$!,
"a$!r$a, D,e 0?272A0?0L e HC ?042>4K-A7R+BA, re%2 M$&2 AMres Br$tt!,
P%e&Dr$!, "a$!r$a, D,e 0A2?A2A0??2 Ta% !"#ree&s*!, ree&te"e&te 4!$
rea4$r"ada #e%! P%e&!, e" $&$de&te e&0!%0e&d! ($#Htese de !"#etC&$a
!r$7$&Dr$a, a! de$d$r -.e &*! a/e habeas corpus #ara ! P%e&Dr$! !&tra
Supremo Tribunal Federal
Documento assinado digitalmente conforme MP n°2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O
documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 2786998.
HC 115.179 / MG
at! de M$&$str! d! S.#re"! Tr$/.&a% Federa% EHC ?07KAK Re%at!ra #ara !
aHrd*! M$&$stra Car"e& L9$a P%e&!, #!r "a$!r$a 62 0?2K2A0?A, D6e de
K02F2A0?AG2
A ')#(*'++'b'"'(#( d! #rese&te habeas corpus, &a 4!r"a eN#!sta,
e&se6a #!r s$ sH a ,$')-.o (o /ro&++o +* r+o"0-.o (o *1r'$o,
t!r&a&d! des#$$e&d! !"a&d! de $&t$"a)*! d!s #res."$d!s #a$e&tes
#ara d$5ere" s!/re e0e&t.a% $&teresse &a $"#etra)*! d! #rese&te writ , &a
%$&(a d! art2 ?@A, O Kº, d! Re7$"e&t! I&ter&!, s.4ra7ad! e" de$s;es desta
S.#re"a C!rte Ev.g.I HC =@2>>@-? Re%2 M$&2 Ce%s! de Me%%! Pr$"e$ra
T.r"a 62 AA20A2A004, D, de ?02=2?@@4L e HC @72?@>, Re%2 M$&2 Ce%s! de
Me%%!, A@2=2A0?AG2 E $ss! #!r-.e, a des#e$t! da a"#%$t.de da legitimatio ad
causam at$0a &esta a)*! !&st$t.$!&a% - !&sa/$d! -.e ! habeas corpus
#!de ser $"#etrad! #!r -.a%-.er #ess!a, e" se. 4a0!r !. de !.tre",
$&de#e&de&te de -.a%$4$a)*! #r!4$ss$!&a% e #r!.ra)*! es#e'4$a Eart2 Fº,
LPBIII, da CF+>>, e art2 =F4 d! CHd$7! de Pr!ess! Pe&a%G-, < &!tHr$! !
4at! de !s #a$e&tes, $&ser$d!s &! #!%! #ass$0! da AP 470, tere"
ad0!7ad!s !&st$t.'d!s &!s a.t!s22 N*! (D !"! #res."$r -.e a
$&ter4erC&$a de tere$r!, se 4a)a &! $&teresse da De4esa e d!s a.sad!s,
#e%! "e&!s e" s.a $&te7ra%$dade2 C!&d$$!&ad! estar$a, ass$", ! trQ&s$t!
d! #rese&te habeas corpus a s.a &*! desa.t!r$5a)*! #e%!s #a$e&tes, &*!
4!ra, !"! 6D eN#%$$tad! a&ter$!r"e&te, a $&ade-.a)*! d! se. "a&e6!
!&tra at! de M$&$str! deste STF2
A&te ! eN#!st!, )2o +20'*)$o a! #rese&te habeas corpus ERISTF,
art2 A?, O ?ºG2
P./%$-.e-se2 Ar-.$0e"-se2
Bras'%$a, ?K de sete"/r! de A0?A2
M')'+$r# Ro+# Wbr
R"#$or#
A
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Documento assinado digitalmente conforme MP n°2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O
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Considerações sobre o Voto do Relator do Habeas Corpus 115.179 Minas Gerais
http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp
Quando o colocado, com grifos meus, é:
“Trata-se de habeas corpus, com pedido de liminar, impetrado por Plínio Marcos
Moreira da Rocha contra ato do Relator da Ação Penal !"#$%, Ministro &oa'uim
(arbosa, do )upremo Tribunal %ederal, *isando + decretação de nulidade do processo, À
falta de individualização dos pacientes, presume-se sejam eles os acusados
naquela ação penal. “
Quando o constante do -. é :
Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, com Base nos Art. 4, Art. 7, Art. 8 e Art. 9 de A
!arta "emocr#t$ca Interamer$cana %A&ro'ada na &r$me$ra sess(o &)en#r$a, rea)$*ada em
++ de setem,ro de -..+/, re&rod0*$da &arc$a)mente a,a$1o, com 2r$3os e coment#r$os
me0s, SO4I!ITAR, 50e a A6(o Pena) 47., ora em c0rso no S0&remo Tr$,0na) 7edera),
se8a decretada NU4A, de ta) 3orma, que nenhum de seus réus venha a sofrer qualquer
violência, ou coação, em suas respectivas i!erdades de ocomoção, 0ma 'e* 50e,
o r$tos &rocess0a$s so3reram a)tera69es &or $)e2a)$dade, o0 a,0so de &oder, tendo em
'$sta 50e, o 3oro &r$'$)e2$ado 7ERE "E MORTE: a No'a Ordem ;0r<d$ca esta,e)ac$da
&e)a !onst$t0$6(o da Re&=,)$ca 7ederat$'a do Bras$), &rom0)2ada em +988, 50ando ent(o,
a3$rmamos ser o processo integralmente "#$.
/enho, M01 R2)P21T3)AM24T2, com (ase no Pre5mbulo, e nos Art, 6, Art, 7,
Art, , Art, 8, Art, 7! e Art, 97 da .onstituição da Rep:blica %ederati*a do (rasil,
reprodu;ida parcialmente abai<o, com =ri>os e coment?rios meus, )3@1.1TAR, 'ue a
Ação Penal !", ora em curso no )upremo Tribunal %ederal, seAa decretada 40@A, de tal
>orma, que nenhum de seus réus venha a sofrer qualquer violência, ou coação, em
suas respectivas i!erdades de ocomoção, uma *e; 'ue, o ritos processuais
so>reram alteraçBes por ile=alidade, ou abuso de poder, tendo em *ista 'ue, o >oro
pri*ile=iado “%2R2 $2 M3RT2C a 4o*a 3rdem &urídica estabelacida pela .onstituição da
Rep:blica %ederati*a do (rasil, promul=ada em 69DD, 'uando então, a>irmamos ser o
processo integralmente "#$,
Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, com Base nas !ons$dera69es re)ac$onadas ao
Processo em tr>m$te no S0&remo Tr$,0na) 7edera) conhec$do como Mensa)(o:,
SO4I!ITAR, 50e a A6(o Pena) 47., ora em c0rso no S0&remo Tr$,0na) 7edera), se8a
decretada NU4A, de ta) 3orma, que nenhum de seus réus venha a sofrer qualquer
violência, ou coação, em suas respectivas i!erdades de ocomoção, 0ma 'e* 50e,
o r$tos &rocess0a$s so3reram a)tera69es &or $)e2a)$dade, o0 a,0so de &oder, tendo em
'$sta 50e, o 3oro &r$'$)e2$ado 7ERE "E MORTE: a No'a Ordem ;0r<d$ca esta,e)ac$da
&e)a !onst$t0$6(o da Re&=,)$ca 7ederat$'a do Bras$), &rom0)2ada em +988, 50ando ent(o,
a3$rmamos ser o processo integralmente "#$.
Per20ntas n(o 50erem ca)ar?
Mesmo estando c)aramente es&ec$3$cado que nenhum de seus réus:, a Re)atora
sent$0 necess$dade de %resumir @ O0 presumivelmente, &or m$m, con'en$entemente,
não se deu ao tra!alho de )er, &e)o menos com a de'$da aten6(o @ Se o Aa,eas
!or&0s, tem o condão de anular a &rB&r$a, I)e2<t$ma, e Inconst$t0c$ona), aceitação pela
&orte, da den=nc$a e3et0adada &e)a Proc0rador$aCDera) da Re&=,)$ca, como &ode o
mesmo, apenas e tão somente, $r contra ato do Re)ator @
Quando o colocado, com grifos meus, é:
“3 1mpetrante ale=a, em síntese, 'ue “o >oro pri*ile=iado >ere de morte a no*a
ordem Aurídica estabelecida pela .onstituição da Rep:blica %ederati*a do (rasilC, 'nvoca
como fundamentos as disposiç(es do %acto de )ão *osé da &osta Rica, promul=ado
pelo $ecreto nE F!D, de "F,66,699G, “
Quando o constante do -. é :
Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, com Base nos +rt. ,, +rt. -, +rt. . e +rt. / de
0+ &arta 1emocr2tica 'nteramericana %A&ro'ada na &r$me$ra sess(o &)en#r$a, rea)$*ada
em ++ de setem,ro de -..+/, re&rod0*$da &arc$a)mente a,a$1o, com 2r$3os e coment#r$os
me0s, SO4I!ITAR, 50e a A6(o Pena) 47., ora em c0rso no S0&remo Tr$,0na) 7edera),
se8a decretada NU4A, de ta) 3orma, 'ue nenhum de seus réus *enha a so>rer 'ual'uer
*iolHncia, ou coação, em suas respecti*as @iberdades de @ocomoção, 0ma 'e* 50e, o
r$tos &rocess0a$s so3reram a)tera69es &or $)e2a)$dade, o0 a,0so de &oder, tendo em '$sta
50e, o 3oro &r$'$)e2$ado 7ERE "E MORTE: a No'a Ordem ;0r<d$ca esta,e)ac$da &e)a
!onst$t0$6(o da Re&=,)$ca 7ederat$'a do Bras$), &rom0)2ada em +988, 50ando ent(o,
a3$rmamos ser o processo integralmente "#$.
/enho, M01 R2)P21T3)AM24T2, com (ase no %re3m!ulo, e nos +rt. 4, +rt. 5,
+rt. ,, +rt. 6, +rt. 5- e +rt. /5 da &onstituição da Rep7!lica 8ederativa do 9rasil,
reprodu;ida parcialmente abai<o, com =ri>os e coment?rios meus, )3@1.1TAR, 'ue a
Ação Penal !", ora em curso no )upremo Tribunal %ederal, seAa decretada 40@A, de tal
>orma, 'ue nenhum de seus réus *enha a so>rer 'ual'uer *iolHncia, ou coação, em suas
respecti*as @iberdades de @ocomoção, uma *e; 'ue, o ritos processuais so>reram
alteraçBes por ile=alidade, ou abuso de poder, tendo em *ista 'ue, o >oro pri*ile=iado
“%2R2 $2 M3RT2C a 4o*a 3rdem &urídica estabelacida pela .onstituição da Rep:blica
%ederati*a do (rasil, promul=ada em 69DD, 'uando então, a>irmamos ser o processo
integralmente "#$,
Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, com Base nas &onsideraç(es relacionadas
ao %rocesso em tr3mite no )upremo :ri!unal 8ederal conhecido como 0;ensalão<,
SO4I!ITAR, 50e a A6(o Pena) 47., ora em c0rso no S0&remo Tr$,0na) 7edera), se8a
decretada NU4A, de ta) 3orma, 'ue nenhum de seus réus *enha a so>rer 'ual'uer
*iolHncia, ou coação, em suas respecti*as @iberdades de @ocomoção, 0ma 'e* 50e, o
r$tos &rocess0a$s so3reram a)tera69es &or $)e2a)$dade, o0 a,0so de &oder, tendo em '$sta
50e, o 3oro &r$'$)e2$ado 7ERE "E MORTE: a No'a Ordem ;0r<d$ca esta,e)ac$da &e)a
!onst$t0$6(o da Re&=,)$ca 7ederat$'a do Bras$), &rom0)2ada em +988, 50ando ent(o,
a3$rmamos ser o processo integralmente "#$.
Per20ntas n(o 50erem ca)ar?
Ser# 50e o resumo: a&resentado, propositalmente ignora, os 30ndamentos
ca)cados na !onst$t0$6(o da Re&=,)$ca 7ederat$'a do Bras$), ,em como, os 30ndamentos
a&resentados &e)a des50a)$3$ca6(o de a)20ns Mem,ros do S0&remo Tr$,0na) 7edera), em
RITO com )upressão de 'nst3ncias @ O0 ser# 50e o res0mo: reflete a parte 50e a
Re)atora se de0 ao tra,a)ho de a'a)$ar @
Quando o colocado, com grifos meus, é:
Man$3esto o desca,$mento deste ha,eas cor&0s, en50anto se 'o)ta contra ato de
M$n$stro desta !orte, o M$n$stro Re)ator da A6(o Pena) 47., E )0* da 80r$s&r0dFnc$a
3$rmada &e)o P)en#r$o deste S0&remo Tr$,0na) no sent$do de 50e n(o ca,e &ed$do de
ha,eas cor&0s or$2$n#r$o &ara o Tr$,0na) P)eno, contra ato de ;inistro o0 =rgão
fracion2rio da &orte %A! 8G.H48ISP, re). M$n. !e*ar Pe)0so, ma$or$a, ";e +9.+-.-..8/.
Assentada, ta) d$retr$*, na a&)$ca6(o ana)B2$ca do en0nc$ado da S=m0)a G.GIST7? N(o
ca,e ha,eas cor&0s or$2$n#r$o &ara o Tr$,0na) P)eno de decisão de :urma, o0 do
%len2rio, &ro3er$da em ha,eas cor&0s o0 no res&ect$'o rec0rso.
No mesmo sent$do, '.2., os se20$ntes 80)2ados? A! 9+.-.7IR;, re). &IacBrd(o M$n.
Eros Dra0, P)en#r$o, ma$or$a, ";e .H.J.-.+.K A! +...J97IMD, re). &I acBrd(o M$n.
!#rmen 4=c$a, P)en#r$o, ma$or$a, "8e .+.7.-.+.K A! +...7J8IR;, re). &I acBrd(o M$n.
!#rmen 4=c$a, P)en#r$o, ma$or$a, ";e .+.7.-.+.K e A! +.4.84JCA2RIBA, re). M$n. ALres
Br$tto, P)en#r$o, ma$or$a, ";e .-.+-.-.++. Ta) com&reens(o, recentemente 3o$ rea3$rmada
&e)o P)eno, em $nc$dente en'o)'endo h$&Btese de com&etFnc$a or$2$n#r$a, ao dec$d$r 50e
n(o ca,e ha,eas cor&0s &ara o P)en#r$o contra S0&remo Tr$,0na) 7edera)
"oc0mento ass$nado d$2$ta)mente con3orme MP nM -.-..C-I-..+ de -4I.8I-..+,
50e $nst$t0$ a In3raestr0t0ra de !ha'es P=,)$cas Bras$)e$ra C I!PCBras$). O doc0mento &ode
ser acessado no endere6o e)etrNn$co htt&?IIOOO.st3.80s.,rI&orta)Ia0tent$cacaoI so, o
n=mero -78G998. A! ++H.+79 I MD ato de M$n$stro do S0&remo Tr$,0na) 7edera) %A!
+.7J-J Re)atora &ara o acBrd(o M$n$stra !armen 4=c$a P)eno, &or ma$or$a 8. .+.J.-.+-,
"8e de J..H.-.+-/.
A $nadm$ss$,$)$dadedo &resente ha,eas cor&0s, na 3orma e1&osta,ense8a &or s$ sB a
e1t$n6(o do &rocesso sem resolução do mérito, tornando des&$c$endo comando de
$nt$ma6(o dos &res0m$dos &ac$entes &ara d$*erem so,re e'ent0a) $nteresse na
$m&etra6(o do &resente Or$t, na linha do art. 4/>, ? 5@, do Regimento 'nterno,
s03ra2ado em dec$s9es desta S0&rema !orte %'.2.? A! G9.889C+ Re). M$n. !e)so de Me))o
Pr$me$ra T0rma 8. --..-.-..4, "; de +..G.+994K e A! 97.+98, Re). M$n. !e)so de Me))o,
-9.G.-.+-/. E $sso &or50e, a des&e$to da am&)$t0de da )e2$t$mat$o ad ca0sam at$'a nesta
a6(o const$t0c$ona) C consa,$do 50e o ha,eas cor&0s &ode ser $m&etrado &or 50a)50er
&essoa, em se0 3a'or o0 de o0trem, $nde&endente de 50a)$3$ca6(o &ro3$ss$ona) e
&roc0ra6(o es&ec<3$ca %art. HP, 4QVIII, da !7I88, e art. GH4 do !Bd$2o de Processo
Pena)/C, R notBr$o o 3ato de os &ac$entes, $nser$dos no &o)o &ass$'o da AP 47., terem
advogados constituAdos nos autos.. N(o h# como &res0m$r 50e a $nter3erFnc$a de
terce$ro, se faça no interesse da 1efesa e dos acusados, &e)o menos em s0a
$nte2ra)$dade. !ond$c$onado estar$a, ass$m, o tr>ns$to do &resente ha,eas cor&0sa s0a
não desautorização pelos pacientes, n(o 3ora, como 8# e1&)$c$tado anter$ormente, a
$nade50a6(o do se0 mane8o contra ato de M$n$stro deste ST7. Ante o e1&osto, ne2o
se20$mentoao &resente ha,eas cor&0s%RIST7, art. -+, S +P/.
T0ando o constante do A! R ?
Em momento o Aa,eas !or&0s ++H+79IMD, con3orme as re&rod069es &arc$a$s
ac$ma demonstram, &ode, o0 de'e, ser entend$do como contra ato de ;inistro o0 =rgão
fracion2rio da &orte:, 0ma 'e* 50e, em todas as 30ndamenta69es, estamos a3$rmando,
so, a 40* da No'a Ordem ;0r<d$ca, re&resentada &e)a !onst$t0$6(o da Re&=,)$ca
7ederat$'a do Bras$), &rom0)2ada em +988, 50e o 8$R$ %R'B'CD'+1$: R Inace$t#'e),
R Inom$na), R Indecoroso, R I)e2<t$mo, R '"&$"):':#&'$"+.
!omo ta,Rm, em 50a)50er tem&o, na h$stBr$a "esta !Nrte, ocorre0 &e)o %len2rio
do S0&remo Tr$,0na), &or 50a)50er de s0as :urmas, dec$s(o &ro3er$da em ha,eas
cor&0s o0 no res&ect$'o rec0rso, so,re o ;érito do )uscitado.
I20a)mente a !onst$t0$6(o da Re&=,)$ca 7ederat$'a do Bras$), &rom0)2ada em
+988, 2arante a a'a)$a6(o &e)o Poder ;0d$c$#r$o a a'a)$a6(o do MRr$to, mesmo 50e 0ma
4e$ se8a contrar$ada, 50anto ma$s o art. 4/>, ? 5@, do Regimento 'nterno, 50ando ent(o,
ressa)tamos a $m&ort>nc$a, e re)e'>nc$a, do MRr$to, 0ma 'e* 50e, em defesa do Rito
%rocessual &$;%C:$, onde :$1$) são 'D#+') perante a ei, &roc0ramos
errad$car pr2ticas E'):FR'&+) sem 50a)50er 70ndamenta6(o &)a0s<'e).
A)2o 50e &ode ser o,ser'ado &e)o trecho, re$terado tres 'e*es ? ....0ma 'e* 50e, o
ritos processuais sofreram alteraç(es &or ilegalidade, o0 a!uso de poder, tendo em
'$sta 50e, o 3oro &r$'$)e2$ado 8CRC 1C ;$R:C: a "ova $rdem *urAdica esta,e)ac$da
&e)a !onst$t0$6(o da Re&=,)$ca 7ederat$'a do Bras$), &rom0)2ada em +988, 50ando ent(o,
a3$rmamos ser o &rocesso $nte2ra)mente "#$.:
4o2o, a de3esa de :$1$) os réus, em,ora CDG:';+, ocorre em refleHo do
;IR':$ &onstitucional suscitado, que é a necess2ria "#'1+1C, do Processo A6(o
Pena) 47., em c0rso no S0&remo Tr$,0na) 7edera), o 50e, em essFnc$a, e)$m$na, o0
de'er$a e)$m$nar, 50a)50er necess$dade de man$3esta6(o &or &arte de 50a)50er dos re=s
en'o)'$dos.
Ta), &arte da &rem$ssa de 50e 50a)50er a'a)$a6(o do ;érito de +ção %enal n(o
com&ete ao S0&remo Tr$,0na) 7edera), mesmo 50e 'nconstitucionalmente, este8a
determ$nado &ara 50a)50er A0tor$dade em e1erc<c$o, 0ma 'e* 50e, re&resenta a garantia
indecorosa, e imoral, de &r$'$)R2$os &ara se0s 4e2$s)adores, a)2o como, legislado em
causa pr=pria:.
4amentamos 50e a )o!er!a, a +rrog3ncia, a %repotência, a
Baidade, o &orporativismo, este8am t(o entranhados no S0&remo Tr$,0na)
7edera), 0ma 'e* 50e, se &erm$tem ao 0so politiqueiro:, em detr$mento do
50e &recon$*a a No'a Ordem ;0r<d$ca, 50e acred$to, &ro&os$ta)mente
teimem em desconhecer.
"A hiprocrisia, além de ser a homenagem que o vício presta à virtude, é
também um dos artifícios com que o vício se torna mais interessante."
(Aldous Huxle!
T0ando ent(o, ressa)to 50e a &oss$,$)$dade de Aa,eas !or&0s em$t$do
&or T0a)50er !$dad(o Bras$)e$ro, CJ'DC, &or &arte de 50em o +B+'+,
esforço -erc:leo:, nat0ra) condescendência &urídica:, humildade
E1tremada:, s$2n$3$cante $lhar EolAstico:, de ta) 3orma, ser impossAvel,
0ma &0er$), avaliação !urocratizada, 50e 'enha a CJ'D'R do !$dad(o
conhecimento profundo so,re os R$tos Process0a$s, mas 50e, em tota)
o&os$6(o, D+R+":+, em &)en$t0de, o 50e 1C:CR;'"+ a No'a Ordem
;0r<d$ca, re&resentada pelo concreto da !onst$t0$6(o da Re&=,)$ca
7ederat$'a do Bras$), &rom0)2ada em +988.
Para re3erendar este )amento, a&resento trecho, com 2r$3os me0s, do doc0mento
+ &onstituição e o )upremo<, 50e consta do s$te o3$c$a) do S0&remo Tr$,0na) 7edera)?
“$e*em ser postos em rele*o os *alores 'ue norteiam a .onstituição e 'ue de*em ser*ir
de orientação para a correta interpretação e aplicação das normas constitucionais e
apreciação da subsunção, ou não, da @ei D,D99#699 a elas, /ale, assim, uma pala*ra,
ainda 'ue bre*íssima, ao Pre5mbulo da .onstituição, no 'ual se contém a e<plicitação
dos *alores 'ue dominam a obra constitucional de 69DD I,,,J, 4ão apenas o 2stado ha*er?
de ser con*ocado para >ormular as políticas p:blicas 'ue podem condu;ir ao bem-estar, +
i=ualdade e + Austiça, mas a sociedade haver2 de se organizar se=undo a'ueles
*alores, a >im de 'ue se >irme como uma comunidade >raterna, pluralista e sem
preconceitos I,,,J, 2, re>erindo-se, e<pressamente, ao Pre5mbulo da .onstituição
brasileira de 69DD, escolia &osé A>onso da )il*a 'ue K$ Cstado 1emocr2tico de 1ireito
destina-se a assegurar o eHercAcio de determinados valores supremos, K+ssegurarL,
tem, no conte<to, >unção de =arantia do=m?tico-constitucionalM não, porém, de =arantia
dos *alores abstratamente considerados, mas do seu KeHercAcioL, 2ste si=no
desempenha, aí, >unção pra=m?tica, por'ue, com o obAeti*o de KassegurarL, tem o e>eito
imediato de prescrever ao Cstado uma ação em favor da e>eti*a reali;ação dos ditos
*alores em direção I>unção direti*aJ de destinat?rios das normas constitucionais 'ue
dão a esses valores conte7do especAficoL I,,,J, 4a esteira destes *alores supremos
e<plicitados no Pre5mbulo da .onstituição brasileira de 69DD é 'ue se afirma, nas
normas constitucionais *i=entes, o princípio jurAdico da solidariedade,C IA$1 G,F9, *oto
da Rel, Min, .?rmen @:cia, Aul=amento em D-8-G""D, Plen?rio, $&2de 6!-6"-G""D,J
N4in=uém é obri=ado a cumprir ordem ilegal, ou a ela se su!meter, ainda 'ue emanada
de autoridade judicial, Mais: é dever de cidadania opor-se M ordem ilegalM caso
contr?rio, nega-se o Cstado de 1ireito,N I-. !7,8, Rel, Min, Maurício .orrHa,
Aul=amento em GG--699F, )e=unda Turma, $&de !-F-699F,J
“A ordem Aurídico-constitucional assegura aos cidadãos o acesso ao &udici?rio em
concepção maior, 2n=loba a entre=a da prestação Aurisdicional da >orma mais completa
e convincente possAvel, 3misso o pro*imento Audicial e, em 'ue pese a interposição de
embar=os declaratOrios, persistindo o *ício na arte de proceder, >orçoso é assentar a
configuração da nulidade,C IR2 68D,F88, Rel, Min, Marco Aurélio, Aul=amento em G"-D-
699F, )e=unda Turma, $& de G-8-699!,J
A 2arant$a const$t0c$ona) a)0s$'a ao acesso ao ;0d$c$#r$o en2)o,a a entre2a da &resta6(o
80r$sd$c$ona) de forma completa, em$t$ndo o EstadoC80$* entendimento eHplAcito so,re as
matRr$as de de3esa 'e$c0)adas &e)as &artes.: %RE +7-..84, Re). M$n. Marco A0rR)$o,
80)2amento em -9C++C+994, Se20nda T0rma, "; de JCJC+99H./
A íntegra do Habeas Corpus 115179/MG esta divulgada através do documento
“Habeas Corpus do Mensalão - Ação Penal 470 Publicada!
"ttp#//pt$scribd$com/doc/1%&515'(9/Habeas)Corpus)do)Mensalao)Acao)*$$$ ! onde
em conte+to surrel! caracteri,-vel pelo “CA./ 012345C.! estamos! em elimina67o
do “8.2. *2595:;G5A4.! mesmo <ue impedindo a “puni67o de =.4./ os 2e>s
do “Mensal7o! A67o *enal &7% em curso no /upremo =ribunal 8ederal! emitindo
“Habeas)Corpus$
A
Competência
Incompetente
do
Medíocre
Notório
Saber
Apresentamos nossa primeira manifestação sobre a
avaliação do Supremo Tribunal Federal, relacionada a
“perda de mandato parlamentar”, uma vez que, de forma
surreal a questão estava sendo encaminhada como
“penalização” de um crime comum.
Alo somente admiss!vel pela caracter!stica de “not"rio
saber #ur!dico” que permite qualquer $idadão %rasileiro,
com pro#eção “politico e profissional”, compor o &len'rio do
Supremo Tribunal Federal, onde a certeza de suas
fundamentaç(es não dei)am de ser meras e)pectativas.
A Competência Incompetente do Medíocre Notório Saber
O Supremo Tribunal Federal vem ao longo do histórico,
INCONSTITUCIONAL, processo A!"#, vulgarmente conhecido como o $processo do
mensal%o&, atuando em conte'to de $julgamento político&, nos brindando com
$pérolas& de mediocridade, pro(eridas por alguns de seus membros, muitas ve)es,
corroboradas pelo seu len*rio+
,uando ent%o, chamo a aten-%o, para a demorada avaliação, de uma das
$segundas& conseqüências naturais, relacionadas . condena-%o/-0es1 por Crime/s1
Comum/uns1, uma ve) 2ue, a $primeira& conseqüência natural 3/s%o1 a/s1
aplica-%o/coes1 da/s1 própria/s1 pena/s1, 2ue somente ser*/r%o1 e(etivada/s1 na aus4ncia
de prescri-%o e5ou decad4ncia+
Logo, sendo a perda de direitos políticos, uma das conse264ncias naturais, de
qualquer condenação, causa e'trema perple'idade, a 2ual2uer indiv7duo de bom senso,
a possibilidade de uma Autoridade 8urisdicional, principalmente 2uando integrante do
len*rio do 9rg%o respons*vel pelas avalia-0es Constitucionais, mani(estar seu
entendimento de 2ue um condenado por Crime/s1 Comum/uns1, não pode, e nem deve,
perder seu mandato parlamentar, ora, ou n%o, em curso+
A(inal, em conte'to surreal, temos o contra-senso de aplica-%o da/s1 pena/s1,
imediatamente após $transitar em julgado&, com a simultânea manutenção de
mandato parlamentar, 2ue neste caso será exercido nas depend4ncias, e nas condi-0es,
especi(icadas na/s1 $puni-%o/-0es1&+
Igualmente, causa e'trema perple'idade, a 2ual2uer indiv7duo de bom senso, a
possibilidade de uma Autoridade 8urisdicional, principalmente 2uando integrante do
len*rio do 9rg%o respons*vel pelas avalia-0es Constitucionais, mani(estar seu
entendimento de 2ue o Poder Jurídico não tem utoridade, não tem !ompetência,
não tem Jurisdição, para determinar, em (un-%o de condena-%o por Crime/s1
Comum/uns1, a cassação de mandato parlamentar+
A(inal, em conte'to surreal, temos o contra-senso de aplica-%o da/s1 pena/s1,
imediatamente após $transitar em julgado&, sem a natural perda de mandato, 2uando
e'emplos históricos, atemporal, nos apresentam o concreto exercício, pelo oder
8udici*rio, desta prerrogativa, mormente relacionadas a !rimes :leitorais+
;a mesma (orma, causa e'trema perple'idade, a 2ual2uer indiv7duo de bom
senso, a possibilidade de uma Autoridade 8urisdicional, principalmente 2uando
integrante do len*rio do 9rg%o respons*vel pelas avalia-0es Constitucionais,
mani(estar seu entendimento de 2ue o mandato parlamentar pertence ao O<O
=rasileiro, e 2ue por isto, apenas e t%o somente, ca"e ao oder Legislativo, a poss7vel,
não certa, determina-%o de cassação de mandato parlamentar, em virtude de
condena-%o/coes1 por Crime/s1 Comum/uns1+
A(inal, em conte'to surreal, temos o contra-senso da mani(esta-%o e'pressa do
P#$# %rasileiro, 2uanto . qualidade &tica de seus $representantes&, cristali'ada pela
chamada $(ic)a *impa&, 2ue o P#$# %rasileiro, em exercício direto de seu oder,
determinou 2ue o oder Legislativo, avaliasse, e via"ili'asse a citada Lei, bem como,
determinou 2ue o oder 8udici*rio (osse o +esponsável pela sua aplica-%o+
ortanto, 3 in2uestion*vel, 3 irre(ut*vel, 2ue o P#$# %rasileiro, outorgou, de
(orma direta, ao oder Legislativo, a +esponsa"ilidade de ,+-./+ a qualidade
&tica de seus >epresentantes Institucionais, uma ve) 2ue, candidato eleito com decis%o
condenatória $transitada em julgado& antes de sua diploma-%o, deve ter sua
participa-%o, e vota-%o, anulada, (icando impedido de $tomar posse&+
Outrossim, o Supremo Tribunal Federal, em decis0es recentes, recon)eceu 2ue
o mandato parlamentar, P0+.0-!0 ao artido ol7tico, em meu entendimento
!oligação Partidária é um Partido Político e1êmero que é composto por Partidos
Políticos 202%+#3, ra)%o pela 2ual, causa e'trema perple'idade, a 2ual2uer
indiv7duo de bom senso, a possibilidade de uma Autoridade 8urisdicional,
principalmente 2uando integrante do len*rio do 9rg%o respons*vel pelas avalia-0es
Constitucionais, mani(estar seu entendimento de 2ue o ?andato arlamentar pertence
ao 0leito outorgado pelo P#$# %rasileiro, e 2ue por isso, apenas e t%o somente, o
Congresso Nacional pode decidir pela perda de mandato parlamentar em (un-%o de
condena-%o por Crime/s1 Comum/uns1+
A(inal, muitos 0leitos, somente o 1oram, em virtude da Participação do artido
ol7tico5Coliga-%o artid*ria nas votaç4es válidas, 2uando ent%o, cito a :lei-%o de
:n3as ao cargo de ;eputado Federal por S%o aulo, 2ue possibilitou a :lei-%o de
outros 5 6cinco7 ;eputados Federais, 2ue em conte'to isolado, não teriam sido eleitos+
>essalto 2ue o e'erc7cio das prerrogativas do ?andato arlamentar, tem como
necess*ria a premissa de, .#.* /-80P9-!/, possivelmente restrita a
FI;:LI;A;: A>TI;@>IA5COLIAABCO A>TI;@>IA, uma ve) 2ue, o artido
ol7tico n%o pode, e nem deve, /-.0+(0+/+ nas atividades parlamentares+
Atenciosamente,
Plinio Marcos Moreira da Rocha
Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente
Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que
mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo,
com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado,
nem Bacarel, nem Estudante de !ireito, teve suas práticas inscritas na 6ª e
ª edi!"es do Pr#mio $%%O&A'(, am"as calcadas no CAO) *U'+,$CO que
tem como premissa "ase o PU'O FA-(' ,( CO%.A), reconhecidas, e
DEFERIDAS pelo Consel/o *ul0ador, con#orme documento $%%&'A(E )m
Brasileiro C&*)* %o *eio +uridico $$,
http://www.scribd.com/doc/469!"#/INN$%A&'()m(*rasi+eiro(
C$M)M(No(Meio(,-ridico(II
A
Competência
Incompetente
do
Medíocre
Notório
Saber
II
Apresentamos nossa segunda manifestação sobre a
avaliação do Supremo Tribunal Federal, relacionada a
“perda de mandato parlamentar”, centrando a questão na
situação de roberto jefferson que mesmo cassado, e por
isso, um exfiliado partid!rio, " o presidente nacional do
#T$, al"m de c%amar a atenção para o pouco caso feito
pelo Supremo Tribunal Federal ao &andado de 'njunção
que pretendia (liminar o #T$ do cen!rio pol)tico brasileiro,
uma ve* que, não existe nen%um dispositivo legal expl)cito
para tal+
Algo somente admiss)vel pela caracter)stica de “not,rio
saber jur)dico” que permite qualquer -idadão $rasileiro,
com projeção “politico e profissional”, compor o #len!rio do
Supremo Tribunal Federal, onde a certe*a de suas
fundamentaç.es não deixam de ser meras expectativas+
A Competência Incompetente do Medíocre Notório Saber II
Para que possamos reafirmar que o Supremo Tribunal Federal vem ao
longo do histórico, INCONSTITCION!", processo !P#$%, vulgarmente
conhecido como o &processo do mensal'o(, atuando em conte)to de
&julgamento político(, nos brindando com &pérolas( de mediocridade,
proferidas por alguns de seus membros, muitas ve*es, corroboradas pelo seu
Plen+rio, como o colocado no documento &A Competência Incompetente do
Medíocre Notório Saber(, http,--pt.scribd.com-doc-//0$$1$$2 , onde estamos
apresentando refle)3es simplórias sobre a &surreal discussão( no STF da
quest'o da perda de mandato dos condenados no &mensal'o(.
4evemos nos reportar ao documento &Mandato de Injunção(, que foi,
formalmente, encaminhado ao Supremo Tribunal Federal, que negado pela
forma, sem avalia5'o do 678ITO, foi encaminhado 9 Comiss'o
Interamericana de 4ireitos :umanos da Organi*a5'o dos ;stados !mericanos.
<uando ent'o, devemos destacar,
<ue a recusa, pelo Supremo Tribunal Federal, em avaliar o m=rito do
proposto, contradi*, de forma radical, os preceitos Contitucionais ,
 Constituição da República Federativo do Brasil de 1988, TÍTUL !! " #os
#ireitos e $arantias Funda%entais, C&'ÍTUL ! " #( #!R)!T( )
#)*)R)( !+#!*!#U&!( ) CL)T!*(, &rt, -. Todos são i/uais
perante a lei, se% distinção de 0ual0uer nature1a, /arantindo"se aos
brasileiros e aos estran/eiros residentes no 'a2s a inviolabilidade do
direito 3 vida, 3 liberdade, 3 i/ualdade, 3 se/urança e 3 propriedade,
nos ter%os se/uintes4 555* " a lei não excluir da apreciação do
'oder 6udici7rio lesão ou a%eaça a direito,
No entanto, a fundamenta5'o da recusa esta calcada em uma
&!ortaria da !residência do Supremo "ribunal #ederal(, que
apenas e t'o somente, e)ige que TO4OS os processos se>a
formali*ados atrav=s de processo eletr?nico, e)ce5'o feita a
&:abeas Corpus( impetrado por Cidad'os n'o !dvogados, uma
ve* que, a formali*a5'o foi efetuada por escrito, atrav=s da
;mpresa de Correios e Tel=grafos.

 Constituição da República Federativo do Brasil de 1988, TÍTUL !! " #os
#ireitos e $arantias Funda%entais, C&'ÍTUL ! " #( #!R)!T( )
#)*)R)( !+#!*!#U&!( ) CL)T!*(, &rt, -. Todos são i/uais
perante a lei, se% distinção de 0ual0uer nature1a, /arantindo"se aos
brasileiros e aos estran/eiros residentes no 'a2s a inviolabilidade do
direito 3 vida, 3 liberdade, 3 i/ualdade, 3 se/urança e 3 propriedade,
nos ter%os se/uintes4 "@ A aos litigantes, em processo >udicial ou
administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o
contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes.
No entanto, a fundamenta5'o da recusa era a &!ortaria da
!residência do Supremo "ribunal #ederal(, que apenas e t'o
somente, e)ige que TO4OS os processos se>a formali*ados
atrav=s de processo eletr?nico, e)ce5'o feita a &:abeas Corpus(
impetrado por Cidad'os n'o !dvogados, uma ve* que, para a
utili*a5'o do sistema e)igido = necess+rio ter assinatura
eletr?nica, que n'o = gratuita.
 Constituição da República Federativo do Brasil de 1988, TÍTUL !! " #os
#ireitos e $arantias Funda%entais, C&'ÍTUL ! " #( #!R)!T( )
#)*)R)( !+#!*!#U&!( ) CL)T!*(, &rt, -. Todos são i/uais
perante a lei, se% distinção de 0ual0uer nature1a, /arantindo"se aos
brasileiros e aos estran/eiros residentes no 'a2s a inviolabilidade do
direito 3 vida, 3 liberdade, 3 i/ualdade, 3 se/urança e 3 propriedade,
nos ter%os se/uintes4 "BBI@ A o ;stado prestar assistência jurídica
integral e gratuita aos que comprovarem insu$iciência de recursos.
No entanto, nen%um dos Funcion+rios do Supremo Tribunal
Federal, esta autori&ado a digitali*ar &6andato de In>un5'o(, uma
ve* que, apenas e t'o somente, pode digitali*ar, e dar
andamento, a &:abeas Corpus(.
 Constituição da República Federativo do Brasil de 1988, TÍTUL !! " #os
#ireitos e $arantias Funda%entais, C&'ÍTUL ! " #( #!R)!T( )
#)*)R)( !+#!*!#U&!( ) CL)T!*(, &rt, -. Todos são i/uais
perante a lei, se% distinção de 0ual0uer nature1a, /arantindo"se aos
brasileiros e aos estran/eiros residentes no 'a2s a inviolabilidade do
direito 3 vida, 3 liberdade, 3 i/ualdade, 3 se/urança e 3 propriedade,
nos ter%os se/uintes4 "BB@II A são gratuitas as a53es de ChabeasA
corpusC e ChabeasAdataC, e, na forma da lei, os atos necessrios ao
exercício da cidadania.
No entanto, a Portaria da PresidDncia do Supremo Tribunal
Federal, obriga a qualquer Cidad'o, que em e)ercEcio de
cidadania, seja obrigado a manter &assinatura eletr?nica(, que =
!A'A, para ser ou(ido, ou mesmo percebido, pela mesma.
Portanto, embora o Supremo Tribunal Federal, pudesse, e devesse,
avaliar o 6=rito do Proposto, em fun5'o de uma &Portaria da PresidDncia do
STF(, apenas e t'o somente, n'o só, se recusou a fa*DAlo, mas
principalmente, )*+,-+*. o 6andato de In>un5'o.
Portanto, embora o Supremo Tribunal Federal, pudesse, e devesse,
avaliar o 6=rito do Proposto, em fun5'o de &Portaria da PresidDncia do
STF(, apenas e t'o somente, n'o só, se recusou a digitali*+Alo, para incluEA
lo no sistema de processo eletr?nico, mas principalmente, )*+,-+*. o
6andato de In>un5'o.
Portanto, embora o Supremo Tribunal Federal, pudesse, e devesse,
avaliar o 6=rito do Proposto, em fun5'o de &Portaria da PresidDncia do
STF(, apenas e t'o somente, n'o só, se recusou a encaminh+Alo a uma
outra !utoridade Competente, como o ProcuradorAFeral da 8epGblica, mas
principalmente, )*+,-+*. o 6andato de In>un5'o.
Tais coloca53es, tem a finalidade de apresentar, de forma reiterada, a
"/.C.-0NCIA, com que o Supremo Tribunal Federal, encaminha as
solicitaç1es e$etuadas pela Sociedade Hrasileira, no caso representada
por um Cidad'o CO66, que n'o possui IJ NEvel ;scolaridade Completo.
Tais coloca53es, tem a finalidade de apresentar, de forma concreta, que
apesar de ter sido informado pela Ilegalidade do criminoso confesso,
8oberto Kefferson, estar com mandato parlamentar cassado, e por isso,
com seus direitos polEticos restringidos, consequentemente, S*M
C,N)I23*S )* *S"A/ #I-IA), a qualquer Partido PolEtico, o mesmo,
n'o só continua filiado ao PTH, como = seu !residente Nacional, desde
sua cassa5'o.
Talve*, este fato, possa, de forma isolada, nos e)plicar, a origem da
discuss'o, M*)4,C/*, ora em curso no Plen+rio do Supremo Tribunal
Federal, uma ve* que, não se respeita as naturais consequDncias
determinadas pela "egisla5'o ;leitoral, para as cassa53es determinadas
pelo Congresso Nacional.
"ogo, o 5ue di&er, ent'o, sobre as naturais conseqLDncias, de
processos Penais, avaliados pelo Supremo Tribunal Federal, uma ve* que,
para parte do Plen+rio do STF, = possEvel, = plausEvel, a manutenção do
mandato parlamentar para um C,N)*NA), com decis'o &"/ANSI"A)A
*M 6.-'A),(.
Como = possEvel, a 6inistros do Supremo Tribunal Federal,
descon%ecer, mesmo que em conveniDncia, o Código *leitoral 7rasileiro,
uma ve* que, n'o s'o poucas, as demandas relacionadas ao 6esmo, que
lhe s'o encamin%adas.
!final, uma quest'o, que, ainda, nem $oi (entilada, n'o que calar,
(er7 0ue o cri%inoso con8esso, Roberto 6e88erson, %es%o
condenado co% decisão 9TR&+(!T&#& ): 6UL$&#; poder
continuar 'residente +acional do 'TB, possivel%ente,
9-IC*NCIA),;, ou não, e% 8unção de C.M!/IM*N", )*
!*NA <
!tenciosamente,
Plinio Marcos Moreira da Rocha
'enso, +ão s= )5!(T, Me #A2, !resente
!nalista de Sistemas, presumivelmente, 8nico 7rasileiro C,M.M, que
mesmo não tendo ní(el superior completo Minterrompi o Curso de ;)ecutivo,
com o primeiro semestre completo, em /1$$N, portanto, n'o sendo !dvogado,
nem Hacharel, nem ;studante de 4ireito, te(e suas prticas inscritas na 9: e
;: ediç1es do !rêmio INN,+A/*, ambas calcadas no CA,S 6./4)IC, que
tem como premissa base o !./, #A<*/ )* C,N"AS, recon>ecidas, e
#)F)R!#&( pelo Consel%o 6ulgador, conforme documento INNO@!8; m
Hrasileiro CO66 No 6eio Kuridico II,
http://www.scribd.com/doc/469!"#/INN$%A&'()m(*rasi+eiro(C$M)M(
No(Meio(,-ridico(II
PS., Abaixo apresentamos ",),S os es$orços= "S*= S"#= M!#= M!#/6=
CI)>?,*A= 5ue se (eri$icaram IN#/."4#*/,S= para corrigir a anomalia
6./4)ICA= de um !artido !olítico 7rasileiro ser !residido
NACI,NA-M*N"* por um Cidadão com !erda de )ireitos !olíticos= em
(irtude de cassação de mandato parlamentar= e 5ue por isso= de(eria ter
sido )*S#I-IA), A.",MA"ICAM*N"* do mesmo@A
Cabe esclarecer 5ue a Comissão Interamericana de )ireitos >umanos da
,rgani&ação dos *stados Americanos= rejeitou nossa !etição= por
entender= 5ue não $oram exauridos todos os es$orços possí(eis= para 5ue
a 5uestão $osse tratada pelo *stado 7rasileiro@
O documento &Reiterando Petição CIDH-OEA devolução Mandato Injunção
S!(, http,--pt.scribd.com-doc-I2%2/%1O-8eiterandoAPeticaoACI4:AO;!A
devolucaoA6andatoAIn>uncaoASTF , onde estamos, em fun5'o da simples
de(olução, sem qualquer avalia5'o do m=rito, do mandato de In>un5'o P
;)tin5'o do PTH, pelo STF, reiterando 9 Comiss'o Interamericana de 4ireitos
:umanos da O;!, Peti5'o formalmente encaminhada, com o ob>etivo de
e)ercer, ;6 P";N6IT4;, 4ireitos Constitucionais.! citada devolu5'o esta
calcada na interpreta5'o tacanha do !rt. /1 da 8esolu5'o #O$ do STF emitida
em O% de abril de O%/%, uma ve* que, a interpreta5'o teleológica de sua
necessidade, nos permite, ou melhor, e)ige, que o !rt. O% da citada resolu5'o
se>a aplicado a qualquer classe processual.Comunicado ao Supremo Tribunal
Federal atrav=s da 6ensagem registrada sob o nGmero, ##2$1
O documento &!or"ali#ação Petição CIDHOEA(,
http,--pt.scribd.com-doc-I$/0#1%2-Formali*acaoAPeticaoACI4:O;! , foi
encaminhado em BCDEFDGEBE, atrav=s de eAmail, no qual informamos que o
documento citado, foi encaminhado EFDEFDGEBE, atrav=s de carta registrada
/6HIFBFEEHH7/, onde formali*amos >unto 9 Comiss'o Interamericana de
4ireitos :umanos, nossa preocupa5'o com a Segurança 6urídica,
principalmente, quando relacionada ao Código *leitoral 7rasileiro, onde o
ob>eto = o 6andato de In>un5'o P ;)tin5'o PTH, que $oi renegado pelo
Supremo Tribunal Federal, sem 5ual5uer a(aliação de seu 678ITO, pela
especi$icação de $ormali&ação determinada por uma Portaria da PresidDncia
do daquele Qrg'o.
O documento &MA$DAO DE I$%&$'(O - E)tinção P*(,
http,--pt.scribd.com-doc-I02%RIO2-6!N4!TOA4;AINKNC!OA;)tincaoAPTH ,
foi encaminhado em EGDEFDGEBE, atrav=s da carta registrada /6HIFE;9EFI7/,
ao Presidente do Supremo Tribunal Federal, onde formali*amos >unto ao STF o
6!N4!TO 4; INKNSTO para *xtinção do !"7 frente ao fato concreto de
que tem sido presidido nacionalmento por ex?$iliado, em fun5'o de sua
inelegibilidade.
O documento &+MAI, - Intervenção da Corre-edoria do MP! - Coli-ação
Partid.ria(, http,--pt.scribd.com-doc-R#II2#20-F6!I"AIntervencaoAdaA
CorregedoriaAdoA6PFAColigacaoAPartidaria , foi encaminhado aos Urg'os do
Conselho Superior do 6inist=rio PGblico, em EBDEIDGEBB, atrav=s de e?mail,
onde estamos solicitando que o Corregedor Feral do 6inist=rio PGblico Federal
INT;8@;N:! de forma a dar prosseguimento, ou mesmo inEcio, as
a(aliaç1es de !etiç1es, por mim formalmente encaminhada, no sentido de
que a 4HI;4!4; de tratamento, dada pe5o STF, 9s Coliga53es Partid+rias
se>a ;"I6IN!4!, de tal forma, que ao Hrasileiro que @OTO ;6 CO"IF!STO
P!8TI4V8I! lhe se>a garantido TO4OS os compromissos apresentados por
Hloco Parlamentar formalmente organi*ado e registrado.
O documento &I"/edi"ento Ro0erto %e11erson Ser Presidente $acional Do
P*(, http,--pt.scribd.com-doc-I0%$/IO/-ImpedimentoA8obertoAKeffersonASerA
PresidenteANacionalA4oAPTH , foi protocolada em BJDEJDGEBE, Protocolo
nWmero GEBE?EJ@BFF, onde formali*amos >unto a Procurado 8egional ;leitoral,
em nome do ProcuradorAFeral da 8epGblica, )*NKNCIA de que roberto
>efferson, por ter sido cassado, e por isso, não ter !-*N, ',<, de seus
4ireitos PolEticos, não poderia estar filiado a qualquer Partido PolEtico, muito
menos, ser Presidente Nacional do PTH
O documento &!or"ali#aç2es MP!- R% Petiç2es Pendentes(,
http,--pt.scribd.com-doc-I/RRROR#-Formali*acoesA6PFA8KAPeticoesA
Pendentes , foi protocolada em BJDEIDGEBE, Protocolo nWmero
B@HE@JEB@EEJBFIDGEBE?EC, onde formali*amos ao ProcuradorAChefe, em nome
do procurador Feral da 8epGblica v+rias Peti53es Sugest3es que ainda n'o
receberam o devido tratamento pelas !utoridades formalmente provocadas,
entre elas, a &Petiç2es MP! In1or"aç2es Desdo0ra"entos(.
O documento &Peticoes S! SE S% MP! In1or"acoes Desdo(,
http,--pt.scribd.com-doc-0#RI$0/-PeticoesASTFATS;ASTKA6PFAInformacoesA
4esdo , foi encaminhado em EJDBEDGEEJ, por carta registrada
RO334556577*R, onde estamos, a partir de presumEvel C"!8;X!, solicitando
que o Poder ConstituEdo se manifeste sobre e com base no 4ireito ConstituEdo
em fun5'o de Peti53es calcadas na Constitui5'o Hrasileiras >a ;NT8;F;S.
C>a%o a atenção para o 8ato de 0ue acrescentamos a i%possibilidade
de Roberto ?e88erson ser 'residente +acional de 'artido, u%a ve1 0ue, por não
estar e% !-*N, ',<, de seus #ireitos 'ol2ticos, não '#)R!&, AIN)A,
)(T&R F!L!&# @o8icial%enteA ao 'TB,
Complementos
à
Petição
CIDH-OEA
2292-12
Apresentamos nossa tentativa de esclarecer à
Comissão Interamericana de Direitos Humanos da
Organização dos Estados Americanos quanto ao processo
CIDH-OEA 222!"2# de tal $orma# ser inquestion%vel# e
irre$ut%vel# ser car%ter de &edida Cautelar# 'em como# sua
import(ncia# e relev(ncia# quanto à preservação de )ito
*rocessual# que de $orma re$le+iva# garantiram a todos os
),us a -i'erdade de I) e .I)/
REALmente---
Quando
no
DISCURSO
pelo,
por,
para
o
DISCURSO
Apresentamos nossas considerações sobre
pronunciamento feito pelo Presidente do Supremo Tribunal
Federal, relacionado ao cumprimento de pena em regime
fechado ser indistintamente cumprido em presídio comum.
Afinal, naquela oportunidade o ex!ui" nicolau dos
santos neto, condenado # $% anos de pris&o, e por isso,
inicialmente em regime fechado, esta'a cumprindo
()*+A),*-T*, e (-./-ST(T0.(/-A),*-T*, em pris&o
1/,(.()(A2, quando ent&o, ressaltamos, que 3/4*, esta
situaç&o foi modificada para cumprimento de pena em
Presídio de S*+02A-5A ,67(,A, presumi'elmente por
permitir ao .riminoso instalações mais confort8'eis, uma
'e" que, em hip9tese alguma, o citado .riminoso pode ser
considerado P*2(+(S/.
)ogo, as colocações proferidas pelo Presidente do STF,
podem, e de'em, ser interpretadas como a base do
!ulgamento político, indecorosamente, em fase final no STF.
REALmente... Quando no “DISCURSO” pelo, por, para o “DISCURSO”
“A diferença entre discurso e a verdade esta na nossa capacidade de ler, apreender,
avaliar e concluir” (Plinio Marcos Moreira da Rocha)
“Triste de nós, quando, na inconsciência de nossa consciência, ener!a"os nos outros,
na consciência de nosso inconsciente, nossos próprios erros e defeitos”# (Plinio Marcos
Moreira da Rocha)#
Quando “Barbosa: condenados no mensalão não terão direito a prisão especial”
http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/julgamento-do-mensalao/noticias/0,,OI62!"!#-
$I20!60,00-%arbosa&condenados&no&mensalao&nao&terao&direito&a&prisao&especial.html
$A pris%o especial & só para quem está cumprindo prisão provisória, e n%o definitiva$,
le"'rou (ar'osa, que assu"e a presidência interina da )orte *upre"o a partir da
prói"a se!unda+feira# ,a sa-da do )on!resso, o "inistro disse ainda que n%o falaria
so're o .ul!a"ento do "ensal%o porque o caso ainda est/ e" anda"ento#
0 Arti!o 123 do )ódi!o de Processo Penal ()PP) esta'elece que a prisão especial só
poder/ ser aplicada para autoridades, pessoas co" diplo"a de n-vel superior, entre
outros, enquanto não houver condenação definitiva# 0u se.a, co"o os r&us do
"ensal%o est%o sendo condenados e" 4lti"o !rau de inst5ncia, depois de es!otados
todos os recursos, eles cu"prir%o a pena e" pris%o co"u"#
6uando “FATO CO!"#A$O”
http://oglobo.globo.com/blogs/blogdomer'al/
777
Para o relator, “o cri"e de corrupç%o ativa te" co"o consequ%ncia um efeito &rav'ssimo na
democracia# 0s "otivos, por&", s%o !raves# As provas revela" que o cri"e foi praticado
porque o !overno n%o tinha "aioria na )5"ara# 8le o fe9 pela co"pra de votos de presidentes
de le!endas de porte "&dio# *%o "otivos que fere" os princ-pios repu'licanos”#
777
:"a per!unta n%o que calar; Por que o e+<ui9, *r# ,icolau dos *antos ,eto, co"
codenaç%o definitiva a () anos de reclus%o, esta e" “*risão $omiciliar”, e" funç%o de
ter "ais de => anos, quando esta prerro!ativa só & poss-vel, para os que estivere" e"
“+e&ime AB,+TO” ?
8sta per!unta te" co"o pre"issa o docu"ento “Petiç%o Revo!aç%o Pris%o @o"iciliar
<ui9 Aalau ao *TB”, http://pt.scribd.com/doc/262#(!2/)eticao-*e'ogacao-)risao-+omiciliar-,ui--
.alau-ao-/01 , onde tenta"os resta'elecer o Princ-pio A8CAA de que )ondednado a
Re!i"e Bechado n%o te" possi'ilidade de cu"pr-+lo e" pris%o do"iciliar, u"a ve9 que,
esta prerro!ativa & poss-vel apenas quando e" Re!i"e A(8RT0#
Atenciosa"ente,
Plinio Marcos Moreira da Rocha
Penso, Não só EXISTO, #e FA-O *resente
Analista de *iste"as, presu"ivel"ente, .nico Brasileiro CO#"#, que "es"o não
tendo n'vel superior completo (interro"pi o )urso de 8ecutivo, co" o pri"eiro
se"estre co"pleto, e" D2==), portanto, n%o sendo Advo!ado, ne" (acharel, ne"
8studante de @ireito, teve suas práticas inscritas na )/ e 0/ ediç1es do *r%mio
2O3A+,, a"'as calcadas no CAO! 4"+5$2CO que te" co"o pre"issa 'ase o *"+O
FA6,+ $, COTA!, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho 4ul&ador, confor"e
docu"ento E,,0FAR8 :" (rasileiro )0M:M ,o Meio <uridico EE,
http://www.scribd.com/doc/46900172/!!"#$R%&'m&(rasileiro&)"M'M&!o&
Meio&*+ridico&
Será
a
COMPRA
de
Votos
uma
Falácia
Apresentamos nossas considerações sobre a certeza
manifestada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal,
relacionada à condenação de alguns pela “ompra de
!"T"S#, uma $ez %ue, nen&um Parlamentar %ue não
fizesse parte do “'s%uema# foi identificado como “de !"T"
"(P)A*"#, logo, como entender, e aceitar, tanta
')T'+A,
Será a COMPRA DE VOTOS uma Falácia ? …
Em função da nota, divulgada, em 17 de novembro de 2012, na página
http://blogmanueldutra.blogspot.om.br/searh!"#Eduardo$%&eredo$afirma$"ue , na "ual
o e'(governador mineiro Eduardo %&eredo afirma "ue, no seu aso, não houve compra
de votos e di& "ue não teve "ual"uer responsabilidades pelas "uest)es finaneiras
ligadas * sua ampanha de 1++,- .á / uma defesa preventiva do deputado em relação *
pressão para se .ulgue tamb/m o es0ndalo tuano.
1e dispus a refletir sobre a aceitação, pelo 2lenário do 3upremo 4ribunal 5ederal,
de "ue o 6Mensalão do PT7, efetivamente, 6COMPROU VOTOS7...
2rinipalmente, pelo fato de "ue, notiiários antigos, oloaram Eduardo %&eredo
omo o 1aior 6sacador7 do, es"uema alunhado omo 6Valerioduto7, uma ve& "ue,
estava entrado em 8al/rio a obtenção de reursos dos 6esquemas de financiamento –
Caixa 7 do 24 9aional e do 23:; regional.
< 3enado 5ederal / omposto por 81 =oitenta e um> 3enadores.
% ?0mara de :eputados / omposta por 503 ="uimnhentos e tr@s> :eputados
5ederais.
<s r/us da !ção Penal "#$, omumente onheida omo 6M%&S!'(O7, segundo
informaç)es divulgadas na internet, om 6identificaç)es e coment*rios7 meus, são:
http://oglobo.globo.om/infografios/lista(mensaleiros/
1. Joo Paulo Cu!"a =2arlamentar A De#u$a%o Fe%eral>
<upava a 2resid@nia da ?0mara "uando foi ausado de partiipar no es0ndalo
do 6mensalão7 do 24. 9a /poa desobriram um sa"ue em nome de sua esposa no
valor de BCD0.000,00 no ;ano Bural. 5oi absolvido na ?0mara e se livrou do
proesso de assação. E r/u no 345 por orrupção passiva, lavagem de dinheiro e
peulato. Em 2010 foi eleito para novo mandato de deputado federal.
2. Jo&' Dirceu =2arlamentar, De#u$a%o Fe%eral, em argo de 1inistro>
E'(ministro(hefe da ?asa ?ivil do primeiro mandato do governo Fula, pediu
demissão em meio * rise polGtia "ue surgiu apHs as denInias de orrupção nos
?orreios, "ue resultou no es0ndalo do mensalão. 5oi o prinipal alvo das
investigaç)es do mensalão. %pHs pedir demissão, reassumiu seu mandato de
deputado federal, sendo assado em de&embro de 200D por "uebra de deoro
parlamentar. 1esmo assado, voltou * direção do 24. 5oi indiiado por rimes
graves omo orrupção ativa, formação de "uadrilha, lavagem de dinheiro e
peulato.
J. Jo&' (e!u)!o =e'(2arlamentar, De#u$a%o Fe%eral>
E'(deputado federal, em .ulho de 200D renuniou * presid@nia do 24 apHs
envolvimento em denInias de orrupção relaionadas ao es0ndalo do mensalão.
Em março de 2001 assumiu o argo de assessor espeial do ministro da :efesa,
9elson Kobim. Besponde a proessos por orrupção ativa e formação de "uadrilha.

L. Sil*io Pereira =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
E'(seretário(geral do 24, ausado de partiipar do suposto es"uema do
mensalão, assinou aordo om a 2rouradoria(Meral da Nnião, em 200,, para não
ser mais proessado no in"u/rito sobre o aso. 5iou determinado pela Kustiça "ue
teria de fa&er 7D0 horas de serviços omunitários no pra&o de tr@s anos. %firmou
não ter vontade de voltar * vida partidária.
D. Ro,er$o Je++er&o! =2arlamentar, De#u$a%o Fe%eral>
2ivO do es0ndalode orrupção dos ?orreios. Besolveu denuniar a prátia da
ompra de deputados federais da base aliada, no es"uema onheido omo
mensalão. 5oi assado em 200D e perdeu seus direitos polGtios por oito anos. 5oi
apossentado omo deputado federal e, mesmo assado, reebe proventos da
?0mara. Besponde a proessos por orrupção passiva e lavagem de dinheiro.
%m meu entendimento não denunciou+ apenas e tão somente+ ,co-rou. em
ato teatral+ em ess/ncia+ concreti0ação de uma ,c1anta2em.+ a parcela
restante 34e0esseis Mil1)es de Reais5 do montante ,prometido.+ uma ve0
que+ o fato ori2inador era a co-rança e não qualquer tipo de arrempedimento6
P. -ui. (u&"i/e! =e'(2arlamentar, De#u$a%o Fe%eral>
E'(deputado federal, e'(oordenador de ampanhas do 24 e e'(seretário de
?omuniação da 2resid@nia da BepIblia do primeiro governo Fula. ?om o
es0ndalo do mensalão, perdeu o status de ministro, virou hefe do 9Ileo de
%ssuntos Estrat/gios e aabou dei'ando o governo em 200P. Besponde a
proessos no 4?N e no 345. < prourador(geral da repIblia, Boberto Murgel,
pediu "ue ele fosse absolvido do proesso.
7. 0á$ia Ra,ello =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
2residente do ?onselho de %dministração do ;ano Bural e ausada de ser sHia
numa empresa sediada nas Qlhas ?aRman. < ;ano Bural fiou onheido por sua
partiipação no es0ndalo do mensalão. Sátia responde a proessos por gestão
fraudulenta e lavagem de dinheiro. %tualmente mant/m um blog na rede om
notGias relaionadas * eonomia do ;rasil e do mundo.
,. 1i&#o Ro%ri2ue& =2arlamentar, De#u$a%o Fe%eral>
Qnvestigado em tr@s dos maiores es0ndalos polGtios do governo Fula, entre eles o
mensalão. 5undador da Qgre.a Nniversal, perdeu o argo na igre.a e o mandato
depois do es0ndalo. Besponde por orrupção passiva e lavagem de dinheiro
+. Du%a Me!%o!3a =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
2ubliitário responsável pela mudança na imagem do e'(presidente Fula, esteve *
frente da ampanha vitoriosa do 24 * presid@nia da BepIblia em 2002. 5oi
ausado de envolvimento no es0ndalo do mensalão apHs afirmar "ue tinha aberto
onta nas ;ahamas a pedido do empresário 1aros 8al/rio para reeber BC 10
milh)es. Besponde a proesso por lavagem de dinheiro.
10. Marco& Val'rio =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
?onsiderado o hefe da operação do TmensalãoT, responsável pela distribuição dos
pagamentos mensais, o publiitário tinha omo prinipais pareiros o tesoureiro do
24, :elIbio 3oares e o então ministro(hefe da ?asa ?ivil, Kos/ :ireu. <s
empr/stimos "ue reali&ou tinham omo garantia os ontratos das empresas de
publiidade de 8al/rio .unto a Hrgãos pIblios. %pHs o es0ndalo, perdeu todos os
ontratos "ue tinha om o governo.
11. Val%emar Co&$a 4e$o =2arlamentar, De#u$a%o Fe%eral>
:eputado federal envolvido no es"uema do mensalão, renuniou em agosto de
200D para esapar da assação. Em 200P foi reeleito, ainda pelo 2F, atual 2B. 5oi
ausado pela e'(mulher, a soialite 1aria ?hristina 1endes ?aldeira, de reeber
propinas e de manter relaç)es espIrias om o e'(tesoureiro :elIbio 3oares. E
autor do proesso "ue resultou na assação do deputado federal Boberto
Kefferson, tamb/m envolvido no es0ndalo do mensalão. %tualmente / deputado
federal pelo 2B. Besponde a proessos por orrupção passiva, formação de
"uadrilha e lavagem de dinheiro.
12. Del5,io Soare& =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
E'(tesoureiro do 24, foi o Inio punido do partido por envolvimento no es0ndalo
do mensalão. 9o inGio de 2011 anuniou "ue poderá voltar a fa&er parte do 24.
Besponde a proessos por orrupção ativa e formação de "uadrilha.
1J. Emer&o! Palmieri =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
2rimeiro seretário do 24;, partido do e'(deputado federal Boberto Kefferson,
onfirmou o reebimento de BC L milh)es das mãos do empresário 1aros 8al/rio,
em dinheiro vivo, na sede do partido. Besponde a proesso por orrupção passiva
e lavagem de dinheiro.
1L. 6ilmar Fer!a!%e& =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
3Hia do publiitário :uda 1endonça, responde a proessos por evasão de divisas
deorrentes do es0ndalo do mensalão.
1D. Cri&$ia!o Pa. =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
2ubliitário e sHio de 1aros 8al/rio. U /poa de seu depoimento, disse não ter
onheimento de boa parte das atividades do seu sHio. %penas afirmou saber "ue
o 24 era o benefiiário dos empr/stimos feitos por 8al/rio. :esde 200L está
afastado da soiedade. E ausado de orrupção ativa, peulato e lavagem de
dinheiro.
1P. Ramo! 7oller,ac" =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
<utro sHio de 1aros 8al/rio na ag@nia 312V;, empresa ausada de operar o
es"uema do mensalão. Besponde por rimes de peulato, orrupção ativa e
lavagem de dinheiro-
17. 7e!ri8ue Pi..ola$o =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
1ilitante do 24 desde sua fundação, foi presidente da ?N4, diretor da 2revi e
diretor de marWetingo do ;ano do ;rasil. 5oi o administrador dos reursos da
ampanha de Fula * presid@nia em 2002 .unto om o tesoureiro do partido,
:elIbio 3oares. %nteipou a aposentadoria apHs envolvimento no es0ndalo do
mensalão. E ausado de peulato, lavagem de dinheiro e orrupção passiva.
1,. Romeu 9ueiro. =2arlamentar, De#u$a%o Fe%eral>
E'(deputado federal pelo 23;, foi ausado de orrupção passiva, orrupção ativa e
lavagem de dinheiro no es0ndalo do mensalão. 1esmo omo r/u, tomou posse
omo deputado estadual na %ssembleia Fegislativa de 1inas Merais em fevereiro
de 2011, no lugar de Kulinho %raI.o.
1+. Jo&' 1or,a =2arlamentar, De#u$a%o Fe%eral>
E'(deputado federal envolvido no es0ndalo do mensalão, renuniou ao mandato
para salvar seus direitos polGtios. 9a /poa do es0ndalo era filiado ao 21:;. Em
200+, desta ve& pelo 22, foi eleito prefeito de Kandaia do 3ul, muniGpio "ue .á
havia administrado no perGodo de 1+,+ a 1++2. Besponde a proessos por
orrupção passiva e lavagem de dinheiro.
20. Simo!e Va&co!celo& =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
E'(diretora finaneira da ag@nia publiitária 31;V2, de 1aros 8al/rio. U /poa
do mensalão, foi ausada de fa&er os maiores sa"ues das ontas da ag@nia.
Besponde a proesso por lavagem de dinheiro.
21. Vi!)ciu& Samarame =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
E'(dirigente do ;ano Bural, envolvido no es"uema do mensalão do 24. Besponde
a proessos pH gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro.
22. (ei.a Dia& %o& Sa!$o& =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
Favagem de dinheiro
2J. A:a!!a Te!;rio =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
E'(vie(presidente do ;ano Bural. %usada de integrar o nIleo finaneiro do
es"uema do mensalão. Besponde por rimes de formação de "uadrilha, gestão
fraudulenta, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.
2L. Ro2'rio Tole!$i!o =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
%dvogado, foi o primeiro r/u ondenado no es"uema do mensalão. 5iou
onheido omo braço direito de 1aros 8al/rio. 5oi ondenado, por lavagem de
dinheiro, a sete anos de prisão, perda dos bens e multa de BC 2 milh)es.
2D. A!%er&o! A%au$o =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
E'(ministro dos 4ransportes, e'(prefeito de Nberaba, admitiu ter feito ai'a 2 em
todas as ampanhas "ue disputou. 9o es0ndalo do mensalão, admitiu ter
reebido BC L10 mil por interm/dio do e'(tesoureiro do 24, :elIbio 3oares.
Besponde a proessos por lavagem de dinheiro e orrupção ativa.
2P. Paulo Roc"a =2arlamentar, De#u$a%o Fe%eral>
5oi ausado e onfirmou ter reebido BC +20 mil do es"uema do mensalão. :isse
ter repassado BC J00 mil ao 2artido 3oialista ;rasileiro, no :iretHrio do 2ará.
Besponde a proesso por lavagem de dinheiro.
27. Pro+e&&or -ui.i!"o =2arlamentar, De#u$a%o Fe%eral>
5oi suspeito de ter reebido dinheiro proveniente do es"uema do mensalão e
submetido * investigação pelo onselho de /tia e deoro parlamentar da ?0mara
dos :eputados. Koão 1agno ( deputado federal ausado de reeber reursos do
es"uema do mensalão. ?onfessou o reebimento de BC L2D,+D mil das ontas do
publiitário 1aros 8al/rio e esapou de ser assado
2,. A!i$a -eocá%ia =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
E'(assessora do deputado federal 2aulo Boha =24(2%>, foi ausada de lavagem
de dinheiro do por reeber em sua onta banária verba do 1inist/rio dos
Esportes.
2+. Jo&' -ui. Al*e& =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
E' hefe(de gabinete do e'(ministro dos 4ransportes, %nderson %dauto, ambos
ausados de reeberem do publiitário 1aros 8al/rio o valor de BC 1 milhão
J0. Pe%ro 7e!r: =2arlamentar, De#u$a%o Fe%eral>
5oi absolvido pela ?0mara das ausaç)es de orrupção passiva, formação de
"uadrilha e lavagem de dinheiro. 5oi o "uinto deputado envolvido no es0ndalo do
mensalão a ser inoentado pelo plenário e manteve o mandato parlamentar. 9as
eleiç)es de 2010 foi onsiderado fiha(su.a, mas teve o registro de sua andidatura
* reeleição aeito pelo 43E
J1. E!i*al%o 9ua%ra%o =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
E'(sHio da orretora ;Onus(;anval e r/u no aso do mensalão. Besponde ao 345
a proesso por formação de "uadrilha e lavagem de dinheiro. ?onfessou * ?2Q dos
?orreios "ue o publiitário 1aros 8al/rio movimentou erda de BC P,D milh)es
pela ;Onus(;anval.
J2. Pe%ro Corr<a =2arlamentar, De#u$a%o Fe%eral>
5oi assado em 200P por ter sido ausado de "uebra de deoro parlamentar ao
autori&ar um e'(assessor do 22, partido do "ual fa&ia parte, a saar BC 700 mil das
ontas do publiitário 1aros 8al/rio. 5oi ausado de orrupção passiva, formação
de "uadrilha e lavagem de dinheiro.
JJ. Joo Cláu%io (e!u =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
E'(agente administrativo do 1inist/rio da ?ultura, demitido por improbidade
administrativa arateri&ada por enri"ueimento ilGito. ?onfessou ter reebido BC
700 mil das ontas do publiitário 1aros 8al/rio, prinipal personagem do aso
mensalão. U /poa da irregularidades ometidas estava edido * ?0mara dos
:eputados. Está proibido de voltar ao serviço pIblio federal por ino anos a
ontar de 200+. Besponde a proessos por orrupção passiva, formação de
"uadrilha e lavagem de dinheiro.
JL. 1re!o Fi&c",er2 =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
E'(diretor da orretora ;Onus ;anval, onsiderada a prinipal intermediária de
repasses do 24 ao 22 no es"uema do mensalão. Besponde a proessos por
formação de "uadrilha e lavagem de dinheiro.
JD. Carlo& Al,er$o 9ua2lia =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
:oleiro, dono da 9atimar, empresa atarinense ausada de fa&er operaç)es no
merado de ouro e dHlares para o publiitário 1aros 8al/rio. Besponde a
proessos por formação de "uadrilha e lavagem de dinheiro.
JP. A!$o!io Jaci!$o -ama =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
Qrmão do e'(tesoureiro do 2F =atual 2B>, ambos ausados de saar BC 10,,
milh)es no ;ano Bural entre 200J e 200L. Em seu depoimento * ?2Q dos
?orreios, disse "ue os sa"ues foram feitos a pedido de 8aldemar ?osta 9eto.
Besponde a proessos por lavagem de dinheiro e formação de "uadrilha. <
prourador(geral da BepIblia, Boberto Murgel, pediu sua absolvição do proesso.
J7. Jaci!$o -ama& =!u!ca +oi Parlame!$ar Vo$a!$e>
Era o homem de onfiança do presidente naional do 2F =atual 2B>, deputado
federal 8aldemar ?osta 9eto. 3eu nome onstava na agenda da seretária de
1aros 8al/rio. Besponde a proessos por orrupção passiva, formação de
"uadrilha e lavagem de dinheiro.
Portanto, os réus do “Mensalão”, somam 7# 3trinta e sete5 pessoas+
onde, salvo en2ano meu, apenas e tão somente, 87 3tre0e5 pessoas, tem
condições de algum dia ter participado, de alguma votação, no Congresso
Nacional, em princípio, restrita à Câmara dos eputados !ederais"
Fogo, perguntas não "uerem alar:
• Em um universo de 58= >9ui!"e!$o& e Oi$e!$a e 9ua$ro? 2arlamentares, omo
aeitar, "ue um 6Es"uema da 1agnitude do 1ensalão7 tenha omo propHsito a
6compra dos votos7 de 13 >Tre.e? possGveis 2arlamentares 8<4%94E3 9
Bessaltando, "ue a maioria, pertene a Fegenda do prHprio Moverno...

• 3e oorreu 6compra7 de 8otos, a mesma, ertamente, tem omo premissa, a
manipulação das votaç)es, pela mesma, portanto, :uem são os VOT!&T%S
comprados 9

• 3erá "ue, o meu entendimento, esta correto 9
2resumivelmente, a aeitação da 6tese7, mesmo "ue em 6tese7, de 6compra de
votos7, não passa de 6puro del;rio7, "ue de forma ontundente, orrobora,
nossa erte&a, de "ue o .ulgamento, ora em urso, no 3upremo 4ribunal
5ederal, / um simplHrio 6<ul2amento pol;tico7, "ue em ess@nia, apenas e tão
somente, 6cristali0a o =ORO Privile2iado7, em onte'to de "ue 6TO4OS S(O
>?U!>S P%R!&T% ! '%>7, ra&ão pela "ual, esta 6travestido7 de uma
import0nia e'arerbada, relativa a um 6pseudo@marco7 de "ue, de agora em
diante, 6!utoridades CorrAptas7 serão 6Punidas %xemplarmente7 pelo
3upremo 4ribunal 5ederal.

#endo a corrupção um pro$lema end%mico no &rasil, ten'o, muitas d(vidas,
se o #upremo )ri$unal !ederal ter* tempo su*iciente para !TU!R em +uestões
Constitucionais, caso ven'a a se envolver em ),,# os Crimes Comuns ,
incluso os de corrupção, cometidos por -utoridades &rasileiras, e seus
c(mplices"
%teniosamente,
2linio 1aros 1oreira da Boha
Bua Mustavo 3ampaio nX 112 apto. P0J
FE1E A Bio de Kaneiro A BK
?E2 A 22.010(010
4el. =21> 2DL2(7710
Penso, Não s. /01#),, Me =!BO Presente
%nalista de 3istemas, presumivelmente, (nico &rasileiro C,M2M, "ue mesmo não
tendo nível superior completo =interrompi o ?urso de E'eutivo, om o primeiro semestre
ompleto, em 1+77>, portanto, não sendo %dvogado, nem ;aharel, nem Estudante de
:ireito, teve suas pr3ticas inscritas na 45 e 65 edições do Pr%mio 1NN,7-8/, ambas
aladas no C-,# 928:1C, "ue tem omo premissa base o P28, !-;/8 /
C,N)-#, recon'ecidas, e /!/81-# pelo Consel'o 9ulgador, onforme doumento
Q99<8%BE Nm ;rasileiro ?<1N1 9o 1eio Kuridio QQ,
1ttpCDDEEE6scri-d6comDdocD"FG$$8#D>&&OV!R%@Um@Hrasileiro@COMUM@&o@
Meio@Iuridico@>>
Gmail
CIDH-OEA
Esclarecimentos
Adicionais
ao
Processo
2292_12
Apresentamos nossas considerações sobre as
manifestações ocorridas quando da avaliação dos
Embargos Declaratórios feito pelo preposto do Criminoso
CONFEO roberto !efferson"
#essaltamos a identificação de que a uprema C$rte
Constitucional% em avaliação de crime comum% mesmo
recon&ecendo a gravidade dos crimes% não aplicou 'ODO
O #()O# DA *E(% de tal forma% que poss+veis penas de ,-
ou .- anos de reclusão% ficaram abai/o de 0. anos de
reclusão"
C&amamos a atenção para o recon&ecimento de que
roberto !efferson delatou o 1esquema2 após a divulgação de
v+deo comprometedor% contudo% não recon&eceu que sua
delação foi direcionada% isto 3% não contemplou 'ODO os
envolvidos que tin&a con&ecimento% pois% assumiu so4in&o
a responsabilidade por outros integrantes do 5'6% de tal
forma% que nos 3 entendido porque um 1delator2 foi alçado a
5residente Nacional do 5'6"
5ortanto% se confirmado% nosso entendimento% de que a
delação de roberto !efferson foi direcionada% concretamente%
não ocorreu delação e sim obstrução 7 8ustiça% e por isso% o
mesmo não deveria ter sua pena atenuada e sim agravada"
18/08/13 Gmail - Esclarecimentos Adicionais ao Processo 2292/12
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&cat=CIDH-OEA&search=cat&th=1408faa9108d6e67 1/4
Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>
Esclarecimentos Adicionais ao Processo 2292/12
1 mensagem
"Plinio Marcos Moreira da Rocha" <pliniomarcosmr@terra.com.br> 18 de agosto de 2013 01:24
Responder a: pliniomarcosmr@gmail.com
Para: cidhdenuncias@oas.org, cidhoea@oas.org
Cc: "\"pliniomarcosmr\"" <pliniomarcosmr@gmail.com>
Excelentíssimo Secretário Executivo
Comissão Interamericana de Direitos Humanos
Organização dos Estados Americanos
Ref. Processo 2292/12
Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, efetuar alguns esclarecimentos adicionais, sobre o
processo em epígrafe, relacionado à Petição encaminhada através da Empresa de
Correios e Telégrafos, que foi recebida em 02 de Outubro de 2012, bem como, ao e-mail
encaminhado em 19 de Abril de 2013 .
Em 16 de agôsto de 2013, durante as avaliações dos embargos de declaração de roberto
jefferson, estarrecido, estupefado, indignado, ouço o Presidente do Supremo Tribunal
Federal, um especialista em Direito Constitucional, em outras palavras, negar o embargo
de declaração relacionado a redução da pena, justificando a dosemetria da pena
aplicada, pela não utilização de todo o rigor da lei, uma vez que, o Plenário do Supremo
Tribunal Federal, preferiu na dosagem das penas não interpretar, como comumente o faz,
a ocorrência de crimes distintos sempre que existe intervalo maior do que 30 (trinta) dias,
entre os atos criminosos, de tal forma, que algumas penas, segundo sua própria avaliação,
poderiam ter chegado a 40 (quarenta) ou 50 (cinquenta) anos.
Devo ressaltar, que a situação foi tão gritante, que o Excelentíssimo, admirado por mim
como Grande Jurista, Ministro do Supremo Tribunal Federal, Sr. Marco Aurélio Mello, que
não raras oportunidades abre mão de seus posicionamentos em defesa do
Colegiado, presumivelmente, em socorro ao colocado, manifestou que mesmo
ocorrendo com intervalos superiores a 30 (trinta) dias, o contexto, pode permitir o
entendimento de continuidade, muito embora, meu sentimento, calcado no
contundentemente colocado pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal, me permita
afirmar que estamos nos encontrando em situação atípica da primeira vez.
Portanto, o dosametria utilizada, concretamente, foi extremamente benevolente com os
18/08/13 Gmail - Esclarecimentos Adicionais ao Processo 2292/12
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&cat=CIDH-OEA&search=cat&th=1408faa9108d6e67 2/4
Réus, pela tacanha interpretação da “continuidade” utilizada, muito embora, para o
Plenário do Supremo Tribunal Federal, o contexto avaliado seja um pretensioso marco no
judiciário brasileiro, em função da avaliação de uma abominável, inadmissível, quadrilha
de criminosos Institucionais.
Não satisfeito, nos encontramos com o reconhecimento, pelo Plenário do Supremo
Tribunal Federal, de que o criminoso confesso, roberto jefferson, apenas e tão somente, se
tornou um delator, pela necessária defesa, em pura teatralidade de ataque, em função
da aparição de vídeo comprometedor, contudo, mesmo reconhecendo que a delação
ocorria em busca de benefícios, o Plenário do Supremo Tribunal Federal, beneficiou-o
com a redução de 1/3 da pena, quando na realidade o criminoso buscava ser um Herói, e
com isto, conquistar benefícios indecorosos, como por exemplo, ser Ex-Filiado ao PTB
em função da cassação de seu Mandato Parlamentar, e mesmo assim, ser seu Presidente
Nacional.
Cabe ressaltar que desde o momento de sua denúncia, o criminoso confesso, roberto
jefferson, colocou que não delataria ninguém de seu Partido Político, e que por isso,
assumiria sozinho a responsabilidade, se esta promessa tiver sido um fato concreto, ou
seja, se a delação feita por roberto jefferson, não tiver sido ampla, ou seja, não contiver
TODOS os envolvidos por ele conhecidos, terá sido INADMISSÍVEL,
INCONSTITUCIONAL, ILEGÍTIMO e ILEGAL, a concessão do benefício da redução da
pena em 1/3, pois, na verdade, “meia delação” tipifica “obstrução da justiça”, e isto não
pode, e nem deve, ser reconhecido como atenuante, e sim, como agravante.
Em outro momento “mágico”, foi ressaltado que o Plenário do Supremo Tribunal Federal
em lucidez Jurídica, resolveu por unanimidade, restringir as prerrogativas de impunidade
parlamentar a “atos relacionados ao exercício da fala de Parlamentar”, contudo, se
perde no “vazio jurisdiconal”, quando, reconhe que um parlamentar condenado POR
CRIME, necessariamente deve ter a cassação de seu Mandato Parlamentar, avaliada e
proferida pelo Senado, no caso de Senador, ou Câmara de Deputados, no caso de
Deputado Federal, principalmente, quando parte do processo avaliado, foi encaminhda à
Côrte pelo Congresso Nacional, em função de Comissão Parlamentar Mista de
Inquérito.
Portanto, o Supremo Tribunal Federal, deixou de reconhecer um dos efeitos
secundários de qualquer condenação, que é a PERDA de Direitos Políticos, que provoca
a AUTOMÁTICA DESFILIAÇÃO Partidária, e consequente PERDA DE MANDATO
PARLAMENTAR, portanto, a CASSAÇÃO do Mandato Parlamentar não é
PENALIZAÇÃO, e sim, efeito secundário da RESPONSABILIZAÇÃO por Crime.
Igualmente, o Supremo Tribunal Federal, deixou de reconhecer, que a Constituição da
República Federativa do Brasil, tem como dois de seus Preceitos Fundamentais, a
certeza de que a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa
18/08/13 Gmail - Esclarecimentos Adicionais ao Processo 2292/12
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&cat=CIDH-OEA&search=cat&th=1408faa9108d6e67 3/4
julgada, a certeza de que TODOS são IGUAIS perante a Lei, uma vez que, reconheceu,
para qualquer Parlamentar, que a última palavra sobre sua condenação, caberá, a Casa
Legislativa de origem do CONDENADO, permitindo que Outro Poder Instituicional, de
alguma forma, interfira, altere, procrastine, uma Decisão Judicial, em privilégio por
estar Parlamentar, quando Legítima.
Em função dos pronunciamentos ocorridos, que ratificaram a impunidade de, por exemplo,
Duda Mendonça, me colocam a certeza de que a avaliação do crime de “lavagem de
dinheiro”, em substituição a avaliação do crime de “receptação”, foi, é, e será, por mim
entendida, como única possível situação de “impunizar”, uma vez que, o recebimento de
grande quantidade de dinheiro em paraízo fiscal, não implica, segundo o Plenário do
Supremo Tribunal Federal, em participação em crime de “lavagem de dinheiro”, nem de
“evasão de divisas”, muito embora, em meu entendimento, possa cristalizar a tipificação
de “receptação”, em função, no mínimo, do “volume financeiro”, e da “clandestinidade
da operação”.
A avaliação dos recursos dos Reús da Ação Penal 470, vulgarmente conhecida como
“mensalão”, nos reafirma, de forma irrufával, e inquestionável, que a máxima, de que
qualquer conferência/revisão/reavaliação, não pode, e nem deve, ser efetuada por
quem faz, de tal forma, que as avaliações tem tido rito sumaríssimo, pelo simples fato de
que, o Plenário do Supremo tribunal Federal se recusa a reavaliar, qualquer decisão já
tomada, colocando que Embargo de Declaração não tem o condão de reformular
decisão proferida.
Afinal, qual deve ser o instrumento jurídico para contestar a fundamentação de uma
decisão jurisdicional ? Não deveria ser aquele Instrumento Jurídico em que é apresentada
omissão, ou contradição, na decisão proferida ?
Na certeza de que estas considerações, e os documentos, ora reenviados, sejam
anexados ao processo 2292/92, agradeço a atenção já dispensada, bem como, agradeço
antecipadamente a atenção que será dispensada.
Com VOTOS de Protesto, de Estima, de Consideração, de Respeito, subscrevo-me,
Atenciosamente,
Plinio Marcos Moreira da Rocha
Rua Gustavo Sampaio nº 112 apto. 603
LEME – Rio de Janeiro – RJ
CEP – 22.010-010
Tel.Res. (21) 2542-7710
Tel. Cel. (21) 8618-3350
18/08/13 Gmail - Esclarecimentos Adicionais ao Processo 2292/12
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Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente
Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo
nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre
completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de
Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas
calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE
CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento
INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,
http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-Meio-Juridico-II
Comisión Interamericana de Derechos Humanos
1889 F Street NW
Washington, D.C., 20006
Estados Unidos
Teléfono: 1 (202) 370 9000
Fax: 1 (202) 458 3992 / 6215
Correo electrónico: cidhdenuncias@oas.org
Gmail
Manifestação
encaminhada
aos
Membros
do
Plenário
do
STF
Apresentamos nossas considerações sobre o absurdo
jurídico que foi a concreta manutenção de mandato
parlamentar, decisão proferida pelo Congresso Nacional,
quando da avaliação da perda de mandato parlamentar de
Criminoso com condenação TRAN!TA"A #$ %&'(A"),
isto *, o +arlamentar deveria iniciar o cumprimento de pena
por crime comum, sem a perda de mandato,
#sta situação somente foi possível porque o upremo
Tribunal -ederal, em interpretação compatível ao .not/rio
saber jurídico0, foi incapa1 de recon2ecer que .perda de
mandato pode ser efeito secund3rio de penali1ação por
crime comum0,
30/08/13 Gmail - Solicito que esta Manifestação seja encaminhada aos Membros do Plenário do STF.
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=sent&th=140cefde071f3093 1/5
Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>
Solicito que esta Manifestação seja encaminhada aos Membros do Plenário
do STF.
1 mensagem
Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com> 30 de agosto de 2013 08:31
Para: audienciaspresidencia@stf.jus.br
Cc: CIDH Denuncias <cidhoea@oas.org>
Prezado

Sílvio José Albuquerque e Silva,
Chefe de Gabinete da Presidência
Tendo em vista que a manifestação abaixo não pode, por algum motivo,
ser encaminhada pelo formulário de Atendimento ao Cidadão, após 3 (três)
tentativas sem retorno.
Solicito que o Senhor possa fazer a gentileza de encaminhar este email a
CADA um dos Membros do Plenário do Supremo Tribunal Federal.
Solicito que esta Manifestação seja encaminhada aos Membros do Plenário do
STF.
InfelizMENTE, no Brasil, a Suprema Côrte Constitucional, que tem a Atribuição de
Preservar, Zelar e Garantir a Inteireza do Direito Constituído, desconhece Preceitos
Fundamentais da Constituição da República Federativa do Brasil.
Afinal consta na Constituição Federal:
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza,
garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a
inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à
propriedade, nos termos seguintes:
I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta
Constituição;
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de
convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação
legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
30/08/13 Gmail - Solicito que esta Manifestação seja encaminhada aos Membros do Plenário do STF.
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=sent&th=140cefde071f3093 2/5
XXXVI - a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa
julgada;
XLVI - a lei regulará a individualização da pena e adotará, entre outras, as
seguintes:
a) privação ou restrição da liberdade;
XLVIII - a pena será cumprida em estabelecimentos distintos, de acordo com a
natureza do delito, a idade e o sexo do apenado;
LIII - ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade
competente;
LIV - ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo
legal;
LVI - são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios ilícitos;
LVII - ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença
penal condenatória;
A “ABSOLVIÇÃO” de um Parlamentar, pela Câmara de Deputados, com
condenação “TRANSITADA EM JULGADO” na Suprema Côrte Constitucional,
agride de forma MORTAL a Constituição da República Federativa do Brasil, com o
REQUINTE, de ocorrer SOB A PERMISSIVIDADE, do Supremo Tribunal Federal,
em função da, mais pura, IGNORÂNICA Jurídica, de alguns, que apenas e tão
somente, possuem “NOTÓRIO SABER JURÍDICO”, uma vez que, a CASSASSÂO
PARLAMENTAR, não pode, e nem deve, ser considerada PENA, para Crimes
Comuns, mas, EFEITO SECUNDÁRIO da própria CONDENAÇÂO.
Tal, parte da premissa de que TODO CONDENADO, perde parte ou todos os
seus Direitos Políticos, por isso, AUTOMATICAMENTE é Desfiliado de
qualquer Partido Político, por isso, AUTOMATICAMENTE tem seu Mandato
Parlamentar CASSADO., conforme nossa avaliação feita no documento "Gmail
- CIDH-OEA Esclarecimentos Adicionais ap Processo 2292/12", cuja cópia
envio em anexo.
http://pt.scribd.com/doc/161082256/Gmail-CIDH-OEA-Esclarecimentos-Adicionais-Ao-Processo-2292-12
Quando a notícia :
“A Câmara dos Deputados não atingiu o número de votos suficientes para a cassação do
30/08/13 Gmail - Solicito que esta Manifestação seja encaminhada aos Membros do Plenário do STF.
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=sent&th=140cefde071f3093 3/5
deputado Natan Donadon (sem partido-RO) e manteve o mandato do parlamentar, há
dois meses encarcerado no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal.
Donadon foi condenado a mais de 13 anos de prisão em regime inicialmente fechado
pelos crimes de peculato e formação de quadrilha.”
http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/camara-nao-obtem-votos-para-
cassar-deputado-preso-que-e-afastado,cb20f3341d7c0410VgnVCM20000099
cceb0aRCRD.html
Volto a me lembrar de Rui Barbosa...
Ruy Barbosa de Oliveira (5 de novembro de 1849 - 1 de março de 1923), Jurista, escritor e
político brasileiro.
“A força do direito deve superar o direito da força.”
"A justiça, cega para um dos dois lados, já não é justiça. Cumpre que enxergue por igual à
direita e à esquerda."
''O princípio dos Princípios é o respeito da consciência, o amor da verdade.''
“A pátria não é ninguém; são todos; e cada qual tem no seio dela o mesmo direito à ideia,
à palavra, à associação. A pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio,
nem uma forma de governo; é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o
berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da
liberdade.”
“SINTO VERGONHA DE MIM
Sinto vergonha de mim, por ter sido educador de parte deste povo, por ter batalhado
sempre pela justiça, por compactuar com a honestidade, por primar pela verdade, e por ver
este povo já chamado varonil, enveredar pelo caminho da desonra.
Sinto vergonha de mim, por ter feito parte de uma era que lutou pela democracia, pela
liberdade de ser e ter que entregar aos meus filhos, simples e abominavelmente a derrota
das virtudes pelos vícios, a ausência da sensatez no julgamento da verdade, a negligência
com a família, célula-mater da sociedade, a demasiada preocupação com o ‘eu’ feliz a
30/08/13 Gmail - Solicito que esta Manifestação seja encaminhada aos Membros do Plenário do STF.
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=sent&th=140cefde071f3093 4/5
qualquer custo, buscando a tal ‘felicidade’ em caminhos eivados de desrespeito para com
o seu próximo.
Tenho vergonha de mim pela passividade em ouvir, sem despejar meu verbo a tantas
desculpas ditadas pelo orgulho e vaidade, a tanta falta de humildade para reconhecer um
erro cometido, a tantos ‘floreios’ para justificar atos criminosos, a tanta relutância em
esquecer a antiga posição de sempre ‘contestar’, voltar atrás e mudar o futuro.
Tenho vergonha de mim, pois faço parte de um povo que não reconheço, enveredando por
caminhos que não quero percorrer…
Tenho vergonha da minha impotência, da minha falta de garra, das minhas desilusões e do
meu cansaço. Não tenho para onde ir, pois amo este meu chão, vibro ao ouvir o meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira para enxugar o meu suor, ou enrolar o meu corpo na
pecaminosa manifestação de nacionalidade.
Ao lado da vergonha de mim, tenho tanta pena de ti, povo deste mundo!
De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a
injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a
desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”
Pelo acima exposto, entendo estar na HIPOCRISIA a Raiz de TODO o CAOS
JURÌDICO em que VIVE a Sociedade Brasileira.
Atenciosamente,
Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha
Penso, Não só EXI STO, Me FAÇO Presente
Colando gráu de Doutor, em Doutorado em Direito de “Merda” (inexistente),
num curso de “Merda” (inexistente), em Estabelecimento de Ensino Superior
de “Merda” (inexistente), reconhecido pelo Ministério da Educação de
“Merda” (que TUDO assiste), do Estado Democrático de Direito de “Merda”
(que TUDO permite),
30/08/13 Gmail - Solicito que esta Manifestação seja encaminhada aos Membros do Plenário do STF.
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=sent&th=140cefde071f3093 5/5
http://pt.scribd.com/doc/142004947/A-Luz-do-que-ai-esta-sou-Doutor-
Publicada .
Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que
mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo,
com o primeiro semestre completo, em 1977, portanto, não sendo Advogado,
nem Bacharel, nem Estudante de Direito), teve suas práticas inscritas na 6ª e
7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que
tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e
DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um
Brasileiro COMUM No Meio Juridico II ,
http://pt.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-
Meio-Juridico-II

Gmail - CIDH-OEA Esclarecimentos Adicionais ao Processo 2292_12.pdf
218K
Habeas
Corpus
do
Mensalão
Ação
Penal
470
Apresentamos a íntegra do Habeas Corpus 115.179
Minas Gerais, relacionado à interpretaço de !ue o
processo A" #7$, em %ase %inal no &upremo 'ribunal
(ederal ) um 'ribunal de e*ceço, pela arbitrariedade de
suas decis+es, pela sua ,-C.-&','/C,.-A0,1A12, e
pelo car3ter 4politi!ueiro5.
SupremoTribunal Federal
Praça dos Três Poderes
Brasília – DF – Brasil
CEP 70175-00
Tele!one" 55#$1#%&17#%000

Com Base na CONSTÌTUÌÇÃO DA REPÚBLÌCA FEDERATÌVA DO BRASÌL DE
1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I ÷ DOS DÌREÌTOS
E DEVERES ÌNDÌVÌDUAÌS E COLETÌVOS, Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem
distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à
segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIV - são a todos assegurados,
independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos
em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abso de !oder, LXVIII - 'on'eder-
se-( ")abeas-'orpus" sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de so!rer
*iolên'ia ou 'oaç+o em sua liberdade de lo'omoç+o, por ile,alidade ou abuso de
poder#

Venho, -./ 0ESPE/T1S2-E3TE, com Base nos Art. 4, Art. 7, Art. 8 e Art. 9 de "A
Carta Democrática Ìnteramericana (Aprovada na primeira sessão plenária, realizada em
11 de setembro de 2001), reprodu4ida par'ialmen5e abai6o7 'om ,ri!os e 'omen5(rios
meus, S18/C/T20, que a 2ç+o Penal 970, ora em curso no Supremo Tribunal Federal,
seja decretada NULA, de tal forma, que nenhum de seus réus venha a sofrer qualquer
violência, ou coação, em suas respectivas Liberdades de Locomoção, uma vez que, o
ri5os pro'essuais so!reram al5eraç:es por ile,alidade, ou abuso de poder, tendo em
vista que, o foro privilegiado "FE0E DE -10TE¨ a 3o*a 1rdem ;urídi'a estabelacida
pela Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988, quando então,
afirmamos ser o processo integralmente 3.81.
Venho, -./ 0ESPE/T1S2-E3TE, com Base no Preâmbulo, e nos Art. 1, Art. 3,
Art. 4, Art. 5, Art. 37 e Art. 93 da Constituição da República Federativa do Brasil,
reprodu4ida par'ialmen5e abai6o7 'om ,ri!os e 'omen5(rios meus, S18/C/T20, que
a 2ç+o Penal 970, ora em curso no Supremo Tribunal Federal, seja decretada NULA, de
tal forma, que nenhum de seus réus venha a sofrer qualquer violência, ou coação, em
suas respectivas Liberdades de Locomoção, uma vez que, o ri5os pro'essuais so!reram
al5eraç:es por ile,alidade, ou abuso de poder, tendo em vista que, o foro privilegiado
"FE0E DE -10TE¨ a 3o*a 1rdem ;urídi'a estabelacida pela Constituição da República
Federativa do Brasil, promulgada em 1988, quando então, afirmamos ser o processo
integralmente 3.81.
Venho, -./ 0ESPE/T1S2-E3TE, com Base nas Consideraç:es rela'ionadas
ao Pro'esso em 5r<mi5e no Supremo Tribunal Federal 'on)e'ido 'omo =-ensal+o>7
S18/C/T20, que a 2ç+o Penal 970, ora em curso no Supremo Tribunal Federal, seja
decretada NULA, de tal forma, que nenhum de seus réus venha a sofrer qualquer
violência, ou coação, em suas respectivas Liberdades de Locomoção, uma vez que, o
ri5os pro'essuais so!reram al5eraç:es por ile,alidade, ou abuso de poder, tendo em
vista que, o foro privilegiado "FE0E DE -10TE¨ a 3o*a 1rdem ;urídi'a estabelacida
pela Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988, quando então,
afirmamos ser o processo integralmente 3.81.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Atenciosamente,
Plinio "arcos "oreira da #oc$a
Penso, Não só EXISTO, -e F2?1 Presen5e
Analista de Sistemas, presumivelmente, @ni'o Brasileiro C1-.-, que mesmo n+o
5endo ní*el superior 'omple5o (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro
semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem
Estudante de Direito, 5e*e suas pr(5i'as ins'ri5as na $A e 7A ediç:es do Prêmio
/331B20E, ambas calcadas no C21S ;.0CD/C1 que tem como premissa base o P.01
F2DE0 DE C13T2S% reconhecidas% e DEFERIDAS pelo Consel)o ;ul,ador, conforme
documento ÌNNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico ÌÌ,
$tt!&''(((.scribd.co)'doc'*+,--./0'I11OVA#2-U)-3rasileiro-CO"U"-1o-
"eio-4ridico-II
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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A CA#TA 52"OC#6TICA I1T2#A"2#ICA1A
(Aprovada na primeira sessão plenária, realizada em 11 de setembro de 2001)
Em seus artigos:
Artigo *
São 'omponen5es !undamen5ais do exercício da democracia a transparência das
atividades governamentais, a probidade, a responsabilidade dos governos na gestão
pública, o respei5o dos direi5os so'iais e a liberdade de expressão e de imprensa.
O respei5o dos direi5os so'iais, necessariamente, passa pela Di,nidade da
Pessoa Eumana em 5ra5ar, e ser 5ra5ada, em conformidade ao Respeito ao Direito
Constituído.
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
T1D1S 5emos Direi5o7 a5ra*Gs de 5odos os ri5os pro'essuais7 a 2mpla De!esa#
2o Supremo Tribunal Federal 'ompe5e7 apenas7 demandas Cons5i5u'ionais#
HPlinio -ar'osI
A subordinaç+o 'ons5i5u'ional de todas as instituições do Estado à autoridade
civil legalmente constituída e o respei5o ao Es5ado de Direi5o por todas as instituições e
setores da sociedade s+o i,ualmen5e fundamentais para a democracia
A subordinaç+o 'ons5i5u'ional, necessariamente, passa pela Pos5ura J5i'a7 e
Pro!issional7 de toda e qualquer Autoridade Constituída em 5ra5ar, e ser 5ra5ada, em
conformidade ao Respeito ao Direito Constituído.
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
T1D1S 5emos Direi5o7 a5ra*Gs de 5odos os ri5os pro'essuais7 a 2mpla De!esa#
2o Supremo Tribunal Federal 'ompe5e7 apenas7 demandas Cons5i5u'ionais#
HPlinio -ar'osI
Artigo /
A demo'ra'ia G indispens(*el para o exercício efetivo das liberdades
fundamentais e dos direitos humanos, em seu caráter universal, indivisível e
interdependente, 'onsa,rados nas respe'5i*as 'ons5i5uiç:es dos Es5ados e nos
instrumentos interamericanos e internacionais de direitos humanos.
O Delo, a Preser*aç+o, da Demo'ra'ia, necessariamente, passa pela Pos5ura
J5i'a7 e Pro!issional7 de toda e qualquer Autoridade Constituída em 5ra5ar, e ser 5ra5ada,
em conformidade ao Respeito ao Direito Constituído.
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
T1D1S 5emos Direi5o7 a5ra*Gs de 5odos os ri5os pro'essuais7 a 2mpla De!esa#
2o Supremo Tribunal Federal 'ompe5e7 apenas7 demandas Cons5i5u'ionais#
HPlinio -ar'osI
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Artigo 7
KualLuer pessoa ou grupo de pessoas Lue 'onsidere que seus direitos humanos
tenham sido *iolados pode interpor denúncias ou petições perante o sistema
interamericano de promoção e proteção dos direitos humanos, conforme os
procedimentos nele estabelecidos.
Eu, Plinio Marcos Moreira da Rocha, considero ser a Se,urança ;urídi'a um dos
mais importantes Direitos Humanos, uma vez que, sem ela, instala-se o "C21S
;.0CD/C1¨, refletido no "puro !a4er de 'on5as¨, onde, por exemplo, !lores'e a abjeta, a
inominável, a indesejável, a ilegítima, a ilegal, /-P.3/D2DE, que é capaz de 'orroer, e
des5ruir, os Balores -orais e J5i'os7 e com isso, eliminar qualquer re!eren'ial Di,no
em uma Sociedade formalmente organizada.
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
T1D1S 5emos Direi5o7 a5ra*Gs de 5odos os ri5os pro'essuais7 a 2mpla De!esa#
2o Supremo Tribunal Federal 'ompe5e7 apenas7 demandas Cons5i5u'ionais#
HPlinio -ar'osI
Artigo ,
A eliminação de toda forma de discriminação, especialmente a discriminação de
gênero, étnica e racial, e das diversas formas de intolerância, bem como a promoção e
proteção dos direitos humanos dos povos indígenas e dos migrantes, e o respeito à
diversidade étnica, cultural e religiosa nas Américas contribuem para o fortalecimento da
democracia e a par5i'ipaç+o do 'idad+o.
Sem o respei5o à Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em
1988, que determina a 31B2 1rdem ;urídi'a, e por isso, reconhecida como a
Cons5i5uiç+o Cidad+, onde se faz presente, de forma contundente, a certeza de que "1
P1DE0 E-232 D1 P1B1¨ que o exerce dire5a ,Pessoalmente, e indire5amen5e7
Representantes Ìnstitucionais.
Eu, Plinio Marcos Moreira da Rocha, em plena par5i'ipaç+o plena de 'idadania,
tenho envidado, algumas vezes ")er'@leos¨, pela pouca formação acadêmica, pela
inexistência de qualquer formação em Direito, es!orços para que o Princípio Fundamental
de que "T1D1S s+o i,uais peran5e a 8ei¨ seja uma realidade na República Federativa
do Brasil, sendo que para isto, inscrevi-me, formalmente, no Sistema de Processo
Eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (e-CNJ), uma vez que, o citado Princípio é
essencial para que possamos atingir o Objetivo Fundamental de Cons5ruirmos uma
So'iedade 8i*re7 ;us5a e Solid(ria.
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
T1D1S 5emos Direi5o7 a5ra*Gs de 5odos os ri5os pro'essuais7 a 2mpla De!esa#
2o Supremo Tribunal Federal 'ompe5e7 apenas7 demandas Cons5i5u'ionais#
HPlinio -ar'osI
CO18TITUI9:O 5A #2P;3LICA <252#ATIVA 5O 3#A8IL
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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(Promulgada em 1988)
P#2="3ULO
Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional
Constituinte para instituir um Estado Democrático, des5inado a asse,urar o exercício dos
direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a
igualdade e a justiça como *alores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e
sem preconceitos, !undada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e
internacional, 'om a soluç+o pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a pro5eç+o
de Deus, a se,uin5e CONSTÌTUÌÇÃO DA REPÚBLÌCA FEDERATÌVA DO BRASÌL.
A Se,urança ;urídi'a é o pilar base de um Es5ado Demo'r(5i'o, uma vez que,
sem ela, instala-se o "C21S ;.0CD/C1¨, refletido no "puro !a4er de 'on5as¨, onde, por
exemplo, floresce a abjeta, a inominável, a indesejável, a ilegítima, a ilegal,
/-P.3/D2DE, que é capaz de corroer, e destruir, os Balores -orais e J5i'os, e com
isso, eliminar qualquer re!eren'ial Di,no em uma Sociedade formalmente organizada.
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
T1D1S 5emos Direi5o7 a5ra*Gs de 5odos os ri5os pro'essuais7 a 2mpla De!esa#
2o Supremo Tribunal Federal 'ompe5e7 apenas7 demandas Cons5i5u'ionais#
HPlinio -ar'osI
Artigo .º
A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e
Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e 5em
'omo !undamen5os:
Ì - a soberania;
ÌÌ - a 'idadania;
ÌÌÌ - a di,nidade da pessoa humana,
A S1BE023/2 em determinar critérios, normas e regras, que permite o pleno
usufruto da C/D2D23/2, com o necessário respaldo da D/F3/D2DE da pessoa humana,
somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Es5ado
Demo'r(5i'o de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica.
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
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HPlinio -ar'osI
Artigo >º
Constituem obMe5i*os !undamen5ais da República Federativa do Brasil:
Ì - construir uma sociedade livre, Mus5a e solidária;
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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IV - promo*er o be) de todos% sem pre'on'ei5os de orige)% ra?a% se@o% cor%
idade e AaisAer ou5ras !ormas de discri)ina?Bo.
A Cons5ruç+o de uma Sociedade Livre, ;us5a e Solidária, promo*endo o bem de
todos, sem LualLuer preconceito, somente poderá ser, em essência, no mínimo,
percebida, se houver Es5ado Demo'r(5i'o de Direito, caracterizado pela Se,urança
;urídi'a, em reconhecer que em qualquer situação T1D1S s+o /F.2/S perante a Lei,
uma vez que, a Lei 5ra5a di!eren5emen5e os diferentes, contudo, tais diferenças n+o
podem, e nem de*em, estar relacionadas N Si5uaç+o Cultural, Religiosa, Funcional,
Política, Econômica, de Etnia, de Origem Regional e Social.
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
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Artigo *º
A República Federativa do Brasil re,e-se nas suas relaç:es in5erna'ionais pelos
seguintes princípios:
Ì - independên'ia nacional;
ÌÌ - pre*alên'ia dos direitos humanos;
ÌÌÌ - au5ode5erminaç+o dos povos;
ÌX - 'ooperaç+o entre os povos para o pro,resso da humanidade;
A /ndependên'ia Nacional, com pre*alên'ia dos direitos humanos, respaldada na
au5ode5erminaç+o dos povos, com a 'ooperaç+o entre os povos para o pro,resso da
humanidade, somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebida, se houver Es5ado
Demo'r(5i'o de Direito, caracterizado pela Se,urança ;urídi'a.
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Artigo 5º
Todos s+o i,uais perante a lei, sem dis5inç+o de qualquer natureza, ,aran5indo-
se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a in*iolabilidade do direi5o à
vida, à liberdade, à i,ualdade, à se,urança e à propriedade, nos termos seguintes:
A in*iolabilidade do direito à liberdade, à i,ualdade, e à se,uranla, com o
tratamento sem distinção, e por isso, igualitário perante a lei, somente poderá ser, em
essência, no mínimo, percebido, se houver Es5ado Demo'r(5i'o de Direito, caracterizado
pela Se,urança ;urídi'a.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Sendo este Artigo Constitucional a i!leenta"ão do prin'ípio b(si'o de
#ual#uer Sociedade Organi$ada, isto %, garante a /S131-/2 de trataento entre
T1D1S os &rasileiros e Estrangeiros Residentes no Pa's, (e coo, ao ter a!ensos
Tratados Internacionais, (usca na edida do !oss')el e necess*rios 5ranspor as
barreiras +tnicas, Culturais, Sociais e Pol'ticas, !ortanto, seu !rinc'!io ua )e$
es!eci,icado J /-.TOBE8, isto %, #ual#uer es,or"o !ara alter*-lo de)er* ser encarado
coo /3C13T/T.C/1328, o #ue de ,ato, F2023TE a sua e.ist/ncia e a sua
!eran/ncia e Nossa Constitui"ão, uma vez que, a Lei 5ra5a di!eren5emen5e os
diferentes, contudo, tais diferenças n+o podem, e nem de*em, estar relacionadas N
Si5uaç+o Cultural, Religiosa, Funcional, Política, Econômica, de Etnia, de Origem
Regional e Social.
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
T1D1S 5emos Direi5o7 a5ra*Gs de 5odos os ri5os pro'essuais7 a 2mpla De!esa#
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HPlinio -ar'osI
Ì - homens e mulheres s+o i,uais em direitos e obrigações, nos termos desta
Constituição;
A distinção de gênero, forma mais banal de discriminação, é concretamente abolida
na 1OVA Orde) 4rCdica, de tal forma, ser contundentemente 12DA5A, ao
52T2#"I1A# que Homens e Mulheres tem direitos e obrigações iguais. Algo que
somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Es5ado
Demo'r(5i'o de Direito, caracterizado pela Se,urança ;urídi'a
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
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HPlinio -ar'osI
ÌÌ - nin,uGm será obrigado a !a4er ou deixar de fazer alguma coisa sen+o em
virtude de lei;
A 8iberdade de es'ol)a, em todos os sentidos, em todas as formas, é
contundentemente determinada pela NOVA Ordem Jurídica, de tal forma, ser admissí*el
a existência de "obri,aç+o¨ de fazer, ou deixar de fazer, em *ir5ude de lei. Algo que
somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Es5ado
Demo'r(5i'o de Direito, caracterizado pela Se,urança ;urídi'a, oriunda da Postura
Ética e Profissional dos Cidadãos Brasileiros in*es5idos de Autoridade Ìnstitucional.
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
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ÌÌÌ - nin,uGm será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou
de,radan5e;
O 0espei5o N Pessoa Eumana, em todos os sentidos, em todas as formas, é
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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contundentemente determinado pela NOVA Ordem Jurídica, de tal forma, ser impossí*el
a submiss+o de alguém por tratamento de tortura, desumano, ou degradante, quando
então, ressaltamos ser a obri,aç+o de tratar, ou reverenciar, um i,ual como "s!erior¨
um atentado de "-10TE¨ à Constituição Federal. Algo que somente poderá ser, em
essência, no mínimo, percebido, se houver Es5ado Demo'r(5i'o de Direito, caracterizado
pela Se,urança ;urídi'a.
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
T1D1S 5emos Direi5o7 a5ra*Gs de 5odos os ri5os pro'essuais7 a 2mpla De!esa#
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HPlinio -ar'osI
XÌÌÌ - é li*re o e6er'í'io de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as
qualificações profissionais que a lei es5abele'er;
A liberdade no e6er'í'io pro!issional, implica, necessariamente, na
Responsabilidade, e no Respeito, em todos os sentidos, em todas as formas, ao que é
contundentemente determinado pela 31B2 1rdem ;urídi'a, de tal forma, ser
impossí*el aceitar que alguém, por exemplo, um Procurador da República n+o
!undamen5e uma sua de'is+o. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo,
percebido, se houver Es5ado Demo'r(5i'o de Direito, caracterizado pela Se,urança
;urídi'a
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
T1D1S 5emos Direi5o7 a5ra*Gs de 5odos os ri5os pro'essuais7 a 2mpla De!esa#
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HPlinio -ar'osI
XXXV - a lei n+o e6'luir( da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a
direi5o;
A fundamentação necessária da decisão proferida por um Juiz, quanto ao -J0/T1
de qualquer demanda suscitada, garante K.28/D2DE da apreciação pelo Poder
Judiciário destas. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se
houver Es5ado Demo'r(5i'o de Direito, caracterizado pela Se,urança ;urídi'a , que
necessariamente deve reconhecer a importância, e relevância, das manifestações
proferidas por TODAS as /ns5<n'ias ;urídi'as estabelecidas no ri5o pro'essual.
A fundamentação necessária da decisão proferida por um Procurador da
República, quanto a 2D-/SS/B/8/D2DE de qualquer demanda suscitada, garante a
apreciação pelo Poder Judiciário das 2D-/SSCBE/S. Algo que somente poderá ser, em
essência, no mínimo, percebido, se houver Es5ado Demo'r(5i'o de Direito, caracterizado
pela Se,urança ;urídi'a
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
T1D1S 5emos Direi5o7 a5ra*Gs de 5odos os ri5os pro'essuais7 a 2mpla De!esa#
2o Supremo Tribunal Federal 'ompe5e7 apenas7 demandas Cons5i5u'ionais#
HPlinio -ar'osI
XXXVÌ - a lei n+o preMudi'ar( o direito adquirido, o a5o Murídi'o per!ei5o e a coisa
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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julgada;
O re'on)e'imen5o pelo Estado Brasileiro, do fato concreto, de que uma avaliação
S.PE0F/C/28 de 2D-/SS/B/8/D2DE ePou -J0/T1, que pode ser caracterizada pela
S.P0ESSQ1 de /ns5<n'ias, ou qualquer !undamen5aç+o /3S.F/CE3TE,
intrinsecamente, implica na 3EF2?Q1 de um "a5o Murídi'o per!ei5o¨, que por isso, deve
ser interpretado, não apenas e tão somente, como infração administrativa, mas também,
como Crime de P0EB20/C2?Q1. Algo que somente poderá ser, em essência, no
mínimo, percebido, se houver Es5ado Demo'r(5i'o de Direito, caracterizado pela
Se,urança ;urídi'a
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
T1D1S 5emos Direi5o7 a5ra*Gs de 5odos os ri5os pro'essuais7 a 2mpla De!esa#
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HPlinio -ar'osI
XXXVÌÌ - n+o )a*er( juízo ou tribunal de exceção;
A Fundamen5aç+o S.F/C/E3TE, realizada em T1D2S as /ns5<n'ias ;urídi'as,
do rito processual, que deverá ser Ìnquestionável, Ìrrefutável, Justa, e Respaldada no
Direito Constituído, é o 'on're5o, que di!eren'ia um juízo ou tribunal de e6'eç+o,
daquele Juízo e Tribunal 8e,í5imo. Algo que somente poderá ser, em essência, no
mínimo, percebido, se houver Es5ado Demo'r(5i'o de Direito, caracterizado pela
Se,urança ;urídi'a
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
T1D1S 5emos Direi5o7 a5ra*Gs de 5odos os ri5os pro'essuais7 a 2mpla De!esa#
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HPlinio -ar'osI
LXVÌÌÌ - 'on'eder-se-( ")abeas-'orpus" sempre que alguém sofrer ou se achar
ameaçado de so!rer *iolên'ia ou 'oaç+o em sua liberdade de lo'omoç+o, por
ile,alidade ou abuso de poder#
A legitiidade de u !rocesso n+o es5a relacionada, 0nica e diretaente, ao
car*ter, a !ostura !essoal, dos Res!ons*)eis diretos !elo !rocesso, e sim, !ela
pres5imosa preo'upaç+o e preser*ar o !rocesso de LualLuer possí*el
#uesionaento, so(re a lisura e #ue se !rocedeu1
Coo e.e!lo cito a Lues5+o do /mpedimen5o ou Suspeiç+o, #ue
inde!endenteente da Pessoa in)estida da Autoridade Institucional de 2ui$, abdi'a de
par5i'ipar do !rocesso, !or u !oss')el #uestionaento, isto %, a ani,esta"ão do 2ui$
,ica e se,undo plano, !ela certe$a de #ue sua aus/ncia, 3.3C2, !eritir* #ual#uer
#uestionaento !ela sua !artici!a"ão n+o reali4ada1
Coo e.e!lo cito a possí*el manipulaç+o dos ritos !rocessuais, !ara !or
e.e!lo, permi5ir #ue u 2ui$ em pro'esso de a!osentadoria, !ossa !artici!ar, e u
!resu')el 3'asuísmo4, #ue !or si só, M( permi5e #uestionaentos ,undaentados, !ela
prRpria e6is5ên'ia1
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Portanto, se u !rocesso ocorre e detriento de Princ'!io Constitucionais e5ou
e detriento de 6arantias Constitucionais, certaente % N78O, desde seu nascedouro,
e !or isso, não !ode, e ne de)e, Res!onsa(ili$ar e5ou I!edir a 8i(erdade de
locoo"ão1
Pelos mo5i*os e6pos5os em 5odo es5e7 sin,elo7 empíri'o7 e
ra4o(*el7 =)abeas-'orpus>7 nen)um dos 0e@s da 2ç+o Penal
9707 pode ser 'ondenado7 e 'onseLuen5men5e preso#
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S &T - Os direitos e garantias e6pressos nes5a Constituição n+o e6'luem outros
decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos 5ra5ados in5erna'ionais
em que a República Federativa do Brasil seja parte.
A possibilidade de se a*aliar Muridi'amen5e, no âmbito da Corte Ìnteramericana
de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos, qualquer demanda
suscitada e finalizada no Estado Brasileiro, a partir da concreta participação da Comissão
Ìnteramericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos, esta
respaldada na Constituição da República Federativa do Brasil, e por isso, n+o pode, e
nem de*e, ser interpretada como in5er*enç+o. Algo que somente poderá ser, em
essência, no mínimo, percebido, se houver Es5ado Demo'r(5i'o de Direito, caracterizado
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HPlinio -ar'osI
E >º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem
aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos
votos dos respectivos membros, ser+o eLui*alen5es Ns emendas 'ons5i5u'ionais.
(Atos aprovados na forma deste parágrafo) (Ìncluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)
A Car5a /n5erameri'ana de Direi5os Eumanos é com toda a certeza, uma
emenda 'ons5i5u'ional, e por isso, o exercício de cidadania, intrinsecamente, respalda o
usu!ru5o da a*aliaç+o da Corte Ìnteramericana de Direitos Humanos da Organização
dos Estados Americanos, por qualquer Cidad+o Brasileiro, mesmo que sem formação
cultural de 3º grau, ou sem qualquer formação cultural na ciência do Direito. Algo que
somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Es5ado
Demo'r(5i'o de Direito, caracterizado pela Se,urança ;urídi'a
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Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Artigo >/º
A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obede'er( aos prin'ípios de le,alidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (Redação
dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
A erradi'aç+o de LualLuer =pra6e>, que não esteja respaldada no Direito
Constituído, permite o perfeito respeito aos princípios de legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade e eficiência, uma vez que, a 2.SU3C/2 de F.3D2-E3T2?Q1,
ou a simples S.P0ESSQ1 de /ns5<n'ias ;urídi'as, é /32D-/SSCBE8. Algo que
somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Es5ado
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Artigo ,>º
Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, dispor( sobre o
Estatuto da Magistratura, observados os se,uin5es prin'ípios:
ÌX todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos, e
!undamen5adas 5odas as de'is:es, sob pena de nulidade, podendo a lei limitar a
presença, em determinados atos, às próprias partes e a seus advogados, ou somente a
estes, em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo
não prejudique o interesse público à informação; (Redação dada pela Emenda
Constitucional nº 45, de 2004)
A !undamen5aç+o, que não esteja respaldada no Direito Constituído, impede o
concreto respeito aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e
eficiência, uma vez que, sem a mesma é impossível garantir o "a5o Murídi'o per!ei5o¨.
Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Es5ado
Demo'r(5i'o de Direito, caracterizado pela Se,urança ;urídi'a
T1D1S somos /F.2/S peran5e a 8ei#
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Considera"9es relacionadas ao Processo e tr:ite no
Su!reo Tri(unal Federal conhecido coo 3 -ensal+o 4
1. No Documento ***"-ensal+o¨ - Tea5ro do 2bsurdo /n'ons5i5u'ional***, estamos
apresentando nosso entendimento sobre alguns aspectos que nos permitem
afirmar que o Julgamento, ora em curso no STF, nas condições em que esta sendo
efetuado é, apenas e tão somente, 3.81, uma vez que, "FE0E DE -10TE¨ a
Constituição da República Federativa do Brasil.
Quando então, ressaltamos o seguinte trecho:
• O Julgamento do "Mensalão¨, e) essFncia, nos apresenta o "T2AT#O
do Absrdo Inconstitcional¨ da consolidação do ¨<oro 2s!ecial¨ que
agride de ""O#T2¨ o Princípio Fundamental de que "TO5O8 8:O IDUAI8
P2#A1T2 A L2I¨.
• O Julgamento do "Mensalão¨, e) essFncia, nos apresenta o "T2AT#O
do Absrdo Inconstitcional¨ da consolidação do ¨<oro 2s!ecial¨ que
agride de ""O#T2¨ o Princípio Fundamental da "A"PLA 52<28A¨.
• O Julgamento do "Mensalão¨, e) essFncia, nos apresenta o "T2AT#O
do Absrdo Inconstitcional¨ da consolidação do ¨<oro 2s!ecial¨ que
agride de ""O#T2¨ o Princípio Fundamental da "<U15A"21TA9:O
8U<ICI21T2% I1GU28TIO16V2L e I##2<UT6V2L¨.
• O Julgamento do "Mensalão¨, e) essFncia, nos apresenta o ""T2AT#O
do Absrdo Inconstitcional¨ da consolidação do ¨<oro 2s!ecial¨ que
agride de H"O#T2¨ o Princípio Fundamental da "#28PO18A3ILI5A52
4U#Í5ICA I18TITUCIO1AL¨.
• O Julgamento do "Mensalão¨, e) essFncia, nos apresenta o ""T2AT#O
do Absrdo Inconstitcional¨ da consolidação do ¨<oro 2s!ecial¨ que agrife
de ""O#T2¨ o Princípio Fundamental da HP#OT29:O 5A8 AUTO#I5A528
GUA15O 5O 2X2#CÍCIO 52 8UA8 ATIVI5A528 I18TITUCIO1AI8¨.
2. Muito embora, a desLuali!i'aç+o, pura e simplesmente, não possa ser utilizada,
como argumento de "de!esa¨, em nosso entendimento, os documentos abaixo, me
permitem afirmar, que o Supremo Tribunal Federal, tem membros
DESP0EP202D1S, para atuar em contexto de S.P0ESSQ1 DE /3STV3C/2S.
Algo que pode, e deve, ser entendido como obs5('ulo palp(*el, e 5an,í*el, à
garantia de qualquer Processo 8e,í5imo e /-2C.82D1.
Este tópico tem como premissa o fato de que para alguns, que não Eu, a de!esa
de membros de Ìntituições Democráticas, esta diretamente relacionada a de!esa
das Ìnstituições Democráticas que integram, contudo, para outros como Eu, a
defesa das Ìnstituições Democráticas, necessariamente, passa pela 'ons5an5e
moni5oraç+o das Posturas Ético-Profissionais de seus -embros. Talvez, por isso,
al,uns membros, em conveniência, se confundem "31 -.3D1¨, por entenderem
ser a prRpria Ìnstituição Democrática, e não, um e!êmero seu integrante.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Como exemplo cito a a!as5amen5o da Presidên'ia da República, o Sr. Fernando
Collor de Melo, uma vez que, o'orreu em de!esa da Ìnstituição Presidência da
República, pela quebra de decoro de seu o'upan5e.
• 0eprimendas N -embros do Supremo Tribunal Federal
Neste documento 0EP0EE3DE-1S os Ìlustríssimos Ministros do Supremo
Tribunal Federal, 6ilar Mendes (então Presidente em exercício), Antonio
Cezar Peluso (então Presidente Eleito), José Celso de Mello Filho, Eros Roberto
Grau, Enrique Ricardo Lewandowskim pela pos5ura soberba, arro,an5e e
prepo5en5e, demonstradas quando da a*aliaç+o do 2º mandato de prisão do
paciente daniel dantas, proferido pelo Excelentíssimo Juiz Singular, atualmente
Desembargador, Sr1 Fausto de Sanctis . A,inal, In;0ria, Di,aa"ão e5ou Cal0nia
% C0/-E1
Quando então, ressaltamos o seguinte trecho:
Se ,osse eu ,ilho, sua atitude, e o(rigaria a anda-lo 3la)ar a (oca4
antes de coeter i!ro!%rios, !rinci!alente, relacionado a Algu% do Porte,
da Estir!e, da Dignidade de u 2ui$ Singular, TO6ADO, coo o Sr1 Fausto de
Sanctis1
Coo, ,ilho eu, não %s, !osso, no *.io, solicitar #ue 8a)e seu
c%re(ro, sua (oca e seu est<ago utili$ando ua solu"ão higieni$adora co
3sa(er ;ur'dico4 =eso #ue se;a necess*rio u !ouco ais de estudo>,
3Res!eito4 e 3Considera"ão4, !elo enos ao Direito Constitu'do e ao Estatuto
da ?agistratura antes de !ro!alar #ual#uer 3)er(orr%ia41
• Den@n'ia 31B2 Pre*ari'aç+o do STF
Estamos formalmente denunciando o Plen(rio do Supremo Tribunal Federal por
'rime de pre*ari'aç+o, bem como, o 2d*o,ado Feral da .ni+o por 'rime de
abuso de poder, frente aos acontecimentos ocorridos quando da a*aliaç+o da
E65radiç+o de Cesare Ba55is5i solicitada pelo Governo Ìtaliano
Quando então, ressaltamos o seguinte trecho:
Esta Denúncia foi Protocolada na Superintendência Regional do Rio de
Janeiro da polícia Federal em 06 de Dezembro de 2010 as 14:22 horas com
o nº SR/DPF/RJ 08455.000811/2011-35
@enho, ui res!eitosaente, ,oralente, DEN7NCIAR, !or crie de
PRE@ARICAABO, !or sentiento, o Plen*rio do Su!reo Tri(unal Federal,
con,ore o docuento 3Peti"ão Sugestão Anular Decisão E.tradi"ão Cesare
&atisti¨, http://www.scribd.com/doc/46214686/Peticao-Anular-Decisao-Etradicao-!esare-
"atisti , e ane.o1
Entendeos #ue a esa ocorreu #uando não )inculou o Presidente da República
à sua decisão no Voto - Ext 1085 ÷ EXTRADÌÇÃO, em função do car*ter
discricion*rio do ato do Presidente da República de execução da extradição.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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• WEK.E -2TE - Pre*ari'aç+o no STF - Cesare Ba55is5i
Quando então, o mesmo foi assim divulgado:
Estamos, pretensamente, solicitando do Excelentíssimo Superintendente
Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro esclarecimentos quanto ao
encaminhamento dado, até o presente momento, uma vez que, em meu
entendimento, o Plenário do Supremo Federal esta formalmente citado nas
duas denúncias, e por isso, ÌMPEDÌDO, de se manifestar sobre qualquer
aspecto da mesma.
De*o ressal5ar Lue o impedimen5o 'i5ado7 normalmen5e e6i,e Lue o ;ui4
Subs5i5u5o seMa nomeado7 e 'omo no Supremo Tribunal Federal n+o e6is5e
-inis5ro Subs5i5u5o7 o Supremo Tribunal Federal n+o de*e se mani!es5ar
sobre LualLuer aspe'5o das den@n'ias#
Algo que nos apresenta a I##ACIO1ALI5A52, a
I1CO18TITUCIO1ALI5A52, o 52LÍ#IO que foi a decisão do Supremo
Tribunal Federal quando da avaliação suscitada na demanda ADÌ 3367 / DF -
DÌSTRÌTO FEDERAL 3367 / DF - DÌSTRÌTO FEDERAL - AÇÃO DÌRETA DE
ÌNCONSTÌTUCÌONALÌDADE, que simplesmente excluiu das Atribuições e
Responsabilidades do Conselho Nacional de Justiça o Supremo Tribunal
Federal e seus Ìntegrantes, como se os mesmos n+o !i4essem par5e do
Judiciário Brasileiro.
Portanto, se meus empíricos entendimentos estiverem certos, o Supremo
Tribunal Federal, até que as denúncias sejam avaliadas, por completo, não
pode, e nem deve, efetuar qualquer avaliação sobre o mérito, e seus
desdobramentos, dos Processos relacionados diretamente, ou não, aos de
Roriz, Barbalho e Cesare Battisti.
Este Documento foi Protocolado na Superin5endên'ia 0e,ional do 0io
de ;aneiro da polí'ia Federal em 19 de Janeiro de 2011 as 11:35 horas
com o nº SR/DPF/RJ 08455.003999/2011-73
Este Documento foi enviado ao E6'elen5íssimo Pro'urador-Feral da
0ep@bli'a, através da Carta Registrada RJ479702750BR em 19 de
Janeiro de 2011 com Aviso de Recebimento.
• Duplo WeLue -a5e – 2ula ao Supremo Tribunal Federal
Estamos contestando as manipulaç:es esp@rias feitas durante as avaliações
da chamada Lei de "Fi')a 8/-P2¨.
Formalizando, junto ao Conselho Nacional de Justiça, Pedido de Providências
para que envida TODOS os esforços na Responsabilizações Administrativas, e
encaminhar ao Procurador-Geral da República os documentos, e informações,
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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necessárias para as Responsabilizações Criminais que se fizerem necessárias.
Como também, garantir através das razoabilidades apresentadas, a
Decisão/Conclusão efetuada na Quarta-feira, 27 de outubro de 2010, uma vez
que, a essência do B1T1 DE K.28/D2DE, somente pode ser atribuída ao
Presidente do Supremo Tribunal Federal, bem como, que qualquer reavaliação
da questão, somente poderá ter a participação dos Membros não citados nas
denúncias de Crime de Pre*ari'aç+o efetuadas formalmente ao Plenário do
Conselho Nacional de Justiça e à Superin5endên'ia no 0io de ;aneiro da
Polí'ia Federal.
Portanto a decisão/conclusão de que "prevalecerá o ato impugnado¨ pela
Suprema Corte Eleitoral Brasileira, Tribunal Superior Eleitoral, de que a Lei de
"Ficha LÌMPA¨ vale para a eleição de 2010 de*er( ser man5ida.
Quando então, ressaltamos o seguinte trecho:
Algo que nos faz lembrar de Arnaldo Jabor, em "CARTA A UM MERÌTÍSSÌMO
JUÌZ¨,que tentando explicar um seu comentário proferido em 24 de abril de
2007, nos lembra
@@@
Em 1996, pediram minha cabeça ao saudoso Luís Eduardo Magalhães, quando
falei que "deputados do Centrão estavam sendo comprados como num
"shopping center". Quiseram capar-me, Meritíssimo.
@@@
• STF de're5a a F28U3C/2 do Es5ado Brasileiro
Estamos esclarecendo nosso empírico entendimento, sobre a decisão
corporativista, preconceituosa, extremamente vaidosa, que reconhece a, de forma
in'ons5i5u'ional, imoral, inde'orosa, a constitucionalidade do exame da OAB,
prG-reLuisi5o para que um Bacharel em Direito possa se re,is5rar como
Advogado na OAB.
Quando então, ressaltamos o seguinte trecho:
Somos obrigados a reconhecer que, em 26 de outubro de 2011, o Plenário do
Supremo Tribunal Federal, de forma inquestionável, irrefutável, inconstitucional e
ilegítima, sub*er5eu T1D1S os prin'ípios Cons5i5u'ionais7 8e,ais e -orais, ao
reconhecer que C2BE à Ordem dos Advogados do Brasil, a de'is+o de quem
esta, ou não, 2PT1 a e6er'er a atividade de advocacia.
Algo, que também nos obriga, pela falência do Sistema de Ensino Brasileiro, que
/3C1-PETE3TE em adequadamente formar Advogados, a 0EC13EECE0, por
analogia, que também é /3C1-PETE3TE para 0EB28/D20 Diplomas
conquistados no Exterior, quando então, também por pura lógica, 0EC13EECE0
que C2BE à Ordem dos Advogados do Brasil.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Dentro do acima colocado, somos obrigados a reconhecer, que o Supremo Tribunal
Federal, reconhece que C2BE à Ordem dos Advogados do Brasil, 1.T10F20
5i5ularidade de Dou5orado a TODOS os Bacharéis em Direito, que tenham sido
aprovados pelo "exame da OAB¨.
Embora me veja na obrigação de reconhecer o "C21S ;.0CD/C1¨, reflexo de
pueril "no5Rrio saber Murídi'o¨, me coloco em posição de 3Q1
0EC13EEC/-E3T1 de tão aviltante, abjeta, e ilegítima decisão, que pela
essência C10P102T/B/ST2 é, apenas e tão somente, 1ULA.
• /lus5ríssimo Sr# Dias To!!oli erra de Mul,amen5o
Estamos provocando o Ministro-Corregedor do Conselho Nacional de Justiça, bem
como, o próprio Dias Toffoli, a rever seu B1T1 quando de sua decisão sobre a
aplicação da Lei de Ficha Limpa N ne,a5i*a ao re,is5ro de candidatura ao
Governo do Distrito Federal.
Tal, parte da premissa, de que o citado VOTO estava centrado,
/3C100ET2-E3TE, na 1A demanda, portanto, sem LualLuer relaç+o dire5a com
a &A demanda, uma vez que, o TSE é a Suprema Corte Eleitoral Brasileira, onde
suas decisões são /00EC100CBE/S, exceto, quando 'on5rariam a Constituição
da República Federativa ou Direitos Dela decorrentes.
Quando então, ressaltamos o seguinte trecho:
Algo, que apenas, e tão somente, 'olo'a sob a 0esponsabilidade do STF a
a*aliaç+o 2urisdicional relati)a ao Res!eito aos Preceitos Fundaentais de
Nossa Constitui"ão =Direitos Constitucionais, In,raconstitucionais e deles
decorrentes>, !ortanto, n+o l)es G permi5ido qualquer reformulação de
decisão, se a mesma n+o 'on5rariar a =in5e,ridade e in5eire4a posi5i*a> do
direito Constitucional, ratificando, nosso entendimento de que n+o )(
EierarLuia Ad)inistratiIa e/ou Fun'ional, entre o STF ÷ Supremo Tribunal
Federal (Suprema Corte Constitucional), o TSE ÷ Tribunal Superior Eleitoral
(Suprema Corte Eleitoral), o TST ÷ Tribunal Superior do Trabalho (Suprema
Corte Trabalhista), o STM ÷ Superior Tribunal Militar (Suprema Corte Militar) , o
STJ ÷ Superior Tribunal de Justiça (Suprema Corte Jurídica) e do CNJ ÷
Conselho Nacional de Justiça (Órgão com Atribuição Constitucional de
Fiscalizar o Judiciário Brasileiro).
Razão pela qual, qualquer a*aliaç+o !ei5a pelo Supremo Tribunal Federal, terá
como base, o !a5o Murídi'o da De'is+o de uma das Supremas Cortes
Especializadas, ou do Conselho Nacional de Justiça, n+o l)e 'abendo
a*aliaç+o sobre o mGri5o do ;O DEC/D/D1.
• Suspiro de esperança Lue n+o passa de FG5ido Peido de desilus+o
Estamos reconhecndo que a o'upaç+o da *a,a do Supremo Tribunal Federal,
por Magistrado de Carreira, E- 32D2 mudou o C21S ;urídi'o, pelo contrário,
solidificou a crença de que tudo es normal.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Quando então, ressaltamos o seguinte trecho:
A participação do citado Magistrado de Carreira, que já deixou de ser tão
Respeitado, no Julgamento que determinou que a chamada "Ficha Limpa¨
somente valerá a partir de 2012, nos apresenta que a realidade da ocupação,
não passa de um !G5ido =peido> de desilus+o.
Afinal, um Magistrado de Carreira, que se preze, em hipótese alguma, se
pres5aria a par5i'ipar de julgamento, com 'riminosos (prevaricaram de forma
reincidente, e reiterada), uma vez que, sua par5i'ipaç+o, apenas e tão
somente, propicia "ares de le,alidade¨, "ares de Mus5iça¨, "ares de
moralidade¨, "ares de le,alidade¨ a indecorosa, indesejável, imoral e ilegal
'er5e4a de que "5udo 'omo dan5es no Luar5el de abran5es¨.
Vale ressaltar, que o mesmo, em função de nenhum voto do Plenário ter sido
alteração, em essência, exerceu o "B1T1 DE K.28/D2DE¨, algo que deveria
ter sido feito pelo Presidente do Supremo T0.C.8E3T1 Federal, e por isto,
assumiu o papel de "DGspo5a¨, que foi 0E;E/T2D1, através de Crime de
Pre*ari'aç+o, pelo Ìlustríssimo Antonio César Peluzo.
Portanto, em meu empírico entendimento, 'aberia ao Magistrado de Carreira,
declarar-se "S.SPE/T1¨, por questão de foro íntimo, uma vez que, de*eria 5er
re'on)e'ido que os julgamentos anteriores estavam *i'iados pelo C0/-E de
P0EB20/C2?Q1, como também, que o julgamento do qual aceitou participar,
estaria, como esta, *i'iado pelo /-PED/-E3T1 do Plenário, pois, T1D1S
s+o 'i5ados em denúncias feitas na Polí'ia Federal, e ao Pro'urador-Feral
da 0ep@bli'a.
• Pe5iç+o STF 23.82?Q1 da De'is+o .so de 2l,emas
Neste tópico temos que ressaltar que a Suprema Corte Constitucional Brasileira,
para reafirmar sua 5ru'ulên'ia, foi capaz de 23.820 um julgamento, em @l5ima
ins5<n'ia, onde o paciente foi condenado por crime de assassinato
T0/P82-E3TE K.28/F/C2D1, pelo simples, pueril, e pífio argumento de que o
mesmo usou al,emas durante todo o julgamento.
Uma pergunta não quer calar: At% #ue !onto u cor!o de ;urados pode ser
in!luen'iado !elo ,ato de r%u !ortar algeas, !ara !oder conden*-lo !or crie
contra a )ida T0/P82-E3TE K.28/F/C2D1 C
Outra pergunda não que calar: E sã consci/ncia, !ode e.istir legitiidade,
legalidade, ra$oa(ilidade na, !ura e si!les, 23.82?Q1 , e 0ltia inst:ncia, de
ua C13DE32?Q1 de crie de assassinato T0/P82-E3TE K.28/F/C2D1
!elo uso de al,emas C
Quando então, ressaltamos o seguinte trecho:
A "tese Iencedora", segundo Resposta, a manifestação minha,
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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recebida da Central do Cidadão do STF (ANEXO Ì) nos apresenta: "Ainda
nos termos do voto do Relator, restou assentado que o julgamento pelo Júri
é procedido por !essoas leigas, que tiram as mais variadas ilações do
quadro verificado, ra zão pela qual a !er)anFncia do rJ alge)ado
indicaria cidar-se de cri)inoso da )ais alta !ericlosidade,
desequilibrando o julgamento a acorrer e sgestionando os jurados. Dessa
forma, o uso de algemas, sem que se tenha apontado um único dado
concreto relativo ao perfil do acusado, que estivesse a ditar seu uso em prol
da segurança, eIidencio !reKCLo ao rJ.", efetiIa)ente, esta calcada
num !resn?oso Mac$is)oM, que infelizMENTE degrada o "Cor!o de
4rados" ao lhes i)!tar, de forma CA3AL, I1CAPACI5A52, por serem
pessoas leigas, 52 AVALIA# 2 4ULDA#, nica)ente, com base nos
<ATO8 e 52POI"21TO8 arrolados, quando então, !ress!Ne de for)a
acintosa, que poderá ser dada mais I"PO#T=1CIA e #2L2V=1CIA ao
simples so de alge)as pelo Réu, de tal sorte, que, efetivamente, serão, e
estarão, 8UD28TIO1A5O8, quanto ao próprio V2#25ICTO do
4ULDA"21TO.
Quando então, me é factível, afir)ar, que a 5ecisBo, ora em
questão, J 3.82, uma vez que, a,ride de !orma -10T28 a
CONSTÌTUÌÇÃO DA REPÚBLÌCA FEDERATÌVA DO BRASÌL DE 1988;
CAPÍTULO ÌÌÌ - DO PODER JUDÌCÌÁRÌO; Seção Ì - DÌSPOSÌÇÕES
GERAÌS; Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal
Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes
princípios: ÌX todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão
públicos, e !undamen5adas 5odas as de'is:es7 sob pena de nulidade,
podendo a lei limitar a presença, em determinados atos, às próprias partes e
a seus advogados, ou somente a estes, em casos nos quais a preservação
do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse
público à informação;
Aproveito para apresentar a Charge Cotidiano - 8e) !reconceitos,
que esta disponível na página WEB,
http://charges.uol.com.br/2008/08/21/cotidiano-sempreconceito/
, que tão bem captou o senti)ento coletiIo do POVO 3rasileiro em
relação à questão, que de forma concreta, e paupável, esta longe% )ito
longe% )as% )ito longe da presunção citada, uma vez que, qualquer
"Corpo de Jurados" é composto por integrantes deste POVO, do qual,
TENHO ORGULHO DE PERTENCER.
--------- ------- --------
Aqui chamo a atenção para o ProMe5o de 8ei 9&0%P&001 (Tribunal do Júri),
constante da página WEB
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/06/09/lula_sanciona_mudancas_q
ue_podem_agilizar_processos_na_justica_1348826.html , M( san'ionado,
que de certa forma, reconhece a C1-PETU3C/2, a C1E0U3C/2, a
;.ST/?2 na F2CTCBE8 2B28/2?Q1 do Corpo de ;urados, uma vez que,
provocou a seguinte alteração:
2n5es" O julgamento pode ser adiado por vários motivos, como ausência do
réu; Atualmente, há três audiências que antecedem o julgamento:
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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interrogatório, depoimentos da defesa e acusação; As partes ou qualquer
dos jurados podem pedir a leitura de todo o processo durante o julgamento;
Os jurados devem ser maiores de 21 anos; Duando a condena"ão ,or de
!risão !or te!o igual ou su!erior a EF anos, a de!esa 5em direi5o7
pra5i'amen5e au5om(5i'o, a !edir no*o M@ri.
2,ora" O julgamento passa a ser adiado somente em casos excepcionais
(doenças comprovadas, por exemplo); Passa a haver apenas uma
audiência; O pedido para leitura de todo o processo poderá ser fito em
poucos casos, como quando as provas forem colhidas por carta emitida ao
júri; Os jurados devem ser maiores de 18 anos; Um no*o Mul,amen5o sR
poder( o'orrer se o !ró!rio ;ui$ admi5ir !al)a.
Portanto, não encontramos no, ora, evoluído, #ual#uer res#u'cio que
efetivamente d/ sustenta"ão, a premissa de que os Jurados, por serem
leigos, s+o in'apa4es de 2*aliar e ;ul,ar, utilizando-se unicaente dos
Fatos e Depoimentos arrolados no Julgamento.
• 2*aliaç:es da 8ei da =Fi')a 8impa>
Quando então, ressaltamos o seguinte trecho:
1. Na primeira avaliação o Plenário do Supremo Tribunal Federal, cometeu Crime
de Pre*ari'aç+o, por sentimento, uma vez que, permitiu que o Presidente do
Supremo Tribunal Federal, SE 0EC.S2SSE a exercer o B1T1 DE
K.28/D2DE, por se considerar, entre outras coisas, um "DJSP1S2¨ caso o
fizesse.
Por esta razão, o "/-P2SSE ;.0/SD/C/1328 C13ST/T.C/1328¨,
relacionado a avaliação da qualidade da decisão da 1ª demanda efetuada pela
Suprema Corte Eleitoral Brasileira, foi RESOLVÌDO, pela, pura e simples,
AUSÊNCÌA de Decisão relacionada à 2ª demanda.
Algo, que confirmou a le,í5ima aplicação da Lei da "Ficha Limpa¨ no pleito de
2010.
Logo, pergunta não que calar: Pode ser a'ei5(*el Lue uma demanda
Cons5i5u'ional seMa =de'idida> a5ra*Gs do puro /-P2SSE X
Outra pergunta não quer calar: .m Cole,iado 'om a a5ribuiç+o de de'idir
demandas Cons5i5u'ionais7 es5a Luali!i'ado para 5al7 Luando7 apenas e 5+o
somen5e7 se 1-/TE7 a5ra*Gs da a'ei5aç+o7 e da permanên'ia do puro
/-P2SSE7 'om a re'usa em ser pro!erido o B1T1 DE K.28/D2DE X
2. Na segunda avaliação o Plenário do Supremo Tribunal Federal, cometeu
"ERRO de JULGAMENTO¨, uma vez que, O VOTO do Ìlustríssimo Dias Toffoli,
em !unç+o da ren@n'ia N 'andida5ura pelo Soli'i5an5e da 1A Demanda,
propYs a e65inç+o do pro'esso, o que sendo aceito, n+o permi5iu LualLuer
'on'lus+o sobre o, efetivamente, demandado.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Em 29 de setembro de 2010, o Ìlustríssimo proferiu seu VOTO no RE 630147 ÷
Recurso Extraordinário, como Ministro do Supremo Tribunal Federal,
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=162833 ,
onde, de !orma dis5or'ida, centrou seu voto no !a5o Murídi'o ini'ialmen5e
demandado, o qual devo ressaltar, M( de*idamen5e Mul,ado pela Suprema
Corte Eleitoral Brasileira, que é, o TSE - Tribunal Superior Eleitoral.
Pergunta não quer calar: 25G Lue pon5o um Cole,iado Lue a'ei5a uma
demanda propos5a7 es5a preparado para e6er'er as !unç:es ins5i5u'ionais
a Lue es5+o in*es5idos7 uma *e4 Lue7 e65in,ue o pro'esso M( ini'iado7 Lue
a*alia a le,i5imidade7 a le,alidade 'ons5i5u'ional7 da de'is+o pro!erida
pela Suprema Cor5e Elei5oral7 Luando da a*aliaç+o da 1A demanda7 pela
simplRria ren@n'ia de al,o a5G en5+o7 n+o e6is5ia X
3. Na terceira avaliação, em função da presença de um 31B1 Ministro, podemos
verificar a "eliminaç+o do /-P2SSE ;.0CD/C1¨ ocorrido quando da 1ª
avaliação, contudo, sem qualquer novo "!a5o Murídi'o¨, explicação plausível
para a manutenção de T1D1S os B1T1S dados na 1ª avaliação, percebemos
que o B1T1 DE K.28/D2DE, em essência, é pro!erido pelo mais NOVO
Ìntegrante do Colegiado.
Portanto, em pleno 2B.S1 DE P1DE0, a Suprema Corte Constitucional,
/8EF/T/-2-E3TE, /8EF28-E3TE, /-1028-E3TE, /3DEC101S2-E3TE,
transferiu aos seu mais novo Membro a atribuição, exclusiva do Presidente do
Supremo Tribunal, em essência, o B1T1 DE K.28/D2DE, que contrariando o
anteriormente decidico, não permite que a Lei de "Fi')a 8impa¨ seja utilizada
no pleito de 2010, provocando reformulações de tudo que já havia sido feito até
então.
Pergunta não quer calar: 25G Lue pon5o um Cole,iado ;urisdi'ional7 em
!la,ran5e Desrespei5o ao 8e,al es5abele'ido7 sem LualLuer
!undamen5aç+o su!i'ien5e7 es5a7 e!e5i*amen5e7 preparado para a5uar em
bene!í'io da So'iedade Brasileira X
4. Na última avaliação, sem qualquer "fato jurídico¨ concreto, a Suprema Corte
Federal, voltou atrás, e reconhece que a Lei da "Ficha Limpa¨ deve ser aplicada
no pleito de 2012.
Uma pergunta não quer calar: 2pRs 5an5as mudanças de posiç+o7 elm
relaç+o a uma mesma demanda7 onde G possí*el *islumbrar a ne'ess(ria
=Se,urança ;urídi'a> X
Outra pergunta não que calar: .m Cole,iado Lue se *ale de 5an5os
aberraç:es Muridi'ionais7 in'luso 'rime de pre*ari'aç+o7 'rime de abuso
de poder7 omiss+o Murídi'a7 pode ser 'ondiderado =2PT1> para a5uar nas
a5i*idades ins5i5u'ionais Lue es5+o in*es5idos X
Para muitos como Eu, NADA explicou, explica, ou mesmo, explicará, a
ÌRRACÌONALÌDADE, a ÌRAZOABÌLÌDADE, da Lei da "Ficha Limpa¨ não ter sido
utilizada no pleito de 2010, mas devendo ser utilizada no pleito de 2012 !
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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3. Quando o Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal, responde que
o possível impedimento de José Antonio Dias To,,oli, dependerá, única e
exclusivamente, da posição pessoal, uma questão de forum íntimo, verifica-se,
mais uma vez, um flagrante DESP0EP201, uma vez que, o n+o impedimen5o,
deverá, ou deveria, ser apreciado e votado pelo Supremo Tribunal Federal, uma
vez que, em preocupação com a garantia da "impar'ialidade do ;ui4¨, é DEBE0
declarar-se /mpedido ou Suspei5o.
Uma pergunta não quer calar: .m ;ui4 /mpedido ou Suspei5o pode par5i'ipar7
normalmen5e7 das audiên'ias7 dos 5rabal)os rela'ionado ao pro'esso X
Diferença entre Impedimento e Suspeição
http://www.boletimjuridico.com.br/fiquepordentro/materia.asp?conteudo=179
#com $ri%os& em 'ermelho& meus(
)mpedimento e suspei*+o
Entenda a diferença entre os institutos
As causas de impedimento e suspeição estão previstas nos artigos
134 a 138, do Código de Processo Civil (CPC) e dizem respeito
imparcialidade do juiz no e!erc"cio de sua #unção$ % dever do juiz
declarar-se impedido ou suspeito, podendo alegar motivos de #oro "ntimo$
& impedimento tem caráter objetivo, en'uanto 'ue a suspeição
tem relação com o subjetivismo do juiz$ A imparcialidade do (uiz ) um
dos pressupostos processuais su*(etivos do processo$
+o impedimento há presunção absoluta ((uris et de (ure) de
parcialidade do (uiz em determinado processo por ele analisado,
en'uanto na suspeição ,- apenas presunção relativa ((uris tantum)$
& CPC disp.e, por e!emplo, 'ue o magistrado est- proibido de
exercer suas funções em processos de que for parte ou neles tenha
atuado como advogado$ & (uiz ser- considerado suspeito por sua
parcialidade 'uando #or amigo "ntimo ou inimigo capital de 'ual'uer das
partes, rece*er presente antes ou depois de iniciado o processo,
aconsel,ar alguma das partes so*re a causa, entre outros$

Con#ira o te!to parcial, por mim reduzido, de dispositivos do CPC
'ue disp.em so*re impedimento e suspeição/
Art$ 134$ % defeso ao juiz e!ercer as suas #unç.es no processo
contencioso ou volunt-rio/ 0 1 de 'ue #or parte2
Art$ 133$ Aplicam-se os motivos de impedimento e suspeição aos juízes
de todos os tri*unais$ & (uiz 'ue violar o dever de a*stenção, ou não se
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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declarar suspeito, poderá ser recusado por 'ual'uer das partes (art$
344)$
Art$ 315$ A parte oferecerá a exceção de impedimento ou de suspeição,
especi#icando o motivo da recusa (arts$ 134 e 136)$ A petição, dirigida ao
(uiz da causa, poder- ser instru"da com documentos em 'ue o e!cipiente
#undar a alegação e conter- o rol de testemun,as$
Art$ 313$ 7espac,ando a petição, o (uiz, se reconhecer o impedimento
ou a suspeição, ordenar- a remessa dos autos ao seu su*stituto legal2
em caso contr-rio, dentro de 14 (dez) dias, dará as suas razões,
acompan,adas de documentos e de rol de testemun,as, se ,ouver,
ordenando a remessa dos autos ao tri*unal$
Art$ 314$ 8eri#icando 'ue a e!ceção não tem #undamento legal, o tri*unal
determinar- o seu ar'uivamento2 no caso contr-rio condenará o juiz nas
custas, mandando remeter os autos ao seu substituto legal$
4. Tendo em vista que o "-ensalin)o do PSDB¨, ocorrido no Estado de Minas
Gerais, do qual foi divulgado, em algum momento, a informação de que eduardo
azeredo foi o maior "sa'ador¨ do "*aleriodu5o¨, esquema utilizado também no
"-ensal+o¨, uma pergunta não quer caçar: Por Lue ser( Lue os dois pro'essos
n+o es5+o sendo Mul,ados em um mesmo pro'esso X
Tendo em vista as semel)anças en5re os pro'essos, pergunta não quer calar:
3+o seria possí*el7 e ne'ess(rios7 Lue o =mensalin)o> 5i*esse sido
=apensado> ao =-ensal+o> X
5. Quando o Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal, responde que
a participação de Cezar Pelluzo depende só dele, verifica-se, mais uma vez, um
flagrante DESPREPARO, uma vez que, pelo andamento dos trabalhos, os ritos
processuais deverão sofrer alterações, caso contrário, quando do presumível voto,
o Ìlustríssimo Ministro já deverá estar APOSENTADO.
Afinal, o Jurista, e Ministro do Supremo Tribunal Federal, já sinalizou, por exemplo,
que na história do Supremo Tribunal Federal, nunca existiu Voto antes do Voto do
Relator, em presumí*el ')amada de a5enç+o, para os possí*eis
desdobramen5os ne!as5os, ao se agir em "C2S.CS-1¨ processual, de forma, a
garantir, por exemplo, a participação de Cezar Peluso.
Afinal, estamos em contexto de S.P0ESSQ1 DE /3STV3C/2S, que sem ou5ra
LualLuer manipulaç+o, já coloca em situação refutável, questionável, o princípio
da 2-P82 DEFES2.
6. Quando a Suprema Cor5e /5aliana, consultada sobre privilégios, a serem
usufruídos pelo então Primeiro_Ministro Ìtaliano, e um dos Homens mais ricos da
Ìtália, se manifesta sobre a /3EW/STU3C/2, em função de que na Ìtália T1D1S
SQ1 /F.2/S PE023TE 2 8E/.
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Uma pergunta não quer calar: Dual % a di,er/ncia se:ntica, inclusa a
;urisdicional, entre T1D1S SQ1 /F.2/S PE023TE 2 8E/, de tal ,ora, dar
sustenta"ão a ua possí*el le,i5imidade no 3,oro es!ecial4 coo o !rocesso do
2ç+o Penal 970 C
7. Quando o Procurador-Geral da República, em sua dnÚncia, afirma que as provas
testemunhais tem "forte peso¨ pela dificuldade de entrelaçamento, e
momento/situação, que o "esquema¨ permitiu serem possíveis. ]
Uma pergunta não que calar: Kuando o Tribunal 5er( 'ondiç:es de ou*í-las7
uma *e4 Lue7 em meu en5endimen5o empíri'o7 LualLuer 5es5emun)o somen5e
5em *alor Muris'di'ional se e!e5uado em ;uí4o7 is5o G7 em em !ren5e a
2u5oridade /ns5i5u'ional represen5a5i*a do Es5ado-;ui4 X
8. Quando o Procurador-Geral da República, em sua denúncia, qualifica o esquema
em julgamento algo como "o mais ,ra*e7 e des'arado7 'aso de 'orrupç+o M(
!la,rado¨ a notícia "2rruda G 'ondenado por *iolaç+o do painel do Senado¨, de
forma clara, coloca uma pergunta que não quer calar:
Uma pergunta não quer calar: Algue, e s+ consci/ncia, e per!ei5as condi"9es
entais, G 'apa4 de acreditar #ue o Painel Eletr<nico do Senado ,oi 3*iolado4,
a!enas e tão soente, !ara se iden5i!i'ar os *o5os dados !or cada Senador,
#uando da )ota"ão da 'assaç+o do e.-Senador 8ui$ Este)ão C
Esta notícia me permite reapresentar o documento, acima citado, "DUPLO Xeque
Mate - Aula ao Plenário do STF", onde estamos contestando as manipulações
espúrias feitas durante as avaliações da chamada Lei de "Ficha LÌMPA¨.
Formalizando, junto ao Conselho Nacional de Justiça, Pedido de Providências para
que envida TODOS os esforços na Responsabilizações Administrativas, e
encaminhar ao Procurador-Geral da República os documentos, e informações,
necessárias para as Responsabilizações Criminais que se fizerem necessárias.
Como também, garantir através das razoabilidades apresentadas, a
Decisão/Conclusão efetuada na Quarta-feira, 27 de outubro de 2010, uma vez que,
a essência do VOTO DE QUALÌDADE, somente pode ser atribuída ao Presidente
do Supremo Tribunal Federal, bem como, que qualquer reavaliação da questão,
somente poderá ter a participação dos Membros não citados nas denúncias de
Crime de Prevaricação efetuadas formalmente ao Plenário do Conselho Nacional
de Justiça e à Superintendência no Rio de Janeiro da Polícia Federal.
Portanto a decisão/conclusão de que "prevalecerá o ato impugnado¨ pela Suprema
Corte Eleitoral Brasileira, Tribunal Superior Eleitoral, de que a Lei de "Ficha LÌMPA¨
vale para a eleição de 2010 deverá ser mantida.
Onde coloco...
Algo que nos faz lembrar de Arnaldo Jabor, em "
CARTA A UM MERÌTÍSSÌMO JUÌZ
¨,que tentando explicar um seu comentário proferido em 24 de abril de 2007, nos
lembra
@@@
Em
1996
, pediram minha cabeça ao saudoso Luís Eduardo Magalhães, quando faleique
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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"deputados do Centrão estavam
sendo comprados
como num "shopping center".Quiseram capar-me, Meritíssimo.@@@
Abraços,
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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0eprimendas
N
-embros
do
Supremo
Tribunal
Federal
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Plinio "arcos "oreira da #oc$a O!linio)arcos)rPg)ail.co)Q
Central do CidadBo
naoRres!ondaPstf.Ks.br OnaoRres!ondaPstf.Ks.brQ , de abril de 0-.- .>&*-
Para: pliniomarcosmr@gmail.com

Protocolo de nº >>0.>
Ao Senhor
PLÌNÌO MARCOS MOREÌRA DA ROCHA


Prezado (a) Senhor (a),
Ìnformamos à V. Sª. que a sua mensagem foi encaminhada aos Gabinetes de Suas Excelências os Senhores
Ministros desta Corte.
A Central do Cidadão agradece o seu contato, em nome do Excelentíssimo Senhor Ministro Gilmar Mendes,
Presidente do Supremo Tribunal Federal. Atenciosamente,

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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8!re)o Tribnal <ederal
Central do CidadBo
Edi,'cio Sede - Sala GFH - &ras'lia =DF> - IFJIK-HFF
---------------------------------------------------

Nome: PLÌNÌO MARCOS MOREÌRA DA ROCHA
Recebido em: 9 de Abril de 2010
Muito embora o documento abaixo tenha sido postado para o Destinatário Plenário do Supremo tribunal Federal,
solicito que a mensagem abaixo seja transmitida a Todos os Membros do Plenário do Supremo Tribunal Federal
para REFLEXÃO.
Prezados,
Apresento o documento Reprimendas à Membros do STF,
http://www.scribd.com/doc/2,6-6222/.eprimendas-a-/embros-do-012 , onde estamos através deste
documento formalmente provocando o Excelentíssimo Ministro Corregedor do Conselho Nacional de Justiça a
Ahir, em função da Repreensão, feita por mim, a Memb ros do Supremo Tribunal Federal em defesa do
Excelentíssimo Juiz Singular, TOGADO, Sr. Fausto de Sanctis.
Abraços,
Plínio Marcos
Este é um e-mail automático. Por favor, não responda.
Para entrar em contato, utilize o Formulário Eletrônico do serviço "Central do Cidadão" situado no endereço
http://www.st%.3us.br/portal/central!idadao/mensa$em.asp
Este é um serviço meramente informativo, não tendo, portanto, cunho oficial.
Este documento foi postado na Empresa de Correios e Telégrafos nesta
data, 08 de abril de 2010, para ser entregues ao Ministro-Corregedor do
Conselho Nacional de Justiça e ao Plenário do Supremo Tribunal Federal,
com aviso de recebimento, contudo, o documento recebido da ECT não nos
permite dizer com certeza os respectivos códigos.
AIaliar e for)aliLar as #e!ri)endas necessSrias
Conselho Nacional de Justiça
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Supremo Tribunal Federal - Anexo Ì
Praça dos Três Poderes
70175-900 - Brasília ÷ DF


Ao Excelentíssimo Ministro-Corregedor do Conselho Nacional de Justiça

Com Base na CONSTÌTUÌÇÃO DA REPÚBLÌCA FEDERATÌVA DO BRASÌL DE
1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I ÷ DOS DÌREÌTOS
E DEVERES ÌNDÌVÌDUAÌS E COLETÌVOS% Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem
distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à
segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber
dos TrgBos públicos infor)a?Nes de seu interesse particular, ou de interesse coletiIo
o geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade,
ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do
Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas:
a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra
ilegalidade ou abso de !oder.

!om "ase na !4501)16)784 DA .EP9":)!A 2EDE.A1);A D4 ".A0): DE 1,88&
TÍTULO IV - Da 4r$ani<a*+o dos Poderes& CAPÍTULO III - D4 P4DE. =6D)!)>.)4, Seção
II - D4 06P.E/4 1.)"65A: 2EDE.A:? Art. .-0. Compete ao Supremo Tribunal
Federal, precipuamente, a garda da Constiti?Bo, cabendo-lhe: Ì - processar e julgar,
originariamente: r) as ações contra o Conselho Nacional de Justiça e contra o Conselho
Nacional do Ministério Público;
Acreditamos que nas Decisões do Supremo Tribunal Federal, em que seja possível
a identificação de algum vício, falta de fundamentação, ou mesmo, fundamentação
inadequada, esta Decisão deverá ser reavaliada pelo próprio STF, onde devemos
ressaltar, #ue a!enas o STF te o condão de AN78AR, ou A8TERAR, ua sua Decisão
Anterior. Portanto, não existe nenhum problema, na avaliação pelo CNJ de reclamação
"em defesa de Direito", "contra ilegalidades", ou "abuso de poder" cometidos por
Membros, individualmente ou coletivamente, do STF, uma vez que, esta reclamação,
tendo razoabilidade, será formalmente apresentada ao STF para reavaliação da Decisão,
com as reformulações daquelas, que efetivamente, forem prementes e necessárias.
Quando então, chamo sua atenção para o Documento Ratificacao de to Ao CNJ,
http://www.scribd.com/doc/8@18,-,/.ati%icacao-de-to-Ao-!5= , Ae relaciona alg)as
sita?Nes% Ae s!o)os% !ela asFncia de res!osta% sere) concretas.

O Art. .->-3 e) se E *º - em função do controle da ata?Bo ad)inistratiIa e
financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres fncionais dos KCLes,
cabendo-lhe, além de otras atribi?Nes que lhe forem conferidas !elo 2statto da
"agistratra;
Acreditamos que o STF G par5e in5e,ran5e do Poder ;udi'i(rio, bem como, que
os E6'elen5íssimos -inis5ros s+o 5ambGm ;uí4es, portanto, possuidores deveres
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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funcionais, entre os quais a subordinaç+o N Cons5i5uiç+o Federal e ao Es5a5u5o da
-a,is5ra5ura.

O Art. .->-3U E *º e) se I - em função de Lelar pela autonomia do Poder
Judiciário e pelo c)!ri)ento do 2statto da "agistratra, podendo e@!edir atos
regulamentares, no âmbito de sua competência, ou reco)endar providências;
Acreditamos que os integrantes do STF, por serem Juízes, bem como, o próprio
STF, por ser integrante do Poder Judiciário, es5+o inseridos7 na5uralmen5e7 no
'on5e65o.

O Art. .->-3U E *º e) se II - Lelar pela obserIVncia do art. >/ (A administração
pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade% i)!essoalidade%
)oralidade% !blicidade e eficiFncia e, também, ao seginte:) e apreciar, de ofício ou
mediante provocação, a legalidade dos atos ad)inistratiIos praticados por )e)bros
o TrgBos do Poder 4diciSrio, podendo desconstitC-los, reIF-los ou fi@ar !raLo
para que se adotem as providências necessárias ao e@ato c)!ri)ento da lei, sem
prejuízo da competência do Tribunal de Contas da União;
Acreditamos que os Excelentíssimos Ministros integrantes do STF, por serem
Juízes, bem como, o próprio STF , por ser um Órgão do Poder judiciário, estão inseridos,
naturalmente, no contexto, quando então7 ressal5o7 Lue em meu en5endimen5o7 uma
sen5ença G 5ambem um a5o adminis5ra5i*o7 'ons5an5e dos de*eres !un'ionais dos
Muí4es.

O Art. .->-3U E *º e) se III - receber e conhecer das recla)a?Nes contra
)e)bros ou TrgBos do Poder 4diciSrio, inclusive contra seus serviços auxiliares,
serventias e órgãos prestadores de serviços notariais e de registro que atuem por
delegação do poder público ou oficializados, sem prejuízo da competência disciplinar e
correicional dos tribunais, podendo avocar processos disciplinares em curso e determinar
a remoção, a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos
proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas, assegurada
ampla defesa;
Acreditamos que o STF é um Órgão do Poder judiciário e que o Art. 5º Todos são
iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e
aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à
igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito
a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse
coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade,
ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do
Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas:
a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade
ou abuso de poder; nos asse,ura a premen5e7 e ne'ess(ria7 a*aliaç+o7 pelo C3;7 de
re'lamaç:es 'on5ra os in5e,ran5es7 ou mesmo7 o prRprio STF.

O Art. .->-3U E *º e) se IV - re!resentar ao Ministério Público, no caso de
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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cri)e contra a administração pública ou de abso de atoridade;
Acreditamos que uma sentença não fundamentada, com fundamentação
inadequada, ou mesmo, com algum vício, alem de agredir a própria Constituição, tambem
agride o Estatuto da Magistratura, configurando, de forma concreta, um abuso de
autoridade, al,o Lue pode o'orrer a5G mesmo no Supremo Tribunal Federal, que
ressalto ser um dos Ìntegrantes do Poder judiciário;

Com Base na ADÌ >>+/ / DF - DÌSTRÌTO FEDERAL 3367 / DF - DÌSTRÌTO
FEDERAL - A9:O 5I#2TA 52 I1CO18TITUCIO1ALI5A52
Relator(a): Min. CEZAR PELUSO Julgamento: 13/04/2005
Órgão Julgador: Tribunal Pleno
Ementa
EMENTAS: 1.
AÇÃO. Condição. Ìnteresse processual, ou de agir. Caracterização. Ação direta de
inconstitucionalidade. Propositura antes da publicação oficial da Emenda Constitucional nº
45/2004. Publicação superveniente, antes do julgamento da causa. Suficiência. Carência
da ação não configurada. Preliminar repelida. Ìnteligência do art. 267, VÌ, do CPC.
Devendo as condições da ação coexistir à data da sentença, considera-se presente o
interesse processual, ou de agir, em ação direta de inconstitucionalidade de Emenda
Constitucional que só foi publicada, oficialmente, no curso do processo, mas antes da
sentença. 2. ÌNCONSTÌTUCÌONALÌDADE. Ação direta. Emenda Constitucional nº
45/2004. Poder Judiciário. Conselho Nacional de Justiça. Ìnstituição e disciplina. Natureza
meramente administrativa. Órgão interno de controle administrativo, financeiro e
disciplinar da magistratura. Constitucionalidade reconhecida. Separação e independência
dos Poderes. História, significado e alcance concreto do princípio. Ofensa a cláusula
constitucional imutável (cláusula pétrea). Ìnexistência. Subsistência do núcleo político do
princípio, mediante preservação da função jurisdicional, típica do Judiciário, e das
condições materiais do seu exercício imparcial e independente. Precedentes e súmula
649. Ìnaplicabilidade ao caso. Ìnterpretação dos arts. 2º e 60, § 4º, ÌÌÌ, da CF. Ação julgada
improcedente. Votos vencidos. São constitucionais as normas que, introduzidas pela
Emenda Constitucional nº 45, de 8 de dezembro de 2004, instituem e disciplinam o
Conselho Nacional de Justiça, como órgão administrativo do Poder Judiciário nacional. 3.
PODER JUDÌCÌÁRÌO. Caráter nacional. Regime orgânico unitário. Controle administrativo,
financeiro e disciplinar. Órgão interno ou externo. Conselho de Justiça. Criação por
Estado membro. Ìnadmissibilidade. Falta de competência constitucional. Os Estados
membros carecem de competência constitucional para instituir, como órgão interno ou
externo do Judiciário, conselho destinado ao controle da atividade administrativa,
financeira ou disciplinar da respectiva Justiça. *. PO52# 4U5ICI6#IO. Consel$o
1acional de 4sti?a. WrgBo de natreLa e@clsiIa)ente ad)inistratiIa. Atribi?Nes
de controle da atiIidade ad)inistratiIa% financeira e disci!linar da )agistratra.
Co)!etFncia relatiIa a!enas aos TrgBos e KCLes sitados% $ierarAica)ente%
abai@o do 8!re)o Tribnal <ederal. Pree)inFncia deste% co)o TrgBo )S@i)o do
Poder 4diciSrio% sobre o Consel$o% cKos atos e decisNes estBo sKeitos a se
controle Krisdicional. InteligFncia dos art. .-0% ca!t% inc. I% letra MrM% e E *º% da C<. O
Consel$o 1acional de 4sti?a nBo te) nen$)a co)!etFncia sobre o 8!re)o
Tribnal <ederal e ses )inistros% sendo esse o TrgBo )S@i)o do Poder 4diciSrio
nacional% a Ae aAele estS sKeito. 5. PODER JUDÌCÌÁRÌO. Conselho Nacional de
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Justiça. Competência. Magistratura. Magistrado vitalício. Cargo. Perda mediante decisão
administrativa. Previsão em texto aprovado pela Câmara dos Deputados e constante do
Projeto que resultou na Emenda Constitucional nº 45/2004. Supressão pelo Senado
Federal. Reapreciação pela Câmara. Desnecessidade. Subsistência do sentido normativo
do texto residual aprovado e promulgado (art. 103-B, § 4º, ÌÌÌ). Expressão que, ademais,
ofenderia o disposto no art. 95, Ì, parte final, da CF. Ofensa ao art. 60, § 2º, da CF. Não
ocorrência. Argüição repelida. Precedentes. Não precisa ser reapreciada pela Câmara dos
Deputados expressão suprimida pelo Senado Federal em texto de projeto que, na
redação remanescente, aprovada de ambas as Casas do Congresso, não perdeu sentido
normativo. 6. PODER JUDÌCÌÁRÌO. Conselho Nacional de Justiça. Membro. Advogados e
cidadãos. Exercício do mandato. Atividades incompatíveis com tal exercício. Proibição
não constante das normas da Emenda Constitucional nº 45/2004. Pendência de projeto
tendente a torná-la expressa, mediante acréscimo de § 8º ao art. 103-B da CF.
Ìrrelevância. Ofensa ao princípio da isonomia. Não ocorrência. Ìmpedimentos já previstos
à conjugação dos arts. 95, § único, e 127, § 5º, ÌÌ, da CF. Ação direta de
inconstitucionalidade. Pedido aditado. Ìmprocedência. Nenhum dos advogados ou
cidadãos membros do Conselho Nacional de Justiça pode, durante o exercício do
mandato, exercer atividades incompatíveis com essa condição, tais como exercer outro
cargo ou função, salvo uma de magistério, dedicar-se a atividade político-partidária e
exercer a advocacia no território nacional.
5ecisBo
O Tribunal, por unanimidade, afastou o vício formal de inconstitucionalidade da Emenda
Constitucional nº 45/2004, como também não conheceu da ação quanto ao § 8º do artigo
125. No mérito, o Tribunal, por maioria, julgou totalmente improcedente a ação, vencidos
o Senhor Ministro Marco Aurélio, que a julgava integralmente procedente; a Senhora
Ministra Ellen Gracie e o Senhor Ministro Carlos Velloso, que julgavam parcialmente
procedente a ação para declarar a inconstitucionalidade dos incisos X, XÌ, XÌÌ e XÌÌÌ do
artigo 103-B, acrescentado pela emenda constitucional; e o Ministro Sepúlveda Pertence,
que a julgava procedente, em menor extensão, dando pela inconstitucionalidade somente
do inciso XÌÌÌ do caput do artigo 103-B.
Votou o Presidente, Ministro Nelson Jobim. Falaram, pela requerente, o Dr. Alberto Pavie
Ribeiro, pela Advocacia-Geral da União, o Dr. Álvaro Augusto Ribeiro Costa e, pelo
Ministério Público Federal, o Dr. Cláudio Lemos Fonteles, Procurador-Geral da República.
Plenário, 13.04.2005.
Concordamos com o colocado no item 4, da ementa acima listada, que nos apresenta
O Conselho Nacional de 2usti"a n+o 5em nen)uma 'ompe5ên'ia so(re o Su!reo
Tri(unal Federal e seus inistros, sendo esse o órgão máximo do Poder Judiciário
nacional, a que aquele está sujeito, porem, AC#25ITA"O8 Lue em e6is5indo al,uma
de'is+o n+o !undamen5ada7 'om !undamen5aç+o inadeLuada7 ou mesmo7 al,um
*í'io, CA32 ao Consel$o 1acional de 4sti?a% a!resentar ao 8!re)o Tribnal
<ederal, com a própria razoabilidade, a questão, de tal forma, ser premente, e
necessária, a rea*aliaç+o da De'is+o 2n5erior, uma vez que, a!enas o 8!re)o
Tribnal <ederal te) o condBo de A1ULA#% o ALT2#A#% )a sa 5ecisBo
Anterior, como ja foi colocado pelo então, Excelentíssimo Presidente do STF e atual
Ministro da Defesa. Por5an5o7 rea!irmo7 Lue a a*aliaç+o7 pelo C3;7 de De'is:es do
STF7 rela5i*as 'on5role da a5uaç+o adminis5ra5i*a e !inan'eira do Poder ;udi'i(rio e
do 'umprimen5o dos de*eres !un'ionais dos Muí4es7 'abendo-l)e7 alGm de ou5ras
a5ribuiç:es Lue l)e !orem 'on!eridas pelo Es5a5u5o da -a,is5ra5ura7 em )ipR5ese
al,uma pode7 e de*e7 ser re'on)e'idas 'omo subordinaç+o do STF ao C3;7 pelo
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'on5r(rio7 as mesmas ne'essariamen5e podem7 e de*em7 ser re'on)e'idas 'omo
subordinaç+o do STF N Cons5i5uiç+o da 0ep@bli'a Federa5i*a do Brasil de 1ZZ7 e
ao Es5a5u5o da -a,is5ra5ura7 onde suas premissas base s+o Cons5i5u'ionais7 da
Lual ressal5o o Art. ,>. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal,
disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios: IX 5odos
os Mul,amen5os dos Rr,+os do Poder ;udi'i(rio serão públicos, e !undamen5adas
5odas as de'is:es, sob pena de nulidade7 podendo a lei limitar a presença, em
determinados atos, às próprias partes e a seus advogados, ou somente a estes, em casos
nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o
interesse público à informação; Gando entBo% )ais )a IeL% c$a)o sa aten?Bo !ara
o 5oc)ento 0a5i!i'a'ao de 5o 2o C3;,
http://www.scribd.com/doc/8518939/Ratificacao-de-to-Ao-CNJ , que relaciona alg)as
sita?Nes, que supomos, pela ausência de resposta, serem concretas.
@enho, ui res!eitosaente, ,oralente, P01B1C20, Esta Corregedoria, no
sentido de #ue en)ida Todos os Es,or"os, utili$ando-se de TODOS os ?eios #ue
dis!user, !ara #ue, a)aliando os docuentos 0eprimenda ao /lus5ríssimo Filmar
-endes7 0eprimenda ao /lus5ríssimo ;osG Celso de -ello Fil)o7 0eprimenda ao
/lus5ríssimo Eros 0ober5o Frau7 0eprimenda ao /lus5ríssimo EnriLue 0i'ardo
8e[ando[s\i e 0eprimenda ao /lus5ríssimo 2n5onio Ce4ar Peluso, e ane.o,
co!ile e ,orali$e, L Autoridade Co!etente, !resui)elente o Senado Federal, as
re!riendas relacionadas ao trataento 3criinoso4 dado !or estes e(ros do Plen*rio
do Su!reo Tri(unal Federal ao E.celent'ssio 2ui$ Singular, TO6ADO, Sr1 Fausto de
Sanctis, #ue !or ter Postura Ili(ada, Iaculada, Discreta, ?oral, +tica, re,le.o de seu
a!urad'ssio sa(er ;ur'dico, ,oi de ,ora tacanha, e di,aatória, inter!retado, se a
de)ida a)alia"ão do ?%rito, coo e deso(edi/ncia L decisão anterior de alguns
?e(ros do Su!reo Tri(unal Federal1
@ale ressaltar, #ue nesta esa audi/ncia !0(lica, o E.celent'ssio ?inistro
?arco Aur%lio ?ello, de ,ora clara, coerente e res!eitosa, elo,iou a Lualidade 5G'ni'a
da decisão do citado 2ui$1
A!ro)eitaos, !ara ressaltar, #ue es5a pro*o'aç+o te a !reocu!a"ão de
,aran5ir a submiss+o dos ?inistros do Su!reo Tri(unal Federal, por mim
repreendidos, L Constitui"ão da Re!0(lica Federati)a do &rasil, !roulgada e JHMM, e
ao Estatuto da ?agistratura1
Tendo e )ista #ue as re!riendas citadas, #ue es5+o 'al'adas na total ausên'ia
de !undamen5aç+o, conse#N/ncia natural da ausên'ia da a*aliaç+o Murisdi'ional das
#uest9es suscitadas, creos, #ue Esta Corregedoria, !ode, e de)e, ,orali$ar ao
Su!reo Tri(unal Federal, tal)e$ e Recurso E.traordin*rio ou Es!ecial, ua
0E2B28/2?Q1, !elo Plen*rio do ?eso, da Decisão relacionada ao OC de Daniel
Dantas, relati)o ao EP andato de !risão e.!edido !elo E.celent'ssio 2ui$ Singular,
TO6ADO, Sr1 Fausto de Sanctis1
Para embasar a solicitação acima, destacamos o seguinte trecho da Manifestação
citada:
"Ninguém é obrigado a cumprir orde) ilegal, ou a ela se sb)eter, ainda que e)anada
de atoridade Kdicial. Mais: é deIer de cidadania o!or-se à ordem ilegal; caso
contrário, nega-se o Estado de Direito." (A! B-.4@4, Rel. Min. Maurício Corrêa, julgamento
em 22-4-96, 2ª Turma, D2 de 7-6-96)

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CX nla a decisão que recebe denYncia se) fnda)enta?Bo sficiente sobre a
admissibilidade da ação penal.¨ (.E 4@6.6B-, Rel. Min. Cezar Peluso, julgamento em 31-3-
09, 2ª Turma, D2E de 22-5-09)

"2 de'is+o7 'omo a5o de in5eli,ên'ia7 )( de ser a mais 'omple5a e 'on*in'en5e
possí*el# /n'umbe ao Es5ado-;ui4 obser*ar a es5ru5ura impos5a por lei7
!ormali4ando o rela5Rrio7 a fnda)enta?Bo e o disposi5i*o# Trans,ride 'ome4in)a
noç+o do de*ido pro'esso le,al7 desa!iando os re'ursos de re*is5a7 espe'ial e
e65raordin(rio pronun'iamen5o Lue7 ine6is5en5e in'ompa5ibilidade 'om o M(
assen5ado7 impliLue re'usa em apre'iar 'ausa de pedir *ei'ulada por au5or ou rGu#
1 Mui4 G um peri5o na ar5e de pro'eder e Mul,ar7 de*endo en!ren5ar as ma5Grias
sus'i5adas pelas par5es7 sob pena de7 em *e4 de e6aminar no 5odo o 'on!li5o de
in5eresses7 si)!les)ente decidi-lo% e) Ierdadeiro ato de for?a% olIidando o dita)e
constitcional da fnda)enta?Bo, o !rincC!io bSsico do a!erfei?oa)ento da
!resta?Bo Krisdicional.¨ (.E 4-@.2@6, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 26-5-09, 1ª
Turma, D2E de 21-8-09)

Todas as #2P#2218Z28 tem como premissa a notícia: 8!re)o confir)a [C
e) faIor do 5aniel 5antas, onde encontramos:
O inistro ?arco Aur%lio ?ello classi,icou os decretos de !risão !re)enti)a eitidos !elo
;ui$ !aulista contra Dantas e FH e JJ de ;ulho coo Qpeças mui5o bem elaboradasQ,
inclusi)e a segunda, #ue se (aseou, segundo o inistro, em !a5os no*os7 n+o se
'on!i,urando 'omo desrespei5o L !rieira liinar o(tida no STF !elo (an#ueiro1
?ello le(rou o ,ato de !essoas ligadas a Dantas tere sugerido e con)ersas
tele,<nicas #ue resol)eria co tran#Nilidade !end/ncias ;udiciais e &ras'lia1 Tais
declara"9es ,ora, con,ore o inistro, Qsinais de ousadia e 4ombaria sem
pre'eden5esQ1
Q/nde!iro a ordem, !or entender #ue h* ,undaentos di)ersos, #ue n+o )ou*e
desrespei5o Ls decisão de @ossa E.cel/ncia R6ilar ?endesS #uanto N pris+o
pre*en5i*a de5erminadaQ, declarou ?ello1
http://www.netle$is.com.br/inde.3spDarEui'oF/detalhes5oticia.3spGcodF4621,

Algo que a realidade dos fatos, de forma clara, incontestável e irrefutável dS
sstenta?Bo, bem como, co)!roIa a s!erficialidade das avaliações, ora por mim
repreendidas, da questão.
Com renovados protestos de votos de Estima, Consideração e Respeito,
subscrevo-me,
Atenciosamente,


Plinio Marcos Moreira da Rocha
Rua Gustavo Samapio nº 112 apto. 603
LEME ÷ Rio de Janeiro ÷ RJ
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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CEP 22010-010
Tel. (21) 2542-7710
Profissão - Analista de Sistemas
Obs.: Plinio Marcos Moreira da Rocha, presumivelmente o único 3rasileiro CO"U", que
mesmo não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas
inscritas na 6ª edição do Prêmio ÌNNOVARE, calcadas no CAO8 4U#Í5ICO que tem
como premissa base o PU#O <A\2# 52 CO1TA8, reconhecidas, e 52<2#I5A8 !elo
Consel$o 4lgador, conforme documento I11OVA#2 - U) 3rasileiro CO"U" no )eio
4rCdico, http://www.scribd.com/doc/24252669/ÌNNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-no-
meio-Juridico.
2ne6os "
I - #e!ri)enda ao IlstrCssi)o Dil)ar "endes
II - #e!ri)enda ao IlstrCssi)o 4osJ Celso de "ello <il$o
III - #e!ri)enda ao IlstrCssi)o 2ros #oberto Dra
IV - #e!ri)enda ao IlstrCssi)o 2nriAe #icardo Le(ando(s]i
V - #e!ri)enda ao IlstrCssi)o Antonio CeLar Pelso
VI - Car5eira de Trabal)o - Plinio -ar'os – Fren5e
VII - Car5eira de Trabal)o - Plinio -ar'os - Berso

C/C ao Plenário do Supremo Tribunal Federal
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0eprimenda ao /lus5ríssimo Filmar -endes
Supremo Tribunal Federal
Praça dos Três Poderes
Brasília ÷ DF CEP 70150-900

Ìlustríssimo Senhor Gilmar Mendes,

Com Base na CONSTÌTUÌÇÃO DA REPÚBLÌCA FEDERATÌVA DO BRASÌL DE
1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I ÷ DOS DÌREÌTOS
E DEVERES ÌNDÌVÌDUAÌS E COLETÌVOS% Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem
distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à
segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber
dos TrgBos públicos infor)a?Nes de seu interesse particular, ou de interesse coletiIo
o geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade,
ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do
Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas:
a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra
ilegalidade ou abso de !oder.
Venho, mui respeitosamente, formalmente, #2P#2215^-LO, além de 8UD2#I#
que peça 528CULPA8, pela atitude abjeta, indecorosa, imoral, ilegal co) Ae aIalio a
Decisão do Excelentíssimo Juiz Singular, TODA5O, Sr. Fausto de Sanctis, que é Homem
Público de Postura Ìlibada, Ìmaculada, Discreta, Moral, Ética, reflexo natural de
apuradíssimo saber jurídico, tendo em vista, que !or falta de fnda)enta?Bo, apenas e
tão somente, o trato "cri)inosa)ente¨, quando então, acso-o, de forma
"difa)atTria¨, sem qualquer respaldo legal, de insbordina?Bo ao, presumivelmente,
atacar indeIida)ente sas li)inares.
1A Premissa -o5i*a'ional"

Esta #2P#2218:O tem como premissa a notícia: 8!re)o confir)a [C e)
faIor do 5aniel 5antas, onde encontramos: O !residente do STF ta(% usou do
direito de )otar e disse #ue suas liinares "fora) atacadas indeIida)ente".
http://www.netle$is.com.br/inde.3spDarEui'oF/detalhes5oticia.3spGcodF4621,

Algo que a realidade dos fatos, de forma clara, incontestável e irrefutável nBo dS
sstenta?Bo, bem como, co)!roIa a s!erficialidade da avaliação da questão.

&A Premissa -o5i*a'ional"
Os fatos ocorridos "a posteriori¨, confir)a) de forma clara, inquestionável e
irrefutável que o Excelentíssimo Ministro "arco ArJlio "ello estava com toda a raLBo
quando nBo sT concordo com a decisão do Excelentíssimo Juiz Singular, TODA5O, Sr.
Fausto de Sanctis, como também explicitamente o 2logio Tecnica)ente, uma vez que,
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ambos, entenderam, de forma correta, fundamentada no Direito Constituído, que o
paciente, utilizou de seus poderes econômicos para tentar interferir, em conveniência
própria, nos trabal$os inIestigatiIos da Polícia Federal, ao tentar corromper Homens
Públicos envolvidos na investigação.
Algo% ratificado pelo trata)ento dado ao Ex-Governador do Distrito Federal por
atos similares de tentatiIa de sborno.
%A Premissa -o5i*a'ional"

Chamo a atenção para o fato concreto constante da notícia T#< arAiIa !rocesso
contra 5e 8anctis !or desobediFncia ao 8T< na 8atiagra$a, Juiz determinou 2ª prisão
de Dantas, contrariando decisão do STF. Mais cedo, T#< arAiIo otro !rocesso
contra ele !or desobediFncia.

http://$1.$lobo.com/5oticias/Politica/H&&/6:11H@11,-@6H1&HH-
1.2IA.J6);AIP.4!E004I!451.AIDEI0A5!1)0IP4.IDE04"ED)E5!)AIA4I012I
5AI0A1)AK.A.html
Portanto, acreditaos, #ue o E.celent'ssio 2ui$ Singular, T1F2D1, Sr1 Fausto
de Sanctis, e oento algu te)e LualLuer preo'upaç+o e atacar suas liinares,
ua )e$ #ue, Res!eitando a 8ei, e o Direito Constitu'do, ressaltou, de ,ora intr'nseca,
#ue suas liminares7 em essên'ia7 2T2C202- DE -10TE a Constitui"ão da Re!0(lica
Federati)a do &rasil e ao Estatuto da ?agistratura1
Algo, #ue de ,ora contundente e )iolenta, no 'nio, arranha a Atri(ui"ão e
Res!onsa(ilidade !rieira do Su!reo Tri(unal Federal #ue % o encarregado de
)anter o i)!Jrio e a nidade do direito constitcional1
Ra$ão !ela #ual, )olto a a!resentar a charge Tobby entrevista - Daniel
Banca, http://charges.uol.com.br/2008/07/26/tobby-entrevista-daniel-banca/ , #ue tão
(e 5radu4 o sen5imen5o popular#
9A Premissa -o5i*a'ional"
Apresento algumas manifestações, que co)!roIa) a i)!ortVncia que o
Supremo Tribunal Federal, efetivamente, dá à AestBo da <U15A"21TA9:O, pelo
menos, nos casos e) Ae enIolIe Otras Cortes, extraído do documento A
Constiti?Bo e o 8!re)o, http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
"3in,uGm G obri,ado a 'umprir orde) ilegal7 ou a ela se sb)eter7 ainda Lue
e)anada de atoridade Kdicial# -ais" G deIer de cidadania o!or-se N ordem ile,al]
'aso 'on5r(rio7 ne,a-se o Es5ado de Direi5o." (A! B-.4@4, Rel. Min. Maurício Corrêa,
julgamento em 22-4-96, 2ª Turma, D2 de 7-6-96)

CX nla a de'is+o Lue re'ebe denYncia se) fnda)enta?Bo sficiente sobre a
admissibilidade da aç+o penal.¨ (.E 4@6.6B-, Rel. Min. Cezar Peluso, julgamento em 31-
3-09, 2ª Turma, D2E de 22-5-09)

^1 -a,is5rado G in*iol(*el pelas opini:es Lue e6pressar ou pelo 'on5e@do das
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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de'is:es Lue pro!erir7 n+o podendo ser punido nem preMudi'ado em ra4+o de 5ais
pronun'iamen5os# J ne'ess(rio7 'on5udo7 Lue esse dis'urso Mudi'i(rio7
mani!es5ado no Mul,amen5o da 'ausa7 seMa 'ompa5í*el 'om o ss fori e Lue7
despro*ido de in5ui5o o!ensi*o7 ,uarde7 ainda7 'om o obMe5o do li5í,io7 indisso'i(*el
ne6o de 'ausalidade e de per5inên'ia# 2 ratio subMa'en5e N norma ins'ri5a no ar5# 91
da 81-23 de'orre da ne'essidade de pro5e,er os ma,is5rados no desempen)o de
sua a5i*idade !un'ional7 asse,urando-l)es 'ondiç:es para o e6er'í'io
independen5e da Murisdiç+o# J Lue a independên'ia Mudi'ial 'ons5i5ui e6i,ên'ia
polí5i'a des5inada a 'on!erir7 ao ma,is5rado7 plena liberdade de'isRria no
Mul,amen5o das 'ausas a ele subme5idas7 em ordem a permi5ir-l)e o desempen)o
au5Ynomo do offici) Kdicis7 sem o 5emor de so!rer7 por e!ei5o de sua pr(5i'a
pro!issional7 abusi*as ins5auraç:es de pro'edimen5os penais ou 'i*is# ()nE 2.6,,-J4,
Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 12-3-09, Plenário, D2E de 8-5-09)

"2 de'is+o7 'omo a5o de in5eli,ên'ia7 )( de ser a mais 'omple5a e 'on*in'en5e
possí*el# /n'umbe ao Es5ado-;ui4 obser*ar a es5ru5ura impos5a por lei7
!ormali4ando o rela5Rrio7 a fnda)enta?Bo e o disposi5i*o# Trans,ride 'ome4in)a
noç+o do de*ido pro'esso le,al7 desa!iando os re'ursos de re*is5a7 espe'ial e
e65raordin(rio pronun'iamen5o Lue7 ine6is5en5e in'ompa5ibilidade 'om o M(
assen5ado7 impliLue re'usa em apre'iar 'ausa de pedir *ei'ulada por au5or ou rGu#
1 Mui4 G um peri5o na ar5e de pro'eder e Mul,ar7 de*endo en!ren5ar as ma5Grias
sus'i5adas pelas par5es7 sob pena de7 em *e4 de e6aminar no 5odo o 'on!li5o de
in5eresses7 si)!les)ente decidi-lo% e) Ierdadeiro ato de for?a% olIidando o dita)e
constitcional da fnda)enta?Bo, o !rincC!io bSsico do a!erfei?oa)ento da
!resta?Bo Krisdicional.¨ (.E 4-@.2@6, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 26-5-09, 1ª
Turma, D2E de 21-8-09)

CDevem ser postos em relevo os valores que norteiam a Constituição e que devem servir
de orientação para a correta interpretação e aplicação das normas constitucionais e
apreciação da subsunção, ou não, da Lei n. 8.899/94 a elas. Vale, assim, uma palavra,
ainda que brevíssima, ao Preâmbulo da Constituição, no qual se contém a explicitação
dos valores que dominam a obra constitucional de 1988 (...). Não apenas o Estado haverá
de ser convocado para formular as políticas públicas que podem conduzir ao bem-estar, à
igualdade e à justiça, mas a sociedade haverá de se organizar segundo aqueles valores,
a fim de que se firme como uma comunidade fraterna, pluralista e sem preconceitos (...).
E, referindo-se, expressamente, ao Preâmbulo da Constituição brasileira de 1988, escolia
José Afonso da Silva que '1 Es5ado Demo'r(5i'o de Direi5o des5ina-se a asse,urar o
e6er'í'io de de5erminados *alores supremos. L2sse,urar_7 5em7 no 'on5e65o7 !unç+o
de ,aran5ia do,m(5i'o-'ons5i5u'ional] n+o7 porGm7 de ,aran5ia dos *alores
abs5ra5amen5e 'onsiderados7 mas do seu `e6er'í'io_. Este signo desempenha, aí,
função pragmática, porque, com o objetivo de 'assegurar', tem o efeito imediato de
prescrever ao Estado uma ação em favor da efetiva realização dos ditos valores em
direção (função diretiva) de destinatários das normas constitucionais que dão a esses
valores conteúdo específico' (...). 3a es5eira des5es *alores supremos e6pli'i5ados no
Pre<mbulo da Cons5i5uiç+o brasileira de 1ZZ G Lue se a!irma7 nas normas
'ons5i5u'ionais *i,en5es7 o prin'ípio Murídi'o da solidariedade.¨ (AD) 2.64,, voto da
Min. Cármen Lúcia, julgamento em 8-5-08, Plenário, D2E de 17-10-08)
CO direito de !eti?Bo, presente em todas as Constituições brasileiras, qualifica-se como
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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i)!ortante !rerrogatiIa de carSter de)ocrStico. Trata-se de instrumento jurídico-
constitucional posto à disposição de qualquer interessado ÷ mesmo daqueles destituídos
de personalidade jurídica ÷, com a e@!lCcita finalidade de IiabiliLar a defesa, perante as
instituições estatais, de direitos ou valores revestidos tanto de natureza pessoal quanto de
significação coletiva. Entidade sindical que pede ao Procurador-Geral da República o
ajuizamento de ação direta perante o STF. Pro)ocatio ad agendu. Pleito que traduz o
exercício concreto do direito de petição. Legitimidade desse comportamento.¨ (ADÌ 1.247-
MC, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 17-8-95, Plenário, D2 de 8-9-95)
"Necessário temperamento da Súmula 691 deste Supremo, para que não se negue a
aplicação do art. 5º, inc. XXXV, da Constituição da República. 1Bo se $S negar
Krisdi?Bo ao que reclama prestação do Poder Judiciário, menos ainda deste Supremo
Tribunal, Aando se afigre ilegalidade flagrante." (HC 89.681, Rel. Min. Cármen Lúcia,
julgamento em 21-11-06, 1ª Turma, D2 de 2-2-07). 1o )es)o sentido& HC 92.474, Rel.
Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 2-12-08, 1ª Turma, D2E em 20-2-09.
CSe, em qualquer das instâncias ocorreu vício de julgamento, por falta de
fnda)enta?Bo ou de adeAado e@a)e das AestNes de fato e de direito, isso, se for
verdade, configrarS nlidade de carSter !rocessal, mas não denegação de
jurisdição, de molde a afrontar a norma constitucional focalizada (inc. XXXV do art. 5º da
CF).¨ (AÌ 185.669-AgR, Rel. Min. Sydney Sanches, julgamento em 17-9-96, 1ª Turma, D2
de 29-11-96)
CA ordem jurídico-constitucional assegura aos cidadãos o acesso ao Judiciário em
concepção maior. Engloba a entrega da prestação jurisdicional da forma mais completa e
convincente possível. Omisso o provimento judicial e, em que pese a interposição de
embargos declaratórios, persistindo o vício na arte de proceder, for?oso J assentar a
configra?Bo da nlidade.¨ (RE 158.655, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 20-8-
96, 2ª Turma, D2 de 2-5-97)
CGarantia constitucional de fnda)enta?Bo das decisNes Kdiciais. Artigo 118, § 3º, do
Regimento Ìnterno do Superior Tribunal Militar. A garantia constitucional estatuída no
artigo 93, inciso ÌX, da Constituição Federal, segundo a qual todas as decisNes Kdiciais
deIe) ser fnda)entadas, é exigência inerente ao Estado Democrático de Direito e,
por outro, J instr)ento !ara IiabiliLar o controle das decisNes Kdiciais e assegrar
o e@ercCcio do direito de defesa. A decisão judicial não é um ato autoritário, um ato que
nasce do arbítrio do julgador, daí a necessidade da sua a!ro!riada fnda)enta?Bo. A
lavratura do acórdão dá conseqüência à garantia constitucional da motivação dos
julgados.¨ (RE 540.995, Rel. Min. Menezes Direito, julgamento em 19-2-08, D2E de 2-5-
08). 1o )es)o sentido& RE 575.144, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 11-
12-08, Plenário, D2E de 20-2-09.
"A fnda)enta?Bo constiti !ress!osto de legiti)idade das decisões judiciais. A
fundamentação dos atos decisórios qualifica-se como pressuposto constitucional de
validade e eficácia das decisões emanadas do Poder Judiciário. A inobserIVncia do
deIer i)!osto pelo art. 93, ÌX, da Carta Política, precisamente por traduzir grave
transgressão de natureza constitucional, afeta a legiti)idade KrCdica da decisBo e
gera, de maneira irremissível, a conseqüente nlidade do !ronncia)ento Kdicial.
Precedentes." (HC 80.892, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 16-10-01, 2ª Turma,
D2 de 23-11-07). 1o )es)o sentido& HC 90.045 , Rel. Min. Joaquim Barbosa, julgamento
em 10-2-09, 2ª Turma, D2E de 20-3-09.
5A Premissa -o5i*a'ional"
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Entendemos que a origem de tamanha desfaçatez, esteja na e@acerbada
!resn?Bo de que sendo Ministro do Supremo Tribunal, esta automaticamente aci)a da
Lei, bem como, aci)a de ses Pares de instâncias inferiores, não menos importantes
por isso.
Entendemos, também, que no seu caso, em específico, sua passagem pelo
Supremo Tribunal Federal esta relacionada a "a!adrin$a)ento !olCtico”, uma vez que,
um bo) AdIogado Deral da UniBo, é muito pouco, em contrapartida, aos Juízes de
Ìnstâncias Ìnferiores que, efetivamente, são Concursados, em essência, mais
MERÌTOSOS.
Algo que me faz lembrar do discurso proferido pelo Senador athur virgílio ao
ass)ir, na Tribuna do Senado Federal, que cometeu cri)e de i)!robidade
ad)inistratiIa, quando então, reproduzo parte de seu discurso, que, em princípio,
recon$e?o co)o !ossiIel)ente colocado !elo IlstrCssi)o.
Conforme o documento Pgr Crime Ìnexiste Apos Confissao e Ressarci, onde
Estamos tentando provocar o Excelentíssimo Procurador-Geral da República a ENVÌDAR
TODOS OS ESFORÇOS para AJUÌZAR os processos identificáveis no pronunciamento
feito pelo Senador Arthur Virgílio na Tribuna do Senado, onde, no mínimo, é CRÌMÌNOSO
CONFESSO por improbidade administrativa.
http://www.scribd.com/doc/17814537/Pgr-Crime-Ìnexiste-Apos-Confissao-e-Ressarci
M
Começo pelo que Klgo que é a única coisa graIe mesmo, a única coisa que me
deixou de cabeça pesada, que me deixou contristado, que mostrou que eu estava
sendo vítima de uma certa vaidade que me fazia achar a mim próprio ) $o)e)
!Yblico se) Ka?a. Eu compreendi que continuo com muitos defeitos. E continuo
compreendendo e comecei a compreender que a !rT!ria Casa jogou em mim
certos ICcios
M

Portanto, Ìlustríssimo gilmar mendes, como qualquer membro do Judiciário
Brasileiro, sua importância e relevância, nBo esta no Cargo que ocupas, mas na
!ostra, com que e@erce as atribi?Nes e c)!re as obriga?Nes relativas ao Cargo,
que efemeramente, esta investido.

Logo, por vivermos uma Democracia, deves perceber O Mundo e NO Mundo, com
o olhar humilde, na dosagem certa, para que 1:O V21[A8 A 21V2#DO1[A# qualquer
um de seus Pares, ou mesmo, O POVO Brasileiro, do qual, ORGULHOSAMENTE sou
parte integrante.

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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$A Premissa -o5i*a'ional"
Como não sou Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, uma
pergunta não quer se calar: Se o HC de daniel dantas relacionado a 2ª prisão decretada
pelo Excelentíssimo Juiz Singular, TOGADO, Sr. Fausto de Sanctis, houvesse sido
apreciado, E CONFÌRMADA a Prisão, em primeira instância pelo Superior Tribunal de
Justiça, será que mesmo assim, suas colocações se manteriam, coerentes, ou mesmo
idênticas ?
Caso a resposta seja não, devo então entender, que mesmo não tendo havido
condições para que o Superior Tribunal de Justiça, pudesse se manifestar diretamente
sobre a questão, e) clara s!ressBo de instVncia, a confir)a?Bo pelo mesmo, do
Excelentíssimo 4iL 8inglar, TOGADO, no Processo, em avaliação "a posteriori¨, me
induz a crer que a 2ª Prisão de daniel dantas esta ratificada pelo Superior Tribunal de
Justiça. .
Confor)e a notCcia STJ revalida Satiagraha e mantém 5e Santi! no caso,
$tt!&''cli!!ing.tse.goI.br'noticias'0-.-'"ar'5'stK-reIalida-satiagra$a-e-)ante)-de-
sanctis-no.

7A Premissa -o5i*a'ional"
Se fosse meu filho, sua atitude, me obrigaria a manda-lo "lavar a boca¨
antes de cometer impropérios, principalmente, relacionado a Alguém do Porte, da Estirpe,
da Dignidade de um Juiz Singular, TOGADO, como o Sr. Fausto de Sanctis.
Como, filho meu, não és, posso, no máximo, solicitar que 8a*e seu
'Grebro7 sua bo'a e seu es5Yma,o u5ili4ando uma soluç+o )i,ieni4adora 'om
=saber Murídi'o> Hmesmo Lue seMa ne'ess(rio um pou'o mais de es5udoI7
=0espei5o> e =Consideraç+o>7 pelo menos ao Direi5o Cons5i5uído e ao Es5a5u5o da
-a,is5ra5ura an5es de propalar LualLuer =*erborrGia>#
Gestiona)ento ConclsiIo&
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Quando o Brasil já deu mostras de ter uma Democracia Madura, ao afastar
ocupantes dos Cargos de Presidência da República, Presidência do Senado Federal e
Presidência da Câmara de Deputados, somos obrigados, a conviver com a "ignorVncia
KrCdica” de alguns, que como o Senhor, vem colocando em alto gra de descrJdito o
Poder Judiciário Brasileiro.
Uma pergunta não quer se calar: Quem, em Santo nome de Deus, pode
avaliar, e se necessário, responsabilizar, afastar, destituir, algum Ministro do Supremo
Tribunal Federal, na Presidência ou não, que venha a agredir, !ela ignorVncia, !ela
T#UCUL^1CIA, ou !ela A##OD=1CIA, o Direito Constituído, a Constituição da
República Federativa, e/ou mesmo, o Estatuto da Magistratura ?
Atenciosamente,


Plinio Marcos Moreira da Rocha
P218O% 1:O 8W 2XI8TO% "2 <A9O P#2821T2.
Obs.: Plinio Marcos Moreira da Rocha, presumivelmente o único 3rasileiro CO"U", que
mesmo não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas
inscritas na 6ª edição do Prêmio ÌNNOVARE, calcadas no CAO8 4U#Í5ICO que tem
como premissa base o PU#O <A\2# 52 CO1TA8, reconhecidas, e 52<2#I5A8 !elo
Consel$o 4lgador, conforme documento I11OVA#2 - U) 3rasileiro CO"U" no )eio
4rCdico, http://www.scribd.com/doc/24252669/ÌNNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-no-
meio-Juridico.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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0eprimenda ao /lus5ríssimo ;osG Celso de -ello Fil)o
Supremo Tribunal Federal
Praça dos Três Poderes
Brasília ÷ DF CEP 70150-900

Ìlustríssimo Senhor José Celso de Mello Filho,

Com Base na CONSTÌTUÌÇÃO DA REPÚBLÌCA FEDERATÌVA DO BRASÌL DE
1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I ÷ DOS DÌREÌTOS
E DEVERES ÌNDÌVÌDUAÌS E COLETÌVOS% Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem
distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à
segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber
dos TrgBos públicos infor)a?Nes de seu interesse particular, ou de interesse coletiIo
o geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade,
ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do
Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas:
a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra
ilegalidade ou abso de !oder.
Venho, mui respeitosamente, formalmente, #2P#2215^-LO, além de 8UD2#I#
que peça 528CULPA8, pela atitude abjeta, indecorosa, imoral, ilegal co) Ae aIalio a
Decisão do Excelentíssimo Juiz Singular, TODA5O, Sr. Fausto de Sanctis, que é Homem
Público de Postura Ìlibada, Ìmaculada, Discreta, Moral, Ética, reflexo natural de
apuradíssimo saber jurídico, tendo em vista, que !or falta de fnda)enta?Bo, apenas e
tão somente, o trato "cri)inosa)ente¨, quando então, acso-o, de forma
"difa)atTria¨, sem qualquer respaldo legal, de insbordina?Bo ao, presumivelmente,
i)!edir Ae tribnais s!eriores de e@ercere) sa Krisdi?Bo.
1A Premissa -o5i*a'ional"

Esta #2P#2218:O tem como premissa a notícia: 8!re)o confir)a [C e)
faIor do 5aniel 5antas, onde encontramos: Q+ estranho o co!ortaento do
agistrado, !rocurando construir e de,esa de suas decis9es u uro #ue i!e"a
tri(unais su!eriores de e.ercere sua ;urisdi"ão1 Foi u 'ompor5amen5o insolen5e e
insRli5o, !ara não di$er ilí'i5oQ, atacou ?ello1
http://www.netle$is.com.br/inde.3spDarEui'oF/detalhes5oticia.3spGcodF4621,

Algo que a realidade dos fatos, de forma clara, incontestável e irrefutável nBo dS
sstenta?Bo, bem como, co)!roIa a s!erficialidade da avaliação da questão.

&A Premissa -o5i*a'ional"
Os fatos ocorridos "a posteriori¨, confir)a) de forma clara, inquestionável e
irrefutável que o Excelentíssimo Ministro "arco ArJlio "ello estava com toda a raLBo
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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quando nBo sT concordo com a decisão do Excelentíssimo Juiz Singular, TODA5O, Sr.
Fausto de Sanctis, como também explicitamente o 2logio Tecnica)ente, uma vez que,
ambos, entenderam, de forma correta, fundamentada no Direito Constituído, que o
paciente, utilizou de seus poderes econômicos para tentar interferir, em conveniência
própria, nos trabal$os inIestigatiIos da Polícia Federal, ao tentar corromper Homens
Públicos envolvidos na investigação.
Algo% ratificado pelo trata)ento dado ao Ex-Governador do Distrito Federal por
atos similares de tentatiIa de sborno.
%A Premissa -o5i*a'ional"

Chamo a atenção para o fato concreto constante da notícia T#< arAiIa !rocesso
contra 5e 8anctis !or desobediFncia ao 8T< na 8atiagra$a, Juiz determinou 2ª prisão
de Dantas, contrariando decisão do STF. Mais cedo, T#< arAiIo otro !rocesso
contra ele !or desobediFncia.

http://$1.$lobo.com/5oticias/Politica/H&&/6:11H@11,-@6H1&HH-
1.2IA.J6);AIP.4!E004I!451.AIDEI0A5!1)0IP4.IDE04"ED)E5!)AIA4I012I
5AI0A1)AK.A.html
Portanto, acreditaos, #ue o E.celent'ssio 2ui$ Singular, T1F2D1, Sr1 Fausto
de Sanctis, e oento algu te)e LualLuer preo'upaç+o e atacar suas liinares,
ua )e$ #ue, Res!eitando a 8ei, e o Direito Constitu'do, ressaltou, de ,ora intr'nseca,
#ue suas liminares7 em essên'ia7 2T2C202- DE -10TE a Constitui"ão da Re!0(lica
Federati)a do &rasil e ao Estatuto da ?agistratura1
Algo, #ue de ,ora contundente e )iolenta, no 'nio, arranha a Atri(ui"ão e
Res!onsa(ilidade !rieira do Su!reo Tri(unal Federal #ue % o encarregado de
)anter o i)!Jrio e a nidade do direito constitcional1
Ra$ão !ela #ual, )olto a a!resentar a charge Tobby entrevista - Daniel
Banca, http://charges.uol.com.br/2008/07/26/tobby-entrevista-daniel-banca/ , #ue tão
(e 5radu4 o sen5imen5o popular#
9A Premissa -o5i*a'ional"
Apresento algumas manifestações, que co)!roIa) a i)!ortVncia que o
Supremo Tribunal Federal, efetivamente, dá à AestBo da <U15A"21TA9:O, pelo
menos, nos casos e) Ae enIolIe Otras Cortes, extraído do documento A
Constiti?Bo e o 8!re)o, http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
"3in,uGm G obri,ado a 'umprir orde) ilegal7 ou a ela se sb)eter7 ainda Lue
e)anada de atoridade Kdicial# -ais" G deIer de cidadania o!or-se N ordem ile,al]
'aso 'on5r(rio7 ne,a-se o Es5ado de Direi5o." (A! B-.4@4, Rel. Min. Maurício Corrêa,
julgamento em 22-4-96, 2ª Turma, D2 de 7-6-96)

CX nla a de'is+o Lue re'ebe denYncia se) fnda)enta?Bo sficiente sobre a
admissibilidade da aç+o penal.¨ (.E 4@6.6B-, Rel. Min. Cezar Peluso, julgamento em 31-
3-09, 2ª Turma, D2E de 22-5-09)
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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^1 -a,is5rado G in*iol(*el pelas opini:es Lue e6pressar ou pelo 'on5e@do das
de'is:es Lue pro!erir7 n+o podendo ser punido nem preMudi'ado em ra4+o de 5ais
pronun'iamen5os# J ne'ess(rio7 'on5udo7 Lue esse dis'urso Mudi'i(rio7
mani!es5ado no Mul,amen5o da 'ausa7 seMa 'ompa5í*el 'om o ss fori e Lue7
despro*ido de in5ui5o o!ensi*o7 ,uarde7 ainda7 'om o obMe5o do li5í,io7 indisso'i(*el
ne6o de 'ausalidade e de per5inên'ia# 2 ratio subMa'en5e N norma ins'ri5a no ar5# 91
da 81-23 de'orre da ne'essidade de pro5e,er os ma,is5rados no desempen)o de
sua a5i*idade !un'ional7 asse,urando-l)es 'ondiç:es para o e6er'í'io
independen5e da Murisdiç+o# J Lue a independên'ia Mudi'ial 'ons5i5ui e6i,ên'ia
polí5i'a des5inada a 'on!erir7 ao ma,is5rado7 plena liberdade de'isRria no
Mul,amen5o das 'ausas a ele subme5idas7 em ordem a permi5ir-l)e o desempen)o
au5Ynomo do offici) Kdicis7 sem o 5emor de so!rer7 por e!ei5o de sua pr(5i'a
pro!issional7 abusi*as ins5auraç:es de pro'edimen5os penais ou 'i*is# ()nE 2.6,,-J4,
Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 12-3-09, Plenário, D2E de 8-5-09)

"2 de'is+o7 'omo a5o de in5eli,ên'ia7 )( de ser a mais 'omple5a e 'on*in'en5e
possí*el# /n'umbe ao Es5ado-;ui4 obser*ar a es5ru5ura impos5a por lei7
!ormali4ando o rela5Rrio7 a fnda)enta?Bo e o disposi5i*o# Trans,ride 'ome4in)a
noç+o do de*ido pro'esso le,al7 desa!iando os re'ursos de re*is5a7 espe'ial e
e65raordin(rio pronun'iamen5o Lue7 ine6is5en5e in'ompa5ibilidade 'om o M(
assen5ado7 impliLue re'usa em apre'iar 'ausa de pedir *ei'ulada por au5or ou rGu#
1 Mui4 G um peri5o na ar5e de pro'eder e Mul,ar7 de*endo en!ren5ar as ma5Grias
sus'i5adas pelas par5es7 sob pena de7 em *e4 de e6aminar no 5odo o 'on!li5o de
in5eresses7 si)!les)ente decidi-lo% e) Ierdadeiro ato de for?a% olIidando o dita)e
constitcional da fnda)enta?Bo, o !rincC!io bSsico do a!erfei?oa)ento da
!resta?Bo Krisdicional.¨ (.E 4-@.2@6, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 26-5-09, 1ª
Turma, D2E de 21-8-09)

CDevem ser postos em relevo os valores que norteiam a Constituição e que devem servir
de orientação para a correta interpretação e aplicação das normas constitucionais e
apreciação da subsunção, ou não, da Lei n. 8.899/94 a elas. Vale, assim, uma palavra,
ainda que brevíssima, ao Preâmbulo da Constituição, no qual se contém a explicitação
dos valores que dominam a obra constitucional de 1988 (...). Não apenas o Estado haverá
de ser convocado para formular as políticas públicas que podem conduzir ao bem-estar, à
igualdade e à justiça, mas a sociedade haverá de se organizar segundo aqueles valores,
a fim de que se firme como uma comunidade fraterna, pluralista e sem preconceitos (...).
E, referindo-se, expressamente, ao Preâmbulo da Constituição brasileira de 1988, escolia
José Afonso da Silva que '1 Es5ado Demo'r(5i'o de Direi5o des5ina-se a asse,urar o
e6er'í'io de de5erminados *alores supremos. L2sse,urar_7 5em7 no 'on5e65o7 !unç+o
de ,aran5ia do,m(5i'o-'ons5i5u'ional] n+o7 porGm7 de ,aran5ia dos *alores
abs5ra5amen5e 'onsiderados7 mas do seu `e6er'í'io_. Este signo desempenha, aí,
função pragmática, porque, com o objetivo de 'assegurar', tem o efeito imediato de
prescrever ao Estado uma ação em favor da efetiva realização dos ditos valores em
direção (função diretiva) de destinatários das normas constitucionais que dão a esses
valores conteúdo específico' (...). 3a es5eira des5es *alores supremos e6pli'i5ados no
Pre<mbulo da Cons5i5uiç+o brasileira de 1ZZ G Lue se a!irma7 nas normas
'ons5i5u'ionais *i,en5es7 o prin'ípio Murídi'o da solidariedade.¨ (AD) 2.64,, voto da
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Min. Cármen Lúcia, julgamento em 8-5-08, Plenário, D2E de 17-10-08)
CO direito de !eti?Bo, presente em todas as Constituições brasileiras, qualifica-se como
i)!ortante !rerrogatiIa de carSter de)ocrStico. Trata-se de instrumento jurídico-
constitucional posto à disposição de qualquer interessado ÷ mesmo daqueles destituídos
de personalidade jurídica ÷, com a e@!lCcita finalidade de IiabiliLar a defesa, perante as
instituições estatais, de direitos ou valores revestidos tanto de natureza pessoal quanto de
significação coletiva. Entidade sindical que pede ao Procurador-Geral da República o
ajuizamento de ação direta perante o STF. Pro)ocatio ad agendu. Pleito que traduz o
exercício concreto do direito de petição. Legitimidade desse comportamento.¨ (ADÌ 1.247-
MC, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 17-8-95, Plenário, D2 de 8-9-95)
"Necessário temperamento da Súmula 691 deste Supremo, para que não se negue a
aplicação do art. 5º, inc. XXXV, da Constituição da República. 1Bo se $S negar
Krisdi?Bo ao que reclama prestação do Poder Judiciário, menos ainda deste Supremo
Tribunal, Aando se afigre ilegalidade flagrante." (HC 89.681, Rel. Min. Cármen Lúcia,
julgamento em 21-11-06, 1ª Turma, D2 de 2-2-07). 1o )es)o sentido& HC 92.474, Rel.
Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 2-12-08, 1ª Turma, D2E em 20-2-09.
CSe, em qualquer das instâncias ocorreu vício de julgamento, por falta de
fnda)enta?Bo ou de adeAado e@a)e das AestNes de fato e de direito, isso, se for
verdade, configrarS nlidade de carSter !rocessal, mas não denegação de
jurisdição, de molde a afrontar a norma constitucional focalizada (inc. XXXV do art. 5º da
CF).¨ (AÌ 185.669-AgR, Rel. Min. Sydney Sanches, julgamento em 17-9-96, 1ª Turma, D2
de 29-11-96)
CA ordem jurídico-constitucional assegura aos cidadãos o acesso ao Judiciário em
concepção maior. Engloba a entrega da prestação jurisdicional da forma mais completa e
convincente possível. Omisso o provimento judicial e, em que pese a interposição de
embargos declaratórios, persistindo o vício na arte de proceder, for?oso J assentar a
configra?Bo da nlidade.¨ (RE 158.655, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 20-8-
96, 2ª Turma, D2 de 2-5-97)
CGarantia constitucional de fnda)enta?Bo das decisNes Kdiciais. Artigo 118, § 3º, do
Regimento Ìnterno do Superior Tribunal Militar. A garantia constitucional estatuída no
artigo 93, inciso ÌX, da Constituição Federal, segundo a qual todas as decisNes Kdiciais
deIe) ser fnda)entadas, é exigência inerente ao Estado Democrático de Direito e,
por outro, J instr)ento !ara IiabiliLar o controle das decisNes Kdiciais e assegrar
o e@ercCcio do direito de defesa. A decisão judicial não é um ato autoritário, um ato que
nasce do arbítrio do julgador, daí a necessidade da sua a!ro!riada fnda)enta?Bo. A
lavratura do acórdão dá conseqüência à garantia constitucional da motivação dos
julgados.¨ (RE 540.995, Rel. Min. Menezes Direito, julgamento em 19-2-08, D2E de 2-5-
08). 1o )es)o sentido& RE 575.144, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 11-
12-08, Plenário, D2E de 20-2-09.
"A fnda)enta?Bo constiti !ress!osto de legiti)idade das decisões judiciais. A
fundamentação dos atos decisórios qualifica-se como pressuposto constitucional de
validade e eficácia das decisões emanadas do Poder Judiciário. A inobserIVncia do
deIer i)!osto pelo art. 93, ÌX, da Carta Política, precisamente por traduzir grave
transgressão de natureza constitucional, afeta a legiti)idade KrCdica da decisBo e
gera, de maneira irremissível, a conseqüente nlidade do !ronncia)ento Kdicial.
Precedentes." (HC 80.892, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 16-10-01, 2ª Turma,
D2 de 23-11-07). 1o )es)o sentido& HC 90.045 , Rel. Min. Joaquim Barbosa, julgamento
em 10-2-09, 2ª Turma, D2E de 20-3-09.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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5A Premissa -o5i*a'ional"
Entendemos que a origem de tamanha desfaçatez, esteja na e@acerbada
!resn?Bo de que sendo Ministro do Supremo Tribunal, esta automaticamente aci)a da
Lei, bem como, aci)a de ses Pares de instâncias inferiores, não menos importantes
por isso.
Entendemos, também, que no seu caso, em específico, sua passagem pelo
Supremo Tribunal Federal esta relacionada a "a!adrin$a)ento !olCtico”, uma vez que,
sua origem é o Cargo de Promotor e Curador Geral, em contrapartida, aos Juízes de
Ìnstâncias Ìnferiores que, efetivamente, são Concursados, em essência, mais
MERÌTOSOS.
Algo que me faz lembrar do discurso proferido pelo Senador athur virgílio ao
ass)ir, na Tribuna do Senado Federal, que cometeu cri)e de i)!robidade
ad)inistratiIa, quando então, reproduzo parte de seu discurso, que, em princípio,
recon$e?o co)o !ossiIel)ente colocado !elo IlstrCssi)o.
Conforme o documento Pgr Crime Ìnexiste Apos Confissao e Ressarci, onde
Estamos tentando provocar o Excelentíssimo Procurador-Geral da República a ENVÌDAR
TODOS OS ESFORÇOS para AJUÌZAR os processos identificáveis no pronunciamento
feito pelo Senador Arthur Virgílio na Tribuna do Senado, onde, no mínimo, é CRÌMÌNOSO
CONFESSO por improbidade administrativa.
http://www.scribd.com/doc/17814537/Pgr-Crime-Ìnexiste-Apos-Confissao-e-Ressarci
M
Começo pelo que Klgo que é a única coisa graIe mesmo, a única coisa que me
deixou de cabeça pesada, que me deixou contristado, que mostrou que eu estava
sendo vítima de uma certa vaidade que me fazia achar a mim próprio ) $o)e)
!Yblico se) Ka?a. Eu compreendi que continuo com muitos defeitos. E continuo
compreendendo e comecei a compreender que a !rT!ria Casa jogou em mim
certos ICcios
M

Portanto, Ìlustríssimo josé celso de mello filho, como qualquer membro do
Judiciário Brasileiro, sua importância e relevância, nBo esta no Cargo que ocupas, mas
na !ostra, com que e@erce as atribi?Nes e c)!re as obriga?Nes relativas ao
Cargo, que efemeramente, esta investido.

Logo, por vivermos uma Democracia, deves perceber O Mundo e NO Mundo, com
o olhar humilde, na dosagem certa, para que 1:O V21[A8 A 21V2#DO1[A# qualquer
um de seus Pares, ou mesmo, O POVO Brasileiro, do qual, ORGULHOSAMENTE sou
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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parte integrante.

$A Premissa -o5i*a'ional"
Como não sou Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, uma
pergunta não quer se calar: Se o HC de daniel dantas relacionado a 2ª prisão decretada
pelo Excelentíssimo Juiz Singular, TOGADO, Sr. Fausto de Sanctis, houvesse sido
apreciado, E CONFÌRMADA a Prisão, em primeira instância pelo Superior Tribunal de
Justiça, será que mesmo assim, suas colocações se manteriam, coerentes, ou mesmo
idênticas ?
Caso a resposta seja não, devo então entender, que mesmo não tendo havido
condições para que o Superior Tribunal de Justiça, pudesse se manifestar diretamente
sobre a questão, e) clara s!ressBo de instVncia, a confir)a?Bo pelo mesmo, do
Excelentíssimo 4iL 8inglar, TOGADO, no Processo, em avaliação "a posteriori¨, me
induz a crer que a 2ª Prisão de daniel dantas esta ratificada pelo Superior Tribunal de
Justiça. .
Confor)e a notCcia STJ revalida Satiagraha e mantém 5e Santi! no caso,
$tt!&''cli!!ing.tse.goI.br'noticias'0-.-'"ar'5'stK-reIalida-satiagra$a-e-)ante)-de-
sanctis-no.

7A Premissa -o5i*a'ional"
Se fosse meu filho, sua atitude, me obrigaria a manda-lo "lavar a boca¨
antes de cometer impropérios, principalmente, relacionado a Alguém do Porte, da Estirpe,
da Dignidade de um Juiz Singular, TODA5O, como o Sr. Fausto de Sanctis.
Como, filho meu, não és, posso, no máximo, solicitar que 8a*e seu
'Grebro7 sua bo'a e seu es5Yma,o u5ili4ando uma soluç+o )i,ieni4adora 'om
=saber Murídi'o> Hmesmo Lue seMa ne'ess(rio um pou'o mais de es5udoI7
=0espei5o> e =Consideraç+o>7 pelo menos ao Direi5o Cons5i5uído e ao Es5a5u5o da
-a,is5ra5ura an5es de propalar LualLuer =*erborrGia>#
Gestiona)ento ConclsiIo&
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Quando o Brasil já deu mostras de ter uma Democracia Madura, ao afastar
ocupantes dos Cargos de Presidência da República, Presidência do Senado Federal e
Presidência da Câmara de Deputados, somos obrigados, a conviver com a "ignorVncia
KrCdica” de alguns, que como o Senhor, vem colocando em alto gra de descrJdito o
Poder Judiciário Brasileiro.
Uma pergunta não quer se calar: Quem, em Santo nome de Deus, pode
avaliar, e se necessário, responsabilizar, afastar, destituir, algum Ministro do Supremo
Tribunal Federal, na Presidência ou não, que venha a agredir, !ela ignorVncia, !ela
T#UCUL^1CIA, ou !ela A##OD=1CIA, o Direito Constituído, a Constituição da
República Federativa, e/ou mesmo, o Estatuto da Magistratura ?
Atenciosamente,


Plinio Marcos Moreira da Rocha
P218O% 1:O 8W 2XI8TO% "2 <A9O P#2821T2.
Obs.: Plinio Marcos Moreira da Rocha, presumivelmente o único 3rasileiro CO"U", que
mesmo não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas
inscritas na 6ª edição do Prêmio ÌNNOVARE, calcadas no CAO8 4U#Í5ICO que tem
como premissa base o PU#O <A\2# 52 CO1TA8, reconhecidas, e 52<2#I5A8 !elo
Consel$o 4lgador, conforme documento I11OVA#2 - U) 3rasileiro CO"U" no )eio
4rCdico, http://www.scribd.com/doc/24252669/ÌNNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-no-
meio-Juridico.

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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0eprimenda ao /lus5ríssimo Eros 0ober5o Fr(u
Supremo Tribunal Federal
Praça dos Três Poderes
Brasília ÷ DF CEP 70150-900

Ìlustríssimo Senhor Eros Roberto Gráu,

Com Base na CONSTÌTUÌÇÃO DA REPÚBLÌCA FEDERATÌVA DO BRASÌL DE
1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I ÷ DOS DÌREÌTOS
E DEVERES ÌNDÌVÌDUAÌS E COLETÌVOS% Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem
distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à
segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber
dos TrgBos públicos infor)a?Nes de seu interesse particular, ou de interesse coletiIo
o geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade,
ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do
Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas:
a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra
ilegalidade ou abso de !oder.
Venho, mui respeitosamente, formalmente, #2P#2215^-LO, além de 8UD2#I#
que peça 528CULPA8, pela atitude abjeta, indecorosa, imoral, ilegal co) Ae aIalio a
Decisão do Excelentíssimo Juiz Singular, TODA5O, Sr. Fausto de Sanctis, que é Homem
Público de Postura Ìlibada, Ìmaculada, Discreta, Moral, Ética, reflexo natural de
apuradíssimo saber jurídico, tendo em vista, que !or falta de fnda)enta?Bo, apenas e
tão somente, o trato "cri)inosa)ente¨, quando então, acso-o, de forma
"difa)atTria¨, sem qualquer respaldo legal, de insbordina?Bo ao, presumivelmente,
i)!edir Ae tribnais s!eriores de e@ercere) sa Krisdi?Bo.
1A Premissa -o5i*a'ional"

Esta #2P#2218:O tem como premissa a notícia: 8!re)o confir)a [C e)
faIor do 5aniel 5antas, onde encontramos: O relator do ha(eas cor!us, inistro Eros
6rau, disse #ue a !risão !re)enti)a de Dantas se caracteri$ou coo ua Qan5e'ipaç+o
de penaQ e #ue as liinares de ?endes ti)era Qa'er5o irrepreensí*elQ1 Para 6rau, a
concessão do ha(eas cor!us !elo !residente do STF antes da decisão de %rito e
outras inst:ncias se deu de ,ora Qsu!i'ien5emen5e !undamen5adaQ1
http://www.netle$is.com.br/inde.3spDarEui'oF/detalhes5oticia.3spGcodF4621,

Algo que a realidade dos fatos, de forma clara, incontestável e irrefutável nBo dS
sstenta?Bo, bem como, co)!roIa a s!erficialidade da avaliação da questão.

&A Premissa -o5i*a'ional"
Os fatos ocorridos "a posteriori¨, confir)a) de forma clara, inquestionável e
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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irrefutável que o Excelentíssimo Ministro "arco ArJlio "ello estava com toda a raLBo
quando nBo sT concordo com a decisão do Excelentíssimo Juiz Singular, TODA5O, Sr.
Fausto de Sanctis, como também explicitamente o 2logio Tecnica)ente, uma vez que,
ambos, entenderam, de forma correta, fundamentada no Direito Constituído, que o
paciente, utilizou de seus poderes econômicos para tentar interferir, em conveniência
própria, nos trabal$os inIestigatiIos da Polícia Federal, ao tentar corromper Homens
Públicos envolvidos na investigação.
Algo% ratificado pelo trata)ento dado ao Ex-Governador do Distrito Federal por
atos similares de tentatiIa de sborno.
%A Premissa -o5i*a'ional"

Chamo a atenção para o fato concreto constante da notícia T#< arAiIa !rocesso
contra 5e 8anctis !or desobediFncia ao 8T< na 8atiagra$a, Juiz determinou 2ª prisão
de Dantas, contrariando decisão do STF. Mais cedo, T#< arAiIo otro !rocesso
contra ele !or desobediFncia.

http://$1.$lobo.com/5oticias/Politica/H&&/6:11H@11,-@6H1&HH-
1.2IA.J6);AIP.4!E004I!451.AIDEI0A5!1)0IP4.IDE04"ED)E5!)AIA4I012I
5AI0A1)AK.A.html
Portanto, acreditaos, #ue o E.celent'ssio 2ui$ Singular, T1F2D1, Sr1 Fausto
de Sanctis, e oento algu te)e LualLuer preo'upaç+o e atacar suas liinares,
ua )e$ #ue, Res!eitando a 8ei, e o Direito Constitu'do, ressaltou, de ,ora intr'nseca,
#ue suas liminares7 em essên'ia7 2T2C202- DE -10TE a Constitui"ão da Re!0(lica
Federati)a do &rasil e ao Estatuto da ?agistratura1
Algo, #ue de ,ora contundente e )iolenta, no 'nio, arranha a Atri(ui"ão e
Res!onsa(ilidade !rieira do Su!reo Tri(unal Federal #ue % o encarregado de
)anter o i)!Jrio e a nidade do direito constitcional1
Ra$ão !ela #ual, )olto a a!resentar a charge Tobby entrevista - Daniel
Banca, http://charges.uol.com.br/2008/07/26/tobby-entrevista-daniel-banca/ , #ue tão
(e 5radu4 o sen5imen5o popular#
9A Premissa -o5i*a'ional"
Apresento algumas manifestações, que co)!roIa) a i)!ortVncia que o
Supremo Tribunal Federal, efetivamente, dá à AestBo da <U15A"21TA9:O, pelo
menos, nos casos e) Ae enIolIe Otras Cortes, extraído do documento A
Constiti?Bo e o 8!re)o, http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
"3in,uGm G obri,ado a 'umprir orde) ilegal7 ou a ela se sb)eter7 ainda Lue
e)anada de atoridade Kdicial# -ais" G deIer de cidadania o!or-se N ordem ile,al]
'aso 'on5r(rio7 ne,a-se o Es5ado de Direi5o." (A! B-.4@4, Rel. Min. Maurício Corrêa,
julgamento em 22-4-96, 2ª Turma, D2 de 7-6-96)

CX nla a de'is+o Lue re'ebe denYncia se) fnda)enta?Bo sficiente sobre a
admissibilidade da aç+o penal.¨ (.E 4@6.6B-, Rel. Min. Cezar Peluso, julgamento em 31-
3-09, 2ª Turma, D2E de 22-5-09)
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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^1 -a,is5rado G in*iol(*el pelas opini:es Lue e6pressar ou pelo 'on5e@do das
de'is:es Lue pro!erir7 n+o podendo ser punido nem preMudi'ado em ra4+o de 5ais
pronun'iamen5os# J ne'ess(rio7 'on5udo7 Lue esse dis'urso Mudi'i(rio7
mani!es5ado no Mul,amen5o da 'ausa7 seMa 'ompa5í*el 'om o ss fori e Lue7
despro*ido de in5ui5o o!ensi*o7 ,uarde7 ainda7 'om o obMe5o do li5í,io7 indisso'i(*el
ne6o de 'ausalidade e de per5inên'ia# 2 ratio subMa'en5e N norma ins'ri5a no ar5# 91
da 81-23 de'orre da ne'essidade de pro5e,er os ma,is5rados no desempen)o de
sua a5i*idade !un'ional7 asse,urando-l)es 'ondiç:es para o e6er'í'io
independen5e da Murisdiç+o# J Lue a independên'ia Mudi'ial 'ons5i5ui e6i,ên'ia
polí5i'a des5inada a 'on!erir7 ao ma,is5rado7 plena liberdade de'isRria no
Mul,amen5o das 'ausas a ele subme5idas7 em ordem a permi5ir-l)e o desempen)o
au5Ynomo do offici) Kdicis7 sem o 5emor de so!rer7 por e!ei5o de sua pr(5i'a
pro!issional7 abusi*as ins5auraç:es de pro'edimen5os penais ou 'i*is# ()nE 2.6,,-J4,
Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 12-3-09, Plenário, D2E de 8-5-09)

"2 de'is+o7 'omo a5o de in5eli,ên'ia7 )( de ser a mais 'omple5a e 'on*in'en5e
possí*el# /n'umbe ao Es5ado-;ui4 obser*ar a es5ru5ura impos5a por lei7
!ormali4ando o rela5Rrio7 a fnda)enta?Bo e o disposi5i*o# Trans,ride 'ome4in)a
noç+o do de*ido pro'esso le,al7 desa!iando os re'ursos de re*is5a7 espe'ial e
e65raordin(rio pronun'iamen5o Lue7 ine6is5en5e in'ompa5ibilidade 'om o M(
assen5ado7 impliLue re'usa em apre'iar 'ausa de pedir *ei'ulada por au5or ou rGu#
1 Mui4 G um peri5o na ar5e de pro'eder e Mul,ar7 de*endo en!ren5ar as ma5Grias
sus'i5adas pelas par5es7 sob pena de7 em *e4 de e6aminar no 5odo o 'on!li5o de
in5eresses7 si)!les)ente decidi-lo% e) Ierdadeiro ato de for?a% olIidando o dita)e
constitcional da fnda)enta?Bo, o !rincC!io bSsico do a!erfei?oa)ento da
!resta?Bo Krisdicional.¨ (.E 4-@.2@6, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 26-5-09, 1ª
Turma, D2E de 21-8-09)

CDevem ser postos em relevo os valores que norteiam a Constituição e que devem servir
de orientação para a correta interpretação e aplicação das normas constitucionais e
apreciação da subsunção, ou não, da Lei n. 8.899/94 a elas. Vale, assim, uma palavra,
ainda que brevíssima, ao Preâmbulo da Constituição, no qual se contém a explicitação
dos valores que dominam a obra constitucional de 1988 (...). Não apenas o Estado haverá
de ser convocado para formular as políticas públicas que podem conduzir ao bem-estar, à
igualdade e à justiça, mas a sociedade haverá de se organizar segundo aqueles valores,
a fim de que se firme como uma comunidade fraterna, pluralista e sem preconceitos (...).
E, referindo-se, expressamente, ao Preâmbulo da Constituição brasileira de 1988, escolia
José Afonso da Silva que '1 Es5ado Demo'r(5i'o de Direi5o des5ina-se a asse,urar o
e6er'í'io de de5erminados *alores supremos. L2sse,urar_7 5em7 no 'on5e65o7 !unç+o
de ,aran5ia do,m(5i'o-'ons5i5u'ional] n+o7 porGm7 de ,aran5ia dos *alores
abs5ra5amen5e 'onsiderados7 mas do seu `e6er'í'io_. Este signo desempenha, aí,
função pragmática, porque, com o objetivo de 'assegurar', tem o efeito imediato de
prescrever ao Estado uma ação em favor da efetiva realização dos ditos valores em
direção (função diretiva) de destinatários das normas constitucionais que dão a esses
valores conteúdo específico' (...). 3a es5eira des5es *alores supremos e6pli'i5ados no
Pre<mbulo da Cons5i5uiç+o brasileira de 1ZZ G Lue se a!irma7 nas normas
'ons5i5u'ionais *i,en5es7 o prin'ípio Murídi'o da solidariedade.¨ (AD) 2.64,, voto da
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Min. Cármen Lúcia, julgamento em 8-5-08, Plenário, D2E de 17-10-08)
CO direito de !eti?Bo, presente em todas as Constituições brasileiras, qualifica-se como
i)!ortante !rerrogatiIa de carSter de)ocrStico. Trata-se de instrumento jurídico-
constitucional posto à disposição de qualquer interessado ÷ mesmo daqueles destituídos
de personalidade jurídica ÷, com a e@!lCcita finalidade de IiabiliLar a defesa, perante as
instituições estatais, de direitos ou valores revestidos tanto de natureza pessoal quanto de
significação coletiva. Entidade sindical que pede ao Procurador-Geral da República o
ajuizamento de ação direta perante o STF. Pro)ocatio ad agendu. Pleito que traduz o
exercício concreto do direito de petição. Legitimidade desse comportamento.¨ (ADÌ 1.247-
MC, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 17-8-95, Plenário, D2 de 8-9-95)
"Necessário temperamento da Súmula 691 deste Supremo, para que não se negue a
aplicação do art. 5º, inc. XXXV, da Constituição da República. 1Bo se $S negar
Krisdi?Bo ao que reclama prestação do Poder Judiciário, menos ainda deste Supremo
Tribunal, Aando se afigre ilegalidade flagrante." (HC 89.681, Rel. Min. Cármen Lúcia,
julgamento em 21-11-06, 1ª Turma, D2 de 2-2-07). 1o )es)o sentido& HC 92.474, Rel.
Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 2-12-08, 1ª Turma, D2E em 20-2-09.
CSe, em qualquer das instâncias ocorreu vício de julgamento, por falta de
fnda)enta?Bo ou de adeAado e@a)e das AestNes de fato e de direito, isso, se for
verdade, configrarS nlidade de carSter !rocessal, mas não denegação de
jurisdição, de molde a afrontar a norma constitucional focalizada (inc. XXXV do art. 5º da
CF).¨ (AÌ 185.669-AgR, Rel. Min. Sydney Sanches, julgamento em 17-9-96, 1ª Turma, D2
de 29-11-96)
CA ordem jurídico-constitucional assegura aos cidadãos o acesso ao Judiciário em
concepção maior. Engloba a entrega da prestação jurisdicional da forma mais completa e
convincente possível. Omisso o provimento judicial e, em que pese a interposição de
embargos declaratórios, persistindo o vício na arte de proceder, for?oso J assentar a
configra?Bo da nlidade.¨ (RE 158.655, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 20-8-
96, 2ª Turma, D2 de 2-5-97)
CGarantia constitucional de fnda)enta?Bo das decisNes Kdiciais. Artigo 118, § 3º, do
Regimento Ìnterno do Superior Tribunal Militar. A garantia constitucional estatuída no
artigo 93, inciso ÌX, da Constituição Federal, segundo a qual todas as decisNes Kdiciais
deIe) ser fnda)entadas, é exigência inerente ao Estado Democrático de Direito e,
por outro, J instr)ento !ara IiabiliLar o controle das decisNes Kdiciais e assegrar
o e@ercCcio do direito de defesa. A decisão judicial não é um ato autoritário, um ato que
nasce do arbítrio do julgador, daí a necessidade da sua a!ro!riada fnda)enta?Bo. A
lavratura do acórdão dá conseqüência à garantia constitucional da motivação dos
julgados.¨ (RE 540.995, Rel. Min. Menezes Direito, julgamento em 19-2-08, D2E de 2-5-
08). 1o )es)o sentido& RE 575.144, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 11-
12-08, Plenário, D2E de 20-2-09.
"A fnda)enta?Bo constiti !ress!osto de legiti)idade das decisões judiciais. A
fundamentação dos atos decisórios qualifica-se como pressuposto constitucional de
validade e eficácia das decisões emanadas do Poder Judiciário. A inobserIVncia do
deIer i)!osto pelo art. 93, ÌX, da Carta Política, precisamente por traduzir grave
transgressão de natureza constitucional, afeta a legiti)idade KrCdica da decisBo e
gera, de maneira irremissível, a conseqüente nlidade do !ronncia)ento Kdicial.
Precedentes." (HC 80.892, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 16-10-01, 2ª Turma,
D2 de 23-11-07). 1o )es)o sentido& HC 90.045 , Rel. Min. Joaquim Barbosa, julgamento
em 10-2-09, 2ª Turma, D2E de 20-3-09.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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5A Premissa -o5i*a'ional"
Entendemos que a origem de tamanha desfaçatez, esteja na e@acerbada
!resn?Bo de que sendo Ministro do Supremo Tribunal, esta automaticamente aci)a da
Lei, bem como, aci)a de ses Pares de instâncias inferiores, não menos importantes
por isso.
Entendemos, também, que no seu caso, em específico, sua passagem pelo
Supremo Tribunal Federal esta relacionada a "a!adrin$a)ento !olCtico”, uma vez que,
sua origem é Acadêmica, em contrapartida, aos Juízes de Ìnstâncias Ìnferiores que,
efetivamente, são Concursados, em essência, mais MERÌTOSOS.
Algo que me faz lembrar do discurso proferido pelo Senador athur virgílio ao
ass)ir, na Tribuna do Senado Federal, que cometeu cri)e de i)!robidade
ad)inistratiIa, quando então, reproduzo parte de seu discurso, que, em princípio,
recon$e?o co)o !ossiIel)ente colocado !elo IlstrCssi)o.
Conforme o documento Pgr Crime Ìnexiste Apos Confissao e Ressarci, onde
Estamos tentando provocar o Excelentíssimo Procurador-Geral da República a ENVÌDAR
TODOS OS ESFORÇOS para AJUÌZAR os processos identificáveis no pronunciamento
feito pelo Senador Arthur Virgílio na Tribuna do Senado, onde, no mínimo, é CRÌMÌNOSO
CONFESSO por improbidade administrativa.
http://www.scribd.com/doc/17814537/Pgr-Crime-Ìnexiste-Apos-Confissao-e-Ressarci
M
Começo pelo que Klgo que é a única coisa graIe mesmo, a única coisa que me
deixou de cabeça pesada, que me deixou contristado, que mostrou que eu estava
sendo vítima de uma certa vaidade que me fazia achar a mim próprio ) $o)e)
!Yblico se) Ka?a. Eu compreendi que continuo com muitos defeitos. E continuo
compreendendo e comecei a compreender que a !rT!ria Casa jogou em mim
certos ICcios
M

Portanto, Ìlustríssimo josé celso de mello filho, como qualquer membro do
Judiciário Brasileiro, sua importância e relevância, nBo esta no Cargo que ocupas, mas
na !ostra, com que e@erce as atribi?Nes e c)!re as obriga?Nes relativas ao
Cargo, que efemeramente, esta investido.

Logo, por vivermos uma Democracia, deves perceber O Mundo e NO Mundo, com
o olhar humilde, na dosagem certa, para que 1:O V21[A8 A 21V2#DO1[A# qualquer
um de seus Pares, ou mesmo, O POVO Brasileiro, do qual, ORGULHOSAMENTE sou
parte integrante.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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$A Premissa -o5i*a'ional"
Como não sou Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, uma
pergunta não quer se calar: Se o HC de daniel dantas relacionado a 2ª prisão decretada
pelo Excelentíssimo Juiz Singular, TOGADO, Sr. Fausto de Sanctis, houvesse sido
apreciado, E CONFÌRMADA a Prisão, em primeira instância pelo Superior Tribunal de
Justiça, será que mesmo assim, suas colocações se manteriam, coerentes, ou mesmo
idênticas ?
Caso a resposta seja não, devo então entender, que mesmo não tendo havido
condições para que o Superior Tribunal de Justiça, pudesse se manifestar diretamente
sobre a questão, e) clara s!ressBo de instVncia, a confir)a?Bo pelo mesmo, do
Excelentíssimo 4iL 8inglar, TOGADO, no Processo, em avaliação "a posteriori¨, me
induz a crer que a 2ª Prisão de daniel dantas esta ratificada pelo Superior Tribunal de
Justiça. .
Confor)e a notCcia STJ revalida Satiagraha e mantém 5e Santi! no caso,
$tt!&''cli!!ing.tse.goI.br'noticias'0-.-'"ar'5'stK-reIalida-satiagra$a-e-)ante)-de-
sanctis-no.

7A Premissa -o5i*a'ional"
Se fosse meu filho, sua atitude, me obrigaria a manda-lo "lavar a boca¨
antes de cometer impropérios, principalmente, relacionado a Alguém do Porte, da Estirpe,
da Dignidade de um Juiz Singular, TODA5O, como o Sr. Fausto de Sanctis.
Como, filho meu, não és, posso, no máximo, solicitar que 8a*e seu
'Grebro7 sua bo'a e seu es5Yma,o u5ili4ando uma soluç+o )i,ieni4adora 'om
=saber Murídi'o> Hmesmo Lue seMa ne'ess(rio um pou'o mais de es5udoI7
=0espei5o> e =Consideraç+o>7 pelo menos ao Direi5o Cons5i5uído e ao Es5a5u5o da
-a,is5ra5ura an5es de propalar LualLuer =*erborrGia>#
Gestiona)ento ConclsiIo&
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Quando o Brasil já deu mostras de ter uma Democracia Madura, ao afastar
ocupantes dos Cargos de Presidência da República, Presidência do Senado Federal e
Presidência da Câmara de Deputados, somos obrigados, a conviver com a "ignorVncia
KrCdica” de alguns, que como o Senhor, vem colocando em alto gra de descrJdito o
Poder Judiciário Brasileiro.
Uma pergunta não quer se calar: Quem, em Santo nome de Deus, pode
avaliar, e se necessário, responsabilizar, afastar, destituir, algum Ministro do Supremo
Tribunal Federal, na Presidência ou não, que venha a agredir, !ela ignorVncia, !ela
T#UCUL^1CIA, ou !ela A##OD=1CIA, o Direito Constituído, a Constituição da
República Federativa, e/ou mesmo, o Estatuto da Magistratura ?
Atenciosamente,


Plinio Marcos Moreira da Rocha
P218O% 1:O 8W 2XI8TO% "2 <A9O P#2821T2.
Obs.: Plinio Marcos Moreira da Rocha, presumivelmente o único 3rasileiro CO"U", que
mesmo não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas
inscritas na 6ª edição do Prêmio ÌNNOVARE, calcadas no CAO8 4U#Í5ICO que tem
como premissa base o PU#O <A\2# 52 CO1TA8, reconhecidas, e 52<2#I5A8 !elo
Consel$o 4lgador, conforme documento I11OVA#2 - U) 3rasileiro CO"U" no )eio
4rCdico, http://www.scribd.com/doc/24252669/ÌNNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-no-
meio-Juridico.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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0eprimenda ao /lus5ríssimo EnriLue 0i'ardo 8e[ando[s\i
Supremo Tribunal Federal
Praça dos Três Poderes
Brasília ÷ DF CEP 70150-900

Ìlustríssimo Senhor Eros Roberto Gráu,

Com Base na CONSTÌTUÌÇÃO DA REPÚBLÌCA FEDERATÌVA DO BRASÌL DE
1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I ÷ DOS DÌREÌTOS
E DEVERES ÌNDÌVÌDUAÌS E COLETÌVOS% Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem
distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à
segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber
dos TrgBos públicos infor)a?Nes de seu interesse particular, ou de interesse coletiIo
o geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade,
ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do
Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas:
a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra
ilegalidade ou abso de !oder.
Venho, mui respeitosamente, formalmente, #2P#2215^-LO, além de 8UD2#I#
que peça 528CULPA8, pela atitude abjeta, indecorosa, imoral, ilegal co) Ae aIalio a
Decisão do Excelentíssimo Juiz Singular, TODA5O, Sr. Fausto de Sanctis, que é Homem
Público de Postura Ìlibada, Ìmaculada, Discreta, Moral, Ética, reflexo natural de
apuradíssimo saber jurídico, tendo em vista, que !or falta de fnda)enta?Bo, apenas e
tão somente, o trato "cri)inosa)ente¨, quando então, acso-o, de forma
"difa)atTria¨, sem qualquer respaldo legal, de insbordina?Bo ao, presumivelmente,
i)!edir Ae tribnais s!eriores de e@ercere) sa Krisdi?Bo.
1A Premissa -o5i*a'ional"

Esta #2P#2218:O tem como premissa a notícia: 8!re)o confir)a [C e)
faIor do 5aniel 5antas, onde encontramos: Os inistros Ricardo 8eTandoTsUi e Ce$ar
Peluso ressaltara não ha)er ra$9es #ue ;usti,icasse a !risão !re)enti)a do (an#ueiro,
nem mesmo a ale,aç+o de #ue ele !oderia a5rapal)ar in*es5i,aç:es1 QEstaos diante
de e)idente 'ons5ran,imen5o ile,al do !acienteQ, resuiu 8eTandoTsUi1
http://www.netle$is.com.br/inde.3spDarEui'oF/detalhes5oticia.3spGcodF4621,

Algo que a realidade dos fatos, de forma clara, incontestável e irrefutável nBo dS
sstenta?Bo, bem como, co)!roIa a s!erficialidade da avaliação da questão, quando
então, coloco, sem medo de errar, que o 'ons5ran,imen5o ile,al n+o se apli'a ao
pa'ien5e7 mas7 ao ;ui4 Sin,ular7 T1F2D17 Sr# Faus5o de San'5is#

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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&A Premissa -o5i*a'ional"
Os fatos ocorridos "a posteriori¨, confir)a) de forma clara, inquestionável e
irrefutável que o Excelentíssimo Ministro "arco ArJlio "ello estava com toda a raLBo
quando nBo sT concordo com a decisão do Excelentíssimo Juiz Singular, TODA5O, Sr.
Fausto de Sanctis, como também explicitamente o 2logio Tecnica)ente, uma vez que,
ambos, entenderam, de forma correta, fundamentada no Direito Constituído, que o
paciente, utilizou de seus poderes econômicos para tentar interferir, em conveniência
própria, nos trabal$os inIestigatiIos da Polícia Federal, ao tentar corromper Homens
Públicos envolvidos na investigação.
Algo% ratificado pelo trata)ento dado ao Ex-Governador do Distrito Federal por
atos similares de tentatiIa de sborno.
%A Premissa -o5i*a'ional"

Chamo a atenção para o fato concreto constante da notícia T#< arAiIa !rocesso
contra 5e 8anctis !or desobediFncia ao 8T< na 8atiagra$a, Juiz determinou 2ª prisão
de Dantas, contrariando decisão do STF. Mais cedo, T#< arAiIo otro !rocesso
contra ele !or desobediFncia.

http://$1.$lobo.com/5oticias/Politica/H&&/6:11H@11,-@6H1&HH-
1.2IA.J6);AIP.4!E004I!451.AIDEI0A5!1)0IP4.IDE04"ED)E5!)AIA4I012I
5AI0A1)AK.A.html
Portanto, acreditaos, #ue o E.celent'ssio 2ui$ Singular, T1F2D1, Sr1 Fausto
de Sanctis, e oento algu te)e LualLuer preo'upaç+o e atacar suas liinares,
ua )e$ #ue, Res!eitando a 8ei, e o Direito Constitu'do, ressaltou, de ,ora intr'nseca,
#ue suas liminares7 em essên'ia7 2T2C202- DE -10TE a Constitui"ão da Re!0(lica
Federati)a do &rasil e ao Estatuto da ?agistratura1
Algo, #ue de ,ora contundente e )iolenta, no 'nio, arranha a Atri(ui"ão e
Res!onsa(ilidade !rieira do Su!reo Tri(unal Federal #ue % o encarregado de
)anter o i)!Jrio e a nidade do direito constitcional1
Ra$ão !ela #ual, )olto a a!resentar a charge Tobby entrevista - Daniel
Banca, http://charges.uol.com.br/2008/07/26/tobby-entrevista-daniel-banca/ , #ue tão
(e 5radu4 o sen5imen5o popular#
9A Premissa -o5i*a'ional"
Apresento algumas manifestações, que co)!roIa) a i)!ortVncia que o
Supremo Tribunal Federal, efetivamente, dá à AestBo da <U15A"21TA9:O, pelo
menos, nos casos e) Ae enIolIe Otras Cortes, extraído do documento A
Constiti?Bo e o 8!re)o, http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
"3in,uGm G obri,ado a 'umprir orde) ilegal7 ou a ela se sb)eter7 ainda Lue
e)anada de atoridade Kdicial# -ais" G deIer de cidadania o!or-se N ordem ile,al]
'aso 'on5r(rio7 ne,a-se o Es5ado de Direi5o." (A! B-.4@4, Rel. Min. Maurício Corrêa,
julgamento em 22-4-96, 2ª Turma, D2 de 7-6-96)

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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CX nla a de'is+o Lue re'ebe denYncia se) fnda)enta?Bo sficiente sobre a
admissibilidade da aç+o penal.¨ (.E 4@6.6B-, Rel. Min. Cezar Peluso, julgamento em 31-
3-09, 2ª Turma, D2E de 22-5-09)

^1 -a,is5rado G in*iol(*el pelas opini:es Lue e6pressar ou pelo 'on5e@do das
de'is:es Lue pro!erir7 n+o podendo ser punido nem preMudi'ado em ra4+o de 5ais
pronun'iamen5os# J ne'ess(rio7 'on5udo7 Lue esse dis'urso Mudi'i(rio7
mani!es5ado no Mul,amen5o da 'ausa7 seMa 'ompa5í*el 'om o ss fori e Lue7
despro*ido de in5ui5o o!ensi*o7 ,uarde7 ainda7 'om o obMe5o do li5í,io7 indisso'i(*el
ne6o de 'ausalidade e de per5inên'ia# 2 ratio subMa'en5e N norma ins'ri5a no ar5# 91
da 81-23 de'orre da ne'essidade de pro5e,er os ma,is5rados no desempen)o de
sua a5i*idade !un'ional7 asse,urando-l)es 'ondiç:es para o e6er'í'io
independen5e da Murisdiç+o# J Lue a independên'ia Mudi'ial 'ons5i5ui e6i,ên'ia
polí5i'a des5inada a 'on!erir7 ao ma,is5rado7 plena liberdade de'isRria no
Mul,amen5o das 'ausas a ele subme5idas7 em ordem a permi5ir-l)e o desempen)o
au5Ynomo do offici) Kdicis7 sem o 5emor de so!rer7 por e!ei5o de sua pr(5i'a
pro!issional7 abusi*as ins5auraç:es de pro'edimen5os penais ou 'i*is# ()nE 2.6,,-J4,
Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 12-3-09, Plenário, D2E de 8-5-09)

"2 de'is+o7 'omo a5o de in5eli,ên'ia7 )( de ser a mais 'omple5a e 'on*in'en5e
possí*el# /n'umbe ao Es5ado-;ui4 obser*ar a es5ru5ura impos5a por lei7
!ormali4ando o rela5Rrio7 a fnda)enta?Bo e o disposi5i*o# Trans,ride 'ome4in)a
noç+o do de*ido pro'esso le,al7 desa!iando os re'ursos de re*is5a7 espe'ial e
e65raordin(rio pronun'iamen5o Lue7 ine6is5en5e in'ompa5ibilidade 'om o M(
assen5ado7 impliLue re'usa em apre'iar 'ausa de pedir *ei'ulada por au5or ou rGu#
1 Mui4 G um peri5o na ar5e de pro'eder e Mul,ar7 de*endo en!ren5ar as ma5Grias
sus'i5adas pelas par5es7 sob pena de7 em *e4 de e6aminar no 5odo o 'on!li5o de
in5eresses7 si)!les)ente decidi-lo% e) Ierdadeiro ato de for?a% olIidando o dita)e
constitcional da fnda)enta?Bo, o !rincC!io bSsico do a!erfei?oa)ento da
!resta?Bo Krisdicional.¨ (.E 4-@.2@6, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 26-5-09, 1ª
Turma, D2E de 21-8-09)

CDevem ser postos em relevo os valores que norteiam a Constituição e que devem servir
de orientação para a correta interpretação e aplicação das normas constitucionais e
apreciação da subsunção, ou não, da Lei n. 8.899/94 a elas. Vale, assim, uma palavra,
ainda que brevíssima, ao Preâmbulo da Constituição, no qual se contém a explicitação
dos valores que dominam a obra constitucional de 1988 (...). Não apenas o Estado haverá
de ser convocado para formular as políticas públicas que podem conduzir ao bem-estar, à
igualdade e à justiça, mas a sociedade haverá de se organizar segundo aqueles valores,
a fim de que se firme como uma comunidade fraterna, pluralista e sem preconceitos (...).
E, referindo-se, expressamente, ao Preâmbulo da Constituição brasileira de 1988, escolia
José Afonso da Silva que '1 Es5ado Demo'r(5i'o de Direi5o des5ina-se a asse,urar o
e6er'í'io de de5erminados *alores supremos. L2sse,urar_7 5em7 no 'on5e65o7 !unç+o
de ,aran5ia do,m(5i'o-'ons5i5u'ional] n+o7 porGm7 de ,aran5ia dos *alores
abs5ra5amen5e 'onsiderados7 mas do seu `e6er'í'io_. Este signo desempenha, aí,
função pragmática, porque, com o objetivo de 'assegurar', tem o efeito imediato de
prescrever ao Estado uma ação em favor da efetiva realização dos ditos valores em
direção (função diretiva) de destinatários das normas constitucionais que dão a esses
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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valores conteúdo específico' (...). 3a es5eira des5es *alores supremos e6pli'i5ados no
Pre<mbulo da Cons5i5uiç+o brasileira de 1ZZ G Lue se a!irma7 nas normas
'ons5i5u'ionais *i,en5es7 o prin'ípio Murídi'o da solidariedade.¨ (AD) 2.64,, voto da
Min. Cármen Lúcia, julgamento em 8-5-08, Plenário, D2E de 17-10-08)
CO direito de !eti?Bo, presente em todas as Constituições brasileiras, qualifica-se como
i)!ortante !rerrogatiIa de carSter de)ocrStico. Trata-se de instrumento jurídico-
constitucional posto à disposição de qualquer interessado ÷ mesmo daqueles destituídos
de personalidade jurídica ÷, com a e@!lCcita finalidade de IiabiliLar a defesa, perante as
instituições estatais, de direitos ou valores revestidos tanto de natureza pessoal quanto de
significação coletiva. Entidade sindical que pede ao Procurador-Geral da República o
ajuizamento de ação direta perante o STF. Pro)ocatio ad agendu. Pleito que traduz o
exercício concreto do direito de petição. Legitimidade desse comportamento.¨ (ADÌ 1.247-
MC, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 17-8-95, Plenário, D2 de 8-9-95)
"Necessário temperamento da Súmula 691 deste Supremo, para que não se negue a
aplicação do art. 5º, inc. XXXV, da Constituição da República. 1Bo se $S negar
Krisdi?Bo ao que reclama prestação do Poder Judiciário, menos ainda deste Supremo
Tribunal, Aando se afigre ilegalidade flagrante." (HC 89.681, Rel. Min. Cármen Lúcia,
julgamento em 21-11-06, 1ª Turma, D2 de 2-2-07). 1o )es)o sentido& HC 92.474, Rel.
Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 2-12-08, 1ª Turma, D2E em 20-2-09.
CSe, em qualquer das instâncias ocorreu vício de julgamento, por falta de
fnda)enta?Bo ou de adeAado e@a)e das AestNes de fato e de direito, isso, se for
verdade, configrarS nlidade de carSter !rocessal, mas não denegação de
jurisdição, de molde a afrontar a norma constitucional focalizada (inc. XXXV do art. 5º da
CF).¨ (AÌ 185.669-AgR, Rel. Min. Sydney Sanches, julgamento em 17-9-96, 1ª Turma, D2
de 29-11-96)
CA ordem jurídico-constitucional assegura aos cidadãos o acesso ao Judiciário em
concepção maior. Engloba a entrega da prestação jurisdicional da forma mais completa e
convincente possível. Omisso o provimento judicial e, em que pese a interposição de
embargos declaratórios, persistindo o vício na arte de proceder, for?oso J assentar a
configra?Bo da nlidade.¨ (RE 158.655, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 20-8-
96, 2ª Turma, D2 de 2-5-97)
CGarantia constitucional de fnda)enta?Bo das decisNes Kdiciais. Artigo 118, § 3º, do
Regimento Ìnterno do Superior Tribunal Militar. A garantia constitucional estatuída no
artigo 93, inciso ÌX, da Constituição Federal, segundo a qual todas as decisNes Kdiciais
deIe) ser fnda)entadas, é exigência inerente ao Estado Democrático de Direito e,
por outro, J instr)ento !ara IiabiliLar o controle das decisNes Kdiciais e assegrar
o e@ercCcio do direito de defesa. A decisão judicial não é um ato autoritário, um ato que
nasce do arbítrio do julgador, daí a necessidade da sua a!ro!riada fnda)enta?Bo. A
lavratura do acórdão dá conseqüência à garantia constitucional da motivação dos
julgados.¨ (RE 540.995, Rel. Min. Menezes Direito, julgamento em 19-2-08, D2E de 2-5-
08). 1o )es)o sentido& RE 575.144, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 11-
12-08, Plenário, D2E de 20-2-09.
"A fnda)enta?Bo constiti !ress!osto de legiti)idade das decisões judiciais. A
fundamentação dos atos decisórios qualifica-se como pressuposto constitucional de
validade e eficácia das decisões emanadas do Poder Judiciário. A inobserIVncia do
deIer i)!osto pelo art. 93, ÌX, da Carta Política, precisamente por traduzir grave
transgressão de natureza constitucional, afeta a legiti)idade KrCdica da decisBo e
gera, de maneira irremissível, a conseqüente nlidade do !ronncia)ento Kdicial.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Precedentes." (HC 80.892, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 16-10-01, 2ª Turma,
D2 de 23-11-07). 1o )es)o sentido& HC 90.045 , Rel. Min. Joaquim Barbosa, julgamento
em 10-2-09, 2ª Turma, D2E de 20-3-09.
5A Premissa -o5i*a'ional"
Entendemos que a origem de tamanha desfaçatez, esteja na e@acerbada
!resn?Bo de que sendo Ministro do Supremo Tribunal, esta automaticamente aci)a da
Lei, bem como, aci)a de ses Pares de instâncias inferiores, não menos importantes
por isso.
Entendemos, também, que no seu caso, em específico, sua passagem pelo
Supremo Tribunal Federal esta relacionada a "a!adrin$a)ento !olCtico”, uma vez que,
sua origem é a Advocacia, tendo ingressado na carreira de Juiz através do Ginto
Constitcional da classe dos AdIogados% também qualificável como "a!adrin$a)ento
!olCtico-!rofissional”, em contrapartida, aos Juízes de Ìnstâncias Ìnferiores que,
efetivamente, são Concursados, em essência, mais MERÌTOSOS.
Algo que me faz lembrar do discurso proferido pelo Senador athur virgílio ao
ass)ir, na Tribuna do Senado Federal, que cometeu cri)e de i)!robidade
ad)inistratiIa, quando então, reproduzo parte de seu discurso, que, em princípio,
recon$e?o co)o !ossiIel)ente colocado !elo IlstrCssi)o.
Conforme o documento Pgr Crime Ìnexiste Apos Confissao e Ressarci, onde
Estamos tentando provocar o Excelentíssimo Procurador-Geral da República a ENVÌDAR
TODOS OS ESFORÇOS para AJUÌZAR os processos identificáveis no pronunciamento
feito pelo Senador Arthur Virgílio na Tribuna do Senado, onde, no mínimo, é CRÌMÌNOSO
CONFESSO por improbidade administrativa.
http://www.scribd.com/doc/17814537/Pgr-Crime-Ìnexiste-Apos-Confissao-e-Ressarci
M
Começo pelo que Klgo que é a única coisa graIe mesmo, a única coisa que me
deixou de cabeça pesada, que me deixou contristado, que mostrou que eu estava
sendo vítima de uma certa vaidade que me fazia achar a mim próprio ) $o)e)
!Yblico se) Ka?a. Eu compreendi que continuo com muitos defeitos. E continuo
compreendendo e comecei a compreender que a !rT!ria Casa jogou em mim
certos ICcios
M

Portanto, Ìlustríssimo josé celso de mello filho, como qualquer membro do
Judiciário Brasileiro, sua importância e relevância, nBo esta no Cargo que ocupas, mas
na !ostra, com que e@erce as atribi?Nes e c)!re as obriga?Nes relativas ao
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Cargo, que efemeramente, esta investido.

Logo, por vivermos uma Democracia, deves perceber O Mundo e NO Mundo, com
o olhar humilde, na dosagem certa, para que 1:O V21[A8 A 21V2#DO1[A# qualquer
um de seus Pares, ou mesmo, O POVO Brasileiro, do qual, ORGULHOSAMENTE sou
parte integrante.

$A Premissa -o5i*a'ional"
Como não sou Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, uma
pergunta não quer se calar: Se o HC de daniel dantas relacionado a 2ª prisão decretada
pelo Excelentíssimo Juiz Singular, TOGADO, Sr. Fausto de Sanctis, houvesse sido
apreciado, E CONFÌRMADA a Prisão, em primeira instância pelo Superior Tribunal de
Justiça, será que mesmo assim, suas colocações se manteriam, coerentes, ou mesmo
idênticas ?
Caso a resposta seja não, devo então entender, que mesmo não tendo havido
condições para que o Superior Tribunal de Justiça, pudesse se manifestar diretamente
sobre a questão, e) clara s!ressBo de instVncia, a confir)a?Bo pelo mesmo, do
Excelentíssimo 4iL 8inglar, TOGADO, no Processo, em avaliação "a posteriori¨, me
induz a crer que a 2ª Prisão de daniel dantas esta ratificada pelo Superior Tribunal de
Justiça. .
Confor)e a notCcia STJ revalida Satiagraha e mantém 5e Santi! no caso,
$tt!&''cli!!ing.tse.goI.br'noticias'0-.-'"ar'5'stK-reIalida-satiagra$a-e-)ante)-de-
sanctis-no.

7A Premissa -o5i*a'ional"
Se fosse meu filho, sua atitude, me obrigaria a manda-lo "lavar a boca¨
antes de cometer impropérios, principalmente, relacionado a Alguém do Porte, da Estirpe,
da Dignidade de um Juiz Singular, TODA5O, como o Sr. Fausto de Sanctis.
Como, filho meu, não és, posso, no máximo, solicitar que 8a*e seu
'Grebro7 sua bo'a e seu es5Yma,o u5ili4ando uma soluç+o )i,ieni4adora 'om
=saber Murídi'o> Hmesmo Lue seMa ne'ess(rio um pou'o mais de es5udoI7
=0espei5o> e =Consideraç+o>7 pelo menos ao Direi5o Cons5i5uído e ao Es5a5u5o da
-a,is5ra5ura an5es de propalar LualLuer =*erborrGia>#
Gestiona)ento ConclsiIo&
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Quando o Brasil já deu mostras de ter uma Democracia Madura, ao afastar
ocupantes dos Cargos de Presidência da República, Presidência do Senado Federal e
Presidência da Câmara de Deputados, somos obrigados, a conviver com a "ignorVncia
KrCdica” de alguns, que como o Senhor, vem colocando em alto gra de descrJdito o
Poder Judiciário Brasileiro.
Uma pergunta não quer se calar: Quem, em Santo nome de Deus, pode
avaliar, e se necessário, responsabilizar, afastar, destituir, algum Ministro do Supremo
Tribunal Federal, na Presidência ou não, que venha a agredir, !ela ignorVncia, !ela
T#UCUL^1CIA, ou !ela A##OD=1CIA, o Direito Constituído, a Constituição da
República Federativa, e/ou mesmo, o Estatuto da Magistratura ?
Atenciosamente,


Plinio Marcos Moreira da Rocha
P218O% 1:O 8W 2XI8TO% "2 <A9O P#2821T2.
Obs.: Plinio Marcos Moreira da Rocha, presumivelmente o único 3rasileiro CO"U", que
mesmo não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas
inscritas na 6ª edição do Prêmio ÌNNOVARE, calcadas no CAO8 4U#Í5ICO que tem
como premissa base o PU#O <A\2# 52 CO1TA8, reconhecidas, e 52<2#I5A8 !elo
Consel$o 4lgador, conforme documento I11OVA#2 - U) 3rasileiro CO"U" no )eio
4rCdico, http://www.scribd.com/doc/24252669/ÌNNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-no-
meio-Juridico.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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0eprimenda ao /lus5ríssimo 2n5onio Ce4ar Peluso
Supremo Tribunal Federal
Praça dos Três Poderes
Brasília ÷ DF CEP 70150-900

Ìlustríssimo Senhor Eros Roberto Gráu,

Com Base na CONSTÌTUÌÇÃO DA REPÚBLÌCA FEDERATÌVA DO BRASÌL DE
1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I ÷ DOS DÌREÌTOS
E DEVERES ÌNDÌVÌDUAÌS E COLETÌVOS% Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem
distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à
segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber
dos TrgBos públicos infor)a?Nes de seu interesse particular, ou de interesse coletiIo
o geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade,
ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do
Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas:
a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra
ilegalidade ou abso de !oder.
Venho, mui respeitosamente, formalmente, #2P#2215^-LO, além de 8UD2#I#
que peça 528CULPA8, pela atitude abjeta, indecorosa, imoral, ilegal co) Ae aIalio a
Decisão do Excelentíssimo Juiz Singular, TODA5O, Sr. Fausto de Sanctis, que é Homem
Público de Postura Ìlibada, Ìmaculada, Discreta, Moral, Ética, reflexo natural de
apuradíssimo saber jurídico, tendo em vista, que !or falta de fnda)enta?Bo, apenas e
tão somente, o trato "cri)inosa)ente¨, quando então, acso-o, de forma
"difa)atTria¨, sem qualquer respaldo legal, de insbordina?Bo ao, presumivelmente,
i)!edir Ae tribnais s!eriores de e@ercere) sa Krisdi?Bo.
1A Premissa -o5i*a'ional"

Esta #2P#2218:O tem como premissa a notícia: 8!re)o confir)a [C e)
faIor do 5aniel 5antas, onde encontramos: Os inistros Ricardo 8eTandoTsUi e Ce$ar
Peluso ressaltara não ha)er ra$9es #ue ;usti,icasse a !risão !re)enti)a do (an#ueiro,
nem mesmo a ale,aç+o de #ue ele !oderia a5rapal)ar in*es5i,aç:es1 QEstaos diante
de e)idente 'ons5ran,imen5o ile,al do !acienteQ, resuiu 8eTandoTsUi1 Peluso ,oi al%
e )otou no sentido de #ue o STF en'amin)e um pedido !ara #ue o Conselho Nacional
de 2usti"a =CN2> apure as 'ondu5as do ;ui$ De Sanctis1
http://www.netle$is.com.br/inde.3spDarEui'oF/detalhes5oticia.3spGcodF4621,

Algo que a realidade dos fatos, de forma clara, incontestável e irrefutável nBo dS
sstenta?Bo, bem como, co)!roIa a s!erficialidade da avaliação da questão, quando
então, coloco, sem medo de errar, que o 'ons5ran,imen5o ile,al n+o se apli'a ao
pa'ien5e7 mas7 ao ;ui4 Sin,ular7 T1F2D17 Sr# Faus5o de San'5is#
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Tendo e )ista #ue o Ilustr'ssio % o Atual Presidente do Su!reo Tri(unal
Federal, es!eraos, #ue o en'amin)amen5o su,erido seMa e!e5i*ado, !ois, creos #ue
o 2ui$ Singular, TO6ADO, Sr1 Fausto de Sanctis ser( /31CE3T2D11

Contudo, es!eraos ta(%, #ue o Conselho Nacional de 2usti"a, ua )e$
pro*o'ado pelo Supremo Tribunal Federal, tenha condi"ão, de ao /31CE3T20 o 2ui$
Singular, TO6ADO, Sr1 Fausto de Sanctis, !ossa, de ,ora e.e!lar, 0esponsabili4ar e
Punir os -embros do Su!reo Tri(unal Federal #ue e.tra!olara e suas Atri(ui"9es
e Res!onsa(ilidade, e T1T28 2buso do Poder1

&A Premissa -o5i*a'ional"
Os fatos ocorridos "a posteriori¨, confir)a) de forma clara, inquestionável e
irrefutável que o Excelentíssimo Ministro "arco ArJlio "ello estava com toda a raLBo
quando nBo sT concordo com a decisão do Excelentíssimo Juiz Singular, TODA5O, Sr.
Fausto de Sanctis, como também explicitamente o 2logio Tecnica)ente, uma vez que,
ambos, entenderam, de forma correta, fundamentada no Direito Constituído, que o
paciente, utilizou de seus poderes econômicos para tentar interferir, em conveniência
própria, nos trabal$os inIestigatiIos da Polícia Federal, ao tentar corromper Homens
Públicos envolvidos na investigação.
Algo% ratificado pelo trata)ento dado ao Ex-Governador do Distrito Federal por
atos similares de tentatiIa de sborno.
%A Premissa -o5i*a'ional"

Chamo a atenção para o fato concreto constante da notícia T#< arAiIa !rocesso
contra 5e 8anctis !or desobediFncia ao 8T< na 8atiagra$a, Juiz determinou 2ª prisão
de Dantas, contrariando decisão do STF. Mais cedo, T#< arAiIo otro !rocesso
contra ele !or desobediFncia.

http://$1.$lobo.com/5oticias/Politica/H&&/6:11H@11,-@6H1&HH-
1.2IA.J6);AIP.4!E004I!451.AIDEI0A5!1)0IP4.IDE04"ED)E5!)AIA4I012I
5AI0A1)AK.A.html
Portanto, acreditaos, #ue o E.celent'ssio 2ui$ Singular, T1F2D1, Sr1 Fausto
de Sanctis, e oento algu te)e LualLuer preo'upaç+o e atacar suas liinares,
ua )e$ #ue, Res!eitando a 8ei, e o Direito Constitu'do, ressaltou, de ,ora intr'nseca,
#ue suas liminares7 em essên'ia7 2T2C202- DE -10TE a Constitui"ão da Re!0(lica
Federati)a do &rasil e ao Estatuto da ?agistratura1
Algo, #ue de ,ora contundente e )iolenta, no 'nio, arranha a Atri(ui"ão e
Res!onsa(ilidade !rieira do Su!reo Tri(unal Federal #ue % o encarregado de
)anter o i)!Jrio e a nidade do direito constitcional1
Ra$ão !ela #ual, )olto a a!resentar a charge Tobby entrevista - Daniel
Banca, http://charges.uol.com.br/2008/07/26/tobby-entrevista-daniel-banca/ , #ue tão
(e 5radu4 o sen5imen5o popular#
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
Página 64 de 217
9A Premissa -o5i*a'ional"
Apresento algumas manifestações, que co)!roIa) a i)!ortVncia que o
Supremo Tribunal Federal, efetivamente, dá à AestBo da <U15A"21TA9:O, pelo
menos, nos casos e) Ae enIolIe Otras Cortes, extraído do documento A
Constiti?Bo e o 8!re)o, http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
"3in,uGm G obri,ado a 'umprir orde) ilegal7 ou a ela se sb)eter7 ainda Lue
e)anada de atoridade Kdicial# -ais" G deIer de cidadania o!or-se N ordem ile,al]
'aso 'on5r(rio7 ne,a-se o Es5ado de Direi5o." (A! B-.4@4, Rel. Min. Maurício Corrêa,
julgamento em 22-4-96, 2ª Turma, D2 de 7-6-96)

CX nla a de'is+o Lue re'ebe denYncia se) fnda)enta?Bo sficiente sobre a
admissibilidade da aç+o penal.¨ (.E 4@6.6B-, Rel. Min. Cezar Peluso, julgamento em 31-
3-09, 2ª Turma, D2E de 22-5-09)

^1 -a,is5rado G in*iol(*el pelas opini:es Lue e6pressar ou pelo 'on5e@do das
de'is:es Lue pro!erir7 n+o podendo ser punido nem preMudi'ado em ra4+o de 5ais
pronun'iamen5os# J ne'ess(rio7 'on5udo7 Lue esse dis'urso Mudi'i(rio7
mani!es5ado no Mul,amen5o da 'ausa7 seMa 'ompa5í*el 'om o ss fori e Lue7
despro*ido de in5ui5o o!ensi*o7 ,uarde7 ainda7 'om o obMe5o do li5í,io7 indisso'i(*el
ne6o de 'ausalidade e de per5inên'ia# 2 ratio subMa'en5e N norma ins'ri5a no ar5# 91
da 81-23 de'orre da ne'essidade de pro5e,er os ma,is5rados no desempen)o de
sua a5i*idade !un'ional7 asse,urando-l)es 'ondiç:es para o e6er'í'io
independen5e da Murisdiç+o# J Lue a independên'ia Mudi'ial 'ons5i5ui e6i,ên'ia
polí5i'a des5inada a 'on!erir7 ao ma,is5rado7 plena liberdade de'isRria no
Mul,amen5o das 'ausas a ele subme5idas7 em ordem a permi5ir-l)e o desempen)o
au5Ynomo do offici) Kdicis7 sem o 5emor de so!rer7 por e!ei5o de sua pr(5i'a
pro!issional7 abusi*as ins5auraç:es de pro'edimen5os penais ou 'i*is# ()nE 2.6,,-J4,
Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 12-3-09, Plenário, D2E de 8-5-09)

"2 de'is+o7 'omo a5o de in5eli,ên'ia7 )( de ser a mais 'omple5a e 'on*in'en5e
possí*el# /n'umbe ao Es5ado-;ui4 obser*ar a es5ru5ura impos5a por lei7
!ormali4ando o rela5Rrio7 a fnda)enta?Bo e o disposi5i*o# Trans,ride 'ome4in)a
noç+o do de*ido pro'esso le,al7 desa!iando os re'ursos de re*is5a7 espe'ial e
e65raordin(rio pronun'iamen5o Lue7 ine6is5en5e in'ompa5ibilidade 'om o M(
assen5ado7 impliLue re'usa em apre'iar 'ausa de pedir *ei'ulada por au5or ou rGu#
1 Mui4 G um peri5o na ar5e de pro'eder e Mul,ar7 de*endo en!ren5ar as ma5Grias
sus'i5adas pelas par5es7 sob pena de7 em *e4 de e6aminar no 5odo o 'on!li5o de
in5eresses7 si)!les)ente decidi-lo% e) Ierdadeiro ato de for?a% olIidando o dita)e
constitcional da fnda)enta?Bo, o !rincC!io bSsico do a!erfei?oa)ento da
!resta?Bo Krisdicional.¨ (.E 4-@.2@6, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 26-5-09, 1ª
Turma, D2E de 21-8-09)

CDevem ser postos em relevo os valores que norteiam a Constituição e que devem servir
de orientação para a correta interpretação e aplicação das normas constitucionais e
apreciação da subsunção, ou não, da Lei n. 8.899/94 a elas. Vale, assim, uma palavra,
ainda que brevíssima, ao Preâmbulo da Constituição, no qual se contém a explicitação
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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dos valores que dominam a obra constitucional de 1988 (...). Não apenas o Estado haverá
de ser convocado para formular as políticas públicas que podem conduzir ao bem-estar, à
igualdade e à justiça, mas a sociedade haverá de se organizar segundo aqueles valores,
a fim de que se firme como uma comunidade fraterna, pluralista e sem preconceitos (...).
E, referindo-se, expressamente, ao Preâmbulo da Constituição brasileira de 1988, escolia
José Afonso da Silva que '1 Es5ado Demo'r(5i'o de Direi5o des5ina-se a asse,urar o
e6er'í'io de de5erminados *alores supremos. L2sse,urar_7 5em7 no 'on5e65o7 !unç+o
de ,aran5ia do,m(5i'o-'ons5i5u'ional] n+o7 porGm7 de ,aran5ia dos *alores
abs5ra5amen5e 'onsiderados7 mas do seu `e6er'í'io_. Este signo desempenha, aí,
função pragmática, porque, com o objetivo de 'assegurar', tem o efeito imediato de
prescrever ao Estado uma ação em favor da efetiva realização dos ditos valores em
direção (função diretiva) de destinatários das normas constitucionais que dão a esses
valores conteúdo específico' (...). 3a es5eira des5es *alores supremos e6pli'i5ados no
Pre<mbulo da Cons5i5uiç+o brasileira de 1ZZ G Lue se a!irma7 nas normas
'ons5i5u'ionais *i,en5es7 o prin'ípio Murídi'o da solidariedade.¨ (AD) 2.64,, voto da
Min. Cármen Lúcia, julgamento em 8-5-08, Plenário, D2E de 17-10-08)
CO direito de !eti?Bo, presente em todas as Constituições brasileiras, qualifica-se como
i)!ortante !rerrogatiIa de carSter de)ocrStico. Trata-se de instrumento jurídico-
constitucional posto à disposição de qualquer interessado ÷ mesmo daqueles destituídos
de personalidade jurídica ÷, com a e@!lCcita finalidade de IiabiliLar a defesa, perante as
instituições estatais, de direitos ou valores revestidos tanto de natureza pessoal quanto de
significação coletiva. Entidade sindical que pede ao Procurador-Geral da República o
ajuizamento de ação direta perante o STF. Pro)ocatio ad agendu. Pleito que traduz o
exercício concreto do direito de petição. Legitimidade desse comportamento.¨ (ADÌ 1.247-
MC, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 17-8-95, Plenário, D2 de 8-9-95)
"Necessário temperamento da Súmula 691 deste Supremo, para que não se negue a
aplicação do art. 5º, inc. XXXV, da Constituição da República. 1Bo se $S negar
Krisdi?Bo ao que reclama prestação do Poder Judiciário, menos ainda deste Supremo
Tribunal, Aando se afigre ilegalidade flagrante." (HC 89.681, Rel. Min. Cármen Lúcia,
julgamento em 21-11-06, 1ª Turma, D2 de 2-2-07). 1o )es)o sentido& HC 92.474, Rel.
Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 2-12-08, 1ª Turma, D2E em 20-2-09.
CSe, em qualquer das instâncias ocorreu vício de julgamento, por falta de
fnda)enta?Bo ou de adeAado e@a)e das AestNes de fato e de direito, isso, se for
verdade, configrarS nlidade de carSter !rocessal, mas não denegação de
jurisdição, de molde a afrontar a norma constitucional focalizada (inc. XXXV do art. 5º da
CF).¨ (AÌ 185.669-AgR, Rel. Min. Sydney Sanches, julgamento em 17-9-96, 1ª Turma, D2
de 29-11-96)
CA ordem jurídico-constitucional assegura aos cidadãos o acesso ao Judiciário em
concepção maior. Engloba a entrega da prestação jurisdicional da forma mais completa e
convincente possível. Omisso o provimento judicial e, em que pese a interposição de
embargos declaratórios, persistindo o vício na arte de proceder, for?oso J assentar a
configra?Bo da nlidade.¨ (RE 158.655, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 20-8-
96, 2ª Turma, D2 de 2-5-97)
CGarantia constitucional de fnda)enta?Bo das decisNes Kdiciais. Artigo 118, § 3º, do
Regimento Ìnterno do Superior Tribunal Militar. A garantia constitucional estatuída no
artigo 93, inciso ÌX, da Constituição Federal, segundo a qual todas as decisNes Kdiciais
deIe) ser fnda)entadas, é exigência inerente ao Estado Democrático de Direito e,
por outro, J instr)ento !ara IiabiliLar o controle das decisNes Kdiciais e assegrar
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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o e@ercCcio do direito de defesa. A decisão judicial não é um ato autoritário, um ato que
nasce do arbítrio do julgador, daí a necessidade da sua a!ro!riada fnda)enta?Bo. A
lavratura do acórdão dá conseqüência à garantia constitucional da motivação dos
julgados.¨ (RE 540.995, Rel. Min. Menezes Direito, julgamento em 19-2-08, D2E de 2-5-
08). 1o )es)o sentido& RE 575.144, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 11-
12-08, Plenário, D2E de 20-2-09.
"A fnda)enta?Bo constiti !ress!osto de legiti)idade das decisões judiciais. A
fundamentação dos atos decisórios qualifica-se como pressuposto constitucional de
validade e eficácia das decisões emanadas do Poder Judiciário. A inobserIVncia do
deIer i)!osto pelo art. 93, ÌX, da Carta Política, precisamente por traduzir grave
transgressão de natureza constitucional, afeta a legiti)idade KrCdica da decisBo e
gera, de maneira irremissível, a conseqüente nlidade do !ronncia)ento Kdicial.
Precedentes." (HC 80.892, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 16-10-01, 2ª Turma,
D2 de 23-11-07). 1o )es)o sentido& HC 90.045 , Rel. Min. Joaquim Barbosa, julgamento
em 10-2-09, 2ª Turma, D2E de 20-3-09.
5A Premissa -o5i*a'ional"
Entendemos que a origem de tamanha desfaçatez, esteja na e@acerbada
!resn?Bo de que sendo Ministro do Supremo Tribunal, esta automaticamente aci)a da
Lei, bem como, aci)a de ses Pares de instâncias inferiores, não menos importantes
por isso, principalmente, quando sabemos que esta a é sa orige).
Algo que me faz lembrar do discurso proferido pelo Senador athur virgílio ao
ass)ir, na Tribuna do Senado Federal, que cometeu cri)e de i)!robidade
ad)inistratiIa, quando então, reproduzo parte de seu discurso, que, em princípio,
recon$e?o co)o !ossiIel)ente colocado !elo IlstrCssi)o.
Conforme o documento Pgr Crime Ìnexiste Apos Confissao e Ressarci, onde
Estamos tentando provocar o Excelentíssimo Procurador-Geral da República a ENVÌDAR
TODOS OS ESFORÇOS para AJUÌZAR os processos identificáveis no pronunciamento
feito pelo Senador Arthur Virgílio na Tribuna do Senado, onde, no mínimo, é CRÌMÌNOSO
CONFESSO por improbidade administrativa.
http://www.scribd.com/doc/17814537/Pgr-Crime-Ìnexiste-Apos-Confissao-e-Ressarci
M
Começo pelo que Klgo que é a única coisa graIe mesmo, a única coisa que me
deixou de cabeça pesada, que me deixou contristado, que mostrou que eu estava
sendo vítima de uma certa vaidade que me fazia achar a mim próprio ) $o)e)
!Yblico se) Ka?a. Eu compreendi que continuo com muitos defeitos. E continuo
compreendendo e comecei a compreender que a !rT!ria Casa jogou em mim
certos ICcios
M

Portanto, Ìlustríssimo josé celso de mello filho, como qualquer membro do
Judiciário Brasileiro, sua importância e relevância, nBo esta no Cargo que ocupas, mas
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
Página 67 de 217
na !ostra, com que e@erce as atribi?Nes e c)!re as obriga?Nes relativas ao
Cargo, que efemeramente, esta investido.

Logo, por vivermos uma Democracia, deves perceber O Mundo e NO Mundo, com
o olhar humilde, na dosagem certa, para que 1:O V21[A8 A 21V2#DO1[A# qualquer
um de seus Pares, ou mesmo, O POVO Brasileiro, do qual, ORGULHOSAMENTE sou
parte integrante.

$A Premissa -o5i*a'ional"
Como não sou Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, uma
pergunta não quer se calar: Se o HC de daniel dantas relacionado a 2ª prisão decretada
pelo Excelentíssimo Juiz Singular, TOGADO, Sr. Fausto de Sanctis, houvesse sido
apreciado, E CONFÌRMADA a Prisão, em primeira instância pelo Superior Tribunal de
Justiça, será que mesmo assim, suas colocações se manteriam, coerentes, ou mesmo
idênticas ?
Caso a resposta seja não, devo então entender, que mesmo não tendo havido
condições para que o Superior Tribunal de Justiça, pudesse se manifestar diretamente
sobre a questão, e) clara s!ressBo de instVncia, a confir)a?Bo pelo mesmo, do
Excelentíssimo 4iL 8inglar, TOGADO, no Processo, em avaliação "a posteriori¨, me
induz a crer que a 2ª Prisão de daniel dantas esta ratificada pelo Superior Tribunal de
Justiça. .
Confor)e a notCcia STJ revalida Satiagraha e mantém 5e Santi! no caso,
$tt!&''cli!!ing.tse.goI.br'noticias'0-.-'"ar'5'stK-reIalida-satiagra$a-e-)ante)-de-
sanctis-no.

7A Premissa -o5i*a'ional"
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
Página 68 de 217
Se fosse meu filho, sua atitude, me obrigaria a manda-lo "lavar a boca¨
antes de cometer impropérios, principalmente, relacionado a Alguém do Porte, da Estirpe,
da Dignidade de um Juiz Singular, TODA5O, como o Sr. Fausto de Sanctis.
Como, filho meu, não és, posso, no máximo, solicitar que 8a*e seu
'Grebro7 sua bo'a e seu es5Yma,o u5ili4ando uma soluç+o )i,ieni4adora 'om
=saber Murídi'o> Hmesmo Lue seMa ne'ess(rio um pou'o mais de es5udoI7
=0espei5o> e =Consideraç+o>7 pelo menos ao Direi5o Cons5i5uído e ao Es5a5u5o da
-a,is5ra5ura an5es de propalar LualLuer =*erborrGia>#
Gestiona)ento ConclsiIo&
Quando o Brasil já deu mostras de ter uma Democracia Madura, ao afastar
ocupantes dos Cargos de Presidência da República, Presidência do Senado Federal e
Presidência da Câmara de Deputados, somos obrigados, a conviver com a "ignorVncia
KrCdica” de alguns, que como o Senhor, vem colocando em alto gra de descrJdito o
Poder Judiciário Brasileiro.
Uma pergunta não quer se calar: Quem, em Santo nome de Deus, pode
avaliar, e se necessário, responsabilizar, afastar, destituir, algum Ministro do Supremo
Tribunal Federal, na Presidência ou não, que venha a agredir, !ela ignorVncia, !ela
T#UCUL^1CIA, ou !ela A##OD=1CIA, o Direito Constituído, a Constituição da
República Federativa, e/ou mesmo, o Estatuto da Magistratura ?
Atenciosamente,


Plinio Marcos Moreira da Rocha
P218O% 1:O 8W 2XI8TO% "2 <A9O P#2821T2.

Obs.& Plinio "arcos "oreira da #oc$a% !res)iIel)ente o Ynico Brasileiro COMUM%
Ae )es)o nBo sendo AdIogado% ne) 3ac$arel% ne) 2stdante de 5ireito% teIe
sas !rSticas inscritas na +_ edi?Bo do PrF)io I11OVA#2% calcadas no CAOS
JURÍDÌCO Ae te) co)o !re)issa base o PURO FAZER DE CONTAS% recon$ecidas%
e DEFERÌDAS pelo Conselho Julgador% confor)e doc)ento ÌNNOVARE - Um
Brasileiro COMUM no meio Jurídico% http://www.scribd.com/doc/242@266,/)554;A.E-6m-
"rasileiro-!4/6/-no-meio-=uridico
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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X2GU2
"AT2
PreIarica?Bo
no
8T<
Cesare 3attisti
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Plinio /arcos /oreira da .ocha MpliniomarcosmrN$mail.comO
E6.4PA.:: !orreio do !idad+o: descri*+o do pedido
ci'isNeuroparl.europa.eu Mci'isNeuroparl.europa.euO
Para: P:)5)4/A.!40/.N$mail.com
E.mo#a( 0r.#a(&
1emos o pra<er de acusar a recep*+o da per$unta Eue en'iou ao !orreio do !idad+o& a Eual serP tratada com a maior celeridade.
[*Solicitação do Estado Italiano para que a União Européia corrobore a decisão do Supremo Tribunal Federal do Brasil

Solicito que esta mensagem seja encaminhada aos envolvidos na decisão do NECESSÁRIO AOIO ao !ove"no Italiano
"e#ados$
A%"esento o documento &XEQUE MATE - Prevaricação no STF - Cesare Battisti'$
htt%())***+sc"i,d+com)doc)-./01/21)3E45E-6A7E-"eva"icacao-no-S78-Cesa"e-9attisti$ onde estamos$ %"etensamente$ solicitando do E:celent;ssimo Su%e"intendente Regional da ol;cia 8ede"al no Rio de <anei"o escla"ecimentos quanto ao encaminhamento dado$ at= o %"esente momento$ uma ve# que$ em meu entendimento$ o len>"io do Su%"emo 8ede"al
?evo "essalta" que o im%edimento citado$ no"malmente e:ige que o <ui# Su,stituto seja nomeado$ e como no Su%"emo 7"i,unal 8ede"al
Algo que nos a%"esenta a IRRACIONA@I?A?E$ a INCONS7I75CIONA@I?A?E$ o ?E@ARIO que foi a decisão
o"tanto$ se meus empíricos entendimentos estive"em certos$ o Su%"emo 7"i,unal 8ede"al$ at= que as denBncias sejam avaliadas$ %o" com%leto$

Di'is+o do !orreio do !idad+o
Parlamento Europeu
http://www.europarl.europa.eu/parliament.doDlan$ua$eFP1
4bser'a*+o : Esta mensa$em pode n+o ser correctamente 'isuali<ada.
5esse caso& seleccione QEncodin$ 612-8Q nas op*Res do seu na'e$ador.

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Plinio /arcos /oreira da .ocha MpliniomarcosmrN$mail.comO
SEJ6E /A1E - Pre'arica*+o do 012 - !esare "attisti
Plinio /arcos /oreira da .ocha MpliniomarcosmrN$mail.comO 1, de 3aneiro de 2H11 12:24
Para: !)DA Denuncias McidhoeaNoas.or$O
!co: pliniomarcosmr MpliniomarcosmrNterra.com.brO
0enhor 0ecretPrio Eecuti'o
!omiss+o )nteramericana de Direitos Aumanos
4r$ani<a*+o dos Estados Americanos&

Apresento o email abaio& en'iado ao EcelentTssimo !onsul Keral da )tPlia no .io de
=aneiro& com a cUpia do documentos em aneo& Eue dP maior sustenta*+o V %ormali<a*+o da
denWncia rati%icada pelo email constante do documento C<or)aliLa?Bo C14 @ 8T<
sbordina?Bo indireta e )Yta ` CI5[-O2AX&
http://www.scribd.com/doc/-,1-,,6-/2ormali<acao-!5=--012-subordinacao-indireta-e-mutua-a-
!)DA-4EA & da Eual ainda n+o re'ebi LualLuer 'on!irmaç+o da e%eti'a entre$a pela
Empresa de !orreios e 1elY$ra%os& ou mesmo& do recebimento pela !omiss+o )nteramericana de
Direitos Aumanos da 4r$ani<a*+o dos Estados Americanos.

De'o ressaltar& o %ato concreto& de Eue 5en)o me e6pos5o& em demasia& %rente as
Autoridades institucionais "rasileiras& na !irme 'rença de Eue a %ormali<a*+o acima citada serP
ob3eto de aprecia*+o& e a'ei5aç+o& pela !)DA-4EA.


Abra*os&
Plinio /arcos
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---------- /ensa$em encaminhada ----------
De: Plinio /arcos
Data: 1, de 3aneiro de 2H11 11:@8
Assunto: SEJ6E /A1E - Pre'arica*+o do 012 - !esare "attisti
Para: se$reteria.riode3aneiroNesteri.it
!c: Plinio /arcos MpliniomarcosmrN$mail.comO

Pre<ado !Znsul Keral da )tPlia&

Estamos en'iando o Eue considero ser meu Wltimo es%or*o& possT'el& relacionado V
)nconstitucionalidade Eue %oi a permiss+o dada pelo 0upremo 1ribunal 2ederal ao Presidente da
.epWblica de poder re%ormular decis+o 3udicial.

Esperamos ter contribuTdo de %orma prU-ati'a com o seu interesse& Eue representa o interesse
do Ko'erno )taliano& da e%eti'a Etradi*+o de !esare "attisti& e do meu interesse& em contribuir para
um =udiciPrio mas atuante& em con%ormidade com o 4b3eti'o 2undamental de 5ossa !onstitui*+o&
Eue Y o de !onstruir uma 0ociedade :i're& =601A e 0olidPria.

!om ;otos de Protestos de !onsidera*+o e Estima&
Abra*os&
Plinio /arcos


SEJ6E /A1E - Pre'arica*+o no 012 - !esare "attisti.doc
8HB[

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Pre<ados&

Apresento o documento CSEJ6E /A1E - Pre'arica*+o no 012 - !esare "attistiX&
http://www.scribd.com/doc/4B182162/SEJ6E-/A1E-Pre'aricacao-no-012-!esare-
"attisti & onde estamos& pretensamente& solicitando do EcelentTssimo 0uperintendente .e$ional da
PolTcia 2ederal no .io de =aneiro esclarecimentos Euanto ao encaminhamento dado& atY o presente
momento& uma 'e< Eue& em meu entendimento& o PlenPrio do 0upremo 2ederal esta %ormalmente
citado nas duas denWncias& e por isso& )/PED)D4& de se mani%estar sobre EualEuer aspecto da
mesma.
De'o ressaltar Eue o impedimento citado& normalmente ei$e Eue o =ui< 0ubstituto se3a
nomeado& e como no 0upremo 1ribunal 2ederal n+o eiste /inistro 0ubstituto& o 0upremo 1ribunal
2ederal n+o de'e se mani%estar sobre EualEuer aspecto das denWncias.
Al$o Eue nos apresenta a )..A!)45A:)DADE& a )5!4501)16!)45A:)DADE& o
DE:\.)4 Eue %oi a decis+o do 0upremo 1ribunal 2ederal Euando da a'alia*+o suscitada na
demanda AD) --6B / D2 - D)01.)14 2EDE.A: --6B / D2 - D)01.)14 2EDE.A: - A784
D).E1A DE )5!4501)16!)45A:)DADE& Eue simplesmente ecluiu das Atribui*Res e
.esponsabilidades do !onselho 5acional de =usti*a o 0upremo 1ribunal 2ederal e seus )nte$rantes&
como se os mesmos n+o %i<essem parte do =udiciPrio "rasileiro.
Portanto& se meus empTricos entendimentos esti'erem certos& o 0upremo 1ribunal 2ederal&
atY Eue as denWncias se3am a'aliadas& por completo& n+o pode& e nem de'e& e%etuar EualEuer
a'alia*+o sobre o mYrito& e seus desdobramentos& dos Processos relacionados diretamente& ou n+o&
aos de .ori<& "arbalho e !esare "attisti.

Abra*os&
Plinio /arcos

Esta Documento %oi Protocolado na 0uperintend]ncia .e$ional do .io de =aneiro da polTcia
2ederal em 1, de =aneiro de 2H11 as 11:-@ horas com o n^ 0./DP2/.= H84@@.HH-,,,/2H11-
B-

Este Documento %oi en'iado ao EcelentTssimo Procurador-Keral da .epWblica& atra'Ys da
!arta .e$istrada .=4B,BH2B@H". em 1, de =aneiro de 2H11 com A'iso de .ecebimento.


Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Preocupação com o andamento de Denúncia
0uperintend]ncia .e$ional do .io de =aneiro
PolTcia 2ederal
A'. .odri$ues Al'es& 1 - -^ andar _ !entro
2HH81-2@H _ .io de =aneiro _ .=



EcelentTssimo 0uperintendente .e$ional
DP2 `n$elo 2ernandes Kioia

!om "ase na !4501)16)784 DA .EP9":)!A 2EDE.A1);A D4 ".A0): DE 1,88&
1\16:4 )) - Dos Direitos e Karantias 2undamentais& !AP\16:4 ) _ D40 D).E)140 E
DE;E.E0 )5D);)D6A)0 E !4:E1);40& Art. @^ - 1odos s+o i$uais perante a lei& sem distin*+o
de EualEuer nature<a& $arantindo-se aos brasileiros e aos estran$eiros residentes no PaTs a
in'iolabilidade do direito V 'ida& V liberdade& V i$ualdade& V se$uran*a e V propriedade& nos termos
se$uintes: SSS))) - todos t]m direito a receber dos Ur$+os pWblicos in%orma*Res de seu interesse
particular& ou de interesse coleti'o ou $eral& Eue ser+o prestadas no pra<o da lei& sob pena de
responsabilidade& ressal'adas aEuelas cu3o si$ilo se3a imprescindT'el V se$uran*a da sociedade e do
Estado? SSS); - s+o a todos asse$urados& independentemente do pa$amento de taas: a( o direito
de peti*+o aos Poderes PWblicos em de%esa de direitos ou contra ile$alidade ou abuso de poder.

Venho, mui respeitosamente, formalmente, REGISTRAR minhas PRE!"PA#$ES, e
S%I!ITAR, de V&S'&, suas consideraç(es com relação ao andamento da Denúncia de Pre)aricação
no Supremo Tri*unal +ederal, protocolada De<embro de 2H1H com o n^ 0./DP2/.=
H84@@.1H@@42/2H1H-11, conforme o documento ,Denúncia de !rime de Pre)aricaçãoX, e seus
poss-)eis desdo*ramentos& http://www.scribd.com/doc/44BB4,@-/Denuncia-de-!rime-de-
Pre'aricacao &

Tal, parte da premissa de .ue o E/celent-ssimo, Sr& Ro*son Papini 0ota, Dele1ado de Pol-cia
+ederal 2 !lasse Especial 2 0at& 3&456, encaminhou e/pediente _ Refer7ncia8 Prot&
596::&;5::64<45;5=;;, atra)>s do f-cio n?4;94<45;5=GA@<!R<SR<DP+<RA, em ;: de DeBem*ro
de 45;5, ao Ilustr-ssimo Sr& Antonio !eBar Peluso, atual Presidente do Supremo Tri*unal +ederal,
o Principal ResponsC)el citado na denúncia em .uestão&



;' Premissa 0oti)acional8

Temos plena consci7ncia, de .ue .ual.uer AuiB não pode, e nem de)e, ser responsa*iliBado
criminalmente, .uando do e/erc-cio de suas Atri*uiç(es e +unç(es, desde .ue cumpridas&
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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!ontudo, tam*>m, temos plena consci7ncia, de .ue a +unção @Csica de um AuiB, em
.ual.uer instDncia, > !E!%"IR, uma AVA%IA#F A"RISDI!IEA%, de uma DE0AEDA,
ori1inada de, pelo menos, um +AT&

A DE!ISF EEGATIVA G+atoH de aceitar re1istro a candidatura de car1o eleti)o calcado
na chamada ,%ei de +icha %impaI, pela Suprema !orte Eleitoral @rasileira GTSEH, possi*ilitou um
discut-)el cerceamento de Direito 1arantido por Eossa !onstituição GDE0AEDAH, .ue necessitou
de uma refle/ão so*re, e com *ase, no Direito !onstitu-do GAVA%IA#FH, e/i1e sua premente,
concreta, e o*Jeti)a, definição G!E!%"SFH, pela Suprema !orte !onstitucional @rasileira
GST+H&

Portanto, se oGsH AuiBGesH não !E!%"EG0H, por se recusarGemH a utiliBar um Instrumento
Aur-dico, %e1almente, e %e1itimamente, esta*elecido, como o VT DE K"A%IDADE, em função
de sentimento, um !RI0E de PREVARI!A#F esta claramente TIPI+I!AD, pois, a função
*Csica de !E!%"IR a AVA%IA#F de uma DE0AEDA ori1inada em um +AT não foi efetuada&

Ea sessão PlenCria, em .ue a Suprema !orte !onstitucional @rasileira GST+H, DE!IDI"
pela E/tradição de !esare @attisti, tam*>m DE!IDI", presumi)elmente por sentimento,
reconhecer .ue o E/celent-ssimo Presidente da Repú*lica pode reformular decisão do Poder
AudiciCrio, em função de Ato DiscricionCrio, uma )eB .ue, a mesma, tem, no mC/imo, al1um
,carCter puerilI, pela 1ritante a1ressão L )Crios Preceitos !onstitucionais&&

A se1unda Decisão, do Poder AudiciCrio, alterou a situação da primeira Decisão, tam*>m
do Poder AudiciCrio, de Decisão DE+IEITIVA Gpelo menos, en.uanto não e/istir contestação
JudicialH para Decisão ,S"@ AMDI!EX do Poder E/ecuti)o&

Portanto, se oGsH AuiBGesH ao !E!%"IRGE0H, a AVA%IA#F de uma DE0AEDA,
ori1inada de um +AT, PER0ITIR, presumi)elmente por sentimento, .ue "TRA Autoridade, sem
respaldo %e1al, portanto, sem %e1itimidade, RE+R0"%E DE!ISF A"DI!IA%, um !RI0E de
PREVARI!A#F esta claramente TIPI+I!AD&

4' Premissa 0oti)acional8

Temos plena consci7ncia, de .ue o AudiciCrio @rasileiro, ainda )i)e como se esti)>ssemos
no Imp>rio, uma )eB .ue, a despeito de Eossa !onstituição ser RI!A, e !%ARA, so*re Atri*uiç(es,
Responsa*ilidades, Direitos e *ri1aç(es, somos constantemente, ,*rindadosI, ou melhor
,a1raciadosI com Decis(es RESPA%DADAS em não cumprimento de Ritos e Protocolos Jur-dicos,
com por e/emplo, a P"RA ENTIE#F de Processos&

Al1o .ue EEGA o Preceito +undamental, cristalino, de .ue ,a lei não e/cluirC da
apreciação do Poder AudiciCrio lesão ou ameaça a direitoX e de forma in.uestionC)el, e irrefutC)el,
coloca Eosso AudiciCrio como, apenas e tão somente, um @"R!RATA&
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Afinal, Eossa !onstituição, al>m de 1arantir ,aos liti1antes, em processo Judicial ou
administrati)o, e aos acusados em 1eral são asse1urados o contraditOrio e ampla defesa, com os
meios e recursos a ela inerentesX, 1arante ,o Estado prestarC assist7ncia Jur-dica inte1ral e
1ratuita aos .ue compro)arem insufici7ncia de recursosX, .uando então, chamo a atenção para o
,carCter 1en>ricoX de recursos, .ue muito *em, por e/emplo, pode ser aus7ncia, ou in>pcia de
Ad)o1ado&

Apresento o documento ,!EA TARA AE"%AR Ar.ui)amento Por InepiciaX,
http8<<PPP&scri*d&com<doc<;4369544<!EA=TARA=AE"%AR=Ar.ui)amento=Por=Inepicia, onde
estamos solicitando ao !onselho Eacional de Austiça .ue promo)a a AE"%A#F da Decisão da
Se1unda Turma Recursal !riminal, uma )eB .ue, a ale1ação de .ue no processo sO consta a Inicial
> 0EETIRA, pois, consta o in.u>rito policial, re1istro da audi7ncia em .ue o Autor do +ato
recusou a Proposta de Transação Penal, al1o .ue contradiB a fundamentação da decisão em
.uestão, ferindo de morte Preceito +undamental de Eossa !onstituição e o prOprio Estatuto da
0a1istratura&

Apresento o Documento ,Petição TST AE"%AR E/tinção de ProcessoX,
http8<<PPP&scri*d&com<doc<3565QRS<Peticao=TST=AE"%AR=E/tincao=de=Processo, onde estamos
propondo .ue a e/tinção de processo por insufici7ncia de Autor Kualificado, .ue em ess7ncia,
a1ride ao !onstitucional !onstitu-do, seJa AE"%ADA de tal forma, .ue ao Estado !A@E AGIR de
maneiras .ue esta insufici7ncia seJa re1ulariBada e eliminada e a @RIGA#T
!ESTIT"!IEA% seJa uma realidade, uma )eB .ue, a lei não e/cluirC da apreciação do Poder
AudiciCrio lesão ou ameaça a direito, *em como, aos liti1antes, em processo Judicial ou
administrati)o, e aos acusados em 1eral são asse1urados o contraditOrio e ampla defesa, com os
meios e recursos a ela inerentes, .uando então, o Estado prestarC assist7ncia Jur-dica inte1ral e
1ratuita aos .ue compro)arem insufici7ncia de recursos

Tal)eB, por esta mesma raBão, Eossa Suprema !orte !onstitucional GST+H, entenda ser
muit-ssimo 1ra)e, o constran1imento de se usar al1emas, e por isso, tenha anulado um Jul1amento
onde o r>u foi condenado por crime TRIP%A0EETE K"A%I+I!AD&

Apresento o Documento ,Petição ST+ AE"%A!A Da Decisão "so de Al1emasX,
http8<<PPP&scri*d&com<doc<R4RQQ96<Peticao=ST+=AE"%A!A=Da=Decisao="so=de=Al1E, onde
estamos pro)ocando o PDER !ESTIT"UD em Velar, Preser)ar e +AVER !"0PRIR o
DIREIT !ESTIT"UD, de tal forma, RESTA@E%E!ER situação pro)ocada por um presunçoso
WA!XIS0W sem nenhum em*asamento fact-)el&

Tal)eB, por esta mesma raBão, Eossa Sociedade, se su*meta, e aceite, a indecorosa, a
imoral, a ile1-tima, a presunçosa, situação de .ue al1uns ad)o1ados, possam ar)orar L
titularidade de ,DoutoresX, sem .ual.uer respaldo de !urso de Doutorado !E!%"UD, .uando
muito, respaldando, de forma inaceitC)el L %"V do Direito, da 0oral e dos @ons !ostumes, na
titularidade conferida pelo Imperador em ;94R, es.uecendo, em con)eni7ncia, .ue )i)emos em
Sistema Repu*licano, onde titularidades imperiais são pessoais, no mC/imo transfer-)eis a
herdeiros, muito em*ora, sem .ual.uer )alor de titularidade, *em como, desconhecendo, tam*>m
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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em con)eni7ncia, o !Odi1o de Ytica do Ad)o1ado, .ue apenas e tão somente, reconhece T-tulos
conferidos por Entidades de Ensino Superior RE!EXE!IDAS pelo Estado @rasileiro atra)>s do
0inist>rio da !ultura&&

Entendemos .ue esta situação > sustentada pela crença, de al1uns .ue EF E", de .ue a
,pompaX, a ,litur1iaX, o ,protocolo re*uscadoX, as ,)estesX, possa a )ir 1arantir
RESPEITA@I%IDADE e !REDI@I%IDADE Ls Autoridades e Ls Decis(es delas emanadas& Tal .ual
a mC/ima, .ue de tão irreal che1a a ser rid-cula, ,A R"PA +AV 0EGEI&

Apresento o Ane/o IV = !EA definirC os traJes ade.uados para entrar nos Tri*unais, onde
efetuo meus comentCrios no site +I!IA%, em um dos +Oruns, do !onselho Eacional de Austiça =
PC1ina Principal Z PrCticas Administrati)as do AudiciCrio Z Assessoria Aur-dica, documento
,Kuando o !AS A"RUDI! enfra.uece um Instituição DemocrCticaX,
http8<<PPP&scri*d&com<doc<44;3;:5;<Kuando=o=!AS=A"RIDI!=enfra.uece=um=Instituicao=
Democratica& onde estamos apresentando ao Supremo Tri*unal +ederal, e ao !on1resso Eacional,
nosso entendimento, da chamada crise entre AudiciCrio e %e1islati)o&

Apresento o documento , AudiciCrio @rasileiro > acima de tudo um Poder @urocrata, ou
não [ X, http://www.scribd.com/doc/1-1@B,HH/4-=udiciario-"rasileiro-e-Acima-de-1udo-6m-Pod &
onde estamos tentando pro)ocar uma refle/ão mais aprofundada so*re o entendimento
inconstitucional, por 1rande parte do JudiciCrio *rasileiro, de .ue falha no rito processual torna o
processo e/tinto, sem pro)ocar a necessCria a)aliação da .uestão, o .ue fere, de morte, Preceito
+undamental de Eossa !onstituição

S' Premissa 0oti)acional8

Temos plena consci7ncia, de .ue o AudiciCrio @rasileiro, > manipulC)el pela parcela mais
a*astada da Sociedade @rasileira, e por isso, )enha, ao lon1o de sua histOria, preser)ando
pri)il>1ios e re1alias, indecorosos, imorais, ile1-timos e inJustos&

De tal forma, .ue no @rasil se )i)e o racismo na *usca de sua e/ist7ncia, contudo, se )i)e a
se1re1ação por situação Social, Econ\mica, !ultural, +uncional, Reli1iosa, Pol-tica e<ou
+uncional

Apresento o documento ,Peti*+o .e'o$a*+o Pris+o Domiciliar =ui< :alau ao 012X,
http8<<PPP&scri*d&com<doc<4Q46SR4<Peticao=Re)o1acao=Prisao=Domiciliar=AuiB=%alau=ao=ST+&
onde estamos tentando Resta*elecer o Princ-pio %EGA% de .ue !ondenado a Re1ime +echado não
tem possi*ilidade de cumpri=lo em prisão domiciliar, uma )eB .ue, esta prerro1ati)a > poss-)el
apenas .uando em Regime ABERTO.

Apresento o documento ,Peti*+o .e'o$a*+o habeas corpus 2arah =or$e 2arah ao 012X,
http8<<PPP&scri*d&com<doc<4Q46SQ:<Peticao=Re)o1acao=ha*eas=corpus=+arah=Aor1e=+arah=ao=
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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ST+, onde estamos tentando sensi*iliBar as Autoridades para o fato concreto de .ue um !ondenado
por crime )iolento por unanimidade não pode utiliBar dos instrumentos Jur-dicos E0 %I@ERDADE

Apresento o documento ,!on%iss+o ou !ondena*+o Y 2ato 4b3eti'o e !oncretoX,
http8<<PPP&scri*d&com<doc<4QQS:3S<!onfissao=ou=!ondenacao=e=+ato=*Jeti)o=e=!oncreto, onde
estamos tentando sensi*iliBar o Supremo Tri*unal +ederal de .ue a !onfissão ou a !ondenação
por "nanimidade > +ato *Jeti)o e !oncreto, e .ue, por isso, não de)eria ser permitida a
%i*erdade

Afinal, uma Sociedade .ue > capaB, de criar Varas Especiais, em aeroportos, em função do
,!AS AYREX, onde sua conse.]7ncia, esta relacionada, a no mC/imo, preJudicar, em sua
1rande maioria, o ,GVX de seus dias de laBer em )ia1em&

Em total contrapartida, > IE!APAV, de criar Varas Especiais, em Xospitais, em função do
,!AS da SAMDEX, onde sua conse.]7ncia, esta relacionada, a no m-nimo, a ,0"TI%A#FX, e
no mC/imo, a prOpria ,0RTEX&, com o mart-rio de se suJeitar, mesmo doente, em situação de dor,
a ficar ,lar1ado pelo chãoX horas L fio&

Al1o, .ue me faB lem*rar, em meu entendimento, do pe.ueno homem 1rande, .ue ao
assumir o 0inist>rio da Defesa, em meu entendimento, tentou, para al1uns como E", e Eão
!onse1uiu, desnecessariamente, dene1rir, desmerecer, em meu entendimento, o Grande Xomem
Pe.ueno, o Ilustr-ssimo, o Respeitado e, por mim, o Kuerido, ^ald_r Pires, .ue em*ora, não me
seJa pessoalmente conhecido, tenho firme con)icção de .ue se trata de Pessoa de Porte, de Estirpe,
de Di1nidade, de Eo*reBa, de !arCter e Personalidade I0A!"%ADS, merecedor, de no m-nimo,
muito Respeito e !onsideração&

Preocupaç(es acima mencionadas8

Em meu entendimento, .ue > emp-rico, por não possuir formação completa de S?
1rau, seis meses *em completos, e .ual.uer formação Jur-dica, o Ane/o I 2 .ue >
Denúncia e seus Re.uisitos, me induB a crer .ue o E/celent-ssimo Dele1ado, de)eria
ter instaurado in.u>rito policial, para ,)erificar a e/ist7ncia de fato .ue caracteriBe
crime em tese e ind-cios de autoriaX, *em como, de)eria t7=lo encaminhado ao
Procurador=Geral da Repú*lica, principalmente, por.ue a denúncia en)ol)e TDS
os 0em*ros do PlenCrio do Supremo Tri*unal +ederal, onde seu Presidente,
efeti)amente, pre)aricou por sentimento, e os demais, por omissão&

Esta preocupação, tam*>m esta relacionada, ao meu emp-rico entendimento do
complementado pelo Ane/o II 2 Diferença entre Impedimento e Suspeição, de .ue o
E/celent-ssimo Presidente do Supremo Tri*unal +ederal, poderC não se declarar
I0PEDID, conforme o Art& S;6 do !Odi1o de Processo !i)il G!P!H, o .ue, em
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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princ-pio, somente poderia ter seu contraditOrio efetuado pelo Procurador=Geral da
Repú*lica&

Esta preocupação toma )ulto e/arce*ado, .uando a a)aliação, efetuada pelo
AuiB, do posicionamento so*re seu poss-)el impedimento, de)erC ser efetuada pelo
Tri*unal, conforme o Art& S;6 do !Odi1o de Processo !i)il G!P!H, .ue no caso, >
representado pelo PlenCrio do Supremo Tri*unal +ederal, onde se encontram os
demais citados na denuncia em refer7ncia&

Apro'eito para chamar a aten*+o para o documento CReiteração Denúncia
NOVA Prevaricação do STFX& onde estamos #2IT2#A15O denWncia arEui'ada&
!or entendiento e#ui)ocado& de )es)o teor& uma 'e< Eue& esta denWncia esta
relacionada V !re)arica"ão !ela inter!reta"ão INCONSTOT7CIONA8 de Eue o
Poder Eecuti'o pode re%ormular decis+o pro%erida pelo Poder =udiciPrio& em %un*+o
de ato discricionPrio& enEuanto Eue a denYncia anterior se re%ere a recsa !elo
Presidente do 0upremo 1ribunal 2ederal de e6er'er o B1T1 de K.28/D2DE,
permitida pelo seu PlenCrio&

1al& parte da premissa& de Eue presumi'elmente& em 5ome Desta
0uperintend]ncia& a Autoridade .esponsP'el& poderP Cdar, L se1unda denúncia, o
encaminhamento acima especificado, dado L primeira denúncia& Al1o .ue 1erarC
EVA e in.uietante PreocupaçãoX.

!abe salientar& Eue ambas as denWncia& de %orma concreta& e ob3eti'a& respaldam&
de maneira irre%utP'el& e inEuestionP'el& nossa empTrica interpreta*+o& de Eue a
decis+o pro%erida na AD) --6B / D2& Y t+o surreal& e t+o pouco ima$inati'a& Eue
+ERE DE 0RTE& Preceitos 2undamentais de 5ossa !onstitui*+o& onde o natural
de)eria ser a clara& e cristalina& importancia& e rele'ancia& do !onselho 5acional de
=usti*a& com a de%ini*+o da real a*ran17ncia de suas Atri*uiç(es e
Responsa*ilidades& de tal %orma& ser certa& a percepção de Eue o 0upremo 1ribunal
2ederal e o !onselho 5acional de =usti*a& por terem atribui*Res +IS!A%IVADRAS
do +IE% !"0PRI0EET dos Preceitos 2undamentais de 5ossa !onstitui*+o&
possuem subordina*+o D).E1A V citada !onstitui*+o& e por isso& s+o& e%eti'amente&
mutualmente su*ordinados& de %orma )5D).E1A.

A%inal& o !onselho 5acional de =usti*a& tem como atribui*+o $arantir& pelo
=udiciPrio& o cumprimento dos Preceitos !onstitucionais relacionados aos
procedimentos Aur-dicos Administrati)os, e procedimentos =urTdicos relacionados ao
Estatuto da 0a1istratura& sendo& Eue este Wltimo& esta calcado no Preceito
+undamental& da necessPria& e su%iciente& +"EDA0EETA#F.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Portanto& a rea)aliação& pelo =udiciPrio "rasileiro& da Euest+o relacionada V
se1unda denúncia& poderP& ou melhor& de'erP& e)itar Eue o Estado "rasileiro& tenha a
sua 0oberania& sua :e$itimidade& sua .espeirabilidade& sua !redibilidade& ou mesmo
a sua capacidade =uridiscional& no m-nimo ,arranhadaI& pela mPcula& de EF
RESPEITAR& o Eue a @rilhante !onsci7ncia de Eossa !onstituição apresenta e
determina.

Al$o& Eue se nao e'itado& permitirC& Eue 5ossa 0ociedade& se3a comparada a pior
das sociedades& pois& nesta Wltima& a aus]ncia de consci]ncia& respalda seus atos& e na
5ossa& a prUpria !onsci]ncia& não > o suficiente& para e'itarmos a pura *ar*Crie
Jur-dica.

De'o ressaltar& Eue o "rasil& Y parte inte$rante de Acordos )nternacionais relati'os
a Direitos Aumanos& como por eemplo& A !ARTA DE0!R`TI!A
IETERA0ERI!AEA GApro)ada na primeira sessão plenCria, realiBada em ;; de
setem*ro de 455;H &onde de %orma contundente& 4 Estado "rasileiro& se compromete
V Arti$o 4 _ CaaaI A su(ordina"ão constitucional de todas as instituiç(es do
Estado L autoridade ci)il le1almente constitu-da e o res!eito ao Estado de Direito
por todas as instituiç(es e setores da sociedade são igualente fundamentais para
a democracia.

Al$o& Eue me possibilitou& e%eti'ar& denWncia naEuele 2Urum )nternacional&
con%orme o documento C<or)aliLa?Bo C14 @ 8T< sbordina?Bo indireta e
)Yta ` CI5[-O2AX& http://www.scribd.com/doc/-,1-,,6-/2ormali<acao-!5=--012-
subordinacao-indireta-e-mutua-a-!)DA-4EA

Portanto& a EF REAVA%IA#F citada& poderP permitir Eue& se3a RATI+I!AD&
e RE!EXE!ID& em contexto Internacional& Eue o =udiciPrio da .epWblica
2ederati'a do "rasil& foi capaB& de cometer 1ritante& mortal e fla1rante desrespeito
ao Direito !onstitu-do& uma 'e< Eue& a supramencionada decis+o poderC ser o*Jeto
de a)aliação pela !omiss+o )nteramericana de Direitos Aumanos da 4r$ani<a*+o dos
Estados Americanos& se n+o por outro al$uYm& por necessPria& minha formal
manifestação& com total& e eclusi'a& %undamenta*+o na !onstitui*+o da .epWblica
2ederati'a do "rasil& promul$ada em 1,88& portanto& não de)endo, nem podendo, ser
reconhecida como presum-)el interfer7ncia em assuntos internos.

Atenciosamente&

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Plinio /arcos /oreira da .ocha
Analista de 0istemas
.ua Kusta'o 0ampaio n^ 112 apto. 6H-
:E/E _ .io de =aneiro _ .= _ "rasil
!EP 22.H1H-H1H
1el. #21( 2@42-BB1H

Analista de 0istemas& presumi'elmente& @ni'o Brasileiro C1-.-& Eue mesmo n+o tendo
nT'el superior completo #interrompi o !urso de Eecuti'o& com o primeiro semestre completo& em
1,BB(& portanto& n+o sendo Ad'o$ado& nem "acharel& nem Estudante de Direito& te)e suas
!r*ticas inscritas na $A e 7A ediç:es do Prêmio /331B20E& ambas calcadas no CAO8
4U#Í5ICO que tem como premissa base o PU#O <A\2# 52 CO1TA8& reconhecidas& e
DEFE0/D2S pelo Consel)o ;ul,ador& con%orme documento )554;A.E 6m "rasileiro
!4/6/ 5o /eio =uridico ))&
http://www.scribd.com/doc/46,HH1B2/)554;A.E-6m-"rasileiro-!4/6/-5o-/eio-=uridico-))

!/! - EcelentTssimo Procurador-Keral da .epWblica
/inistYrio PWblico 2ederal
Procuradoria Keral da .epWblica
0A2 0ul Juadra 4 !on3unto !
BHH@H-,HH - "rasTlia _ D2
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Anexo I – O que é Denúncia e seus Requisitos

http://naoentendodireito.blogspot.com/200/0!/processo"penal"denncia"e"quei#a.html
$com grifos& em 'ermelho& meus(

)rocesso )enal " *en+ncia e ,uei#a

Denúncia (artigo 24)
*en+ncia - a pe.a acusat/ria iniciadora da a.0o penal $p+blica condicionada e
incondicionada(& consiste em uma e#posi.0o por escrito de fatos que constituem& em tese&
il1cito penal& com a manifesta.0o e#pressa da 'ontade de que se aplique a lei penal a quem
- presumi'elmente seu autor e a indica.0o das pro'as em que se alicer.a a pretens0o
puniti'a.
2ormalmente a den+ncia - feita com base em um inquérito policial& 'erificando"se a
e#ist3ncia de fato que caracteri4a crime em tese e ind1cios de autoria& toda'ia a
ine#ist3ncia de inqu-rito policial não impede o oferecimento da den+ncia& podendo tamb-m
ser feita em face de peças de informações que o /rg0o do Ministério ú!lico recebeu&
instru1das com a pro'a da materialidade e ind1cios de autoria.
Requisitos (artigo 41)
5 den+ncia de'e conter a descrição dos fatos em todas as suas circunst6ncias& de'e
ser a descrição clara possibilitando a ampla defesa& narrando o fato criminoso atribu1do ao
acusado.
*e'e ser relatada toda a circunst"ncia que possa interessar a aprecia.0o do crime&
possibilitando a melhor indi#iduali$ação da pena& de'e ser indicado quem cometeu o crime&
como o crime foi praticado& quais foram os meios empregados e qual o mal causado7 o lugar
o tempo e a hora do crime7 os moti'os& mesmo sendo concisa& se a den+ncia conti'er os
elementos essenciais& a falta ou a omiss0o de circunst6ncia $dia e hora& objeto utili4ado no
crime& nome da '1tima( não a in#alida.
8 poss1'el que as omiss9es da den+ncia se%am supridas a todo o tempo& antes da
senten.a na forma do artigo :!9. ;#istindo concurso de agentes a den+ncia de'e especificar
a conduta de cada um $tanto dos co"autores& como dos part1cipes& na medida do poss1'el(.
,uando for poss1'el a indica.0o precisa das condutas $crimes coleti'os(& poder< ser feita a
narrati'a de forma &enérica demonstrando a exist'ncia de pré#io a%uste entre eles.
*e'e a den+ncia conter a qualificação $identifica.0o( do acusado7 5l-m destes de'e
ainda a den+ncia& conter a classificação %ur(dica do fato& mas não é requisito essencial para
a pe.a inicial& n0o 'inculando o jui4 que poder) dar a defini.0o %ur(dica di#ersa& pois o
acusado defende"se do fato descrito na denúncia e n0o da classifica.0o que foi dada7 a
classifica.0o jur1dica poder< ser mudada at- a senten.a $quer por aditamento& por emenda
ou por ato do jui4(.
*uando necess)rio o rol de testemunhas& sendo esse procedimento facultati'o& por-m
n0o pode ser apresentado depois do recebimento da den+ncia& e#ceto nos casos de
compet3ncia do j+ri.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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)edido de condena.0o& mas n0o precisa ser e#presso& bastando que tal pedido este%a
impl(cito. = endere.amento da peti.0o& ou seja& a denomina.0o do jui4 a quem - dirigida&
sendo que o endere.amento equi'ocado ser) mera irre&ularidade& n0o pro'ocando a in-pcia
da den+ncia& sendo feita a remessa dos autos ao ju14o competente& al-m do nome& cargo ou
posi.0o funcional e a assinatura do prolator da denúncia.
= artigo >99 determina que - no momento da propositura da a.0o que os autores
de'em especificar as pro'as que pretendem produ4ir.

Prazos, Diligências e Aditamento
= artigo ?! estabelece que o pra4o para oferecimento da den+ncia se o r-u esti'er
preso ser< de : dias da data em que o /rg0o do Ministério ú!lico rece!er os autos do
inquérito policial e de 1: dias se o r-u esti'er solto.
@e o /rg0o do minist-rio p+blico entender necess<rio no'as dilig3ncias& estas ser0o
requeridas e o pra4o com o r-u solto ser< iniciado quando hou'er sido cumprida a dilig3ncia
e os autos forem encaminhados no'amente ao mesmo. @e o jui4 indeferir o requerimento de
dilig3ncia& caber< correi.0o parcial.
@e não +ou#er elementos para oferecimento da den+ncia nem hou'er necessidade de
no'as dilig3ncias& de'er< o ministério pú!lico requerer o arqui'amento& do qual& se for
determinado pelo jui4 n0o caber< recurso.
@e o jui4 discordar das ra49es do pedido de arqui'amento& de#er) remeter os autos
ao )rocurador geral de Austi.a $princ1pio da de'olu.0o(& e este poder) insistir no pedido de
arqui'amento $hip/tese em que o inqu-rito ser< arqui'ado independente da 'ontade do jui4(
ou determinar< que outro membro da institui.0o apresente a den+ncia.
2o pra4o do artigo :!9& o ,r&ão do M poder< corrigir as falhas e omiss9es da
den+ncia& podendo tamb-m& aditar a den+ncia& incluindo no'os il1citos penais ao imputado&
ou ainda ampliar a acusa.0o a no'os acusados& em decorr3ncia dos elementos probat/rios
colhidos na instru.0o. @empre que hou'er aditamento de'e se pro'idenciar a cita.0o do
aditamento para a reinquiri.0o de testemunhas j< ou'idas e produ.0o de no'as pro'as.
= pra4o para a apresenta.0o da quei#a ser< de seis meses contados do dia em que o
ofendido 'ier a saber quem - o autor do crime. )ra4o decadencial& ou seja& computando"se
o dia do come.o& e#cluindo"se o dia do final e n0o se admite prorroga.0o.
= pra4o para ajui4amento da a.0o penal pri'ada subsidi<ria ser< de seis meses a
contar do escoamento do pra4o para oferecimento da den+ncia. )ara os sucessores& no caso
de morte ou aus3ncia do ofendido o pra4o - o mesmo& na forma do artigo > par<grafo
+nico.
= B) pode aditar a quei#a& artigo ?:& no pra4o de tr3s dias ap/s receber os autos
$artigo ?!& par<grafo 2.(& para nela incluir circunst6ncia que possa influir na caracteri4a.0o
do crime e na sua classifica.0o& ou ainda na fi#a.0o da pena $dia& hora& local& meios&
moti'os dados pessoais do querelado& etc.(& mas n0o poder< aditar a quei#a para imputar
no'o delito ao querelado& ou incluir no'os ofensores& al-m dos j< e#istentes& pois in'adiria a
legitimidade do ofendido que optou por n0o processar os demais& operando"se no caso& a
e#tin.0o da punibilidade de todos os querelados por for.a do princ1pio da indi'isibilidade da
a.0o penal $n0o quer processar um& n0o pode processar ningu-m(& desde que a e#clus0o de
um ou de alguns ofensores tenha sido feito injustificadamente.
@e um dos co"autores do delito de a.0o penal pri'ada n0o for identificado& poder< ser
aditada a quei#a ou conforme a fase do processo ajui4ada outra quei#a& posteriormente& se
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hou'er durante a instru.0o a identifica.0o& sob pena da e#tin.0o acima comentada.


Anexo II – Diferença entre Impedimento e Suspeição

http://www.boletimjuridico.com.br/fiquepordentro/materia.asp?conteudo=179
#com $ri%os& em 'ermelho& meus(
)mpedimento e suspei*+o
Entenda a diferença entre os institutos
As causas de impedimento e suspeição estão previstas nos artigos 134 a
138, do Código de Processo Civil (CPC) e dizem respeito imparcialidade do
juiz no e!erc"cio de sua #unção$ % dever do juiz declarar-se impedido ou
suspeito, podendo alegar motivos de #oro "ntimo$
& impedimento tem caráter objetivo, en'uanto 'ue a suspeição tem
relação com o subjetivismo do juiz$ A imparcialidade do (uiz ) um dos
pressupostos processuais su*(etivos do processo$
+o impedimento há presunção absoluta ((uris et de (ure) de parcialidade
do (uiz em determinado processo por ele analisado, en'uanto na suspeição ,-
apenas presunção relativa ((uris tantum)$
& CPC disp.e, por e!emplo, 'ue o magistrado est- proibido de exercer
suas funções em processos de que for parte ou neles tenha atuado como
advogado$ & (uiz ser- considerado suspeito por sua parcialidade 'uando #or
amigo "ntimo ou inimigo capital de 'ual'uer das partes, rece*er presente antes
ou depois de iniciado o processo, aconsel,ar alguma das partes so*re a causa,
entre outros$

Con#ira o te!to parcial, por mim reduzido, de dispositivos do CPC 'ue
disp.em so*re impedimento e suspeição/
Art$ 134$ % defeso ao juiz e!ercer as suas #unç.es no processo contencioso ou
volunt-rio/ 0 1 de 'ue #or parte2
Art$ 133$ Aplicam-se os motivos de impedimento e suspeição aos juízes de
todos os tri*unais$ & (uiz 'ue violar o dever de a*stenção, ou não se declarar
suspeito, poderá ser recusado por 'ual'uer das partes (art$ 344)$
Art$ 315$ A parte oferecerá a exceção de impedimento ou de suspeição,
especi#icando o motivo da recusa (arts$ 134 e 136)$ A petição, dirigida ao (uiz
da causa, poder- ser instru"da com documentos em 'ue o e!cipiente #undar a
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alegação e conter- o rol de testemun,as$
Art$ 313$ 7espac,ando a petição, o (uiz, se reconhecer o impedimento ou a
suspeição, ordenar- a remessa dos autos ao seu su*stituto legal2 em caso
contr-rio, dentro de 14 (dez) dias, dará as suas razões, acompan,adas de
documentos e de rol de testemun,as, se ,ouver, ordenando a remessa dos
autos ao tri*unal$
Art$ 314$ 8eri#icando 'ue a e!ceção não tem #undamento legal, o tri*unal
determinar- o seu ar'uivamento2 no caso contr-rio condenará o juiz nas
custas, mandando remeter os autos ao seu substituto legal$

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Anexo III – Of(cio n-./0.1.2/234A516OR1SR1D71R8
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Anexo I9 3 6:8 definir) os tra%es adequados para entrar nos ;ri!unais
)re4ados&
5presentamos proposta a ser a'aliados por C=*=@ os Dntegrantes do )len<rio do Eonselho 2acional de
Austi.a que esteja en'ol'ido na quest0o em ep1grafe&
5bra.os&
)linio Barcos
"""""""""" Forwarded message """"""""""
From: )ortal E2A ou'idoriaNcn3.3us.br
*ate: 2009/?/29
@ubject: Eonfirma.0o de en'io: E2A adia defini.0o de trajes para entrar nos Cribunais
Co: pliniomarcosmrN$mail.com
;sse - um e"mail de confirma.0o en'iado por http://www.cn3.3us.br/.
)linio Barcos Boreira da Gocha pliniomarcosmrN$mail.com
Cendo em 'ista a import6ncia e rele'6ncia da quest0o para muitos Hrasileiros& onde me incluo& gostaria
que o coment<rio feito em alguns sites& fosse en'iado a cada Dntegrante do )len<rio do E2A que esteja
en'ol'ido na decis0o em ep1grafe& onde ressalto ser este& um prof1cuo esfor.o& de colaborar com o
B;IJ=G para C=*=@.
)re4ados&
5presento o documento &r Adpf ro#ao Oa! 6rc&
http://www.scribd.com/doc/12,48H28/P$r- ... ao-4ab-!rc & onde estamos pro'ocando o )oder
Eonstitu1do em Kelar& )reser'ar e Fa4er ELB)GDG receitos 7undamentais de :ossa 6onstituição& relati'os
M:
" )ro'a como pr-"requisito para inscri.0o de )rofissional Jabilitado
" )GDNDI8OD=@ destinados aos integrantes da )rofiss0o Gegulamentada de 5d'ogados.
*e'o salientar que neste documento questionamos a responsabilidade atribu1da ao EFda =5H de definir
critérios para os <tra%es< dos Ad#o&ados& uma 'e4 que& em não +a#endo questão de Se&urança e Saúde a
=i!erdade em função de &osto ou relati#a a &rupo socio3exon>mico3pol(tico de'eria ser premissa& em
respeito ao preceito fundamental relati'o ao e#ercpicio de Crabalho.
,uando ent0o chamo a aten.0o& para o fato concreto& de que a Instituição com maior *;@EG8*DC= entre a
popula.0o brasileira& efeti'amente& - o 6on&resso :acional& onde& por e#emplo& o ?omem é o!ri&ado a
usar terno e &ra#ata& portanto& P5 G=L)5 2Q= F5K = B=2O;P& bem como& P2R= O5G52C; G;@);DC= =L
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6R@DI5I=IDAD@P.
5bra.os&
)linio Barcos
Eonfirmar e"mail:
pliniomarcosmrN$mail.com
Eidade/LF:
Gio de Aaneiro / GA
Celefone:
$21( 2:?27710
Gela.0o com o )oder Audici<rio:
Interessado
5ssunto:
6:8 adia definição de tra%es para entrar nos ;ri!unais
"""""""""" Forwarded message """"""""""
From: =u'idoria E2A Sou'idoriaTcnj.jus.brU
*ate: 2009/?/29
@ubject: G;@: )ortal E2A: E2A adia defini.0o de trajes para entrar nos Cribunais
Co: )linio Barcos Boreira da Gocha SpliniomarcosmrTgmail.comU
)re4ado )l1nio&
Dnformamos a Nossa @enhoria que en'iamos sua mensagem aos assessores dos Eonselheiros do E2A para
conhecimento.
5tenciosamente&
=u'idoria do E2A
@ecretaria Oeral
Cel: $!1( >217"?!2/?9:
Fa#: $!1( >>1!":?
ou'idoriaNcn3.3us.br
"""""""""" Forwarded message """"""""""
From: )ortal E2A ou'idoriaTcnj.jus.br
*ate: 2009/:/1?
@ubject: Eonfirma.0o de en'io: Eonselho de Austi.a mant-m proibi.0o para bermuda e minissaia em
f/runs
Co: pliniomarcosmrN$mail.com
;sse - um e"mail de confirma.0o en'iado por http://www.cn3.3us.br/.
)linio Barcos Boreira da Gocha pliniomarcosmrN$mail.com
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@olicito que esta manifesta.0o seja encaminhada a C=*=@ os Eonselheiros do Eonselho 2acional de
Austi.a.
)re4ados&
5bai#o apresento meus coment<rios na not1cia !onselho de =usti*a mantYm proibi*+o para bermuda e
minissaia em %Uruns .
;u estou num )a1s muito I=LE=& onde o E5=@ ALGV*DE= - calcado num )LG= F5K;G *; E=2C5@& de tal
forma& que o e#emplo de *;@E;2*;2C;@ de Vndios& A< EDNDIDK5*=@& que ingressaram no @upremo Cribunal
Federal& com C52O5 e );DC= 2W& n0o - F5C=& =HA;CDN= ; E=2EG;C=& para eliminar qualquer
interpreta.0o tacanha e discriminat/ria& por 'estimenta.
5final& o @upremo Cribunal Federal& foi capa4 de reconhecer& a Iiberdade da escolha de se 'estir& calcada&
pelo menos& na origem social& econXmica& e/ou cultural& uma 'e4 que& entenderam que tais trajes n0o
afronta'am o *;E=G= dos Crabalhos reali4ados no Dnterior do F/rum do @CF.
Ni'emos uma @ociedade com a consci3ncia Eonstitucional de construir uma @ociedade Austa& Fraterna e
@olid<ria& onde o preceito - de que C=*=@ s0o DOL5D@ perante a Iei& mas& que alguns& que det3m algum
poder& teimam em n0o permitir sua cristali4a.0o. = que -& no m1nimo& I5B;2CYN;I.
,uando a justificati'a esta calcada na premissa de que ZZZ5 maioria dos conselheiros do /rg0o indeferiram
o pedido do ad'ogado& entendendo que o acesso aos f/runs de'e ser feito com trajes P con'enientesP.ZZZ&
perguntas n0o querem se calar: @er< que C52O5 e );DC= 2W podem ser considerados trajes [con'enientes\
? =u s/ quando os =I=F=C;@ tem o cond0o de assim torn<"los ?

,uando ZZZ2a primeira sess0o em que o assunto foi para pauta& os debates foram interrompidos ap/s o
conselheiro C-cio Iins e @il'a pedir 'istas do processo e disparar: P*aqui a pouco 'ai ser necess<rio criar a
5g3ncia 2acional de Gegula.0o do Nestu<rioP. ZZZ Min+a alma se entristeceA meu coração fica contrito&
pois& custa"me acreditar que o Eonselheiro C-cio Iins e @il'a& não ten+a tido a capacidade de enxer&ar&
que a quest0o era de suma import6ncia para BLDC=@ HG5@DI;DG=@& e que o cerne da quest0o - o
)LG= 5HL@= *; )=*;G& uma 'e4 que& e#emplos '<rios nos apresentam a certe4a de que a [G=L)5 2Q=
F5K = B=O;X& muito menos& assegura Eredibilidade e Gespeitabilidade.
5presento o *ocumento E2A definir< trajes para entrar nos Cribunais &
http://www.scribd.com/doc/14B@,-41/!5=- ... -1ribunais & que pelo 'isto& n0o foi apresentado& pelos
seus assistentes& aos Eonselheiros.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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; o *ocumento )OG 5*)F Foro )ri'ilegiado &
http://www.scribd.com/doc/1-,@--4H/PK.- ... i'ile$iado & que de certa forma tem rela.0o direta com
a quest0o.
; o *ocumento Dmport6ncia do E2A na @ubordinacao do @CF M Eonstitui.0o Federal e ao ;statuto da
Bagistratura &
http://www.scribd.com/doc/122>?!>!/Dmpo ... o"@CF"a"Eo
& que apresentam as considera.9es necess<rias para afirmarmos que o Eonselho 2acional de Austi.a tem a
Dmport6ncia de Oarantir que o )oder Audici<rio *;N; @LH=G*D25]Q= M Eonstitui.0o da Gep+blica
Federati'a do Hrasil e ao ;statuto da Bagistratura& algo que me parece& n0o ter sido percebido pelo
Eonselheiro C-cio.
5bra.os&
)linio Barcos
http://www.scribd.com/)linio^20Barcos^2 ... da^20Gocha
5 *espreocupa.0o Gespons<'el em )ro'ocar Budan.as de Eonceitos
http://www.'ia6.com/topico.phpDcidF12H6BGtidF11146B
Eonfirmar e"mail:
pliniomarcosmrN$mail.com
Eidade/LF:
Gio de Aaneiro / GA
Celefone:
$21( 2:?27710
Gela.0o com o )oder Audici<rio:
=utros
5ssunto:
Eonselho de Austi.a mant-m proibi.0o para bermuda e minissaia em
f/runs
"""""""""" Forwarded message """"""""""
From: )ortal E2A ou'idoriaNcn3.3us.br
*ate: 2009/:/1!
@ubject: Eonfirma0o de en'io: ,uando a @=H;GH5 transforma um rito de Eidadania em rito @ocial
@olene....Co: pliniomarcosmrN$mail.com
;sse - um e"mail de confirma.0o en'iado por http://www.cn3.3us.br/.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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)linio Barcos Boreira da Gocha pliniomarcosmrN$mail.com
)re4ado =u'idor do Eonselho 2acional de Austi.a&
@olicito que as refle#9es abai#o& sejam encaminhadas a cada Eonselheiro do Eonselho 2acional de Austi.a&
uma 'e4 que& estas completam o documento .esposta ao !onselheiro #!5=( 1Ycio :ins e 0il'a .
)re4ados Eonselheiros&
5o me aprofundar em refle#9es sobre a decis0o do E2A em manter a proibi.0o relati'as M bermudas e
minisaias nos F/runs& infeli4M@:;@& me percebi a'aliando dois conte#tos distintos& mas intrisecamente e
intimamente interligados& onde um - uma *elegacia de )ol1cia& onde nasce a maioria das quest9es
Audiciais e os Cribunais de Austi.as& onde estas mesmas quest9es tem seu desenlace& isto -& os en'ol'idos
s0o os mesmos& as Autoridades e seus @sta!elecimentos i&ualmente ?O:RB9@IS e DC4:OS& portanto&
merecedores das mesmas 6onsideraçõesA 6redi!ilidade e Respeitanilidade.
@e meus entendimentos esti'erem certos& um *elegado de )ol1cia& a partir desta decis0o& pode impedir
que uma 9(tima1;estemun+a trajando bermuda& sunga& camiseta regata& minisaia& tanga e peito n+& entre
em sua Dele&acia para fa4er uma quei#a& um testemunho& ou mesmo uma den+ncia& em um )LG= e
EGD@C5ID2=& 5C= de ED*5*52D5. 5lgo que nos parece ser de um SDRR@A=ISMO DA:;@S6O inconceb1'el e
inaceit<'el.
@abemos todos& que as& presum(#eis& circunst6ncias entre a ida a uma *elegacia e a ida a um Cribunal de
Austi.a sejam diferentes& porem& situa.9es em nosso cotidiano& pode nos colocar em Psaia justaP de termos
que nos apresentar informalmente perante um Aui4& uma 'e4 que& - maior a Gesponsabilidade de ;#ercer
nossa Eidadania em preo'eito pr/prio& ou de outro alguem& isto -& se em fun.0o de um planejamento
pr-'io& resol'3ssemos Aogar uma partida de Cenis antes de irmos ao Cribunal& e fatos incontrol<'eis nos
permitisse chegarmos no hor<rio 'estidos com o uniforme& estar(amos Respeitando mais o Cribunal se n0o
nos apresent<ssemos& ou se nos apresent<ssemos 'estidos com o uniforme de tenista ?
Buito embora& me incomode o fato de que 2ossa @ociedade foi capa4 de Pcriar Naras ;speciaisP
para atender ao Pfla&eloP $pelos atrasos/cancelamentos nos 'oos retarda a chegada( imposto pelo PE5=@
58G;=P& e n0o tenha sido capa4 de Pcriar outras 9aras @speciaisP para atender ao PflageloP
$pelos atrasos/cancelamentos no atendimento redundando& em alguns casos& em BLCDI5]_;@ ou B=GC;@(&
uma pergunta n0o quer se calar: @endo ;u& um passageiro com destino& por e#emplo& M 2atal& 'estido com
bermuda& camiseta regata e bon-& tendo o meu 'oo cancelado& poderei adentrar a Nara ;special dentro do
5ereporto& ou por estar assim #estido& terei que formali4ar minha quei#a numa Dele&acia ? 5final& estas
Naras ;speciais& em fun.0o de seus ritos& funcionam como se fXssem tamb-m *elegacias ?
@e pertencessemos a uma Gegi0o Hrasileira& que estaria entre as mais palp-rrimas& seria justo&
Ppro'idenciarP 'estimenta diferente das utili4adas por mim& apenas e t0o somente& para exercer a
cidadania& em pro'eito pr/prio& ou de outro alguem ?
Lma pergunta n0o quer se calar: ,uem - mais atingido pelo fato de n0o poder se apresentar& por e#emplo&
com um terno de corte ingles& sapatos italianos& camisa e gra'ata de seda& mas& se apresenta com uma
camisa surrada& uma bermuda tambem surrada e de chinelos ? )rincipalmente& quando uma 5utoridade&
representati'a do ;stado Hrasileiro& para lhe garantir PAusti.aP& o coloca como D2*VO2=& pela 'estimenta ?
realM@:;@& de'emos entender que o Audici<rio Hrasileiro n0o s/ - um mero HLG=EG5C5& mas acima
de tudo& @=H;GH=& por Pse acharP mais importante e rele'ante& ao ponto de transformar o 5C= de
ED*5*52D5& em 5C= @=ED5I @=I;2;& de tal forma& ter interpreta.9es diferenciadas pela e#ist3ncia& ou
n0o& de PJ=I=F=C;@P ```
Dsto& dentro do =bjeti'o Fundamental de Eonstruir uma @ociedade Austa& Fraterna e @olid<ria& onde C=*=@
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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@Q= DOL5D@ );G52C; 5 I;D& e a Iiberdade de ;scolhas esta respaldada na *DO2D*5*; JLB525& 'alores
intr1nsecos& calcados basicamente no E5GYC;G& onde situa.0o Funcional& ;conXmica& @ocial& Eultural&
)ol1tica n0o de'eriam permitir discrimina.9es.
;m rela.0o ao Audici<rio Hrasileiro ser um mero HLG=EG5C5 apresento o documento 4 =udiciario
"rasileiro e Acima de 1udo 6m Pod & onde estamos tentando pro'ocar uma refle#0o mais aprofundada
sobre o entendimento inconstitucional& por grande parte do judici<rio brasileiro& de que falha no rito
processual torna o processo e#tinto& sem pro'ocar a necess<ria a'alia.0o da quest0o& o que fereA de
morteA nossa 6onstituição.
;m rela.0o ao Audici<rio Hrasileiro ser @=H;GH=& apresento o documento 06KE0184 ao Procurador-
Keral da .epWblica Ar$ui*+o de Descumprimento de Preceito 2undamental no 2oro Pri'ile$iado &
onde estamos pro'ocando )rocurador"Oeral da Gep+blica a 5rguir *escumprimento de )receito
Fundamental relati'os M Foro ;special $)ol1tico/Dmprobidade 5dministrati'a( e a )ris0o ;special& onde nos
- palp<'el a @oberba do )residente do @upremo Cribunal Federal frente M seus )ares de Dnst6ncias
Dnferiores& 2Q= B;2=@ DB)=GC52C;@ por isso.
5bra.os&
Plinio /arcos
PS. ste email ser< inserido como res!osta ao "#!ico E2A definir< os trajes adequados para entrar em
Cribunais, do $orum Pr%ticas Administrati&as do 'udici%rio ( 5ssessoria Aur1dica do si
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DUPLO
Xeque
Mate
Aula
ao
Plenário
do
STF
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Pedido de Provid"nia # Crime! do e no ST$ # $iha Lim%a
!onselho 5acional de =usti*a
0upremo 1ribunal 2ederal - Aneo )
Pra*a dos 1r]s Poderes
BH1B@-,HH - "rasTlia _ D2

Ao PlenPrio do !onselho 5acional de =usti*a&

Com &a!e na !4501)16)784 DA .EP9":)!A 2EDE.A1);A D4 ".A0): DE 1,88&
1\16:4 )) - 'o! 'ireito! e (arantia! $)ndamentai!, !AP\16:4 ) _ 'OS 'I*+ITOS +
'+V+*+S I,'IVI'UAIS + COL+TIVOS, Art. @^ _ Todo! !ão ig)ai! %erante a lei, !em
di!tinção de -)al-)er nat)re.a, garantindo/!e ao! 0ra!ileiro! e ao! e!trangeiro! re!idente! no
Pa1! a inviola0ilidade do direito 2 vida, 2 li0erdade, 2 ig)aldade, 2 !eg)rança e 2 %ro%riedade,
no! termo! !eg)inte!3 SSS))) - todo! t"m direito a receber dos Ur$+os %40lio! in%orma*Res de
!e) intere!!e %arti)lar, o) de interesse coleti'o ou $eral, -)e !erão %re!tada! no %ra.o da lei,
!o0 %ena de re!%on!a0ilidade, re!!alvada! a-)ela! )5o !igilo !e5a im%re!ind1vel 2 !eg)rança
da !oiedade e do +!tado6 SSS); - !ão a todo! a!!eg)rado!, inde%endentemente do
%agamento de ta7a!3 a( o direito de %etição ao! Podere! P40lio! em de%esa de direitos o) contra
ile$alidade o) abuso de poder8
!om "ase no CAnexo BASE - Reflexões Holísticas sobre as Atribuições !"X& e seus CAnexos
BASE # I$ II$ e IIIX& uma 'e< Eue& re%ormulamos sua apresenta*+o& em %un*+o& da e7tremada
ignor9nia& demonstrada por TO'OS& Eue atY aEui& se mani%estaram& se3a por interpreta*+o
tendenciosa em onveni"nia& ou por aus]ncia de interpreta*+o pela :alta de dom1nio& e
onheimento& da lTn$ua portu$uesa& no caso em %orma escrita.
Com &a!e no .e$imento )nterno do !5=, on!tante da
htt%3;;<<<8n585)!80r;inde78%h%=o%tion>om?ontent@vie<>artile@id>ABBC@Itemid>DEA

(Emenda Regimental n° 1, de 9 de março de 2010, que alterou o Regimento
Interno do Conselho Nacional de Justiça !u"licado no #Je, n° $0%2010, de &
de a"ril de 2010, '( 2$()

*eç+o II
Da Competência do Plenário

Art. 4º ,o !len-rio do CNJ com'ete o controle da atuaç+o administrati.a e
/inanceira do !oder Judici-rio e do cumprimento dos deveres funcionais dos
magistrados, ca"endolhe, al0m de outras atri"uiç1es que lhe /orem con/eridas
'elo Estatuto da 2agistratura, o seguinte3
I - zelar 'ela autonomia do !oder Judici-rio e 'elo cumprimento do Estatuto da
Maistratura, 'odendo e4'edir atos regulamentares, no 5m"ito
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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de sua com'et6ncia, ou recomendar 'ro.id6ncias7
II - zelar 'ela o!serv"ncia do art. #$ da Constituiç+o 8ederal e a'reciar, de o/9cio ou
mediante 'ro.ocaç+o, a lealidade dos atos administrativos 'raticados 'or
mem"ros ou :rg+os do !oder Judici-rio, 'odendo desconstitu9los, re.6los ou
/i4ar 'ra;o 'ara que se adotem as 'ro.id6ncias necess-rias ao e%ato
cumprimento da lei, sem 're<u9;o da com'et6ncia do =ri"unal de Contas da >ni+o
e dos =ri"unais de Contas
dos Estados7
III - rece!er as reclama&'es, e delas con(ecer, contra mem"ros ou )r*os do Poder
+udiciário, inclusi.e contra seus ser.iços au4iliares, ser.entias e :rg+os
'restadores de ser.iços notariais e de registro que atuem 'or delegaç+o do
'oder '?"lico ou o/iciali;ados, sem 're<u9;o da com'et6ncia disci'linar e
correicional concorrente dos =ri"unais, decidindo pelo arqui.amento ou
instauraç+o do 'rocedimento disci'linar7
,I - <ulgar os processos disciplinares regularmente instaurados contra
magistrados, 'odendo determinar a remoç+o, a dis'oni"ilidade ou a
a'osentadoria com su"s9dios ou 'ro.entos 'ro'orcionais ao tem'o de ser.iço e
a'licar outras sanç1es administrati.as 're.istas em lei com'lementar ou neste
Regimento, assegurada a am'la de/esa7
--, - resolver as d.vidas que /orem su"metidas 'ela !resid6ncia ou 'elos
Conselheiros so"re a interpreta&*o e a e%ecu&*o do Regimento ou das Resoluç1es,
'odendo editar Enunciados inter'retati.os com /orça normati.a7
--,II - a'reciar os pedidos de providências 'ara garantir a preserva&*o de sua
competência ou a autoridade das suas decis1es7
---II - decidir so!re consulta que lhe se<a /ormulada a res'eito de d.vida suscitada
na a'licaç+o de dis'ositi.os legais e regulamentares concernentes @ mat/ria de
sua competência, na /orma esta"elecida neste Regimento7


%en&o$ mui res'eitosamente$ formalmente$ S%I!ITAR$ em @AETIVA PRV!A#F$ (ue
o PlenCrio do !onselho Eacional de Austiça$ AVA%IE$ a')s a conclus*o +o ,rocesso n-.
!"#-$%&##%&%%, o do)mento FD6P:4 SeEue /ate - Aula ao PlenPrio do
012X, agregado a e!te Pedido de Soliitação8

Es'eramos que a avalia&*o a ser /eita 'or um J)i. A)7iliar da Corregedoria
,aional de J)!tiça, em nome +a Corregedora ,aional de J)!tiça, Gin8 +liana Calmon, !e5a
reali.ada om a %rH%ria i!enção, !em -)al-)er or%orativi!mo, sem nen&um res(uício %o!!1vel
de FS/S,EI01O”, :ae ao :ato onreto da den4nia o05eto do re-)erimento iniial itar o
PlenIrio do S)%remo Tri0)nal $ederal, 0em omo, o :ato da Corregedora ,aional de J)!tiça
%ertener ao! J)adro! do S)%remo Tri0)nal $ederal, %ortanto, diretamente intere!!ada na
-)e!tão !)!itada8

Areditamo!, om m)ita es'erança, e f2, na "ustiça, -)e o! esforços solicita+os ne!te
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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re-)erimento iniial, !e5am a%a.e!, de iluminar, in+u3ir, o Relator, ao enten+imento b4sico, de
-)e o do)mento itado, 2 5egítimo ,e+i+o +e ,ro6i+7ncia, )ma ve. -)e, e!tI entrado, na
erte.a, de -)e o Con!elho ,aional de J)!tiça, é )m In!tr)mento riado %ela, e %ara, a
Soiedade &ra!ileira, garantir a onstruç*o de )ma Soiedade Livre, "usta e SolidIria8

,ara (ue n*o 'ese (ual(uer +86i+a sobre o Recurso$ ora 'or mim im'etra+o$ a'resento a
DE!ISF 'roferi+a %elo J)i. A)7iliar da Corregedoria ,aional de J)!tiça, Sr8 ,ICOLAU
LUPIA,K+S ,+TO, em BL de março de MCBB, onde determina o enaminhamento do
,rocesso n-. 5555SR;=59&45;;&4&55&5555$ acima cita+o$ ao Egr2gio ,len4rio +este onsel&o$ para
.ue deli*erem sobre o recurso inter'osto$ 'ortanto$ 'o+emos afirmar$ sem medo de errar$ (ue a
fun+amentaç*o +a 9ecis*o Intimaç*o s:n- : ;<==$ ora ob>eto +este recurso a+ministrati6o
?,e+i+o +e ,ro6i+7ncia@$ esta calca+a em (uest*o AS"@ A"DI!EI 'elo ,len4rio +o onsel&o
!acional +e "ustiça.

,ortanto$ este +eclara+o$ Pedido de Pro)id7ncias$ tem como finali+a+e solicitar (ue o
PlenCrio do !onselho Eacional de Austiça& atravé! da !)a %rH%ria avaliação, implemente, oriente&
e faça cumprir a Con!tit)ição da *e%40lia $ederativa do &ra!il, e o +!tat)to da
Gagi!trat)ra, 0em omo, apli.ue as puniç(es Administrati)as ca*-)eis8

O)tro!!im, entendemo! !er %remente, nee!!Irio, -)içI vi!eral, o encaminhamento ao
Pro)rador/(eral da *e%40lia, do! :ato!, da! in:ormaçNe!, intr1n!ea!, -)e respaldem
.ual.uer punição !riminal ca*-)el8

Atenciosamente&
Plinio /arcos /oreira da .ocha
1el. #21( 2@42-BB1H
Penso, Eão sO ENIST, Be CA0O ,resente
Anali!ta de Si!tema!, %re!)mivelmente, único @rasileiro !0"0, -)e me!mo não tendo
n-)el superior completo Ointerrom%i o C)r!o de +7e)tivo, om o %rimeiro !eme!tre om%leto,
em BPQQR, %ortanto, não !endo Advogado, nem &aharel, nem +!t)dante de 'ireito, te)e suas
prCticas inscritas na Q' e R' ediç(es do Pr7mio IEEVARE, am0a! alada! no !AS A"RUDI!
-)e tem omo %remi!!a 0a!e o P"R +AVER DE !ETAS& recon&eci+as& e 9ECERI9AS pelo
!onselho Aul1ador, on:orme do)mento I,,OVA*+ Um &ra!ileiro COGUG ,o Geio
J)ridio II,
http://www.scribd.com/doc/46,HH1B2/)554;A.E-6m-"rasileiro-!4/6/-5o-/eio-
=uridico-))

,ne4os
D.P81 WeLue -a5e _ Aula ao Plenário do STF
Ane%o 0A1E Re/le41es Aol9sticas so"re as ,tri"uiç1es CNJ
Ane%o 0A1E - I Consideraç1es !receito 8undamental <a e/etuadas
Ane%o 0A1E - II Consideraç1es ,#I BB$C #8 <- e/etuadas
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Ane%o 0A1E - III Consideraç1es Regimento Interno do CNJ
Ane%o I Dei Com'lementar nE 1B&
Ane%o II E/eitos da Condenaç+o
Ane%o III Conceito Dei
Ane%o I, 2antida decis+o do =*E que inde/ere candidatura de Jader Far"alho
Ane%o , Dei da 8icha Dim'a n+o de.e ser a'licada @s Eleiç1es 2010
Ane%o ,I Dei G H9H ,"uso de ,utoridade
Ane%o ,II >tilitarismo
Ane%o ,III I <ui; no conte4to da inter'retaç+o <ur9dica
Ane%o I- Escolas de Inter'retaç+o Jur9dica
Ane%o - Jilmar 2endes e o *u'remo =ruculento 8ederal
Ane%o -I Dei &H$9 C:digo de !rocesso Ci.il
Ane%o -II #ecreto Dei 2HGH
Ane%o -III 2 #ecis+o !rocesso nE 0000BC10H 2011 2 00 0000
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5UPLO XeAe "ate a Ala ao PlenSrio do 8T<
Consel$o 1acional de 4sti?a
8!re)o Tribnal <ederal - Ane@o I
Pra?a dos TrFs Poderes
/-./5-,-- - 3rasClia a 5<


2o E6'elen5íssimo -inis5ro-Corre,edor do C3;

Com Base na C13ST/T./?Q1 D2 0EPaB8/C2 FEDE02T/B2 D1 B02S/8 DE
1ZZ, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I - DOS DÌREÌTOS
E DEVERES ÌNDÌVÌDUAÌS E COLETÌVOS, Art. 5º Todos s+o i,uais perante a lei, sem
distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, N i,ualdade, à
segurança e à propriedade, nos termos seguintes& XXXIII - todos têm direito a re'eber
dos Rr,+os públicos in!ormaç:es de seu interesse particular, ou de in5eresse 'ole5i*o
ou ,eral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade,
ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do
Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas:
a) o direito de petição aos Poderes Públicos em de!esa de direi5os ou 'on5ra
ile,alidade ou abuso de poder,

Venho, mui respeitosamente, S18/C/T20, através de formal
P01B1C2?Q1, que Esta Corregedoria, envida Todos os Esforços,
utilizando-se de TODOS os Meios que dispuser, para que, efetue a
compilação, a avaliação, deste documento, de tal forma a permi5ir
pelo Plen(rio do Consel)o 3a'ional de ;us5iça, implemen5ar,
orien5ar, e !a4er 'umprir a Constituição da República Federativa
do Brasil, e o Estatuto da Magistratura, bem como, apli'ar as
puniç:es Administrativas cabíveis.

Outrossim, entendemos ser premente, necessário, quiçá
visceral, o en'amin)amen5o ao Procurador-Geral da República
dos fatos, das informações, intrínsecas, que respaldem qualquer
puniç+o Criminal cabível.
Tal, parte da premissa de que a a*aliaç+o Murisdi'ional da Lei da Ficha Limpa,
pelo Supremo Tribunal Federal, efetuada na Quarta-feira, 27 de outubro de 2010, além de
estar ei*ada de Bí'io, por Crime de Pre*ari'aç+o OArt8 SBPR, em conjunto com,
J)adrilha o) 0ando OArt8 MEER, em conjunto com, C rime de A 0)!o de A )toridade OArt8 DB #
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II # :R. teve no julgamento de Quarta-feira, 23 de março de 2011, a situação agravante de
SE0 28TE02D2, sem Lue LualLuer no*o !a5o Murisdi'ional Lue a Mus5i!i'asse#
Ao agregarmos a certeza de que T1D1S os B1T1S se mantiveram os -E-1S, e
por isso, in5rinse'amen5e, ter sido atribuída característica de "B1T1 DE K.28/D2DEX,
ao *o5o do 31B1 Membro do Plenário do Supremo Tribunal Federal, podemos afirmar,
empiricamente, sem medo de errar, que esta ti!i,icado o Crime de Certidão o) ate!tado
ideologiamente :al!o OArt8 SCBR, em conjunto com, J)adrilha o) 0ando OArt8 MEER, em
conjunto com, C rime de A 0)!o de A )toridade OArt8 DB / II / :R

Afinal, a presença de novo membro no Plenário do Supremo Tribunal Federal, n+o
G !a5o su!i'ien5e, para !undamen5ar re!ormulaç+o de posicionamento, uma vez que,
TODOS os Votos, manifestados originalmente, se mantiveram 1S -ES-1S, ratificando o
fato de que a citada reformulação é /8EFCT/-2, /8EF28, e /3C13ST/T.C/1328.

Coloco, sem medo de errar, que a men'ionada re!ormulaç+o é a mais, pura e
simples, intolerável, abjeta, indecorosa, imoral, ilegítima, ilegal, agressBo a 1ossa
Constiti?Bo, quando temos no Art. 5º - XXXVI - a lei não prejudicará o direi5o
adLuirido, o a5o Murídi'o per!ei5o e a 'oisa Mul,ada.

4utrossim& de'emos reconhecer& Eue esta re%ormula*+o& tambYm esta ei'ada& do v1io pela
aus]ncia de delaração de im%edimento& ou !)!%eição& dos /inistros itado! em 'en4nia! de
!rime de Pre'arica*+o& %ormalmente protocoladas& na PolTcia 2ederal.

As cita*Res acima est*o calca+as na inter'retaç*o& empTrica& da :ei 2.848 _ !Udi$o Penal&
Eue reprodu<imos parcialmente no Anexo DII - Decreto :ei 2848.
http://www.planalto.gov.br/ccivil/decreto-lei/del2848.htm


Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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._ Pre)issa& Pni?Bo X #efle@os Penais e 2@tra-Penais

Outrossim, ouso afirmar, que a discussão do tema pelo Supremo Tribunal Federal
teve os seguintes enfoques:

1. Alguns dos Ministros avaliaram a questão sobre o referencial "Puniç+oX,
e!ei5o prin'ipal da 8ei, calcando suas considerações no Preceito Fundamental
de que a Lei não pode retroagir na punição.

2. Os demais Ministros avaliaram a questão sobre o referencial "PrG-reLuisi5o
(Conduta Ìlibada)¨, e!ei5o se'und(rio da 8ei, calcando suas considerações no
Pre'ei5o Fundamen5al de proteção pela garantia de Representatividade por
Alguém de Condu5a /libada.

Talvez o aspe'5o re!le6i*o, e n+o puni5i*o, da Lei da Ficha Limpa, 2ne6o / - Lei
Complementar nº 135, possa nos orientar, e a ajudar, a entender qual das interpretações
acima esta C100ET2, em minha interpretação natural a &A, uma vez que, nela constam:

http://www.planalto.$o'.br/cci'ilbH-/:eis/:!P/:cp1-@.htm

L2I CO"PL2"21TA# 1º .>5% 52 * 52 4U1[O 52 0-.-
Altera a Lei Complementar no 64, de 18 de maio de 1990,
que estabelece, de acordo com o E ,o do art. .* da
Constituição Federal, casos de inelegibilidade, prazos de
cessação e determina outras providências, para incluir
hipóteses de inelegibilidade que visam a pro5e,er a probidade
administrativa e a moralidade no exercício do mandato.


C... Lue perderem ... por in!rin,ên'ia ...¨

C...represen5aç+o Mul,ada ... decisão 5ransi5ada em Mul,ado ou !ro,erida !or ...¨
C... condenados ... decisão transitada e ;ulgado ou !ro,erida !or...¨
C... de'larados indi,nos do o!i'iala5o ... ele in'ompa5í*eis ...¨
C... 'on5as rela5i*as ... reMei5adas por irre,ularidade insan(*el ... de'is+o irre'orrí*el
...¨
C...renun'iarem a seus mandatos desde o o!ere'imen5o de representação ou pe5iç+o
'apa4 de autorizar a abertura de processo por in!rin,ên'ia ...¨
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C... !orem e6'luídos do exercício da profissão, por de'is+o san'iona5Rria do órgão
profissional competente, em de'orrên'ia de infração ético-profissional ...¨
C... demi5idos do serviço público em de'orrên'ia de processo administrativo ou
judicial ...¨
C... doações eleitorais 5idas por ile,ais por de'is+o 5ransi5ada em Mul,ado ou pro!erida
por l...¨
C... aposentados compulsoriamente por de'is+o san'iona5Rria, que tenham perdido o
cargo por sen5ença ou que tenham pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na
pendên'ia de pro'esso adminis5ra5i*o dis'iplinar ...¨
Portanto, a /nele,ibilidade é uma C13SEK.U3C/2 He!ei5o se'und(rioI de
;.8F2-E3T1 de !a5os, possivelmente puní*eis, que caracterizam Atitudes sem G5i'a,
sem moral, maus 'os5umes, 'on5ra*en5oras ou 'riminosas.

Apresento o documento "Suspiro de es!eran"a #ue não !assa de FG5ido Peido
de desilusãoX, http://pt.scribd.com/doc/@1441-H2/0uspiro-de-esperanca-Eue-nao-pass... , onde
estamos reconhecndo que a ocupação da vaga do Supremo Tribunal Federal, por
Magistrado de Carreira, E- 32D2 mudou o C21S Jurídico, pelo contrário, solidi!i'ou a
'rença de que 5udo es normal.





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0_ Pre)issa& 2feitos da Condena?Bo.

http://www.slideshare.net/grupodeestudo1/efeitos-da-condenao-1088554


O 2ne6o // - Efeitos da Condenação, apresenta:
C
A sentença penal condenatória produz, como e!ei5o prin'ipal, a imposição da
sanç+o penal ao condenado, ou, se inimputável, a apli'aç+o da medida de se,urança,
produz, todavia, e!ei5os se'und(rios, de natureza penal e extra-penal .
Os e!ei5os penais se'und(rios encontram-se espalhados por diversos
dispositivos no CP, no CPP e na LEP, tais como a re*o,aç+o do sursis e do li*ramen5o
'ondi'ional, a caracterização da rein'idên'ia no caso de cometimento de novo crime, a
impossibilidade de bene!í'ios em diversos crimes (art. 155, § 2º, 171, § 1º), inscrição
no rol dos culpados, etc.
Os e!ei5os e65ra-penais se'und(rios estão dispostos nos arts. 91 (efeitos
genéricos) e 92 (efeitos específicos), ambos do CP. Os e!ei5os ,enGri'os decorrem da
prRpria na5ure4a da sen5ença condenatória, abrangem todos os crimes e não dependem
de pronunciamento judicial (são automáticos); já os e!ei5os espe'í!i'os limitam- se a
alguns crimes, dependendo de pronun'iamen5o Mudi'ial a respei5o, e não se
confundem com as penas de in5erdiç+o 5empor(ria de direi5os, visto que estas são
sanções penais, substituindo a pena privativa de liberdade pelo tempo de sua duração,
enquanto aqueles são conseqüências reflexas do crime, permanentes e de natureza
extra-penal.
X
Aproveito para chamar a atenção para o documento "Pe5iç+o S.FESTQ1 re*er
e65inç+o de Pro'esso por Pres'riç+o ou De'adên'ia¨,
http://www.scribd.com/doc/46078601/Peticao-SUGESTAO-rever-extincao-de-Processo-
por-Prescricao-ou-Decadencia , onde estamos provocando o Excelentíssimo Procurador-
Geral da República, através do Excelentíssimo Procurador Regional Eleitoral, a
questionar decisão do STF relacionada a extinção de processo por Prescrição, uma vez
que, a mesma nBo i)!ede a !ossCIel agraIa?Bo de penas resultantes de crimes em
conexão.

Tal, parte do fato de que estamos utilizando a decisão do Excelentíssimo Ministro
Joaquim Barbosa na AP ' *57 (Paulo Salim -alu!) como base, concreta e objetiva, na
proposta de mudança de valores e conceitos relacionados a Extinção de Punição por
Prescrição e Decadência.




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>_ Pre)issa& Lei

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei


O 2ne6o /// - Conceito Lei, apresenta:
C
Lei (do verbo latino ligare, que significa "aquilo que liga", ou legere, que significa "aquilo
que se lê") é uma norma ou 'onMun5o de normas jurídicas criadas através dos
processos próprios do ato normativo e estabelecidas pelas autoridades competentes para
o efeito.
A palavra lei pode ser empregada em 5rês sen5idos di!eren5es, conforme a abrangência
que se pretenda dar a ela. 3uma a'epç+o amplíssima, lei é toda a re,ra Murídi'a,
escrita ou não; aqui ela abran,e os 'os5umes e 5odas as normas formalmente
produzidas pelo Estado, representadas, por exemplo, pela Constituição Federal, medida
provisória, decreto, lei ordinária, lei complementar, etc. ;( num sen5ido amplo, lei é
somen5e a re,ra Murídi'a es'ri5a, excluindo-se dessa aceção, portanto, o costume
jurídico. Por fim, numa a'eç+o 5G'ni'a e espe'í!i'a, a palavra lei designa uma
modalidade de re,ra es'ri5a, que apresenta determinadas características; no direito
brasileiro, são técnicas apenas a lei complementar e a lei ordinária.
X
Portanto, quando nos aventuramos a falar sobre probidade e moralidade,
indiscutivelmente, somos obrigados a utilizar a a'epç+o amplíssima7 acima mencionada,
pois, as regras de moralidade e bons 'os5umes, socialmente aceitas,
internacionalmente ou não, em sua grande maioria n+o es5+o es'ri5as.

Para ratificarmos nosso entendimento, ressaltamos que a 8ei Complemen5ar nT
1%5, reconhece a inele,ibilidade, daqueles que forem e6'luídos do e6er'í'io da
profissão, por decisão sancionatória do órgão profissional competente, em decorrência de
infração ético-profissional, quando então, ressaltamos que a exclusão por "G5i'aX é
subjetiva, calcada em valores morais aceitos, reconhecidos, vigentes, e por isso,
tangíveis, e mensuráveis, embora, nem sempre !ormali4ados em regras jurídicas
escritas.

Apresento o documento "P< - #4 A5P< Lei <ic$a Li)!a,
http://www.scribd.com/doc/33419275/Mpf-Rj-Adpf-Lei-Ficha-Limpa , onde estamos
formalizando junto ao Procurador-Chefe no Estado do Rio de Janeiro, em nome do
Procurador Geral da República, questionamentos que permitem a 2r,uiç+o de
Des'umprimen5o de Pre'ei5o Fundamen5al, relacionados à Lei de Ficha Limpa, no
tocante a exclusão, por suspeiç+o n+o !undamen5ada, das avaliações/decisões, feitas
pelos Juízes Singulares.

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*_ Pre)issa& 5ecisBo refor)lada se) 1OVO <ato 4risdicional.

O 2ne6o /B - Mantida decisão do TSE que indefere candidatura de Jader Barbalho,
apresenta:

http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?
idConteudo=164835&caixaBusca=N

CApUs empate de @@ na 'ota*+o do .ecurso EtraordinPrio #.E( 6-11H2& de =ader "arbalho& o
PlenPrio do 0upremo 1ribunal 2ederal #012( +eci+iu& por maioria& aplicar por analo$ia o arti$o 2H@&
parP$ra%o Wnico& inciso )) dispositi'o do .e$imento )nterno da !orte& e concluir Eue C're6alecer4 o
ato im'ugna+oX. Assim& %oi mantido o dispositi'o da :ei !omplementar #:!( 1-@/2H1H aplicado
pelo 1ribunal 0uperior Eleitoral #10E( ao ne$ar o re$istro de candidatura do parlamentar.
X
O 2ne6o B - Lei da Ficha Limpa não deve ser aplicada às Eleições 2010,
apresenta:

http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?
idConteudo=175082&caixaBusca=N

CPor maioria de 'otos& o PlenPrio do 0upremo 1ribunal 2ederal #012( +eci+iu Eue a :ei
!omplementar #:!( 1-@/2H1H& a chamada :ei da 2icha :impa& n*o +e6e ser a'lica+a Vs elei*Res
reali<adas em 2H1H& por desrespeito ao arti$o 16 da !onstitui*+o 2ederal& dispositi'o Eue trata da
anterioridade da lei eleitoral. !om essa decis+o& os ministros est+o autori<ados a decidir
indi'idualmente casos sob sua relatoria& aplicando o arti$o 16 da !onstitui*+o 2ederal.
X
Ìnfeliz-E3TE, incontestavel-E3TE, irrefutavel-E3TE, a re!ormulaç+o, ocorrida
na Quarta-feira, 23 de março de 2011, de de'is+o, proferida na Quarta-feira, 27 de
outubro de 2010, resul5an5e do impasse Murisdi'ional, a que se permitiu o Plenário do
Supremo Tribunal Federal, em conveniência, ao u5ili4ar um ar5i!í'io, ilegítimo, e
indecoroso, uma vez que, por "analo,iaX, em de5rimen5o, do "de5erminadoX, decidiu
manter, pela omiss+o, com efetiva ausência do "Bo5o de KualidadeX, o "a5o
impu,nadoX pela Suprema Corte Eleitoral Brasileira (TSE ÷ Tribunal Superior Eleitoral).

Os E6'elen5íssimos deveriam, N 8.D do Direi5o, manter a De'is+o P01FE0/D2
em 27 de outubro de 2010, contudo, reconheço o "no5Rrio saber Murídi'oX de alguns dos
"esses 8E3TCSS/-1S X, e por isso, compreendo o /3;.ST/F/COBE8, o /32CE/TOBE8,
DESrespei5o aos Princípios Fundamentais de Nossa Constituição como "'oisa Mul,adaX,
"direi5o adLuiridoX e "a5o Murídi'o (Luase) per!ei5oX.

Afinal, o artifício utilizado na Quarta-feira, 27 de outubro de 2010, re!le5e, a
1B0/F2T10/ED2DE, da premente, da necessária, da visceral, mani!es5aç+o sobre, e
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com base, no Direito Constituído, concretizada, pela Corte, na DEC/SQ1PC13C8.SQ1,
sobre de)anda Constitucional, Ìnfraconstitucional, ou Deles Decorrentes, uma vez que, o
E.celent'ssio ?inistro 2oa#ui &ar(osa, des!achouV CTendo e )ista #ue o Plen*rio
desta Corte M( re'on)e'eu a reper'uss+o ,eral da at%ria o(;eto do !resente recurso
=RE WGF1JXI, rel1 in1 AYres &ritto, red1 !5 acórdão ?in1 ?arco Aur%lio>, a(ra-se )ista ao
Procurador-6eral da Re!0(lica1Q, !ortanto, re'on)e'eu a re!ercussão geral da #uestão
constitucional suscitada, #ue !oderia, ou elhor, de*eria7 obri,a5oriamen5e7 5er sua
'on'lus+o, !elo reconheciento, e!e5i*ada1

Alguns, coo Eu, não aceita #ue a, pura e simples, noea"ão de u 31B1
-inis5ro do Su!reo Tri(unal Federal, !ossa ser 'onsiderado,
;.0/SD/C/1328-E3TE, u !a5o 31B1, de tal ,ora, a pro*o'ar a re!ormulaç+o de
3Coisa ;ul,ada4, co a eliminaç+o de seu re,le.o natural de 3direi5o adLuirido41

Quando então, ressalto, o fato concreto, de que esta "dantesca¨ situação, nos
apresenta a inad)issCIel, InaceitSIel, InKstificSIel, Indecorosa, I)oral, IlegCti)a, e
Ilegal, transferência da Atribuição, e Responsabilidade, 2XCLU8IVA, do Presidente do
Supremo Tribunal Federal, de exercer o "VOTO 52 GUALI5A52¨ na IacVncia de
Membro(s) do Plenário do STF, para o NOVO Membro do Plenário do STF, que em meu,
empírico entendimento, tipifica o Cri)e de Abso de Atoridade.

A aplicação da Lei de Ficha Limpa para as eleições de 2010 ,aran5e um mínimo
de Lualidade nas representatividades resultantes do pleito ocorrido em 2010, portanto, a
re!ormulaç+o desta decisão, sem Lue e6is5a um 31B1 !a5o Murídi'o, que a
fundamente, é, com toda a certeza, a5o lesi*o do pa5rimYnio 'onLuis5ado pelo POVO
Brasileiro.

A,inal, a @ni'a, a 'on're5a, di!erença, entre as sess9es Plen*rias citadas, %
;ustaente a mani!es5aç+o do 31B1 ?e(ro do Plen*rio do Su!reo Tri(unal Federal,
#ue ao ,a$/-lo, 'om a5ribu5os de =Bo5o de Kualidade>, eliminou o i!asse #ue ;* n+o
de*eria ser re'on)e'ido coo e.istente, e ,un"ão de DEC/SQ1PC13C8.SQ1
!ro,erida co a utili$a"ão de arti,'cio 3por analo,ia4, em de5rimen5o, do 3de5erminado41

Outrossi, de)eos reconhecer, #ue esta re,orula"ão, ta(% esta ei)ada, de
*í'io, !ela ausên'ia de declara"ão de impedimen5o, ou suspeiç+o, !or TODOS os
?inistros citados nas Den@n'ias de Crie de Pre)arica"ão !ormalmen5e pro5o'oladas
na Su!erintend/ncia do Rio de 2aneiro da Pol'cia Federal, na Corregedoria do Conselho
Nacional de 2usti"a, e no ?inist%rio P0(lico Federal no Estado do Rio de 2aneiro1



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5_ Pre)issa& AIalia?Bo Aanto ao !rocesso $istTrico da <ic$a Li)!a

Para que possamos a*aliar, em profundidade, a questão, da *i,ên'ia da chamada
"Lei da Ficha LÌMPA¨, é necessário que entendamos seu contexto histórico, e presente:

 Historicamente, a Sociedade Brasileira, *em assis5indo, a mandos, e desmandos,
de indivíduos inescrupulosos, que mesmo em situação criminosa, se mantinham
em situação de "/n5e,ridade -oral¨, pela utilização de prerrogativas, e privilégios,
oriundos de Mandato Parlamentar, com a parcimônia, a própria omissão, do
Judiciário.

Portanto, nun'a, em momento algum, qualquer dos segmentos da Sociedade
Brasileira ( em essência, ético e moral) a'ei5ou es5a si5uaç+o, se quer,
permi5indo que tais procedimentos !ossem 'lassi!i'ados como "corretos¨,
"aceitos moralmente¨...

 A legislação nun'a !oi modi!i'ada por estar rela'ionada aos in5eresses
mesquinhos, indecorosos, indesejáveis e abjetos da maioria dos parlamen5ares
que compõe o Congresso Nacional.

 A limitada, e tacanha, in5erpre5aç+o do Direi5o Cons5i5uído, pelo Judiciário
Brasileiro, impediu que os processos e procedimentos eleitorais !ossem
al5erados, de forma a dar, através de sua natural evolução, subs5<n'ia e
Lualidade.

Principalmente pelo Supremo Tribunal Federal, ra5i!i'ada na de'is+o da 2ç+o
promovida pela Associa"ão dos ?agistrados do &rasil (de Ficha Limpa), Lue !oi
ne,ada% pela fundamentação "surrealb e "men5irosa¨ de que o Eleitor 5em o
poder de reMei5ar candidatos, mesmo sendo reconhecido, pela Mesma, que quem
ele,e G o Par5ido.

1. Como exemplo de Car,o Propor'ional, cito a votação de EnGas para
Deputado Federal em São Paulo, que teve a capacidade de ele,er ou5ros 5
H'in'oI Deputados Federais, que haviam sido "reMei5ados pelo *o5o¨.

2. Como exemplo de Car,o -aMori5(rio, cito a eleição de CMosG serraX a Prefeito
de São Paulo, que após 2 anos de mandato, renunciou dando lugar a C,ilber5o
\assabX.

Quando então, ressaltamos, que esta "eleiç+o indire5a¨ somente foi possível,
com a manipulaç+o das in5enç:es de *o5o, efetuadas por serra, ao afirmar
que somen5e mor5o sairia da Prefeitura de São Paulo, antes do fim de seu
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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mandato.

3. Os exemplos acima, nos permitem afirmar, que a chamada "8ei de Ficha
8i!a¨ tenta ,aran5ir a T1D1S os Elei5ores, que serão utilizados 'ri5Grios
-102/S quando do registro de candidatos.

Algo que os Partidos Políticos sempre se re'usaram a !a4er.

Cansada de 5an5os des*arios, uma parcela significativa da Sociedade Brasileira, se
organizou, e através de seu poder, e6er'ido D/0ET2-E3TE, obri,ou o Congresso
Nacional a 8e,islar sobre questão tão importante, ne,li,en'iada a5G en5+o, por TODAS
as Ìnstituições Democráticas.

Portanto, acreditamos que uma avaliação de que "Ficha Limpa¨, sempre !oi deseMo,
inclusive HÌSTÓRÌCO, da Sociedade Brasileira, e que por isso, TODOS os casos
especificados na Lei, F102-, SQ1 e C13T/3.20Q1 a ser 'onsiderados
ÌNDECOROSOS, ÌMORAÌS, ÌNDESEJÁVEÌS.

Logo, n+o )ou*e LualLuer modi!i'aç+o 'on'ei5ual sobre os mesmos, e6'eç+o
!ei5a a a5ual, 'er5e4a7 de que, somen5e poder+o candidatar-se Homens e Mulheres de
Condu5a /libada.

Algo, que a Sociedade Brasileira C13K./ST1., e que por isso, DEBE TE0 1
0ESPE/T1 E 2 C13S/DE02?Q1 de T1D2S as Ìnstituições Democráticas, inclusa o
próprio Supremo Tribunal Federal.

Aproveitamos para colocar nosso entendimento, de que o Supremo Tribunal Federal, é
a Mais Alta Corte do Judiciário Brasileiro, por avaliar, Lues5:es /ns5i5u'ionais
(Constitucionais / Ìnfraconstitucionais), isto é, uma vez provocado, a despeito de qualquer
manifestação dos envolvidos, sua de'is+o é premente, necessária, quiçá visceral.

Logo, as Petições encaminhadas pelos interessados, 3+o Podem, e 3em De*em,
ser de!eridas pelo STF, uma vez que, o impasse Murídi'o, que esta em fase de
"CONCLUSO¨, de*e ser eliminado, com a manifestação própria do Plenário do Supremo
tribunal Federal.
Para corroborar nosso entendimento de Eue %o!t)ra étia& :oi& é& e ontin)arI a !er& pela
0ociedade "rasileira& historicamente reconhecida& e o0rada& apresento trecho do arti$o CGe)
m)ndo ai) - Ao renunciar& A!/ tenta um salto triplo: parecer de oposi*+o& 'itorioso e
perse$uidoX& publicado em H6 de 3unho de 2HH1& na Edi*+o 1.BH- da .e'ista ;E=A.
http://'e3a.abril.com.br/H6H6H1/pbH@H.html

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CA ren8ncia +e AB en%eia um duplo paradoo. 0ua Eueda se de'e& em $rande parte& ao >e>um
2tico Eue o 0enado se propZs no momento em Eue decidiu ele$er V presid]ncia da !asa o senador
"a+er Barbal&o& do P/D" do ParP. A elei*+o de =ader& um polTtico Eue n+o conse$ue eplicar o
prUprio patrimZnio e estP en'ol'ido com $randes %raudadores da 0udam& 'assou E o'ini*o '8blica
a impress+o de Eue o 0enado se trans%ormara numa casa Eue n*o res'eita nem a si prUpria. 5esse
clima ad'erso Y Eue sur$e a desco*erta da 6iolaç*o +o sigilo do painel eletr\nico do Senado _ e a
opini+o pWblica& 3P picada pela elei*+o de =ader& n*o 'er+oou mais um escFn+alo e %oi Vs ruas
'ressionar por al$uma medida morali3a+ora. AB e "os2 Roberto Arru+a& o e-lTder do
$o'erno Eue renunciou uma semana antes& %oram as%iiados por esse clima. 4 primeiro paradoo&
portanto& Y esse: o +esfal(ue 2tico da elei*+o de =ader a3udou a ampli%icar a falta 2tica de A!/ e
Arruda. 4 se$undo paradoo Y o Eue estP por 'ir: a Eueda de Antonio !arlos /a$alh+es tende a
%ra$ili<ar ainda mais a posi*+o do senador =ader "arbalho.
X
Se a'm !osse *i*o7 ser( Lue es5aria 'om pro'esso no STF X
Ser( 'oin'idên'ia no rela5ado a'ima es5ar Mader barbal)o X
Ser( 'oin'idên'ia Lue arruda es5eMa en*ol*ido no mensal+o do DE-o X

Aqui gostaria de chamar a atenção, para o fato concreto, de que a )iola"ão do
Painel de B1T2?Q1 do Congresso Nacional, 3.3C2 E6pli'ado, foi, em termos
políticos, a -2/10 2F0ESSQ1 às Ìnstituições Democráticas e ao POVO Brasileiro.
Algo que nos faz lembrar de Arnaldo Jabor, em "C20T2 2 .- -E0/TCSS/-1
;./D¨, que tentando explicar um seu comentário proferido em 24 de abril de 2007, nos
lembra PPPEm 1$, pediram minha cabeça ao saudoso Luís Eduardo Magalhães,
quando falei que "deputados do Centrão estavam sendo 'omprados como num
"shopping center". Quiseram capar-me, Meritíssimo.@@@.
http://www.velhosamigos.com.br/Colaboradores/Diversos/arnaldojabor16.html
Quando então, ao associar a presumível, e aceita, *erdade absolu5a, de que
Parlamentares s+o 'ompr(*eis à manipulaç+o do Pla'ar Eletrônico de B1T2?Q1 do
Congresso Nacional, irrefutavelmente, indiscutivelmente, podemos afirmar, sem medo de
errar, que naquela ocasião, a "'ompraX tinha seu "pa,amen5oX garantido com a
"'er5e4aX do voto "dadoX.
Talvez, por isso, "fhc¨ nun'a 5en)a perdido no Congresso Nacional qualquer
questão que tivesse real interesse, como exemplo, cito as "pri*a5i4aç:esX, e o
indecoroso "a'ordo do sG'uloX (FGTS pagos com deságio, em parcelas semestrais, sem
qualquer correção monetária), que 5em 'laros indí'ios de e65ors+o efetuada pelo
Estado Brasileiro, através de seu Presidente, em cadeia nacional de radio e TV, com o
respaldo do Congresso Nacional, e a parcimônia, e omissão, do Judiciário.
8o,o a bus'a =Eer'@lea> de Lualidade de represen5a5i*idade7 n+o pode7 e
nem de*e7 ser en5endida 'omo uma desen!reada ='aça as bru6as>7 Lue as Bru6as
me perdoem por 5+o desrespei5osa 'omparaç+o#



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+_ Pre)issa& 2sfor?os 4rCdicos I1<#UTÍ<2#O8 da 8ociedade cA"3)

O documento "Ane@o IX - " Filmar -endes e o Supremo Tru'ulen5o
FederalX, http://pt.scribd.com/doc/26234348/Gilmar-Mendes-e-o-Supremo-Truculento-
Federal ,presenta a própria T0.C.8U3C/2, !ela aus/ncia de res!aldo ;ur'dico
=Fundaenta"ão S7FICIENTE>, das decisões do Plenário do Supremo Tribunal Federal,
calcadas na "S.00E28X, em meu entendimento "-E3T/01S2X, certeza de que o Eleitor
tem o condão 0E;E/T20 candidatos pelo voto, frente à razoável demanda, suscitada pela
2-B – 2sso'iaç+o dos -a,is5rados do Brasil, na tentativa de caracterizar situações
Ìmorais, e Ìndecorosas, como de /3E8EF/B/8/D2DE.

Do citado documento destaco o trecho referente às min)as 'onsideraç:es sobre
Carta Ofício recebida, que agregam a demanda mencionada outras manifestações
efetuadas.
Carta OfCcio recebida&
Cabe-me reiterar minha decepção, minha tristeza, minha dor, meu lamento, por tão
tacan$a Carta OfCcio, uma vez que, Minha Petição, Sugestão, em de!esa de direi5os ou
'on5ra ile,alidade ou abuso de poder foi reconhecida, apenas e tão somente, co)o
liIre )anifesta?Bo do !ensa)ento. Os fatos abaixo, me induzem a crer que esta eivada
de, !res)CIel, intenção protelatória, procrastinatória, na expectativa de abster-se,
efetivamente, em se )anifestar 8O3#2% e CO" 3A82 no Direito Constituído. Algo que
muito, contrariadamente, me faz pensar, em alguns possíveis motivos, que
relutantemente, vislumbro, pois, quaisquer deles, não se coadunam com a Postura Moral,
Ética, Responsável e Legítima de uma Autoridade Ìnstitucionalmente estabelecida, que
ora foi formalmente !roIocada.
<ato . _ A Peti?Bo original, #2IT2#A9:O Peti?Bo 8T< A1ULA9:O 5ecisBo
Candidatos & http://www.scribd.com/doc/22-,21H,/.E)1E.A!A4-Peticao-012-A56:A!A4-
Decisao-!andidatos & foi encaminha ao Senhor deIida)ente assinada, de forma
!rotocolar, através da Empresa de Correios e Telégrafos, por Carta Registrada com
Aviso de Recebimento, como uma Peti?Bo 8gestBo, em de,esa de direitos, contra
ilegalidade ou a(uso de !oder, calcada em vários Preceitos Fundamentais, dos quais
ressalto a 3ECESSO0/27 inLues5ion(*el7 irre!u5(*el F.3D2-E3T2?Q1, onde os
fatos lhe devem dar sustentação, uma vez que, na decisão em questão, a tese vencedora,
afirmada pelo Excelentíssimo Ministro Celso de Mello: "Os Ialores Jticos deIe) !atar
AalAer atiIidade no V)bito goIerna)ental. 8o)ente os eleitores dis!Ne) sobre
o !oder soberano de reKeitar candidatos desonestos% )as essa Corte nBo !ode
ignorar o !rinci!io da !resn?Bo de inocFncia", não se sustenta à Luz dos Fatos,
portanto, é, no mínimo, ) grande 2GUIVOCO.
Esta afirmação nBo se sstenta, quando avaliamos sob a ótica de Cargos
Pro!orcionais, uma vez que, a Eleição é feita pelas Coligações Partidárias ou Partidos
Políticos, sendo, a Eleição do Deputado Federal Enéas do PRONA, o exemplo factual,
concreto e objetivo, de maior contestação, uma vez que, Todos os 2leitores que Votaram
em Enéas, elegeram, se) o Aerer, 5 (cinco) outros Deputados Federais, que,
efetivamente, foram reKeitados !elo Voto Po!lar.
Esta afirmação nBo se sstenta, quando avaliamos sob a ótica de Cargos
"aKoritSrios, uma vez que, a Renúncia ou Cassação, permite a "elei?Bo indireta¨, onde
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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o eleito nBo sofre AalAer aIalia?Bo pelo Voto Popular, sendo, a Eleição de Kassab,
em função de renúncia de josé serra, o exemplo factual, concreto e objetivo, de maior
contestação, uma vez que, quando da campanha eleitoral, josé serra foi questionado
sobre a possibilidade de sua renúncia, algo Ae naAele )o)ento tin$a !eso, de tal
forma, que josé serra ass)i o co)!ro)isso de cumprir todo o mandato. O que, em
essência, se verificou, ser !ra )ani!la?Bo das inten?Nes de Voto do Eleitorado, uma
vez que, a aIisada e !res)CIel renYncia se concretiLo. Conforme contestação feita
no documento: 8gestBo T82 Anlar Candidatras de 4osJ 8erra,
http://www.scribd.com/doc/2218-62/0u$estao-10E-Anular-!andidaturas-de-=ose-0erra , onde
tento configurar josé serra e psdb como litigantes de MÁ-FÉ, o que colocaria as
candidaturas da Coligação do psdb à Prefeitura e ao Governo de São Paulo, como
NULAS de Direito, o que teria como consequência natural, o fato concreto, de que os
atuais Prefeito e Governador de São Paulo são ÌLEGÍTÌMOS, e o documento Peti?Bo
8gestBo A1ULA# #eelei?Bo de dassab 2) 8Bo Palo,
http://www.scribd.com/doc/B8@,41@/Peticao-0u$estao-A56:A.-.eeleicao-de-[assab-Em , onde
estamos redirecionando à questão para o TRE-SP, em virtude da reeleição de gilberto
kassab à Prefeitura de São Paulo, ser continuidade da eleição de josé serra à Prefeitura
de São Paulo, cujo Mandato de Prefeito renunciou para candidatar-se ao Governo de São
Paulo, por isso, EÌVADA DE MÁ-FÉ.
Esta afirmação nBo se sstenta, quando avaliamos sob a ótica da presunção de
inocência, uma vez que, o impedimento de registro da candidatura, é T2"PO#6#IO, esta
restrito ao período em que ocorrerem os trabalhos judiciais, relacionado(s) ao(s)
processo(s) existente(s), isto é, algo, que de forma contundente, não coloca o interessado
como culpado, uma vez que, este impedimento poderia será 52<I1ITIVO, caso o mesmo
seja CONDENADO e a sentença TRANSÌTADA EM JULGADO.
<ato 0 _ Por reconhecer que alguns, que não Eu, aceitam a máxima de que
"Nem tudo que esta no processo esta no mundo¨, muito embora, outros, como
Eu, acreditam que "Tudo que esta no mundo, pelo menos juridicamente, tem
que estar no processo¨, reconheço que o 8iste)a 2leitoral 3rasileiro, com a
!er)issBo de sua Justiça Especializada, é )ani!lado pelos Grandes
Partidos, o que, em essência, faz com que a questão, intrinsecamente, tome
"AIO# VULTO. Quando então, apresento os documentos que dão
sustentação e fundamentam esta crença.
• Petição SU(+STTO )!):r)to KorIrio +leitoral &
http://www.scribd.com/doc/22-,1,-6/Peticao-06KE01A4-usu%ruto-Aorario-Eleitoral &
onde estamos tentando provocar o Poder Constituído Responsável por Zelar,
Preservar e Fazer CUMPRÌR o Direito Constituído a reconhecer que os Preceitos
Fundamentais de Pluripardirarismo e Ìgualdade não permitem que critérios sejam
utilizados na Distribuição do usufruto do Tempo de Propaganda Eleitoral Gratuita
pelos Candidatos e Partidos Políticos/Coligação Partidária, isto é, Todos os
Partidos Políticos tem o mesmo tempo, sendo que no caso de Coligação Partidário
é consequencia do somatórios de seus Partidos Membros, bem como, que CADA
Candidato possui TEMPO ÌGUAL dentro do Tempo do Partido Político ou da
Coligação Partidária, onde neste último, a apresentação deverá se dar em contexto
Único (Coligação Partidária).

• Petição SU(+STTO Pro%aganda +leitoral +,(A,OSA&
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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http://www.scribd.com/doc/22-,18@B/Peticao-06KE01A4-Propa$anda-Eleitoral-
E5KA540A , onde estamos tentando provocar o Poder Constituído Responsável
por Zelar, Preservar e Fazer CUMPRÌR o Direito Constituído a reconhecer que o
princípio da Propaganda ENGANOSA constante do Código do Consumidor se
aplica, também, e principalmente, à Propaganda Eleitoral, gratuita ou não. Para
tanto propomos a criação de mecanismos similares ao empregado pelo CONAR
relativos às Propagandas Comerciais.

• Petição SU(+STTO $idelidade PartidIria na ,ova Lei +leitoral&
http://www.scribd.com/doc/22-,16-B/Peticao-06KE01A4-2idelidade-Partidaria-na-5o'a-
:ei-Eleitoral , onde estamos tentando provocar o Poder Constituído Responsável
por Zelar, Preservar e Fazer CUMPRÌR o Direito Constituído a alterar seus
processos de tal forma a Reconhecer que Coligação Partidária é UM NOVO
PARTÌDO, bem como, que os Partidos Políticos que a compõe são, apenas e tão
somente, Partidos Políticos MEMBROS, o que, em essência, altera o
reconhecimento de Fidelidade Partidária para Fidelidade à Coligação Partidária,
como também, que Coligação Partidário existe NACÌONALMENTE, NUNCA
REGÌONALMENTE.

• Petição / SU(+STU+S na $i!ali.ação do VOTO O0rigatHrio&
http://www.scribd.com/doc/22-,14@4/Peticao-06KE014E0-na-2iscali<acao-do-;414-
4bri$atorio , onde estamos propondo ao Poder Constituído Responsável por Zelar,
Preservar e Fazer CUMPRÌR a Legislação Eleitoral, que altere o referencial de que
o Cidadão Brasileiro tem o direito de VOTAR para o referencial de que o Cidadão
Brasileiro é OBRÌGADO, Constitucionalmente, A VOTAR


Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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/_ Pre)issa& <ilosofia do Utilitaris)o
http://pt.wicipedia.or$/wici/6tilitarismo
/eu entendimento Y de Eue a :ei da 2icha :impa +e6eria& pelas Autoridades en'ol'idas& ter
sua a'licabili+a+e calca+a na %iloso%ia do 6tilitarismo& uma 'e< Eue& n+o tem a preocupa*+o de
,/!IR& e sim a de ,ROTEGER& cu3a reprodu*+o parcial esta abaio.
Al$o Eue nos coloca o eercTcio de 9ireito !egati6o& isto Y& o exercício de um Direito
Positi'o& Eue !EGA o exercício de outro Direito Positi'o.
:o$o a decis+o do execício da C5+o P65)784X nega o execício da CProte*+oX& em
situa*+o in'ersa& o exercício da CProte*+oX nega o exercício da C5+o P65)784X.
Kuando então, ressaltamos, .ue a %ei da +icha %I0PA, n*o tem o con+*o de P"EIR,
apenas e tão somente$ em efeito secun+4rio, GARAETIR a Proteção da Pro*idade e 0oralidade&
Em 2iloso%ia& o )tilitari!mo Y uma +outrina 2tica Eue prescre'e a a*+o #ou ina*+o( de
%orma a o'timi3ar o bem-estar do con3unto dos seres sencientes. 4 utilitarismo Y ent+o uma %orma
de on!e-)eniali!mo& ou se3a& ele a'alia uma a*+o #ou re$ra( unicamente em %un*+o de suas
conse(u7ncias.
2iloso%icamente& pode-se resumir a doutrina utilitarista pela %rase:
Agir sem're de forma a produBir a maior (uanti+a+e de *em=estar #Princ-pio do *em=estar
mC/imo(.
1rata-se ent+o de uma moral eudemonista& mas Eue& ao contrPrio do e$oTsmo& insiste no %ato
de Eue de'emos consi+erar o bem-estar +e to+os e n+o o de uma Wnica pessoa.
Antes de EuaisEuer outros& %oram =eremd "entham #1B48-18-2( e =ohn 0tuart /ill #18H6-
18B-( Eue sistemati<aram o %rin1%io da )tilidade e conse$uiram aplicP-lo a EuestRes concretas _
sistema polTtico& le$isla*+o& 3usti*a& polTtica econZmica& liberdade seual& emancipa*+o %eminina&
etc.
Em Economia& o )tilitari!mo pode ser entendido como um %rin1%io étio no Eual o (ue
+etermina se uma decis+o ou a*+o Y correta& Y o bene%Tcio intrTnseco exerci+o E coleti'idade & ou
se3a& Euanto maior o benefício& tanto melhor a +ecis*o ou aç*o.


Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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7_ Pre)issa& InconIeniente co)!ara?Bo co) 5ecisBo no TAP2T:O

4 Cesse5entíssimoX $ilmar mendes& em &il4rio mo6imento& Euicando na cadeira como se a
mesma ti'esse pe$ando %o$o& de forma exalta+a& colocou Eue n+o cabe ao 0upremo 1ribunal
2ederal +eci+ir ,leitos no TA,ET1O& tal Eual uma decis+o de partida de %utebol.

0e conse$uisse conter meus risos& %rente a t+o dantesca& e despropositada& situa*+o& bem
como& !e reonhee!!e no Cesse5entíssimoX algum grau aceit46el de Cnot)rio saber >urí+icoX&
com toda a certe<a& minhas entranhas& minhas 'Tsceras& se contorceriam& de tal maneira& Eue C2ti+a
Clatul7ncia& em Cgrito sur+oX& teria sido manifesta+a.

A%inal& Euando uma (uest*o& IB,ORTA!THSSIBA& para um ,O%O Sofri+o& e
constantemente 6ili'e+ia+o& e +esres'eita+o& !/!A& em Hi')tese alguma& poderia ter seu&
HISTIRIO& dese3o& de re'resentantes 9ígnos& inter'reta+o como um !lube de 2utebol& em
busca +e uma 'itUria& e'entual& sem EualEuer importancia& sem EualEuer rele'ancia.

/esmo Eue aceitPssemos& em tese& a ar$umenta*+o do Cesse5entíssimoX $ilmar mendes&
como inter'retar a cassaç*o +e& por eemplo& Pre%eito Eleito com mais +e JKL +os %OTOS& por
Abuso EconMmico D

1al& parte da premissa de Eue a cassaç*o& em mesmos termos da Cic&a 5IB,A& pode& e
de'e& ser colocada& segun+o a 'ífia interpreta*+o do Cesse5entíssimoX $ilmar mendes& como uma
9ecis*o no TA,ET1O& onde aEuele Eue Cgan&ou no cam'oX& n+o %icou os louros +a 6it)ria da
;itUria.

Portanto& reconhecemos Eue o Cesse5entíssimoX $ilmar mendes& de Eue n*o esta 're'ara+o&
a+e(ua+amente& %ato concreto& 'ara com'or o PlenPrio do 0upremo 1ribunal 2ederal.

)sto& tem como res'al+o& a prUpria ess7ncia +o 0upremo 1ribunal 2ederal& onde suas
atribui*Res& e responsabilidades& podem& ou de'eriam& !e :a.er re!%eitar pela premente& necessPria
(uali+a+e de suas O!5/SNES.



Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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,_ Pre)issa& O 4iL no conte@to da inter!reta?Bo KrCdica

http://www.trt24.gov.br/arq/download/ESM/il04.pdf

!om a preocupa*+o de ampliarmos& de %orma holTstica& a Euest+o apresentamos parte& do
Arti$o em aneo CO 4iL no conte@to da inter!reta?Bo KrCdicaX da Juíza Noemia
Aparecida Garcia Porto.

CA nega"ão do enga;aento do ;ui$ na a(ordage do Direito resulta na ,rustra"ão
L !ossi(ilidade de concreti$a"ão das !roessas constitucionais, a(ientadas #ue estão
nu odelo construti)ista de Estado Deocr*tico de Direito1

Para tanto h* se su!erar a conce!"ão de neutralidade do ;ui$1

De ,ato, a neutralidade não se con,unde co i!arcialidade1

Acerca dessa ino)adora !ers!ecti)a, asse)era ?enelicU de Car)alho NettoV

CEsse herc0leo es,or"o de reconstru"ão ;ur'dico-doutrin*ria !erite-nos, ho;e,
(uscar assegurar a i!arcialidade na a!lica"ão do Direito de odo uito ais
co!le.o e, !ortanto, uito ais ca!a$ de lidar co o risco de ar(itrariedade
se!re !resente nesta ati)idade1 + claro #ue i!arcialidade, nesse no)o conte.to,
co(ra o sentido o!osto da#uele #ue era anteriorente atri(u'do ao )oc*(ulo1
/mpar'ialidade n+o ais !ode ser co!reendida coo a 'e,ueira do apli'ador
Ls es!eci,icidades das situa"9es concretas de a!lica"ão do Direito coo se a
tare,a constitucionalente a ele encoendada ,osse a esa do legislador1 =111> A
i!arcialidade do a!licador co(ra agora o sentido o!osto de #ue este es5eMa
aber5o e sensí*el Ls !retens9es ;ur'dicas le)antadas !or todos e cada u dos
en)ol)idos, (uscando, no ordenaento, a nora ca!a$ de reger a#uela dada
situa"ão, de odo a não !rodu$ir resíduos de in;usti"a1 A tessitura a(erta do
Direito não % ais u !ro(lea, as u !onto de !artida14

Na a!lica"ão do Direito, ainda, h* se ter e ente #ue o Direito % u
aconteciento na sociedade, e #ue i!lica nu sistea de regras e !rinc'!ios, e !or isso
eso contingente1

Assuir a conting/ncia do Direito coo aconteciento social, nua atitude
!er,orista, i!lica e lhe reconhecer as caracter'sticas a u só te!o !ol'ticas e
;ur'dicas, inco!at')eis co a ,luidi,ica"ão dos dualisos Uantianos coo sensi(ilidade e
entendiento, intui"ão e conceito, ,ora e conte0do, ;u'$os anal'ticos e sint%ticos, a !riori
e a !osteriori1

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Acerca das o!era"9es cogniti)as #ue carrega os atri(utos da
intersu(;eti)idade e da coo!era"ão, assi se ani,esta Oa(eras, coentando as
contri(ui"9es da ,iloso,a !ragatista e da ,iloso,a heren/uticaV

CNo lugar do su;eito solit*rio, #ue se )olta !ara o(;etos e #ue, na re,le.ão, se toa
a si eso !or o(;eto, entre não soente a id%ia de u conheciento
lingNisticaente ediati$ado e relacionado co o agir, as ta(% o ne.o da
!r*tica e da counica"ão #uotidianas, no #ual estão inseridas as o!era"9es
cogniti)as #ue t/ desde a orige u car*ter intersu(;eti)o e ao eso te!o
coo!erati)o4

A simpli!i'aç+o dos 'on!li5os na ór(ita do Direito (e coo de sua
a!lica"ão nos !aradigas anteriores se deu ao 'us5o de des'on)e'er
e,eti)aente o direito dos en)ol)idos, co de'rGs'imo na 'redibilidade no !oder
decisório dos ;u'$es1 O* se resgatar, !or isso, a sensi(ilidade #uanto Ls distintas
situa"9es conte.tuais e #ue se de)e dar a in5erpre5aç+o, cu;a constru"ão não %
si!lesente e!'rica ou (aseada no senso cou, as 'ompor5a a absorç+o
da !ro!osta racional do dis'urso emanado da Ci/ncia do Direito e da 'onsideraç+o do
pon5o de *is5a de todos os !artici!antes1

A nora % o !onto de !artida, !or% essa constata"ão não esta(elece a !retensão
tautológica circular do !assado !ara torn*-la ta(% o !onto de chegada da
heren/utica ;ur'dica, !a4endo 'umprir um supos5o ide(rio de se,urança e 'on5role
so(re a !r*tica inter!retati)a1

Na sua a(ertura conceitual, % in5eressan5e no5ar o sistea counicati)o entre ;ur'dico e
!ol'tico1

Relati)aente N es5ru5ura a um sR 5empo !ol'tica e ;ur'dica, asse)era Paulo
&ona)idesV 3



Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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.-_ Pre)issa& 2scolas de Inter!reta?Bo 4rCdica
http://www.planalto.$o'.br/cci'ilbH-/re'ista/re'b@H/arti$os/artbro$erio.htme))

!om a preocupa*+o de ampliarmos& de %orma holTstica& a Euest+o apresentamos a conclus+o
do Arti$o em aneo C2scolas de Inter!reta?Bo 4rCdicaX do Advogado Pós-Graduando em
Direito na UFPE.

C
5. Considerações Finais
Uma das características do Direito Dogmático, autopoiético, como vimos, é a proibição do
non liLue5, isto é, o ma,is5rado de*e solu'ionar 5odos os 'on!li5os in5ersubMe5i*os
'ompreendidos nos limites de sua jurisdição e competência.
Partindo do pressuposto da obrigatoriedade de decidir do juiz, concepções distintas sobre
a aplicação do Direito foram suscitadas pelas diversas Escolas de Ìnterpretação das
Normas Jurídicas. Os extremos são representados pela Escola Exegética, que afirma que
o único Direito aplicável é a lei; e o Sistema do Direito Livre, que defende a liberdade
absoluta do juiz quando da aplicação do Direito ao caso concreto, podendo até mesmo
decidir arbitrariamente contra legem.
Acreditamos que a função do magistrado moderno é esse'ialmen5e ampla, logo n+o se
de*e a5er apenas N e6e,ese da le5ra da lei para estabelecer sua convicção em relação
ao caso particular, mas sim 'ompreender e a5G mesmo e6pandir o si,ni!i'ado da
norma através de uma análise hermenêutica, mas nunca negá-la, como prega a Escola
do Direito Livre.
O Direito de*e a'ompan)ar as transformações e per'eber os anseios da sociedade
hodierna e, nesse sentido, muito acrescenta o -o*imen5o 2l5erna5i*o que defende a
aplicação de um Direito mais Mus5o e que não se resume à lei positivada pelo Estado. O
próprio ordenamento jurídico reconhece a necessidade da obser*<n'ia dos 'lamores
so'iais, como reza o artigo 5º da Lei de Ìntrodução ao Código Civil: "Na aplicação da lei,
o juiz atenderá aos !ins so'iais a que ela se dirige e às e6i,ên'ias do bem 'omum".
X
Atenciosamente,

Plinio Marcos Moreira da Rocha
Tel. (21) 2542-7710
Penso, Não só EXISTO, -e F2?1 Presen5e
Analista de Sistemas, presumivelmente, 8nico Brasileiro OB/B, que mesmo não
tendo n')el su!erior co!leto (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre
completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de
Direito, te6e suas 'r4ticas inscritas na OP e QP e+ições +o ,r7mio I!!O%ARE, ambas calcadas
no AOS "/RH9IO que tem como premissa base o ,/RO CARER 9E O!TAS,
reconhecidas, e 9ECERI9AS pelo !onselho Aul1ador, conforme documento I11OVA#2 U)
3rasileiro CO"U" 1o "eio 4ridico II,
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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http://www.scribd.com/doc/46,HH1B2/)554;A.E-6m-"rasileiro-!4/6/-5o-/eio-
=uridico-))
Ane@o 3A82 - #efle@Nes [olCsticas sobre as Atribi?Nes do C14
Conselho Nacional de Justiça
Supremo Tribunal Federal - Anexo Ì
Praça dos Três Poderes
70175-900 - Brasília ÷ DF



Excelentíssimo Ministro-Corregedor do CNJ,

Com Base na CONSTÌTUÌÇÃO DA REPÚBLÌCA FEDERATÌVA DO BRASÌL DE
1988, TÍTULO ÌÌ - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO Ì ÷ DOS DÌREÌTOS
E DEVERES ÌNDÌVÌDUAÌS E COLETÌVOS, Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem
distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à
segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXÌV - são a todos assegurados,
independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos
em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abso de !oder.

@enho, ui res!eitosaente, ,oralente, P01B1C20, Esta Corregedoria, no
sentido de #ue en)ida Todos os Es,or"os, utili$ando-se de TODOS os ?eios #ue
dis!user, !ara #ue, a*aliando as -in)as Consideraç:es Eolís5i'as a(ai.o, #ue
acredito co!leentare as M( e!e5uadas, reiteradas )e$es, !inalmen5e se
'ons'ien5i4e, de ,ora clara, e o(;eti)a, so(re as 25ribuiç:es e 0esponsabilidades
#ue o Direito Constitu'do 1u5or,a ao Conselho Nacional de 2usti"a, e es!ecial a Es5a
Corre,edoria, eso #ue algua outra Autoridade 2udicial, a!irme, ou de'ida, em
sen5ido 'on5r(rio1
Duando então, S.F/017 #ue este docuento se;a co!ilado, de tal ,ora, ser
!oss')el a Esta Corregedoria !ro!orcionar ua 0EB/SQ1 da decisão constante da A5I
>>+/ ' 5<, na qual de*er( !i'ar 'laro a importância e relevância do Conselho Nacional de
Justiça, com a re5i!i'aç+o na5ural, de abran,ên'ia de suas 25ribuiç:es e
0esponsabilidades. .

Algo #ue soente % !oss')el, sem a apresen5aç+o e o respaldo7 de uma
!undamen5aç+o ,act')el, ra$o*)el, irre,ut*)el, incontest*)el, 8eg'tia e 8egal1

Teos coo !reissa o ,ato concreto, de #ue 5odos os /n5e,ran5es, da Corregedoria
do Conselho Nacional de 2usti"a, #ue se mani!es5aram, so(re esta #uestão, o ,i$era
de ,ora 5a'an)a, e pí!ia, de tal ,ora, #ue, !elo entendiento colocado, o Conselho
Nacional de 2usti"a, dei6a de 5er 'on!i,urada a !ró!ria ra4+o de sua e6is5ên'ia1
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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A,inal, o eso ,oi 'riado sob G,ide do ne'ess(rio Con5role do 2udici*rio
&rasileiro1

Reconheceos, Lue mui5os, !elo Cor!orati)iso, !ela Arrog:ncia, !ela Pre!ot/ncia,
!ela Ignor:ncia, ,os5ariam #ue o Conselho Nacional de 2usti"a, ,osse u /ns5rumen5o
;urídi'o -E310, contudo, ressaltaos, #ue os sentientos acia encionados, s+o
os 0espons(*eis, primeiros, !ela iden5i!i'aç+o e implemen5aç+o deste
3ECESSO0/1 Controle, (e coo, #ue a res5riç+o e #uestão 2F0/DE DE -10TE
todos os !rinc'!ios e o(;eti)os ,undaentais de Nossa Constitui"ão Federal,

Duando então, ressaltaos a Cons5ruç+o de ua Sociedade 8i)re, ;us5a e Solid*ria,
onde T1D1S s+o /F.2/S !erante a 8ei, onde a 8ei naturalente 5ra5a os Di!eren5es de
!orma Di!eren5e, contudo, estas di,eren"as n+o podem, e n+o de*em, ter rela"ão 'om
si5uaç+o Cultural, Econ<ica, Social, Religiosa, Pol'tica e Funcional1

Considera?Nes: Preceitos Fundamentais já efetuadas

Estas considera"9es estão detalhas no 32ne6o B2SE - / - Consideraç:es Pre'ei5o
Fundamen5al M( e!e5uadas4, ua )e$ #ue, re,orulaos sua a!resenta"ão, e ,un"ão,
da e65remada i,nor<n'ia, deonstrada !or T1D1S, #ue at% a#ui, se ani,estara,
se;a !or inter!reta"ão tendenciosa em 'on*eniên'ia, ou se;a !or aus/ncia de
inter!reta"ão !ela !al5a de domínio, e 'on)e'imen5o, da l'ngua !ortuguesa, no caso e
,ora escrita1

Considera?Nes: A5I >>+/ ' 5< já efetuadas

Estas considera"9es estão detalhas no 32ne6o B2SE - // - Consideraç:es 2D/ %%$7
- DF M( e!e5uadas4, ua )e$ #ue, re,orulaos sua a!resenta"ão, e ,un"ão, da
e65remada i,nor<n'ia, deonstrada !or T1D1S, #ue at% a#ui, se ani,estara, se;a
!or inter!reta"ão tendenciosa em 'on*eniên'ia, ou se;a !or aus/ncia de inter!reta"ão
!ela !al5a de domínio, e 'on)e'imen5o, da l'ngua !ortuguesa, no caso e ,ora escrita1


Considera?Nes [olCsticas

._ Considera?Bo _ A Ementa, e a Decisão, relativas a A5I >>+/ ' 5<, acima, na
íntegra, listada, nos apresenta a certeza de que, !ara o Supremo Tribunal Federal,
TO5O o Judiciário Brasileiro X 82U 8U3O#5I1A5O, uma vez que, na mesma, esta
claramente esta especificado CCo)!etFncia relatiIa a!enas aos TrgBos e KCLes
sitados% $ierarAica)ente% abai@o do 8!re)o Tribnal <ederalX. Algo de
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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F0/T23TE EK.CB1C1, pois, o Supremo Tribunal Federal n+o G EierarLui'amen5e
Superior a nin,uGm, contudo, reconheço, que suas atividades ,aran5em a
Subordinaç+o dos demais Tribunais à Constituição da República Federativa do Brasil e
ao Estatuto da Magistratura.

Talvez por isso, por mais que Leia, e Releia, a Constituição da República
Federativa do Brasil, promulgada em 1988, e o próprio Estatuto da Magistratura, e nBo
consiga Iisl)brar qualquer hierarquia Administrativa e/ou Funcional no Sistema
Judiciário Brasileiro, uma vez que, o STJ, o TST, o TSE e o TSM, possuem papel
independen5e e ri'amen5e espe'i!i'ado., onde nos é apresen5ada uma EierarLuia
Fun'ional relativa às respectivas /ns5<n'ias /n!eriores, não menos importantes por
isso..

Talvez, pelo simples fato de que a Presidência do Conselho Nacional de Justiça,
seja, hoje em dia, a5ribuiç+o e6'lusi*a do Presidente do Supremo Tribunal Federal, o
EK.CB1C1, cometido de colocar que o C3; es5a subordinado ao STF, tenha sido
possível.

Algo que a e@istFncia de das PresidFncias, por si só, DES-E3TE, de tal forma,
ficar claro a respectivas /3DEPE3DU3C/2S.
Quando então, ressalto que a competência do Supremo Tribunal Federal, esta
relacionada à )anten?Bo da integridade e inteireLa do 5ireito ConstitCdo, Lue nos
apresen5a uma subordinaç+o /3D/0ET2, uma vez que, RODOLFO DE CAMARGO
MANCUSO, na página Recursos extraordinário e especial, coloca entre
outras coisas/
http://www.te.pro.br/wwwroot/curso/recursos/recursosetraordinarioeespecial.htm ,
"Dizer que o recurso extraordinário e o especial nBo se destina)
!reci!a)ente ` reIisBo de decisNes inKstas é afirmação que !ria ,acie
pode chocar, mas que J co)!reensCIel, dentro do sistema. Assim como o STF
n+o G simplesmen5e mais um Tribunal Superior, e sim a Corte 8!re)a,
encarregada de )anter o i)!Jrio e a nidade do direito constitcional,
também o recurso extraordinário n+o 'on!i,ura mais uma possibilidade de
impu,naç+o, e sim o re)Jdio de cn$o !olCtico-constitcional Ae !er)ite
ao 8T< dar c)!ri)ento `Aela sa fn?Bo. Naturalmente, ao fazê-lo, a
Corte também provê sobre o direito subjetivo individual acenado pelo
recorrente; todavia, cremos que esse é um efeito 'indireto' ou 'reflexo' do
provimento do recurso, já que - repetimos - a finalidade !recC!a J o
assegra)ento da einteireLa !ositiIae do direito constitcional, na
expressiva locução de Pontes de Miranda.¨
Algo, que apenas, e tão somente, 'olo'a sob a 0esponsabilidade do STF a
a*aliaç+o Jurisdicional relativa ao Respeito aos Preceitos Fundamentais de Nossa
Constituição (Constitucionais e Ìntraconstitucionais), portanto7 n+o l)es G permi5ido
qualquer reformulação de decisão, se a mesma nBo contrariar a Hintegridade e
inteireLa !ositiIab do direito Constitucional, ratificando, nosso entendimento de que nBo
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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$S a mencionada [ierarAia, presumivelmente, Ad)inistratiIa e/ou <ncional.
Para ratificar o acima colocado, mais uma vez, apresento a decisão/manifestação
extraída do documento A Constiti?Bo e o 8!re)o,
http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
"2 de'is+o7 'omo a5o de in5eli,ên'ia7 )( de ser a mais 'omple5a e
'on*in'en5e possí*el# /n'umbe ao Es5ado-;ui4 obser*ar a es5ru5ura impos5a por lei7
!ormali4ando o rela5Rrio7 a fnda)enta?Bo e o disposi5i*o# Trans,ride 'ome4in)a
noç+o do de*ido pro'esso le,al7 desa!iando os re'ursos de re*is5a7 espe'ial e
e65raordin(rio pronun'iamen5o Lue7 ine6is5en5e in'ompa5ibilidade 'om o M(
assen5ado7 impliLue re'usa em apre'iar 'ausa de pedir *ei'ulada por au5or ou rGu#
1 Mui4 G um peri5o na ar5e de pro'eder e Mul,ar7 de*endo en!ren5ar as ma5Grias
sus'i5adas pelas par5es7 sob pena de7 em *e4 de e6aminar no 5odo o 'on!li5o de
in5eresses7 si)!les)ente decidi-lo% e) Ierdadeiro ato de for?a% olIidando o dita)e
constitcional da fnda)enta?Bo, o !rincC!io bSsico do a!erfei?oa)ento da
!resta?Bo Krisdicional.¨ (.E 4-@.2@6, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 26-5-09, 1ª
Turma, D2E de 21-8-09)

0_ Considera?Bo _ A Ementa, e a Decisão, relativas a A5I >>+/ ' 5<, acima, na
íntegra, listada, nos apresenta a certeza de que, !ara o Supremo Tribunal Federal, seus
Órgãos, e Membros, estão "a'ima de LualLuer suspei5a¨, consequentemente, "a'ima
da 8ei¨, uma vez que, não podem, e não devem ser Controlados (Fiscalizados), tendo em
vista a afirmação, com todas as letras, de que seus br,+os e ;uí4es n+o es5+o sob o
Con5role do C3;, mas também, n+o indi'a, n+o men'iona, nem !a4 re!erên'ia a quem
estaria esta Atribuição e Responsabilidade.

Algo que de forma inquestionável e irrefutável, 3EF2 o princípio Fundamental de
Nossa Constituição Federal de que T1D1S s+o /F.2/S peran5e a 8ei, uma vez que, o
mencionado Controle, somente poderá ser exercido pelo Conselho Nacional de Justiça,
em !unç+o de Pos5ura, no mínimo, repreensí*el, bem como, me permite afirmar, sem
medo de errar, que esta situação é reflexo de uma decisão "em pro*ei5o
prRprio¨, onde a Soberba, a Vaidade, a Arrogância e a Prepotência, s+o
suas raí4es.

Certeza, esta, que nBo nos !arece ser possivelmente uma V2#5A52
A38OLUTA, principalmente, quando nos entendemos ser, no mínimo, razoável que
T1D1 Cidad+o Brasileiro esteja 8U3O#5I1A5O à Constiti?Bo da República
Federativa do Brasil, e TO5O8 os 4CLes ao 2statto da "agistratra.

Aqui chamo a atenção para o colocado no documento Avaliar e formalizar as
Reprimendas necessárias, onde, calcado na Constituição da República Federativa do
Brasil, e do Estatuto da Magistratura, formalmente, REPREENDÌ, os Ìlustríssimos
Senhores, Gilmar Mendes, José Celso de Mello Filho, Eros Roberto Grau, Enrique
Ricardo Lewandowski e Antonio Cezar Peluso %
http://www.scribd.com/doc/29636222/Reprimendas-a-Membros-do-STF
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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NNN
Algo que me faz lembrar do discurso proferido pelo Senador athur virgílio ao
ass)ir, na Tribuna do Senado Federal, que cometeu cri)e de i)!robidade
ad)inistratiIa, quando então, reproduzo parte de seu discurso, que, em princípio,
recon$e?o co)o !ossiIel)ente colocado !elo IlstrCssi)o.
Conforme o documento Pgr Crime Ìnexiste Apos Confissao e Ressarci, onde
Estamos tentando provocar o Excelentíssimo Procurador-Geral da República a ENVÌDAR
TODOS OS ESFORÇOS para AJUÌZAR os processos identificáveis no pronunciamento
feito pelo Senador Arthur Virgílio na Tribuna do Senado, onde, no mínimo, é CRÌMÌNOSO
CONFESSO por improbidade administrativa.
http://www.scribd.com/doc/17814537/Pgr-Crime-Ìnexiste-Apos-Confissao-e-Ressarci
M
Começo pelo que Klgo que é a única coisa graIe mesmo, a única coisa que me
deixou de cabeça pesada, que me deixou contristado, que mostrou que eu estava
sendo vítima de uma certa vaidade que me fazia achar a mim próprio ) $o)e)
!Yblico se) Ka?a. Eu compreendi que continuo com muitos defeitos. E continuo
compreendendo e comecei a compreender que a !rT!ria Casa jogou em mim
certos ICcios
M

NNN

>_ Considera?Bo _ A Ementa, e a Decisão, relativas a A5I >>+/ ' 5<, acima, na
íntegra, listada, nos apresenta a certeza de que, o Supremo Tribunal Federal,
esLue'eu-se de 'omo e por Luem s+o 'ompos5as as Cortes do Judiciário Brasileiro.
Razão pela qual, reproduzo parcialmente abaixo, texto Constitucional:

@@@

A CO18TITUI9:O 5A #2P;3LICA <252#ATIVA 5O 3#A8IL 52 .,77,
http://www.planalto.$o'.br/cci'ilbH-/constituicao/constituif!-fABao.htm .de%ine:

TÍTULO ÌV
Da Organização dos Poderes

CAPÍTULO ÌÌÌ
DO PODER JUDÌCÌÁRÌO
Seção ÌÌ
DO SUPREMO TRÌBUNAL FEDERAL
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Art. 101. O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros, es'ol)idos
dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade,
de notável saber jurídico e reputação ilibada.
Parágrafo único. Os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo
Presiden5e da República, depois de apro*ada a escolha pela maioria absoluta do
Senado Federal.
Seção ÌÌÌ
DO SUPERÌOR TRÌBUNAL DE JUSTÌÇA
Art. 104. O Superior Tribunal de Justiça compõe-se de, no mínimo, trinta e três
Ministros.
Parágrafo único. Os Ministros do Superior Tribunal de Justiça serão nomeados pelo
Presiden5e da República, dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de
sessenta e cinco anos, de notável saber jurídico e reputação ilibada, depois de apro*ada
a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal, sendo:(Redação dada pela Emenda
Constitucional nº 45, de 2004)
Ì - um terço dentre juízes dos Tribunais Regionais Federais e um terço dentre
desembargadores dos Tribunais de Justiça, indicados em lista tríplice elaborada pelo
próprio Tribunal;
ÌÌ - um terço, em partes iguais, dentre advogados e membros do Ministério Público
Federal, Estadual, do Distrito Federal e Territórios, alternadamente, indicados na forma do
art. 94.
Seção ÌV
DOS TRÌBUNAÌS REGÌONAÌS FEDERAÌS E DOS JUÍZES FEDERAÌS
Art. 106. São órgãos da Justiça Federal:
Ì - os Tribunais Regionais Federais;
ÌÌ - os Juízes Federais.
Art. 107. Os Tribunais Regionais Federais compõem-se de, no mínimo, sete juízes,
recrutados, quando possível, na respectiva região e nomeados pelo Presiden5e da
República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de sessenta e cinco anos, sendo:
Ì - um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional
e membros do Ministério Público Federal com mais de dez anos de carreira;
ÌÌ - os demais, median5e promoç+o de juízes federais com mais de cinco anos de
exercício, por antigüidade e merecimento, alternadamente.
Seção V
DOS TRÌBUNAÌS E JUÍZES DO TRABALHO
Art. 111. São órgãos da Justiça do Trabalho:
Ì - o Tribunal Superior do Trabalho;
ÌÌ - os Tribunais Regionais do Trabalho;
Art. 111-A. O Tribunal Superior do Trabalho compor-se-á de vinte e sete Ministros,
escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco
anos, nomeados pelo Presiden5e da República apRs apro*aç+o pela maioria absoluta
do Senado Federal, sendo: (Ìncluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Ì ) Ainto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional
e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício,
observado o disposto no art. 94;
ÌÌ os demais dentre juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho, oriundos da
ma,is5ra5ura da 'arreira, indicados pelo próprio Tribunal Superior.
Seção VÌ
DOS TRÌBUNAÌS E JUÍZES ELEÌTORAÌS
Art. 118. São órgãos da Justiça Eleitoral:
Ì - o Tribunal Superior Eleitoral;
ÌÌ - os Tribunais Regionais Eleitorais;
ÌÌÌ - os Juízes Eleitorais;
ÌV - as Juntas Eleitorais.
Art. 119. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no mínimo, de sete membros,
escolhidos:
Ì - mediante eleição, pelo voto secreto:
a) 5rês Muí4es dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal;
b) dois Muí4es dentre os Ministros do Superior Tribunal de ;us5iça;
ÌÌ - por nomeaç+o do Presidente da República, dois Muí4es dentre seis advogados de
notável saber jurídico e idoneidade moral, indi'ados pelo Supremo Tribunal Federal.
Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-
Presidente dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal, e o Corregedor Eleitoral
dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça
Seção VÌÌ
DOS TRÌBUNAÌS E JUÍZES MÌLÌTARES
Art. 122. São órgãos da Justiça Militar:
Ì - o Superior Tribunal Militar;
ÌÌ - os Tribunais e Juízes Militares instituídos por lei.
Art. 123. O Superior Tribunal Militar compor-se-á de quinze Ministros vitalícios,
nomeados pelo Presidente da República, depois de apro*ada a indicação pelo Senado
Federal, sendo três dentre oficiais-generais da Marinha, quatro dentre oficiais-generais do
Exército, três dentre oficiais-generais da Aeronáutica, todos da ativa e do posto mais
elevado da carreira, e cinco dentre civis.
Parágrafo único. Os Ministros civis serão es'ol)idos pelo Presiden5e da República
dentre brasileiros maiores de trinta e cinco anos, sendo:
Ì - 5rês dentre advogados de notório saber jurídico e conduta ilibada, com mais de dez
anos de efetiva atividade profissional;
ÌÌ - dois, por escolha paritária, dentre Muí4es audi5ores e )e)bros do "inistJrio
PYblico da 4sti?a "ilitar.
@@@
Afirmo que Nossa Constituição, apresenta de forma clara, que nBo e@iste )ita
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diferen?a nos critJrios de preenchimento dos Cargos nas diversas Cortes existentes, ou
melhor, Luando es5es e6is5em, estão relacionados aos -embros =de 'arreira> do
Judiciário, intrinsecamente, mais -E0/T1S1S.
Portanto, me é difícil aceitar que Pessoas, empossadas em Cargo Ìnstitucional,
com critérios similares, por isso, /F.2/S em ESSU3C/2, possam 5er 5ra5amen5os 5+o
di!eren'iados.
Algo, que se aceito como Legítimo, Justo e Legal, nos apresenta e@acerbado
srrealis)o, onde, por exemplo, o fato, concreto, de que os "e)bros do Tribnal
8!erior 2leitoral, n+o per5en'en5es ao Kuadro do Supremo Tribunal Federal,
*en)am a es5ar sob o Con5role do Conselho Nacional de Justiça, em total o!osi?Bo
aAeles otros Ae !ertence).
Logo, é inaceitSIel que Nossa ")ais alta corteX, Responsável pela integridade e
inteireza do Direito Constituído, se !ur5e ao pri*ilG,io inde'oroso, i)oral, ilegCti)o e
ilegal, de, contrariamente ao Direito Constituído, decidir "em 'on*eniên'ia prRpria¨,
colocando seus Órgãos e Juízes em situação "a'ima da leiX por serem "aci)a de
AalAer ss!eitaX.
*_ Considera?Bo _ A Ementa, e a Decisão, relativas a A5I >>+/ ' 5<, acima, na
íntegra, listada, nos apresenta a certeza de que, o Supremo Tribunal Federal, n+o
re'on)e'e, n+o en6er,a, que a Constituição da República Federativa do Brasil,
1.T10F2 à qualquer Cidadão Brasileiro, a 2u5oridade de formalmente 0epreender
qualquer Membro de qualquer dos Poderes da República Federativa do Brasil, desde que
não exista MÁ-FÉ.
Algo, não só possível, como efetuado por MÌM, em alguns documentos, enviados
de forma protocolar, onde ressalto o já mencionado Avaliar e formalizar as
Reprimendas necessárias, e o Gilmar Mendes e o Supremo Truculento
Federal , onde estamos de forma clara questionando a presença do Ìlustríssimo Gilmar
Mendes no Supremo Tribunal Federal, como Presidente ou não, bem como, estamos, de
forma protocolar, PROVOCANDO, o Excelentíssimo Ministro-Corregedor do Conselho
Nacional de Justiça, a envidar TODOS os esforços, no sentido de emitir Recurso(s)
Extraordinário(s) ou Especial(ais) relacionados à Decisão(ões) emanadas pelo Supremo
Tribunal Federal sem a necessária e adequada fundamentação.
http://www.scribd.com/doc/26234348/Gilmar-Mendes-e-o-Supremo-Truculento-Federal
Portanto, 'omo G possí*el a'ei5ar, que um Cidadão Brasileiro Comum, como Eu,
possa Fis'ali4ar, através da Transparên'ia exercida pelo Judiciário, "e)bros do
8!re)o Tribnal <ederal, e o Conselho Nacional de Justiça, Órgão Ìnstitucional, com a
Atribuição de Fiscalizar o Judiciário, n+o possa !a4ê-lo ?
5_ Considera?Bo _ A Ementa, e a Decisão, relativas a A5I >>+/ ' 5<, acima, na
íntegra, listada, nos apresenta a certeza de que, o Supremo Tribunal Federal, n+o
re'on)e'e, n+o en6er,a, que a Constituição da República Federativa do Brasil, com o
Objetivo Fundamental de Construir uma Sociedade Livre, 4U8TA e Solidária, EW/FE que
T1D1S seMam /F.2/S perante a 8ei7 uma vez que, de forma espúria, através de seus
Membros, 'ris5ali4a pri*ilG,ios /32CE/TOBE/S N lu4 do Direito Constituído.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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!hamo a aten*+o para o 'o)mento P(* A'P$ $oro Privilegiado & onde estamos
pro'ocando Procurador-Keral da .epWblica a Arg)ir 'e!)m%rimento de Preeito $)ndamental
relati'os V 2oro Especial #PolTtico/)mprobidade Administrati'a( e a Pris+o Especial.
http://www.scribd.com/doc/1-,@--4H/PK.-ADP2-2oro-Pri'ile$iado
Apro'eito para salientar& Eue a Su'rema orte Italiana& em passado recentTssimo&
de%iniu Eue o ,rimeiro-Binistro& um dos Homens mais ricos da )tPlia& Y um Italiano OB/B& de
tal %orma& não %o!!)ir -)al-)er %rivilégio, relaionado 2 %roe!!o! 5)diiai!& ressaltando Eue&
'elo menos na It4lia& TO9OS S1O IG/AIS ,ERA!TE A 5EI. Al$o Eue no "rasil& estamos
lon$e& mais muito lon$e& de assim sermos reconhecidos.
-esmo7 Lue a'ei5emos a a!irmaç+o de Lue os br,+os e ;uí4es do Supremo
Tribunal Federal s+o os Comandan5es do ;udi'i(rio Brasileiro7 onde a sua pala*ra
ser( sempre a @l5ima7 e de!ini5i*a7 de*eremos7 5ambGm a'ei5ar7 Lue C2BE ao
Consel)o 3a'ional de ;us5iça7 a sua T1T28 Fis'ali4aç+oPCon5role7 pois7 G sua
25ribuiç+o e 0esponsabilidade o Con5role do ;udi'i(rio Brasileiro7 Lue no 'on5e65o7
ora a'ei5o7 em 5ese7 'olo'a o Supremo Tribunal Federal 'omo T1D17 o P0bP0/17
;.D/C/O0/1#
+_ Considera?Bo _ A Ementa, e a Decisão, relativas à ADÌ >>+/ / DF, acima, na
íntegra, listada, nos apresenta a certeza de que, o Supremo Tribunal Federal, n+o
re'on)e'e, n+o en6er,a, a importância do equilíbrio entre os Diversos Centros de Poder,
uma vez que, e6'lui de LualLuer 'on5role possí*el e ne'ess(rio, TODOS os Órgãos e
Juízes do Supremo Tribunal Federal;
Para que o acima colocado seja melhor avaliado, proponho uma analo,ia entre o
papel do 8e,isla5i*o ao 2pro*ar uma 8ei e o papel do E6e'u5i*o ao BETO-82 /
S23C/13O-82, isto é, O Con,resso 3a'ional, em princípio, em consenso, B1T2 e
2P01B2 uma Nova Lei, contudo, a Presidên'ia da 0ep@bli'a tem a Atribuição de
2*ali(-la, e se entender necessário, !undamen5ando sua decisão, BETO-82
integralmente, ou parcialmente. Sempre que ocorrer um VETO Presidencial, o mesmo é
subme5ido ao Congresso Nacional, sem LualLuer 'ons5ran,imen5o, para a sua
apreciação, podendo, inclusive 0E;E/TO-81.
Nosso entendimento, em analogia ao acima colocado, é de que o Conselho
Nacional de Justiça, ao iden5i!i'ar que uma decisão de um dos Órgãos, ou de um dos
Juízes do Supremo Tribunal Federal, a*aliada sob a PROVOCAÇÃO de qualquer
Cidadão Brasileiro, es5a em desa'ordo com o Direito Constituído, ou mesmo ao Estatuto
da Magistratura7 de*a apresen5ar ao Supremo Tribunal Federal, com a necessária
!undamen5aç+o. em ins5rumen5o Murídi'o adequado, para que o Plenário do Mesmo
0E2B28/E a questão.
Logo, a a*aliaç+o, e 'on5es5aç+o, pelo Conselho Nacional de Justiça, de !orma
al,uma, coloca o Supremo Tribunal Federal sob subordinaç+o, muito embora, ambos
tenham a Atribuição e Responsabilidade de Faran5ir a S.B-/SSQ1 de qualquer
Cidadão Brasileiro, incluso os Senhores Juízes, à Constituição da República Federativa
do Brasil, a quem, TODOS es5+o, ou de*eriam es5ar, SUBORDÌNADOS.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Pelo exposto acima, gostaria de ressaltar o entendimento do Supremo Tribunal
Federal sobre este tema:
CSeparação dos poderes. Possibilidade de análise de ato do Poder Executivo pelo
Poder Judiciário. (...) Cabe ao Poder ;udi'i(rio a an(lise da le,alidade e
'ons5i5u'ionalidade dos a5os dos 5rês Poderes 'ons5i5u'ionais, e, em
*islumbrando m('ula no a5o impu,nado7 a!as5ar a sua apli'aç+o.¨ (A) 64H.2B2-
A$., Rel. Min. Ricardo Lewandowski, julgamento em 2-10-09, 1ª Turma, D2 de 31-
10-07). No mesmo sentido: A) B46.26H-A$., Rel. Min. Cármen Lúcia, julgamento em
9-6-09, 1ª Turma, D2E de 7-8-09.

CEm conclusão, o Tribunal, por maioria, julgou procedente pedido formulado em ação
declaratória de constitucionalidade, proposta pelo Presidente da República e pelas Mesas
do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, para declarar a constitucionalidade do
art. 1º da Lei n. 9.494/97 (...). Entendeu-se, tendo em vista a jurisprudência do STF no
sentido da admissibilidade de leis restritivas ao poder geral de cautela do juiz, desde Lue
!undadas no 'ri5Grio da ra4oabilidade, que a referida norma não viola o princípio do
livre acesso ao Judiciário (CF, art. 5º, XXXV). O Min. Menezes Direito, acompanhando o
relator, acrescento aos ses fnda)entos que a tutela antecipada é criação legal, que
poderia ter vindo ao mundo jurídico com mais exigências do que veio, ou até mesmo
poderia ser revogada pelo legislador ordinário. Asseverou que seria uma contradição
afirmar que o ins5i5u5o 'riado pela lei oriunda do Poder 8e,isla5i*o 'ompe5en5e n+o
pudesse ser re*o,ada7 subs5i5uída ou modi!i'ada7 )aMa *is5a Lue is5o es5aria na rai4
das so'iedades demo'r(5i'as7 n+o sendo admissí*el 5ro'ar as 'ompe5ên'ias
dis5ribuídas pela CF. Considerou que o Supremo 5em o de*er maior de in5erpre5ar a
Cons5i5uiç+o7 'abendo-l)e di4er se uma lei *o5ada pelo Parlamen5o es5( ou n+o em
'on!ormidade 'om o Te65o -a,no7 sendo impera5i*o Lue7 para isso7 en'on5re a
*iabilidade 'ons5i5u'ional de assim pro'eder. Concluiu que, no caso, o fato de o
Congresso Nacional votar lei, impondo condições para o deferimento da tutela
antecipada, instituto processual nascido do processo legislativo, não cria qualquer
limitação ao direito do magistrado enquanto manifestação do Poder do Estado, presente
que as limitações guardam consonância com o sistema positivo. Frisou que os limites
para concessão de antecipação da tutela criados pela lei sob exame não discrepam da
disciplina positiva que impõe o duplo grau obrigatório de jurisdição nas sentenças contra a
União, os Estados e os Municípios, bem assim as respectivas autarquias e fundações de
direito público, alcançando até mesmo os embargos do devedor julgados procedentes, no
todo ou em parte, contra a Fazenda Pública, não se podendo dizer que tal regra seja
inconstitucional. Os Ministros Ricardo Lewandowski, Joaquim Barbosa, Ellen Gracie e
Gilmar Mendes incorporaram aos seus votos os adendos do Min. Menezes Direito.¨ (ADC
4, Rel. p/ o ac. Min. Celso de Mello, julgamento em 1º-10-08, Plenário, Ìnformativo 522);
Quanto a questão de "e)bros do 8!re)o Tribnal <ederal, poderem ou não,
serem P.3/D1S, A<A8TA55O8 ou DEST/T.CD1S por decisão do Conselho Nacional
de Justiça, es5ran)amos, es5a preo'upaç+o, uma vez que, deverá 5er o'orrido um
!a5o, no mínimo repreensí*el, para que qualquer atitude possa ser e6e'u5ada pelo
C3;. Lembramos, no entanto, que a Democracia Brasileira, e a Constituição da República
Federativa do Brasil, asse,uram a qualquer Cidadão Brasileiro o 'on5radi5Rrio a 2-P82
DEFES2. Portanto, qualquer PUNÌÇÃO, AFASTAMENTO ou DESTÌTUÌÇÃO, poderá ser
a*aliada pelo Plen(rio do Supremo Tribunal Federal, a quem deve ser encaminhada
as contestações dos atos do CNJ.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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/_ Considera?Bo _ 2 5eoria da rela5i*idade nos apresenta a importância do
re!eren'ial u5ili4ado, uma vez que, mudando o re!eren'ial, algo que era
BE0D2DE/01 possa passar a ser F28S1, ou vice-versa. Quando então, ressalto que
são os re!eren'iais Lue d+o 'orpo N !undamen5aç+o, logo, es5ando os mesmos
eLui*o'ados, a própria fundamentação é um C1-P8ET1 EK.CB1C1.
A Ementa, e a Decisão, relativas a A5I >>+/ ' 5<, acima, na íntegra, listada, nos
apresenta os seguintes referenciais:
1. - Todo o Sistema Judiciário Brasileiro, incluso o CNJ, estão subordinados
hierarquicamente ao Supremo Tribunal Federal, que é o Órgão máximo do Poder
Judiciário Brasileiro. (2GUÍVOCO ÷ A competência do Supremo Tribunal Federal esta
relacionada, @ni'a e e6'lusi*amen5e, à manutenção da integridade e "inteireza¨ do
Direito Constituído)
2. - O Conselho Nacional de Justiça não tem nenhuma competência sobre o Supremo
Tribunal Federal e seus Juízes. (2GUÍVOCO ÷ O Conselho Nacional de Justiça tem
competência sobre TODO o Poder Judiciário, relacionados a Obrigações e Deveres
Constitucionais, Lue de !orma al,uma, coloca qualquer Órgão ou Membro sob sua
subordinaç+o dire5a, mas7 ra5i!i'a a subordinaç+o dire5a à Cons5i5uiç+o da
República Federativa e ao Es5a5u5o da -e,is5ra5ura).
3. - Subordinaç+o do C3; ao STF, que o exime, bem como a seus Juízes, da
competência do CNJ, em !unç+o, do controle jurisdicional, constante do Art. .-0.
Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a garda da Constiti?Bo,
cabendo-lhe: Ì - processar e julgar, originariamente: r) as ações contra o Conselho
Nacional de Justiça e contra o Conselho Nacional do Ministério Público; ( EK./B1C1 -
Em )ipR5ese al,uma, o 2r5# 10&, pode, e deve, ser reconhecido como subordinaç+o
)ier(rLui'a dire5a do C3; ao STF, uma vez que, de*er( ser e6er'ido pelo Supremo
Tribunal Federal, sobre7 e 'om base no Direito Constituído, a quem AMBOS estão
subordinados diretamente).
Apresento os seguintes referenciais propostos A Ementa, e a Decisão, relativas a A5I
>>+/ ' 5<, acima, na íntegra, listada :
1. - A na5ural inserç+o do Supremo Tribunal Federal e de seus Juízes ao
espe'i!i'ado7 de forma clara, e rica, na Cons5i5uiç+o da República Federativa do
Brasil.
2. - O reconhecimento de que o CNJ e o STF n+o es5+o subordinados
)ierarLui'amen5e a nin,uGm, exceção feita, à Constituição da República Federativa
do Brasil e ao Estatuto da Magistratura, ressaltando que 2-B1S 'umprem papGis
distintos de Con5rolador e Fis'ali4ador, em função, de Atribuições Constitucionais.
3. - Os "inistros do Supremo Tribunal Federal, s+o TQ1 -/3/ST01S, quanto os
-inis5ros do Superior Tribunal de Justiça, Tribunal Superior Eleitoral, Tribunal
Superior do Trabalho e o Superior Tribunal Militar, principalmente, quando os 'ri5Grios
utilizados para preen')imen5o de *a,as em cada Corte G similar.
4. - O tratamento concedido a Membro do Supremo Tribunal Federal, que exercendo
Função no Tribunal Superior Eleitoral, n+o pode, e nem de*e, ser di!eren'iado, ao
ponto de e6'luir, única e exclusivamente, estes do Con5role do Conselho Nacional de
Justiça, em detri)ento do tratamento dispensado demais integrantes do TSE.
5. - O reconhecimento de que a Constituição da República Federativa do Brasil, o
Estatuto da Magistratura, e a Transparência exercida pelo Judiciário Brasileiro,
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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1.T10F2 a Qualquer Cidad+o Brasileiro, a 2u5oridade para Fis'ali4ar7 e se achar
necessário, formalmente 0EP0EE3DE0 qualquer -embro de Qualquer de seus
Poderes /ns5i5u'ionais, portanto, é inadmissí*el que o Conselho Nacional de Justiça
'riado 'om a !unç+o precípua de Controlar e Fiscalizar o Judiciário, 3Q1 TE3E2
C1-PETU3C/2 para P.3/07 2F2ST20 e DEST/T./0 qualquer -embro do Supremo
Tribunal Federal, que poderá, sob sua 'on*eniên'ia re'orrer da de'is+o do C3; ao
STF, onde lhe será ,aran5ido o 'on5radi5Rrio e a 2-P82 DEFES2.,
7_ Considera?Bo _ Este documento tem com ori,em, a necessidade, de que o
Supremo Tribunal Federal e o Consel)o 3a'ional de ;us5iça, reconheçam que ambos
s+o subordinados, um ao outro, de !orma /3D/0ET2, uma vez que, as respectivas
atribuições Constitucionais assim os colocam, uma vez que, T1D1S estão
subordinados, de forma D/0ET2, à Cons5i5uiç+o da República Federativa do Brasil e ao
Es5a5u5o da -a,is5ra5ura.
Quando então, apresento o documento C14 Considera?Nes sobre a Carta de
Inti)a?Bo nº 0>-*% - http://www.scribd.com/doc/30139997/CNJ-Consideracoes-sobre-a-
Carta-de-Ìntimacao-n%C2%BA-2304, onde estamos, mais uma *e4, reapresentando
considerações que sus5en5am a 'er5e4a de que o Conselho Nacional de Justiça tem a
25ribuiç+o de Fis'ali4ar o ;udi'i(rio Brasileiro, incluso o Supremo Tribunal Federal.
ConclsBo
Esperamos ter sido claro, e rico, o suficiente, para de forma inquestionável,
irrefutável, ter)os a!resentado a importância de que os Excelentíssimos "inistros do
Supremo Tribunal Federal, re'on)eçam Lue s+o -inis5ros 'omo LualLuer um ou5ro, e
que Esta Corte, n+o possui nenhum Órgão Jurídico, subordinado a LualLuer 1u5ra
Cor5e Brasileira, que são independentes, sob sua subordinaç+o dire5a, uma vez que,
T1D1 o ;udi'i(rio Brasileiro, esta, primeiramente, subordinado N Cons5i5uiç+o da
República Federativa do Brasil e ao Es5a5u5o da -a,is5ra5ura, quando então, afirmo sem
medo de errar, que a presumí*el subordinaç+o, esta atrelada a Atribuição do Supremo
Tribunal Federal de ,aran5ir a in5e,ridade e in5eire4a do Direito Constituído. Logo, esta
subordinação esta res5ri5a a 25os que *en)am a 2F0ED/0, de alguma forma, a
"inteireza do Direito Constituído¨, o que é e6er'ido de !orma indire5a.
Sob este aspecto, é imprescindível, quiçá visceral, que o Supremo Tribunal
Federal re'on)eça que seus Órgãos e seus Juízes, estBo sbordinados à Constituição
da República Federativa do Brasil, e ao Estatuto da Magistratura, de tal forma, ser
na5ural, que também es5eMam inseridos no Controle do Judiciário, efetuado pelo
Conselho Nacional de Justiça, sob as Obrigações e Deveres Ìnstitucionais e
Constitucionais.
Vale ressaltar que O Art. .->-3U E *º e) se IV - re!resentar ao Ministério
Público, no caso de cri)e contra a administração pública ou de abso de atoridade, de
forma clara e objetiva, coloca que o Conselho Nacional de Justiça deve atar e)
conKnto com o Ministério Público, sempre que ocorrer 'rime 'on5ra a adminis5raç+o
ou abuso de au5oridade. Algo, que somente, será possível, através de uma 2B28/2?Q1
sobre e 'om base no Direito Constituído pelo CNJ.

2Lui7 no*amen5e7 ')amo a a5enç+o para o !a5o7 'on're5o7
de Lue LualLuer de'is+o sem !undamen5aç+o inLues5ion(*el7
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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irre!u5(*el7 le,í5ima e le,al 5rans!orma o Tribunal em um br,+o
T0.C.8E3T17 uma *e4 Lue7 pode ser 'onsiderado um
Tribunal de E6'eç+o7 onde apenas se pra5i'ou7 ou se pra5i'a7
a5o de !orça#
Atenciosamente,
Plinio Marcos Moreira da Rocha
Tel. (21) 2542-7710
Penso, Não só EXISTO, -e F2?1 Presen5e
Analista de Sistemas, presumivelmente, 8nico Brasileiro OB/B, que mesmo não
tendo n')el su!erior co!leto (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre
completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de
Direito, te6e suas 'r4ticas inscritas na OP e QP e+ições +o ,r7mio I!!O%ARE, ambas calcadas
no AOS "/RH9IO que tem como premissa base o ,/RO CARER 9E O!TAS,
reconhecidas, e 9ECERI9AS pelo !onselho Aul1ador, conforme documento I11OVA#2 U)
3rasileiro CO"U" 1o "eio 4ridico II,
http://www.scribd.com/doc/46,HH1B2/)554;A.E-6m-"rasileiro-!4/6/-5o-/eio-
=uridico-))





Ane@o 3A82 I - Considerações Preceitos Fundamentais já
efetuadas

Segundo a CONSTÌTUÌÇÃO DA REPÚBLÌCA FEDERATÌVA DO BRASÌL DE 1988,
TÍTULO IV - Da Organização dos Poderes, CAPÍTULO III - DO PODER JUDÌCÌÁRÌO%
8e?Bo II - DO SUPREMO TRÌBUNAL FEDERAL; Art. .-0. Compete ao Supremo Tribunal
Federal, precipuamente, a garda da Constiti?Bo, cabendo-lhe: Ì - processar e julgar,
originariamente: r) as ações contra o Conselho Nacional de Justiça e contra o Conselho
Nacional do Ministério Público;

Acreditamos que nas 5ecisNes do Supremo Tribunal Federal, em que seja
possível a identificação de al,um *í'io, !al5a de !undamen5aç+o, ou mesmo,
!undamen5aç+o inadeLuada, esta Decisão deverá ser rea*aliada pelo próprio STF, onde
devemos ressaltar, Lue apenas o STF 5em o 'ond+o de 23.8207 ou 28TE0207 uma
sua De'is+o 2n5erior.

Portanto, não existe nenhum problema, na a*aliaç+o pelo C3; de reclamação
"em de!esa de Direi5o", "'on5ra ile,alidades", ou "abuso de poder" 'ome5idos por
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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-embros, individualmente ou coletivamente, do STF, uma vez que, esta reclamação,
tendo razoabilidade, será formalmente apresen5ada ao STF para rea*aliaç+o da
De'is+o, com as reformulações daquelas, que efetivamente, forem prementes e
necessárias.

Quando então, chamo sua atenção para o Documento Ratificacao de to Ao CNJ,
http://www.scribd.com/doc/8@18,-,/.ati%icacao-de-to-Ao-!5= , que relaciona algumas
situações, que supomos, pela ausên'ia de respos5a, serem 'on're5as.

O Art. .->-3 e) se E *º - em função do 'on5role da ata?Bo ad)inistratiIa e
financeira do Poder Judiciário e do 'umprimen5o dos deIeres fncionais dos juízes,
cabendo-lhe, além de outras atribuições que lhe forem conferidas pelo 2statto da
"agistratra;

Ge )ito be) !oderia ter sido escrito&
O Art. .->-3 e) se E *º - em função do

1. controle da atuação ad)inistratiIa do Poder Judiciário, cabendo-lhe, além de outras
atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura;

2. do controle da atuação financeira do Poder Judiciário, cabendo-lhe, além de outras
atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura;

3. do cumprimento dos deIeres fncionais dos juízes, cabendo-lhe, além de outras
atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura;

Acreditamos que o STF é parte in5e,ran5e do Poder ;udi'i(rio, bem como, que os
Excelentíssimos Ministros s+o 5ambGm ;uí4es, portanto, possuidores deveres funcionais,
entre os quais a subordinaç+o L Cons5i5uiç+o Federal e ao Es5a5u5o da -a,is5ra5ura.

O Art. .->-3U E *º e) se I - em função de Lelar pela au5onomia do Poder
2udici*rio e pelo c)!ri)ento do Estatuto da ?agistratura, podendo e@!edir atos
regulaentares, no âmbito de sua competência, ou reco)endar !ro)id/ncias;

Ge )ito be) !oderia ter sido escrito&
O Art. .->-3U E *º e) se I - em função de Lelar

1. pela au5onomia do Poder 2udici*rio, podendo e@!edir atos regulaentares, no
âmbito de sua competência, ou re'omendar !ro)id/ncias;

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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2. pelo c)!ri)ento do Estatuto da Magistratura, podendo e@!edir atos
regulaentares, no âmbito de sua competência, ou re'omendar !ro)id/ncias;

Acreditamos que os integrantes do STF, por serem ;uí4es, bem como, o próprio
STF, por ser, es!eci,icado Cons5i5u'ionalmen5e, in5e,ran5e do Poder Judiciário, es5+o
inseridos, na5uralmen5e, no 'on5e65o.

O Art. .->-3U E *º e) se II - Lelar pela obserIVncia do art. 37 e apreciar, de
ofício ou mediante provocação, a legalidade dos atos ad)inistratiIos praticados por
)e)bros o TrgBos do Poder 4diciSrio, podendo desconstitC-los, reIF-los ou fi@ar
!raLo para que se adotem as providências necessárias ao e@ato c)!ri)ento da lei,
sem prejuízo da competência do Tribunal de Contas da União;


Ge )ito be) !oderia ter sido escrito&
O Art. .->-3U E *º e) se II _ Lelar

1. pela obserIVncia do art. >/ (A administração pública direta e indireta de qualquer
dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá
aos princípios de legalidade% i)!essoalidade% )oralidade% !blicidade e eficiFncia
e, também, ao seginte:) podendo desconstitCr, reIer ou fi@ar !raLo para que se
adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei, sem prejuízo da
competência do Tribunal de Contas da União7 LualLuer a5o adminis5ra5i*o praticado
por membro ou órgão do Poder Judiciário.

2. a!reciando, de ofício ou mediante provocação, a legalidade dos atos
ad)inistratiIos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário, podendo
desconstitC-los, reIF-los ou fi@ar !raLo para que se adotem as providências
necessárias ao exato cumprimento da lei, sem prejuízo da competência do Tribunal de
Contas da União;

Acreditamos que os Excelentíssimos Ministros integrantes do STF, por serem
;uí4es, bem como, o próprio STF , por ser um br,+o, es!eci,icado
Cons5i5u'ionalmen5e, do Poder Judiciário, es5+o inseridos, na5uralmen5e, no
'on5e65o.

Quando então, ressal5o, que em meu entendimento, uma sen5ença é tambem um
a5o adminis5ra5i*o, constante dos de*eres !un'ionais dos ;u'$es.

O Art. .->-3U E *º e) se III - receber e con$ecer das recla)a?Nes contra
)e)bros ou TrgBos do Poder Judiciário, inclusive contra seus serviços auxiliares,
serventias e órgãos prestadores de serviços notariais e de registro que atuem por
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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delegação do poder público ou oficializados, sem prejuízo da competência disciplinar e
correicional dos tribunais, podendo a*o'ar processos disciplinares em curso e
de5erminar a remoç+o, a disponibilidade ou a aposen5adoria com subsídios ou
proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas,
asse,urada ampla defesa;

Ge )ito be) !oderia ter sido escrito&
O Art. .->-3U E *º e) se III

1. 0e'eber as recla)a?Nes contra membros ou órgãos do Poder Judiciário, inclusive
contra seus serviços auxiliares, serventias e órgãos prestadores de serviços notariais
e de registro que atuem por delegação do poder público ou oficializados, sem prejuízo
da competência disciplinar e correicional dos tribunais

2. Con)e'er das recla)a?Nes contra membros ou órgãos do Poder Judiciário,
inclusive contra seus serviços auxiliares, serventias e órgãos prestadores de serviços
notariais e de registro que atuem por delegação do poder público ou oficializados, sem
prejuízo da competência disciplinar e correicional dos tribunais

3. Podendo a*o'ar !rocessos disci!linares e curso

4. De5erminar a reo"ão

5. De5erminar a dis!oni(ilidade

6. De5erminar a a!osentadoria com subsídios

7. De5erminar a a!osentadoria proventos proporcionais ao tempo de serviço

8. 2pli'ar outras sanções administrativas

9. 2sse,urar ampla defesa;

Acreditamos que o STF é um Órgão, es!eci,icado Cons5i5u'ionalmen5e, do Poder
judiciário e que o Art. 5º =Todos são iguais !erante a lei, se distin"ão de #ual#uer
nature$a, garantindo-se aos (rasileiros e aos estrangeiros residentes no Pa's a
in)iola(ilidade do direito L )ida, L li(erdade, L igualdade, L seguran"a e L !ro!riedade,
nos teros seguintesV WWW/// - todos t/ direito a rece(er dos órgãos !0(licos
in,ora"9es de seu interesse !articular, ou de interesse coleti)o ou geral, #ue serão
!restadas no !ra$o da lei, so( !ena de res!onsa(ilidade, ressal)adas a#uelas cu;o sigilo
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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se;a i!rescind')el L seguran"a da sociedade e do EstadoZ WWW/B - são a todos
assegurados, inde!endenteente do !agaento de ta.asV a> o direito de !eti"ão aos
Poderes P0(licos e de,esa de direitos ou contra ilegalidade ou a(uso de !oderZ > nos
asse,ura a !reente, e necess*ria, a*aliaç+o, !elo CN2, de re'lamaç:es 'on5ra os
integrantes, ou eso, o !ró!rio STF#

O Art. .->-3U E *º e) se IV - re!resentar ao Ministério Público, no caso de
cri)e 'on5ra a administração pública ou de abso de autoridade;

Ge )ito be) !oderia ter sido escrito&
O Art. .->-3U E *º e) se IV - 0epresen5ar ao ?inist%rio P0(lico

J1 no caso de 'rime contra a adminis5raç+o p@bli'a]

E1 no caso de 'rime de abuso de autoridadeZ

Acreditamos que uma sentença n+o !undamen5ada, com !undamen5aç+o
inadeLuada, ou mesmo, com al,um *í'io, alem de agredir a própria Constituição,
tambem agride o Estatuto da Magistratura, configurando, e tipificando, de forma concreta,
e objetiva, um Crime abuso de au5oridade, algo #ue !ode ocorrer at% eso no
Su!reo Tri(unal Federal, que ressalto ser um dos, es!eci,icado Cons5i5u'ionalmen5e,
Ìntegrantes do Poder judiciário;

Atenciosamente,
Plinio Marcos Moreira da Rocha
Tel. (21) 2542-7710
Penso, Não só EXISTO, -e F2?1 Presen5e
Analista de Sistemas, presumivelmente, 8nico Brasileiro OB/B, que mesmo não
tendo n')el su!erior co!leto (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre
completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de
Direito, te6e suas 'r4ticas inscritas na OP e QP e+ições +o ,r7mio I!!O%ARE, ambas calcadas
no AOS "/RH9IO que tem como premissa base o ,/RO CARER 9E O!TAS,
reconhecidas, e 9ECERI9AS pelo !onselho Aul1ador, conforme documento I11OVA#2 U)
3rasileiro CO"U" 1o "eio 4ridico II,
http://www.scribd.com/doc/46,HH1B2/)554;A.E-6m-"rasileiro-!4/6/-5o-/eio-
=uridico-))


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Ane@o 3A82 II - Considera?Nes A5I >>+/ - 5< KS efetadas


Segundo na ADÌ >>+/ / DF - DÌSTRÌTO FEDERAL 3367 / DF - DÌSTRÌTO
FEDERAL - A9:O 5I#2TA 52 I1CO18TITUCIO1ALI5A52
Relator(a): Min. CEZAR PELUSO Julgamento: 13/04/2005
Órgão Julgador: Tribunal Pleno
Ementa
2"21TA8& ..
AÇÃO. Condição. Ìnteresse processual, ou de agir. Caracterização. Ação direta de
inconstitucionalidade. Propositura antes da publicação oficial da Emenda Constitucional nº
45/2004. Publicação superveniente, antes do julgamento da causa. Suficiência. Carência
da ação não configurada. Preliminar repelida. Ìnteligência do art. 267, VÌ, do CPC.
Devendo as condições da ação coexistir à data da sentença, considera-se presente o
interesse processual, ou de agir, em ação direta de inconstitucionalidade de Emenda
Constitucional que só foi publicada, oficialmente, no curso do processo, mas antes da
sentença. 2. ÌNCONSTÌTUCÌONALÌDADE. Ação direta. Emenda Constitucional nº
45/2004. Poder Judiciário. Conselho Nacional de Justiça. Ìnstituição e disciplina. Natureza
meramente administrativa. Órgão interno de controle administrativo, financeiro e
disciplinar da magistratura. Constitucionalidade reconhecida. Separação e independência
dos Poderes. História, significado e alcance concreto do princípio. Ofensa a cláusula
constitucional imutável (cláusula pétrea). Ìnexistência. Subsistência do núcleo político do
princípio, mediante preservação da função jurisdicional, típica do Judiciário, e das
condições materiais do seu exercício imparcial e independente. Precedentes e súmula
649. Ìnaplicabilidade ao caso. Ìnterpretação dos arts. 2º e 60, § 4º, ÌÌÌ, da CF. Ação julgada
improcedente. Votos vencidos. São constitucionais as normas que, introduzidas pela
Emenda Constitucional nº 45, de 8 de dezembro de 2004, instituem e disciplinam o
Conselho Nacional de Justiça, como órgão administrativo do Poder Judiciário nacional. 3.
PODER JUDÌCÌÁRÌO. Caráter nacional. Regime orgânico unitário. Controle administrativo,
financeiro e disciplinar. Órgão interno ou externo. Conselho de Justiça. Criação por
Estado membro. Ìnadmissibilidade. Falta de competência constitucional. Os Estados
membros carecem de competência constitucional para instituir, como órgão interno ou
externo do Judiciário, conselho destinado ao controle da atividade administrativa,
financeira ou disciplinar da respectiva Justiça. 9# P1DE0 ;.D/C/O0/1# Conselho
Nacional de 2usti"a1 [rgão de nature$a e.clusi)aente adinistrati)a1 Atri(ui"9es de
controle da ati)idade adinistrati)a, ,inanceira e disci!linar da agistratura1 Co!et/ncia
relati)a a!enas aos órgãos e ;u'$es situados, hierar#uicaente, a(ai.o do Su!reo
Tri(unal Federal1 Preein/ncia deste, coo órgão *.io do Poder 2udici*rio, so(re o
Conselho, cu;os atos e decis9es estão su;eitos a seu controle ;urisdicional1 Intelig/ncia
dos art1 JFE, ca!ut, inc1 I, letra QrQ, e \ XP, da CF1 O Conselho Nacional de 2usti"a n+o 5em
nen)uma 'ompe5ên'ia sobre o Su!reo Tri(unal Federal e seus inistros, sendo esse
o Rr,+o m(6imo do Poder ;udi'i(rio na'ional, a #ue a#uele est* su;eito1 5. PODER
JUDÌCÌÁRÌO. Conselho Nacional de Justiça. Competência. Magistratura. Magistrado
vitalício. Cargo. Perda mediante decisão administrativa. Previsão em texto aprovado pela
Câmara dos Deputados e constante do Projeto que resultou na Emenda Constitucional nº
45/2004. Supressão pelo Senado Federal. Reapreciação pela Câmara. Desnecessidade.
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Subsistência do sentido normativo do texto residual aprovado e promulgado (art. 103-B, §
4º, ÌÌÌ). Expressão que, ademais, ofenderia o disposto no art. 95, Ì, parte final, da CF.
Ofensa ao art. 60, § 2º, da CF. Não ocorrência. Argüição repelida. Precedentes. Não
precisa ser reapreciada pela Câmara dos Deputados expressão suprimida pelo Senado
Federal em texto de projeto que, na redação remanescente, aprovada de ambas as
Casas do Congresso, não perdeu sentido normativo. 6. PODER JUDÌCÌÁRÌO. Conselho
Nacional de Justiça. Membro. Advogados e cidadãos. Exercício do mandato. Atividades
incompatíveis com tal exercício. Proibição não constante das normas da Emenda
Constitucional nº 45/2004. Pendência de projeto tendente a torná-la expressa, mediante
acréscimo de § 8º ao art. 103-B da CF. Ìrrelevância. Ofensa ao princípio da isonomia. Não
ocorrência. Ìmpedimentos já previstos à conjugação dos arts. 95, § único, e 127, § 5º, ÌÌ,
da CF. Ação direta de inconstitucionalidade. Pedido aditado. Ìmprocedência. Nenhum dos
advogados ou cidadãos membros do Conselho Nacional de Justiça pode, durante o
exercício do mandato, exercer atividades incompatíveis com essa condição, tais como
exercer outro cargo ou função, salvo uma de magistério, dedicar-se a atividade político-
partidária e exercer a advocacia no território nacional.


5ecisBo
O Tribunal, por unanimidade, a!as5ou o )'cio ,oral de in'ons5i5u'ionalidade da
Emenda Constitucional nº 45/2004, como também n+o 'on)e'eu da aç+o #uanto ao § 8º
do artigo 125. No mérito, o Tribunal, por maioria, Mul,ou totalente impro'eden5e a
aç+o% vencidos o Senhor Ministro Marco Aurélio, que a julgava integralmente procedente;
a Senhora Ministra Ellen Gracie e o Senhor Ministro Carlos Velloso, que julgavam
parcialmente procedente a ação para declarar a inconstitucionalidade dos incisos X, XÌ,
XÌÌ e XÌÌÌ do artigo 103-B, acrescentado pela emenda constitucional; e o Ministro
Sepúlveda Pertence, que a julgava procedente, em menor extensão, dando pela
inconstitucionalidade somente do inciso XÌÌÌ do caput do artigo 103-B.Votou o Presidente,
Ministro Nelson Jobim. Falaram, pela requerente, o Dr. Alberto Pavie Ribeiro, pela
Advocacia-Geral da União, o Dr. Álvaro Augusto Ribeiro Costa e, pelo Ministério Público
Federal, o Dr. Cláudio Lemos Fonteles, Procurador-Geral da República. Plenário,
13.04.2005.
Concorda)os com o colocado no ite) *, da ementa acima listada, que nos
apresenta "O Conselho Nacional de 2usti"a n+o 5em nen)uma 'ompe5ên'ia so(re o
Su!reo Tri(unal Federal e seus inistros4.
Contudo discorda)os do também colocado no mesmo item anteriormente citado, que
nos apresenta Csendo esse o Rr,+o m(6imo do Poder 2udici*rio nacional, a #ue a#uele
est* su;eito4,
AC#25ITA"O8 que em e6is5indo alguma decisão n+o !undamen5ada, com
!undamen5aç+o inadeLuada, ou mesmo, al,um *í'io, CA&E ao Conselho Nacional de
2usti"a, apresen5ar ao Su!reo Tri(unal Federal, com a própria razoabilidade, a questão,
de tal forma, ser premente, e necessária, a reavaliação da 5ecisBo Anterior, uma vez
que, apenas o Supremo Tribunal Federal tem o condBo de Confir)ar% A1ULA#, ou
ALT2#A#, uma sa Decisão Anterior, como já foi colocado pelo então, Excelentíssimo
Presidente do STF e atual Ministro da Defesa.
Portanto, reafirmo, que a a*aliaç+o7 pelo CNJ, de De'is:es do STF, relativas
'on5role da atua"ão adminis5ra5i*a e !inan'eira do Poder Judiciário e do 'umprimen5o
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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dos de*eres !un'ionais dos ;u'$es, cabendo-lhe, além de outras atribuições que lhe
,ore con,eridas !elo Es5a5u5o da -a,is5ra5ura, em )ipR5ese al,uma pode, e deve, ser
reconhecidas como subordinaç+o do STF ao C3;, pelo contrário, as mesmas
necessariamente podem, e de*em, ser reconhecidas como subordinaç+o do STF, e do
C3;, L Cons5i5uiç+o da Re!0(lica Federati)a do &rasil de JHMM, e ao Es5a5u5o da
-a,is5ra5ura, onde as premissas base deste último, são Constitucionais, da qual ressalto
o 2r5i,o % de Nossa Constituição.
Art. ,>. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o
Estatuto da Magistratura, observado os seguintes princípios: IX todos os ;ulgaentos dos
órgãos do Poder 2udici*rio serBo !Yblicos, e !undamen5adas 5odas as de'is:es, sob
pena de nulidade, podendo a lei limitar a presença, em determinados atos, às próprias
partes e a seus advogados, ou somente a estes, em casos nos quais a preservação do
direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à
informação;
Atenciosamente,
Plinio Marcos Moreira da Rocha
Tel. (21) 2542-7710
Penso, Não só EXISTO, -e F2?1 Presen5e
Analista de Sistemas, presumivelmente, 8nico Brasileiro OB/B, que mesmo não
tendo n')el su!erior co!leto (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre
completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de
Direito, te6e suas 'r4ticas inscritas na OP e QP e+ições +o ,r7mio I!!O%ARE, ambas calcadas
no AOS "/RH9IO que tem como premissa base o ,/RO CARER 9E O!TAS,
reconhecidas, e 9ECERI9AS pelo !onselho Aul1ador, conforme documento I11OVA#2 U)
3rasileiro CO"U" 1o "eio 4ridico II,
http://www.scribd.com/doc/46,HH1B2/)554;A.E-6m-"rasileiro-!4/6/-5o-/eio-
=uridico-))

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Ane@o 3A82 III - Considerações sobre o Regimento Ìnterno do
CNJ

http://www.cnj.jus.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5110&Ìtemid=685
(Emenda Regimental n° 1, de 9 de março de 2010, que alterou o Regimento Ìnterno do
Conselho Nacional de Justiça - Publicado no DJ-e, n° 60/2010, de 5 de abril de 2010, p. 2-
6.)

343567 I
D7 C781E697 8ACI78A6 DE +513I:A
CAP43567 I
DA1 DI1P71I:;E1 <E=AI1
,rt( 1E 7 Consel(o 8acional de +usti&a - C8+> instalado no dia ?4 de @un(o de ABBC>
)r*o do Poder +udiciário com atua&*o em todo o territ)rio nacional> com sede em
0rasDlia-DE> comp'e-se de Fuinze mem!ros> nos termos do art( 10BF da Constituiç+o
8ederal.
Art. Aº Interam o C8+G
I o !len-rioH
II a !resid6nciaH
III a Corregedoria Nacional de JustiçaH
I, - os Consel(eirosH
, - as Comiss'esH
,I - a 1ecretaria-<eralH
,II - o Departamento de PesFuisas +udiciárias -DP+H
KIIIL - o Departamento de Monitoramento e Eiscaliza&*o do 1istema Carcerário e do
1istema de E%ecu&*o de Medidas 1ocioeducativas -DME.
LRedaç+o dada pela Emenda =eimental n. B?I?B
I- - a 7uvidoria.

2inhas Consideraç1es 3
7 Plenário> a Presidência e a Correedoria 8acional de +usti&a> têm> efetivamente>
!ersonalidades Jur9dicas> di/erentes> e por isso> com Atri!ui&'es> e
=esponsa!ilidades> EMCD>*IK,*> sem qualquer .inculaç+o 9ierárFuica> ou Euncional>
e%ce&*o feita> ao fato de Fuer =I#I* est+o su"ordinados diretamente J Constitui&*o
da =ep.!lica Eederativa do 0rasil> promulada em ?KLL.

CAP43567 II
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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#I !DENNRII
1e&*o I
Das Disposi&'es <erais
,rt( BE 7 !len-rio do CNJ> seu :rg+o m-4imo> / constituDdo por todos os Consel(eiros
empossados e se re.ne validamente com a presen&a de no mDnimo dez M?BN de seus
interantes.
Parárafo .nico. 7 Procurador-<eral da =ep.!lica e o Presidente do Consel(o Eederal da
7rdem dos Advoados do 0rasil - 7A0 oficiar*o perante o Plenário> podendo usar da
palavra.
1e&*o II
#a Com'et6ncia do !len-rio
,rt( GE Ao !len-rio do CNJ compete o controle da atuaç+o administrativa e financeira
do Poder +udiciário e do cum'rimento dos de.eres /uncionais dos maistrados>
ca!endo-l(e> al/m de outras atri!ui&'es Fue l(e forem conferidas pelo Estatuto da
Maistratura> o seuinteG
I ;elar pela autonomia do !oder Judici-rio e pelo cum'rimento do Estatuto da
2agistratura> podendo e%pedir atos reulamentares> no "m!ito de sua competência> ou
recomendar providênciasH

2inhas Consideraç1es 3
7 Plenário do Consel(o 8acional de +usti&a> como Org+o 2-4imo do CNJ> deve
PED,R pela ,utonomia do !oder Judici-rio e pelo Cum'rimento do Estatuto da
2agistratura.
Ouando ent*o> ressalto Fue a 8undamentaç+o *u/iciente> / !receito
8undamental da criaç+o do Estatuto da Maistratura M,rt( 9B a!ai%o reproduzidoN loo>
esta ricamente> e claramente> especificado> Fue pode> e deve> efetuar a.aliaç+o da
8undamentaç+o> muito em!ora> n+o lhe se<a 'ermitido a a.aliaç+o do 20rito>
e%ce&*o feita> Fuando desta a.aliaç+o> / concluDdo pela sua N>DI#,#E, parcial ou n*o>
raz*o pela Fual> a 8undamentaç+o deve ser CIRRIJI#, e J Conclus*o ,J>*=,#,.
2r5# %1 8ei co!leentar, de iniciati)a do Su!reo Tri(unal Federal, dis!or* so(re o
Estatuto da ?agistratura, o(ser)ado os seguintes !rinc'!iosV /W todos os ;ulgaentos dos
órgãos do Poder 2udici*rio ser+o p@bli'os, e !undamen5adas 5odas as de'is:es, so(
!ena de nulidade, !odendo a lei liitar a !resen"a, e deterinados atos, Ls !ró!rias
!artes e a seus ad)ogados, ou soente a estes, e casos nos #uais a !reser)a"ão do
direito L intiidade do interessado no sigilo não !re;udi#ue o interesse !0(lico L
in,ora"ãoZ
II ;elar pela o"ser.5ncia do art( BC da Constituiç+o 8ederal e a'reciar> de ofDcio
ou mediante provoca&*o> a legalidade dos atos administrati.os praticados por
mem!ros ou )r*os do Poder +udiciário> podendo desconstitu9los> re.6los ou /i4ar
'ra;o para Fue se adotem as 'ro.id6ncias necess-rias ao e4ato cum'rimento da
lei> sem pre@uDzo da competência do 3ri!unal de Contas da 5ni*o e dos 3ri!unais de
Contas dos EstadosH
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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2inhas Consideraç1es 3
7 Plenário do Consel(o 8acional de +usti&a> como Org+o 2-4imo do CNJ> deve
PED,R pela o"ser.5ncia do art( BC da Constituiç+o 8ederal MA adinistra"ão !0(lica
direta e indireta de #ual#uer dos Poderes da 7nião, dos Estados, do Distrito Federal e
dos ?unic'!ios o(edecer* aos !rinc'!ios de le,alidade, impessoalidade, moralidade,
publi'idade e e!i'iên'ia e, ta(%, ao seguinte N.

Ouando ent*o> ressalto Fue em sendo verificada 8undamentaç+o Insu/iciente>
,us6ncia de 8undamentaç+o> ou mesmo> qualquer .9cio> o Plenário poderá
desconstitu9la> re.6la ou /i4ar 'ra;o para Fue se adotem as 'ro.id6ncias
necess-rias ao e4ato cum'rimento da lei(

III rece"er as reclamaç1es> e delas conhecer> contra mem"ros ou :rg+os do
Poder +udiciário> inclusive contra seus servi&os au%iliares> serventias e )r*os prestadores
de servi&os notariais e de reistro Fue atuem por delea&*o do poder p.!lico ou
oficializados> sem pre@uDzo da competência disciplinar e correicional concorrente dos
3ri!unais> decidindo pelo arqui.amento ou instauraç+o do procedimento disciplinarH

2inhas Consideraç1es 3
7 Plenário do Consel(o 8acional de +usti&a> como Org+o 2-4imo do CNJ>
rece"er as reclamaç1es> e delas conhecer> contra mem"ros ou :rg+os do Poder
+udiciário> decidindo pelo arqui.amento ou instauraç+o do procedimento disciplinarH

Ouando ent*o> ressalto Fue em (avendo aluma reclama&*o> ca"er- ao !len-rio a
a.aliaç+o do 2QRI=I> raz*o pela Fual> ao 2inistroCorregedor do CNJ> com'ete>
apenas e t*o somente> a a.aliaç+o 'ara a de.ida /ormali;aç+o> desde Fue em
possi!ilidade> pelo entendimento> pela clareza> pela o!@etividade> da demanda
suscitada.

K 'ro'or a reali;aç+o pelo Correedor 8acional de +usti&a de correiç1es> ins'eç1es
e sindic5ncias em varas> =ri"unais> serventias @udiciais e servi&os notariais e de
reistroH

2inhas Consideraç1es 3
7 Plenário do Consel(o 8acional de +usti&a> como Org+o 2-4imo do CNJ>
'ro'1e Fuando entender necessário a inter.enç+o em Pr*os do Poder +udiciário>
atra.0s do E%celentDssimo Ministro-Correedor do C8+H

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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KI <ulgar os 'rocessos disci'linares reularmente instaurados contra
magistrados> podendo determinar a remoç+o> a dis'oni"ilidade ou a
a'osentadoria com su!sDdios ou proventos proporcionais ao tempo de servi&o e a'licar
outras sanç1es administrativas previstas em lei complementar ou neste =eimento>
asseurada a ampla defesaH

2inhas Consideraç1es 3
7 Plenário do Consel(o 8acional de +usti&a> como Org+o 2-4imo do CNJ> <ulga
os 'rocessos disci'linares contra maistradosH
6oo> sem o Ministro do 1upremo 3ri!unal Eederal> em essência> um Maistrado> o
mesmo deve ser @ulado pelo Plenário do Consel(o 8acional de +usti&a.

KII encaminhar 'eças ao Minist/rio P.!lico> a qualquer momento ou /ase do
processo administrativo> Fuando .eri/icada a ocorr6ncia de qualquer crime> ou
re'resentar 'erante ele nos casos de crime contra a administraç+o '?"lica> de
crime de a"uso de autoridade ou nos casos de im'ro"idade administrati.aH

2inhas Consideraç1es 3
7 Plenário do Consel(o 8acional de +usti&a> como Org+o 2-4imo do CNJ> <ulga
os 'rocessos disci'linares contra maistradosH
Ao identi/icar> em FualFuer momento> do processo administrativo> a ocorr6ncia de
qualquer crime encaminhar 'eças ao Minist/rio P.!lico> ou re'resentar 'erante o
2inist0rio !?"lico nos casos de crime contra a administraç+o '?"lica> de crime de
a"uso de autoridade ou nos casos de im'ro"idade administrati.a.
6oo> se alum 2em"ro do Ministro do 1upremo 3ri!unal Eederal> isolado ou
coletivamente> cometer algum crime> o Consel(o 8acional de +usti&a> 'oder-> de.er->
avaliar atrav/s de Processo Administrativo o fato> de tal forma> Fue se@a possDvel> no
mDnimo> entender Fue crime no e4erc9cio da magistratura> tem que ser o"<eto de
'rocesso administrati.o> podendo a partir dele> ser iniciado processo criminal pelo
Minist/rio P.!lico.

IM re'resentar ao Minist/rio P.!lico para 'ro'ositura de aç+o ci.il para a
decreta&*o da 'erda do caro ou da cassaç+o da aposentadoriaH

2inhas Consideraç1es 3
7 Plenário do Consel(o 8acional de +usti&a> como Org+o 2-4imo do CNJ> <ulga
os 'rocessos disci'linares contra maistradosH
Ao identi/icar> em FualFuer momento> do processo administrativo> a ocorr6ncia de
qualquer crime encaminhar 'eças ao Minist/rio P.!lico> ou re'resentar 'erante o
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2inist0rio !?"lico nos casos de crime contra a administraç+o '?"lica> de crime de
a"uso de autoridade ou nos casos de im'ro"idade administrati.a.
6oo> se alum 2em"ro do Ministro do 1upremo 3ri!unal Eederal> isolado ou
coletivamente> cometer algum crime> o Consel(o 8acional de +usti&a> 'oder-> de.er->
avaliar atrav/s de Processo Administrativo o fato> de tal forma> Fue se@a possDvel> no
mDnimo> entender Fue crime no e4erc9cio da magistratura> tem que ser o"<eto de
'rocesso administrati.o> podendo a partir dele> ser iniciado processo criminal pelo
Minist/rio P.!lico.
3endo em vista> a gra.idade do /ato> Fue / ato criminoso no e4erc9cio da
magistratura> poderá> deverá> pelo Consel(o 8acional de +usti&a> ser garantida o
'leno cum'rimento da Dei> em seu 'rimeiro e/eito> Fue / a pr)pria 'uniç+o> Fue a
mesma deva ser completada pelo a/astamento do cargo> e pela n+o remuneraç+o.

MK requisitar das autoridades fiscais> monetárias e de outras autoridades
competentes in/ormaç1es> e4ames> 'er9cias ou documentos, sigilosos ou n+o>
im'rescind9.eis ao esclarecimento de processos ou procedimentos de sua
competência su!metidos J sua aprecia&*oH

2inhas Consideraç1es 3
7 Plenário do Consel(o 8acional de +usti&a> como Org+o 2-4imo do CNJ> <ulga
os 'rocessos disci'linares contra maistradosH
3endo em vista> a gra.idade do /ato> Fue / ato criminoso no e4erc9cio da
magistratura> poderá> deverá> ao Consel(o 8acional de +usti&a> ser garantido o acesso
a FualFuer informa&*o necessária> para a am'la a.aliaç+o do fato.
Alo Fue nos apresenta a certe;aG QI que esta no 2undo, 'elo menos
<ur9dico, de.e estar no !rocessoX.
Afinal> desta certeza> de'ende a a.aliaç+o meritocr-tica da atenuaç+o> ou
agra.aç+o> do crime> Fue resultará a puni&*o com maior> ou menor> pena.

MMK resol.er as d?.idas Fue forem su!metidas pela Presidência ou pelos Consel(eiros
so!re a inter'retaç+o e a e4ecuç+o do =eimento ou das =esolu&'es> podendo editar
Enunciados interpretativos com for&a normativaH

2inhas Consideraç1es 3
7 Plenário do Consel(o 8acional de +usti&a> como Org+o 2-4imo do CNJ>
Resol.e qualquer d?.ida relacionada ao =eimento> ou das =esolu&'es> sendo portanto
o QInstrumento Jur9dicoX Fue eliminará FualFuer Qim'asse <ur9dicoX suscitado.
Ouando> ent*o> c(amamos> a aten&*o> para o fato> o!@etivo e concreto> de Fue esta
peti&*o> / diretamente> um QRuest+o de IrdemX relacionada a su"miss+o 'elo
Consel(o 8acional de +usti&a> da conclus+o proferida pelo 1upremo 3ri!unal Eederal> ao
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a.aliar a ,#I BB$C % #8> uma vez Fue> esta im'regnada de presun&oso> pretensioso>
arroante> a!ominável> indecente> imoral> ileDtimo> e ileal> QachismoX.
Afinal> a tese de Fue o Consel(o 8acional de +usti&a> Constitucionalmente> tem
com'et6ncia para EI1CA6IRA= o Poder +udiciário> e4cetuandose os Mem!ros e
Pr*os do 1upremo 3ri!unal Eederal> / por si s)> uma Q"ar"-rie <ur9dicaX.
6oo> a a.aliaç+o desta situaç+o> aFui colocada como 'resum9.el d?.ida> pelo
Plenário do Consel(o 8acional de +usti&a> com o :".io im'edimento> ou sus'eiç+o> de
seu Presidente / premente> necessária> quiç- .isceral.

MMKII a'reciar os 'edidos de providências para garantir a 'reser.aç+o de sua
com'et6ncia ou a autoridade das suas decis1esH

2inhas Consideraç1es 3
7 Plenário do Consel(o 8acional de +usti&a> como Org+o 2-4imo do CNJ>
Resol.e qualquer d?.ida relacionada ao =eimento> ou das =esolu&'es> sendo portanto
o QInstrumento Jur9dicoX Fue eliminará FualFuer Qim'asse <ur9dicoX suscitado.
Ouando> ent*o> c(amamos> a aten&*o> para o fato> o!@etivo e concreto> de Fue esta
peti&*o> / diretamente> um QRuest+o de IrdemX relacionada a su"miss+o 'elo
Consel(o 8acional de +usti&a> da conclus+o proferida pelo 1upremo 3ri!unal Eederal> ao
a.aliar a ,#I BB$C % #8> uma vez Fue> esta im'regnada de presun&oso> pretensioso>
arroante> a!ominável> indecente> imoral> ileDtimo> e ileal> QachismoX.
Afinal> a tese de Fue o Consel(o 8acional de +usti&a> Constitucionalmente> tem
com'et6ncia para EI1CA6IRA= o Poder +udiciário> e4cetuandose os Mem!ros e
Pr*os do 1upremo 3ri!unal Eederal> / por si s)> uma Q"ar"-rie <ur9dicaX.
6oo> a a'reciaç+o> pelo Plenário do Consel(o 8acional de +usti&a> do pedido de
declaraç+o da N>DI#,#E da decis*o proferida pelo 1upremo 3ri!unal Eederal Fuando
da a.aliaç+o da ,#I BB$C % #8> com o intuito de arantir a preserva&*o de sua
competência> com o :".io im'edimento> ou sus'eiç+o> de 1eu Presidente> /
premente> necessária> Fui&á visceral.

CAP43567 I,
#, CIRREJE#IRI, N,CIIN,D #E J>*=IS,
1e&*o I
Das Disposi&'es <erais

,rt( CE A Correedoria 8acional de +usti&a> )r*o do C8+> será diriida pelo Correedor
8acional de +usti&a> cu@a fun&*o será e%ercida pelo Ministro do 1uperior 3ri!unal de
+usti&a> Fue ficará e%cluDdo da distri!ui&*o de processos @udiciais no "m!ito do seu
3ri!unal.
!ar-gra/o ?nico( A Correedoria 8acional de +usti&a terá uma 1ecretaria> diriida por um
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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C(efe e encarreada de e%ecutar os servi&os de apoio ao a!inete do Correedor 8acional
de +usti&a> e uma Assessoria> coordenada por um Assessor C(efe indicado pelo
Correedor 8acional de +usti&a entre os maistrados reFuisitados> para au%Dlio t/cnico Js
suas manifesta&'es.

2inhas Consideraç1es 3
A Correedoria 8acional de +usti&a> al/m de> efetivamente ter> !ersonalidade
Jur9dica> !r:'ria> possui estrutura tam!/m 'r:'ria> alo Fue ratifica sua
Inde'end6ncia Administrativa e Euncional.

1e&*o II
#as ,tri"uiç1es do Corregedor Nacional de Justiça

,rt( HE Com'ete ao Correedor 8acional de +usti&a> al/m de outras atri!ui&'es Fue l(e
forem conferidas pelo Estatuto da MaistraturaG
I rece"er as reclama&'es e den.ncias de FualFuer interessado relativas aos
maistrados e 3ri!unais e aos servi&os @udiciários au%iliares> serventias> )r*os
prestadores de servi&os notariais e de reistro> determinando o arFuivamento sumário
das anTnimas> das 'rescritas e daFuelas Fue se apresentem mani/estamente
im'rocedentes ou des'idas de elementos m9nimos para a sua compreens*o> de
tudo dando ciência ao reclamanteH

2inhas Consideraç1es 3
7 Plenário do Consel(o 8acional de +usti&a> como Org+o 2-4imo do CNJ> deve
rece"er as reclamaç1es> e delas conhecer> contra mem"ros ou :rg+os do Poder
+udiciário> decidindo pelo arqui.amento ou instauraç+o do procedimento disciplinarH

Ouando ent*o> ressalto Fue em (avendo aluma reclama&*o> ca"er- ao !len-rio a
a.aliaç+o do 2QRI=I> raz*o pela Fual> ao 2inistroCorregedor do CNJ> com'ete>
apenas e t*o somente> a a.aliaç+o 'ara a de.ida /ormali;aç+o> desde Fue em
'ossi"ilidade> pelo entendimento> pela clareza> pela o!@etividade> da demanda
suscitada.

II determinar o processamento das reclama&'es Fue atendam aos requisitos de
admissi"ilidade> arFuivando-as Fuando o fato n*o constituir infra&*o disciplinarH

2inhas Consideraç1es 3

Ouando ent*o> RE,8IR2I Fue em (avendo aluma reclama&*o> ca"er- ao
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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!len-rio a a.aliaç+o do 2QRI=I> raz*o pela Fual> ao 2inistroCorregedor do CNJ>
com'ete> apenas e t*o somente> a a.aliaç+o 'ara a de.ida /ormali;aç+o> desde Fue
em 'ossi"ilidade> pelo entendimento> pela clareza> pela o!@etividade> da demanda
suscitada.

III instaurar sindic5ncia ou 'ro'or> desde loo> ao Plenário a instauraç+o de
'rocesso administrativo disciplinar> Fuando (ouver indDcio suficiente de infra&*oH

2inhas Consideraç1es 3

Ouando ent*o> RE,8IR2I Fue em (avendo aluma reclama&*o> ca"er- ao
!len-rio a a.aliaç+o do 2QRI=I> raz*o pela Fual> ao 2inistroCorregedor do CNJ>
com'ete> apenas e t*o somente> a a.aliaç+o 'ara a de.ida /ormali;aç+o> desde Fue
em 'ossi"ilidade> pelo entendimento> pela clareza> pela o!@etividade> da demanda
suscitada> podendo encaminh-la> com sindic"ncia instaurada> ou mesmo> com a
pr)pria proposta de instaura&*o de inFu/rito> portanto> rati/icando contundentemente
sua necessidade> !em como> e%ce&*o Js Fue n*o atendam ao reFuisitos mDnimos de
admissi!ilidade> =I#,* de.er+o ser encamin(adas ao Plenário do C8+.

IK 'romo.er ou determinar a realiza&*o de sindic5ncias> ins'eç1es e correiç1es>
Fuando (ouver /atos gra.es ou rele.antes Fue as @ustifiFuem> desde loo
determinando as medidas Fue se mostrem necessárias> urentes ou adeFuadas> ou
'ro'ondo ao !len-rio a ado&*o das medidas Fue l(e pare&am suficientes a suprir as
necessidades ou deficiências constatadasH

2inhas Consideraç1es 3

Ouando ent*o> ressalto> Fue> em meu empDrico entendimento> uma Decis*o sem
8undamentaç+o> suficiente ou n*o> ou mesmo> so" a 0gide de processo Q.iciadoX>
de.e ser enFuadrada com /ato gra.e> ou rele.ante> e por isso> deve ser 'ro'osto ao
Plenário> a declara&*o de sua nulidade e a sua imediata Re.is+o +urisdicional> pelo
Plenário.

MI 'ro'or ao Plenário do C8+ a e%pedi&*o de recomenda&'es e a edi&*o de atos
reulamentares Fue assegurem a autonomia> a transparência e a eficiência do Poder
+udiciário e o cum'rimento do Estatuto da MaistraturaH

2inhas Consideraç1es 3

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
Página 145 de 217
Ouando ent*o> ressalto> Fue> em meu empDrico entendimento> este reFuerimento>
tem o o!@etivo> de provocar> pelo Plenário do Consel(o 8acional de +usti&a> a re.is+o de
su"ordinaç+o do Consel(o 8acional de +usti&a> J indecorosa C"ar"-rie
JurisdicionalX> de Fue> o 1upremo 3ri!unal Eederal> em!ora> Constitucionalmente>
integrante do Poder +udiciário> n+o o integra> Inconstitucionalmente> Fuando o
enfoFue for a 8iscali;aç+o do Poder +udiciário pelo Consel(o 8acional de +usti&a.

Alo> Fue de forma contundente> irrefutável e inFuestionável> restringe> em
con.eni6ncia> por puro cor'orati.ismo> ou mesmo pura ignor5ncia <ur9dica> sua
autonomia.

MIII dirigirse> no Fue diz respeito Js mat/rias de sua com'et6ncia> Js autoridades
@udiciárias e administrativas e aos )r*os ou Js entidades> assinando a respectiva
correspondênciaH

2inhas Consideraç1es 3
Isto> rati/ica> nosso empDrico entendimento de Fue> o Plenário> a Presidência e a
Correedoria 8acional de +usti&a> têm> efetivamente> !ersonalidades Jur9dicas>
di/erentes> e por isso> com Atri!ui&'es> e =esponsa!ilidades> EMCD>*IK,*> sem
qualquer .inculaç+o 9ierárFuica> ou Euncional> e%ce&*o feita> ao fato de Fuer =I#I*
est+o su"ordinados diretamente J Constitui&*o da =ep.!lica Eederativa do 0rasil>
promulada em ?KLL.


Atenciosamente,
Plinio Marcos Moreira da Rocha
Tel. (21) 2542-7710
Penso, Não só EXISTO, -e F2?1 Presen5e
Analista de Sistemas, presumivelmente, 8nico Brasileiro OB/B, que mesmo não
tendo n')el su!erior co!leto (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre
completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de
Direito, te6e suas 'r4ticas inscritas na OP e QP e+ições +o ,r7mio I!!O%ARE, ambas calcadas
no AOS "/RH9IO que tem como premissa base o ,/RO CARER 9E O!TAS,
reconhecidas, e 9ECERI9AS pelo !onselho Aul1ador, conforme documento I11OVA#2 U)
3rasileiro CO"U" 1o "eio 4ridico II,
http://www.scribd.com/doc/46900172/ÌNNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-Meio-
Juridico-ÌÌ
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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8T<
decreta
a
<alFncia
do
2stado
3rasileiro
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Plinio "arcos "oreira da #oc$a O!linio)arcos)rPg)ail.co)Q
8T< decreta a <alFncia do 2stado 3rasileiro
Plinio "arcos "oreira da #oc$a O!linio)arcos)rPterra.co).brQ
07 de otbro de
0-.. -0&.+
Responder a: pliniomarcosmr@gmail.com
Para: felipe.cavalcanti@cnj.jus.br, julia.perez@cnj.jus.br, ana.baker@cnj.jus.br, francisca.filha@cnj.jus.br,
sandra.santos@cnj.jus.br, joselia.silva@cnj.jus.br, marcelo.neves@cnj.jus.br, renata.guerra@cnj.jus.br,
marilene.polastro@cnj.jus.br, mariana.moraes@cnj.jus.br, paula.sousa@cnj.jus.br, ines.porto@cnj.jus.br,
roberto.filho@cnj.jus.br, rosangela.luiz@cnj.jus.br, pliniomarcosmr@gmail.com, cidhoea@oas.org, cojef
<cojef@trf1.gov.br>, coordenadoriajefs <coordenadoriajefs@trf2.gov.br>, cordjef3 <cordjef3@trf3.gov.br>,
cojef <cojef@trf4.gov.br>, "coordenadoria.jef" <coordenadoria.jef@trf5.gov.br>, secretaria
<secretaria@ajufe.org.br>, "secretaria.turma" <secretaria.turma@cjf.gov.br>, presidente
<presidente@trf1.gov.br>, vipre <vipre@trf1.gov.br>, corregedor-geral <corregedor-geral@trf1.gov.br>,
secad <secad@ac.trf1.gov.br>, 01vara <01vara@ac.trf1.gov.br>, 02vara <02vara@ac.trf1.gov.br>, 03vara
<03vara@ac.trf1.gov.br>, 01j efciv <01jefciv@ac.trf1.gov.br>, "turma.recursal"
<turma.recursal@ac.trf1.gov.br>, 01gabju <01gabju@ap.trf1.gov.br>, 01vara <01vara@ap.trf1.gov.br>,
02gabju <02gabju@ap.trf1.gov.br>, 02vara <02vara@ap.trf1.gov.br>, 01jefcivel <01jefcivel@ap.trf1.gov.br>,
01vara <01vara@am.trf1.gov.br>, 02vara <02vara@am.trf1.gov.br>, 03vara <03vara@am.trf1.gov.br>,
04vara <04vara@am.trf1.gov.br>, 05vara <05vara@am.trf1.gov.br>, turmarecursal
<turmarecursal@am.trf1.gov.br>, jef <jef@am.trf1.gov.br>, "01vara.tbt" <01vara.tbt@am.trf1.gov.br>,
01gabju <01gabju@ba.trf1.gov.br>, 01gajus <01gajus@ba.trf1.gov.br>, 02gabju <02gabju@ba.trf1.gov.br>,
02gajus <02gajus@ba.trf1.gov.br>, 03gabju <03gabju@ba.trf1.gov.br>, 03gajus <03gajus@ba.trf1.gov.br>,
04gabju <04gabju@ba.trf1.gov.br>, 04gajus <04gajus@ba.trf1.gov.br>, 05gabju <05gabju@ba.trf1.gov.br>,
05gajus <05gajus@ba.trf1.gov.br>, 06gabju <06gabju@ba.trf1.gov.br>, 06gajus <06gajus@ba.trf1.gov.br>,
07 gabju <07gabju@ba.trf1.gov.br>, 07gajus <07gajus@ba.trf1.gov.br>, 08gabju <08gabju@ba.trf1.gov.br>,
08gajus <08gajus@ba.trf1.gov.br>, 09gabju <09gabju@ba.trf1.gov.br>, 09gajus <09gajus@ba.trf1.gov.br>,
10gabju <10gabju@ba.trf1.gov.br>, 10gajus <10gajus@ba.trf1.gov.br>, 11gabju <11gabju@ba.trf1.gov.br>,
11gajus <11gajus@ba.trf1.gov.br>, 12gabju <12gabju@ba.trf1.gov.br>, 12gajus <12gajus@ba.trf1.gov.br>,
13gabj u <13gabju@ba.trf1.gov.br>, 13gajus <13gajus@ba.trf1.gov.br>, 14gabju <14gabju@ba.trf1.gov.br>,
14gajus <14gajus@ba.trf1.gov.br>, 15gabju <15gabju@ba.trf1.gov.br>, 15gajus <15gajus@ba.trf1.gov.br>,
16gabju <16gabju@ba.trf1.gov.br>, 16gajus <16gajus@ba.trf1.gov.br>, 17gabju <17gabju@ba.trf1.gov.br>,
17gajus <17gajus@ba.trf1.gov.br>, 18gabju <18gabju@ba.trf1.gov.br>, 18gajus <18gajus@ba.trf1.gov.br>,
19gabju <19gabju@ba.trf1.gov.br>, 19gajus <19gajus@ba.trf1.gov.br>, 20gabju <20gabju@ba.trf1.gov.br>,
"ba.trf1.gov.br 20gajus" <20gajus@>, 21gabju <21gabju@ba.trf1.gov.br>, 21gajus
<21gajus@ba.trf1.gov.br>, 22gabju <22gabju@ba.trf1.gov.br>, 22gajus <22gajus@ba.trf1.gov.br>, 23gabju
<23gabju@ba.trf1.gov.br>, 23gajus <23gajus@ba.trf1.gov.br>
Apenas divulgando....

8T< decreta a <alFncia do 2stado 3rasileiro

Ao pesquisar o Direito Constituído, me deparei com...

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Segundo aCO18TITUI9:O 5A #2P;3LICA <252#ATIVA 5O 3#A8IL 52
.,77UTÍTULO II - Dos Direitos e Garantias FundamentaisU CAPÍTULO I -DOS DÌREÌTOS
E DEVERES ÌNDÌVÌDUAÌS E COLETÌVOSU Art. 5ºTodos são iguais!erante a lei, sem
distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade,` igaldade, à
segurança e à propriedade, nos termos seguintes: I -homens e mulheressBo igais e)
direitos e obriga?Nes, nos termos desta Constituição; XIII -é livre o exercício de
qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas asAalifica?Nes !rofissionaisAe a lei
estabelecer; XXXV -a leinBo e@clirS da a!recia?Bodo Poder Judiciário lesão ou
ameaça a direito; TÍTULO III - Da Organização do Estado; CAPÍTULO II - DA UNÌÃO; Art.
00.Compete!riIatiIa)enteà Uniãolegislarsobre: XVI -organização do sistema nacional
de emprego econdi?Nes !ara o e@ercCcio de !rofissNes; XXIV -diretriLes e basesda
educação nacional;

Segundo A Lei nº ,.+*, de 0/ de "aio de .,,7, que 5is!Ne sobre a organiLa?Bo da
PresidFncia da #e!Yblica e dos "inistJrios% e dS otras !roIidFncias, nos assegura
ser #es!onsabilidade do 2stado, através do Ministério da Educação, a PolCtica
1acional de 2dca?Bo e 2dca?Bo e) geral compreendendo inclusive o ensino
superior, bem como, define que os serviços de fiscaliLa?Nes de !rofissNes
regla)entadas, terão personalidade jurídica privada se) ICnclo fncional o
$ierSrAico com qualquer Órgão da Administração Pública.

Segundo AL2I 1º ,.>,*% 52 0- 52 52\2"3#O 52 .,,+. que 2stabelece as diretriLes
e bases da edca?Bo nacional, nos assegura, mais uma vez, que a educação, dever da
família e do Es5ado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade
humana, 5em por !inalidadeo pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o
exercício da cidadania e sua Luali!i'aç+o para o 5rabal)o, quando então, o ensino será
ministrado com base no princípio de garantia de !adrBo de Aalidade, sendo livre à
iniciativa privada, atendidas as condições: de cumprir as nor)as gerais da edca?Bo
nacional e do res!ectiIo siste)a de ensinoe da a*aliaç+o de Lualidade pelo Poder
P@bli'o =Direto ou Delegado>. Razão pela qual, cabe a UniBo assegurar o processo
nacional de aIalia?Bo, também, do ensino s!erior, que será exercido pelo Consel$o
1acional de 2dca?Bo, com fn?Nes nor)atiIas e de s!erIisBo, podendo ser
dele,adoaos Es5ados Federa5i*os ou ao Dis5ri5o Federal, desde que mantenham
Ìnstituição de Ensino Superior. Devemos ressaltar que, a certeza, de que a educação
superior tem por finalidade formar diplomadosnas diferentes áreas de conhecimento,
ap5os para a inserç+oem setores profissionais e para a participação no desenvolvimento
da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua, sendo que, por esta
razão, os diplomas de 'ursos superiores re'on)e'idos, #uando registrados, terão
)alidade nacional 'omo pro*a da !ormaç+orece(ida !or seu titular e os di!loas de
,raduaç+oe.!edidos !or uni*ersidades es5ran,eiras serão re*alidados!or
uni*ersidades p@bli'as#ue tenha curso do eso n')el e *rea ou e#ui)alente,
res!eitando-se os acordos internacionais de reci!rocidade ou e#ui!ara"ão, ua )e$ #ue,
a!enas Ls .ni*ersidadesca(e a 0esponsabilidade de 'on!erirgraus, diplomase
outros títulos.
Segundo a L2I 1º 7.,-+% 52 * 52 4UL[O 52 .,,*, que 5is!Ne sobre o 2statto da
AdIocacia e a Orde) dos AdIogados do 3rasil cOA3), - TÍTULO I- Da Advocacia;
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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CAPÍTULO II -Do Conselho Federal; Art. 5*.Compete ao Conselho Federal: I -dar
cumprimento efetivo às finalidadesda OAB; III -Ielarpela dignidade, independência,
prerrogativas e valorização da advocacia; XV -colaborar co) o a!erfei?oa)ento dos
cursos jurídicos, e o!inar, previamente, nos pedidos apresentados aos órgãos
competentes para criação, reconhecimento ou credenciamento desses cursos;

Somos obrigados a reconhecer que, em 26 de outubro de 2011, o Plenário do Supremo
Tribunal Federal, de forma inquestionável, irrefutável, inconstitucional e ilegítima,
sub*er5eu T1D1S os prin'ípios Cons5i5u'ionais7 8e,ais e -orais, ao reconhecer que
C2BEà Ordem dos Advogados do Brasil, a de'is+ode quem esta, ou não, 2PT1 a
e6er'er a atividade de advocacia.

Algo, que também nos obriga, pela falência do Sistema de Ensino Brasileiro, que
/3C1-PETE3TE em adequadamente formar Advogados, a 0EC13EECE0, por
analogia, que também é /3C1-PETE3TE para 0EB28/D20 Diplomas conquistados no
Exterior, quando então, também por pura lógica, 0EC13EECE0 que C2BE à Ordem dos
Advogados do Brasil.

Dentro do acima colocado, somos obrigados a reconhecer, que o Supremo Tribunal
Federal, reconhece que C2BE à Ordem dos Advogados do Brasil, 1.T10F20
5i5ularidade de Dou5orado a TODOS os Bacharéis em Direito, que tenham sido
aprovados pelo "exame da OAB¨.

Embora me veja na obrigação de reconhecer o "C21S ;.0CD/C1¨, reflexo de pueril
"no5Rrio saber Murídi'o¨, me coloco em posição de 3Q1 0EC13EEC/-E3T1 de tão
aviltante, abjeta, e ilegítima decisão, que pela essência C10P102T/B/ST2 é, apenas e
tão somente, 1ULA.

Para respaldar nosso inconformismo, apresentamos o entendimento do Supremo Tribunal
Federal, constante no documento "A Constituição e o Supremo",
http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/ :

"Ninguém é obrigado a cumprir orde) ilegal, ou a ela se sb)eter, ainda que e)anada
de atoridade Kdicial. Mais: é deIer de cidadania o!or-seà ordem ilegal; caso
contrário, nega-se o Estado de Direito." (HC 73.454, Rel. Min. Maurício Corrêa,
julgamento em 22-4-96, 2ª Turma, D2de 7-6-96)

CX nla a decisão que recebe denYncia se) fnda)enta?Bo sficientesobre a admissibilidade da ação
penal.¨ (RE 456.673, Rel. Min. Cezar Peluso, julgamento em 31-3-09, 2ª Turma, D2Ede 22-5-09)

"2 de'is+o7 'omo a5o de in5eli,ên'ia7 )( de ser a mais 'omple5a e 'on*in'en5e possí*el# /n'umbe ao
Es5ado-;ui4 obser*ar a es5ru5ura impos5a por lei7 !ormali4ando o rela5Rrio7a fnda)enta?Boe o
disposi5i*o# Trans,ride 'ome4in)a noç+o do de*ido pro'esso le,al7 desa!iando os re'ursos de
re*is5a7 espe'ial e e65raordin(rio pronun'iamen5o Lue7 ine6is5en5e in'ompa5ibilidade 'om o M(
assen5ado7 impliLue re'usa em apre'iar 'ausa de pedir *ei'ulada por au5or ou rGu# 1 Mui4 G um
peri5o na ar5e de pro'eder e Mul,ar7 de*endo en!ren5ar as ma5Grias sus'i5adas pelas par5es7 sob pena
de7 em *e4 de e6aminar no 5odo o 'on!li5o de in5eresses7si)!les)ente decidi-lo% e) Ierdadeiro ato
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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de for?a% olIidandoo dita)e constitcionalda fnda)enta?Bo, o !rincC!io bSsico do
a!erfei?oa)ento da !resta?Bo Krisdicional.¨ (RE 435.256, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em 26-5-
09, 1ª Turma, D2Ede 21-8-09)
CDevem ser postos em relevo os valores que norteiam a Constituição e que devem servir
de orientação para a correta interpretação e aplicação das normas constitucionais e
apreciação da subsunção, ou não, da Lei n. 8.899/94 a elas. Vale, assim, uma palavra,
ainda que brevíssima, ao Preâmbulo da Constituição, no qual se contém a explicitação
dos valores que dominam a obra constitucional de 1988 (...). Não apenas o Estado
haverá de ser convocado para formular as políticas públicas que podem conduzir ao bem-
estar, à igualdade e à justiça, mas a sociedade haverá de se organizar segundo aqueles
valores, a fim de que se firme como uma comunidade fraterna, pluralista e sem
preconceitos (...). E, referindo-se, expressamente, ao Preâmbulo da Constituição
brasileira de 1988, escolia José Afonso da Silva que '1 Es5ado Demo'r(5i'o de Direi5o
des5ina-se a asse,urar o e6er'í'io de de5erminados *alores supremos. L2sse,urar_7
5em7 no 'on5e65o7 !unç+o de ,aran5ia do,m(5i'o-'ons5i5u'ional] n+o7 porGm7 de
,aran5ia dos *alores abs5ra5amen5e 'onsiderados7 mas do seu `e6er'í'io_. Este
signo desempenha, aí, função pragmática, porque, com o objetivo de 'assegurar', tem o
efeito imediato de prescrever ao Estado uma ação em favor da efetiva realização dos
ditos valores em direção (função diretiva) de destinatários das normas constitucionais que
dão a esses valores conteúdo específico' (...). 3a es5eira des5es *alores supremos
e6pli'i5ados no Pre<mbulo da Cons5i5uiç+o brasileira de 1ZZ G Lue se a!irma7 nas
normas 'ons5i5u'ionais *i,en5es7 o prin'ípio Murídi'o da solidariedade.¨ (ADÌ 2.649,
voto da Min. Cármen Lúcia, julgamento em 8-5-08, Plenário, D2Ede 17-10-08)

Afinal, a soberba, a prepotência, a arrogância, de terem sido feitas várias manifestações
sobre a importância, e relevância da advocacia, nos apresenta o puro pre'on'ei5o, a
pura vaidade, em desmedido grau, ao ponto, de ser possível, imaginar, que podemos
*i*er sem médicos, engenheiros, mas, no entanto, n+o ser possí*el *i*ermos sem
advogado.

O T0/STE não é a de're5aç+o da !alên'ia do Sistema Educacional Brasileiro, que esta
impedido de ,aran5ir seus respectivos registros como Profissionais APTOS, pela
in'ompe5ên'ia em formar B13S Pro!issionais, de tal forma, ser necessário, 5rans!erir
para a Ordem dos Advogados do Brasil, que é um Órgão Privado, sem qualquer vinculo
hierárquico e administrativo com o Estado Brasileiro, a DEC/SQ1 de Luem esta, ou não,
APTO.

O que, real-E3TE, é T0/STE, é o reconhecimento do simples fato de que a questão
cerne, n+o era a simples constitucionalidade do exame da OAB, mas, a sua
característica de P0J-0EK./S/T1 para registro de Pro!issional 2PT1, nos quadros da
OAB.
Algo, que ao invés de permi5ir o 'on5role do e6er'í'io da advocacia, apenas e tão
somente, /-PEDE o puro e6er'í'io, portanto, um Órgão que tem como atribuição
colaborar co) o a!erfei?oa)ento dos cursos jurídicos, e o!inar, previamente, nos
pedidos apresentados aos órgãos competentes para criação, reconhecimento ou
credenciamento desses cursos, se T023SF10-2 em B28/D2D10 do Sistema de
Ensino Brasileiro, com Autoridade e Autonomia para 23.820 o reconhecimento dado
pela República Federativa do Brasil, em conformidade as suas privativas Atribuições de
legislar sobre a organização do sistema nacional de emprego, condi?Nes !ara o
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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e@ercCcio de !rofissNes e diretriLes e bases da educação nacional; .

Outro aspecto, importante, a ser avaliado, é que a de'is+o /-1028 do Plenário
Supremo Tribunal Federal, além, de presunçosamente, re'on)e'er le,i5imidade, em
algo /8EFCT/-1, intrinsecamente, nos apresen5a o reconhecimento de que a Ordem dos
Advogados do Brasil, vem ao longo dos anos, a5uando em 'on!ormidade com suas
atribuições e prerrogativas.

De tal forma, 'olo'ar sob suspeiç+o o esforço "hercúleo¨, por exemplo, do Conselho
Federal de Medicina, que diferentemente da OAB, re'on)e'e 'omo Pro!issionais
2PT1S, TODOS os Bacharelandos de Medicina, muito embora, C0/E condições de
2PE0FE/?12-E3T1, em conjunto com outros Órgãos, através de Classificações e
Cursos de Espe'iali4aç:es.

Não podemos de deixar de abordar o aspecto jurídico, quando reafirmamos a
in5e,ridade, a impar'ialidade, o per!ei5o en5endimen5o do Direito Constituído,
presumivelmente respaldado em puro e si,ni!i'a5i*o Saber ;urídi'o, na manifestação
do Superior Tribunal de Justiça, constante do 0e'urso Espe'ial de nT %7Z% – 0S
H &007P007&%%7-7 I, que reproduzo parcialmente:

CO respei5o ao es!orço dos que concluíram legitimamente seus cursos superiores e de
pós-graduação de*e ser preser*ado pelo Poder Judiciário, a Luem n+o G dado o direito
de fazer derruir o sis5ema de controle da higidez do Ensino Superior pelos Órgãos do
Ministério da Educação. ¨

Para uma avaliação detalhada, maior, e melhor, do colocado acima, proponho que sejam
analisados, em profundidade, os documentos:

1 - P,r 2dp! Pro*ao 1ab Cr', http://pt.scribd.com/doc/12948028/Pgr-Adpf-Provao-Oab-
Crc , onde estamos provocando o Poder Constituído em Zelar, Preservar e Fazer
CUMPRÌR Preceitos Fundamentais de Nossa Constituição, relativos à:
- Prova como pré-requisito para inscrição de Profissional Habilitado
- PRÌVÌLÉGÌOS destinados aos integrantes da Profissão Regulamentada de Advogado
2 - A5P< a Arbitrage) [onorSrios AdIocatCcios%
http://pt.scribd.com/doc/52836493/ADPF-%E2%80%93-Arbitragem-Honorarios-
Advocaticios , onde provocando o Procurador-Geral da República a Atguir
Descumprimento de Preceito Fundamental, relacionado à arbitragem, por um Juiz de
Direito, de honorários advocatícios, em alguns casos, limitado em 10% à 20% do valor da
condenação, e em outros casos, limitado a, no mínimo, os valores das tabelas
organizadas pelas Seccionais da OAB.
Situação de extremada ÌNCONSTÌTUCÌONALÌDADE, por não tratar TODOS os
Advogados de mesma forma, por não REMUNERAR de forma JUSTA todos os
Profissionais, por permitir que apenas os Advogados possam receber honorários sobre
MONTANTE, sem qualquer relação com os parâmetros compatíveis a qualquer trabalho
profissional.
Como exemplo, cito um Médico, se utilizando os parâmetros acima, qual seria seu
honorário, se estivesse cuidando, de um Empresário, DONO de uma Ìndústria, seria 10%
ou 20% do valor da Ìndústria ?
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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3 - A5P< I)!edi)ento 2)!reendedoris)o 1a AdIocacia,
http://pt.scribd.com/doc/53126218/ADPF-Ìmpedimento-Empreendedorismo-Na-Advocacia
, onde estamos provocando o Procurador-Geral da República a Argüir Descumprimento
de Preceito Fundamental, relacionado à Livre Exercício da Advocacia.
Situação de extremada ÌNCONSTÌTUCÌONALÌDADE, por não permitir que TODAS as
Práticas Empreendedoras sejam utilizadas na atividade econômica da advocacia.
Como exemplo, cito a impossibilidade de existir "franchising¨ de escritório de advocacia,
ou, uma Administradora de Ìmóveis possuir um Departamento Jurídico que possa prestar
assistência jurídica aos seus Clientes ?
Além, de levantar questões sobre a, subliminar, pseudo-superioridade dos advogados
brasileiros, em relação, ao "resto¨ da População Brasileira, em situação de aviltante de
discriminação de tratamento e privilégios

4 - #ecrso C<OA3 re!resenta?Bo de <alsa Titlaridade de 5otor,
http://pt.scribd.com/doc/65254808/Recurso-CFOAB-representacao-de-Falsa-Titularidade-
de-Doutor , onde estamos, em função de "arquivamento liminar¨ de representação contra
advogados que se apresentaram como "Dr.¨ em Petição Ìnicial, sem o necessário
respaldo de curso de doutorado concluído, questionando:
Conselho Nacional de Justiça que tome as medidas cabíveis sobre a hipócrita e medíocre
obrigação de tratar qualquer advogado, reconhecido pela OAB, como "Doutor¨.
Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro que tome as medidas cabíveis sobre a
apresentação, em juízo, de falsa titularidade.
Delegado da 12ª Delegacia de Polícia que tome as medidas cabíveis sobre a
apresentação, em juízo, de falsa titularidade
Conselho Federal da OAB que tome as medidas cabíveis, de tal forma, ser refirmulada a
decisão do "esseLentíssimo¨ Presidente da OAB/RJ que decidiu pelo "arquivamento
liminar¨, em concordância, com o "esseLentíssimo¨ Presidento do TED da OAB/RJ;

Atenciosamente,
Plinio Marcos Moreira da Rocha
Rua Gustavo Sampaio nº 112 apto 603
LEME ÷ Rio de Janeiro ÷ RJ ÷ CEP 22.010-010
Tel. (21) 2542-7710
Penso, Não só EXISTO,-e F2?1 Presen5e
Analista de Sistemas, presumivelmente, @ni'o Brasileiro C1-.-, que mesmo não tendo n')el su!erior
co!leto(interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não
sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, 5e*e suas pr(5i'as ins'ri5as na$Ae
7Aediç:esdo Prêmio /331B20E, ambas calcadas noC21S ;.0CD/C1que tem como premissa base o
P.01 F2DE0 DE C13T2S, re'on)e'idas, eDEFE0/D2Spelo Consel)o ;ul,ador, conforme documento
I11OVA#2 U) 3rasileiro CO"U" 1o "eio 4ridico II,
http://www.scribd.com/doc/46900172/ÌNNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-Meio-
Juridico-ÌÌ
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Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Ìlustríssimo
Sr. Dias Toffoli
erra
de
julgamento
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Estas Petições foram enviadas ao Excelentíssimo Ministro-Corregedor do
Conselho Nacional de Justiça e ao Plenário do Supremo Tribunal Federal, através
das cartas registradas RJ361819653BR e RJ361819667BR, postadas em FK de
Outu(ro de EFJF às JEVXX horas.

!EA repreender o Ilustr-ssimo Dias Toffoli
!onselho 5acional de =usti*a
0upremo 1ribunal 2ederal - Aneo )
Pra*a dos 1r]s Poderes
BH1B@-,HH - "rasTlia _ D2


Ao EcelentTssimo /inistro-!orre$edor do !onselho 5acional de =usti*a

!om "ase na !4501)16)784 DA .EP9":)!A 2EDE.A1);A D4 ".A0): DE 1,88&
1\16:4 )) - Dos Direitos e Karantias 2undamentais& !AP\16:4 ) _ D40 D).E)140 E
DE;E.E0 )5D);)D6A)0 E !4:E1);40& Art. @^ - 1odos s+o i$uais perante a lei& sem distin*+o
de EualEuer nature<a& $arantindo-se aos brasileiros e aos estran$eiros residentes no PaTs a
in'iolabilidade do direito V 'ida& V liberdade& V i$ualdade& V se$uran*a e V propriedade& nos termos
se$uintes: SSS))) - todos t]m direito a receber dos Ur$+os pWblicos in%orma*Res de seu interesse
particular& ou de interesse coleti'o ou $eral& Eue ser+o prestadas no pra<o da lei& sob pena de
responsabilidade& ressal'adas aEuelas cu3o si$ilo se3a imprescindT'el V se$uran*a da sociedade e do
Estado? SSS); - s+o a todos asse$urados& independentemente do pa$amento de taas: a( o direito
de peti*+o aos Poderes PWblicos em de%esa de direitos ou contra ile$alidade ou abuso de poder.

!om "ase na !4501)16)784 DA .EP9":)!A 2EDE.A1);A D4 ".A0): DE 1,88&
1\16:4 ); - Da 4r$ani<a*+o dos Poderes& !AP\16:4 ))) - D4 P4DE. =6D)!)>.)4& 0e*+o )) -
D4 06P.E/4 1.)"65A: 2EDE.A:? Art. 1H2. !ompete ao 0upremo 1ribunal 2ederal&
precipuamente& a $uarda da !onstitui*+o& cabendo-lhe: ) - processar e 3ul$ar& ori$inariamente: r( as
a*Res contra o !onselho 5acional de =usti*a e contra o !onselho 5acional do /inistYrio PWblico?
Acreditamos Eue nas DecisRes do 0upremo 1ribunal 2ederal& em Eue se3a possT'el a
identi%ica*+o de al$um 'Tcio& %alta de %undamenta*+o& ou mesmo& %undamenta*+o inadeEuada& esta
Decis+o de'erP ser rea'aliada pelo prUprio 012& onde de'emos ressaltar& .ue apenas o ST+ tem o
condão de AE"%AR, ou A%TERAR, uma sua Decisão Anterior. Portanto& n+o eiste nenhum
problema& na a'alia*+o pelo !5= de reclama*+o gem de%esa de Direitog& gcontra ile$alidadesg& ou
gabuso de poderg cometidos por /embros& indi'idualmente ou coleti'amente& do 012& uma 'e<
Eue& esta reclama*+o& tendo ra<oabilidade& serP %ormalmente apresentada ao 012 para rea'alia*+o
da Decis+o& com as re%ormula*Res daEuelas& Eue e%eti'amente& %orem prementes e necessPrias.
Juando ent+o& chamo sua aten*+o para o Documento .ati%icacao de to Ao !5=&
http://www.scribd.com/doc/8@18,-,/.ati%icacao-de-to-Ao-!5= & Eue relaciona al$umas situa*Res&
Eue supomos& pela aus]ncia de resposta& serem concretas.

4 Art. 1H--" em seu h 4^ - em %un*+o do controle da atua*+o administrati'a e %inanceira do
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Poder =udiciPrio e do cumprimento dos de'eres %uncionais dos 3uT<es& cabendo-lhe& alYm de outras
atribui*Res Eue lhe %orem con%eridas pelo Estatuto da /a$istratura?
Acreditamos Eue o ST+ > parte inte1rante do Poder AudiciCrio& bem como& Eue os
E/celent-ssimos 0inistros são tam*>m Au-Bes& portanto& possuidores de'eres %uncionais& entre os
Euais a su*ordinação L !onstituição +ederal e ao Estatuto da 0a1istratura.

4 Art. 1H--"? h 4^ em seu ) - em %un*+o de <elar pela autonomia do Poder =udiciPrio e pelo
cumprimento do Estatuto da /a$istratura& podendo epedir atos re$ulamentares& no ambito de sua
compet]ncia& ou recomendar pro'id]ncias?
Acreditamos Eue os inte$rantes do 012& por serem =uT<es& bem como& o prUprio 012& por ser
inte$rante do Poder =udiciPrio& estão inseridos, naturalmente, no conte/to.

4 Art. 1H--"? h 4^ em seu )) - <elar pela obser'ancia do art. -B #A administra*+o pWblica
direta e indireta de EualEuer dos Poderes da 6ni+o& dos Estados& do Distrito 2ederal e dos
/unicTpios obedecerP aos princTpios de le$alidade& impessoalidade& moralidade& publicidade e
e%ici]ncia e& tambYm& ao se$uinte:( e apreciar& de o%Tcio ou mediante pro'oca*+o& a le$alidade dos
atos administrati'os praticados por membros ou Ur$+os do Poder =udiciPrio& podendo desconstituT-
los& re']-los ou %iar pra<o para Eue se adotem as pro'id]ncias necessPrias ao eato cumprimento
da lei& sem pre3uT<o da compet]ncia do 1ribunal de !ontas da 6ni+o?
Acreditamos Eue os EcelentTssimos /inistros inte$rantes do 012& por serem =uT<es& bem
como& o prUprio 012 & por ser um ir$+o do Poder 3udiciPrio& est+o inseridos& naturalmente& no
conteto& Euando ent+o, ressalto, .ue em meu entendimento, uma sentença > tam*em um ato
administrati)o, constante dos de)eres funcionais dos Ju-Bes.

4 Art. 1H--"? h 4^ em seu ))) - receber e conhecer das reclama*Res contra membros ou
Ur$+os do Poder =udiciPrio& inclusi'e contra seus ser'i*os auiliares& ser'entias e Ur$+os
prestadores de ser'i*os notariais e de re$istro Eue atuem por dele$a*+o do poder pWblico ou
o%iciali<ados& sem pre3uT<o da compet]ncia disciplinar e correicional dos tribunais& podendo a'ocar
processos disciplinares em curso e determinar a remo*+o& a disponibilidade ou a aposentadoria com
subsTdios ou pro'entos proporcionais ao tempo de ser'i*o e aplicar outras san*Res administrati'as&
asse$urada ampla de%esa?
Acreditamos Eue o 012 Y um ir$+o do Poder 3udiciPrio e Eue o Art. @^ 1odos s+o i$uais
perante a lei& sem distin*+o de EualEuer nature<a& $arantindo-se aos brasileiros e aos estran$eiros
residentes no PaTs a in'iolabilidade do direito V 'ida& V liberdade& V i$ualdade& V se$uran*a e V
propriedade& nos termos se$uintes: SSS))) - todos t]m direito a receber dos Ur$+os pWblicos
in%orma*Res de seu interesse particular& ou de interesse coleti'o ou $eral& Eue ser+o prestadas no
pra<o da lei& sob pena de responsabilidade& ressal'adas aEuelas cu3o si$ilo se3a imprescindT'el V
se$uran*a da sociedade e do Estado? SSS); - s+o a todos asse$urados& independentemente do
pa$amento de taas: a( o direito de peti*+o aos Poderes PWblicos em de%esa de direitos ou contra
ile$alidade ou abuso de poder? nos asse1ura a premente, e necessCria, a)aliação, pelo !EA, de
reclamaç(es contra os inte1rantes, ou mesmo, o prOprio ST+.

4 Art. 1H--"? h 4^ em seu ); - representar ao /inistYrio PWblico& no caso de crime contra a
administra*+o pWblica ou de abuso de autoridade?
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Acreditamos Eue uma senten*a n+o %undamentada& com %undamenta*+o inadeEuada& ou
mesmo& com al$um 'Tcio& alem de a$redir a prUpria !onstitui*+o& tambem a$ride o Estatuto da
/a$istratura& con%i$urando& de %orma concreta& um abuso de autoridade& al1o .ue pode ocorrer at>
mesmo no Supremo Tri*unal +ederal& Eue ressalto ser um dos )nte$rantes do Poder 3udiciPrio?

!om "ase na AD) --6B / D2 - D)01.)14 2EDE.A: --6B / D2 - D)01.)14 2EDE.A: - A784 D).E1A
DE )5!4501)16!)45A:)DADE
.elator#a(: /in. !EjA. PE:604 =ul$amento: 1-/H4/2HH@
ir$+o =ul$ador: 1ribunal Pleno
Ementa
E/E51A0: 1.
A784. !ondi*+o. )nteresse processual& ou de a$ir. !aracteri<a*+o. A*+o direta de inconstitucionalidade. Propositura
antes da publica*+o o%icial da Emenda !onstitucional n^ 4@/2HH4. Publica*+o super'eniente& antes do 3ul$amento da
causa. 0u%ici]ncia. !ar]ncia da a*+o n+o con%i$urada. Preliminar repelida. )nteli$]ncia do art. 26B& ;)& do !P!.
De'endo as condi*Res da a*+o coeistir V data da senten*a& considera-se presente o interesse processual& ou de a$ir& em
a*+o direta de inconstitucionalidade de Emenda !onstitucional Eue sU %oi publicada& o%icialmente& no curso do processo&
mas antes da senten*a. 2. )5!4501)16!)45A:)DADE. A*+o direta. Emenda !onstitucional n^ 4@/2HH4. Poder
=udiciPrio. !onselho 5acional de =usti*a. )nstitui*+o e disciplina. 5ature<a meramente administrati'a. ir$+o interno de
controle administrati'o& %inanceiro e disciplinar da ma$istratura. !onstitucionalidade reconhecida. 0epara*+o e
independ]ncia dos Poderes. AistUria& si$ni%icado e alcance concreto do princTpio. 4%ensa a clPusula constitucional
imutP'el #clPusula pYtrea(. )neist]ncia. 0ubsist]ncia do nWcleo polTtico do princTpio& mediante preser'a*+o da %un*+o
3urisdicional& tTpica do =udiciPrio& e das condi*Res materiais do seu eercTcio imparcial e independente. Precedentes e
sWmula 64,. )naplicabilidade ao caso. )nterpreta*+o dos arts. 2^ e 6H& h 4^& )))& da !2. A*+o 3ul$ada improcedente. ;otos
'encidos. 0+o constitucionais as normas Eue& introdu<idas pela Emenda !onstitucional n^ 4@& de 8 de de<embro de
2HH4& instituem e disciplinam o !onselho 5acional de =usti*a& como Ur$+o administrati'o do Poder =udiciPrio nacional.
-. P4DE. =6D)!)>.)4. !arPter nacional. .e$ime or$anico unitPrio. !ontrole administrati'o& %inanceiro e disciplinar.
ir$+o interno ou eterno. !onselho de =usti*a. !ria*+o por Estado membro. )nadmissibilidade. 2alta de compet]ncia
constitucional. 4s Estados membros carecem de compet]ncia constitucional para instituir& como Ur$+o interno ou
eterno do =udiciPrio& conselho destinado ao controle da ati'idade administrati'a& %inanceira ou disciplinar da respecti'a
=usti*a. 4. P4DE. =6D)!)>.)4. !onselho 5acional de =usti*a. ir$+o de nature<a eclusi'amente administrati'a.
Atribui*Res de controle da ati'idade administrati'a& %inanceira e disciplinar da ma$istratura. !ompet]ncia relati'a
apenas aos Ur$+os e 3uT<es situados& hierarEuicamente& abaio do 0upremo 1ribunal 2ederal. Preemin]ncia deste& como
Ur$+o mPimo do Poder =udiciPrio& sobre o !onselho& cu3os atos e decisRes est+o su3eitos a seu controle 3urisdicional.
)nteli$]ncia dos art. 1H2& caput& inc. )& letra grg& e h 4^& da !2. 4 !onselho 5acional de =usti*a n+o tem nenhuma
compet]ncia sobre o 0upremo 1ribunal 2ederal e seus ministros& sendo esse o Ur$+o mPimo do Poder =udiciPrio
nacional& a Eue aEuele estP su3eito. @. P4DE. =6D)!)>.)4. !onselho 5acional de =usti*a. !ompet]ncia.
/a$istratura. /a$istrado 'italTcio. !ar$o. Perda mediante decis+o administrati'a. Pre'is+o em teto apro'ado pela
!amara dos Deputados e constante do Pro3eto Eue resultou na Emenda !onstitucional n^ 4@/2HH4. 0upress+o pelo
0enado 2ederal. .eaprecia*+o pela !amara. Desnecessidade. 0ubsist]ncia do sentido normati'o do teto residual
apro'ado e promul$ado #art. 1H--"& h 4^& )))(. Epress+o Eue& ademais& o%enderia o disposto no art. ,@& )& parte %inal& da
!2. 4%ensa ao art. 6H& h 2^& da !2. 5+o ocorr]ncia. Ar$ki*+o repelida. Precedentes. 5+o precisa ser reapreciada pela
!amara dos Deputados epress+o suprimida pelo 0enado 2ederal em teto de pro3eto Eue& na reda*+o remanescente&
apro'ada de ambas as !asas do !on$resso& n+o perdeu sentido normati'o. 6. P4DE. =6D)!)>.)4. !onselho
5acional de =usti*a. /embro. Ad'o$ados e cidad+os. EercTcio do mandato. Ati'idades incompatT'eis com tal
eercTcio. Proibi*+o n+o constante das normas da Emenda !onstitucional n^ 4@/2HH4. Pend]ncia de pro3eto tendente a
tornP-la epressa& mediante acrYscimo de h 8^ ao art. 1H--" da !2. )rrele'ancia. 4%ensa ao princTpio da isonomia. 5+o
ocorr]ncia. )mpedimentos 3P pre'istos V con3u$a*+o dos arts. ,@& h Wnico& e 12B& h @^& ))& da !2. A*+o direta de
inconstitucionalidade. Pedido aditado. )mproced]ncia. 5enhum dos ad'o$ados ou cidad+os membros do !onselho
5acional de =usti*a pode& durante o eercTcio do mandato& eercer ati'idades incompatT'eis com essa condi*+o& tais
como eercer outro car$o ou %un*+o& sal'o uma de ma$istYrio& dedicar-se a ati'idade polTtico-partidPria e eercer a
ad'ocacia no territUrio nacional.
Decis+o
4 1ribunal& por unanimidade& a%astou o 'Tcio %ormal de inconstitucionalidade da Emenda !onstitucional n^ 4@/2HH4&
como tambYm n+o conheceu da a*+o Euanto ao h 8^ do arti$o 12@. 5o mYrito& o 1ribunal& por maioria& 3ul$ou totalmente
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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improcedente a a*+o& 'encidos o 0enhor /inistro /arco AurYlio& Eue a 3ul$a'a inte$ralmente procedente? a 0enhora
/inistra Ellen Kracie e o 0enhor /inistro !arlos ;elloso& Eue 3ul$a'am parcialmente procedente a a*+o para declarar a
inconstitucionalidade dos incisos S& S)& S)) e S))) do arti$o 1H--"& acrescentado pela emenda constitucional? e o
/inistro 0epWl'eda Pertence& Eue a 3ul$a'a procedente& em menor etens+o& dando pela inconstitucionalidade somente
do inciso S))) do caput do arti$o 1H--".
;otou o Presidente& /inistro 5elson =obim. 2alaram& pela reEuerente& o Dr. Alberto Pa'ie .ibeiro& pela Ad'ocacia-
Keral da 6ni+o& o Dr. >l'aro Au$usto .ibeiro !osta e& pelo /inistYrio PWblico 2ederal& o Dr. !lPudio :emos 2onteles&
Procurador-Keral da .epWblica. PlenPrio& 1-.H4.2HH@.
Concordamos com o colocado no item 4, da ementa acima listada, que nos apresenta
O Conselho Nacional de 2usti"a n+o 5em nen)uma 'ompe5ên'ia so(re o Su!reo
Tri(unal Federal e seus inistros, sendo esse o órgão máximo do Poder Judiciário
nacional, a que aquele está sujeito, porem, AC#25ITA"O8 Lue em e6is5indo al,uma
de'is+o n+o !undamen5ada7 'om !undamen5aç+o inadeLuada7 ou mesmo7 al,um
*í'io, CA32 ao Consel$o 1acional de 4sti?a% a!resentar ao 8!re)o Tribnal
<ederal, com a própria razoabilidade, a questão, de tal forma, ser premente, e
necessária, a rea*aliaç+o da De'is+o 2n5erior, uma vez que, a!enas o 8!re)o
Tribnal <ederal te) o condBo de A1ULA#% o ALT2#A#% )a sa 5ecisBo
Anterior, como ja foi colocado pelo então, Excelentíssimo Presidente do STF e atual
Ministro da Defesa. Por5an5o7 rea!irmo7 Lue a a*aliaç+o7 pelo C3;7 de De'is:es do
STF7 rela5i*as 'on5role da a5uaç+o adminis5ra5i*a e !inan'eira do Poder ;udi'i(rio e
do 'umprimen5o dos de*eres !un'ionais dos Muí4es7 'abendo-l)e7 alGm de ou5ras
a5ribuiç:es Lue l)e !orem 'on!eridas pelo Es5a5u5o da -a,is5ra5ura7 em )ipR5ese
al,uma pode7 e de*e7 ser re'on)e'idas 'omo subordinaç+o do STF ao C3;7 pelo
'on5r(rio7 as mesmas ne'essariamen5e podem7 e de*em7 ser re'on)e'idas 'omo
subordinaç+o do STF N Cons5i5uiç+o da 0ep@bli'a Federa5i*a do Brasil de 1ZZ7 e
ao Es5a5u5o da -a,is5ra5ura7 onde suas premissas base s+o Cons5i5u'ionais7 da
Lual ressal5o o Art. ,>. Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal,
disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios: IX 5odos
os Mul,amen5os dos Rr,+os do Poder ;udi'i(rio serão públicos, e !undamen5adas
5odas as de'is:es, sob pena de nulidade7 podendo a lei limitar a presença, em
determinados atos, às próprias partes e a seus advogados, ou somente a estes, em casos
nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o
interesse público à informação; Gando entBo% )ais )a IeL% c$a)o sa aten?Bo !ara
o 5oc)ento 0a5i!i'a'ao de 5o 2o C3;, http://www.scribd.com/doc/8@18,-,/.ati%icacao-
de-to-Ao-!5= , que relaciona alg)as sita?Nes, que supomos, pela ausência de
resposta, serem concretas.
Venho, mui respeitosamente, formalmente, PRV!AR, Esta !orre1edoria, no sentido de .ue
en)ida Todos os Esforços, utiliBando=se de TDS os 0eios .ue dispuser, para .ue, a)aliando o
documento Ilustr-ssimo Sr& Dias Toffoli erra de Jul1amento, em ane/o, compile e formaliBe, se
assim considerar, atra)>s de processo administrati)o, a repreensão su1erida&
A!ro)eitaos, !ara ressaltar, #ue es5a pro*o'aç+o te a !reocu!a"ão de preser*ar7
e ,aran5ir7 a 0espei5abilidade7 a Credibilidade e a Con!iança7 necess*rias Ls
Institui"9es Deocr*ticas do Su!reo Tri(unal Federal, da Constitui"ão da Re!0(lica
Federati)a do &rasil, !roulgada e JHMM, e do Estatuto da ?agistratura1
Tendo e )ista #ue a sugestão citada, es5a 'al'ada na inter!reta"ão distorcida, do
Ilustr'ssio Sr. Dias To,,oli, so(re a 25ribuiç+o e 0esponsabilidade do Su!reo Tri(unal
Federal, ,acilente )eri,icada, #uando da ani,esta"ão de seu Bo5o no 0E$%0197 –
0e'urso E65raordin(rio, http://www.st%.3us.br/portal/cms/'er5oticiaDetalhe.aspD
id!onteudoF1628-- .
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A,inal, a competência do Supremo Tribunal Federal, esta relacionada à manu5enç+o
da in5e,ridade e in5eire4a do Direi5o Cons5i5uído, Lue nos apresen5a uma
subordinaç+o /3D/0ET2, das Demais Cortes Supremas do Judiciário Brasileiro.
Al$o& Eue apenas& e t+o somente& coloca so* a Responsa*ilidade do ST+ a a)aliação
Aurisdicional relati)a ao Respeito aos Preceitos +undamentais de Eossa !onstituição GDireitos
!onstitucionais, Infraconstitucionais e deles decorrentesH, portanto, não lhes > permitido EualEuer
re%ormula*+o de decis+o& se a mesma não contrariar a ,inte1ridade e inteireBa positi)aI do direito
!onstitucional& rati%icando& nosso entendimento de Eue não hC Xierar.uia Administrati'a e/ou
+uncional, entre o 012 _ 0upremo 1ribunal 2ederal #0uprema !orte !onstitucional(& o 10E _
1ribunal 0uperior Eleitoral #0uprema !orte Eleitoral(& o 101 _ 1ribunal 0uperior do 1rabalho
#0uprema !orte 1rabalhista(& o 01/ _ 0uperior 1ribunal /ilitar #0uprema !orte /ilitar( & o 01= _
0uperior 1ribunal de =usti*a #0uprema !orte =urTdica( e do !5= _ !onselho 5acional de =usti*a
#ir$+o com Atribui*+o !onstitucional de 2iscali<ar o =udiciPrio "rasileiro(.

.a<+o pela Eual& EualEuer a)aliação feita pelo 0upremo 1ribunal 2ederal& terP como base& o
fato Jur-dico da Decisão de uma das 0upremas !ortes Especiali<adas& ou do !onselho 5acional de
=usti*a& não lhe ca*endo a)aliação so*re o m>rito do A` DE!IDID.
Com renovados protestos de votos de Estima, Consideração e Respeito, subscrevo-
me,
Atenciosamente,


Plinio /arcos /oreira da .ocha
.ua Kusta'o 0ampaio n^ 112 apto. 6H-
:E/E _ .io de =aneiro _ .=
!EP 22H1H-H1H
1el. #21( 2@42-BB1H
Pro%iss+o - Analista de 0istemas
Presumi'elmente o Wnico Brasileiro OB/B& Eue mesmo n+o sendo Ad'o$ado& nem
"acharel& nem Estudante de Direito& te'e suas prPticas inscritas na 6l edi*+o do Pr]mio
)554;A.E& calcadas no AOS "/RH9IO Eue tem como premissa base o ,/RO CARER 9E
O!TAS& reconhecidas& e '+$+*I'AS %elo Con!elho J)lgador& con%orme documento
I,,OVA*+ / Um &ra!ileiro COGUG no meio J)r1dio&
http://www.scribd.com/doc/242@266,/)554;A.E-6m-"rasileiro-!4/6/-no-meio-=uridico.

Ane/os 8
I - Ilustr-ssimo Sr& Dias Toffoli erra de Jul1amento
II - !arteira de Tra*alho = Plinio 0arcos 2 +rente
III - !arteira de Tra*alho = Plinio 0arcos = Verso
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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!/! ao PlenPrio do 0upremo 1ribunal 2ederal
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Ilustr-ssimo Sr& Dias Toffoli erra de Jul1amento
0upremo 1ribunal 2ederal
Pra*a dos 1r]s Poderes
"rasTlia _ D2 !EP BH1@H-,HH

)lustrTssimo 0enhor Dias 1o%%oli&

!om "ase na !4501)16)784 DA .EP9":)!A 2EDE.A1);A D4 ".A0): DE 1,88&
1\16:4 )) - Dos Direitos e Karantias 2undamentais& !AP\16:4 ) _ D40 D).E)140 E
DE;E.E0 )5D);)D6A)0 E !4:E1);40& Art. @^ - 1odos s+o i$uais perante a lei& sem distin*+o
de EualEuer nature<a& $arantindo-se aos brasileiros e aos estran$eiros residentes no PaTs a
in'iolabilidade do direito V 'ida& V liberdade& V i$ualdade& V se$uran*a e V propriedade& nos termos
se$uintes: SSS))) - todos t]m direito a receber dos Ur$+os pWblicos in%orma*Res de seu interesse
particular& ou de interesse coleti'o ou $eral& Eue ser+o prestadas no pra<o da lei& sob pena de
responsabilidade& ressal'adas aEuelas cu3o si$ilo se3a imprescindT'el V se$uran*a da sociedade e do
Estado? SSS); - s+o a todos asse$urados& independentemente do pa$amento de taas: a( o direito
de peti*+o aos Poderes PWblicos em de%esa de direitos ou contra ile$alidade ou abuso de poder.

;enho& mui respeitosamente& %ormalmente& REPREEEDER V&S&'. com o intuito de pro)ocar,
uma sua refle/ão& apro%undada& sobre e com base& no Direito !onstituTdo& da sua postura em
%un*+o& de sua recente in)estidura como /inistro do 0upremo 1ribunal 2ederal& de tal %orma& Eue
não possa ha)er EualEuer& seu e.u-)oco& em Perceber O /undo e 54 /undo& com um necessPrio
no)o referencial& uma 'e< Eue& não estas Ad'o$ado Keral da 6ni+o& e sim& /embro inte$rante do
!ole$iado& Eue Y& o PlenPrio do 0upremo 1ribunal 2ederal.

Para tanto& Y necessPrio& Eue reconhe*as& e A16E& de %orma contundente& )mpondo .i$or& e
:e$itimidade& nos critYrios e procedimentos& oriundos ao natural e/erc-cio das Atribui*Res e
.esponsabilidades& do !ar1o de 0inistro do 0upremo 1ribunal 2ederal.

De tal %orma& Eue se %a< premente& necessPria& .uiçC )isceral& postura compatT'el& a Eual&
ES)KE de ;.0.l& o uso de re%erencial& no mTnimo adeEuado& so*re a ess7ncia& do C2ato =urTdicoX a
ser a'aliado.
Afinal, 2 5eoria da rela5i*idade nos apresenta a importância do re!eren'ial
u5ili4ado, uma vez que, mudando o re!eren'ial, algo que era BE0D2DE/01 possa
passar a ser F28S1, ou vice-versa.
Quando então, ressalto que são os re!eren'iais Lue d+o 'orpo N
!undamen5aç+o, logo, es5ando os mesmos eLui*o'ados, a própria fundamentação é
um C1-P8ET1 EK.CB1C1.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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;' Premissa 0oti)acional8
0e$undo& .4D4:24 DE !A/A.K4 /A5!604& na pP$ina *e)r!o! e7traordinIrio e
e!%eial& coloca entre outras coisas:
http://www.te.pro.br/wwwroot/curso/recursos/recursosetraordinarioeespecial.htm ,
gDi<er Eue o recurso etraordinPrio e o especial não !e de!tinam %rei%)amente 2 revi!ão de
dei!Ne! in5)!ta! Y a%irma*+o Eue prima facie pode chocar& mas Eue é om%reen!1vel& dentro do
sistema. Assim como o STC n*o 2 sim'lesmente mais um Tribunal Su'erior& e sim a Corte
S)%rema& enarregada de manter o im%ério e a )nidade do direito on!tit)ional& tambYm o
recurso etraordinPrio n*o configura mais uma 'ossibili+a+e +e im'ugnaç*o& e sim o remédio de
)nho %ol1tio/on!tit)ional -)e %ermite ao ST$ dar )m%rimento 2-)ela !)a :)nção.
5aturalmente& ao %a<]-lo& a !orte tambYm pro'] sobre o direito sub3eti'o indi'idual acenado pelo
recorrente? toda'ia& cremos Eue esse Y um e%eito QindiretoQ ou Qre%leoQ do pro'imento do recurso& 3P
Eue - repetimos - a :inalidade %re1%)a é o a!!eg)ramento da Vinteire.a %o!itivaV do direito
on!tit)ional& na epressi'a locu*+o de Pontes de /iranda.X
4' Premissa 0oti)acional8
A !4501)16)784 DA .EP9":)!A 2EDE.A1);A D4 ".A0): DE 1,88& TÍTULO IV
/ Da 4r$ani<a*+o dos Poderes& !AP\16:4 ))) - D4 P4DE. =6D)!)>.)4& Seção I /
D)0P40)7mE0 KE.A)0? Art8 PM8 0+o Ur$+os do Poder =udiciPrio: I / o 0upremo 1ribunal 2ederal?
I/A o !onselho 5acional de =usti*a? II / o 0uperior 1ribunal de =usti*a? III / os 1ribunais .e$ionais
2ederais e =uT<es 2ederais? IV / os 1ribunais e =uT<es do 1rabalho? V / os 1ribunais e =uT<es
Eleitorais? VI / os 1ribunais e =uT<es /ilitares? VII / os 1ribunais e =uT<es dos Estados e do Distrito
2ederal e 1erritUrios. Art8 PP8 Ao Poder =udiciPrio Y assegura+a autonomia a+ministrati6a e
financeira. W BX / 4s tribunais elaborar+o suas propostas or*amentPrias dentro dos limites
estipulados con3untamente com os demais Poderes na lei de diretri<es or*amentPrias. W MX / 4
encaminhamento da proposta& ou'idos os outros tribunais interessados& compete: I / no ambito da
6ni+o& aos Presidentes do 0upremo 1ribunal 2ederal e dos 1ribunais 0uperiores& com a apro'a*+o
dos respecti'os tribunais? Seção II - D4 06P.E/4 1.)"65A: 2EDE.A:? Art8 BCM8 !ompete
ao 0upremo 1ribunal 2ederal& precipuamente& a $uarda da !onstitui*+o& cabendo-lhe: I / 'rocessar
e >ulgar& ori$inariamente? II / >ulgar$ em recurso ordinPrio: Seção III / D4 06PE.)4.
1.)"65A: DE =601)7A? Art. =<S. !ompete ao 0uperior 1ribunal de =usti*a: I / 'rocessar e
>ulgar& ori$inariamente:? II / >ulgar$ em recurso ordinPrio:? III / >ulgar$ em recurso especial& as
causas decididas& em Wnica ou Wltima instancia& pelos 1ribunais .e$ionais 2ederais ou pelos
tribunais dos Estados& do Distrito 2ederal e 1erritUrios& Euando a decis+o recorrida:? Seção IV /
D40 1.)"65A)0 .EK)45A)0 2EDE.A)0 E D40 =6\jE0 2EDE.A)0? Art8 BCE8 !ompete aos
1ribunais .e$ionais 2ederais:? I / processar e 3ul$ar& ori$inariamente: II / 3ul$ar& em $rau de
recurso& as causas decididas pelos 3uT<es %ederais e pelos 3uT<es estaduais no eercTcio da
compet]ncia %ederal da Prea de sua 3urisdi*+o. Seção V / D40 1.)"65A)0 E =6\jE0 D4
1.A"A:A4 Art8 BBL8 !ompete V =usti*a do 1rabalho %roe!!ar e 5)lgar: Seç*o %I - DS
TRI@"EAIS E A"UVES E%EITRAIS? Art8 BMB8 :ei complementar disporP sobre a or$ani<a*+o e
compet]ncia dos tribunais& dos 3uT<es de direito e das 3untas eleitorais.? W SX / S*o irrecorrí6eis as
+ecisões do Tri*unal Superior Eleitoral, sal)o as .ue contrariarem esta !onstituição e as
dene1atOrias de Wha*eas=corpusW ou mandado de se1urança& T K- - Das decisRes dos 1ribunais
.e$ionais Eleitorais somente caber4 recurso Euando: I / %orem pro%eridas contra disposi*+o
epressa desta !onstitui*+o ou de lei? II / ocorrer di'er$]ncia na interpreta*+o de lei entre dois ou
mais tribunais eleitorais? III / 'ersarem sobre inele$ibilidade ou epedi*+o de diplomas nas elei*Res
%ederais ou estaduais? IV / anularem diplomas ou decretarem a perda de mandatos eleti'os %ederais
ou estaduais? V / dene$arem ghabeas-corpusg& mandado de se$uran*a& ghabeas-datag ou mandado de
in3un*+o. Seção VÌÌ - DOS TRÌBUNAÌS E JUÍZES MÌLÌTARES; Art. 124. à Justiça Militar compete processar
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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e julgar os crimes militares definidos em lei. Parágrafo único. A lei disporá sobre a organização, o
funcionamento e a competência da Justiça Militar. Seção VIII / D40 1.)"65A)0 E =6\jE0 D40
E01AD40? Art8 BMA8 4s Estados or$ani<ar+o sua =usti*a& obser'ados os princTpios estabelecidos
nesta !onstitui*+o. W BX / A compet]ncia dos tribunais serP de%inida na !onstitui*+o do Estado&
sendo a lei de or$ani<a*+o 3udiciPria de iniciati'a do 1ribunal de =usti*a. W MX / !abe aos Estados a
institui*+o de representa*+o de inconstitucionalidade de leis ou atos normati'os estaduais ou
municipais em %ace da !onstitui*+o Estadual& 'edada a atribui*+o da le$itima*+o para a$ir a um
Wnico Ur$+o.
:o$o& nos Y percebT'el& e concreta& a in+e'en+7ncia Cuncional e A+ministrati6a entre os
di'ersos 1ribunais Eue compRe o =udiciPrio "rasileiro.
!omo tambYm& nos Y percebT'el& e concreto& Eue as DecisRes do 1ribunal 0uperior Eleitoral&
s*o irrecorrí6eis& ece*+o %eita& Euanto a contrariarem esta !onstitui*+o e as dene$atUrias de
ghabeas-corpusg ou mandado de se$uran*a.
Portanto& Y contundente& irre%utP'el& incontestP'el& a certe3a& de Eue o 1ribunal 0uperior
Eleitoral Y a Su'rema orte Eleitoral& onde as demandas eleitorais est+o sob a sua& exclusi6a&
Atribui*+o e .esponsabilidade.
S' Premissa 0oti)acional8
Apresento al$umas mani%esta*Res& Eue com'ro6am a im'ortFncia Eue o 0upremo 1ribunal
2ederal& e%eti'amente& dP V Con!tit)ição da *e%40lia $ederativa do &ra!il& pelo menos& no!
a!o! em -)e envolve O)tra! Corte!& etraTdo do documento A Con!tit)ição e o S)%remo&
http://www.st%.3us.br/portal/constituicao/sumariobd.asp.
gEin1u>m > o*ri1ado a cumprir ordem ile$al, ou a ela se submeter, ainda .ue emanada de
autoridade 3udicial& 0ais8 > de'er de cidadania opor-se L ordem ile1alb caso contrCrio, ne1a=se o
Estado de Direito.g #A! B-.4@4& .el. /in. /aurTcio !orr]a& 3ul$amento em 22-4-,6& 2l 1urma& DA
de B-6-,6(

Cn nula a decisão .ue rece*e denWncia sem %undamenta*+o su%iciente so*re a admissi*ilidade da
ação penal.X #.E 4@6.6B-& .el. /in. !e<ar Peluso& 3ul$amento em -1---H,& 2l 1urma& DAE de 22-
@-H,(

W 0a1istrado > in)iolC)el pelas opini(es .ue e/pressar ou pelo conteúdo das decis(es .ue
proferir, não podendo ser punido nem preJudicado em raBão de tais pronunciamentos& Y necessCrio,
contudo, .ue esse discurso JudiciCrio, manifestado no Jul1amento da causa, seJa compat-)el com o
usus %ori e .ue, despro)ido de intuito ofensi)o, 1uarde, ainda, com o o*Jeto do lit-1io, indissociC)el
ne/o de causalidade e de pertin7ncia& A ratio su*Jacente L norma inscrita no art& 6; da %0AE
decorre da necessidade de prote1er os ma1istrados no desempenho de sua ati)idade funcional,
asse1urando=lhes condiç(es para o e/erc-cio independente da Jurisdição& Y .ue a independ7ncia
Judicial constitui e/i17ncia pol-tica destinada a conferir, ao ma1istrado, plena li*erdade decisOria
no Jul1amento das causas a ele su*metidas, em ordem a permitir=lhe o desempenho aut\nomo do
o%%icium 3udicis, sem o temor de sofrer, por efeito de sua prCtica profissional, a*usi)as
instauraç(es de procedimentos penais ou ci)is& #)nE 2.6,,-J4& .el. /in. !elso de /ello&
3ul$amento em 12---H,& PlenPrio& DAE de 8-@-H,(

gA decisão, como ato de inteli17ncia, hC de ser a mais completa e con)incente poss-)el& Incum*e ao
Estado=AuiB o*ser)ar a estrutura imposta por lei, formaliBando o relatOrio, a %undamenta*+o e o
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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dispositi)o& Trans1ride comeBinha noção do de)ido processo le1al, desafiando os recursos de
re)ista, especial e e/traordinCrio pronunciamento .ue, ine/istente incompati*ilidade com o JC
assentado, impli.ue recusa em apreciar causa de pedir )eiculada por autor ou r>u& JuiB > um
perito na arte de proceder e Jul1ar, de)endo enfrentar as mat>rias suscitadas pelas partes, so* pena
de, em )eB de e/aminar no todo o conflito de interesses, simplesmente decidi-lo& em 'erdadeiro ato
de %or*a& ol'idando o ditame constitucional da %undamenta*+o& o princTpio bPsico do
aper%ei*oamento da presta*+o 3urisdicional.X #.E 4-@.2@6& .el. /in. /arco AurYlio& 3ul$amento em
26-@-H,& 1l 1urma& DAE de 21-8-H,(

CDe'em ser postos em rele'o os 'alores Eue norteiam a !onstitui*+o e Eue de'em ser'ir de
orienta*+o para a correta interpreta*+o e aplica*+o das normas constitucionais e aprecia*+o da
subsun*+o& ou n+o& da :ei n. 8.8,,/,4 a elas. ;ale& assim& uma pala'ra& ainda Eue bre'Tssima& ao
Preambulo da !onstitui*+o& no Eual se contYm a eplicita*+o dos 'alores Eue dominam a obra
constitucional de 1,88 #...(. 5+o apenas o Estado ha'erP de ser con'ocado para %ormular as polTticas
pWblicas Eue podem condu<ir ao bem-estar& V i$ualdade e V 3usti*a& mas a sociedade ha'erP de se
or$ani<ar se$undo aEueles 'alores& a %im de Eue se %irme como uma comunidade %raterna& pluralista
e sem preconceitos #...(. E& re%erindo-se& epressamente& ao Preambulo da !onstitui*+o brasileira de
1,88& escolia =osY A%onso da 0il'a Eue L Estado DemocrCtico de Direito destina=se a asse1urar o
e/erc-cio de determinados )alores supremos. LAsse1urarc, tem, no conte/to, função de 1arantia
do1mCtico=constitucionalb não, por>m, de 1arantia dos )alores a*stratamente considerados, mas
do seu de/erc-cioc. Este si$no desempenha& aT& %un*+o pra$mPtica& porEue& com o ob3eti'o de
Lasse$uraro& tem o e%eito imediato de prescre'er ao Estado uma a*+o em %a'or da e%eti'a reali<a*+o
dos ditos 'alores em dire*+o #%un*+o direti'a( de destinatPrios das normas constitucionais Eue d+o a
esses 'alores conteWdo especT%icoo #...(. Ea esteira destes )alores supremos e/plicitados no
PreDm*ulo da !onstituição *rasileira de ;399 > .ue se afirma, nas normas constitucionais
)i1entes, o princ-pio Jur-dico da solidariedade.X #AD) 2.64,& 'oto da /in. !Prmen :Wcia&
3ul$amento em 8-@-H8& PlenPrio& DAE de 1B-1H-H8(
C0e& em EualEuer das instancias ocorreu 'Tcio de 3ul$amento& por :alta de :)ndamentação ou de
ade-)ado e7ame da! -)e!tNe! de :ato e de direito& isso& se %or 'erdade& on:ig)rarI n)lidade de
arIter %roe!!)al& mas n+o dene$a*+o de 3urisdi*+o& de molde a a%rontar a norma constitucional
%ocali<ada #inc. SSS; do art. @^ da !2(.X #A) 18@.66,-A$.& .el. /in. 0ddned 0anches&
3ul$amento em 1B-,-,6& 1l 1urma& DA de 2,-11-,6(
CA ordem 3urTdico-constitucional asse$ura aos cidad+os o acesso ao =udiciPrio em concep*+o maior.
En$loba a entre$a da presta*+o 3urisdicional da %orma mais completa e con'incente possT'el.
4misso o pro'imento 3udicial e& em Eue pese a interposi*+o de embar$os declaratUrios& persistindo
o 'Tcio na arte de proceder& :orço!o é a!!entar a on:ig)ração da n)lidade.X #.E 1@8.6@@& .el.
/in. /arco AurYlio& 3ul$amento em 2H-8-,6& 2l 1urma& DA de 2-@-,B(
CKarantia constitucional de :)ndamentação da! dei!Ne! 5)diiai!. Arti$o 118& h -^& do
.e$imento )nterno do 0uperior 1ribunal /ilitar. A $arantia constitucional estatuTda no arti$o ,-&
inciso )S& da !onstitui*+o 2ederal& se$undo a Eual todas as dei!Ne! 5)diiai! devem !er
:)ndamentada!& Y ei$]ncia inerente ao Estado DemocrPtico de Direito e& por outro& é
in!tr)mento %ara via0ili.ar o ontrole da! dei!Ne! 5)diiai! e a!!eg)rar o e7er1io do direito
de de:e!a. A decis+o 3udicial n+o Y um ato autoritPrio& um ato Eue nasce do arbTtrio do 3ul$ador& daT
a necessidade da sua a%ro%riada :)ndamentação. A la'ratura do acUrd+o dP conseEk]ncia V
$arantia constitucional da moti'a*+o dos 3ul$ados.X #.E @4H.,,@& .el. /in. /ene<es Direito&
3ul$amento em 1,-2-H8& DAE de 2-@-H8(. ,o me!mo !entido3 .E @B@.144& .el. /in. .icardo
:ewandowsci& 3ul$amento em 11-12-H8& PlenPrio& DAE de 2H-2-H,.
gA :)ndamentação on!tit)i %re!!)%o!to de legitimidade das decisRes 3udiciais. A
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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%undamenta*+o dos atos decisUrios Euali%ica-se como pressuposto constitucional de 'alidade e
e%icPcia das decisRes emanadas do Poder =udiciPrio. A ino0!erv9nia do dever im%o!to pelo art.
,-& )S& da !arta PolTtica& precisamente por tradu<ir $ra'e trans$ress+o de nature<a constitucional&
a:eta a legitimidade 5)r1dia da dei!ão e $era& de maneira irremissT'el& a conseEkente n)lidade
do %ron)niamento 5)diial. Precedentes.g #A! 8H.8,2& .el. /in. !elso de /ello& 3ul$amento em
16-1H-H1& 2l 1urma& DA de 2--11-HB(. ,o me!mo !entido3 A! ,H.H4@ & .el. /in. =oaEuim "arbosa&
3ul$amento em 1H-2-H,& 2l 1urma& DAE de 2H---H,.
6' Premissa 0oti)acional8

Durante uma troca de idYias& em um dos +Oruns do !EA& com o 0r. =accson Kuterres&
1Ycnico =udiciPrio& 1.1 4l .e$i+o& Kraduando em ArEui'olo$ia na 62.K0& %ui apresentado a )dYia
de Eue todo processo esta relacionado V C.uadr-adeX: +ato / Demanda / A)aliação / !onclusão.

:o$o a Demanda ri1inal Eue esta restrita a Atribui*+o e .esponsabilidade do 1ribunal
0uperior Eleitoral& tem:

+ato ;: A solicita*+o de .e$istro de !andidatura ao Ko'erno do Distrito 2ederal& Eue %oi ne$ada
pela aplica*+o da chamada C:ei de 2icha :impaX.

Demanda ;: A'aliar a aplica*+o da chamada C:ei de 2icha :impaX em situa*Res anteriores ao inTcio
de sua 'i$]ncia.

A)aliação ;: E%etuada pelos 1ribunais Eleitorais& incluso o prUprio 10E

!onclusão ;? !on%irma*+o da ne$ati'a ao re$istro solicitado.

:o$o a Demanda resultante do e/erc-cio& pelo 1ribunal 0uperior Eleitoral& de sua& restrita&
Atribui*+o e .esponsabilidade tem:

+ato 4: A interpreta*+o do 0olicitante da demanda ori$inal& de Eue o Decis+o da 0uprema !orte
Eleitoral& contraria a !onstitui*+o da .epWblica 2ederati'a do "rasil& promul$ada em 1,88& ou
Direitos Dela decorrentes.

Demanda 4: A'aliar se a Decis+o da 0uprema !orte Eleitoral #10E( realmente contraria a
!onstitui*+o& ou Direitos Dela decorrentes.

A)aliação 4: E%etuada parcialmente& %rente ao impasse 3urTdico& causado pelo empate ocorrido na
'ota*+o pelos /embros do PlenPrio do 0upremo 1ribunal 2ederal& uma 'e< Eue& o EcelentTssimo
Presidente do 012& declarou=se impotente para eercer sua Atribui*+o e .esponsabilidade&
ES!:60);A& o C;oto de JualidadeX& por não ter inclinação, ou tend7ncia, a ser, entre outras
coisas, um ,DYSPTAI.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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!onclusão 4: 4 ;414 do )lustrTssimo Dias 1o%%oli& em função da renúncia L candidatura pelo
Solicitante da ;' Demanda& prop\s a e/tinção do processo& o Eue sendo aceito& não permitiu
.ual.uer conclusão sobre o& e%eti'amente& demandado.

:' Premissa 0oti)acional8

Em 2, de setembro de 2H1H& o )lustrTssimo pro%eriu seu ;414 no .E -6H14B _ .ecurso
EtraordinPrio& como /inistro do 0upremo 1ribunal 2ederal&
http://www.st%.3us.br/portal/cms/'er5oticiaDetalhe.aspDid!onteudoF1628-- & onde& de forma
distorcida& centrou seu 'oto no fato Jur-dico inicialmente demandado& o Eual de'o ressaltar& JC
de)idamente Jul1ado pela 0uprema !orte Eleitoral "rasileira& Eue Y& o 10E - 1ribunal 0uperior
Eleitoral.

A%inal& o .ecurso EtraordinPrio& em Euest+o& de'e a'aliar& se a decis+o pro%erida pelo 10E
_ 1ribunal 0uperior Eleitoral de EEGAR o re1istro da candidatura de um pretendente a candidato
ao Ko'erno do Distrito 2ederal& em %un*+o de renWncia a mandato de 0enador& para e'itar um
processo de cassa*+oX& resultante da interpreta*+o e Aplica*+o da chamada C:ei de 2icha :impaX&
esta a contrariar& ou não& o Direito !onstituTdo #!onstitucional& Infraconstitucional ou deles
decorrentes(.

:o$o& independentemente de EualEuer mani%esta*+o em contrPrio& de EualEuer da partes
en'ol'idas& o fato Jur-dico a ser a)aliado pelo 0upremo 1ribunal 2ederal& continua concreto e
indefinido.

Principalmente& Euando a renWncia& constante de Peti*+o& sem .ue o 0upremo 1ribunal
2ederal reconhecesse contrariedade V !onstitui*+o 2ederal e/ou aos Direitos Dela decorrentes& não
e/iste& uma 'e< Eue& sendo o re1istro EEGAD pelo 10E& e%eti'amente& não e/iste candidatura&
muito menos .ual.uer tipo renuncia& muito embora& a a'alia*+o da citada possT'el contrariedade
e/ista.

0ob este& !RRET& re%erencial& in%eli<mente& de'o declarar& com todas as letras& Eue seu
VT %oi IEeK"& Y E"%& e por isso& sem EualEuer utilidade 3urisdicional& uma 'e< Eue& ESTA
+RA D !ETENT em Eue de'eria centrar a a'alia*+o e%etuada.

Esclare*o& no entanto& Eue se %osses um dos en'ol'idos& na a'alia*+o do mYrito ori$inal&
inte$rante do !ole$iado do 1ribunal 0uperior Eleitoral& por eemplo& o seu VT& seria
PER+EIT& uma 'e< Eue& ESTARIA DEETR D !ETENT em Eue de'eria centrar a a'alia*+o
e%etuada.


:o$o& Y premente& necessPrio& Eui*P 'isceral& Eue feitas as suas refle/(es& en'ide es%or*os&
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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com todos os meios Eue dispuser& para Eue seu VT seJa Reformulado& e com isto& Reapreciado
pelo 0upremo 1ribunal 2ederal& de %orma Eue& não seJa imputado& ao 0upremo 1ribunal 2ederal&
atra'Ys do prUprio merecimento& o indeseJC)el esti1ma da IE!0PETEETE em .uest(es
A"RISDI!IEAIS.

Q' Premissa 0oti)acional8

Em 2, de setembro de 2H1H& o )lustrTssimo pro%eriu seu ;414 no .E -6H14B _ .ecurso
EtraordinPrio& como /inistro do 0upremo 1ribunal 2ederal&
http://www.st%.3us.br/portal/cms/'er5oticiaDetalhe.aspDid!onteudoF1628-- & onde& centrou seu
'oto no CEADA A"RUDI!I& para o Eual de'o ressaltar& Y um CT"D A"RUDI!X& uma 'e< Eue&
em sendo reconhecido pelo 0upremo 1ribunal 2ederal EualEuer contrariedade V !onstitui*+o
2ederal e/ou Direitos Dela Decorrentes& a decis+o Eue EEGA o re1istro& automaticamente Y E"%A&
e TDS os Direitos inerentes V candidatura lhe seriam 1arantidos.

Portanto& o seu CEADA A"RUDI!X& depende da rati%ica*+o pelo 012& lo$o& CA%G
A"RUDI! de concretoX& ENISTE& uma 'e< Eue& sua a'alia*+o Y premente& necessPria& Eui*P
'isceral.

Kostaria de salientar Eue no CVAVIX eiste CVIDAX& uma 'e< Eue& EualEuer coisa CVAVIAX
esta C!XEIA DE ARX& portanto& o CAR DA ESPERAE#AX do recorrente em& possi'elmente& 'er
uma Decis+o do 10E& ser contestada pelo 012& por contrariar a !onstitui*+o 2ederal e/ou Direitos
Dela decorrentes& não pode& nem de)e& ser colocado como um CEADA A"RUDI!X& ou
incorreremos no& indese3P'el& erro de EEGAR a e/ist7ncia de uma %e1-tima !onclusão
Aurisdicional a uma Demanda& principalmente& proferida por uma das 0upremas !ortes "rasileira&
no caso em Euest+o& a Eleitoral& representada pelo 1ribunal 0uperior Eleitoral.

Por outro lado, 1ostaria de salientar, .ue a não conclusão da demanda o*Jeto de seu VT&
nos apresenta& de %orma& contundente& irre%utP'el e incontestP'el o CV`!" A"RUDI!X.

Al$o Eue por Y despro'ido atY de A.& e por isso& oprUprio CEADA A"RUDI!X& com o
reEuinte& de EF PER0ITIR a necessPria estabilidade 3urTdica& principalmente& Vs 'Ysperas da
reali<a*+o de um Pleito.

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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R' Premissa 0oti)acional8
Entendemos Eue a ori$em de tamanha des%a*ate<& este3a na exacerba+a 'resunç*o
de& al$uns& Eue sendo /inistro do 0upremo 1ribunal& se colocam& por isso& automaticamente acima
+a 5ei& bem como& acima +e seus ,ares& de instancias in%eriores& ou n+o& Eue& concretamente& n*o
s*o menos im'ortantes por isso.
Al$o Eue me %a< lembrar do discurso pro%erido pelo 0enador athur 'ir$Tlio ao assumir& na
1ribuna do 0enado 2ederal& Eue cometeu crime +e im'robi+a+e a+ministrati6a& Euando ent+o&
reprodu<o parte de seu discurso& Eue& em princTpio& !1O recon&eço como 'ossi6elmente coloca+o
'elo Ilustríssimo& muito embora& 'ossa a 6ir a ser uma 'ossibili+a+e& caso& se +eixe im'regnar.
!on%orme o documento CPgr Crime Ine7i!te A%o! Con:i!!ao e *e!!ariX& onde estamos
tentando pro'ocar o EcelentTssimo Procurador-Keral da .epWblica a E5;)DA. 14D40 40
E024.740 para A=6)jA. os processos identi%icP'eis no pronunciamento %eito pelo 0enador
Arthur ;ir$Tlio na 1ribuna do 0enado& onde& no mTnimo& Y RIBI!OSO O!CESSO por
improbidade administrati'a.
http://www.scribd.com/doc/1B814@-B/P$r-!rime-)neiste-Apos-!on%issao-e-.essarci
g
!ome*o pelo Eue Jul1o Eue Y a Wnica coisa 1ra)e mesmo& a Wnica coisa Eue me deiou de
cabe*a pesada& Eue me deiou contristado& Eue mostrou Eue eu esta'a sendo 'Ttima de uma
certa 'aidade Eue me %a<ia achar a mim prUprio um homem pú*lico sem Jaça. Eu
compreendi Eue continuo com muitos de%eitos. E continuo compreendendo e comecei a
compreender Eue a prOpria !asa 3o$ou em mim certos )-cios
g

Portanto& )lustrTssimo Dias 1o%%oli& como EualEuer membro do =udiciPrio "rasileiro& de'o
esclarecer minha preocupa*+o& com o %ato de Eue sua importancia e rele'ancia& não esta no !ar1o
Eue ocupas& mas na postura& com Eue e/erce as atri*uiç(es e cumpre as o*ri1aç(es relati'as ao
!ar$o& Eue e%emeramente& esta in'estido.

:o$o& por 'i'ermos uma Democracia& de'es perceber /undo e E /undo& com o olhar
humilde& na dosa$em certa& para Eue EF VEEXAS A EEVERGEXAR EualEuer um de seus
Pares& ou mesmo& PV "rasileiro& do Eual& RG"%XSA0EETE sou parte inte$rante.

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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!onsideraç(es so*re a ação o*Jeto do seu VT em .uestão8
Para Eue possamos a'aliar& em pro%undidade& a Euest+o& da 'i$]ncia da chamada
C:ei da 2icha :)/PAX& Y necessPrio Eue entendamos seu conteto histUrico& e presente:

 Aistoricamente& a 0ociedade "rasileira& 'em assistindo& a mandos& e desmandos& de
indi'Tduos inescrupulosos& Eue mesmo em situa*+o criminosa& se mantinham em situa*+o de
C)nte$ridade /oralX& pela utili<a*+o de prerro$ati'as& e pri'ilY$ios& oriundos de /andato
Parlamentar.
Portanto& nunca& em momento al$um& EualEuer dos se$mentos da 0ociedade "rasileiro # em
ess]ncia& Ytico e moral( aceitou esta situação& se Euer& permitindo Eue tais procedimentos
fossem classificados como CcorretosX& Caceitos moralmenteX...

 A le$isla*+o nunca foi modificada por estar relacionada aos interesses mesEuinhos&
indecorosos& indese3P'eis e ab3etos da maioria dos parlamentares Eue compRe o !on$resso
5acional.

 A limitada& e tacanha& interpretação do Direito !onstitu-do& pelo =udiciPrio "rasileiro&
impediram Eue os processos e procedimentos eleitorais fossem alterados& de %orma a dar
su*stDncia e .ualidade.
Principalmente pelo 0upremo 1ribunal 2ederal& ratificada na decisão da Ação promo'ida
pela Associação dos 0a1istrados do @rasil #de 2icha :impa(& .ue foi ne1ada& pela
%undamenta*+o CsurrealX e CmentirosaX de Eue o Eleitor tem o poder de reJeitar candidatos&
mesmo sendo reconhecido& pela /esma& Eue Euem ele1e > o Partido.

1. !omo eemplo de !ar1o Proporcional& cito a 'ota*+o de EnYas para Deputado 2ederal
em 0+o Paulo& Eue te'e a capacidade de ele1er outros : GcincoH Deputados 2ederais.

2. !omo eemplo de !ar1o 0aJoritCrio& cito a elei*+o de 3osY serra a Pre%eito de 0+o
Paulo& Eue apUs 2 anos de mandato& renunciou dando lu$ar a 1il*erto fassa*.

Juando ent+o& ressaltamos& Eue esta Celeição indiretaX somente %oi possT'el& com a
manipulação das intenç(es de )oto& e%etuada por serra& ao a%irmar Eue somente morto
sairia da Pre%eitura de 0+o Paulo& antes do %im de seu mandato.

-. 4s eemplos acima& nos permitem a%irmar& Eue a chamada C%ei de +icha %impaX tenta
1arantir a TDS os Eleitores& Eue ser+o utili<ados crit>rios 0RAIS Euando do
re$istro de candidatos.

Al$o Eue os Partidos PolTticos sempre se recusaram a faBer.
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 !ansada de tantos des)arios& uma parcela si$ni%icati'a da 0ociedade "rasileira& se
or$ani<ou& e atra'Ys de seu poder !onstitucional& e/ercido DIRETA0EETE& o*ri1ou o
!on$resso 5acional a %e1islar sobre Euest+o t+o importante& ne1li1enciada at> então& por
14DA0 as )nstitui*Res DemocrPticas.

Portanto& acreditamos Eue uma a'alia*+o de todo o processo Eue redundou na chamada C%ei de
+icha %impaX& nos permita a%irmar Eue a mesma& sempre foi deseJo& inclusi)e XISTeRI!& da
0ociedade "rasileira& e Eue por isso& 14D40 os casos especi%icados na :ei& +RA0& SF e
!ETIE"ARF a ser considerados )5DE!4.4040& )/4.A)0& )5DE0E=>;E)0.
:o$o& não hou)e .ual.uer modificação conceitual sobre os mesmos& e/ceção feita a atual&
certeBa, de Eue& somente poderão candidatar-se Aomens e /ulheres de !onduta Ili*ada.
Al$o& Eue a 0ociedade "rasileira !EK"IST"& e Eue por isso& DEVE TER RESPEIT E A
!ESIDERA#F de TDAS as )nstitui*Res DemocrPticas& inclusa o prUprio 0upremo 1ribunal
2ederal.

S"GESTF8

.eiterando o 3P su$erido a ;.0.l& proponho Eue )eJas esta reprimenda& como a Wnica& e
possT'el& manifestação de um !idad+o "rasileiro& Eue preocupado com o n-)el das fundamentaç(es
de al$umas DecisRes =urTdicas& se empenha& em Despreocupadamente& mas .esponsa'elmente&
0"DAR !onceitos e ;alores& Distorcidos& Eue por isso& I0PEDE0 a !onstru*+o de uma
0ociedade :i're& A"STA e 0olidPria.

:o$o& a re%le+o proposta& tem como premissa& principal& a concreta possi*ilidade& de ser
;.0.l& o implementador& de uma si$ni%icati'a mudança de referencial # ST+ não > a única Suprema
!orte @rasileira(& premente& necessPria& Eui*P 'isceral& bem como& de e)itar .ue seJas impre$nado
de eacerbada arro$ancia& prepot]ncia e 'aidade.

Atenciosamente&

Plinio /arcos /oreira da .ocha
PE504& 584 0i ES)014& /E 2A74 P.E0E51E.

Presumi'elmente o Wnico @rasileiro !0"0& Eue mesmo n+o sendo Ad'o$ado& nem
"acharel& nem Estudante de Direito& te'e suas prPticas inscritas na 6l edi*+o do Pr]mio
)554;A.E& calcadas no !AS A"RUDI! Eue tem como premissa base o P"R +AVER DE
!ETAS& reconhecidas& e DE+ERIDAS pelo !onselho Aul1ador& con%orme documento )554;A.E
- 6m "rasileiro !4/6/ no meio =urTdico& http://www.scribd.com/doc/242@266,/)554;A.E-
6m-"rasileiro-!4/6/-no-meio-=uridico
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Suspiro
de
esperança
que
não
passa
de
Fétido
Peido
de
desilusão
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Mensaem reistrada so! o n.meroG &H1$H

0olicito Eue esta mani%esta*+o se3a en'iada a 14D40 os /embros do PlenPrio
Pre<ados&

Apresento o documento C0uspiro de esperan*a Eue n+o passa de 2Ytido Peido de desilus+oX&
http://pt.scribd.com/doc/@1441-H2/0uspiro-de-esperanca-Eue-nao-passa-de-2etido-Peido-de-
desilusao & onde estamos reconhecndo Eue a ocupa*+o da 'a$a do 0upremo 1ribunal 2ederal& por
/a$istrado de !arreira& E/ 5ADA mudou o !A40 =urTdico& pelo contrPrio& solidi%icou a cren*a de
Eue tudo es normal.
Atenciosamente,
Plinio /arcos /oreira da .ocha
1el. #21( 2@42-BB1H






Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Suspiro de esperança .ue não passa de +>tido Peido de desilusão

.ecentemente %omos brindados com um CsuspiroI de esperança& Euando da ocupa*+o da
'a$a do 0upremo 1ribunal 2ederal por um& atY ent+o& .espeitado /a$istrado de !arreira.

A participa*+o do citado /a$istrado de !arreira& Eue 3P deiou de ser t+o .espeitado& no
=ul$amento Eue determinou Eue a chamada C2icha :impaX somente 'alerP a partir de 2H12& nos
apresenta Eue a realidade da ocupa*+o& n+o passa de um f>tido ,peidoI de desilusão.

A%inal& um /a$istrado de !arreira& Eue se pre<e& em hipUtese al$uma& se prestaria a
participar de 3ul$amento& com criminosos #pre'aricaram de %orma reincidente& e reiterada(& uma 'e<
Eue& sua participação& apenas e t+o somente& propicia Cares de le1alidadeX& Cares de JustiçaX& Cares
de moralidadeX& Cares de le1alidadeX a indecorosa& indese3P'el& imoral e ile$al certeBa de Eue Ctudo
como dantes no .uartel de a*rantesX.

;ale ressaltar& Eue o mesmo& em %un*+o de nenhum 'oto do PlenPrio ter sido altera*+o& em
ess]ncia& eerceu o CVT DE K"A%IDADEX& al$o Eue de'eria ter sido %eito pelo Presidente do
0upremo TR"!"%EET 2ederal& e por isto& assumiu o papel de CD>spotaX& Eue %oi REAEITAD&
atra'Ys de !rime de Pre)aricação& pelo )lustrTssimo Antonio !Ysar Pelu<o.

Portanto& em meu empTrico entendimento& ca*eria ao /a$istrado de !arreira& declarar-se
CS"SPEITX& por Euest+o de %oro Tntimo& uma 'e< Eue& de)eria ter reconhecido Eue os 3ul$amentos
anteriores esta'am )iciados pelo !RI0E de PREVARI!A#F& como tambYm& Eue o 3ul$amento do
Eual aceitou participar& estaria& como esta& )iciado pelo I0PEDI0EET do PlenPrio& pois& TDS
são citados em denWncias %eitas na Pol-cia +ederal& e ao Procurador=Geral da Repú*lica.

referencial ERRAD utiliBado

Entendemos .ue o referencial utiliBado, na a)aliação da demanda, foi o de .ue a chamada
,%ei da +icha %impaI pune com o impedimento de re1istro, pretensos candidatos .ue em al1um
momento de sua )ida ti)eram conduta impediti)a&

0e aceitarmos& em tese& a idYia de Eue a C2icha :impaX& apenas e t+o somente& 'alerP a
partir de 2H12& al$umas per$untas n+o Euerem se calar:

As condutas impediti)as de'er+o ocorrer apOs a )i17ncia da :ei& apOs a promul1ação da
:ei& ou poderão retroceder ao perTodo& por eemplo& de 'i']ncia in%antil do !andidato D

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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0e a :ei não pode retroa1ir& como aceitar Eue as condutas impediti'as& Eue possam ter
ocorrido antes da promul1ação da :ei& ou mesmo antes de sua )i17ncia& possam ser consideradas
no inTcio em 2H12 D

Al$o Eue& em podendo& nos coloca& em ess]ncia& na id]ntica situa*+o de permissão de
retroa1ir D

A%inal& as situa*Res& os entendimentos& os presumT'eis limites comportamentais& morais e
Yticos& s+o inEuestiona'elmente& irre%uta'elmente& S 0ES0S pppp

Portanto, a decisão proferida, com toda a certeBa, dei/ou ,*rechasX, e ,lacunasX, .ue
de)erão ser dirimidas, por no)as pro)ocaç(es Judiciais, uma )eB .ue, a ine/ist7ncia de ,notOrio
sa*er Jur-dicoI, concretiBada ao se reconhecer a Inconstitucionalidade da )i17ncia imediata da
%ei, coloca, em presum-)el inconstitucionalidade a aplicação da %ei em condutas impediti)as,
.uando ocorridas, apenas e tão somente, apOs a )i17ncia da lei&


referencial !RRET não utiliBado

Entendemos .ue o referencial a ser utiliBado, na a)aliação da demanda, de)eria ter sido o
de .ue a chamada ,%ei da +icha %impaI 1arante ao PV @rasileiro a .ualidade dos !andidatos
com o re1istro, a pretensos candidatos .ue E"E!A na )ida, em momento al1um, ti)eram conduta
impediti)a&

Portanto, o cerne da .uestão esta no e/erc-cio de Direito Ee1ati)o, frente ao Direito
Positi)o Indi)idual de não )i17ncia imediata, contra o Direito Positi)o !oleti)o de
Representati)idade com !onduta Ili*ada&

Para .ue possamos ser, mais Justos, de)emos le)ar em consideração, a luta, a con.uista,
representada pelo processo de promul1ação da chamada %ei da ,+icha %impaI, onde8

;& Todas as condutas impediti)as da +icha %impa, sempre foram reJeitadas pelo PV
@rasileiro, em .ual.uer tempo, em .ual.uer parte do territOrio *rasileiro&

4& s Parlamentares, em .ual.uer tempo, nunca aceitaram .ual.uer restrição
relacionada a comportamento, e postura, Ytica&

S& AudiciCrio, em pura manipulação por Partidos Grandes, nunca permitiu .ue o
!Odi1o Eleitoral @rasileiro, fosse fielmente cumprido, e respeitado&

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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6& AudiciCrio, em pura manipulação por Partidos Grandes, nunca permitiu .ue o
!Odi1o Eleitoral @rasileiro pudesse e)oluir, 1arantido a implantação de crit>rios
0ERIT!R`TI!S, com refle/o natural do aumento da .ualidade dos Representantes&

:& PV @rasileiro, utiliBando=se do Preceito !onstitucional de e/erc-cio de seu
Poder, de forma direta, se or1aniBou, e @RIG" o !on1resso Eacional a %e1islar
so*re tema tão importante, e a Eles IE!EVEEIEETE&

Q& PV @raseiro, atra)>s de suas estruturas formalmente or1aniBadas, acompanhou o
processo de confecção da %ei de +icha %impa, con.uistando al1umas importantes
)itOrias, sem .ual.uer preocupação outra, .ue não a Representati)idade de Pessoa
com conduta ili*ada, lo1o, sem .ual.uer conotação puniti)a&

R& %o1o, a resist7ncia histOrica do !on1resso Eacional, em %e1islar so*re este assunto, e
a or1aniBação da Sociedade @rasileira, o Supremo TR"!"%EET +ederal, poderia, e
de)eria, em Respeito ao PV @rasileiro, e a !onstituição da Repú*lica +ederati)a do
@rasil, reconhecer a )i17ncia imediata da %ei de +icha %impa&



Ao3e& mais do Eue nunca& sou obri$ado a reconhecer& Eue o EcelentTssimo /inistro
/aurTcio !orr]a& de)e ter sofrido muit-ssimo& ao constatar Eue .uanto mais alto na hierarEuia do
Poder =udiciPrio& mas afastado& se estP& da A"STI#A.

A%inal& Euando o EcelentTssimo /aurTcio !orr]a proferiu esta senten*a& 3P ha'ia deiado o
0upremo 1ribunal 2ederal& e por isso& naEuela ocasi+o& pro)ei de um sentimento de indi$na*+o& de
re3ei*+o& para com o 0esmo.

Al$o& Eue XAE& me obri$o a alterar RE+EREE!IAIS& de tal %orma& 'ir a nutrir um
pro%undo& imensurP'el& incalculP'el& sentimento de Admiração& Respeito e !arinho por Aomem
PWblico de t+o di%erenciada postura& pois& sua mani%esta*+o Y !ora3osa& 0Pbia& e com percep*+o de
!ientT%ica a'alia*+o.

Juando ent+o& reapresento seu posicionamento& com o .ual me identifico& em K]nero&
5Wmero e Krau& principalmente& ao me mani%estar atra'Ys deste Cdesa@A+X.

g5in$uYm Y obri$ado a cumprir ordem ile$al& ou a ela se submeter& ainda
Eue emanada de autoridade 3udicial. /ais: Y de'er de cidadania opor-se V
ordem ile$al& caso contrPrio& ne$a-se o Estado de Direito.g #A! B-.4@4&
.el. /in. /aurTcio !orr]a& 3ul$amento em 22-4-,6& 2l 1urma& D2 de B-6-
,6(
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Atenciosamente,
Plinio /arcos /oreira da .ocha
1el. #21( 2@42-BB1H
Penso, Eão sO ENIST, 0e +A# Presente
Analista de 0istemas& presumi'elmente& 0nico &rasileiro CO?7?& Eue mesmo não tendo
n-)el superior completo #interrompi o !urso de Eecuti'o& com o primeiro semestre completo& em
1,BB(& portanto& n+o sendo Ad'o$ado& nem "acharel& nem Estudante de Direito& te)e suas
!r*ticas inscritas na W] e I] edi"9es do Pr/io INNO@ARE& ambas calcadas no CAOS
27R^DICO Eue tem como premissa base o P7RO FA_ER DE CONTAS& re'on)e'idas& e
DEFERIDAS pelo Consel)o ;ul,ador& con%orme documento )554;A.E 6m "rasileiro
!4/6/ 5o /eio =uridico ))&
http://www.scribd.com/doc/46,HH1B2/)554;A.E-6m-"rasileiro-!4/6/-5o-/eio-
=uridico-))

Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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1udo !omo Dantes no Juartel de Abrantes
Por lui<lobo
htt%3;;l)i.lo0o8<ord%re!!8om;MCCE;BC;CP;t)do/omo/dante!/no/-)artel/de/a0rante!;
Depois Eue %alhou a rea*+o militar das monarEuias europYias contra a .e'olu*+o 2rancesa e
seus ideais republicanos& 5apole+o consolidou seu poder e tratou da conEuista territorial da Europa
em todas as dire*Res. A %rente de $uerra %rancesa ia da .Wssia ao 5orte da >%rica& da EscandinP'ia V
PenTnsula )bYrica.
5apole+o ordena a Portu$al Eue %eche seus portos aos na'ios in$leses #com Euem a 2ran*a
esta'a em $uerra aberta(. D. =o+o& o PrTncipe .e$ente& resiste& manobra& ne$ocia& adia. A decis+o
portu$uesa de manter a neutralidade deia 5apole+o impaciente e ele ordena Eue o $eneral Andoche
=unot le'e 28 mil homens para atacar Portu$al.
=unot marcha& com apoio espanhol& e a 1, de no'embro de 18HB transpRe a %ronteira
portu$uesa V %rente de um eYrcito casti$ado pelo in'erno das serras do 5orte de Espanha. 0ua
pro$ress+o pela re$i+o da "eira& inUspita& sem estradas& pobre& Y trP$ica. 4s soldados est+o
%amintos& descal*os& subnutridos& muitos est+o doentes ou %eridos.
As tropas %rancesas entram em Abrantes no dia 24 de no'embro. 4 Keneral Euer parar&
recompor suas %or*as e aT instala um Euartel-$eneral. /as 5apole+o ordena Eue a in'as+o prossi$a
imediatamente. =unot seleciona os elementos Eue podem continuar a marcha e no dia se$uinte parte
em dire*+o a :isboa.
1ransposto o jY<ere& a muito custo& e as terras ala$adas da Kole$+& =unot entra em 0antarYm
dia 18 com um Estado-/aior incompleto e um re$imento de poucos homens& incapacitados para o
combate. E no mesmo dia& se$uindo as ordens de 5apole+o& marcha para :isboa.
5as proimidades da cidade Y recebido por um destacamento da ca'alaria portu$uesa
per%eitamente capa< de en%rentar e 'encer rapidamente o eYrcito %ranc]s en%raEuecido.
/as as ordens de D. =o+o eram claras e ele ha'ia determinado Eue as tropas portu$uesas
recebessem as %rancesas como ami$os& porEue n+o ha'ia uma in'as+o& mas uma simples Cmarcha de
tropas estran$eirasX. 4s soldados portu$ueses de'eriam bem receb]-las& cuidar de aEuartelP-las e
dar a elas toda a assist]ncia de Eue necessitassem& Cconser'ando sempre a boa harmonia Eue se
de'e praticar com os eYrcitos das na*Res com as Euais nos achamos unidos no !ontinenteX.
AEuele eYrcito depauperado pela %ome& pelo clima& pelo cansa*o& de uni%ormes ras$ados e
descal*os& espin$ardas arruinadas& entra na capital do .eino prote$ido pela ca'alaria portu$uesa.
5a 'Yspera& toda a !orte portu$uesa ha'ia embarcado rumo ao "rasil & Vs pressas e sem
muita or$ani<a*+o& em -@ na'ios mercantes e de $uerra. /as disposta a le'ar a .ainha e o PrTncipe
para estabelecer a capital do .eino portu$u]s em suas terras brasileiras& lon$e do poder napoleZnico
e mantendo o poder da %amTlia de ".a$an*a.
=unot assume a .e$]ncia em Portu$al& em nome de 5apole+o& e declara %indo o reinado da
%amTlia "ra$an*a. Er$ue a bandeira %rancesa no !astelo de 0+o =or$e e trata de desarmar os
militares portu$ueses. Em se$uida& en'ia os re$imentos portu$ueses para as %rentes de batalha
%rancesas& com uni%ormes modi%icados Vs pressas.
Abandonada pela !orte& reprimida pelos %ranceses& a popula*+o %ica re'oltada em 'Prios
pontos do paTs. E a resist]ncia Y herUica& permanente& muitos lu$ares ao mesmo tempo. 2oram esses
%ocos de rebeli+o populares Eue permitiram Vs %or*as in$lesas plane3ar um assalto por mar ao
teritUrio portu$u]s. A 6 de a$osto de 18H8& o $eneral in$l]s Arthur qellesled #%uturo DuEue de
qellin$ton( desembarca na "aTa de ;a$os e come*a o lon$o processo de rea*+o aos %ranceses.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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/as no .uartel de A*rantes, tudo esta)a como dantes& na m+o dos militares %ranceses.
Depois& esse dito tornou-se um pro'Yrbio #Tudo como dantes no .uartel de A*rantes( com o
si$ni%icado de inoperancia e inconformismo.
4 descontentamento popular acabou por li'rar Portu$al da ocupa*+o& mas suas i$re3as& seus
palPcios& suas riEue<as& tudo %ora parar na 2ran*a. Para trCs ficara a destruição e a desor1aniBação
social. 4 es$otamento dos bens de consumo& a %alta de alimentos& a aus7ncia de autoridade& a %alta
do .ei e da !orte& tudo inter%eriu para criar-se uma !onstituição .ue pretendesse transferir o poder
le$islati'o para um Parlamento e proclamar a .epWblica. :iberais e Absolutistas entraram em
choEue& 'eio a $uerra ci'il Eue adiou mais ainda o pro$resso portu$u]s e sua estabilidade social.
AtY Eue& pressionado& o rei D. =o+o 'oltasse& trouesse de 'olta a !orte& e ima$inasse ser
possT'el %a<er do "rasil& no'amente& uma colZnia. /as n+o podia e bem cuidou de deiar um %ilho
em terras brasileiras para construir uma no'a na*+o.
4 Euartel de Abrantes %icou& como um sTmbolo e um ditado popular& memUria de maus dias.
Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Petição
STF
ANULAÇÃO
da
Decisão
Uso
de
Algemas
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Petição - ANULAÇÃO da Decisão sobre o Uso de algemas
Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal
Praça dos Três Poderes
Brasília – DF CEP 70150-900
Carta Registrada RO292601429BR postada em 18/10/2008
Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal
Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE
1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I - DOS
DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º Todos são iguais
perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e
aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à
igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIV - são a todos
assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição
aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de
poder,
Venho, mui respeitosamente, SUGERIR, que Esta Presidência, envida Todos os
Esforços, utilizando-se de TODOS os Meios que dispuser, de tal forma, que
Esta Corte, ANULE a Decisão tomada em 7.8.2008, em função do Habeas Corpus
(HC) 91.952 julgado pelo Plenário desta Corte. Tal, prende-se ao fato, concreto, de
que a Decisão, em votação unânime, pela nulidade da condenação por homicídio
qualificado, proferida pelo Tribunal d o Júri de Laranjal Paulista (SP), uma vez
que, esta eivada de ABUSO DE PODER, tendo em vista que a tese vencedora,
intrinsecamente reproduz presunçosos "achismos" que a REALIDADE DOS
FATOS não lhes respalda, uma vez que, apenas Esta Corte tem poderes para
ANULAR decisão Desta Corte.
Aproveitamos para reafirmar nossa crença de que esta sugestão será objeto de
avaliação e considerações resultantes, se não em Respeito a Mim, pelo menos à
Constituição da República Fedrativa do Brasil. Afinal, o mínimo possível,
premente, necessário, seria a manifestação do Poder Constituído, representado por
Esta Corte, sobre, e com base, no Direito Constituído, relacionado ao
intrinsecamente provocado, pela formalização da Sugestão em defesa de direitos
ou contra ilegalidade ou abuso de poder.
1ª. Premissa Motivacional: A "tese vencedora", segundo Resposta, a
manifestação minha, recebida da Central do Cidadão do STF (ANEXO I) nos
apresenta: "Ainda nos termos do voto do Relator, restou assentado que o julgamento pelo Júri é
procedido por pessoas leigas, que tiram as mais variadas ilações do quadro verificado, razão pela
qual a permanência do réu algemado indicaria cuidar-se de criminoso da mais alta
periculosidade, desequilibrando o julgamento a acorrer e sugestionando os jurados. Dessa forma,
o uso de algemas, sem que se tenha apontado um único dado concreto relativo ao perfil do acusado,
que estivesse a ditar seu uso em prol da segurança, evidenciou prejuízo ao réu.", efetivamente,
esta calcada num presunçoso "achismo", que infelizMENTE degrada o "Corpo de
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Jurados" ao lhes imputar, de forma CABAL, INCAPACIDADE, por serem pessoas
leigas, DE AVALIAR E JULGAR, unicamente, com base nos FATOS e
DEPOIMENTOS arrolados, quando então, pressupõe de forma acintosa, que
poderá ser dada mais IMPORTÂNCIA e RELEVÂNCIA ao simples uso de algemas
pelo Réu, de tal sorte, que, efetivamente, serão, e estarão, SUGESTIONADOS,
quanto ao próprio VEREDICTO do JULGAMENTO.
Quando então, me é factível, afirmar, que a Decisão, ora em questão, é NULA,
uma vez que, agride de forma MORTAL a CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA
FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988; CAPÍTULO III - DO PODER JUDICIÁRIO;
Seção I - DISPOSIÇÕES GERAIS; Art. 93. Lei complementar, de iniciativa do
Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os
seguintes princípios: IX todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão
públicos, e fundamentadas todas as decisões, sob pena de nulidade, podendo a
lei limitar a presença, em determinados atos, às próprias partes e a seus
advogados, ou somente a estes, em casos nos quais a preservação do direito à
intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à informação;
Aproveito para apresentar a Charge Cotidiano - Sem preconceitos, que esta
disponível na página WEB http://charges.uol.com.br/2008/08/21/cotidiano-sem-
preconceito/ , que tão bem captou o sentimento coletivo do POVO Brasileiro em
relação à questão, que de forma concreta, e paupável, esta longe, muito longe,
mas, muito longe da presunção citada, uma vez que, qualquer "Corpo de Jurados"
é composto por integrantes deste POVO, do qual, TENHO ORGULHO DE
PERTENCER.
2ª. Premissa Motivacional: A partir desta decisão TODOS os Referenciais de
AMPLA DEFESA se perdem, de tal forma, ser necessário a qualquer Agente
Institucional, a Responsabilidade, sob critérios SUBJETIVOS (que podem,
concretamente, se CHOCAR com os Desta Corte) JULGAR, sem nenhuma
possibilidade de DEFESA IMEDIATA, o caráter, a intenção, a qualidade do
Indivíduo sob SUA GUARDA e ESCOLTA, algo que, em princípio, NÃO É DE SUA
ALÇADA. Portanto, a partir da tentativa de se garantir os princípios da dignidade da
pessoa humana e da presunção de não culpabilidade, tornamos o Agente
Institucional Juiz e Executor, onde a utilização das Algemas nos apresenta a
CERTEZA de uma CULPA, mesmo que não substanciada, em virtude da
premência e urgência da decisão.
Quando então, me é factível afirmar, ser premente e necessário. quiçá
visceral, o procedimento PADRÃO de SEMPRE algemar os Presos, quando
fora do sistema carcerário (penitenciárias, delegacias de polícia, ...), algo
que, dispensará qualquer JULGAMENTO PRÉVIO, pelo Agente
Institucional, em forma e conteúdo. sobre o Preso, bem como, eliminará
qualquer tratamento diferenciado, que venha a induzir valoração sobre o
efetivo uso de algemas, isto é, em se permanecendo a discriminação, quanto
ao uso, conceitos e preceitos, serão naturalmente relacionados à situação de
uso pelo preso, o que, de fato, inquestionavelmente, irrefutavelmente,
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Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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concretamente, introduz o pretensamente eliminado, algo que
a ATUAL orientação dada, não apenas e tão somente, sugere, mas
CRISTALIZA, apesar de não qualificar de forma clara, as causas do uso de
algemas.
3ª. Premissa Motivacional: A partir desta decisão TODOS os referenciais de
Segurança se perderam, de tal forma, ser possível a qualquer Agente
institucional, criar, ou mesmo, produzir eventos que plausivelmente, mesmo em
sendo FANTASIOSOS, IMORAIS ou INDECOROSOS, venha a "plenamente
justificar" excessos de conduta violenta e a utilização das algemas, muito
embora, estes, possam espelhar o PURO ABUSO DE PODER, por parte do Agente
Institucional. Portanto, ao se dar prioridade, a um possível constrangimento,
abriram-se várias possibilidades para o PURO ABUSO DE PODER, que de forma
MORTAL, fere os preceitos do Direito de que. através do Estado (Negativo), ou
mesmo contra o Estado (Positivo), é garantida a integridade física, mental e moral
de TODO Cidadão (Nossa Constituição TÍTULO I - Dos Princípios Fundamentais - Art. 3º
Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil; I - construir uma sociedade
livre, justa e solidária; II - garantir o desenvolvimento nacional; IV - promover o bem de todos, sem
preconceitos de origem,raça,sexo.cor,idade e quaisquer outras formas de discriminação e agregado
à Nossa Constituição - Convenção Americana de Direitos Humanos - Artigo 5. - Direito à integridade
pessoal - 1. Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua integridade física, psíquica e moral),
sem qualquer DISCRIMINAÇÃO.
Quando então, me é factível afirmar, ser premente e necessário. quiçá
visceral, o procedimento PADRÃO de SEMPRE algemar TODOS os Presos,
quando fora do sistema carcerário (penitenciárias, delegacias de polícia, ...),
algo que, eliminará a possibilidade de violência desmedida, e desnecessária,
pelo Agente Institucional.
4ª. Premissa Motivacional: A tese vencedora, por estar tão distorcida da
REALIDADE, nos apresenta a, concreta, INCAPACIDADE, dos Jurados,
em, SIMPLESMENTE, JULGAR, utilizando unicamente, os Fatos e
os Depoimentos arrolados durante o Julgamento, onde a questão mais importante,
me parece ser : Estão pessoas leigas APTAS a Julgar, uma vez que, o puro uso
de algemas, pode alterar, significativamente, suas avaliações ? Portanto, nos
deparamos com o, concreto, dilema: Os Jurados são INCAPAZES ou A tese
vencedora é IRREAL e FANTASIOSA, por estar calcada em uma PURO, ABJETO,
INDECOROSO, IMORAL, ILEGAL "ACHISMO" ? Uma vez que, somente fazendo
de contas, poderemos, no máximo, admitir, que os Jurados, alem de leigos, são
tambem IMATUROS EMOCIONALMENTE e CULTURALMENTE, de tal forma,
podermos encontrar alguma credibilidade, ou mesmo razoabilidade, na tese
vencedora.
Quando então, me é factível afirmar, ser premente e necessário. quiçá
visceral, o procedimento PADRÃO de SEMPRE algemar os Presos, quando
fora do sistema carcerário (penitenciárias, delegacias de polícia, ...), que
eliminaria, um possível sugestionamento, uma vez que, por ser procedimento
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padrão, não lhes será possível identificar, pelo uso da algemas, qualquer
diferenciação, relacionada a valores e conceitos agregáveis ao Preso.
Aqui chamo a atenção para o Projeto de Lei 4203/2001 (Tribunal do Júri),
constante da página WEB http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/06/09/
lula_sanciona_mudancas_que_podem_agilizar_processos_na_justica_1348826.html , ja
sancionado, que de certa forma, reconhece a COMPETÊNCIA, a COERÊNCIA,
a JUSTIÇA na FACTÍVEL AVALIAÇÃO do Corpo de Jurados, uma vez que,
provocou a seguinte alteração:
Antes: O julgamento pode ser adiado por vários motivos, como ausência do
réu; Atualmente, há três audiências que antecedem o julgamento:
interrogatório, depoimentos da defesa e acusação; As partes ou qualquer dos
jurados podem pedir a leitura de todo o processo durante o julgamento; Os
jurados devem ser maiores de 21 anos; Quando a condenação for de prisão
por tempo igual ou superior a 20 anos, a defesa tem direito, praticamente
automático, a pedir novo júri.
Agora: O julgamento passa a ser adiado somente em casos excepcionais
(doenças comprovadas, por exemplo); Passa a haver apenas uma audiência;
O pedido para leitura de todo o processo poderá ser fito em poucos casos,
como quando as provas forem colhidas por carta emitida ao júri; Os jurados
devem ser maiores de 18 anos; Um novo julgamento só poderá ocorrer se o
próprio juiz admitir falha.
Portanto, não encontramos no, ora, evoluído, qualquer resquício que
efetivamente dê sustentação, a premissa de que os Jurados, por serem leigos,
são incapazes de Avaliar e Julgar, utilizando-se unicamente dos Fatos e
Depoimentos arrolados no Julgamento.
5ª. Premissa Motivacional: A questão básica é: O Direito Individual pode se
sobrepor ao Direito Coletivo, quando então, devemos ressaltar o fato, concreto, de
vivermos uma Democracia onde TODOS os Elementos integrantes possuem
instrumentos jurídicos, consistentes, para caracterizar abuso de poder, uma vez
que, a Convenção Americana de Direitos Humanos, voltada em especial, aos
problemas históricos de sistemas de governo autoritário, como ditaduras, não
pode, em essência, ser interpretada de maneira tão tacanha e menor, de tal
forma, ser plausível, e possível, a um criminoso a própria IMPUNIDADE.
Quando então, me é factível afirmar, ser premente e necessário. quiçá
visceral, o procedimento PADRÃO de SEMPRE algemar os Presos, quando
fora do sistema carcerário (penitenciárias, delegacias de polícia, ...), uma vez
que prioriza a situação de normalidade e de segurança de TODOS os
envolvidos, em detrimento de um pseudo-constranfimento, uma vez que, este
último se dá pelo simples fato da Prisão, algo irrefutável e inquestionável.
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Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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6ª. Premissa Motivacional: Segundo Lenio Luiz Streck em seu artigo Criminal -
Dever de proteção: Qual a semelhança entre o furto privilegiado e o tráfico de
drogas? (Anexo II), constante da página WEB http://www.netlegis.com.br/
index.jsp?arquivo=/detalhesNoticia.jsp&cod=42169 .
A doutrina e jurisprudência entendem que o dever de proteção pode ser classificado
do seguinte modo:
a) o Verbotspflicht, que significa "o dever de se proibir uma determinada
conduta";
b) o Sicherheitspflicht, que significa, em linhas gerais, que o Estado tem o dever de
proteger o cidadão contra ataques provenientes de terceiros, sendo que, para
isso, tem o dever de tomar as medidas de defesa;
c) o Risikopflicht, pelo qual o Estado, além do dever de proteção, deve atuar com
o objetivo de evitar riscos para o indivíduo.
Trata-se da nova concepção do direito esculpido no Estado Democrático de Direito.
As lições do passado e os fracassos do direito diante da política fizeram com que o
direito assumisse um acentuado grau de autonomia. E o Direito Penal não ficou
imune a essa nova perspectiva, o que pode ser percebido pela obrigação de
proteger o cidadão a partir de atitudes "negativas" e "positivas", chegando —
por vezes — ao limite da obrigação de criminalizar. E, é claro, tais circunstâncias
trazem conseqüências à relação entre legislação e jurisdição.
Quando então, me é factível afirmar, ser premente e necessário. quiçá
visceral, o procedimento PADRÃO de SEMPRE algemar os Presos, quando
fora do sistema carcerário (penitenciárias, delegacias de polícia, ...), uma vez
que Protege TODOS os envolvidos, incluso o próprio Preso, de qualquer
situação desnevessária de violência, ou mesmo, pertubação dos trabalhos
desenvolvidos.
7ª. Premissa Motivacional: Segundo Marcus Vinícius Lopes Montez no artigo A
Constituição diritente morreu? (Anexo III) que consta da página WEB:
http://www.netlegis.com.br/index.jsp?arquivo=detalhesArtigosPublicados.jsp&cod2=1477 .
"Apesar da Constituição de 1988 estar fazendo seu 20º aniversário, parece que a
dogmática jurídica brasileira ainda não compreendeu (ou não quer compreender)
o conceito exato da expressão Constituição, pelo menos em seu sentido léxico –
“constituir”. A crise vivida aqui no Brasil não é uma crise da Constituição, mas sim
da sociedade, do governo e do Estado. É verdade que o direito, por si só, não
conforma a realidade; quem o faz são os homens. Mas, para tanto, necessitam dos
instrumentos. Essa é a importância do Direito e da Constituição. A Constituição de
1988 foi farta em prever instrumentos de correção/implementação dos direitos nela
garantidos: mandado de segurança; ação declaratória de inconstitucionalidade por
omissão; mandado de injunção, para se citar apenas alguns. Não faltam, portanto,
meios jurídicos para a concretização da Constituição. O que falta é uma maior
consciência do papel que a Constituição assume no ordenamento jurídico, bem
como do papel do Judiciário frente a não implementação/realização dessa mesma
Constituição.. Parafraseando Chico Buarque de Hollanda: “só Carolina não viu”.
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Confirmando o que todos sabem e vêem, menos grande parte da dogmática jurídica
brasileira, vale repetirmos as constatações de Sergio Buarque de Holanda: “As
constituições feitas para não serem cumpridas, as leis existentes para serem
violadas, tudo em proveito de indivíduos e oligarquias, são fenômenos
corrente em toda a história da América do Sul.”
Quando então, me é factível afirmar, ser premente e necessário. quiçá
visceral, o procedimento PADRÃO de SEMPRE algemar os Presos, quando
fora o do sistema carcerário (penitenciárias, delegacias de polícia, ...),
portanto, o Estado, através Desta Corte, tem a Responsabilidade de coibir, ou
mesmo evitar, que o Preso, e TODOS os envolvidos, possam ser vítimas de
violências desnecessárias, ou mesmo, de avaliações preciptadas que possam
de alguma forma comprometer a segurança e tranquilidade dos trabalhos
desenvolvidos.
SUGESTÃO:
Que Esta Corte, com base no PODER que o Direito Constituído lhes outorga,
reavalie a Decisão tomada em 7.8.2008, em função do Habeas Corpus (HC)
91.952 julgado pelo Plenário desta Corte, de tal forma, que a decisão em questão
seja ANULADA e o Julgamento anulado seja REVALIDADO, bem como, oriente
a utilização das algemas por presos sempre que estiver fora do Sistema
Prisional, de forma padrão, uma vez que, ao Agente Institucional, Responsável
pela integridade do preso, não lhe seja dada a Responsabilidade de JULGAR
o Preso e EXECUTAR o uso das algemas, bem como, seja garantido ao Preso,
pelo uso das algemas, a impossibilidade do Agente institucional utilizar de
violência desnecessária, uma vez que, devemos priorizar a SEGURANÇA
(Direito Positivo) em detrimento de possível Constrangimento (Direito Negativo
no contexto), bem como, de reconhecer que os JURADOS são CAPAZES de
Julgar com base nos Fatos e Depoimentos arrolados no Julgamento, onde as
algemas serão, apenas e tão somente, objetos de segurança comum, sem
qualquer possibilidade de valor degradante, ou mesmo, incriminativo.
Atenciosamente,
Plinio Marcos Moreira da Rocha
Rua Gustavo Sampaio no. 112 apto. 603
LEME – Rio de Janeiro CEP 22010-010
Tel. (21) 2542-7710
Profissão – Analista de Sistemas
ANEXO I - Resposta da Central do Cidadão do STF
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---------- Forwarded message ----------
From: <nao_responda@stf.gov.br>
Date: 2008/10/16
Subject: Central do Cidadão
To: pliniomarcosmr@gmail.com
Protocolo de nº 914
Ao Senhor
PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA
Sobre o uso de algemas, permitimo-nos trazer a V.Sa. algumas considerações, considerando,
inclusive, os inúmeros questionamentos que, sobre o tema, têm sido encaminhados a este
Supremo Tribunal Federal (STF).
Em 7.8.2008, o Habeas Corpus (HC) 91.952 foi julgado pelo Plenário desta Corte. Decidiu-
se, em votação unânime, pela nulidade da condenação por homicídio qualificado, proferida
pelo Tribunal d o Júri de Laranjal Paulista (SP), em sessão na qual o acusado permaneceu
todo o tempo algemado, sem justificativa fundada. No entendimento desta Corte, já expresso
em outros julgamentos (HC 71195, DJ de 4.8.95; HC 84429, DJ de 2.2.07), o uso de algemas
somente é admitido em situações excepcionais, com a finalidade de impedir, dificultar ou
prevenir a fuga ou a reação indevida do preso e desde que haja justificada suspeita de risco à
integridade dos policiais, de terceiros ou do próprio preso.
O Relator, Sua Excelência o Senhor Ministro Marco Aurélio, ressaltou em seu voto os
princípios da não-culpabilidade e da dignidade humana, sem esquecer o tratamento humano
devido à pessoa do preso. Lembrou, ainda, que do rol das garantias constitucionais (art. 5º)
depreende-se a preocupação em resguardar a pessoa do preso, estando a ele assegurado o
respeito à integridade física e moral (inciso XLIX). Dessa forma, concluiu, manter o acusado
em audiência, algemado, sem que demon strada sua periculosidade, significa colocar a
defesa, antecipadamente, em patamar inferior, não bastasse a situação degradante.
Ainda nos termos do voto do Relator, restou assentado que o julgamento pelo Júri é
procedido por pessoas leigas, que tiram as mais variadas ilações do quadro verificado, razão
pela qual a permanência do réu algemado indicaria cuidar-se de criminoso da mais alta
periculosidade, desequilibrando o julgamento a acorrer e sugestionando os jurados. Dessa
forma, o uso de algemas, sem que se tenha apontado um único dado concreto relativo ao
perfil do acusado, que estivesse a ditar seu uso em prol da segurança, evidenciou prejuízo ao
réu.
A decisão do STF anulou a decisão do júri e concedeu ao acusado o direito a um novo
julgamento sem o uso de algemas.
Tal decisão serviu como paradigma para a edição da Súmula Vinculante no 11, com o
seguinte conteúdo:
"Só é lícito o uso de algemas em caso de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo
à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros, justificada a
excepcionalidade por escrito, sob pena de responsabilidade disciplinar civil e penal do agente
ou da autoridade e de nulidade da prisão ou do ato processual a que se refere, sem prejuízo da
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responsabilidade civil do Estado".
O entendimento adotado por esta Suprema Corte busca, portanto, evitar que a utilização de
algemas sirva como veículo de desmoralização do investigado, acusado ou réu, com afronta
aos princípios da dignidade da pessoa humana e da presunção de não culpabilidade, por
submeter a pessoa sob guarda ou custódia a vexame ou a constrangimento não autorizado por
lei.
A Central do Cidadão agradece o seu contato, em nome do Excelentíssimo Senhor Ministro
Gilmar Mendes, Presidente do Supremo Tribunal Federal.
Atenciosamente,
Supremo Tribunal Federal
Central do Cidadão
Edificio Sede - sala 309 - Brasilia (DF) - 70175-900
---------------------------------------------------
Nome: PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA
Recebido em: 2008-08-09 11:59:27.0 (apenas a 1a. parte do texto abaixo)
Prezados,
Espero que, em função do seu "bom comportamento", "Fernandinho Beira-Mar", não
precise ser humilhado, ou mesmo constrangido, em "usar algemas", uma vez que o
"APARATO POLICIAL", com "toda a certeza", o coloca como:
- Se o preso for de conhecida periculosidade;
Ele esta preso por "chefe de tráfico", logo, sua "periculosidade" não é relativa a "sua
pessoa", e sim ao "seu comando", portanto, qualquer "periculosidade" que lhe possa ser
imputada é por "MANDAR" e não por "FAZER", quando então, temos a "certeza" de que
"sem seus comandados", Fernandinho, "não é perigoso".
- Se o preso oferecer resistência à prisão ou tentar fugir;
Seu "Bom Comportamento", é de tal forma. contundente, que "obrigou" o sistema prisional
a colocá-lo "fora do Regime Diferenciado", logo, é inquestionável sua "não resistência" e
"total falta de intenção de tentar fugir".
- Se terceiro oferecer resistência à prisão da pessoa que deva ser legalmente presa;
Como não é um "Terceiro", este tópico apenas "não se aplica".
- Se o preso tentar agredir alguém ou lesionar a si próprio.
Como esta "fora do regime diferenciado", é inquestionável, que Fernandinho "não tentará
agredir alguem", e muito menos, "lesionar a si próprio".
Gostaria de ressaltar, que em função do fato de que Fernandinho, não deveria estar usando
algemas em suas "transferências prisionais", "ACREDITO PIAMENETE", que TODOS os
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seus Julgamentos em que esteve algemado, DEVAM SER ANULADOS, como foi o
Julgamento do criminoso condenado por crime TRIPLAMENTE QUALIFICADO, uma
vez que, AMBOS foram de forma contundente e inquestionável, sob a "ótica jurídica" de
nossa "mais alta corte" Constrangidos e Impedidos de exercer AMPLA DEFESA.
realMENTE, estou com "nossa mais alta corte" e "não abro" ! rsrsrsrsrsrsrsrs
Apenas como reflexão, como devem se portar os Policiais e os Magistrados com relação ao
uso de algemas, afinal, Quem será Responsabilizado pelos possíveis desdobramentos da
"falta de uso das algemas", uma vez que, estando sua utilização "fora dos padrões" de
necessidades, de entendimento de "nossa mais alta corte", TODO O JULGAMENTO
DEVERÁ SER ANULADO.
Tendo em vista, que para "nossa mais alta corte", a utilização de algemas por um réu, é
constrangimento MAIOR que o próprio ESTAR SENDADO NO BANCO DE RÉUS, bem
como, é inquestionável a sua consequente DEDUÇÂO de direito à ampla defesa, como deve
proceder um Juiz de Primeira Instância, que poderá ter seu julgamento ANULADO, por
entender, de forma diferente da "nossa mais alta corte" ? Bem como, Quem deverá ser
Responsabilizado, por exemplo, se um Réu, em pleno Julgamento, conseguir ter acesso à
uma arma de fogo e dispará-la contra qualquer pessoa no Julgamento ? A vítima,
provavelmente...
realMENTE, a discussão da utilização das algemas, ALGO IMPORTANTÍSSIMO, chega à
termo, não pela discussão em si, uma vez que é prática ANTIGA e INDISCRIMINADA,
mas pela projeção Social, Econômica, Funcional, Política e até Cultural que alguns "já
algemados" possuem, de tal forma, que um procedimento, necessário a preservação do
próprio preso, é colocado de forma a ser entendido como constrangimento, isto é, o
constrangimento se dá pelo puro uso de algemas, e não, pela prisão em si.
Se fosse uma Autoridade Policial, ou mesmo um Magistrado, a partir deste momento NÃO
UTILIZARIA, e NEM PERMITIRIA, em qualquer Hipótese o uso de algemas, isto é,
preferiria ERRAR por MENOS, nunca por MAIS, uma vez que, por MENOS, NUNCA
COMPROMETEREI O JULGAMENTO.
Entendo que um "algemado", quando as mãos estiverem nas costas, esta impedido de
qualquer reação momentânea, de tal forma, que me é possível, afirmar que a Autoridade
não terá JUSTIFICATIVA para usar de FORÇA DESPROPORCIONAL, sob qualquel
plausível Justificativa, portanto, antes de constranger, efetivamente, PROTEGE, o preso do
possível ABUSO DE PODER, mas, este entendimento, "FERE DE MORTE" o
"constrangimento" de alguns CRIMINOSOS de "Colarinho Branco", aqueles que possuem
algum poder Econômico, Social, Funcional, Político ou Cultural.
O uso das Algemas deveria estar, reconhecidamente, tratado como prática normal onde
TODOS são IGUAIS PERANTE à Lei, uma vez que, o Estado é Institucionalmente
Responsável pela Integridade Física, Mental e MORAL de TODO Cidadão. Colocar que
algemas é um ataque a integridade MORAL, é algo "Dantesco", uma vez que, NADA PODE
FERIR MAIS FORTE QUE À PRÓPRIA PRISÃO, quando então, devemos reconhecer
que a mesma DEVA ESTAR CALCADA no Direito Constituído.
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Abraços,
Plinio Marcos
ANEXO II - Dever de proteção: Qual a semelhança entre o
furto privilegiado e o tráfico de drogas? por Lenio Luiz Streck
Considerações iniciais: situando o problema — a opção do legislador constituinte em combater
determinadas condutas por intermédio do Direito Penal
O conteúdo do debate acerca de qual sentido que deve tomar, no interior do Estado Democrático (e
Social) de Direito, o modelo penal e processual penal brasileiro vem mantendo acesa uma celeuma
filosófica — ainda que não explícita —, a partir de dissensos que envolvem concepções de vida e
modos-de-ser-no-mundo centrados nas mais diversas justificações materiais e espirituais. O
substrato de fundo destes embates, entre tradições de pensamento tão diversas e, em grande parte
dos assuntos, antagônicas, revela uma contraposição ainda mais fundamental consistente em um
conflito quanto aos bens jurídico-penais que efetivamente merecem proteção penal nesta quadra da
história.[1]
Ao contrário do que acontece na maioria das Constituições contemporâneas, estes conflitos estão
positivados no texto constitucional brasileiro. Isso implica a tomada de atitudes por parte do
legislador ordinário. Ocorre, entretanto, que o legislador, ao lado da doutrina e da jurisprudência
pátrias, continua atrelado ao paradigma liberal-individualista, podendo-se perceber, nestes vinte anos
de Constituição compromissória e social, entre outros aspectos:
a) certa dificuldade de coexistência de determinados princípios e valores tradicionalmente imputados
ao Direito Penal pelas vertentes liberais-iluministas, caracteristicamente individualistas; e
b) outra gama de princípios e valores (como defini-los?) que sustentam a legitimidade de novas
matrizes normativas dirigidas à tutela de bens não individuais.
A opção do legislador constituinte em positivar comandos criminalizantes provocou — ou deveria ter
provocado — uma drástica mudança no tratamento dos bens jurídico-penais. Em outras palavras, é
possível afirmar que, ao contrário do que sustentam os penalistas adeptos de posturas minimalistas,
o constituinte não albergou a tese da “intervenção mínima do Direito Penal”, mas, ao contrário disso,
colocou, pelo menos hipoteticamente, a possibilidade de subversão de grande parte de uma
hegemonia histórica nas relações de poder sustentadas e reproduzidas, em não desprezível parcela,
pela aplicação da lei penal.
Essa questão vem agravada a partir do comando constitucional de o legislador enquadrar algumas
condutas no rol dos crimes hediondos. E com as conseqüências que isso terá. Com efeito, a
Constituição do Brasil estabelece:
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos
brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à
igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
(...)
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XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura, o
tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por
eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem;
Despiciendo lembrar, já de início, uma questão irrefutável: o comando constitucional (originário) não
pode ser inconstitucional. Do mesmo modo, não há registros, nos tribunais e na literatura penal, de
questionamento ao enquadramento, no rol dos crimes hediondos, dos crimes de estupro e de
atentado violento ao pudor — para falar apenas destes, não explicitados no inciso constitucional. E
relembremos — por absoluta relevância — que, no caso do tráfico de entorpecentes, o legislador
constituinte vai ao ponto de vedar a concessão, a esse tipo de crime, de favores legais (v.g., graça e
anistia).
Têm-se, então, dois problemas, que se constituem em base para qualquer discussão:
— primeiro, está-se diante de hipótese de obrigação constitucional de criminalizar;
— segundo, está-se diante de uma vedação constitucional de concessão de favores legais aos
traficantes. Parte-se, pois, de limitações explícitas ao legislador ordinário. A questão é saber as
dimensões desses limites do legislador, isto é, de que modo deve ser atendido o complexo (e duro)
comando constitucional.
Nesse sentido, desde logo deve ser apresentada a pergunta: quando da elaboração da Lei 11.343/
06, poderia o legislador ter enfraquecido/mitigado a resposta penal conferida às condutas que
consubstanciam o tráfico de drogas?
Ou seja, na medida em que a Constituição Federal, em seu artigo 5º, inciso XLIII, prevê o crime de
tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins como hediondo, proibindo graça e anistia, e sendo a
República Federativa do Brasil signatária de tratados internacionais que têm como meta o combate a
esse crime, poderia o legislador ordinário, sem apresentar qualquer prognose e em desobediência
aos princípios da integridade, da coerência e da igualdade (além da proibição de proteção
deficiente), ter concedido favor legal consistente na expressiva diminuição da pena em patamar
variável de 1/6 a 2/3?
A necessidade de uma nova visão acerca da questão dos “bens jurídicos”: a importância dos
princípios da proibição de excesso (Übermassverbot) e da proibição de proteção deficiente
(Untermassverbot)
Tem razão Alessandro Baratta quando esclarece que, no Estado Democrático de Direito, está-se
diante de uma política integral de proteção dos direitos. Tal definição permite que se afirme que o
dever de proteção estatal não somente vale no sentido clássico (proteção negativa) como limite do
sistema punitivo, mas, também, no sentido de uma proteção positiva por parte do Estado.[2]
Isso decorre, obviamente, da evolução do Estado e do papel assumido pelo Direito nessa nova forma
de Estado, sob a direção de um constitucionalismo compromissório e social. É por isto que não se
pode mais falar tão-somente de uma função de proteção negativa do Estado. Parece evidente que
não, e o socorro vem de Baratta, que chama a atenção para a relevante circunstância de que esse
novo modelo de Estado deverá dar a resposta para as necessidades de segurança de todos os
direitos, também dos prestacionais por parte do Estado (direitos econômicos, sociais e culturais) e
não somente daquela parte de direitos denominados de prestação de proteção, em particular contra
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agressões provenientes de comportamentos delitivos de determinadas pessoas.
Perfeita, pois, a análise de Baratta: é ilusório pensar que a função do Direito (e, portanto, do Estado),
nesta quadra da história, esteja restrita à proteção contra abusos estatais. No mesmo sentido, o dizer
de João Baptista Machado, para quem o princípio do Estado de Direito, neste momento histórico, não
exige apenas a garantia da defesa de direitos e liberdades contra o Estado: exige, também, a defesa
dos mesmos contra quaisquer poderes sociais de fato. Desse modo, ainda com o pensador
português, é possível afirmar que a idéia de Estado de Direito demite-se da sua função quando se
abstém de recorrer aos meios preventivos e repressivos que se mostrem indispensáveis à tutela da
segurança, dos direitos e liberdades dos cidadãos.[3]
Tanto isso é verdadeiro que o constituinte brasileiro optou por positivar um comando criminalizador,
isto é, um dever de criminalizar com rigor alguns crimes, em especial, o tráfico de entorpecentes,
inclusive epitetando-o, prima facie, de hediondo.
Na verdade, a tarefa do Estado é defender a sociedade, a partir da agregação das três dimensões de
direitos — protegendo-a contra os diversos tipos de agressões. Ou seja, o agressor não é somente o
Estado.
Dito de outro modo, como muito bem assinala Roxin, comentando as finalidades
correspondentes ao Estado de Direito e ao Estado Social, em Liszt, o Direito Penal serve
simultaneamente para limitar o poder de intervenção do Estado e para combater o crime.
Protege, portanto, o indivíduo de uma repressão desmedurada do Estado, mas protege
igualmente a sociedade e os seus membros dos abusos do indivíduo. Estes são os dois
componentes do Direito Penal: a) o correspondente ao Estado de Direito e protetor da
liberdade individual; b) e o correspondente ao Estado Social e preservador do interesse social
mesmo à custa da liberdade do indivíduo.[4]
Tem-se, assim, uma espécie de dupla face de proteção dos direitos fundamentais: a proteção
positiva e a proteção contra omissões estatais. Ou seja, a inconstitucionalidade pode ser
decorrente de excesso do Estado, como também por deficiência na proteção. Nesse sentido, com
propriedade Ingo Sarlet assevera que a proteção aos direitos fundamentais:
“não se esgota na categoria da proibição de excesso, já que vinculada igualmente a um dever
de proteção por parte do Estado, inclusive quanto a agressões contra direitos fundamentais
provenientes de terceiros, de tal sorte que se está diante de dimensões que reclamam maior
densificação, notadamente no que diz com os desdobramentos da assim chamada proibição
de insuficiência no campo jurídico-penal e, por conseguinte, na esfera da política criminal, em
que encontramos um elenco significativo de exemplos a serem explorados."[5]
Não é outra a lição do Tribunal Constitucional espanhol quando assevera que los derechos
fundamentales no incluyen solamente derechos subjetivos de defensa de los individuos frente al
Estado, y garantías institucionales, sino también deberes positivos por parte de éste. Enfatiza o
aludido tribunal, inclusive, que:
“[...] la garantía de su vigencia no puede limitarse a la posibilidad del ejercicio de pretensiones por
parte de los individuos, sino que ha de ser asumida también por el Estado. Por consiguiente, de la
obligación del sometimiento de todos los poderes a la Constitución no solamente se deduce la
obligación negativa del Estado de no lesionar la esfera individual o institucional protegida por los
derechos fundamentales, sino también la obligación positiva de contribuir a la efectividad de tales
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derechos, y de los valores que representan, aun cuando no exista una pretensión subjetiva por parte
del ciudadano. Ello obliga especialmente al legislador, quien recibe de los derechos fundamentales
«los impulsos y líneas directivas», obligación que adquiere especial relevancia allí donde un derecho
o valor fundamental quedaría vacío de no establecerse los supuestos para su defensa.” [STC 53/
1985]
Pois bem, isso significa afirmar e admitir que a Constituição determina — explícita ou
implicitamente — que a proteção dos direitos fundamentais deve ser feita de duas formas: por
um lado, protege o cidadão frente ao Estado; por outro, protege-o através do Estado — e,
inclusive, por meio do direito punitivo — uma vez que o cidadão também tem o direito de ver
seus direitos fundamentais tutelados em face da violência de outros indivíduos.
Quero dizer com isso que este (o Estado) deve deixar de ser visto na perspectiva de inimigo
dos direitos fundamentais, passando-se a vê-lo como auxiliar do seu desenvolvimento (Drindl,
Canotilho, Vital Moreira, Sarlet, Streck, Bolzan de Morais e Stern) ou outra expressão dessa
mesma idéia, deixam de ser sempre e só direitos contra o Estado para serem também direitos
através do Estado.[6]
Insisto: já não se pode falar, nesta altura, de um Estado com tarefas de guardião de “liberdades
negativas”, pela simples razão — e nisto consistiu a superação da crise provocada pelo liberalismo
— de que o Estado passou a ter a função de proteger a sociedade nesse duplo viés: não mais
apenas a clássica função de proteção contra o arbítrio, mas, também, a obrigatoriedade de
concretizar os direitos prestacionais e, ao lado destes, a obrigação de proteger os indivíduos contra
agressões provenientes de comportamentos delitivos, razão pela qual a segurança passa a fazer
parte dos direitos fundamentais (art. 5º, caput, da Constituição do Brasil).
O Direito Penal no contexto da necessidade social de proteção de determinados bens
jurídicos. O dever estatal de utilizar medidas adequadas à consecução desse desiderato.
Afastando qualquer possibilidade de mal-entendidos, parece não haver qualquer dúvida sobre a
validade da tese garantista clássica (por todos, cito Ferrajoli) no Direito Penal e no processo penal:
diante do excesso ou arbítrio do poder estatal, a lei coloca à disposição do cidadão uma série de
writs constitucionais, como o Habeas Corpus e o Mandado de Segurança. As garantias substantivas
no campo do Direito Penal (proibição de analogia, a reserva legal, etc.) recebem, no processo penal,
a sua materialização a partir dos procedimentos manejáveis contra abusos, venham de onde vierem.
São conquistas da modernidade, representadas pelos revolucionários ventos iluministas.
Portanto, contra o poder do Estado, todas as garantias; enfim, aquilo que denominamos de
garantismo negativo. A questão que aqui se coloca, entretanto, relaciona-se diretamente com a
proteção de direitos fundamentais de terceiros em face de atos abusivos dos agentes estatais,
notadamente o favor legal concedido aos praticantes de crime de tráfico de drogas. De pronto,
caberia a pergunta: poderia o legislador descriminalizar um crime como o roubo e o estupro, para
citar apenas os casos mais simples? Tais leis descriminalizantes estariam livres de sindicabilidade
constitucional?
O início da discussão acerca da existência de dever de proteção
Como se sabe, essa polêmica acerca dos limites do dever de proteção (penal) por parte do Estado
teve origem na Alemanha, quando da Lei de 1975 que descriminalizou o aborto (primeiro caso do
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aborto). Na verdade, o dever de proteção (Schutzpflicht) passou a ser entendido como o outro lado
da proteção dos direitos fundamentais, isto é, enquanto os direitos fundamentais, como direitos
negativos, protegem a liberdade individual contra o Estado, o dever de proteção derivado desses
direitos destina-se a proteger os indivíduos contra ameaças e riscos provenientes não do Estado,
mas, sim, de atores privados, forças sociais ou mesmo desenvolvimentos sociais controláveis
pela ação estatal. Conforme lembra Dieter Grimm, na Alemanha os deveres de proteção são
considerados a contraparte da função negativa dos direitos fundamentais. Isso explica por que o
dever de proteção não pode ser visto como outra palavra para os direitos econômicos e sociais.
O Schutzplicht tem a função de proteção dos direitos fundamentais de primeira dimensão, isto é, das
liberdades tradicionais. A preocupação recai nos indivíduos e não no bem estar social. Grimm lembra
ainda que “não é nenhuma novidade o fato de os bens protegidos pelos direitos fundamentais não
serem, ameaçados apenas pelo Estado, mas também por pessoas privadas. O Estado deve a sua
existência a esse fato. Ele sempre retirou sua legitimidade da circunstância de salvaguardar os
cidadãos contra ataques estrangeiros ou de outros indivíduos”. Até o momento em que a
proteção conferida pelas leis em geral pareceu suficiente, não aflorou a questão sobre a existência
de uma exigência constitucional de que tal lei fosse editada. Não é por acaso que a idéia de um
Schutzplicht específico tenha surgido pela primeira vez quando o legislador aboliu uma lei criminal de
proteção, há muito tempo existente, da vida humana em desenvolvimento.[7]
Assim, na Alemanha, há uma distinção entre os dois modos de proteção de direitos: o primeiro — o
princípio da proibição de excesso (Übermassverbot) — funciona como proibição de intervenções;
o segundo — o princípio da proibição de proteção insuficiente (Untermassverbot) — funciona
como garantia de proteção contra as omissões do Estado, isto é, será inconstitucional se o grau de
satisfação do fim legislativo for inferior ao grau em que não se realiza o direito fundamental de
proteção.[8]
A efetiva utilização da Untermassverbot (proibição de proteção deficiente ou insuficiente) na
Alemanha deu-se com o julgamento da descriminalização do aborto (BverfGE 88, 203, 1993), com o
seguinte teor:
“O Estado, para cumprir com o seu dever de proteção, deve empregar medidas suficientes de
caráter normativo e material, que permitam alcançar — atendendo à contraposição de bens
jurídicos — uma proteção adequada, e como tal, efetiva (Untermassverbot). (...)
É tarefa do legislador determinar, detalhadamente, o tipo e a extensão da proteção. A Constituição
fixa a proteção como meta, não detalhando, porém, sua configuração. No entanto, o legislador deve
observar a proibição de insuficiência (...). Considerando-se bens jurídicos contrapostos, necessária
se faz uma proteção adequada. Decisivo é que a proteção seja eficiente como tal. As medidas
tomadas pelo legislador devem ser suficientes para uma proteção adequada e eficiente e, além
disso, basear-se em cuidadosas averiguações de fatos e avaliações racionalmente sustentáveis.
(...)”.
Desse modo, duas indagações se põem:
— primeiro, no caso em análise (diminuição da pena de 1/6 a 2/3 aos criminosos condenados por
tráfico de drogas que ostentem bons antecedentes e a condição de primariedade, desde que não
comprovada a dedicação a práticas criminosas e o envolvimento com organização criminosa), está-
se em face de uma proteção insuficiente por parte do legislador (e, portanto, por parte do Estado)?
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— segundo, em sendo a resposta positiva, o Poder Judiciário, ao aplicar tábula rasa referida benesse
legal, não estará, igualmente, protegendo insuficientemente os direitos de terceiros?
Na Alemanha discutiu-se muito tempo — quando em face da dicotomia Übermassverbot-
Untermassverbot — se haveria um direito subjetivo à observação do dever de proteção ou, em outros
termos, se haveria um direito fundamental à proteção, questão que ficou resolvida com a resposta
dada pelo Tribunal Constitucional, mormente no caso BverfGE 88, 203, 1993. Doutrina e
jurisprudência entendem que o dever de proteção pode ser classificado do seguinte modo:
a) o Verbotspflicht, que significa “o dever de se proibir uma determinada conduta”;
b) o Sicherheitspflicht, que significa, em linhas gerais, que o Estado tem o dever de proteger o
cidadão contra ataques provenientes de terceiros, sendo que, para isso, tem o dever de tomar
as medidas de defesa;
c) o Risikopflicht, pelo qual o Estado, além do dever de proteção, deve atuar com o objetivo de
evitar riscos para o indivíduo.[9]
Trata-se da nova concepção do direito esculpido no Estado Democrático de Direito. As lições do
passado e os fracassos do direito diante da política fizeram com que o direito assumisse um
acentuado grau de autonomia. E o Direito Penal não ficou imune a essa nova perspectiva, o que
pode ser percebido pela obrigação de proteger o cidadão a partir de atitudes “negativas” e
“positivas”, chegando — por vezes — ao limite da obrigação de criminalizar. E, é claro, tais
circunstâncias trazem conseqüências à relação entre legislação e jurisdição.
Da sensível diminuição da liberdade de conformação do legislador no constitucionalismo
contemporâneo até a obrigação de criminalizar; da antiga discricionariedade à necessidade de
estabelecer justificativas (prognoses) na elaboração das leis.
É possível afirmar, desse modo, que o legislador, em um sistema constitucional que reconhece
efetivamente o dever de proteção[10] do Estado, não está mais livre para decidir se edita
determinadas leis ou não. Nesse sentido, aliás, já decidiu o Tribunal Constitucional espanhol
(embora a Constituição de Espanha nem de longe estabeleça mandado de criminalização
como estabelece a brasileira, na especificidade “combate ao tráfico de entorpecentes”),
esclarecendo que:
En rigor, el control constitucional acerca de la existencia o no de medidas alternativas menos
gravosas […], tiene um alcance y una intensidad muy limitadas, ya que se ciñe a comprobar si se ha
producido un sacrificio patentemente innecesario de derechos que la Constitución garantiza […], de
modo que sólo si a la luz del razonamiento lógico, de datos empíricos no controvertidos y del
conjunto de sanciones que el mismo legislador ha estimado necesarias para alcanzar fines de
protección análogos, resulta evidente la manifiesta suficiencia de un medio alternativo menos
restrictivo de derechos para la consecución igualmente eficaz de las finalidades deseadas por el
legislador, podría procederse a la expulsión de la norma del ordenamiento. Cuando se trata de
analizar la actividad del legislador en materia penal desde la perspectiva del criterio de necesidad de
la medida, el control constitucional debe partir de pautas valorativas constitucionalmente
indiscutibles, atendiendo en su caso a la concreción efectuada por el legislador en supuestos
análogos, al objeto de comprobar si la pena prevista para un determinado tipo se aparta arbitraria o
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irrazonablemente de la establecida para dichos supuestos. Sólo a partir de estas premisas cabría
afirmar que se ha producido um patente derroche inútil de coacción que convierte la norma en
arbitraria y que socava los principios elementales de justicia inherentes a la dignidad de la persona y
al Estado de Derecho. [55/1996] (grifo nosso)
Isto significa afirmar que o legislador ordinário não pode, ao seu bel prazer, optar por meios
“alternativos” de punição de crimes ou até mesmo pelo “afrouxamento” da persecução criminal sem
maiores explicações, ou seja, sem efetuar prognoses, isto é, a exigência de prognose significa que
as medidas tomadas pelo legislador devem ser suficientes para uma proteção adequada e eficiente
e, além disso, basear-se em cuidadosas averiguações de fatos e avaliações racionalmente
sustentáveis. Não há grau zero para o estabelecimento de criminalizações, descriminalizações,
aumentos e atenuações de penas.
Para ser mais claro: o comando explícito de criminalização obriga o legislador a explicitar as razões
pelas quais promoveu essa drástica redução de pena aos traficantes que ostentem
primariedade. Refira-se que, a demonstrar a situação em que se encontra o país, e, logo, a
impossibilidade de qualquer prognose no sentido de aplacar a repressão aos crimes que viabilizam a
disponibilização de drogas à população, segundo o Relatório Mundial sobre Drogas 2008, o Brasil é
o segundo maior consumidor de cocaína das Américas, com 870 mil usuários, atrás, apenas, dos
Estados Unidos, em que a quantidade de usuários alcança os seis milhões. As pesquisas apontam
também para um aumento, entre 2001 e 2005, no consumo da droga e que “as crescentes atividades
de grupos que traficam cocaína nos Estados da região sudeste impulsionam a oferta da droga”.
Aponta, ainda, o relatório que “o território do Brasil é constantemente explorado por organizações
criminosas internacionais que buscam pontos de rota para envio de cocaína proveniente da
Colômbia, Bolívia e Peru para a Europa”, sendo “provável que isso tenha trazido mais cocaína para o
mercado local.” Assim, se prognose existe, esta aponta para o lado contrário do “pensado” pelo
legislador.
Mais ainda, há que se lembrar a existência de uma circunstância que coloca o caso sob análise em
uma categoria especial: enquanto as demais Constituições do mundo não especificam como os
deveres de proteção devem ser supridos, no Brasil, no caso específico dos crimes hediondos (e mais
especificamente ainda, no caso do tráfico de entorpecentes), a Constituição é clara ao obrigar a
criminalização (e, repita-se, ao mesmo tempo, ao determinar a vedação de favores legais como a
graça e a anistia). Isso significa que o grau de liberdade de conformação, especialmente no caso da
criminalização dos crimes de tortura, terrorismo e tráfico de entorpecentes fica drasticamente
diminuído. Somente a partir de amiúde prognose é que o legislador poderia apresentar proposta com
tal grau de radicalidade. Nesse sentido, aponto para a diferença entre o caso da aplicação da
Untermassverbot no caso do aborto na Alemanha e o caso da Lei 11.343/06 sob comento: enquanto
naquele caso não havia determinação explícita de criminalização no texto da Grundgesetz, neste
existe um comando da Constituição brasileira que — de tão drástico — chega a proibir a concessão
de graça e anistia.
Mas, poder-se-ia indagar — e certamente este é o ponto de defesa da prevalência da lei: o dever de
criminalizar constante na Constituição e a vedação de favores legais alcançaria o caso sob comento?
Ou seja, é possível dizer que o legislador não estava autorizado a conceder a benesse do parágrafo
4 do artigo 33 da Lei 11.343/06? Lembremos aqui novamente as palavras de Dieter Grimm, ao dizer
que se configura a proibição de excesso quando o legislador vai longe demais; e a proibição de
proteção insuficiente, quando o legislador faz muito pouco. Isto é, a questão é saber, nesta
segunda hipótese, se o legislador fez muito pouco para proteger o direito ameaçado. Este é ponto.
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De como o parágrafo 4º do artigo 33 da Lei 11.343 viola o princípio da proibição de proteção
insuficiente e a existência de precedentes da aplicação da tese da Untermassverbot em terrae
brasilis.
Já não é novidade, no Brasil, a incidência do princípio da proibição de proteção insuficiente.
Foi aplicada, v.g., no caso do Recurso Extraordinário 418.376,[11] em especial quando do voto do
ministro Gilmar Mendes, considerando inconstitucional, por violar a Untermassverbot, o artigo 107,
VII do Código Penal, que trazia o favor legal de extinção da punibilidade, nos crimes contra os
costumes (definidos nos Capítulos I, II e III do Título VI da Parte Especial do Código Penal), pelo
casamento do agente com a vítima. Ficou nítido no voto do ministro Gilmar uma espécie de ruptura
paradigmática, no sentido de que o legislador ordinário não possui blindagem e liberdade absoluta
para conceder favores legais a criminosos. No caso do RE 418.376, tratava-se de dispositivo penal
que, ao conceder o favor legal de extinção da punibilidade do crime de estupro nos casos de
casamento da vítima com terceiro ou com o próprio autor, nitidamente protegeu de forma insuficiente
o bem jurídico “dignidade da pessoa humana”.
Também o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo vem aplicando, reiteradas vezes, o aludido
princípio (veja-se, exemplificativamente, o MS 893.436-3/9-00/SP). Mais recentemente, no rumoroso
caso do julgamento das células-tronco embrionárias, a tese foi aplicada, na integra, quando da
apreciação da ADI 3.510, pelo ministro Gilmar Mendes, presidente da Corte Suprema:
O presente caso oferece uma oportunidade para que o Tribunal avance nesse sentido. O vazio
jurídico a ser produzido por uma decisão simples de inconstitucionalidade/nulidade dos dispositivos
normativos impugnados torna necessária uma solução diferenciada, uma decisão que exerça uma
“função reparadora” ou, como esclarece Blanco de Morais, “de restauração corretiva da ordem
jurídica afetada pela decisão de inconstitucionalidade”.
Seguindo a linha de raciocínio até aqui delineada, deve-se conferir ao artigo 5º uma
interpretação em conformidade com o princípio da responsabilidade, tendo como parâmetro
de aferição o princípio da proporcionalidade como proibição de proteção deficiente
(Untermassverbot).
Conforme analisado, a lei viola o princípio da proporcionalidade como proibição de proteção
insuficiente (Untermassverbot) ao deixar de instituir um órgão central para análise, aprovação e
autorização das pesquisas e terapia com células-tronco originadas de embrião humano.
O artigo 5º da Lei 11.105/2005 deve ser interpretado no sentido de que a permissão da pesquisa e
terapia com células-tronco embrionárias, obtidas de embriões humanos produzidos por fertilização in
vitro, deve ser condicionada à prévia aprovação e autorização por Comitê (Órgão) Central de Ética e
Pesquisa, vinculado ao Ministério da Saúde.
Entendo, portanto, que essa interpretação com conteúdo aditivo pode atender ao princípio da
proporcionalidade e, dessa forma, ao princípio da responsabilidade.
Da especificidade do dispositivo
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Portanto, em sendo perfeitamente cabível a transposição do princípio do Direito alemão para terrae
brasilis, deve-se examinar a adequação do dispositivo da Lei 11.343/06 que proíbe o tráfico de
entorpecentes. Assim, tem-se que o artigo 33 define o crime e a pena (5 a 15 anos), revogando a lei
anterior (Lei 6.368/76), que estabelecia a pena mínima de três anos. Veja-se o ocorrido: o legislador,
depois de aumentar a pena mínima, curiosamente promoveu, no parágrafo quarto do mesmo artigo,
um retrocesso, a ponto de alçar a nova pena mínima de 5 anos a um patamar inferior a 2 anos (na
realidade, a pena pode descer ao patamar de 1 ano e 8 meses), bem abaixo da antiga pena mínima
(3 anos). Com efeito:
Art. 33. Importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda,
oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a
consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com
determinação legal ou regulamentar:
Pena — reclusão de 5 (cinco) a 15 (quinze) anos e pagamento de 500 (quinhentos) a 1.500 (mil e
quinhentos) dias-multa.
§ 1º Nas mesmas penas incorre quem:
I — importa, exporta, remete, produz, fabrica, adquire, vende, expõe à venda, oferece, fornece, tem
em depósito, transporta, traz consigo ou guarda, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em
desacordo com determinação legal ou regulamentar, matéria-prima, insumo ou produto químico
destinado à preparação de drogas;
II — semeia, cultiva ou faz a colheita, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou
regulamentar, de plantas que se constituam em matéria-prima para a preparação de drogas;
III — utiliza local ou bem de qualquer natureza de que tem a propriedade, posse, administração,
guarda ou vigilância, ou consente que outrem dele se utilize, ainda que gratuitamente, sem
autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar, para o tráfico ilícito de
drogas.
(...)
§ 4º Nos delitos definidos no caput e no § 1º deste artigo, as penas poderão ser reduzidas de um
sexto a dois terços, vedada a conversão em penas restritivas de direitos, desde que o agente seja
primário, de bons antecedentes, não se dedique às atividades criminosas nem integre organização
criminosa.
Antes de tudo, é evidente que não discutirei a hipótese de “tráfico bagatelar” ou outras coisas
do gênero. Não parece que essa discussão deva tomar lugar aqui, uma vez que “tráfico
insignificante” é atípico e, neste caso, estar-se-ia trabalhando com a contradição secundária
do problema de um crime considerado hediondo pela Constituição.
O que deve ser aqui considerado diz respeito à determinação legislativa que veio a aplacar/mitigar a
repressão penal do crime de tráfico ilícito de entorpecentes. Não é desarrazoado afirmar que a
punição insuficiente para um crime de extrema gravidade e reprovabilidade equivale à impunidade.
Ou, em outras palavras, equivale a não aplicação do comando constitucional de criminalizar. Na
verdade, o legislador banaliza a punição do tráfico, nesse particular, ao tempo em que a
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Constituição aponta explicitamente para o outro lado, isto é, para uma atuação eficaz do Estado
na repressão do tráfico de entorpecentes.
Dito de outro modo, a Constituição Federal da República do Brasil estabelece diretrizes de
política criminal a serem, necessariamente, seguidas quando da edição de leis penais no
exercício da atividade legiferante. Com base em tal premissa, o legislador não é dotado de
absoluta liberdade na eleição das condutas que serão alvo de incriminação e nem, tampouco,
na escolha dos bens jurídicos que serão objeto de proteção penal. Em decorrência, também
não pode o Poder Legislativo deliberar sobre a descriminalização de normas protetivas de
bens jurídicos com manifesta dignidade constitucional.
Por isso, o legislador ordinário, ao conceder o favor legal de “desconto” da pena com o teto de 2/3,
extrapolou sua “competência”, a ponto de se poder dizer que tal atitude equivale à desproteção do
bem jurídico ofendido pela conduta de quem pratica o crime de tráfico ilícito de entorpecentes. A
determinação constitucional é expressa, não sendo possível — a partir do que vem consagrado no
artigo 5o, XLIII — interpretar o contrário do que está disposto no texto constitucional. Trata-se de
uma questão de fácil resolução hermenêutica. A força normativa da Constituição não pode ser
esvaziada por qualquer lei ordinária. Por isso, há que se levar a sério o texto constitucional.
Veja-se que não há similitude no Código Penal. Crimes graves como o roubo nem de longe permitem
diminuição de pena no teto de 2/3. Na verdade, o teto de 2/3 de desconto da pena transforma o
crime de tráfico ilícito de entorpecentes em crime equiparável ao furto qualificado, para citar apenas
este. A propósito, cumpre lembrar que o ordenamento jurídico considera como de menor potencial
ofensivo crimes cujas penas máximas não ultrapassam 2 anos de reclusão.[12]
Acrescento, ainda — a partir da análise de todo o Código Penal — que são raríssimas, em
nosso sistema, as causas de diminuição de pena que alcançam o patamar de 2/3. Com efeito,
têm-se, na parte geral, as minorantes genéricas da tentativa e do arrependimento posterior,
que alcançam esse quantum de desconto desde que — e aqui se enfatize — na primeira, o iter
criminis recém tenha iniciado e, na segunda, restrita a crimes sem violência ou grave ameaça
à pessoa, haja reparação do dano ou restituição da coisa, por ato voluntário do agente, até o
recebimento da denúncia. E só.
Já na parte especial do Código, verifico que quando alguém comete um crime de homicídio impelido
por motivo de relevante valor social ou moral ou sob o domínio de violenta emoção — veja-se que (a)
não basta a paixão e que (b) a reação deve ser imediata à injusta provocação da vítima — a pena
pode ser reduzida em, no máximo, 1/3. Ainda, à maior parcela dos crimes, mesmo aqueles que não
ostentam grande gravidade, não é conferida qualquer benesse específica de diminuição de pena.
Observo, além disso, que a primariedade — uma vez aliada à não-comprovação de envolvimento em
organização criminosa — deixa de ser, no crime de tráfico ilícito de entorpecentes, uma causa que
inviabiliza a “agravação” da pena para se tornar uma causa especial de sua diminuição, circunstância
que subverte a parte geral do Código Penal.
No fundo, trata-se de uma questão que beira à teratologia, quando se constata que o legislador
ordinário foi buscar na figura do furto privilegiado — artigo 155, parágrafo 2o, do Código Penal — a
inspiração (sic) para diminuir a pena do crime de tráfico ilícito de entorpecentes. Sim, porque esse —
o furto privilegiado — é o único crime que recebe tratamento análogo ao recebido pelo tráfico de
entorpecentes, verbis:
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Art. 155 - Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel:
Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa.
(...)
§ 2º —- Se o criminoso é primário, e é de pequeno valor a coisa furtada, o juiz pode substituir a pena
de reclusão pela de detenção, diminuí-la de um a dois terços, ou aplicar somente a pena de multa.
Ou seja, o legislador, ao desvalorar a ação, na falta de outro elemento, socorreu-se do mesmo
critério utilizado para abrandar a punição nos crimes de furto cujo objeto material é de pequeno valor
econômico. Mutatis mutandis, os parâmetros para a avaliação do desvalor da ação nessas duas
modalidades delitivas — o crime hediondo de tráfico de drogas e o singelo crime de furto — por mais
espécie que isto possa causar, são “idênticos”.
E mais: ao se considerar a alteração legislativa e, logo, a benesse instituída no parágrafo 4º da Lei
11.343 como válidas, ter-se-á como legítima a atuação do legislador — em futuras alterações
legislativas — na mitigação da proteção conferida a um crime equiparado, por força constitucional, a
crime hediondo.
Veja-se, assim, a situação teratológica — e me permito utilizar novamente essa adjetivação, porque
merecida — que se delineia em terrae brasilis: a Constituição exige tratamento mais rigoroso a
determinados crimes e o legislador atenua, sem qualquer autorização/justificação/ressalva
constitucional, a proteção conferida a tais crimes. Ora, isso é ler a Constituição de acordo com a
lei ordinária! Pior do que isso, sem qualquer prognose. E não precisamos aqui recordar, por tudo o
que já avançamos em termos de teoria constitucional e de controle de constitucionalidade, o caso
Marbury v. Madison para saber que uma lei ordinária não pode “alterar” a Constituição!
De como a atenuação da pena no patamar de 2/3 viola os princípios da igualdade e da
integridade do direito e de como o dispositivo repristina o direito penal do autor.
Além de infringir o princípio da proibição de proteção insuficiente (Untermassverbot) e, por
conseqüência, o dever de proteção (Schutzplicht) ínsito aos ditames do Estado nesta quadra da
história, o dispositivo sob comento viola o princípio da coerência, da integridade e da igualdade.
Uma das exigências do direito no Estado Democrático é a manutenção de sua integridade e de sua
coerência. Veja-se que a integridade é duplamente composta, conforme Dworkin[13]: um princípio
legislativo, que pede aos legisladores que tentem tornar o conjunto de leis moralmente
coerente, e um princípio jurisdicional, que demanda que a lei, tanto quanto o possível, seja
vista como coerente nesse sentido. A exigência da integridade (princípio), no dizer de Dworkin,
condena, veementemente, as leis conciliatórias e as violações menos clamorosas desse ideal como
uma violação da natureza associativa de sua profunda organização. A integridade é uma forma de
virtude política, exigindo que as normas públicas da comunidade sejam criadas e vistas, na medida
do possível, de modo a expressar um sistema único e coerente de justiça e equanimidade na correta
proporção, diante do que, por vezes, a coerência com as decisões anteriores será sacrificada em
nome de tais princípios (circunstância que assume especial relevância nos sistemas jurídicos
como o do Brasil, em que os princípios constitucionais transformam em obrigação jurídica um
ideal moral da sociedade).
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O caráter nitidamente “conciliatório” do aludido parágrafo 4º afronta a integridade e a
igualdade no tratamento dado pelo legislador no combate à criminalidade. No dizer de Dworkin,
uma lei é considerada “conciliatória” quando mostra incoerência de princípio, podendo ser justificada
— se é que pode — somente com base em uma distribuição eqüitativa do poder político entre as
diferentes facções morais. Por isso ele diz que “certamente quase todos nós ficaríamos
consternados diante de um direito conciliatório” que tratasse crimes similares de forma
diferenciada, em bases arbitrárias. O que a integridade condena é a incoerência de princípio entre
os atos do Estado personificado.[14] Veja-se que, nos Estados Unidos, o ideal de integridade é
levado ao patamar de princípio constitucional, pois se considera que a cláusula de igual proteção da
14ª Emenda veda conciliações internas sobre questões de princípios importantes. Essa cláusula é
utilizada pela US Supreme Court para declarar inconstitucionais leis que conferem tratamento
diferenciado a diferentes grupos ou pessoas (por exemplo, em termos de direitos fundamentais).[15]
Nessa linha, é possível certificar que o aludido parágrafo 4º — que estabelece tratamento
absolutamente diferenciado a acusados primários e em patamar absolutamente desproporcional
(incoerente, pois) — fere o princípio da igualdade. Afinal, não há explicação coerente ou razoável
que justifique, ao mesmo tempo, o aumento da pena mínima de 03 para 05 anos e, na mesma lei, a
diminuição do patamar de 2/3 para os réus primários, sem que, para tanto, haja precedentes na
legislação brasileira e sem que tenha havido qualquer preocupação com os efeitos colaterais de tal
decisão (v.g., a aplicação analógica do favor legal a todos os demais crimes hediondos e, por
extrema obviedade, aos crimes que não são hediondos).
Ou seja, a característica “conciliatória” do referido dispositivo fere de morte o princípio da igualdade
nas suas duas frentes: a um, na instituição de indevidas diferenciações; a dois, a sua conseqüência,
decorrente da aplicação analógica dessas indevidas diferenciações. Visto sob qualquer desses
escopos, a lei não resiste à integridade legislativa e jurisdicional.
Veja-se que a partir dos princípios da coerência e da integridade,[16] tendo-se por pressupostos os
assentados fatos de que o legislador, até a revogação da Lei 6.368/76, não concebia o desconto da
pena e de que a pena mínima era de três anos de reclusão, torna-se absolutamente paradoxal,
contraditório, incoerente e contrário a qualquer possibilidade de integridade aprovar uma nova lei que
aumenta a pena mínima e, ao mesmo tempo, possibilita uma diminuição, por condição pessoal do
réu, de até 2/3 da pena, recolocando, assim, a pena mínima em patamar inferior ao que existia
anteriormente. Ora, se o legislador resolve aumentar a pena mínima, é porque deve ter motivos
(prognose) para tal. Se ele aumenta em mais da metade a pena mínima, não tem sentido, ao
mesmo tempo, diminuir a pena em percentual maior que próprio aumento. Simples, pois!
E, na medida em que não há qualquer prognose do legislador, tem-se que se deve partir dos
motivos implícitos que o levaram a aumentar a pena mínima para 5 anos, isto é, a penalização
era diminuta e a pena mínima não atendia minimamente o desvalor da ação de traficar
ilicitamente (observe-se, conforme já mencionado, que estatísticas e relatórios comprovam o
aumento do consumo de drogas e do tráfico ilícito de entorpecentes no país). Pois exatamente
a partir dessa motivação é que a diminuição – repita-se, totalmente excepcional, porque
assistemática (bastando examinar o restante do Código Penal e da legislação) — é
inconstitucional.
Pretendendo ser mais claro: a quebra do princípio da integridade provoca também retrocesso social
no combate ao crime de tráfico de entorpecente. Ou seja, uma vez eleita pelo próprio legislador
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constituinte a via da criminalização (sem direito sequer a graça e anistia) do crime de tráfico de
drogas e já estando em vigor legislação que atendia ao comando constitucional, parece razoável
afirmar que a nova lei desatendeu aos propósitos constituintes. A menos que o mesmo legislador
houvesse comprovado que o favor legal, com fortes evidências, proporcionaria uma diminuição da
ocorrência do crime tão fortemente combatido pelo legislador constituinte.
Observe-se, ainda, que a análise não esgota seus efeitos na apreciação singularizada dos crimes de
tráfico ilícito de entorpecentes. A se aceitar como legítima e válida — e, portanto, imune ao controle
de constitucionalidade — a atuação do Poder Legislativo quando da previsão de diminuição da pena
do crime de tráfico de drogas de acordo com a condição pessoal do agente (como ocorre no caso em
pauta), teremos que anuir com uma eventual descriminalização ou diminuição da proteção — a
critério do legislador infraconstitucional — de crimes como a tortura e o roubo qualificado pelo
resultado morte. Enfim, às maiorias parlamentares de ocasião competirá determinar a necessidade
de repressão aos crimes hediondos e equiparados. E isso não pode, de forma alguma, ser aceito em
um Estado Constitucional.
A agravar a situação, a Lei 11.343/06 trouxe como critérios de diminuição de pena circunstâncias
concernentes a um ultrapassado direito penal do autor, não mais aceito em um Estado que se
declare Democrático de Direito. A propósito, a doutrina do direito penal do autor, adotada com
prevalência pela Escola de Kiel, surgida durante a vertente nacional-socialista da Alemanha e
utilizada para legitimar a repressão durante o período nazista é, agora, também de forma
equivocada, invocada para a concessão de benefícios. Veja-se, pois, a dimensão do paradoxo!
Assim como não é dado ao Führer a preponderância sobre o próprio direito, não se pode
proporcionar, em um Estado Constitucional e Democrático de Direito, ao legislador poderes de
contrariar a base normativa do Estado, ou seja, a sua Constituição. Aqui, francamente violado o
princípio da igualdade: o indivíduo que trafica e que for primário tem tratamento absolutamente
diferenciado daquele que não ostenta essa peculiaridade.
Para comprovar a assertiva anterior: seria possível conferir ao genocida ou ao latrocida primário, sem
antecedentes criminais e sem envolvimento comprovado em organização criminosa, o favor legal de
diminuição de 2/3 da pena? A resposta, que parece simples, conduz à solução da questão proposta:
a Constituição não permite ao legislador tal liberdade de conformação. Tampouco o sistema penal —
que deve necessariamente ser entendido como um sistema — aceitaria tal descritério na proteção
dos bens jurídicos.
Ainda — na mesma linha, considerando-se o princípio da igualdade, a pergunta que deve
necessariamente ser feita é: por que não aplicar o favor legal aos demais crimes hediondos? E,
melhor ainda, por que não aplicar esse favor legal para aqueles condenados por crimes não
hediondos? Lembremos da discussão da extensão da Lei da Tortura para os crimes hediondos no
que tange à progressão de regime...! Absolutamente estranha essa preocupação “mitigadora” e
“conciliatória” do legislador para com o tráfico de entorpecentes.
No limite, em face do dever de criminalização e do fato de que esta não pode estar dissociada da
pena de prisão stricto sensu, não é possível compatibilizar as circunstâncias de se tratar de crime
hediondo e, ao mesmo tempo, de crime apenado com pena abstrata mínima que autorizaria tanto a
substituição da pena privativa de liberdade por penas restritivas de direitos quanto à fixação da pena
em regime inicial aberto[17]. Claro que a determinação das penas abstratas é tarefa para o
legislador, mas o estabelecimento de pena mínima que autorizaria o cumprimento da pena, desde
logo, em liberdade é um despropósito.
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Com efeito, não se pode conceber que a um crime cuja previsão de punição decorre, dada a
relevância e a natureza do bem jurídico protegido, da própria Constituição Federal, possa ser
determinada uma pena que, no sistema — não fosse a pontual vedação estabelecida pelos artigos 2º
da Lei 8072/90 e 44 da Lei 11.343/06 —, implicaria a substituição, de plano, por penas restritivas de
direitos ou o cumprimento da pena em regime prisional aberto, o qual, se fundamenta em
autodisciplina e em senso de responsabilidade do condenado. Para tanto, basta a constatação de
que é permitido que o apenado trabalhe fora do estabelecimento prisional, sem qualquer vigilância,
permanecendo recolhido apenas durante o período noturno e nos dias de folga: trata-se, pois, de
regime prisional destinado à reinserção do indivíduo na sociedade. Ou seja, a benesse legislativa
transforma o crime equiparado a hediondo em um delito equiparado a crimes de menor gravidade em
que em que se autoriza o cumprimento da pena, desde o início, em liberdade; equipara, analisando
por outro enfoque, o tráfico de entorpecentes com crimes que autorizam a reinserção direta do
apenado em liberdade. E isso é absolutamente incompatível com a determinação constitucional e
com os tratados internacionais firmados para o controle e repressão do crime de tráfico de
entorpecentes.
Observo — e aqui insisto — que o condenado pelo crime de tráfico beneficiado pelo favor legal
instituído no parágrafo 4o do artigo 33 da Lei 11.343/06, apenas não ficará em liberdade em função
de vedações que excepcionam a regra geral. Eis aí – na própria edição de regras excepcionais — o
reconhecimento da situação deturpada e desproporcional que se criou no ordenamento.
Mais do que isso, o patamar mínimo estabelecido na Lei 11.343/06 — fosse a sanção aplicada no
mínimo legal — autorizaria, nos termos do artigo 77 do Código Penal, a Suspensão Condicional da
Pena. E é absolutamente incongruente “equiparar” as penas de crimes que permitem a
substituição da pena e o regime aberto desde logo (v.g., dano, furto, estelionato, apropriação
indébita, calúnia, injúria, difamação, etc.) com um crime do quilate do tráfico.
O falso dilema representado pela alegação de que a anulação de leis penais favoráveis ao réu, via
controle de constitucionalidade (difuso e/ou concentrado), viola o princípio da legalidade
Ainda é dominante — no âmbito do Direito Penal brasileiro — a tese de que qualquer lei que venha a
trazer benefícios ao acusado está imune ao controle de constitucionalidade, porque isto equivaleria à
violação do princípio da legalidade. Trata-se de uma visão equivocada, uma vez que o princípio da
reserva legal, antes de ser um dispositivo legal-penal, é um princípio constitucional. O legislador
ordinário deve obedecê-lo cada vez que elabora uma lei. Caso contrário, existiria uma zona isenta de
controle jurisdicional da constitucionalidade. E, assim, seria considerada lícita até mesmo a
descriminalização do crime de estupro.
O controle de constitucionalidade das leis é uma conquista civilizatória. E, obviamente, não poderia
haver leis imunes a sindicabilidade. Fosse verdadeira a tese de que a anulação de uma lei que
estabelece favores legais ao acusado fere o princípio da legalidade e estaria criado um “enclave
penal” no interior do Direito Constitucional. A questão não é nova. Por todos, cito o caso do aborto na
Alemanha, já mencionado retro, e o julgamento dos soldados da antiga Alemanha Oriental,
conhecido como o “caso Mauerschützen”, em que, após a reunificação, um grupo de soldados da
antiga RDA foi condenado por homicídio, por atirarem em fugitivos que tentavam ultrapassar o muro
de Berlim. O Tribunal Constitucional alemão (Bundesverfassugnsgericht), examinando o recurso,
negou-lhe provimento, (BGHSt 39, 1); também negou provimento ao recurso dos altos funcionários
da RDA, condenados pelas mortes de fugitivos por minas terrestres (BGHSt 39, 168, entre outros). O
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Tribunal Constitucional considerou que as condenações dos acusados pelas instâncias ordinárias
não violaram o art. 103, 2, da Lei Fundamental alemã, que trata do nullum crime, nulla poena, sine
lege.
Não se pode olvidar o recente caso da anulação, por inconstitucionalidade e por malferimento dos
tratados internacionais e da Constituição, da lei da “obediência devida”, que concedeu anistia aos
militares argentinos. A referida lei foi declarada inconstitucional, com votos dos Ministros Ricardo
Lorenzetti, Juan Maqueda, Eugênio Zaffaroni[18] e Helena Highton de Nolasco, pela Suprema Corte
Argentina, fundamentalmente por violar tratados internacionais, firmados pela República Argentina,
de proteção aos direitos fundamentais e de combate à tortura e a outros crimes graves. A Corte
Argentina decidiu que os delitos que lesam a humanidade, por sua gravidade, não podem ser objetos
de indulto, uma vez que não só afrontam a Constituição, como, também, toda a comunidade
internacional. Em suma, acabou por reconhecer o dever de proteção, não só por parte do Estado,
mas, também, por parte de toda a comunidade internacional[19].
A importância dos tratados internacionais firmados pelo Brasil
A par da importância dos próprios tratados internacionais utilizados como parâmetro para a
declaração de inconstitucionalidade de leis como a da “obediência devida”, na Argentina, já
anteriormente assinalada, importa também registrar o reforço hermenêutico de tais documentos
(acordos, tratados, convenções, etc.) para a aferição da invalidade do citado parágrafo 4º do artigo
33 da Lei 11.343/06. Nesse sentido, embora no Brasil essa questão ainda esteja controvertida[20]
(principalmente no que tange aos tratados e convenções internacionais ratificados anteriormente à
Emenda Constitucional 45/04), isto é, se os tratados internacionais servem, de per si, para a
declaração da inconstitucionalidade de legislação ordinária que com eles se confronte, não se pode
negar a força do direito internacional para encontrar respostas e soluções para casos análogos que
exsurgem no direito interno. Sua força hermenêutica é inegável.
Relembre-se, na especificidade “combate ao crime de tráfico de entorpecentes”, a Convenção das
Nações Unidas contra o Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Substâncias Psicotrópicas, concluída e
assinada em Viena, internalizada, no Brasil, sob a forma do Decreto 154, em 1991, que estabelece
— tendo por preocupação a magnitude e a crescente tendência da produção, da demanda e do
tráfico ilícitos de entorpecentes e de substâncias psicotrópicas, que representam uma grave ameaça
à saúde e ao bem-estar dos seres humanos e que têm efeitos nefastos sobre as bases econômicas,
culturais e políticas da sociedade, e, ainda, a crescente expansão do tráfico ilícito de entorpecentes e
de substâncias psicotrópricas nos diversos grupos sociais e, em particular, pela exploração de
crianças em muitas partes do mundo, tanto na qualidade de consumidores como na condição de
instrumentos utilizados na produção, na distribuição e no comércio ilícitos de entorpecentes e de
substâncias psicotrópicas, o que constitui um perigo de gravidade incalculável, reconhecendo que os
vínculos que existem entre o tráfico ilícito e outras atividades criminosas organizadas, a ele
relacionadas, que minam as economias lícitas e ameaçam a estabilidade, a segurança e a soberania
dos Estados e também que o tráfico ilícito é uma atividade criminosa internacional, cuja supressão
exige atenção urgente e a mais alta prioridade — em seu artigo 3º, itens 1, 2 e 4, que os países/
partes que ratificarem o tratado devem adotar as medidas necessárias para caracterizar como delitos
penais em seu direito interno quando cometidos internacionalmente uma série de condutas
caracterizadoras de tráfico ilícito de entorpecentes e que deverão dispor de sanções proporcionais à
gravidade dos delitos.
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No mesmo sentido refiram-se, ainda, as convenções de Genebra para a Repressão do Tráfico Ilícito
das Drogas Nocivas, de 1936, e de Nova York, de 1961, bem como o acordo assinado, entre os
países de Língua Portuguesa (1997) visando à Redução da Demanda, Prevenção do Uso Indevido e
Combate à Produção e ao Tráfico Ilícito de Entorpecentes e Substâncias Psicotrópicas, firmado em
Salvador. Existe, ainda, uma série de acordos firmados entre o Brasil e países como Espanha
(1999), Romênia (1999), Peru (1999), Itália (1997), África do Sul (1996), México (1996), Estados
Unidos (1995), Rússia (1994), para mencionar, exemplificativamente, apenas estes, todos com a
finalidade de integração para prevenção, controle e combate do crime de tráfico ilícito de
entorpecentes.
Conclusão: a solução do problema via controle de constitucionalidade concentrado e difuso
Falar do lado “esquecido” do dever de proteção do Estado é tarefa difícil e delicada. Afinal,
está-se a contrapor e a pôr em xeque teses até pouco tempo tidas como imodificáveis. Parece
óbvio que o direito penal é um campo especial do direito. Mas, por outro lado, é necessário
verificar se o novo paradigma exsurgente do Estado Democrático de Direito não necessita
alterar a antiga contraposição Estado-sociedade ou Estado-indivíduo.
E por que isto? Porque o Estado não é mais inimigo, como já referido à saciedade. Trata-se de
outro Estado. E, convenhamos, trata-se também de outra criminalidade. Tanto o Estado
quanto a criminalidade mudaram desde a ruptura provocada pelas teses da Ilustração. É
preciso compreender que o grau de autonomia atingido pelo direito após os seus fracassos
decorrentes das duas grandes guerras aponta, agora, mais e mais, para uma co-
responsabilidade entre o legislador e o poder de aplicação da lei. A antiga “blindagem” do
legislador — e, lembremos que, sem a devida blindagem constitucional, a política solapou o
direito — deve dar lugar a um amplo processo de controle da compatibilidade formal e
material da legislação ordinária com as constituições.
E qual é a razão que justificaria que o direito penal poderia escapar dessa nova concepção/
formatação da relação entre os poderes do Estado? Ora, a regra contramajoritária, aplicada nos
restritos limites da Constituição, pode, sim, alterar os escopos de determinada norma penal. Não
fosse assim, o legislador teria total liberdade de conformação. Tais questões devem ser encaradas
de frente pelos penalistas e pelos constitucionalistas. Entendo, pois, que deve haver a suspensão
dos pré-juízos forjados em um imaginário liberal-individualista.
Para ser mais explícito: devemos admitir que o legislador penal comete equívocos e que estes
podem trazer malefícios à sociedade. Ademais, constitui tarefa do legislador demonstrar, nas
hipóteses em que deseja abandonar as funções clássicas do direito penal — e isso não lhe é vedado
—, as razões pelas quais faz determinadas escolhas. Essa questão assume foros de maior
gravidade quando se está em face de um comando explícito de criminalização, isto é, querendo ou
não, o legislador não pode deixar de considerar o tráfico de entorpecentes como crime de extrema
gravidade, ao lado da tortura e do terrorismo.
Isso significa dizer que o legislador não poderá fazer “desvios” hermenêuticos a partir da utilização
de um afrouxamento que transforma a principal incidência do delito — o tráfico stricto sensu — em
um crime cuja pena pode chegar a menos de 2 anos de reclusão, o que, comparável com as demais
penalizações, escancara esse desvio cometido pela nova lei. Tal circunstância viola os princípios da
integridade, coerência e igualdade. Além disso, como bem diz Dworkin, o direito deve ser decidido
a partir de argumentos de princípio, e não de políticas (o favor legal de 2/3 é nitidamente um
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aparato legal de conveniência). Certamente tal diminuição não decorre de algum argumento
principiológico...! Aliás, no caso em pauta, sequer o legislador apresentou razões para essa
estranhíssima previsão de um favor legal que ele não tem concedido para os demais crimes.
É evidente que se poderá replicar que o legislador ordinário, ao conceder o favor legis de até 2/3,
deixou ao juiz a possibilidade de aplicá-lo ou não. Tal questão, contudo, não assume relevância, uma
vez que a tradição jurisprudencial tem apontado para a circunstância de que, via de regra, o
desconto máximo beira a um direito subjetivo do acusado, o que, aliás, é medida correta. Também se
poderia argumentar que, assim o fazendo, o legislador não descriminalizou ou tornou impunível a
conduta de um crime hediondo, estando dentro de sua esfera de liberdade de conformação
estabelecer esse patamar de até 2/3. Ocorre que, novamente, há que se atentar para o comando de
criminalização constante no inciso constitucional.
Ora, se proíbe-se graça ou anistia, é porque não se pode admitir um apenamento equivalente
ao conferido aos crimes de menor gravidade de nosso sistema, em que o apenado, como regra,
desde já, é colocado em liberdade (veja-se que pena poderá atingir 1 ano e 8 meses). E, a toda
evidência, não é esse o desiderato do constituinte, ou seja, mesmo que se diga que as leis são
compostas de vaguezas e ambigüidades, há claros limites semânticos que limitam interpretações
despistadoras como a feita pelo legislador da Lei 11.343/06. E não devemos esquecer uma questão
das mais relevantes, óbvia, mas que merece destaque e lembrança nas palavras de Hans-Heirich
Jescheck[21] Die Freiheitsstrafe ist als Rückgrat des Strafensystems bestehen geblieben, da sie für
dir schwere u. die durch Geldstrafe nich ausreichend zu erfassende mittlere Kriminalität sowie auch
für der häuchfigen Rüchfall die einzing Reaktion ist.
§§§
Por todas as razões enunciadas, padece de inconstitucionalidade o parágrafo 4º do artigo 33 da Lei
11.343/06, por violação do dever de proteção (Schutzplicht) a partir da proibição da proteção
insuficiente (Untermassverbot) e do princípio da igualdade, em face da quebra da integridade do
sistema.
Assim,
I. Em sede de controle concentrado, deve-se declarar a inconstitucionalidade do aludido parágrafo 4º
da Lei 11.343/06, com um apelo ao legislador (Appellentscheidung), isto é, se o legislador desejar, de
fato, conceder favores legais, que o faça sem violar a Constituição Federal e os tratados
internacionais formados pelo Brasil; de todo modo, neste caso, o dispositivo resta nulo, írrito,
nenhum.
II. Em sede de controle difuso (juiz singular e Tribunais), igualmente é possível deixar de aplicar o
dispositivo, de dois modos: primeiro, pelo juiz de direito, que poderá deixar de aplicar o dispositivo
(no Brasil, qualquer juiz pode deixar de aplicar um a lei sob fundamento de sua
inconstitucionalidade); segundo, por qualquer Tribunal da federação. Se o Tribunal, por seu órgão
fracionário, optar pela nulidade pura e simples do parágrafo em questão, terá que suscitar o incidente
de inconstitucionalidade, nos termos do art. 97 da Constituição. A conseqüência é que ao acusado
não será concedido o favor legal de diminuição da pena constante no aludido parágrafo 4º.
III. A opção pela elaboração de uma decisão redutiva (inconstitucionalidade parcial sem redução de
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texto) por juízes e tribunais
Enquanto não for declarado inconstitucional o citado dispositivo (§ 4º. do art. 33) em sede de controle
concentrado — para o qual é recomendável que se provoque, de imediato, através de ADI, o
Supremo Tribunal Federal — parece razoável, de forma opcional e para resolver problemas
concretos, incentivar que juízes singulares e órgãos fracionários elaborem sentenças redutivas, a
partir do mecanismo da inconstitucionalidade parcial sem redução de texto. Isso pode ser feito a
partir de subsídios do direito alienígena e da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal do Brasil.
Com efeito, do direito alemão aprendemos que, por vezes, podemos salvar um texto jurídico, não o
declarando inconstitucional, a partir de uma adição de sentido. É o caso da verfassunsgskonforme
Auslegung (Interpretação Conforme a Constituição). Em outros, retira-se uma das incidências da
norma, isto é, na hipótese de se querer expungir da norma um dos sentidos que são contrários à
Constituição. Neste caso, estar-se-á em face de uma Teilnichtigerklärung ohne Normtextreduzierung
(Nulidade Parcial sem Redução de Texto). Em ambos os casos, não há mutilação formal do texto.
Altera-se, apenas, o seu sentido.
Uma pergunta, desde logo, se impõe: a nulidade parcial sem redução de texto e a interpretação
conforme a Constituição podem ser aplicadas pelo juízo singular e pelos demais Tribunais, ou tal
aplicação se afigura como prerrogativa exclusiva do Supremo Tribunal Federal? Estou convencido de
que não há qualquer óbice constitucional que impeça juízes e tribunais de aplicarem a interpretação
conforme e a nulidade parcial sem redução de texto. Entender o contrário seria admitir que juízes e
tribunais (que não o STF) estivessem obrigados a declarar inconstitucionais dispositivos que
pudessem, no mínimo em parte, ser salvaguardados no sistema, mediante a aplicação das citadas
técnicas de controle. Por que um Juiz de Direito — que, desde a Constituição de 1891, sempre
esteve autorizado a deixar de aplicar uma lei na íntegra por entendê-la inconstitucional — não pode,
também hoje, em pleno Estado Democrático de Direito, aplicá-la tão-somente em parte?
O mesmo se aplica aos Tribunais, que, na especificidade da Interpretação Conforme a Constituição e
da Nulidade Parcial sem Redução de Texto, estão dispensados de suscitar o incidente de
inconstitucionalidade.[22] Refira-se que em nada fica maculado esse entendimento em face da
recente edição da Súmula Vinculante 10 ("Viola a cláusula de reserva de plenário [CF, artigo 97] a
decisão de órgão fracionário de tribunal que, embora não declare expressamente a
inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público, afasta a sua incidência no todo ou em
parte.") do Supremo Tribunal Federal. Ela não se aplica à Interpretação Conforme e nem à Nulidade
Parcial de Redução de Texto. E explico o porquê: assim como uma decisão de Nulidade Parcial sem
Redução de Texto (também chamada de decisão de inconstitucionalidade parcial qualitativa,) feita
pelo STF não necessita ser enviada ao Senado, não cabe exigir incidente de inconstitucionalidade,
não havendo, assim, violação ao full bench (art. 97 da CF). Isso porque, tanto na Interpretação
Conforme a Constituição quanto na Nulidade Parcial sem Redução de Texto, não há expunção de
texto ou parte de texto normativo, apenas havendo o afastamento de uma das incidências do texto.
Como há vários sentidos, e o Tribunal opta por um deles (na Interpretação Conforme há uma adição
de sentido), na nulidade parcial qualitativa o resultado hermenêutico faz com que o texto permaneça
com um minus. Na medida em que, em ambas as hipóteses, o texto permanece em sua literalidade,
não há que se falar em incidente de inconstitucionalidade. Aliás, não haveria como operacionalizar o
incidente de inconstitucionalidade de um sentido de um texto. Numa palavra, a Súmula 10 é aplicada
apenas aos casos em que há inconstitucionalidade com redução de texto.
III.I. A fórmula para a aplicação da nulidade parcial sem redução de texto.
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Aplicando a nulidade parcial sem redução de texto, tem-se que determinado dispositivo é
inconstitucional se aplicado à hipótese “x”. No caso sob análise: o artigo 33 da Lei 11.343/06 (§4º.)
será inconstitucional se aplicável de forma a possibilitar que ao condenado seja aplicada pena
mínima inferior a 03 anos de reclusão. O dispositivo será inconstitucional se a sanção aplicada vier a
contrariar o comando constitucional de resposta rigorosa ao crime de tráfico ilícito de entorpecentes,
de forma que a defasada pena estabelecida pela legislação anterior à Constituição Federal seja,
ainda, abrandada, afrontando, assim, os propósitos constitucionais e os tratados assinados e
ratificados com o objetivo de punir de forma mais veemente o crime de tráfico de entorpecentes. Ou
seja, o critério, em face da nulidade do parágrafo 4º passa a ser o preceito secundário do art. 12 da
Lei 6.368/76, que estabelece a pena mínima de 03 anos para o tráfico de entorpecentes. Isto é, se a
lei anterior estabelecia a pena mínima de 03 anos e não concedia “desconto” de pena pela qualidade
pessoal do acusado (primariedade), a nova lei não poderá ser aplicada em patamar que diminua a
repressão a patamares abaixo da pena mínima anterior. Conseqüentemente, aplicada a técnica da
nulidade parcial, a pena mínima deve ser de 3 anos.
III.II. Justificativa.
A possibilidade de fixação de pena mais branda não configura resposta adequada à repressão do
crime de tráfico de entorpecentes, conforme comando constitucional do constituinte originário
(mandado de criminalização, com vedações a priori). Ou seja, a impossibilidade de fixação de pena
inferior a 03 anos de reclusão passa a ser condição de possibilidade para a aferição da incidência do
tipo penal. Nesse sentido, especificamente, sobre o modo de aplicação da nulidade parcial sem
redução de texto, ver ADI 319, rel. Min. Moreira Alves, RTJ 137, pp. 90 e segs.; também as ADI 491,
939 e 1045.
Trata-se de aplicar, mutatis mutandis, aquilo que no direito português se denomina de decisão
redutiva. Ou, melhor ainda, na acepção Jean-Claude Béguin (Le controle de la constitutionnalité de
lois em République Fédérale d´Allemagne), trata-se de “anulação parcial qualitativa” (quando a
norma, no seu conjunto, não deve ser aplicada a certa situação, por tal aplicação ser
inconstitucional). Nesse sentido, há um interessante precedente jurisprudencial da então Comissão
Constitucional (que antecedeu o Tribunal Constitucional português): em face de uma norma que
regulava as atenuações extraordinárias previstas no art. 298, prevendo certas atenuações
obrigatórias, verificadas determinadas circunstâncias, entendeu-se declarar a norma parcialmente
inconstitucional na parte em que consagrava as referidas atenuações extraordinárias obrigatórias (ou
legislativas, como são designadas no texto do acórdão) considerando-se que seriam, porém,
admitidas como meramente facultativas para os juízes (Diário da República de 29 de dezembro de
1978, p.40).[23]
IV. Palavra final:
Como advertência derradeira —necessária em face dos mal-entendidos que podem ser gerados a
partir de leituras ideológicas (no sentido tradicional da palavra) à aplicação da tese da proibição de
proteção insuficiente, mormente se feitas sem o devido contexto constitucional e constitucionalizante
em que deve ser posta a discussão - e o faço com base no alerta do pesquisador e professor de
Sociologia Jurídica da Universidade Federal do Pernambuco, Luciano Oliveira, por vezes parece que
nos esquecemos da relevante circunstância de que a segurança é, ela também, direito humano:
“E não estou falando retoricamente, estou falando textualmente... Entretanto, geralmente nos
esquecemos disso. Na verdade, tão raramente nos lembramos disso que seria o caso de perguntar
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se algum dia “soubemos” de tal coisa — isto é, que a segurança, a segurança pessoal, é um dos
direitos humanos mais importantes e elementares. E, como disse, estou falando textualmente, com
base nos documentos fundamentais dessa tradução, sejam as Declarações inaugurais da Revolução
Francesa de fins do Século XVIII, seja a Declaração da ONU de 1948. Está lá, já no artigo 2º da
primeira Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789: os direitos ‘naturais e
imprescritíveis do homem’ são ‘a liberdade, a propriedade, a segurança e a resistência à opressão’
— grifei. Declaração tipicamente burguesa, dir-se-ia. Mas é bom não esquecer (ou lembrar) que em
1793, no momento em que a Revolução empreende uma guinada num sentido social ausente na
primeira —uma guinada a esquerda, na linguagem de hoje -, uma nova Declaração aparece
estabelecendo, em idêntico artigo 2º, praticamente os mesmos direitos: ‘a igualdade, a liberdade, a
segurança, a propriedade’ (in Fauré, 1988: 373) — grifei. Mais adiante, o artigo 8º definia: ‘A
segurança consiste na proteção acordada pela sociedade a cada um de seus membros para a
conservação de sua pessoa, de seus direitos e de suas propriedades” (idem p. 374).
E acrescenta o jurista pernambucano:
“Cento e cinqüenta anos depois a Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU — na qual
figuram, ao lado dos direitos civis da tradição liberal clássica, vários direitos sócio-econômicos do
movimento socialista moderno — repetia no seu artigo 3º: ‘Todo indivíduo temo o direito à vida, à
liberdade e à segurança pessoal”. E, no entanto, esse é um direito meio esquecido. No mínimo,
pouco citado. Ou, então, citado em contextos onde o titular dessa segurança pessoal aparece
sempre como oponente de regimes ditatoriais atingido nesse direito pelos esbirros de tais regimes.
Dou um exemplo significativo: numa publicação patrocinada pela UNESCO em 1981, traduzida entre
nós pela Brasiliense em 1985, seu autor, ao comentar esse direito dá como exemplo o caso de Steve
Biko, ativista político negro torturado e morto pela polícia racista da África do Sul em 1977. E
comenta: ‘O caso Steve Biko é apenas um exemplo bem documentado de uma situação em que o
Estado deixou de cumprir sua obrigação de assegurar e proteger a vida de um indivíduo e em que
violou este direito fundamental que, infelizmente, tem sido violado pelos governos em muitas partes
do mundo’ (Levin, 1985: 55 e 56). Ou seja: por razões que são, reconhecemos, compreensíveis, a
segurança pessoal como direito humano, quando aparece na literatura produzida pelos militantes, é
sempre segurança pessoal de presos políticos, ou mesmo de presos comuns, violados na sua
integridade física e moral pela ação de agentes estatais. Ora, com isso produz-se um curioso
esquecimento: o de que o cidadão comum tem também direito à segurança, violada com crescente e
preocupante freqüência pelos criminosos.” (grifei)[24]
É nesse contexto que se inserem as presentes reflexões. E para não haver mal-entendidos, faço
minhas as duas advertências enfáticas de Oliveira (ibidem) sobre o assunto: a primeira é a de que,
com isto, não estou aderindo ao conhecido e, no contexto em que é dito, estúpido slogan “e os
direitos humanos da vítima” — com o que os inimigos dos direitos humanos procuram desacreditar a
dura luta a seu favor num país como o Brasil. Já a segunda remete ao fato de que de forma alguma
estou considerando com a mesma medida as violações de direitos humanos perpetrados por regimes
ditatoriais e as violências praticadas por bandidos — mesmo se ambos são celerados.
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[1] Nesse sentido, ver Streck, Lenio Luiz e Copetti, André. “O direito penal e os influxos legislativos
pós-Constituição de 1988: um modelo normativo e eclético consolidado ou em fase de transição?”,
In: Anuário do Programa de Pós-Graduação em Direito da UNISINOS. São Leopoldo, Editora
Unisinos, 2003, pp. 255 e segs.
[2] Cf. Baratta, Alessandro. La política Criminal y el Derecho Penal de la Constitución: Nuevas
Reflexiones sobre el modelo integrado de las Ciencias Penales. Revista de la Faculdad de Derecho
de la Universidad de Granada, n. 2, 1999, p. 110.
[3] Cf. Baptista Machado, João. Introdução ao Direito e ao Discurso Legitimador. Coimbra, Coimbra
Editora, 1998.
[4] Cf. Roxin, Claus. Problemas fundamentais de direito penal. 3ª. Ed. Lisboa, Coleção Veja
Universitária, 1998, p. 76 e segs.
[5] Cf. Sarlet, Ingo. Constituição e Proporcionalidade: o direito penal e os direitos fundamentais entre
proibição de excesso e de insuficiência. In: Revista de Estudos Criminais n. 12, ano 3. Sapucaia do
Sul, Editora Nota Dez, 2003, pp. 86 e segs. Refira-se, também, do mesmo autor, o texto revisitado:
Direitos Fundamentais e Proporcionalidade: notas a respeito dos limites e possibilidades da
aplicação das categorias da proibição de excesso e de insuficiência em matéria criminal. In: Revista
da Ajuris, ano XXXV, n. 109, Porto Alegre, mai. 2008, pp.139-161. Frise-se que o mencionado autor
admite a extensão da proibição de proteção deficiente ao processo penal.
[6] Cf. Cunha, Maria da Conceição Ferreira da. Constituição e Crime. Porto, Universidade Católica do
Porto, 1995, pp. 273 e segs.
[7] Cf. Grimm, Dieter. A função protetiva do Estado. In: A Constitucionalização do Direito. Lumen
Juris, 2007, pp. 149 e segs.
[8] Nesse sentido, ver Canaris, Claus-Wilhelm. Direitos Fundamentais e Direito Privado. Coimbra,
Almedina, 2003.
[9] Ver, para tanto, Richter, Ingo; Schuppert; Gunnar Folke. Casebook Verfassungsrecht. 3.ed.
München, 1996, p. 33 e segs; Klein, Eckart. Grundrechtlicheschutzplichtdesstaates, In: Neue
Juristische Wochenschrift, 1989; ver também voto Min. Gilmar Mendes na ADIn 3510, em que o
assunto é invocado na questão das células embrionárias.
[10] Veja-se, para tanto, os diferentes modos de proteção já citados: Verbotspflicht, Sicherheitspflicht
e Risikopflicht.
[11] O voto do Min. Gilmar Mendes refere doutrina de Ingo Sarlet, (Constituição e Proporcionalidade:
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o direito penal e os direitos fundamentais entre proibição de excesso e de insuficiência. In: Revista de
Estudos Criminais n. 12, ano 3. Sapucaia do Sul, Editora Nota Dez, 2003, pp. 86 e segs) e de Lenio
Streck (Bem jurídico e Constituição: da Proibição de Excesso (Übermassverbot) à Proibição de
Proteção Deficiente (Untermassverbot): de como não há blindagem contra normas penais
inconstitucionais. Boletim da Faculdade de Direito, vol 80, ano 2004, pp. 303-345).
[12] E, com o advento da Lei 11.313/06, não mais há dúvidas sobre isso, uma vez que suprimido o
parágrafo único do artigo 2º da Lei 10.259/01 e alterada a disposição do artigo 61 da Lei nº 9.099/95.
[13] Ver, para tanto, Dworkin,Ronald. Law’s Empire. Londres, Fontana Press, 1986, cap. VI.
[14] Idem, ibidem.
[15] Idem, ibidem.
[16] Cf. Dworkin, Ronald. Taking Rights Seriously. Cambridge, Mass., Harvard Universiy Press, 1978.
[17] Veja-se, nesse sentido, que os artigos 44, I e 33, §1, alínea “c”, ambos do Código Penal,
respectivamente, autorizam a substituição da pena privativa de liberdade e o cumprimento da pena
em regime inicial aberto quando de penas não superiores a 04 anos de reclusão.
[18] Em seu voto, o juiz Eugênio Zaffaroni chama a atenção para a relevante circunstância de que o
art. 29 da Constituição Argentina (El Congreso no puede conceder al Ejecutivo nacional, ni las
Legislaturas provinciales a los gobernadores de provincia, facultades extraordinarias, ni la suma del
poder público, ni otorgales sumisiones o supremacías por las que la vida, el honor o las fortunas de
los argentinos queden a merced de gobiernos o persona alguna. Actos de esta naturaleza llevan
consigo uma nulidad insanable, y sujetarán a los que los formulen, consientan o firmen, a la
responsabilidad y pena de los infames traidores a la patria..) é uma cláusula de obrigação de
criminalização, e, exatamente por isso, não poderia o Legislativo ou o Executivo conceder a anistia.
[19] A Suprema Corte Argentina frisou que “la consagración positiva del derecho de gentes en la
Constitución Nacional permite considerar que existe un sistema de protección de derechos que
resulta obligatorio independientemente del consentimiento expreso de las naciones que las vincula y
que es conocido actualmente dentro de este proceso evolutivo como ius cogens. Se trata de la más
alta fuente del derecho internacional que se impone a los Estados y que prohíbe la comisión de
crímenes contra la humanidad, incluso en épocas de guerra [...]Que, en consecuencia, de aquellas
consideraciones surge que los Estados Nacionales tienen la obligación de evitar la impunidad. La
Corte Interamericana ha definido a la impunidad como "la falta en su conjunto de investigación,
persecución, captura, enjuiciamiento y condena de los responsables de las violaciones de los
derechos protegidos por la Convención Americana" y ha señalado que "el Estado tiene la obligación
de combatir tal situación por todos los medios legales disponibles ya que la impunidad propicia la
repetición crónica de las violaciones de derechos humanos y la total indefensión de las víctimas y sus
familiares" [...]Que lo cierto es que los delitos que implican una violación de los más elementales
principios de convivencia humana civilizada, quedan inmunizados de decisiones discrecionales de
cualquiera de los poderes del Estado que diluyan los efectivos remedios de los que debe disponer el
Estado para obtener el castigo”. [M. 2333. XLII]
[20] Refira-se, nesse sentido, as críticas de doutrinadores internacionalistas ao entendimento firmado
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pelo Supremo Tribunal Federal, a partir de 1977, consubstanciado no que se pode chamar de
monismo nacionalista moderado, ou seja, na paridade hierárquica entre tratados/convenções
internacionais e a lei federal.
[21] Cf. Jescheck, Hans-Heirich. Lehrbuch des Sttrafrecht. Berlin, Duncker u. Humbolt, 1988, p.678 (a
pena privativa de liberdade continua sendo a coluna vertebral do sistema penal, porque é a única
reação que pode ser adequada para a criminalidade grave e para a criminalidade média não coberta
pela multa, assim como para a reincidência freqüente).
[22] Parafraseando Medeiros e Prüm, não se justifica aplicar o regime de fiscalização concreta, ou
seja, suscitar o incidente de inconstitucionalidade – que é o modo previsto no sistema jurídico
brasileiro de aferir a constitucionalidade no controle difuso de forma stricto senso – aos casos em
que esteja em causa tão somente a inconstitucionalidade de uma das possíveis interpretações da lei,
pois o juízo de inconstitucionalidade de uma determinada interpretação da lei não afeta a lei em si
mesma, não, pondo em causa, portanto, a obra do legislador. Cf. Medeiros, Rui. A decisão de
inconstitucionalidade. Lisboa, Universidade Católica, 2000; PRÜM, Hans Paul. Verfassung und
Methodik. Berlin, 1977.
[23] Ver, para tanto, CANAS, Vitalino. Introdução às decisões de provimento do Tribunal
Constitucional. Os efeitos em particular. Lisboa: Cognitio, 1984, p. 42.
[24] Cf. Oliveira, Luciano. Segurança: Um direito humano para ser levado a sério. Em Anuário dos
Cursos de Pós-Graduação em Direito n.º 11. Recife, 2000., p. 244/245.
Conjur
Sobre o autor
Lenio Luiz Streck: é procurador de Justiça do Rio Grande do Sul, doutor e pós-doutor em Direito,
professor visitante da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e presidente de honra do
Instituto de Hermenêutica Jurídica.
ANEXO III - A Constituição diritente morreu? por Marcus
Vinícius Lopes Montez
A Constituição Dirigente realmente morreu?
1. Introdução: É incontestável nos meios jurídicos a maestria do jurista português Joaquim José
Gomes de Canotilho, devida, não só, a relevante influência em Portugal como também aqui no Brasil.
Tal fato não foi obra do acaso. A revolução portuguesa de 1974, de caráter socialista, impôs aos
juristas e intelectuais um importante papel, na medida em que tiveram que construir a Constituição
Portuguesa de 1976, objetivando dar legitimação e conformação às aspirações revolucionarias. Tal
Constituição possuía grande carga socialista e conteúdo eminentemente programático, contudo,
sofrera grande reação conservadora dos constitucionalistas tradicionais. Estes defendiam um viés
teórico-ideológico de que o texto constitucional de 1976 era dúplice, possuindo em seu conteúdo
duas Constituições: uma liberal/democrática e outra dirigente/autoritária. Certo é que tal
posicionamento continha implícito o objetivo de manter o status quo, sob o argumento de que
somente era passível de aplicação as normas de conteúdo liberal/democrático, posto que as
dirigentes não eram capazes de conformar a liberdade do legislador infraconstitucional, bem como
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não possuiriam aplicação direta, na medida em que eram apenas diretrizes ou instrumentos
governamentais. Foi nesse contexto histórico que Canotilho elaborou sua tese de doutoramento
sobre a “Constituição Dirigente”. Buscava-se, portanto, a unidade substancial da Constituição; seu
valor normativo e, principalmente, o caráter vinculante desse conjunto normativo. Por fim, cuidava-se
de demonstrar que a Constituição Portuguesa devia atuar juridicamente, refutando a tese de não
normatividade das normas programáticas. Afirmava o próprio autor que “tínhamos uma Constituição
que incorporava grandes conquistas e valores profundamente democráticos e se tinha que elaborar
um discurso capaz de conferir-lhe força normativa, a força normativa própria do direito.” As normas
programáticas não são, portanto, meros programas, simples exortações morais, declarações, ou
sentenças meramente políticas, mas possuem valor jurídico constitucionalmente idêntico ao dos
restantes preceitos constitucionais. Tal tese de doutoramente, somada a magistral obra Constituição
Dirigente e a Vinculação do Legislador, tiveram grande e decisiva influência na Constituição
Brasileira de 1988, a semelhança do que ocorrera em Portugal. Canotilho, porém, veio
gradativamente revendo sua posição, chegando a afirmar no prefácio da 2ª edição do seu
“Constituição Dirigente e Vinculação do Legislador” que a Constituição Dirigente está morta. Este
trabalho objetiva analisar, ao menos brevemente, essa nova fase de Canotilho, para muitos,
chamado de Canotilho II, bem como investigar até que ponto esse novo posicionamento pode ser
aplicado à realidade brasileira. Para tanto, inicia-se o trabalho abordando os conceitos e relações
entre Constituição Dirigente e Estado Democrático de Direito. Passa-se, então, à análise do novo
posicionamento de Canotilho, concluindo respondendo a questão sobre a morte da constituição
dirigente, ao menos para a realidade brasileira de modernidade tardia.
2. A Constituição Dirigente e o Estado Democrático de Direito Antes de abordarmos propriamente o
tema, necessário se faz delimitar-se com exatidão os conceitos de Constituição Dirigente e de
Estado Democrático de Direito, conceitos estes que apesar de estarem em voga, são
freqüentemente utilizados sem qualquer parâmetro. O constitucionalismo, em sua origem, objetivou
criar mecanismos de limitação/oposição ao poder absolutista do rei. Para tanto, o constitucionalismo
aspirava uma Constituição escrita, como instrumento na tentativa de impor tais limitações. As
primeiras constituições enfrentaram tal questão se utilizando do parlamento, responsável por garantir
limites à propriedade e à liberdade dos cidadãos. O parlamento, representante do povo, era
responsável por controlar e limitar os poderes, até então, absolutos do monarca. Nessa linha, o
parlamento não deveria se submeter ao controle de nenhum outro órgão superior, posto que era
representante da vontade popular, e atuava em nome deste com o objetivo de proteger a liberdade e
propriedade frente ao monarca. Por mais paradoxal que seja, o foco de tensão deixa de ser os
poderes ilimitados do monarca, para se situar com maior nitidez na questão do controle da atividade
do legislado, tendo em vista sua livre atuação em nome do povo. Portanto, os abusos do Poder
Legislativo geraram um terreno fértil para que, no século XX, germinasse uma nova concepção de
constituição, agora com o principal objetivo de limitar os poderes constituídos, em especial a irrestrita
idéia de liberdade de conformação do legislado – é a revolução coopernicana ocorrida no
constitucionalismo. O império, nesta época da história, deixa de ser da lei e passa a ser das
Constituições, na qualidade de norma fundamental do ordenamento jurídico. Dessa breve e diminuta
contextualização histórica nasce o modelo de Constituição Dirigente. A Constituição não mais pode
ser considerada um simples instrumento de governo, definidor de competências e procedimentos,
mas sim deve aspirar e determinar um plano global de determinação de tarefas, estabelecendo
programas, diretrizes e definindo fins para o Estado e sociedade. O dirigismo constitucional reformula
a própria finalidade das Constituições. A Constituição deixa de ser mero instrumento garantidor do
status quo, concebida unicamente como norma jurídica formalmente superior e abstraída de qualquer
conteúdo material. A Constituição Dirigente se presta a um algo mais; é condição de possibilidade
para a concretização das promessas não cumpridas. Observa-se que tal evolução no
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constitucionalismo encontra-se intimamente ligada com a própria evolução do Estado. No Estado
Liberal a principal preocupação era garantir a liberdade e propriedade privada. Por esse motivo,
Fábio Comparato chega a afirmar que tal modelo de Estado é estático e conservador, cuja única
tarefa é a de government by Law, isto é, o direito se resume às leis. A liberdade do legislador era
ampla, porém muitas vezes inefetiva na redução das desigualdades. O Estado Liberal, que se
revelou um Estado de Direito puramente formal, não tardou em ser superado pelo Estado Social de
Direito, no intuito de atribuir, ao próprio Estado, encargos sociais considerados pelo constituinte
como indispensáveis à manutenção da paz social. A função do direito, em um Estado Social, deixa
de ser meramente negativa, para adotar uma concepção positiva, na medida em que passa a
assegurar o desenvolvimento do indivíduo, por meio de uma intervenção social, cultural e econômica.
O Estado não se limita mais a assegurar uma liberdade formal, mas procura estabelecer uma
igualdade material, igualdade de oportunidades, justificando a intervenção Estatal. Importante
ressaltar que enquanto no Estado Liberal se sobressaia a figura do Poder Legislativo, no Estado
Social é o Poder Executivo que ganha importante relevo, tendo em vista que a necessidade de uma
intervenção estatal. Por fim, após a segunda grande guerra mundial, sobreveio a instituição de uma
terceira forma de Estado de Direito - Estado Democrático de Direito, que no Brasil se materializou, ao
menos formalmente, na Constituição de 1988. Mas afinal, o que é o Estado Democrático de Direito?
O Estado Democrático de Direito é concebido com base em dois fundamentos: respeito aos direitos
fundamentais / sociais e democracia. O Estado Democrático de Direito é, portanto, um plus em
relação ao Estado Social, na medida em que o Direito é visto com instrumento necessário à
implantação das promessas de modernidades não cumpridas pelo Estado Social. Desta forma, há
um inevitável deslocamento do centro de tensão / decisão dos Poderes Legislativos e Executivo para
o Poder Judiciário (Jurisdição Constitucional). Concluí-se esta parte introdutória, observando que o
Estado Democrático de Direito e Constituição Dirigente são conceitos/institutos intimamente ligados;
são instrumentos garantidores da conformação dos poderes constituídos com a finalidade precípua
de implementarem as promessas de uma igualdade material. O Direito, portanto, assume relevante
papel nessa empreitada, na medida em que é o instrumento de conformação social, frente à inércia
dos outros poderes.
3. A nova fase de Canotilho – Canotilho II Canotilho, com a 2ª edição do prefácio de seu livro
“Constituição Dirigente e vinculação do legislador, parece ter revisto sua posição inicial de uma
Constituição dirigente como instrumento de transformação social e política. Ao cunhar a teorização
da Constituição Dirigente, Canotilho defendeu que as normas programáticas não eram simples
programas, exortações morais, sentenças políticas, como a doutrina tradicional insistia em defender.
As normas programáticas possuiriam valor jurídico constitucional idêntico às outras normas
constitucionais. Vinculariam o legislador, na medida em que seriam uma imposição constitucional;
também serviriam como diretivas materiais, vinculando todos os órgãos concretizadores; por fim,
seriam também limites negativos. Esse posicionamento, contudo, vem sendo revisto pelo próprio
Canotilho. O direito não mais seria hábil a regular sozinho, de forma autoritária e intervencionista,
desconhecendo outras formas de intervenção de outras áreas, como a política. A Constituição,
portanto, teria que necessariamente ceder perante novos modelos políticos-organizatórios,
adequando-se a novos planos normativos, à novas associações abertas de estados nacionais
abertos. Nessa linha, Canotilho passa a defender um “constitucionalismo moralmente reflexivo”,
entendido como tal a substituição de um direito autoritariamente dirigente, mas ineficaz, para outras
fórmulas que permitam completar o projeto da modernidade. A lei dirigente cede lugar à
transnacionalização e globalização. O direito constitucional deixaria de ser uma disciplina dirigente
para assumir o papel de disciplina dirigida. Diante de tais mudanças, o constitucionalismo dirigente
não teria se dado conta da complexidade do mundo e das conseqüências das integrações entre as
nações. Uma nova teoria da constituição seria necessária. Por fim, conclui Canotilho dizendo que “a
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Constituição dirigente está morta se o dirigismo constitucional for entendido como normativismo
constitucional revolucionário capaz de, só por si, operar transformações emancipatórias”. Prossegue
afirmando “que alguma coisa ficou, porém, da programaticidade constitucional, ..., acreditamos que
os textos constitucionais devem estabelecer as premissas matérias fundantes da políticas públicas
num Estado e numa sociedade que se pretende continuar a chamar de Direito, democráticos e
sociais.”
4. A Constituição Dirigente realmente morreu? Diante dessa mudança de pensamento do Canotilho
sobre o constitucionalismo dirigente, necessário se faz verificarmos se tal viragem de pensamento
gera reflexos no direito brasileiro, ou mesmo se se adéquam à realidade político-jurídica-social
brasileira. Há, portanto, que se contextualizar as afirmações de Canotilho, especialmente sobre a
morte da Constituição dirigente. O próprio Canotilho demonstrou essa preocupação ao ressaltar que
a Constituição Dirigente estaria morta, “se o dirigismo constitucional for entendido como
normativismo constitucional revolucionário capaz de, só por si, operar transformações
emancipatórias.” (grifo nosso) A tese inicial de Canotilho foi cunhada para a Constituição portuguesa,
em que o texto constitucional possuía claramente um caráter revolucionário, posto que previa a
transformação ao socialismo. Essa não foi a realidade da Constituição brasileira de 1988, tendo em
vista ter ficado um tanto distante desse caráter revolucionário, outrora explícito na Constituição
portuguesa, limitando-se apenas a marcar a transformação para um Estado Democrático de Direito.
A Constituição brasileira, portanto, não possui uma função normativa-revolucionária, tal qual prevista
inicialmente na Constituição portuguesa. Diante de tais premissas, necessárias para a compreensão
e contextualização da nova tese de Canotilho, podemos responder o questionamento no que toca a
Constituição Dirigente morreu. Ao menos para a realidade brasileira, respondemos que não, a
Constituição Dirigente não morreu! Relevante são as afirmações de Lênio Streck ao afirmar que
parece evidente que quando se fala de Constituição Dirigente não se está a sustentar um
normativismo constitucional revolucionário, capaz de, por si só, operar transformações
emancipatórias. Constituição Dirigente é a vinculação do legislador às imposições da materialidade
da Constituição, pela exata razão de que, nesse contexto, o Direito continua a ser um instrumento de
implementação de políticas públicas negligenciadas. A tese da Constituição Dirigente pode ter
“morrido”, tal qual cunhada originalmente para o constitucionalismo português, hoje inserido em
tratados internacionais envolvendo os países europeus (União Européia). Contudo, não se pode
negar que a realidade brasileira difere em muito daquela vista nos países europeus: lá houve
efetivamente a instituição de um Estado Social; aqui o Estado Social foi um mero simulacro, utilizado
para exacerbar ainda mais as diferenças sociais.
5. Conclusão As teses cunhadas por essa nova fase de Canotilho não representam necessariamente
uma ruptura como muitos afirmar. É verdade que Canotilho expressamente endereça críticas ao
modelo de Estado e Constituição atuais. Tais críticas são feitas com fundamento na teoria de um
Direito reflexivo, no interior do qual não se admite a interferência de um sistema em outro, numa
clara crítica ao que hoje é denominado de politização do jurídico e judicialização da política. O direito,
portanto, não transformaria a sociedade, mas apenas reduziria sua complexidade. Parece evidente,
nesse ponto uma certa aproximação (um tanto paradoxal) às teorias sistêmicas de Nicolas Luhman.
Apesar da Constituição de 1988 estar fazendo seu 20º aniversário, parece que a dogmática
jurídica brasileira ainda não compreendeu (ou não quer compreender) o conceito exato da
expressão Constituição, pelo menos em seu sentido léxico – “constituir”. A crise vivida aqui
no Brasil não é uma crise da Constituição, mas sim da sociedade, do governo e do Estado. É
verdade que o direito, por si só, não conforma a realidade; quem o faz são os homens. Mas,
para tanto, necessitam dos instrumentos. Essa é a importância do Direito e da Constituição. A
Constituição de 1988 foi farta em prever instrumentos de correção/implementação dos direitos
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Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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nela garantidos: mandado de segurança; ação declaratória de inconstitucionalidade por
omissão; mandado de injunção, para se citar apenas alguns. Não faltam, portanto, meios
jurídicos para a concretização da Constituição. O que falta é uma maior consciência do papel
que a Constituição assume no ordenamento jurídico, bem como do papel do Judiciário frente
a não implementação/realização dessa mesma Constituição. Parafraseando Chico Buarque de
Hollanda: “só Carolina não viu”. Confirmando o que todos sabem e vêem, menos grande parte
da dogmática jurídica brasileira, vale repetirmos as constatações de Sergio Buarque de
Holanda: “As constituições feitas para não serem cumpridas, as leis existentes para serem
violadas, tudo em proveito de indivíduos e oligarquias, são fenômenos corrente em toda a
história da América do Sul.” Referências: BERCOVICI, Gilberto. A problemática da constituição
dirigente: algumas considerações sobre o caso brasileiro. Disponível em: . Acesso em: 10.05.08.
BONAVIDES, Paulo. Curso de Direito Constitucional. 6ª ed. São Paulo: Malheiros. CANOTILHO,
José Joaquim Gomes. El Derecho Constitucional como um compromisso permantentemente
renovado (entrevista a Eloy Garcia) in Anuário de Derecho Constitucional y Parlamentario, (1998), p.
33; CANOTILHO, José Joaquim Gomes. Constituição dirigente e vinculação do legislador. 2ª ed.
Coimbra: Coimbra. 2001; COUTINHO, Jacinto Nelson de Miranda. Canotilho e a Constituição
dirigente. 2ª ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2005; HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil, 2ª
ed, Rio de Janeiro: José Olympio, 1948, p. 273; STRECK, Lênio Luiz. Teoria da constituição e estado
democrático de direito: Ainda é possível falar em constituição dirigente?. Doutrina, Rio de Janeiro/RJ,
n. 13, p. 280-310, 2002. STRECK, Lênio Luiz. Constituição ou barbárie? – a lei como possibilidade
emancipatória a partir do Estado Democrático de Direito. Disponível em: < http://www.ihj.org.br/poa/
professores/Professores_02.pdf> Acessado em 10.05.08.
Sobre o autor
Graduado em direito; pós-graduado em direito público e privado; mestrando.
Professor de direito na UNESA, pós-graduado em Direito Público e Privado; mestrando em direito.
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Habeas-Corpus - Mensalão - Ação Penal 470 por Plinio Marcos Moreira da Rocha
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Petição
Anular
Decisão
Extradição
Cesare
Battisti
Apresentamos a íntegra da Petição em que afirmamos
que o Supremo Tribunal Federal prevaricou ao delegar ao
Presidente da República Federativa do Brasil a
responsabilidade de definir questão !"#A$A% uma ve&
que% a 'onstituição da República Federativa do Brasil%
garante a independ(ncia entre os Poderes )nstitucionais%
bem como% garante a *'+)SA !"#A$A,
Este documento foi protocolado na Procuradoria da República no Rio de
Janeiro em 03 de janeiro de 2011, com o Número 130801000016201163
Este documento foi protocolado no Consulado Geral da t!lia em 03 de
Janeiro de 2011"
Petição Sugestão Anular Decisão Extradição Cesare Batisti
Ministério Público Federal
Procuradoria da República no Rio de Janeiro
Av. ilo Pe!an"a n# 31
$entro % Rio de Janeiro % RJ
$&P 20020'100

Ao &(celent)ssi*o Procurador'$"e+e,

Com #ase na $-./0/1023- 4A R&P5670$A F&4&RA/08A 4- 6RA.07
4& 1988, /:/17- 00 ' $os $ireitos e Garantias %undamentais, $AP:/17- 0 ' $&'
$RE(&' E $E)ERE' N$)$*+' E C&,E()&', Art. ;# (odos s-o i.uais
perante a lei, sem distin/-o de 0ual0uer nature1a, .arantindo2se aos brasileiros e
aos estran.eiros residentes no Pa3s a in4iolabilidade do direito 5 4ida, 5 liberdade, 5
i.ualdade, 5 se.uran/a e 5 propriedade, nos termos se.uintes6 <<<000 ' todos t7m
direito a receber dos =r>?os públicos in+or*a!@es de seu interesse particular, ou
de interesse coletivo ou >eral, 0ue ser-o prestadas no pra1o da lei, sob pena de
responsabilidade, ressal4adas a0uelas cujo si.ilo seja imprescind34el 5 se.uran/a
da sociedade e do Estado8 <<<08 ' s-o a todos asse.urados, independentemente
do pa.amento de ta9as6 aA o direito de peti/-o aos Poderes Públicos em de+esa de
direitos ou contra ile>alidade ou abuso de poder,
)en:o, mui respeitosamente, .1B&R0R, 0ue Esta Procuradoria, em
nome do Procurador2Geral da República, en4ida (odos os Esfor/os,
utili1ando2se de (&$&' os ;eios 0ue dispuser, para 0ue, a decisão
efetuada pelo E9celent3ssimo Presidente da República %ederati4a do
#rasil, em seu último dia de mandato, 31 de $e1embro de 2010,
relacionada a extradição do Cidad-o taliano, 'r" Cesare #attisti,
seja A17A4A, de tal forma, 0ue garanta ao Estado Italiano, em
ess7ncia, o cumprimento inte.ral do (ratado de E9tradi/-o e9istente com
o Estado #rasileiro"
(al, parte da Premissa de 0ue Atribuições e Preceitos constantes da
Constitui/-o da República %ederati4a do #rasil, promul.ada em 1<==, NÃO
FOA! ESPEI"ADOS, bem como, 0ue o ite#, e9istente no (ratado
mencionado, utili1ado na $unda#entação da decis-o, re%uer &or &arte do Estado
#rasileiro, u#a a&resentação &laus'(el) irre$ut*(el e in%uestion*(el da
situação extre#a de >perse.ui/-o pol3tica?, caso contr!rio, estaremos incorrendo
no erro, de sem 0ual0uer situa/-o concreta, decidir#os, apenas e t-o somente,
calcados em &oss'(eis es&eculações, ou mesmo no &uro senti#ento"
@uando ent-o, estare#os, de forma truculenta, i#&ingindo a um Estado
'oberano e $emocr!tico o estig#a de (irano e +utorit!rio, bem como, ex&ondo)
de $or#a indese+*(el a Credibilidade, a Respeitabilidade, a 'oberania, a
,e.itimidade, a Coer7ncia, e a CAPACIDADE ,-ISDICIONA. do Estado
#rasileiro"
Como #rasileiro, recon/eço, em nosso contexto :istArico, e &ontual, a
i#&ort0ncia da .ei da Anistia inte.ral e irrestrita, contudo, mesmo n-o
con:ecendo o conte9to taliano, entendo 0ue l!, di$erente#ente da0ui, esta ,ei
pode ser inaceit*(el, uma 4e1 0ue, a Europa, ainda :oje, 4i4e sob a B.ide do medo
pro4ocado por atentados terroristas"
,o.o, 0ual0uer a(aliação da E9tradi/-o, em 0uest-o, de4e ter
$unda#entação +ur'dica, conforme DE"E!INA Nossa Constitui/-o, 0ue
bril:antemente coloca esta decis-o como A"IB-I1ÃO E2C.-SI3A do 'upremo
(ribunal %ederal"
'e meus entendimentos esti4erem corretos, a 0uest-o da e9tradi/-o de
Cesare #attisti de4e ser a4aliada, única e e9clusi4amente, pelo 'upremo (ribunal
%ederal da República %ederati4a do #rasil, apenas e t-o somente, sobre a 4tica
,-5DICA, 0ue DEFEI- &ela Extradição de CBsar #attisti"
Por esta ra1-o, recon/eço a .egiti#idade da Decisão do Plen!rio do
'upremo (ribunal %ederal, referente ao DEFEI!EN"O da E9tradi/-o"
Por esta mesma ra1-o,, não recon/eço a .egiti#idade da Decisão de 0ue
a $ecis-o, em 0uest-o, não (incula o Presidente da República, em fun/-o do
car*ter discricion*rio do ato do Presidente da República de e9ecu/-o da
e9tradi/-o"
(al parte da premissa, de 0ue o Presidente da e&6blica, c:efe do Poder
E9ecuti4o, não &ossui +utoridade para inter$erir nas Decisões do Judici!rio, bem
como, 0ue esta possibilidade FEE de !O"E o Preceito %undamental de >coisa
+ulgada? e o Preceito %undamental de >de(ido &rocesso legal"
+final, não consta em Nossa Constitui/-o %ual%uer &ossibilidade do
Poder E9ecuti4o &artici&ar, ou #es#o re$or#ular decisCes do Judici!rio" +l.o
0ue FEE de !O"E o Preceito %undamental de >Inde&end7ncia dos Poderes?"
&utrossim, esta decis-o, pela sua importDncia, diretamente relacionada ao
Respeito entre Estados 'oberanos, não &ode, ne# de(e, ter car*ter &ol'tico, ou
mesmo de $4ru# 'nti#o, de tal forma 0ue a decis-o DE3E garantir o preceito
fundamental da necess!ria >F-NDA!EN"A1ÃOE, onde >ac/is#o?, ou
>senti#entos?, est-o fora de 0uest-o"
,o.o, a anistia implementada pelo Con.resso #rasileiro, 0ue de forma i.ual
tratou torturadores e terroristas, não &ode, e ne# de(e, ser i#&osta ao Estado
taliano, por ser uma o&ção interna, ra1-o pela 0ual, o &osiciona#ento do
'upremo (ribunal %ederal de(er* ser acatado co#o Decisão do Estado
Brasileiro, onde %ual%uer contestação de(er* seguir os ritos, e protocolos
jur3dicos nacionais, en0uanto discutido no #rasil, e os ritos, e protocolos jur3dicos
nternacionais, en0uanto discuto em foro internacional"
Pre#issa !oti(acional8
+ indese+*(el, e inaceit*(el, ex&osição, acima mencionada, nos remete ao
>Caso 'ean?, onde o Judici!rio #rasileiro, le(ou 9 :cinco; anos, para se declarar
incompetente, face a um (ratado nternacional assinado pela República %ederati4a
do #rasil, uma 4e1 0ue, esta declara/-o de4eria ter sofrido >rito su#*rio?, pois, se
a4alia4a 0uest-o relacionada diretamente a posse e .uarda de uma Crian/a"
+l.o 0ue e9plica o en4ol4imento, /o+e, de familiares brasileiros %ue não
#antin/a# contato &r4xi#o com o mesmo, %uando do se%<estro efetuado pela
;-e"
+liado a esta situa/-o 0ue poderia ter >#arcado? e >abalado?, de forma
si.nificante, e irremedi!4el, a estrutura e#ocional de 'ean, de4emos c:amar a
aten/-o para o fato de 0ue a demora, de#asiada, do Judici!rio #rasileiro, coloca
>sub +6dice internacional) e &o&ular)? o entendimento de 0ue o Estado #rasileiro
não co#&actua com 0ual0uer tipo de crime"
+final, esta contenta te4e ori.em em Cri#e de Se%<estro, a 0ue outras
fam3lias #rasileiras foram, ou est-o, de forma similar, submetidas"
=> Pre#issa8 +to Jur3dico Perfeito
:ttp6FFGGG"planalto".o4"brFcci4ilH03FconstituicaoFconstituiIC3I+Jao":tm
$-./0/1023- 4A R&P5670$A F&4&RA/08A 4- 6RA.07 4& 1988
/:/17- 00
$os $ireitos e Garantias %undamentais
$AP:/17- 0
$&' $RE(&' E $E)ERE' N$)$*+' E C&,E()&'
Art. ;# (odos são iguais &erante a lei, sem distin/-o de 0ual0uer nature1a,
.arantindo2se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no Pa's a
in4iolabilidade do direito 5 4ida, 5 liberdade, 5 i.ualdade, 5 se.uran/a e 5
propriedade, nos termos se.uintes6
<<<80 ' a lei não &re+udicar* o direito ad0uirido, o ato +ur'dico &er$eito e a coisa
jul.ada8
700 ' não ser* concedida extradição de estran.eiro por cri#e &ol'tico ou de
o&inião
708 ' ningu?# ser* &ri(ado da liberdade ou de seus bens se# o de(ido
&rocesso legal8
78 ' aos litigantes, em processo judicial ou administrati4o, e aos acusados em
.eral são assegurados o contradit4rio e a#&la de$esa, com os meios e recursos
a ela inerentes8
Considerações da 1ª Premissa:
Nossa Constituição é RICA, e CLARA, quanto a IMPORTÂNCIA do ATO
JURÍDICO PEREITO, uma vez que, é a base da Segurança Jurídica, capaz de
garantir o equilíbrio e a harmonia de qualquer sistema democrático
!ogo, qualquer ato "urídico que n!o se"a per#eito, deve ser an#$ado
Nossa Constituição é RICA, e CLARA, na NE%ATI&A de $%tração por
Crime Po$'(i)o ou de O*ini!o
!ogo, a caracterização da #undamentação de Crime &olítico ou de 'pinião se
#az necessária
Nossa Constituição é RICA, e CLARA, na CERTE+A do Pro)esso Le,a$ na
privação de !iberdade
!ogo, a privação da !iberdade de Cidadão (rasileiro )Nato ou Não* tem como
premissa ser resultante de &rocesso !egal
Nossa Constituição é RICA, e CLARA, na CERTE+A do Con(radi(-rio e
Am*$a De.esa aos !itigantes
!ogo, a pr+pria sentença/decisão pode ser ob"eto de contestação e
,$-.-!/-01' pela -utoridade ,esponsável
@> Pre#issa8 +tribui/-o E9clusi4a do 'upremo (ribunal %ederal
:ttp6FFGGG"planalto".o4"brFcci4ilH03FconstituicaoFconstituiIC3I+Jao":tm
$-./0/1023- 4A R&P5670$A F&4&RA/08A 4- 6RA.07 4& 1988
/:/17- 08
$a &r.ani1a/-o dos Poderes
$AP:/17- 000
$& P&$ER J*$CKR&
.e!?o 0
$'P&'LME' GER+'
Art. 92" '-o Ar.-os do Poder Judici!rio6
0 ' o 'upremo (ribunal %ederal8
Art. 93" ,ei complementar, de iniciati4a do 'upremo (ribunal %ederal, dispor!
sobre o Estatuto da ;a.istratura, obser4ados os seguintes &rinc'&ios6
0< todos os jul.amentos dos Ar.-os do Poder Judici!rio ser-o públicos, e
$unda#entadas todas as decisões, sob &ena de nulidade) podendo a lei limitar
a presen/a, em determinados atos, 5s prAprias partes e a seus ad4o.ados, ou
somente a estes, em casos nos 0uais a preser4a/-o do direito 5 intimidade do
interessado no si.ilo n-o prejudi0ue o interesse público 5 informa/-o8 NReda/-o
dada pela Emenda Constitucional nO PQ, de 200PR
.e!?o 00
$& '*PRE;& (R#*N+, %E$ER+,
Art. 101" & 'upremo (ribunal %ederal compCe2se de on1e ;inistros, escol:idos
dentre cidad-os com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de
idade, de not*(el saber +ur'dico e reputa/-o ilibada"
ParC>ra+o único" &s ;inistros do 'upremo (ribunal %ederal ser-o nomeados
pelo Presidente da República, depois de apro4ada a escol:a pela maioria absoluta
do 'enado %ederal"
Art. 102" Co#&ete (Atribuição, jurídica ou consuetudinária, de desempenhar
certos encargos ou de apreciar ou julgar determinados assuntos) ao 'upremo
(ribunal %ederal, &reci&ua#ente (principalmente, essencialmente, sobretudo), a
.uarda da Constitui/-o, cabendo2l:e6
0 ' processar e jul.ar, ori.inariamente6
>A a extradição solicitada por Estado estran.eiro8
00 ' jul.ar, em recurso ordin!rio6
bA o cri#e &ol'tico8
000 ' jul.ar, mediante recurso e9traordin!rio, as causas decididas em única ou
última instDncia, 0uando a decis-o recorrida6
aA contrariar dispositi4o desta Constitui/-o8
cA +ulgar 4!lida lei ou ato de go(erno local contestado em face desta
Constitui/-o"
Considerações da /ª Premissa:
Nossa Constituição é RICA, e CLARA, quanto a )om*e(0n)ia de possíveis
$%tradiç2es solicitadas por $stado $strangeiro, logo, o n!o e1er)')io 3esta
-tribuição, pela -utoridade /nstitucional competente, no caso, o Supremo
4ribunal 5ederal, &ICIA o processo, pelo Crime de Pre2ari)aç!o, pelo agente
institucional )om*e(en(e, bem como, pelo Crime de A3#so de Poder pelo agente
institucional in)om*e(en(e, que e#etivamente decidiu
Nossa Constituição é RICA, e CLARA, quanto a CERTE+A do Pro)esso
Le,a$ COM o Con(radi(-rio e a Am*$a De.esa, RE4PALDADO4 pelo A(o
J#r'di)o Per.ei(o, de tal #orma, que A(ri3#i#, de #orma e%clusiva, ao Supremo
4ribunal 5ederal a Res*onsa3i$idade de DECIDIR quest2es de E1(radiç!o
solicitada por $stado $strangeiro, uma vez que, é Nossa Corte Suprema relativo a
3ireitos Constitucionais, /n#raconstitucionais ou 3eles decorrentes
-#inal, qualquer $%tradição, de #orma intrínseca, implica no
,econhecimento, ou Não, da !egitimidade, da !egalidade, da /mparcialidade, que
o Judiciário tratou a questão cerne da $%tradição, que no caso em questão, pode
ser traduzida nas 6 )quatro* condenaç2es, 7 pena má%ima, por Crime Comum
A> Pre#issa8 )oto do 'upremo (ribunal %ederal 2 &(t 108; ' &</RA4023-
"ttpDEEFFF.st+.Gus.brEportalEprocessoEverProcessoAnda*ento.aspH
incidenteI2;1J;26
em 1=F11F200< o (ribunal Pleno determinou +ndamento PR&CE$EN(E
Decisão8 Prosse.uindo no jul.amento, reajustou o 4oto proferido
anteriormente o 'en:or ;inistro ;arco +urBlio, sobre a prescri/-o
e9ecutAria da pena, para acompan:ar o Relator" Em se.uida, o (ribunal,
por maioria, de$eriu o &edido de extradição, 4encidos a 'en:ora
;inistra C!rmen ,úcia e os 'en:ores ;inistros Eros Grau, Joa0uim
#arbosa e ;arco +urBlio" Por maioria, o (ribunal assentou o car*ter
discricion*rio do ato do Presidente da e&6blica de execução da
extradição, 4encidos os 'en:ores ;inistros Relator, Ricardo
,eGandoGsSi, Ellen Gracie e o Presidente, ;inistro Gilmar ;endes"
+usentes, por :a4erem declarado suspei/-o na E9tradi/-o nO 1"0=Q, os
'en:ores ;inistros Celso de ;ello e $ias (offoli" Plen!rio, 1="11"200<"
B> Pre#issa 8 (eoria da Relati4idade
A teoria da relati(idade nos apresenta a importDncia do re$erencial
utiliCado, uma 4e1 0ue, #udando o re$erencial, al.o 0ue era 3EDADEIO
possa passar a ser FA.SO, ou 4ice24ersa" @uando ent-o, ressalto 0ue s-o os
re$erenciais %ue dão cor&o D $unda#entação, lo.o, estando os mesmos
e%ui(ocados, a prApria fundamenta/-o B um CO!P.E"O EE-53OCO"
9> Pre#issa 8 Entendimento do 'upremo (ribunal %ederal
Pelo e9posto acima, .ostaria de ressaltar o entendimento do 'upremo
(ribunal %ederal sobre este tema, e9tra3do do documento A $onstitui!?o e o
.upre*o, :ttp6FFGGG"stf"jus"brFportalFconstituicaoFsumariobd"asp6
TNin.uBm B obri.ado a cumprir orde* ile>al, ou a ela se sub*eter, ainda 0ue
e*anada de autoridade Gudicial" ;ais6 B dever de cidadania opor'se 5 ordem
ile.al8 caso contr!rio, ne.a2se o Estado de $ireito"T NK$ L3.J;J, Rel" ;in" ;aur3cio
Corr7a, jul.amento em 222P2<U, 2V (urma, D, de J2U2<UR
>M nula a decis-o 0ue recebe denúncia se* +unda*enta!?o su+iciente sobre a
admissibilidade da a/-o penal"? NR& J;6.6L3, Rel" ;in" Ce1ar Peluso, jul.amento
em 312320<, 2V (urma, D,E de 222Q20<R
>'epara/-o dos poderes" Possibilidade de an!lise de ato do Poder E9ecuti4o pelo
Poder Judici!rio" N"""R Cabe ao Poder ,udici*rio a an*lise da legalidade e
constitucionalidade dos atos dos tr7s Poderes constitucionais, e, e#
(islu#brando #*cula no ato i#&ugnado) a$astar a sua a&licação.N OA0
6J0.2L2'A>R, Rel. Min. Ricardo 7eFandoFsPi, Gul>a*ento e* 2'10'09, 1Q
/ur*a, D, de 31'10'0LA. o *es*o sentidoD A0 LJ6.260'A>R, Rel. Min. $Cr*en
7úcia, Gul>a*ento e* 9'6'09, 1Q /ur*a, D,E de L'8'09.
+tenciosamente,
Plinio ;arcos ;oreira da Roc:a
Rua Gusta4o 'ampaio nO112 apto"U03
,E;E W Rio de Janeiro W RJ W #rasil
CEP 220102010
(el" N21R 2QP22JJ10
P&.-, 3- .R &<0./-, M& FA2- PR&.&/&
&bs"6 Plinio ;arcos ;oreira da Roc:a, presumi4elmente o 6nico Brasileiro
CO!-!, 0ue mesmo n-o sendo +d4o.ado, nem #ac:arel, nem Estudante de
$ireito, te4e suas pr!ticas inscritas na UV edi/-o do Pr7mio NN&)+RE,
calcadas no CAOS ,-5DICO %ue te# co#o &re#issa base o P-O
FAFE DE CON"AS, recon:ecidas, e $E%ER$+' pelo seu Consel:o
Jul.ador, conforme documento INNO3AE G -# Brasileiro CO!-! no #eio
,ur'dico"
"ttpDEEFFF.scribd.co*EdocE2J2;2669E0-8AR&'1*'6rasileiro'$-M1M'no'*eio'
Juridico
CFC Consulado Heral da It*lia no io de ,aneiro
+4" Presidente +ntonio Carlos, P0
Castelo 2 CEP 200202010
Rio de Janeiro NRJR 2 #rasil
-ne%o 8 C+pia da Carteira de 4rabalho 8 #rente e verso

O
cúmulo
da
Arrogância,
Prepotência,
Ignorância
de
quem
ESTA
e
pensa
SER
Autoridade
Institucional
Apresentamos nossas considerações sobre a postura
de muitas “Autoridades Institucionais” brasileiras, que se
achando mais do que são, por pura vaidade, e ignorância,
desmerecem, desrespeitam a própria Autoridade da qual
estão investidos.
23/09/13 Gmail - Fwd: MEC reitera Projetos Mais Médicos é ILEGAL sem CFM e CRMs
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&q=fabio.araujo%40agricultura.gov.br&qs=true&search=query&msg=1414da8eb9cbdee9&… 1/6
Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>
Fwd: MEC reitera Projetos Mais Médicos é ILEGAL sem CFM e CRMs
Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com> 23 de setembro de 2013 22:50
Para: fabio.araujo@agricultura.gov.br
Sr. Fábio,
Também não lhe conheço, e nem faço questão de lhe conhecer.
Contudo, tenhas o mínimo de consideração, e Respeito, por um Cidadão Brasileiro, que luta de forma
civilizada pela, efetiva, Construção de uma Sociedade Livre, Justa e Solidária.
Afinal, qualquer Autoridade Institucional tem o DEVER, se não o de Considerar, pelo menos o de Respeitar
e, se possível, e conveniente, APLAUDIR os esforços de um Cidadão Brasileiro COMUM, inconformado com
o que aí esta.
Pelo visto, sua arrogância, sua prepotência, sua ignorância, demonstradas na pura solicitação de exclusão
de um email OFICIAL DO GOVERNO BRASILEIRO, me permite presumivelmente reconhecer que em seu
entendimento É AUTORIDADE INSTITUCIONAL, quando no Meu Entendimento ESTA AUTORIDADE
INSTITUCIONAL, algo que me permite vislumbrar, que seu substituto poderá no mínimo SER um Homem de
sensibilidade para se PERCEBER NO Mundo e PERCEBER O Mundo.
Reafirmo minha intenção de não conhecê-lo, mas devo manifestar, meu pesar por ter tido contato com tão
ínfimo, e pequeno, INDIVÍDUO, sem no entanto, torcer, e muito, para que um dia ser torne um PESSOA.
Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha
Colando (copiando) grau de Doutor, em Doutorado em “Merda” (inexistente), num Curso de
“Merda” (inexistente), em Estabelecimento de Ensino Superior de “Merda” (inexistente),
reconhecido pelo Ministério de Estado da Educação de “Merda” (que TUDO assiste, duplo sentido),
do Estado Democrático de Direito de “Merda” (que TUDO permite).
http://pt.scribd.com/doc/142004947/A-Luz-do-que-ai-esta-sou-Doutor-Publicada
Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente
A Despreocupação Responsável em mudar Conceitos e Valores
De regerende Verantwoordelijk in snel evoluerende concepten en Waarden
The lack Responsible Change in Values and Concepts
Le responsable régnant en changeant Concepts et valeurs
Il regnante responsabile nel cambiare Concetti e Valori
Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível
superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977),
portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas
na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como
premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho
Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,
http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-
No-Meio-Juridico-II
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https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&q=fabio.araujo%40agricultura.gov.br&qs=true&search=query&msg=1414da8eb9cbdee9&… 2/6
2013/9/23 Fábio Coelho Correa de Araújo <fabio.araujo@agricultura.gov.br>
Sr. Plinio,

Não lhe conheço e não tenho interesse em seus spans.

Favor retirar-me este email oficial do Governo do Brasil de sua mala direta.






De: Plinio Marcos Moreira da Rocha [mailto:pliniomarcosmr@gmail.com]
Enviada em: domingo, 22 de setembro de 2013 03:45
Para: aayala@mre.gov.py; abass@minprod.gov.ar; aborgh@minprod.gov.ar;
acir.madeira@turismo.gov.br; adeco@defcon.gub.uy; aedwi@indec.mecon.gov.ar;
afonso.prado@dpu.gov.br; afuent@minprod.gov.ar; agandolfo@cnd.org.uy; agonzalez@mecon.gov.ar;
ajuridica@seam.gov.py; alberto.kleiman@saude.gov.br; albertoozorio@hotmail.com;
alvaro.prata@mct.gov.br; amarchisio@mpf.gov.ar; amartinez@mercosur.org.uy;
amenviel@correo.secyt.gov.ar; andrea.guimaraes@turismo.gov.br; andrea.macera@fazenda.gov.br;
antonio.cachapuz@itamaraty.gov.br; antonio.costa@camara.gov.br; antorgua@telesurf.com.py;
apc@mef.gub.uy; aperdomo@mic.gov.py; aps@mrecic.gov.ar; apuglia@mercosur.org.uy;
aquintas@mercosur.org.uy; areatecnicadgn@mpd.gov.ar; areppeto@trabajo.gov.ar;
argentina@mercosur.gov.ar; argentina@mrecic.gov.ar; armando.meziat@desenvolvimento.gov.br;
asanchez@defco.gub.uy; asin@mct.gov.br; asin@mma.gob.br; assin@mct.gov.br; bbarrioss@hotmail.com;
bbelmont@mic.gov.py; bolano@mercosur.org.uy; bramiez@mides.gub.uy; brasaladi@brasaladi.org.uy;
caint@inmetro.gov.br; capacitacionmps@adinet.com.uy; carlos.cozendey@fazenda.gob.br;
carlos.junior@mme.gov.br; Carlos.silva@mc.gov.br; carloscosta@receita.fazenda.gov.br;
carmen.estrades@mef.gub.uy; caveiro@mic.gov.py; cbuttnner@mopc.gov.py; ccarvallo@mercosur.org.uy;
ccenturion@mre.gov.py; ccm.venezuela@mppre.gob.ve; ccooperacionbol@gmail.com;
cdelu@minprod.gov.ar; cduran@mef.gub.uy; celio.porto@agricultura.gov.br; cflores1533@hotmail.com;
cgimenez@mic.gov.py; cgm@cultura.gov.br; christian.vargas@itamaraty.gov.br;
claudia.maciel@mds.gov.br; cm@mma.gov.br; cnamuncura@cnc.gov.ar; cnd@cnd.org.uy;
cndc@mecon.gov.ar; comca@mrecic.gov.ar; Congreso.secretaria@ci.gub.uy; coopin@mrecic.gov.ar;
cparis@mic.gov.py; cpires@mecosur.org.uy; cporto@agricultura.gov.br; crisanta@telesurf.com.py;
cservin@mic.gov.py; cservini@bcp.gov.py; cvanel@mecon.gov.ar; daniel.amin@agricultura.gov.br;
daniel.godinho@mdic.gov.br; danielraimondi@yahoo.com; dborda@hacienda.gov.py; dcarletti@cnc.gov.ar;
deborah.pereira@pgr.mpf.gov.br; decom@mdic.gov.br; delnt@mdic.gov.br; destout@mec.gub.uy;
dfraga@mercosur.org.uy; dga_privada@afip.gov.ar; dgap3@mrree.gub.uy; dgim5@mrree.gub.uy;
dgp@mag.gov.py; dgt@mjt.gov.py; dguich@mecon.gov.ar; diaj11@mrree.gub.uy; digesa@msp.gub.uy;
dighu@mrecic.gov.ar; dijer@mrecic.gov.ar; dimpo@mrecic.gov.ar; dinadef@poderjudicial.gub.uy;
dir@itamaraty.gov.br; direccion@ain.gub.uy; direccion@intn.gov.py; direitoshumanos@sdh.gov.br;
direm@mrecic.gov.ar; dluz@mre.gov.br; dmc@itamaraty.gov.br; dni@itamaraty.gov.br;
drel@turismo.gov.br; dri@cultura.gov.br; dscarone@mef.gub.uy; dtraverso@mintur.gub.uy;
dyinde@dinatran.gov.py; ebalserini@mgaop.gub.uy; ebustosvillar@msal.gov.ar; edeibe@trabajo.gov.ar;
eduardo.nunes@ibge.gov.br; efrenkel@mercosur.org.uy; elagomarsino@presidencia.gub.uy;
Eliana.embid@dnt.gub.uy; eliane.fontes@desenvolvimento.gov.br; emerson.kloss@itamaraty.gov.br;
emsur@mrecic.gov.ar; energia@minplan.gov.ar; epolca@minagri.gob.ar; erivaldo.gomes@fazenda.gov.br;
erogel@mercosur.org.uy; ester.banales@dne.miem.gub.uy; estrela@bcb.gov.br; evera23@hotmail.com;
evers@conatel.gov.py; fabio.araujo@agricultura.gov.br; favellaneda@msal.gov.ar; fbarreiro@mre.gov.py;
fberasain@mtss.gub.uy; fcosti@mre.gov.br; felipe.hees@mdic.gov.br; fernando.alcaraz@fazenda.gov.br;
fernando.assoni@saude.gov.br; fernandog@aebu.org.uy; fiscorte@adinet.com.uy; Flavio.pimentel@
desenvolvimento.gov.br; florenzo@presidencia.gub.uy; francesco.pierri@mda.gov.br;
francisco_ruizdiaz@hacienda.gov.py; franciso.costa@transportes.gov.br; fsdamico@mre.gov.br;
fsilvamong@cu.com.py; furest@bcu.gub.uy; gabimag@telesurf.com.py; gabin.derin@bcb.gov.br; gabinete-
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mi@uninet.com.py; gabinete.df.gmg@fazenda.gov.br; gabinete.intur@turismo.gov.br;
gabinete@esporte.gov.br; gabinete@mme.gov.br; gabinete@seam.gov.py;
gabinetedoministro@mec.gov.br; gabinetemag@gmail.com; gabrielisola@gmail.com;
gagresta@dicyt.gub.uy; gaintablian@mec.gub.uy; galcaraz@mic.gov.py; galeanojc@hotmail.com;
galeanojc@ssme.gov.py; galtruda@mef.gub.uy; gcasal@sgp.gov.ar; gcolman@bcp.gov.py;
gcorres@trabajo.gov.ar; gfu@mrecic.gov.ar; gibarra@sas.gov.py; gii@conatel.gov.py;
gm@agricultura.gov.br; gmterra@yahoo.com.ar; gm@mte.gov.br; gonzalez@minplan.gov.ar;
gracielabarreto@yahoo.com; gsoverina@mic.gov.py; gudama@minagri.gob.ar; gusad_cazal@yahoo.com;
gvillalba@mic.gov.py; haman.cordova@dpu.gov.br; hdolsa@bcp.gov.py; heloisa.menezes@mdic.gov.br;
herlon.brandao@mdic.gov.br; hvv@mrecic.gov.ar; iberetta@mercosur.org.uy; icau@mec.gub.uy;
igarelli@gub.uy; ikutscher@mercosur.org.uy; ildo.grudtner@mme.gov.br; inalbarte@ine.gub.uy;
info@hardysaeca.com; info@mininterior.gov.ar; infosenatur@senatur.gov.py; inmujeres@mides.gub.uy;
Inteligencia.comercial@mrree.gub.uy; intendente@imcanelones.gub.uy; internacional@mj.gov.br;
internacional@sdh.gov.br; internacional@spmulheres.gov.br; j.rucks@dinama.gub.uy;
jacruz@inmetro.gov.br; jagnolo@mercosur.int; jcajaraville@mecon.gob.ar; jcorvalan@bcp.gov.py;
jfelez@mercosur.org.uy; jgiles@sgp.gov.ar; jigorra@ursec.gub.uy; jlivieres@mre.gov.py;
jmanzur@msal.gov.ar; jmcalvo@ine.gub.uy; jmendi@mecon.gov.ar; jmiola@mercosur.org.uy;
jmiranda@mec.gub.uy; jnacif@anatel.gov.br; jolascoaga@mgp.gub.uy; jorge.duarte@planalto.gov.br;
jose_cuevas@hacienda.gov.py; jose.akcell@itamaraty.gov.br; jose.heijo@dni.miem.gub.uy;
jpereira@mre.gov.py; jrobaina@mef.gub.uy; jrosales@trabajo.gov.ar; jsampaio@mre.gov.br;
juliana.pereira@mj.gov.br; julio.baena@mma.gov.br; juventudenacional@itamaraty.gov.br;
jvoss@mercosur.ogg.uy; karinarodrig@gmail.com; karineh@bcu.gub.uy; khashimoto@mre.gov.py;
lafayette.neto@ibge.gov.br; laura.dacosta@mef.gub.uy; laura.mendes@mj.gov.br;
ldighiero@aduanas.gub.uy; leandro.teixeira@itamaraty.gov.br; leopoldo.nunes@cultura.gov.br;
lkechichian@mintur.gub.uy; Lmacedo.competencia@mef.gub.uy; lriart@rieder.net.py; ltibiletti@ssi.gov.ar;
luciana.mancini@mec.gov.br; luisbeuret@cammesa.com.ar; maddario@mre.gov.py;
maguerre@medioambiente.gov.ar; mamarilla@mre.gov.py; manoel.rangel@ancine.gov.br;
maravictoria@hotmail.com; marcio.loureiro@itamaraty.gov.br; marcoalmeida@mme.gov.br;
marconi.albuquerque@agricultura.gov.br; margim@minagri.gob.ar; maria.brun@mdic.gov.br;
maria.castro@receita.fazenda.gov.br; mariaboldorini@hotmail.com; mario.barbosa@mte.gov.br;
maruiz@aduana.gov.py; maruskaa@mdic.gov.br; mbaratta@afip.gov.ar; mcanel@minprod.gov.ar;
mdemestri@mercosur.org.uy; menric@mecon.gov.ar; mercoaladi@dedicado.net.uy;
mercosul@inmetro.gov.br; mercosul@itamaraty.gov.br; mercosur@mppre.gob.ve;
mercosur@mrree.gub.uy; mercosur@mspbs.gov.py; mercosur@mtss.gub.uy; mferretti@mercosur.org.uy;
mfj@mrecic.gov.ar; mfogie@minprod.gov.ar; mganza@mecon.gov.ar; mghiglia@mercosur.org.uy;
mgomez@mercosur.org.uy; mguidi@trabajo.gov.ar; mhottum@mercosur.org.uy; michel@mre.gov.br;
mineracao@mme.gov.br; ministra.mds@mds.gov.br; ministra@mides.gub.uy; ministra@mujer.gov.py;
ministra@mvotma.gub.uy; ministro.estado@itamaraty.gov.br; ministro@mct.gov.br; ministro@mdic.gov.br;
ministro@mgap.gub.uy; ministro@mj.gov.br; ministro@mopc.gov.py; ministro@msp.gub.uy;
ministro@mspbs.gov.py; ministro@saude.gov.br; ministromtss@mtss.gub.uy; mjt@conexion.com.py;
mlaciar@medioambiente.gov.ar; mlaval@minprod.gov.ar; mlcarbonell@afip.gov.ar; mllano@mre.gov.py;
mlopez@mercosur.org.uy; mmachine@sigen.gov.ar; mmcaceres@mre.gov.py;
mmelgarejo@mercosur.org.uy; mmoccero@mercosur.org.uy; monica@seciu.edu.uy; mpasin@bcra.gov.ar;
mpena@mic.gov.py; mpiacenza@mgap.gub.uy; mraite@minprod.gov.ar; mtrolon@mic.gov.py;
mzarategui@mercosur.org.uy; nciaravino@trabajo.gov.ar; ndasilva@mre.gov.py;
negociaciones.organismos@mrree.gub.uy; nferreira@mef.gub.uy; nimia.torres@gmail.com;
nitzc@indec.mecon.gov.ar; noboru.ofugi@antt.gov.br; noleto@planalgo.gov.br; noymeyore@yahoo.com;
nto@dgeec.gov.py; olga.otegui@dne.miem.gub.uy; osgci@minamb.gob.ve; osrodriguez@mre.gov.py;
osv@mrecic.gov.ar; osvaldoayala@conatel.gov.py; pablo.villar@dinapyme.miem.gub.uy;
palvarez@mec.gub.uy; paula.losada@presidencia.gov.br; paulo.alvarenga@mme.gov.br;
paulo.berdan@desenvolvimento.gov.br; paulo.estivallet@itamaraty.gov.br; paulo.peixoto@itamaraty.gov.br;
pbaez@mercosur.org.uy; pcaceres@sas.gov.py; pcl@mrecic.gov.ar; pdlope@minagri.gob.ar;
pgr@mrecic.gov.ar; pier.rossi@dinamige.miem.gub.uy; pilar.silveira@mef.gub.uy; politica@mrree.gub.uy;
prensa@mre.gov.py; presidencia@bcra.gov.ar; presidencia@conacyt.gov.py; presidencia@enap.gov.br;
presidencia@fecomerciopr.com.br; presidencia@inaes.gov.ar; presidencia@incaa.gov.ar;
presidencia@incoop.gov.py; presidencia@ursec.gub.uy; privada@mincyt.gov.ar; privada1@cultura.gov.ar;
privadadh@derhuman.jus.gov.ar; privadaministro@desarrollosocial.gov.ar; privadasicyp@minprod.gov.ar;
rafael.moreira@mct.gov.br; ramon.mendez@dne.miem.gub.uy; rblase@minagri.gob.ar;
rbo@mrecic.gov.ar; rcantero@mre.gov.py; rcuence@mecon.gov.ar; rdgodinho@mre.gov.br;
relacionesexternas@aduanas.gub.uy; relacionesinstitucionales@sigen.gov.ar; remui@mrecic.gov.ar;
rguimaraes@mercosur.org.uy; rmencia@mercosur.org.uy; robertosantos@pgr.gov.br;
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rodrigo.morais@itamaraty.gov.br; rosaria.baptista@desenvolvimento.gov.br;
Roxanasanchez2003@yahoo.com.ar; rramilo@msp.gub.uy; rricchini@minprod.gov.ar;
rsalgado@mre.gov.br; rsurraco@mercosur.org.uy; rubens.gama@itamaraty.gov.br; sbenavides@vue.org;
sdinama@adinet.com.uy; sduarte@conacyt.gov.py; sebastian.torres@dni.miem.gub.uy;
secagri@minagri.gov.ar; secagri@minprod.gov.ar; secapc@mef.gub.uy; secddhh@mec.gub.uy;
secdir@onsc.gub.uy; secfiscorte@adinet.com.uy; secmin@minterior.gub.uy; secministro@mec.gub.uy;
secmujer-sec@sce.cnc.una.py; secpriv@mecon.gov.ar; secpriv@medioambiente.gov.ar;
secpriv@turismo.gov.ar; secretaria@dinapyme.miem.gub.uy; secretaria@dne.miem.gub.uy;
secretaria@dni.miem.gub.uy; secretaria@mercosur.int; secretaria@mercosur.org.uy;
secretaria@ugt.org.br; secretariainju@mides.gub.uy; secretariapriv@mininterior.gov.ar;
secretariaprivada@jus.gov.ar; see@mme.gov.br; senad@telesurf.com.py; seprimef@mef.gub.uy;
sigsgab@egu.gov.br; silvana.montesdeoca@mrree.gub.uy; sli@mrecic.gov.ar; sloto@mercosur.org.uy;
sm@mrree.gub.uy; snufces@mercosur.org.uy; spmulheres@spmulheres.gov.br; sprivada@mic.gov.py;
sprivada@minprod.gov.ar; sramirez@seciu.edu.uy; sri@agricultura.gov.br; ssilvia@uocra.org;
strinter@mspbs.gov.py; suala@mrecic.gov.ar; subgab.rsd@receita.fazenda.gov.br; subie@mrecic.gov.ar;
subsec@mef.gub.uy; subsecretaria@mec.gub.uy; subsecretario@mides.gub.uy;
subsecretario@miem.gub.uy; subsecretario@msp.gub.uy; subseindu@mecon.gov.ar;
sunia1800@gmail.com; surintegrado@mppre.gob.ve; sweissel@mtss.gub.uy; tatiana.michel@mte.gov.br;
tellechea@mec.gub.uy; tmatsuo@mre.gov.py; uai@mgap.gub.uy; ubiriafiscorte@adinet.com.uy;
umin@me.gov.ar; unalisis@mef.gub.uy; unidadsecretario@sedronar.gov.ar; urualadi@adinet.com.uy;
utpc@hacienda.gov.py; vayala@mercosur.org.uy; vfigueredo@cultura.gov.py; viceministra@mec.gub.uy;
victorfranco8@gmail.com; vidal.pereira@hotmail.com; vmreipy@gmail.com; vpereyra@mercosur.org.uy;
vportnoy@minprod.gov.ar; waguero@mic.gov.py; wasmalia.bivar@ibge.gov.br; wbogarin@mic.gov.py;
yanina.corsini@dni.miem.gub.uy; zaratefb@gmail.com; zaratefb@yahoo.com; zherebia@hotmail.com;
Santiago Bertoni; zso@dgeec.gov.py; zulmasosaportillo@gmail.com
Assunto: Fwd: MEC reitera Projetos Mais Médicos é ILEGAL sem CFM e CRMs


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>
Data: 22 de setembro de 2013 03:37
Assunto: Fwd: MEC reitera Projetos Mais Médicos é ILEGAL sem CFM e CRMs
Para: scool@mail.ru, obr@mail.ru, keram@moe.gov.ki, natcomunesco@totel.kg,
laonesco@yahoo.com, unesco@yahoo.com.my, secmoe@ntamar.net, fsmunesco@mail.fm,
dorj@doctor.com, lteleni@yahoo.com, education@naurugov.nr, connell@hotmail.co.nz,
Sioneholo@mail.gov.nu, Tasmania@mail.gov.nu, ssoalablai@palaumoe.net,
unesco_yei@datec.net.pg, unescophilippines@yahoo.com.ph, mabunga@nova.edu,
mabunga@gmail.com, aiafi@mesc.gov.ws, yalangono@hotmail.com, slncu@slt.lk, unesco@mfa.tj,
unescotj@mail.ru, 53@mail.ru, in@yahoo.com, thainatcom@yahoo.co.th, lucymafi@hotmail.com,
poladov@mail.ru, unesco@natcom.albatros.uz, nako@vanuatu.com.vu, unescovn@mofa.gov.vn,
caophong@mofa.gov.vn, thangthao@hotmail.com, epetoshati@mfa.gov.al,
interescolars.gov@andorra.ad, melkonian@mfa.am, koppensteiner@unesco.at, hamidov@mail.az,
kazutchits@minedu.unibel.by, info@unesco-vlaanderen.be, faure@wbi.be, dukic@gmail.com,
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papadopoulou@gmail.com, unesco@mzv.cz, asp@seznam.cz, skjoldborg@skolekom.dk,
cs@ungdomsbyen.dk, jonnahelin@gmail.com, pekka.elo@oph.fi, dupoux@diplomatie.gouv.fr,
unesco@mfa.gov.ge, wilhelm@asp.unesco.de, c3@minedu.gov.gr, katalin@unesco.hu,
balint.hudecz@unesco.hu, gyarmati@unesco.hu, info@unesco.hu, hreinsson@mrn.stjr.is,
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helgadottir@mrn.stjr.is, cawley@education.gov.ie, kelly@education.gov.ie, learningtolivetogether@
hotmail.com, unesco@esteri.it, dalbina@unesco.lv, arunas@unesco.lt, arlette.lommel@education.lu,
battistino@gov.mt, info.unesco.mede@gov.mt, milena.roganovic@gov.me, mbrugman@unesco.nl,
merete.baekkevold@utdanningsdirektoratet.no, brzozowska@unesco.pl, komitet@unesco.pl,
cnu@mne.pt, brasilbrito@mne.pt, virtosu@unesco.md, lucretia@cnr-unesco.ro, tisbi@tisbi.ru,
zrnovic@mfa.rs, nada.dragic@mfa.rs, unesco@ulib.sk, pikon@guest.arnes.si,
rufinamster@gmail.com, hispaunesco@aeci.es, liramallo@telefonica.net,
landfeldt@programkontoret.se, parc@unesco.ch, topuzovska@kultura.gov.mk,
tarimci@eng.ankara.edu.tr, ukgs@mfa.gov.ua, unesco@mfa.gov.ua, parrington@kingston.ac.uk,
dcunesco@state.gov
Cc: CIDH Denuncias <cidhoea@oas.org>, cidhdenuncias@oas.org

------- Mensagem encaminhada -------
De: "Plinio Marcos Moreira da Rocha"
Para: gabinetedoministro@mec.gov.br
CC:
Assunto: MEC reitera Projetos Mais Médicos é ILEGAL sem CFM e CRMs
Data: 22/09/2013 06h16min24s UTC
Prezados,
Apresento o documento “MEC reitera Projetos Mais Médicos é ILEGAL sem CFM e CRMs”,
http://pt.scribd.com/doc/169964962/MEC-reitera-Projetos-Mais-Medicos-e-ILEGAL-sem-CFM-e-CRMs ,
onde estamos reavaliando a resposta ao Protocolo “Fale Conosco 13654686 – 7LSV065YI33”,
http://pt.scribd.com/doc/169044465/Fale-Conosco-13654686-7LSV065YI33 , onde estamos divulgando o
protocolo nº 13654686 com a senha 7LSV065YI33, do Ministério de Estado de Educação relacionado ao
documento “MEC reconhece Projeto Mais Médicos é ILEGALsem CFM-CRMs”,
http://pt.scribd.com/doc/167246395/MEC-reconhece-Projeto-Mais-Medicos-e-ILEGAL-sem-CFM-CRMs ,
onde estamos divulgando a resposta do Excelentíssimo Ministro de Estado de Educação, efetuada em seu
Nome, pela Sra. Tatiana de Campos Aranovich, Coordenadora-Geral de Legislação e Normas de
Regulação e Supervisão da Educação Superior, a protocolar, e acintosa, provocação feita.
Tal, parte da premissa, de que na mesma o Ministério de Estado da Educação
reconhece que não esta qualificado, através do Sistema de Ensino Superior, sob sua
Responsabilidade de Legislar e Fiscalizar, para formar DIPLOMADOS APTOS a
exercerem a Profissão, e que por isso, entende que os Conselhos profissionais devem,
em última instância, REAVALIAR e RECONHECER os APTOS a iniciarem o exercício
da sua Atividade Profissional.

Abraços,
Plinio Marcos


-------------------------------
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débitos, processos, propagandas, recadastramentos e etc. Em caso de dúvida, contate a CGTI no
ramal 2770
---------------------------
Não
um
Rei,
mas
TODA
a
Côrte
na
Barriga...
Apresentamos nossas outras considerações sobre a
postura de muitas “Autoridades Institucionais” brasileiras,
que se achando mais do que são, por pura vaidade, e
ignorância, desmerecem, desrespeitam a própria
Autoridade da qual estão investidos.
Ministério Público do Estado de Goiás
Corregedor-Geral do MPFEGO
Edifício Sede do Ministério Público do Estado de Goiás
Gabinete 222
Rua 2! es"uina co# $%& Fued 'osé Sebba
Setor 'ardi# Goiás ( Goi)nia ( GO
CEP ( *+&,-.-/--
0el& 12/3 2+-,-
corregedoria4#5&go&go%&br
E6celentíssi#o Corregedor-Geral do MPEGO
Sua E6cel7ncia Sr& $8lton Flá%io 9ec:i
Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE
1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fn!amentais, CAPÍTULO I " DOS
DIREITOS E DEVERES I#DIVID$AIS E COLETIVOS, Art. 5º " To!os s%o i&ais 'erante
a (ei, sem !istin)%o !e *a(*er natre+a, &arantin!o-se aos ,rasi(eiros e aos
estran&eiros resi!entes no Pa-s a in.io(a,i(i!a!e !o !ireito / .i!a, / (i,er!a!e, /
i&a(!a!e, / se&ran)a e / 'ro'rie!a!e, nos termos se&intes0 XXXIII - to!os t1m !ireito
a re2e,er !os 3r&%os '4,(i2os in5orma)6es !e se interesse 'arti2(ar, o !e interesse
2o(eti.o o &era(, *e ser%o 'resta!as no 'ra+o !a (ei, so, 'ena !e res'onsa,i(i!a!e,
ressa(.a!as a*e(as 27o si&i(o se7a im'res2in!-.e( / se&ran)a !a so2ie!a!e e !o
Esta!o8 XXXIV - s%o a to!os asse&ra!os, in!e'en!entemente !o 'a&amento !e ta9as0
a) o !ireito !e 'eti)%o aos Po!eres P4,(i2os em !e5esa !e !ireitos o 2ontra i(e&a(i!a!e
o a,so !e 'o!er:
Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, reiterar SOLICITAÇÂO, de que o Plenário do
Conel!o Na"ional do #init$rio P%&li"o do 'tado de (oiá, avalie a documentação
receida e encaminhada a V!Sa! Pelo "orre#edor$%eral do Mini&t'rio P(lico )ederal,
Su*rocurador$%eral da Re*(lica, Sr! Eu#+nio ,o&' %uilherme de Ara#ão, que calcado
no &eu de&*acho -Os *estionamentos re5eri!os nos !o2mentos ane9os retratam
sita)%o *e est; so, an;(ise !is2i'(inar e 5n2iona( !o e&r<&io Conse(=o #a2iona( !o
>inist<rio P4,(i2o: Assim, se7a o 'resente e9'e!iente en2amin=a!o ao 3r&%o !e 2ontro(e
e9terno !o >inist<rio P4,(i2o, 2om 2i1n2ia ao interessa!o., o Secret/rio$%eral da
"orre#edoria, Promotor$"orre#edor, Sr! ,o&' 0umerto Nune& No#ueira, emitiu o O12cio
n3 4567589:$S"%, em 84 de ;unho de 589:, con1orme o documento -)e*o"ra"ia
+er*ite #P, *ediar #ANI,'STAÇÃO +elo #P'(O.,
http://pt.scribd.com/doc/148051147/Democracia-permite-MPF-mediar-MANIFE!A"A#-pe$o-
MPE%# , cu;a re*rodução &e#ue em ane<o!
Tal, *arte da *remi&&a, de que a -e&&e=ent2&&ima. "on&elheira Relatora do
Proce&&o Admini&trativo >i&ci*linar n3 :547589:$48, Sra! "l/udia "ha#a&, em total
)ere+eito - Contit.i/0o da 1e+%&li"a ,ederati2a do 3rail, de 1orma &u*er1icial,
não &? i#norou todo& o& que&tionamento& 1actuai& a*re&entado& *or mim, retrin4indo5
e a .*a +re.*62el rela/0o etreita "o* 7Carlin!o Ca"!oeira8, em como, colocou
de 1orma irre1ut/vel, inque&tion/vel, indecoro&a, inomin/vel, que um "idadão @ra&ileiro,
calcado no A3 Arti#o da "on&tituição )ederal, -n0o $ +arte le46ti*a nete a.to +ara
inter+or re".ro "ontra de"i0o do Plenário do CN#P.!
Portanto, al'm de me in9or*ar +or e5*ail, &ua deci&ão, e* total "ontra+oi/0o,
ao& Re&*eito&o& O12cio& a mim encaminhado&, a -e&&e=ent2&&ima. "on&elheira Relatora,
*re&umivelmente, +or n0o ter e dedi"ado a .*a leit.ra, no m2nimo, atenta, 1icou &em
*erceer que o e$mail, nece&&ariamente 1oi encaminhado via Em*re&a de "orreio& e
Tel'#ra1o&, raBão *ela qual todo& o& et0o ainado +or *i*, em como, que e&te
encaminhamento 1oi e:+l6"ita*ente oli"itado *elo Protocolo C "NMP
DProtocoloEcnm*!#ov!rF em 85 de maio de 589:!
E&tando "erto, o meu entendimento de que um ':5Ad2o4ado, *or ter &ua
in"ri/0o na OA3;(O CANC'LA)A em 8G de maio de 9HIG, em 1unção de
INCO#PATI3ILI)A)', um ':5Senador da 1e+%&li"a, *or ter tido &eu #andato
CASSA)O em 99 de ;ulho de 5895, em 1unção de <U'31A )' )'CO1O
PA1LA#'NTA1, e1etivamente, n0o +o.i "ondi/=e >ti"o5Pro9iionai *ara e<ercer
o "ar#o de Procurador de ,u&tiça do qualquer E&tado )ederativo, al#o que de 1orma clara
ti*i1ica uma Ile4alidade, um A&.o de Poder, e *re;udica o )ireito do& "idadão&
@ra&ileiro&, em e&*ecial, o& moradore& do E&tado de %oi/&, de &erem re*re&entado& *or
"idadão& de Cond.ta Ili&ada, *rinci*almente, em "ondi/=e de Ad2o4ar, uma veB que,
*ara &er inve&tido da autoridade de Procurador de ,u&tiça ' nece&&/rio S'1 Ad2o4ado,
i&to ', e&tar com re4itro ATIVO na OA3!
=o#o, &e Advo#ado 1J&&e, e &e em um Triunal e&tive&&e, e&taria enviando, não
uma Soli"ita/0o, ma& um '*&ar4o de )e"lara/0o, uma veB que, a -E&&e=ent2&&ima.
"on&elheira Relatora, não &e ateve a anali&ar, &o e com a&e no >ireito "on&titu2do, o&
)ato& relacionado& K CASSAÇÃO )' #AN)ATO PA1LA#'NTA1, *or LUE@RA >E
>E"ORO, decidida *elo "ole#iado de Senadore& da Re*(lica )ederativa do @ra&il,
a+? "on"l.0o de +ro"eo di"i+linar in&talado no Senado )ederal da Re*(lica
)ederativa do @ra&il, e *rinci*almente, o 1ato de que &em re4itro ATIVO na OA3,
dem?&tene& l/Baro <avier torre&, 'STA I#P')I)O )' A)VO(A1, *ortanto, n0o +ode
etar in2etido da A.toridade de Pro".rador de @.ti/a, quando então, chamo a
atenção *ara o documento -3a"!arel d.+la*ente "aado ainda at.ando.... $
Re*re&entação 1eita K OA@7%O contra o @acharel dem?&tene& l/Baro <avier torre&, *or
e:er"6"io ile4al da advocacia, uma veB que, &eu re4itro na OA3 eta CANC'LA)O
de&de 8G de maio de 9HIG, "ontante do e5*ail P1OVOCATIVO, 1ormalmente, atrav'&
do E"T, encaminhado ao "orre#edor$%eral do Mini&t'rio P(lico )ederal, *o&teriormente,
encaminhado ao "orre#edor$%eral do Mini&t'rio P(lico do E&tado de %oi/&,
*o&teriormente, encaminhado K -e&&e=ent2&&ima. "on&elheira Relatora do PA> :547589:$
48!
Outro a&*ecto, intere&&ante, e não meno& im*ortante, e&ta relacionado ao
encaminhamento, *elo E<celent2&&imo "orre#edor do Mini&t'rio P(lico, do de&*acho
citado *ela -e&&e=ent2&&ima. "on&elheira Relatora, onde con&taM
-Trata-se !e mensa&em e(etr?ni2a en.ia!a / O.i!oria !este Conse(=o #a2iona(
!o >P, na *a( o re*erente 2ontesta a .ita(i2ie!a!e !o >em,ro !o >P@GO, Dem3stenes
L;+aro Aa.ier Torres, !iante !e t!o o *e =o.e e *e 5oi am'(amente noti2ia!o: Pe!e
'ara *e se a Bre.is%oC !essa 'rerro&ati.a !o 2ita!o mem,ro n%o 5or mat<ria !e
2om'et1n2ia !o C#>P, *e este en2amin=e ao 3r&%o o atori!a!e a *em 2o,er a
atri,i)%o:
O,ser.a-se *e a mat<ria em *est%o esta re(a2iona!a a 'ro2e!imento 7; em
2rso no Dm,ito !este Conse(=o #a2iona(, a sa,er, o Pro2esso A!ministrati.o Dis2i'(inar
n4mero EFG@FH1E-GH, !a re(atoria !a E9ma Conse(=eira C(;!ia C=a&as:
Assim, !etermino *e se7a o 'resente e9'e!iente en2amin=a!o ao &a,inete !a i:
Conse(=eira re(atora !o PAD a2ima 2ita!o, 'ara as 'ro.i!1n2ias *e enten!er 2a,-.eis.!
Tal, e&ta re*re&entado, na .a di"re+An"ia, quando com*arado com o
)e+a"!o *an."rito, e1etuado no O12cio n3 HAA7589:$"MP), e re*roduBido *elo
Promotor$"orre#edor no O12cio n3 4567589:$S%", que con&tam do documento acima
mencionado, re*roduBido em ane<o!
Ser/ que o 63 Poder In&titucional da Re*(lica )ederativa do @ra&il, Re&*on&/vel
*rimeiro, *ela #arantia do Re&*eito ao& Preceito& )undamentai&, e >ireito& >le&
decorrente&, de&conhece a Pr?*ria "on&tituição N Ou at' que *onto -*olitiqueiramente.
e&tar/ intere&&ado em &e 1aBer *re&ente N
Aten2iosamente,
Dr. P(inio >ar2os >oreira !a Ro2=a
Colando #r/u de >outor, em >outorado de “Merda” (inexistente), num cur&o de
“Merda” (inexistente), em E&taelecimento de “Merda” (inexistente), reconhecido *elo
Mini&t'rio da Educação de -Merda. BC.e t.do aite), do E&tado >emocr/tico de >ireito
de -Merda. BC.e t.do +er*ite),2on5orme o !o2mento BA L.D do C.e a6 eta o.
)o.tor E Co*+letaC , =tt'0@@'t:s2ri,!:2om@!o2@1IFHHI9IJ@A-L+-!o-*e-ai-esta-so-
Dotor-P,(i2a!a :
Penso, #%o s3 EAISTO, #e ,AÇO Preente
Anali&ta de Si&tema&, *re&umivelmente, %ni"o 3raileiro CO#U#, que me&mo n0o
tendo n62el .+erior "o*+leto Ointerrom*i o "ur&o de E<ecutivo, com o *rimeiro
&eme&tre com*leto, em 9HGGP, *ortanto, não &endo Advo#ado, nem @acharel, nem
E&tudante de >ireito, te2e .a +ráti"a in"rita na FG e HG edi/=e do PrI*io
INNOVA1', ama& calcada& no CAOS @U1Í)ICO que tem como *remi&&a a&e o PU1O
,AJ'1 )' CONTAS, re2on=e2i!as, e DEFERIDAS +elo Conel!o @.l4ador, con1orme
documento -INNOVA1' U* 3raileiro CO#U# No #eio @.ridi"o II.,
http://www.scribd.com/doc/46!!"#$/%&&'()*+,-m,.rasileiro,C'M-M,&o,
Meio,/0ridico,%%

01/08/13 Terra Mail - Message - pliniomarcosmr@terra.com.br
mail.terra.com.br/mail/index.php?r=message/print&Message%5Buid%5D=5203&Message%5BmailBox%5D%5Bmailbox_id%5D=Inbox 1/2
De:
Data:
Anexos:
Encaminha despacho processo CNMP 326/2013-60.
Para: <pliniomarcosmr@terra.com.br>
"Gabinete da Conselheira Claudia Chagas" <gabconselheiraclaudiachagas@cnmp.mp.br>
Qua 26/06/13 15:01
doc-000.pdf (328 KB);
Ao Senhor Plinio Marcos Moreira da Rocha,

De ordem da Conselheira Nacional do Ministério Público Claudia Chagas, encaminho cópia de despacho no processo
CNMP 326/2013-60 (cópia anexa).

Atenciosamente,

Gabinete da Conselheira Claudia Chagas
Tel: 61 3366 9153


01/08/13 Terra Mail - Message - pliniomarcosmr@terra.com.br
mail.terra.com.br/mail/index.php?r=message/print&Message%5Buid%5D=5203&Message%5BmailBox%5D%5Bmailbox_id%5D=Inbox 2/2
Democracia permite MPF mediar MANIFESTAÇÃO pelo MPEGO
Prezados,
Em um Estado Democrático de Direito, um Cidadão Comum pode através de
uma Autoridade Institucional provocar Outra Autoridade Institucional, que por algum
problema, algum ru!do" de comunica#ão, se recusar, ou mesmo, se encontrar
impossibilitada de atuar em con$ormidade com suas Atrivui#%es e &esponsabilidades'
Aproveito a oportunidade de agradecar ao Corregedor()eral do *inistério
P+blico ,ederal, -ubprocurador()eral da &ep+blica, Eug.nio /osé )uil0erme de
Aragão, que em $un#ão do Despac0o C*P, n1 23456378, 9nico(P)& n1
3373:8:356378, emitiu o O$!cio n1 ;2256378(C*P,, &E-E&<ADO, encamin0ado ao
Corregedor()eral do *inistério P+blico do Estado de )oiás, A=lton ,lávio <ec0i,
documenta#ão que, apesar de todos os meus es$or#os, não 0avia sido recebedida, por
Este +ltimo'
Aproveito, também, para agradecer, mesmo lamentando o es$or#o 0erc+leo"
$eito, ao Corregedor()eral do *inistério P+blico do Estado de )oiás, pela orienta#ão
dada, que resultou no O$!cio n1 :6>56378(-)C, que em seu nome, o -ecretário()eral
da Corregedoria, Promotor(Corregedor, /osé ?umberto @unes, encamin0a os
documentos recebidos, calcado no Despac0o manuscrito Os questionamentos
re$eridos nos documentos aneAos retratam situa#ão que está sob análise disciplinar e
$uncionaldo egrégio Consel0o @acional do *inistério P+blico' Assim, seBa o presente
eApediente encamin0ado ao Crgão de controle eAterno do *inistério P+blico, com
ci.ncia ao interessado"'
Com um sentimento renovado de esperan#a na /usti#a, apresento os
encamin0amentos e$etuados D Peti#ão em de$esa de Direitos, contra a Ilegalidade e o
Abuso de Poder, relacionado ao $ato de que um EA(Advogado esta Procurador de
Estado em caráter vital!cio, que, em meu emp!rico entendimento, contraria o Direito
Constitu!do'
Esperamos que nossa eApectativa se trans$orme em realidade'
Abra#os,
Dr' Plinio *arcos *oreira da &oc0a
colei" grau de Doutorado em Direito de *E&DA"
-E&&EAF ( *PE)O recusou receber correspond.ncia",
0ttpG55pt'scribd'com5doc573866;22:5-E&&EAF(*PE)O(recusou(receber(correspondencia , onde
estamos apresentando a RECUSA, efetuada pelo Ministério Público do Estado de Goiás,
de receber nossa petiço, onde !uestionamos a situaço do "ac#arel dem$stenes lá%aro
&a'ier torres, !ue mesmo tendo sido cassado no Senado (ederal, e mesmo tendo seu
re)istro na *A"+G* CA,CE-A.* em /012, continua atuando como Ad'o)ado in'estido
de autoridade institucional3