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ESTABILIDADEESTABILIDADE DASDAS CONSTRUÇÕESCONSTRUÇÕES

INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO ÀÀ MECÂNICAMECÂNICA DOSDOS SOLOSSOLOS IMPLANTAÇÃOIMPLANTAÇÃO -- InformaçõesInformações geraisgerais SONDAGENSSONDAGENS CARACTERÍSTICASCARACTERÍSTICAS DOSDOS SOLOSSOLOS PERMEABILIDADEPERMEABILIDADE COMPACTAÇÃOCOMPACTAÇÃO MOVIMENTOMOVIMENTO DEDE TERRATERRA EE TERRAPLENAGEMTERRAPLENAGEM LOCAÇÃOLOCAÇÃO ÍNDICESÍNDICES FÍSICOSFÍSICOS FUNDAÇÕESFUNDAÇÕES

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TRABALHO INTERDISCIPLINAR – PROPOSTA DOS TEMAS
1. Execução e aplicação de aterros para construção de edifícios
2. Equipamentos de terraplanagem e suas aplicações para obras civis
3. Controle tecnológico em aterros: conceito dos ensaios de CBR e Proctor
4. Estruturas e sistemas de contenção de encostas
5. Técnicas de sondagens e investigação geotécnica
6. Sistemas executivos inovadores para em fundações
7. Características dos solos nas áreas litorâneas e sua utilização em obras civis
8. Reforço em solos através da técnica de Jet Grouting, resina e fibras
9. Técnicas para rebaixamento do lençol freático e viabilidade para obras civis
10. Execução de fundações para estruturas em áreas marítimas e fluviais
11. Sistemas executivos de fundação para obras submersas
12. Técnica de execução dos gabiões e sua aplicação na construção civil
13. Aplicação e execução dos sistemas de drenagem em maciços de terra
14. Técnicas de execução do sistema de solo grampeado
15. Avaliação da capacidade em estacas através da execução de prova de carga.
Obs: A escolha do tema é de total responsabilidade das equipes de trabalho.
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ORIENTAÇÃO DIRECIONADA PARA DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS
- Referencia mínima de 05 (cinco) trabalhos, trazer nas duas primeiras semanas.
- O conteúdo dos trabalhos será baseado nesses trabalhos relacionados ao tema
- Composição proposta para a estrutura do trabalho;
Introdução / Técnicas e metodologias / Aplicações práticas / Resultados e
Conclusões / Referências Bibliográficas
- Bibliografia consultada referenciada (proibido blogs, sites comerciais, reportagens
- As referências devem ser apresentadas para aprovação prévia
- Somente as referencias aprovadas poderão ser utilizadas
- As referencias aprovadas deverão ser citadas no final do trabalho
- A copia e plagio de trabalhos não serão aceitos em nenhuma hipótese
- Os temas deverão ser definidos na primeira semana de aula
- MUITO IMPORTANTE: para cada trabalho existe um grupo de palavras que não podem
em hipótese alguma faltar e devem obrigatoriamente aparecer tanto na redação do
trabalho escrito como na apresentação oral. Neste quesito, logo após a escolha do tema
pelas equipes e da pesquisa das referencias, será fornecido para cada equipe esse grupo
de palavras-chave a serem transmitidas diretamente pelo professor.
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ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DOS TRABALHOS
Conteúdo dos tópicos da estrutura do trabalho
INTRODUÇÃO
Este tópico deve apresentar de forma abrangente informações enfatizando a importância do
tema e apresentando de forma simples e clara suas características de um modo geral.
Descrever sobre suas origens dos assuntos envolvidos enfatizando e ilustrando a história de
seu desenvolvimento no contexto nacional.
Exemplo:
Título do trabalho “Execução de aterros para implantação de obras industriais”
informar em primeiro lugar a respeito das características das obras industriais e sua
importância na definição dos sistemas construtivos envolvidos considerando as dimensões
das áreas para a sua implantação. Em seguida apresentar como pode ser feito o
planejamento do aterro em função dos tipos de solos e volume do maciço de terra,
características dos equipamentos a serem utilizados e o controle tecnológico responsável
pela qualidade e avaliação da capacidade portante previstas em projeto.
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ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DOS TRABALHOS
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TÉCNICAS E METODOLOGIAS
Apresentar as metodologias e técnicas envolvidas no processo executivo que caracterizam
os assuntos, sejam eles relacionados aos sistemas executivos de fundação, avaliação
através de controle tecnológico, equipamentos utilizados, infraestrutura, e etc.
Exemplo:
Título do trabalho “ Reforço de solos através da tecnica do Jet Grouting ” A técnica
de tratamento de solos do tipo Jet Grouting consiste no melhoramento das características
geotécnicas dos terrenos, realizado no interior do terreno sem escavação prévia, através da
injecção a altas pressões (de 20 a 40 MPa). A injecção de calda de cimento é executada
através de jactos horizontais, provenientes da transformação de energia potencial de
bombagem da calda em energia cinética, que têm a capacidade de desagregar a estrutura
do terreno natural e assim misturar as partículas do solo com a calda de cimento,
proporcionando um material resultante com melhores características mecânicas e de menor
permeabilidade do que o terreno original.
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ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DOS TRABALHOS
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APLICAÇÕES PRÁTICAS
Apresentar neste item aplicação da teoria através de casos reais, especificando detalhes
executivos desde o inicio através do planejamento da obra, todas as etapas de execução,
preparação do solos e dos equipamentos a serem utilizados durante o processo.
Exemplo:
Título do trabalho “ Estudo de Caso – Aterro da Doca ” Com a ocupação da
superfície que tem vindo a acentuar-se nos últimos anos, foi necessário aproveitar melhorar
zonas subterrâneas e margens de rios. Estas áreas não são as únicas em desenvolvimento,
há também necessidade de melhorar acessos marítimos e aéreos, onde a aplicação da
técnica de Jet Grouting apresenta muitas vantagens. A reabilitação e reforço do cais em
questão é o exemplo de como é necessário desenvolver e melhorar os acessos marítimos. O
projeto definido consistiu na solução de fundações indiretas através de microestacas
seladas no interior de colunas de solo-cimento. Inicialmente previa-se realizar colunas de
Ø1800 mm intercaladas com colunas de Ø1200 mm e em toda a periferia seria de Ø1200
mm, apresentando microestacas no interior das colunas de Jet Grouting de Ø1800 mm.
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ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DOS TRABALHOS
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RESULTADOS E CONCLUSÕES
Neste item apresentar os resultados obtidos com as técnicas aplicadas utilizando
ferramentas gráficas e /ou figuras ilustrando dados numéricos que representaram os
fenômenos físicos e/ou químicos envolvidos. Interpretação dos resultados através da
discussão com base técnica com as conclusões positivas e negativas, mostrando as
vantagens e/ou desvantagens da teoria aplicada à pratica.
Exemplo:
Título do trabalho “Aterro da Doca - medidas de deformação de solos” Com a
utilização de extensômetros as leituras dos aparelhos instalados foram lidos durante a
execução dos trabalhos com uma frequência não inferior a uma vez por quinzena. Os
resultados foram apresentados sobre forma gráfica e são interpretados de forma a serem
analisados pelos técnicos das estruturas instrumentadas. O intervalo de tempo entre cada
campanha de leituras e a entrega dos respectivos resultados foi de aproximadamente 2 dias.
Tendo em consideração o aterro executado pode concluir-se que são valores esperados,
uma vez que esta técnica causaria apenas uma consolidação ligeira dos lodos mas também
eram esperados assentamentos desta ordem de grandeza, devido à influência que as mares
têm no aterro.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
A qualidade do trabalho depende essencialmente do material utilizado para consulta, daí a
importância da pesquisa realizada para coleta de informações deve determinar em primeiro
lugar quais são os trabalhos mais adequados ao tema escolhido. Portanto o critério da
escolha deve ser feito com base na confiabilidade da informação e da sua aceitação perante
a comunidade científica capacitada para tal. Após a etapa da leitura dessas referências
deve-se definir o título do trabalho a ser desenvolvido com enfoque opcionalmente definido
pela equipe de trabalho.
Exemplo:
Título do trabalho “Determinação de prova de carga em estacas pré-moldadas”
Buscar referências que tratam sobre o assunto relacionado ao controle tecnológico e
avaliação do comportamento das fundações de um modo geral e em segundo plano outras
referências que apresentem o sistema executivo de prova de carga estática e dinâmica em
estacas. Buscar também referências que apresentem casos reais onde foram utilizadas tais
técnicas de avaliação, apresentando seus resultados e as conclusões dos mesmos.
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APRESENTAÇÃO DO TRABALHO ESCRITO - FORMATAÇÃO
- A apresentação do trabalho escrito deverá ser feita baseado numa formatação A4
- A primeira folha deverá conter apenas o Tema, Título do Trabalho e Autores (alunos)
- A fonte e tamanho da letra a ser utilizada será Arial tamanho 12
- O espaçamento das linhas deverá ser padrão 1,5
- A estrutura para montagem do trabalho é a mesma citada anteriormente.
Introdução
Técnicas e metodologias
Aplicações práticas
Resultados e Conclusões
Referências Bibliográficas
- Padrão de apresentação de título de figura localizado na parte superior e de gráficos e
tabelas localizados na parte inferior.
- Referencia Bibliográfica deve ter um padrão similar ao que segue abaixo:
Autores – Título do trabalho – Publicação – referencias de Vol, numero, paginas e ano
KOCHEN,
Tratamento de Solo e Túneis Pré-Suportados. In: 1º Encontro
Técnico do Comitê Brasileiro de Túneis (CBT), p. 27, São Paulo, 1992.
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APRESENTAÇÃO ORAL DOS TRABALHOS
- A apresentação oral do trabalho será previamente agendada (calendário).
- No dia da apresentação a equipe deverá entregar o trabalho escrito.
- A apresentação do trabalho poderá ser feita por um ou mais alunos.
- Atenção, tudo que constar na apresentação poderá ser perguntado.
- A redação do trabalho escrito é totalmente diferente da apresentação oral.
Não confundir o texto desenvolvido no trabalho escrito com os slides a serem
apresentados no Power Point.
O maior erro que se pode cometer numa apresentação é a de ficar lendo a
escrita apresentada nos slides, ou pior ainda é nem entender o que está
escrito ficando nítido que o apresentador não estudou antes.
Não é obrigatório e nem regra utilizar o Power Point pois a apresentação pode
ser simplesmente feita na forma oral.
- Ao final de cada apresentação será feita uma avaliação pelo professor responsável sem
sem direito à replica da equipe (avaliação é opcional).
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POSTURA E COMPORTAMENTO DURANTE A APRESENTAÇÃO ORAL
QUANDO FOR OUTRA EQUIPE QUE VAI APRESENTAR O TRABALHO NÃO
FALTE, POIS UM DOS PRINCIPAIS OBJETIVOS DA APRESENTAÇÃO É O
INTERCÂMBIO DE INFORMAÇÕES QUE COMPLEMENTAM O APRENDIZADO
ANTES DE UTILIZAR O DATA SHOW COMECE COM UMA PEQUENA FALA A
RESPEITO DO SEU TRABALHO E DIGA O QUE JULGAR MAIS RELEVANTE.
Nem muito curta e nem muito longa, mas o suficiente para chamar a atenção do
seu público alvo. Nos primeiros momentos é que se ganha a atenção de todos.
Fale devagar, sem pressa, em tom alto e claro, olhe nos olhos das pessoas e
mostre simplicidade na apresentação das sua informações.
Procure evitar palavras difíceis de se pronunciar como também o uso de
vocabulário “chulo” como exemplo “grossura do ferro” ou “fundura da estaca” ao
invés diga “bitola ou diâmetro do aço” e “Profundidade da estaca”, etc.
Caso necessite ler algum lembrete não fique constrangido, pois nem todo mundo
Tem boa memória para guardar informações, pode usar uma colinha.
UTILIZAR ABUNDANTEMENTE AS FERRAMENTAS GRÁFICAS, FIGURAS.
FLUXOGRAMAS, ESQUEMAS, DESENHOS, ETC.
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POSTURA E COMPORTAMENTO DURANTE A APRESENTAÇÃO ORAL
UTILIZE POUCO TEXTO E QUANDO UTILIZAR COLOQUE AS LETRAS COM
UM TAMANHO SUFICIENTE PARA A SUA LEITURA, EM GERAL A PARTIR
DO TAMANHO “20” PARA CIMA.
AS IMAGENS NO SLIDE DEVE TER BOA QUALIDADE GRAFICA, SEM
DISTORÇÃO E COM INFORMAÇÃO LEGÍVEL E VISÍVEL.
Lembre que uma imagem vale mais que mil palavras !
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Exemplo do que NÃO DEVE SER FEITO numa apresentação
PROVA DE CARGA EM ESTACAS
- Será utilizado conjunto de bomba-macaco hidráulico com capacidade suficiente para carga máxima referida e equipado com manômetro que
indicará a magnitude da carga aplicada.
- O sistema de reação para prova de carga a compressão serão 02 (dois) tirantes ancorados no terreno com inclinação de 15º, de forma que o
conjunto permaneça estável sob as cargas máximas do ensaio.
- Na prova de carga horizontal e a tração será obtida no terreno ou em estruturas existentes.
- Na execução da prova de carga a estaca é carregada até a ruptura ou pelo menos até 2 (duas) vezes o valor previsto para sua carga de trabalho.
- O ensaio será realizado com carregamento lento conforme ABNT 12131, MB 3472 (estacas - prova de carga estática) seguindo as seguintes
prescrições:
a) O carregamento é feito em estágios iguais e sucessivos sendo que cada estágio não deve ser superior a 20% da carga de trabalho para a estaca
ensaiada.
b) Em cada estágio os deslocamentos devem ser lidos imediatamente após a aplicação da carga correspondente, seguindo-se leituras decorridas
2min, 4min, 8min, 15min e 30min contados a partir do início do estágio e posteriormente a cada 30min, até se atingir a estabilização.
c) A estabilização dos deslocamentos é determinada através da avaliação do desempenho da curva tempo x deslocamento, sendo admitido quando
a diferença entre as leituras realizadas nos tempos t1 e t2 corresponder a no máximo 5% do deslocamento havido no mesmo estágio.
d) Não sendo atingida a ruptura da estaca, a carga máxima do ensaio deve ser mantida durante um tempo mínimo de 12h entre a estabilização dos
recalques e o início do descarregamento.
e) O descarregamento deve ser feito em no mínimo quatro estágios. Cada estágio é mantido até a estabilização, estabelecendo os mesmos critérios
de carregamento. O tempo mínimo de cada estágio é de 15 min.
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Exemplo do que DEVE SER FEITO numa apresentação
DETALHE DA INSTALAÇÃO DE DRENOS
Os drenos devem ser instalados nas perfurações com diâmetro de
100 mm, (conforme detalhe em projeto) previamente limpas e
desimpedidas.
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Exemplo do que DEVE SER FEITO numa apresentação
REBAIXAMENTO DE LENÇOL POR
PONTEIRAS FILTRANTES
Consiste em uma
bateria de
ponteiras
instaladas no
terreno, as quais
vão desaguar
através de grupos
bombas
d'água/bombas de
vácuo.

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PRÉ-HISTÓRIA

Desde o tempo pré-histórico o solo ocupou a mente dos seres humanos e o progresso do homem em aprender, compreender e trabalhar com o solo foi muito vagaroso.

HISTÓRIA ANTIGA - ROMA

Os princípios básicos para execução de projetos e construções de estradas pelos romanos foram baseados no conhecimento do comportamento do solo sob a ação da água e variados carregamentos. Estes princípios são os mesmos usados nos modernos projetos de rodovias. O engenheiro romano Vitruvius (I século A.C., época do Imperador Augusto) escreveu: “Sejam as fundações destas obras escavadas a partir de um local sólido e para uma base sólida se puder ser encontrada. Mas se uma fundação sólida não for encontrada, e o local estiver coberta por um solo fofo ou pantanoso, deve ser escavado, removido e refeito com estacas de oliveira ou carvalho tratados, e estacas devem ser cravadas por máquinas, uma próxima da outra, e os intervalos preenchidos com carvão vegetal”.

IDADE MÉDIA

Após o colapso do Império Romano houve um retrocesso do conhecimento adquirido, e as antigas obras de engenharia, tais como rodovias, pontes, diques, drenos, etc., foram destruídas e ignoradas pela guerra além dos sofrerem danos provocados pelas chuvas e congelamentos. O principal problema do solo associado com a construção de enormes catedrais, hoje denominado de recalque, era provocado pela compressão do solo exercida pela carga estrutural relativamente grande.

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ANTIGOS CONCEITOS SOBRE EMPUXO DE TERRA

Problemas das fundações c/ o surgimento das grandes construções:

Pirâmides do Egito / Templos da Babilônia / Muralhas da China / etc

A partir do século XVII (Vauban, Coulomb, Rankine e outros) relativo ao equilíbrio dos maciços terrosos sob o ponto de vista matemático, sem reajustes à realidade física.

GRANDES ACIDENTES

Fim do século XIX mostrou a inadequação aos antigos princípios 1 - Escorregamentos de taludes de ferrovias (Suécia)

2 - Ruptura de barragens e recalques de grades edifícios (EUA)

3 - Acidentes com muros de cais e escorregamentos (Alemanha)

4 - Escorregamentos de taludes no canal de panamá

NASCIMENTO DA MECÂNICA DOS SOLOS

 

KARL TERZAGHI (publicação do livro Erdbaumechanik em 1925)

Preconizou a Mecânica dos sistemas constituídos por uma fase sólida granular e uma fase fluida

TERZAGHI deu uma visão do solo como um material e mostrou as técnicas de determinação das suas propriedades físicas, assim como a maneira como o solo responde a várias condições de carregamento e de umidade.

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INVESTIGAÇÕES GEOTÉCNICAS Um dos maiores riscos é iniciar um obra sem conhecimento do terreno de fundação (rocha ou solo):

Caso da fundação de um arco de ponte que por deficiência de estudos geotécnicos se comportaria de maneira instável pela possibilidade deslocamento do “bloco de rocha” (suposto maciço rochoso) em que apóiam as estacas.

O

determinar, tanto

sob

interação terreno-fundação-estrutura com o objetivo de prever e adotar medidas que evitem recalques prejudiciais ou ruptura do terreno.

a

é

objetivo

da

Geotécnia

quanto

possível

fundamentação

científica,

quanto possível fundamentação científica, Bloco de Bloco de rocha rocha Estrutura Fundação solo
Bloco de Bloco de rocha rocha
Bloco de
Bloco de
rocha
rocha
Estrutura Fundação solo
Estrutura
Fundação
solo

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ELENCO DE QUESTÕES

Para destacar a importância da geotécnia basta atentar para as questões que se apresentam na atividade profissional do cotidiano dos técnicos da construção civil tais como:

1. Qual o tipo de fundação mais adequada superficial ou profunda? Estaca, tubulão, tipo raiz, tipo hélice, tipo Franki, sapata?

2. Que tipo de estaca: de madeira, de concreto ou metálica? Pré-moldada ou moldada in loco? Com que carga máxima admissível?

3. Haverá recalques?

4. Será necessário rebaixar o nível do lençol freático?

5. Haverá perigo para as fundações vizinhas?

6. Na execução de um aterro, que altura máxima ele poderá alcançar? Em que

condições de compactação e umidade? E as inclinações dos taludes? E quanto à sua proteção, qual recurso utilizar? Qual recalque previsto?

7. Na estruturas de contenções que tipo deve ser utilizado? Muros, cortinas pré

moldadas, estrutura de gabião, cortina atirantada, estaca-prancha? Qual tipo de drenagem adotar? Como e onde executar o mais adequado?

8. Quais a dimensões mais seguras em uma barragem de terra? Quais deverão

ser as suas características de resistência e permeabilidade?

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ORIGEM E FORMAÇÃO DOS SOLOS

Solos são materiais que resultam do intemperismo das rochas, por desintegração mecânica ou por decomposição química.

Desintegração mecânica (agentes: água, temperatura, vegetação e vento)

Pedregulhos e areias (solos de partículas grossas) e Siltes (solos de partículas intermediárias) Argilas (solos de partículas finas) somente em condições especiais

Decomposição química (modificação química da rocha de origem)

O principal agente é a água e os mais importantes mecanismos são a oxidação, hidratação, carbonatação e os efeitos químicos da vegetação.

COMPOSIÇÃO QUÍMICA DOS SOLOS

Minerais encontrados nos solos são os mesmos das rochas Quanto à composição química dos solos grossos:

silicatos - feldspato, mica, quartzo (SiO 2 ), serpentina, clorita, talco; óxidos - hematita (Fe 2 O 3 ), magnetita (Fe 3 O 4 ), limonita(Fe 2 O 3 .H 2 O); carbonatos - calcita (CO 3 Ca), dolomita [(CO 3 ) 2 CaMg] ; sulfatos - gesso (SO 4 Ca.2H 2 O), anidrita (SO 4 Ca).

Quanto à composição química dos solos finos:

As argilas apresentam uma complexa constituição química. São constituídas basicamente de sílica SIO 2 em forma coloidal e óxidos metálicos da forma geral R 2 O (onde R pode ser Al ou Fe)

de sílica SIO 2 em forma coloidal e óxidos metálicos da forma geral R 2 O
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CARACTERÍSTICAS DOS SUBSOLOS

CONDIÇÃO DINÂMICA NA FORMAÇÃO DOS SOLOS Solos - A desintegração mecânica forma uma granulometria diferenciada dos solos: Areias, Siltes e Argilas.

SOLOS GROSSOS Minerais (4,8 a 0,005 mm)

Silicatos

SiO 4 + (Al,Fe,Mg, Ca, Na)

Carbonatos

CO 3 ou NO 3 + (Mg, Ca)

Óxidos

Oxigênio (O) + (Fe, Mn, Sn, Al)

NO 3 + (Mg, Ca) Óxidos Oxigênio (O) + (Fe, Mn, Sn, Al) Feldspatos (KAlSi 3
NO 3 + (Mg, Ca) Óxidos Oxigênio (O) + (Fe, Mn, Sn, Al) Feldspatos (KAlSi 3

Feldspatos (KAlSi 3 O 2 )

(O) + (Fe, Mn, Sn, Al) Feldspatos (KAlSi 3 O 2 ) Mica ( KAl 2
(O) + (Fe, Mn, Sn, Al) Feldspatos (KAlSi 3 O 2 ) Mica ( KAl 2
(O) + (Fe, Mn, Sn, Al) Feldspatos (KAlSi 3 O 2 ) Mica ( KAl 2

Mica

(KAl 2 (AlSi 3 O 10 ) (OH) 2

Quartzo (SiO 2 )

2 (AlSi 3 O 1 0 ) (OH) 2 Quartzo (SiO 2 ) Barita (BaSO 4

Barita (BaSO 4 )

1 0 ) (OH) 2 Quartzo (SiO 2 ) Barita (BaSO 4 ) Malaquita (CuCO 3

Malaquita (CuCO 3 )

calcita (CaCO 3 )

(BaSO 4 ) Malaquita (CuCO 3 ) calcita (CaCO 3 ) Hematita (Fe 2 O 3

Hematita (Fe 2 O 3 )

3 ) calcita (CaCO 3 ) Hematita (Fe 2 O 3 ) Casseterita (Sn 2 O

Casseterita (Sn 2 O 3 )

Hematita (Fe 2 O 3 ) Casseterita (Sn 2 O 3 ) Gipsita (CaSO 4 )

Gipsita (CaSO 4 )

Sulfatos

SO 4 (CrO 4 , MoO 4 , WO 4 )

SOLOS FINOS Minerais (inferiores a 0,005 mm)

Argilas

SiO 2 ou RO 2 (onde R=Al ou Fe) Na forma coloidal

SiO 2 ou RO 2 (onde R=Al ou Fe) Na forma coloidal Hematita (Fe 2 O

Hematita (Fe 2 O 3 )

R=Al ou Fe) Na forma coloidal Hematita (Fe 2 O 3 ) Quartzo (SiO 2 )
R=Al ou Fe) Na forma coloidal Hematita (Fe 2 O 3 ) Quartzo (SiO 2 )

Quartzo (SiO 2 )

Argilitos (AlO 2 ) aluminossilicatos

Superfície do solo

Superfície do solo Nível do lençol freático Camadas do subsolo (formação geológica diferenciada) espessura das

Nível do lençol freático

Camadas do subsolo

(formação geológica diferenciada)

espessura das camadas composição mineralógica resistência de suporte deformabilidade influência do nível do lençol predominância do tipo de solo

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MINERIO DE COBRE
MINERIO DE ESTANHO
MINERIO DE CHUMBO
MINERIO DE FERRO
Malaquita
(CuCO 3 )
Casseterita
(Sn 2 O 3 )
Galena
(PbS)
Pirita
(FeS)
ARGILAS E SILTES (minerais + freqüentes)
AREIA (Quartzo)
Hematita
(Fe 2 O 3 )
Bauxita
(Al 2 O 3 )
Argilitos
(AlO 2 )
Quartzo
(SiO 2 )
Quartzo
(SiO 2 )
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EXECUÇÃO DE SONDAGENS
CONHECIMENTO DO SUB-SOLO
Em geral inicia-se com ==== 2 ” , podendo ser
utilizado ==== 6 ” ( dependendo do vulto da obra )
Início da execução através de um trado-
cavadeira (figura 1.4) até o solo começar
desmoronar, em seguida o trado espiral (figura
1.5). Quando encontra-se o lençol d’água passa-
se para o método à percussão com circulação
de água (figuras 1.6a e 1.6b).
As amostras representativas são obtidas através
do barrilete amostrador (figura 1.7),
aproveitando-se para medir a resistência à
penetração (SPT).
Retirada da amostras Indeformadas
Idem a anterior ( ==== 6 ”), feita porém através da
carga do macaco hidráulico reagindo contra
uma ancoragem do próprio tubo guia.

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FORMA DAS PARTÍCULAS

A forma tem grande influência

sobre suas propriedades.

a) Partículas arredondadas: são as que predominam nos pedregulhos, areias e siltes.

b) Partículas lamelares: são aquelas que se encontram nas argilas.

c) Partículas fibrilares:

características dos solos turfosos

fibrilares: características dos solos turfosos GRANULOMETRIA Segundo as dimensões das suas partículas as
fibrilares: características dos solos turfosos GRANULOMETRIA Segundo as dimensões das suas partículas as

GRANULOMETRIA Segundo as dimensões das suas partículas as “frações constituintes” dos solos

recebem designações próprias, de acordo com a escala granulométrica brasileira (ABNT) são:

Pedregulho: conjunto de partículas com dimensões compreendidas entre 76 e 4,8 mm Areia: conjunto de partículas com dimensões compreendidas entre 4,8 e 0,05 mm Silte: conjunto de partículas com dimensões compreendidas entre 0,05 e 0,005 mm Argila: conjunto de partículas com dimensões compreendidas inferiores a 0,005 mm

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CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS
Classificação trilinear do solo, sua identificação é feita em função das
porcentagens dos seus constituintes principais, utilizando-se um diagrama
trilinear. Sobre cada um dos três eixos coordenados se representa uma dessas
três frações granulométricas: areia, silte e argila.
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CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS
EXERCÍCIOEXERCÍCIO DEDE CLASSIFICAÇÃOCLASSIFICAÇÃO DOSDOS SOLOSSOLOS
%ARGILA
0
100
figura 2
10
90
20 80
30
70
40
60
50
50
4
60
40
70
2
30
3
80
20
90
1
10
100
0
0 10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
% SILTE
Especificar a composição granulométrica dos solos numerados na figura 1 e descrever os tipos
de solos que este representam:
solo 1:
% areia
%
silte
%
argila (
)
solo 2:
% areia
%
silte
%
argila (
)
solo 3:
% areia
%
silte
%
argila (
)
% AREIA
solo 4:
% areia
%
silte
%
argila (
)

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

ELEMENTOS CONSTITUINTES DO SOLO

SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS ELEMENTOS CONSTITUINTES DO SOLO O solo é um

O solo é um material constituído por um conjunto de partículas sólidas, deixando entre si vazios que poderão estar parcial ou totalmente preenchidos pela água. No geral um sistema disperso formado por três fases:

SÓLIDA - LÍQUIDA - GASOSA

CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA CONTIDA NO S

Água de constituição: é a que faz parte da estrutura molecular da partícula sólida.

Água adesiva ou adsorvida: é aquela película de água que envolve e adere fortemente a partícula sólida.

água que envolve e adere fortemente a partícula sólida. Água livre : é a que se

Água livre: é a que se encontra em uma determinada zona do terreno, enchendo todos os seus vazios.

Água higroscópica: é a que ainda se encontra em um solo seco ao ar livre.

Água capilar: é aquela que nos solos de grãos finos sobe pelos interstícios capilares deixados pelas partículas sólidas.

O

L

O

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS
Reconhecimento do sub-solo : sondagens
Conhecimento das condições do sub-solo
disposição, natureza, espessura e características das camadas, nível da água
Métodos para exploração
retirada de amostras: poços de exploração (muito caro) e sondagens
ensaios in loco: auscultação (resistência penetração), bombeamento (permeabilidade sem
amostra), ensaios de palheta (resistência cisalhamento), medida de pressão neutra ( Pressão da
água nos vazios de um solo saturado - cisalhamento), prova de carga (Estática ou dinânica) com
medida de recalque , determinação da capacidade suporte das estacas, etc.
Deformadas identificação do solo e classificação do solo
Amostra de solo
Indeformadas ensaios de determinação das propriedades físico-
mecânicas do solo (textura, estrutura, umidade, etc.)
Perdendo-se, porém, o estado de tensão a que estava submetida
a amostra

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

Standard Penetration Test - SPT
Standard Penetration Test - SPT

(Teste padronizado no Brasil )

Durante a penetração mede-se a resistência à penetração

Que é o número de golpes de um peso de

60 Kgf , caindo de uma altura de 75 cm,

para cravar 30 cm no solo uma sonda de

45 mm de diâmetro.

para cravar 30 cm no solo uma sonda de 45 mm de diâmetro. Tabelas de taxas

Tabelas de taxas admissíveis segundo recomendação do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas - SP)

do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas - SP) Relatórios de sondagem Informa planta de situação dos

Relatórios de sondagem

Informa planta de situação dos furos, perfil de cada sondagem (cotas), classificação das camadas e os ensaios, nível do lençol d’água e resistência à penetração da sonda e suas condições (diâmetro, peso e altura de queda)

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EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

SONDAGENSSONDAGENS

Standard Test Penetration - SPT
Standard Test Penetration - SPT
sacador de amostra
sacador de amostra
sacador de amostra
sacador de amostra
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS
LOCAÇÃOLOCAÇÃO DEDE SONDAGENSSONDAGENS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS
RELATÓRIORELATÓRIO
DEDE
SONDAGENSSONDAGENS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
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PERFIL DE SONDAGEM – outro exemplo

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

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EVOLUÇÃO DAS FUNDAÇÕES

PRÉ-HISTÓRIA

ANTIGUIDADE

RENASCIMENTO

IDADE

MODERNA

Fundações apoiadas diretamente na superfície dos solos

Fundações apoiadas diretamente na superfície dos solos com boa resistência de suporte (solos rochosos)

Reforço das camadas superficiais dos solos com rochas

Fundações apoiadas na camada suporte em função da carga da edificação.

O conhecimento do solo com base no método científico e na resistência dos materiais

base no método científico e na resistência dos materiais Rigidez das fundações compatíveis com as transmissão

Rigidez das fundações compatíveis com as transmissão de cargas para a camada suporte. Definição da camada suporte com base nas características dos solos coletadas in loco através de ensaios de sondagem.

Além do conhecimento do equilíbrio estático dos maciços sob o ponto de vista matemático também considerando-se a realidade física e dinâmica dos solos (Mecânica dos solos).

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EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
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CARACTERÍSTICAS DAS FUNDAÇÕES
FATORES DE INFLUÊNCIA
BULBO DE
PRESSÃO
COMPORTAMENTO DA BASE
DE APOIO (FUNDAÇÃO)
RUPTURA
ÁREA DE BASE DE APOIO
CAMADA SUPORTE DO SOLO
CARACTERÍSTICAS DO SOLO
Distribuição das tensões no
solo a partir da base de
apoio decorrentes do
carregamento
SOLO
DEFORMAÇÃO
REAÇÃO DO SOLO
tensão admissível
RIGIDEZ DO MATERIAL DA BASE DE APOIO
adm = K x F
K = cte
F = carregamento
EDIFICAÇÃO
EDIFICAÇÃO
SOLO COM
CAPACIDADE
F
SUPORTE
CARREGAMENTO
SATISFATÓRIA
FUNDAÇÃO
Edificação
FUNDAÇÃO
Edificação
BULBO DE PRESSÃO
Bulbo de pressão
1
2
3
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
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CAPACIDADE DE CARGA
Fundação
As fundações estão sujeitas às cargas de pilares e paredes de alvenaria e sofrem
reações causadas devido ao apoio no solo.
Solo
As fundações devem ser analisadas quanto aos esforços que elas mesmas originam
no terreno de apoio (ruptura e deformação).
Pressão admissível a m ) sobre a camada do solo é aquele valor o qual deve
provocar apenas recalques que a construção possa suportar sem
inconvenientes, oferecendo um coeficiente de segurança contra ruptura ou o
escoamento do solo.
(
d
Determinação da carga admissível do solo
Carga admissível (
dois critérios:
Nadm
) que o solo suporta deve ser verificada por
Nrup
Quanto á ruptura
cs
Nadm
Ndeform
Quanto á deformação
cs
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
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RUPTURA
Carga admissível (
Nadm
) que pode ser aplicada ao solo:
onde
Nrup
é a carga de ruptura (tipo solo)
N rup
C.S.
N adm =
cs
é o coeficiente de segurança
C.S.
Pode ser “2” ou “3”, depende da determinação da resistência do solo
(por ensaio ou por comparação dos resultados de
sondagem)
DEFORMAÇÃO
Carga admissível (
Nadm
) que pode ser aplicada ao solo:
onde
Ndeform
é a carga de deformação (tipo solo)
N rup
C.S.
N deform =
cs
é o coeficiente de segurança
Recalque:
O solo em geral tem baixo módulo de elasticidade e se deforma muito
com pouca carga provocando recalques na estrutura.
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
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Tensão admissível
(Fundações rasas, ponta de
estacas e bases de tubulão)
adm ==== 0,02 N (MPa)
Prática Brasileira
Válida para qualquer solo natural para o
intervalo 5 N 20
Obs.: N = SPT (nº golpes)

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Exercício

Determinar as dimensões da sapata quadrada considerando-se que a área de apoio para valores de carga até 50 tf é de acordo com a formula da área, a carga que chega no pilar é de 40 tf (P), a carga do peso próprio equivale a 5% do valor da carga que chega no pilar e que a tensão admissível é proporcional ao numero de golpes de SPT conforme a formula.

P SAPATA DE BASE QUADRADA Sondagem SPT 2 * * * * * * 4
P
SAPATA DE BASE
QUADRADA
Sondagem SPT
2
*
*
*
*
*
*
4
*
*
*
*
* *
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
6
*
*
*
* *
X
X
X
X
X
7
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
11
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
9
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
11
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
.
-
.
.
.
11
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
15
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
17
.
.
.
.
21
P
+
p
= 0.03
N
(MPa)
S area
(
)
=
(cm²)
adm
adm
Onde N é o número de golpes do SPT.

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Resposta:

(

S area

)

P

+ p

= (cm²)

adm

onde

P=40 tf ou 40.000 kgf

40000

+ 2000

portanto

S(area)

=

=

17500

cm

²

2,4

e

cálculo do lado da base da sapata

p=0,05 x 40.000=2000 kgf

Como a sapata possui base quadrada tem-se:

2

S(area) = LxL = L

Portanto adota-se

portanto

L =

S =

17500 = 132,3

cm

L = 1,35

m

(peso próprio)

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
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ESTRUTURA DOS SOLOS (continuação)
c) Estrutura floculenta – só é possível em
solos cujas partículas componentes sejam
todas muito pequenas.
d) Estrutura em esqueleto – nos solos
onde, além de grãos finos, há grãos mais
grossos.
As partículas, ao se sedimentarem, dispõem-
se em arco, os quais por sua vez, formam
outros arcos.
Amolgamento (teor de umidade constante)
É a operação de destruição da estrutura do
solo com conseqüente perda da sua resistência.
A influência da estrutura do solo em suas
propriedades é pesquisada através de ensaios
realizados com amostras indeformadas.
Estes dispõem-se de maneira tal a formar um
esqueleto cujos interstícios são parcialmente
ocupados por uma estrutura de grãos mais
finos. É o caso das complexas estruturas das
argilas marinhas.
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FENÔMENOS CAPILARES (continuação)
Capilarímetros
A determinação experimental da capilaridade dos solos é feita por meio de aparelhos
denominados capilarímetros. O princípio é de se aplicar uma força de sucção à amostra, até
destruir a força capilar.
Importância dos fenômenos capilares
Os fenômenos capilares são muito importantes na construção de pavimentos rodoviários.
Assim por exemplo se o terreno de fundação de um pavimento é construído por um solo siltoso
,
e o nível do lençol freático está pouco profundo, a fim de evitar que a água capilar venha a
prejudicar a estabilidade do pavimento a ser construído, tornam-se necessárias certas
precauções, quer substituindo o material siltoso por outro de menor grau de capilaridade, quer
construindo sub-bases e bases adequadas.
A contração dos solos também explicada pelos
fenômenos capilares, com efeito quando toda a
superfície de um solo está submersa em água,
não há força capilar, pois = 90º. À medida,
porém, que a água vai sendo evaporada, vão se
formando meniscos entre os seus grãos e,
conseqüentemente, irão surgindo forças
capilares, que aproximam as partículas.
Existe, assim, agindo sobre o solo e em todas
as direções, uma pressão, chamada “pressão
capilar”, que cresce à medida que se
evapora a água. Esta compressão produzida
pela pressão capilar explica a contração dos
solos durante o seu processo de perda de
umidade.
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PERMEABILIDADE DOS SOLOS
A permeabilidade é a propriedade que o solo apresenta de permitir o escoamento de
água através dele. O grau de permeabilidade é expresso numericamente pelo
“coeficiente de permeabilidade”.
O conhecimento da permeabilidade é um parâmetro importante no que diz respeito
aos diversos problemas práticos de engenharia: drenagem, rebaixamento do lençol
freático, recalques, etc.
Determinação do coeficiente de permeabilidade - “LEI DE DARCY”
A velocidade de percolação é
diretamente proporcional ao
gradiente hidráulico.
v
=
k
i
p
p
v p = velocidade real de percolação da água
A Lei de Darcy é válida para
um escoamento laminar, tal
como deve se considerado o
escoamento na maioria dos
solos naturais.
k p = coeficiente de percolação
i
= gradiente hidráulico = h/L
h
= diferença entre o níveis d’água sobre cada um dos lados da camada de solo (perda de carga)
L
= espessura da camada de solo, medida na direção do escoamento.
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COEFICIENTECOEFICIENTE DEDE PERMEABILIDADEPERMEABILIDADE DOSDOS SOLOSSOLOS
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QUAL DAS CONDIÇÕES “A” OU “B” ABAIXO APRESENTA MAIOR VELOCIDADE DE
PERCOLAÇÃO, CONSIDERANDO QUE O COEFICIENTE DE PERCOLAÇÃO É DE 30
CM/MIN. FAÇA A COMPARAÇÃO PARA OS EXERCÍCIOS 1 E 2.
v
=
k
i
h
i =
Gradiente
p
p
L
hidráulico
Velocidade de percolação
A
B
Exercício 1
L
=180 cm
L
=40 cm
Exercício 2
L
=90 cm
L
=120 cm
h
= 40 cm
h
= 100 cm
h
= 100 cm
h
= 30 cm
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
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COMPRESSIBILIDADE
É a propriedade que o solo tem de diminuir seu volume sob a ação das cargas
aplicadas, constituindo-se em umas das principais causas dos recalques.
RELAÇÃO CARGA-DEFORMAÇÃO
Todos os materiais deformam-se pela ação de
uma carga aplicada, podendo ser representados
em gráfico conforme mostra a figura. Para os
materiais de construção a resistência dos
materiais especifica tabelas com as
características de correlação entre as cargas e as
respectivas deformações.
r
Observe as deformações nos limites de segurança
Em engenharia de fundações já o problema é complexo, além das deformações dos solos
serem comparativamente maiores que as dos materiais de construção, não se verificam
instantaneamente com a aplicação da carga, mas sim em função do tempo, como é
exemplo característico o que acontece com as argilas (vide figura).
Ainda tais deformações, geralmente, não uniformes, não são prejudiciais ao solo mas
podem comprometer as estruturas que assentam sobre eles. Surgem, desse modo, os
recalques diferenciais, cujo problema do cálculo é também de interesse do engenheiro de
estruturas que avalia sua repercussão sobre a obra.
Quando se projeta uma construção, deve-se prever os recalques a que esta estará
sujeita, para daí decidir com acerto sobre o tipo de fundação e até mesmo sobre o
sistema estrutural a ser adotado.
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
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COMPACTAÇÃO DOS SOLOS
Consiste no processo manual ou mecânico que visa reduzir o volume de seus vazios, e
assim aumentar sua resistência tornando-o mais estável. Constituí em uma operação
simples mas, de grande importância pelos seus consideráveis efeitos sobre a
estabilização de maciços terrosos.
A compactação do solo visa melhorar suas características quanto à resistência,
permeabilidade, compressibilidade e absorção de água.
DEPENDE
Peso específico do solo
Energia de compactação
e
teor de umidade
OBS:
Com acta ão
p
ç
Ex ulsão de ar
p
e Adensamento
Ex ulsão de á ua
p
g
Para uma dada compactação de um solo sob diferentes
condições de umidade e para uma determinada energia
de compactação determina-se uma curva de variação
dos pesos específicos ( ) em função da umidade ( h ).
Para fins práticos prefere-se utilizar a expressão:
traçando-se a curva s = f(x) que é
chamada curva de compactação.
S = 1 + h
A curva mostra um determinado ponto para o qual s é
máximo, onde a umidade correspondente é chamada de
umidade ótima ( h ot ).
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
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Ensaios
O ensaio original para determinação da umidade ótima é o ensaio de Proctor, proposto
em 1933, pelo engenheiro americano de mesmo nome (Ralph Proctor).
O ensaio original para determinação da umidade ótima é o
ensaio de Proctor, proposto em 1933, pelo engenheiro americano
de mesmo nome. Padronizado pela ABNT em seu MB-33.
O ensaio consiste em compactar uma amostra dentro de um
recipiente cilíndrico, com aproximadamente 1000 cm³, em 03
(três) camadas sucessivas, sob a ação de 25 golpes de um soquete,
pesando 2.5 kg , caindo de 30 cm de altura.
O então ensaio é repetido para diferentes teores de umidade,
determinando-se, para cada uma deles, o peso específico
aparente. Com os valores obtidos traça-se a curva s = f(x) como
vista anteriormente, obtendo-se s máx e h ot .
Para a determinação da curva é conveniente a determinação de
cinco pontos, procurando-se fazer que dois deles se encontrem na
zona seca (ramo esquerdo da curva) , um próximo à umidade
ótima e os outros dois na zona úmida (ramo da direita da curva).
A energia de compactação desse ensaio é de aproximadamente
6 kg.cm/cm3, calculada pela formula:
onde:
E
= energia específica de compactação;
PhNn
P
= peso do soquete;
E
=
h
= altura de queda do soquete;
V
N = número de golpes por camada;
n
= número de camadas;
V
= número de camadas.
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Energia de Compactação
Evidentemente, se esforço de compactação for outro, serão obtidos valores diferente
tanto para
máx como h ot . Atualmente, tendo em vista o maior peso dos equipamento
s
de compactação, tornou-se necessário alterar as condições do ensaio de Proctor, surgiu,
assim, o ensaio modificado de Proctor. Neste novo tipo de ensaio, utiliza-se o mesmo
molde, porém, executado em cinco camadas, sob a ação de 25 golpes de um peso de 4,5
kg, caindo de 45 cm de altura. A energia de compactação é da ordem de 25 kg.cm/cm³.
Compactação no campo
No campo, após espalhar o material, uniformemente, em camadas mais ou menos
horizontais, a compactação é feita empregando-se rolos compressores, pilões e
vibradores, além carros-pipa munidos de barra de distribuição (irrigação). Ás vezes
utiliza-se, quando o material permitir, o próprio equipamento de transporte para obter
compactação. Dependendo da natureza do terreno empregam-se rolos lisos,
rolos pé-de-carneiro ou rolos pneumáticos. Os primeiros, em
geral, para solos arenosos e os segundos para solos argilosos,
sendo que os últimos são adaptáveis a quase todos os tipos de
terreno.
A espessura da camada de solo (da ordem de 15 a 30 cm) e o
número de passadas do equipamento de compactação, podem
ser determinados controlando-se os resultados obtidos em um
trecho experimental previamente escolhido. É óbvio que a
compactação será tanto mais econômica, quanto maior for a
espessura das camadas e menor o número de passadas
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Terraplenagem
• Consideração do movimento de terra (aterro ou escavação)
• Movimentos de terra:
– Manual: executado pelo homem (pá, enxada, picareta e carriolas)
– Mecanizado: utilização de máquinas específicas (incluso transporte)
escavação e aterro: Escavadeira / Motoniveladora / Moto-scraper / Bob cat
Pá-carregadeira / Retroescavadeira / Poclaim / Draga
compactação: Rolo pé de carneiro / rolo vibratório / trator compactador
(Obs: compactação deve ser feita em camadas de até 25 cm)
– Empolamento: aumento de volume devido à escavação (tipo de solo)
cálculo volumétrico com determinação da taxa de empolamento real
– Capacidade de transporte em metros cúbicos
caminhão basculante: toco (6 m 3 ) e truck (12 m 3 )
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TERRAPLENAGEM - EQUIPAMENTOS
Carregadeira rodas
Caminhões articulados
Escavadeira hidráulica
Retroescavadeira
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TERRAPLENAGEM - EQUIPAMENTOS
Trator esteira
Rolo compactador
Rolo pé de carneiro
Motor scraper
Motoniveladora
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Terraplenagem: Exercícios em classe e proposto
5,0 m
7,0 m
Figura 1
10,0 m
20,0 m
Considerando-se 10% de empolamento para o volume de solo representado pela
figura 1, quantas viagens são necessárias para transportar todo o volume de
terra escavado utilizando-se caminhões toco (6 m³)? Resposta: 220 viagens
Exercício proposto
Considerando-se que exista dois tipos de solo neste volume da figura 1: solo 1
com 10% de empolamento e solo 2 com 20% , e considerando-se que o volume de
terra do solo 1 é o triplo do volume do solo 2, quantas viagens são necessárias
para transportar o volume de terra escavado ?
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Terraplenagem: Exercícios
Exercício 1
Considerando-se o volume de terra composto por 2 (dois) tipos de solos, de acordo com a
figura a seguir, e sabendo-se que o empolamento do solo 1 representa 1/4 (um quarto) do
valor do empolamento do solo 2 , determinar quantas viagens de terra escavadas deverão
ser transportadas com uma caminhão do tipo toco (capacidade 6 m³/ viagem),
considerando-se que o empolamento do solo 1 é igual a 10%?
5m
5m
Solo 2
Solo 1
Solo 1
5m
10m
5m
12m
5m
5m
Exercício 2
Considerando-se que existam 3 (três) tipos de solos num certo volume de aterro, sendo: o
solo 1 com 20% de empolamento, solo 2 com 10% e o solo 3 com 15%, considerando-se que
o volume de terra no corte do solo 1 é duas vezes e meia menor que o volume do solo 2 e que
o volume do solo3 é o dobro do volume do solo2 , quantas viagens são necessárias para
transportar todo o volume de terra escavado com um caminhão toco (capacidade 6 m³/
viagem), sabendo-se que o volume de terra do solo 1 é igual 600 m³ ?

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DD AA SS

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Exercício 1

Resposta:

so o

so o

Logo o total do volume escavado fica:

V total escavado = V escavado solo1 + V total escavado solo2

V escavado solo1 = V corte solo1 + V corte solo1 x E solo1 = 375 + 375 x 0,1=412,5 m³

V escavado solo2 = V corte solo2 + V corte solo2 x E solo2 = 975 + 975 x 0,4=1365 m³

Portanto , V total escavado = 412,5+1365 = 1777,5 m³

Logo o número de viagens é :

1777,5 / 6 = 296,25 ou 297 viagens

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Exercício 2

Resposta:

Desse modo o volume total é igual a:

V total escavado = 6000 x 1,2 + 15000 x 1,1 + 30000 x 1,15 = 7200 + 16500 + 34500 = 58200 m³

Logo o total de viagens com caminhão toco (6 m³) corresponde a:

Número de viagens = 58200 / 6 = 9700 viagens

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

Exercício 3 Considerando que foi preciso retirar 1000 viagens com caminhão toco (capacidade de 6 m³) para se realizar um terraplenagem em um maciço de terra contendo dois tipos de solo, pergunta-se qual é o empolamento do solo tipo 2 sabendo-se que a proporção de solos escavados tipo 1 e 2 é de 1:5 , O empolamento do solo 1 é de 5% e O volume total do solo no corte representa 5/6 do volume do solo escavado.

Resposta: Como foram retiradas 1000 viagens de terra em caminhão toco (6m³) Tem-se que o
Resposta:
Como foram retiradas 1000 viagens de terra em caminhão toco (6m³)
Tem-se que o Volume total escavado = 1000 x 6 = 6000 m 3
A proporção entre o solo 1 e o solo 2 escavados é de 1 : 5
Ou seja, V escavado solo 2 = 5 x V escavado solo 1 e como V escavado solo 1 + V escavado solo 1 = 6000
Portanto, tem-se que 6000 = 1000 + 5000 (V escavado solo 1 = 1000 m³ e V escavado solo 1 = 5000 m³)
Como o empolamento do solo 1 é 5% tem-se
1000 = V corte 1 x 1,05
portanto V corte 1 = 952,38 m 3
considerando que o volume total no corte representa 5/6 do volume do solo escavado
tem-se
6000 x 5/6 = 5000 m 3
portanto 5000 = 952,38 + V corte 2 onde V corte 2 = 4047,62 m 3
Para calcular o empolamento do solo 2 tem-se que:
5000 = 4047,62 + 4047,62 x Te solo 2
portanto,
4047,62 x Te solo 2 = 5000 - 4047,62
Logo Te solo 2 = 952,38 / 4047,62 ⇒ Te solo 2 = 0,235
portanto o empolamento do solo 2 é de 23,5%

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

Exercício extra Uma empresa foi contratada para executar um túnel com seção transversal no formato de um trapézio regular através de um maciço de terra em forma de um paralelepípedo com seção medindo 20 m x 100 m e no comprimento de 1 km, contendo dois tipos de solos diferentes. Sabendo-se que o eixo em relação às bases do trapézio do túnel está situado a um quinto da esquerda para a direita em relação ao maciço (vide figura), que o volume de terra que não será escavado localizado à esquerda do eixo do trapézio corresponde a 325.000 m³, o empolamento do solo 2 corresponde a 10% e os volumes escavados do solos 1 representa 90 % do solo 2, determinar qual é o empolamento do solo 1 considerando que o volume do solo transportado após a execução dos serviços corresponderá a 15% a mais do solo antes do corte.

20 m

100 m 1/5 eixo
100 m
1/5
eixo

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

Resposta:

Portanto 0,9 Vse 2 + Vse 2 = 200.000 Vse 2 = 90.789,47 m 3 (escavado) Vse 1 = 81.710,56 m 3 (escavado)

1,9 Vse 2 = 172.500

90.789,47 = Vsc 2 x 1,10 Portanto

Vsc 1 = 150.000 – 82.535,88 = 67.464,12 m 3 Logo

Vsc 1 x Es 1 = Vse 1

Vsc 2 = 82.535,88 m 3

67.464,12 x Es 1 = 81.710,56

Es 1 = 1,21

, logo o empolamento do solo 1 é 21 %

Conformação original do terreno EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD
Conformação original do terreno
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS
PROJETO / LOCAÇÃO E TERRAPLANAGEM
ÁREA DO TERRENO
corte
GABARITO
ESTACAS
Conformação final
ponto de transição
aterro
Perfil do solo
TERRAPLENAGEM
As construções são implantadas sempre considerando o
nivelamento dos pavimentos, isso ocorre desde os tempos da
pré-história, pois a sensação de estabilidade é intrínseca ao
homem até mesmo por uma questão de conforto.

Desse modo a conformação original do terreno é sempre corrigida através da execução da compensação entre corte e aterro necessários, implicando no movimento de terra que está inserida dentro da área de trabalho, do contrário há necessidade de complementar com mais terra (aterro) ou de se retirar (corte).

cotas Planta geral PROJETO A base referencial para o desenvolvimento do projeto está diretamente relacionada
cotas
Planta geral
PROJETO
A base referencial para o desenvolvimento do projeto está
diretamente relacionada à área disponível para sua
implantação e a própria área de construção, além de outras
características que podem influenciar na viabilidade para a
implantação do empreendimento (localização, tipo de
construção, pesquisa de mercado, custo-benefício, etc.).
LOCAÇÃO
Qualquer que seja o posicionamento da construção em relação
ao terreno é importante que seja feito com uma metodologia
que garanta precisão das medidas utilizando as referências de
níveis e de coordenadas.
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS
Gabarito: locação de estacas, baldrames, pilares, paredes, etc
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS
Planta de Locação: Marcação no gabarito
GABARITO
P1
P2
Ref.
0,20
P3
3,00
3,00
7,00
0,50
P4
4,00
17,00
10,00
P5
P6
12,50
10,50
5,50
(Medidas em metros)
Considerar sempre as
medidas acumuladas
12,50
23,00
HORIZONTAL
VERTICAL
12,50
3,00
28,50
Ref.
23,00
7,00
28,50
17,00
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS
Marcação: Exercício proposto
A
B
P1
P2
2,70
1,80
P3
PREENCHER A PLANILHA
CONSIDERANDO A REFERÊNCIA
NO PONTO “A” :
2,10
P4
HORIZONTAL
VERTICAL
1,00
3,00
2,70
2,50
P5
6,10
4,50
8,10
5,10
11,90
6,10
5,50
13,70
8,60
P6
P7
17,30
14,10
16,30
2,20
P8
3,00
C
D
3,00
3,10
2,00
3,80
1,80
3,60
3,60
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS
Exercício

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

AA DD EE DD AA SS CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE
2,20 1,00 5,00 3,00 5,90 4,00 6,90 4,80 7,70 5,50 10,10 5,80 - 7,10 -
2,20
1,00
5,00
3,00
5,90
4,00
6,90
4,80
7,70
5,50
10,10
5,80
- 7,10
- 8,10
- 8,90
- 10,30

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS CC

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS CC
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS CC
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS CC
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS CC

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

Exercício
Exercício
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS CC

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS CC
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS CC
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS CC
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS CC
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS CC

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS CC
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS
ÍNDICES FÍSICOS
Dependendo da quantidade de água existente no solo e da disposição das partículas
sólidas formando um volume de vazios maior ou menor, temos as características e
comportamento do solo diferente em função do estado em que o mesmo se encontra,
esse estado é caracterizado através dos Índices Físicos do solo.
AMOSTRAAMOSTRA PADRÃOPADRÃO DEDE SOLOSOLO
VV:: VolumeVolume totaltotal dodo solosolo
VV
ll
ii
VV:: VolumeVolume totaltotal dodo solosolo VV ll ii VvVv:: oo umeume dede vazvaz osos Var AR
VV:: VolumeVolume totaltotal dodo solosolo VV ll ii VvVv:: oo umeume dede vazvaz osos Var AR
VvVv:: oo umeume dede vazvaz osos Var AR VaVa:: VolumeVolume dede águaágua Vv VarVar ::
VvVv::
oo umeume dede vazvaz osos
Var
AR
VaVa:: VolumeVolume dede águaágua
Vv
VarVar :: VolumeVolume dede arar
V
Va
Pa
ÁGUA
VsVs::
VolumeVolume dosdos sólidossólidos
PaPa::
PêsoPêso dada águaágua
Vs
SÓLIDOS
Ps
PsPs::
PêsoPêso dosdos sólidossólidos
VOLUMES
PESOS
V = Vv + Vs
onde
Vv = Va + Var
P = Pa + Ps
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

DEFINIÇÕES

UMIDADE: Em laboratório determina-se o peso da amostra no seu estado natural (peso úmido) e o peso após secagem (peso seco) em uma estufa a 105 ºC ou 110 ºC até apresentar constância de massa (precisão aproximada de 1%.

portanto P sec o
portanto
P sec
o

h

Umidade (%)

aproximada de 1%. portanto P sec o h Umidade (%) A razão entre o peso da

A razão entre o peso da água e o peso do solo seco expressa em porcentagem.

P = P agua umido
P
=
P
agua
umido

como

Exemplo 1 Calcular a umidade de uma amostra de solo cujo peso inicial é de
Exemplo 1
Calcular a umidade de uma amostra de solo cujo peso inicial é de 1000 g (peso úmido) e após a
secagem resultou num peso correspondente a 800 g (peso seco). Resp: 25%
P
P
1000
800
200
umido
sec
o
h =
100
=
100
=
100
=
25%
800
800
P sec o
Exemplo 2
Calcular o peso seco de uma amostra de solo cujo peso inicial é de 1500 g (peso úmido) e após a
secagem resultou numa umidade correspondente a 20%. Resp: 1250 g
Exemplo 3
Calcular o peso de água a ser adicionado da amostra de solo do exercício anterior para alterar sua
umidade de 20% para 25%. Resp: 62,5 g
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

A determinação dos índices físicos se resume sempre no cálculo de pesos e volumes, começando com o conceito de PESO ESPECÍFICO (densidade)

Solo 1

com o conceito de PESO ESPECÍFICO (densidade) Solo 1 V γ 1 Solo 2 P 1

V

γ

1 Solo 2

P

1

de PESO ESPECÍFICO (densidade) Solo 1 V γ 1 Solo 2 P 1 V γ 2

V

γ 2

P 2

P > P 1 2 γ γ > 1 2
P
> P
1
2
γ
γ
>
1
2
Peso Específico Aparente de um Solo Peso específico das g partículas sólidas
Peso Específico Aparente
de um Solo
Peso específico das
g
partículas sólidas

(Ensaio de massa específica real - Chapman)

sólidas (Ensaio de massa específica real - Chapman) Razão entre o peso total de uma amostra
sólidas (Ensaio de massa específica real - Chapman) Razão entre o peso total de uma amostra

Razão entre o peso total de uma amostra de solo e o volume total (g/cm³, kg/m³, etc.)

Razão entre o Peso das partículas sólidas e o volume do solo seco (g/cm³, kg/m³, etc.)

s

Peso Específico Aparente

Seco

(g/cm³, kg/m³, etc.) s Peso Específico Aparente Seco (Ensaio de massa específica unitária) Razão entre o

(Ensaio de massa específica unitária)

Aparente Seco (Ensaio de massa específica unitária) Razão entre o Peso das partículas sólidas e o

Razão entre o Peso das partículas sólidas e o volume total (g/cm³, kg/m³, etc.)

 

=

P

s

=

P

s

P

t

=

P V t t P P t s
P
V
t
t
P
P
t
s

=

=

=

 
  = P s = P s P t = P V t t P P

s V

t

V

t

P

t

 

P

s

+

P

s

+

P

a

1 + h

P a P s
P
a
P
s

P

s

P

s

= = =   s V t V t P t   P s + P
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

EXERCÍCIOS DE PESO ESPECÍFICO

Exercício 4:

De acordo com as amostras de solos a seguir (S1 e S2) determine os seguintes índices físicos para cada tipo de solo: peso específico aparente do solo ( ), peso específico aparente do solo seco ( s ) , peso específico das partículas e teor de umidade (h). Utilizar as unidades para pesos específico em kg/m³.

S1 S1
S1
S1

S2

S2

S2 S1
S2
S1

10m

5m

5m 15m
5m 15m

15m

5m 15m
5m 15m
em kg/m³. S1 S1 S2 S2 S2 S1 10m 5m 15m Dados : M Massa S1

Dados:

M Massa S1 = 372.176,0 kg Massa S2 = 294.663,6 kg Massa seca S1 =
M
Massa S1 = 372.176,0 kg
Massa S2 = 294.663,6 kg
Massa seca S1 = 332.300,0 kg
=
assa seca
S2
255 120 0 k
.
,
g
S1 = 332.300,0 kg = assa seca S2 255 120 0 k . , g 5m

5m

Resposta:

Solo 1 Solo 2 p p 372.176 t 3 = t 3 = 1.178,65 kg
Solo 1
Solo 2
p
p
372.176
t
3
=
t
3
= 1.178,65
kg / m
=
=
= 1.488,70
kg
/
m
V
V
250
t
t
p
p
332.300
3
s
3
=
1020,48
kg / m
s
=
=
=
= 1329,20
kg
/
m
s
s
s
V
V
250
t
t
p
p
332.300
3
s
3
=
1275,6
kg / m
s
=
=
=
= 1661,50
kg
/
m
g
g
g
V
V
200
s
s
P
P
372.176
332.300
h
= 15,5%
u
s
h =
100
=
100
=
12,0%
P
332.300
s
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

Exercício 5:

EXERCÍCIOS DE PESO ESPECÍFICO

De acordo com as amostras de solos a seguir (S1 e S2) determine os índices físicos: peso específico aparente do solo (γ), peso específico aparente do solo seco (Vs ) e teor de umidade (h). Utilizar as unidades para pesos específico “kg/m³ ”e para o teor de umidade “% ”

específico “kg/m³ ”e para o teor de umidade “% ” diâmetro = 10 m Dados: Massa
específico “kg/m³ ”e para o teor de umidade “% ” diâmetro = 10 m Dados: Massa
específico “kg/m³ ”e para o teor de umidade “% ” diâmetro = 10 m Dados: Massa

diâmetro = 10 m

Dados:

Massa S1 = 3.600.000,0 kg Massa S2 = 1.200.000,0 kg Massa seca S1 = 3.400.000,0 kg Massa seca S2 = 1.133.333,3 kg

S 1 (solo tipo 1)

h 1 = 40 m

h 2 = 10 m

S 2 (solo tipo 2)

Resposta:

Solo 2 Volume cilindro = h x x R² Solo 1 Volume S1 = 30
Solo 2
Volume cilindro = h x x R²
Solo 1
Volume S1 = 30 x
x 5² = 2356,2 m³
Volume S2 = 10 x
x 5² = 785,4 m³
p
3600000
t
3
3
=
=
= 1.527,88
kg
/
m
= 1.527,88
kg / m
V
2356,2
t
p
3400000
3
3
=
1433,0
kg / m
s
=
=
= 1433,0
kg
/
m
s
s
V
2356,2
t
p
p
3400000
3
=
2061,4
kg / m
s
s
3
=
=
=
= 2061,4
kg
/
m
g
g
g
V
V
1649,34
s
s
P
P
3600000
3400000
u
s
h = 5,88%
h =
100
=
100
=
5,88%
P
3400000
s
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

ÍNDICE DE VAZIOS

Este índice foi introduzido por TERZAGHI ao estudar o fenômeno de adensamento do solo, pois a

variação de

(volume de sólidos) não varia, ou varia pouco, durante o fenômeno. Em laboratório sua determinação é

(índice de vazios), só depende de uma variável V v (volume da vazios), uma vez que V s

feita em função de g e s (Massa Unitária e Massa específica real).

Índice de vazios V V V V / P g t s t t s
Índice de vazios
V
V
V
V
/
P
g
t
s
t
t
s
=
=
1=
1
=
1
V
V
V
/
P
s
s
s
s
s
GC
Grau de compacidade
(Ensaio de massa unitária)

É a razão entre o volume de vazios (Vv) e o volume da parte sólida de um solo (Vs) expresso em %.

Relação entre a máxima e mínima compactação em comparação ao solo natural

Porosidade

Porosidade
Porosidade
Porosidade

Porosidade

compactação em comparação ao solo natural Porosidade Razão entre o volume de vazios em relação ao
compactação em comparação ao solo natural Porosidade Razão entre o volume de vazios em relação ao

Razão entre o volume de vazios em relação ao volume total da amostra de solo (%).

=

V V

=

V V V S V V T S
V
V
V
S
V
V
T
S

=

== V V V S =

V V V S
V
V
V
S

=

 

=

= V V = V V V S V V T S = = V V

V T

 

V

V

V

S

V

V

 

V

S

 

+ 1

 

1 +

+

 
     

+

V

S

V

S

V

S

V S V V   V S   + 1   1 + +    
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE
DD AA SS
CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS
EXERCÍCIOS DE ÍNDICE DE VAZIOS E POROSIDADE
Exercício 6:
Um corpo de prova cilíndrico de um solo argiloso apresenta altura H=12.5 cm, diâmetro
ø=5.0 cm e peso de 478.25 g o qual, após secagem, reduziu à 418.32 g. Sabendo-se que o
peso específico dos sólidos é 2,7 g/cm³, determinar:
a) O peso específico aparente seco ( s );
H
Volume:
b) O teor de umidade (h);
2
V =
◊R ◊H
c) O índice de vazios (
);
d) A porosidade (n).
D=2 x R
P
V
=V
V
V
V
S
S
V
=
V
T
V
=
=
s
V
V
V
T
S
T
Resposta:
Cálculo de Volume:
2
3
V = 3,1416◊2,5 ◊12,5 = 245,44cm
P
P
418,32
3
S
=
S
=
=
= 1,70
kg
/
m
s
s
V
V
245,44
T
T
P
P
478.25
418.32
u
s
h =
100
=
100
=
14,27%
P
418.32
s
P
418,32
S
como:
V
= V +V
e
=
2,70 =
T
S
V
g
V
V
S
S
3
3
portanto:
V S =
154,93cm
e
V
=V
V
V
=
245,44
154,93
=
90,51cm
V
T
S
V
V
V
V
90,51
V
90,51
V
V
V
=
V
=
=
= 36,9%
=
=
100
=
58,4%
=
V
V
245,44
V
154,93
V
T
T
S
S

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

Exercício 7:

O peso específico aparente seco de uma argila é 1,50 gf/cm³³, o teor de umidade
O peso específico aparente seco de uma argila é 1,50 gf/cm³³, o teor de umidade é de 44% e o peso
específico das partículas sólidas é de 2,80 gf/cm³. Pede-se calcular o índice de vazios desse material.
Resposta:
P
P
P
P
Como
S
S
e
S
S
=
⇒ 1,50 =
=
⇒ 2,80 =
S V
V
g V
V
T
T
S
S
portanto:
V
◊2,80 =
V
◊1,50
como
V
=V
+V
S
T
T
V
S
V
V V
V
tem-se:
V
◊2,80 = (
V
+
V
) ◊1,50 ⇒
= 0,87
⇒ =
x100 = 87%
S
V
S
V
V
S
S

Exercício 8:

Considerando-se as mesmas características do solo anterior determinar o índice de vazios da amostra de solo para um aumento da umidade de 44% para 68%. Resposta:

V V V V 68% umidade 44% umidade O valor do índice de vazios é
V
V
V
V
68% umidade
44% umidade
O valor do índice de vazios é o mesmo, pois
mesmo que aumente ou diminua a quantidade
de água na amostra de solo não há alteração do
volume de vazios, desse modo a razão entre o
volume de vazios em relação ao volume de
sólidos não sofre alteração.
V
V
V
S
S
V
=
V
=V
+V
V
AR
AGUA
V
S
=
87%
=
87%
EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE DD AA SS

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

GRAU DE AERAÇÃO E SATURAÇÃO DO SOLO

A

A Grau de aeração

Grau de aeração

DE AERAÇÃO E SATURAÇÃO DO SOLO A Grau de aeração GS Grau de saturação V V
DE AERAÇÃO E SATURAÇÃO DO SOLO A Grau de aeração GS Grau de saturação V V
GS
GS

Grau de saturação

DO SOLO A Grau de aeração GS Grau de saturação V V V S   V
DO SOLO A Grau de aeração GS Grau de saturação V V V S   V

V

V

V

S

 

V

V

V

S

 

Ar

umidade

Sólidos

Ar umidade Sólidos
Ar
umidade
Sólidos
S   Ar umidade Sólidos Ar umidade Sólidos V AR V A V AR V A

V AR

V

A

Ar umidade Sólidos Ar umidade Sólidos V AR V A V AR V A SECAGEM Retirada

V AR

V

A

SECAGEM Retirada de água

Sólidos V AR V A V AR V A SECAGEM Retirada de água SATURAÇÃO Adição de

SATURAÇÃO

Adição de água

V A SECAGEM Retirada de água SATURAÇÃO Adição de água V V V S   V

V

V

V

S

 

V

V

V

S

 

É a razão entre o volume de ar(Var) e o volume de vazios (Vv) expresso em %.

É a razão entre o volume de agua( Va) e o volume de vazios (Vv) expresso em %.

Ar Sólidos
Ar
Sólidos
umidade Sólidos
umidade
Sólidos
vazios ( Vv ) expresso em %. Ar Sólidos umidade Sólidos V AR Como Vv =

V AR

Como Vv = Var A = 1 x 100 A= 100 %

umidade Sólidos V AR Como Vv = Var A = 1 x 100 A= 100 %

Como Vv = Va V GS = 1 x 100

A GS= 100 %

Umidade = 100 % ???

P agua h = 100 = 100% P solidos
P
agua
h
=
100 = 100%
P
solidos
P =P agua solidos
P
=P
agua
solidos

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

DD AA SS

CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

Exercício 9:

Uma amostra de solo úmido tem um volume de 45 cm³, peso de 80,5 gf, e peso específico dos sólidos de 2,75 gf/cm³. Após secagem em estufa a 105∞∞∞∞C seu peso resultou de 70,5 gf. Calcular o teor de umidade, o índice de vazios, a porosidade e o grau de saturação, nas condições iniciais da amostra. Resposta:

P P 80,5 70,5 T S h = = = 0,1418 ⇒ h = 14,18%
P
P
80,5
70,5
T
S
h =
=
=
0,1418
h
=
14,18%
P
70,5
S
P
70,5
3
3
V
25,64
cm
como
V
=
V
+
V
45
=
V
+
25,64
V
=
19,36
cm
S
=
= 2 75 =
,
S =
T
V
S
V
V
s
V
V
S
S
V
19,36
V
19,36
V
e
V
=
◊100 =
100
=
75,51%
=
◊100 =
100
=
43%
V
25,64
V
45
T
S
P P
P
80,5
70,5
A
T
S
3
=
=
1
=
V
= 10,0
cm
A
A
A
V
V
V
A
A
A
V
10,0
A
GS =
◊100 ⇒ GS =
100
=
51,65%
V
19,36
V

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

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CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

Exercício 10:

Um corpo de prova cúbico de argila seca mede 3,0 cm de aresta e pesa 46,0 gf. O corpo de prova foi saturado e manteve o volume constante, pesando após a saturação 56,5 gf. Determinar o peso específico das partículas sólidas. Resposta:

amostra padrão amostra seca amostra seca amostra saturada ar P = P P = 56,5
amostra padrão
amostra seca
amostra seca
amostra saturada
ar
P
= P
P
= 56,5 46,0 = 10,50
gf
Vv
AR
AR
ÁGUA
Agua
Sat
Seca
água
Como
=
1,0
gf / cm³
A
Vs
Sólidos
Sólidos
Sólidos
= P
= 10,5
gf cm
(
3 )
V A
A
secagem
O peso é numericamente igual ao volume.
saturação
Na condição da amostra saturada tem-se:
= V
V A
e como
V
T = V
+ V
V
=
V
V
=
27,0
10,50
=
16,50
cm ³
V
S
A
S
T
A
=
=
g = 2,79
gf
/
cm
³
Portanto o peso específico das partículas sólidas é:
g V
16,5
S

P

S

46,0

EE SS TT AA BB II LL II DD AA DD EE

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CC OO NN SS TT RR UU ÇÇ ÕÕ EE SS

Exercício 11:

Um cilindro metálico pesando 270 gf e de volume 265 cm³, foi cravado em um aterro de areai fina pouco argilosa, preenchendo-o todo. O peso total do cilindro mais solo é de 840 gf, sendo de 500 gf o peso do solo seco. Pede-se para calcular: o índice de vazios e o grau de saturação do aterro, sabendo-se que o peso específico das partículas sólidas é de 2,857 gf/cm³. Resposta:

P 500 S = ⇒ 2,857 = ⇒ V = 175 cm ³ V =
P
500
S
=
2,857
=
V
= 175
cm
³
V
=
V
+
V
265
=
V
+
175
V
=
90
cm³
Como
g
S
T
V
S
V
V
V
V
S
S
V
90
V
Cálculo do índice de vazios:
=
◊100 =
100
=
51,43%
V
175
S
P
P
P
570
500
A
T
S
=
=
1
=
V
= 70
cm
³
Cálculo do volume de água:
A
A
A
V
V
V
A
A
A
V
70
Cálculo do grau de saturação:
A
GS =
◊100 ⇒ GS =
100
=
77,78%
V
90
V

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Exercício 12:

Uma amostra de argila ensaiada no laboratório forneceu peso específico aparente seco igual a 1,80 gf/cm³ e peso específico dos sólidos igual a 2,60 gf/cm³. Sabendo-se que o grau de aeração corresponde a 20%, pede-se calcular o índice de vazios do solo, usando-se apenas fórmulas de definições e o grau de saturação. Resposta:

P S = = 1,80 ⇒ P = V ◊1,80 como V =V +V S
P
S
=
= 1,80
P
=
V
◊1,80
como
V
=V
+V
S
S
T
T
V
S
V
T
2,60 ◊V
= 1,80◊(V
+V )
2,60 ◊V
= 1,80 ◊V
+1,80 ◊V
2,6 ◊V 1,8◊V
= 1,80 ◊V
S
V
S
S
V
S
S
S
V
V
V
0,8◊ V
= 1,8◊ V
= 0,44 =
⇒ =
0,44◊100 = 44%
(Índice de vazios)
S
V
V
S
Cálculo em função dos pesos específicos:
 2,60
g
g
=
1 ◊100
=
1
100
=
1
  ◊ 100
=
44%
  ◊
1,80
S
S
V
0,8
V
A
Cálculo do grau de saturação:
GS =
⇒ GS =
V x
100
=
80%
V
V
V
V

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Exercício 13:

Uma amostra de solo saturado tem um volume de 0,0283 m³ e pesa 57,2 kgf. O peso específico dos sólidos é 2,79 tf/m³. Determinar o teor de umidade e o índice de vazios desse solo. Resposta:

Como o solo está saturado então: P = P + P = 57,2 ◊10 3
Como o solo está saturado então:
P
= P
+
P
= 57,2 ◊10
3 gf
Peso total da amostra:
(
I
)
T
A
S
V
= V
= P
V
A
A
P
S
Como
V
= V
+ V
28300
= V
+ V
28.300
= P
+
( II )
T
V
S
A
S
A
2,79
Substituindo—se o valor de P A da equação ( I ) na equação ( II ) tem-se
P
3
S
3
3
28.300
= 57,2 ◊10
P
+
0,64
P
=
28,9
10
P
=
45,16
10
gf
S
S
S
2,79
3
3
P
P
57,2
10
45,16
10
T
S
Cálculo da umidade:
h =
100
=
100
=
26,7%
3
P
45,16
10
S
3
V
12,04
10
P A
V
Cálculo do índice de vazios:
=
=
=
= 0,744
=
74,4%
V
V
45,16
10
3 2,79
S
S

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Exercício 13:

Sabendo-se que o peso específico aparente de um solo é 1,60 gf/cm³, teor de umidade 33% e o peso específico das partículas é de 2,67 gf/cm³, pergunta-se qual o valor da quantidade de água a ser adicionada por m³ de solo necessária para saturá-lo? Resposta:

Cálculo do volume de vazios 6 6 6 V = V + V ⇒ V
Cálculo do volume de vazios
6
6
6
V
=
V
+
V
V
=
V
V
=
10
0,6
10
=
0,4
10
cm
³
T
V
S
V
T
S
Na condição do solo com umidade 33% tem-se:
P
P
A
A
6
6
h =
= 0,33 ⇒
=
P
P
=
0,33
P
P
=
0,33 1,6 10
=
0,528 10
gf
S
A
S
A
6
V
=
V
=
0,4
10
cm
³
V
A
amostra padrão
amostra seca
solo saturado
Como a densidade da água é igual a 1,0 g/cm³ teme-se:
ar
Adição
Vv
AR
P
=
V
= 1 0,4 10
6 gf
água
V A
água
A
A
A
água
Portanto a adição de água para saturar 1 m³ de solo é igual a:
Vs
Sólidos
? Sólidos
6
6
6
0,528
10
0,4
10
=
0,128
10
=
128000 gf

P

S

0,33

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Exercício 14:

Calcular a quantidade de que deve ser adicionada para moldar um corpo de prova cilíndrico de 10 cm de altura e de 5 cm de diâmetro, sabendo-se que o solo se encontra com um teor de umidade de 9% e que o corpo de prova deverá apresentar peso específico aparente de 2,05 gf/cm³ e o teor de umidade de 25%. Resposta:

V T = r 2 H = 3,1416 2,5² 10 = 196,35 cm ³ H=10
V
T =
r
2 H
=
3,1416
2,5²
10
=
196,35
cm
³
H=10 cm
P
P
S
S
Cálculo do peso das partículas do solo:
=
⇒ 2,05 =
P
= 402,52
gf
S
P
P
Quantidade de água inicial (9%):
T
S
P 9%
h =
100
=
=
0,09
P
=
36,23
gf
9%
P 15%
Cálculo do peso de água após a adição (15%):
h
=
=
0,15
P
=
60,38
gf
15%
402,52
Portanto a adição de água deve ser:
P
P
=
60,38
36,23
=
24,15gf
15%
9%

S V

T

196,35

P

S

402,52

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Exercício 15:

Uma amostra de solo saturado tem um volume de 0,0383 m³ e pesa 77,2 kgf. O peso específico dos sólidos é 2,65 tf/m³. Determinar o teor de umidade e o índice de vazios desse solo. Resposta:

P Como 3 3 S = V +V ⇒ 38,3 10 ◊ = V +V
P
Como
3
3
S
= V
+V
38,3 10
= V
+V
38,3 10
= P
+
V T
( II )
V
S
A
S
A
2,65
Substituindo-se o valor de P A da equação (I) na equação (II) tem-se:
P
3
3
S
3
3
38,3.10 = 77,2 ◊10
P
+
0,62
P
=
38,9
10
P
=
62,74
10
gf
S
S
S
2,65
3
3
P
P
77,2
10
62,74
10
T
S
Umidade
h =
100
=
100
=
23,04%
3
P
62,74
10
S
2,65
g
Índice de Vazios
=
1 =
1
=
61,6%
1,64
S

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Exercício 16:

Uma amostra de areia possui 100% de umidade e seu volume corresponde a um cilindro regular com 5m de diâmetro e 10 m de altura e seu peso igual a 353,25 tf. Determinar qual é seu peso seco e o índice de vazios sabendo-se que o peso específico das partículas é igual a 2,75 g/cm³. Através da análise do resultado encontrado o que se pode concluir? Resposta:

=

P

S

176,63

V

S

V S =

Como

Como

V TOTAL = V V + V S

g V

S

2,75 =

64,23

196,35 = V V + 64,23

m³

Índice de Vazios:

=

=

= 2,06

ou

206%

V V = 132,12 m³

Volume de Vazios = 132,12 m³

Volume de Sólidos = 64,23 m³

O volume de água é muito significativo em relação ao volume de sólidos, e neste caso, em especial, o volume de vazios corresponde ao volume de água porque todo o volume de ar foi preenchido pela água pois o solo está acima do ponto de saturação. Este tipo de solo é conhecido como “areia movediça” e ao se descarregar um peso sobre esse tipo de solo não haverá resistência de equilíbrio, desse modo o peso afunda indefinidamente ao longo de sua espessura (Pode-se dizer que uma mistura de água com um pouco de solo).

V

V

132,12

V

S

64,23

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Exercício 17:

Qual é o valor do volume seco de uma dada amostra saturada sabendo-se que sua umidade corresponde 15 %, do peso total da amostra cujo valor é 2500 kgf e seu índice de vazios é igual a 75 %.

Resposta: P P = 2500 P T S h = S Como ⇒ 0,15 ⇒
Resposta:
P
P
= 2500
P
T
S
h =
S
Como
⇒ 0,15
P
S = 2173,9
kgf
P
P
S
S
Portanto o peso da água é igual a:
P
= 2500
2173 9 = 326 1
,
,
kgf
A
Como a amostra é saturada o volume de vazios é igual ao volume de água e também considerando que
o peso específico da água é igual a 1,0 g/cm³ o volume da água é numericamente igual ao seu peso.
=
326,1 kgf
=
V
=
326,1 m³
P A
A
V
0,326
0,326
V
Como
=
= 0,75
=
= 0,75
⇒ V S =
= 0,435
m
³
V
V
0,75
S
S

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Exercício 18:

O volume de ar de uma dada amostra é igual 0,345 m³, seu peso total é igual a 2000 kg e o seu peso seco corresponde a 1900 kg. Pergunta-se qual é o volume de vazios da amostra e seu teor de umidade? Determinar o valor do peso específico aparente seco, peso específico das partículas e do índice de vazios sabendo-se que o volume total é igual a 1,20 m³ ? Resposta:

Calculo do volume de vazios e do teor de umidade Peso Água = Peso total
Calculo do volume de vazios e do teor de umidade
Peso Água = Peso total – Peso seco
Peso água = 2000 – 1900 = 100 kg
Como a densidade da água corresponde a 1,0 tf/m³ ou gf/cm³ tem-se que
O volume da água é numericamente igual ao peso da água
V A = P A = 100 litros ou 0,1 m³
Como
V V = V AR + V ÁGUA ⇒ V V = 0,345 + 0,1 = 0,445 m³
(volume de vazios)
P
100
A
h =
◊100 =
100
=
5,26%
(teor de umidade)
P
1900
S
Calculo do Peso específico aparente, Peso específico das partículas e do índice de Vazios
P
1,9
S
=
=
= 1,58
gf
/
cm
³
como
V T = V V + V S
V S = 1,2 – 0,445 = 0,755 m³
S
V
1,2
T
P
1,9
0,445
S
=
=
= 2,52
gf
/
cm
³
e
=
.100
=
58,8%
g
V
0,755
0,755
S

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Exercício 19:

Uma dada amostra de solo com volume de 1,0 m³ pesa 1800 kg e possui peso específico das partículas igual a 2,8 gf/cm³ e peso específico aparente seco igual 1,65 gf/cm³. Determinar qual é o teor de umidade e o índice de vazios da amostra. Resposta:

S = S = = 1,65 ⇒ P = 1,65 ◊10 = 1650 kgf e
S
=
S =
= 1,65
P
= 1,65 ◊10
= 1650
kgf
e P
= P
P
= 1800 1650 = 150
kgf
S
S
A
T
S
P augua
h =
.100
=
o 1650
P sec
Cálculo do Índice de vazios
P
1,65
S
=
= 2,80gf / cm³
⇒ V S =
= 0,589
m
³
Portanto
V
=
V
V
=
1
0,589
=
0,411 m³
V
T
S
g V
2,8
S
Pode-se Calcular também pela formula:
Logo
=
◊100 =
.100
=
69,7%
2,80
g
V
0,589
=
(
1) ◊100 = (
1) 100
=
69,7%
S
1,65
S

V

T

10 6

150 .100

=

9,1%

V

V