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PRODUTOS DE CONCRETO

Um desafio especial

Fabricação de blocos de concreto - Um trabalho fácil? Pense duas vezes!

Na produção de pré-fabricados de concreto e mais exatamente em blocos estruturais, não basta possuir a melhor infra-estrutura ou matéria prima. Se não se conta com o devido conhecimento e experiência, os resultados podem ser fatais para una empresa que está apenas começando. Produzir blocos de concreto não é fácil, o fabricante deve contemplar pelo menos 12 variáveis que podem afetar a qualidade do produto, entre as que estão: os agregados, o cimento, o desenho da mistura, o processo produtivo, os pallets, a cura, os aditivos, a relação água/cimento etc. Informação técnica a respeito não é fácil de encontrar, textos especializados a mencionam tangencialmente, mesmo na internet não é pos- sível encontrar dados de qualidade que sirvam para tomar decisões. Este artigo está dirigido aos empreendedores e pequenos produtores que estão começando no negócio.

e pequenos produtores que estão começando no negócio. Jorge Yances, Prefabricadosenconcreto, Colômbia Sergio

Jorge Yances, Prefabricadosenconcreto, Colômbia

Sergio Prahl, Bautech International, Colômbia

Colômbia Sergio Prahl, Bautech International, Colômbia IOs pré-fabricados de concreto vão ganhando adeptos dia a

IOs pré-fabricados de concreto vão ganhando adeptos dia a dia no nosso país. É uma forma de aumentar a produtivi- dade e reduzir os tempos de execução de uma obra. Na produção de blocos de con- creto existe una serie de variáveis que de não ser cuidadosamente consideradas podem fazer fracassar qualquer negócio. O tema tem sua ciência. De nada servirá ter as melhores maquinas ou a melhor dis- posição, se não possuímos o conhecimento

a melhor dis- posição, se não possuímos o conhecimento Produção de Paralelepípedo dupla capa de 200x100x60

Produção de Paralelepípedo dupla capa de 200x100x60 mm, cor amarela. A capa superior possui uma espessura de 8 mm

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e a experiência na produção deste tipo de

elementos. Se bem é verdade que a mecâ- nica da produção é fácil de realizar, não devemos passar por alto os procedimentos de controle que devem ser realizados antes, durante e depois desta.

A literatura disponível sobre o tema é muito

escassa e a forma mais comum de produzir continua sendo o antigo e ainda vigente, mas nada recomendável, método da “ten- tativa e erro”, é dizer, experimentar com varias dosagens quantas vezes for necessá- rio até obter os resultados procurados. É de

se esperar que muitas empresas possam fra-

cassar antes de fazer sua primeira venda.

O processo de produção, o desenho da

mistura, os agregados e os aditivos, entre outros, são segredos muito bem guardados pelos conhecedores; apesar de que o que funciona para uns não funcionará para outros, já que não é o mesmo produzir em Bogotá que produzir em Caracas, Lima ou Buenos Aires. Em cada uma destas cida- des as condições climáticas são diferentes, assim como os agregados, o cimento e a água. Portanto, antes de comprar a maqui-

o cimento e a água. Portanto, antes de comprar a maqui- Produção de Bloco split branco

Produção de Bloco split branco de 12x9x39 mm. Especial para fachadas de alta categoria fabricadas com mármore branco e cimento branco

www.cpi-worldwide.com

PRODUTOS DE CONCRETO Jorge Yances, Architekt, besitzt eine 15jährige Erfahrung in der Beton- fertigteilproduktion und
PRODUTOS DE CONCRETO Jorge Yances, Architekt, besitzt eine 15jährige Erfahrung in der Beton- fertigteilproduktion und

PRODUTOS DE CONCRETO

Jorge Yances, Architekt, besitzt eine 15jährige Erfahrung in der Beton-PRODUTOS DE CONCRETO fertigteilproduktion und war als Produktionsleiter der Firma Manufacturas de Cemento S.A. -Titan- und

fertigteilproduktion und war als Produktionsleiter der Firma Manufacturas de Cemento S.A. -Titan- und als Qualitätsleiter der Firma Kreato S.A. bes- chäftigt. Zurzeit arbeitet er in ganz Lateinamerika als internationaler Berater für die Betonfertigteilproduktion. jeyances@prefabricadosenconcreto.com www.prefabricadosenconcreto.com.

Sergio Prahl, Engenheiro Mecânico Industrial. Tem 25 anos de expe-www.prefabricadosenconcreto.com. riência em Desenho, Montagem, posta em marcha e produção

riência em Desenho, Montagem, posta em marcha e produção em plantas de pré-fabricados de concreto, fibrocimento e morteiros em diferentes paí- ses da América Latina, EUA e Europa. Trabalhou 14 anos para o grupo suíço Amanco até chegar à posição de Diretor Corporativo para a América Latina e atualmente é diretor da Bautech International. Seu enfoque prin- cipal está no desenvolvimento de produtos de alto valor agregado, princi- palmente de pré-fabricados de concreto, desde sua produção até sua

comercialização.

sergioprahl@bautech-int.com, www.bautech-int.com

naria é importante investir na elaboração de um Estudo de Eficácia que nos deixe claro temas como a melhor localização da planta, os aspectos técnicos da produção, onde estão localizados os melhores agregados e quais são os custos de produzir um bloco, entre outros.

Quando um cliente solicita um bloco estrutural, muitas vezes o que lhe interessa é só a resistência e a aparência que este possui; mas por trás destas características se escondem muitas outras que pouco ou nada lhe importam; no entanto, o fabricante deve possuir controle sobre elas, conhecê-las, analisá-las, quantificá-las e sem- pre, fazer seu seguimento. Refiro-me à: densidade, dimensões, absorção, eflorescência, contração linear por secagem, uniformi- dade da cor, homogeneidade da mistura, segregação e outros.

Infelizmente, nem sempre possuímos os equipamentos necessários para realizar estes ensaios nas nossas plantas pelo que se faz necessário recorrer com frequência a laboratórios especializados para que elaborem as análises baseadas nos procedimentos des- critos nas respectivas normas técnicas. Para o caso dos blocos de concreto, são testados sob a norma colombiana NTC 4024 e NTC 4026 ou sua equivalente internacional ASTM C140/99 e ASTM C90/96 respectivamente. Toda empresa que mostrar interesse na qualidade de seus produtos e na satisfação de seus clientes não só deve adquirir as respectivas normas técnicas, senão entendê-las, sabê-las interpretar e aplicá-las a todos os processos da produção. Algumas fábricas artesanais costumam realizar provas empíricas, obviamente NÃO aprovadas por nenhuma norma, que consistem

em lançar um bloco desde certa altura para demonstrar sua capa- cidade de resistência. Esta prática não é suficiente para determinar

o comportamento do elemento em longo prazo e não possui

nenhum fundamento técnico nem se fundamenta em base normati-

va alguma, pelo que NÃO deve ser aceito como prova única.

Isto pode ser um pouco frustrante, já que segundo a norma é neces- sário esperar pelo menos 28 dias para obter resultados confiáveis; não há outra forma, os ensaios devem ser realizados a 7, 14, 21 e 28 dias. Dado que o concreto é um elemento vivo, e assim deve ser considerado, pois sua resistência aumenta com cada dia de vida; o recomendável para o fabricante responsável é fazer segui- mento mesmo depois de cumprir as quatro semanas, ou seja, 60, 120, 180, 270 e 360 dias.

A seguir são relacionadas as variáveis mais importantes que

podem chegar a afetar a qualidade final de um bloco de concre-

to, tomando como referência o processo de produção de uma plan-

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o processo de produção de uma plan- www.cpi-worldwide.com FCI – Fábrica de Concreto Internacional – 5
o processo de produção de uma plan- www.cpi-worldwide.com FCI – Fábrica de Concreto Internacional – 5
o processo de produção de uma plan- www.cpi-worldwide.com FCI – Fábrica de Concreto Internacional – 5
Tomada de medidas no primeiro ponto de controle de qualidade, na saída da vibro-compressora ta

Tomada de medidas no primeiro ponto de controle de qualidade, na saída da vibro-compressora

ta modelo, similar à que possuem 95% dos produtores na Colômbia; a pequena escala, com maquinas vibro-compressoras manuais, cura a ambiente e uma produção de 1600 unidades a cada oito horas. São essas:

Os Agregados É importante conhecer sua precedência e propriedades, tanto quí- micas como físicas, já que podem reagir negativamente com o cimento e diminuir sua vida útil. Quanto mais dureza possuir, melhor vai ser seu comportamento ante a compressão. Os melho- res resultados foram obtidos com materiais pétreos, preferivelmente triturados e lavados (de minas) ou de rio (seixo). Os materiais con- taminados com argila, alongados ou achatados devem ser excluí- dos. Se desejar obter uma excelente qualidade em seus produtos com o menor consumo de cimento deve ter cuidado com a granu- lometria e a limpeza dos agregados. Acabamentos atrativos e decorativos podem ser possíveis com o uso de mármores de dife- rentes cores, vidro, resinas e silicatos de alumínio, etc. É importante analisar sua densidade, granulometria, resistência, tenacidade, absorção e sanidade. NTC 174, ASTM C33.

A Qualidade da Água

Se é apta para consumo humano então pode ser considerada acei- tável para o concreto. Em situações nas que não se dispuser de tal qualidade é necessário realizar ensaios químicos de acidez, alca- linidade, dureza, cloro, pH, sedimentos, sólidos dissolvidos, turva-

ção e partículas em suspensão. NTC 3459, ASTM BS 3148.

O Cimento

De todos os tipos de cimento que existem, cada um possui quali- dades específicas para cada aplicação. A seleção deste deve ser considerada segundo o uso que o elemento vai receber, o ambien- te ao que vai estar submetido, assim como o tipo de cura que será realizado. Cada marca do Portland Tipo I nos oferece diferenças em sua cor e finura. O Tipo III nos proporciona altas resistências a idades prematuras, o Tipo V é resistente aos sulfatos, sendo espe- cial para ambientes marinhos. É importante fazer um controle do cimento e ter uma comunicação permanente com os fabricantes

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para conhecer as mudanças em adições, resistências e tempos de presa. NTC 121, NTC 321, ASTM C150/80.

O Desenho da Mistura

Esta é talvez a variável que mais afeta a qualidade do produto final, dela depende a densidade, a absorção e a resistência do elemen-

to. É uma das mais importantes e merece especial cuidado em sua elaboração. Deve ser formulada por pessoal profissional altamente qualificado. De seu êxito depende a qualidade do produto e seu preço no mercado, pelo que tem a particularidade de fazer a empresa mais competitiva e viável financeiramente. Um bom dese- nho tenta obter a mais alta resistência com a menor quantidade de matéria prima, otimizando a quantidade de cimento e reduzindo custos desnecessários. Uma boa dosagem relaciona em peso a

quantidade de agregados finos, grossos, cimento, água, aditivos e pigmentos. Com frequência assessoramos pequenas e médias empresas onde encontramos um erro muito comum, o qual é supor que um só desenho é suficiente para todos os seus produtos; cada elemento merece sua própria análise para evitar sobredimensionar

à mistura. Você sabe quanto dinheiro isto pode representar por ano? Considere contratar uma boa assessoria nesta área.

A Maquinaria

Cada equipamento vibro-compressor possui sua própria particula- ridade e deixa sua marca em cada elemento que produz, outor- gando-lhe características muito particulares no que se refere à den- sidade. Um equipamento mal calibrado, desbalanceado ou desni- velado pode causar fissuras difíceis de detectar, as quais provoca- rão diminuições na resistência; por outro lado, um bom equipa- mento e em perfeito estado mecânico pode permitir conseguir um estado ótimo da mistura e em consequência uma redução na quan- tidade de cimento. Os tempos de vibração e compactação são diferentes para cada produto

O Processo de Mistura

A ordem em que os agregados, o cimento, a água, os aditivos e o

pigmento são inseridos na misturadora é importante e tem uma sequência específica. Cada um merece especial atenção e seu próprio tempo de mistura.

As Bandejas ou Pallets Devem ser planas e de material resistente à água, não devem pos-

suir defeitos de convexidade ou concavidade e ser preferivelmen-

te elaboradas em uma só peça, em materiais como madeira, metal

ou polímeros.

A cura

É o processo durante o qual o concreto ganha resistência. A tem-

peratura ambiente, dependendo do tipo de cimento e do procedi- mento de cura pode durar até sete dias, no qual o bloco pode obter até 70% de sua resistência total. A temperatura e umidade ambiental merecem cuidado especial. De nada vale vigiar as variá- veis anteriores se não atendemos corretamente este processo. Começa aproximadamente às 12 horas posteriores à incorporação da água à mistura e seu efeito produz a evaporação da água do interior do bloco pelo que devemos garantir que aconteça de forma lenta e progressiva, mantendo a temperatura ambiente entre 30 e 35 °C e a umidade relativa superior a 90%. Os produtos devem ser protegidos do vento e do sol preferivelmente em câma- ras isoladas. NTC 4026, ASTM C90/96.

A Manipulação

Quanto menos os blocos forem manipulados durante sua cura e armazenamento, mais estaremos protegendo sua qualidade. Uma

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má manipulação pode gerar microfissuras, rachaduras ou fendas que vão produzir resultados não desejados no acabamento ou em um ensaio de compressão.

Os Aditivos

A incorporação de aditivos à mistura de concreto deve ser consi-

derada como um valor agregado que pode nos ajudar a aperfei- çoar a mesma, reduzindo a quantidade de cimento e controlando

a eflorescência, entre outros fatores importantes para o bom

desempenho dos produtos. Os benefícios são substanciais se sou- bermos escolher, normalmente os superplastificantes aumentam a manuseabilidade, permitindo uma melhor densidade e melhorando

o acabamento, o que ao final se traduz em uma melhor aparência estética e resultados de laboratório ótimos. NTC 4023, ASTM

C157.

Os Pigmentos

A cor no concreto chegou para ficar, os pigmentos inorgânicos ela-

borados a partir de óxidos de ferro como o amarelo, vermelho, preto e café são os mais estáveis; foram encontradas aplicações de mais de 20 anos com resultados aceitáveis. Por outro lado as cores verde e azul correspondem ao uso de óxidos de cromo e cobalto respectivamente. Sua aplicação depende do uso e ambiente em que o elemento vai estar. A cor é deteriorada pela luz ultravioleta contida nos raios solares, adicionalmente também pode ser degra- dada pela chuva ácida e os elementos químicos contidos no solo. Na produção de pré-fabricados devem ser utilizadas com extremo cuidado para não alterar o tom final do produto, já que este pode ser afetado pela quantidade e a cor do cimento, a quantidade de água, a quantidade de pigmento e a cor dos agregados. NTC 3760, ASTM C192.

de pigmento e a cor dos agregados. NTC 3760, ASTM C192. Linha de produção de muro

Linha de produção de muro de contenção para processo de split- ting, cor areia

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Qualidade perfeita e máxima produtividade na produção dos blocos de cimento.

e máxima produtividade na produção dos blocos de cimento. Developed in cooperation with ESTA PLACA RESISTE.
e máxima produtividade na produção dos blocos de cimento. Developed in cooperation with ESTA PLACA RESISTE.

Developed in cooperation with

ESTA PLACA RESISTE.

cimento. Developed in cooperation with ESTA PLACA RESISTE. O ASSYX Duro BOARD ® define a escala

O ASSYX

DuroBOARD ®

define a escala para as placas inferiores na indústria do bloco de cimento.

para as placas inferiores na indústria do bloco de cimento. ASSYX GmbH & Co. KG Zum

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A seleção e controle de qualidade nos agregados é fundamental na produção de pré-fabricados PRODUTOS

A seleção e controle de qualidade nos agregados é fundamental na produção de pré-fabricados

PRODUTOS DE CONCRETO

na produção de pré-fabricados PRODUTOS DE CONCRETO Produção de Bloco branco de 9x19x39 mm. Especial para

Produção de Bloco branco de 9x19x39 mm. Especial para muros divisórios em escritórios de alto prestígio

Relação a/c

A relação água/cimento é um dos indica-

dores mais importantes em todo desenho

de mistura. Os pré-fabricados são produzi- dos com misturas secas pelo que a Ra/c é muito baixa, de 0,3 a 0,7. A quantidade de água que é incorporada à mistura deve ser cuidadosamente determinada e deve con- siderar a umidade que os agregados pos- suem, pelo que se faz necessário fazer ajustes por umidade ao desenho de mistu-

ra

proposto.

O Controle de Qualidade

A melhor forma de obter um produto de má

qualidade é não exercer nenhum tipo de

controle durante seu processo de elabora- ção. O controle de qualidade deve ser entendido como um processo inerente à produção que é desenvolvida antes, duran-

te e depois desta. Uma adequada capaci-

tação de todos os envolvidos nesta opera-

ção pode assegurar grande parte do êxito

e economizar muito dinheiro em perdas que podem ser evitadas.

Nesta ordem de ideias, se levamos em con- sideração que os custos diretos de fabrica- ção (CDF) atingem aproximadamente 64% do valor de cada bloco e que somente 23% pertencem aos custos indiretos de fabricação (CIF), é importante concentrar nossa atenção nos primeiros. Se analisar- mos detalhadamente, encontraremos que desses 64%, aproximadamente 56% per- tencem ao custo da matéria prima, desta forma, o primeiro a controlar é o cimento, logo o agregado fino, seguiria o agregado grosso e por último a água. Portanto, uma das chaves para conseguir um preço com-

petitivo sem afetar a resistência é elaborar

o desenho de mistura correto.

Todas e cada uma destas variáveis afetam em maior ou menor grau a qualidade de um bloco; o êxito está em contemplá-las

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todas em seu devido momento; os detalhes que parecem insignificantes terminarão fazendo a diferença. Ao quantificar as anteriores variáveis, percebemos que este

não é um trabalho simples, pelo contrario, para produzir um bom bloco de concreto é necessário o conhecimento, a experiência

e um rigoroso controle de qualidade.

Quanto mais automatizada possamos ter nossa planta, menos variáveis teremos que

controlar e menos serão os riscos de come-

ter

erros.

Por conseguinte, é fácil fazer um bloco de concreto? Obviamente minha resposta seria NÃO!

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