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AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA Escola E. B. 2,3 de Agrel

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA Escola E. B. 2,3 de Agrel @

Escola E. B. 2,3 de Agrel@

D’AGRELA E VALE DO LEÇA Escola E. B. 2,3 de Agrel @ A - PREPARAR A
A - PREPARAR A LEITURA A OBRA 1. Repara na obra de onde é extraído
A - PREPARAR A LEITURA
A OBRA
1.
Repara na obra de onde é extraído este texto.
1.1. Procura o referido livro na biblioteca da escola e completa a informação do esquema
seguinte:
Bibliografia
Autor:
Obras :
Data de Publicação:
*
*
Século:
*
*
Biografia
*
*
*
*
* Contos
* 1902
*
*
*
*
Nascimento:
*
*
Aspectos relevantes:
Capítulos
Págs. livro
CONTOS
*
*

*

*

*

*

*

*

*

*

*

*

*

*

*

A AIA

*

*

*

*

*

*

*

*

*

Morte:

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1.2. Escolhe o conto que te pareça mais sugestivo (com excepção do conto A AIA) e, sem leres o texto, preenche o quadro que se segue (sê criativo!):

Personagem Principal

Adjuvantes (quem ajuda a personagem principal?)

Oponentes (quem a

prejudica?)

Espaço (onde se passa a acção?)

Tempo (quando?)

Acção Central

Subtítulo

1.3. Parece interessante a tua história No teu caderno diário, tenta desenvolvê-la , escrevendo um texto de pelo menos uma página.

1.4. Apresenta, oralmente, a tua história à turma.

LEITURA RECREATIVA

Em casa, lê o conto de Eça de Queirós que serviu de ponto de partida para o teu próprio “conto”.

O CONTO

2.

Atenta, agora, no título do texto que vais estudar.

2.1. Refere um sinónimo do título

2.2. Quem é identificado pelo título?

2.3. Que inferências podes fazer a partir do título?

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA 3. Observa as imagens: Escola E.

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3. Observa as imagens:

ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA 3. Observa as imagens: Escola E. B. 2,3 de Agrel
ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA 3. Observa as imagens: Escola E. B. 2,3 de Agrel

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DO LEÇA 3. Observa as imagens: Escola E. B. 2,3 de Agrel @ A3 B2 1.

A3

A3
A3
A3

B2

B2
B2
B2

1.

Observa as imagens: Escola E. B. 2,3 de Agrel @ A3 B2 1. A3 B2 3.1.
Observa as imagens: Escola E. B. 2,3 de Agrel @ A3 B2 1. A3 B2 3.1.

A3

A3
A3

B2

B2
B2

3.1. Ordena-as de forma a criares uma história. 3.2. Conta oralmente a história que criaste.

1. As imagens que ilustram o conto são originais de Pedro Horta, professor de Educação Visual na Escola E.B. 2º e 3º Ciclos de Agrela.

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4. Completa o esquema que se segue, tendo em consideração a narrativa oral que produziste.

CONTEXTO SITUACIONAL

Quem fala? Onde? A quem fala? Quando? LOCUTOR (aquele que produz o discurso) INTERLOCUTOR v.s.
Quem fala?
Onde?
A quem fala?
Quando?
LOCUTOR (aquele que produz o discurso)
INTERLOCUTOR
v.s.
OUVINTE
ENUNCIADO
MEIO (canal de transmissão)
CÓDIGO

B – LER O TEXTO

1. o texto integral em silêncio.

2. Verifica as semelhanças e diferenças existentes com o texto oral que criaste.

 

O Teu Texto Oral

A Aia

 

*

*

Semelhanças

*

*

*

*

 

*

*

*

*

Diferenças

*

*

3. Ordena novamente as imagens, agora de acordo com as sequências do texto.

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CONCLUI

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O

texto

foi escrito por

,

um autor do século

O

título identifica uma

do texto.

Na comunicação verbal temos de considerar o entidade que produz o discurso, se dirige ao

,

Na comunicação verbal temos de cons iderar o entidade que produz o discurso , se dirige

quem se dirige o discurso e que nele sem tomar parte nele; e o

em que o aquele a

,

, aquele que ouve o discurso

parte; o que se refere ao

parte; o que se refere ao de transmissão dos enunciados.

de transmissão dos enunciados.

parte; o que se refere ao de transmissão dos enunciados.

C - CONHECER O TEXTO

C1. Tipologia Textual

1. Verifica a existência no texto de diferentes sequências tipológicas, preenchendo a tabela que a

seguir se apresenta:

Parágrafos

Classe de palavras dominante

Tempos verbais

Sequências narrativas

Sequências descritivas

Sequências dialogais /

conversacionais

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Neste texto predominam as sequências avança. Em oposição, nas sequências

interessa),

, ou seja, os momentos em que a acção a acção avança / pára (risca o que não

, entidade que narra a acção, apresentar características das

para

o

, do tempo e do

Este texto insere-se, portanto, no protótipo textual

em que a

se desenrola.

APRENDE MAIS

Os textos que actualizam o protótipo textual narrativo caracterizam-se por representar eventos, temporalmente correlacionados que configuram o desenvolvimento de uma acção global e que se ligam de forma lógica, orientada para um desenlace. São textos que apresentam as categorias da narrativa: acção, personagens, narrador, tempo e espaço.

um desenlace. São textos que apresentam as categorias da narrativa: acção, personagens, narrador, tempo e espaço

C2. Categorias da Narrativa C2.1. Acção

1. Delimita a estrutura tripartida da acção, preenchendo o quadro:

Momentos da acção

Delimitação

Peripécias

Situação Inicial

   

Conflito

   

Resolução do Conflito

   
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2. De acordo com o levantamento das peripécias que fizeste na resposta anterior, escolhe a opção correcta:

a) há sequências narrativas que se encaixam dentro de outras.

b) as sequências narrativas estão ordenadas cronologicamente.

c) há várias sequências que vão sendo narradas alternadamente.

3. Sabendo que a cada uma das alíneas anteriores corresponde um dos termos que a seguir se

apresenta, faz a respectiva correspondência:

3.1. Encadeamento alínea

3.2. Alternância

3.3. Encaixe

4. Repara na frase que termina a acção: «E cravou o punhal no coração.»

4.1. Consideras que a resolução do conflito fica em suspenso ou é definitiva? Justifica.

4.2. Será então a acção aberta ou fechada? Justifica, novamente.

ESCREVE

O desfecho do conto é trágico e inesperado.

No teu caderno diário, rescreve o final do conto, alterando o desfecho da acção.

(máximo 30 linhas)

CONCLUI

A

conflito e

acção do texto apresenta uma estrutura tripartida designada por

do

, Quanto às sequências narrativas, temos a considerar o

encadeamento, quando as sequências estão

ordenadas

;

o

quando uma sequência é encaixada dentro de outra; a

, quando várias sequências vão sendo narradas

,

Ao nível da delimitação da acção, podemos considerá-la

fica em suspenso, ou definitivo.

se o desfecho da história

se conhecemos o destino das personagens e o desenlace é

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA C2.2. Personagens 1. Completa o quadro

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C2.2. Personagens

1. Completa o quadro que se segue:

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Personagens

Relevo

*

*Principal

*

*

*

*

*

*

*

*

*

*

2. Retira do texto os elementos caracterizadores da personagem principal, relativos aos seguintes processos de caracterização:

Caracterização directa:

Caracterização indirecta:

3. Que entidade apresenta a caracterização directa da personagem?

A

O

3.1. Que nome dás a esse processo?

própria personagem

narrador / outra personagem

processo ? própria personagem narrador / outra personagem 4. Completa, agora, o quadro compar ativo que

4. Completa, agora, o quadro comparativo que a seguir de apresenta:

 

Principezinho

Escravozinho

 

*

*

*

*

Semelhanças

*

*

 

*

*

*

*

Diferenças

*

*

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5. Caracteriza as restantes personagens secundárias, com a ajuda do quadro que se segue:

 

Características Físicas

Características Psicológicas

   

*

Rei

*

*

*

*

 

*

   

*

*

*

Rainha

*

*

 

*

*

*

*

Tio

*

*

*

6. Qual é a classe de palavras que predomina na caracterização das personagens?

7. Procura, numa

informação.

gramática

de

8. Repara no excerto:

Língua

Portuguesa,

a

definição

dessa

classe

e

regista

a

Ao lado dele, outro menino dormia noutro berço. Mas este era um escravozinho, filho da bela e robusta escrava que amamentava o príncipe. Ambos tinham nascido na mesma noite de Verão. O mesmo seio os criara. Quando a rainha, antes de adormecer, vinha beijar o principezinho, que tinha o cabelo louro e fino, beijava também por amor dele o escravozinho, que tinha o cabelo negro e crespo. Os olhos de ambos reluziam como pedras preciosas. Somente, o berço de um era magnífico e de marfim entre brocados – e o berço de outro, pobre e de verga. A leal escrava, porém, a ambos cercava de carinho igual, porque, se um era o seu filho – o outro seria o seu rei.

8.1. Sublinha todos os adjectivos que encontrares neste excerto.

8.2. Em que grau se encontram?

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8.3. Substituiu os adjectivos que sublinhaste por outros que sejam sinónimos.

8.4. Agora faz o mesmo exercício, colocando os adjectivos no grau superlativo absoluto

sintético.

8.5.

Relê o excerto, suprimindo todos os adjectivos que sublinhaste.

 

8.6.

O que concluis?

8.7.

Repara, agora, na posição que o adjectivo ocupa em relação ao nome:

 

a)

pré-nominal (exemplo):

b)

pós-nominal (exemplo):

c)

altera a posição do adjectivo na expressão «

cabelo louro

».

d)

O que concluis?

8.8.

Agora centra-te na função sintáctica que o adjectivo desempenha na frase.

 

a)

Qual é a função sintáctica desempenhada pelo adjectivo em «A leal escrava,

»?

b) E em «

CONCLUI

o berço de um era magnífico

»?

Utiliza as palavras e expressões que se seguem para completar os espaços em branco. A Aia, singular, género, qualificativos, modificador adjectival, belo, grau, enriquecimento, abundante, masculino, predicativo do sujeito, dupla adjectivação, plural, qualificam.

Os adjectivos que

os nomes, contribuindo para o

 

do

texto, designam-se por adjectivos

Flexionam-se em

,

feminino e

,

por exemplo: bela /

;

número,

e

,

por exemplo: fino / finos; e

Podem desempenhar a função

sintáctica de

,

ou de

No conto

Eça de Queirós utiliza adjectivação

 

,

em especial a

, contribuindo para a riqueza vocabular do texto.

Completa a tabela da página seguinte com informação relativa à flexão em grau, que estudaste em anos anteriores:

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GRAUS DOS ADJECTIVOS

EXEMPLOS

Escola E. B. 2,3 de Agrel @ GRAUS DOS ADJECTIVOS EXEMPLOS « cabelo louro e fino

«

cabelo

louro e fino,

»

cabelo tão louro e fino como (quanto)

NORMAL

COMPARATIVO

SUPERIORIDADE

ABSOLUTO

RELATIVO

NORMAL COMPARATIVO SUPERIORIDADE ABSOLUTO RELATIVO SINTÉTICO INFERIORIDADE APRENDE MAIS Os adjectivos

SINTÉTICO

INFERIORIDADE

APRENDE MAIS

Os adjectivos qualificativos enunciam as qualidades do nome desempenhando a função sintáctica de modificador adjectival (ex. Uma noite longa),ou predicativo (do sujeito ou do objecto) (ex. A noite é longa). Os adjectivos qualificativos ocorrem à direita e à esquerda do nome. Alguns adjectivos têm uma posição pós-nominal obrigatória (ex: Ele tinha cabelo louro. - e não - *Ele tinha louro cabelo).

têm uma posição pós-nominal obrigatória (ex: Ele tinha cabelo louro . - e não - *Ele

C2.3. Narrador

1. Completa o texto que se segue com informação relativa a esta entidade.

O narrador é a entidade ficcional que

a acção. O texto A Aia é narrado na

pessoa, portanto o narrador

opção errada), uma vez que é exterior à

é

, heterodiegético / autodiegético (risca a

Quanto à focalização, trata-se de um narrador

,

pois conhece profundamente as

,

incluindo a sua maneira

de ser.

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA C2.4. Tempo 1. Repara na expressão

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C2.4. Tempo

1. Repara na expressão temporal que inicia o texto «Era uma vez

».

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1.1. Que informação te transmite?

1.2. Em que género discursivo é comum encontrar esta expressão (selecciona a alínea correcta):

e) notícias

f) contos

g) diários

2. Faz, agora, o levantamento das referências temporais que predominam no texto.

3. Que conclusão retiras desse levantamento, quanto à sucessão dos acontecimentos? (selecciona a opção correcta).

as expressões remetem para o tempo vivido pela personagem, de acordo com o seu estado de espírito. do pela personagem, de acordo com o seu estado de espírito.

as expressões remetem para a sucessão cronológica dos acontecimentos.pela personagem, de acordo com o seu estado de espírito. as expressões remetem para a época

as expressões remetem para a época ou momento em que decorre a acção.remetem para a sucessão cronológica dos acontecimentos. a) b) c) 4. As alíneas da questão anterior

a)

b)

c)

4. As alíneas da questão anterior indicam três aspectos distintos do tempo da acção. Faz a correspondência entre as alíneas e os termos respectivos:

4.1 Tempo histórico

4.2 Tempo psicológico

4.3 Tempo cronológico

alínea

5. Repara nas expressões sublinhadas no seguinte excerto:

Todavia, também ela tremia pelo seu principezinho! Quantas vezes, com ele pendurado do peito, pensava na sua fragilidade, na sua longa infância, nos anos lentos que correriam, antes que ele fosse ao menos do tamanho de uma espada, e naquele tio cruel, de face mais escura que a noite e coração mais escuro que a face, faminto do trono, e espreitando de cima do seu rochedo entre os alfanges da sua borda!

a) Indica para que tempo da acção remetem. Justifica a tua resposta.

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6. Observa, atentamente, as modificações que foram introduzidas nas frases que se seguem:

6.1. «Todavia, também ela tremia pelo seu principezinho!»

6.2. Todavia, também ela tremeu pelo seu principezinho!

6.3. Todavia, também ela treme pelo seu principezinho!

7. Em que consistem essas modificações?

8. Identifica o tempo e o modo verbal utilizado em cada frase.

9. Faz corresponder as alíneas que se seguem às frases em 6.

a) o tempo verbal exprime factualidade da acção ocorrida no

b) o tempo verbal exprime uma acção totalmente realizada no

c) o tempo verbal exprime continuidade da acção ocorrida no

CONCLUI

A alteração dos do Indicativo remete para uma do Indicativo indica O Pretérito Perfeito do no passado.

condiciona a evolução da acção. O ocorrida no momento. O

acção ocorrida no

remete para uma acção

da

10. Repara nas formas verbais que se encontram a negrito, no excerto.

10.1. Substituiu essas formas pelos seguintes tempos verbais do Indicativo:

a) Pretérito perfeito:

b) Presente:

11. O que concluis dessa alteração?

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C2.5. Espaço

1. Preenche o esquema que se segue com elementos do texto relativos ao espaço:

ESPAÇO

segue com elementos do texto relativos ao espaço: ESPAÇO SOCIAL FÍSICO Exterior Interior CONCLUI Características
segue com elementos do texto relativos ao espaço: ESPAÇO SOCIAL FÍSICO Exterior Interior CONCLUI Características

SOCIAL

com elementos do texto relativos ao espaço: ESPAÇO SOCIAL FÍSICO Exterior Interior CONCLUI Características «Câmara

FÍSICO

Exterior
Exterior
texto relativos ao espaço: ESPAÇO SOCIAL FÍSICO Exterior Interior CONCLUI Características «Câmara dos Tesoiros»
texto relativos ao espaço: ESPAÇO SOCIAL FÍSICO Exterior Interior CONCLUI Características «Câmara dos Tesoiros»
texto relativos ao espaço: ESPAÇO SOCIAL FÍSICO Exterior Interior CONCLUI Características «Câmara dos Tesoiros»

Interior

ao espaço: ESPAÇO SOCIAL FÍSICO Exterior Interior CONCLUI Características «Câmara dos Tesoiros» Quanto ao
ao espaço: ESPAÇO SOCIAL FÍSICO Exterior Interior CONCLUI Características «Câmara dos Tesoiros» Quanto ao

CONCLUI

Características

SOCIAL FÍSICO Exterior Interior CONCLUI Características «Câmara dos Tesoiros» Quanto ao relevo as personagens

«Câmara dos Tesoiros»

Interior CONCLUI Características «Câmara dos Tesoiros» Quanto ao relevo as personagens podem desempenhar o papel
Interior CONCLUI Características «Câmara dos Tesoiros» Quanto ao relevo as personagens podem desempenhar o papel

Quanto ao relevo as personagens podem desempenhar o papel

processo de caracterização é através do seu

, secundário ou

Quando a informação sobre a sua caracterização está explícita no texto, o

Se a informação for implícita e tiver de ser deduzida ou atitudes, o processo é

No que diz respeito ao tempo da acção podemos distinguir

saber: tempo Aia» predomina o tempo

aspectos do tempo da acção, a No texto «A

uma vez que os acontecimentos se sucedem numa ordem

;

tempo

e tempo

,

O

é outra categoria da narrativa. Podemos considerar neste texto o espaço

 

,

que se refere ao

onde se passa a acção; e o espaço

,

que se

refere ao

ou ambiente onde a acção decorre.

 
AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA C3. Figuras Escola E. B. 2,3

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C3. Figuras

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1. Completa o quadro relativo a algumas figuras de discurso retiradas do texto:

Figuras

Metáfora

Hipérbole

Comparação

Personificação

Definição

       

Exemplos

       

Parágrafos

       

Significado

       

da

Expressão

C4. Coesão Textual

C.4.1. Retomas Anafóricas

1. Repara nas frases que se seguem.

A. A escrava amamentava o príncipe.

B. Ela cercava-o de carinho, pois ele seria o seu rei.

a) A frase B retoma elementos da frase A. Concordas com esta afirmação?

b) Que elementos da frase A são retomados ou repetidos na frase B?

c) Indica as palavras que na frase B se referem a elementos da frase

d) Indica a classe a que pertencem essas

e

e) Parece-te que o texto apresentado (frases A e B) revela continuidade e progressão? Justifica a tua

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA 2. Atenta agora nos próximos exemplos.

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2. Atenta agora nos próximos exemplos.

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A.

O príncipe dormia sossegado.

B.

O futuro rei estava ameaçado de morte.

a)

Nestas duas frases há elementos que são retomados?

b)

c)

Refere a classe de palavras a que

d)

Fora do contexto do texto que conheces, seria evidente que o grupo nominal {o futuro rei} retoma o grupo {o príncipe}?

e)

Como percebes, então, esta retoma?

f)

Este processo de fazer progredir o texto é idêntico ao apresentado no exercício C4.1? Justifica.

APRENDE MAIS

Quando no texto a interpretação de uma expressão depende de uma outra anterior ou

antecedente, temos uma anáfora. O termo que retoma o antecedente designa-se por termo anafórico. Se existirem diversos termos anafóricos dependentes do mesmo antecedente temos uma cadeia de referência. Se duas ou mais expressões linguísticas identificarem o mesmo referente, ou seja, a mesma entidade do mundo, sem dependerem uma da outra, falamos de co-referência não anafórica.

uma da outra, falamos de co-referência não anafórica . CONCLUI No exercício 1. , os nomes

CONCLUI

No exercício 1., os nomes pessoais, um

, seja, a mesma entidade do mundo. No exercício 2., temos uma

de

e

são retomados na frase B por três

possessivo e um

comum, formando uma

, ou

uma vez que estas formas indicam o mesmo

-

não

, uma vez que é através do

conhecimento do

que sabemos da co-referência entre os dois termos.

APLICA OS CONHECIMENTOS

1. Atenta no 3º parágrafo do texto e faz o levantamento das retomas que aí encontrares.

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA 3. Observa atentamente as frases que

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3. Observa atentamente as frases que se seguem:

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a) A escrava era leal ao príncipe. Ela protegeu-o.

b) Durante a batalha o monarca foi ferido mortalmente. O rei deixou o reino desprotegido.

c) A rainha acorreu ao berço do filho. O berço estava adornado com brocados de seda finíssima.

d) A rainha chorou desoladamente. O choro comoveu a leal aia.

3.1. As alíneas anteriores apresentam diferentes tipos de retomas. Observa-as atentamente e identifica o fenómeno que ocorreu em cada uma delas.

3.1.1. O antecedente é repetido.

3.1.2. O antecedente é substituído por um pronome.

3.1.3. O antecedente é convertido em nome.

3.1.4. O antecedente é substituído por um sinónimo.

alíneas

O antecedente é substituído por um sinónimo. alíneas 3.2. Indica, agora, o termo que refere os

3.2. Indica, agora, o termo que refere os fenómenos indicados na questão anterior, de acordo com o exemplo.

3.2.1. Pronominalização

3.2.2. Repetição

3.2.3. Sinonímia

3.2.4. Nominalização

APRENDE MAIS

3.1.1
3.1.1

A Pronominalização, a Repetição, a Sinonímia e a Nominalização são alguns dos tipos de

retomas anafóricas que contribuem para a coesão do texto, conferindo-lhe continuidade e

progressão.

do texto , conferindo-lhe continuidade e progressão . APLICA OS CONHECIMENTOS Atente novamente no 3º parágrafo

APLICA OS CONHECIMENTOS

Atente novamente no 3º parágrafo do texto e no levantamento que fizeste das retomas anafóricas.

a) Classifica o tipo de retomas que aí encontraste.

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA C.4.2. Conectivos ou Articuladores de Discurso

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C.4.2. Conectivos ou Articuladores de Discurso

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Depois houve um gemido, um corpo tombando molemente, sobre lajes, como um fardo.

Descerrou violentamente a cortina. E além, ao fundo da galeria, avistou homens, um

Num relance tudo compreendeu: o palácio

surpreendido, o bastardo cruel vindo roubar, matar o seu príncipe! Então, rapidamente, sem uma vacilação, uma dúvida, arrebatou o príncipe do seu berço de marfim, atirou-o para o pobre berço de verga, e, tirando o seu filho do berço servil, entre beijos

desesperados, deitou-o no berço real que cobriu com um brocado.

clarão de lanternas, brilhos de armas

1. Repara nas palavras e expressões sublinhadas neste excerto.

a) Para que servem?

b) O que exprimem? (completa os espaços em branco com as palavras e expressões sublinhadas no texto)

a) Ligação temporal:

b) Ligação espacial:

c) Modo:

d) Adição:

e

c) Substitui no excerto transcrito as expressões ou palavras sublinhadas por outras de sentido equivalente.

d) No texto que a seguir se apresenta, completa os espaços em branco utilizando o conectivo ou articulador que considerares mais adequado.

como pudemos verificar; e; porque; por isso; Ao contrário; Era evidente que

A rainha chorou de desespero

ficava sozinha com o seu bebé.

o irmão bastardo do rei tentaria usurpar o poder

matar o

legítimo herdeiro do trono. A nobreza estava fragilizada pela perda na batalha,

facilmente sucumbiria a um ataque do bastado e da sua horda. da rainha, a aia era uma mulher de fortes convicções e, , teve um papel fundamental na defesa do pequeno príncipe.

e) Indica o que cada um deles exprime.

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APRENDE MAIS

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Os conectivos ou articuladores servem para exprimir diferentes ideias ou circunstâncias. Porque ajudam muito, aqui vai uma pequena lista de conectivos e articuladores que poderás utilizar.

IDEIA A EXPRIMIR

CONECTIVOS / ARTICULADORES

 

ADIÇÃO

e, pois, além disso, e ainda

CAUSA

pois, por causa de , porque, dado que

CERTEZA

é evidente que, certamente, de certo, naturalmente, evidentemente

CONSEQUÊNCIA

portanto, logo, por tudo isto, de modo que, tanto

que

CONCLUSÃO

enfim, resumindo, de tal forma que, em conclusão, concluindo

CHAMAR A ATENÇÃO

notemos bem que, reparemos, veja bem que

DÚVIDA

talvez, não sei bem, é provavel, possivelmente

ENFATIZAR

efectivamente, com efeito, como vimos

ESCLARECER, EVITAR EQUÍVOCOS

não é que, longe de

EXEMPLIFICAR, CITAR

por exemplo, isto é, aqui se apresenta, como se pode ver em

FIM

para que, com o intuito de, a fim de

HIPÓTESE OU CONDIÇÃO

se, por pouco que, a menos que, salvo se, supondo, admitindo

LIGAÇÃO ESPACIAL

ao lado, sobre, sob, à esquerda, no meio

LIGAÇÃO TEMPORAL OU SEQUÊNCIALIZAÇÃO

antes, depois, em seguida, até que, quando

OPINIÃO PESSOAL

quanto a mim, acho, penso que, na minha opinião

OPOSIÇÃO, RESTRIÇÃO

mas, apesar de, contudo, todavia, porém, no entanto, por outro lado

REAFIRMAÇÃO, RESUMO

por outras palavras, ou seja, em resumo, na verdade, de facto

SEMELHANÇA

do mesmo modo, tal como, assim como

por outras palavras, ou seja, em resumo, na verdade, de facto SEMELHANÇA do mesmo modo, tal

1.

ESCREVE

Numa gramática de Língua Portuguesa, procura as características do resumo. Anota-as no teu caderno diário e faz o resumo do conto. Serve-te dos conectivos ou articuladores para realizares o teu trabalho.

1. In Saber Português, Amélia Pinto Pais, Areal Editores

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA C.5. Classificação de Frases Complexas C.5.1

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA

C.5. Classificação de Frases Complexas C.5.1 Subordinação

Escola E. B. 2,3 de Agrel@

1. Repara em algumas das possibilidades de ocorrência da palavra que:

 

Que

Conjunção

Conjunção

Conjunção

Conjunção

 

subordinativa

subordinativa

subordinativa

subordinativa

Pronome relativo

causal

final

consecutiva

completiva

2. Observa atentamente as frases seguintes:

a) «Senhores, aias, homens de armas, seguiam, num respeito tão comovido, que apenas se ouvia

o roçar das sandálias nas lajes.»

b) Salva-o rapidamente, que ele corre perigo.

c)

d) A rainha fez-lhe sinal que escolhesse um tesouro.

e)

«

«

deitou-o

no berço real que cobriu com um brocado.»

um velho de casta nobre lembrou que ela fosse levada ao Tesoiro real

»

3. Sublinha em cada uma das frases as formas verbais dos verbos principais.

4. Como classificas cada uma das frases em relação ao número de formas verbais pertencentes à classe dos verbos

CONCLUI

As frases que apresentam mais do que uma forma designam-se por frases mais frases simples.

pertencente à classe dos verbos

, pois são constituídas por duas ou

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA A Escola E. B. 2,3 de

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA

A

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é um processo de ligação de frases simples através de uma

uma locução conjuncional subordinativa, ou de um

subordinativa,

relativo, dando então origem a uma frase complexa.

Na subordinação estabelece-se uma relação de aquela que lhe fica subordinada. A frase principal designa-se por frase dependente por frase

entre a frase principal e e a

5.

Divide as frases complexas anteriores, identificando a frase subordinada, de acordo com o exemplo:

 

a)

b)

que ele corre perigo.

c)

d)

e)

6.

Aponta a relação que cada frase subordinada estabelece com a frase subordinante (insere a alínea

correspondente):

 

alínea

6.1

exprime o propósito, a intenção da realização da situação descrita na frase subordinante.

6.2. é introduzida por um pronome relativo

ocorre na frase subordinante.

associado a um antecedente que

6.3.

exprime a consequência de um facto apresentado na frase subordinante.

6.4.

exerce a função de completar a estrutura do núcleo verbal.

6.5.

exprime a razão, o motivo do evento descrito na frase subordinante.

7.

Completa, agora, o quadro da questão 1 com as frases subordinadas da questão 2.

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APRENDE MAIS

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As frases subordinadas são frases encaixadas em outras frases – segundo o tipo de encaixe que se

verifica e o tipo de função sintáctica da subordinada, definem-se três tipos de subordinadas:

substantiva, adjectiva e adverbial. Tendo por referência o objecto de estudo deste guião (frases subordinadas introduzidas por que), considera a seguinte informação:

1. As frases subordinadas completivas são substantivas pois desempenham as funções do nome: sujeito e complemento directo.

2. As frases subordinadas adjectivas desempenham uma função sintáctica própria do adjectivo, exercem, então, a função sintáctica de modificadores do nome.

3. As frases subordinadas adverbiais exprimem circunstâncias próprias dos advérbios, desempenhando a função de modificadores frásicos (da frase).

4. As frases subordinadas adverbiais comparativas e consecutivas exercem a função de complementos frásicos, uma vez que são consideradas construções de graduação.

consecutivas exercem a função de complementos frásicos, uma vez que são consideradas construções de graduação.

8. Insere as frases do exercício cinco na tabela que se segue:

 

Exemplos

Função Sintáctica

Frases subordinadas substantivas

*

*

Frases subordinadas adjectivas

*

*

Frases subordinadas adverbiais

*

*

*

*

 

*

*

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9. Para concluir a classificação das frases subordinadas, resta acrescentares o nome da palavra que introduz cada frase à classificação feita na tabela anterior. Segue o exemplo e a ordem das alíneas no exercício 5.

a)

b)

Frase subordinada adverbial causal

c)

d)

e)

APLICA OS CONHECIMENTOS

1. Considera as frases que a seguir se apresentam:

a) O rei, que partira para a batalha, não regressou.

b) A Aia, leal, amava o príncipe já que ele seria o seu futuro rei.

c) A Aia trocou os bebés para que o príncipe fosse salvo.

d) O bastardo julgou que raptara o príncipe.

e) O tio era um homem de tal maneira cruel que teve coragem de matar a criança.

f) A Aia pertencia a uma raça que acreditava que a vida da terra continuava no céu.

g) A rainha pegou no príncipe que despertara para que fosse visto por todos.

2. Sublinha, a lápis, as formas verbais de cada uma das frases.

3. Sublinha, a tinta, os elementos de ligação entre as frases simples.

4. Preenche o quadro da página seguinte, tendo em conta as aprendizagens que adquiriste sobre este assunto.

As frases subordinadas adjectivas relativas com antecedente devem ser objecto de análise mais detalhada num outro guião.

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Alíneas

Frase subordinante

 

Elementos de ligação entre as frases

Frases subordinadas

Nome das frases subordinadas

Funções sintácticas das frases subordinadas

a)

 

*

*que partira para a batalha

*

*

b)

 

*

*

*Frase subordinada adverbial causal

*

c)

 

*

*

*

*Modificador frásico

d)

*O bastardo julgou

*

*

*

*

e)

 

*

*

*

*

   

*

     

f)

*

*

*

*

Modificador do nome

*

*

*

Complemento directo

   

*

Pronome relativo

     
 

*

*

*

g)

Locução conjuncional subordinativa final

*

*

*

*

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D – ESCREVER O TEXTO

A Aia, personagem principal do conto, apresenta um comportamento evolutivo ao longo da acção,

surpreendendo-nos por mais de uma vez. No teu caderno diário, faz um comentário às atitudes da Aia,

no decorrer dos acontecimentos.

Depois de concluída esta tarefa, completa o quadro-síntese que se apresenta de seguida. Deves

também considerar os textos que produziste nos momentos anteriores de

ESCREVE

deste guião.

E – SIMULAR O REAL

Pelos motivos que já conheces, a Aia decide suicidar-se no final da acção. O suicídio é um dos muitos problemas que afectam os adolescentes dos nossos dias. Poderá, então, o suicídio ser entendido como um acto de cobardia ou um acto de valentia? E a personagem principal do texto, terá ela sido corajosa ou cobarde ao optar por esta solução?

O que pensas sobre o assunto e sobre a atitude final da personagem?

Organiza um debate na turma onde manifestes a tua opinião sobre estes aspectos, levantados nas questões anteriores.

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QUADRO SÍNTESE DAS APRENDIZAGENS REALIZADAS

   

D - ESCREVER O TEXTO

E - SIMULAR O REAL

PROTÓTIPO TEXTUAL

NARRATIVO

ARGUMENTATIVO

NARRATIVO / DESCRITIVO

DIALOGAL / CONVERSACIONAL

GÉNERO DISCURSIVO

RESUMO

COMENTÁRIO

CONTO

DEBATE

TEMPOS VERBAIS PREDOMINANTES

       

CONECTIVOS / ARTICULADORES

       

RETOMAS ANAFÓRICAS

       
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(continuação)

IDEIAS-CHAVE

EXPRESSÕES OPINATIVAS

FIGURAS DE ESTILO

FORMAS DE TRATAMENTO

NÚMERO DE LINHAS

FIGURAS DE ESTILO FORMAS DE TRATAMENTO NÚMERO DE LINHAS 20 (máximo) 10 (máximo) 30 (máximo) 10
FIGURAS DE ESTILO FORMAS DE TRATAMENTO NÚMERO DE LINHAS 20 (máximo) 10 (máximo) 30 (máximo) 10
FIGURAS DE ESTILO FORMAS DE TRATAMENTO NÚMERO DE LINHAS 20 (máximo) 10 (máximo) 30 (máximo) 10
FIGURAS DE ESTILO FORMAS DE TRATAMENTO NÚMERO DE LINHAS 20 (máximo) 10 (máximo) 30 (máximo) 10

20 (máximo)

10 (máximo)

30 (máximo)

10 minutos (mínimo)

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA A AIA Eça de Queirós, Contos

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA

A AIA

Eça de Queirós, Contos

Era uma vez um rei, moço e valente, senhor de um reino abundante em cidades e searas, que partira a batalhar por terras distantes, deixando solitária e triste a sua rainha e um filhinho, que ainda vivia no seu berço, dentro das suas faixas.

A lua cheia que o vira marchar, levado no seu sonho de conquista e de fama,

começava a minguar, quando um dos seus cavaleiros apareceu, com as armas rotas, negro do sangue seco e do pó dos caminhos, trazendo a amarga nova de uma batalha perdida e da morte do rei, trespassado por sete lanças entre a flor da sua nobreza, à beira de um grande rio.

A rainha chorou magnificamente o rei. Chorou ainda desoladamente o esposo, que

era formoso e alegre. Mas, sobretudo, chorou ansiosamente o pai, que assim deixava o filhinho desamparado, no meio de tantos inimigos da sua frágil vida e do reino que seria seu, sem um braço que o defendesse, forte pela força e forte pelo amor.

Desses inimigos o mais temeroso era seu tio, irmão bastardo do rei, homem depravado e bravio, consumido de cobiças grosseiras, desejando só a realeza por causa dos seus tesoiros, e que havia anos vivia num castelo sobre os montes, com uma horda de rebeldes, à maneira de um lobo que, de atalaia no seu fojo, espera a presa. Ai! a presa agora era aquela criancinha, rei de mama, senhor de tantas províncias, e que dormia no seu berço com seu guizo de oiro fechado na mão!

Ao lado dele, outro menino dormia noutro berço. Mas este era um escravozinho, filho da bela e robusta escrava que amamentava o príncipe. Ambos tinham nascido na mesma noite de Verão. O mesmo seio os criara. Quando a rainha, antes de adormecer, vinha beijar o principezinho, que tinha o cabelo louro e fino, beijava também por amor dele o escravozinho, que tinha o cabelo negro e crespo. Os olhos de ambos reluziam como pedras preciosas. Somente, o berço de um era magnífico e de marfim entre brocados – e o berço de outro, pobre e de verga. A leal escrava, porém, a ambos cercava de carinho igual, porque, se um era o seu filho – o outro seria o seu rei.

Nascida naquela casa real, ela tinha a paixão, a religião dos seus senhores. Nenhum pranto correra mais sentidamente do que o seu pelo rei morto à beira do grande rio. Pertencia, porém, a uma raça que acredita que a vida da Terra se continua no Céu. O rei seu amo, decerto, já estaria agora reinando num outro reino, para além das nuvens, abundante também em searas e cidades. O seu cavalo de batalha, as suas armas, os seus pajens tinham subido com ele às alturas. Os seus vassalos, que fossem morrendo, prontamente iriam, nesse reino celeste, retomar em torno dele a sua vassalagem. E ela, um dia, por seu turno, remontaria num raio de lua a habitar o palácio do seu senhor, e a fiar de novo o linho das suas túnicas, e a acender de novo a caçoleta dos seus perfumes; seria no céu como fora na terra, e feliz na sua servidão.

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA Todavia, também ela tremia pelo seu

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA

Todavia, também ela tremia pelo seu principezinho! Quantas vezes, com ele pendurado do peito, pensava na sua fragilidade, na sua longa infância, nos anos lentos que correriam, antes que ele fosse ao menos do tamanho de uma espada, e naquele tio cruel, de face mais escura que a noite e coração mais escuro que a face, faminto do trono, e espreitando de cima do seu rochedo entre os alfanges da sua borda! Pobre principezinho da sua alma! Com uma ternura maior o apertava nos braços. Mas se o seu filho chalrava ao lado, era para ele que os seus braços corriam com um ardor mais feliz. Esse, na sua indigência, nada tinha a recear da vida. Desgraças, assaltos da sorte má nunca o poderiam deixar mais despido das glórias e bens do mundo do que já estava ali no seu berço, sob o pedaço de linho branco que resguardava a sua nudez. A existência, na verdade, era para ele mais preciosa e digna de ser conservada que a do seu príncipe, porque nenhum dos duros cuidados com que ela enegrece a alma dos senhores roçaria sequer a sua alma livre e simples de escravo. E, como se o amasse mais por aquela humildade ditosa, cobria o seu corpinho gordo de beijos pesados e devoradores – dos beijos que ela fazia ligeiros sobre as mãos do seu príncipe.

No entanto, um grande temor enchia o palácio, onde agora reinava uma mulher entre mulheres. O bastardo, o homem de rapina, que errava no cimo das serras, descera

à planície com a sua horda, e já através de casais e aldeias felizes ia deixando um sulco

de matança e ruínas. As portas da cidade tinham sido seguras com cadeias mais fortes. Nas atalaias ardiam lumes mais altos. Mas à defesa faltava disciplina viril. Uma roca não governa como uma espada. Toda a nobreza fiel perecera na grande batalha. E a rainha desventurosa apenas sabia correr a cada instante ao berço do seu filhinho e chorar sobre ele a sua fraqueza de viúva. Só a ama leal parecia segura – como se os braços em que estreitava o seu príncipe fossem muralhas de uma cidadela que nenhuma audácia pode transpor.

Ora uma noite, noite de silêncio e de escuridão, indo ela a adormecer, já despida, no seu catre, entre os seus dois meninos, adivinhou, mais que sentiu, um curto rumor de ferro e de briga, longe, à entrada dos vergéis reais. Embrulhada à pressa num pano, atirando os cabelos para trás, escutou ansiosamente. Na terra areada, entre os jasmineiros, corriam passos pesados e rudes. Depois houve um gemido, um corpo tombando molemente, sobre lajes, como um fardo. Descerrou violentamente a cortina. E além, ao fundo da galeria, avistou homens, um clarão de lanternas, brilhos de armas Num relance tudo compreendeu: o palácio surpreendido, o bastardo cruel vindo roubar, matar o seu príncipe! Então, rapidamente, sem uma vacilação, uma dúvida, arrebatou o príncipe do seu berço de marfim, atirou-o para o pobre berço de verga, e, tirando o seu filho do berço servil, entre beijos desesperados, deitou-o no berço real que cobriu com um brocado.

Bruscamente um homem enorme, de face flamejante, com um manto negro sobre

a cota de malha, surgiu à porta da câmara, entre outros, que erguiam lanternas. Olhou,

correu ao berço de marfim onde os brocados luziam, arrancou a criança como se arranca

uma bolsa de oiro, e, abafando os seus gritos no manto, abalou furiosamente.

O príncipe dormia no seu novo berço. A ama ficara imóvel no silêncio e na treva.

Mas brados de alarme atroaram, de repente, o palácio. Pelas vidraças perpassou o longo flamejar das tochas. Os pátios ressoavam com o bater das armas. E desgrenhada,

quase nua, a rainha invadiu a câmara, entre as aias, gritando pelo seu filho! Ao avistar o berço de marfim, com as roupas desmanchadas, vazio, caiu sobre as lajes num choro, despedaçada. Então, calada, muito lenta, muito pálida, a ama descobriu o pobre berço de

O príncipe lá estava quieto, adormecido, num sonho que o fazia sorrir, lhe

iluminava toda a face entre os seus cabelos de oiro. A mãe caiu sobre o berço, com um

suspiro, como cai um corpo morto.

verga

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA E nesse instante um novo cl

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS D’AGRELA E VALE DO LEÇA

E nesse instante um novo clamor abalou a galeria de mármore. Era o capitão das

guardas, a sua gente fiel. Nos seus clamores havia, porém, mais tristeza que triunfo. O

bastardo morrera! Colhido, ao fugir, entre o palácio e a cidadela, esmagado pela forte legião de archeiros, sucumbira, ele e vinte da sua horda. O seu corpo lá ficara, com flechas no flanco, numa poça de sangue. Mas, ai! dor sem nome! O corpozinho tenro do príncipe lá ficara também, envolto num manto, já frio, roxo ainda das mãos ferozes que

o tinham esganado!

Assim tumultuosamente lançavam a nova cruel os homens de

armas, quando a rainha, deslumbrada, com lágrimas entre risos, ergueu nos braços, para lho mostrar, o príncipe que despertara.

Lá estava junto do

berço de marfim vazio, muda e hirta, aquela que o salvara! Serva sublimemente leal! Fora ela que, para conservar a vida ao seu príncipe, mandara à morte o seu filho Então, só então, a mãe ditosa, emergindo da sua alegria extática, abraçou

E de

entre aquela multidão que se apertava na galeria veio uma nova, ardente aclamação, com súplicas de que fosse recompensada magnificamente a serva admirável que salvara o rei e o reino.

apaixonadamente a mãe dolorosa, e a beijou, e lhe chamou irmã do seu coração

Foi um espanto, uma aclamação. Quem o salvara? Quem?

Mas como? Que bolas de oiro podem pagar um filho? Então, um velho de casta nobre lembrou que ela fosse levada ao Tesoiro real, e escolhesse de entre essas riquezas, que eram as maiores da Índia, todas as que o seu desejo apetecesse

A rainha tomou a mão da serva. E sem que a sua face de mármore perdesse a

rigidez, com um andar de morta, como um sonho, ela foi assim conduzida para a Câmara dos Tesoiros. Senhores, aias, homens de armas, seguiam, num respeito tão comovido, que apenas se ouvia o roçar das sandálias nas lajes. As espessas portas do Tesoiro rodaram lentamente. E, quando um servo destrancou as janelas, a luz da madrugada, já clara e rósea, entrando pelos gradeamentos de ferro, acendeu um maravilhoso e faiscante incêndio de oiro e pedrarias! Do chão de rocha até às sombrias abóbadas, por toda a câmara, reluziam, cintilavam, refulgiam os escudos de oiro, as armas marchetadas, os montões de diamantes, as pilhas de moedas, os longos fios de pérolas, todas as riquezas daquele reino, acumuladas por cem réis durante vinte séculos. Um longo «Ah!», lento e maravilhado, passou por sobre a turba que emudecera. Depois

houve um silêncio, ansioso. E no meio da câmara, envolta na refulgência preciosa, a ama

não se movia

Apenas os seus olhos, brilhantes e secos, se tinham erguido para aquele

céu que, além das grades, se tingia de rosa e de oiro. Era lá, nesse céu fresco de madrugada, que estava agora o seu menino. Estava lá, e já o Sol se erguia, e era tarde,

Então a ama sorriu e

e o seu menino chorava decerto, e procurava o seu peito!

estendeu a mão. Todos seguiam, sem respirar aquele lento mover da sua mão aberta. Que jóia maravilhosa, que fio de diamantes, que punhado de rubis ia ela escolher?

A ama estendia a mão – e sobre um escabelo ao lado, entre um molho de armas,

agarrou um punhal. Era um punhal de um velho rei, todo cravejado de esmeraldas, e que valia uma província.

Agarrara o punhal, e com ele apertado fortemente na mão, apontando para o céu, onde subiam os primeiros raios do Sol, encarou a rainha, a multidão, e gritou:

Salvei o meu príncipe – e agora

vou dar de mamar ao meu filho!

E

cravou o punhal no coração.