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Refutando com Bohm-Bawerk a teoria da exploração marxista | Rodrigo Constantino - VEJA.

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Rodrigo Constantino
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30/09/2013 às 18:07 \ Comunismo, Socialismo

Refutando com Bohm-Bawerk a teoria da exploração


marxista
Postei aqui a carta-manifesto que um aluno escreveu
para seu professor ao se negar a fazer um trabalho sobre
Marx. Alguns criticaram sua postura, pois ele deveria,
afinal, fazer o trabalho, ainda que refutando Marx. O Recomendados para você
problema, como sabemos, é que muitos “professores” Site divulga fotos de
(doutrinadores é a palavra certa) simplesmente não Rihanna nua
aceitam isso.

Estamos cansados de conhecer casos em que alunos se


deram mal por terem desafiado o viés ideológico do
professor. Se ele detonasse Marx, ainda que com vastos Aluno se nega a fazer
argumentos teóricos e lógicos, a chance grande é de que trabalho sobre Marx
o professor daria um jeito de prejudicá-lo. O ensino está
tomado por marxistas!

Uma vez que o aluno escolheu não rebater Marx, eu o


faço aqui, para ajudá-lo. Pode mandar para esse
Gustavo Ioschpe: 'Os
“professor” esse texto, e aí sim!, peça para que ele pós-modernistas
apresente ARGUMENTOS em defesa de Marx, sem empenham-se em
apelo à autoridade. Qualquer coisa pode marcar um debate na faculdade entre mim e ele, sem destruir o edifício da
problema. Quero só ver… ciência'

A teoria da exploração
“O sistema econômico marxista, tão elogiado por hostes de pretensos intelectuais, não passa de
um emaranhado confuso de afirmações arbitrárias e conflitantes.” (Ludwig Von Mises)
Poucas teorias exerceram tanta influência como a teoria socialista de juro, ou mais conhecida
como “teoria da exploração”. De forma resumida, ela diz que todos os bens de valor são produtos
do trabalho humano, mas que o trabalhador não recebe o produto integral do que produziu, pois
os capitalistas tomam para si parte do produto dos trabalhadores.

O juro do capital consistiria, pois, numa parte do produto de trabalho alheio que se obtém através
da exploração da condição de oprimidos dos trabalhadores. Os dois grandes expoentes dessa
teoria foram Rodbertus e Marx, e um dos primeiros economistas a apresentar uma sólida
refutação dela foi o austríaco Eugen Von Böhm-Bawerk.
Mises definiu a sua obra como “a mais poderosa arma intelectual que se tem para a grande
batalha da vida ocidental contra o princípio destrutivo do barbarismo soviético”. Segue um resumo
dos principais pontos abordados por ele, com especial foco na teoria marxista.

Um dos primeiros pontos onde se pode atacar essa teoria é no que diz respeito à afirmação de
que todos os bens, do ponto de vista econômico, são apenas produtos de trabalho. Se fosse
verdade que um produto vale somente aquilo que custou de trabalho para produzi-lo, as pessoas Encontre-nos no Facebook
não iriam atribuir um valor diferente a um magnífico barril de vinho de uma região nobre vis-à-vis
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o vinho de outra região pior. Uma fruta achada não teria valor algum também.
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Outro ponto importante é que a teoria comumente ignora a diferença entre valor presente e valor
futuro, como se fosse indiferente consumir um bem agora ou daqui a dez anos. O trabalhador

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deveria receber, segundo os seguidores de Rodbertus, o valor total do produto. Mas eles
esquecem que o produto pode levar tempo para ser produzido, e o salário de agora tem que
refletir esse custo de espera, sendo, portanto, menor que o valor futuro do bem.
Böhm-Bawerk diz sobre isso: “O que os socialistas desejam é, usando das palavras certas, que
os trabalhadores recebam através do contrato de trabalho mais do que trabalharam, mais do que Plug -in social do Facebook

receberiam se fossem empresários, mais do que produzem para o empresário com quem
firmaram contrato de trabalho”.
Partindo mais especificamente para a teoria marxista, acredita-se que o valor de toda mercadoria
Arquivo
depende unicamente da quantidade de trabalho empregada em sua produção. Marx dá mais OUTUBRO 2013
ênfase a esse princípio do que Rodbertus. Marx vai direto ao ponto em sua obra O Capital: S T Q Q S S D
“Como valores, todas as mercadorias são apenas medidas de tempo de trabalho cristalizado”.   1 2 3 4 5 6
No limite, uma fábrica de gelo construída no Alaska teria o mesmo valor que uma fábrica de gelo 7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
construída no mesmo tempo e pela mesma quantidade de trabalho no deserto do Saara. A teoria
21 22 23 24 25 26 27
marxista de valor ignora totalmente o fator de subjetividade e utilidade do lado da demanda. Ela 28 29 30 31  
não leva em conta que o fato de trabalho árduo ter sido empreendido não é garantia de que o
 
resultado terá valor pela ótica do consumidor. « set  

Ou, ao contrário, ignora que muitas vezes pouco esforço ou trabalho pode gerar algo de muito
valor para os outros, como no caso de uma idéia brilhante. Isso sem falar da diferença de
produtividade entre as pessoas, pois é difícil imaginar quem diria que uma hora de trabalho de um
grande artista é equivalente a uma hora de trabalho de um simples pintor de parede. Se fosse
preciso a mesma quantidade de tempo para caçar um gambá fétido e um cervo, alguém diria que
eles valem a mesma coisa?

Böhm-Bawerk demonstra os erros de metodologia de Marx em sua teoria. Na busca do fator


“comum” que explicaria o valor de troca, Marx elimina todos os casos que não correspondem
àquilo que ele pretende “provar”. O objetivo, desde o começo, é só colocar na peneira aquelas
coisas trocáveis que têm a característica que ele finalmente deseja extrair como sendo a
“característica comum”, deixando de fora todas as outras que não têm.
Böhm-Bawerk diz que ele faz isso como alguém que, “desejando ardentemente tirar da urna uma
bola branca, por precaução coloca na urna apenas bolas brancas”. Excluir então os bens
trocáveis que não sejam bens de trabalho seria um pecado mortal metodológico. Procedendo
desta forma, ele poderia ter usado praticamente qualquer característica, concluindo talvez que o
peso é o fator comum que explica o valor de troca. Böhm-Bawerk conclui: “Expresso minha
admiração sincera pela habilidade com que Marx apresentou de maneira aceitável um processo
tão errado, o que, sem dúvida, não o exime de ter sido inteiramente falso”.

Para Marx, a “mais-valia” seria uma conseqüência do fato de o capitalista fazer o trabalhador
trabalhar para ele sem pagar uma parte do trabalho. Na primeira parte do dia, o trabalhador
estaria trabalhando para sua subsistência, e a partir disso haveria um “superávit de trabalho”,
onde ele seria explorado, trabalhando sem receber por isso.
Marx diz então: “Toda a mais-valia, seja qual for a forma em que vá se cristalizar mais tarde –
lucro, juro, renda etc. – é, substancialmente, materialização de trabalho não pago”. Por esta
estranha ótica marxista, um capitalista dono de uma barraca de pipoca que contrata um
assistente é um explorador, enquanto um diretor assalariado contratado pelos acionistas de uma
grande multinacional é um explorado.
Böhm-Bawerk não duvidava de que Marx estivesse sinceramente convencido de sua tese. Mas
os motivos de sua convicção seriam, segundo o austríaco, diferentes daqueles apresentados em
seus sistemas. Marx, diz ele, “acreditava na sua tese como um fanático acredita num dogma”.
Jamais teria alimentado dúvida honesta pelo sistema, questionando de verdade a sua lógica e
buscando contradições que derrubassem a teoria. Böhm-Bawerk diz: “Seu princípio tinha, para ele
próprio, a solidez de um axioma”.
Afinal, um pouco mais de bom senso e escrutínio não deixaria pedra sobre pedra da teoria
marxista de valor. Em primeiro lugar, todos os bens “raros” são excluídos do princípio do trabalho.
Nem mesmo um marxista tentaria defender que um quadro de Picasso vale somente o tempo de
trabalho. Em segundo lugar, todos os bens que não se produzem por trabalho comum, mas
qualificado, são considerados exceção também.

Somente essa exceção já abrange quase todos os casos reais de trabalho, onde cada vez mais a
divisão especializada leva ao aprimoramento do trabalho qualificado. No fundo, essas exceções
“deixam para a lei do valor do trabalho apenas aqueles bens para cuja reprodução não há
qualquer limite, e que nada exigem para sua criação além de trabalho”. E mesmo nesse campo
restrito existirão exceções!

Logo, a tal “lei” marxista que tenta explicar o valor de troca de todos os bens não passa, na
prática, de uma pequena exceção de alguma outra explicação qualquer. Essa “lei”, não custa
lembrar, é um dos mais importantes alicerces das teorias marxistas. Ainda assim, os marxistas
ignoram as “exceções” da teoria e defendem sua universalidade, negando a resposta quando se
trata de troca de mercadorias isoladas, justamente onde uma teoria de valor se faz necessária.
Para tanto, abusam de inúmeras falácias conhecidas, já que quando os fatos contrariam a teoria,
preferem mudar os fatos.
Não obstante as gritantes falhas do pensamento marxista e sua teoria de valor, nenhuma outra
doutrina influenciou tanto o pensamento e as emoções de tantas pessoas. Uma multidão encara o

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lucro como exploração do trabalho, o juro como trabalho não pago pelo parasita rentier etc. Para
Böhm-Bawerk, a teoria marxista sobre juros conta com erros graves como “presunção,
leviandade, pressa, dialética falseada, contradição interna e cegueira diante dos fatos reais”.
A razão para que tanto absurdo tenha conquistado tanta gente está, segundo Böhm-Bawerk, no
fato de acreditarmos com muita facilidade naquilo em que desejamos acreditar. Uma teoria que
vende conforto e promete um caminho fácil para reduzir a miséria, fruto apenas dessa
“exploração”, conquista muitos adeptos.
Segundo Böhm-Bawerk, “as massas não buscam a reflexão crítica: simplesmente, seguem suas
próprias emoções”. Acreditam na teoria porque a teoria lhes agrada. O economista conclui:
“Acreditariam nela mesmo que sua fundamentação fosse ainda pior do que é”.
Tags: Bohm-Bawerk, Marx

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32 Comentários
Bruno Assunção - 01/10/2013 às 14:26
Há uma confusão geral entre valor, custo e preço, tomados como a mesma coisa –
principalmente valor e custo –, na teoria do valor trabalho. Valor em essência é algo totalmente
subjetivo. Nesse sentido, valor é sempre o “valor da demanda”, aquele conferido pelos indivíduos
aos produtos e serviços. Ignora-se também que o trabalho é um bem, um insumo produtivo como
qualquer outro, do ponto de vista econômico. Portanto, não há que se falar em mais-valia, pois o
trabalho e o bem produzido com sua participação são economicamente distintos. Pelo reverso
até, a teoria da imputação argumenta que, ao contrário de ser o trabalho que dá valor aos bens,
é o valor dos bens, que possuem valor extrínseco por possuírem a capacidade de ser utilizados e
consumidos pelos seres humanos, satisfazendo suas necessidades e desejos, que se reflete
sobre seus bens intermediários e dá origem ao seu valor. Assim, não é o trabalho que dá valor
ao computador, por ex., é o valor do computador que dá valor ao trabalho.

Anderson Silva - 01/10/2013 às 12:50


Putz, finalmente descobri o que é essa porcaria de Teoria do Valor de Marx. Obrigado Rodrigo!

Júnior - 01/10/2013 às 11:40


Perfeito o texto. Lembro-me que na faculdade eu era um marxista convicto, principalmente pelo
motivo apontado no último parágrafo do texto, a citação de Bohm-Bawerk. Lembro-me
perfeitamente que, no curso de economia da UFMG havia uma cadeira só de Marx,
especificamente para ler o Capital com um professor “isento”. Era apaixonado pelas aulas, mas
sempre fiquei intrigado pelo fato de Marx falar que só o valor de troca seria responsável pelo
preço das coisas, sendo o valor de uso completamente ignorado. Mas, seguindo minhas
emoções, achava que isso era apenas uma simplificação que não tinha maiores implicações,
pois o modelo proposto por Marx era fantástico. Com o tempo, entretanto, passei a analisar casos
concretos e conclui que o socialismo era um fiasco na prática. Aí, me encantei com a social-

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democracia, até perceber suas falhas gigantescas. Fui, como diria um professor, endireitando até
conhecer a escola austríaca, da qual era completamente ignorante (conhecia apenas Hayek,
como a maioria dos economistas). Fiquei perplexo, tudo o que tinha visto na faculdade
(basicamente marxismo e keynesianismo) era um monte de nulidade e tive que rever muitos
conceitos. Definitivamente, a academia brasileira é lamentável.

Paulo Martorelli Luz - 01/10/2013 às 9:51


O que esperar de um sujeito que engravida a empregada e pede ao seu patrocinador para
assumir o filho, sem que a mulher soubesse?
Ver “Marx sem Ismos” de Francisco Fernandez Buey (UFRJ).

rcabral - 01/10/2013 às 9:47


O Marxismo é uma religião, e não uma teoria econômica, por isso depende da conversão sem
questionamento de seus adeptos aos seus dogmas. Por isso democracia não combina com
socialismo.
Quando chegam ao poder é um desastre, pois tentam converter o restante da sociedade, não
raro pela força, que não os apoia incondicionalmente, pois suas teorias não suportam o
contraditório. O problema é que tentam mudar a essência do ser humano, que está por detrás
das verdadeiras teorias econõmicas; a liberdade de escolha, a busca pelo status, o direito de
empreender e tomar suas próprias decisões, tudo isto é massacrado em um regime socialista,
para gerar o que eles chamam do “homem novo”, um novo ser socialista, que a história mostrou
ser sinônimo de frustração, acomodação e improdutividade.
É uma teoria tão bizarra que refundou o feudalismo, é só observar a Coréia do Norte e comparar
com os livros de história da idade média.

Marcio Ferreira - 01/10/2013 às 8:24


Cabe acrescentar o contexto histórico, à época de Marx a produção de bens era de ” mão-de-
obra intensiva”, exigindo verdadeiras legiões de trabalhadores, como resultado, o custo dos
produtos era composto, principalmente, por gastos com salários, o que reforçava a idéia da
relação entre o valor dos produtos e o trabalho necessário para produzi-lo. A indústria têxtil é um
exemplo clássico, mais de 50% do custo de produção era a folha de salários da mão-de-obra
direta. Porém, essa realidade mudou radicalmente no fim dos anos 80, com a evolução dos
equipamentos a mão-de-obra direta representa em muitos casos (têxtil e linha branca) menos de
10% do custo dos produtos em fábricas modernas, onde duas dúzias de trabalhadores
qualificados operam equipamentos que produzem mais que antigas fábricas, que necessitavam
milhares de trabalhadores e tinham produtividade muito inferior. O caso da Alpargatas, fábrica
têxtil na Moóca em São Paulo, me lembro de ter substituído uma sala de teares de lançadeira
com 400 equipamentos e que exigiam milhares de pessoas em 3 turnos, por uma sala com 20
máquinas modernas a jato de água, que precisavam de apenas uma dúzia de trabalhadores em
3 turnos e iriam produzir muito mais tecido. Enquanto isso, as massas mergulham de cabeça
neste delírio Marxista de um mundo que não existe mais.

Alberto Linhares - 01/10/2013 às 6:36


Estudar Marx é a mesma coisa que discutir o sexo dos anjos. Não serve para nada!

muller - 01/10/2013 às 1:35


Constantino, seria legal também se você escreve-se algo sobre a impossibilidade de uma
economia planificada segundo Mises e Hayek. Lembrar que Marx tinha costume de falsificar os
dados oficiais sobre a situação social na Inglaterra para encontrar conclusões que provassem
suas premissas eh outra necessidade…sei que isso tudo já foi escrito a exaustão no IMB e em
outros sites, mas eh que imagino que aqui vive alcance um público diferente…

Bruno - 01/10/2013 às 1:21


Quando sai esquerda caviar?

Bruno - 01/10/2013 às 1:16


Estou lendo o Manifesto Comunista e me escangalhando de rir. Os caras em 1888 vaticinavam
como verdades absolutas e irrefutáveis teorias de gabinete sem nenhuma comprovação na vida
real. É por isso que todo comunista se assemelha bastante a um torcedor de algum time de
futebol. Muita paixão e pouca reflexão.
Vou ler Mises, prometo!

Guilherme MR - 30/09/2013 às 23:24


Pensando como Marx, basta eu levar o mesmo tempo escrevendo qualquer baboseira que devo
ser considerado e respeitado como ele ou qualquer outro!

Mônica Oliveira - 30/09/2013 às 23:06


E os juízes marxistas? Tem de rir. É muito teatro social com o dinheiro dos outros.

Rafa - 30/09/2013 às 22:43


http://mises.org.br/Ebook.aspx?id=33

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Flavio - 30/09/2013 às 22:15


Constantino, um pouco de Mises pro Eduardo Kaze 08:31 pensar:
“Marx nunca embarcou na impossível tarefa de refutar a descrição feita pelos economistas do
funcionamento da economia de mercado. Ao invés disso, sua ânsia era mostrar que o
capitalismo iria, no futuro, levar a condições bastante desagradáveis. Ele tentou demonstrar que
a operação do capitalismo inevitavelmente iria resultar, de um lado, na concentração de riqueza
nas mãos de um número cada vez menor de capitalistas, e, de outro, no progressivo
empobrecimento de uma imensa maioria.
Na execução dessa tarefa, ele iniciou seu raciocínio pela espúria ‘lei de ferro dos salários’ — de
acordo com a qual o salário médio é aquela quantidade específica dos meios de subsistência
absolutamente necessários para permitir, de maneira escassa, que o trabalhador possa
sobreviver e criar sua prole. Essa suposta lei já foi, desde então, inteiramente desacreditada, e
até mesmo os mais fanáticos marxistas já a abandonaram. Porém, mesmo que alguém estivesse
disposto, pelo bem da argumentação, a dizer que tal lei é correta, é óbvio que ela não poderia de
maneira alguma servir como base para uma demonstração de que a evolução do capitalismo
leva ao empobrecimento progressivo dos assalariados.
Se, sob o capitalismo, os salários são sempre tão baixos a ponto de, por razões psicológicas,
não poderem cair ainda mais sem que isso extermine toda a classe de assalariados, é impossível
manter a tese apresentada pelo Manifesto Comunista de que o trabalhador “se afunda mais e
mais” com o progresso da indústria. Como todos os outros argumentos de Marx, essa
demonstração é contraditória e autodestrutiva. Marx jactava-se de ter descoberto as leis
imanentes da evolução capitalista. A mais importante dessas leis, segundo ele próprio, era a lei
do empobrecimento progressivo das massas assalariadas. É o funcionamento dessa lei que
ocasionaria o colapso final do capitalismo e a emergência do socialismo. Quando essa lei for
entendida como totalmente espúria, as bases tanto do sistema econômico de Marx quanto de sua
teoria da evolução capitalista estarão acabadas.
Incidentalmente, temos de compreender o fato de que, desde a publicação do Manifesto
Comunista e do primeiro volume de O Capital, o padrão de vida dos assalariados, nos países
capitalistas, aumentou de uma forma sem precedentes e até mesmo inimaginável. Marx deturpou
a operação do sistema capitalista em todos os aspectos possíveis.
O corolário do suposto empobrecimento progressivo dos assalariados é a concentração de todas
as riquezas nas mãos de uma classe de exploradores capitalistas que existem em números
continuamente decrescentes. Ao lidar com essa questão, Marx foi incapaz de levar em
consideração o fato de que a evolução das grandes empresas e suas unidades comerciais não
necessariamente envolve a concentração de riqueza em poucas mãos. As grandes empresas
são, quase que sem exceção, corporações — precisamente porque elas são grandes demais
para que poucos indivíduos sejam inteiramente os proprietários delas. O crescimento das
unidades comerciais ultrapassou em muito o crescimento das fortunas individuais. Os ativos de
uma corporação não são idênticos à riqueza de seus acionistas. Uma parte considerável desses
ativos, o equivalente a ações preferenciais, títulos corporativos emitidos e empréstimos
levantados, pertence virtualmente, senão no sentido do conceito legal de propriedade, a outras
pessoas — a saber, os donos dos títulos, das ações preferenciais e os credores das dívidas.
Onde essas ações e obrigações são mantidas por bancos e companhias de seguro, e esses
empréstimos foram concedidos por esses bancos e companhias, os virtuais proprietários são as
pessoas clientes dessas instituições. Da mesma forma, as ações ordinárias de uma corporação
não estão, via de regra, concentradas nas mãos de um homem. Quanto maior a corporação,
mais amplamente distribuídas estão suas ações.
O capitalismo é essencialmente produção em massa para satisfazer as necessidades das
massas. Mas Marx sempre trabalhou com o conceito enganoso de que os trabalhadores labutam
arduamente apenas para o benefício da uma classe superior de parasitas ociosos. Ele não
percebeu que os próprios trabalhadores consomem, de longe, a maior parte de todos os bens de
consumo produzidos. Os milionários consomem uma porção quase que insignificante daquilo que
é chamado de produto nacional. Todas as sucursais das grandes empresas provêem direta ou
indiretamente às necessidades do cidadão comum. As indústrias de luxo nunca se desenvolvem
além das unidades de pequena ou média escala. A evolução das grandes empresas é, por si só,
prova do fato de que as massas, e não os ricaços nababos, são os principais consumidores.
Aqueles que lidam com o fenômeno das grandes empresas classificando-o de “concentração do
poder econômico” não percebem que o poder econômico pertence ao público consumidor, de
cujo consumo depende a prosperidade das fábricas. Na sua capacidade de consumidor, o
assalariado é o cliente que “sempre tem razão”. Mas Marx declara que a burguesia “é
incompetente em garantir uma existência para seu escravo dentro de sua escravidão”.
Marx deduziu a excelência do socialismo do fato de que a força motora da evolução histórica —
as forças materiais produtivas — certamente ocasionará o socialismo. Como ele estava absorto
naquele tipo hegeliano de otimismo, não havia qualquer necessidade em sua mente de
demonstrar os méritos do socialismo. Era óbvio para ele que o socialismo, sendo a última etapa
da história após o fim do capitalismo, era também uma etapa superior. Era uma blasfêmia
absoluta duvidar de seus méritos.
O que ainda faltava ser demonstrado era o mecanismo por meio do qual a natureza produziria a
transição do capitalismo para o socialismo. O instrumento da natureza é a luta de classes. À
medida que os trabalhadores vão se afundando cada vez mais em decorrência do progresso do
capitalismo, à medida que sua miséria, opressão, escravidão e degradação aumentam, eles são
induzidos à revolta, e sua rebelião estabelece o socialismo.
Toda a cadeia desse raciocínio é despedaçada pela observação do fato de que o progresso do
capitalismo não empobrece os assalariados de modo crescente; ao contrário, melhora seu
padrão de vida. Por que as massas seriam inevitavelmente induzidas a se revoltarem quando se

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sabe que elas estão tendo acesso a mais e melhores alimentos, habitações e vestuários, carros
e geladeiras, rádios e aparelhos de televisão, nylon e outros produtos sintéticos?…”

m - 30/09/2013 às 22:08
O problema não é estudar Marx, o problema é que não se apresenta ao aluno um contra ponto à
Marx, no caso aqui Böhm-Bawerk. E grande parte dos professores afirmam que ninguém ainda
conseguiu refutar Marx, ficando o aluno com essa falsa verdade.

André Meira - 30/09/2013 às 22:07


Sensacional!
Eu sempre escutei (do Olavo de Carvalho) que o marxismo enquanto teoria econômica era
facilmente derrubado por argumentos lógicos e que no mundo ninguém mais discute a viabilidade
econômica do comunismo depois que a Escola Austríaca sepultou a teoria econômica de Marx.
Entretanto, o marxismo é discutido no mundo inteiro no seu aspecto cultural. No Brasil, ocorre
justamente o oposto (inclusive no meio universitário),discute-se a viabilidade dos fundamentos
econômicos do marxismo e ignora-se (ou esconde-se) sua estratégia cultural.
Como não entendo de economia, acreditei nas palavras do Olavo de maneira meio dogmática
(“ele deve saber o que fala”).
Mas este texto foi simplesmente fantástico ao explicar de maneira simples, em uma linguagem
para leigos, onde estão os equívocos de natureza lógica e científica aos quais se referia o Olavo
sobre a doutrina econômica marxista. Parabéns e obrigado Rodrigo, hoje aprendi como refutar
um marxista através de argumentos puramente lógicos e científicos.Hoje aprendi que marxismo
também é dogma, só que embalado em falsa racionalidade para imbecis.

Bruno - 30/09/2013 às 22:05


Empirico empedernido que sou, minha principal implicância com o marxismo/comunismo é que,
para que ele funcione, todos os seres humanos envolvidos têm que ser gente fina, desprendidos,
altruístas, generosos, desapegados dos bens materiais e por aí vai. Verdadeiros santos, matéria
escassa na espécie humana.
O resultado é sempre o mesmo. A raposa que toma conta do galinheiro fica com todo o leite e o
mel, para ficar num clima mais “bíblico”. Aos restantes, o resto. Sempre foi assim, e sempre será.
Parabéns pelo texto, vou procurar saber mais sobre este cara.

The Wall - 30/09/2013 às 21:40


Se o escambo fosse uma realidade prática, como pensam ou fazem pensar alguns marxistas de
plantão, o capitalismo jamais teria existido. O escambo é a mais primitiva forma de comércio, mas
nem por isto justo, pois a simples troca possui um valor intrínseco às necessidades de quem
recebe, e não do trabalho que gerou o produto. Marx deu ênfase à possível exploração nos
meios de produção, não a quem escolhe o produto, segundo suas necessidades, expectativas e
conveniências. Negligenciando convenientemente o mercado, aquele que dá verdadeiro valor ao
produto e recompensa a produção, por conseguinte, os próprios trabalhadores. Sua teoria não
passa na peneira da realidade e, se ainda permanece algum regime socialista/comunista sem
operar na dinâmica de mercado, é muito mais pela vontade dos que se aboletam no poder às
custas da ignorância dos que ficam com o pires na mão. Cuba que o diga!

Flavio - 30/09/2013 às 21:23


Hugo 20:30
Permita-me sugerir :
A Teoria da Exploração do Socialismo-Comunismo Eugen von Böhm-Bawerk,
disponível em versão digital na biblioteca de http://www.mises.org.br entre outros excelentes
títulos de Mises e Hayek e do Constantino também (Economia do Indivíduo: um legado da
Escola Austríaca), além de excelentes artigos.

E. Goldstein - 30/09/2013 às 20:51


Constantino, é evidente que a teoria econômica marxista não passa de uma piada macabra, mas
o marxismo não é só isso. Também possui um componente de ação prática política. O próprio
Marx, chefão da Primeira Internacional, denominou essa estratégia de “plano de guerra contra a
democracia”: http://www.vanguardapopular.com.br/portal/comentario-popular/283-karl-marx-e-o-
plano-de-guerra-contra-a-democracia

rconstantino - 30/09/2013 às 20:46


Hugo, A Teoria da Exploração do Socialismo-Comunismo

Luiz - 30/09/2013 às 20:44


Constantino, excelente texto, ótimo para vencer facilmente uma discussão contra um marxista
inteligente. O único problema: é mais fácil um camelo passar pelo furo de uma agulha do que
encontrar um marxista inteligente.

E. Goldstein - 30/09/2013 às 20:35


Resumo do capítulo “Karl Marx: ‘gritando maldições colossais’” do livro “Os intelectuais” (Paul
Johnson, 1988): “Do começo até o fim, não apenas O capital mas toda sua obra reflete uma
desconsideração pela verdade que às vezes beira o desprezo. Essa é a razão primária pela qual
o marxismo, enquanto um sistema, não pode chegar aos resultados que lhe imputam, sendo que

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Refutando com Bohm-Bawerk a teoria da exploração marxista | Rodrigo Constantino - VEJA.com

chamá-lo de “científico” chega a ser um absurdo.”


.
O marxismo definitivamente não é uma fonte segura: http://www.direitoeliberalismo.org/o-
marxismo-definitivamente-nao-e-uma-fonte-segura/

alexandre - 30/09/2013 às 20:32


Pelo que entendi ele refutou a teoria do valor trabalho mas não refutou a mais-valia. Ou a mais-
valia dependia do valor trabalho, e como essa não existe logo não vale a teoria da mais-valia ? É
isso ?

Eduardo Kaze - 30/09/2013 às 20:31


Partimos da delimitação histórica que Marx estabelece ao conceituar o trabalho como produtivo
ou improdutivo. Trabalho produtivo é, em Marx, uma categoria que, assim como as outras
categorias econômicas que analisa, só pode ser definida com referência ao modo de produção
social específico sob o qual se efetiva. As categorias econômicas não são e não podem ser
tratadas como exterioridades empíricas ou dados
da objetividade imediata, mas expressam formas objetivas das relações sociais que determinam
a produção da vida material e, portanto, são sempre históricas ou datadas.
Essa delimitação é original de Marx, e não concerne apenas ao trabalho produtivo: desde
Trabalho assalariado e capital, de 1847, todas as categorias econômicas são tratadas como
relações históricas (lembrar a conhecida passagem em que Marx compara a determinação do
indivíduo social como escravo e da riqueza como capital) e, mesmo antes, nos Manuscritos
econômicos filosóficos, de 1844, o trabalho alienado é
examinado como uma forma social histórica das relações de produção.
Ao apontar o problema da análise levada a cabo pela economia política
burguesa, Marx circunscreve historicamente a categoria econômica de trabalho produtivo que
pretende analisar: Só o tacanho espírito burguês, que considera absolutas e portanto formas
naturais eternas as formas capitalistas de produção, pode confundir estas duas perguntas –
que é trabalho produtivo do ponto de vista do capital, e que trabalho é em geral produtivo ou
produtivo em geral – e assim ter-se na conta de muito sábio, ao responder que todo trabalho que
produza alguma coisa, um resultado qualquer, por isso mesmo, é trabalho produtivo .
O “tacanho espírito burguês”, que a obra da economia política burguesa deixa entrever, não
distingue, de acordo com Marx, entre o trabalho produtivo em geral ou em geral produtivo, por um
lado, e o trabalho produtivo do ponto “de vista do capital”, por outro.
Essa confusão advém do fato de que “considera absolutas e portanto formas naturais eternas as
formas capitalistas de produção”. Apreende, dessa maneira, as determinações do trabalho
produtivo específicas das “formas capitalistas de produção” e estende essas determinações à
conceituação geral ou abstrata do trabalho produtivo, uma vez que
desconhece outras formas de produção como diferentes na essência. Como não reconhece
outros modos de produção que sejam determinantes do trabalho produtivo, apenas o “ponto de
vista do capital” pode defini-lo e, assim, por ser único, apresenta-se como geral. Interessa
examinar a distinção que Marx estabelece entre o trabalho em geral produtivo e o trabalho
produtivo para o capital, fazendo do trabalho produtivo sob
o modo de produção capitalista um caso específico, socialmente determinado, do trabalho
produtivo em geral, que independe das determinações histórico-sociais particulares. Essa
demarcação proposta por Marx é original. O foco de sua atenção a esse respeito recai sobre o
trabalho produtivo no interior do modo de produção capitalista ou “do ponto de vista do capital”,
uma vez que o objetivo amplo de sua obra
econômica é desvendar a forma capitalista de organização social da produção com vista à sua
superação. Com efeito, é a partir desse ponto de vista que a categoria de trabalho produtivo é
estabelecida.

Hugo - 30/09/2013 às 20:30


Rodrigo, por favor pode recomendar uma bibliografia do Böhm-Bawerk, na qual ele refuta o
comunismo? Se tivesse que comprar um livro deste autor, qual seria?
Obrigado.

Siará Grande - 30/09/2013 às 20:23


Rodrigo, minha oposição ao comunismo tem toneladas de argumentos, mas posso reduzir em
duas perguntas que faço sempre a meus amigos PT:
Primeira, que produto, remédio, vacina ou serviço Você usa e que foi inventado em algum
paraíso socialista?
Segunda, que Você pode esperar de um regime que assassinou 150 milhões de seres humanos
da forma mais desumana possível?
Claro, nunca recebo resposta, eles preferem continuar enfiando a pasta de dentes pra dentro do
dentifrício.

Liberal - 30/09/2013 às 20:09


E tem mais: quando percebeu que a teoria da mais-valia absoluta não dava conta da produção
mecanizada, Marx criou a teoria ad hoc da mais-valia relativa, a qual postula que não mais seria
a quantidade de trabalho mas sim a rapidez deste é que facultaria a mais-valia ao capitalista,
obrigando o trabalhador a produzir mais em menos tempo.
Quanto aos demais fatores de produção e os riscos do mercado, nada diz.

Guilherme - 30/09/2013 às 20:03

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Refutando com Bohm-Bawerk a teoria da exploração marxista | Rodrigo Constantino - VEJA.com

Li isso no seu livro. Economia do Individuo.


Otimo livro.
Parabens Consta

Martinho de Freitas Salomão - 30/09/2013 às 19:50


Rodrigo, Böhm-Bawerk é covardia para um professor comuna. Provavelmente ele não irá
entender nada. Para refutar a teoria marxista da exploração basta mostrar este pequeno vídeo ao
escarlate professor:
http://www.youtube.com/watch?v=8W7OptYkBxQ

Guilherme - 30/09/2013 às 19:37


Constantino, sou um iniciante no estudo sobre o liberalismo e recentemente comprei um livro
Böhm-bawerk, “A Teoria da Exploração do Socialismo Comunismo”. Vc acha que preciso ter um
conhecimento mais avançado sobre economia para compreendê-lo? Um abraço

Zé - 30/09/2013 às 19:13
E assim desgoverna-se a maior cidade do país, aquela que a prefeitura parou a cidade com
corredores de ônibus sem um micro-ônibus a mais, em que o asfalto está destruído e os faróis
param a mera garoa. O prefeito diz que vai aumentar o escorchante IPTU em mais de 20% (se
falam isto, preparem-se para mais de 30% de aumento). Assim desgovernam estes comunistas,
tiram dinheiro da classe média, impedem negócios, levam a economia à bancarrota:
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/09/1349753-prefeitura-de-sp-projeta-receita-207-
maior-em-2014.shtml

 
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