Máquina síncrona: Motor

O alto rendimento . O motor síncrono recebeu este nome porque o seu rotor gira com a mesma velocidade do campo magnético girante produzido no enrolamento trifásico do estator (velocidade síncrona). 3. 4. 2. .Motor síncrono trifásico Os motores síncronos possuem características especiais: 1. Correção do fator de potência da rede. Velocidade constante nas variações de carga. Altos torques.

O rotor do motor síncrono é energizado com uma tensão CC. Assim. Quando o campo magnético gira. portanto. Quando o campo magnético girante é forte. ele exerce uma intensa força de torção sobre o rotor (torque ou conjugado).Motor síncrono trifásico: princípio de funcionamento O estator é energizado com uma tensão CA trifásica onde se produz um campo magnético girante e este atua sobre o rotor. se torna capaz de acionar uma carga. Se o rotor sair do sincronismo (se desacoplar magneticamente) não se desenvolve nenhum torque e o motor pára. se comportando como um ímã suspenso em um campo magnético que se move. o rotor gira em sincronismo com o campo. ou o motor síncrono funciona à velocidade síncrona ou não funciona. e este. procurando se alinhar com o campo magnético girante do estator. .

. motores de uma única velocidade. na prática. os motores síncronos são. n= 120 ⋅ f P Eles são utilizados em aplicações que requerem velocidade constante desde a condição em vazio até a condição de plena carga.Motor síncrono trifásico: princípio de funcionamento A velocidade do campo magnético girante depende da freqüência da rede CA. Como a freqüência da rede é constante.

Motor síncrono trifásico: princípio de funcionamento .

Como o motor síncrono desenvolve um torque somente quando gira na velocidade síncrona. quando o rotor está parado. (a) Pólo NORTE do estator se aproximando.Partida dos motores síncronos Uma das desvantagens do motor síncrono puro é que ele não pode partir de uma posição de repouso apenas com a aplicação da tensão CA trifásica ao estator. . (b) Pólo NORTE do estator se afastando. Torque resultante nulo na partida do motor síncrono. ele não tem partida própria e conseqüentemente precisa de algum dispositivo que faça o rotor girar até atingir a velocidade síncrona.

2. Meios para que o motor seja levado próximo à velocidade síncrona: 1. para que ele possa se acoplar magneticamente com o campo girante e entrar em sincronismo. Utilização de enrolamentos amortecedores para que a partida se dê como um motor de indução. 3. Utilização da excitatriz como motor cc na partida.Partida dos motores síncronos No processo de partida de um motor síncrono o seu rotor deve ser levado até uma velocidade suficientemente próxima da síncrona. . Motor cc acoplado ao eixo do motor síncrono.

estator (a) Carcaça. . (c) Colocação do bobinado.Partes construtivas de um motor síncrono . Partes construtivas do estator de um motor síncrono. (b) Estator bobinado.

. (b) Pólos lisos. Partes construtivas do rotor de um motor síncrono.rotor (a) Pólos salientes.Partes construtivas de um motor síncrono .

. Posições relativas do pólo do estator e do pólo do rotor (campo CC). (b) Com carga.Efeito da carga sobre os motores síncronos (a) Sem carga.

já que necessita desse tipo de potência para manter o rotor em sincronia com o campo girante. Aumentando a corrente de excitação do rotor de maneira que o campo produzido nele seja maior que o necessário para acompanhar o campo girante.Motor síncrono – correção do fator de potência Um motor síncrono sobre-excitado pode fornecer potência reativa à rede. Um motor síncrono subexcitado pode absorver potência da rede. . fornece-se potência reativa capacitiva à rede.

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