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26/03/2013

Biorreatores e Processos Fermentativos Aula 5 – Prof a . Dr a Ilana L. B.

Biorreatores e Processos Fermentativos

Aula 5 Prof a . Dr a Ilana L. B. C. Camargo Ciências Físicas e Biomoleculares IFSC - USP

Biotecnologia do bioprocesso tem três estágios: Processo “Upstream” Biorreatores e biorreação Processo
Biotecnologia do bioprocesso tem três estágios:
Processo “Upstream”
Biorreatores e biorreação
Processo “Downstream”

26/03/2013

Parte I

Parte I

Estágios do processo produtivo Bioprocesso – aplicação industrial de reações ou vias biológicas mediadas por

Estágios do processo produtivo

Estágios do processo produtivo Bioprocesso – aplicação industrial de reações ou vias biológicas mediadas por

Bioprocesso aplicação industrial de reações ou vias biológicas mediadas por células vivas inteiras de animais, plantas ou microrganismos, ou enzimas sobre condições controladas para a biotransformação de matérias primas em produtos.

Produto alimento, medicamento ou composto industrial

Bioprocesso também pode ocorrer sem resultar em um produto direto biorremediação, desintoxicação de resíduos ou de efluentes com ou sem subproduto ou derivados

Escala laboratorial

Escala industrial

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Biorreatores, reatores bioquímicos, reatores biológicos são os reatores químicos nos quais ocorrem uma série de
Biorreatores, reatores bioquímicos, reatores biológicos
são os reatores químicos nos quais ocorrem uma série
de reações químicas catalisadas por biocatalisadores
Células vivas
Enzimas
Reatores
enzimáticos ou
Bioquímicos
Biorreatores
ou Reatores
Biológicos

BiorreatoresSistema não asséptico – onde não é absolutamente necessário se operar com culturas inteiramente puras

Biorreatores Sistema não asséptico – onde não é absolutamente necessário se operar com culturas inteiramente

Sistema não asséptico onde não é absolutamente necessário

se operar com culturas inteiramente puras (sistemas de

descarte de efluentes);

Sistema asséptico onde as condições de assepsia são pré-

requisitos para a formação do produto com sucesso;

26/03/2013

Nem todo processo de fermentação precisa ser livre de contaminações!!Produção caseira dos vinhos Antigamente, a maceração das uvas era feita com os pés!!

de fermentação precisa ser livre de contaminações!! Produção caseira dos vinhos Antigamente, a maceração das

Produção caseira dos vinhos

ser livre de contaminações!! Produção caseira dos vinhos Antigamente, a maceração das uvas era feita com
ser livre de contaminações!! Produção caseira dos vinhos Antigamente, a maceração das uvas era feita com

Antigamente, a maceração das uvas era feita com os pés!!

Nem todo processo de fermentação precisa ser livre de contaminações!! Produção artesanal de queijo, vinho,

Nem todo processo de fermentação precisa ser livre de contaminações!!

Produção artesanal de queijo, vinho, vinagre, iogurte e cerveja, muitas vezes eram processadas satisfatoriamente, mesmo sob condições precárias de assepsia

mesmo sob condições precárias de assepsia Queijo de leite de búfala
mesmo sob condições precárias de assepsia Queijo de leite de búfala
mesmo sob condições precárias de assepsia Queijo de leite de búfala

Queijo de leite de búfala

http://www.viagemesabor.com.br/noticias/roteiros/br/norte/para/marajo

Tanque de maceração das uvas Produção de vinhos (Hoje:

Tanque de maceração das uvas Produção de vinhos (Hoje: prensa hidráulica)

Quanto mais controle se tem sobre o processo de fermentação, maior é a facilidade em se manter a qualidade e garantir a reprodução do processo.

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Chaim Weizmann e colaboradores, Inglaterra (1914-1918) Início de FERMENTAÇÃO CONTROLADA Processo submerso anaeróbio de

Chaim Weizmann e colaboradores, Inglaterra (1914-1918)

Início de FERMENTAÇÃO CONTROLADA

Processo submerso anaeróbio de produção de acetona-butanol - grande escala com condições total de assepsia;
Processo submerso anaeróbio de produção de acetona-butanol
- grande escala com condições total de assepsia;
- condições estritas de anaerobiose (Clostridium
acetobutylicum);

Proteção contra aeróbios, mas não impedia a contaminação por bacteriófagos!!

Maceração das uvas Hoje: prensa hidráulica
Maceração das uvas
Hoje: prensa hidráulica

Dióxido de enxofre (conservante)

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Biorreator ou fermentador

Biorreator ou fermentador

Biorreator ou fermentador Variação em forma e tamanho dependendo da aplicação O design do biorreator

Biorreator ou fermentador

Biorreator ou fermentador Variação em forma e tamanho dependendo da aplicação O design do biorreator depende

Variação em forma e tamanho dependendo da aplicação

O design do biorreator depende de um número de fatores que incluem:

-Tipo de células -Tipo de reação metabólica -Informação sobre a transferência de massa e calor -Viscosidade e homogeneização

Tamanhos:

-Frascos agitados (erlenmeyers): 100 1.000 mL -Fermentadores de bancada: 1 L 30L -Fermentadores piloto: 100 1.000 L -Fermentadores industriais: 1.000 1.000.000 L

Também podem ser bandejas, garrafas (fermentação sólida), colunas (imobilização células ou enzimas)

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Biorreator ou fermentador1943 – EUA, Primeira planta industrial de fermentação para produção de penicilina em fermentadores de

Biorreator ou fermentador 1943 – EUA, Primeira planta industrial de fermentação para produção de penicilina em

1943 EUA, Primeira planta industrial de fermentação para produção de

penicilina em fermentadores de aço-carbono de 54 m 3

de penicilina em fermentadores de aço-carbono de 54 m 3 • Reatores em aço-carbono • Sistemas

Reatores em aço-carbono

Sistemas de agitação e aeração

Fundo

e

tampa

esterilizáveis

torriesféricos

Entrada para a adição de inóculo

Antiespumante

Coleta de amostras

Descarga e saída dos gases

formados

durante

a

fermentação,

etc.

Biorreator ou fermentadorPadrões de materiais usados nos fermentadores sofisticados:  Todos os materiais que estão em contato

Biorreator ou fermentador Padrões de materiais usados nos fermentadores sofisticados:  Todos os materiais que

Padrões de materiais usados nos fermentadores sofisticados:

Todos os materiais que estão em contato com as soluções ou com a

cultura do organismo devem ser resistentes à corrosão para prevenir a

contaminação do processo com traços de metais;

Não podem ser tóxicos pois se houver alguma dissolução do material

ou componente não haverá inibição do crescimento da cultura;

Inspeção visual do meio e cultura é uma vantagem, por isso deve haver

materiais transparentes quando possível

O sistema de agitação, portas de entrada e de saída devem ser rígidas

o suficiente para não deformar ou quebrar sob estresse mecânico;

Materiais precisam suportar repetidas esterilizações por vapor em alta

pressão;

ou quebrar sob estresse mecânico;  Materiais precisam suportar repetidas esterilizações por vapor em alta pressão;

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Biorreator ou fermentadorReator agitado mecanicamente (STR: stirred tank reactor) Sistema de agitação Sonda pH Camisa de resfriamento

Reator agitado mecanicamente (STR: stirred tank reactor)

Reator agitado mecanicamente (STR: stirred tank reactor) Sistema de agitação Sonda pH Camisa de resfriamento
Sistema de agitação Sonda pH Camisa de
Sistema de agitação
Sonda pH
Camisa de

resfriamento

Sonda oxigênio dissolvido

Agitadores: turbinas

Tanque cilíndrico vertical;

Agitado mecanicamente ou não;

Provido de sistema de aquecimento e resfriamento;

Demais controles necessários ao processo;

ou não; • Provido de sistema de aquecimento e resfriamento; • Demais controles necessários ao processo;

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Serpentinas
Serpentinas
Serpentinas
Estudo atual Aumento de escala 12 Kg  800 Kg http://www.cetem.gov.br/publicacao/CTs/CT2005-084-00.pdf
Estudo atual Aumento de escala 12 Kg  800 Kg http://www.cetem.gov.br/publicacao/CTs/CT2005-084-00.pdf

Estudo atual

Aumento de escala

12 Kg 800 Kg

http://www.cetem.gov.br/publicacao/CTs/CT2005-084-00.pdf

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Capacidade dos biorreatores de escala industrial1- Pequena escala: 1 a 2 m 3 de capacidade – cultivo de microrganismos patogênicos,

Capacidade dos biorreatores de escala industrial 1- Pequena escala: 1 a 2 m 3 de capacidade

1- Pequena escala: 1 a 2 m 3 de capacidade cultivo de microrganismos

patogênicos, ou para crescimento de células animais ou vegetais. Em geral, seu

uso tem como objetivo produtos ligados à área de saúde

2 Escala intermediária: dezenas de metros cúbicos até 100 a 200 m 3

especificamente empregado na produção de enzimas, antibióticos e vitaminas.

3- Grande escala: reatores com milhares de metros cúbicos de capacidade -

para processos que exigem poucos ou até mesmo nenhum cuidado de

assepsia: fermentação alcoólica ou do tratamento biológico de resíduos

Função primária de fermentação • fornecer condições ambientais adequadas ao crescimento dos microrganismos Para

Função primária de fermentação

fornecer condições ambientais adequadas ao crescimento

dos microrganismos

ambientais adequadas ao crescimento dos microrganismos Para tanto, 12 pontos devem ser observados: 1- O reator

Para tanto, 12 pontos devem ser observados:

1- O reator deve ser capaz de manter-se estéril por muitos dias, trabalhar sem problemas por longos períodos e satisfazer todas as exigências legislativas de contenção ambiental;

2- As exigências metabólicas dos microrganismos, quanto a aeração e agitação, devem ser plenamente satisfeitas, mantendo porém a integridade física dos mesmos;

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    Para tanto, 12 pontos devem ser observados:   3- A potência absorvida deve
    Para tanto, 12 pontos devem ser observados:   3- A potência absorvida deve
   

Para tanto, 12 pontos devem ser observados:

 

3- A potência absorvida deve ser a menor possível;

 

4- Um eficiente sistema de controle de temperatura deve estar

 

disponível;

 

5- Um sistema de controle de pH deve estar disponível;

 

6- Um sistema de tomada de amostras à prova de contaminação

 

do conteúdo do fermentador deve ser parte integrante do

equipamento.

 
 
 
 
 

Para tanto, 12 pontos devem ser observados:

 
 

7- Perdas por evaporação devem ser mantidas ao mínimo;

 

8-

Eficiente

sistema

de

controle

dos

gases

e

saída

do

fermentador devem estar disponíveis;

 

9 - O reator deve exigir o mínimo em mão-de-obra para sua operação, limpeza e manutenção;

 

10 O reator deve preencher, sempre que possível, a

 

característica de multi-propósito, contudo, a regulamentação

de contenção ambiental e a possibilidade de contaminações

cruzadas podem ser fatores limitantes

 

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Para tanto, 12 pontos devem ser observados:11- O reator deve ter as superfícies internas polidas e todas as suas conexões, na

Para tanto, 12 pontos devem ser observados: 11- O reator deve ter as superfícies internas polidas
Para tanto, 12 pontos devem ser observados: 11- O reator deve ter as superfícies internas polidas

11- O reator deve ter as superfícies internas polidas e todas as

suas conexões, na medida do possível, devem ser soldadas

e não rosqueadas;

12- Na medida do possível, o reator deve manter uma

geometria similar à dos reatores menores ou maiores, a fim

de facilitar a ampliação de escala do processo.

manter uma geometria similar à dos reatores menores ou maiores, a fim de facilitar a ampliação

Biorreator ou fermentadorEscala laboratorial ~1L Biorreator de bancada //www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=3930

Biorreator ou fermentador Escala laboratorial ~1L Biorreator de bancada //www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=3930

Escala laboratorial

~1L

Biorreator ou fermentador Escala laboratorial ~1L Biorreator de bancada //www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=3930

Biorreator de bancada

//www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=3930

Biorreator ou fermentador Escala laboratorial ~1L Biorreator de bancada //www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=3930
Biorreator ou fermentador Escala laboratorial ~1L Biorreator de bancada //www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=3930

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Biorreator ou fermentador Composição: Reatores de bancada 1. Reatores de vidro com fundo arredondado ou

Biorreator ou fermentador

Composição: Reatores de bancada

Biorreator ou fermentador Composição: Reatores de bancada 1. Reatores de vidro com fundo arredondado ou chato

1. Reatores de vidro com fundo arredondado ou chato e tampa superior de inox ligada ao corpo por uma flange. Diâmetro máximo = 60 cm. vidro borossilicato esterilizado em autoclave; 2. Reatores com corpo cilíndrico de vidro, com tampas superior e inferior em aço inoxidável. Esterilizado in situ (10-20L).

em aço inoxidável. Esterilizado in situ (10-20L) . http://www.ars-fla.com/Mainpages/Bio-Reactor/bioreactor.html
em aço inoxidável. Esterilizado in situ (10-20L) . http://www.ars-fla.com/Mainpages/Bio-Reactor/bioreactor.html
em aço inoxidável. Esterilizado in situ (10-20L) . http://www.ars-fla.com/Mainpages/Bio-Reactor/bioreactor.html

http://www.ars-fla.com/Mainpages/Bio-Reactor/bioreactor.html

Biorreator ou fermentador Composição: Reatores Pilotos e industriais Volumes: 50 L a 500 m 3

Biorreator ou fermentador

Composição: Reatores Pilotos e industriais

ou fermentador Composição: Reatores Pilotos e industriais Volumes: 50 L a 500 m 3 Analisar materiais

Volumes: 50 L a 500 m 3 Analisar materiais quanto:

- Capacidade de resistir às pressões de esterilização

- Resistência à corrosão

- Toxicidade dos produtos resultante de uma eventual corrosão;

- Custo do material

Aço inoxidável 316 considerado adequado não resolve todos os problemas: produção de ácido cítrico pH 1 ou pH 2 corrosão Inox 317 com 3-4% de molibdênio

Classes de aço inox no Brasil segue American Iron and Steel Institute (AISI)

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Tabela 1. Composição de alguns tipos de aços inoxidáveis AISI. Composição nominal (%). Tipo de

Tabela 1. Composição de alguns tipos de aços inoxidáveis AISI. Composição nominal (%).

Tipo de

Carbono

Cromo

Níquel

Titânio

Molibdênio

aço

304

0,08

18-20

8-11

-

-

304L

0,03

18-20

8-11

-

-

321

0,08

17-19

9-12

≥ 5 xC

-

316

0,08

16-18

10-14

-

2-3

316L

0,03

16-18

10-14

-

2-3

Fermentação com células animais corrosão dos metais pesados insuspeitáveis problemas

Biorreator ou fermentador Composição: Reatores Pilotos e industriais Outros materiais: Cobre (cervejarias –

Biorreator ou fermentador

Composição: Reatores Pilotos e industriais

Outros materiais:

Reatores Pilotos e industriais Outros materiais: Cobre (cervejarias – resistência pelas leveduras chega

Cobre (cervejarias resistência pelas leveduras chega a 30 ppm)

Alumínio raramente utilizado pois reagentes podem atacá-lo;

Níquel elevada resistência à corrosão;

Titânio alto custo;

Vidro borossilicato instalação de visores;

Plásticos resistentes à corrosão, mas alguns não resistem

muito a solventes (polietileno, polipropileno, PVC rígido

Aço carbono Ferro + carbono: utilizado nos primeiros reatores

)

empregados na produção de penicilina. Não é mais utilizado

devido à dificuldade de limpeza e contaminação do produto

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Fermentação microbiana: um sistema de três fases 1. Fase líquida: contém sais, substratos e metabólitos

Fermentação microbiana: um sistema de três fases

1. Fase líquida: contém sais, substratos e metabólitos dissolvidos. Pode também possuir substrato imiscível em água;

2. Fase sólida: consiste nas células, substratos ou produtos insolúveis;

3. Fase gasosa: oxigênio, CO 2

Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial Sistema de agitação Fatores
Fatores físico-químicos que devem ser
considerados em uma fermentação industrial
Sistema de agitação
Fatores importantes:
Sondas para
determinação de
pH
pO 2
1 - Oxigênio
Sistema de aeração
Entrada de
2 - Temperatura
Inóculo
Sistema de
meios/nutrientes
colheita
anti-espumante
3 - pH
de amostras

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Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial1- Oxigênio Processos aeróbios têm destaque na Biotecnologia Industrial, pois estão envolvidos no cultivo de

que devem ser considerados em uma fermentação industrial 1- Oxigênio Processos aeróbios têm destaque na

1- Oxigênio Processos aeróbios têm destaque na Biotecnologia Industrial, pois

estão envolvidos no cultivo de microrganismo para produção de

antibióticos, enzimas, vitaminas, fermentos e inoculantes, proteínas

recombinantes (hormônios, insulina), etc.

Processos fermentativos envolvendo cultivo de células aeróbias ou

aneróbias facultativas visando formação de produtos ou tratamento

biológico de águas residuárias têm em comum o aspecto de exigirem

um adequado dimensionamento do sistema de transferência de

oxigênio (fase gasosa fase líquida)

Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial1- Oxigênio Último elemento a aceitar elétrons NADH NADH NADH (Tortora, Funke & Case, 2000)

1- Oxigênio

Último elemento a aceitar elétrons

industrial 1- Oxigênio Último elemento a aceitar elétrons NADH NADH NADH (Tortora, Funke & Case, 2000)
NADH NADH NADH
NADH
NADH
NADH

(Tortora, Funke & Case, 2000)

Permite:

- Armazenamento de energia ATP;

- Reoxidação das coenzimas que participam

das reações de desidrogenação.

Participam das reações de síntese de

moléculas levando à sobrevivência

das células e ao surgimento de novas

células no processo de proliferação da

biomassa microbiana, para a qual a

energia é fundamental.

Diagrams:

Prokaryotic Mariana Ruiz Binary Fission, JW Schmidt6

biomassa microbiana, para a qual a energia é fundamental. Diagrams: Prokaryotic Mariana Ruiz Binary Fission, JW

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Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial1 - O x i g ê n i o C 6 H 1 2

1- Oxigênio

C 6 H 12 O 6 + 6O 2 6CO 2 + 6H 2 O

H 1 2 O 6 + 6O 2  6CO 2 + 6H 2 O Para

Para a oxidação de 1 mol de glicose, é necessário o consumo de 6 mols de O 2

Glicose é bastante solúvel, já O 2 é pouco solúvel em água.

A concentração de oxigênio dissolvido na saturação é apenas da ordem

de 7 mg O 2 /L (7ppm), ao se borbulhar ar atmosférico à pressão de 1 atm

e a 35 o C.

Nada adianta alimentar o biorreator se não houver um ótimo

sistema de transferência de oxigênio

não houver um ótimo sistema de transferência de oxigênio - Transferência entre fases gasosa e aquosa;

- Transferência entre fases gasosa e aquosa;

- Oxigênio dissolvido deve chegar às células;

- Oxigênio deve penetrar nas células;

- Oxigênio deve ser consumido na reação

http://www.pptechnologygroup.com/cfd_engineering.htm

Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial1 - O x i g ê n i o Em reatores não aerados, o

que devem ser considerados em uma fermentação industrial 1 - O x i g ê n

1- Oxigênio

uma fermentação industrial 1 - O x i g ê n i o Em reatores não

Em reatores não aerados, o oxigênio é transferido do espaço livre acima do líquido.

A agitação quebra continuamente a superfície do líquido e aumenta a área de transferência.

O efeito da velocidade de agitação na entrada do gás em um biorreator de 2 L :

300 rpm

300 rpm

450 rpm

450 rpm

750 rpm

750 rpm

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Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial1- Oxigênio Chicanas/Baffles Aumentam a turbulência e assim, melhoram a oxigenação do meio

que devem ser considerados em uma fermentação industrial 1- Oxigênio Chicanas/Baffles Aumentam a turbulência e

1- Oxigênio

Chicanas/Baffles Aumentam a turbulência e assim, melhoram a oxigenação do meio

fermentação industrial 1- Oxigênio Chicanas/Baffles Aumentam a turbulência e assim, melhoram a oxigenação do meio
fermentação industrial 1- Oxigênio Chicanas/Baffles Aumentam a turbulência e assim, melhoram a oxigenação do meio

Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial1- Oxigênio Chicanas, quebra vórtice ou “baffles” Aumentam a turbulência e assim, melhoram a oxigenação

que devem ser considerados em uma fermentação industrial 1- Oxigênio Chicanas, quebra vórtice ou “baffles”

1- Oxigênio

considerados em uma fermentação industrial 1- Oxigênio Chicanas, quebra vórtice ou “baffles” Aumentam a

Chicanas, quebra vórtice ou “baffles”

Aumentam a turbulência e assim, melhoram a oxigenação do meio

Normalmente:

4 chicanas equidistantes

a oxigenação do meio Normalmente: 4 chicanas equidistantes Largura: 10% do diâmetro do reator Devem ser
a oxigenação do meio Normalmente: 4 chicanas equidistantes Largura: 10% do diâmetro do reator Devem ser

Largura: 10% do diâmetro do reator

Devem ser fixadas a 1 ou 2 cm do corpo do

fermentador para evitar zonas de estagnação

Análise computacional de dinâmica de fluxos

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Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial 1 - O x i

Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial

que devem ser considerados em uma fermentação industrial 1 - O x i g ê n

1- Oxigênio

Chicanas afastadas da parede do biorreator Evita zonas de estagnação

industrial 1 - O x i g ê n i o Chicanas afastadas da parede do
industrial 1 - O x i g ê n i o Chicanas afastadas da parede do
Co Co Co 1 t0 t1 Tempo Concentração de O 2 Concentração de Oxigênio dissolvida
Co Co Co 1 t0 t1 Tempo Concentração de O 2
Co
Co
Co 1
t0
t1
Tempo
Concentração de O 2
Co Co Co 1 t0 t1 Tempo Concentração de O 2 Concentração de Oxigênio dissolvida aumenta

Concentração de Oxigênio dissolvida aumenta com a agitação

Co Co Co 1 t0 t1 Tempo Concentração de O 2 Concentração de Oxigênio dissolvida aumenta

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Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial1- Oxigênio Injetar ar esterilizado Devagar rápida Quando a velocidade de agitação é: pequena •Bolhas

1- Oxigênio

considerados em uma fermentação industrial 1- Oxigênio Injetar ar esterilizado Devagar rápida Quando a velocidade

Injetar ar esterilizado

industrial 1- Oxigênio Injetar ar esterilizado Devagar rápida Quando a velocidade de agitação é:
industrial 1- Oxigênio Injetar ar esterilizado Devagar rápida Quando a velocidade de agitação é:

Devagar

industrial 1- Oxigênio Injetar ar esterilizado Devagar rápida Quando a velocidade de agitação é: pequena

rápida

Quando a velocidade de agitação é:

pequena •Bolhas não serão quebradas tendendo a subir direto para a superfície. Acumulam no eixo
pequena
•Bolhas não serão quebradas tendendo a subir direto
para a superfície. Acumulam no eixo do agitador,
coalescendo e diminuindo a transferência de oxigênio.
grande
•as bolhas pequenas irão circular por todo o reator e
terão o seu tempo de residência aumentado.

Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial1- Oxigênio Métodos para aumentar a taxa de transferência de oxigênio ( k L a

1- Oxigênio Métodos para aumentar a taxa de transferência de

oxigênio (kLa) no sistema:

k L a diminui com o aumento do volume do líquido

k L a diminui com o aumento do volume do líquido

k L a aumenta com a área superficial do líquido

k L a aumenta com a área superficial do líquido

k L a é maior quando as pequenas chicanas estão presentes

k L a é maior quando as pequenas chicanas estão presentes

k L a aumenta com a área superficial do líquido k L a é maior quando

26/03/2013

Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrialMétodos para aumentar a taxa de transferência de oxigênio ( k L a ) no

que devem ser considerados em uma fermentação industrial Métodos para aumentar a taxa de transferência de

Métodos para aumentar a taxa de transferência de oxigênio (k L a)

no sistema:

-Aumento da pressão;

-Aumento da concentração de O 2 no ar inserido no reator;

-Aumento da agitação;

-Aumento do fluxo de ar;

-Redução de espumas e remoção de bolhas de ar da superfície.

Biorreator ou fermentadorSistema de Controle de espuma Fatores que favorecem a formação de espuma: • Meio de

Sistema de Controle de espuma

Biorreator ou fermentador Sistema de Controle de espuma Fatores que favorecem a formação de espuma: •

Fatores que favorecem a formação de espuma:

Meio de fermentação: meios ricos em proteínas tendem a formar mais espuma. Muitas células produzem moléculas tipo detergente (ácidos nucléicos e proteínas excretadas após lise das células ou compostos lipídicos produzidos durante o crescimento);

Taxa de aeração e velocidade do agitador (,formação de espuma);

26/03/2013

Biorreator ou fermentador Sistema de Controle de espuma Formação excessiva de espuma pode: 1. Bloquear

Biorreator ou fermentador

Sistema de Controle de espuma

Formação excessiva de espuma pode:

1. Bloquear os filtros de saída de ar;

2. Aumentar a pressão do biorreator

de saída de ar; 2. Aumentar a pressão do biorreator O controle é feito com a

O controle é feito com a adição de agentes antiespumantes baseados em silicone ou óleos vegetais que desestabilizam a espuma pela redução da tensão superficial.

a espuma pela redução da tensão superficial. ON-OFF. Uma parte fica no meio e a outra

ON-OFF. Uma parte fica no meio e a outra acima do nível do líquido. Quando a espuma atinge a superfície do sensor que está em cima, existe a produção de uma corrente elétrica que é detectada pelo controlador, resultando na ativação da bomba.

Biorreator ou fermentadorSistema de Controle de espuma Fatores que auxiliam na diminuição da formação da espuma: •

Sistema de Controle de espuma

Biorreator ou fermentador Sistema de Controle de espuma Fatores que auxiliam na diminuição da formação da

Fatores que auxiliam na diminuição da formação da espuma:

O volume livre no reator: em sistemas nos quais a espuma é formada facilmente, o volume de trabalho deve ser reduzido para facilitar o controle de espuma. Quanto maior o volume livre, maior a probabilidade da espuma colapsar por causa do seu próprio peso;

Temperatura do condensador: em reatores de laboratório, uma temperatura mais baixa pode ajudar no controle da espuma. A densidade da espuma aumenta quando ela se move de uma região mais quente para a região fria do condensador, causando o colapso da espuma;

Quebradores mecânicos de espuma: agitador de alta velocidade. A bolha é puxada para o agitador e colapsa por ação de forças mecânicas. Em pequenos reatores de laboratório são utilizados quebradores ultrassônicos, que geram vibrações de alta frequência responsáveis por quebrar as bolhas da espuma

26/03/2013

Fatores que alteram a aeração de uma cultura microbiana26/03/2013 Geometria do biorreator D T W B Li H L Wi Di C Geralmente cilíndricos.

Fatores que alteram a aeração de uma cultura microbiana
Fatores que alteram a aeração de uma cultura microbiana
Fatores que alteram a aeração de uma cultura microbiana
Fatores que alteram a aeração de uma cultura microbiana
Fatores que alteram a aeração de uma cultura microbiana

Geometria do biorreatorD T W B Li H L Wi Di C Geralmente cilíndricos. São construídos em

D

T

Geometria do biorreator D T W B Li H L Wi Di C Geralmente cilíndricos. São
W B Li H L Wi Di C
W
B
Li
H
L
Wi
Di
C

Geralmente cilíndricos. São construídos em dimensões padrão publicadas pela

International Standards Organisation e British Standards Institution.

Reatores do tipo STR, em geral:

-Tanque cilíndrico

-Relação de altura:diâmetro (H:D)

2:1 ou 3:1

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D T W B Li H L Wi Di C Di = Diâmetro do impelidor

D T

W B Li H L Wi Di C
W
B
Li
H
L
Wi
Di
C

Di = Diâmetro do impelidor (m)

D

T = Diâmetro do tanque (m)

H

L = altura da coluna do líquido (m)

C

Wi = altura da pá da turbina (m)

W B = altura da chicana (m)

Di < Hi < 2Di

Di < Hi < 2Di Hi = distância entre impelidores

Hi = distância entre impelidores

Número de impelidores para uma máxima transferência de potência H L – Di H L
Número de impelidores para uma
máxima transferência de potência
H L – Di
H L – 2Di
> N˚Impelidores >
Di
Di

Geometria do biorreator

Esquema de tanque agitado por turbinas de pás planas, com indicação de dimensões importantes na transmissão de potência ao líquido

Máxima potência com mais de um impelidor:

= distância do impelidor ao fundo do reator (m)

Geometria do biorreator    Valores   Razão Típicos OBS Altura do líquido do reator e altura do

Geometria do biorreator     Valores   Razão Típicos OBS Altura do líquido do reator e
   

Valores

 

Razão

Típicos

OBS

Altura do líquido do reator e altura do reator

Ht/Hl

~ 0,7 - 0,8

Depende do nível de espuma produzido durante a fermentação

Altura do reator e diâmetro do tanque

Ht/Dt

~ 1 - 2

Reatores europeus tendem a ser mais altos que os projetados nos EUA

Diâmetro do impelidor e diâmetro do tanque

Da/Dt

1/3 1/2

Reatores com turb. Rushton são geralmente 1/3 do diâmetro do tanque. Os de fluxo axial são maiores

Largura das chicanas e diâmetro do tanque

Lb/Dt

~0,08 0,1

Geralmente 10% do diâmetro do reator

Altura da pá do impelidor e diâmetro do impelidor

W/Da

0,2

 

Largura da pá do impelidor e diâmetro do impelidor

L/Da

0,25

 

Distância média entre o impelidor e a saída de gás e altura da pá

E/W

1

 

26/03/2013

Geometria do biorreator Fluxos: Axial e Radial Geometria do biorreator Fluxo axial: o líquido é
Geometria do biorreator
Fluxos: Axial e Radial
Geometria do biorreator
Fluxo axial: o líquido é dirigido para
a base do reator, isto é, paralelo ao
eixo do agitador. São deficientes em
gerar turbulência e quebra das
bolhas de ar, o que os tornam
indesejáveis para cultivos aerados.
Algumas marcas comerciais:
Impelidor Lightnin 320, Impelidor
KPC – KROMA, Impelidor Pitched
Impelidor Lightnin 

26/03/2013

No fluxo radial, o líquido é inicialmente dirigido a parede do reator, isto é, ao
No fluxo radial, o líquido é inicialmente dirigido a parede do reator, isto é, ao

No fluxo radial, o líquido é inicialmente dirigido a parede do reator, isto é, ao longo do raio do tanque. Não é tão eficiente quanto o fluxo axial. Maior quantidade de energia é necessária para gerar o mesmo fluxo que o axial;

Arrowhead, de pás curvas, de pás retas verticais, Impelidor Rushton, Impelidor Smith.

o axial; Arrowhead, de pás curvas, de pás retas verticais, Impelidor Rushton, Impelidor Smith. Geometria do

Geometria do biorreator

o axial; Arrowhead, de pás curvas, de pás retas verticais, Impelidor Rushton, Impelidor Smith. Geometria do
o axial; Arrowhead, de pás curvas, de pás retas verticais, Impelidor Rushton, Impelidor Smith. Geometria do
o axial; Arrowhead, de pás curvas, de pás retas verticais, Impelidor Rushton, Impelidor Smith. Geometria do

Algumas

marcas

comerciais:

tipo

verticais, Impelidor Rushton, Impelidor Smith. Geometria do biorreator Algumas marcas comerciais: tipo 26

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Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial2- Temperatura Exotérmica Equipamentos devem ter sistema de transferência de temperatura. Reação no Biorreator

2- Temperatura

considerados em uma fermentação industrial 2- Temperatura Exotérmica Equipamentos devem ter sistema de
Exotérmica Equipamentos devem ter sistema de transferência de temperatura. Reação no Biorreator Endotérmica
Exotérmica
Equipamentos devem ter
sistema de transferência
de temperatura.
Reação no
Biorreator
Endotérmica
Sistema de circulação de vapor e água quente podem aquecer o sistema e também podem
Sistema de circulação
de vapor e água quente
podem aquecer o sistema e também podem
ser úteis para esterilização do biorreator
antes do início do processo da fermentação;

Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial2- Temperatura Camisa (Jacket) ou serpentina de resfriamento Para o resfriamento de culturas, por onde

2- Temperatura

considerados em uma fermentação industrial 2- Temperatura Camisa (Jacket) ou serpentina de resfriamento Para o
Camisa (Jacket) ou serpentina de resfriamento Para o resfriamento de culturas, por onde pode passar
Camisa (Jacket) ou
serpentina de resfriamento
Para o resfriamento de culturas, por
onde pode passar água, por exemplo,
com temperaturas menores
de resfriamento Para o resfriamento de culturas, por onde pode passar água, por exemplo, com temperaturas

26/03/2013

Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial2- Temperatura Camisas são cada vez menos utilizadas – reduzida eficiência na transferência de calor

2- Temperatura

considerados em uma fermentação industrial 2- Temperatura Camisas são cada vez menos utilizadas – reduzida

Camisas são cada vez menos utilizadas reduzida eficiência na transferência de calor pela circulação irregular do vapor ou da água de refrigeração;

Serpentinas internas permitem boa troca térmica e eficiente circulação do fluido em alta velocidade

Inconvenientes: a) Reduzem significativamente o volume útil do fermentador; b) Dificultam a limpeza interna; c)
Inconvenientes:
a) Reduzem significativamente o volume útil do fermentador;
b) Dificultam a limpeza interna;
c) Dificultam a mistura eficiente do meio em fermentadores
agitados mecanicamente;
d) Podem ser um foco adicional de contaminação por defeito nas
soldas difíceis de detectar.
Serpentinas
Serpentinas

26/03/2013

26/03/2013 Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial 3- pH No biorreator
Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial 3- pH No biorreator deve

Fatores físico-químicos que devem ser considerados em uma fermentação industrial

3- pH

devem ser considerados em uma fermentação industrial 3- pH No biorreator deve haver um sistema de

No biorreator deve haver um sistema de determinação de pH assim como uma entrada para balancear a reação com ácido/base que não ofereça nenhum risco de contaminação para o sistema.

Temperatura e pH também ficam mais homogêneos com a agitação

26/03/2013

Importância da agitação e misturaAgitação adequada é essencial pois proporciona os seguintes efeitos nas três fases: 1- Dispersão do

Importância da agitação e mistura Agitação adequada é essencial pois proporciona os seguintes efeitos nas três

Agitação adequada é essencial pois proporciona os seguintes efeitos nas três fases:

1- Dispersão do ar no meio de cultivo

2- Homogeneização para igualar a temperatura, pH e concentração de nutrientes

3- Suspensão dos microrganismos e dos nutrientes sólidos

4- Dispersão de líquidos imiscíveis

Importância da agitação e misturaQuanto maior a agitação, melhor será o crescimento? CUIDADO!! Agitação excessiva pode romper as células

Importância da agitação e mistura Quanto maior a agitação, melhor será o crescimento? CUIDADO!! Agitação excessiva

Quanto maior a agitação, melhor será o crescimento?

CUIDADO!!

Agitação excessiva pode romper as células e

aumentar a temperatura o que ocasiona uma

redução na viabilidade celular!!

Deve-se buscar o equilíbrio entre a necessidade

de mistura do meio evitando-se o dano celular.

26/03/2013

Características básicas de biorreatores1. Sistema de agitação; 2. Sistema de distribuição de O 2 ; 3. Sistema de

Características básicas de biorreatores 1. Sistema de agitação; 2. Sistema de distribuição de O 2 ;

1. Sistema de agitação;

2. Sistema de distribuição de O 2 ;

3. Sistema de controle de espuma;

4. Sistema de controle de temperatura;

5. Sistema de controle de pH;

6. Portas de amostragem;

7. Sistema de limpeza e esterilização;

8. Linhas para esvaziar o biorreator.

de controle de pH; 6. Portas de amostragem; 7. Sistema de limpeza e esterilização; 8. Linhas

BibliografiaSchmidell W, Lima UA, Aquarone E, Borzani W. Biotecnologia Industrial: Engenharia Bioquímica. Volume 2. Ed

Bibliografia Schmidell W, Lima UA, Aquarone E, Borzani W. Biotecnologia Industrial: Engenharia Bioquímica. Volume 2. Ed

Schmidell W, Lima UA, Aquarone E, Borzani W. Biotecnologia Industrial: Engenharia Bioquímica. Volume 2. Ed Edgard Blücher LTDA, São Paulo, 2001. Cap. 8 e 20

Smith JE. Biotechnology. 4th ed. Cambridge University Press, 2004. Cap. 4