AULA 3 PLANEJAMENTO GRÁFICO E

SEMIÓTICA
Prof. Dr. Gilson Pôrto Jr. gilsonportouft@gmail.com

RELEMBRANDO...
Atos comunicativos
Verbal (ou digital):
Oral: diálogo, palestra, etc; Escrita: carta, literatura, jornalismo impresso, etc.

Não-Verbal (ou analógica):
Comunicação gestual: movimentos e posicionamentos do corpo; Pictórica: desenhos, fotografias, pinturas.

Sincrética: distintas.

formada

por

códigos

de

naturezas

RELEMBRANDO.... AMPLITUDE COMUNICACIONAL
Subjetiva: realiza-se quando cada indivíduo pensa, medita, reflete (micro); Interpessoal: envolve um grupo de pessoas (ex.: alunos e professores, vizinhos que conversam, multidão) (micro); Massiva: emprego de meios de comunicação, como jornal e/ou TV (macro).

RELEMBRANDO.... PROCESSO DE COMUNICAÇÃO: QUANDO?
Interlocutor(es): aqueles que emitem e a quem se destina; Mensagem(ns): seqüência de sinais transmitidos, que formam signos a serem organizados por meio de códigos compreendidos pelo receptor; Meios: (...); Contexto: onde o ato comunicacional se realiza, do ponto de vista histórico, social, cultural, etc.

INFORMAÇÃO...
Fatos? Acontecimentos? Auto-explicativa? Interpretação? Narratividade? Formato(s)? (...)

PROCESSO DE RECONHECIMENTO...

Para haver comunicação o(s) indivíduo(s) precisam utilizar sinais que são reconhecidos por seus interlocutores.
Signos: verbais ou visuais

SIGNO(S) I
Representação propósito); convencionada (tem um

Está no lugar do real / se faz presente em um certo contexto; Emissor e receptor compreendem a finalidade do signo;

SIGNO(S) II
Referente: objeto representado (ex.: casa: abrigo, proteção); Significante: representação do objeto feita por meio de elementos verbais, pictóricos ou gestuais (casa: C-A-S-A); Significado: “valor” atribuído por quem o emprega em um processo de comunicação (casa: variável de acordo com o(s) sujeito – lugar de viver, família, descanso, sofrimento, etc...).

SIGNO(S) III – ATRIBUIÇÕES
Símbolo(s): idéias, noções abstratas; Ícone(s): se dá por semelhança /elementos pictóricos (imagem fotografia, desenho, pintura, etc.); Índice(s): signos que se referem ao objeto por meio de modificações causadas pelo próprio objeto (pegada: passagem de alguém).

SIGNOS IV - PROPRIEDADES
Denotação: o significado manifesto pelo signo (ex: imagem do leão representa o animal). Conotação: capacidade de associar novos significados ao signo (ex: Ele é um leão: força, ferocidade).

REFERÊNCIAS
Niemeyer, Lucy. Elementos da Semiótica aplicados ao design. Rio de Janeiro: 2AB, 2003. SANTAELLA, Lucia. Semiótica Aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005. SANTAELLA, Lucia. O que é semiótica. São Paulo: Brasiliense, 2005.

Aula 4 Planejamento Gráfico e

Semiótica
Prof. Dr. Gilson Pôrto Jr. gilsonportouft@gmail.com

FERDINAND DE SAUSSURE
Criou um ramo de estudos da linguagem, que enfocava a linha diacrônica – com foco nas transformações ocorridas na língua com o tempo – conhecido como semiótica. Semiótica: estuda “a vida dos signos no seio da vida social”.

CHARLES SANDERS PIERCE
Deu “corpus” teórico à ciência dos signos (semiótica);
Grego semeion = signo

Função: classificar e descrever todos os tipos de signos, inclusive os lingüísticos. Com isso, o signo é algo que representa alguma coisa para alguém em determinado lugar.

TRICOTOMIA DE PIERCE
Interpretação é mais importante do que o significado. Primeiridade: representante; Secundidade: objeto; Terceiridade: interpretação do signo. signo ou

OUTRO EXEMPLO: FACEBOOK

http://sarader.wordpress.com/a1/

ELEMENTOS PARA UMA SEMIOSE: FILTROS
Fisiológicos: acuidade de percepção; Culturais: ambiente, individual(is); experiência(s)

Emocionais: atenção, motivação.

(Vide Figura 1)

RELAÇÕES SÍGNICAS, C. PEIRCE

REPRESENTÂMEN (SIGNO EM SI)
Integra o processo de representação, passível de ser percebido, sentido; Suporte das significações que serão extraídas do signo; Composição:
Qualisigno (uma qualidade que é signo): diz respeito as características que menos particularizam o signo (cores, materiais, texturas, acabamento); Sinsigno: Já particulariza e individualiza o signo como ocorrência (formas, dimensões); Legisigno: conversões, regras e padrões que se manifestam (perspectiva, atendimento a normas).

INTERPRETANTE
Refere-se as possibilidades interpretativas do signo (é o que um signo pode gerar na mente de alguém). Composição:
Rema: quando o interpretante gera uma indeterminação, uma surpresa, um espanto, uma indeterminação; Dícente (Dicissigno): quando gera particularizações interpretativas, em que há a denotação; Argumento: quando o interpretante está cheio de certezas e garantias, com precisão e rigor científico.

NÍVEIS DE RELAÇÕES SÍGNICAS

RESUMO

REFERÊNCIAS
Niemeyer, Lucy. Elementos da Semiótica aplicados ao design. Rio de Janeiro: 2AB, 2003. SANTAELLA, Lucia. Semiótica Aplicada. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005. SANTAELLA, Lucia. O que é semiótica. São Paulo: Brasiliense, 2005.

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