Você está na página 1de 1210

FERNANDO PINHEIRO

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL
1906 a 2011

O único autor (sobrevivo) antecedido apenas por Afonso Arinos e Cláudio Pacheco

Fernando Pinheiro

Afonso Arinos (1905/1990) Período: 1808/1835)

Cláudio Pacheco (1909/1993) Período: 1835/1951

FERNANDO PINHEIRO

2

HISTÓRIA
DO BANCO DO BRASIL 1906 a 2011
Fernando Pinheiro

O uso da Marca Registrada aludida nesta Obra Histórica, amparada pelo registro no Escritório de Direitos Autorais da Fundação Biblioteca Nacional – Ministério da Cultura, dependerá de autorização de seu Titular. OBS.: A publicação, a transmissão ou emissão, retransmissão e reprodução das obras que versem sobre personalidade(s), de acordo com o registro no Escritório de Direitos Autorais da Fundação Biblioteca Nacional, concedido ao escritor Fernando Pinheiro, dependerá da prévia e expressa autorização da(s) mesma(s), ou, de seus sucessores, no caso de falecimento.

3

-

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL

CPI

Brasil. Catalogação-na-fonte Rio de Janeiro – RJ Pinheiro, Fernando

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL, de FERNANDO PINHEIRO

BANCO DO BRASIL
1. 2. 3. 4.

5. 6. 7. 8. 9. 10. 11.

História do Brasil – Economia e Finanças Biografia Institucional (1906/2011) Ensaios Históricos Administração Pública: – Engenharia de Produção no BB – Engenharia e Arquitetura no BB – Presença do BB no país e no exterior Banco de Dados pertinente ao Banco do Brasil Banco de Imagens do Banco do Brasil Discursos de presidentes do BB: – Posses, inauguração de agências no exterior, conferências e despedidas no cargo de presidente Discursos de executivos do BB Panegírico (elogio acadêmico) a executivos do BB Bibliografia e Iconografia autorizadas ao autor – Custódia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil Brochura: 1.210 páginas Rio de Janeiro RJ – 2011

FERNANDO PINHEIRO

4

FERNANDO HENRIQUES PINHEIRO, contista, cronista, ensaísta (áreas de História, Música Clássica, Filosofia, Comportamento Humano, Espiritualidade), fez seus estudos no Seminário Arquidiocesano de São Luís do Maranhão (hoje, Centro Teológico do Maranhão).

Honrarias e condecorações: ●

Prêmio Nacional de Livros Publicados
Concedido pela Academia Internacional de Letras, Artes e Filosofia do Rio de Janeiro Ciências,


– –

Diploma Moção de Congratulações
Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (sessão solene de 20 de maio de 1998) Câmara Municipal do Rio de Janeiro (sessões solenes de 16 de setembro de 1998 e 13 de agosto de 2001)

Bibliografia do autor Livros publicados e inéditos
A SARÇA ARDENTE (crônicas)
– –

180 pp. 276 pp.

(1988) (2011)

JESUS, LUZ DO MUNDO (contos)

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL – 1906 a 2011 – 1210 pp. (2011)

BANCO DO BRASIL
– LISBOA SERRA, poeta, tribuno e presidente

234 pp. (2011) ensaios (2011) (2011) (2011) (2011) (2011)

BANCO DO BRASIL – CONSULTORIA JURÍDICA –
históricos – autores diversos (coautoria) – 199 pp. FLAMA E VOZ (palestras e discursos) MÚSICA PARA CANTO E PIANO (ensaios) OS VENTOS DO AMANHECER PERFUME DAS PARTITURAS (ensaios) (ensaios)
– –

194 pp. 200 pp.

– 232 pp. – 180 pp.

5

-

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL

Palestras (em seminários)
A presença dos funcionários do Banco do Brasil na música clássica (in 4° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social – pp. 177 a 200) (2000) 1°

Angola (in Social

Seminário Banco pp. 91 a 97)

do

Brasil

e

a

Integração (1995)

Caio de Mello Franco, diplomata e poeta (in 5° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social – pp. 15 a 31 (2004) Karlos Rischbieter, presidente do BB (09/02/1977 a 16/03/1979) in 6° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social CCBB – Rio de Janeiro pp. 9 a 20 (2005) Nota: o CCBB – Rio de Janeiro fica no casarão da Rua Primeiro de Março, 66 Odilon Braga: flama e voz (in 5° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social – pp. 126 a 164 (2004) Por onde andou Villa-Lobos? (in 3° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social – pp. 187 a 202) (1999)

Prefácio
Um olhar sobre o ontem e o hoje, de Zorrillo de Almeida Sobrinho – Produtora M de Publicações e Propaganda – 344 pp. – Campo Grande - MS (2000)

FERNANDO PINHEIRO

6

SUMÁRIO
Apresentação Capítulo 1 a 18 Consultores e Diretores Jurídicos (1922/2011) Presidentes do Banco do Brasil (1854/2011) Bibliografia Galeria de Presidentes do BB (1854/2004) CAPÍTULO 1 Estadistas presidem os destinos do BB. Estadista, antigo funcionário do BB, organiza e dirige a Advocacia Geral da União. A criação das primeiras agências. A atuação do BB na gestão dos presidentes: Manoel Pinto de Souza Dantas, a partir de 12/10/1889 e, durante o ano da reforma de 1893, presidente do Banco da República do Brasil, até 29/1/1894, Custódio José Coelho de Almeida, João Ribeiro, Ubaldino do Amaral, Norberto Custódio Ferreira, João Alfredo Correia de Oliveira, Homero Baptista, Mário de Milcíades Sá Freire, J. J. Monteiro de Andrade, José Maria Whitaker, Daniel de Mendonça, Cincinato César da Silva Braga, James Darcy, Antônio Mostardeiro Filho, Henrique Carneiro Leão Teixeira, José Adolpho da Silva Gordo, Guilherme da Silveira, Augusto Mário Caldeira Brant, Pedro Luiz Correia e Castro, Vicente de Paula Almeida Prado, Carlos de Figueiredo, Arthur de Souza Costa. p. 36 p. 15 p. 36 p. 1188 p. 1189 p. 1194 p. 1208

7

-

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL

CAPÍTULO 2 O Banco do Brasil na gestão dos presidentes Leonardo Truda (27/7/1934 a 30/11/1937), João Marques dos Reis (30/11/1937 a 6/11/1945). Aura acadêmica no BB. Láureas conquistadas pelo funcionalismo. Inauguração da 1ª agência metropolitana e as duas primeiras da rede externa e dezenas de subagências. Doutrina: “A proteção ao trabalhador no Direito Pátrio”, do jurista e acadêmico Luís Ivani de Amorim Araújo. O início do ensino e da cultura na Empresa. p. 105 CAPÍTULO 3 O funcionário Ovídio Xavier de Abreu preside os destinos do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950). Aspectos da economia no governo Gaspar Dutra. A interinidade do presidente Jorge de Toledo Dodsworth. Executivos do BB exercem atividades intelectuais. A Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, nos idos de 1949, sob o comando de Alcebíades França de Faria, inicia fase progressista. p. 216

FERNANDO PINHEIRO

8

CAPÍTULO 4 Ricardo Jafet preside os destinos do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953). Mecanização de serviços. Criação do Departamento de Crédito Geral. A retomada do ensino no BB. Diretores viajam pelo Brasil, apresentando as metas da política de expansão do crédito. Luiz Simões Lopes, presidente–fundador da Fundação Getúlio Vargas e diretor do BB, discursa em recepção do corpo docente da FGV, em visita ao BB. Conclaves de gerentes do BB em Belo Horizonte. Discursos proferidos em banquete enaltecem o diretor Loureiro da Silva, ao ensejo da aprovação do novo Regulamento da Carteira Agrícola e Industrial. O diretor Vilobaldo de Souza Campos presta homenagem a Leonardo Truda, presidente do BB (27/7/1934 a 30/11/1937) na inauguração do Edifício Leonardo Truda, sede da Carteira de Exportação e Importação. p. 246 CAPÍTULO 5 A gestão de Marcos de Souza Dantas, presidente do Banco do Brasil (18/8/1953 a 6/9/1954). A criação da CACEX – Carteira de Comércio Exterior. A comemoração do 1° centenário do Banco do Brasil (1854/1954). Eventos, prestigiados pela presença de autoridades, promovem a imagem do Banco do Brasil, com destaque especial focado na missão do presidente e do diretor da CREAI – Carteira Agrícola e Industrial. Acadêmicos desempenham funções relevantes no BB. p. 311

9

-

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL

CAPÍTULO 6 A gestão de Alcides Vidigal no cargo de presidente do Banco do Brasil (14/04/1955 a 14/10/1955). A trajetória do diretor Adolpho de Oliveira Franco na Diretoria da CREAI. Homenagem a Hugo Napoleão, consultor jurídico do Banco do Brasil (1943/1944), em obra biográfica do embaixador Aluízo Napoleão. O diretor Arthur Santos assume o cargo de presidente do BB, em caráter interino. Mário Brant retorna à Presidência do BB (16/11/1955 a 16/2/1956) Aspectos da conjuntura econômica do País, comentados nos discursos de posse e de despedida do presidente do Banco do Brasil. Inauguração do Museu e Arquivo Histórico do Banco do Brasil. Crise cambial, em decorrência dos óbices que dificultavam as exportações de café. Queda de remessa do produto. Política de correção da conjuntura inflacionária. Criação da Gerência de Liquidações (GELIQ), junto às Carteiras: CREGE e CREAI. A gestão Clemente Mariani na visão da escritora Daniela Maria Moreau (dissertação de Mestrado apresentada, em janeiro/1992, na UNICAMP – Campinas - SP). Paes de Almeida assume a Presidência do BB e ouve o discurso de Mário Brant a respeito da conjuntura nacional. A passagem de Tancredo Neves no BB. Instalação da Carteira de Colonização do Banco do Brasil. Inauguração da Companhia de Petróleo da Amazônia na presença de JK, presidente da República, e 2 diretores do Banco do Brasil. Vieira de Alencar profere discurso a respeito da presença do BB na Amazônia. Implantação do serviço de microfilmagem no BB. Bodas de ouro (1916/1966) na Agência Uberaba–MG. p. 348

FERNANDO PINHEIRO

10

CAPÍTULO 7 A gestão do presidente Maurício Bicalho (3/6/1959 a 6/10/1960). 1ª Reunião da Diretoria do Banco do Brasil, em Brasília–DF. Inauguração das Agências do BB em Buenos Aires, Argentina, La Paz, Bolívia. Criação da Inspetoria de Agências do Exterior (IAGEX). A gestão do presidente Carlos Cardoso (6/10/1960 a 1/2/1961). Política de diversificação do crédito. Ampliação de operações, através da rede de agências no País. A gestão de João Baptista Leopoldo Figueiredo (1/2/1961 a 12/9/1961). Inauguração da sede do Centro de Estudos dos Médicos do Banco do Brasil. Realização do 1º Simpósio Brasileiro sobre Computadores Eletrônicos. Introdução da eletrônica no País e o pioneirismo do BB. A economia desenvolvida por Clemente Mariani, ministro da Fazenda. Antigo consultor jurídico do Banco do Brasil (1943/1944), o deputado Hugo Napoleão defende a Operação PanAmericana. O presidente da República, em 6/8/1961, profere discurso no Banco do Brasil, recrudescendo o discurso de Mário Brant, ao despedir–se, em 16/2/1956, da Presidência do BB. A Gerência de Operações de Câmbio (CAMIO/GECAM) é conduzida por ilustres nordestinos. - continua -

11

-

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL

CAPÍTULO 7 A divisão administrativa da Carteira Agrícola. Criação de 4 diretorias: 1 industrial, de âmbito nacional, e 3, de caráter regional, abrangendo o Sul, o Centro e o Norte do Brasil. Prefeito de Porto de Alegre, ex-diretor do BB, saúda o presidente do BB. Crise inflacionária. Consultor jurídico do Banco do Brasil, presidente do Botafogo de Futebol e Regatas, abre a janela de transferência de jogador brasileiro para o mercado estrangeiro. Intelectuais do BB exercem cargos de confiança. Pianista famoso trabalha no BB e realiza tournée no Brasil e no exterior. Participação do BB na 7ª Reunião de Técnicos dos Bancos Centrais do Continente Americano. O recrudescimento do ensino no BB. O Banco do Brasil na gestão dos presidentes Ney Galvão, Medina Coeli, Hugo Faria e Arnaldo Walter Blank. Banqueiro paulista, Luiz de Moraes Barros, preside os destinos do Banco do Brasil (15/5/1964 a 20/3/1967). Criação do Departamento de Mecanização e Telecomunicações. Centros telefônicos PABX no BB. Banco Central do Brasil inicia operações. Panorama do quadro de categorias elevadas e respectivos titulares, na década de 60. Criação do Departamento de Seleção e Desenvolvimento do Pessoal (DESED). A criação da Carteira de Câmbio por Conta Própria na visão de antigo gerente. Funcionários do BB no comando da CACEX. O BB e a informática. Atendimento direto e integrado, mediante baterias-de-caixa. A implantação dos serviços de caixas-executivos nas agências. p. 389

FERNANDO PINHEIRO

12

CAPÍTULO 8 Reforma administrativa na Direção Geral do Banco do Brasil. Realização do 1° Curso Intensivo para Administradores – CIPAD. Reunião de gerentes do BB, em São Luís – MA, com a presença do presidente e diretores. Criação do cartão de garantias de cheques e da logomarca atual do Banco do Brasil. Inauguração das agências do BB em New York, Londres, Lisboa. Convênio BB e Itamaraty. Intelectuais do BB em andanças pelo mundo. A presença dos funcionários do BB na música clássica. Conferências: “Saga protagonizada por brasileiros fantásticos”, de Edgardo Amorim Rêgo; “Homenagem a Fernando Viguê Loureiro”, de Sebastião Geraldo Brollo, e “Banco do Brasil (após a criação do Banco Central)”, de Nestor Jost, presidente do Banco do Brasil (20/3/1967 a 28/2/1974). Destaque na atuação dos diretores Paulo Konder Bornhausen, Sérgio Andrade de Carvalho, Oziel Carneiro e César Dantas Bacellar Sobrinho. A gestão bem–sucedida dos presidentes Ângelo Calmon de Sá e Karlos Rischbieter. A criação de 3 diretorias e do Eurobraz – European Brazilian Bank Limited. A expansão da rede externa do Banco do Brasil. O diretor César Dantas Bacellar Sobrinho profere conferência na 3ª Reunião Geral de Administradores de Agências do Exterior. Presidentes do BB apoiam programas que beneficiam o funcionalismo (PREVI e CASSI). Criação da trading company do BB e do Boletim de Informação ao Pessoal. Mudança na estrutura administrativa do BB. Publicidade do BB. O presidente do BB visita a ESG. A criação da FENAB – Federação das AABB. Presidentes do BB, após passagem no BB, tomam posse no cargo de ministro de Estado. Idos de 1978 a presença maciça de funcionários lotados nas grandes agências. p. 634

13

-

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL

CAPÍTULO 9 A expansão do Banco do Brasil no final da década de 70 e seguintes. A gestão do presidente Oswaldo Colin (16/3/1979 a 17/3/1985). O advento das Superintendências Estaduais, Assessorias Jurídicas Regionais e Núcleos Jurídicos do Banco do Brasil. A participação da mulher na Empresa adquire novos rumos. A engenharia e arquitetura contribuem para a melhoria da imagem do BB. As 18 Residências e os engenheiros–residentes do Banco do Brasil, no decorrer da História. Intelectuais de prestígio assumem cargos importantes no BB. Unidades operacionais abrigam antigos Departamentos. p. 839 CAPÍTULO 10 O Banco do Brasil (1985 a 1992) na gestão dos presidentes Camilo Calazans, Mário Bérard, Alberto Policaro e Lafaiete Coutinho. Início das operações de 2 subsidiárias do Banco do Brasil. O lançamento de produtos do Banco do Brasil. O advento dos planos econômicos. A extinção da Conta-Movimento. A evolução do perfil institucional do Banco do Brasil. Em solenidade presidida, em 29/8/1988, pelo presidente do Banco do Brasil, o jurista Geraldo Magela da Cruz Quintão assume o cargo de consultor jurídico do Banco do Brasil, sucedendo a José Sampaio de Lacerda. Criação do CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil. Relação nominal e período de gestão dos membros da Diretoria Executiva do BB (17/4/1974 a 25/10/1992) p. 905

FERNANDO PINHEIRO

14

CAPÍTULO 11 Presidentes do Banco do Brasil prestigiam solenidades na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. 1° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social promove ciclo de palestras sobre Mercosul com autoridades nacionais e estrangeiras. Ernane Galvêas, presidente da APEC – Associação Promotora de Estudos de Economia e Mauro Orofino Campos, presidente da Cia. Docas do Rio de Janeiro prestam homenagem a João Marques dos Reis, presidente do BB (1937/1945) e Arthur de Souza Costa, presidente do BB (1932/1934). BB Responde recebe o Certificado Internacional de Qualidade ISO 9002. Membros da Diretoria Executiva do BB (1992 a 1999). p. 974

CAPÍTULO 12 A criação da Unidade “Controle Internos”. Alteração da estrutura interna da BB-DTVM. Busca de modelos de análise de risco. Investimentos em novos canais. A contabilidade no Banco do Brasil. Criação da Unidade Gestão de Riscos. Atuação do BB, na gestão de Andrea Calabi, Paolo Zaghen e Cássio Casseb. Karlos Rischbieter é o 1° ex-presidente do Banco do Brasil a ser homenageado no CCBB–Rio, com a palestra do escritor Fernando Pinheiro, ao ensejo das bodas de ouro (1955/2005) do Museu e Arquivo Histórico do Banco do Brasil. p. 1020

15

-

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL

APRESENTAÇÃO
“... a instituição com que queremos dotar o País há de ser fonte de muitos benefícios.” (1)
Deputado LISBOA SERRA (PL / MA – 1848 / 1855)
Presidente–fundador do Banco do Brasil

da divulgação da História do Banco do Brasil, Nestor Jost, presidente do Banco do Brasil (20/3/1967 a 28/2/1974), elucida a circunstância em que ocorreu a narrativa histórica: “Em 1942, por sugestão do Consultor Jurídico, Dr. João Neves da Fontoura, o então presidente designou o procurador Dr. Afonso Arinos de Melo Franco para escrever a História do Banco do Brasil, tarefa concluída parcialmente em 1947, abrangendo o nascimento, vida e liquidação do que ficou conhecido como o 1° Banco do Brasil (período de 1808/1929).

Incentivador

(1)

LISBOA SERRA, presidente do Banco do Brasil (5/9/1853 a 15/1/1855) – Discurso proferido, em 21/6/1853, na Assembleia Legislativa Imperial – Cópia concedida, gentilmente, em 5/4/1999, por Antônio Geraldo de Azevedo Guedes, presidente da Associação Brasileira de Ex–Congressistas. – Fonte: Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados – Brasília – DF. Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil.

FERNANDO PINHEIRO

16

Em nota preliminar o ilustre autor ressaltou “a necessidade crescente de valorizar o aspecto econômico das pesquisas históricas, sociológicas, geográficas, médicas e mesmo jurídicas, que se processam no Brasil”. Este trabalho dizia Afonso Arinos não aspira a mais do que servir de contribuição no terreno da história econômica, ou mais propriamente financeira, porque “A história do Banco do Brasil é, até certo ponto, a história financeira do Brasil”. (2) Com a assinatura do presidente Nestor Jost, em 8/5/1970, na carta–proposta do diretor Oswaldo Colin, o antigo diretor da Carteira de Colonização do Banco do Brasil, o jurista Cláudio Pacheco Brasil (1909/1993) recebeu a gloriosa missão de prosseguir na elaboração da História do Banco do Brasil. Nos idos de 1974 foram publicados 4 volumes da narrativa do historiador, abrangendo o período de 1829 a janeiro de 1951. Único autor (sobrevivo) e o terceiro na ordem cronológica, Fernando Pinheiro, ao escrever a História do Banco do Brasil, apresenta aos leitores, mormente àqueles que passaram ou que ainda estão passando na ordem interna da Empresa, dirigindo-a ou sendo dirigidos, e aos setores acadêmicos e, ainda, ao público em geral, a biografia institucional, de 1906 a 2011, além da retrospectiva a partir de 1869, em breves ensaios.
(2) NESTOR JOST, presidente do Banco do Brasil (20/3/1967 a 28/2/1974) – in O Banco do Brasil (Após a Criação do Banco Central) – p. 76, publicado pela Revista Carta Mensal – nov./2003 – n° 584 – vol. 49 – edição: Confederação Nacional do Comércio.

17

-

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL

Excetuando-se a divulgação do Balanço Social, ideia originária a partir da palestra A missão social do Banco do Brasil, de Luiz Jorge de Oliveira, diretor de Finanças do Banco do Brasil (30/3/1993 a 15/2/1995), apresentada, em 20/11/1995, ao ensejo da realização do 1° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social, na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil, o Banco do Brasil passou 1/2 século sem registro histórico, em livro, ao alcance do público. Graças a Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil que promove a memória institucional do Banco do Brasil, a partir dos patronos, muitos deles homens que dirigiram os destinos da Empresa, bem como a realização dos 7 ciclos de palestras reunidas no Seminário Banco do Brasil e a Integração Social, onde executivos do BB e ilustres convidados de outras áreas, proferiram palestras, e do acervo de ex–presidentes (sobrevivos) e de familiares de ex–diretores e ex–presidentes (falecidos) foi possível reunir todo o acervo original acerca da atuação da Empresa e da Economia e servir de base, como fonte primária, para a elaboração da História do Banco do Brasil, de Fernando Pinheiro. Há que se destacar, ainda, a colaboração preciosa das seguintes autoridades: Mauro Orofino Campos, presidente da Companhia Docas do Rio de Janeiro; Bernardo Cabral, senador da República, que apresentaram, em 7/12/1998 e 25/10/1999, respectivamente, palestras sobre João Marques dos Reis, presidente do BB (1937/1945) e Camilo Nogueira da Gama, chefe do DEJAI – Departamento Jurídico da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial (1951/1954), Carlos Ernesto Stern, subsecretário da Secretaria da Indústria e Comércio do Estado do Rio de Janeiro, nos idos de 1995, bem como dos familiares de

FERNANDO PINHEIRO

18

ilustres personalidades não ligadas ao Banco do Brasil, que autorizaram, por escrito, a publicar textos: Maria Estela Kubitschek, filha adotiva de Juscelino Kubitschek, o governador do Estado de Minas Gerais que proferiu, em 18/1/1952, no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte – MG, discurso em homenagem a Ricardo Jafet, presidente do Banco do Brasil (1951/1953); JK, o presidente da República que inaugurou, em 3/1/1957, ao lado de diretores do Banco do Brasil, a Refinaria de Petróleo de Manaus. Paralelamente à vida da Empresa, o destaque especial aos integrantes que a compuseram, notadamente os presidentes, os diretores, e os funcionários. Àqueles que contribuíram, em outros segmentos do desenvolvimento nacional, foram apresentadas homenagens prestadas por ilustres autoridades, a fim de que a memória dentro do Banco do Brasil não fosse relegada ao segundo plano. De uma forma fragmentada, mas com valor inestimável, apresentamos trabalhos acadêmicos que têm forte vínculo de interesse com a Empresa e de seus servidores, diretores ou funcionários. A obra Banco do Brasil dos meus tempos, de Paulo Konder Bornhausen, teve uma contribuição valiosa na própria História do Banco do Brasil. Divulgamos, de forma sucinta (apenas a citação) da 1ª manifestação de poder da mulher, dentro do Banco do Brasil, por intermédio da escriturária Celina Tabarez, ao proferir discurso, em espanhol, ao ensejo da inauguração, em 5/6/1945, da Agência do BB em Montevidéu, Uruguai. O pioneirismo da mulher no exercendo cargos relevantes, está Presidência (gestão Whitaker 20/12/1920 Diretoria de Câmbio (desde 1939), na Departamento de Secretaria (desde 1961), Banco do Brasil, no gabinete da a 27/12/1922), na chefia do antigo no Departamento

19

-

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL

de Engenharia (desde 1969), na gerência de agência no exterior (desde 1980), na Assessoria Jurídica da PRESI/ COJUR (desde 1981), em agência da rede no País (desde 1981), em Chefia de AJURE (desde 13/11/1989), e em Superintendência Estadual (desde 28/2/1997). Além dos palestrantes do Seminário Banco do Brasil e a Integração Social (em 7 edições), vale ressaltar ainda a participação dos seguintes executivos: Vilobaldo Campos, diretor do BB (1931 a 1948 e 1952/1953) – Discurso em homenagem (30/6/52) a Leonardo Truda, presidente do BB (27/7/1934 a 30/11/1937). Tancredo Ribas Carneiro, diretor do BB (1937/1945) – Discurso em homenagem (30/11/1939) a João Marques dos Reis, presidente do BB (30/11/1937 a 6/11//1945). Francisco Vieira de Alencar, diretor do BB (25/4/1956 a 30/5/1960) – O Cinquentenário do Banco do Brasil S.A. em Manaus, discurso proferido, em 16/1/1958, na capital amazonense. Fernando Monteiro – Discurso proferido, em 27/1/1959, na presença de diretores do Banco do Brasil, em homenagem a Leopoldo Saldanha Murgel que se despedia do Banco do Brasil, por motivo de aposentadoria. . Martins Napoleão, consultor jurídico do BB (3/5/1967 a 16/9/1977) – Discurso em homenagem (17/12/1961) a Ney Galvão, presidente do BB (12/9/1961 a 20/7/1963). César Dantas Bacellar Sobrinho, diretor da Carteira de Câmbio (10/12/1969 a 18/3/1985) – Discurso proferido, nos idos de 1975, ao ensejo da realização da III Reunião Geral de Administradores de Agências do Exterior.

FERNANDO PINHEIRO

20

Paulo Bernardo da Silva, ministro do Planejamento – Textos do discurso proferido, em 30/3/2009, na reunião de governadores do Banco Interamericano de Desenvolvimento, na cidade de Medellin, Colômbia. Ernane Galvêas, ministro da Fazenda (18/1/1980 a 14/3/1985) – Síntese da Conjuntura – Medidas para Vencer a Crise em Três Tempos – in Carta Mensal n° 649 – abril/2009. Ainda com relação ao projeto de pesquisa da obra, o autor recebeu de terceiros 300 fotos pertinentes à Presidência do Banco do Brasil, em épocas distintas, custodiadas pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil, que serviram de base – em conjunto com a leitura de Atas de Assembleia de Acionistas do BB (custodiadas pela Empresa), BIP e revistas da AABB–Rio – para compor as circunstâncias que as fotografias revelam. A coleção de retratos originais (inéditos) mais importante do Banco do Brasil, sob o ponto de vista do funcionalismo, pertence à Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil, dentre os quais destacamos: Ovídio Xavier de Abreu, o 1° funcionário do Banco do Brasil a exercer o cargo de presidente (29/7/1949 a 18/12/1950), Pedro Luiz Corrêa e Castro, o 2° funcionário a assumir, em caráter interino, o cargo de presidente do Banco do Brasil (5/9/1931 a 14/9/1931). A diretoria executiva, capitaneada por Pedro Luiz Corrêa e Castro, possuía 7 diretores, assinalados na imagem (original, inédita, primígena), da esquerda para a direita, sentados: Affonso Penna Júnior, Pedro Luiz Corrêa e Castro (posse no BB: 22/7/1910, exon.: 14/9/1931) e Mário Brant. Em pé, na mesma ordem: Ildefonso Simões Lopes, José Mendes de Oliveira Castro, Leonardo Truda, Francisco Alves dos Santos Filho [Retrato p & b –

21

-

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL

22,5 cm x 16,5 cm – Photographia Plvs Vltra]. Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Dessa respeitável nominata de homens ilustres, constantes na referida imagem, dois exerceram o cargo de presidente do Banco do Brasil: Leonardo Truda (gestão: 27/7/1934 a 30/11/1937), Mário Brant (gestão: 4/11/1930 a 5/9/1931 e 16/11/1955 a 16/2/1956 (interino). A identificação do presidente do Banco do Brasil, no retrato de setembro/1931, quando ocorreu a presença de 3 presidentes (épocas distintas), é Pedro Luiz Corrêa e Castro, em decorrência da posição do grupo de pessoas no sofá (sentadas e em pé), pois a tradição reserva a posição central à pessoa de maior importância. A coleção de retratos originais mais importante do Banco do Brasil, sob o ponto de vista empresarial, é a Galeria de Presidentes do Banco do Brasil (1854/2004), marco do sesquicentenário de funcionamento contínuo da Empresa. Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Acompanhando a coleção de retratos Medina Coeli, em custódia na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil, podemos verificar muitos aspectos que denotam a evolução dos serviços, os lay out das agências, os estilos de móveis e decorações, os uniformes dos oficiais de administração, designação alterada para contínuos e serventes, durante várias décadas, e a elegância dos funcionários do Banco do Brasil bem vestidos, mesmo em cidades do interior do País. Mas, o que mais chama a atenção é o astral desses servidores, à época, com o padrão de vida bem superior ao atual padrão mantido pelo Banco do Brasil.

FERNANDO PINHEIRO

22

Com respaldo na fonte primária, o autor apresenta uma narrativa digna de confiança, em prosa agradável, afastando–se, sempre que possível, das fontes secundárias, embora merecedoras de crédito; incorporamos a pujança da fonte primígena, na qual Afonso Arinos de Melo Franco (posse no BB: 31/1/1935, apos.: 1/2/1955) e Cláudio Pacheco Brasil (posse no BB: 2/12/1947, apos.: 9/9/1961), arquitetaram toda a estrutura da informação, reconhecida pela Empresa. Agradecemos, imensamente, as pessoas que contribuíram para o êxito do empreendimento, e, em especial, a quem tivemos a maior inspiração (citação indireta) e, ao mesmo tempo, a maior transcrição de textos autorizados, a Cláudio Pacheco, por intermédio de Inês de Sampaio Pacheco, cumprindo a Lei dos Direitos Autorais que tem a vigência durante a vida terrena do autor, acrescida de 70 anos após a morte física. Há que se destacar também textos de referência que serviram de embasamento na elaboração da História do Banco do Brasil, de Fernando Pinheiro, mediante citação indireta (transcrição não textual das ideias de autores consultados), com a evidência do sobrenome do autor, seguido da data da obra, sem a necessidade de indicação da página, não destacado em parágrafo distinto, nem a utilização de aspas duplas, conforme determinam as normas em vigor. Neste valioso contexto, o autor, transcrevendo comentários autorizados de atas de assembleia geral de acionistas, revelados pelo historiador Cláudio Pacheco, como fonte primária da informação da Empresa, bem como do texto autorizado por Ângelo Calmon de Sá, presidente do Banco do Brasil (28/2/1974 a 9/2/1977), revelando as

23

-

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL

palavras constantes em ata pela passagem da inauguração da 1.000ª agência do Banco do Brasil, em que o presidente agradece os elogios recebidos do Conselho Fiscal, um dos momentos raros de panegírico dos conselheiros, júbilo contemplado no mesmo diapasão de beleza da Waltz n° 2, Jazz Suite n° 2, part 6/8, de Dmitri Shostakovich (1906/1975). Os presidentes do Banco do Brasil, no decorrer dos tempos, estão presentes na obra edificada por eles mesmos e anunciada, no momento, na História do Banco do Brasil, de Fernando Pinheiro, a saber:
ABREU, Ovídio Xavier de, presidente do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950) – Discurso proferido, em 28/9/1950, ao ensejo da realização do banquete de gala ocorrido no Jockey Club Brasileiro – Rio de Janeiro. – Autorização concedida, em 23/1/2007, por Júlia Santos de Abreu, viúva de Ovídio Xavier de Abreu. Discurso de agradecimento à homenagem recebida, em 29/7/1950, do funcionalismo do BB, pelo transcurso do 1° ano de gestão presidencial. – Idem, idem. BARROS, Luiz de Moraes, presidente do Banco do Brasil (15/5/1964 a 20/3/1967) – Discurso de posse – Autorização concedida, em 20/09/2005, por Maria do Carmo César de Moraes Barros, viúva de Luiz de Moraes Barros. Declaração informal (15/05/1964) ao funcionalismo do Banco do Brasil – Idem, idem. 1° Curso sobre mecanização de serviços no Banco do Brasil – Idem, idem. Nota à Imprensa – IV Centenário da cidade do Rio de Janeiro, nos idos de 1965 – Idem, idem. Discurso de posse – Autorização concedida, em 20/09/2005, por Maria do Carmo César de Moraes Barros, viúva de Luiz de Moraes Barros.

FERNANDO PINHEIRO

24

BARROS, Luiz de Moraes, presidente do Banco do Brasil (15/5/1964 a 20/3/1967) – Declaração informal (15/05/1964) ao funcionalismo do Banco do Brasil – Idem, idem. 1° Curso sobre mecanização de serviços no Banco do Brasil – Idem, idem. Nota à Imprensa – IV Centenário da cidade do Rio de Janeiro, nos idos de 1965 – Idem, idem. BICALHO, Maurício a 6/10/1960) funcionalismo adotadas para Brasília – DF Roscoe Chagas Chagas, presidente do Banco do Brasil (3/6/1959 – Mensagem dirigida, em 01/09/1959, ao do Banco do Brasil, a respeito das providências transferência da sede do Banco do Brasil para – Autorização concedida, em 4/8/2006, por Célia Bicalho, viúva de Maurício Chagas Bicalho.

Pronunciamento na abertura da Exposição dos Projetos de Obras do Banco do Brasil, em Brasília – DF – 1/9/1959 – Idem, idem. Discurso proferido, em 29/11/1959, na inauguração da agência do Banco do Brasil, em Buenos Aires, Argentina – Idem, idem. BITTENCOURT, Clemente Mariani, presidente do Banco do Brasil (6/9/1954 a 14/04/1955) – Discurso de posse – 06/09/1954 – Autorização concedida, em 10/8/2005, por Carlos Mariani Bittencourt, filho de Clemente Mariani Bittencourt. Palavras de abertura do livro da solenidade de inauguração do Museu do Banco do Brasil, assinado pelo presidente do BB e por diversas autoridades. – Apud O Museu do Banco do Brasil, de Fernando Monteiro – p. 49. – Rio de Janeiro – 1956 – Iconografia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. – Autorização concedida, em 10/8/2005, por Carlos Mariani Bittencourt, e, em 10/1/2007, por Alina Rodrigues Primavera Monteiro, viúva de Fernando Monteiro. Discurso de despedida do Banco do Brasil proferido, em 14/4/1955 – Autorização concedida, em 10/8/2005, por Carlos Mariani Bittencourt, filho de Carlos Mariani Bittencourt. BRANT, Mário Augusto Caldeira, presidente do Banco do Brasil (4/11/1930 a 5/9/1931 e 16/11/1955 a 16/2/1956) – Discurso de transmissão de cargo, em 19/2/1956. – Autorização concedida, em 26/9/2006, por Sara Caldeira Brant, viúva de Mário Augusto Caldeira Brant.

James. Cássio. Ney Neves. Conferência proferida por James Darcy. idem. in Entrevista à Revista AABB – Rio de Janeiro – fev. em 8/11/1976. Carta assinada em 26/2/1975 endereçada aos Senhores Acionistas. – Idem. filho de Jorge de Toledo Dodsworth. idem. presidente da República. no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. publicado no portal bb. na presença de Francisco Dornelles. por Gilberto Moreira Galvão. prestigiado pela presença de Epitácio Pessoa. filho de Ney Neves Galvão. – Idem. – . presidente do Banco do Brasil (01/02/1961 a 12/09/1961) – Discurso de posse – Autorização concedida. João Baptista Leopoldo de. em 23/2/1962.com. – Autorização concedida. e de Oswaldo Roberto Colin. Ângelo. por Fernando Figueiredo. idem. em 1/9/2005. em 9/8/2011. presidente do Banco do Brasil (18/12/1950 a 2/2/1951) – Discurso de posse – Autorização concedida.25 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL CALMON DE SÁ./1962 Idem. entre outros. presidente do Banco do Brasil (2/1/1925 a 16/11/1926) – Palavras do presidente à Assembleia de Acionistas. presidente do Banco do Brasil (29/1/2003 a 17/11/2004) – Mensagem do Presidente – Banco do Brasil – Relatório Anual e de Responsabilidade Socioambiental. FIGUEIREDO. por James Darcy de Carvalho Brito Filho. DODSWORTH. por Ângelo Calmon de Sá. no Clube Internacional do Recife. na Assembleia Geral Extraordinária do Banco do Brasil. – Autorização concedida. ao funcionalismo do GALVÃO.br. CASSEB. em 7/3/2007. diretor–administrativo do BB. em 29 de abril de 1925 – Autorização concedida. Jorge de Toledo. por Jorge Henrique Dumont Dodsworth. Mensagem dirigida. por Cássio Casseb. nos idos de 1921. presidente do Banco do Brasil (12/9/1961 a 20/7/1963) – in Discurso proferido. filho de João Baptista Leopoldo Figueiredo. publicada no Relatório Anual 1974 – Banco do Brasil – Autorização concedida em 13/8/2009. por Ângelo Calmon de Sá. em setembro/1961. presidente do Banco do Brasil (28/2/1974 a 9/2/1977) – Alocução proferida. DARCY. em 2/10/2006. em 6/10/2006. Iconografia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil – Autorização concedida em 28/11/2006. representante do Tesouro Nacional. Banco do Brasil. tataraneto de James Darcy. ao ensejo das comemorações do VI Centenário da morte de Dante Alighieri.

por Nelly Jafet. Synval. por Nestor Jost e. ao ensejo da inauguração da Agência do Banco do Brasil. presidente do Banco do Brasil (20/3/1967 a 28/2/1974) – Discurso proferido.FERNANDO PINHEIRO – 26 GUAZZELLI. filha de Synval Guazzelli. Idem. JOST. de Paulo Konder Bornhausen – p. Captação e Serviços Bancários do Banco do Brasil (1/4/1993 a 25/1/1994) – Discurso de improviso. – Idem. Idem. em solenidade de diplomação de membros honorários da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. – Autorização concedida. palestra publicada pela Revista Carta Mensal – nov/2003 – n° 584 – vol. na qualidade de presidente (interino) do Banco do Brasil. . – Idem. pelas classes conservadoras da política e do meio empresarial. em 11/08/2006. idem. em 1/4/1969. Discurso proferido. em 18/1/1952. por Paulo Bornhausen. dos professores e alunos da Fundação Getúlio Vargas. Discurso de encerramento do banquete de gala oferecido. em 20/12/2007. do 2° Conclave de Gerentes do Banco do Brasil em Minas Gerais. idem. diretor de Crédito Geral. – Autorização concedida. – Autorização concedida. Discurso em homenagem a Paulo Bornhausen. proferido em 28/9/1993. em 8/2/2007. em janeiro/1952. no ato inaugural do Curso de Estatística no Banco do Brasil. Discurso de encerramento. por Nestor Jost.UU. Idem. idem. O Banco do Brasil (Após a Criação do Banco Central). em 20/2/1952. Palavras de agradecimento ao discurso de Luiz Simões Lopes ao ensejo da visita. JAFET. 43 – Editora Insular – Florianópolis – SC – 2002 – Autorização concedida. por Mônica Guazzelli. em 1/8/2006. diretor do Banco do Brasil (agosto/1964 a agosto/1972) – Apud Banco do Brasil dos meus tempos. Discurso de agradecimento ao banquete oferecido. em New York – EE. em 1/8/2006. viúva de Ricardo Jafet. por Nestor Jost. em 10/12/1951. Nestor. idem. em 1/8/2006. Ricardo. 49 – Confederação Nacional do Comércio. sob a presidência do escritor Fernando Pinheiro – Auditório da Presidência do Banco do Brasil – Edifício Sede III – Brasília–DF – Autorização concedida. idem. em set/1951. em Belo Horizonte – MG. ao diretor Loureiro da Silva. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953) – Discursos de recepção na posse de diretores do Banco do Brasil.

Discurso de despedida do cargo de presidente do Banco do Brasil. na Escola Superior de Guerra. ao ensejo das comemorações do 2° ano de gestão no cargo do presidente do Banco do Brasil. em 28/7/2006. em 14/6/1848. – Apud Banco do Brasil dos meus tempos. Mensagem de saudação às delegações participantes da Jornada de AABBs. endereçada aos Senhores Acionistas. por Karlos Rischbieter. – Apenas citação.27 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL JOST. gentilmente. João. POLICARO. presidente da Associação Brasileira de Ex–Congressistas. Alberto. idem. em 26/10/2005. 16 – Idem. MARQUES DOS REIS. por Antônio Geraldo de Azevedo Guedes. presidente do Banco do Brasil (5/9/1853 a 15/1/1855) – Discursos proferidos. idem. em 15/8/1990. em 30/11/1939. – Autorização concedida. assinada em 7/2/1974. em 1/8/2006. presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945) – Discurso de agradecimento proferido. palestra proferida. Texto de domínio público. presidente do Banco do Brasil (20/3/1967 a 28/2/1974) – Carta endereçada ao diretor José Antônio de Mendonça Filho – Rio de Janeiro – 9/12/ 1969 – Autorização concedida. RISCHBIETER. presidente do Banco do Brasil (9/2/1977 a 16/3/1979) – Atuação do Banco do Brasil como agente financeiro do Governo. na Escola Superior de Guerra – Rio de Janeiro – Autorização concedida. 21/6/1853 e 6/6/1854. idem. por Alberto Policaro. Nestor. Carta endereçada a Paulo Konder Bornhausen. em 16/03/1979 – Autorização concedida. amparado pela lei dos direitos autorais. em 28/7/2006. Carta. em 5/4/1999. – Fonte: Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados – Brasília– DF. por Karlos Rischbieter. publicada no Relatório Anual 1973 – Banco do Brasil – Idem. Karlos. presidente do Banco do Brasil (20/3/1990 a 15/5/1991) – Discurso de posse – Autorização concedida. O Banco do Brasil e o Desenvolvimento Nacional. palestra proferida. de Bornhausen – p. em 26/5/1978. em 12/3/2001 Paulo Konder LISBOA SERRA. de improviso. – Idem. na Assembleia Legislativa Imperial – Cópia concedida. em 26/10/2005. por Nestor Jost. . por Alberto Policaro.

De modo geral. na aposentadoria o executivo passa a viver no ostracismo e. Discurso proferido. por Arthur Claudino dos Santos. – Autorização concedida. viúva de Marcos de Souza Dantas. registrados em narrativa ou simplesmente em dados de registro. Ao divulgar a obra História do Banco do Brasil. em 4/2/1962. Aplaudido por companheiros e pela sociedade que viam nele o desempenho vigoroso da Empresa. por procuração do procurador Amadeu Antunes da Cunha Guimarães [Procuração emitida. em 5/2/2007. e com respeito à antiga. de grande valor. presidente do Banco do Brasil (15/10/1955 a 16/11/1955 – interino) – Discurso de posse – Autorização concedida. é esquecido. custodiados pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. na morte física dele. Arthur Ferreira dos. desde 1906. – Idem. e redimindo-se de . em 10 de abril de 1954. pelo Tabelionato do 14° Ofício de Notas – Rio de Janeiro – RJ]. idem. no Edifício Visconde de Itaboraí. Marcos de. que ressurge em nova dimensão. filho de Arthur Ferreira dos Santos. SOUZA DANTAS. – pôde ver reunidos e divulgados seus registros dispersos. pelo presidente Marcos de Souza Dantas. sem memória. vice–presidentes.FERNANDO PINHEIRO – 28 SANTOS. A obra do autor resgata do oblívio o nome dos presidentes. é substituído pelos novos valores que ascendem ao poder. em Porto Alegre – RS. participantes ilustres da evolução da Empresa. presidente do Banco do Brasil (18/8/1953 a 6/9/1954) – in Placa comemorativa do l° Centenário do Banco do Brasil (1854/1954) descerrada. em 14/11/2006. o Banco do Brasil – apresentado por nós outros em roupagem nova. diretores e demais executivos do Banco do Brasil (falecidos e sobrevivos). por Dinorah Guimarães de Souza Dantas. o próprio ostracismo. de Fernando Pinheiro. na inauguração do novo edifício do Banco do Brasil. ao passar para esta fase da vida. em 9/4/2007.

335. transcrevendo textos autorizados por terceiros e por funcionários. a transparência da Empresa que é um símbolo nacional. idem. filha de Cláudio Pacheco. o autor considera ainda de valor inestimável a transcrição autorizada de textos da própria História do Banco do Brasil. Narrando o valioso acervo. 546 – AGGS – Indústrias Gráficas S. V – p. A partir de 21/6/1930. com maior destaque. 17. 389. – Rio de Janeiro – 1980) – Idem. – Rio de Janeiro – 1980. 569 – AGGS – Indústrias Gráficas S. 249. esse encantamento de mística beleza. . 167. idem. 506. obra de referência nacional.. em épocas distintas. IV. e os rebanhos ganharam um novo pastor.. 388. na Academia Brasileira de Letras: “Quis o destino – caprichoso pastor de almas”.A. 209. a expressão “quis o destino” tornou–se praxe nos discursos de oradores.A. a lembrança remete–nos ao início do discurso de Olegário Mariano. 197. essa nobreza dentro do Banco do Brasil que muitos a conhecem.29 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL uma falha de 1/2 século sem história diante da sociedade. 239. o último dos príncipes dos poetas brasileiros. citada por grandes autores e instituições. História do Banco do Brasil – vol. nos momentos mais importantes. 113. 374. Quando pensamos em destino. 210. diretores e presidentes do Banco do Brasil. em 11/10/2007. pp. – Idem. História do Banco do Brasil – vol. 199. quando recebeu o acadêmico Guilherme de Almeida. 248. 18. que vem de Afonso Arinos e Cláudio Pacheco. 110. – Rio de Janeiro – 1980. 8. de Cláudio Pacheco. a saber: PACHECO. Cláudio. 212 – AGGS – Indústrias Gráficas S. 186. 53. por Inês de Sampaio Pacheco.A. 373. O destino reservou ao autor a gloriosa herança. – Autorização concedida. evidenciando. 334. História do Banco do Brasil – vol. III – pp. 117. 195.

tudo isto por apenas 5 minutos de holofote. no coração do homem controlado por esse jugo. segundo previsão dos cientistas. bucólico e importador. uma das 7 Plêiades da constelação de Touro. Numa sociedade humana. o amor está latente e. a denominada camada de fótons de Alcíone. No momento em que o sistema solar. criou uma humanidade falsificada . podemos avaliar o compromisso com as sombras dos que têm o domínio sobre as camadas sociais. A confirmação científica dos astrônomos Freidrich Wilhelm Bessel. com o apoio do Banco do Brasil). com a permanência de 2. o Brasil passa a ser intelectual (expansão dos cursos de Mestrado).000 anos.FERNANDO PINHEIRO – 30 Até as décadas de 50/60 (século XX). esportivo (supremacia no futebol). Os focos do fogo prometéico. que envolve a Terra. Paul Otto Hese. criando bloqueios de medo e de ilusão. adotando posturas menos dignas. Na década seguinte. quando vir à tona. No entanto. o Brasil era brejeiro. o libertará. no périplo que se completa em 31/12/2012. é necessário refletirmos sobre a realidade em que vivemos. nesse anel ou cinturão de Alcíone. ainda dominada pelo mito de Prometeu. e exportador (exportação de bens e serviços. cosmopolita (fluxo maciço de estrangeiros). ou ainda a onda galáctica. está mergulhado no grande oceano astral. José Comas Solá e Edmund Halley de que “o sistema solar gira em torno da estrela Alcione” é a prova irrefutável do que está acontecendo no Universo. evidenciando a transição planetária. sob o jugo da antiga lei imposta pelos Arcontes.

as tribulações de toda ordem. Se Elenin. nome dado ao planeta pelo astrônomo que melhor definiu a descoberta. a consciência coletiva. a fim de que nada fique incompleto nas relações humanas que nos ajudam a recompor o equilíbrio. O grande marco deste evento está acontecendo. famílias esfaceladas. convivendo em oficinas de trabalho. A manifestação da unidade que sentimos na ligação com as pessoas que estão convivendo conosco é muito importante. grupos sociais em desalinho. no cenário de forças em conflito. . No entanto. pois isola o culto à nossa transitória personalidade. Usá-los em proveito próprio seria desperdiçar tesouros que não nos pertencem. atualmente. caracterizada pela separação do joio e do trigo. que vem surgindo da nova era de civilização do planeta (Era de Aquário). está se processando em ritmo crescente e será aumentada com os eflúvios da onda galáctica da estrela Alcíone.31 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL em que podemos ver a stasis (degeneração coletiva da politeia). então serão cumpridas todas as profecias do final dos tempos. for o mesmo planeta intruso que destruiu a Terra nos tempos da Atlântica. na mesma volta cíclica que se repete depois de eóns. enfocado de modo exclusivo. evidenciada pelos conflitos externos. Os atributos que compõem a nossa personalidade servem-nos apenas à identificação do campo de atividade em que estamos envolvidos. Há muitas lacunas no campo dos sentimentos à espera de nossa participação. nos sinais dos céus e nos eventos sísmicos ocorrendo na superfície da Terra.

permanece estável e imperturbável. mesmo que a mais inquietante situação esteja acontecendo no mundo em que vivemos. que precisam ter a elucidação dos valores reais da vida. vemos que a realidade única é o poder indivisível por qualquer força de circunstâncias transitórias. Este é um princípio estabelecido em todas as manifestações de pessoas que se interligam por motivos que sugerem o despertar de um novo estágio evolutivo. O princípio do todo. do conjunto da participação de cada um. O serviço às circunstâncias envolvendo os companheiros. Isto é o resultado da conservação de atitudes coerentes . Nessa aceitação. Quando sentimos a energia. Mas há um mecanismo entrelaçando-nos em circunstâncias que nos dizem respeito. nas experiências que se expressam junto de nós. sentimos em nosso íntimo a tranquilidade se manifestando como as águas do oásis. quando a tempestade de areia passa. no deserto.FERNANDO PINHEIRO – 32 Pode parecer monótona a hora em que estamos reunidos com pessoas que pensamos não vivenciar das ideias que trazemos conosco. pelos sentimentos revestidos da inteligência. em todos os campos da manifestação exterior. circulando no campo mental daqueles que nos rodeiam. O mecanismo dos encontros surge nas irradiações de nossos pensamentos e nas inclinações mentais em que nos posicionamos. o nosso íntimo. é o sentido único de nossa existência. que nos envolve. A cada momento. eleva-nos a níveis superiores onde a consciência se expande.

A vibração. estamos contribuindo na apreciação de pessoas que vêm conosco participar de momentos aparentemente passageiros. estamos nos elevando a outros níveis de consciência. que sai de nosso íntimo. Como a simplicidade deslinda qualquer enigma. Só o fato de mantermos essa atitude de equilíbrio emocional. sentimos que a nossa singela postura de vida vai servir de referencial para que suas atitudes sejam revisadas da forma que lhes for conveniente. é a força que nos estimula a seguir adiante. tentando absorver as expressões que podem ser úteis à sua forma de viver. O importante é despertar as pessoas para as potencialidades que possuem arquivadas interiormente. com a entrada de seres iluminados. beneficiando o planeta Terra.33 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL com a inteligência. oriundos do plano astral e em roupagem carnal dos habitantes que implantarão a Jerusalém celestial (símbolo bíblico). Assim como haverá as blandícias da estrela Alcione. ao mesmo tempo haverá a retirada de todos aqueles que se comprazem . Quando sentimos o nosso serviço à causa da vida sendo apreciado por aqueles que nos acompanham os passos. deixando-as livres para escolher o padrão de comportamento que tem relação com suas tendências e aptidões. nós. buscadas na simplicidade de todas as coisas. onde a Unidade. interliga–se com a disposição mental daqueles que nos observam. os companheiros e tudo que nos cerca.

Orion. como a Terra. é o caçador que briga com o escorpião em luta sangrenta. aos atuais astrônomos que descobriram. conhecida desde os tempos lemurianos e repassados. pela espada e pela fome. no mundo de 3ª dimensão. a cidade de Jerusalém. que sitiou. Na astrologia. . na mitologia grega. pelo general Tito. recentemente. em morte natural ou em catástrofes continentais. derrubando o templo. atraídos pelas sombras em mundos de lutas mais acerbas. Com a presença do poder divino. o astro intruso que faz desarranjos por onde passa.C. O périplo orbital dessa estrela apagada no sistema solar da Terra é cíclico. 38:31]. Orion é uma nebulosa. em virtude do mesmo diapasão de campo vibratório. tanto dos seres humanos evacuados quanto as sombras que os farão e estão fazendo serem atraídos para vivenciar experiências no campo evolutivo. No estado da graça divina em que se encontram os iluminados. sem haver aprisionamento em mundos de provas regenerativas. filho do imperador Vespasiano. a Terra está ascendendo a um nível de 5ª dimensão vibracional. a ação gera luz. durante vários meses. o planeta X. Ação e reação têm o mesmo princípio de identificação correspondente. no massacre que matou milhares de vítimas. não ficando pedra sobre pedra [JOSEFO. No sermão profético de Jesus. a profecia foi cumprida. A última passagem na órbita solar de nosso sistema planetário ocorreu há eóns de anos.]. quando a Atlântida foi submersa pelos oceanos. no decorrer dos evos. 37/103 d.FERNANDO PINHEIRO – 34 nas sombras. Vale salientar a reminiscência antiquíssima da profecia: “Poderás tu impedir as delícias das Plêiades ou desatar os ligamentos de Orion?” [Job.

. arrastando centenas de milhões de pessoas ao medo e à ilusão. nos espaços que irradiam a luz e até mesmo nos lugares onde a dor e a tristeza se fazem presentes. podemos ver que um novo cenário está sendo construído. a elevação do padrão vibratório de 1 bilhão dos 7 bilhões de habitantes do planeta. como hotel planetário.000 a 26. na Terra que. que ascenderam à quinta dimensão. de 26. e a vinda de Jesus no éter do planeta. ganhará mais uma estrela. quando há mudanças no planeta.35 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Acreditamos que as fotografias transmitidas por satélite – revelando o périplo do planeta Terra que está em viagem orbital entrando na camada de fótos da estrela Alcíone – estão comprovando o anúncio da chegada do final do ciclo planetário. beneficiando. e no coração dos homens. a transição planetária.000 anos de percurso. a separação do joio e do trigo. vindos da camada de fótons da estrela Alcíone. No momento em que a Terra atravessa o último contorno da 3ª dimensão. Com a influência dos raios das partículas adamantinas (raios–gama). vemos que algo está acontecendo para despertar o ser humano de sua letargia de ilusões. Tudo é lindo ao redor. no meio de muitos escombros. em larga escala. que permitem estabelecer tristeza e desolação nos corações que sentem pouco amor. Em nenhum instante a nossa consciência espiritual pode ser atingida pelos fragmentos de fraqueza humana. há um convite coletivo a todos os companheiros de jornada evolutiva: não ficarem submetidos ao mito de Prometeu nem a imposição dos Arcontes que falsificaram o cenário mundial.

A criação das primeiras agências. a partir de 12/10/1889 e. A atuação do BB na gestão dos presidentes: Manoel Pinto de Souza Dantas. presidente do Banco da República do Brasil. Custódio José Coelho de Almeida 3/7/1906 a 27/11/1906 – interino João Ribeiro de Oliveira e Souza 27/11/1906 a 25/6/1909 Ubaldino do Amaral Norberto Custódio Ferreira Homero Baptista Mário de Milcíades Sá Freire e 28/7/1919 a 31/8/1919 José Cardoso de Almeida 1/9/1919 a 6/11/1919 25/6/1909 a 14/10/1910 14/10/1910 a 6/4/1911 – interino 27/11/1914 a 3/1/1919 3/1/1919 a 28/7/1919 João Alfredo Correia de Oliveira 6/4/1911 a 27/11/1914 José Joaquim Monteiro de Andrade 10/5/1919 a 20/5/1919 – interino .FERNANDO PINHEIRO – 36 Estadistas presidem os destinos do Banco do Brasil. durante o ano da reforma de 1893. até 29/01/1894.

que. à Empresa nova designação de personalidade. Monteiro de Andrade José Maria Whitaker Daniel de Mendonça Cincinato César da Silva Braga James Darcy Antônio Mostardeiro Filho José Adolpho da Silva Gordo Guilherme da Silveira J. não determinaram a interrupção das atividades do tradicional Banco. que outorgaram. de jure. desde 10/4/1854. vem operando normalmente sem cessar [MONTEIRO. Com .J.37 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL J. As reformas de 1893 e 1905.J. de 1893 a 1905. conforme Ata da Assembleia Geral de Acionistas de 10/4/1954. 1954]. vida e morte do 1° Banco do Brasil (1808/1829). e de 1905 até os dias de hoje. por 3 fases jurídicas: de 1854 a 1893. a exceção do nascimento. Monteiro de Andrade Augusto Mário Caldeira Brant Pedro Luiz Corrêa e Castro Vicente de Paula Almeida Prado Carlos de Figueiredo Arthur de Souza Costa 7/11/1919 a 19/12/1920 20/12/1920 a 27/12//1922 27/12/1922 a 21/2/1923– interino 21/2/1923 a 31/12/1924 2/1/1925 a 16/11/1926 16/11/1926 a 25/8/1928 3/6/1929 a 11/9/1929 – interino 11/9/1929 a 24/10/1930 – interino 24/10/1930 a 4/11/1930 – interino 4/11/1930 a 5/9/1931 5/9/1931 a 14/9/1931 – interino 14/09/1931 a 16/11/1931 – interino 16/11/1931 a 16/01/1932 – interino 16/1/1932 a 23/7/1934 Henrique Carneiro Leão Teixeira 25/8/1928 a 3/6/1929 A criação do Serviço Médico do Banco do Brasil. a trajetória da Empresa é assinalada.

chefe de Governo (presidente do Conselho de Ministros – 6/6/1884 a 6/5/1885). foi restabelecido o nome tradicional. realizada no período de 29 de julho a 9 de agosto de 1905. manteve-se no cargo de presidente do Banco do Brasil. quando veio a falecer. no decorrer dos tempos. O estadista Manoel Pinto de Souza Dantas. membro do IHGB – Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Pereira da Silva (1876/1944). patronímica de João Francisco Lisboa (1812/1863). em 1917. Peregrino Júnior (1898/1983).Paulo na Câmara dos Deputados (1867/1870 e 1878/1881). geógrafo. Banco do Brasil. antes de tomar posse na Cadeira n° 18. em Itatiaia–RJ. O escritor Fernando Monteiro destaca a presença do Senador Dantas na grande causa da abolição da escravatura: “Fez parte da comissão do Senado que fôra incumbida de apresentar à Regente D.FERNANDO PINHEIRO – 38 Homem de letras. Alberto Faria (1869/1925). biógrafo. a partir de 12/10/1889 e durante o ano da reforma de 1893. de 30/12/1905. Luís Carlos da Fonseca (1880/1932). para Academia Brasileira de Letras. Isabel. (conhecido mais com o nome de Senador Dantas). e. cartógrafo. presidente do Banco da República do Brasil. pelos acadêmicos José Veríssimo (1857/1916). sendo aprovados os primeiros estatutos através do Decreto n° 1. às três horas da tarde . Arnaldo Niskier. falecendo em 4/1/1918. em pleno mandato. até 29/01/1894. Homem de Mello é eleito. representou a Província de S. que viria a ser ocupada. o barão Homem de Mello (Francisco Ignácio Marcondes Homem de Mello) exerceu 2 mandatos de diretor do Banco do Brasil (1869/1874 e 1876/1878). e criada a atual sociedade anônima. por último.455. Por força da Assembleia de Acionistas.

Souza Dantas. foi carregado em triunfo. no Senado Federal. com que lutava o país. na rua do Ouvidor. 1955]. referente à emancipação dos escravos sexagenários e à libertação dos que conseguiam mudar de domicilio de uma província para outra [MONTEIRO. terra que. MANOEL PINTO DE SOUZA DANTAS. Ainda moço. aquecida pelo clamor popular. Ele nasceu nos idos de 1831. (4) No ano seguinte. Saindo do Palácio.A. para sanção imperial. pelo povo.” (3) Anteriormente. ao aumento da corrente de imigração”. em 15/7/1884. trajetória de Souza Dantas começou no Nordeste. Souza Dantas viu coroado de êxito o projeto de lei que apresentou. de Cláudio Pacheco – vol. 239 – AGGS – Indústrias Gráficas S. o autógrafo da lei áurea. no interior da Bahia. Nos idos de Dantas declarou que: 1887. A . estudante da Academia de Direito de Olinda. Souza “o trabalho escravo era o maior embaraço. – Rio de Janeiro – 1980. III – p. presenteou ao Banco do Brasil mais dois grandes presidentes: Visconde de Jequitinhonha e o Barão de Cotegipe. 18 e 19 – Cadernos AABB – Rio de Janeiro – 1955. em franca expansão. viu diante de seus olhos (3) (4) FERNANDO MONTEIRO – in Figuras do Banco do Brasil – pp. presidente do Banco do Brasil (12/10/1889 a 29/01/1894) – Apud História do Banco do Brasil.39 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL do dia 13 de maio de 1888. no tempo do Brasil–Império. cabendo-lhe proferir breve oração. a campanha abolicionista recrudescia nas ruas.

1955]. no período 1880/1882 [MONTEIRO. Manoel Pinto de Souza Dantas toma posse. O Império é desfeito. em 12/10/1889. vale ressaltar que a primeira cerimônia de saudades concedida. É tradição do Banco do Brasil prestar justa homenagem aos seus próceres. Souza Dantas foi ministro da Justiça. busca e encontra sucesso na administração pública e na política. O quadro de funcionalismo era composto por 65 funcionários [PACHECO. Nasce a República. e na vigência do de Saraiva. vultos da Pátria que se imortalizam diante do tempo que chega aos dias de hoje. Na metade do século 19. em 1857/1858 promotor na cidade de Salvador [MONTEIRO. quando ocorreu a fusão de bancos (Banco da República dos Estados Unidos do Brasil e o Banco do Brasil). 1979]. ele exerceu a Judicatura. oficialmente. Comércio e Obras Públicas no gabinete organizado por Zacarias de Góes e Vasconcelos. Ministro da Agricultura. De 1853/1856 era Juiz Municipal e de Órfãos. Chefe de Polícia nas províncias do Maranhão e de Alagoas. em 6/2/1893. Era o movimento liberal que iria culminar na Revolução Praieira. no cargo de presidente do Banco do Brasil.FERNANDO PINHEIRO – 40 a agitação popular se espalhando por todo o Recife. Com prestígio na vida profissional. Deputado da Assembleia Imperial em 3 legislaturas. Na presença do presidente Souza Dantas foram empossados o vice–presidente Francisco Rangel Pestana e o diretor Artur Getúlio das Neves. ao presidente Souza . caiu o sistema de governo monárquico. 1955]. No mês seguinte. O extinto Banco da República foi presidido pelo Conselheiro Mayrink e pelo Visconde de Guahy [PACHECO. 1979]. Nesse sentido.

com destaque. ministro. foi elogiada pelo orador. a nov. lembrando que não é somente a consagração da História. ocupando lugar dos mais salientes e rivalizando em serviços com os nomes mais ilustres dentre as glórias nacionais. presidente de província. vice–presidente do Banco do Brasil (jan. chefe de polícia. como também o dever de gratidão a todos que se interessam pelo Banco do Brasil [PACHECO. jornalista. que por mais de um quarto de século iluminou o cenário político de nosso país. o vice–presidente Arthur Getúlio das Neves que o homenageado. Ressaltou. conselheiro de Estado. pp. 14 e 15 – Cadernos AABB – Rio de Janeiro – 1995. foi realizada por Arthur Getúlio das Neves. juiz de direito. segundo relato de Fernando Monteiro.41 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Dantas. coroado de louros nas lutas políticas. apresentado à Assembleia Geral de Acionistas na reunião ordinária de 1894 – Typographia Moreira Máximo & Cia./1894): “Os preitos de viva saudade e as grandes homenagens de respeito e de admiração tributados à sua memória falam mais alto do que tudo o que eu pudesse dizer para exaltar o nome do patriota notável. foi eleito presidente do Banco do Brasil. 1979]. (5) ARTHUR GETÚLIO DAS NEVES – Relatório do Banco da República do Brasil. presidente do Conselho e líder do Senado do Império. de Fernando Monteiro. 1979]. mantendo-se no cargo até a data da fusão de 2 grandes bancos que resultou o Banco da República do Brasil [PACHECO. deputado geral. – Rio de Janeiro – Apud Figuras do Banco do Brasil.” (5) A trajetória de Souza Dantas nos cargos de deputado provincial. .

42. ao Banco Construtor e Agrícola de São Paulo.FERNANDO PINHEIRO – 42 Segundo [PACHECO. 1979]. adquirindo a nova personalidade jurídica c) d) e) f) . o edifício foi entrega ao governo como pagamento de dívida junto à União. administração de quarenta fazendas adquiridas em decorrência de execução judicial de dívidas para pagamento de empréstimos. em cada semestre. os fatos mais relevantes que marcaram a gestão de Souza Dantas na Presidência do Banco do Brasil (12/10/1889 a 29/1/1894) foram: a) obras de construção. a funcionários do BB. Quase concluído em 1897. a partir de 1892. instalada e dirigida pelo Barão do Rosário. fusão com o Banco da República dos Estados Unidos do Brasil. Mais tarde. presidente do BB (1895/1898). b) criação da primeira filial do Banco do Brasil no exterior – em Londres. de Munique). Rio de Janeiro (cópia do Vereinsbank. inaugurado em abril de 2008. na gestão do presidente Homero Baptista. venda da Caixa-Filial em São Paulo. de 20 a 25% do vencimento anual. do edifício localizado na Rua Primeiro de Março. onde funcionou o TRE – Tribunal Regional Eleitoral. e aos gerentes e subgerentes uma gratificação especial. que funcionou no período 29/10/1853 a 20/3/1891. na gestão de Afonso Penna. concessão de gratificações. foi reaberta a agência do BB na capital paulista. atualmente Centro Cultural da Justiça Eleitoral. em 2/1/1917.

por falta de transportes. o vice–presidente Rangel Pestana assumiu o cargo de presidente [PACHECO. em pagamento de dívidas. passando a ocupar o cargo de diretor da Carteira de Redescontos (28/9/1948 a 31/1/1951). com a nomeação de Pedro de Mendonça Lima (posse no BB: 21/1/1916. Excetuando-se a nomeação de superintendente destinado ao Estado de São Paulo para fiscalizar os bens adquiridos pelo Banco do Brasil.: 11/11/1963). g) Revolta da Armada. que permaneceu no cargo até 27/9/1948. engenhos de cana–de–açúcar. na gestão de Souza Dantas. 1979]. a Diretoria do Banco do Brasil resolveu nomear. De 2/6/1949 a 29/7/1949. provocando atribulações na vida pública. imóveis urbanos e rurais. durante alguns dias. em 12/3/1979. 1979]. de regressar à capital. entregues para pagamento de dívidas. pela primeira vez. As atuais superintendências estaduais foram criadas em fase posterior. muito tempo depois. o presidente Souza Dantas encontrava–se na ilha de Paquetá e impossibilitado. um empregado destinado a supervisionar as administrações das fazendas. 1979]. sob a presidência do engenheiro Karlos Rischbieter. Considerando que em 6/9/1893. nos idos de 1893. de 23 de setembro de 1892. Por Resolução de 24/11/1890. na Assembleia Geral de Acionistas realizada. o cargo de superintendente somente foi instituído. em caráter de substituição [PACHECO. minas. em 18/2/1936. que estabeleceu nova estrutura administrativa do Banco do . contraídas por empréstimos [PACHECO. apos.43 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Banco da República do Brasil – Decreto Legislativo n° 183 C. ei-lo nas funções de presidente.

entre nacionais e estrangeiros.A. o Banco da República do Brasil. Em complemento da obra realizada. sempre. já reconhecidos e proclamados. como se demonstrava pela entrada diária de depósitos. agora sem a presença de Souza Dantas.” (6) (6) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. sem excetuar o do novo regime proclamado a 15 de novembro de 1889. a criação de 3 vice-presidências. diversas vezes. tanto nas épocas de paz como nas de perturbação e de guerra. inclusive perante o presidente da República.FERNANDO PINHEIRO – 44 Brasil. abalado por desastrosa crise do início do século XX. retomando. por serviços relevantes. . o nome tradicional BANCO DO BRASIL. O seu capital fora realizado do modo mais efetivo. acima do par. o mais antigo do País. que o Banco do Brasil. 334 e 335 – AGGS – Indústrias Gráficas S. não sofrera o mínimo abalo. – Rio de Janeiro – 1980. a confiança que nele depositavam todas as classes da sociedade. sempre. as suas ações se achavam cotadas. III – pp. 14 diretorias regionais e 23 superintendências estaduais. sofreu intervenção federal e foi liquidado. trazemos de volta as palavras do presidente Manoel Pinto de Souza Dantas. o seu crédito fora mantido. transcritas e interpretadas no relato de Cláudio Pacheco: “O presidente Souza Dantas declarou. com a desativação das 7 diretorias regionais. Era assim tradicional e ininterrupta a adesão do Banco do Brasil às instituições da Nação. apesar da crise que a todos assoberbava. nos idos de 1905. o seu fundo de reserva atingia cerca de 70% deste capital. se recomendara. nos idos de 1889 a 1894. no Banco do Brasil. Posteriormente. sempre que o Governo os exigiu.

faleceu Manoel Pinto de Souza Dantas. João. ambos faleceram em pleno mandato. concedeu centenas de visto de saída da França e entrada no Brasil de judeus perseguidos pelos alemães. vale destacar a Martins Souza Dantas (1876/1954). exerceu importantes cargos: chefe do Departamento do Funcionalismo. que completa a tríade. presidente do Banco do Brasil (23 a 27/7/1934 – interino e 18/8/1953 a 6/9/1954.45 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em épocas distintas. diretor da Carteira de Câmbio. o diplomata Manoel Pinto de Souza Dantas Filho foi cônsul do Brasil em Bordéus. deixando viúva Ana Amália Josefina Barata e seus sete filhos: Manuel. Marcos Souza Dantas. ambos estadistas. presidente do Banco do Brasil (5/12/1888 a 13/2/1889). arriscando a própria vida. entre eles o ator e teatrólogo Zbigniew Ziembinski (1908/1978). embaixador brasileiro em Paris (1922/1942). Maurício e Ana Carolina [MONTEIRO. Genebra e Lisboa. No dia 29 de janeiro de 1894. filho de Rodolfo Dantas.: 2/12/1964). Rodolfo. apos. o diplomata. o Barão de Cotegipe (João Maurício Wanderley). igualmente morreu em pleno exercício do cargo. efetivo). herdado do avô. Da família trajetória dos netos: Luiz do homenageado. José. . Marcos Clemente de Souza Dantas (posse no BB: 6/5/1921. Francisco. O pai de Luiz Martins. natural da Bahia. com o ideal libertador. 3 presidentes da Província da Bahia presidiram os destinos do Banco do Brasil: Lisboa Serra (5/9/1853 a 15/1/1855) e Manoel Pinto de Souza Dantas (12/10/1889 a 29/1/1894). 1955]. Outro estadista.

assumiu o cargo de vice– presidente do Banco do Brasil [PACHECO. na antiga personalidade jurídica Banco da República do Brasil (1892/1905). em 29/1/1894. é empossado o diretor Aarão Reis (Aarão Leal de Carvalho Reis). em 25/11/1895. ocupa o cargo de presidente do Banco do Brasil e. Francisco (interino) abril/1894 a 2/9/1895 – Rangel Pestana.U – 27/5/1900 – p.O. 1979]. a sucessão dos seguintes presidentes: 29/1/1894 a abril/1894 – Rangel Pestana. o conselheiro Luiz Martins do Amaral. 1979]. presidente do Banco da República. 27 – Seção l. no dia 31 do mesmo mês. . Vale assinalar a nossa gratidão aos funcionários do Banco do Brasil. entre eles “o honrado Barão de Quartin”. ocorreu. é substituído. após a saída de Souza Dantas do Banco do Brasil. em seguida. Barão do Rosário. pelo Barão do Rosário (João José do Rosário). interinamente. com a saúde restabelecida. em 19/10/1895. e aos dirigentes que o conduziu. em 8/5/1900. o ex–gerente da Agência de Londres. De acordo com o Diário Oficial da União – D./1901 – Otto Pettersen set/1901 a ago/1902 – Custódio de Almeida Magalhães ago/1902 a 12/12/1902 – Raimundo de Castro Maia 12/12/1902 a 27/11/1906 – Custódio José Coelho de Almeida O estadista Afonso Pena. engenheiro paraense e.FERNANDO PINHEIRO – 46 Segundo [PACHECO. Francisco 3/9/1895 a 19/10/1895 – Fernando Lobo Leite Pereira (interino) 19/10/1895 a 14/11/1898 – Afonso Penna 17/11/1898 a 10/9/1900 – Luiz Martins do Amaral 8/5/1900 (interino) – Barão do Rosário (João José do Rosário) 10/9/1900 (interino) – Barão de Quartin (Antonio Thomaz Quartin) 11/9/1900 a set.

nesse período.] e . assim como a da abolição da apresentada por ele. vol. o Barão de Quartin é diretor da Caixa Econômica e presidente do Monte Socorro. 493]. A nossa gratidão se estende aos presidentes do Banco do Brasil que apoiaram a previdência social dentro da Empresa. 491. atualmente sob nova designação: Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil – Previ. Nos idos de 1898. no passado.47 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL no dizer de Cláudio Pacheco [História do Banco do Brasil. cujo exemplo e incentivo iria se refletir em 1904 dentro do Banco do Brasil. 3. com ressonância aos dias atuais. A públicos já (PL/MA – escravatura como uma Governo: ideia da criação de montepio para funcionários era de iniciativa do deputado Lisboa Serra 1848/1855).. desde a primeira hora. pp. deputado oposiconista. Vale ressaltar que. quando as leis trabalhistas ainda não concediam os benefícios de que o Banco do Brasil oferecia aos funcionários. das duas condições essenciais para apoiar o “Tudo quanto o orador exige de um governo para que o seu apoio possa ser franco e decisivo reduz–se a duas condições essenciais: 1ª – que ele garanta ao país todas as liberdades e riquezas que a Constituição e as leis têm outorgado [. foi bem superior a quaisquer outras instituições da espécie. é criada a Caixa Montepio dos Funcionários do Banco do Brasil. que surgiram posteriormente.. assegurando aos funcionários uma qualidade de vida que.

o campeão imbatível em defesa do Banco do Brasil. conselheiro da Coroa Imperial.. tribuno e doutor de Coimbra. gentilmente. o Brasil em novo patamar de grandeza. proporcionando a ele as honras imorredouras: poeta. onde viu nascer o Banco do Brasil. em 14/6/1848. através dos calorosos debates parlamentares que culminariam com a Lei n° 683. Vitorioso em todas as frentes de trabalho por onde passou.” (7) Mesmo frustrado nessas ideias sublimes que iriam colocar. a política econômica do Governo relativa à criação do Banco do Brasil. na Assembleia Legislativa Imperial. presidente da Associação Brasileira de Ex–Congressistas à Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil – Fonte: Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados – Brasília – DF. presidente do Banco do Brasil (5/9/1853 a 15/1/1855) – Discurso proferido. estadista que cooperou no restabelecimento da paz. de 31/8/1853. (7) LISBOA SERRA..FERNANDO PINHEIRO – 48 2ª – a que o governo desenvolva uma vontade firme e enérgica no emprego das medidas necessárias para lançar longe de nós essa nuvem negra e medonha que vem das terras africanas [. por Antônio Geraldo de Azevedo Guedes. no decorrer de 1853. no Conselho Imperial. o nobre deputado maranhense Lisboa Serra. o presidente–fundador. na Assembleia Legislativa Imperial – Cópia concedida. . em 5/4/1999.] uma questão de vida e morte para o futuro do império. mais tarde. o mais importante presidente do BB. de 5/7/1853 e o Decreto n° 1233. na Alfândega. Lisboa Serra defendeu. na Assembleia Legislativa Imperial. consolidando a fraternidade. no Governo da Bahia.

e finalmente essa brilhante operação de crédito realizada em Londres. ao qual está marcado o alto destino de regularizar e dar maior estabilidade ao nosso meio circulante e cooperar com o governo na grande obra da civilização e do progresso. ele. anteriormente.49 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL pois. a criação do Banco do Brasil. dar mais expansão e desenvolvimento ao nosso crédito no interior. ou para melhor dizer. humilde e nobre. presidente do Banco do Brasil (5/9/1853 a 15/1/1855) – Discurso proferido. interpretando o Brasil: “[. a reforma do Tesouro e tesourarias. em 6/6/1854... houve acirradas lutas armadas. Para isso era necessário dar nova organização e mais moralidade às repartições por onde se arrecadam ou fiscalizam as rendas do Estado. os trabalhos e estudos sobre alfândegas. O que porém completou. O código comercial. e firmá–lo no exterior onde tínhamos a resgatar uma grande dívida prestes a vencer–se. na Assembleia Legislativa Imperial. sem contradição. Era ainda para isso necessário regularizar. devidos ao seu esforço ou obtidos com o seu concurso. sem dúvida. idem. e donde devíamos atrair capitais e braços para o nosso movimento industrial. naquele passado remoto.” (8) (8) LISBOA SERRA. se apresentou na tribuna. grandes.] dispunha os meios. preparava o país para receber o impulso e movimento que o seu estado de crescente prosperidade e as ideias do tempo lhe haviam infalivelmente imprimir. em 6 de junho de 1854. . o que completará no futuro sua obra gigantesca é. e por si suficientes para estabelecer o crédito de qualquer administação. são resultados. sendo a Rebelião Praieira (1848/1850). a última das revoltas provinciais.

. é a vez do Fundo de Pensões do Pessoal das Oficinas de Imprensa Nacional [Ministério da Previdência Social. o montepio dos funcionários públicos” (9) Em 31/10/1890 é criado o Montepio Obrigatório dos Empregados do Ministério da Fazenda por decreto do ministro Ruy Barbosa. quando no exercício do cargo de ministro da Fazenda: “Foi também sob sua administração que se criou o Tribunal de Contas. selecionamos apenas uma assertiva proferida. p.. acesso eletrônico em 22/6/2010]. Posteriormentre. Vale ressaltar a iniciativa do jurista Ruy Barbosa. recebe nova designação Instituto de Previdência dos Funcionários Públicos da União. Ainda em retrospectiva. o crédito é a confiança”. outra designação. destinada aos empregados dos Correios. em 26/8/1854. em 1931. na qualidade de presidente do Banco do Brasil: “o crédito não se pode decretar [. 2000. Nos idos de 1926 é extinto este Montepio. No mesmo ano é criada a Caixa de Socorro para as Estradas de Ferro. (9) JOÃO FELIPE GONÇALVES – in Rui Barbosa: pondo as ideias no lugar. e. no Brasil. 70 – FVG – 1ª edição.FERNANDO PINHEIRO – 50 Para encerrar a transcrição das palavras do deputado Lisboa Serra a respeito do Brasil e do Banco do Brasil. 3 anos mais tarde. na ocasião em que ocupava a tribuna da Assembleia Legislativa Imperial. Instituto Nacional de Previdência. .]. No ano seguinte. com a reorganização do Montepio dos Funcionários Públicos Civis da União. teve origem nos idos de 1888. vale assinalar que a regulamentação do direito à aposentadoria de funcionários públicos.

Nos idos de 1940.51 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL A rigor. em caráter interino. Segundo [PACHECO. o Instituto de Previdência dos Funcionários Públicos migra para o IPASE – Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado. Desde 1990. reunida extraordinariamente. foram proclamados . nos primórdios da fase atual do Banco do Brasil (3/7/1906 a 27/11/1906). em 1930. no período 1921/1923. Custódio José Coelho de Almeida. a Assembleia Geral elegeu os novos diretores e os membros do Conselho Fiscal. em 3 de julho de 1906. surgiu o IAPB – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários. Para diretores. por parte dos acionistas. Nos idos de 1960. o cargo de presidente. a Previdência está sob nova designação: INSS – Instituto Nacional de Seguro Social. No dia da posse. exerce. entre os institutos que estavam sendo criados. o Banco do Brasil adotou providências de reorganização: “Finalmente. em 8/7/1934. o ano de 1923 é o marco de partida das atividades da Previdência Social com o advento da Lei Elói Chaves e do Conselho Nacional do Trabalho. Na área bancária. 1979]. conforme a narrativa de Cláudio Pacheco. diretor da Carteira de Câmbio. surgiram a orientação e a supervisão da Previdência Social. reassume o cargo de diretor da Carteira. Quinze anos após. a Previdência Social ganha nova roupagem com a criação do INPS – Instituto Nacional de Previdência Social. atualmente vinculado ao Ministério da Previdência Social [Ministério da Previdência Social – Histórico da Legislação Previdenciária – Anuário Estatístico da Previdência Social – 2004]. Indústria e Comércio. Com a criação do Ministério do Trabalho.

No dia 9. alçada da Diretoria para decidir sobre grandes empréstimos aos Estados. de vencimentos da semana e talão de ordens de descontos. Sr. de balancetes de caixa firmados pelo tesoureiro. para fins de formação do quadro das diversas seções de serviço. depois de ter atuado. João Ribeiro de Oliveira e Souza. como presidente. o Banco do Brasil começou a funcionar no nível de reuniões de Diretoria registradas em atas. deu posse ao diretor eleito Silva Porto. Ainda em julho de 1906. assinaturas de dois diretores para a validade de transações ou ordens de pagamentos. O último reatava assim a sua longa carreira de diretor do Banco. com relevo e proficiência. o Sr. José Leopoldo de Bulhões. preparo de cadastro. Custódio Coelho. tomou parte da reunião o novo diretor Leopoldo Duque Estrada. como estas: nomeação de um secretário para chefe do pessoal e para coordenar as ordens emanadas da Diretoria e as propostas que a esta devessem ser apresentadas. a Diretoria tomou decisões importantes para a organização do Banco. realização de um estudo minucioso de todo o pessoal. de saldos gerais. No dia 4. organização do Regimento Interno com aproveitamento do antigo.FERNANDO PINHEIRO – 52 eleitos os senhores Leopoldo César de Andrade Duque Estrada. convenientemente modificado. com publicação nos jornais. o ministro da Fazenda. José Leopoldo de Bulhões Jardim e o comendador Luís Alves da Silva Porto. fixação períódica pela Diretoria. O presidente nomeado pelo Governo. das taxas de . Só em 17 de novembro tomou posse o outro diretor eleito. adoção de livros de saldos dos principais devedores. Câmaras Municipais e Companhias e outras operações. tomou posse em 27 de novembro de 1906. em sua reorganização. Na sessão de 23 de julho de 1906.

1979]. em janeiro/1891. restringindo–se a um só centro de operações na cidade do Rio de Janeiro. As principais operações do Banco do Brasil. Sob as ordens do presidente João Ribeiro foram inauguradas as 3 primeiras agências do Banco do Brasil: Manaus (14/1/1908). em reunião de Diretoria. foi efetuada.A. Ubaldino do Amaral tomou posse no cargo de presidente do Banco do Brasil. em 14/6/1909.” (10) Como vimos. vendas de cambiais e empréstimo de dinheiro sobre penhor da borracha [Revista AABB – 1964]. III – p. . A passagem de Ubaldino do Amaral na vida pública foi bastante exuberante em termos de trabalho [PACHECO. Campos (26/7/1910). João Ribeiro exonerou-se do cargo de presidente do Banco do Brasil [PACHECO. o presidente do Banco do Brasil.53 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL descontos e para o dinheiro recebido a prêmio e em conta corrente. a venda da Filial São Paulo. Em declaração manifestada. No ano seguinte. Em 25/6/1909. – Rio de Janeiro – 1980. (10) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. Pará (1/8/1908) e Santos (22/08/1908) [PACHECO. eram a emissão de vales–ouro destinados ao pagamento de direitos alfandegários. 1979]. foram inauguradas 2 agências: Bahia (15/7/1910). 1979]. Com o falecimento de Afonso Pena. a 2ª no País. dentro do Palácio do Catete. ocorrido. em 13/7/1910. conforme relato de Cláudio Pacheco. 546 – AGGS – Indústrias Gráficas S. presidente da República. efetuadas pela sucursal de Belém. embora a Agência de Londres. Inglaterra estivesse operando no período de 1891 a 1894).

titular da Pasta do Império (1870/1875).” (12) (11) (12) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. o cargo de presidente do Banco do Brasil. FERNANDO MONTEIRO – in Figuras do Banco do Brasil – pp. presidente– fundador do Banco do Brasil. um aposentado e cinco membros do Conselho Fiscal. 5 – AGGS – Indústrias Gráficas S. interinamente. A exemplo do deputado Lisboa Serra.” (11) O diretor Norberto Custódio Ferreira assume. como chefe do gabinete de 1888. principalmente em decorrência de ter a matriz de pagar cento e dezoito empregados efetivos. em 14/10/1910. cinco diretores em atividade. 1979]. presidente do Banco do Brasil (6/4/1911 a 27/11/1914). João Alfredo defendeu na Câmara dos Deputados a política econômica do Governo.FERNANDO PINHEIRO – 54 “assinalou que as despesas gerais do estabelecimento continuavam excessivas. João Alfredo. enfrentando sérios debates com os opositores.A. vibraria o golpe final de 13 de maio. 33 e 34 – Cadernos AABB – Rio de Janeiro – 1955. A respeito da atuação parlamentar de João Alfredo. que desarraigou a escravidão no país. – Rio de Janeiro – 1980. IV – p. A interinidade se estende até 6/4/1911 [PACHECO.040. na vaga deixada por Ubaldino do Amaral. instituição a que ele mesmo. comenta o escritor Fernando Monteiro: “A João Alfredo coube dirigir as discussões – talvez as mais memoráveis de nossos fastos parlamentares – em torno do projeto transformado na lei n° 2. de 28 de setembro de 1871. um estadista a mais que dirige os destinos do Banco do Brasil – João Alfredo Corrêa de Oliveira. .

. ambas em 1913. foram criadas as agências nas cidades de Manaus. naquele período: “De acordo com o interessante depoimento do Sr. que pôde dar novo impulso às operações legitimamente comerciais. desde os idos de 1906 a 1910. seu secretário particular na Presidência do Banco. das mais fecundas foi a administração de João Alfredo. Santos. Em obediência a plano cauteloso. com a introdução das primeiras máquinas de escrever e de calcular. antigo secretário da Presidência. a de João Maurício Wanderley. Uma das mais belas biografias. (13) FERNANDO MONTEIRO – in Figuras do Banco do Brasil – p. Este ilustre estadista presidiu ainda o Congresso Nacional (1882/1885). ainda jovem escriturário. Iniciou a mecanização dos serviços. constantes no site eletrônico do Senado Federal. é sem dúvida. 31 – Cadernos AABB – Rio de Janeiro – 1955. – que foi. então exclusi– vamente manuais.” (13) Anteriormente. depois de haver liquidado grande parte dos negócios congelados. presidente do Banco do Brasil (6/4/1911 a 27/11/1914). recebeu elogios de Pedro Luiz Correa e Castro. que havia traçado. respectivamente a 12 e a 14 de agosto. A gestão de João Alfredo Correia de Oliveira. coube–lhe inaugurar as agências no Recife e em Fortaleza. o Barão de Cotegipe dirige os destinos do Banco do Brasil.55 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL No período de 5/12/1888 a 13/2/1889. Pedro Luiz Corrêa e Castro.

169. Esta assertiva foi confirmada. na acepção mercadológica. A palavra ouro. Salvador. ao tempo em que a Empresa podia também emitir cheques–ouro. usada nos produtos do BB. detinha a fiscalização da arrecadação das rendas públicas. pois o BB. 1979]. pagáveis à vista. gerente. Outro argumento que justifica a utilização do termo ouro. vem dessa época. o Governo Federal concedeu ao BB “a exclusividade para compra de ouro amoedado e em barras” [Revista AABB – Rio – junho/1934]. segundo o funcionário Fernando Drummond Cadaval. posteriormente. Nos idos de 1934. Literalmente. ao ensejo . no qual o Banco do Brasil estava autorizado a receber depósitos de ouro em moeda legal. Recife. em 6/11/1940. relativas à emissão de vales–ouro. a designação cheque–ouro originou-se do Decreto n° 6. vem desde 1917. diretor da Carteira Cambial (janeiro/1938 a abril/1939). no exercício do cargo de presidente do Banco do Brasil (23 a 27/7/1934). pelo funcionário Tancredo Ribas Carneiro. de 31/10/1926. compra de cambiais e cobranças de remessa por conta de terceiros [PACHECO. por iniciativa de Marcos de Souza Dantas. quando o presidente Homero Baptista apresentou o relatório à Assembleia Geral dos Acionistas. 1979].FERNANDO PINHEIRO – 56 Belém. baixado pelo presidente da República. com a emissão dos certificados–ouro que comprovava o pagamento de direitos alfandegários. na longa tradição do Banco do Brasil. oriundas do imposto– ouro sobre as importações [PACHECO. Porto Alegre e Campos por ser mais vantajoso para o Banco eliminar o custo elevado das comissões pagas aos agentes nessas praças. depois diretor da Carteira de Câmbio (1951/1954).

. e recolhido pelo Banco. no Colégio Militar do Rio de Janeiro. constante da obra Banco do Brasil dos meus tempos. No depoimento de Irapuan Paulo Salgueiro. uma parte desse ouro depositado em nossas casas–fortes. na visita que fizeram ao Banco. em 6/11/1940. palestra proferida. Imaginai o poder de uma organização capaz de adquirir e transportar todo esse ouro que vem sendo amealhado pacientemente de modo que não se escape. de Paulo Konder Bornhausen. Em cada barra de 20 quilos se condensam as pepitas. no Colégio Militar do Rio de Janeiro. independente de consulta de saldo na conta do correntista. depois de laminado e reduzido a barras. em 6/11/1940. nos produtos que o Banco do Brasil vende. diretor da Carteira Cambial do Banco do Brasil (jan/1938 a abril/1939) – in A missão do Banco do Brasil. Alguns de vós viram. há o recrudescimento e o prestígio da palavra ouro.00.57 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL da realização da palestra A missão do Banco do Brasil proferida.” (14) Transportando esta informação aos dias de hoje. o ouro em pó explorado pelo garimpeiro no mais rude sertão. Vale ressaltar: “A ele (Banco do Brasil) compete comprar todo o ouro produzido no país. vimos o Banco do Estado da Guanabara colocar na praça o “cheque-verde” destinado a garantir o pagamento até o valor de Cr$ 20. Retrocedendo aos idos de 1966. desde os limites das Guianas até as fronteiras do Uruguai. há informação de que surgiu (14) TANCREDO RIBAS CARNEIRO (1914/1946). que não se evada.

Geraldo Machado (PRESI). a Diretoria do Banco do Brasil encontrava-se em ritmo crescente de serviços: nomeações. sob cujas gestões o Banco esmerava-se em sua função essencial de fazer circular rapidamente o dinheiro por todo o comércio. na sessão ordinária de 1912. os demais bancos passaram a adotar práticas semelhantes em suas operações [BORNHAUSEN. inclusive licenças de empregados. em descontos proporcionais à capacidade produtiva e . o presidente João Alfredo. a Diretoria tivera de corrigir anormalidades. fez o uso da palavra: “Em seu relatório apresentado à Assembleia dos Acionistas. Irapuan Paulo Salgueiro. durante os oitos primeiros meses do ano. nos idos de 1912. Ainda na primeira década do século XX.FERNANDO PINHEIRO – 58 no gabinete de Paulo Bornhausen. José Vitela (DIPRI). declarou ele que logo. férias anuais de 15 dias aos funcionários que. a primeira das quais consistira na quebra de uma tradição. sob a sua Presidência. diretor do Banco do Brasil (1964/1972). que viera de Lisboa Serra e Itaboraí. Rogério Teixeira (Superintendência). Sucesso inigualável no mercado. Diante da Assembleia dos Acionistas. os dois primeiros presidentes do Banco em meados do século passado. transferências. 1979]. estavam o próprio diretor e os funcionários do BB. não tivessem mais de 5 faltas [PACHECO. médio e pequeno. À frente desta iniciativa. conforme relato de Cláudio Pacheco. um grupo de trabalho que apresentou o “cheque-ouro” destinado a cobrir pagamento dentro de uma linha de crédito aberta aos correntistas. alto. 2002]. Arnaldo Jorge Fábregas da Costa Júnior (DISEG). remunerações. Waldyr Alves da Silva (DIQUA).

sem amortizar o débito nem pagar os juros. o Banco do Brasil admitia para aqueles cargos pessoas fora do quadro do funcionalismo. . Ora. a caminho da ruína. Tinham sido relegados os pequenos descontos. devia mais da metade desse capital.59 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL solvente de cada um em escala que descia por avultado número às letras menores de quinhentos mil réis. pp. (15) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. ultimamente. os chamados “negócios de subúrbio”. contrariando essa velha prática. perdendo assim a Empresa maiores oportunidades de negócio.A – Rio de Janeiro – 1980. 9 e 10%. conforme as garantias. Naquela época. foi a fixação de taxas de 8. Só o Loide Brasileiro. 1979]. diante da concorrência de outros bancos que mantinham a taxas de 7%. e até de 6%. (15) Outra medida que vinha sendo adotada pelo Banco do Brasil. 17 e 18 – AGGS – Indústrias Gráficas S. Foi enviado para aquelas cidades advogados para orientar a regularização do crédito da Empresa [PACHECO. 1979]. João Alfredo fez corrigir esse procedimento. IV. já exarada e aplaudida no primeiro relatório de 1854. nada menos de dois terços do capital realizado pelo Banco tinham sido postos em poucas mãos e nelas represados pelas contínuas reformas e prorrogações de prazo. além da morosidade dos processos. antes da chegada do presidente João Alfredo. Na administração de João Alfredo ocorreram deslizes administrativos com os gerentes das agências de Manaus e Belém. estabelecendo a mesma taxa dos bancos concorrentes e reduzindo o percentual de 5% para as operações de redescontos [PACHECO.

depois de ter exercido o cargo de presidente do Banco do Brasil (6/4/1911 a 27/11/1914). Antes mesmo que surgissem as leis que iriam proteger o trabalhador brasileiro emanadas no Governo de Getúlio Vargas. hoje com nova designação: Auditoria do Banco do Brasil. . a aposentadoria por invalidez era concedida mediante atestado de uma junta médica que o considere inválido. recebeu palavras de elogio do presidente da República. e provar invalidez. apesar da crise em diversas praças. João Alfredo. com todos os vencimentos do cargo exercido: b) por iniciativa da Empresa ou do empregado que tenha mais de 10 anos de serviço efetivo. criando condições favoráveis ao funcionalismo [PACHECO. então. manteve–se em situação próspera [PACHECO. a Diretoria aprovou um regulamento para agências e a criação de órgão central que as fiscalizassem [PACHECO. 1979]: a) o direito a aposentadoria era concedido ao empregado que contar com mais de 30 anos de serviço efetivo. enaltecendo-o a atuação à frente dos destinos do Banco do Brasil que. o Banco do Brasil. Nascia. em 29/4/1913. já se antecipava. Hermes da Fonseca em mensagem enviada ao Congresso Nacional. Na sessão ordinária da assembleia dos acionistas. nos idos de 1913. a Inspetoria Geral. inclusive a do Rio de Janeiro. 1979]. 1979].FERNANDO PINHEIRO – 60 A conjuntura dos fatos evidenciou a urgente necessidade de criar–se uma inspeção nas agências e colocar funcionários do BB para o cargo de gerente e inspetor de agências.

Bagé. designada São Luís). Recife. Varginha. Santos. as demais agências em 4ª classe. Três Corações. Em 27/11/1914. A fim de evitar eventuais distorções (drenagem das economias regionais). Rio Grande. Natal. . mantendo 1/3 no encaixe. Ponta Grossa. Posteriormente (1917/1919). foram acrescidas: Corumbá. Pelotas. Campos. Maceió. Em 15/11/1914. Jaú. Belém. a rede de agências do BB estava circunscrita em sete cidades: Manaus. assumindo o cargo Homero Baptista [PACHECO. Em 30/4/1915.61 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Mudança de governo. Ilhéus. Ribeirão Preto. Belo Horizonte. São Paulo. Em 1915. despede-se João Alfredo Correia de Oliveira da Presidência do Banco do Brasil. beneficiando as comunidades locais [PACHECO. Vitória. Barretos. Florianópolis. 1979]. Parnaíba. Bahia e Campos (3ª classe). Juiz de Fora. assegurado o reforço de caixa pela Matriz. Manaus e Belém (2ª classe). 1979]. Recife e Fortaleza. com o objetivo de manter a estrutura administrativa eficiente. 1979]. Maranhão (mais tarde. Joinville e Livramento [PACHECO. A de São Paulo veio a ser classificada de 2ª classe em 14/8/1918. a saída do marechal Hermes da Fonseca e a entrada de Wenceslau Brás. Cataguases. Salvador. sempre quando fossem necessárias. mediante as tradicionais remessas de numerário. mudança na direção do Banco do Brasil. o Banco do Brasil. Aracaju. passou a adotar a classificação de agências: Santos (1ª classe). Uberaba. Santa Luzia do Carangola. o regulamento das agências previa estabelecer a aplicação de 2/3 do valor dos depósitos a operações de empréstimos.

Ainda em 1916. A Matriz manteve a jurisdição sobre as agências de Santos. Mais tarde. Cachoeira. o Banco do Brasil instalou. o escritor cearense Braga Montenegro esteve por lá na gestão que durou 2 anos (31/03/1952 a 18/4/1954). Campos e Três Corações [PACHECO. do presidente Homero Baptista. Por decisão da Diretoria. . 1979]. Laguna. Itajaí. Ponta Grossa. No ano seguinte. Parnaíba e Fortaleza). Recife (Natal. Pelotas. Com o objetivo de agrupar as agências por interesses de região. Vitória. a Agência em Maceió. 1979].: 23/7/1932 [Carta–Circular de 26/7/1916. Bahia (Aracaju e Ilhéus). precisamente no dia 5 de julho. em 16/7/1916. Porto Alegre (Florianópolis e Curitiba). as agências seriam elevadas de categoria de acordo com os resultados obtidos em cada semestre do ano [PACHECO. sob a direção de Gastão Tavares Rodrigues Jardim (posse no BB: 12/5/1910. Revista AABB – Rio].FERNANDO PINHEIRO – 62 No passar dos tempos. Carangola. sob o comando do gerente Edgar Godoy Teixeira Bastos (posse no BB: 29/6/1909. Jaú. São Paulo (Uberaba e Corumbá). a Diretoria resolveu. o Banco do Brasil reduziu a escritórios as agências de 4ª classe situadas nas cidades de Três Corações. o Banco do Brasil inaugura a Agência Três Corações – MG na presença do gerente Rodolpho Ambronn que a administrou durante o período de julho/ 1916 a agosto/1917. Vitória e Parnaíba e criou escritórios em Camocim. Cabo Frio. Paraíba e Maceió). em 18/7/1917. criar grupos de agências de maior categoria jurisdicionando agências subordinadas: Belém (Manaus. Almanaque do Pessoal – 1964. em fev/1918. São Luís. apos.: 31/7/1928). apos. e em Corumbá.

. em idade de 14 a 16 anos.” (16) A admissão dos menores. Barretos e Bauru. foi admitido. Agrupam–se nessa classificação Mossoró. o Banco do Brasil incorporou o movimento das contas das agências no balanço da Matriz e estabeleceu a fiscalização permanente das agências e escritórios por meio de inspetores designados. 113 – AGGS – Indústrias Gráficas S.63 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Livramento e Uruguaiana. quando houvesse vaga.. No dia 6 de setembro de 1918. cursando no mínimo o 2° ano ginasial (designação da época). as portas de madeiras nobres da Rua da Alfândega (hoje em dia. . nas funções de contínuos auxiliares “pelo prazo de 6 meses. foram nomeados 3 inspetores.A – Rio de Janeiro – 1980. o Banco já realizava fiscalização transitória [PACHECO. com a categoria de gerentes de primeira classe. (16) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. há muito tempo demolidas e guardadas na memória do espaço onde hoje é a Associação Comercial do Rio de Janeiro). 1979]. Antes da inspeção de caráter permanente. a 1ª mulher a ingressar no Banco do Brasil. 1979]. findos os quais seriam providos definitivamente e sucessivamente promovidos a contínuos de segunda classe. alternadamente. Nesse mesmo ano. IV. recrudesceu no 2° semestre/1971 (Programa de Menor Estagiário). p. pela primeira vez. se abrem para receber Francia Lindgren.. o ingresso de menores de 16 a 21 anos no BB. De início. presidente do Banco do Brasil (27/11/1914 a 3/1/1919). Na gestão de Homero Baptista. agências criadas e ainda não instaladas àquela época [PACHECO.

Homero Baptista despediu-se. 4. Paris. Colaborou. Berlim. 66. Montevidéu. vol. “era o entreposto financeiro do mundo. Lisboa. à época. no dizer de Cláudio Pacheco. desenhando charges. onde se saldavam as contas mundiais” [História do Banco do Brasil. em 3/1/1919.FERNANDO PINHEIRO – 64 Acompanhando a mudança da sede do BB para a Rua Primeiro de Março. Após a aposentadoria. quando foi designado para assumir a Prefeitura do Distrito Federal. 14/12/1970]. Na Assembleia Geral de Acionistas. . o presidente do Banco do Brasil recomendou a criação de agências no exterior: Buenos Aires. Francia Lindgren vivenciou os acontecimentos da Matriz e da Agência Central – DF e aposentou–se em 5/12/1950 [Almanaque do Pessoal – 1964. fazendo um breve pronunciamento voltado à prestação de contas no período em que esteve na Presidência. bem como os almanaques anteriores a 1964]. na Revista AABB – Rio . em 1918. New York e principalmente Londres. Mulungus do Estado do Rio – Medalha de ouro na Seção Pintura outorgada no Palácio da Cultura – [Idem. 110]. na gestão de James Darcy (2/1/1925 a 16/11/1926). 1979]. O diretor Milcíades Mário de Sá Freire o substituiu no cargo até 28/7/1919. Francia Lindgren dedica–se à pintura e recebe premiação nos seguintes trabalhos: Tarde de outono em Cambuquira – Menção Honrosa conferida no Salão Nacional de Belas Artes [Diário Oficial da União – Ministério da Educação e Saúde – 7/12/1951]. localizada na cidade do Rio de Janeiro [PACHECO. p. do Banco do Brasil.

constantes em antigos registros. Na obra de Cláudio Pacheco esta expectativa se desenrolava no início de 1919. Medidas mais rigorosas foram adotadas: diminuição das despesas gerais. A. refreando o ritmo das obras públicas. diminuiu o ritmo acelerado em que estava sendo desenvolvidas as atividades nas agências do Banco do Brasil.65 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL De início. que só com o tempo estava se habilitando. ele a aplicou na Prefeitura do Rio de Janeiro. por cautela. – Rio de Janeiro – 1980. Vale ressaltar: “Assim observou que o rápido desenvolvimento das agências representara realmente promissoras esperanças. 1979]. No Banco do Brasil. na crise do comércio local e em outras praças nacionais provocada pelo término da guerra europeia. Sá Freire. a situação de crescimento da rede de agências teve um contentamento misto de preocupação por parte do presidente que assumia o cargo. liquidação de operações não felizes. inspeção mais rigorosa nas agências e ação mais dinâmica do Contencioso [PACHECO. 1979]. mas não se devia ocultar que muitas se instalaram em praças não convenientemente conhecidas. IV. . 117 – AGGS – Indústrias Gráficas S. sem dúvida.” (17) A razão plausível de Sá Freire em manter sustada a expansão da rede de agências do Banco do Brasil estava. mercê dos esforços dos que a dirigiam e da constante fiscalização da matriz. tendo sido providas de pessoal bisonho. com o objetivo de pôr ordem às finanças municipais [PACHECO. Essa mesma política de contenção de despesas. (17) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. p.

Maceió – AL – 24/7/1918 – Severino Magalhães. gerente. 28/8/1950). Aracaju – SE – 1918 – Administradores: Álvaro Braz da Cunha (posse no BB: 6/7/1918. 29/4/1955). Demétrio Bastos. gerente (posse no BB: 12/12/1907. Bento de Oliveira. contador (posse no BB: 14/3/1910. 1/8/1947). Maceió – AL – 16/7/1916 – Edgard Godoy Teixeira Bastos. falec. cargos comissionados nas agências. José Braz de Mendonça (posse no BB: 6/11/1916. no período de 1916 a 1919. A data completa seguida do nome da agência representa a data de inauguração [Revistas AABB – Rio – 1935. falec. falec. 18/3/1948). gerente (posse no BB: 5/4/1910. falec. Almanaque do Pessoal – 1964]: João Pessoa – PB – 1916 – José Joaquim Monteiro de Andrade. apos. Álvaro Henriques de Carvalho. exon. Curitiba – PR – 1918 – Bento Munhoz da Rocha.: 5/4/1950). gerente (posse no BB: 10/6/1918. falec. Três Corações – MG – 1916 – Rodolfo Ambronn. gerente (posse no BB: 8/3/1910.FERNANDO PINHEIRO – 66 Vale assinalar os funcionários que exerceram. 10/12/1926). subgerente (posse no BB: 19/7/1909. contador (posse no BB: 3/10/1912. Fortaleza – CE – 1918 – Virgílio Bacellar Caneca. falec. 31/7/1928). falec. falec. contador (posse no BB: 12/8/1913. falec. 9/1/1946) . Porto Alegre – RS – 1916 – José Nicolau Tinoco. apos. exon. bem como as Revistas AABB – Rio pertinentes ao período 1936 a 1966. gerente (posse no BB: 9/4/1913. 17/8/1927). Quintino Taveira. gerente (posse no BB: 3/8/1904. gerente (posse no BB: 29/6/1909. 9/12/1962). 6/11/1930). 1/3/1952). Uberaba – MG – 10/8/1916 – Genaro Pilar do Amaral. 10/7/1928).

contador (posse no BB: 15/5/1916. sob a superintendência de seu presidente e a cargo de um diretor de nomeação do Presidente da República. gerente (posse no BB: 15/3/1910.230. IV. Aracaju – SE – 1919 – Roberto Carvalho. de 21/01/1921. Com a aprovação do substitutivo apresentado. falec. 14/8/1921). e regulamentada pelo Decreto n° 14. 7/11/1962).182. 19/5/1958). gerente. 10/8/1947). a Carteira Agrícola foi instalada em 1/2/1921 [PACHECO. contador (posse no BB: 16/5/1916. (18) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. Maceió – AL – 1919 – Severino Magalhães. José Affonso da Veiga (posse no BB: 7/6/1909. falec. Santos – SP – 1918 – Administradores: Mário Canedo Penna (posse no BB: 31/12/1907. uma Carteira de Emissão e Redesconto. em 8/11/1920. gerente (posse no BB: 16/2/1916. João Francisco de Campos.” (18) Essa mesma lei foi modificada pela Lei n° 4. Edgar Maciel de Sá. Durval Marinho da Silva. – Rio de Janeiro – 1980. de 31/12/1920. . pelo senador Francisco Sá. 1979]. 2/8/1939). falec. 167 – AGGS – Indústrias Gráficas S. surge nova Carteira: “mandar instituir no Banco do Brasil. Uberaba – MG – 1918 – Frederico Christiano Clausen. Oscar Armando Costa (posse no BB: 23/7/1910.635.67 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Pelotas – RS – 1918 – Adalardo Machado de Freitas. A. contador. p. 30/7/1961). de 13/11/1920. falec. no Senado Federal. gerente. e sancionado como Lei n° 4. falec. no qual incluía uma solução benéfica. apos. falec. 11/7/1961). Com recursos provenientes do governo federal.

1979].: 11/1/1961) [Almanaque do Pessoal – 1964. a presença surgindo. Outra Carteira surgiu de forma regulamentada: a Lei n° 4. Após o ingresso de Francia 6/9/1918. realizada. Argentina.: 21/5/1931). apos. em 18/6/1921. José Joaquim Monteiro de Andrade. 6/4/1960). aprovou a reforma dos Estatutos e cria a Carteira de Emissão e de Redescontos. no Banco do Brasil. concedeu a autorização do empréstimo de 400. a partir 20 [Almanaque do Pessoal – 1934. de 24/8/1922. Almanaque do Lindgren. naquela época.000:000$ em apólices gerais da dívida pública à Carteira Agrícola que se criasse no Banco do Brasil [PACHECO. Inaugurada em 1922. apos. Reunião Extraordinária da Assembleia dos Acionistas do Banco do Brasil. apos. Joviano Rodrigues de Moraes Jardim (posse no BB: 2/1/1920. presidente do BB (10 a 20/5/1919 – interino – e 28/7/1919 a 19/12/1920.: 20/2/1961). posteriormente. era constituída de funcionários de alto nível profissional que desempenharam importantes funções na Empresa. a Agência do Banco do Brasil em Buenos Aires. excetuando-se a interinidade do presidente José Cardoso de Almeida 1/9/1919 a 6/11/1919). presidida pelo diretor da Carteira Cambial (designação da época). Monteiro de Andrade foi designado para presidir a comissão criada para elaborar o projeto de revisão dos Estatutos da Empresa [PACHECO. de volta ao Brasil: Alcides da Costa Guimarães (posse no BB: 28/1/1918 – apos. e. em número crescente. bem como Almanaque do Pessoal anteriores]. Homero Borges da Fonseca (posse no BB: 12/6/1916. Júlio da Silva Moneda (posse no BB: 14//2/1918.FERNANDO PINHEIRO – 68 Em reunião ordinária da Assembleia Geral de Acionistas. 1979]. em feminina veio da década de Pessoal – 1964]: A . em 29/4/1920.567.

69 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Nome da funcionária Carmen Concepcion Torres Anna Maria Haddock Lobo Odette Braga Furtado Emma Couto Berg Emma Berg Medeiros Diva Pons de Araújo Posse Aposentadoria 24/10/1922 exon. 21/10/1924 15/12/1922 30/8/1934 10/12/1923 (nome de solteira) 28/5/1924 28/5/1924 1/1/1957 1/5/1955 1/9/1955 9/8/1957 7/4/1958 23/2/1956 28/1/1946 15/5/1961 9/6/1958 15/5/1961 Edna Perdigão Silveira 18/1/1926 Maria Blandina Freire de Araújo 23/1/1926 Laura de Carvalho Pires Ferrão 29/1/1926 Nazir de Proença Pinto de Moura 8/11/1926 Noeme Leite Brasil 9/10/1926 Noema Cabral 8/11/1926 Noeme Leite Brasil 9/10/1926 falec. Carmen Lammounier Oiticica 25/4/1927 falec. 20/11/1963 Celeste Moreira da Motta 29/4/1927 26/12/1957 Celeste da Gama e Souza Gonçalves Carneiro 30/4/1927 1/2/1959 Maria Emília Souto Mayor Alhadas 29/4/1927 30/8/1958 Corina Alvim da Gama e Souza (nome de solteira) Corina da Gama e Souza Gonçalves Carneiro 30/4/1927 1/2/1959 Lygia Mello Torres 2/5/1927 1/2/1962 Maria Chein 2/5/1927 4/5/1958 Maria da Glória Moniz Cadaval 2/5/1927 11/1/1958 Maria Thereza Leme Navarro 2/5/1927 19/2/1959 Lygia Rodrigues Antunes 4/5/1927 1/12/1962 Maria Luíza de Paula Rodrigues (nome de solteira) Maria Luíza Rodrigues Velloso 4/5/1927 13/6/1959 Edith Nóbrega da Silva (nome de solteira) Edith Brasil Salomon 6/5/1927 4/7/1957 Francisca Serrão de Medeiros Reis (nome de solteira) Francisca de Medeiros Reis Moura 6/5/1927 23/7/1958 Odette Satyra da Sylva 9/5/1927 20/5/1957 .

a mulher–funcionária ocupava cargos de confiança de diretores e presidentes que muito o Banco do Brasil se orgulha. conhecida com o nome fantasia Casas Pernambucanas. depois auxiliares de assessoria técnica. A princípio. 6/7/1961 Branca do Espírito Santo Cyrillo 17/4/1928 18/8/1959 Vale salientar que o Banco do Brasil sempre valorizou a presença feminina. estenógrafas (taquígrafas). 9/5/1954 Virgínia Monteiro Soares 19/9/1927 9/1/1975 Maria Amayr Pereira 31/10/1927 1/7/1959 Dulce Carneiro do Nascimento (nome de solteira) Dulce do Nascimento Velloso 16/11/1927 falec. uma rede de lojas de tecidos. 4/11/1950 Laura Lopes Bernardes (nome de solteira) Laura Bernardes de Amorim 12/5/1927 1/2/1959 Maria Ignez Teixeira Mendes Silva Cunha 15/7/1927 22/5/1975 Anna de Oliveira Figueiredo (nome de solteira) Anna de Figueiredo Neves 16/5/1927 1/3/1959 Ísis Paes de Andrade 17/5/1927 1/8/1957 Maria da Conceição Xavier de Brito 17/5/1927 30/8/1959 Zélia Lacerda Brandão 18/5/1927 19/5/1958 Thereza Conceição Azevedo Santos 20/5/1927 1/1/1959 Alda Gomes da Silva 9/8/1927 13/11/1957 Judith Moreira da Mota 15/9/1927 falec. 12/1/1952 Etienne Paul Richer 16/9/1927 falec. através do Nordeste brasileiro. eram sonografistas (telefonistas). Mesmo antes da criação do quadro de funcionários. nome de tradicional família pernambucana. na década de 30. que espalhou.FERNANDO PINHEIRO – 70 Nome da funcionária Posse Aposentadoria Sarah da Silva Porto 10/5/1927 29/11/1960 Liberalina Monteiro Soares 11/5/1927 falec. . desde o pioneirismo de Francis Lindgren. de origem nórdica.

inspetora regional do Banco do Brasil em Porto Alegre–RS (1967/1971). 10/5/1972). 1/7/1966) é nomeada encarregada dos Serviços Hollerith da Agência Central – DF.71 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Considerando que os cargos de auxiliares–de– gabinete de Diretoria. Os serviços ora supervisionados da Diretoria de Logística teve. em dezembro/1924. apos. em pé de igualdade. Em janeiro/1938. antes da década de 30. a presença feminina. Em tempos mais recentes. nos idos de 1949. Em registro iconográfico. apos. ocasião em que ocorria a visita de Avelino . seção que teve o início da mecanização no Banco do Brasil. a funcionária Maria de Lourdes Villanova Santos (posse no BB: 20/4/1931. nos dias de hoje. vamos encontrar a funcionária Odette Braga Furtado. ou posteriormente. Presidência ou mesmo da Matriz. em seu início mais singelo. com a criação da Direção Geral e da Agência Central–DF. inspirando–a naquele inconsciente coletivo de que nos falou Carl Jung. vale destacar a presença de Deise Sarubbi Ardissone (posse no BB: 2/3/1942. com a denominada logística [Revista AABB – Rio – 1938]. Almanaque do Pessoal – 1964. que culminaria. em seguida as agências metropolitanas. gerente regional CREGE/ CREAI – Gesul (1971/1972) [Revista AABB – Rio – 1949. assistente técnica do DEMET – Departamento de Mecanização e Telecomunicações (1964/1967). Almanaque do Pessoal – 1967. Almanaque do Pessoal – 1972]. as mais elevadas categorias da carreira (não confundir com os cargos comissionados). contadora na Agência Januária – MG. conferiam a elas pontos de destaque na promoção funcional e chegaram a ocupar. na Agência de Vitória–ES (gestão do gerente José Vieira Machado).

Alfredo Wilson de Novaes. medidas ainda hoje mantidas pela Empresa. Lloyd´s. Durval Marinho da Silva. Era o tempo da predominância do Midland. No entanto. O dólar não tinha a força como hoje tem. conferente [Revista AABB – Rio – 1937. De inteligência brilhante. exetuando–se o piso salarial que está defasado em relação àquela época. de câmbio comprado e vendido. entre outros. . com sede em Londres e filiais no Rio de Janeiro. João Piragibe de Bakker. Era o tempo da libra esterlina. o Banco do Brasil tinha. bem como em outro segmento a presença de Thereza Conceição de Azevedo Santos na Agência de João Pessoa – PB. London and Provincial. Barclays. o diretor Daniel de Mendonça ocupou interinamente o cargo de presidente (27/12/1922 a 21/2/1923). Leoniz Peixoto de Vasconcellos.381 [PACHECO. José Maria Whitaker. em retrato coletivo onde aparecem. os brasileiros contratados exerciam cargos menores. pois o mercado de câmbio e as próprias finanças brasileiras eram dominadas pela influência inglesa. no período de 20/12/1920 a 27/12/1922. Westminster.FERNANDO PINHEIRO – 72 Lisboa. gerente da Agência Curitiba – PR.431. Revista AABB – Rio – 1950]. gerente. O nível dos salários do funcionalismo do Banco do Brasil teve considerável elevação com o advento da concessão de gratificações semestrais e a iniciativa de doação de recursos destinados ao aperfeiçoamento do pessoal. Nos idos de 1920 as operações sobre moeda nacional. contador. inspetor. em 31/7/1927. e Attílio Pisa. um dos maiores banqueiros do Brasil. atingiam £ 38. Os executivos desses banqueiros eram britânicos. caixa. 1979].

com juros. junto aos banqueiros no exterior. 209. p. comunicou que passara as funções de diretor da carteira cambial ao Sr. em 10/3/1922. fez um balanço das atividades a ele atribuídas. – Rio de Janeiro – 1979.A. diretor da Carteira de Câmbio (1921/1923). Ao despedir–se. frisando o crescimento operacional do Banco do Brasil. 210 – AGGS – Indústrias Gráficas S. em 26/4/1923. continham margem suficiente para garantir o pagamento de encargos dos saques em circulação fornecidos ao comércio importador [PACHECO. bem como letras descontadas e operações de câmbio [PACHECO. Daniel de Mendonça. em depósitos em contas correntes nas modalidades: sem juros. Cláudio Pacheco acrescenta: “Ao mesmo tempo. que já vinha servindo na gerência do Banco e que mais tarde foi efetivado mediante ato do Governo. 1979].” (19) (19) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. Custódio José Coelho de Almeida. . foi criada. Pedro Luiz Corrêa e Castro. 1979]. o renomado jurista José Xavier Carvalho de Mendonça que exerceu o cargo no período de 20/3/1922 a 20/10/1930 [PACHECO. limitadas e a longo prazo. a Consultoria Jurídica do Banco do Brasil. 1979]. em dezembro/1924. sendo nomeado consultor jurídico. do cargo de diretor da Carteira Cambial. Reunida a Diretoria. Em seguida.73 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Como órgão vinculado à Presidência do Banco do Brasil. sustentou que as contas do BB. IV.

Norberto Custódio Ferreira. filho do imortal Lúcio de Mendonça. 1° contador da Matriz. poeta. Luiz Felipe Carneiro de Miranda e Ney Oscar Ribeiro de Carvalho – Editor: Ney Oscar Ribeiro de Carvalho – Rio de Janeiro – 1996]. Atualmente. foi constituída dos seguintes membros. capitaneada pelo presidente Whitaker. um dos 40 fundadores da Academia Brasileira de Letras.X. Augusto Schmidt. advogado do BB. admitida na gestão de Whitaker. Augusto Frederico Schmidt. José Joaquim Monteiro de Andrade. substituído por Custódio Coelho de Almeida. acrescidos das qualidades que os exornam: Cel. Octávio de Andrade. jurista. a designação atual é Botafogo de Futebol e Regatas [Botafogo. médico. 1° consultor jurídico do BB. afável. ex–funcionário do BB. Henrique Diniz. e genro de Júlio de Castilho [WHITAKER. de conversação espirituosa. todos os diretores eram mineiros de nascimento. Os auxiliares imediatos do presidente Whitaker: J. excetuando–se Daniel de Mendonça. financista fluminense. Augusto Moreira de Carvalho. empresário.FERNANDO PINHEIRO – 74 A Diretoria do Banco do Brasil. médico. Otto de Andrade Gil. 1978]. à época um acontecimento de grande destaque [FONSECA. advogado. Pedro Luís Corrêa e Castro. 1972]. 1° gerente da Matriz. comerciante. Arthur Pedro Bosísio. . Carvalho de Mendonça. conhecedor profundo do funcionalismo do BB. mais tarde presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros (1958/ 1960). o mais moço dos diretores. contador substituto de Octávio de Andrade. Ana Maria Haddock Lobo. chefe–de–seção (Carteira Cambial). político. presidente do Club de Regatas Botafogo (1941/1942). Ernest Walter Mee. o glorioso – Uma história em preto e branco – Coordenação Editorial: Texto e Pesquisa Iconográfica Braz Francisco Winkler Pepe.

Emma Berg Medeiros. mérito e ao mesmo tempo privilégio de poucos [Almanaque do Pessoal – 1964. Na gestão do funcionário do Banco do Brasil. subordinada às ordens do superintendente Raimundo Mendes de Sobral (posse no BB: 7/6/1920) também colocado à disposição daquele Departamento [Diário Oficial da União – Departamento Nacional do Café – 20/1/1945]. presidente do DNC – Departamento Nacional do Café (1944/ 1946). na Agência de Parnaíba. aposenta–se. como chefe da Seção de Ordens de Pagamento da Agência de Pelotas – RS. Odette Braga Furtado (posse no BB: 10/12/1923. Piauí – D. chefe–de–gabinete e Abdias Mavignier de Araújo.: 1/1/1957) que passou muito tempo no quadro suplementar com proventos.O. Ovídio Xavier de Abreu.U. Com o nome de casada. apos. [Almanaque do Pessoal – 1964. que foi contemporâneo de Raimundo Mendes Sobral. No ano seguinte. bem como Almanaque do Pessoal. Diva Pons de Araújo e Emma Couto Berg (nome de solteira) ingressam. veio integrar ao seleto quadro de funcionários do Banco do Brasil. nos idos de 1921. Estão incluídos nessa conjuntura os funcionários Adolpho Becker. – 20/1/1945.edições anteriores]. Diva Pons de Araújo trabalhou na Agência de Porto Alegre – RS e aposentou–se em 1/9/1953. em 28/5/1924. anos anteriores]. no Banco do Brasil. em 1/5/1954. bem como Almanaque do Pessoal . .75 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em dezembro/1923. Odette Braga Furtado veio a exercer as funções de assistente da Superintendência do DNC. assistente da Superintendência.

. podemos observar e comentar a atuação de José Maria Whitaker à frente dos destinos do Banco do Brasil. segundo a Previ. com mais de 100 anos de existência. era a única mulher. As principais ações desenvolvidas pelo Banco do Brasil. paralelamente. 19 funcionárias na faixa etária de 90/99 anos [Boletim Especial Previ – 2004].FERNANDO PINHEIRO – 76 Na primavera risonha e florida. na cidade do Rio de Janeiro. ● criação das agências: Buenos Aires (Argentina). Três Lagoas. da Câmara de Compensação de Cheques. ● aumento de depósitos e. ● organização da Carteira Agrícola. Cuiabá. ● elevação de capital. em idade. São Paulo. aumento de ● reforma de Estatutos e Regulamento Interno. gerente. na gestão de José Maria Whitaker (20/12/1920 a 27/12//1922). Teresina. ultrapassando. Uruguaiana. Penedo e Campo Grande. aposentada pelo BB. Emma exibe a beleza da lira dos vinte anos [Revista AABB–Rio – maio/ junho – 1935]. contador. obra póstuma. de José Maria Whitaker (1878/1970). 1978. editada pela Editora Hucitec. chefe. foram comentadas em O Milagre de Minha Vida. cotação de ações. Ipameri. Nos idos de 2004. Na referida obra. nos seguintes eventos: ● inauguração. em 13/6/1921. dos descontos e empréstimos. em preparativos para o início de operações. ● criação dos cargos de gerente e contador nas agências e na Matriz (inspetor de agências. ajudante-de-seção). elevação de lucros.de-seção. e.

Com relação à compra da Casa dos Contos. do cargo. mediante permuta com a Associação Comercial do Rio de Janeiro. a revolta. com vistas a proporcionar ao Banco do Brasil nova sede capaz de comportar todos os serviços que estavam crescendo e necessitando de maior espaço físico. executando a política monetária de Sampaio Vidal. Em 21/2/1923. Os acontecimentos políticos ocorridos. vale destacar que. nos idos de 1924. Vale destacar: “Como acontecera no Rio de Janeiro em 5 de julho de 1922. situada na Rua Primeiro de Março. 66. em 26/12/1924. interior paulista. mereceram a apreciação do historiador Cláudio Pacheco. somente na gestão do presidente James Darcy (2/1/1925 a 16/11/1926). Paulo – 13/8/1953]. teve passagem pela Câmara dos Deputados. 66 [PACHECO. 1979]. Natural de Piracicaba. efetuada por Whitaker. desta vez em São Paulo. a qual . a Matriz mudou-se para a Rua Primeiro de Março. ministro da Fazenda que assumira a postura de estímulo à emissão bancária. também em 5 de julho de 1924 eclodiu.77 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL ● compra do edifício da antiga Casa dos Contos. Na seara acadêmica é membro fundador do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo e membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e da Sociedade dos Geógrafos do Rio de Janeiro [O Estado de S. Houve também mudança no Ministério da Fazenda. tomou posse o ministro Anibal Freire. Exonerou-se. Cincinato Braga era economista e historiador. reincidentemente. Cincinato César da Silva Braga assumiu a Presidência do Banco do Brasil.

Com o correr dos dias. a posição das forças governistas se recompôs e fortaleceu com a chegada de reforços. de Rodrigues Crespo. inclusive civis.” (20) Seis rapsódias. As primeiras estrofes da primeira rapsódia. que tinham como comandante o general Isidoro Dias Lopes. atacara até mesmo bairros residenciais.FERNANDO PINHEIRO – 78 conseguiu predomínio no centro da capital e até mesmo a retirada do governo estadual. A seguir. p. (20) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. 195 – AGGS – Indústrias Gráficas S A – Rio de Janeiro – 1980. acabaram se retirando para o interior de São Paulo. editada pela Empresa Gráfica da “Revista dos Tribunais” – São Paulo – 1936. Mas a reação de forças ligadas ao Governo não foi completamente dominada. de que se aproveitaram malfeitores para uma atividade miúda de assaltos à população. resumem a obra 5 de Julho (poema). passaram nos limites de Mato Grosso e transferiram-se ao Paraná. o autor busca a inspiração em forma de musa e explica o conteúdo de seus versos. os rebeldes. ainda mais cercados por forças do Governo que contavam com cerca de dezoito mil homens e estavam recebendo reforços de outros Estados. . Com efetivos de cerca de seis mil homens. distribuídas em 156 páginas. IV. alegando principalmente o interesse de sobrevivência e subsistência da população da capital paulista. A cidade mergulhou numa confusa situação de choques entre forças opostas e aguerridas. fazendo vítimas e levando pânico à população civil. Operando desde os arredores da cidade. Também houve falta de abastecimento e outros tormentos próprios de uma situação tão desordenada.

que teriam sido alcançados com a colaboração do Sr. Anibal Freire. 248 – AGGS – Indústrias Gráficas S. no exercício passado (1925). graças à severa orientação seguida. (25) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. IV. presidente do Banco do Brasil (2/1/1925 a 16/11/1926). teve encômios publicados pelo Jornal do Commercio (edição 22/6/1926). executou. na pasta da Fazenda. cujo resultado positivo se exprimia na alta das taxas cambiais e na baixa relativa dos preços.79 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL A gestão de James Darcy. por Cláudio Pacheco [História do Banco do Brasil] e Fernando Monteiro [Figuras do Banco do Brasil]. Arthur Bernardes. a própria conta de antecipação ao Banco do Brasil. notadamente. à frente dos destinos do Banco do Brasil (2/1/1925 a 16/11/1926). . com moderação. de início. dentro dos elementos disponíveis. sem prejudicar as classes produtoras. que continuamente defendeu e louvou o governo do Sr. Vale destacar. prestando aos que trabalhavam a assistência devida. a apreciação do primeiro autor: “O Jornal do Comércio. James Darcy. e encetar com proveito para o País a política de deflação moderada. e. pudera. este. a política de deflação que restabelecera a confiança e a assegurou o crédito no País. James Darcy na presidência do Banco do Brasil: conseguira regularizar as finanças federais.” (25) Posteriormente. em 12/11/1931. equilibrar as despesas com a arrecadação e pagar. creditou-lhe os seguintes resultados. sem perturbação. e do Sr.A. p. – Rio de Janeiro – 1980. prestou depoimento na Comissão de Correição Administrativa instaurada pelo Governo Provisório que abrangeu sindicâncias no Banco do Brasil. conforme relato de Cláudio Pacheco.

Também o Banco do Brasil chegara a excelente situação.398:988$578.FERNANDO PINHEIRO – 80 Na ocasião. ouro. respeitando-lhes a autonomia e as funções desses abnegados servidores. ficava. afirmou verdadeiras tradições vivas da casa [PACHECO. os títulos brasileiros alcançaram. os Estados. textualmente. só no serviço de juros da dívida externa. subindo gradativamente as mais altas posições da carreira. havia uma sensação de alívio geral e confiança no restabelecimento do País. enaltecendo a dedicação com que eles trabalhavam.000:000$.482$868. tendo receita em papel e ônus em ouro. 1979]. um lucro para o País de 114. correspondia a 342. cotações mais altas. declarou que. Mais adiante. a verba para 1926 – de 63. que ao câmbio de 5. não houve emissão de notas no meio circulante. calamidade terrível num país em que a União. portanto. em sua gestão. se cai o câmbio. Assinalou mais estes resultados: nosso crédito no estrangeiro se firmara. inclusive até altas horas da noite. atônitos.5. e aproveitou para elogiar a Empresa. ao câmbio de 7. a reserva ouro. vêem. e. nas Bolsas de Londres e Nova York. combatera-se. Cláudio Pacheco comenta: “Como é frequente em manifestações dessa natureza. merecedores de sua confiança.598. mas com sucesso. as suas ações cotadas por mais do dobro do seu valor nominal.444:113$490. os Municípios e inúmeras empresas. havendo. as suas remessas incessantemente aumentadas. em depósitos na Caixa de Amortização e nos cofres do estabelecimento. em sua gestão. seus diretores e seus funcionários.494$290. ufanou-se de que. o aviltamento da nossa moeda. reduzida a 228.199. . com o seu fundo de reserva elevado em mais de 30. não infrutiferamente. o dividendo distribuído aos acionistas no máximo de 20%. quando incluída no orçamento.

tinha ideias muito claras sobre bancos e talvez exatamente porque não fosse banqueiro – mas possuísse espírito público.A. no Banco do Brasil e no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. IV. de Fernando Monteiro. p. de saneamento do meio circulante. ao proferir palestra em homenagem comemorativa do 6° centenário de Dante Alighieri. transcrevemos textos sobre momentos altos de James Fitzgerald Darcy. – Rio de Janeiro – 1980. se tivesse sido conservada. a difícil tarefa que lhe impôs o Presidente da República. mantendo-se equidistante dos interesses de grupo – pôde executar. mais da metade da circulação bancária – preciosa reserva em libras ouro que. (26) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. 249 – AGGS – Indústrias Gráficas S. isto é. . Vale ressaltar : “Embora não fosse banqueiro. e isso numa quadra de ebulição política e de pronunciamentos armados estourando aqui e ali.81 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL acima de 11 milhões de libras e os títulos ouro depositados no exterior – 1 milhão e 600 mil libras ao câmbio de 8 – valiam mais de 380 mil contos. representaria ao câmbio (79$500) de hoje (1931) a soma imponente de mais de 800 mil contos [Jornal do Comércio de 20/11/1931] (26) Da obra Figuras do Banco do Brasil. com que conseguiu baixar o custo de vida. resistindo a fortes injunções dos partidários do papel-moeda. com serenidade e segurança. A palavra Poesia incrustada na parede desse teatro lírico faz jus ao lirismo de vertente filosófica na poesia de Dante.

primeiro ano da gestão Darcy. foram resgatadas cédulas do Tesouro no valor de 140 mil contos. o zelo pôsto até no cumprimento de tarefas mínimas. retirou o Banco da circulação a soma de 257 mil contos. presidente eleito.000 em fins de 1924. que não chegou a dois anos. Em seu primeiro relatório à assembleia de acionistas em 29 de abril de 1925. sendo contrário à estabilização do câmbio em taxa que considerava vil. não atendeu. documento que se caracteriza pela sobriedade.” Ao seu arguto espírito não passaria despercebido o élan com que se procurava servir à Casa. alegando que discordava da nova política financeira anunciada. baixando o total das notas bancárias e do Tesouro a 2. essa vontade de servir.000 contos contra 2. Essa missão só poderia ser executada por alguém de pulso muito firme e raro estofo moral.FERNANDO PINHEIRO – 82 Só em 1925. modelo e inspiração para a mocidade. Convidado por Washington Luiz. a dedicação do funcionalismo. Durante a presidência James Darcy. nem mesmo esperou a posse do governo. tinha raízes em grande parte na confiança que inspiravam homens como James Darcy. Fiel aos seus princípios.963. assinalou Darcy que “ao Banco do Brasil está destinado um papel singular na história da grandeza nacional. demitiu-se dois dias antes. a nossa circulação monetária foi reduzida de cerca de 400 mil contos. .550. mantida a circulação do Banco na mesma proporção. Em 1926. para continuar em seu posto durante o governo que se ia inaugurar. Esse estado de ânimo. mas aumentado o lastro ouro.

presidente da República. realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Conhecedor profundo da obra do célebre poeta da latinidade. consultor-geral da República. e do Corpo Diplomático no Rio de Janeiro. nos idos de 1921. 48 – Rio de Janeiro – 1955.83 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Após 1930. 47. as funções de Consultor Jurídico do Ministério das Relações Exteriores. sua cultura literária e artística era de grande vastidão e solidez. e na tribuna da Câmara dos Deputados era orador de gestos brandos e enérgicos. na presença de Epitácio Pessoa. James Darcy ressaltou: (27) FERNANDO MONTEIRO – in Figuras do Banco do Brasil – pp. em caráter interino (02/08/1919 a 20/12/1919 e 11/03/1920 a 06/08/1920). uma conferência em comemoração ao 6° Centenário de Morte de Dante Alighieri. James Darcy proferiu. ao mesmo tempo. ainda exerceu. uma mistura perfeita do estilo ateniense e espartano. Dante Alighieri. orador que sensibilizava multidões. Amando as letras e as artes. . com Oswaldo Aranha no Itamarati. Na oportunidade. ressaltamos que James Fitzgerald Darcy (1876/1952) lecionou na Faculdade de Direito de Porto Alegre (17/2/1900 a 1/4/1903). Na seara acadêmica.” (27) James Darcy exerceu os seguintes mandatos: deputado federal (1903/1905 e 1906/1908). vice-presidente da Caixa Econômica Federal (1912/1924).

Não à quietação e a felicidade. . entre tristezas e misérias. na perplexidade e na dor. abater a coragem dos heróis. Não há beleza sem devotamento.. que a vida.” (. não destrói. não... de Fernando Monteiro – pp. consagração da vida a um fim superior. (. porém. mas as angústias e lutas. Nenhuma confirmação mais formidável destas verdades do que Dante.. moral ou espiritual. Antes.) Caminhamos. cresce o espírito. geram as obras–primas. em todas as condições. mesmo sem ele o combate deve seduzir. Se tu segui tua stella. Não importa a incerteza do triunfo. (Inf... XV 55–56)” (28) (28) JAMES DARCY. o ânimo é que salva.. Non puoi fallire a glorioso porto. presidente do Banco do Brasil (2/1/1925 a 16/11/1926) – Apud Figuras do Banco do Brasil.. 49 – Rio de Janeiro – 1955. Por isso. com suas lutas e seus tormentos.FERNANDO PINHEIRO – 84 “Certo o destino pode semear de urzes o caminho da existência.) É a lição de Dante: . porque há no homem um poder criador de beleza. ilumina–se de clarões soberbos a alma. mas a vida impõe deveres.

quando o avô era vivo (no plano físico) residiu na casa (hoje destruída) situada na esquina da Av. José Adolpho da Silva Gordo (3/6/1929 a 11/9/1929). Somente a partir do século XX. . pudemos ver a belíssima residência de James Darcy. e. no período de quatro anos (fins de 1926 a fins de 1930) foi bastante alternada na passagem de 5 presidentes. site terrafotolog Saudades do Rio – Luiz Darcy. José Joaquim Monteiro de Andrade (24/10/1930 a 04/11/1930). depois em cargo efetivo. a 1ª localizada fora da Sede (14/1/1908 a 19/4/1912) [PACHECO. Atlântica com a Rua Figueiredo Magalhães. Antônio Mostardeiro Filho (16/11/1926 a 25/8/1928). Vale destacar a interinidade no cargo de presidente: José Joaquim Monteiro de Andrade (10/5/1919 a 20/5/1919). na cidade do Rio de Janeiro.85 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Segundo Luiz Darcy. onde se ergue o Edifício Vésper. neto–sobrinho de James Darcy. Na visita eletrônica on line 2/7/2010. o Banco do Brasil veio a ser presidido por funcionários. 1979]. (28/7/1919 a 31/8/1919) (7/11/1919 a 19/12/1920) e (24/10/1930 a 4/11/1930) Pedro Luiz Corrêa e Castro 5/9/1931 a 14/9/1931 Marcos de Souza Dantas 23/7/1934a 27/7/1934 Antônio Luiz de Souza Melo 6/11/1945 Pedro de Mendonça Lima 2/6/1949 a 29/7/1949 Arthur Santos 15/10/1955 a 15/11/1955 Monteiro de Andrade foi gerente da Agência de Manaus – AM. A sucessão seguinte no Banco do Brasil. Manoel Guilherme da Silveira Filho (11/9/1929 a 24/10/1930). em caráter interino. O primeiro deles. seguido de Henrique Carneiro Leão Teixeira (25/8/1928 a 3/6/1929). Em caráter interino. primeiramente.

O coronel do Exército. o 1° funcionário do Banco do Brasil a exercer o cargo de presidente (efetivo) foi Ovídio Xavier de Abreu (29/7/1949 a 18/12/1950). Estavam presentes. contador (posse no BB: 12/6/1916 – apos.: 7/12/1950) [Revista AABB – Rio. Hamleto Cunha. 1979]. conferente (posse no BB: 5/8/1919 – apos. egresso da carreira militar. . em frente ao Palácio dos Leões. na rebelião mineira de 1842.: 3/7/1964). Posteriormente. preside os destinos do Banco do Brasil (20/5/1874 a 14/9/1874 e 5/10/1877 a 6/10/1880) [PACHECO.: 14/7/1955). No passado recente. Almanaque do Pessoal – 1964]. o 4° Nilo Medina Coeli (20/7/1963 a 31/3/1964).FERNANDO PINHEIRO – 86 Como veremos mais adiante. Pedro II. o 5° Oswaldo Roberto Colin (16/3/1979 a 17/3/1985). entre outros. erguida na Av. o 2° Marcos de Souza Dantas (18/8/1953 a 6/9/1954). Das Forças Armadas saíram 3 oficiais para exercer o cargo de presidente do Banco do Brasil: coronel Antônio Mostardeiro Filho (16/11/1926 a 25/8/1928). e Abdias Mavignier de Araújo. general Anápio Gomes (14/1/1953 a 18/8/1953). a passagem de um inspetor da Direção Geral nas agências era visto como algo mui auspicioso e festivo. serviu as tropas comandadas pelo seu irmão. o 3° Carlos Cardoso (6/10/1960 a 1/2/1961). José Joaquim de Lima e Silva Sobrinho (1809/1894). major Roberto Carneiro de Mendonça (5/10/1940 a 27/11/1940 – interino). Em junho de 1928. o visconde com grandeza e conde de Tocantins. o Duque de Caxias. sede do governo estadual. Oscar de Castro Neves. a agência de São Luís do Maranhão. gerente (posse no BB: 14/6/1916 – apos. recebe a visita dos inspetores Arsênio de Magalhães Lemos e Ruy Dantas Bacellar.

diretor– presidente das Docas do Rio de Janeiro. foi apresentada. ao ensejo da realização do 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. com a dotação de cerca de 50 funcionários. Ronaldo Cunha Lima. Posteriormente. no ano seguinte. Adalberto Baena Nogueira. O evento foi prestigiado pela presença de Francisco Weffort. em dezembro/1998. a Filial foi conduzida pelos seguintes gerentes: Sebastião Albuquerque de Vasconcelos. evento promovido pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. conferente. os diplomatas Giuseppe Magno. cônsul–geral da República da Itália. presidente da Fundação Biblioteca Nacional. representante do BB em Washington. 1952]. o tema “Itália. presidente do Banco do Brasil (16/1/1932 a 23/7/1934). Everaldo Stélio de Oliveira e Silva. delegado federal do Ministério da Agricultura no Estado do Rio de Janeiro. e Antônio Gomes dos Santos. senador da República. ministro da Fazenda (julho/1934 a outubro/1945). ainda. influindo no cenário econômico. Á época. o ilustre palestrante presidia a APEC – Associação Promotora de Estudos de Economia. Mauro Orofino Campos. Eduardo Portella. Paulo de Tarso Medeiros. distintamente. gerente.87 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Nos idos de 1928. luz mediterrânea” e palestras em homenagem a advogados e presidentes do Banco do Brasil . Juarez Moreira Lessa. em épocas distintas. A situação política do Brasil. a Agência de Belém – PA. em palestra proferida em homenagem a Arthur de Souza Costa. e. ministro da Cultura. por Ernane Galvêas. DC. e Afonso Arinos de Melo Franco Filho que apresentaram. funcionário que integrou a equipe de Herculano Borges da Fonseca. Fulton Rubélio de Paula [AMORIM. era administrada por Ascânio Saraiva. contador.

governador de Minas. A reação partiu de Antônio Carlos. . com o lançamento da Aliança Liberal. com 14 feridos. A posse deveria ocorrer no dia 15 de novembro. sob a regência do maestro Alfredo Duarte. palestra proferida. O presidente Washington Luiz havia descumprido o revezamento no poder entre Minas e São Paulo. teve a apresentação da música Invocação em defesa da Pátria (canto cívico-religioso) de Heitor Villa– Lobos pelo Coral dos Funcionários do Banco do Brasil. ministro da Fazenda (jul/1934 a out/1945).FERNANDO PINHEIRO - 88 A abertura da solenidade. funcionário do Banco do Brasil (29/5/1942 a 1/1/1962). e 7 em Vitória. houve muitos tumultos. presidente do Banco do Brasil (1932/1934). Vale transcrever textos da palestra de Ernane Galvêas: “Em 1929. em que morreram 4 pessoas em Minas. em 10/12/1998. indicando um paulista. presidida pelo escritor Fernando Pinheiro. ao ensejo da realização do 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social.” (29) Quadro desolador grande recessão americana de Valores de Nova York. (29) ERNANE GALVÊAS. o quadro político no Brasil era de extremo nervosismo. O novo partido é apoiado pelos tenentes dos levantes de 1922 e 1924. Ganhou Júlio Prestes. que indicou como candidato o gaúcho Getúlio Vargas (ex-ministro da Fazenda de Washington Luiz) e o vice João Pessoa (presidente da Paraíba). ministro da Fazenda (18/1/1980 a 14/3/1985) – in Arthur de Souza Costa. Nas eleições de 1° de março (1° dia de Carnaval). a chamada “política do café com leite” (que vigorava desde o governo Campos Salles – 1898/1932). tendo como solista a soprano Marivi Santiago. para seu sucessor. no agravamento da crise da aconteceu no mundo com a oriunda da quebra da Bolsa em 21/10/1929 que repercutiu lavoura do café no Brasil. Júlio Prestes.

em 1932. A seguir. naquela época. em 10/12/1998. caiu de US$ 68. em 1929. presidente do Banco do Brasil (16/1/1932 a 23/7/1934).89 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL O cenário econômico mundial. Em São Paulo e no Rio. Dessa forma. O preço do nosso café caiu de 5.00 libras esterlinas por saco para 1. como tivemos a oportunidade de referir–nos (p. já havia quase 2 milhões de desempregados no Brasil. ao ensejo da realização do 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. até chegar a menos de 15 milhões de libras esterlinas em 1939 (a participação do café no total das exportações caiu de mais de 70% em 29 para menos de 40% em 1939). No final de 1929. para 53.70 libras e as suas exportações de cerca de 70 milhões de libras esterlinas para 26 milhões de libras esterlinas. ministro da Fazenda (julho/1934 a outubro/1945). o País começou a conviver.6 bilhões para US$ 26. 539 fábricas fecharam as portas e a maioria demitia em massa seus empregados e funcionava apenas dois ou três dias por semana.8 bilhões. O comércio mundial. prosseguimos na transcrição do texto autorizado por Ernane Galvêas: “A crise dos anos 30 atingiu duramente os Estados Unidos. também.8%. nesse mesmo período (exportações + importações). à margem dos fatos políticos da Revolução. presidente da APEC – Associação Promotora de Estudos da Economia. e continuou caindo. em conferência proferida em homenagem a Arthur de Souza Costa. foi apresentado. espraiando-se pelo resto do mundo.8 (queda de 75%). 88). enquanto no Brasil as exportações caíam de 100 para 38 (menos 62%) e as importações de 100 para 24. cuja produção industrial caiu de 100. com as agruras econômicas da Grande Recessão. O salário dos . por Ernane Galvêas.

Almanaque do Pessoal – 1964]: (30) ERNANE GALVÊAS.FERNANDO PINHEIRO - 90 trabalhadores. A supersafra de café 1929/30 produziu uma brusca queda nos preços. agora.” (30) Vale assinalar os funcionários que exerceram. nas cidades e nos campos. em contraste com os elevados preços até então sustentados pelo Programa de Defesa Permanente. presidente do Banco do Brasil. que havia comandado o progresso da República Velha. ao ensejo da realização do 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social . com o que não concordava o ministro da Fazenda. ministro da Fazenda (jul/1934 a out/1945). ao que tudo indica. o presidente Getúlio Vargas nomeava Arthur de Souza Costa. Getúlio ordenou a queima e em 16 de novembro Whitaker se demitiu. em 10/12/1998. o colapso da economia nacional. em 1931. a Revolução de 30 encontrava a economia brasileira totalmente desorganizada e o pânico instalado entre os produtores e exportadores de café. 21 mil réis e. José Maria Whitaker. caiu 50%. presidente da APEC – Associação Promotora de Estudos da Economia – in Arthur de Souza Costa. Inicia-se. Dois meses depois. na segunda década do século XX. a saca de café custava 200 mil réis. uma discussão sobre as propostas de queima dos elevados estoques. cargos comissionados nas agências [Revista AABB – Rio – 1935. então. sendo nomeado Oswaldo Aranha. em janeiro de 1930. bem como Revista AABB–Rio (edições 1936 a 1966). palestra proferida. Um ano depois da crise de 29. através de sucessivos empréstimos externos. o que encontra forte resistência do ministro da Fazenda. liderava. 12 mil e 500 réis. Os produtores pediam a queima dos estoques. O “general café”. presidente do Banco do Brasil (1932/1934). por indicação de Oswaldo Aranha. Em agosto de 1929. Em junho de 1931.

Vitória – ES – 1924 – José Vieira Machado. Francisco Furtado de Mendonça. Romeu Freire Lima. falec. Ponta Grossa – PR – 1921 – Comissionados: Izalco Sardenberg. Humberto Moletta. Carlos Pinho de Vasconcellos. gerente. gerente. escriturário (em 1949. gerente (posse no BB: 12/6/1916. contador. Henrique Dantas. contador (posse no BB: 20/11/1918. 8/9/1953). Manaus – AM – 1921 – Oscar Coelho Messeder. 2/6/1958) Florianópolis – SC – 1922 – José Joaquim Gomes da Silva. Ezequiel Pondé. chefe do FUNCI). 26/3/1958). . contador (em 1949. Virgílio Bacellar Caneca. apos. gerente (posse no BB: 1/10/1912. gerente.: 1/4/1948). Mário Madeira dos Santos. gerente. Humberto Moletta e Adelino Debenedicto (posse no BB: 2/7/1920. contador.91 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Fortaleza – CE – 1921 – Comissionados: Eurico de Alencar Araripe. gerente. 24/11/1938). falec. Antônio Malcher Pereira de Souza. Bebedouro – SP – 16/7/1923 – Luiz Pinto da Rocha. Ponta Grossa – PR – 1924 – Roberto de Carvalho. contador. São Félix – BA – 1924 – Ademar de Lima e Silva. Osman Duarte de Mendonça. contador (posse no BB: 13/2/1918. inspetor da 19ª Zona). Parnaíba – PI – 1921 – Comissionados: Rubem Gurgel Ferreira (posse no BB: 21/10/1918. inspetor. gerente. Benedicto Pinheiro de Lima. João Pessoa – PB – 1922 – Luiz Pinto da Rocha. Cuiabá – MT – 1925 – Odilon Moura de Faria. 27/12/1945). falec. apos.: 24/8/1944). José Ribeiro Borges (posse no BB: 14/6/1916. contador. José Moreira da Gama Lobo. Clarindo Sales Abreu. subst. João Brasil de Mesquita. contador. falec. apos. João Machado Viana.

. subgerente da Carteira Agrícola e Industrial). David Antunes. Teófilo Otoni – MG – 1925 – Ivo Amaral Ribeiro. João Pessoa – PR – 1927 – Alfredo Wilson de Novaes. Teófilo Otoni – MG – 1926 – Lucídio Leite Pereira. gerente. gerente (posse no BB: 10/8/1916. Ovídio Xavier de Abreu. gerente. Natal – RN – 1925 – Domingos de Saboya Barbosa. contador. Uruguaiana –RS – 1925 – João Brum Ciocca. gerente. contador. contador (posse no BB: 2/7/1920. gerente. Bagé – RS – 1927 – Hercílio Gomes Corrêa. contador. encarregado de cobrança. 15/12/1950). apos. conferente (posse no BB: 1/12/1920. Oswaldo Guilherme de Brito Fernandes. José Cardoso de Souza. Adelino Debenedicto. 2/6/1958). gerente. gerente. apos. gerente (em 1949.FERNANDO PINHEIRO - 92 Ilhéus – BA – 1925 – Adell Carlos Soares. apos. gerente (posse no BB: 12/6/1916.: 26/3/1928). apos. Horácio de Lima e Silva. 15/3/1948). Ewaldo da Silva Possolo. falec. gerente. gerente (posse no BB: 11/3/1918. contador. Valeriano Souza Melo. contador. contador. contador. José Maria Corrêa e Castro. Teresina – PI – 1926 – João Batista Pinheiro. Fortaleza – CE – 1927 – José Arraes de Alencar. Florianópolis – SC – 1926 – José Joaquim Gomes da Silva. inspetor. Barretos – SP – 1927 – Sayão Lobato. 1/8/1947). gerente (posse no BB: 14/2/1918. Durval Marinho da Silva. 19/12/1950). contador. Pelotas – RS – 1926 – Edgard Maciel de Sá. Raimundo Mendes de Carvalho Sobral. Dermeval Rocha. apos.

Humberto Moletta. gerente (posse no BB: 8/7/1909. inspetor (posse no BB: 16/10/1908. Genaro Pillar do Amaral. 11/6/1945). 27/5/1953). Adolfo dos Reis. 11/8/1947). apos. João Pessoa – PB – 1928 – Administradores: Dion Souto Villar.93 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Manaus – AM – 1927 – José Arraes de Alencar. falec. Mário de Albuquerque Fonseca e Souza. gerente (posse no BB: 14/6/1916. apos. Armando Sampaio Vianna. 29/4/1955). Hamleto Cunha. gerente (posse no BB: 6/2/1918.: 10/3/1961). contador. após. Ilhéus – BA – 1928 – Anastácio Pessoa de Castro. Aristóteles de Magalhães Cordeiro. 3/7/1964). São Luís – MA – 1927 – Oscar de Castro Neves. falec. Juiz de Fora – MG – 1928 – Euclydes Forjaz. falec.: 12/4/1948). Aristides dos Mares Guia. contador. contador Cataguases – MG – 1928 – Luís Francisco de Paula. Adalberto Baena Nogueira. Rubens Gurgel Ferreira. falec. Celeste Moreira da Mota. Belém – PA – 1928 – Ascânio Saraiva. 1/2/1948). contador (posse no BB: 12/6/1916. inspetor. Demétrio Bastos (posse no BB: 12/8/1913. falec. gerente (posse no BB: 5/2/1917. Severino Guedes Correa Gondim. Moysés Santa Maria. falec. gerente. . gerente. conferente (posse no BB: 16/8/1919. 3/2/1958). contador (5/12/1917. contador. Maceió – AL – 1928 – Administradores: José Brennad Torres. gerente. gerente (posse no BB: 11/10/1913. 14/7/1955). Raimundo Mendes de Carvalho Sobral. Porto Alegre – RS – 1928 – Ewald da Silva Possolo. Clementino Soares Dória. falec. José Baptista Queiroz. Taquaritinga – SP – 1927 – José Afonso da Veiga.: 15/11/1947). falec. Daniel de Carvalho. contador (posse no BB: 15/5/1916.

apos. falec. conferente. Vicente de . contador (posse no BB: 12/6/1916. contador. A criação do Serviço Médico ocorreu na 1ª gestão do presidente Guilherme da Silveira. gerente. contador. Santos – SP – 1929 – Trajano de Castro Serra (em 1949. São Luís – MA – 1928 – Abdias Mavignier de Araújo. por 2 vezes. os destinos do Banco do Brasil. José Moreira da Gama Lobo. 13/1/1958). nos períodos 11/9/1929 a 24/10/1930 (interino) e 6/11/1945 a 24/11/1949. médico que dirigiu. Heráclito da Rocha Santos. Júlio de Mattos. inspetor. caixa (posse no BB: 7/1/1928. Oscar de Castro Neves. Hamleto Cunha. contador. apos. Virgílio Cantanhede Sobrinho. Camocim – CE – 1929 – Antônio de Lima e Silva. 7/12/1950). contador. inspetor (posse no BB: 15/5/1916. Natal – RN – 1929 – Domingos Saboya.FERNANDO PINHEIRO - 94 Salvador – BA – 1928 – Oscar Coelho Messeder. conferente (posse no BB: 5/8/1919. gerente. 1/2/1950). José Bruzzi. gerente. João Baptista Pinheiro. gerente. apos. 3/7/1964). gerente. contador. Odilon Moura de Faria. Bagé – RS – 1929 – John de Sá Lucas. chefe–de–gabinete do diretor da Carteira de Câmbio). falec. Uruguaiana – RS – 1928 – Francisco Robles Peres. Kanitar do Espírito Santo. Penedo – AL – 1929 – Eliezer d´Alves Oliveira. gerentes (épocas distintas). gerente. José Arraes de Alencar. Arsênio de Magalhães Lemos. gerente (posse no BB: 26/7/1919. gerente. Ruy Dantas Bacellar. 7/10/1946). Teresina – PI – 1928 – José Frazão Gonçalves. inspetor. Os presidentes que o sucederam (Mário Brant. Carangola – MG – 1929 – Onestaldo de Pennafort.

consultor jurídico do BB (25/4/1932 a 3/12/1937). Francisco Leonardo Truda. falec. Corrêa e Castro. Affonso Penna Júnior.: 7/5/1957). atinge o 4° lugar do ranking dos mais importantes presidentes. Francisco Alves dos Santos Filho e Pedro Luiz Corrêa e Castro [PACHECO. em 28/11/1930. José Maria Whitaker (20/12/1920 a 27/12//1922). apos. e os principais assessores: Achiles Moreaux (posse no BB: 12/5/1927. . o cargo de presidente. a Diretoria do Banco do Brasil.: 18/8/1955) [Almanaque do Pessoal – 1964. ministro de Estado da Justiça (1925/1926).95 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Almeida Prado. O cargo de chefe–de–gabinete da Presidência do Banco do Brasil foi assumido por Helvécio Augusto Moreira Penna (posse no BB: 5/7/1928. em reunião extraordinária. exerceu o cargo de ministro da Fazenda (22/10/1946 a 10/6/1949) e. Arthur de Souza Costa) deram continuidade ao novel serviço. bem como os Almanaques do Pessoal publicados anteriormente]. antecedido nessa colocação honrosa apenas por Lisboa Serra. eleita na Assembleia Geral dos Acionistas.: 18/3/1959) e Virgílio José Martins Carneiro (posse no BB: 5/11/1923. exemplo de competência. Manoel Bezerra de Oliveira Lima (posse no BB: 25/4/1918. diretor da Carteira de Liquidações (1930/1931). presidente–fundador do BB (5/9/1853 a 15/1/1855). apos. João Marques dos Reis (30/11/1937 a 6/11/1945). apesar de pouco tempo na Presidência. apos. retidão e caráter. em 4/11/1930. 1979]. Com a posse do diretor Mário Brant que assumiu.: 16/5/1960). ficou constituída dos seguintes membros: Ildefonso Simões Lopes. Funcionário–símbolo da História do Banco do Brasil. filho de Afonso Penna Júnior.

quando no exercício. 1979]. Carlos de Figueiredo (16/11/1931 a 16/1/1932 – interino) [PACHECO. foi constituída uma excelente Diretoria. presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. encaminha dados biográficos. assinado pelo nobre deputado Sidney Beraldo. José Adolpho da Silva Gordo. Houve ainda a comunicação da providência para recuperar 56:124$700. de 20/11/2003. A ideia traduzida das informações é a seguinte: . – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Apresentadas. foram adotadas medidas de economia: a extinção da comissão de inspetor na Matriz e a exoneração de alguns advogados desnecessários ao número existente no quadro profissional [PACHECO. Pedro Luís Corrêa e Castro (5 a 14/9/1931 – interino). pelo diretor de câmbio. 1979]. durante a Revolução. na reunião de 5/12/1930. endereçado ao escritor Fernando Pinheiro. Vicente de Paula Almeida Prado (14/9/1931 a 16/11/1931 – interino). Em fins de 1930 ao início de 1932.753:566$.FERNANDO PINHEIRO - 96 Com apenas cinco diretores. informações e 2 retratos originais de Vicente de Paula de Almeida Prado que passarão a integrar a Galeria de Presidentes do Banco do Brasil. quantia recebida a mais nas duas funções. 1979]. ocorreu instabilidade administrativa do Banco do Brasil com a passagem de cinco presidentes: José Joaquim Monteiro de Andrade (24/10/1930 a 4/11/1930 – interino). do cargo de presidente (3/6/1929 a 11/9/1929) [PACHECO. no total de 29. em caráter interino. Augusto Mário Caldeira Brant (4/11/1930 a 5/9/1931). O Ofício SGP n° 8515/03. pelo presidente as providências para regularizar as requisições feitas por diversos governos. Em 1/12/1930.

com votação de 1. Almeida Prado abriu. De volta à terra natal. Casado com Francisca de Paula de Almeida Prado com quem teve cinco filhos [BERALDO. Com a votação de 68.815 votos. Terras Públicas e Minas no Senado Paulista. Comissária Exportadora. Reeleito sucessivamente nas legislaturas de 1910/1912. com 81. 2003]. 1913/1915 e 1916/1918. afastando–se em setembro de 1931. em 1910. em curto período (14/9/1931 a 16/11/1931). diplomado no ano de 1900. em Santos – SP. Em 1927 exerceu o cargo de superintendente do Banco de São Paulo. Na capital paulista. posteriormente sob nova designação: Almeida Prado S. Criou. as atividades políticas de Almeida Prado foram interrompidas [BERALDO.923 votos (13ª Legislatura) quando passa a integrar a Comissão de Agricultura. a empresa Armazéns Gerais Anchieta. Almeida Prado exerce o primeiro mandato de deputado estadual na 7ª Legislatura (1907/1909) pelo PRP – Partido Republicano Paulista. para assumir a Presidência do Banco do Brasil. fundou a Companhia Nacional de Seguros Ipiranga. ainda em Santos – SP. elege-se Senador Estadual nas eleições de 26/4/1919 (11ª Legislatura) e reeleito em 25/4/1925. na capital paulista. a Casa Almeida Prado & Cia.97 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Vicente de Paula de Almeida Prado – Jaú – SP – 17/12/1876 – São Paulo – SP – 5/1/1956. Fechado e dissolvido o Poder Legislativo no Brasil pela Revolução de 1930. exerce a profissão de advogado [BERALDO.555 eleitores inscritos no 9ª Distrito Eleitoral (jurisdição da cidade de São Carlos – SP).A. . Empresário vitorioso nas áreas de exportação e seguros. em Ciências Jurídicas e Sociais da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. 2003]. empresa exportadora de café. 2003].

e. como veremos. era talvez o Banco do Brasil a única articulação verdadeiramente nacional. desde o Amazonas até o Rio Grande do Sul”. atingiu a economia brasileira. e tendo em vista a enorme dificuldade de transportes ferroviários e rodoviários entre as diferentes regiões do País. a partir do ano seguinte. p. 373 – AGGS – Indústrias Gráficas S. IV. idem – vol.” (31) Acompanhando a declaração de Cincinato Braga: “a espinha dorsal de toda a economia pública e privada de 41 milhões de brasileiros. como também entre estas e as do vasto interior do País. a ordem interna do Banco do Brasil. ocorrida em 1929. a seguir. no relato de Cláudio Pacheco: “Na sua escalada. em consequência. a respeito do Banco do Brasil que ele teve a honra de dirigir no período de 21/2/1923 a 31/12/1924.A. que entrelaçava e desenvolvia as operações do comércio brasileiro. (32) Idem. pela imprensa. a partir do ano de 1930 e pelo menos durante os três anos seguintes. p. reajustes. publicada. 374 . moratórias e reduções de dívidas. que lhes trouxera.” (32) (31) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. – Rio de Janeiro – 1980. a grande crise refletiu-se na pauta das reuniões da diretoria do Banco do Brasil.FERNANDO PINHEIRO - 98 A grande recessão na economia americana. naquela época. através de constantes decisões sobre liquidações. IV. não só entre as praças do litoral marítimo. Cláudio Pacheco descreve: “Em face da exagerada descentralizada administrativa.

em 18/11/1932. 3 fiéis de Tesouraria. 1 ajudante da . Na Matriz Cargos efetivos: 1 tesoureiro. elogiou a dedicação e eficiência de José Arraes de Alencar à frente da Filial do Recife (1930/1932). diretor da Carteira de Agências do Norte. sendo um dos entusiastas desse serviço Edgard Rumann Soares que dirigiu o Departamento de Secretaria – SECRE. o presidente Arthur de Souza Costa criou o Almanaque do Pessoal do Banco do Brasil. 16 chefes de caixa. Dois retratos de época. A propósito. a Portaria de 19/6/1934 e as Resoluções da Diretoria de 20/7/1934 e 28/8/1934. 1937/ 1943 e 1953/1962). com 1 livro na mão. Durante 3 vezes a Consultoria Jurídica foi conduzida por João Neves da Fontoura (1930/1932. consultor jurídico do Banco do Brasil (1932/1937). 1 chefe da Procuradoria. 1979]. no “bureau” de trabalho. faz o uso da palavra. Por ato de 1° de março de 1934. e. em 1932. – col. 1979]. eram do gabinete do diretor Leonardo Truda [ARRAES. – col. Foto n° 2 – BANCO DO BRASIL – Consultoria Jurídica – Ano de 1933 – AFONSO PENNA JÚNIOR. estabeleceram o quadro de funcionários do Banco do Brasil. mostram a atuação do sucessor: Foto n° 1 – BANCO DO BRASIL – Consultoria Jurídica – agosto/1933 – AFONSO PENNA JÚNIOR. consultor jurídico do Banco do Brasil (1932/1937). Arraes e Mário Tavares.99 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Leonardo Truda. antes como diretor da Carteira de Liquidações. 17 caixas. Segundo [PACHECO. atende ao telefone. sucedido por Vênus Caldeira de Andrada [PACHECO. – 13 x 18 cm. 1975]. – 13 x 18 cm. custodiados pela Academia de Letras dos Funcionários.

Paulo. Santos e Belo Horizonte). 42 conferentes. assim distribuídos: Efetivos: Contabilidade Tesouraria Contencioso Portaria Em comissão: Escriturários a título precário Contencioso da Matriz Tesouraria da Matriz e das Agências Extra–quadro: Matriz Agências 1. encarregados de serviço. quantos forem indispensáveis ao serviço.870 2. 4 auxiliares do gerente. 38 ajudantes–de–seção. ajudantes de caixa. 1 ajudante do Contencioso. 1 auxiliar de advogado. tantos secretários de diretores quantos forem necessários ao serviço.302 413 155 [Fonte: Almanaque do Pessoal – 1934] . conferentes. 1 contador. 2 procuradores.FERNANDO PINHEIRO - 100 Procuradoria. auxiliares de gerentes e de contador. tantos encarregados de câmbio.870 funcionários. Em 31/12/1933. ajudantes de serviço. 8 advogados (já incluídos o chefe e o ajudante). ajudantes de caixa. Cargos em comissão: 1 gerente. 1 chefe do Contencioso. chefes de caixa. chefes de serviço. 22 chefes–de–seção. havia 2. caixas e cobradores. Nas Agências Cargos em comissão: tantos gerentes e contadores quantas forem as Agências. 14 inspetores (excluídas das Zonas as agências de S. 1 solicitador. 1 secretário da Presidência.815 40 6 441 327 5 81 94 61 Total: 2. 1 conferente da Procuradoria.

Hamilcar José do Amaral Bevilacqua (9/8/1916 a 8/10/1961). Oscar Santa Maria Pereira (27/2/1918 a 15/7/1949). Oscar Grande (17/2/1908 a 1/5/1943). a mais elevada categoria no Banco do Brasil era a de chefe– de–seção. Austreclino Pereira Jorge (21/3/1900 a 16/6/1950). consultor jurídico (posse: 25/4/1932.: 25/1/1955). Vale mencioná–los. Hugo Napoleão do Rêgo. Durval Pereira de Medeiros (28/3/1910 a 2/3/1957). Antônio Maurício do Lago. Frederico de Almeida Rego Filho (1/8/1904 a 24/6/1957). em 1933. bem como Almanaques do Pessoal anteriores]. À época. e durante várias décadas. assistente jurídico da Diretoria Internacional 1940/1964). Ernesto Walter Mee (4/8/1904 a 1/3/1963). apenas 20 funcionários detinham essa categoria. Raul de Gomensoro (1903 a 1934) [Almanaque do Pessoal – 1964. Frederico Christiano Clausen (15/3/1910 a 2/8/1939). advogado (posse no BB: 25/1/1918. Arthur Pedro Bosísio (22/8/1910 a 5/9/1939). Paulo Martins Ribeiro (16/8/1909 a 16/8/1948). Raul Fialho de Faria (14/6/1916 a 3/6/1956). a seguir.101 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em 1933. o Contencioso da Matriz: Affonso Penna Júnior. apresentamos a relação nominal dos ilustres advogados que formavam. José Raul de Moraes. Luiz Pedro Gomes (10/8/1916 a 2/6/1958). Pedro de Mendonça Lima (21/1/1916 a 11/11/1963). A seguir. com a indicação de tempo de serviço (posse no BB e aposentadoria): Álvaro Henriques de Carvalho (14/3/1910 a 1/8/1947). João Gabriel Costa (5/11/1910 a 5/3/1964). Ayres Pinto de Miranda Montenegro (20/12/1912 a 8/3/1957). chefe do Contencioso (posse no BB: 29/11/1930 – apos. Edgard Rumann Soares (26/1/1918 a 25/1/1961). segundo o Almanaque do Pessoal – 1944. Herculano Cavalcante de Albuquerque Filho (7/1/1909 a 12/8/1934). exon. advogado (posse no BB: 23/5/1912 – .: 3/12/1937). Fernando de Abreu Coutinho (16/5/1916 a 7/6/1940).

advogado (posse no BB: 1/12/1930 – apos.: 28/3/1948) [Almanaque do Pessoal – 1964. advogado (posse no BB: 14/2/1918 – apos. Lucílio Ribeiro Torres. o Banco do Brasil reconhecendo. por ocasião do levante comunista de 23 de novembro de 1935 [Revista Itaytera n° 30 – Instituto Cultural do Cariri – Crato – CE]. inspetor. auxiliar do advogado em comissão (posse no BB: 21/1/1931 – apos. advogado (posse no BB: 2/1/1925 – apos. a Tesouraria da Matriz era constituída de 1 tesoureiro: Jorge Ribeiro de Figueiredo (posse no BB: 6/6/1910.: 17/1/1960) e o solicitador interino: Sylvio de Lacerda Abreu (posse no BB: 25/2/1931 – apos. advogado (posse no BB: 15/5/1916 – apos. bem como Almanaque do Pessoal – edições anteriores]. José Victorino de Magalhães. apos. José Pereira da Rocha Paranhos Júnior (posse no BB: 1/7/1910. apos. Nos idos de 1934. apos. Aluízio de Hollanda Távora. Antônio Marques Pinheiro (posse no BB: 15/1/1914.: 22/1/1955).: 1/2/1955). Sérgio Darcy. como sempre o fez.: 10/5/1963). bem como Almanaque do Pessoal – edições anteriores]. com louvor e justiça.: 23/5/1961). Em 7 de maio de 1934.: 1/1/1948).: 11/6/1958). Esses elogios o acompanharam na missão que exerceu fiscalizando a Agência de Natal – RN. advogado (posse no BB: 1/4/1925 – apos. o solicitador efetivo: José Bento Ribeiro Dantas. . nomeou–lhe.FERNANDO PINHEIRO - 102 apos.: 30/6/1960). os serviços relevantes aliados à integridade moral e a dedicação e competência em todos os encargos atribuídos a José Arraes de Alencar. apos. Ainda no Contencioso.: 31/3/1956). Odilon Duarte Braga.: 14/7/1959) e 3 fiéis de tesoureiro: Álvaro da Rosa Ribeiro (posse no BB: 1/5/1905.: 1/3/1946) [Almanaque do Pessoal – 1964.

Manoel José Rodrigues Caldas Filho (20/7/1922 a 1/7/1953). Syro da Silva Tavares (25/1/1918 a 15/6/1948). Fábio de Andrade (12/6/1916 a 14/7/1959). conforme mencionado. observamos que. edição out/ nov/1945]. Francisco de Davide (13/12/1923 a 7/2/1961). no período de 1901 a 1945. o Banco do Brasil teve apenas 6 tesoureiros: João Antônio Fernandes Pinheiro (veio a falecer quando estava ainda em atividade profissional). João da Rocha Marinho da Silva (3/4/1917 a 8/3/1960).103 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Dezesseis chefes de caixa integravam o quadro da Tesouraria da Matriz. Gabriel Baptista Rombo (10/6/1918 a 13/6/1964). a seguir. . É oportuno ressaltar que as datas mencionadas após o nome dos funcionários são relativas à data de posse e à data de aposentadoria. Carlos Lírio. Felisberto Ferreira Brant (7/8/1911 a 2/3/1942). bem como Almanaque do Pessoal – edições anteriores]. Clóvis de Brito (29/8/1918 a 6/3/1950). Manoel Pinto Miranda Montenegro. Mário Tinoco (25/1/1918 a 12/9/1943). de Rodolpho Ambronn. Otávio Figueira Trompowsky de Almeida (1/8/1916 a 1/2/1948). Homero Borges da Fonseca (12/6/1916 a 11/1/1961). abrange o período de tempo (posse e aposentadoria) no Banco do Brasil: Alexandrino de Souza Guimarães (20/3/1918 a 1/4/1948).. João Furtado de Mendonça Sobrinho (1/8/1908 a 12/11/1951). Na coluna Olhando para trás. e não referente ao período exercido na função [Almanaque do Pessoal – 1964. Francisco Netto Tinoco (27/8/1928 a 14/2/1951). Francisco da Gama Berquió.. A relação nominal. Jorge de Figueiredo e Homero Borges da Fonseca [Revista AABB – Rio de Janeiro. Eduardo de Gomensoro (7/4/1913 a 12/4/1951). Álvaro Carrão de Moura Carijó (27/2/1918 a 1/1/1951).

O funcionário Marcos de Souza Dantas assumiu interinamente (23 a 27/7/1934). o 5° da esquerda para a direita. . como vimos. Foto n° 3 – BANCO DO BRASIL – Agência do Rio Grande – RS – 1934 – Retrato em grupo – Em pé. que. NILO MEDINA COELI (posse no BB: 28/8/1934. antes. ele veio a ocupar o cargo de presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964) – p & b – 23 x 16. mais tarde. o cargo de presidente do BB. a gestão de Arthur de Souza Costa. – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. tivera a passagem de 5 presidentes em curto prazo de tempo (fins de 1930 ao início de 1932).5 cm. iniciou-se em 16/1/1932 e com término em 23/7/1934. quando veio a ocupar o posto de ministro da Fazenda.FERNANDO PINHEIRO - 104 Voltando a estabilidade administrativa no Banco do Brasil.

no Salão das Assembleias: 3 bandeiras do Brasil. João Gabriel Costa [Revista AABB – Rio – 1935]. fez a abertura da solenidade. Acadêmica . diretor de Agências. em 27/7/1935. ao fundo. A cena foi ambientada. passando a palavra ao orador oficial. do jurista e acadêmico Luís Ivani de Amorim Araújo. Doutrina: “A proteção ao trabalhador no Direito Pátrio”. estendidas na parede. e suntuosa a homenagem prestada pelo funcionalismo a Francisco Leonardo Truda pela passagem do 1° ano de gestão à frente dos destinos do Banco do Brasil. João Marques dos Reis (30/11/1937 a 6/11/1945). Láureas conquistadas pelo funcionalismo. Inauguração da 1ª agência metropolitana e as duas primeiras da rede externa e dezenas de subagências. Aura acadêmica no BB. O início do ensino e da cultura na Empresa. Ildefonso Simões Lopes.105 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL CAPÍTULO 2 O Banco do Brasil na gestão dos presidentes Leonardo Truda (27/7/1934 a 30/11/1937). e 3 “corbeilles” de flores naturais ornamentavam o recinto. À mesa de honra.

Belo Horizonte e Recife e. a assistência médica na Matriz e nas agências de São Paulo. partos. João Gabriel Costa destacou ainda o merecido apoio à Caixa de Previdência destinado a beneficiar a família do funcionário falecido. a ser estendida por toda a rede que ainda não alcançava 90 sucursais [Revista AABB – Rio – 1935]. recebida com intenso regozijo. . Santos. constrangedoras.FERNANDO PINHEIRO - 106 O orador ressaltou os benefícios concedidos pelo Banco do Brasil: a incorporação dos vencimentos. nos casos que exigiam internação. com recursos suficientes à sobrevivência. Eram realizadas consultas. injeções. Porto Alegre. eram transferidos para a Casa de Saúde São Jorge. muitas vezes. É de se reconhecer o trabalho benemérito na gestão de Leonardo Truda que apresentou novas instalações do Serviço Médico do Banco do Brasil e novos equipamentos cirúrgicos. curativos. ampliando o atendimento médico às agências de classe especial e. animando-os o presidente com palavras de conforto e ânimo. Casa de Saúde São Sebastião e Hospital Evangélico [Revista AABB – 1935]. posteriormente. acolhidos de maneira afável e cavalheiresca. a apresentar reclamação. diatermia. Entrou ainda em destaque a citação da Portaria de 7/8/1934 que faculta ao funcionário. aos poucos. etc. No ambulatório do Banco do Brasil eram ainda realizadas pequenas cirurgias e. evitando-os recorrer a empréstimos em condições onerosas e. prejudicado em suas promoções. o restabelecimento de audiências com funcionários. implantando-o nas demais filiais. a criação da Caixa de Empréstimos da Caixa de Previdência destinada aos funcionários necessitados de recursos de emergência. inclusive àqueles que incorreram em falta passível de penalidade. raios ultravioleta.

Na carta–convite para trabalhar no Rio de Janeiro. diretor da Carteira Cambial (posse no BB: 16/5/1916.107 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL A grandeza espiritual do presidente Leonardo Truda não se restringe apenas à honradez com que dirigiu o Banco do Brasil. Alberto Teixeira Boavista. órgão consultivo. a convite do ministro da Fazenda. assumiu o cargo de chefe da Seção Econômica e Financeira do Ministério da Fazenda [Revista AABB – Rio – 1934]. Medida de grande repercussão foi a criação. foi deslocado para a Diretoria da Carteira Cambial (designação da época) [Revista AABB – Rio – 1935]. falec. 14/2/1955). Em setembro/1935. apos. o presidente ressaltou “para realizar nesta capital idêntica instituição de assistência social à mendicância. em 8/5/1935. o que já seria o suficiente para as honras da posteridade. gerente da Matriz. vale destacar o apoio concedido ao trabalho do funcionário Raphael Levy Miranda que vinha desenvolvendo na Bahia e no interior do Rio de Janeiro. Paulo Frederico de Magalhães (posse no BB: 4/2/1918. um trabalho voltado à assistência social em abrigos que fundou. encarregado de presidi-la. 1934) Em outubro/1934.” (TRUDA. o funcionário Antônio Luiz de Souza Mello. auxiliado pelos funcionários Durval Pereira de Medeiros e Ayres Pinto de Miranda Montenegro. foi nomeado presidente do DNC – Departamento Nacional do Café. constituída de 4 membros que incluía o gerente da Matriz e 3 outros escolhidos pelo presidente do Banco do Brasil: Pedro de Mendonça Lima. 1/8/1947). Em seguida. diretor de Agências. da Comissão de Promoções. endereçada ao Levy Miranda. .

em 1958. os destinos do Botafogo de Futebol e Regatas eram conduzidos por outro funcionário do Banco do Brasil. Mário Tavares da Silva é o secretário particular do presidente do Banco do Brasil. aposenta–se no cargo de fiel–de–tesouraria [Revista DESED n° 19]. Posteriormente. Souza Mello. Sérgio Darcy. Nos idos de 1948. inaugura o Instituto Getúlio Vargas destinado à formação profissional de menores abandonados. em Niterói. 20 anos depois. que vinha exercendo o cargo de gerente da Agência do Recife – PE. Em 1938. Campeão de remo no então Clube de Regatas Botafogo. Após 1 ano em disponibilidade do DNC. nos idos de 1973/1975. Sérgio Darcy. o cargo de presidente do DNC. advogado letra “D”. em 26/10/1936. funcionário do Banco do Brasil.FERNANDO PINHEIRO - 108 Nesse ano. é eleito diretor da CREAI – Carteira Agrícola e Industrial do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1936]. assume o cargo de chefe–adjunto – Departamento do Contencioso do Banco do Brasil. O . quando o Botafogo é consagrado campeão carioca. A escolha recaiu em Jayme Fernandes Guedes que levou consigo Raimundo Mendes Sobral. assumindo a Superintendência do DNC [Revista AABB – Rio – 1938]. em junho/1938. construiu outro abrigo para acolher os indigentes de rua. presidente da República iria novamente requisitar do Banco do Brasil outro funcionário para ocupar. subúrbio carioca. Em Bonsucesso. preside os destinos do clube alvinegro na gestão de 1937/1939 e de 1963. Rivadávia Tavares Corrêa Meyer (posse no BB: 2/4/1956). o funcionário Levy Miranda fundou um abrigo para 1.500 pessoas desabrigadas e.

as incorporou numa só entidade. dentre os quais destacamos Odilon Braga. João Marques dos Reis (1890/1952) era casado com Adelaide Fernandes Marques dos Reis com quem teve seis filhos: Eduardo Pedro Fernandes Marques dos Reis. Sampaio Corrêa. na presença de ilustres convidados. reunida nos idos de 1934. sediada na cidade do Rio de Janeiro. vice–presidente cultural da AABB – Lagoa – Rio de Janeiro (mandato: 2011/2014). para celebrar o jubileu jurídico do ministro João Marques dos Reis. Gilberto Amado. ministro do Trabalho. a Matriz do Banco do Brasil. Acontecimento de rara beleza é a presença da alta sociedade carioca. Hugo Napoleão. o ministro Eduardo Spínola. Pedro de Alcântara Marques dos Reis. entre outros [Iconografia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. seguido pelo Prof. . Arlinda Adelaide Marques dos Reis e Arlinda Marques dos Reis. Ao champagne. foi transformada em Direção Geral e criadas as agências metropolitanas e a Agência Central.109 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Enfatiza a Revista DESED n° 19 que. o presidente Getúlio Vargas. Ronald de Carvalho. Godofredo Vianna. Na gestão do presidente Francisco Leonardo Truda (27/7/1934 a 30/11/1937). membro da Corte Suprema. a Fundação Cristo Redentor. diante das dificuldades de manutenção das entidades fundadas por Levy Miranda. Agamenon Magalhães. O casal teve uma filha: Regina Marques dos Reis Gonzalez. Gustavo Capanema. falec. Carmen Josefina Fernandes Marques dos Reis.: 9/2/1957) casou–se com Maria Isabel Bessa Marques dos Reis. nos idos de 1943. Carlos Henrique Marques dos Reis. Eduardo Pedro Fernandes Marques dos Reis (posse no BB: 1/4/1939. falou abrindo os brindes.

graças à participação do Banco do Brasil e dos presidentes da Caixa de Previdência: Alcebíades França de Faria (19/3/1949 a 30/4/1952). diretor da Carteira de Agências. Mário Tavares. Na ocasião. presidente do Banco do Brasil.318 residências destinadas aos funcionários do Banco do Brasil. Essa salutar medida permanece em vigor nos dias atuais. inspetor de agências metropolitanas. À solenidade de inauguração compareceram: Francisco Leonardo Truda. aquisição e reformas de casas residenciais ou liquidação de hipotecas. sendo que o maior volume de construções ocorreu no período de 1951 a 1967. . José Mendes de Oliveira Castro. Ildefonso Simões Lopes. gerente da Matriz. o número de casas financiadas não foi tão expressivo. foi estabelecido que a importância do valor do empréstimo imobiliário não deveria exceder a 40 vezes dos vencimentos mensais do associado no cargo efetivo. 24 de abril de 1936 – Notícia auspiciosa para o funcionalismo do Banco do Brasil: a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco Brasil. secretário do presidente do Banco do Brasil [Revista AABB – 1935].FERNANDO PINHEIRO - 110 Em 27/7/1935. Álvaro Henriques de Carvalho. chefe do Contencioso do Banco do Brasil. Lecy Infante Cardoso de Castro (1/5/1952 a 30/4/1960). Hugo Napoleão do Rego. com o financiamento de 2. a Agência da Glória – Rio de Janeiro. diretor da Carteira Cambial. sob a presidência de Orlando de Almeida Cardoso (posse no BB: 7/1/1919 – aposentadoria: 28/4/1949) determinou a aplicação de 30% das reservas para construção. o Banco do Brasil inaugura a 1ª agência metropolitana no País. Pedro de Mendonça Lima. Cléo Lacoste (1/5/1960 a 1/5/1966). De 1936 a 1951. Telmo Ramos Ribeiro (2/5/1966 a 1/5/1967).

em 19/11/1935. e. Arthur Martins Sampaio. Naquele ano. em 23/5/1936. Rodolpho Vaccani. Ao ensejo da comemoração do dia da bandeira. o tema da conferência O problema do petróleo no Brasil. chefe do Serviço Médico do Banco do Brasil. diretor da Carteira de Redescontos. José Mendes de Oliveira Castro.111 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Vale destacar que. Achilles Moreaux. secretário da Presidência [Revista AABB – 1935]. posteriormente. proferida. Digna de aplausos de gerações anteriores. Pedro Mendonça Lima. presidente do Banco do Brasil (20/3/1967 a 28/2/1974). Mário Tavares. cifra bastante elevada em comparação com a de períodos anteriores. Antunes Maciel. Raul Fialho de Faria. gerente da Matriz. consultor jurídico. em seguida. na Escola Nacional de Belas Artes.080 residências de funcionários do Banco do Brasil. eram presidentes da Caixa de Previdência: José Perrone (2/5/1967 a 11/9/1968) e Roberto Hatab (29/9/1968 a 25/3/1969). a Caixa de Previdência pôde efetuar financiamentos destinados a 2. e repercutindo nos dias atuais. pelo diretor Ildefonso Simões Lopes. diretor de Agências. . Alberto Boavista. em solenidade presidida por Francisco Leonardo Truda. na gestão de Nestor Jost. diretor da Carteira de Liquidações. secretário do diretor Oliveira Castro. diretor da Carteira de Câmbio. advogado do BB. em 1968. presidente do Banco do Brasil. contador da Matriz. na presença dos seguintes executivos: Ildefonso Simões Lopes. houve o hasteamento do símbolo nacional. o discurso patriótico proferido por Affonso Penna Júnior. O tema é instigante porque tem abordagens sobre os problemas atuais na área da energia [Revista AABB – Rio – 1936].

A designação Matriz foi extinta e criada a Direção Geral e a Agência Central. Em sentido contrário. no mesmo endereço: Rua 1° de Março. cargo recém-criado. gerente. Pedro de Mendonça Lima é nomeado superintendente do Banco do Brasil.: 1/4/1950). Ovídio Xavier de Abreu (posse no BB: 14/2/1918 – apos. diretor do Departamento Nacional do Café (idos de 1937). e Manuel da Costa Lubambo (posse: 1/8/1923. Ainda nos idos de 1936. intelectual que marcou presença na vida literária de Pernambuco. o funcionário Nilo Medina Coeli esteve servindo na Agência Uberaba – MG. apos. advogado do Banco do Brasil. legou-nos a obra: Capitais e Grandeza Nacional – 1940.: 19/12/1950) é requisitado pelo governador Benedito Valadares que o nomeia secretário das Finanças do Estado de Minas Gerais. apos.: 14/3/1943). sendo o primeiro gerente a ocupar o cargo José Vieira Machado. Vale assinalar a distinção recebida por outros funcionários destinados a servir na administração pública.FERNANDO PINHEIRO - 112 No 2° semestre/1936. posteriormente. 66. sob as ordens de Manoel Albuquerque Cordovil. Imagem custodiada pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil.: 7/2/1951). antigo secretário das Finanças do Estado do Espírito Santo (posse no BB: 30/1/1918 – apos. O humanismo financeiro de Salazar – 1942 – Bibliografia sobre o autor: Manuel Lubambo: a amizade luso-brasileira e a latinidade. Jayme Fernandes Guedes (posse no BB: 28/1/1918. secretário da Fazenda do Estado de Pernambuco (1937/1939). na década de 30 (século XX): Odilon Duarte Braga. ministro da Agricultura (1934/1937). Rio de Janeiro. de Manuel . Manuel Lubambo. contador. e de Affonso de Oliveira.

nas secretariais estaduais. Com o olhar na galeria de patronos da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. à frente da direção da Revista Fronteiras. Manoel Lubambo – Recife – Tradição. havendo desentendimentos até com o interventor Agamenon Magalhães que adotou uma política de união de classes. embora tenha sido apreciado como intelectual irrequieto e muito convicto de suas ideias contrárias à presença de comunistas e maçons. Etelvino Lins (Segurança Pública). Lubambo. brando sem perder a energia centrada nos ideais sublimes. observamos que Manuel Lubambo era um homem sério. respaldadas pelo regime ditatorial do Estado Novo. dando espaço à Igreja. a de empregados e a de empregadores. e fez campanha contra as ideias de Gilberto Freire. liderou um movimento corporativista. sob o comando do interventor Agamenon Magalhães que reuniu. Nilo Pereira (Educação). de João Vasconcelos – 1944. É de se salientar o período ditatorial em que vivia o Brasil. era natural que . jovens de formação católica. Apolônio Sales (Agricultura). Pernambuco. enérgico. em particular. com a promoção de importantes ações sociais através dos Centros Educativos Operários e do Serviço Social contra o Mocambo [ANDRADE – 1991]. Jovens de boa formação integravam uma elite de alto gabarito profissional: Arnóbio Tenório Wanderley (Governo). de base integralista. célebre autor da obra Casa Grande & Senzala que foi apelidada de “Casa Grande sem Sala”. entre outros [ANDRADE – 1991]. Manuel da Costa Lubambo (Fazenda).113 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Anselmo – 1943. No clima de amplos poderes que permitiam aos Estados formular políticas econômicas próprias.

inaugurando a longa fase da Superintendência. considerando a rápida evolução da técnica da organização dos serviços bancários. . anunciava méritos dos funcionários do Banco do Brasil: os “Em 1933. 38). Prof. p. Andrade. (33) MANUEL CORREIA DE ANDRADE – Secretaria da Fazenda – Um Século de História – Edição comemorativa – 100 anos – 1891/1991 – Recife – PE. anteriormente. até quando Manuel Lubambo foi obrigado a demitir–se. que se ressentiam de diversas falhas. (Relatório apresentado ao presidente aos acionistas em 1934. elementos que pudessem constituir base objetiva aos estudos da reforma geral dos serviços do Banco. Vale ressaltar que Pedro de Mendonça Lima exerceu o cargo superintendente (18/2/1936 a 27/9/1948). os cargos de diretor da Carteira de Redescontos (28/9/1948 a 31/1/1951) e presidente interino (2/6/1949 a 29/7/1949). com status de diretor-superintendente. Manuel de Andrade: conforme apreciação do “se sentisse um verdadeiro reformador e esquecesse que Agamenon não admitiria que se fizesse sombra à sua pessoa”. conforme conclusão do Prof. por observação direta. incumbidos de colher no estrangeiro.FERNANDO PINHEIRO - 114 Manuel da Costa Lubambo. nos mais adiantados países. posteriormente. (33) Os desentendimentos entre ambos. Cláudio Pacheco. a única em nível nacional. o presidente do Banco resolveu enviar funcionários aos Estados Unidos e à Europa. se acentuaram cada vez mais. assumindo.

sem dúvida.615. ao qual com frequência recorriam os poderes públicos da União e dos Estados.] Já no Banco existia e vinha funcionando a Caixa de Montepio que assegurava aos funcionários muitas das vantagens que veio assegurar-lhe o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários. Por seu lado. criado pelo Governo.” [. foi transformada em Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. não somente mais elevado padrão de vida. – Rio de Janeiro – 1980. a direção do Banco empenhava-se em proporcionar ao funcionalismo. a qual. (Relatório apresentado pelo presidente do Banco aos acionistas. pelo que logo esse decreto assegurou aos funcionários do Banco do Brasil o direito de recusar a sua inscrição como associados da nova entidade. missões de elevada responsabilidade. a quase unanimidade dos funcionários do Banco se valeu dessa faculdade concedida pelo mesmo decreto. fator de aumento da eficiência e capacidade de trabalho. . em 28 de dezembro de 1934. páginas 35/6. por novos Estatutos que a sua Assembleia Geral aprovou. Assim. assinalavam-se a dedicação. a muitos de seus componentes.. Por isto cogitou o Banco a reformar a Caixa de Montepio. para confiar. a disciplina e competência técnica do funcionalismo do Banco. de 9 de julho de 1934. como condições que lhe permitissem encarar com mais tranquila segurança o futuro.”) (34) (34) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – p. o que era.. em 1935. 388 e 389 – vol. através do Decreto número 24. incumbida do custeio das aposentadorias e pensões dos funcionários do Banco. IV – AGGS – Indústrias Gráficas S.115 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em 1934. ao mesmo tempo.A.

desde 1922. inspetor. em épocas distintas. à frente do elenco de inúmeras autoridades presentes [Revista AABB – 1935]. Em 3/9/1936. o presidente Leonardo Truda cria o Serviço de Engenharia. João Marques dos Reis. ambos contratados [Revista AABB – 1936]. Em 31 de março de 1936. 7.062/7067]. elegeu o funcionário . e Jayme Fernandes Guedes. prestigiado pela presença de Arthur de Souza Costa (presidente do BB – 16/1/1932 a 23/7/1934). Ayres Pinto de Miranda Montenegro e Carlos Bastos Tavares são nomeados pela Empresa para constituir a comissão de promoções. Em outubro/1935. no despacho exarado no parecer do superintendente Pedro de Mendonça Lima. que foi sucedido. assina a Portaria n° 269 que aprovou as instruções relativas ao funcionamento das estações de radiodifusão [Diário Oficial da União 2/4/1936 – pp. pelos engenheiros Atílio Guimarães (1943/1944) e José Bretas Bhering (1944/1945). profere o discurso de agradecimento ao banquete de gala oferecido pela Câmara de Comércio e Indústria. pelo transcurso do 1° ano de gestão na Presidência do BB. embora existisse a Assessoria Técnica. sob a direção do eng. Alberto Brandão Segadas Viana (1936/1943). ministro da Viação e Obras Públicas (25/7/1934 a 29/11/1937)./1945). Marcos de Souza Dantas. está à disposição do DNC – Departamento Nacional do Café [Revista AABB – 1935]. A Assembleia Geral Extraordinária do Banco do Brasil.FERNANDO PINHEIRO - 116 Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 27/7/1935 – Francisco Leonardo Truda. ministro da Fazenda (julho/1934 a out. Alfredo Dolabella Portella. presidente da Câmara de Comércio e Indústria. presidente do Banco do Brasil (27/7/1934 a 30/11/1937). realizada em 26/10/1936.

apos.: 8/4/1946). em Buenos Ayres. apos. Raymundo Archer proferiu.: 1/8/1947). Nos liames que o destino traça. o foi. De certa forma. que lhes ofertou um retrato autografado com dedicatória [Revista AABB – 1937 – Iconografia: Raymundo Archer e Juan Perón]. o discurso de saudação. Ruy Dantas Bacellar (posse no BB: 18/5/1916. sendo que a única existente no País era a Agência Metr. Casado com Noêmia Gonçalves Bacellar teve 5 filhos: César. naquela época. exercendo o cargo de gerente da Agência São Paulo que. Segundo depoimento de Yeda Dantas Bacellar. inclusive sendo recebidos. Em 13/3/1937. paulista de Limeira. apos. Filiação: Eliseu Dantas Bacellar e Maria Cândida Rocha Bacellar. Em 9/4/1937. a delegação de bancários argentinos esteve na cidade do Rio de Janeiro. recém-criada. foi tudo. Naquela época não havia agências metropolitanas na capital paulista. veio ao mundo em 1/4/1892. ditador da Argentina. os funcionários do Banco do Brasil retribuíram essa visita. sucedendo a Genaro Pilar do Amaral (posse no BB: 3/9/1904. por Juan Perón. Lúcia e Cecília. No Syndicato Brasileiro de Bancários. de improviso.117 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Antônio Luiz de Souza Mello (posse no BB: 16/5/1916. João. Célia.: 18/3/1952). . para o cargo de diretor da CREAI – Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. Posteriormente. Maria Cândida. designer e artista plástica. Ruy Bacellar. toma posse no cargo de gerente da Agência São Paulo. dentro do Banco do Brasil. já desfrutava de grande importância na economia nacional. ressaltamos a personalidade fulgurante de Ruy Bacellar que. menos diretor. Glória – Rio de Janeiro.

Comissão Especial para Estudo de Transações Referentes à Algodão e Escoamento de Safra. desferiu voos gigantescos. o espírito. 1940 – Comissão de Estudo Especial de Tendências de Mercado. 1924 – inspetor do BB – zona de inspeção da Bahia. 1935 – Comissão de Regulamentação dos Serviços de Inspetores. . 1933 – inspetor zona de inspeção São Paulo.FERNANDO PINHEIRO - 118 A trajetória de Ruy Bacellar dentro do Banco do Brasil foi imensamente percorrida com pleno êxito em relevantes tarefas: 1916 – posse no BB. Lauro Bastos. 1936 – Comissão de Projeto do Regulamento da CCAI (sigla originária da CREAI). zonas de inspeção Campinas. gerente da Agência Maranhão (designação da época). inspetor de agências. nos remígios de uma inteligência pujante. 1930 – inspetor zona de inspeção Campinas. 1918 – contador na Agência de Barretos. ficamos admirados pela atuação (35) LAURO BASTOS – Revista AABB – Rio de Janeiro – edição junho/julho/1946. 1929 – gerente da Agência Taquaritinga. 1920 – gerente da Agência Bahia. sazonado por larga experiência. 1937 – gerente da Agência São Paulo. 1941 – Serviço Especial – Comissão de Mecanização de Serviços [Revista AABB – Rio – 1946]. Ao fazer o panegírico sobre a vida e obra de Ruy Dantas Bacellar. Fortaleza. 1927 – inspetor – zona de inspeção Belém. afirmou: “Nesse ambiente agitado pelas mais complexas solicitações de crédito.” (35) Em nossa observação da leitura da própria trajetória da Empresa que buscamos compreender e dar o sentido da narrativa. inspetor da Agência de Santos. gerente da Agência Fortaleza.

Ruy Bacellar não estava presente. Um exemplo singelo que serve para explicar esses complexos sistemas: o cartão que o cliente usa para sacar dinheiro. mas sua obra foi continuada e permanece nos dias atuais. o pai da aviação. Aposentado em 8/4/1946. Boeing–737.119 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL de Ruy Dantas Bacellar no Banco do Brasil. matérias conduzidas pelas comissões presididas por Bacellar. pessoalmente. numa esteira estendida por ele que serviu de base para a Empresa organizar a infraestrutura. o estudo sobre tendências de mercado. veio acompanhar. nasceu da inteligência fulgurante de Ruy Bacellar. excetuando–se a engenharia. os trabalhos sobre mecanização de serviços (Revista AABB – Rio – 1951). transformados em contínua evolução que. . na 1ª quinzena de abril/1951. assim como essas fantásticas máquinas voadoras F–16. na visita do presidente do BB. na versão atualizada de agronegócios. nos serviços de mecanização. tudo que o BB possui em termos de tecnologia e logística. com o surgimento de órgãos que executam tarefas de iniciativa do ilustre homenageado. tanto nas agências. Afinal. com viva emoção que. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953). etc. Relembramos. a inspetoria. o que seria fantástico. E não foi somente a infraestrutura. foi na cidade de São Paulo que Ricardo Jafet. mas o crédito agrícola. inspeções e comissões conduzidas com pleno êxito. nasceram da ideia original de Santos Dumont. em forma embrionária. o comércio exterior. originou–se. chega aos dias atuais nos avançados sistemas que permitiram a moderna informatização de dados e a implantação dos atuais sistemas on line.. nas caixas eletrônicas.

Centro (1. Conferente: Astyanax Teixeira. Sul (2.305. Assistente Jurídico: Antônio Maurício do Lago. Jayme Fernandes Guedes [Revista AABB – Rio – 1937]. compareceram Souza Costa. 1979].705). . Subchefe: Antônio Fernando Pereira. Vilobaldo de Souza Campos e Ildefonso Simões Lopes. Maria Luiza de Souza Dantas. Oliveira Castro. realizada em 22/4/1937. no Relatório apresentado à Assembleia Geral de Acionistas. presidente do Banco do Brasil e os diretores Souza Mello. Leonardo Truda.820.889). no total de 2. podemos apreciar a imensa diferença de volume de exportação de mercadorias por regiões. Além do diretor Antônio Luiz de Souza Melo.670). a CREAI – Carteira de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil era constituída. ministro da Fazenda. no Ministério da Fazenda. dos seguintes funcionários comissionados: Gabinete do Diretor – Secretários: Ângelo Bonifácio do Amaral Beviláqua. em sua primeira gestão. Nordeste (94. Apenas em 1933.569).FERNANDO PINHEIRO - 120 A Diretoria do Banco do Brasil. o major Roberto Carneiro de Mendonça tomou posse no cargo de diretor da Carteira de Emissão e Redescontos do Banco do Brasil. Valeriano de Souza Melo – Auxiliares: Waldner Vieira.271 contos de réis: Norte (97. Departamento de Crédito Agrícola e Industrial: Chefe: Hamilcar José do Amaral Beviláqua. comenta os esforços empreendidos para debelar a crise econômica brasileira durante o período 1933/1935. À cerimônia modesta. ao agrado do empossando. bem como o presidente (interino) do Departamento Nacional do Café. Leste (320. Ao meio dia de 30/4/1937. Alberto Boavista.438) [PACHECO.

e dos idiomas francês e inglês.042. Lopes da Cruz (Direito Público e Administrativo). As inspeções de 21/1/1937 a 3/3/1937. As primeiras aulas foram ministras por eficientes professores: Leonardo Truda (Estudos dos problemas econômicos brasileiros). abrangendo o período de 5 a 15/9/1938. Era o início do ensino no Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1938]. e. Em resposta. redigiu trabalho. na Agência de Natal–RN. o curso entrou em funcionamento. José Arraes de Alencar causou ótima impressão na Diretoria ao examinar o estudo sobre a capacidade da praça de Fortaleza. destinado aos funcionários. . Paraíba. em regime sistemático [Revista AABB – Rio – 1938]. a de 4/5/1937. direito (comercial. Hugo Napoleão do Rêgo (Direito Comercial). público. a Diretoria do Banco do Brasil institui. Em Campina Grande. instalada em 3/6/1938 [Anotações – 1936]. de 14/9/1936. Em março/1938.121 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em 15/7/1937. Em cumprimento das instruções contidas na carta DEIFA n° 4. administrativo). na Agência Fortaleza – CE. de forma clara e sucinta. o Curso de Aperfeiçoamento. finanças. estudo dos problemas econômicos brasileiros. junto a Direção Geral. desembargador Florêncio de Abreu (Direito Civil). a Diretoria resolveu determinar a criação de uma agência de 5ª classe naquela praça. Prof. recebendo elogios de seus superiores hierárquicos [Anotações – 1938]. José Nunes Guimarães (Finanças) e Paulo Magalhães (Economia Social). José Arraes de Alencar redigiu o Relatório de 7/7/1937 – “Estudos de Praças – Cajazeiras”. foram altamente satisfatórias. que incluía diversas matérias: contabilidade superior.

Oliveira Lima. Zeferino Contrucci. Ruy Carneiro governa. viria a ocupar o cargo de diretor do Banco do Brasil (9/11/1961 a 20/7/1963). no trabalho. O amor pelo Banco do Brasil fala mais alto e ele retorna aos pagos nas funções de advogado. anteriormente. . convocado por Getúlio Vargas.FERNANDO PINHEIRO - 122 Em 30/11/1937. Completavam o staff Ruy Carneiro e Mário Neiva de Lima Rocha. conquistada através das urnas eleitorais. tornando–se desnecessária a passagem do deputado pelos corredores da Câmara dos Deputados. Ambos já se conheciam. completamente vazios. mais tarde. Ruy Carneiro está investido nas funções de secretário da Presidência do Banco do Brasil. Em 1946. naqueles tempos. e licenciado pelo Banco do Brasil. Nos idos de 1937. Com a volta de Getúlio Vargas ao poder. Três anos mais tarde. quando Marques dos Reis era o ministro da Viação e Obras Públicas (25/7/1934 a 29/11/1937) e Ruy Carneiro. o Congresso Nacional é reaberto. oriundos do Ministério da Viação e Obras Públicas [Revista AABB – Rio – 1937]. que se tornaram. secretário do ministro. Ruy Carneiro recebe do povo paraibano aclamação popular. Mas a ditadura de Getúlio Vargas fecha o Congresso Nacional. no período de 1940/1945. No dia seguinte. o gabinete do presidente João Marques dos Reis era constituído dos seguintes executivos: Álvaro Henriques de Carvalho. João Marques dos Reis assume o cargo de presidente do Banco do Brasil. sendo substituído pelo interventor Samuel Vital Duarte que. na década 50 do século XX. o Estado da Paraíba.

quando exercia o mandato de senador da República. nascido e criado em Pombal–PB. Gastão Vidigal. projeto de vida inaugurado na gestão do presidente João Marques dos Reis (30/11/1937 a 6/11/1945). com dedicação ao BB. na gestão do presidente João Marques dos Reis: Antônio Luiz de Souza Mello. Pedro Demósthenes Rache. entre tantas outras nascidas de fontes límpidas. sempre honradas por ele. . falecendo em pleno mandato nos idos de 1977. luz imortal que brilha no BB e no Congresso Nacional. Ruy Carneiro soube alinhar as virtudes da inocência e da sabedoria oriundas das lides humanas. foi um funcionário que muito honrou a Empresa. reconhecida por multidões que a ele recorriam. Diretores que serviram ao Banco do Brasil.123 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Nessa conjuntura política. advogado de carreira que alcançou a promoção de advogado letra “G”. é símbolo de honestidade. à época de difícil realização na Paraíba: senador da República durante 4 legislaturas (1951/1959. Pela simplicidade que conservou de menino do interior. estava transferido para o Quadro Suplementar sem proventos [Almanaque do Pessoal – 1964]. Amado pelo muito que amou. A trajetória de Ruy Carneiro no Banco do Brasil (1/12/1937 a 14/1/1960). Ildefonso Simões Lopes. 1959/1967. Francisco Alves dos Santos Filho. pureza de caráter e amor ao próximo. 1967/1974. Ruy Carneiro consegue uma façanha. o advogado Ruy Carneiro é uma das glórias nacionais pela manifestação de consciência coletiva que possuía. inclusive o apoio pela criação da Cassi – Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. chamando–o carinhosamente: “o escravo branco da Paraíba”. 1975/1977).

Nesse mesmo ano. Na ocasião. Paulo Autran (Otelo). na temporada de 6 de março a 24 de julho de 1956. no Rio de Janeiro. usaram da palavra João Teixeira Alves Júnior. no Brasil. Tarciso Zanotta (O Doge de Veneza) Margarida Rey (Emília. destinada à encenação em temporada de teatro.: 12/5/1958) [Revista AABB – Rio – 1938]. pelo poeta–tradutor Onestaldo de Pennafort Caldas (1902/1987 – posse no BB: 7/1/1928. de Shakespeare. no Teatro Dulcina. de Shakespeare (tradução de Onestaldo de Pennafort). em 1937. Felipe Wagner (Iago) – [Revista O Cruzeiro – 2/6/1956. aia de Desdêmona). direção de Adolfo Celi. Myrian Percia (Bianca). Marca insuperável do teatro. Vilobaldo Machado de Souza Campos [Almanaque do Pessoal – 1943]. e Vicente de Paula Carvalho Vieira. após ter cumprido mandato de ministro da Agricultura (1934/1937). até os dias de hoje. representando o interventor federal. gerente da agência (posse no BB: 9/9/1924 – apos. BARROSO – 1999].: 13/1/1958). ministro da Educação e Saúde. apos. tradução solicitada por Gustavo Capanema. edificada em prédio de 2 andares. foi a tradução da peça Romeu e Julieta. foi a apresentação da peça teatral Otelo. secretário-geral do Estado de Goiás. em Goiânia. Atores: Tônia Carrero (Desdêmona). Roberto de Cleto (Rodrigo). Sucesso de público e de crítica. ocorreu em 3/1/1938.FERNANDO PINHEIRO - 124 Major Roberto Carneiro de Mendonça. cenário de Aldo Calvo. retorna ao Banco do Brasil o advogado Odilon Duarte Braga nas funções de consultor jurídico da Caixa de Mobilização Bancária. Em grande estilo a inauguração da Agência do Banco do Brasil. . realizada.

a 2ª inaugurada. segundo as fontes citadas. Almanaque do Pessoal – 1964]. contínuo (posse no BB: 1/7/1932. diretor (interino) da Carteira. na presença do ministro Souza Costa e dos diretores Carneiro de Mendonça e Ildefonso Simões Lopes. contador (interino) – posse no BB: 6/8/1934 – apos. era o encarregado de câmbio da Agência São Paulo e Carlos Nery Cadaval subchefe do Departamento de Câmbio [Revista AABB – Rio – 1938. Ainda em janeiro/1938. o funcionário Tancredo Ribas Carneiro foi empossado diretor da Carteira de Câmbio. gerente (posse no BB: 15/1/1924 – apos. . 1/1/1958). fiel de tesouraria na Agência Goiânia – GO) [Revista AABB – Rio – 1938. ex-gerente de câmbio na Matriz. e do encarregado de câmbio da Agência Central. na cidade do Rio de Janeiro. foi registrada ainda a presença do desembargador Luiz Vieira. Thadeu Grembecki. por diversas vezes. Paulo Tavares da Silva. Na chefia do Departamento de Câmbio assumiu Luiz Pedro Gomes (posse no BB: 10/8/1916 – apos. João Baptista Vaz.: 19/10/1947). ainda. o quadro de funcionários da agência: Modestino de Faria Merheb.: 27/11/1960) e Bento Luiz Moreira Lisboa.: 3/6/1959). Na mesma ocasião. foi a vez da Agência Metr. No evento. Rodolpho Ambronn (posse no BB: 1/2/1901 – apos. tempos depois. e. Méier. Almanaque do Pessoal – 1964].125 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Integravam. contador (posse no BB: 2/6/1927 – apos. presidente da Corte de Apelação. em 1/2/1963. No mesmo mês. tendo como administradores Sebastião Machado Ribeiro.: 8/9/1954) .: 15/4/1957). apos. reassumia as funções de chefe-de-seção de câmbio na Agência Central e Gustavo Carrano (posse no BB: 26/12/1922. A gestão do diretor durou 1 ano e 3 meses [Revista AABB – Rio – 1938 ].: 2/6/1958). caixa (posse no BB: 18/7/1928 – apos.

nos idos de 1938. Em 16/9/1938. Pedro Demósthenes Rache. recebe o honroso convite para assumir o cargo de secretário–de– gabinete do diretor Pedro Rache. e ainda os Professores Oduvaldo Viana e Olavo de Barros [Revista AABB – Rio – 1938]. Pedro Rache é autor de extensa bibliografia. é laureado com o prêmio do concurso de peças teatrais. com a peça O Coração. na Agência do Recife. memorialista. Viagem de núpcias . Jarbas de Carvalho (Associação Brasileira de Imprensa). ainda. A bibliografia do autor pernambucano inclui. A. o eng. funcionário que tomou posse. Biógrafo. Raio de sol (comédia em 1 ato). no júri composto por Cláudio de Souza (Academia Brasileira de Letras). Antônio Ferreira Rodrigues. Batista Júnior (Sociedade Brasileira de Autores Teatrais). em 30 de abril de 1938. Dirigindo a Agência de Goiânia – GO. dois anos mais tarde. A renovação no cargo foi mantida em 1942/1946 e 1946/1950. em 19/12/1936. na Esplanada do Castelo. no Rio de Janeiro. Hernani Cardoso (Sociedade Mantenedora do Teatro Nacional).FERNANDO PINHEIRO - 126 Deputado federal no triênio 1934/1937. conferencista. as seguintes obras: Gente Modesta (comédia em 3 atos). é eleito diretor da Carteira de Comércio Bancário do Banco do Brasil pelo período de 1938/1942. Desloca–se da capital de Goiás e fixou a residência na cidade do Rio de Janeiro. nos idos de 1938. a peça O Coração sobe ao palco sob a direção de Djalma de Castro Vianna [Revista AABB – Rio – Rio – 1938]. o gerente Vicente Carvalho Vieira. J. com a inauguração da nova sede do Club Ginástico Português.

Helena Ferraz e Estevan Torres. no personagem Gerardo. Em pleno sucesso teatral. José Orlando Leça. diante de uma seleta plateia de intelectuais. Aurenita Neves. em 11/1/1949. as seguintes peças: “A morgadinha de Valflor”. fez a apresentação do Teatro dos Bancários. prestigiado pela presença do delegado do Ministério do Trabalho e por dirigentes sindicais. outro notável dramaturgo (autor e ator). Milton Persivo Cunha. Reginalda Luna e Jovelino de Brito Silva. nos idos de 1993. de Dário Ricodemi (9/1/1949). José Orlando Leça. no Teatro Santa Isabel. Hermógenes Viana representou. faz subir no palco do Theatro Santa Isabel. apos. e Alta Sociedade (comédia em 4 tempos cênicos) [Revista AABB – Rio – 1938]. radicado no Recife. contracenando com Reginalda Luna. naquela capital. encenada posteriormente no Theatro Deodoro. Na cena teatral. José Hermógenes de Araújo Vianna (posse no BB: 8/9/1920. Hermógenes Viana. de Júlio Dantas (22 a 24/09/1945). “A sombra”. membro da Academia Pernambucana de Letras (posse em 26/7/1938). no Teatro Santa Isabel – Recife–PE. o dramaturgo Hermógenes Viana recebeu justa homenagem de Antônio Corrêa de Oliveira.: 1/11/1950). enaltecendo–lhe vida e obra. sócio da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (novembro/1937). uma de suas obras dramáticas. coadjuvado com os atores Eunice Torres. criado por ele. Silêncio.127 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL (vaudeville em 3 atos). Intelectual de grande prestígio nacional. Vale ressaltar: . funcionário do Banco do Brasil. de Maceió – Alagoas. Nessa mesma década. Iconografia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. membro da Academia Pernambucana de Letras.

de contos e de teatro. intensamente. inicialmente. Trabalha na redação do Jornal do Recife. de história. para. acompanhou os pais. várias escolas. estudou. após.FERNANDO PINHEIRO - 128 “Hermógenes Viana teve uma vida intelectual abrangente. Escreveu mantendo sempre padrão de boa qualidade. na forma rítmica do fado. a voz musicada. enfeitadas de choupo. Regina Quintanilha. (.” Formado. frequentando. Exercitou. onde milhares de rouxinóis cantam aquela melodia estranha. livros de poesias. aquela harmonia deliciosa. Deixou. matriculou-se na Universidade de Coimbra. Nascido no Recife. a despertar interesse pela defesa de ideias e de princípios. então padre. as primeiras letras com sua mãe. seu antigo mestre. que lembra a própria música portuguesa. em que permaneceu até 1909. em 1903. Ana Amélia. volta à capital pernambucana. revelador de sólida cultura humanística. quando recebeu o título de bacharel em Ciências e Letras. matricular-se no Ginásio Pernambucano. Escreve para jornais.) Do luar de Coimbra dirá: “Luz suave e evocativa a refletir sobre as águas do Mondego. melancólica. de ascendência portuguesa. beneficiando-se de decreto governamental. . No ano seguinte. jornalista Osvaldo Machado. da romântica e sublimada alma portuguesa.. entre outros. Tinha orgulho de haver sido contemporâneo de estudos do Cardeal Cerejeira. de estudos. emoldurado pelo penhasco de suas margens. os pendores literários. com Osvaldo Machado. sendo o orador da turma que teve como paraninfo o professor. de Oliveira Salazar e da primeira mulher portuguesa formada em Direito.. que se transferiram para Portugal e. onde fez o curso de Direito. em estilo leve e agradável.

Com seus suspenses. Preocupou-se muito com a data da fundação do Recife. com veemência. publica o livro de contos Taças. De estilo ao agrado da época. prestando-lhe serviços por várias décadas.. Editou-as com o nome de Podemos Renascer. Fez pesquisas e estudos comparativos para. contudo. no ano de 1957.” Contos escritos com elegância de forma e vernáculo escorreito. Os eventos dão-se nos momentos de ansiedade e com uma certa complexidade estrutural. perdida no espaço. entretanto. . cenas comoventes e sem ranço professoral. Dele disseram os editores: “O Sr. nós admiramos através da transparência da gaze que lhe envolve o corpo. no final.129 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ingressa no Banco do Brasil. envolto numa onda suave que tem a cor branca dos lírios e o perfume delicioso das rosas. escrever tese sobre o assunto e que mereceu aprovação no VI Congresso Histórico Municipal Interamericano.. como se fosse uma virgem inteiramente nua. cuja beleza. confundindo-a com as nuvens multicores que rolam silenciosas sob a abóbada celeste. Em 1925. que paira no alto. realizado em Madri. até se aposentar.) Em uma certa fase da vida. Não se descura. ao ouvir a afirmativa de ser o Recife obra do holandês. o poder que o homem tem de se conceber diferente do que efetivamente é. Hermógenes Viana faz um realismo discreto. o que lhe dá uns tons de imaterialidade. Escreveu crônicas otimistas. das letras. Reagia. (. dedicou-se ao bovarismo. mostrando que a todos que desejem e desejem firmemente assiste o direito de fazer de si próprio um ser mais perfeito.

dezembro de 1993 – n° 33.. dramas. Viana se projetou e dimensionou como a opinião de Silvino Lopes ao recebê-lo nesta mim. Diversas vezes. vidraceiro de Taças. membro da Academia Pernambucana de Letras – in Homens e Ideias – Palestra publicada pela Revista da Academia Pernambucana de Letras. É teatrólogo.” Escreveu muitas peças: comédias. costumes.” (36) Em setembro/1938.) Vivia-se o momento de prestígio do rádio que encenava peças teatrais e muitas de Hermógenes foram levadas ao ar pela nossa Rádio Clube e outras de São Paulo e a do Rio de Janeiro. destacando o estilo. A crítica lhe foi favorável.. Orlando Parahim. Manifestaram-se favoravelmente homens daqui e de além-mar. com a designação Teatro Brasileiro. Vinte. Hermógenes Viana não é o jurista. Samuel Campelo. Ano XCII. Isaac Gondim Filho. Entre outros: Nelson Firmo.FERNANDO PINHEIRO - 130 Homem Hermógenes teatrólogo. paisagem e força de expressão. altas comédias. O primeiro volume foi premiado por esta Academia com o 2° Prêmio Oton Bezerra de Melo. Aristóteles Soares. reuniu em três volumes. . 6/2/1944) tomou posse no cargo de gerente da Caixa de Mobilização Bancária e Francisco Vieira de Alencar o de ajudante de (36) ANTÔNIO CORRÊA DE OLIVEIRA. motivos. de muitas atividades intelectuais. Waldemar de Saldanha Ramiz Wright (posse no BB: 11/8/1916. Manoel Ribeiro. o Santa Isabel testemunhou os aplausos que recebeu. É Casa: “Para filósofo. falec. arte. (. nem plural. linguagem.

131 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL gabinete da Presidência do Banco do Brasil. – Retrato original inédito – p & b 23 x 17 cm. Foto n° 6 – BANCO DO BRASIL – Presidência – 1° semestre/1938 – JOÃO MARQUES DOS REIS. em custódia na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil: Foto n° 5 – BANCO DO BRASIL – Presidência – 1° semestre/1938 – JOÃO MARQUES DOS REIS. – Retrato p & b 30 x 21 cm. Foto n° 8 – BANCO DO BRASIL – Agência de Uberaba – MG – 1938 – No 1° plano. a Agência de Nova Iguaçu – RJ foi administrada. presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945). Caixa de Crédito Mobiliário de Pernambuco. A. com o olhar plácido e sereno. em seguida. trajando terno branco. Estação Experimental de Fruticultura. diretor Carteira de Câmbio (janeiro/1938 a abril/1949). examina documentos. entre outras [Revista AABB – Rio – 1939]. no “bureau” trabalho. de Tecidos Paulista. trajando terno branco. pelo gerente Augusto Eduardo Roxo Pereira [Revista AABB – 1938]. – Retrato original inédito – p & b 19 x 18 cm.. Fábrica de Papel de Jaboatão. . nos idos de 1938. presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945). Com a saída do gerente Vieira de Alencar. presidente do Banco do Brasil no período de 20/7/1963 a 31/3/1964) – Retrato original p & b 24 x 18 cm. o diretor da Carteira Agrícola vai ao Recife. Cotonifício Oton Bezerra de Melo S. Imagens/retratos originais de executivos do Banco do Brasil. Em 24/1/1939. interventor federal. Foto n° – da do 7 – BANCO DO BRASIL – Diretoria da Carteira de Câmbio 1° semestre/1938 – TANCREDO RIBAS CARNEIRO. Ele visitou a maior zona açucareira do País e diversas instituições comerciais: Fábrica de Farinha. Usina Higienadora de Leite. a convite de Agamenon Magalhães. no “bureau” de trabalho. Cia. o último sentado na poltrona à direita. NILO MEDINA COELI (mais tarde. no Bongí. no Ibura. percuciente e sábio.

foi inaugurado. o escritor Ivo Barroso. ao homenagear o patrono. o grande crítico literário paranaense que. detentor de uma ciência iniciática que se havia perdido..” (38) Mello Nóbrega sabia escrever não apenas a imensa obra que nos legou.. na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil (Cadeira n° 31. membro do Conselho Técnico de Economia e Finanças. mas os relatórios que redigia. elogiou Mello Nóbrega. na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. em setembro/1938. presidente da República [Revista AABB – Rio – 1938]. . orientando as agências e recebendo louváveis elogios da Direção Geral. enriquecendo a literatura nacional. ele se tornou de repente oportuno e atual. (38) WILSON MARTINS – Apud Discurso de posse do acadêmico Ivo Barroso. por sua vez. quando ocupava o cargo de inspetor do Banco do Brasil. patronímica de Mello Nóbrega). pelo presidente do Banco do Brasil. na solenidade presidida. no salão nobre de acionistas. lê-se: “O Brasil deposita sua fé e sua esperança no chefe da Nação. a partir de 1945. com preciosidade e elegância. o retrato de Getúlio Vargas.FERNANDO PINHEIRO - 132 Ao tomar posse. em 25/5/1999. mais tarde. quando o Modernismo se esgota como época histórica e escola artística. em sessão solene de 25/5/1999.” Usaram da palavra os oradores Aloysio de Lima Campos. Na legenda abaixo do retrato. citou Wilson Martins. espírito parnasiano na época modernista: “. Com a presença de inúmeras autoridades do Governo.

o Banco possuía 2. apos. no recinto das principais agências a exposição permanente do retrato do homenageado. apos. adotada por João Marques dos Reis. Humberto Moletta (posse no BB: 22/5/1916. No início de 1929. apos. O ritmo de crescimento da rede de agências vinha se processando lentamente. por regiões ou zonas geográficas. Em 1923 havia 70 agências em funcionamento.: 16/12/1957). a comissão os chefes-de-seção: Clarindo de Salles Abreu (posse no BB: 22/8/1908. chefiada pelo diretor Carneiro de Mendonça. Integravam. e José Maria Whitaker (1920/1922). em outubro/1938. presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945). o presidente do Banco do Brasil . diretor. Em 31/12/1932. João Ribeiro (1906/ 1909). Posteriormente. foram aceleradas as inaugurações pelo interior do Brasil. foi a nomeação.: 14/2/1955) [Revista AABB – Rio – 1938. 73 agências e em 1931. 83 agências. em novembro/1938. presidente [Revista AABB – Rio – 1938]. Somente com a gestão de João Marques dos Reis. apos.585 funcionários. ainda. a partir de 1937. Almanaque do Pessoal – 1964]. da comissão. Hamilcar José do Amaral Beviláqua (posse no BB: 9/8/1916.: 8/10/1961) e Paulo Frederico de Magalhães (posse no BB: 4/2/1918. A interiorização das agências foi realizada pelos presidentes do Banco do Brasil.133 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Vilobaldo Campos. Homero Baptista (1914/1919). e João Marques dos Reis. ao matutino Diário Carioca.: 13/3/1948). para proceder à criação de diretorias do Banco do Brasil. Medida de alto descortino. que iriam permanecer até 12/3/1979 (gestão do presidente Karlos Rischbieter). Em entrevista concedida.

Nos idos de 1956 adquire nova designação: Território Federal de Rondônia e. Por exemplo: Subagência Araxá–MG – Agência – Sede: Uberaba – MG. A carta-circular n° 472. pelo presidente do Banco do Brasil. enfatizou que a diretoria do Banco já havia autorizada a instalação de 24 subagências nos Estados setentrionais e concluiu que outras 41. com vistas a alcançar maiores benefícios. estava em vias de ser concluída. em nov. em 22/12/1981 é criado o Estado de Rondônia e instalado em 4/1/1982. àquela época localizada no Estado do Amazonas. O Decreto-lei n° 5. essas subagências receberam a designação de agências. algumas agências foram inauguradas 10. formado por algumas terras desmembradas do Amazonas e do Mato Grosso. Jorge Teixeira. criou o Território Federal do Guaporé. nos idos de 1939./1938. na mesma região. sob o comando do cel. mencionada. àquela época. 20. eram objeto de estudo. Cada subagência era subordinada a uma agência. fazia parte do Estado do Amazonas. ressaltando que a a instalação da subagência de Porto Velho. Em 1/7/1943. onde o BB criou a subagência. . o 1° governador daquele Estado. de 13/9/1943. Apesar de serem criadas.FERNANDO PINHEIRO - 134 revelou os motivos que o levaram a disseminar novas agências pelo interior do Brasil. de 23/3/1939 do Banco do Brasil divulgou a relação das 162 subagências criadas pela Diretoria do Banco do Brasil.812. 30 anos depois. Vale ressaltar que a cidade de Porto Velho. por jurisdição. e.

Cafelândia – SP (1/4/1940). Bom Conselho – PE (15/2/1964). Assu – RN (21/11/1942). Cruz Alta – RS (17/7/1942). Campo Grande – Metr. Ipameri – GO (2/7/1940). Araçatuba – SP (27/4/1942). de 23/3/1939. Cantagalo–RJ (21/2/1940). Bariri – SP (17/8/1942). Aracati – CE (3/5/1940). Curvelo – MG (2/1/1942). está mencionada a seguir: Afogados da Ingazeira – PE (20/7/1964). Carlos Chagas – MG (1/9/1942). Dom Pedrito – RS (27/7/1942). Irati – PR (4/5/1942). Alegrete–RS (1/2/1941). Codó – MA (1/12/1943). Aquidauana – MS (8/5/1940). Buriti Alegre – GO (5/12/1942). Limeira (30/11/1942). Cornélio Procópio – PR (4/1/1943). Lajeado – RS (27/9/1940). Bom Jesus do Itabapoana – RJ (27/9/1941). Colatina – ES (1/4/1940). Caxias – MA (8/5/1940). Campo Maior – PI (10/2/1940). Avaré – SP (4/9/1942). Amargosa–BA (10/6/1943). Cabo Frio – RJ (2/7/1941). Goiana – PE (7/12/1942). Governador Valadares – MG (20/1/1942). Barreiras – BA (15/3/1943). Crateús – CE (24/5/1943). Mafra – SC (21/9/1942). Aimorés – MG (21/11/1942). Estância – SE (17/4/1941). Formiga – MG (3/11/1942). Alagoinhas – BA (20/11/1941). Bragança Paulista – SP (12/2/1942). Lavras – MG (1/12/1954). Itapetininga – SP (17/8/1942). Bento Gonçalves – RS (27/4/1942). Caicó – RN (15/6/1940). Guarabira – PB (21/8/1942). Jacobina – BA (7/8/1940). Alfenas–MG (2/3/1942). Caruaru – PE (24/11/1941). Caratinga – MG (20/4/1942). Assis – SP (4/1/1943). Caetité – BA (1/3/1943). Januária – MG (22/4/1947). Canavieiras – BA (2/1/1941). Bicas – MG (30/3/1942). Ituverava – SP (1/10/1941). Cruzeiro – SP (20/11/1959). Limoeiro – PE (22/3/1943). Ituiutaba–MG (5/9/1942). Jaguarão – RS (1/3/1941). Araçuaí– MG (2/8/1941). Londrina – PR (4/3/1940). Itapira–SP (12/3/1942). Araxá–MG (11/10/1942). Anápolis – GO (14/11/1952). Maracaju – MS . Iguatu – CE 3/5/1940). Lençóis – BA (18/1/1944). Itabaiana – PB (20/1/1942).135 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL A data de inauguração das agências relacionadas na carta–circular n° 472. Camocim – CE (8/7/1940). RJ (24/5/1940).

Santo Ângelo–RS (11/9/1940). Pirassununga – SP (15/1/1942). São Mateus–ES (26/12/1942). Poções – BA (16/3/1964). Santa Cruz do Rio Pardo – SP (1/12/1942). Marabá – PA (20/5/1964). Piripiri – PI (1/7/1940). Santo Anastácio – SP (2/4/1940). Orlândia – SP (10/4/1940). Palmeira dos Índios – AL (24/8/1940). Quaraí – SP (9/3/1942). Quixadá – CE (15/6/1943). Mogi das Cruzes – SP (29/10/1951). Rio Verde – GO (7/12/1942). Serrinha – BA (9/1/1943).FERNANDO PINHEIRO - 136 (14/3/1959). Ribeirão Bonito – SP (22/9/1941). Santa Teresa – ES (10/10/1942). Novo Horizonte – SP (26/4/1940). Três Lagoas – MS (8/10/1942). Palmares – PE (7/4/1940). Patos – PB (28/7/1941). Porto Velho – RO (19/6/1939). São Borja – SP (3/7/1942). Promissão – SP (1/3/1941). Santa Cruz do Sul – RS (25/4/1942. Santarém – PA (2/7/1940). Ouro Fino – MG (17/9/1942). Santa Maria – RS (25/5/1940). Picos – PI (15/4/1944). São Gabriel – RS (25/8/1941). Passos – MG (20/7/1942). Pedreiras – MA (30/7/1943). Matão – SP (29/7/1940). Piraju – SP (12/3/1940). Sorocaba – SP (15/7/1942). Rio Claro – SP (16/3/1942). São José do Rio Pardo – SP (22/4/1942). Propriá – SE (22/4/1940). Piracuruca – PI (20/1/1944). Marília–SP (5/11/1940). Pirajuí – SP (24/12/1941). São José dos Campos – SP (6/4/1942). Mundo Novo – BA (2/3/1940). Tupã – SP (15/7/1940). São João del Rei – MG (10/1/1942). Olímpia – SP (19/1/1942). União – PI (2/8/1943). Senador Pompeu – CE (1/6/1943). Patos de Minas – MG (13/7/1942). Resende – RJ (2/7/1940). Pederneiras – SP (7/7/1942). Montes Claros – MG (15/1/1940). Monte Aprazível – SP (5/2/1941). Nova Granada (22/2/1941). Ponta Porã – MS (14/11/1940). Poxoréo – MT. Timbaúba – PE (8/9/1959). União dos . Santana do Ipanema – AL (9/2/1953). Pirapora – MG (13/5/1940). Nazaré – BA (1/6/1943). Mirassol – SP (1/4/1940). Monteiro – PB (23/2/1943).

exerceu o cargo de chefe do DEPIM – Departamento de Administração do Patrimônio Imobiliário do Banco do Brasil (12/12/1957 a 2/5/1961). obra composta por 6 volumes. passando a ser ator e autor. inteligência brilhante e orador consagrado. Iconografia em nosso poder. (comédia em três atos). é vidraceiro de Taças. Viçosa – AL (30/3/1940). de Madame Blavasky. encontra um seleto grupo de funcionários dedicados ao trabalho e.137 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Palmares – AL (27/4/1940). pois nesse ano publica a obra Taças (contos). Vacaria–RS (10/3/1942). Alcebíades França de Faria está na Agência do Recife–PE. União da Vitória – PR (30/11/1942). amantes das letras e das artes. Em março/1930. ajudante–de–serviço da Seção de Contas Correntes da Agência do Recife. dedica–se ao estudo e tradução da Doutrina Secreta. Na ocasião... Mais tarde. entre os quais. Vitória da Conquista – BA (3/7/1942) [Almanaque do Pessoal – Banco do Brasil – 1964]. Valparaíso – SP (20/4/1942). aos domingos. nas horas vagas. em peças para o teatro. como ator. . Bacharel de Direito pela Universidade de Coimbra. Portugal. Nesse ano. da qual é o tradutor. Joaquim Ignácio Cardoso. Valença–RJ (13/12/1958). depois de ter dado as melhores horas ao Banco do Brasil. Nas horas do cansaço. destacamos: Raymundo Mendes Sobral. gerente da Agência do Recife. exercendo as funções de inspetor do Banco do Brasil. Líder comunitário. conferente da Seção de Contas Correntes da Agência do Recife. publica Silêncio!. Hermógenes Viana. escreve crônicas para os jornais do Recife e atua. Desde os idos de 1925. Nos idos de 1939.

Realizada em 3/4/1939. apresentando a peça O Coração. conduzida por Ruy Carneiro. teatrólogo de notoriedade nacional. no Rio de Janeiro. inaugura a nova sede. presidente do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1939]. Contista e poeta. é transferido em cargo comissionado para instalar em.Rio – 1963. O recém–empossado diretor de câmbio volta ao Banco do Brasil. 15/7/1942.FERNANDO PINHEIRO - 138 Antônio Ferreira Rodrigues. Obra-prima: Delmiro Gouveia. notadamente frevo. por último ocupava o cargo de gerente do Banco Comercial do Estado de São Paulo. secretário particular do presidente. foi prestigiada pela presença de Arthur Souza Costa. Lourenço da Fonseca Barbosa (Capiba). Três anos mais tarde. funcionário lotado na Agência do Recife. ministro da Fazenda. na cidade do Rio de Janeiro [Revista AABB – Rio – 1939]. Francisco Magalhães Martins. Pioneiro e Nacionalista – Editora Civilização Brasileira . Um ano antes. a solenidade de posse de Francisco Alves dos Santos Filho no cargo de diretor da Carteira Cambial do Banco do Brasil. em 1942. À época. onde antes exercera o cargo de diretor Comercial (dez/1930 a nov/1931). compõe músicas populares. no Ministério da Fazenda. A cerimônia. em 16/9/1938. o Club Ginástico Português. O gabinete do diretor era constituído dos secretários: Frederico da Silva Sève (posse no BB: 13/11/1926 . nas horas vagas. de Antônio Rodrigues. interior paulista. característica musical da capital pernambucana. escriturário da Agência do Recife. a Dependência do BB em Sorocaba. contador formado pela Faculdade de Comércio e escriturário da Agência do Recife. João Marques dos Reis.

apos. Antes. agente (posse no BB: 24/6/1927. à época. veio ao mundo em 3/10/1895. 19/6/1939 – Inauguração. em São Paulo. sobressaindo–lhe a lisura e a energia em seu proceder. e despediu-se. formou-se em Direito pela Academia do Largo de São Francisco. como na administração pública (secretário estadual da Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo. no Governo de Armando Salles de Oliveira) e diretor do Banco do Brasil). apos. da 1ª subagência do Banco do Brasil (agência– sede Manaus). no adeus que acena da imortalidade. assistente (posse no BB: . e Maria Cacimira Cordovil [Revista AABB – 1939. Almanaque do Pessoal – 1964]. O matutino Correio da Manhã – edição 14/12/1966 – publicou elogio merecedor ao saudoso diretor do Banco do Brasil ressaltando o prestígio nos círculos econômicos e financeiros que cresceu durante a Segunda Guerra Mundial.: 7/5/1957) – Auxiliares: Oswaldo da Costa Dourado (posse no BB: 26/7/1923. em 1917. Natural da cidade de Mogi–Mirim. Marcelino de Oliveira. como vimos. Daysy de Souza Dantas.: 18/8/1960).: 24/9/1961) e Achilles Moreaux (posse no BB: 12/5/1927. em dignidade e prestígio. na capital paulista. tanto na Câmara dos Deputados (2 mandatos de deputado federal).: 15/1/1954). em 12/12/1966. apos. composta de 3 funcionários: Arnóbio Rosa de Faria Nobre. em decorrência da forma como soube defender os interesses nacionais.139 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL – apos. A trajetória de vida de Francisco Alves dos Santos Filho foi bastante enriquecedora. em Porto Velho. Antônio Benedicto Martins Aranha. município da jurisdição do Estado do Amazonas.

gerente. a única do Banco do Brasil existente na capital paulista. assistente da Contadoria. chefe de serviço. Roberto de Carvalho (posse no BB: 13/2/1918. Izalco Sardenberg. Raimundo Cantuária. no Salão Monte Carlo. promoveram homenagem. Durante a gestão do presidente João Marques dos Reis (30/11/1937 a 6/11/1945) é criado o Departamento de Estatística e Estudos Econômicos. apos. representante da Associação Comercial do Estado do Amazonas [Revista AABB – Rio – 1939]. Cap. nomeado inspetor da 8ª Zona.: 23/3/1948).: 11/2/1961) [Revista AABB – Rio – 1939. e Ivan D´ Oliveira (posse no BB: 28/4/1925 – apos. David Antunes (posse no BB: 12/6/1916. antigo gerente da Agência. Agência Niterói – RJ) e Theóphilo de Oliveira Muller (servente). Gerson de Almeida (posse no BB: 11/12/1913.: 1/8/1947). Almanaque do Pessoal – 1964]. ao Dr. Os funcionários da Agência São Paulo. estavam presentes: Ruy Dantas Bacellar. diretor do Colégio Dom Bosco. e os inspetores: Clarindo de Salles Abreu (posse no BB: 22/8/1908.FERNANDO PINHEIRO - 140 24/9/1934). Tancredo Ribas Carneiro é nomeado chefe do Departamento do Funcionalismo do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1939]. ainda. com base técnica [RIBEIRO. que realizou o primeiro relatório do Banco do Brasil. em 12/8/1939.: 1/3/1948). contador (posse no BB: 2/2/1918. Nos idos de 1939. apos. No ágape. apos.: 27/12/1945). apos. sob a chefia de Paulo Frederico de Magalhães. na cerimônia de inauguração as seguintes autoridades: Padre Ângelo Cerri. Genaro Pilar do Amaral. em 1/1/1962.: 13/3/1948). . 1981]. com sede em Ribeirão Preto – SP. diretor da Estrada de Ferro Madeira–Mamoré. Estavam presentes. Aluísio Ferreira. apos.

enaltecendo a vida e a trajetória de trabalho do homenageado. Durante a II Guerra Mundial. apos. e onde beber a seiva nova de sua vida. certos de que nem o tempo nem as dificuldades ambientes. encarregado da Seção da Carteira Agrícola (posse no BB: 23/5/1932. e aí temos o resultado claro da justiça que soube apor o galão de inspetor. apos. nas agências de Campinas. É o merecimento que se galardoa dos seus justos títulos. Vale ressaltar trechos do discurso de Manoel Victor de Azevedo (1898/1988). Dentre eles. radialista. .: 21/5/1962) [Revista AABB – Rio – 1939. gerente da Agência de Araguari – MG (posse no BB: 15/6/1927. jurista. Tenhamos fé. Piracicaba e Pirassununga. a partir de nov/1939. Na literatura David Antunes (novelista e romancista). Sua diretoria tem demonstrado saber encontrar nos velhos batalhadores os esteios seguros da sua atividade.: 21/1/1959). Hélio Corrêa Lima. nem as razões extemporâneas. Temos em vossa longa vida bancária um exemplo para a nossa. destacamos: Orlando Rodrigues de Medeiros. escritor. funcionário lotado na Seção do Contencioso da Agência São Paulo: “Há uma real alegria residindo em nossa opinião ao constatarmos que o prêmio do cumprimento do dever é o dever cumprido. no grande Instituto a que servimos. em São Paulo.141 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL David Antunes (1891/1969) exerceu os cargos de gerente e inspetor de serviço (5ª Zona – DG). adotou o pseudônimo de Iago Joe. deixarão de fazer justiça à própria justiça do merecimento. jornalista. foi interventor do Banco Alemão Transatlântico. portanto. Almanaque do Pessoal – 1964]. Diversos oradores usaram da palavra.

aqueles a quem o Banco tem chamado para os postos de comando. que vieram especialmente da capital paulista para o evento. Dr. e revelou sentir aumentar fé nos destinos do Brasil “que tem a ventura de cristalizar em seu seio uma gema tão perfeita quanto é nosso Banco.” O orador que o procedeu. filho de Manoel Victor. Gerson de Almeida manifestou sentir orgulho por fazer parte desta exemplar coletividade em que o Banco do Brasil reúne em torno de si. que acabais de entrar.: 1/1/1960). em 12/8/1939. ao ensejo das comemorações do 1° centenário de nascimento. na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil.” (40) Ao agradecer a homenagem recebida. funcionário do Banco do Brasil (posse: 7/11/1927. . lhe premeia o valor. Gerson de Almeida. honrando-nos com autoridade da sua experiência. mas porque lhes aplaude o caráter. Professor de Direito Processual da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Da trajetória terrena (28/05/1898 a 25/01/1988) de Manoel Victor. deputado federal (1946/1950) – Discurso proferido.FERNANDO PINHEIRO - 142 Aqui vemos nesta mesa. por Luiz Carlos de Azevedo. podemos ressaltar as palavras do ilustre Professor Luiz Carlos de Azevedo: (40) MANOEL VICTOR DE AZEVEDO. apos. Manoel Victor de Azevedo. e por Durval Ciamponi. É para essa falange gloriosa que se engalana dos louros autênticos da sua vitória conquistada através de uma jornada de dedicação e sacrifício. em dez/1998. recebeu homenagem. no Salão Monte Carlo – São Paulo – SP. em homenagem ao Dr. Gerson de Almeida. não porque se embarace nos direitos de antiguidade.

cadeiras de rodas aos necessitados. escolas. destacando-se por ser o fundador do primeiro programa de difusão do pensamento católico. entre outras. como conferencista e orador. seminários. deu-se regular desenvolvimento a uma campanha de distribuição de auxílios. a qual. o projeto que se aprovou e se converteu em lei a respeito da liberação dos bens dos . Constituinte de 1946. e pela sua voz ergueram-se igrejas. a Hora da Ave Maria. desde a crítica. muitas seriam as obras que deixou. ali permanecendo por vários anos. o seu estilo. para depois volver aos seus pagos. trabalhou no Banco do Brasil. lembrando-se. licenciando-se somente durante o período parlamentar. mais tarde. até sobrevir a aposentadoria. desde a mocidade.. O Colecionador de Sensações e Os Três Tinteiros. sempre se revelou por elegante forma literária. por várias décadas.143 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL “Desde cedo.Paulo.Paulo e de outros estados do Brasil. até a exposição histórica. Escritor e jornalista. Na verdade. era transmitida nas emissoras de São Paulo. até o ensaio. em especial. reunindo-se. como na oratória. diversificadas desde o romance. revelando o seu pendor e versatilidade para as letras.] Dele se disse que. fortaleceram-se orfanatos. foi redator do Correio Paulistano e cronista diário na Folha da Noite e Diário de S. junto ao Contencioso. levando-o a integrar várias academias de letras e institutos de S.. Católico fervoroso viu-se agraciado por várias comendas papais. como deputado federal teve atuação remarcada em inúmeras medidas de interesse social. tanto na prosa escrita. todas estas crônicas em dois livros publicados na década de trinta. [.

presidente da Federação Espírita do Estado de São Paulo (década de 90) – in Centenário de Manoel Vitor (1898/1998). concluiu: “Erguemos nossa taça de amor em sua homenagem. promovido pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. ao ensejo da realização do 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. presidente da Federação Espírita do Estado de São Paulo (década de 90). apos. o acadêmico Durval Ciamponi. o amor da Mãe Santíssima e de Jesus Cristo. por seu extraordinário labor evangélico e por ter sido um exemplo de verdadeiro cristão. ensaísta e poeta. Durval Ciamponi teve graduação em Ciências Jurídicas e Administração de Empresas. ao ensejo da realização do 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. Durval Ciamponi dedica–se em sua obra à divulgação da Doutrina Espírita. conferência apresentada em 9/12/1998. conferência apresentada em 9/12/1998. acerca da vida e obra de Manoel Victor.” (42) Nascido em 10/1/1930. ao proferir palestra. Professor de Direito Processual da USP – Universidade de São Paulo – in Centenário de Manoel Vitor (1898/1998). funcionário do BB (posse: 3/2/1954. (42) DURVAL CIAMPONI. onde exerceu o cargo de vice– presidente.” (41) Por sua vez. não só carinho e reconhecimento. em 26/8/1997. (41) LUIZ CARLOS DE AZEVEDO. Lecionou Introdução à Economia e Custos na Faculdade de Ciências Econômicas da Fundação Santo André. .FERNANDO PINHEIRO - 144 então chamados súditos do eixo. Assim prosseguiu a sua atuação política na Assembléia Legislativa de São Paulo. sob a presidência do escritor Fernando Pinheiro. da qual ocupou por várias vezes a Presidência. Tribuno de reconhecido valor.: 30/9/1977). muito mais. na cidade de Itobi – SP. mas. esperando que ele sinta de todos nós aqui presentes.

com a missa de ação de graças. e realizou palestras na Federação Espírita Espanhola. constantemente. em Brasília–DF. em Goiânia. Em 26/8/1997. Boston. na Igreja da Candelária. Em fevereiro/ 1997. e realizou uma tournée pelo Estado de Goiás. Espanha. Filadélfia. com uma solenidade . nas cidades de Anápolis. Caldas Novas. participou do Congresso Espírita do Estado de Goiás. os funcionários do Banco do Brasil promoveram as comemorações do evento que começaram. New York. Morrinhos. Miami. Itumbiara. vale ressaltar que no transcurso do 2° aniversário de administração Marques dos Reis. Durval Ciamponi disse–nos que. No Brasil. Em março/1997. no período de 1991 a 1994. onde foi criado o Conselho Espírita Internacional com o objetivo de supervisionar e coordenar o movimento espírita mundial. data em que estava de passagem pelo Rio de Janeiro. diretor financeiro. fez palestras na Federação Espírita Brasileira. celebrada pelo bispo Dom Joaquim Mamede. nos Estados Unidos. e se estenderam. em 30/9/1939.145 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em Madrid. Desde 1988. a fim homenagear o patrono Manoel Victor. Durval Ciamponi tem participado dos congressos promovidos pela Federação Espírita do Estado de São Paulo. Goiânia. Atlanta. à tarde. Manaus. Los Angeles. Durval Ciamponi participou. no Salão de Assembleias do Banco do Brasil. onde foi. nos idos de 1995 realizou palestras na Federação Espírita do Estado do Amazonas. do Congresso Espírita Internacional. vem realizando exposição de palestras pelo interior paulista. De 1994 a 1997 proferiu diversas palestras internacionais nas cidades de Washington. promovido pela Federação Espírita do Estado de Goiás. pela manhã. Retomando a narrativa anterior. em novembro/1992.

/1938 a 3/4/1939). funcionários e amigos do presidente [Revista AABB – setembro/1939]. proferiu belo discurso abordando temas relativos ao papel desempenhado pelo Banco do Brasil ao longo da História. consultor jurídico do Banco do Brasil (2/12/1930 a 24/4/1932. Em nome do funcionalismo. e desde aqueles tempos. fez uma apreciação sobre os pontos-de-vista nos quais o grande público observa a Empresa: “Em geral. limitando-se a reconhecer a integridade material de sua exemplar organização e a impecável idoneidade moral de seus dirigentes e de seu funcionalismo a ele alude apenas como . Ovídio Xavier de Abreu. que mais tarde iriam ocupar outras funções públicas. De inicio. no recinto. Tancredo Ribas Carneiro (posse no BB: 6/11/1914. No passado recente. nos períodos 1946 e 1951/1953). 1944 a 1963). Almanaque do Pessoal – 1964].: 19/12/1950). De quando em quando. a minoria de que nos falou Ribas Carneiro. apos. a opinião do grande público. Dentre as autoridades presentes. secretário de Finanças do Estado de Minas Gerais (funcionário do BB – posse: 14/2/1818. membros do Conselho Fiscal. a minoria de desinformados tenta difundir uma imagem da Empresa distorcida da realidade. apos. diretor da Carteira de Câmbio (jan. embaixador do Brasil em Portugal (1943/1945. foi a parte menos digna da imprensa e. presidente do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950) [Revista AABB Rio – setembro/1939. 1937 a 1943. ministro das Relações Exteriores.FERNANDO PINHEIRO - 146 festiva prestigiada pela presença de diretores. no passado mais remoto. podemos assinalar: João Neves da Fontoura. ressaltando os méritos de quem o dirige. segundo a Revista AABB.: 20/9/1946).

grandes reservas. imensos depósitos aplicados em vultosas operações de empréstimos. os privilégios de que se beneficia para se impor como leader das instituições bancárias do País. Na análise simplista de seus balancetes colhe esse mesmo público a falsa impressão de que simples e tranquila deve ser a direção suprema do grande Banco de depósitos e descontos que dispõe de enorme capital. as essas críticas se junta a referência malévola a seus lucros e à assoalhada facilidade com que os colhe. e assim jamais poderá compreender os laços indissolúveis que hoje ligam e confundem os interesses do Banco e do Governo. desestimam-se os seus serviços ao País. cujo maior acionista é o Governo. que são os mesmos interesses de nossa Pátria.147 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL o maior Banco nacional. tem o Governo encontrado os sólidos alicerces ao desenvolvimento de sua política econômica. silencia-se sobre o valor de seu apoio em todas as questões econômicas de vital importância para a Nação. as facilidades de que goza. coluna mestra em que assenta o bem-estar do povo. há inúmeros decênios. Na qualidade de sociedade anônima. olvidam-se as suas obrigações de caráter oficial. Desconhece o grande público que no Banco do Brasil. não raro se estribam as críticas contundentes sobre os favores de que desfruta. uma fraca minoria de maus patriotas que vivem sob o jugo de seus inconfessáveis . Ignora-se a sua organização especialíssima. com extensa rede de agências captadoras do s seus elementos de vitalidade. De longe em longe. Na sombra e à traição.

a partir da cátedra de direito civil na Faculdade de Direito.Excia. presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945). logo após.” (43) Em seguida.Excia. ao ensejo das comemorações do 2° ano de gestão de João Marques dos Reis. cultuamos o amor ao Instituto e conscientemente nos integramos em seu patrimônio moral. e depois no cargo de secretário de Segurança. em 30/11/1939. diretor da Carteira de Câmbio do Banco do Brasil (1938/1939) – in Discurso de saudação proferido. naquele Estado. . aproveita-se dessa ignorância e dessa incompreensão para mover a solerte campanha com que busca demolir o edifício. tentando em vão.Excia se entregou com ânimo inquebrantável não houvesse logrado a publicidade merecida. constantemente incentivados pelas diretorias.. Bahia. (43) TANCREDO RIBAS CARNEIRO. que.FERNANDO PINHEIRO - 148 interesses pessoais contrariados.. extremados em nossa modesta contribuição por sua vida e seu progresso. Conhecíamos nós a gestão de V. E enfatizou: “Assim se iniciou a carreira pública de V. (. inocular na opinião pública o veneno que destila. é todavia infenso. em luminosa trajetória. calculada e friamente. na pasta da Viação.) Zelando por um passado de honrosas tradições. às responsabilidades de ministro da Viação. em Salvador. porque mais elevados são seus objetivos. impôs o seu nome à Constituição de 1934. embora a grandiosa obra a que V. elevando-o.Excia. a que V. o diretor Ribas Carneiro passou a narrar a trajetória da vida pública do presidente João Marques dos Reis.

parcialmente. antecipando aqueles benefícios que seriam adotadas. ao ensejo das comemorações do 2° ano de gestão de João Marques dos Reis. houve o aumento do quadro de funcionalismo do Banco do Brasil. e inúmeras medidas de amparo social. têm o mérito de tornar ainda mais difícil esse cometimento.” (44) Em seguida. as conquistas com que nos brindaram grandes presidentes. oferecendo-nos o amparo que outras coletividades alcançaram depois de reivindicações em boa hora acolhidas pelo Governo. a incorporação de vencimentos.. . em lei e cumpridas.000 funcionários que aqui trabalham e que se encontram diretamente subordinados à orientação do seu presidente. ainda. sem perda de ganhos.) Do coração do chefe depende o governo de 4. Em consequência. por outras empresas. o orador ressaltou as etapas vencidas que colimaram em sucesso administrativo com reflexo benéfico a inúmeras classes produtoras espalhadas em toda a extensão territorial. presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945). A liberalidade dos regulamentos de que desfrutamos. a pregressa atenção aos nossos justos anseios.. com a instalação das dezenas de subagências em funcionamento e outras dezenas em instalação. (44) TANCREDO RIBAS CARNEIRO. em 30/11/1939. que no passado nos dirigiam. diretor da Carteira de Câmbio do Banco do Brasil (1938/1939) – in Discurso de saudação proferido.149 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL (. englobando a assistência a funcionárias gestantes e lactantes que estavam dispensadas a trabalhar no 2° turno.

oferecemos mais do que os nossos aplausos. porque ofertamos o que de mais nobre e puro possam conter os corações de 4. Vale conferir: “Ao homem de coração que. .) . com eles dividindo os louros de suas exclusivas vitórias.FERNANDO PINHEIRO - 150 A conduta elegante e nobre de João Marques dos Reis. ao homem que jamais deixou qualquer de nós voltar de sua audiência sem uma palavra amiga de encorajamento. mereceu ainda a apreciação de Ribas Carneiro. em 30/11/1939. nossa admiração. conserva sempre acessível o recinto de seu gabinete e o recesso do seu lar a qualquer dos seus subordinados. diretor da Carteira de Câmbio do Banco do Brasil (jan/1938 a 3/4/1939) – in Discurso de saudação proferido. à frente dos destinos do Banco do Brasil. Senhor Presidente Dr. ao homem que sabe manter a sua autoridade. a V. (. não obstante as suas absorventes preocupantes e seus exaustivos trabalhos.. confundindo-se com a massa de seus servidores. sem medir sacrifícios. . João Marques dos Reis. do que o nosso apreço.. a esse homem... presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945) [Revista AABB– setembro/1939].” (45) (45) TANCREDO RIBAS CARNEIRO. nossa solidariedade. e que lhes confia os honrosos títulos de amigos e de colegas.000 funcionários: – a nossa imorredoura gratidão. nosso acatamento.Excia. com eles rejubilando-se ou sofrendo. sem o amparo de uma frase sincera de consolo.. ao ensejo das comemorações do 2° ano de gestão de João Marques dos Reis. com eles vivendo. com eles trabalhando..

e os países por último. a Holanda. a Grécia e a África setentrional e. domínio avassalador continuou a escalada de invadindo a Noruega. do outro lado do mundo. acompanhado do trabalho de escrita da estenógrafa Colette Nilson Perdigão (funcionária do BB – posse: 4/10/1933. e aos companheiros de trabalho que os engrandecem. A ditadura totalitária foi instalada na Alemanha que ameaçou e invadiu a Áustria e a Tchecoslováquia e atacou. 2 anos depois. que anotava. no Brasil. enquanto se celebrava. o Japão. balcânicos. ao Banco do Brasil. invadindo lares. na Europa irrompe o movimento destruidor mergulhado numa onda sanguinária. as estepes estendidas da Rússia. onde foram Impulsionado pelo exemplo deletério das hordas nazistas.151 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL O presidente João Marques dos Reis proferiu. Setembro/1939. destruindo organizações. a esquadra americana ancorada pacificamente no Havaí. sem medo. em 30/11/1939. com intenso desvelo. o amor á Pátria. a Bélgica. as palavras proferidas [Revista AABB – Rio – 1939].: 6/11/1963). apos. a Polônia. sobressaindo o conhecimento perfeito de todos os assuntos pertinentes à área de atuação no cargo ocupado. o discurso de agradecimento. emitiu informações elogiosas a José Arraes de Alencar. entrando em guerra com a França e a Inglaterra. O destruição. enfrenta no domingo ensolarado de 7/12/1941. de improviso. no ímpeto de conquistar terras. expulsos. . eliminando a paz: surgiu a 2ª Guerra Mundial. alastrando a guerra que ganha dimensão mundial. O Departamento de Inspeção e Fiscalização de Agências (DEIFA). onde as paixões mais torpes eram expostas ao público.

a partir de fevereiro/1942. A propósito. vale assinalar a apreciação de Ernane Galvêas. clamando por uma declaração de guerra. multidões saíram às ruas e foram em passeata até o palácio governamental. IV – p. nessa onda avassaladora. assim. A propósito. Num ímpeto de grande indignação. uma nota oficial do Governo.A. a razão pela qual o governo brasileiro resolveu entrar no conflito mundial. através do Departamento de Imprensa e Propaganda. ocorreram 400 mortes de brasileiros quando os navios Baependi.FERNANDO PINHEIRO - 152 As águas oceânicas estavam infestadas de batalhas e. Esta. Itagiba e Araxá foram postos a pique [PACHECO. como estamos explicitando a turbulência mundial que chegou ao Brasil. Araraquara. o quadro de justificação e incitamento para uma decisão de extrema gravidade. divulgou informações sobre estes ataques. quando 14 navios de guerra foram torpedeados pela frota nazista. 1980]. . sem dúvida. Armou-se. 506 – AGGS – Indústrias Gráficas S.” (46) Os fatos externos influenciam os fatos internos. e durante o mês de agosto do mesmo ano. comentando o pronunciamento de Arthur de Souza Costa. a perfeito caráter. até no Brasil. No mínimo. Cláudio Pacheco comenta a circunstância ocorrida em agosto/1942: “No dia 18. presidente do Banco do Brasil (16/1/1932 a 23/7/1934 e ministro da Fazenda (julho de 1934 a outubro de 1945): (46) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. Aníbal Benévolo. – Rio de Janeiro – 1980.

depois da guerra. (47) ARTHUR DE SOUZA COSTA. Floriano. Rio Branco. Dizia ele. São Paulo. Cuiabá. – Rio de Janeiro) participa. afirmava que “Não se destina a intervir compulsoriamente organização econômica. Natal. unindo Rio de Janeiro. dessa integração. através da Lei de Lucros Extraordinários. Guajará–Mirim. Souza Costa falava sobre a guerra e sobre o Programa de Reaparelhamento Econômico que havia criado. ampará-la. Porto Alegre [Revista AABB – Rio – 1939]. ministro da Fazenda (jul/1934 a out/1945) Apud Conferência proferida. presidente da APEC – Associação Promotora de Estudos da Economia – in 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. Recife. Carolina. então: “Estamos envolvidos em uma guerra e temos que sofrer as consequências dessa conjuntura imprevisível. em 10/12/1998. nos idos de 1939. Marabá. Estamos providenciando a formação de reservas no País.153 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL “Em discurso pronunciado na Associação Comercial de São Paulo. Curitiba. pelo contrário. por Ernane Galvêas. Santos. Regularizamos a situação da dívida externa em forma definitiva. por inspiração de seu então assessor Octávio Gouveia de Bulhões. Parnaíba.” E referindo-se à então criada Comissão de Planejamento. mas.” (47) na a Assim como o Banco do Brasil é o elemento da integração nacional. na época oportuna. Salvador. nem pretende entravar iniciativa particular. ministro da Fazenda (18/01/1980 a 14/03/1985). em princípios de 1945. . a fim de tornar possível aos nossos industriais a renovação de seus parques. Belém. o Serviço Aéreo Condor (Sindicato Condor Ltda.

na terceira década do século XX. Aquidauana. Xapuri. gerente da Agência Codó – MA). provocadas inicialmente pelas circunstâncias da Segunda Guerra Mundial. gerente da Agência Fortaleza – CE). Uldurico de Macedo Suzart. Carolina. A imprensa divulgou a queda de alguns desses aviões em território nacional. desaparecendo e. Porto Nacional. já não havia no Brasil a aeronave JU 52. os Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul Ltda. Conceição do Araguaia. Garanhuns – PE – 1930 – Joaquim Euzébio da Rocha Carvalho. gerente da Agência Porto Alegre – RS). Santarém. Vale assinalar os funcionários que exerceram. contador. Mossoró. cobria todas as capitais brasileiras. escriturário (em 1949. de origem alemã.FERNANDO PINHEIRO - 154 Nessa época o transporte de passageiros da Condor era realizado por aviões trimotores JU 52. Nos idos de 1950. Araçatuba. gerente (posse no BB: 20/7/1917. . cargos comissionados nas agências [Revista AABB – Rio – 1935. contador. apos. Petrolina. Marabá. Manaus – AM – 1930 – José Rodrigues de Almeida (em 1949. em 1950. esse tipo de aeronave foi. Com as dificuldades encontradas na reposição das peças originais. escriturário (em 1949. Canavieiras. Aristides Moreira Alves Barcelos. Ilhéus. Guajará–Mirim. A aviação comercial brasileira sofre mudanças. 1/12/1947). Parnaíba. Wilson Nova da Costa. Almanaque do Pessoal – 1964]: Curitiba – PR – Década de 30 – Adelino Debenedicto. Caravelas. aos poucos. incluindo em seus roteiros de viagem as cidades do interior: Pelotas. Cáceres. bem como Revistas AABB– Rio – edições 1936 a 1966. Cruzeiro do Sul. Anápolis e a Ilha Fernando de Noronha [Revista AABB – Rio – 1950].

contador (posse no BB: 16/5/1916. apos. Galileu Antunes Moreira. Durval Marinho da Silva. substituto eventual do contador (em 1964. Álvaro Antão Rocha.155 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Vitória – ES – 1931 – Emanuel Taveira. gerente. contador (posse no BB: 20/1/1927. contador (em 1949. 24/8/1953). substituto do contador (posse no BB: 20/4/1921. José Moreira da Gama Lobo (posse no BB: 2/4/1918. contador. 1/5/1954). gerente (posse no BB: 25/1/1918. Adroaldo Costa Pinheiro. gerente. Salvador – BA – 1932 – Alfredo Vieira de Morais. apos. gerente da Agência Campos – RJ). gerente (posse no BB: 24/7/1919. Raul Alonso Pereira. contador. Feira de Santana – BA – 1933 – Álvaro Câmara Pinheiro. apos. falec. inspetor. Porto Alegre – RS – 1933 – Indalécio da Silva Bueno. Fernando do Rego Falcão. subchefe no DECON). Joaquim Euzébio da Rocha Carvalho. Manaus – AM – 1933 – Aristóteles de Magalhães Cordeiro. João Pessoa – PB – 1934 – Administradores: Eliezer de Oliveira. Abdias Mavignier de Araújo. gerente. contador. Alfredo Wilson Novaes. Macaé –RJ – 1934 – José Afonso da Veiga. . contador. 14/6/1949) Garanhuns – PE – 1934 – Armando de Andrade Ribeiro Dantas. 1/2/1948). gerente. Arthur Napoleão Goulart. Recife – PE – 1933 – Seraphim Barbosa Ribeiro. 15/2/1951). contador. gerente Natal – RN – 1932 – João Machado Vianna. contador. Parnaíba – PI – 1932 – Francisco Vieira de Alencar. José Carlos Magno. Anibal Ferreira de Brito. 27/7/1956). Alcindo Francisco da Rocha Wanderley. apos. gerente. falec. Aurélio Freitas.

contador. Barra Mansa – RJ – 1935 – Lafayette Valle. Macaé – RJ – 1935 – Alcebíades França de Faria. ajudante da Seção (posse no BB: 4/3/1920. contador. Itaperuna – RJ – 1935 – Franklin Veras Marques. Sebastião Machado Ribeiro. Rio de Janeiro – RJ – 27/7/1935 – Francisco de Assis Collares Moreira. gerente. 1/6/1944). gerente (posse no BB: 19/8/1921. 18/3/1952). contador. 26/1/1957). falec. Bauru – SP – 1935 – Agnaldo Florêncio. substituto eventual de contador. José de Toledo Lanzarotti. apos. Luiz de Oliveira Serra. Ruy Dantas Bacellar. 8/4/1946). inspetor da Agência (posse no BB: 18/5/1916. Mário do Canto Liberato. Roberto de Carvalho (posse no BB: 13/2/1918. gerente. Belém – PA – 1935 – Aurélio Freitas. Genaro Pilar do Amaral. nomeado gerente da Agência de Campo Grande – MS Caxias do Sul – RS – 1935 – Luiz Jansson. Teresina – PI – 1934 – Benjamin Furtado e Silva.FERNANDO PINHEIRO - 156 São Paulo – SP – Seção de Câmbio – 1934 – Renato Tiririca Guimarães. Pelotas – RS – 1935 – Adão Pereira de Freitas. gerente. gerente (gestão 1935/1939) (posse no BB: 8/11/1919. Belo Horizonte – MG – 1935 – Antônio Carlos Bastos. apos. inspetor. . Braulino Costa. gerente. gerente. contador. apos. Francisco Vieira de Alencar. substituto eventual de contador. gerente de Câmbio (posse no BB: 10/12/1923. Ilhéus – BA – 1935 – Adherbal Baptista de Figueiredo. falec. 1/2/1958). gerente. gerente da Agência (posse no BB: 3/8/1904. Itabuna – BA – 1935 – José de Mello Messias. falec. 1/8/1959). George Vannier. falec. contador. contador. Glória – Metr. gerente. 27/12/1945). contador. Parnaíba – PI – 1935 – Agnaldo Florêncio.

apos. contador. Gilberto de Oliveira. Alfredo Caldeira. Crato – CE – 1936 – Moysés Augusto Santa Maria. 9/7/1963). contador (posse no BB: 26/6/1923. José Arraes de Alencar. inspetor. contador. falec. secretário da Presidência do Banco do Brasil. Maurílio Alves Peres. gerente (posse no BB: 11/8/1919. Bagé – RS – 1936 – Alcides Gonçalves Rocha. Campo Grande – MS – 1936 – Clóvis Vaz. Carlos Bayma de Moraes. Emanuel Bittencourt Corrêa e Castro. 9/12/1955). contador. . 14/4/1951). São Luís – MA – 1935 – Virgílio Cantanhede Sobrinho. gerente (a partir de outubro/ 1935). RJ – 31/8/1936 – Aramis Dias. falec. gerente (posse no BB: 21/1/1924. Cachoeiro de Itapemirim – ES – 1936 – Bento Luiz Moreira Lisboa. Bandeira – Metr. contador (posse no BB: 20/6/1921. contador. Teresina – PI – 1935 – José Luiz de Assis. Dário Felicíssimo Gaspar. gerente (posse no BB: 13/6/1916. gerente. Barra do Piraí – RJ – 14/9/1936 – Mário Tavares da Silva. falec. contador. contador (posse no BB: 27/2/1919. contador. Uruguaiana – RS – 1935 – Evaristo de Souza Soares. Antônio Arraes de Alencar. Cauby da Silva Rego. São José do Rio Pardo – SP – 1935 – Wenceslau Lima da Fonseca. 1/8/1958). falec. contador. Abeillard Barreto. Júlio de Mattos. gerente. inspetor regional. Caxias – MA – 1936 – Alberto Brígido Borba. 6/10/1960). Varginha – MG – 1935 – Getúlio Soares Ferreira. apos. Carlitos Straude. 1/9/1946). gerente. Clóvis Castelo Branco.157 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Rio Grande – RS – 1935 – Administradores: Amaury Santos.

Álvaro Câmara Pinheiro. contador. José Rodrigues de Almeida Netto. contador. contador. contador. Rio Branco – AC – 1936 – Levy Marques dos Santos. Madureira – Metr. gerente. Jequié – BA – 1936 – Nicanor Costa Oliveira. . apos. RJ – 30/4/1936 – Mário Ribeiro de Souza. Fausto Meirelles Chaves. gerente. gerente (posse no BB: 24/6/1920. contador. São Félix – BA – 1936 – Walter José de Souza. contador. Três Corações – MG – 1936 – Evaristo Sousa Campos. Celso Corrêa Conceição. Maceió – AL – 1936 – Francisco Collares Moreira. Sobral – CE – 1936 – José Balthazar de Oliveira Serra. Manaus – AM – 1936 – José Casemiro Borges. contador. Piracicaba – SP – 1936 – Mário Brizola Ferreira. José de Souza Baêta. apos. 1/5/1954). gerente. 15/12/1950). apos. Xavantes – SP – 1936 – Attílio Pisa. gerente. Juazeiro – BA – 1936 – Oscar de Lima Buarque. conferente. gerente. contador. Parnaíba – PI – 1936 – Arthur Oliveira. Teófilo Otoni – MG – 1936 – Thales Honório de Almeida. subst. contador. gerente (posse no BB: 11/10/1918.FERNANDO PINHEIRO - 158 Ipameri – GO – 1936 – Artur Napoleão Goulart. gerente. encarregado de serviço. gerente. Porto Alegre – RS – 1936 – Indalécio da Silva Bueno. contador (posse no BB: 9/1/1928. Alfredo Almeida Fonseca. 10/1/1958). gerente. Recife – PE – 1936 – Álvaro Rocha. gerente. Christovam Oliveira Araújo. Santos – SP – 1936 – Alcides da Costa Guimarães. eventual do contador.

Blumenau – SC – 1937 – João José Cupertino de Medeiros. ajudante de contador. José de Campos Monteiro Bastos. contador. Carangola – MG – 1937 – Antônio Dias dos Santos Júnior. gerente. Theophilo Benabem do Valle. Barbacena – MG – 1937 – João Antônio Moreira. 6/4/1958). Adão Pereira de Freitas. contadores (ocasiões distintas). Oriani Maciel. gerente. . inspetor. José Braz Ventura. Fernando Falcão. gerente. Barretos – SP – 1937 – Dacílio Batalha. Araraquara – SP – 1937 – Augusto da Cunha Filho. Bagé – RS – 1937 – Mário Aguiar Motta. gerente. gerente.159 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Agência Central – DF – 1937 – Gilberto Lisboa. Romeu Freire Lima. gerente (posse no BB: 23/2/1928. contador. subst. apos. Lélio de Oliveira Vianna. gerentes (ocasiões distintas). Barcellos. presidente do Instituto Nacional do Sal). Catanduva – SP – 1937 – Antônio Halmalo Silva. Aracaju – SE – 1937 – Harim de Carvalho Borges. Cataguases – MG – 1937 – Clóvis Vaz. gerente. contador. contador. Attílio Pisa. administradores. Hercílio Gomes Corrêa. do contador. contador. Arsênio de Lemos. Joaquim Saboya Júnior. gerente. Antônio Carlos Bastos. Belo Horizonte – MG – 1937 – José Rodrigues Crespo. Cachoeiro de Itapemirim – ES – 1937 – Bento Moreira Lisboa. inspetor (em 1949. Campo Grande – MS – 1937 – Joviano Rodrigues Jardim. contador. contador. Bebedouro – SP – 1937 – Mário Machado Magalhães. contador. Cajazeiras – PB – 1937 – Aristides Moreira Alves gerente.

gerentes (ocasiões distintas). gerente. Jaú – SP – 1937 – Leocádio Ferreira Pereira. Lins – SP – 1937 – Sadi Carnot Brandão. Oswaldo Werneck Corrêa e Castro. Itabuna – BA – 1937 – Casemiro Lages. 26/4/1945). João Pessoa – PB – 1937 – Amadeu Dalia. Fortaleza – CE – 1937 – Alfredo Botafogo Muniz. Joinville – SC – 1937 – Hercílio Gomes Corrêa. Ilhéus – BA – 1937 – Oswaldo da Silva Amaral. contador. Curitiba – PR – 1937 – Adherbal Baptista de Figueiredo. gerente (posse no BB: 15/3/1917. Alberto Corumbá – MS – 1937 – Aristides Ramos. Livramento – RS – 1937 – Antônio Arraes de Alencar. falec. 18/5/1953). contador. Octávio Ribeiro de Carvalho. gerente. – Luiz Jansson. contador. Jequié – BA – 1937 – Waldemar Figueiredo. Theóphilo Carvalho. João Antônio Martins Gomes.FERNANDO PINHEIRO - 160 Caxias do Sul – RS – 1937 Brígido Borba. Maurício Rousseau. contador. Luiz Gonzaga Quites. subst. gerente. Fernando Lemos Basto. Itaperuna – RJ – 1937 – Manoel de Oliveira Araújo. contador. 17/6/1963). José Cardoso de Souza. eventual contador (posse no BB: 20/8/1924. contador. contador. falec. gerente. gerente. contador. Jacarezinho – PR – 1937 – João Cândido de Lima Filho. gerente. Floriano – PI – 1937 – Cândido Monteiro Esteves. gerentes (ocasiões distintas). gerente (posse no BB: 18/2/1918. . apos. contador (posse no BB: 17/2/1926). contador. gerente. Eliezer de Oliveira. Crato – CE – 1937 – Francisco de Assis Rodrigues. gerentes (ocasiões distintas).

Ponta Grossa – PR – 1937 – Alexandre Valvano. contador. contador. Alcebíades França Faria. gerente. apos. Parnaíba – PI – 1937 – Benjamin Furtado e Silva. Penedo – AL – 1937 – Hildegardo Dória de Mendonça. Antônio Freire Rocha. Salvador – BA – 1937 – José Moreira Gama Lobo. Presidente Prudente – SP – 1937 – Ophir Augusto Ribeiro. gerentes (ocasiões distintas). . Petrópolis – RJ – 1937 – Mário Canedo Penna. Augusto Franklin de Magalhães. Aurélio Azevedo Valente. contador (posse no BB: 17/11/1923. Antônio Dias dos Santos Júnior. Rio Grande – RS – 1937 – Emmanuel Bittencourt Correa de Castro. Recife – PE – 1937 – Hermógenes Viana. 16/1/1951). Nova Iguaçu – RJ – 1937 – Francisco Vieira de Alencar. Severino Guedes Correa Gondim. falec. Santos – SP – 1937 – Jayme Leonel. Dário Felicíssimo Gaspar. posse no BB: 11/10/1913. gerente. gerente (término da gestão: 26/4/1937). contador (posse no BB: 1/7/1919. 10/8/1947). Adão Pereira de Freitas. contador. gerente. apos. contador. Pelotas – RS – 1937 – José Drummond de Macedo. gerente (ocasiões distintas). 27/5/1953). contador (épocas distintas). Paulo de Andrade Ribeiro. gerente. contador. contador.161 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Macaé – RJ – 1937 – José Alves Motta. gerente (posse no BB: 31/12/1907. gerente. 21/10/1957). Mário de Carvalho Fontes. apos. advogado. inspetor. Francisco Gama Netto. gerente. gerente. contador. Kanitar do Espírito Santo. ajudante–de–serviço. 1/8/1960). Mossoró – RN – 1937 – Hostílio Xavier Ratton. Pedro Lima. conferente de Câmbio (posse no BB: 23/5/1928. falec.

São Luís – MA – 1937 – Henry Airlie Tavares. Ari Villa Nova Pereira de Vasconcelos. José Braz Ventura. gerente. contador. contador. gerente. gerente. apos. Uruguaiana – RS – 1937 – Américo Papaléo. Uberaba – MG – 1937 – Manoel Albuquerque Cordovil. gerente. gerente. Vitória – ES – 1937 – Severino Gondim. contador. Barra do Piraí – RJ – 1938 – Áttila Lopes Trovão. contador. gerente. Barbacena – MG – 1938 – Bruno Stolle Filho. Izidoro Neves da Fontoura. Bagé – RS – 1938 – Mário de Aguiar Motta. contador. São Paulo – SP – 1937 – Izalco Sardenberg. apos. Teófilo Otoni – MG – 1937 – Miguel Penchel. gerente. contador. Orlando Rodrigues de Medeiros. Uberlândia – MG – 1937 – Enoch Moraes de Castro. 15/9/1953). contador. Sobral – CE – 1937 – Salvador Russo. 1/7/1954). contador. subst. gerente. Orozimbo Pinto Monteiro Esteves. gerente. Três Corações – MG – 1937 – Paulo Fuhro. Clóvis Castello Branco. gerente. . contador. Teresina – PI – 1937 – Alfredo Almeida Fonseca. Affonso de Oliveira. contador (posse no BB: 9/4/1924. Taubaté – SP – 1937 – Sylvio de Oliveira Fausto. São João da Boa Vista – SP – 1937 – Fábio Pacheco Fernandes. event. contador (posse no BB: 19/5/1923. Araguari – MG – 1938 – José da Mota Cerqueira.FERNANDO PINHEIRO - 162 São Félix – BA – 1937 – Joaquim Ferreira Júnior. gerente. contador. Aurelino Teixeira Coelho. gerente. gerente (ocasiões distintas).

Glória – Metr. falec. gerente (gestão: 1936 a 1948). Mário Brizola Ferreira. Cajazeiras – PB – 1938 – José Ribamar Lopes Gonçalves. João José de Cupertino Medeiros. . gerente (posse no BB: 21/6/1926. Belo Horizonte – MG – 1938 – Severino Guedes Corrêa Gondim. contador. Renato de Abreu. Oswaldo Werneck Corrêa e Castro. contadores (ocasiões distintas). 8/3/1962). inspetor (posse no BB: 13/6/1916. Wenceslau Lima Fonseca. 17/3/1941). 24/1/1958). Bebedouro – SP – 1938 – Joel Rodrigues Blandy. Carangola – MG – 1938 – Paulo Fuhro. contadores (ocasiões distintas). Crato – CE – 1938 – Carlos Neves de Carvalho. gerente. 30/3/1959). Hostílio Xavier Ratton. contador. gerente. 14/4/1951. contador (posse no BB: 12/8/1925. Daniel Faraco. subst. gerente. apos. gerente (ocasiões distintas). apos. contador. Blumenau – SC – 1938 – Joaquim Saboia Júnior. Mário Machado Magalhães. Campo Grande – MS – 1938 – Tales Honório de Almeida. José Ribamar Castro. contador.163 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Barretos – SP – 1938 – Cid Ney Araújo. Florianópolis – SC – 1938 – João Leal de Meirelles Júnior. gerentes (ocasiões distintas). Cuiabá – MT – 1938 – Waldemar Teixeira Alves. Floriano – PI – 1938 – Abílio Soares Neto. gerente (posse no BB: 10/4/1923. Franca – SP – 1938 – Salvador Russo. gerente. contador. contador. falec. Eurico Rodrigues Palma. apos. contador. Francisco Aurélio Álvares da Cruz. Romeu de Freire Lima. RJ – 1938 – José Toledo Lanzarotti (posse no BB: 13/2/1920.

contador. Goiânia – GO – 1938 – José Alves Motta. contador. contador. Natal – RN – 1938 – Casemiro Francisco Lages. Antônio Carlos Bastos. Livramento – RS – 1938 – Joaquim Pereira de Souza. gerente (posse no BB: 15/8/1922. Manaus – AM – 1938 – Antônio Mariano Silva Gomes. Arthur Napoleão Goulart. Mossoró – RN – 1938 – Aurélio de Azevedo Valente. Cândido Pinto Monteiro Esteves. Goiânia – GO – 3/1/1938 – Vicente de Paula Carvalho Vieira. apos. Jacarezinho – PR – 1938 – Carlos Barroso de Sá. contador. Macaé – RJ – 1938 – Augusto Franklin de Magalhães. gerente–instalador da agência (posse no BB: 9/9/1924. 15/2/1951). Raymundo Araújo de Andrade. 22/6/1953). gerente. gerente.FERNANDO PINHEIRO - 164 Garanhuns – PE – 1938 – Heitor Leal. gerente (posse no BB: 24/7/1919. 12/5/1958). Áureo José da Costa Júnior. Guaxupé – MG – 1938 – Cândido Azeredo Filho. substituto do contador. Sadi Carnot Brandão. Raymundo Fernandes Gurgel. Francisco Otto Carvalho de Toledo. 23/12/1950). gerente. RJ – 3/1/1938 – Sebastião Machado Ribeiro. Modestino Merheb. contador. gerente. contador. Everaldo Santos de Bragança. contador. contador. apos. . gerente (posse no BB: 18/8/1919. subst. Lins – SP – 1938 – Tobias Severiano Silva Júnior. Ilhéus – BA – 1938 – José Casemiro Borges. gerente. José Alves Motta. Itabuna – BA – 1938 – Mozar Caetano. Henrique Alberto Medeiros. gerente. inspetor. apos. contador. apos. gerente. contador. Méier – Metr. contador. gerente. contador.

apos. Manoel da Costa Lubambo. 25/1/1961). Ponte Nova – MG – 1938 – Amadeu Dália. David Antunes. Valdemar Ângelo do Amaral. Heráclito Fernandes Raposo de Mello. gerente. contador. Penedo – AL – 1938 – Antônio Freire Hildegardo Dória Mendonça. inspetor (posse no BB: 26/1/1918. gerente. gerente. Rocha. Sobral – CE – 1938 – Ciro Lopes Gonçalves. contador (posse no BB: 5/10/1923. contador. gerente. ajudante–de–gerente. Audifax de Aguiar. 22/10/1964). Armando Carneiro da Mota. São Luís – MA – 1938 – Euclides de Arruda Matos. gerente. 15/2/1959). José Miranda de Araújo. gerente. falec. contador. gerente. gerente. Edgard Rumann Soares. contador. contador. Rio Grande – RS – 1938 – Leocádio Ferreira Pereira. Uberlândia – MG – 3/4/1938 – Orozimbo Pinto Monteiro Esteves. gerente. 1/8/1947)./1938 – Raymundo Mendes Sobral. inspetor (posse no BB: 12/6/1916. Cláudio Stockler de Lima. contador. gerente (posse no BB: 9/11/1922. Uberaba – MG – 1938 – Affonso de Oliveira. gerente. apos. Três Corações – MG – 1938 – Heráclito da Rocha Santos. Presidente Prudente – SP – 1938 – José Raul Villá. Rio Branco – AC – 1938 – Theodomiro Augusto da Silva. inspetor. Enoch de Moraes e Castro. Ponta Grossa – PR – 1938 – Antônio Dias dos Santos Júnior. . contador. Recife – PE – out. Taubaté – SP – 1938 – Oswaldo Werneck Corrêa e Castro. falec. contador.165 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Niterói – RJ – 1938 – Manoel Albuquerque Cordovil. Passo Fundo – RS – 1938 – Tobias Severiano da Silva Júnior. contador. gerente.

21/1/1959). gerente. gerente. Luiz Monteiro de Carvalho e Silva. Xavantes – SP – 1938 – Lafaiete Vale. Varginha – MG – 1938 – Gilberto de Oliveira. Blumenau – SC – 1939 – Tasso Freixieiro. apos. gerente. Araguari – MG – 22/4/1939 – Orlando Rodrigues de Medeiros. Bagé – RS – 1939 – Joaquim Pereira de Sousa. apos. contador. José Bruzzi. Orozimbo Pinto Monteiro Esteves. . contador. Vitória – ES – 1938 – João Moura. Bauru – SP – 1939 – Álvaro Maia Filho. contadores (ocasiões distintas). contador. contador (posse no BB: 1/6/1928. apos. contador. gerente (posse no BB: 28/1/1928. Belo Horizonte – MG – 1939 – Fábio de Oliveira Penna. Araraquara – SP – 1939 – Cândido Pinto Monteiro Esteves. contador (ocasiões distintas). 1/2/1950). gerente. Abelardo Gomes Parente. gerente. advogado. gerente (posse no BB: 15/6/1927. contadores (ocasiões distintas). José Augusto Lopes. apos. Eugênio Murgel Furtado. Barra do Piraí – RJ – 1939 – Menelick de Oliveira. Belém – PA – 1939 – Orlandino Baltasar do Couto. gerente. Randolpho Xavier de Abreu. contador. José da Motta Cerqueira. 1/10/1960). Bebedouro – SP – 1939 – Raul Lins de Azevedo. gerente.FERNANDO PINHEIRO - 166 Uruguaiana – RS – 1938 – Joaquim Pereira de Souza. Barbacena – MG – 1939 – João Antonino Moreira. gerente (ocasiões distintas). Adolfo Camargo de Lima Júnior. contador (posse no BB: 26/7/1919. 11/2/1950). contador. Luiz da Silva Miranda.

contador. José Alves Motta. apos. Campo Grande – MS – 1939 – Thales Honório de Almeida. Goiânia – GO – 1939 – Áureo José da Costa Júnior. contador. gerente (posse no BB: 3/11/1923. . Jequié – BA – 1939 – Domingos Telles de Miranda. 9/9/1956). contador (posse no BB: 23/5/1925. gerente. 1/12/1961). contador. contador. 23/4/1958). apos. Maurício Rousseau. apos. inspetor. Adão Pereira de Freitas. João Pessoa – SP – 1939 – João Brasil de Mesquita. Juazeiro – BA – 1939 – João Ubiratan de Negreiros. Floriano – PI – 1939 – Licínio Fontenelle Miranda. contadores (ocasiões distintas). gerente. contador. Francisco Otto Carvalho de Toledo.167 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Cachoeiro do Itapemirim – ES – 1939 – João Braga (posse no BB: 20/6/1927). falec. Virgílio Cantanhede Sobrinho. contador. Jacarezinho – PR – 1939 – Waldemar Teixeira Alves. Guaracy Antunes Carneiro. 18/8/1958). Carangola – MG – 1939 – Américo Ferreira da Rocha. subst. gerente. Abelardo Gomes Parente. contador. gerente (posse no BB: 18/2/1920. gerente. Ilhéus – BA – 1939 – Alfredo Almeida Fonseca. Campinas – SP – 1939 – Álvaro Maia Filho. Francisco Otto Carvalho de Toledo. gerentes (ocasiões distintas). Corumbá – MS – 1939 – Hildegardo Dória Mendonça. Itabuna – BA – 1939 – Mozart Caetano. gerente. gerente (posse no BB: 8/9/1925. gerente (posse no cargo: junho/1939) Guaxupé – MG – 1939 – Aurélio de Azevedo Valente. Juiz de Fora – MG – 1939 – Dacílio Batalha. José Rodrigues Crespo. apos. contador (posse no BB: 2/1/1924. 10/2/1964). gerente.

Campina Grande – PB). contador. Nova Iguaçu – RJ – 1939 – Raimundo Teodoro Alves de Oliveira. falec. gerente. 3/7/1958). Deusdédit Freitas de Almeida. Ribeirão Preto – SP – 1939 – Diomedes Bezerra de Trindade. falec. João da Costa Marques. Theodoro Augusto da Silva. Rio Branco – AC – 1939 – Heráclito Fernandes Raposo de Mello. escriturário Copacabana – DF). Recife – PE – 1939 – Joviano Rodrigues Moraes Jardim. Natal – RN – 1939 – Randolpho Xavier de Abreu. contador. Edgard Maciel de Sá. José Silva Júnior. gerente (posse no cargo: junho/1939). gerente. José Casemiro Borges. inspetor. Macaé – RJ – 1939 – Mário de Carvalho Vieira. contador. contador (posse no BB: 16/3/1925. gerente. apos. Paulo Pinto (em 1949. em substituição de Raimundo Mendes Sobral à disposição do Departamento Nacional do Café. 14/12/1953). contador. apos. contadores (ocasiões distintas). gerente da Ag. contador. 9/7/1958). Penedo – AL – 1939 – Ciro Mendes. gerente. Edgar Maciel de Sá. Nilo Papini Goes. subst. Pelotas – RS – 1939 – Joaquim Gomes da da Silva. gerente (posse no BB: 6/4/1925. Mossoró – RN – 1939 – Ciro Mendes. contador. gerente. escriturário (em 1949. . gerente da Agência Metr. eventual do contador. gerente (posse no BB: 25/4/1948.FERNANDO PINHEIRO - 168 Livramento – RS – 1939 – Joaquim Saboia Júnior. Floriano Amaro de Araújo Goes. Joaquim Pereira Musa. Manaus – AM – 1939 – Adalberto Baena Nogueira. escriturário (posse no BB: 3/3/1927. 18/2/1942). Passo Fundo – RS – 13/5/1939 – Waldemar Ângelo do Amaral.

viajando pela Pan American Airways. inspetor. 1940. contador. . gerente. gerente. o presidente do Banco do Brasil recebeu mensagem de boas–vindas de H. inspetor. New York [Originais custodiados pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]: S. Cristovam de Oliveira Araújo. Donald Campbell. José Figueiredo Frota. Waldemar Teixeira Alves. ajudante de serviço Câmbio. José de Campos Monteiro Bastos. foram endereçadas a Marques dos Reis. Diversas cartas de banqueiros. Três Corações – MG – 1939 – Alfredo Almeida Fonseca. Oct. presidente do The Chase National Bank of the City New York. José Moreira da Gama Lobo. São Félix – BA – 1939 – Joaquim José Ferreira Júnior. Flórida. Uruguaiana – RS – 1939 – Artur Neujahr. contador. gerente. 7 pm 5:15 [CAMPBELL – 1940]. Francisco da Gama Netto. sentiu-se feliz em saber da chegada aos Estados Unidos do presidente do BB e expressou votos de boas-vindas [COLT – 1940]. 1940. gerente. contador. gerente. contadores (ocasiões distintas). Taubaté – SP – 1939 – Mário Machado Magalhães. Sloan Colt.169 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Salvador – BA – 1939 – Fernando Bergstein. passada por telegrama. gerentes (ocasiões distintas). Na chegada a Miami. hóspede do Waldorf – Astoria Hotel – Park Avenue and 50th Street. Octávio Galvão Baptista. José Dias da Cunha. presidente do Bankers Trust Company – Sixteen Wall Street – New York City – October 9. via Western Union. escritas em inglês. Vitória – ES – 1939 – Casemiro da Costa Montenegro. Luiz Jansson.

1940. Gerald F. comunica que. Otto T. ocasião em que teria chance de ver algo sobre bancos ou falar com alguns executivos. do “Board of Directors”. 1940. New York. 1° vice-presidente. October 11. N. a qualquer hora. October 16. 1940 convidou-o ao almoço. para servi–lo [CARSON – 1940]. Beal. November 13. confirmou o compromisso assumido para o almoço do dia 21/10/1940 (segunda–feira). sem ter a certeza do retorno do ilustre hóspede que estava em Washington. naquele país. 40 Wall Street. Allan Sproul. em 30/10/1940. 1940. presidente do Federal Reserve Bank of New York. executivo do J. caso seja confirmada a presença do presidente do . ao presidente do BB. e deixou o horário em aberto [GOODHUE – 1940]. no dia 17/10/1940. Kreuser. em One Wall Street [WARD – 1940]. F. October 16. na semana seguinte. desejou uma permanência agradável. Abbot Goodhue. renovando convite para novo encontro no banco americano [BEAL – 1940]. DC. Henry Schroder Banking Corporation. 1940. vice-presidente do Brazilian Electric Power Company – Two Rector Street – New York City – October 9. acompanhado de familiares e colocou–se à disposição. second vice president do The Chase National Bank of the city of New York (Foreign Department).FERNANDO PINHEIRO - 170 James S. presidente do Bank of the Manhattan Company. encaminhou carta ao Waldorf-Astoria Hotel. Ward. Carson. 46 William Street New York. Harrison. presidente do Irving Trust Company. em nome de George L.Y.. Harry E. manifestou imenso prazer em convidar João Marques dos Reis para um almoço.

Carneiro de Mendonça recebeu mensagem de New York. entre eles Benedito Valadares [Retratos p & b – 24 x 19 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. New York [FRIELE – 1940]. 18 – West Street. em 16/10/1940. por motivo de viagem do presidente João Marques dos Reis aos Estados Unidos. escreveu ao presidente do BB. em nome do presidente do Chase National Bank. Berent Friele. no Downtown Athletic Club. via All America Cables and Radio. cardeal–arcebispo de São Paulo. celebrada por Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota. convidando-o a participar do jantar em honra de Leonardo Truda e da Missão Comercial do Brasil. presidente do American Brazilian Association.. terá o orgulho de poder fazer a saudação. o diretor Roberto Vasco Carneiro de Mendonça ocupa interinamente o cargo de presidente do Banco do Brasil. prestigiando a cerimônia de casamento do deputado federal Ovídio de Abreu. na presença de 3 governadores: Juscelino Kubitschek (Minas Gerais). 1940. Berent Friele está em Araxá – MG. Mais tarde. entidade criada com o objetivo de desenvolver as relações comerciais. Inc. em 22/3/1952. culturais e sociais entre o Brasil e os Estados Unidos. Em 31/10/1940. No período de 5/10/1940 a 27/11/1940. presidente do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950) com a Srtª Júlia Santos de Abreu. Sílvio Piza Pedrosa (Rio Grande do Norte) e Arnon Afonso de Farias Melo (Alagoas) e diversos parlamentares. 10 Rockefeller Plaza – New York City – October 9th.171 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL BB no encontro. em 9/10/1940. .

“Entender Marques dos Reis. 1940].FERNANDO PINHEIRO - 172 do presidente João Marques dos Reis. reunida em New York. desde os idos de 1925. sinceras congratulações pela eficiente e magnífica atuação do presidente do Banco do Brasil [MENDONÇA. em 7/12/1998. nos Estados Unidos. na condição de titular da pasta da Viação. com os demais companheiros de Diretoria. por Mauro Orofino Campos. reafirmando o grande prestigio desfrutado diante das autoridades americanas. como delegado do Brasil na 3ª Conferência Internacional de Energia Elétrica. diretor-presidente da Companhia Docas do Rio de Janeiro. contudo. promovido pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. expressando. nos idos de 1936 e. principalmente. É o entendimento . e. Naquela época. via Western Telegraph. a palestra proferida. ao ensejo da realização do 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. Enquanto isso. no mesmo dia. 1940]. com maestria. visitou o Congresso Nacional americano e. Em resposta. a convite do presidente dos Estados Unidos. convites outros de grande importância eram destinados a João Marques dos Reis. o assunto de infraestrutura no Brasil. comunicando a aprovação do crédito rotativo de US$ 20 milhões ao Banco do Brasil pelo Export Import Bank [REIS. relata. exige um esforço que ultrapassa os dados biográficos para mergulhar nas circunstâncias históricas. essa missão honrosa de João Marques dos Reis nos Estados Unidos. a João Marques dos Reis. em 1936. a Casa Branca. quando representou a Bahia na Conferência Internacional de Polícia. A propósito. Carneiro de Mendonça enviou telegrama.

a respeito da operação realizada. O sistema de concessões à iniciativa privada para os serviços públicos passava às mãos do Estado. Um homem não pode ser visto sem o seu tempo.” (48) Já de volta ao Brasil. Foy.173 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL da conjuntura que fornece a chave para a compreensão de seus atos públicos. O ministro de então. Era o tempo em que o modelo do liberalismo herdado do fim do século 19 se esgotava. Marques dos Reis. presidente da Companhia Docas do Rio de Janeiro – in João Marques dos Reis. aqui no Rio. de Amos B. vicepresidente do Chemical Bank & Trust Company. o presidente Marques dos Reis recebe carta de 9/1/1941. (48) MAURO OROFINO CAMPOS. por sua sólida formação intelectual e visão estratégica dos interesses nacionais estaria certamente compromissado com as atuais correntes de pensamento que orientam as formulações do setor de transportes no Brasil. quer como presidente do Banco do Brasil. precisamente em um Setor da Economia que hoje. que ancorou importantes etapas no processo de desenvolvimento da atividade portuária do país. E o tempo de Marques dos Reis é a era Vargas. quer como ministro da Viação. ministro da Viação e Obras Públicas (1934/1937) e presidente do Banco do Brasil (1937/1945) . [Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. por força das funções governamentais que me são cometidas – a Direção da Companhia Docas do Rio de Janeiro – estavam ocorrendo. E aqui vale o registro da profunda transformação que sofria o pensamento e a ação do Estado. com a criação do Departamento Nacional de Portos e Navegação era criada a Autarquia Federal denominada Administração do Porto do Rio de Janeiro. No nosso caso.

a Empresa possuía 139 sucursais e subagências. 261 agências em funcionamento ou em fase de instalação (inclusive a de Assunção. A fim de dirimir dúvidas quanto à primeira agência do Banco do Brasil instalada na América do Sul./1951. curtindo uma amizade antiga que vem desde os tempos em que o diretor do BB era diplomata nos Estados Unidos [Revista AABB – Rio – 1952]. elucidamos que. o banqueiro Amos Foy desembarca no Aeroporto de Congonhas – São Paulo para acompanhar. com o compromisso de . presidente do IAPI [Volta Redonda ontem e hoje – Visão Histórica e Estatística – Iconografia no site eletrônico. foi inaugurada em 22/10/1922. inaugurada em 10/11/1941). a Ata de Constituição da Companhia Siderúrgica Nacional..FERNANDO PINHEIRO - 174 Assim se passaram 10 anos. na gestão do presidente José Maria Whitaker. visita on line em 8/7/2010]. Em dez. Paraguai. a Agência de Buenos Aires. Argentina. a excursão de José Estefno. marco na indústria brasileira: o presidente João Marques dos Reis assina. Dois anos depois. o BB encerrou as atividades naquela cidade. no Salão da Câmara Sindical de Fundos Públicos. de perto. Retomando o assunto pertinente à expansão da rede de agências do Banco do Brasil. secretário da Comissão do Plano Siderúrgico. acompanhado de Trajano Furtado Reis. Em 9/4/1941. Plínio Catanhede.. No final de 1941. em 31/12/1940. diretor da Carteira de Crédito Comercial do Banco do Brasil pelo interior paulista Velhos amigos se reencontram felizes. Em 1942 foram inauguradas 62 subagências e a Agência Metropolitana Praça Tiradentes – Rio – DF [Revista AABB – Rio – 1942].

O . em solenidade presidida pelo chanceler Horácio Lafer. Paraguai. tendo em vista que a inauguração das filiais de Assunção. 1979]. a Agência do Banco do Brasil na capital argentina. Lourival Tavares de Campos. problema solucionado com o envio de móveis do Rio de Janeiro para Assunção [Revista – Boletim AAFBB n° 5 – 31/7/1958]. Maria Ângela Matilde da Costa Casanello. Paraguai (10/11/1941). No entanto. quadro de funcionários da Agência de Assunção. inspetor. O evento foi prestigiado pela presença de João Marques dos Reis. instalada. A demora para instalação da Filial foi devido à falta de mobiliário. Uruguai (5/6/1945). Dermeval Olavo da Rocha. gerente. Herman Silvestre Mendonza. a inauguração oficial ocorreu somente em 10/11/1941. Sem conotação histórica de passo pioneiro. contador e Aldo Luís Persichino. e Montevidéu. em nov/1941. já não detinha a condição de pioneirismo latino. presidente do Banco do Brasil. Orlando González Fretes. em 24/11/1959. ocorreu a inauguração simbólica da Agência de Assunção.175 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL estudar a possibilidade de reabri-la nas condições em que não se apresentassem grandes ônus [PACHECO. era constituído dos seguintes escriturários: Delfin Onésimo Ugarte Centurion. ao ensejo da viagem de Getúlio Vargas à capital paraguaia. acompanhado de Álvaro Henriques de Carvalho. ocorreram anteriormente. Vale ressaltar que em 2/8/1941. guarda–livros [Revista – Boletim AAFBB n° 5 – 31/7/1958]. como veremos mais adiante. Juan Carlos Ávila e Cristobal Aristides Cabral [Revista – Boletim AAFBB n° 5 – 31/7/1958].

subgerente Francisco Siciliano Netto. câmbio Araken Brandão Fonseca. contador Romeu José dos Santos. 17/9/1964 1953 1954 1954 1954 1955 – apos. gerente Lourival Tavares de Campos. subgerente Sylvio Martins – 11/6/1945. Isidoro Caballero Duarte. subgerente Paulo Duarte Paes. subg. a seguir. Araken Brandão Fonseca. Nelson Assis – 13/3/1943. enc. subgerente Inaugurada: 10/11/1941 1941 1941 1948 – apos. gerente Francisco Siciliano Netto. gerente Aguinaldo Gonçalves Beninatto. gerente Aloysio Portella de Figueiredo. inv.FERNANDO PINHEIRO - 176 Mencionamos. aj. inv. serv. subgerente José da Cunha Amaral. subgerente Waldir de Oliveira Pinto. contador Paulo Duarte Paes. serv. 4/9/1969 1967 . aj. contador Henrique Chevalier Mário Dulce Lyra. caixa Lourival Tavares de Campos. 8/3/1960 1959 1960 1960 1962 1963 1963 1964 a jul/1966 1966 1966 1966 – falec. contador Mário Dulce Lyra. BIP]: ASSUNÇÃO – PARAGUAI Dermeval Olavo da Rocha. subgerente Erasto Gibier de Souza. gerente Nelson Assis – 13/3/1943. 1/1/1959 1956 1956 1957 1957 1958 1958 1958 – falec. Júlio Cesar Sorera. o nome dos funcionários do Banco do Brasil que administraram aquela agência [Revista AABB – Rio. gerente Cristobal Aristides Cabral. gerente José da Cunha Amaral. encarregado de câmbio Victor Mayo Martinez. cadas. 10/4/1961 1952 1953 – apos. Almanaque do Pessoal – BB. cadastro Alfredo Dandolo Fois Franco. gerente Renato Senise.

1978 Alcir da Silva Valença. gerente 1981 Paulo Tadao Mitsui. ger–adj. 1978 Juarez Ramos Munhos. gerente–adj. subgerente 1972/1973/1976 Santo Carmello Pistorio.. gerente 20/04/1988 a 23/04/1990 Romão Braga – 1/10/1959 09/07/1990 a 14/04/1991 Anísio Leite Júnior 10/02/1992 a 16/07/1995 João Pinto Rabelo 04/05/1992 a 03/07/1994 Anísio Resende de Souza 13/06/1994 a 30/08/1995 . subgerente 1974 Heitor Stumpf – 22/9/1958. 1978 José Carlos Gouvêa Danelli. 1980/1981 José Custódio Cordeiro Neto. gerente 1977/1978 Eduardo Álvares Domingues Jr. subgerente 1980/1981 José Fernando Albano do Amarante. subgerente 1972/1973 Gilberto Pinto – 12/6/1944. gerente–adj. subgerente 1971 Clóvis Moraes da Silva. gerente–adjunto 1978/1979 Samuel Leites. gerente–adj. 22/02/1988 a 24/04/1990 Marcos Antônio de Mattos Reis 25/03/1988 a 14/04/1991 Anthony de Nardi Ferraz.-adj. ger–adj. 1983/1985 José Fernando Albano do Amarante. 1977/1978 José Carlos Gouvea Danelli. gerente 1971 Alfredo Augusto Bacellar Jr. gerente 1975/1976 Antônio Datti – 6/6/1955. gerente 1982 José Álvaro Torres Gonçalves.. subgerente 1981 Joselito Heggendorn Kuhlmann. 1983 Luiz Sidney de Figueiredo 29/10/1984 a 06/03/1989 Rogério Eduardo Schmitt 21/03/1985 a 01/02/1988 Antônio Teixeira Duarte Barboza 09/09/1985 a 11/10/1988 Bolivar Jorge Ottoni. ger–adj. gerente 1973/1974 Heitor Stumpf – 22/9/1958. ger–adj. subgerente 1971 José Nunes de Faria. ger. gerente–adj. 1976/1977 Benjamin Constant Lacerda.177 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL ASSUNÇÃO – PARAGUAI Inaugurada: 10/11/1941 Augusto Thebaldi – 22/8/1949.

Mesmo assim. com a admissão de funcionários do concurso realizado. IV – p. assinalamos os fatos importantes que tiveram influência na economia nacional: reformulação e liberação do sistema cambial. . dia após dia. o Decreto–lei n° 4.FERNANDO PINHEIRO - 178 ASSUNÇÃO – PARAGUAI Paulo César Raposo Bezerra Antônio Carlos Bizzo Lima Anísio Leite Júnior Maria Iara Azevedo Bretas José Chirivino Álvares Antônio Carlos Ramos da Silva Leo Schneiders Williams Francisco da Silva Edilson Luiz Gonçalves Brito Inaugurada: 10/11/1941 28/07/1995 a 31/01/2001 16/10/1995 a 16/08/1998 31/10/1995 a 04/04/1999 11/01/1999 a 06/03/2002 30/06/2000 a 06/05/2002 18/03/2002 a 01/01/2007 18/03/2002 a 25/04/2005 14/02/2005 a 99/99/9999 06/03/2006 a 99/99/9999 Segundo Cláudio Pacheco.396. fundação do Banco da Borracha.068. naquele ano. sem que estes. (49) Durante o período de gestão do ministro Arthur Souza Costa. em 1941. p. – 1979. criação da Lei dos Lucros Extraordinários. 105). em 1941. ou adquirissem estabilidade (Relatório apresentado aos acionistas em 30/4/1942. inclusive os de caráter técnico. o número desses trabalhadores cresceu.A. havia insuficiência de pessoal nas agências para cumprir encargos sempre crescentes. por prazo determinado e para fins especiais. os serviços de profissionais de qualquer natureza. de 29/01/1942. para 6. Veio em socorro do Banco do Brasil. se integrassem no quadro do funcionalismo. (49) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. 569 – AGGS – Indústrias Gráficas S. por tal motivo. “que autorizou o Banco a contratar.

– 1979.. revela as modificações sofridas com a SUMOC: “Deposto o Sr. em 2/2/1945. passou a denominar-se apenas de Caixa de Mobilização Bancária. destinada a exercer o controle do mercado monetário. proferiu conferência na Associação Comercial de Minas – Belo Horizonte – MG.: 1/8/1947). da SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito. em 1943. apos.” (50) Em 17/10/1942. na obra História do Banco do Brasil. inicialmente passando a ela atribuições da Caixa de Mobilização e Fiscalização Bancária. dentro da estrutura administrativa do Banco do Brasil. e subordinada ao ministro da Fazenda. abordando o tema “O crédito especializado. A propósito. que alterou em certos aspectos a organização da Superintendência. encampação da Itabira Mining Co. fundação da Usina de Volta Redonda.495 – de 28 de dezembro de 1945. em 23/2/1931. Cláudio Pacheco. suas finalidades e seus efeitos” e fez a citação do discurso proferido. Getúlio Vargas. o Governo presidido pelo Sr. 53 – AGGS – Indústrias Gráficas S. nos idos de 1950. Antônio Luiz de Souza Mello. instituição da moeda cruzeiro. diretor da CREAI (posse no BB: 16/5/1916. V – p. em consequência. José Linhares baixou o Decreto-lei n° 8.A. criação. que.179 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL mais tarde. Este outro decreto regulou parcialmente a fiscalização bancária e ampliou o poder da Superintendência para intervir na administração dos estabelecimentos bancários e até incluiu atribuição para mandar liquidá-los extrajudicialmente. transformado em Banco da Amazônia. por Getúlio Vargas: (50) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. resultando a Cia. . Vale do Rio Doce.

como veremos adiante (pp. no Relatório de 29/4/1925 à Assembleia dos Acionistas. nos idos de 1922. Paraguai – 1941 e Montevidéu. alcançado desde os tempos de ministro da Viação e Obras Públicas (1934/1937). Argentina foi reinaugurada. Uruguai – 1945.FERNANDO PINHEIRO - 180 “Mas o problema máximo. dirigida pelo gerente Barão do Rosário. básico da nossa economia é o siderúrgico. . em 17/10/1942. com a inauguração da Agência de Buenos Aires. na viagem. na 3ª Conferência Internacional de Energia Elétrica. reaberta em 8/6/1971. (51) GETÚLIO VARGAS – in Discurso proferido em 23/2/1931 – Apud O crédito especializado. Inglaterra (1891/1894). alcançou outra dimensão ao criar duas primeiras agências no exterior: Assunção. a idade do ferro marcará o período da sua opulência econômica. a ida do Banco do Brasil para o exterior. Para o Brasil. excetuando-se a Agência de Londres. de Antônio Luiz de Souza Mello – conferência realizada. na presidência de José Maria Whitaker. extinta pela Diretoria em sessão de 1/10/1924. começou. onde cumpriu elevada missão de representar o governo brasileiro. Na verdade. Mais tarde. com a presença do presidente do Banco do Brasil. em setembro/1936. A justificativa da extinção da agência portenha foi apresentada por James Darcy.” (51) Vale assinalar que o prestígio internacional de João Marques dos Reis. Argentina. a sucursal em Buenos Aires. presidente do Banco do Brasil (2/1/1925 a 16/11/1926). suas finalidades e seus efeitos. 393 a 397). aos Estados Unidos. na Associação Comercial de Minas – Belo Horizonte – MG. em 24/11/1959.

de Orlando da Costa Ferreira. publicada. Orlando da Costa Ferreira fez carreira na Agência do Recife – PE. De volta ao País. no meio de 315 participantes.. onde obteve o 1° lugar.181 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Admitido no Banco do Brasil por meio do concurso público realizado em 1942. Em março/1973. Obra de relevante importância destinada aos profissionais e pesquisadores das áreas de artes plásticas. lotado na PRESI/COTEC – Consultoria Técnica da Presidência. em 1994. estagiou e fez pesquisa na Biblioteca Nacional de Paris. 552 pp. editoração e história do livro. como bolsista do governo francês. Diplomado em Biblioteconomia em 1949. aposentou–se após ter prestado relevantes serviços. dez anos depois. sob a chefia de Fernando Monteiro. Orlando da Costa Ferreira exerceu as funções de bibliotecário do Museu e Arquivo Histórico do Banco do Brasil. Imagem e Letra. . pelos relevantes serviços que foram apreciados e enaltecidos durante a reunião destinada à elaboração dos Estatutos do Banco do Crédito da Borracha [Anotações – 1942]. Por despacho de 21/8/1942. A convite de Aurélio Buarque de Holanda participou do projeto do Novo Dicionário da Língua Portuguesa na colaboração especializada em Bibliologia e Artes Gráficas. foi comunicado a José Arraes de Alencar os agradecimentos e congratulações que o próprio presidente do BB se associou ao presidente da Comissão Especial para Regulamentação dos Acordos de Washington (Missão Souza Costa). pela Editora da Universidade de São Paulo. Nos idos de 1964. do presidente do Banco do Brasil. lecionou na Escola de Biblioteconomia da Universidade do Recife.

criada em 24/10/1951. durante 2 anos. responsável pela criação do 1° Relatório do Banco do Brasil. 8°. o presidente–fundador da AAFBB. constantes no Aviso n° 45. na cidade do Rio de Janeiro. operosidade e competência com que conduziu o encargo que lhe foi confiado – liquidação do Banco Francês e Italiano para a América do Sul”. Os idos de 1942 era também auspicioso para o funcionário Casimiro Antônio Ribeiro que tomou posse no Departamento de Estatística e Estudos Econômicos do Banco do Brasil.FERNANDO PINHEIRO - 182 Outro despacho presidencial de 11/1/1945. e o DEPIM – Departamento Imobiliário) foram adquiridos. Os 7°. a nível universitário. na gestão do presidente João Marques dos Reis. com bases técnicas (gestão do presidente João Marques dos Reis) [RIBEIRO. 1981]. “pela dedicação. ocasião em que não existia no Rio de Janeiro o curso de economia. manda anotar na fé-de-ofício de nosso homenageado os elogios do ministro da Fazenda. apenas os de Direito e Engenharia [RIBEIRO. Atualmente. de 9/1/1945. sob a orientação e a liderança do poeta João Castelo Branco de Almeida (posse no BB: 5/2/1918 – apos. nos idos de 1943. onde funcionaram as dependências do Banco do Brasil (Serviço Médico–Cirúrgico. . esses pavimentos pertencem a AAFBB – Associação dos Antigos Funcionários do Banco do Brasil. 1981]. 9° andares do Edifício Saturnino de Brito. Nesse Departamento.: 1/5/1948). Casimiro Ribeiro esteve sob a chefia de Paulo Frederico de Magalhães.

que seriam. Originalmente estavam assim distribuídas [BANDEIRA. Ephraim de Carvalho Borges (14/1/1955 a 9/5/1955) [ARAÚJO. 1986].183 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Por despacho coletivo de 22/10/1943. destacando a elegância de atitudes comprovando a bela formação moral. no Serviço de Engenharia do Banco do Brasil. assumiram o cargo de chefe do ENGEN: José Bretas Bhering (1944/1945). na gestão do presidente João Marques dos Reis. que teve a duração até os idos de 1956. Virgílio Cantanhede Sobrinho (14/3/1951 a 16/11/1951). Fernando Martins Pereira e Souza (1946/1951 e 1955/1956). no futuro. Rio de Janeiro. Em 31/7/1944. 2006]. Paulo de Mattos Pimenta (16/11/1951 a 14/1/1955). conhecido pela sigla ENGEN. Na mesma data da regulamentação (31/7/1944). ocorreu a reforma do Serviço de Engenharia do Banco do Brasil. devidamente regulamentado em 31/7/1944. a Diretoria manifestou–se favorável a confirmação de alto conceito desfrutado por José Arraes de Alencar. 4ª Residência – sede: Recife – Zona: Pernambuco e demais Estados do Norte e Nordeste. Pela ordem. 1ª Residência – sede: capital federal – Zona: Distrito Federal. Paraná e Santa Catarina. A partir de 1/3/1944. foram criadas 4 Residências. O Setor de Serviços Técnicos Diversos – TECDI . é criada a 1ª Zona de Residência. 3ª Residência – sede: Porto Alegre – Zona: Rio Grande do Sul. Espírito Santo e Minas Gerais. desmembradas em outras unidades regionais. sob a orientação do diretor Pedro Demósthenes Rache. com a sede no Rio de Janeiro. 2ª Residência – sede: São Paulo – Zona: São Paulo e Mato Grosso.

. De 1963 a 1965 reassume suas funções no Banco do Brasil. O eng. dentro do BB. e encerra as atividades em junho de 1945. 2006]. foi inaugurada. em épocas distintas. gerente. substituído. É reformada pelo Exército. Pedro Paulo Sampaio de Lacerda. chefe da Tesouraria. na Itália. com a permissão das mulheres de ingressar na carreira militar (Lei n° 3160. a Agência do Banco do Brasil. o Escritório Central da AGEFEB destinado a suprir a Pagadoria da FEB – Força Expedicionária Brasileira. adjunto. em 1976.. O quadro do pessoal era constituído de 14 pessoas. Corre o tempo. tornando–se. entre as quais. participa. o Banco do Brasil instala. a decano das mulheres militares brasileiras. Celso de Moraes Sarmento. Namir Salek. por Ernesto Luiz Greve. em 1947. Encerrado o conflito de sangue. Dez anos mais tarde. Eduardo Dreux. no posto de Major. Elza Cansanção Medeiros (1921/ 2009). promovidos a coronel e tenentes–coronéis e major [Revista AABB –Rio – 1944]. em 5/6/1945. Kleber Gonçalves Nina. no Banco do Brasil. em 1957.FERNANDO PINHEIRO - 184 absorveu os serviços da extinta 1ª Residência – Rio. Fernando Freire. Paulo Baiardo Neves e Ruy Xavier Bruno [ARAÚJO. Charles Pullen Hargreaves. salientamos: . Com cerimônia revestida de simplicidade. o Exército a dispensou e ela ingressa. Elza Cansanção retorna ao Exército nas condições de enfermeira. adjunto. em Montevidéu – Uruguai. Armando Moraes Ferreira. Nessa época. Em 2 de agosto de 1944. Dion Sales Coelho assumiu o cargo de chefe da Residência. contador. Receberam condecoração de guerra: Gastão Luiz Detsi. de 1/6/1957). da 2ª Guerra Mundial. como voluntária. durante o período de paralisação (1956/1978).

No evento de inauguração. o nome dos funcionários do Banco do Brasil que administraram a Agência de Montevidéu. telefonista. a voz feminina encontra espaços sagrados que a consagram na posteridade. ambos chefes-de-serviço. diante do microfone da Rádio Monumental de Montevidéu. Almanaque do Pessoal – BB. Uruguai [Revista AABB – Rio. No desfecho. Eleutério Proença de Gouvêa e Írlio Pessoa. escriturária [Revista AABB – Rio – 1945]. Uruguai. subgerente. a oradora ressaltou a congratulação pelo início das atividades do Banco do Brasil na praça de Montevidéu: “expresando su firme e indeclinable certeza de que ha de contribuir eficazmente. BIP]: (52) CELINA TABAREZ. Celina Pacheco Prates Tabarez. com muita classe e elegância.185 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Amadeu Dalía. Dentro do pioneirismo da memória institucional da Empresa. Antônio Gurgel Costa Nogueira. contador. gerente. Celina Tabarez. a hacer más estrecha. José Luís Tabarez. proferiu um breve e comovente discurso. caixa. la invariable amistad que une a dos pueblos forjados para la libertad y el trabajo.” (52) Mencionamos. proferido em 5/6/1945 – Revista AABB – Rio – 1945. más duradera y más firme. . a seguir. Rosa Encolado. Paulo Corrêa. O jornal La Razón do Uruguai divulgou o evento. funcionária do Banco do Brasil – Discurso de inauguração da Agência de Montevidéu.

encar. gerente Elmo de Araújo Camões. ajudante–de–serviço Wener Margiocco Boscacci. ch. caixa Ramon Osorio Sierra Azambulla. ajudante–de–serviço Írlio Otávio de Figueiredo Pessoa. ajudante–de–serviço Luiz Alberto Carluccio. câmbio Ruben Julio Vanerio Rosso. Juan Carlos Toiran Ilich. Luiz Alberto Carluccio. chefe–de–serviço Írlio Octávio de Figueiredo Pessoa. serv. 5/6/1945 – falec.–de–câmbio Albano Augusto Petry. contador Carlos Rafael D´Ávila Rocha. ch. contador Rubens Durvel Introini. encar. serv. enc. serv. inv. Luiz Alberto Esteves Leyte. enc. inv. aj. cadastro Euvaldo Dantas Motta. gerente 1945 Antônio Gurgel Costa Nogueira. câmbio Werther Teixeira de Azevedo. contador Eleutério Proença de Gouvêa. chefe–de–serviço Ruy Tavares Utinguassú. gerente Alcides Pereira da Costa. aj. cadastro Elias Enrique Sarano Baharlia. 26/7/1950 1945/1948 1945 1945/1951 1945 1949 1950 1950/1958 1951 1952 1952 1952 1952 1953 1953 1953 1954 1955 1955 1958 1958 1958 1958 1958 1958 1959 1959 1959 1959 1959 1963 . serv.FERNANDO PINHEIRO - 186 MONTEVIDÉU – URUGUAI Amadeu Dalia – 13/6/1921. ajudante–de–serviço Paul Rosat – 1/3/1937. aj. gerente Alcides Pereira da Costa. gerente Carlos Rafael d´Ávila Rocha. ajudante–de–serviço Antônio Fragomeni – 16/10/1942. câmbio Juan Carlos Toiran Ilich. subgerente Paulo Affonso Poock Corrêa. Duvar Sonaolin. ch–serviço Luís Alberto Carluccio. Haydée Sgarbi de Sordo. serv. subgerente Inaug. contador Abeillard Barreto.

gerente–adjunto Samuel Leites. ger. subgerente Néllio Alves de Mello. 5/6/1945 1963 1963 1963 1964 1967 1967 1971 1972/1973 1974 1973/1974 1975/1976 1975/1976 1976 1977/1978 1977/1979 1977/1978/1979 1977 1977/1978/1979 1978/1979 1978 1977/1978/1979 1978/1980 1979/1980/1983 1979/1980 1979/1980 1980/1981 1980/1981 1981 1981/1983 1981 1981 . subgerente Vivaldino Canabarro Maciel. gerente Albano Augusto Petry José Bezerra Cavalcanti. gerente Nabor de Azevedo Guazzelli. gerente Antenor Irineu Funtel. Eurico Gonçalves Calafete. gerente–adj. subgerente Erasmo Szpoganicz. gerente Antônio Goes de Araújo. gerente Orlando de Castro Alves. gerente Idálio de Abreu Martins. gerente Oriane Alves – 16/5/1947. gerente–adjunto Gabriel Demétrio Sosa Bermudez.197 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL MONTEVIDÉU – URUGUAI José Bezerra Cavalcanti. gerente–adj. subgerente Luís Antônio da Silva Correa. subgerente Ernani Schmitt – 18/3/1957. subgerente Inaug. subgerente Oriane Alves – 16/5/1947. Vivaldino Canabarro Maciel. gerente Dionísio Nelson Garcia. subgerente Carlos Alberto Calage Cidade. subgerente Plínio Farjalla Barbosa Cordeiro. Luís Antônio da Silva Correa. gerente–adjunto Luiz Geraldo do Nascimento. Sady Roque Grubel. gerente–adjunto Gabriel Demétrio Sosa Bermudez.–adjunto Antônio Goes de Araújo. subgerente Pedro da Cunha Beltrão dos Santos Dias. gerente–adj. gerente–adj. subgerente Antenor Irineu Puntel. gerente Gabriel Demétrio Sosa Bermudez. subgerente Gastão Luiz Fontes Van Gasse.

ger–adj. a conquista da primeira medalha. quando surge o início do ensino dentro do Banco do Brasil. na década de 1940.FERNANDO PINHEIRO - 188 MONTEVIDÉU – URUGUAI Inaug. com a presença de Adolpho Schermann (posse no BB: 16/6/1930. 5/6/1945 José Carlos de Carvalho Tinoco. prefixo PP – PCG. segundo o Comitê Olímpico: Em Londres. a Empresa estimula. secretário do COB – Comitê Olímpico Brasileiro. ainda dentro do pioneirismo. 1988 Carlos Henrique Couto Rebello. 28/07/1988 a 14/04/1991 José Américo Santos Rodrigues. fora do Brasil. chefe da Delegação brasileira em Guayaquil. E. gerente–adj. onde obteve. 1982/1983 Francisco Eugênio Rodrigues Coutinho 18/10/1983 a 02/04/1989 João Lanes Simões 18/03/1985 a 03/05/1989 Leônidas Maia Albuquerque 02/09/1985 a 14/04/1991 Mário José Soares Esteves. Equador. ainda. A delegação viajou no avião Constellation da Panair do Brasil. Segundo a Revista AABB – Rio. em Olimpíadas. 01/09/1988 a 14/04/1991 Luiz Mário de Freitas 30/03/1992 a 02/06/1996 Marcus Antônio Siani 13/07/1992 a 16/07/1995 José Antônio Cabral Sinoti 26/06/1995 a 29/02/2000 Otto Werner Nolte 08/06/1995 a 31/08/1995 Vitalino Santin 18/03/1996 a 15/03/1998 João Inácio de Andrade Lima 01/07/1996 a 07/04/2005 Vitalino Santin 25/05/2000 a 27/05/2002 Incluindo os idos de 1936. nos idos de 1948. o bronze olímpico foi para o basquete masculino. gerente–adj. apos. a 1ª conquista do campeonato sul-americano de basquete. até então. ger–adj. em esportes coletivos. a fase ligada aos esportes e à cultura. .: 18/7/1960). em 1945. o 3° lugar (basquete masculino) nos Olympic Games de Londres. chefia a delegação brasileira que mais brilhou. Adolpho Schermann.

título apropriado e reconhecido pelo presidente de honra da FIFA. Francisco Machado Gonçalves Ferreira (CREGE). nos idos de 1966. 1999]. em 27/10/1999. alegando que Schermann foi um grande idealista e batalhador na organização e difusão do esporte no Brasil [HAVELANGE. recebemos resposta calorosa que muito nos sensibilizou. 1967] Ao ensejo da remessa do convite da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil relativa à homenagem prestada. os funcionários que se encontravam em disponibilidade: Amaury Severino dos Santos (Agência Metr. São Cristovão – Rio de Janeiro). como procurador do Banco do Brasil e assessor do Síndico da Massa Falida. colega de Colégio e. Participaram ainda dos trabalhos pertinentes à Massa Falida Panair. o advogado Schermann foi liquidante de todos os escritórios da Panair do Brasil. Em papel timbrado Le Président d´Honneur da FIFA. o remetente refere–se a Adolpho Schermann um grande amigo. Paulo Rodrigues Tavares (Agência Centro – Rio de Janeiro) [Revista AABB – Rio – fev. segundo coletânea de Cídio da Silveira Carneiro e João Vieira Xavier. Décio de Freitas Rocha (CACEX). no exterior. o mensageiro dos desportos. posteriormente.189 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Por ironia do destino. . companheiro de esporte. O procurador recebeu elogios de juízes e curadores que acompanharam o processo de liquidação. ao escritor Fernando Pinheiro. a Adolpho Schermann. onde foi verificada a remessa à Massa de US$ 650 mil. endereçada ao presidente de honra da FIFA. em carta dirigida em 14/7/1999.

Funcionário–símbolo de toda a História do Banco do Brasil. vale destacar que. nos idos de 1986. Em segundo plano do pioneirismo. no cargo de chefe do Departamento da Secretaria do Banco do Brasil. recebeu referências elogiosas de Pedro Luiz Corrêa e Castro. Nos idos de 1925/1926. quando era gerente da Agência de Manaus – AM. com todas as honras merecidas. atinge o 4° lugar do ranking dos mais . anotadas em fé–de–ofício e assinaladas. à época. exemplo de competência. durante a gestão de Camillo Calazans de Magalhães (18/3/1985 a 8/3/1988). presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945). presidente do Banco do Brasil. diretor da Carteira de Câmbio. José Arraes de Alencar (1896/1978) foi empossado em 17/7/1945. com Adolpho Schermann. em 5/1/1946. apesar de pouco tempo na Presidência. Corrêa e Castro.FERNANDO PINHEIRO - 190 Vale ressaltar que Marques dos Reis. retidão e caráter. no Estádio do Botafogo – Rua General Severiano – Rio de Janeiro [Revista AABB – Rio – 1938]. sendo grande incentivador dos esportes no quadro do funcionalismo. a imagem de pioneirismo dos esportes no Banco do Brasil pode ser dividida. com promoção de Torneio de Futebol – Taça João Marques dos Reis. pelo médico Manoel Guilherme da Silveira Filho. Em 1991 o patrocínio dos esportes se consolida a nível de institucionalização que passa a ter orçamento próprio. exerceu o cargo de ministro da Fazenda (22/10/1946 a 10/6/1949) e. o Banco do Brasil inicia o patrocínio esportivo destinado à seleção brasileira de vôlei (masculino e feminino).

Tendo em vista a autorização contida no Art. antecedido nessa colocação honrosa apenas por Lisboa Serra. José Vieira Machado assume o cargo de diretor–executivo da SUMOC na gestão que dura até 8/2/1951. em 31/10/1945. assinou. presidente do Conselho da entidade recém–criada. sob o manto protetor da CNC que fôra incumbida de organizá-lo e administrá-lo em todo o País. Nesse governo transitório foi criada a Comissão Nacional de Sindicalização.293. a CNC – Confederação Nacional do Comércio foi reconhecida.739. Na parte legal.068. graças à participação direta do antigo diretor do BB. de 2/2/1945. Dois meses mais tarde. mediante o Decreto n° 20. Em 5/2/1945.191 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL importantes presidentes. em 10/1/1946. o ministro Arthur de Souza Costa. é criado o SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. Após o mandato de diretor do Banco do Brasil (1937/1944). mediante o Decreto–Lei n° 8. presidente–fundador do BB (5/9/1853 a 15/1/1855). em conjunto com o presidente João Marques dos Reis. em 30/11/1945. 7 do Decreto–Lei n° 7. Em consequencia. essa Superintendência teve ainda os seguintes diretores– . José Maria Whitaker (20/12/1920 a 27/12//1922). o contrato celebrado entre o Ministério da Fazenda e o Banco do Brasil [Diário Oficial da União – 15/2/1945]. o cargo de ministro do Trabalho (governo José Linhares). Carneiro de Mendonça assume. que criou a SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito. nascia no Brasil a organização dos sindicatos. João Marques dos Reis (30/11/1937 a 6/11/1945). Ao longo de uma década. como entidade sindical.

Em 9/4/1941. Docas de Santos e do Banco Boavista. que já demonstrava ser grande empreendedor à frente da Cia.FERNANDO PINHEIRO - 192 executivos: Walter Moreira Sales (22/2/1951 a 8/5/1952). Prudente de Moraes Neto (17/5/1955 a 18/10/1955). Octávio Gouveia de Bulhões (31/8/1954 a 17/5/1955). . Nesse mesmo dia. Com quase 8 anos á frente dos destinos do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945). Com a saída de Guilherme Guinle. Raulino de Oliveira assume a CSN. o presidente da República. ao ensejo da criação da CSN – Companhia Siderúrgica Nacional. João Marques dos Reis despediu-se da Presidência. Egídio da Câmara Sousa (8/5/1952 a 19/9/1952). magnânimo. Guilherme Guinle fôra nomeado pelo presidente Getúlio Vargas para presidir a Comissão Executiva do Plano de Siderurgia Nacional (Retrato em grupo – Iconografia da obra Edmundo de Macedo Soares e Silva – Um Construtor do Nosso Tempo – p. em março/1940. data em que era realizada a sessão de Diretoria presidida pelo diretor Antônio Luiz de Souza Melo. 89 – Depoimento ao CPDOC – Fundação Getúlio Vargas – Rio de Janeiro – 1998 – Organizadoras: Lúcia Hippólito e Ignez Cordeiro de Freitas) – 172 pp. Inar Dias de Figueiredo (18/10/1955 a 12/3/1956). Guilherme Guinle assumiu o cargo de presidente do Banco do Brasil (6/11/1945 a 22/11/1945). nomeia Guilherme Guinle para o cargo de presidente da CSN. Rico. educado. Getúlio Vargas. Il. Anteriormente. em 7/11/1945. em 6/11/1945. presidente da CSN para ocupar o cargo de presidente do Banco do Brasil. foi um dos construtores da riqueza nacional. José Soares Maciel Filho (19/9/1952 a 31/8/1954).

pois ocupa. antes mesmo da criação. Manoel Guilherme da Silveira Filho. o Serviço Médico foi desaparecendo. antigo presidente (11/9/1929 a 24/10/1930). O dia 6 de novembro de 1945 é auspicioso para o funcionário Antônio Luiz de Souza Mello. assistência dentária na Direção Geral). ele pertence à grei dos benfeitores do funcionalismo do BB. 22/11/1945 – De volta à Presidência do Banco do Brasil. em 27/1/1944. da CASSI – Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. Com a aproximação crescente da CASSI junto ao BB. industrial. Em termos humanitários. ocorridas em situações distintas: uma bastante longa (João Marques dos Reis) e a outra bastante curta (Guilherme Guinle). ao criar o Serviço Médico. na 1ª gestão (11/9/1929 a 24/10/1930). Nesse dia. dirige a reunião de Diretoria. Guilherme da Silveira e Guilherme Guinle) – assinala a reorganização do serviço médico–cirúrgico que ampliou diversos benefícios (clínicas médicas.193 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL 1945 – convergindo no mesmo cenário 3 ilustres presidentes do Banco do Brasil (João Marques dos Reis. prestigiada pela presença do ex–presidente do BB [Galeria de Presidentes do Banco do Brasil – 1854/2004 – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. . O mês de novembro/1945 marca o término de 2 gestões presidenciais no Banco do Brasil. médico e desportista. serviços de laboratório. sede do clube Bangu. destacado homem na sociedade carioca. o cargo de presidente do Banco do Brasil. Atualmente não existe mais. O nome do “Estádio de Futebol Moça Bonita” ou “Estádio Guilherme da Silveira”. em caráter interino. foi prestado em homenagem à família do presidente.

dentro do próprio Banco. Gudesteu de Sá Pires.030 e 10. .FERNANDO PINHEIRO - 194 A 2ª gestão do presidente Guilherme da Silveira. na vida particular. (53) (53) GUILHERME DA SILVEIRA. Vilobaldo Machado de Souza Campos. atividades artísticas e culturais e. José Vieira Machado. patrono da Cadeira n° 21 da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Com o valor reconhecido do Banco do Brasil que enalteceu os predicados de ordem moral e técnica e os dotes intelectuais e culturais de José Arraes de Alencar que publicou o Vocabulário Latino. no período de 24/11/1945 a 2/6/1949. o presidente no despacho RESOLVO autorizou inscrever: “. Dentre tantas outras ocorrências salutares.031. salientamos um caso especial em que o reconhecimento oficial veio registrado nas Anotações n°s 10. É bom salientar que a Empresa nunca menosprezou os funcionários competentes que tiveram.. presidente do Banco do Brasil (11/9/1929 a 24/10/1930 – interino) e (22/11/1945 a 2/6/1949) – in Cópia da fé–de–ofício de José Arraes de Alencar. Hamilcar José do Amaral Beviláqua. que contém o RESOLVO [Ato de 5/1/1946] do presidente Guilherme da Silveira. teve a participação dos seguintes diretores: Alberto de Castro Menezes. Pedro Demósthenes Rache.. manifestaram inteligência e capacidade na comunicação oral e escrita com que eram distinguidos em elevados cargos. proficiência e dedicação”. Superintendente: Pedro de Mendonça Lima [Almanaque do Pessoal – 1948] . que durante a minha 1ª Presidência do Banco do Brasil lhe confiei missões da mais alta relevância das quais se desempenhou com honradez. Jorge de Toledo Dodsworth.

Jorge de Toledo Dodsworth.: 19/4/1948) é bastante auspiciosa. Hamilcar José do Amaral Beviláqua. Pedro Demósthenes Rache. o Banco do Brasil. com justiça peculiar da Diretoria e da Presidência. Superintendente: Pedro de Mendonça Lima [Almanaque do Pessoal – 1948] . A 2ª gestão do presidente Guilherme da Silveira.195 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Antes mesmo de ingressar no Banco do Brasil. e gerente–instalador da Agência Teresina – PI. José Vieira Machado. Campina Grande. nos idos de 1944. gerente da Agência de Manaus – AM (1925/1927). depois removido para Natal. 1945. José Arraes de Alencar era gerente e co–redator do Jornal de Ilhéus e professor particular do idioma francês – método Berlitz. 1975]. secretário de gabinete (1930/1934) do diretor BB. mediante concurso realizado no Rio de Janeiro (600 candidatos inscritos e 80 aprovados). teve a participação dos seguintes diretores: Alberto de Castro Menezes. . mantendo o então elevado nível de padrão de vida dos funcionários. 1975]. Em decorrência do crescimento do custo de vida. concedeu vários aumentos de remuneração de salários. desde o início: contador. Vilobaldo Machado de Souza Campos. na Agência de Ilhéus – BA. apos. na cidade de Ilhéus [ALENCAR. gerente da Agência de Fortaleza (1927/1928). lente do Colégio Diocesano São José (1916/1917). A carreira profissional de José Arraes de Alencar (posse no BB: 6/2/1918. gerente da Agência de São Luís – MA (1928/1930). Gudesteu de Sá Pires. 1946. no período de 24/11/1945 a 2/6/1949. inspetor (1934/1945). chefe do Departamento de Secretaria (17/7/1945 a 17/4/1948) [ALENCAR. Leonardo Truda. em 6/2/1918. gerente da Agência do Recife (1930/1932).

13. autor da História da República Brasileira (vol. conhecido como Plano SALTE. na variedade de suas origens e formas. o ministro Gastão Vidigal. p. na obra Presença (p. pela primeira vez na nossa história. de imediato.FERNANDO PINHEIRO - 196 Em 1946. Funcionário do Banco do Brasil.” o embaixador Hugo Gouthier. mencionamos: “estimular e amparar a produção. com a entrada no poder do Governo do general Eurico Dutra (31/1/1946 a 31/1/1951). aplausos unânimes em todo o País.. no qual consta a elaboração de um plano econômico-financeiro que recebeu. vale ressaltar a citação de eminentes intelectuais: o escritor Hélio Silva.” No entanto. uma obra de saneamento e recuperação. no período 22/7/1910 a 14/9/1931. ao Jornal do Commercio – edição 11/8/1946. O combate à inflação e a expansão econômica eram os assuntos primordiais na pauta do Governo. viu-se defrontado com o desafio em realizar. apresentou ao presidente da República um relatório relativo ao exercício de 1946. 29). . principalmente a agricultura e a indústria. Em entrevista concedida. ministro da Fazenda (22/10/1946 a 10/6/1949). na área econômica. A propósito. afirma: “. Pedro Luís Corrêa e Castro. ressalta que “esse planejamento administrativo. Dentre os quais. de imediato. marcara o início do mandato do presidente Eurico Dutra. 77) – Editora Record – 1982. divulgou os propósitos para alcançar semelhante desiderato. as classes produtoras não encontram no plano econômico uma realização que viesse concretizar seus anseios.. referindo–se ao citado Plano.

197 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL pensava–se na solução programada dos saúde. com a presença de Eurico Gaspar Dutra. quando é substituído. 157. presta um elogio a um funcionário do Banco do Brasil. Raulino de Oliveira. 1998 – p. presidente da República. (54) EDMUNDO DE MACEDO SOARES E SILVA – Um Construtor do Nosso Tempo – Depoimento ao CPDOC – Fundação Getúlio Vargas – Lúcia Hippólito e Ignez Cordeiro de Farias (organizadoras) – Rio de Janeiro – Iarte Impressos de Arte. e de Edmundo de Macedo Soares e Silva.” (54) A carreira de José Fernandes de Luna no Banco do Brasil inicia–se em 31/3/1945 e começa a adquirir destaque. em 1972. gerente da GECAM para a gerência da Agência em Londres. ministro da Viação e Obras Públicas. alimentação. presidente da CSN. em maio/1966. por Antônio Fragomeni. um dos antecessores de Edgardo Amorim Rêgo na GECAM – Gerência de Operações de Câmbio – Direção Geral: “Meu chefe de gabinete foi José Fernandes de Luna. transporte e energia. burocrata. Luna assumiu o cargo de gerente da GECAM durante o período 1971/1972. no cargo de chefe de gabinete de Charles Pullen Hargreaves. ministro da Indústria e Comércio (governo Costa e Silva). com a saída de Eduardo de Castro Neiva. em 12 de outubro de 1946. que substituiu o diretor Luiz Biolchini. diretor da Carteira de Câmbio. Nos idos de 1971. .” problemas de A inauguração oficial da Usina de Volta Redonda ocorreu. mas muito sério. muito competente. Edmundo de Macedo Soares e Silva. ele me substituía quando eu viajava.

em 30/4/1947. seguida por seus pares da Diretoria. NILO MEDINA COELI (mais tarde. em 8/10/1948. em época natalina. desde 1937 na gestão de Marques dos Reis. de terno branco. . do cálculo de aposentadoria sobre o pagamento mensal resultante da média dos proventos totais relativos ao triênio anterior à data da aposentadoria aos funcionários com 50 anos de idade e 30 de serviços. de 17/12/1949.FERNANDO PINHEIRO - 198 O Banco do Brasil. Vale assinalar as imagens custodiadas pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil: Foto n° 9 – BANCO DO BRASIL – Agência Barretos–SP – 2° semestre/ 1941 – No 1° plano. na gestão de Guilherme da Silveira: a aprovação na Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas. ele veio a ocupar o cargo de presidente do Banco do Brasil – 20/7/1963 a 31/3/1964) – Retrato original p & b – 24 x 18 cm. a Agência Aimorés – MG. e em 8/11/1945. Esse cuidado em zelar pelo elevado padrão de qualidade recrudesceu. A iniciativa partiu do funcionário Hamilcar Beviláqua. o funcionário Nilo Medina serve na Agência de Barretos – SP. com intensa força. e antes da criação do abono de Natal surgida na Lei n° 974. recebe a visita do inspetor Alcebíades França de Faria. no mínimo. No 2° semestre/1941. já concedia aos funcionários. Vale ressaltar outro benefício. o pagamento de salários em dobro. sob o comando do gerente Nilo Medina Coeli e do contador José Gaspar de Oliveira. em plena função do cargo de diretor do Banco do Brasil. pelo prazo de 6 meses. o 2° da esquerda para a direita. e aprovada pelo presidente Guilherme da Silveira [Revista AABB – Rio]. assegurada ao servidor que tivesse 25 anos de serviços ininterruptos. na reunião de Diretoria ao instituir a licença-prêmio.

sentados: ALCEBÍADES FRANÇA DE FARIA. trabalhando em agência do Banco do Brasil. e o 3°. NILO MEDINA COELI. o 2° da esquerda para a direita. antes mesmo que fosse criada. o 6° da esquerda para a direita. Nessa década. entre outros. contador. inspetor (mais tarde. Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. DÉCIO DE FREITAS ROCHA.199 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Foto n° 10 – BANCO DO BRASIL – Agência Aimorés–MG – 8/11/1945 – Da esquerda para a direita. Cid Ney de Araujo Bretas. gerente da Agência (mais tarde. Como prova documental (retrato/imagem). na década de 40. ALOÍSIO PAPINI GÓES. a Assessoria Jurídica Regional em todo o território nacional. ele veio a ocupar o cargo de presidente do Banco do Brasil. Waldemar Balalai de Carvalho. advogado do Banco do Brasil (8/9/1945 a 11/2/1948). FABER ALVES DE ARAÚJO. presidente da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil – 19/3/1949 a 30/4/1952). chefe–de–serviço – CREAI. MÁRIO LÚCIO CORREA. De pé: LUIZ GONZAGA DO NASCIMENTO. 20/7/1963 a 31/3/1964). ele veio a ocupar o cargo de presidente do Banco do Brasil – 20/7/1963 a 31/3/1964). ele iria se notabilizar como juiz e presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro [Revista AABB – Rio]. gerente. De pé. advogado do BB. na mesma ordem. . Posteriormente. – Retrato original p & b – 24 x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. – p & b – 17 cm x 12 cm. podemos salientar a presença de advogado. gerente (mais tarde. GABRIEL DOS REIS JUNQUEIRA e RUY DO NASCIMENTO. presta relevantes serviços a CAMOB – Caixa de Mobilização Bancária e a SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito. contador e Atílio Pisa. JOSÉ GASPAR DE OLIVEIRA. Carlos Luiz Bandeira Stampa. ROMEU RIBAS ESTEVES. ABNER DE FREITAS COUTINHO. Em Barretos – SP. Foto n° 12 – BANCO DO BRASIL – Agência Santa Cruz do Rio Pardo–SP – 2° semestre/1946 – Retrato em grupo – No 1° plano. Nilo Medina Coeli. NILO MEDINA COELI. em décadas posteriores. de lenço branco no paletó.

o Alto da Boa Vista. A jurisdição da Agência se estendia até o Largo da 2ª Feira. inicialmente. . entre outros [Revista AABB – Rio – 1948]. gerente (posse no BB: 12/7/1923 – apos. contador. com a presença do presidente Guilherme da Silveira que se fazia acompanhar de Aluízio Fragoso de Lima Campos. Pedro Mendonça Lima. contador (posse no BB: 1/9/1932. Botafogo. no Distrito Federal. Francisco Vieira de Alencar. apos. e de Mário Bento Castanheira. instalada. chefe do gabinete da Presidência.FERNANDO PINHEIRO - 200 À disposição do Itamarati. João Cândido de Andrade Dantas. Tijuca. Em março/1948. nos idos de 1945/1946. e os executivos lotados em diversas áreas da Empresa: José Toledo Lanzarotti. o funcionário Olinto Pinto Machado. e Edgard Rumann Soares. em 26/2/1948. a chefia de gabinete do diretor da SUMOC é ocupada por Alfredo Lopes da Costa Moreira [Revista AABB – Rio – 1948]. chefe da IAMET – Inspetoria de Agências Metropolitanas [Revista AABB – Rio – 1948]. Mário Pereira das Neves. o presidente do Banco do Brasil prestigiou a inauguração da Agência Metr. sob a direção de Aníbal Alexandrino do Amaral Beviláqua. gerente. superintendente. integra a delegação do Brasil junto ao Comitê Executivo da ONU [Revista AABB – Rio – 1945]. Ao ato de inauguração estavam ainda presentes Arthur Veras. na Rua Voluntários da Pátria. A Agência Metr.: 25/8/1953). Nos idos de 1948. José Bonifácio Gomes de Castro. 449. foi inaugurada. abrangendo ainda as cercanias do Engenho de Dentro [Revista AABB – Rio – 1948]. a pedido do ministro Leão Veloso.: 10/10/1962).

o Banco do Brasil cria a “Seção de Custódias”. já existia [Revista AABB – Rio – 1948]. é instalado o Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo. em 17/4/2001. Delton de Mattos da Silva. na Biblioteca Municipal de São Paulo. proferida na Agência de São Paulo. Em outro evento da época. Nesse mesmo local da capital paulista (Rua Álvares Penteado. Afonso Penna Júnior.201 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Nos idos de 1948. de Ruben Meyer (posse no BB: 31/8/1933 – apos. oriunda do setor denominado “Cofre” que integrava a “Seção de Valores e Procurações”. presidida pelo inspetorgeral do BB. inspetor-geral em São Paulo [Revista AABB – Rio – 1948]. lotado naquela agência. consultor jurídico do Banco do Brasil (1932/1937). Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. profere a conferência “A poesia de Olavo Bilac”. ministro de Estado da Justiça (1925/1926). funcionário do Banco do Brasil (posse: 22/3/1944 – apos. Desde 1936.” [Revista AABB – Rio – 1948]. . À frente da mesa. o Banco do Brasil promove a apresentação da palestra “A influência do dólar na nossa civilização”. consultor jurídico da SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito (1948/1951) é recebido pelo marechal EURICO GASPAR DUTRA. 112).: 13/1/1964). havia um buquê de rosas vermelhas e um cartão: “Um jardim que inspirou Bilac homenageia a reunião desta tarde. nos idos de Foto n° 119 – PALÁCIO DO CATETE – Rio de Janeiro – 1948 – Ao centro AFONSO PENNA JÚNIOR. dos 1948: Imagens/retratos que engrandecem a cultura funcionários do Banco do Brasil. presidente da República.: 1/1/1961). diretor da Carteira de Liquidações do Banco do Brasil (1930/1931). o depósito de títulos e valores. sob custódia. Nesse ano. A mesa dos trabalhos foi presidida por João Pacheco Fernandes.

Naquele ano. de terno listrado. profere o discurso de posse no cargo de ministro da Fazenda (interino). funcionário do Banco do Brasil. Foto n° 121 – MINISTÉRIO DA FAZENDA – 28/9/1948 – Diante do microfone. solteiro. Em janeiro/1949. o 5° da esquerda para a direita. de terno branco. Mesa presidida pelo inspetor JOÃO Foto n° 123 – BANCO DO BRASIL – Agência Santa Cruz do Rio Pardo– SP – 1948 – No 1° plano. o escritor Mello Nóbrega (Humberto Galiano de Mello Nóbrega) é designado inspetor do Banco do Brasil. o Banco do Brasil continuava acumulando funções delegadas pela União. diante da PACHECO FERNANDES. era membro da Comissão de Estudos Econômicos do Senado Federal. O escritor Cláudio Pacheco menciona essa observação: . profere a conferência As Brasileiro. Na 2ª gestão do presidente Manoel Guilherme da Silveira (24/11/1945 a 2/6/1949). NILO MEDINA COELI (mais tarde. láurea compartilhada com Cecília Meireles (poesia) [Revista AABB – Rio].FERNANDO PINHEIRO - 202 Foto n° 120 – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – Rio de Janeiro – DF – 12/4/1948 – AFONSO ARINOS DE MELO FRANCO. Eram decorridos 10 anos que ele tinha recebido premiação na Academia Brasileira de Letras pela publicação da obra Olavo Bilac (crítica) – 1939. licenciado para exercer o cargo de deputado federal. origens do Constitucionalismo Foto n° 122 – BANCO DO BRASIL – Agência de São Paulo – SP – 2° semestre/1948 – Retrato em grupo – Em pé. RUBEN MEYER profere a palestra Influência do dólar na nossa civilização. atuando na 14ª Zona de Inspeção. advogado do Banco do Brasil. ele veio a ocupar o cargo de presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964) – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. OVÍDIO XAVIER DE ABREU.

em virtude de anormais retiradas de depósitos. desde 22/11/1945. diretor que permaneceu no cargo na gestão do presidente Ovídio Xavier de Abreu. controle e liquidação de bens de súditos dos países que estiveram em guerra com o Brasil. foi assinalada a preponderância das operações do Banco que se relacionavam com o governo federal. – operações especializadas de assistência ao comércio exportador e importador. a que temos foram nesse ano assim relacionados: – agente financeiro da União (recolhimento das receitas. mediante o serviço de licença prévia. – agente financeiro da Caixa de Mobilização Bancária. em 02 de junho de 1949. – operações de defesa de mercados de produtos agrícolas”. . por Pedro de Mendonça Lima (2/6/1949 a 29/7/1949). abertura de créditos e movimento de fundos por todo o território nacional). dentro de um verdadeiro molde de Banco oficial. – controle das exportações e importações.A. – Rio de Janeiro – 1980. para assumir o de ministro da Fazenda (1949/1951). que tem por finalidade proporcionar empréstimos especiais a Bancos cujos encaixes tenham caído de nível. das operações de câmbio em todo o País. por conta do Governo Federal. – operações de redesconto bancário. substituído. interinamente. 186 – AGGS – Indústrias Gráficas S. – operações especializadas de crédito agrícola.203 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL “Em 1949. pecuário e industrial. no que respeita a operações de câmbio. – execução e controle. V – p. – compra de ouro (20% da produção das minas nacionais). As atribuições que o governo confiara ao Banco. (55) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. – fiscalização bancária. Guilherme da Silveira despede-se do cargo de presidente. (55) Pela segunda vez na Presidência do Banco do Brasil.

no posto efetivo no subsolo da Agência Central – Brasília–DF. continuou servindo à Empresa. ingressa no BB. por Wesley Gomes Teixeira (posse no BB: 9/11/1961. preside uma empresa de mineração. a seguir. Vejamos um exemplo: em 3/3/1949. onde ocupava o posto de tenente-coronel da Polícia Militar do Estado de Goiás. após a saída da Diretoria. o depoimento prestado. Entrar para o Banco do Brasil. Na década de 70. 2009]. apos. a convite do governador Mauro Borges (1961/1964). no gabinete do diretor Mário Pacini. exerce o cargo de diretor da Carteira Agrícola e Industrial. o cargo de superintendente do Banco do Brasil era exercido pelo funcionário Francisco Seráfico de Souza [Iconografia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. Isto aconteceu também com inúmeros funcionários que exerceram cargos comissionados e. em 1969/1975. exerce a chefia do Gabinete Civil da Governadoria do Estado de Goiás [TEIXEIRA. com a mesma capacidade de sempre. e no governo Ary Valadão (15/3/1979 a 15/3/1983). assume o cargo de diretor–secretário do Banco do Estado de Goiás. Múcio Teixeira. em 14/10/2009. mediante aprovação de concurso. Em mudança política que se refletiu na Empresa. era bastante promissor. No período de 7/11/1961 a 19/3/1963. Servir ao Banco do Brasil é uma grande honra. o funcionário Múcio Teixeira. em nosso gabinete na Presidência da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil.FERNANDO PINHEIRO - 204 Nesse ano. afastando-se da honrosa carreira militar. àquela época. por breve período de tempo e. em qualquer circunstância: no cargo de diretor ou mesmo sem cargo algum.: 30/6/1989) que trabalhou. Vale mencionar. por circunstâncias .

cargos comissionados nas agências [Revista AABB – Rio – 1935 a 1966. Herculano Borges da Fonseca retoma o cargo de assessor técnico da SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito. apos. e nomeia Herculano Marcos Borges da Fonseca. Em agosto do mesmo ano. na quarta década do século XX. DC. No período de 2/6/1949 a 29/7/1949. 7/5/1953) [Revista AABB – 1949]. Almanaque do Pessoal – 1964]: . nos Estados Unidos. durante seis meses. sempre presente. chefe de gabinete da Presidência (posse no BB: 19/1/1924. ocasião em que ele era o presidente da CVM – Comissão de Valores Mobiliários. 20/8/1956) que foi sucedido por Octávio de Castro Rodrigues (posse no BB: 14/11/1922. ei–lo em Washington. exercendo as funções de diretor– executivo substituto do FMI. radicado àquela época. alternando com o diretor efetivo Octávio Paranaguá. sem perder a dignidade. Vale assinalar os funcionários que exerceram. Nos idos de 1950. Para gáudio nosso. advogado letra “A”. secretário particular do presidente do BB e Raymundo Theodoro Alves de Oliveira. apos. Borges da Fonseca. o funcionário Pedro de Mendonça Lima exerce o cargo de presidente do Banco do Brasil. com a mudança de presidente do Banco do Brasil. em caráter interino. época em que ele estimula a ida de muitos funcionários ao exterior. a fim de receberem especializações em áreas técnicas.205 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL diversas. o escritor Herculano Borges da Fonseca é o presidente–fundador da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. foram obrigados a trabalhar em outros subsolos. dentre os quais destacamos Ernane Galvêas. brasileiro.

. contador (posse no BB:17/5/1927. 18/5/1964). Fernando Drummond Cadaval. Campina Grande – PB – 1940 – José Nunes Barros (posse no BB: 24/6/1927. apos. inspetor. Glória – Metr. gerente. Adolpho Camargo Lima Júnior. Attílio Pisa. Waldemar Balalai. Hélio Cunha (posse no BB: 10/9/1926. 25/11/1955). chefe–de–serviço (Creai). Audifax Borges de Aguiar. gerente. Cid Ney de Araújo Bretas. contador. Nazareno Sposito (posse no BB: 10/6/1927. RJ – 1942 – Renato de Abreu. apos. para a Agência de Belém – PA. falec. exon. 1/8/1957). Jair Gurgel do Amaral (posse no BB: 13/8/1934. Júlio Rodrigues Nóbrega. 8/3/19662).FERNANDO PINHEIRO - 206 Bauru – SP – 1941 – Renato Werneck de Almeida Avellar. Waldemar Ângelo do Amaral. advogado. 14/5/1951). Barretos – SP – 1944 – Nilo Medina Coeli. apos. falec. Wenceslau Lima da Fonseca (posse no BB: 13/6/1916. apos. contador. falec. contador (posse no BB: 12/8/1925. Canavieiras – BA – 1941 – Adocival Alves. 20/2/1948). advogado. inspetor de câmbio. 20/3/1963) desligado da Agência para exercer o cargo de secretário–de–gabinete do diretor Vilobaldo de Souza Campos. advogado. gerente. Arno Jaguaribe de Oliveira. Passo Fundo – RS – 1944 – Odalgiro Gomes Corrêa. Campos – RJ – 1941 – Aguinaldo Florêncio. gerente do Banco do Brasil (1941/1944). gerente. no mesmo cargo. 23/4/1950). Antônio Pinto Coelho (posse no BB: 21/11/1919. contador. gerente. Campos – RJ – 1942 – Augusto Eduardo Roxo Pereira. José Toledo Lanzarotti. transferido.

Aquidauana – MS – 1947 – Rubem Costa. Itapira – SP – 1947 – José Felisatti. 15/6/1964). delegado da SUMOC no Rio Grande do Rio Grande do Sul. Adalberto Baena Nogueira. Santo Ângelo – RS – 1946 – Ruy Camillo Ruas. . Castro Alves – BA – 1947 – Elival Oliveira. em 1964. localizada na Rua Livramento. Antônio Cruz Saldanha (em 1954. Eugênio Guardiola Velloso. gerente da Agência Montes Claros – MG. apos. Belém – PA – 1947 – Ruy Mário de Medeiros. Luiz Natali. Piracicaba – SP – 1947 – David Antunes (posse no BB: 12/6/1916. RJ – novembro/1944. contador (posse no BB: 26/9/1940). 18/9/1959). administradores. apos. gerente (posse no BB: 17/10/1927. contador (posse no BB: 6/8/1923. membro da comissão COINQ). Nos idos de 1964. 63. em 1964. Nos idos de 1964. subgerente da Agência Centro – São Paulo). Alcindo Leite Pereira. inspetor. inspetor. contador (em 1954. gerente da Agência Ituverava – SP). Barbacena – MG – 1947 – Edgard de Brito Pontes. inspetor. Lafayete Vale. gerente da Agência Passo Fundo–RS. gerente (posse no BB: 3/10/1933). apos. contador da Agência Tupanciretã–RS. inspetor (em 1954. gerente–adjunto da Agência São Paulo – Centro – SP. gerente. 17/9/1955). Alexandre Valvano. chefe–de–serviço (em 1954. Juiz de Fora – MG – 1947 – Miguel José Martins. Kanitar do Espírito Santo. contador. falec. Nos idos de 1964. Carlos Neves de Carvalho (em 1957. Três Corações – MG – 1946 – Orozimbo Pinto Monteiro.207 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Saúde – Metr. 1/8/1947). gerente (posse no BB: 22/8/1934). gerente–instalador (posse no BB: 21/5/1925. apos.: 1/2/1962).

subgerente. Alfenas – MG – 1949 – Carlos de Menezes Ferreira. Fausto Gwyer de Azevedo. apos. gerentes (ocasiões distintas). Arnaldo Ferraz Graça. Ewaldo Teixeira Paes de Barros. nos idos de 1964. Botafogo – Metr. São Paulo – Agência Centro – SP – 1948 – Alcides da Costa Guimarães. Aimorés – MG – 1949 – José de Mello Messias. 14/10/1963). RJ – 25/2/1948 – Mário Pereira das Neves. advogado. Luiz Pedro Gomes. Senhor do Bonfim – BA – 1948 – Oswaldo Lopes do Nascimento. inspetor. contador (posse no BB: 12/10/1933. inspetor. Fortaleza – CE – 1948 – José Bonifácio de Sousa. gerente. gerente. Raul Howat Rodrigues. gerente. contador. gerente. Eliezer Miranda da Silva. Agência Central – DF – 1949 – Alcides da Costa Guimarães. Araguari – MG – 1948 – Murilo do Carmo Barbosa.FERNANDO PINHEIRO - 208 Ubaitaba – BA – 1947 – Arthur Vieira de Araújo. gerente. . gerente (posse no BB: 19/11/1936). advogado. contadores (ocasiões distintas). Amargosa – BA – 1949 – David Trindade. Raul Varady. Lyzardo Rodrigues. gerente. Pirajuí – SP – 1948 – João de Amorim Rêgo. 10/10/1962). subcontador. contador. Varginha – MG – 1948 – Gualter Otaviano Ferreira. apos. inspetor. Adroaldo da Costa Pinheiro. Aquidauana – MS – 1949 – Raul Santos Costa. contador. Alegrete – RS – 1949 – Alberto Xavier. contador. contador. João Pacheco Fernandes. subgerente (posse no BB: 1/9/1932. Vacaria – RS – 1948 – Sebastião Antônio de Araújo. gerente.

contador. Botucatu – SP – 1949 – Antônio Cabral Dória. contador. Araçuaí – MG – 1949 – Odorico David de Arruda. gerente. contador. contador. Araxá – MG – 1949 – Márcio Monteiro (posse no BB: 21/12/1939). gerente. Hermes Gomes Barbosa. contador. Campo Grande – MS – 1949 – Mário Brizola Ferreira. gerente. Nelson Farias Machado. contador.209 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Aracaju – SE – 1949 – Napoleão Coura Cavalcante. José Antônio de Mendonça Filho. gerente. gerente. contador. gerente. advogado. contador. Belém – PA – 1949 – Orlandino Baltazar do Couto. gerente. Floriano Amaro de Araújo Góes. Bicas – MG – 1949 – Fernando Domingues da Silva. RJ – 1949 – Aramis Dias. inspetor da Creai. Caetité – BA – 1949 – Silvério Corveiro. Gutemberg Peixoto de Arruda. . Assis – SP – 1949 – Docandy Martins Vieira. Bandeira – Metr. Cajazeiras – PB – 1949 – Natanias Ribeiro von Sohsten. Canavieiras – BA – 1949 – Emerson Cunha de Magalhães. Vital Soares Pinheiro Joffili. gerente. Araraquara – SP – 1949 – Orandyr Braga Martins. contador. Campina Grande – PB – 1949 – Saul Ildefonso de Azevedo. Arnaldo Coelho Messeder. gerente. Arcoverde – PE – 1949 – Valfredo Pereira da Silva. contador. Assu – RN – 1949 – Urbano Baptista Brandão. gerente. inspetor da 4ª Zona. contador. gerente. Buriti Alegre – GO – 1949 – Mauro de Faria Merheb. Martiniano Mavignier de Araújo. chefe–de–serviço. Boa Vista – RR – 1949 – Edmonson Fernandes de Negreiros. gerente. Euclides de Arruda Matos. contador. Elly Mesquita Velloso.

contador (ocasiões distintas). Copacabana – Metr. gerente. Arnaldo Carneiro Simões da Motta. Cruz Alta – RS – 1949 – Edgard Christiano Volkmann. contador. gerente. Catanduva – SP – 1949 – José Vieira de Mattos. gerente. . contador. contador. Dores do Indaiá – MG – 1949 – Ary Carvalho. gerente. gerente. inspetor da 28ª Zona. Oswaldo Emílio Buss. contador. Caruaru – PE – 1949 – José Maria Mendez. gerente. RJ – 1949 – Paulo Pinto da Silva. gerente. Caxias – MA – outubro/1949 – José de Ribamar da Nóbrega Galiza. Guarabira – PB – 1949 – José Vieira Lessa. Goiás – GO – 1949 – Geraldo de Magela Cerqueira. Dom Pedrito – RS – 1949 – Sendálio Ávila Farias. Fortaleza – CE – 1949 – Aristides Moreira Alves de Barcellos. contador. inspetor. José Pedro Gil.FERNANDO PINHEIRO - 210 Carlos Chagas – MG – 1949 – Heinz Van Den Bylaardt. contador. Curvelo – MG – 1949 – Antônio Gonçalves Malheiros Sobrinho. contador. Formiga – MG – 1949 – Samuel Correa Borges Júnior. Raul Santos Costa. Mário Dulce Lyra. gerente (posse no BB: 27/10/1938). gerente. contador. Guaratinga – BA – 1949 – Alberto Fernandes. contador. Floriano – PI – 1949 – Gerardo Pinto da Frota. Geraldo de Magela Cerqueira. contador. contador. Ruy de Oliveira Pantoja. Erechim – RS – 1949 – Alberto Braz Ventura. Francisco de Paula Guedes Filho. contador. gerente. Alberto Penno. Cruzeiro do Sul – AC – 1949 – José de Oliveira e Silva. gerente.

contador. Luzimar Teixeira de Oliveira. gerente. Aurélio de Azevedo Valente. contador. Azor Gomes de Almeida. .: 26/3/1958). gerente. José Pedro Gil. gerente. Moacyr Prestes. gerente. Luiz de Souza Sampaio da Silveira. Januária – MG – 1949 – Carlos de Menezes Ferreira. contadores (ocasiões distintas). contador (épocas distintas). inspetor. Ituverava – SP – 1949 – Luiz Natali. Jairo Jucá. Joinville – SC – 1949 – José Antônio Navarro Lins.211 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Iguatu – CE – 1949 – Oscar Olímpio de Araújo. gerente. contador. contador. Antônio Augusto de Lima. inspetor da Agência Central – Rio de Janeiro. Juiz de Fora – MG – 1949 – Fernando Xavier de Mello. Jacobina – BA – 1949 – João Pedro Callado. gerente. gerente. Jacarezinho – PR – 1949 – Arnésio Falcão Câmara. Itapetininga – SP – 1949 – José Zancul. Joaçaba – SC – 1949 – Joaquim Gonçalves Bragança. Cândido Máximo Balieiro Júnior. Francisco Barbosa Cursino. gerente. Deise Sarubbi Ardissone. inspetor. gerente. Ilhéus – BA – 1949 – Ezequiel Pondé. Manoel José Ferreira. Sylvio de Oliveira Fausto. contador. inspetor. gerente (posse no BB: 1/10/1912. inspetor da 4ª Zona. contador (posse no BB: 16/10/1940). Nilo Targino Teixeira. Na década de 50. Itambé – BA – 1949 – Oscar Palma Lima. contador. contador (ocasiões distintas). contadores (ocasiões distintas). Euclides de Arruda Mattos. Jequié – BA – 1949 – Anibal Ferreira Brito. falec. gerente. Luiz Osório Roiz Nogueira Filho. contador. Jaguarão – RS – 1949 – Hermes Gonçalves.

contador. Luzilândia – PI – 1949 – Walter Ferreira Dourado. Eduardo Victório Malachine. Macapá – AP – 1949 – Orlando Nina Ferro. RJ – 1949 – Edgard Seráfico de Souza. Marabá – PA – 1949 – Aldir Antunes de Freitas. Lençóis – BA – 1949 – Jaime Soares Boaventura. Maceió – AL – 1949 – Oscar Rodrigues – 8/11/1920. João Brasil de Mesquita. contador. Matão – SP – 1949 – José Alcalde Erguy. Paulo de Oliveira Leitão. Lucélia – SP – 1949 – Eitel Gehre. . Marília – SP – 1949 – Aldir Antunes de Freitas. contador. Madureira – Metr.FERNANDO PINHEIRO - 212 Lajeado – RS – 1949 – Nilo Wolffenbuttel. Manaus – AM – 1949 – Eurico de Alencar Araripe. gerente. Virgínio Marques Cabral de Melo. Lins – SP – 1949 – Nilo Medina Coeli. gerente. gerente. gerente. gerente. gerente (ocasiões distintas). RJ – 1949 – Nodgy de França Andrade. Agnaldo de Oliveira. contador. Maracaju – MS – 1949 – Niemy Alvarenga. Monte Aprazível – SP – 1949 – Jofre Franco Bicalho. gerente. contador. gerente. Mimoso do Sul – ES – 1949 – José Andrade de Souza. contador. gerente. Camaquã – RS – 1949 – Murillo Maia Mendonça. Limoeiro – PE – 1949 – Jurandyr Velloso Dias dos Santos. contador. José Soares Batitucci. gerente. contador. contadores (ocasiões distintas). gerente. contador. Mirassol – SP – 1949 – Isnard da Silva Mello. Moisés Augusto Santa Maria. Méier – Metr. contador. contador (a partir de setembro/1949). gerente. Mafra – SC – 1949 – Omar Gomes. contador. gerente.

Theophilo Almeida Baptista de Carvalho. Patos de Minas – MG – 1949 – Paulo Alvim da Silva. contador. gerente. Niterói – RJ – 1949 – Raymundo Cassemiro. gerente. Porto Alegre –RS – 1949 – José Rodrigues de Almeida Neto. Nazaré – BA – 1949 – Djalma Lima Ribeiro. contador. Olímpia – SP – 1949 – Núncio Montingelli. Ponta Grossa – PR – 1949 – Quintiliano Pedroso. gerente. gerente. contador. gerente. Palmeira dos Índios – AL – 1949 – Arthur da Silva Leandro. Promissão – SP – 1949 – Waldomiro Machado d´Antonio. João Casado Lima. contador. Ramos – Metr. RJ – 1949 – Marcelino Firmino Pinto. gerente. gerente. contador. gerente. Pirassununga – SP – 1949 – Mário C. contador. . Piripiri – PI – 1949 – José Baima. gerente. Resende – RJ – 1949 – Walter Amaral de Almeida. Piraju – SP – 1949 – Benedito Pio da Silva. Mundo Novo – BA – 1949 – Luiz Osório Rodrigues Nogueira Filho.213 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Montes Claros – MG – 1949 – Paulo Duarte Pereira. contador. gerente (épocas distintas). gerente. D´Elia. gerente. gerente. Nova Granada – SP – 1949 – Benedicto Paulo Pacheco de Almeida. Porto Velho – RO – 1949 – Geraldo de Souza – 3/3/1938. gerente Cândido Honório Ferreira. contador. João Miserani de Carvalho. gerente. Natal – RN – 1949 – Felipe Nery de Andrade. Piracuruca – PI – 1949 – Waldemar Soares de Oliveira. Orlândia – SP – 1949 – Narcizo Freire Lima. gerente.

gerente. Geraldo Aleixo de Oliveira. contador (ocasiões distintas). gerente. São Cristovão – Metr. RJ – 1949 – Armando Simões de Castro. contador Senador Pompeu – CE – 1949 – Nilo Gomes Rolim. inspetor. João Leão Neto. Santarém – PA – 1949 – Antônio Augusto de Lima. encarregado da Fiscalização Bancária em Santos. . São Luís – MA – 1949 – Sebastião Albuquerque Vasconcelos. Jaques de Oliveira Rocha. RJ – 1949 – Eugênio Guardiola Veloso. contador. José Antônio Perrela. contador. gerente. contador. Salvador – BA – 1949 – Abelardo Gomes Parente. Santos – SP – 1949 – Cândido de Azeredo Filho. contador. gerente. São João da Boa Vista – SP – 1949 – Fábio Pacheco Fernandes. contador. gerente. gerente. Euclides de Arruda Matos. Alberto Victor de Magalhães Fonseca. gerente. Rio Verde – GO – 1949 – Henry Alvarenga. contador. contador. contador. Reginaldo Ramos Varandas de Carvalho. chefe–de– serviço. São Paulo – Agência Centro – SP – 1949 – Adão Pereira de Freitas. Rio Branco – AC – 1949 – Fernando de Abreu Rebelo. gerente (ocasiões distintas). José Toledo Lanzarotti. Saúde – Metr. contador. inspetor. Ivo Barroso. Santo Anastácio – SP – 1949 – João Franco Arcos. Renato de Abreu (posse no BB: 12/8/1925). gerente. contador. contador. Newton Nora Carrijo. José Antônio de Menezes. gerente. São José do Rio Pardo – SP – 1949 – Beda Siqueira.FERNANDO PINHEIRO - 214 Ribeirão Bonito – SP – 1949 – Benedicto da Costa e Silva. Sérgio Teixeira Goes.

contador. União dos Palmares – AL – 1949 – José de Souza Lima. contador. Walter Ennes. gerente. João Batista Pinheiro. Volta Redonda – MG – 1949 – José Pedro de Abreu e Lima Filho. gerente. gerente. gerente. gerente. RJ – 1949 – Eraldo Seráphico de Souza. Hermilo Chrispim Vieira. Tijuca – Metr. Lucimar Ferreira Sobral. gerente. Teófilo Otoni – MG – 1949 – Walter Blank. Ubaitaba – BA – 1949 – Humberto Celso Emerson Cunha de Magalhães. gerente. Uberlândia – MG – 1949 – Pedro dos Santos. Três Corações – MG – 1949 – Orozinho P. . contador. Uruguaiana – RS – 1949 – Dirceu Cachapus de Medeiros. gerentes (ocasiões distintas).215 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Serra Talhada – PE – 1949 – Lucínio de Antônio Jacome de Araújo. Monteiro Esteves. contador (posse no BB: 28/12/1939). Vacaria – RS – 1949 – Sebastião Antônio de Araújo. gerente. Nelson de Veras Alcântara. contador. gerente. Teresina – PI – 1949 – Adolpho Costa Basílio da Silva. Aranha. União – PI – 1949 – Antônio Castelo Branco da Cruz. Tiradentes – Metr. contador. contador. José Leite da Silva. contador. RJ – 1949 – Antônio Arraes de Alencar. contador. gerente. contador. advogado. Manoel Pereira Sobrinho. Oliveira. Orlando Franco da Silva.

Executivos do BB exercem atividades intelectuais. Aspectos da economia no governo Gaspar Dutra. A Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. inicia fase progressista. Pedro de Mendonça Lima (Carteira de Redescontos) e José Vieira Machado (SUMOC). ministro da Fazenda e dos diretores Marino Machado de Oliveira (Carteira Agrícola e Industrial). presença de Guilherme da Silveira Filho. em 23 de julho de 1949. A interinidade do presidente Jorge de Toledo Dodsworth. Ovídio Xavier de Abreu.FERNANDO PINHEIRO - 216 CAPÍTULO 3 O funcionário Ovídio Xavier de Abreu preside os destinos do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950). toma posse no cargo de presidente do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1949]. sob o comando de Alcebíades França de Faria. Na . nos idos de 1949.

Jorge de Toledo Dodsworth. chefes–de–serviço. José Braz Pereira Gomes e Walther Moreira Salles. Ovídio Xavier de Abreu. Iberê Rodrigues da Cunha. Carlos Paiva de Azevedo assumiu o cargo de inspetor 2ª Zona que abrangia a FIBAN – Fiscalização Bancária [Revista AABB – Rio – 1950]. Iconografia: retratos originais em custódia da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Francisco Natal Machado. sede). Anápio Gomes. os seguintes diretores: Alberto de Castro Menezes. é sucedido por Randolfo Xavier de Abreu [Revista AABB – Rio – 1949]. Em 28/4/1950. Nos idos de 1949. contador. Paulo Aderbal Alves Mor. nos salões luxuosos do Jockey Club Brasileiro. advogados. a Agência Uberaba – MG é inspecionada por Antônio Dias dos Santos Jr. ajudantes–de–serviço. jovem e solteiro. João Rodrigues de Andrade. e João Rodrigues da Cunha. presidente do Banco do Brasil. virgem no . advogado do Banco do Brasil (Caruaru – PE. Superintendente: Ayres Pinto de Miranda Montenegro [Revista AABB – Rio – 1949]. inspetor da CREAI. Demósthenes Alves de Brito. Lund Maia. Em fevereiro/1950. durante o período de 29/7/1949 a 18/12/1950. Nelson Gorgulho Nogueira. nomeado gerente da Agência Barbacena. Carlos Neves de Carvalho é nomeado inspetor (5ª Zona – Belo Horizonte – MG. Nesse ano. O gerente Nilo Medina Coeli. sede). é nomeado advogado da SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito e Orlando Tomaso Gélio. À noite do dia 28/9/1950. É primavera no Rio de Janeiro. Heitor Sivieri Neto.. chefe–de– gabinete da Presidência do Banco do Brasil. era auxiliado pelos funcionários comissionados: Hercílio Martins da Silveira.217 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Integravam ainda aquela Diretoria do Banco do Brasil.

vivendo a lira dos 20 anos. criado em 10/2/1933. com boa aparência.” (56) Em seguida. (56) HOMERO BAPTISTA Apud Discurso de saudação proferido. e nos cargos de presidente do DNC – Departamento Nacional do Café (DNC. como Secretaria de 1967/1970). ministro Abreu. recebe homenagem em banquete de gala. inteligência rutilante e luminosa. por Heitor Lamounier ao presidente Ovídio Xavier de Abreu – in Revista AABB – Rio – outubro/1950. abençoado por Deus. do mesmo porte físico do elegante ator Joseph Cotten (1905/1994). O primeiro orador a fazer o uso da palavra foi Heitor Lamounier (posse no BB: 2/2/1918 – apos. ministro da Fazenda (1919/1922) quando se referiu ser “o Banco do Brasil uma verdadeira escola de banqueiros e administradores. enalteceu-lhe a trajetória percorrida nas Secretarias de Finanças e do Interior e Justiça de Minas Gerais. A vida pública de Ovídio de administrador. em 28/9/1950. de 15/3/1946. com êxito. presidente do Banco do Brasil (27/11/1914 a 3/1/1918).: 2/4/1948) que declarou pertencer ao ilustre homenageado a glória de ter sido o primeiro funcionário do Banco do Brasil a ocupar o cargo de presidente e confirmou o presságio de Homero Baptista.FERNANDO PINHEIRO - 218 signo e na alma. ocorreu principalmente na Finanças de Minas Gerais (1934/1941 e Secretaria de Interior e Justiça de Minas 1944). mas prosseguiu funcionando até os idos de 1949. da Warner Bros. foi extinto pelo Decreto-lei n° 9. . sem sombras. todos os cargos da carreira. e Gerais (1941/ da Fazenda.. presidente do DNC (1944/1946).068. sob a presidência de Stockler de Queiroz). charme. depois de ter exercido.

fiquei a meditar no mistério dos desígnios divinos. de conduzir às soluções acertadas. (57) NORALDINO DE LIMA – in Discurso de saudação proferido. talvez. Por sua vez. quando os interesses individuais com eles colidissem – eis o rumo que me tracei. preparando-nos. ausente por motivo de doença. pela perseverança. capaz. Servir unicamente aos interesses da coletividade. acharmo-nos munidos de uma grande vontade. E considerei que o que mais importa para a eventualidade desta ou daquela missão que venha a caber-nos na trama de acontecimentos imprevisíveis que constituem a nossa vida é. que me colocavam sobre meus ombros tamanhas responsabilidades. Noraldino de Lima abordou. . ao presidente Ovídio Xavier de Abreu – Idem. igualmente. idem.Exª recebi o convite para exercer o cargo de presidente do Banco do Brasil. em substituição do ministro Pedro Luís Corrêa e Castro. como norma geral. que. há um ano.219 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL em caráter interino. fui chamado pelo presidente Dutra e de S. por igual. entre setembro/novembro/1948. em 28/9/1950. nos aclara os caminhos. dedicar todas as minhas forças à espinhosa tarefa de os resguardar. para todas as contingências que se nos deparem. por si só. a trajetória política e administrativa de Ovídio de Abreu e enfatizou: “Quem luta desinteressadamente pelo bem alheio tem uma parcela da divindade dentro de si. de um desejo profundo de acertar e de servir. o presidente Ovídio Xavier de Abreu fez o seguinte pronunciamento: “Quando certa manhã. E Ovídio a tem.” (57) Ao agradecer a homenagem recebida.

porque exprime um julgamento. que me é honroso. de iniciativa dos funcionários aposentados. Durante os treze meses de nossa administração. na sua economia e nas suas finanças. é certo que os homens públicos têm necessidade de conhecer a repercussão de seus atos. se nos são úteis as críticas às falhas. entre outras cousas. Senti que não devia privar-me de receber tal prova de apreço. juntamente com a operosa e digna Diretoria deste Banco e seus competentes funcionários. é atualmente dificultada pelos problemas com que defronta o País.FERNANDO PINHEIRO - 220 Vossa homenagem. Por outro lado. exercem a direção deste grande estabelecimento. no reaparelhamento e construção de ferrovias e na construção de rodovias. com o apoio do Sr. todos os esforços para que o Banco do Brasil possa colaborar eficazmente com o . alegra-me. já de si espinhosa. pois eles constituem poderoso estímulo. tão comovedoramente espontânea e afetuosa. pois vem de homens afeitos a apreciar com severidade a ação dos que. presidente da República e do Sr. temos empenhado. que os temores de nova conflagração suscitam. vê-se o Governo a braços com questões cuja solução exige esforços inauditos. Cumpre. igualmente necessários nos serão os aplausos quando tivermos acertado. como o melhor processo de combate à inflação dos preços. prosseguir no fomento à produção. em consequência da última guerra. transitoriamente. No campo econômico. A missão de dirigir o Banco do Brasil. e. assistindo-a técnica e financeiramente. problemas estes de fundamental importância para a vitalidade da economia nacional. e da crise de confiança no futuro. indispensável a quem desempenha função desta natureza. ministro da Fazenda.

o trigo e o açúcar foram objeto de medidas de amparo. Assim. na vida política e econômica de todos os povos. em todas as fases de produção e circulação dessas riquezas. que se consubstanciou no reajustamento na base no perdão de 50% das dívidas dos pecuaristas e concessão de longo prazo para pagamento de outra metade. . inclusive ao financiamento das operações cambiais. proporcionando o desafogo a essa laboriosa classe. usinas de eletricidade e muitas outras. com o objetivo de auxiliar o esforço produtivo da Nação. dedicamos todos os nossos cuidados ao assunto e tivemos a satisfação de concorrer para a sua solução. que s e traduziram em financiamentos adequados e oportunos. felizmente. a Diretoria do Banco autorizou o reinício de financiamento aos pecuaristas. como vias de transporte. constituiu um dos problemas de maior relevo desse período. posição bastante lisonjeira em comparação com a situação de atrasados comerciais existentes há alguns meses. o Banco do Brasil pôde suprir os órgãos do Poder Público de fundos necessários a diversos fins. à pecuária. Em obediência à orientação do presidente Eurico Dutra. A crise da pecuária.221 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL patriótico Governo do presidente Eurico Dutra. cujos efeitos na economia do País eram bastante sérios. Concomitantemente. aumentaram de modo substancial os empréstimos concedidos pelo Banco à agricultura. que hoje apresentam. O café. na luta para superar as dificuldades desta época de transição. bem como lhe proporcionou recursos para a execução de obras de interesse coletivo. à indústria e ao comércio. Em seguida.

criando para os funcionários condições mais favoráveis ao perfeito desempenho das funções do Banco. melhor prêmio de seus esforços e de sua dedicação. assim. organizar o nosso trabalho. é na experiência desses devotados servidores que os órgãos diretivos buscam inspiração. equiparando-se aos dos cargos efetivos. assim. pois eles representam a continuidade de pensamento e de ação que tem feito a grandeza de nosso Instituto. e que constituem o corpo permanente do funcionalismo do Banco. e procuramos também melhorar quanto possível as pensões. Tivemos. não podíamos deixar de cuidar da situação dos aposentados. o prazer de ver dignos colaboradores do Banco desfrutar agora. diretores e funcionários. na base dos novos padrões de vencimentos. Como esquecer aqueles que tanto contribuíram para esta grande obra nacional que é hoje o Banco do Brasil? A Constituição da República traçava o rumo a seguir. Se cabe à direção do grande estabelecimento traçar as linhas gerais de sua orientação financeira e econômica. na aposentadoria. Resolvido o problema do pessoal em atividade. os frutos de seu esforço e de seu devotamento. inspirada em princípios de igualdade social e em alto sentimento de justiça para com os que dão à coletividade. a par das providências tomadas em relação ao pessoal. Procuramos.FERNANDO PINHEIRO - 222 A preocupação com as atividades específicas do Banco não nos fez esquecer os legítimos interesses dos que a ele emprestam o concurso inestimável de seu trabalho e do seu devotamento. Eis porque tratamos de reajustar os proventos das aposentadorias. muitas outras têm sido postas em . Como sabeis. durante a melhor fase de sua vida.

Assembleia e do Carmo e Praça 15 de Novembro.223 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL prática. de Fernando Monteiro. em breves palavras. correspondendo a duas vezes e meia à que ora ocupam. Heitor Lamounier e Noraldino de Lima [Revista AABB – Rio]. com a Mitra Arquidiocesana. . a fim de que se torne mais simples e rápida a ação do Banco. 2 anos mais tarde. ao ensejo da realização do banquete de gala no Jockey Club Brasileiro – Rio de Janeiro. o presidente Ovídio de Abreu agradeceu. é-me grato. dando-vos também a auspiciosa notícia de havermos. é de autoria do arquiteto Ary Garcia Roza. área total de oitenta mil metros quadrados. para nesse local se erigir a monumental sede do Banco do Brasil. selecionado em concurso.” (58) Ao finalizar o discurso. em 28/9/1950. assinado a escritura de compra. todos os setores da Direção Geral e da Agência Central. presidente do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950) – Discurso proferido. precisamente hoje. em homenagem aos esforços dos que colaboraram com a administração. o ensaio As Sedes do Banco do Brasil. Nesta oportunidade. e os negócios possam ser decididos com a presteza conveniente às operações bancárias. dos terrenos compreendidos entre as ruas 7 de Setembro. para a construção. (58) OVÍDIO XAVIER DE ABREU. emocionado. foi divulgado. em 1952. aludir a tais assuntos. em diversos imóveis. as manifestações de estima apresentadas pelos oradores que se fizeram presentes. Assinalamos: “O projeto. estando prevista. Quanto ao desenrolar da notícia auspiciosa apresentada pelo presidente do Banco do Brasil.

o Banco do Brasil. o Edifício Leonardo Truda. o projeto da sede na Rua da Assembleia foi abandonado e os antigos prédios. que corresponde à de prédio comum de escritórios de 27 pavimentos. feitas as retificações de alinhamento. 54. hoje sob nova designação: Universidade Cândido Mendes.” (59) Segundo notícias de antigos funcionários.FERNANDO PINHEIRO - 224 Terá o terreno. . esquina com a Av. foi inaugurado. e em 10/4/1954. segundo Cláudio Pacheco. a fim de ceder espaço a um canteiro de obras. tempos depois. nesse local. na Praça Pio X. 328. Possuirá o edifício vinte pavimentos. área de quatro mil e quatrocentos metros quadrados. foram demolidos. e. para serem aplicados (59) FERNANDO MONTEIRO – in As Sedes do Banco do Brasil. foi erguido o suntuoso edifício onde abriga a Faculdade Cândido Mendes. No decorrer de 1949. Sem embargo. ocupados no terreno comprado. Rio Branco. solicitados por órgãos da administração pública e por entidades particulares. Presidente Vargas. estabelecidas vias de acesso mais amplas. ensaio publicado na Revista AABB – Rio – abril/maio/1952 – p. 66. onde passou a funcionar a nova sede da CEXIM – Carteira de Exportação e Importação do Banco do Brasil. onde surgiu um estacionamento. “concedeu créditos vultosos ou garantias a créditos de outras fontes. outros edifícios–sede iriam surgir. ambos na cidade do Rio de Janeiro. o Edifício Visconde de Itaboraí. mas terá a altura de 95 metros. em 30/6/1952. na Av. como veremos mais adiante.

. Luz e Força do Rio de Janeiro. (60) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. Ayres Pinto de Miranda Montenegro assume o cargo de superintendente DG – SUPER. que prestou relevantes serviços ao Banco do Brasil. para obras constantes de plano aprovado pelo governo federal. 212 – AGGS – Indústrias Gráficas S. Vale ressaltar a posse de Octávio de Castro Rodrigues Jardim.A. Randolpho Xavier de Abreu. a cargo da Companhia de Carris. 5 – p. Ainda nesse mês. direta ou indiretamente. sendo o chefe de gabinete Carlos Cardoso que substituiu Affonso da Rosa. materiais e equipamentos destinados a ferrovias. Manoel Bonifácio Nunes da Cunha – Aquidauana – MS e Plínio Afonso de Farias Melo – DG – CREAI [Revista AABB – Rio – 1949]. para importação de equipamentos industriais e de navios. para melhoramento no Porto de Santos. é divulgada a nomeação dos advogados: Alan Guerra Nogueira da Gama – DG – CREAI.” (60) Em agosto/1949. filho do advogado Camilo Nogueira da Gama. que levou consigo Ruth Santa Roza Torres Bandeira. chefe de gabinete DG – PRESI. chefe de gabinete do diretor da Carteira de Redescontos.225 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL em várias finalidades ligadas. – Rio de Janeiro – 1980. e para instalação de refinaria de petróleo. inclusive da estrada de rodagem do Rio a São Paulo. dentre os quais citamos os seguintes: para reaparelhamento do parque açucareiro nacional. auxiliar–de–gabinete da Presidência [Revista AABB – Rio – 1949]. para obras rodoviárias. para aquisição de combustíveis. ao desenvolvimento do País.

Virgílio Cantanhede Sobrinho. encarregado da Fiscalização Bancária em São Paulo. gerente DG – CEXIM. chefe–de–gabinete do diretor Marino Machado. Paulo Tavares da Silva. chefe de Departamento – DEIFA. secretária–de–gabinete – DG – CAMIO.FERNANDO PINHEIRO - 226 Em setembro/1949. Ainda nesse ano. subchefe do Cadastro Geral [Revista AABB – Rio – 1949]. advogado do Banco do Brasil em Cachoeira do Sul – RS foi transferido para o Quadro Suplementar – Sem Proventos. Manoel Augusto Penna. Adelino Debenedicto. chefe–de–gabinete do diretor Pedro Mendonça Lima. ocorreram as seguintes nomeações. Odette Satyra da Silva. Otávio Rodrigues Jardim. Eiter Oliveira Coelho de Souza. em virtude de licença concedida pelo prazo de duração do mandato à Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul [Revista AABB – Rio – 1949]. chefe–adjunto do Departamento de Cadastro. subgerente – Crédito Pecuário – DG – CREAI. dentre outras: Alberto Castro Menezes. Átila Lopes . gerente – DG – CAMIO. José Carlos Magno. Antônio Gurgel da Costa Nogueira. Maurício Chagas Bicalho. chefe DG – AGEDE. Em novembro/1949: Anibal Nielsen de Araújo Soares. Júlio de Mattos. José Carlos Magno. Mário do Canto Liberato. chefe–adjunto – DG – FUNCI. chefe do DECAD – Departamento de Cadastro. Francisco Neto Tinoco. chefe do Departamento de Contabilidade. Romeu Freire Lima. No mês seguinte. inspetor de câmbio – São Paulo (sede). dentre outras [Revista AABB – Rio – 1949]. José Rodrigues Blandy. secretário particular DG – PRESI. vieram as seguintes nomeações: Augusto Carlos Machado. subgerente da CEXIM. Orlando da Cunha Carlos. chefe–de–gabinete de diretor – CEXIM. diretor da Carteira de Câmbio.

advogado “C”. José de Toledo Lanzarotti. Durval Marinho da Silva e Eiter Cardoso de Oliveira. foi nomeado advogado do Banco do Brasil (Fortaleza. chefe do Serviço de Compras da Direção Geral. chefe–de– . sede) [Revista AABB – Rio – 1950]. advogado (Arcoverde. Maria de Lourdes Araújo Lima. Raimundo Theodoro Alves de Oliveira (posse no BB: 19/1/1924. Augusto Carlos Machado Júnior. Olivier Luiz Teixeira. auxiliar–de–gabinete (CEXIM). inspetor CAMIO (São Paulo. gerente–adjunto DG – CAMIO – Carteira de Câmbio. escriturário “G”. chefe de gabinete da CEXIM. gerente DG – CEXIM. 20/8/1956). Em junho/1950. Antônio Gurgel da Costa Nogueira. e Onestaldo de Pennafort Caldas. assumem cargos importantes: Afonso Félix de Souza. sede) e Manuel Arthur de Souza Leão. que iriam mais tarde ter notoriedade nacional. surgiram novas nomeações: João Cândido de Andrade Dantas. chefe de Departamento – DG – FUNCI. 2 poetas. Antônio de Moraes Rego. Paulo Augusto de Lima. Membros da Comissão de Promoções: Arnolfo Saldanha Pimenta de Melo. chefe do Departamento de Cadastro Geral. Trajano de Castro Serra. inspetores do Banco do Brasil. procurador da Agência Central – DF [Revista AABB – Rio – 1950]. Francisco das Chagas Ximenes.227 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Trovão. apos. Carlos Cardoso. Osman Duarte de Mendonça. Macário Lemos Picanço. Nesse mês. assessor no gabinete do Ministro da Fazenda [Revista AABB – Rio – 1949]. Francisco Neto Tinoco. chefe DG–CREAI-Jugri. Vale destacar a posse dos executivos: Aristides Monteiro de Carvalho e Silva. assistente–técnico DG – CEXIM – Carteira de Exportação e Importação. parecerista Sipes – DG – CEXIM. advogado “C”. sede). No mês seguinte. Em fevereiro/1950. ajudante–de– gabinete (PRESI). inspetor 4ª Zona da FIBAN. escriturário “D”.

IBERÊ RODRIGUES DA CUNHA. ajudante de serviço. NELSON GORGULHO NOGUEIRA. ajudante-de-serviço. escriturário. JOÃO RODRIGUES DA CUNHA. JAMES TORRES DE SAMPAIO. chefe de serviço. conforme revelado em retrato original (p & b – 23. JOÃO RODRIGUES DE ANDRADE. Leopoldo Saldanha Murgel. GUARACI ARCIERI FLORES. ARMANDO MIRANDA CARDOSO. escriturário. José Ribamar Lopes Gonçalves. JOÃO ELÍSIO DE CARVALHO. secretário–de–gabinete – PRESI [Revista AABB – Rio – 1950]. HERCÍLIO MARTINS DA SILVEIRA. – 1ª fila. GUALBERTO MESSIAS. oficial administrativo. HÉLIO MAGNO TECLES. escriturário. escriturário. gerente (mais tarde. NILO MEDINA COELI. escriturário. caixa. LEÔNIDAS VIANA. escriturário. HEITOR SIVIERI NETO. WALDEMAR DE MELO RIBEIRO. . LUND MAIA. chefe-deserviço transferido gerente da Agência Barbacena. Otávio de Castro Rodrigues Jardim. LEMBRUBER FERREIRA DE MELO. advogado. escriturário. chefe–de–gabinete do diretor da Carteira de Redescontos. ALFREDO MENDES RIBEIRO. o inspetor Antônio Dias dos Santos Júnior visita a Agência de Uberaba. gerenciada por Nilo Medina Coeli. escriturário. – 2ª fila em pé: VITAL MORONTE. inspetor de agências. MÁRIO DE MELO REZENDE. CID ALVES PINTO. Nesse ano. escriturário. escriturário. JOÃO COELHO. advogado. ANTÔNIO DIAS DOS SANTOS JR. escriturário. contínuo. escriturário. WALTER DE ANDRADE PORTO. ZEDOSREIS GOMES MAIA. chefe de serviço. DONTRAS NÁLGIDO GOMES MAIA. REYNALDO VON KRUGER. GASTÃO AZEVEDO MENDONÇA. inspetor da CREAI. escriturário. OSCAR CELSO PAULA JANZON. escriturário. escriturário. LEOPOLDINO RAMOS DE LIMA. escriturário. contínuo. escriturário. contínuo.FERNANDO PINHEIRO - 228 gabinete do diretor Marino Machado. contínuo. CIALDINO DA COSTA LIMA. sede em Vitória – ES. caixa. LEVI DA COSTA MESQUITA. escriturário.5 x 18 cm) custodiado pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil: Foto n° 54 – BANCO DO BRASIL – Agência de Uberaba – MG – 1950 – Retrato em grupo – Da esquerda para a direita: Sentados – FRANCISCO NATAL MACHADO. contador. BENTO DE ASSIS VALIM. em pé – JOSÉ GERALDO DE MOURA. ele veio a ocupar o cargo de presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964)..

chefe do ENGE – Departamento de Engenharia – 1ª Residência. desde o Império e. no dia 31/5/1950. o cargo de diretor da Carteira de Importação e Exportação do Banco do Brasil. Além do presidente. superintendente. o presidente Ovídio de Abreu lança. Dom JUSTINO JOSÉ DE SANTANA. construído em 1708. posteriormente. Dilermando Cruz Filho. eng° Ernesto Luis Greve. prefeito da cidade. José Braz . presidente do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950). assume. Anteriormente. Ao centro.5 cm) – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. em cerimônia pública. Marino Machado de Oliveira exerceu o mandato de presidente do C. gerente da Agência Juiz de Fora – MG. R. localizada no antigo “Roteiro do Caminho Novo”. Marino Machado de Oliveira (CREAI – Carteira Agrícola e Industrial). Nomeado pelo presidente da República. arcebispo da Diocene de Juiz de Fora. nessa cidade banhada pelo rio Paraibuna. Flamengo (1945/1946). até chegar aos dias da República [Iconografia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. arcebispo da Diocese de Juiz de Fora.229 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ao ensejo das comemorações do 1° centenário de Juiz de Fora – MG (1850/1950). a efeméride contou com a presença de Dom Justino José de Santana. Pedro de Mendonça Lima (CARED – Carteira de Redescontos). dos diretores Alberto de Castro Menezes (Carteira de Câmbio). Randolpho Xavier de Abreu.5 x 18. e Miguel José Martins. discursa no lançamento da pedra fundamental do novo edifício da Agência de Juiz de Fora–MG. Foto n° 11 – Centenário de Juiz de Fora – MG (1850/1950) – 31/5/1950 – OVÍDIO DE ABREU. rota que ligava a Corte à Província de Minas Gerais. Ayres Pinto de Miranda Montenegro. passando a configurar como o 2° centro de atividades. a pedra fundamental do novo edifício da Agência. em agosto de 1950. – Retrato p & b 23. chefe de gabinete (PRESI).

notadamente no interior de São Paulo. Eleito deputado federal. a partir de 1925. Obra traduzida: Paul Verlaine – Festas Galantes (1958). em seguida. Shakespeare – Romeu e Julieta (1968). Um rei da valsa (1958). A carreira do novo diretor começou no gabinete do presidente da República. tradutor. O gerente da Carteira. Poesia (1987). fez parte da Constituinte de 1933. Espelhos d' água – jogos da noite (1931).FERNANDO PINHEIRO - 230 Pereira Gomes. foi homenageado em banquete oferecido no Hotel Terminus e saudado pelo gerente João Naves da Cunha [Revista AABB – Rio – 1950] Funcionários do Gabinete do diretor da CREAI: Francisco Netto Tinoco. quando ocorreu o golpe de novembro de 1937. Shakespeare – Otelo (1956). à frente da CREAI. Onestaldo de Pennafort Caldas./1950 a maio/1958) [Revista AABB – Rio – 1950]. Wenceslau Braz. Interior & Outros Poemas (1927). Em Campinas. A mulher do destino (1928). a dança e a degolação (1974). visitando parques industriais e agrícolas. o diretor Marino Machado empreendeu diversas viagens. em outubro/1950. Romanceiro (1981). Fernando Monteiro e Onestaldo de Pennafort Caldas. a atividades industriais [Revista AABB – Rio – 1950]. afastando-se da política 4 anos mais tarde. era Edgard Maciel de Sá (out. Paul Verlaine – Poesias Escolhidas (1945). . Desde 5/7/1948. Perfume & Outros Poemas (1924). vinculada à Diretoria. dedicando-se. O festim. Obra original: Escombros Floridos (1921). Fabrício Paulo Bagueira Bandeira. poeta. Deputado estadual em Minas Gerais (1919/1925). pai do diretor. Nuvens da tarde (1978).

a ser pagos pelo Banco. em 8/12/1998. veio à tona a questão do funcionário–escritor dentro do Banco do Brasil. Vale ressaltar: “Desde que se institucionalizou em quadros de carreira – a cujo acesso se fazia mediante rigoroso concurso público. mesmo com a cessão. favoravelmente sobre seu desempenho funcional.231 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Um dos mais belos escritos sobre o autor é a conferência Onestaldo de Pennafort – A poesia em subtons proferida. nas artes e nas letras. ao ensejo da realização do II Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. imune a qualquer tipo de influências internas ou externas – o Banco do Brasil veio a constituir-se um celeiro de valores intelectuais a que recorriam sistematicamente os vários órgãos da Administração pública. No início da conferência. que o reconhecimento hoje generalizado de que os dotes extra–bancários do empregado refletem. Devo dizer. ao mesmo tempo em que desempenhavam suas funções bancárias rotineiras com a dedicação que transformou esse desempenho bancário num autêntico sacerdócio. Ocioso mencionar – mesmo porque as omissões seriam grandemente maiores que as lembranças – os nomes de funcionários que se destacaram na política. ao qual o funcionário consagrava o melhor de sua vida. Sou de uma geração em que o escritor bancário era ainda olhado com certa . Raro era o Ministério ou Assessoria de relevância no âmbito do Governo federal que não tivesse. em geral. nem sempre foi uma ideia que prevaleceu no âmbito do Banco. na historiografia. no entanto. por Ivo Barroso. requisitados do Banco do Brasil. na diplomacia. no direito. um ou vários servidores na composição de sua mão-de-obra especializada. que tinham ainda a vantagem de não ser onerosos. nas ciências. já que os salários destes continuavam.

pôr ter granjeado um nome de relevo no mundo das letras. Se se tratava então de um poeta. certamente se orgulha. Poeta. sob a coordenação do escritor Fernando Pinheiro. não especificamente bancárias. que devíamos sobrepor a qualquer outro interesse por mais lídimo e construtivo que fosse. em 8/12/1998. teve decerto de provar que estas. no âmbito do Banco. Ganhar o respeito de nossos superiores não era uma tarefa fácil. escritor e um dos melhores tradutores de poesia no Brasil. Nome que ajuda a grandeza do Banco do Brasil. divorciado das questões chãs e pragmáticas com que o bancário tem quase sempre de lidar. longe de lhe cercearem performance funcional. provar sua competência bancária era ainda mais difícil. ele é hoje lembrado. Diante de tantas qualidades. graças à mudança de ótica ensejada pelo tempo. Tínhamos que provar muita coisa. . Banco. como um de seus representantes mais importantes. neste escrínio especial que é a Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Marino Machado de Oliveira.FERNANDO PINHEIRO - 232 desconfiança por seus colegas e superiores.” (61) (61) IVO BARROSO – in Onestaldo de Pennafort – A poesia em subtons – Conferência proferida. ao ensejo da realização do II Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. jornalista. facilitavam-lhe sobremaneira seu desempenho. Sei também que. já que se presumia nele sempre um nefelibata. só conseguida com a permanente demonstração daquele zelo e dedicação pelas coisas do Banco. diretor da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil (5/7/1948 a 30/4/1951). e da qual ele. com aquele mesmo orgulho com que Onestaldo se ufanava de ser um de seus mais dedicados servidores. Onestaldo de Pennafort era um dos assessores do Sr.

integravam o gabinete do diretor Anápio Gomes os seguintes funcionários: Luiz de Oliveira Alves. pensamos que. com festividades. No transcurso do 1° ano de gestão do presidente Ovídio de Abreu. de grande repercussão que chega aos nossos dias. Em julho/1950. com a presença do general Ângelo Mendes de Morais. Maria José Barcellos de Cerqueira. em 29/7/1950. o 1° presidente–funcionário (caráter efetivo). prefeito do Distrito Federal. Maria de Lourdes de Araújo Lima. o presidente–fundador. Dídimo Peixoto de Vasconcelos. passado quase um século (1853/1949). em seguida. é reconhecido pela História como um dos trabalhadores que mais prestigiaram a classe a que pertenceu. Auditório do 4° andar do CCBB – Rio) onde estiveram reunidos diretores. secretário–de–gabinete. auxiliares–de–gabinete. chefes de departamento. gerentes de agência. o destino quis que o ápice ocorresse no início.233 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Inaugurado. Aníbal Horácio Ferreira Beviláqua. na cidade do Rio de Janeiro. ao longo de seis décadas percorridas (1950/2011). contínuo [Revista AABB – Rio – 1950]. Ovídio Xavier de Abreu. Júlio Cavalcante Xavier. e ilustres convidados [Revista AABB – Rio – 1950]. e. erguido nos terrenos do antigo Derby. e de inúmeras autoridades. foi celebrada missa votiva. no Banco do Brasil. Sempre admiramos o pioneirismo nas atividades humanas. houve a homenagem no salão nobre dos acionistas (hoje. e. chefe–de–gabinete. às vezes. em 16/6/1950. e. Lizette d´Ávila Barros. Assim foi com Lisboa Serra. No discurso de saudação de Armando Ribeiro Dantas foram ressaltadas as providências do presidente . o Estádio Municipal do Maracanã. através de medidas justas e humanitárias.

pelo transcurso do 1° ano de gestão presidencial. inclusive adicionais fixos nos cargos de comissão.FERNANDO PINHEIRO - 234 em benefício do funcionalismo do Banco do Brasil: o aumento dos salários teve o caráter singular de promoção em massa. nas suas ações como presidente do Banco do Brasil senão o reflexo do seu desejo de ser justo. o funcionalismo. oferta de oportunidade de reabilitação aos que cometeram faltas de decoro no trabalho [Revista AABB – Rio – 1950].002. o Banco do Brasil adotou medidas que beneficiaram os setores da Economia e. em destaque. a melhoria das aposentadorias e ajuda aos herdeiros dos falecidos. (62) OVÍDIO XAVIER DE ABREU.” (62) Durante a gestão de Ovídio Xavier de Abreu. em 29/7/1950. equitativo e imparcial. o principal capital da Empresa. Vale ressaltar [Revista AABB – Rio – 1950]. presidente do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950) – in Discurso de agradecimento à homenagem recebida do funcionalismo do BB. critério mais equitativo e mais estimulante. o abono em dinheiro da licença–prêmio aos empregados com mais de 25 anos de serviço. o custeio das despesas dos licenciados por moléstias. de 24/12/1949. . agindo como depositário da confiança do Governo central. Na oportunidade. e disse: “não divisar nos seus atos. criação de mais centros de saúde. Reajustamento pecuário – o Banco do Brasil colaborou com a Comissão de Finanças da Câmara dos Deputados quanto à elaboração da Lei n° 1. o presidente manifestou-se comovido pela espontaneidade de seus colegas e amigos em promover a comemoração.

Na sociedade carioca desfrutava de prestígio e era amigo dos intelectuais Afrânio Peixoto.235 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Alçada de Agências – Mediante estudo das possibilidades econômicas de cada região. o título de doutor. ajudando-os sempre. foi autorizado o aumento das alçadas das agências. recebeu diploma da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Residindo no Recife. ocupando o cargo de chefe do Serviço Médico. defendeu tese e obteve. era médico de carreira do Banco do Brasil. o direito de converter em espécie os proventos. com distinção. recolheu impressões salutares destinadas à narrativa regionalista que muito contribuiu para a formação do romance histórico brasileiro [Revista AABB – Rio – 1950]. Licença–prêmio – permissão ao funcionário. com mais de 25 anos de carreira. O médico Agripa Vasconcelos trabalhou em diversas cidades do interior de Minas Gerais. tendo como Mestre o médico Miguel Couto. inclusive os mais necessitados. Em 18/9/1950. fez do exercício da Medicina um apostolado que beneficiou milhares de pacientes. com o aumento em determinadas categorias e adicionais para remuneração de comissões. cirurgião e obstetra. Nesse contato sadio com a gente simples do povo. Especialista em clínica geral. Gastão Cruls. em empréstimos à produção. Sócio do Instituto . Antes. muito antes. até aposentar–se em 1/10/1964. no valor total de Cr$ 1 ½ bilhão. entre outros [Revista AABB – Rio – 1950]. na idade madura. Folha de pagamento – Promoções gerais ao cargo efetivo imediato e a reestruturação dos quadros funcionais. Coelho Neto. Agripa Ulysses de Vasconcelos ingressa no Banco do Brasil.

“Corpo Fechado – lendas e contos” (obra póstuma) – 2008 – Editora SESC Minas Gerais – . as “Sagas do País das Gerais” que compreendem 6 romances históricos. publica. temos “São Chico” (panorama da vida nordestina). pela Editora Itatiaia. do ciclo da escravidão em Minas Ainda na bibliografia de Agripa Vasconcelos. “Ouro Verde e gado negro”. em sucessão de Alphonsus de Guimaraens. “Sinhá Braba (Joaquina do Pompeu)”. Depois veio a lume. À época. “Chico-Rei”. “Chica-Que-Manda (Chica da Silva)”. romance do ciclo do latifúndio em “A Vida em Flor de Dona Beja”. ingressava na Academia Mineira de Letras. com a publicação de Elogio de Miguel Couto. Marcando um grande acontecimento literário. a partir de 1951. romance do ciclo do povoamento em Minas Gerais. Na literatura.FERNANDO PINHEIRO - 236 Histórico e Geográfico de Minas Gerais e do Instituto Histórico de Ouro Preto [Revista AABB – Rio – 1950]. “Gongo–Sôco (O Barão de Catas Altas)”. o funcionário do Banco do Brasil. Agripa Vasconcelos iniciou no gênero da poesia. sem precedentes no Brasil. Sementeira de Pedras (poesia). Minas Gerais. romance do ciclo dos diamantes. em 1959. Silêncio (1920). de colorido épico numa sucessão de ciclos de civilização: “Fome em Canaã”. romance do ciclo da agropecuária em Minas Gerais. romance do ciclo do ouro. romance Gerais. Nós e os Caminhos do Destino.

no papel–título representado por Maitê Proença. do Professor Zanoni Neves – UFMG – 1998. inspetor. no ato. em 25/3/1997. outro funcionário do Banco do Brasil que escreveu sobre essa região que abrange os sertões de Minas e da Bahia. e de Cláudio Vasconcelos. na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. nos idos de 1986. filha do Valiosa contribuição para compreender o Brasil. com elevado índice de audiência (horário 21:30h). da TV Manchete. inspetor da INGER – 5ª Zona – MT. décadas de 70 e 80. pelo acadêmico Zorrillo de Almeida Sobrinho (1927/2009). o presidente do Banco do Brasil. Vasconcelos Mancini. na presença de Leonardo J. em grande estilo. em discurso de panegírico (elogio acadêmico). Vale assinalar que a obra “A vida em flor de Dona Beja” foi adaptada para a novela “Dona Beija”. proferido. Ovídio Xavier de Abreu recebe felicitações de Euclides de Arruda Matos. quatro anos mais tarde. em 2/8/1950. A vida e a obra de Agripa Vasconcelos foi apresentada. levada ao ar sob a direção de Herval Rossano. Homenageado no Ideal Club – Praia de Ipanema – Fortaleza–CE. gerente e Clóvis Barreira Fontenele que iria ingressar. gerente do CCBB – Rio de Janeiro. representando. Aristides Moreira Barcelos. a obra “Navegantes da Integração – Os remeiros do Rio São Francisco” (estudo interdisciplinar no campo da Antropologia Social e História). no . coordenador das Relações Institucionais da Petrobras. reapresentada em 2009 pela SBT.237 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL organizada por Mara de autor e guardiã da obra. Muniz. o autor lança outra obra pertinente à região: “Na Carreira do Rio São Francisco”. Em 2009.

muito comum da época [Iconografia: Revista AABB – Rio – out/1979]. precisamente em julho/1944. Ovídio de Abreu despediu-se. Banco do Brasil (1954/1966) Em retrospectiva. em Minas Gerais. da Presidência do Banco do Brasil para assumir. A posse de Jorge de Toledo Dodsworth. uma das mais antigas do País. durante a década de 40. vale assinalar que Euclides de Arruda Matos trabalhou. Walter Moreira Salles. no cargo de presidente do Banco do Brasil. interinamente. Marino Machado de Oliveira e José Vieira Machado. ele trajava terno bege. Na solenidade. ministro da Fazenda. . Três meses após o banquete de gala em homenagem ao presidente do Banco do Brasil (outubro/ 1950). José Braz Pereira Gomes. representando o ministro da Guerra. diretores do Banco do Brasil. capitão Carlos Henrique Rupp. senador da República.FERNANDO PINHEIRO - 238 Quadro de Advogados do [Revista AABB – Rio – 1950]. teve a presença de Guilherme da Silveira. Ovídio Xavier de Abreu é eleito deputado federal com a maior votação nas urnas mineiras (43. o mandato de deputado na Câmara dos Deputados. recebe calorosa manifestação de carinho na despedida do cargo de gerente da agência. em fevereiro/1951. general Canrobert Pereira da Costa. Ivo de Aquino. na Agência de Campos – RJ. Em 18/12/1950. e.115 votos). general Anápio Gomes. enaltecendo a personalidade do diretor Jorge de Toledo Dodsworth que assumia. em 18/12/1950. Pedro Mendonça Lima. em eloquente discurso. o cargo de presidente [Revista AABB – Rio – 1950]. ocorrem as eleições e Getúlio Vargas conquista o cargo de presidente da República e.

o substancial reforço de tenacidade. tenho como imperativo. o de dirigir à Sua Excia. porque o meu longo trato com a gente que aqui moureja e com os meus ilustres companheiros de Diretoria me assegura a confiança necessária: deles recebo. embora infringindo o dever precípuo do cidadão. o ilustre Dr. entre outros ilustres convidados [Revista AABB – Rio – 1950]. O teor do discurso de posse de Jorge de Toledo Dodsworth na Presidência do Banco do Brasil foi centrado na fulgurante personalidade de Ovídio Xavier de Abreu.. Presidente da República. na tradição do Banco do Brasil e na necessidade do incremento das atividades da lavoura. em diversas funções de fiscalização. que são de agradecimento pela alta investidura a mim conferida. a minha desvalia aconselhava a recusar. as minhas primeiras palavras. de não fugir a convocações para o serviço público. a que particularmente me apraz obedecer. suficiência e coragem que o desempenho de tão árdua função indiscutivelmente requer. presidente do Instituto do Açúcar e do Álcool. colaboração e direção. Ovídio de Abreu. neste alto cargo. Foi este o principal motivo que me decidiu a aceitar o encargo que. por via reflexa. não desconheço o pesado encargo que me foi imposto. Trabalhando nesta Casa desde a minha mocidade.239 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Fernando Pessoa de Queiroz. E só não julgo esta incumbência excessiva para as minhas forças. porque sou chamado a substituir. Sr. . “Ao assumir a Presidência a que fui chamado por honrosa e desvanecedora escolha do Exmo. da indústria e do comércio. A tarefa se me afigura anda mais penosa.

sem sombra de dúvida. hora por hora. e. Bem se vê. mas o Banco do Brasil perde. um ótimo Presidente. o predecessor ora troca. do zelo com que procurou sempre defender as conveniências e o patrimônio deste instituto. todo o meu patriotismo. não direi brilhante e memorável. O Congresso adquire um elemento precioso. Procurarei atender à economia nacional. Eleito deputado federal por Minas Gerais. empregando todos os meus esforços. quanto é difícil o mandato que sobre mim recai – mandato tornado particularmente mais espinhoso pelas graves dificuldades que assoberbam o mundo inteiro e que multiplicam e aguçam os problemas afetos a quantos têm qualquer parcela de responsabilidade na coisa pública. representada pela produção. que honrará as tradições de cultura e inteligência dos filhos daquele Estado. Não obstante. da eficiência com que enfrentou e resolveu os problemas de sua alçada. pude acompanhar de perto. da cordialidade fidalga do seu trato. que ora deixa. pelas lides parlamentares. . da firmeza cautelosa com que manobrou o leme da náu. a atuação do Dr. mas honesta e bem intencionada. Ovídio na Presidência do Banco. as funções de Presidente do Banco. E dou testemunho expresso – como de resto. mas infelizmente por tão pouco tempo.FERNANDO PINHEIRO - 240 Como Diretor. por tudo isso. todo o entranhado amor que tenho às coisas do Banco. que tanto ilustrou. toda a minha capacidade de trabalho. contornando escolhos e aproando sempre para rotas tranquilas e seguras. podem fazer quantos aqui trabalham – do singular empenho com que sempre consagrou ao cargo. enfim. toda a sua atividade e toda a sua inteligência. entro no exercício do cargo com o firme e inabalável propósito de corresponder à confiança em mim depositada. para fazer obra.

quero manifestar de público meu agradecimento muito sincero pela honrosa presença do Exmo. principalmente nos momentos delicados em que interferiu para debelar a forte pressão de especuladores. Ministro da Fazenda que sempre me habituei a respeitar e admirar. um dos setores mais importantes da política econômica. presidente do Banco do Brasil (18/12/1950 a 2/2/1951 – interino) – in Discurso de posse. porque é esta.” (63) O Estado de S. produzindo e vendendo para consumo interno e externo. a melhor maneira de servir ao Brasil. em caráter interino. já no convívio deste Banco. nesse setor. oriundo da Carteira Agrícola. como titular da pasta a que o Banco do Brasil está tão intimamente vinculado. criando.241 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL comércio e indústria. A pasta (63) JORGE DE TOLEDO DODSWORTH. servido por 13.503 funcionários. colhendo. em seus justos anseios. enquanto diretor. a atuação de Dodsworth. Finalizando. que poderemos progredir e sobreviver se as ameaças que negrejam os horizontes malfadadamente se concretizarem em lutuosa realidade. Sr. desde o dia 18 de dezembro de 1950. Segundo o Estadão (19/12/1950). . beneficiou a lavoura e o comércio do café. o Banco do Brasil. está sob o comando de Jorge de Toledo Dodsworth.Paulo (edição terça-feira 19/12/1950) divulga matéria auspiciosa para a economia nacional: a posse de Jorge Dodsworth no cargo de presidente do Banco do Brasil. É plantando. já no exercício da profissão liberal que ambos abraçamos. No alvorecer dos idos de 1951.

bem como o reembolso integral das aposentadorias posteriores a 31/12/1948 [Revista AABB – Rio – 1951]. (65) (64) ALCEBÍADES FRANÇA DE FARIA. (65) JORGE DE TOLEDO DODSWORTH. Usando a palavra. destacando o apoio recebido. destinado à construção de casa própria para seus associados. nos períodos (11/9/1929 a 24/10/1930 – interino) (22/11/1945 a 2/6/1949) era o presidente do Banco do Brasil. foi recebida pelo presidente do Banco do Brasil que ouviu palavras de agradecimento pela abertura de um crédito de cinquenta milhões de cruzeiros.FERNANDO PINHEIRO - 242 do Ministério da Fazenda era dirigida pelo médico Manoel Guilherme da Silveira Filho que. capitaneada pelo presidente Alcebíades França de Faria. .” (64) Em resposta. na manhã do dia 11 de janeiro de 1951. presidente do Banco do Brasil (15/12/1950 a 02/02/1951) – Reunião com os diretores da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil – 11/1/1951. Envolvida no clima de cordial recepção. funcionário do Banco do Brasil (posse: 6/12/1923. presidente da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (19/3/1949 a 30/4/1952). teve a Caixa oportunidade de reconhecer uma dívida de tão profunda gratidão. Dodsworth revelou que os méritos alcançados não são dele e acrescentou: “a concessão estava virtualmente dentro das obrigações do Banco e de suas responsabilidades perante o funcionalismo”. e concluiu dizendo: “em nenhum momento de sua vida.: 5/2/1955). apos. a Diretoria da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. Alcebíades França de Faria elogiou a participação do Senhor Presidente do Banco do Brasil nas questões relativas à obra assistencial da Caixa de Previdência.

e. já iniciava o financiamento de residências aos seus associados. encontrara a Caixa de Previdência em fase de difícil conjuntura.243 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL A gestão de Alcebíades França de Faria foi bastante proveitosa em termos de resultados. encontravam-se em andamento comprometido e. 199 – AGGS – Indústrias Gráficas S.445 imóveis. após 1 ano. a maioria das casas encontrava-se em fase de conclusão [Revista AABB – 1951]. 5 – p. os balancetes apresentaram resultados positivos e. iniciadas antes da gestão do presidente da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. sob o comando de Orlando de Almeida Cardoso (27/4/1934 a 18/3/1949). Em apenas um ano de gestão. (66) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. e no meio da adversidade vislumbrou um elevado estímulo para alcançar os meios necessários para normalizar a situação financeira. “enquanto tinha em construção 501 apartamentos e 107 prédios.A. e deu início a fase progressista da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. apresentou o primeiro saldo credor das contas da Caixa de Previdência junto ao Banco do Brasil. para satisfação dos funcionários e diretores do Banco do Brasil. a Caixa de Previdência. Em 19/3/1949. no total de 1. – Rio de Janeiro – 1980. . antes de assumir o cargo de presidente [Revista AABB – Rio – 1951]. após um longo período de déficits.” (66) As construções de casas para o funcionalismo do Banco do Brasil. Anteriormente. Alcebíades França de Faria. em maio de 1950. ao assumir a Presidência. segundo Cláudio Pacheco. admirado e elogiado pela Diretoria. com ele. nos idos de 1947. o ritmo de obras foi normalizado.

Entre eles. Arnon Afonso de Farias Melo (Alagoas) e Sílvio Piza Pedrosa (Rio Grande do Norte) [Retrato p & b – 30 cm x 24 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil] . a Caixa de Previdência desfrutou de período de prosperidade.FERNANDO PINHEIRO - 244 A partir de então. Em janeiro/1951. em viagens. um dos mais importante presidente da Previ. é o mais importante presidente da PREVI. segue adiante percorrendo mundos afora. honradez. como nenhum outro ocorrido antes. legado por Alcebíades França de Faria. sob intenso regozijo. no decorrer dos evos. imbatível por seus feitos administrativos que alavancou o progresso da empresa que presidiu. recebe a visita de ilustres convidados para assistir à solenidade do casamento do deputado federal Ovídio Xavier de Abreu com a jovem Júlia Santos de Abreu. a cidade de Araxá. O exemplo singular de dedicação ao trabalho. No ano seguinte. A cerimônia religiosa foi conduzida por um ilustre filho de Minas Gerais: Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota. 1981]. pelo inconsciente coletivo de que nos falou Carl Jung. subordinado ao assessor Garrido Torres [RIBEIRO. elegância em se vestir e se expressar publicamente. fino trato. Sem dúvida. dignidade e nobreza de caráter. diretor da Cexim – Carteira de Exportação e Importação. destacamos os governadores Juscelino Kubitschek (Minas Gerais). cardeal–arcebispo de São Paulo . e em todo o decorrer da gestão de Alcebíades França de Faria (19/3/1949 a 30/4/1952). Casimiro Ribeiro assume o cargo de sub–assessor. e elogiável por gerações que se seguiram. dia 22 de março de 1952. interior de Minas. convocado por Simões Lopes.

1962 e 1966. Júlia de Abreu.. deputado federal. senador Assis Chateaubriand. em mandatos sucessivos. Ovídio de Abreu. Vale ressaltar ainda a presença dos deputados federais Benedito Valadares. Amador Aguiar iria fazer história no Bradesco. ARENA. antigo presidente do American Brazilian Association. é reeleito. na legenda PSD e. Inc. Na união abençoada por Deus. Sara Kubitschek.245 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL [Retratos p & b – 30 cm x 24 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil] . 1958. Mais tarde. além da 1ª dama estadual. o casal teve 4 filhos: Ovídio de Abreu Filho. por último. Randolfo Santos de Abreu. Em 1967 a 1970 exerce o cargo de secretário de Finanças de Minas Gerais no governo de Israel Pinheiro. Último de Carvalho e Bias Fortes. Alexandre Santos de Abreu. em 1954. superintendente da Casa Bancária Almeida & Cia. Berent Friele. Drault Ernani. e o jovem bancário Amador Aguiar. . Ranieri Mazzili.

Luiz Simões Lopes. em visita ao BB. discursa em recepção do corpo docente da FGV. ao ensejo da aprovação do novo Regulamento da Carteira Agrícola e Industrial.FERNANDO PINHEIRO - 246 CAPÍTULO 4 Ricardo Jafet preside os destinos do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953). Mecanização de serviços. Diretores viajam pelo Brasil. Criação do Departamento de Crédito Geral. presidente–fundador da Fundação Getúlio Vargas e diretor do BB. dia 2 de fevereiro de 1951. Conclaves de gerentes do BB em Belo Horizonte. A retomada do ensino no BB. Discursos proferidos em banquete enaltecem o diretor Loureiro da Silva. O diretor Vilobaldo de Souza Campos presta homenagem a Leonardo Truda. o advogado Ricardo Nami Jafet toma posse no cargo de presidente do No . presidente do BB (27/7/1934 a 30/11/1937) na inauguração do Edifício Leonardo Truda. sede da Carteira de Exportação e Importação. apresentando as metas da política de expansão do crédito.

ministro da Fazenda. conservando o charme e a beleza. e se dirigiu aos demais membros da Diretoria e a todos funcionários revelando que seu programa de trabalho se resumia na palavra trabalhar e enfatizou os objetivos comuns capazes de suavizar as mais árduas tarefas [Revista AABB – Rio – 1951]. que vinha exercendo. pintado por Cândido Portinari. Chapéus da moda feminina não lhes tiravam de vista os lindos penteados: eram de cabelos de cor natural. esposa do presidente. acompanhada de algumas distintas senhoras que usavam vestidos elegantes e joias preciosas [Revista AABB – Rio – 1951]. vice-presidente da República. sem pintura. Fazendo uma retrospectiva histórica sobre o desenvolvimento do Banco do Brasil na vida econômica do País. Horácio Lafer. saudou Jorge Dodsworth. Adhemar de Barros. traje comum da época [Revista AABB – Rio – 1951]. à época esposa do presidente. governador do Estado de São Paulo (1947/1951 e 1963/1966). interinamente.247 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Banco do Brasil. Nelly Maluf Jafet. Obra de arte de grande valor é o semblante clássico de Nelly Jafet. o cargo de presidente. Autoridades presentes trajavam ternos brancos. quando iniciou a cerimônia de posse. desde os tempos idos do Império até o início da segunda metade do século XX que se abria. . Ricardo Jafet pronunciou o discurso de posse. vemos que. Ao final do discurso. Na sequência da iconografia do evento. retrato que adorna o salão da biblioteca da residência da bela senhora viúva que nos recebeu para uma visita de cortesia. prestigiado pela presença de João Café Filho. elas retiraram da cabeça os chapéus.

apos. por por unanimidade. chefe da Secretaria da COJUR – Consultoria Jurídica. dentre outras nomeações. na obra Presença – Editora Record – 1982. foram eleitos. ei–la chefe–de– gabinete da COJUR. foram nomeados os seguintes diretores. Luiz Simões Lopes (Carteira de Importação e Exportação) e Walter Moreira Salles (SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito) [Revista AABB – 1951]. Por ato do presidente da República. Carloman da Silva Oliveira. com a presença de representantes do Governo: José Loureiro da Silva (Carteira de Crédito Agrícola e Industrial). conferente da CEXIM (posse no BB: 2/7/1927. 27/9/1965). José Estefno (Carteira de Crédito Comercial) e Egídio da Câmara Souza (Carteira de Crédito Geral) [Revista AABB – 1951]. João Daudt de . com a presença de Haroldo Renato Ascoli. membro da COMINQ. Vale ressaltar que o diplomata Hugo Gouthier. publica retrato de Egídio da Câmara Souza. Maria Thereza Leme Navarro. advogado “D”. sob a presidência de Ricardo Jafet. Nessa sessão foram eleitos os membros do Conselho Fiscal do Banco do Brasil: Argemiro de Hungria Machado. João Leães Sobrinho. Nos idos de 1964. Fernando Drumond Cadaval (Carteira de Câmbio). Na sessão da Assembleia de Acionistas. apos. representando o Tesouro Nacional.FERNANDO PINHEIRO - 248 Em abril/1951. Armando Almeida Alcântara (Carteira de Redescontos). ministro dos Assuntos Econômicos da Embaixada do Brasil em Londres – Governo Dutra. vale ressaltar: Cecília Santos de Biasi (posse no BB: 26/7/1935. realizada em 30 de abril de 1951. os diretores: general Anápio Gomes (Carteira de Agências do País). 19/2/1959).

de sua personalidade de escol. do comércio e da indústria. Festejada. . assistindo à cerimônia das mais expressivas. ao mesmo tempo. Mais tarde. do Dr. além do advogado Herculano Borges da Fonseca. esses profissionais foram assessores de vários ministros de Estado [RIBEIRO. O presidente Ricardo Jafet esteve presente à solenidade e. no ponto alto do discurso. Pedro de Magalhães Corrêa do Amaral [Revista AABB – 1951]. “Não são poucas as razões que me levaram a presidir a este ato com o mais vivo regozijo. fez lembrar o passado de glórias de Loureiro da Silva. José Loureiro da Silva a um dos altos postos de direção do Banco do Brasil. Estamos. Eleito e reeleito. o empossado diretor. que é a volta. sucedendo a Marino Machado de Oliveira. soube imprimir à sua gestão os traços. simpáticos e enérgicos. destacando–se os economistas Sidney Latini e Casimiro Ribeiro. Quando mais se lhe alargavam os horizontes de uma operosidade servida por uma cultura orientada pragmaticamente. a posse do diretor da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial por figuras representativas da produção. em verdade. com muito entusiasmo. estudioso e ensaísta dos assuntos econômicos. em 1944 e 1945. para o cargo de diretor da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. 1981]. respectivamente. eis que os imperativos do seu rijo caráter lhe impuseram a mais compreensível e digna das renúncias. e Zózimo Barroso A equipe de Moreira Salles era constituída de elementos de elevada formação profissional. propriamente.249 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Oliveira.

bravura e independência – tradição que conquistou e. começou a perlustrar os vários postos que lhe encheram de encargos os melhores anos da existência. nas lutas do seu Estado natal. entre as generosas rebeldias da adolescência e o pensamento reflexivo da idade madura. nas cidades e nos campos. os anos que.FERNANDO PINHEIRO - 250 Tendo entrado para esta grande casa armado das credenciais que lhe outorgava a precisa inteligência dos problemas atinentes a um dos setores de maior importância da vida econômica do País. Desde então. ainda acadêmico de Direito. aos apelos do bem comum e. já foi chamado a exercer uma promotoria pública. ao impulso das altas causas de interesses coletivos. Aos 19 anos. de modo muito especial. Madrugou nos campos da vida pública o homem que aqui vem reinvestindo-se na função que honrou e a que comunicará de novo o cabedal de sua experiência adquirida ao contato imediato da realidade. e nem sempre se ajustaram rigorosamente a linha das imposições de índole partidária. dela saiu enobrecido pelo seu gesto de exemplar dignidade moral e política. comumente. aprimorou. . Essa atividade ligada aos seus interesses de fidelidade e amizade ao presidente Getúlio Vargas não causou surpresa a todos quantos lhe conheciam e admiravam a tradição de altivez. que nele começavam a coexistir desde cedo. a todas as solicitações das classes que. na mais perfeita unidade psicológica. jamais deixaram de vibrar. a mocidade consagra às coisas amáveis e efêmeras. O homem político e o homem público. representam as forças propulsoras da prosperidade econômica e social do povo brasileiro.

convergem para a Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. nos fugazes intervalos da atividade do advogado. teve presente. sem dúvida. integrando-vos novamente no corpo de seus colaboradores de elite. o vosso conhecimento dos problemas que. do parlamentar e do administrador. Dr. o destino social do indivíduo e da comunidade. Loureiro da Silva: O Governo do eminente presidente Vargas. Bem sei que. em função da melhoria da condição humana. tendes procurado refúgio nas lides prediletas de quem merece também o título de líder ruralista. Mas a predileção. Ao ensejo de vossa volta ao seio de uma instituição tão profundamente vinculada à vida financeira e econômica do Brasil. sensíveis em todos os recantos do País. formulando os votos para uma fecunda gestão. não perdeu de vista.251 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL À sua vocação de realizar e empreender rasgaram-se perspectivas consagradoras à frente da Prefeitura de Porto Alegre. num dos estados líderes da riqueza agropecuária brasileira. do político. Administrador moderno. em demanda de exame e solução. dotado da visão concreta das questões pertinentes ao quadro de uma civilização urbana em processo de contínuo crescimento. que corresponderá aos legítimos interesses . que vos sagrou um dos nossos reputados especialistas em assuntos concernente ao progresso da pecuária e da agricultura – um especialista com a sensibilidade requintada nas leituras virgilianas – não aparta a vossa visão do panorama da nossa vigorosa expansão industrial. em nenhum momento. desejo cercar este ano de um cunho de particular cordialidade.

equilibrando as relações do comércio. antigo diretor”. É ela a ramificação mais extensa. sustentando o crédito. desafogando a indústria. em maio/1951. mantendo o financiamento. o presidente Ricardo Jafet compareceu à posse do diretor Armando Almeida Alcântara e fez o uso da palavra. se não corroeram a estrutura financeira. que penetra fundo as distâncias nacionais. visando recolocar as relações financeiras internas e externas. Aí estão as medidas iniciais e estudos. o Dr. do mesmo passo.FERNANDO PINHEIRO - 252 nacionais e refletirá a comprovada competência e. situa-se a Carteira de Redescontos e da Mobilização Bancária. em situação de corrigir enganos e desajustes. em homenagem ao diretor Loureiro da Silva. Na ordem das atividades importantes. (67) RICARDO JAFET. (67) do novo Em outro evento. em curso. erros e irregularidades que. alimentando o incentivo da produção. . presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953) – in Discurso proferido. ao ensejo da posse na CREAI. traçada pelo eminente presidente da República. E é este precisamente o espírito que norteia as nossas atividades na direção do Banco do Brasil. tem sido a orientação que presidiu a escolha daqueles que devem integrar o quadro dirigente do nosso instituto oficial de crédito. comprometeram-na agitando a obra de reconstrução entregue à Sua Excelência. dependentes do Banco do Brasil. Getúlio Vargas. afirmando a forma como é dirigida a direção do Banco do Brasil: “Garantir a execução plena e rápida da política econômico-financeira.

negando as afirmações de que tudo ia bem. quando certa vez visitava Santos. havendo-se com sucesso na orientação do crédito na principal praça exportadora do País. Gerenciou ali a agência do Banco do Estado. compete à Carteira de Redescontos suprir as dificuldades que se apresentam no atendimento rápido e eficaz das mais distantes zonas de produção. o Dr. pode dar execução cabal à tarefa ingente de uma assistência à altura das necessidades atuais. servidas por bancos particulares. Sem falar mais na sua importância de sobejo conhecida. conhecedor dos problemas bancários. o financista e o bancário. entrou em São Paulo como Guilherme entrara na Inglaterra: dominando as simpatias e a confiança. chega a sua assistência através do Redesconto que mantém entrosagem da vida bancária e nutre as atividades dos institutos particulares de crédito. Fixou-se em Santos. econômicos e financeiros. é patente que na sua direção só um técnico. Armando Almeida Alcântara. como se prega nos estudos da reforma. O técnico. E deu a mais impressionante demonstração de largueza de visão e previsão. Armando Almeida Alcântara. o estudioso. Na falta de um sistema bancário nos moldes avançados. . foi o governo da República buscá-lo na figura do ilustre Dr. Avançou no conhecimento das marchas e contra-marchas da vida comercial e bancária do País. o economista. alertou e alarmou o meio afirmando que o País estava financeiramente à beira do abismo.253 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Onde não chega a presença efetiva do Banco do Brasil. o então presidente do Banco do Brasil. Viveu e comandou as relações creditícias. no agitado período de antes de 1930. Natural da Bahia.

que durante muitos anos.FERNANDO PINHEIRO - 254 e que a posição verticalmente. permanente e ativo. orador de méritos consagrados. e. vida bancária. É-nos. E conhece através do trato quotidiano. contemporâneo de Adolpho (68) RICARDO JAFET. . Desde então. ainda. Trata-se de intelectual de reconhecido valor. necessidades bancárias. em maio/1951.: 27/1/1959). e aquela afirmação se transformava na dura realidade do crack do café. gerente da CEXIM – Carteira de Exportação e Importação (posse no BB: 13/3/1922 – apos. Vale ressaltar ainda a posse de Francisco Vieira de Alencar. destacamos a de Leopoldo Saldanha Murgel. ao ensejo da posse na CARED. exercia o cargo de gerente do Setor Rural da CREAI – Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. chefe-de-gabinete de vários diretores. em homenagem ao diretor Armando Almeida Alcântara. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953) – in Discurso proferido. pela certeza de orientação firme e eficaz que representa o seu novo titular.” (68) Dentre as nomeações realizadas pelo Banco do Brasil. do qual foi seu Diretor–Superintendente até que foi chamado para servir à Nação na direção do Banco do Brasil. no cargo de gerente do Setor Rural da CREAI. do seu principal produto cairia Não foram muitos os dias corridos. pois. grato presidir a esta posse. foi sempre chamado a participar da orientação do principal banco do Estado de São Paulo. Armando Almeida Alcântara conhece Banco. organização bancária.

Exª a lembrança inapagável de sua dignidade pessoal de suas atitudes desassombradas e de sua alta compreensão da função que exerce.: 5/2/1958) e ao gerente de Crédito Industrial e. e a Antônio Arraes de Alencar. que a minha posse no cargo de gerente do Crédito Rural. me tocam a emotividade e me falam de perto aos sentimentos de responsabilidade. chefe-de-gabinete da Presidência do Banco do Brasil (posse no BB: 19/11/1923 – apos. Digo de ordem sentimental. quero aludir ao ânimo e confiança que a sua volta à alta administração do Banco do Brasil desperta no funcionalismo da Casa. . A retomada por V. proferiu o discurso. arautos das aspirações do funcionalismo do Banco do Brasil. em cujo espírito deixou V. Francisco Vieira de Alencar. porque sua amizade avassala pela torrente de seus influxos que geram o respeito e a admiração.Exª acaba de pronunciar. Referindo-me ao aspecto moral.Exª da direção da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial é a razão de ordem sentimental e moral de meu regresso aos serviços que lhe caberá supervisionar. para o qual me designou a sua escolha. aos demais executivos do BB (subgerentes e chefes-de-seção). ainda. Senhor diretor Loureiro da Silva.Exª. Após a saudação a José Loureiro da Silva. diretor da Carteira Agrícola e Industrial. realizasse com a sua presença no seu Gabinete. Vale ressaltar: “Quis V.255 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Schermann. Todas estas demonstrações de confiança e as palavras que V. ambos tiveram a honra de presidir os destinos da AABB – Associação Atlética Banco do Brasil – Rio de Janeiro.

Exª. senão uma retomada de ideias e princípios que V. é a independência mental e a liberdade de pensar. É tudo isto. Trago para o novo posto. todo o meu entusiasmo e todas as forças do meu ideal de funcionário do Banco do Brasil. que não é novo. o atrativo dos valores morais e intelectuais de sua personalidade torna irresistível o desejo de se lhe dar tudo em colaboração no trabalho comum.FERNANDO PINHEIRO - 256 Destarte. por instinto. que é o de estudar os seus problemas e servir ao nosso Instituto com o entusiasmo que a sua grandeza suscita. Com o desvio de seus objetivos precípuos. pela ciência direta que tem da extensão de seus problemas e necessidades prementes. quando os verdadeiros produtores desfilam nas forças caudinas dos beneficiários das vantagens de toda a espécie que o beneficiário cria e faz proliferar. O programa de V. no trabalho quotidiano. que empresta um colorido especial à honra que me deferiu V. com o seu cortejo de . a qual repousa na moralidade e legitimidade dos negócios.Exª. repele. cuja modéstia glória.Exª descreveu em planejamentos impressionantes. não é a côrte daqueles que simulam defender os interesses da produção. com fundamento na moralidade da instituição. diretor Loureiro da Silva. a aceitação do desvirtuamento da real finalidade do crédito que é fomentar as atividades benéficas à prosperidade coletiva. torna-se o crédito um instrumento de deturpação da moeda e fator de perturbação do comércio. Sr. na Carteira. que V.Exª já semeara e praticara na Carteira está consoante com o espírito tradicional dos homens que vão servi-lo. informada no espírito da profissão. O mundo rural brasileiro. A mentalidade do homem de Banco.

ministro da Fazenda (interino). e ao término de fértil carreira profissional.Exª os meus agradecimentos e assegurar-lhe o meu empenho em corresponder à sua confiança. depois de exercer relevantes funções: secretário de Finanças do Espírito Santo (1928/1929). em 7/2/1951.” (69) Empossado em 30/1/1918. quero expressar a V. na vaga do titular Pedro Luís Corrêa e Castro. escassez de utilidades e vida cara para os que vivem de salários. O crédito especializado. . a cujo quadro regresso. apos. o funcionário José Vieira Machado.257 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL malefícios à comunidade: inflação.: 1/11/1957) – in Discurso proferido. O Banco moderno ainda é o poderoso dique a essa onda desapoderada. diretor da SUMOC (1944/1950). exercido com técnica e com ânimo público. com as alegrias e esperanças de quem nunca perdeu a fé no ideal. para o que tenho de contar com a ajuda e cooperação dos meus velhos companheiros de trabalho na Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. diretor da Carteira de Câmbio do Banco do Brasil (1950/1951). sem os preconceitos de uma burocracia extenuante. Ao tomar posse do meu cargo. mas do decidido propósito de separar o joio do trigo. (69) FRANCISCO VIEIRA DE ALENCAR (posse no BB: 1/8/1922. gerente da Agência Central – Rio de Janeiro (1936/1941). aposenta-se do Banco do Brasil. na 1ª quinzena/ abril/1951. Impõe-se a restauração de uma política geral que coloque os valores humanos e sociais acima das ambições personalistas e da corrida desenfreada para os lucros vertiginosos. é a arma por excelência para corrigir e retificar muitos erros e estancar muitos males de que padece o Brasil. ao ensejo da posse no cargo de gerente de Carteira.

Luar da Crônica que retrata o talento literário do gerente daquela filial. implantando o Plano Racionalização e Mecanizações dos Serviços de Contabilidade que tinha por objetivo absorver os serviços de várias seções numa única seção. apos. o assunto do momento: mecanização de serviços. com a finalidade de dar maior rapidez e segurança nos serviços [Revista AABB – Rio – 1951]. .: 23/4/1958) e pelo inspetor Jorge Máximo Teixeira (posse no BB: 8/9/1918 – apos. Esse sistema foi. Nesse dia. de Dinah Silveira de Queiroz. Ricardo Jafet. diretor da Carteira de Redescontos. Na pauta. registro de títulos da praça. pioneira nesse sistema operacional.: 3/7/1955). 13/3/1954). 6/5/1951 – A Agência de Presidente Prudente – SP é conduzida com eficiência pelo gerente José Rodrigues Crespo (posse no BB: 19/12/1923. folhas de pagamento. operava com as máquinas Hollerith e National. posteriormente. a matéria já era objeto de estudo no BB. A Agência de São Paulo. Aliás. adotado por outras agências de grande porte que começaram a melhorar as rotinas de serviço [Revista AABB – Rio – 1951]. visita a Agência de São Paulo. a partir do ano seguinte. As principais tarefas executadas: controle das contas de depósitos. cobrança. desde os idos de 1941 e. foi criada a Seção Serviços Mecanizados.FERNANDO PINHEIRO - 258 Na primeira quinzena de abril de 1951. o Jornal A Manhã – Rio de Janeiro publica na coluna “Café da Manhã”. Recebido pelo gerente Adão Pereira de Freitas (posse no BB: 3/11/1923 – apos. num total de 5. o presidente do Banco do Brasil. em companhia de Armando Alcântara.000 documentos por dia.

Herculano Borges da Fonseca é eleito presidente da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. os tempos idos na Sumoc: Galvêas lembra. no momento em que se apresentava como prestigiado autor das obras Regime Jurídico do Capital Estrangeiro – Editora Letras e Artes – 350 pp. Era um curso de oito meses no CEMLA – Centro de Estudos Monetários Latino–Americano. inglês e francês.. Ernane 1989. (1976). Casimiro Ribeiro foi para a Inglaterra. em novembro/1951. o Sidney Latini foi para o Fundo Monetário fazer curso de balanço de pagamentos. (1963) e As Instituições Financeiras do Brasil (editada em português. É. Guilherme Augusto Pegurier estava em missão especial da Presidência do Banco do Brasil. ministro da Fazenda. Fiz o curso no México em 1954. . em “O Herculano teve uma visão muito ampla de todos esses acontecimentos em relação ao que seria o trabalho na Sumoc. em 19/8/1982. por Crown Editores Internacionais – 544 pp.259 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em retrospectiva... Eu ai. à Fundação Getúlio Vargas.. com o Prefácio do Prof.. O Guilherme Pegurier foi para o Fundo Monetário fazer curso de balanço de pagamentos. nos idos de 1989. Ele estimulou muitas as pessoas a irem fazer cursos no exterior.. Segundo a Revista AABB – Rio – 1951 e confirmando o depoimento de Ernane Galvêas. à Fundação Getúlio Vargas – Rio de Janeiro – RJ. Havia um curso de “Teoria e Política Monetária” no México que muita gente ambicionava fazer. Antônio Delfim Netto. (71) ERNANE GALVÊAS – in Depoimento prestado. e mandou muita gente estudar fora.” (71) Tempos mais tarde.

procurando resolver”. pois que representa também como que uma complementação do montepio. concluiu dizendo que esse (72.FERNANDO PINHEIRO - 260 Simples. agradecido.” (73) Na mesma época em que Francisco Vieira de Alencar assume a Gerência da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. assinatura de contrato de empréstimo com o Banco da Caixa de (19/3/1949 a ao ensejo da do Brasil. em agosto/1951. 73) ALCEBÍADES FRANÇA DE FARIA. presidente da Caixa de Previdência. benefício “ultrapassa o simples conceito de moradia. foi a realização da cerimônia da assinatura do contrato de 50 milhões de cruzeiros entre o Banco do Brasil e a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. considerando que o Banco participa diretamente da solução do problema da casa própria que a Caixa de Previdência vem. em agosto de 1951. mas de significativa importância. exerceu interinamente. (72) E. há tempo. presidente Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil 30/4/1952) – Alocução proferida. em virtude de constituir pecúlio por morte. Fazendo o uso da palavra. em junho de 1951. . Celeste da Gama e Souza Gonçalves Carneiro. destinado à aquisição de casa própria. o cargo de subchefe do Departamento de Fiscalização Bancária – FIBAN. Alcebíades de Faria. dizendo que França iniciou “o ato que se celebra no momento é dos mais gratos e auspiciosos para o funcionalismo da Casa. categoria letra “J” ou conferente–de–seção.

No mês seguinte. interinamente. Jayme Stanzione Madruga. é nomeada auxiliar da Consultoria Técnica da Presidência do Banco do Brasil. É que em Jesus minha alma tem guarida e para os céus elevo o pensamento. Francisco Robles Peres.261 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL A propósito. segundo a Revista AABB–Rio – 1951. por livre vontade. sempre com o brilhantismo de sempre. 5/1/1965). os seguintes funcionários: chefe: Clóvis Facundo de Castro Menezes. em decorrência da extinção da Inspetoria de Agências Metropolitanas. vou pela vida. legou–nos versos que acalentam e revigoram nosso viver. da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. apos. em janeiro/2003. patronímica de Castelo Branco de Almeida. Nos idos de 1964. Na Direção Geral. na Igreja de Nossa Srª da Glória – Rio de Janeiro. escriturária “E”. Vale destacar a 1ª quadra do soneto A Caminho: “A caminho do além. Celeste da Gama Souza Gonçalves Carneiro. exerceram cargos de chefia na FIBAN. e Em agosto/1951. despede–se do ambiente presidencial e vai assumir o cargo de chefe–de–serviço da Agência Glória – Metr. nesse ano. Célia Cerqueira Cavalcanti (posse no BB: 18/4/1932. na Direção Geral. . subchefes: Cyro Lopes Gonçalves. Célia Cerqueira Cavalcanti (1910/2003) ocupou a Cadeira n° 8. sem desalento. RJ. sem tristeza e sem dor. Randolfo Xavier de Abreu foi dispensado da comissão de chefe da Inspetoria é nomeado inspetor do Banco do Brasil no Distrito Federal. gerente da Carteira de Redescontos.” (74) (74) CÉLIA CERQUEIRA CAVALCANTI (1910/2003) – Versos lidos pelo vigário.

e inúmeras outras autoridades. foi homenageado. Foram inscritos 24. em função da importância de sua entrosagem com as peças mestras da alta administração federal e do papel que é chamado a desempenhar no conjunto dos fatores ligados à formação e à circulação da riqueza. presidente do Banco do Brasil.FERNANDO PINHEIRO - 262 Com a finalidade de renovar os quadros do funcionalismo do Banco do Brasil. demonstrando viva emoção e amor ao trabalho. em todo o País. Prestigiado pela presença de Café Filho. pelos ministros de Estado (Relações Exteriores. declara abertamente: “Enorme é a responsabilidade que recai sobre a gestão dos negócios do Banco do Brasil. Quase no final do discurso. em setembro/1951. Contabilidade e Datilografia. governador do Estado do Rio de Janeiro. Na cidade do Rio de Janeiro o certame ocorreu na Escola Técnica Nacional. o concurso público. sendo acompanhadas por uma equipe do concurso e pelo próprio presidente do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1951]. Francês. Inglês. . em banquete oferecido pelas classes conservadoras da política e do meio empresarial [Revista AABB – 1951]. no banquete oferecido pelas classes conservadoras da política e do meio empresarial. Educação e Viação).” (75) (75) RICARDO JAFET. Ricardo Jafet. em setembro de 1951. As provas foram de Português. Ricardo Jafet. com a presença do presidente Ricardo Jafet. foi realizado. vicepresidente da República.500 candidatos. Amaral Peixoto. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953) – in Discurso proferido. no dia 7 de setembro de 1951.

queremos dizer de nossa satisfação pela acolhida.Exª tão sabiamente preside. a expressão de nosso reconhecimento pela valiosa colaboração que ora nos presta.263 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL O presidente do Banco do Brasil falou ainda sobre o trabalho que produz a riqueza nacional pela capacidade do povo brasileiro e dos grandes líderes da política e da economia e encerrou o seu discurso. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 14/1/1953) – in Discurso proferido em setembro/1951. por exemplo. o da padronização da estatística no Brasil.. no dizer dele. de par com a importância dele em face dos nossos problemas geográficos. Acompanhamos de há muito as atividades do órgão a que V. como. sumamente honrosa. Senhor general Djalma Polli Coelho. podeis contar comigo para todas as campanhas de sadio patriotismo. (76) RICARDO JAFET. e manifestar-lhe. ao mesmo tempo.Exª.” (76) No dia 10 de dezembro de 1951. inestimáveis serviços de pesquisas e conclusões que propiciaram trabalhos de grande envergadura. pois sempre reconhecemos fulgirem aqui. com que fomos distinguidos. proporcionando aos funcionários do Banco do Brasil a oportunidade de frequentar o Curso de Estatística que este Instituto organizou a nosso pedido. em colaboração com o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. o presidente Ricardo Jafet profere um discurso no ato inaugural do Curso de Estatística.. a . Eis o resumo: “Agradecendo as palavras de V. com vistas a formar técnicos. “superior ao meu mérito” (o que discordamos) e finalizou: “. agradecendo a homenagem.

Dispensamo-nos. cuja atuação objetivasse de maneira concreta o panorama de nossa política econômica. esperamos. atingem quase todos os setores da vida nacional. considerávamos. transformando-o num órgão técnico antes de tudo. Esse conjunto harmonioso. Mas. Assim. necessitamos de um quadro de funcionários técnicos que. de relembrar aqui o papel relevante que a estatística desempenha no êxito dos estudos econômicos e financeiros. para atingir esse propósito. resolvemos reestruturar o atual Departamento. internos e externos. . dotado de elementos eficientes. tenha. permitirá um aproveitamento de proporções duradouras. e traçar planos à economia nacional. o de Estudos Econômicos e o de Divulgação. por sua natureza diversa e especializada. em comunhão de vistas com os ilustres colegas de Diretoria. Presidente da República. que. como auxiliar de confiança do Exmo.. não fácil de desvirtuar.] Desde o início de nossa tarefa. quando. precisava de um órgão central de estudos. ora constituído por três setores distintos: o de Estatística. entendemos que o Banco do Brasil.. estamos certos. além do trabalho rotineiro. para execução dos encargos oficiais que lhe cumpre desempenhar.FERNANDO PINHEIRO - 264 [. penetrado a realidade nacional. com a finalidade do observar os fenômenos econômicos. Sr. não sofrerá descontinuidade às arremetidas diversas. constitui inovação que. os quais. as atenções voltadas as pesquisas e aos estudos cujos trabalhos sejam postos à disposição dos nossos diversos órgãos administrativos para deliberação definitiva. a 19 de julho último. por evidente.

(77) RICARDO JAFET. José Jacaúna de Souza.265 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Procuramos selecionar.” (77) Em setembro/1951. 10/4/1954). Dois meses mais tarde. gerente da Carteira de Câmbio da Direção Geral. Alegremo-nos poder contar com a cooperação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. entregues à superior proficiência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. advogado do Banco do Brasil. proferiu discurso homenageando o gerente que se despedia [Revista AABB – Rio – 1951. que são ilustres desta Casa. apos. porque luta e marcha vêm antevendo a vitória da recuperação econômica do Brasil. criteriosamente. se destina – formando uns e aperfeiçoando outros – a aparelhar tecnicamente o quadro do nosso setor de Estatística. . com tendência manifesta para os encargos especializados. Pedro Lima (posse no BB: 23/5/1928. sob a orientação de Professores. 1/8/1960) é nomeado chefe–de–gabinete (DG-CAMIO). e estamos certos de que. do Curso de Estatística no Banco do Brasil. teremos no estabelecimento de crédito que dirigimos mais um grupo especializado e altamente patriótico. e o Curso que se inicia. em 10/12/1951. Almanaque do Pessoal – 1964]. Manoel Augusto Penna (posse no BB: 9/8/1916. escolhidos dentre os mais estudiosos. os funcionários que aqui estão como alunos. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1//1953) – in Discurso no ato inaugural. Na solenidade de transmissão do cargo. falec. após o término das aulas. passa o encargo da Carteira a João Cândido de Andrade Dantas.

sem regalias e sob normas inflexíveis de disciplina”. mediante inteligência e ilibado caráter. até no exterior.. foi criado./nov. 29/5/1973) – in Discurso proferido. sem horas fixas de expediente./1951 – p. nos tempos árduos. apos. nos idos de 1951. Raymundo Mendes Sobral (1903/1960). advogado do Banco do Brasil (posse no BB: 23/9/1933. (78) Absorvendo o antigo DEIFA – Departamento de Fiscalização de Agências. produzida e apresentada em Brasília – DF. o Departamento de Crédito Geral do Banco do Brasil. (78) JOSÉ JACAÚNA DE SOUZA. 22. hoje amplamente divulgada na televisão – TV–Rio – Comunidade. Almanaque do Pessoal – 1964]. gerente da GECAM – Gerência de Operações de Câmbio – Carteira de Câmbio (nov/1949 a nov/1951) [Revista AABB – Rio de Janeiro – out.. intelectual de reconhecido prestígio nacional e. dotado de brilhante inteligência. de Charles Leadbeater. sendo escolhido para dirigi-lo Raymundo Mendes de Carvalho Sobral.FERNANDO PINHEIRO - 266 Vale mencionar as contingências de trabalho que obrigaram o homenageado. Tradutor das obras: Os Sonhos. sólido caráter e magnífica noção de responsabilidade. no início de carreira. obra–base da Teosofia. natural de Amarante – Piauí. para superar as dificuldades então existentes. e A Doutrina Secreta. em que tudo se exigia do empregado. de Helena Petrovna Blavatsky (Madame Blavatsky) – 6 volumes – Editora Pensamento). Esse Departamento trouxe consigo duas subgerências entregues ao comando de José Luís de Assis e Aurélio de Freitas [Revista AABB – 1951]. . a envidar esforços. pela dimensão da obra traduzida. em homenagem a Manoel Augusto Penna. em novembro/1951. abordadas pelo orador: “.

quando foi transferido no mesmo cargo para a Agência de Salvador. considerando que a Agência de Parnaíba era mais importante do que a de Crato. em seguida.: 11/9/1958). preferimos levar ao público as palavras simples e resumidas. por Edgardo de Amorim Rêgo. José Bonifácio de Sousa retorna ao Banco do Brasil e. em abril/1945. permanecendo até julho/1955.” Com passagem por Parnaíba. onde assumiu o cargo de superintendente (1951/1952). gerente da Agência de Crato. cearense ilustre. tomou posse no Banco do Brasil. em outro turno profissional. Na década seguinte. Decorridos 3 anos nesta gestão (janeiro/1942 a 25/3/1945). natural de Parnaíba. a cátedra de Professor da Faculdade de Ciências Econômicas. onde esteve a atuação de Raymundo Mendes Sobral (posse no BB: 7/6/1920 – apos. era uma promoção. quando recebe a incumbência da Direção Geral para instalar e gerenciar a Agência de Crato–CE. nas mesmas funções. que nos revelou: “o que o Banco do Brasil tem hoje sobre crédito deve–se a Raymundo Mendes Sobral. .A. estruturou a implantação do Banco do Nordeste do Brasil S. em 13/7/1928. exerce. quando foi removido. em parceria com Rômulo de Almeida. José Bonifácio de Sousa.267 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL No âmbito profissional.. embora parecesse um declínio na carreira. o cargo de contador. Dois anos mais tarde. em janeiro/1954. Após cumprir o mandato no BNB. proferidas em telefonema de 7/7/2008. localizada em cidade banhada por um imenso delta fluvial. para a Agência de Fortaleza–CE. onde assume. na Filial de Fortaleza. Nessa agência. José Bonifácio de Sousa permaneceu até dezembro/1947. assume o cargo de gerente da Agência de Manaus – AM. até janeiro/1942. é removido para a cidade de Parnaíba.

volta ao Estado natal e dedica–se às lides do magistério. dentária. embora fosse criado. com a instalação de centro de trabalhos na Fazenda Queimadas. sob nova designação. Esse empreendimento se desenvolveu também fora da Fazenda Queimadas.FERNANDO PINHEIRO - 268 Promovido a inspetor. antes de tornar–se o célebre compositor italiano. José Bonifácio de Sousa criou uma Cooperativa. Em 1/8/1958. lecionando na Faculdade Católica de Filosofia (atualmente. Ilhéus e Vitória da Conquista. em jurisdição localizada na Bahia. escola obrigatória aos jovens [SOUSA. Faculdade de Educação do Ceará). aos idosos e aos pais de família. Desse trabalho. médica. beneficiando os sitiantes arrendatários do Açude Choró que. em Fortaleza. financeira aos produtores agrícolas locais. tendo como sócios os produtores da região com a finalidade de promover a comercialização sustentada pelo apoio à produção agrícola. José Bonifácio de Sousa promove o desenvolvimento do oeste de Quixadá. 1997]. Nessa quadra de vida. A partir de setembro/1958. e nas Escolas Profissionais do SENAC. durante a seca de . atingindo as cercanias da região. após relevantes serviços prestados. Belmonte. aposenta–se do Banco do Brasil no cargo de inspetor de agências. à semelhança do que foi realizado na Itália por Giuseppe Verdi. Daí surgiu o Centro de Assistência Rural São Vicente de Paula com a finalidade de levar a assistência técnico– agrícola. juridicamente instalada. e empreende atividades que hoje é um dos objetivos da atividade–fim do Banco do Brasil: implantação do desenvolvimento sustentável. aposentado. José Bonifácio de Sousa inspecionou as agências de Itabuna.

na década de 50. por iniciativa governamental. Quixadá – De Fazenda a Cidade – 1960. 1997]. faleceu. a meia verga. a assistência do governo [SOUSA. Essa missão que engrandece a cidadania que ele a honrou com provas irrefutáveis. para ele chega–se ao fim. Na Milícia de Cristo (em colaboração) 1947. de José Bonifácio de Sousa. no trabalho de campo (1958/1969). O Centenário de Tomás Pompeu de Sousa Brasil (1952). nas repartições estaduais [SOUSA. Acadêmico. 1997]. teve o lançamento em 17/4/1997. Martins Filho. membro do Instituto do Ceará. Joaquim Catunda e mons. não tinha. editada através do Programa Editorial da UFC – Universidade Federal do Ceará. reitor da UFC. Prof. durante 3 dias seguintes em que a bandeira do Estado do Ceará ficou hasteada. fundador da Sociedade Cearense de Geografia e História. Roberto Cláudio Frota Bezerra.269 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL 1932. no dia 17/4/1970. Discurso de posse no Instituto do Ceará. deixando o Estado em luto oficial. Serra do Estevão – 1947. com o convite do governador Plácido Aderaldo Castelo. Em edição póstuma. Em pleno mandato. Bruno Figueiredo – 1950. contemporâneo da Faculdade de Direito. Formação Histórica do Comércio Cearense – 1954. versando sobre a vida e a obra de Eusébio de Sousa. contendo o nome do Prof. José Bonifácio de Sousa legou–nos extensa obra literária voltada ao campo da pesquisa histórica: Leandro Bezerra Monteiro (biografia) – 1945. diretor de gestão empresarial da COELC – Companhia Energética do Ceará. a obra Quixadá & Serra do Estevão. coordenador do . com o convite que recebemos do eng° José Bonifácio de Sousa Júnior. 1997]. no Ideal Clube – Fortaleza – CE. Associação Comercial do Ceará (1868/1968) [SOUSA. para assumir o cargo de secretário de Administração do Estado do Ceará.

percorrendo as agências de Maceió. Paulo Linhares. Autor de apreciável obra literária: Uma chama ao vento (contos) 1945 – reedição UFC 1997. amante das letras. Ernesto Sabóia. Outro cearense ilustre. Fortaleza – CE (1951). As Viagens (novelas) – Prêmio de Contos e Novelas. Paulo Airton Araújo. Fortaleza. Três Corações e. 204 pp. que tomou posse. posteriormente adotada em todas as Unidades da Federação [SOUSA. titular da pasta recém-criada. Fortaleza. presidente do Instituto do Ceará. da Universidade Federal do Ceará. 1997]. que serviu ao Banco do Brasil: Joaquim Braga Montenegro (1907/1979) tomou posse em 3/9/1934. Separata da Revista Clá (1951). aposentado do Banco do Brasil. Araripe Júnior (subsídios para um estudo). Prêmio Aequitas. sendo a 1ª no gênero. no cargo de diretor do Departamento de Publicações e Documentação da Secretaria de Cultura. Parnaíba. 1946 – Fortaleza – CE. AGIR (Nossos Clássicos n° 30. a convite do secretário Raimundo Girão. Prêmio . Prêmio Afonso Arinos da Academia Brasileira de Letras (1947). notas – Rio de Janeiro. (1961). secretário da Cultura e Desporto do Estado do Ceará. galgando todos os postos da carreira. Fortaleza. antologia. ressaltamos a presença de Braga Montenegro. Ainda na equipe de governo de Plácido Castelo. Boa Esperança em Quarenta e Oito Horas (Reportagem) (1969). Correio Retardado (estudo de crítica literária). por fim. (1958). José Albano (poesia. em outubro/1966. no Ceará. em todo o Brasil. Rio de Janeiro. apresentação crítica. Evolução e Natureza do Conto Cearense (estudo) – Separata da Revista Clã. secretário de Administração do Estado do Ceará. e do Cel. à época.FERNANDO PINHEIRO - 270 Programa Editorial da Casa José de Alencar. sede de jurisdição de inspeção. inclusive a de inspetor.

Randolfo Xavier de Abreu e Thales Honorário de Almeida [Revista AABB – Rio – 1951]. Antônio Gurgel da Costa Nogueira. viajando pela Panair. Clóvis Castelo Branco. com bagagem rica de conhecimentos e experiência. da Universidade Federal do Ceará. Paulino Jaguaribe de Oliveira. Em Ribeirão Preto fez a exposição dos motivos de sua presença no interior paulista. podemos assinalar. Nos idos de 1951. A Superintendência tinha status de uma Diretoria de Administração. empreendeu viagens em São Paulo para o encontro com os gerentes de diversas agências.271 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Farias Brito para Ensaios. . acompanhado de uma comitiva que incluía uma taquígrafa. Na iconografia de roteiro da viagem. ainda. Jorge Máximo Teixeira. à moda da época [Revista AABB – Rio – 1952]. em dezembro/1951. para exercer o cargo de inspetor. o diretor da Carteira de Crédito Geral do Banco do Brasil. Com a finalidade principal de conhecer in loco os problemas e buscar soluções para a economia regional do Norte e Nordeste brasileiro. Euclides de Arruda Matos. Egídio da Câmara Souza. diretor da Carteira de Crédito Comercial. em dezembro/1951. Recife [Revista AABB – Rio – 1952]. estiveram. Alcebíades França de Faria. trajando vestido branco. que José Estefno. comprido. o superintendente do Banco do Brasil era Ayres Pinto de Miranda Montenegro. 264 pp. Natal. Fortaleza. e sua comitiva. é nomeado. em jurisdição Zona Especial – Distrito Federal: Adroaldo Costa Pinheiro. em dez/1951. nas cidades de Belém. inexistente àquela época na Empresa. Um seleto grupo de funcionários. Aristóteles de Magalhães Cordeiro.

FERNANDO PINHEIRO - 272 Nesse mês. de autoria de Maria Júlia Lemos Costa Bittar (Zazu). D´Elia. (79) MARIA JÚLIA LEMOS COSTA BITTAR (ZAZU) – Palestra intitulada Mário C. na qual relata “Atividades exercidas no Banco do Brasil obrigaram-no a peregrinar por várias cidades do estado de São Paulo.: 22/4/1963).” (79) Em jan/1952. destaca–se a palestra Mário C. escritor de méritos reconhecidos por Agrippino Grieco que prefaciou o romance O neto de Laura Giolitti. lida no 1° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social – nov/1995 – Rio de Janeiro – RJ. chefe-de-gabinete (posse: 8/11/1924 – apos. e Nodgy de França Andrade (posse no BB: 1/10/1925 – apos. inspetor da 28ª Zona (Catanduva). José Fernandes de Luna. Dentre a bibliografia sobre autor.: 1/6/1958). estenógrafa [Revista AABB – Rio 1952. Professora de História da Escola Estadual Mário D´Elia. desenvolveu intensa atividade intelectual. os inspetores Aurélio de Azevedo Valente (posse no BB: 1/2/1924 – apos. estavam presentes: Renato Navarro Britto. perito de Balanço – Agência Central – DF. de Mário C. D´Elia.: 6/7/1960). . Lá.: 7/11/1956) e Iracema Borba Neira. até fixar-se em Pirassununga. secretário– de–gabinete (DG – CAMIO) e Mário Collazi D´Elia. D´Elia. houve reunião de gerentes do Banco do Brasil no Nordeste. Franca – SP. gerente (interino) da Agência de Salvador (posse no BB: 10/7/1924 – apos. dentre outras nomeações oriundas da Direção Geral. Faziam parte da comitiva do diretor da CREGE: Raul Alonso Pereira. Ernane Galvêas. Almanaque do Pessoal – 1964].

ele está criando. mas das melhores organizações que temos em nosso País. da alta society recifense. Assinalamos. Recepcionando os visitantes. eu uso de um pouco de falta de modéstia. governador do Estado de Pernambuco. Seguindo as pegadas do seu ilustre pai. mas o Banco do Brasil é de fato uma. como seu Presidente. “Senhor Presidente. não só das maiores. vão me perdoar se agora. a visita dos professores e alunos do Instituto Brasileiro de Administração da Fundação Getúlio Vargas ao Banco do Brasil. sugeri eu esta visita para que os nossos professores e alunos tivessem oportunidade de conhecer esta Casa. em janeiro de 1952. além de banqueiro. ligada à industrialização do País. e. com show de músicas regionais executadas por Sivuca. e.273 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL No Recife. Ricardo Jafet que. e foi homenageado num lauto banquete oferecido pela família Pereira Queiroz. usou a palavra Luiz Simões Lopes. diretor da Carteira de Importação e Exportação do Banco do Brasil. por isso. ao mesmo tempo. com grande destaque. tenho grande satisfação em trazer os alunos do Instituto Brasileiro de Administração da Fundação Getúlio Vargas. e os seus eminentes professores para visitarem o Banco do Brasil. O Banco tem. presidente daquela prestigiada Fundação. o Sr. é dos grandes industriais brasileiros. na qualidade de Diretor do Banco. meus senhores: Na dupla qualidade de presidente da Fundação Getúlio Vargas e diretor do Banco do Brasil. coordenando uma obra imensa e importantíssima. o diabo louro da sanfona [Revista AABB – Rio – 1952]. Os Srs. o diretor Egídio da Câmara Souza teve encontro com Agamenon Magalhães. .

quer privadas. onde foi discutido por um eminente grupo de professores . porque acima de todas as iniciativas específicas. onde encontrou uma acolhida surpreendentemente favorável. no Brasil. Por isso. Para isso dirigiu-se à Organização das Nações Unidas. ele está visceralmente ligado aos problemas de Administração. uma Administração Geral eficiente. o ensino da ciência de Administração. há um fator indispensável para o êxito dessas iniciativas que é um suporte. há cerca de 4 anos. Compreende. quer públicas. não temos formação sistemática e daí em grande parte a redução de rendimento e o aumento consequente de custo do trabalho em quase todas as organizações brasileiras. como patrocinaram uma Mesa Redonda que realizamos em Lake Success. os efeitos das falhas que existem em nosso meio. porque tem sofrido na própria carne. Os membros da delegação brasileira junto a ONU defendem. em qualquer campo de trabalho. De fato. de um modo geral.FERNANDO PINHEIRO - 274 Sendo um grande industrial. a Fundação Getúlio Vargas teve a iniciativa de lançar no Brasil. Nós todos que administramos. exatamente pela falta do ensino sistemático da Administração. um grande chefe de equipe. em caráter sistemático. não é possível dar assistência técnica num meio impermeável à técnica administrativa moderna. somos autodidatas. uma tese absolutamente certa: de que a assistência técnica aos países subdesen– volvidos só pode dar resultados satisfatórios mediante um trabalho prévio ou concomitante de organização racional da Administração Pública. As Nações Unidas não só vão colaborando com a Fundação Getúlio Vargas.

que aqui nos buscam para aperfeiçoarem os seus conhecimentos em Administração Pública. seus países. o que é. Para isso. resolveram participar efetivamente dessa obra. nos seus países. porque só um grande ideal – o de servir ao progresso da administração pública – traz esses eminentes professores ao Brasil. Sem querer ferir a modéstia dos ilustres professores que aqui se encontram. enviado para acompanhar o desenvolvimento do chamado “Projeto Brasileiro de Ensino de Administração”.275 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL americanos e vários brasileiros o projeto da Fundação Getúlio Vargas. facilitando a vinda ao Brasil de um grupo seleto de alunos. o prazer de abrigar em seus cursos uma brilhante plêiade de filhos dos países irmãos. A Fundação Getúlio Vargas. tenho o prazer de dizer que são professores do mais alto nível e do mais alto standard no campo da Administração. um elogio a eles próprios. a vinda para o Brasil do seu delegado. A Fundação Getúlio Vargas tem. por sua vez. Eles ocupam. tirados de quase todos os países latino-americanos. por isso. ofereceu bolsas de estudo a todos os Estados do Brasil. Dr. Mais ainda. também. Presidente. escolhendo o Brasil para iniciar a assistência técnica necessária à instituição do ensino da Administração. as Nações Unidas concorreram por várias formas. para virem ajudar nesta obra. aqui presente. Sr. Uma das mais importantes foi. que . para a introdução do ensino sistemático de Administração no Brasil. ainda. alguns suas famílias. As Nações Unidas colaboraram. as mais importantes cátedras de administração. trazendo cerca de 20 alunos para seguirem esses Cursos. Benedito Silva. sem dúvida. Estão esses insígnes professores deixando seus interesses.

FERNANDO PINHEIRO - 276 abrigam também alunos daqui do Distrito Federal. . Ricardo Jafet. conquistados pelas suas tradições. das Autarquias. por ter ele dado essa oportunidade aos Srs. (80) LUIZ SIMÕES LOPES. pelo espírito de equipe que aqui reina. é da Sr. uma das boas organizações que o Brasil tem. agradecer ao diretor Simões Lopes e ao Presidente da Fundação Getúlio Vargas. de estudiosos.” (80) As palavras de agradecimento do Sr. do qual tanto nos orgulhamos. ter essa equipe de intelectuais. tirados dos Ministérios. de conhecerem. presidente do Banco do Brasil. pela imensidade de trabalho que aqui se realiza em prol dos interesses do País. Fundação que tantos serviços tem prestado ao Brasil e continua prestando. como presidente do Banco do Brasil. Estamos conscientes de que esta iniciativa mais alta importância para o progresso da Nação. como ele bem disse. como do próprio Banco do Brasil. ao mesmo tempo. foram simples e desvanecedora: “É sumamente grato para mim. presidente da Fundação Getúlio Vargas e diretor da Carteira de Importação e Exportação do Banco do Brasil (gestão Ricardo Jafet) – Discurso proferido em jan/1952. – fomos desde logo. não queríamos que esses eminentes professores e alunos deixassem de conhecer o nosso Banco. Quero. Presidente: Ao entrarmos nesta Casa – embora na função transitória de Diretor. aqui presente na Casa que eu tenho a honra de presidir. Por isso.

destaca-se a proposta de Antônio de (81) RICARDO JAFET. e quero também declarar que o Banco do Brasil está disposto a cooperar e colaborar em tudo que vise a melhorar o sistema de administração do País. 17 e 18 de janeiro de 1952. ao ensejo da visita dos professores e alunos da Fundação Getúlio Vargas. . houve um jantar no Minas Tênis Clube [Revista AABB – Rio – 1952]. Às vésperas do evento. A instalação do conclave ocorreu às 9h:00m. à época denominada com o sugestivo nome de Conclave de Gerentes. em diversas sessões. diretor da Carteira de Crédito Comercial do Banco do Brasil. da manhã do dia 15 de janeiro de 1952. compareceu José Maria Alkimin. Joaquim Gouveia Filho. secretário das Finanças do Estado de Minas Gerais. com recepção calorosa de funcionários e inúmeras autoridades locais. no salão nobre da Associação Comercial de Minas Gerais. a comitiva chefiada por José Estefno. Adão Pereira de Freitas. a 1ª Reunião de Gerentes do Banco do Brasil em Minas Gerais. Raymundo Mendes Sobral.277 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL O meu agradecimento sincero ao Dr. Simões Lopes pelas palavras generosas com que se referiu à minha pessoa. chega a Belo Horizonte.” (81) Nos dias 15. Numa das reuniões do dia 18 de janeiro. Francisco da Gama Netto [Revista AABB – Rio – 1952]. Heráclito Costa Marques. desembarcando no Aeroporto de Pampulha. Miguel Penchel. Á noite. foi realizada. Fizeram parte da mesa de trabalhos: José Estefno. Dentre as matérias apresentadas. 16. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953) – Palavras de agradecimento ao diretor Luiz Simões Lopes. em jan/1952.

para o aprimoramento dos serviços internos e revigoramento das operações. em seguida. no dia 18 de janeiro de 1952. habilitando assim . Pela ordem de sequência. O presidente Ricardo Jafet esteve presente e presidiu. sempre com a assistência pessoal de um diretor. realizado em Belo Horizonte. gerente da Agência de Belo Horizonte e.FERNANDO PINHEIRO - 278 Carvalho Bastos ao Banco do Brasil para a criação de Cursos de Aperfeiçoamento de Funcionários do Banco do Brasil. com o objetivo de melhorar o desempenho funcional nas tarefas administrativas [Revista AABB – 1952]. o presidente fez o uso da palavra. Por último. diretor da Carteira Comercial. Desde o início do meu mandato. Em resumo: “Coube a mim a tarefa de encerrar o conclave de administradores de agências. compreendi o quanto seria vantajosa a realização de conclaves de que participassem os gerentes de grupos de agências situadas em regiões e economias afins. Essa incumbência constituiu motivo da maior satisfação. que expuseram a matéria dos trabalhos apresentados em sessões anteriores. embora que por rápidos momentos. a sessão de encerramento da 1° Conclave de Gerentes do Banco do Brasil em Minas Gerais. pela oportunidade que me proporcionou de entrar em contato direto convosco. passou a palavra a Francisco da Gama Netto. a José Estefno. A amplitude do seu campo de ação torna cada vez mais difícil uma aproximação maior entre as duas forças que impulsionam os seus serviços – a Diretoria e o funcionalismo. O Banco do Brasil é uma Casa muito grande e sua rede de agências se espalha pela vastidão do território nacional.

a sua presença entre nós. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953) – Belo Horizonte – 18/1/1952 – Encerramento do 1° Conclave de Gerentes do Banco do Brasil em Minas Gerais. .279 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL o Banco a cumprir cada vez melhor o seu papel de incrementar o desenvolvimento do País. Nelly Jafet confirmou–nos. vieram confirmar o acerto do meu prognóstico.” (82) À noite do dia 18 de janeiro de 1952. (82) RICARDO JAFET. esteve no Palácio da Liberdade. os bons resultados colhidos nessas reuniões e que se traduzem em observações locais de grande valor para a Superior Administração. sede do governo de Minas Gerais. Carismático. além das autoridades presentes.Exª ora faz ao nosso Estado. afável e acolhedor. Ricardo Jafet. acompanhados de suas respectivas esposas. sobremaneira. Posta em prática a ideia. onde foi recepcionado em jantar oferecido pelo governador Juscelino Kubitschek. presidente do Banco do Brasil. oferece-nos grato ensejo para que mais uma vez lhe manifestemos a grande admiração e o particular apreço em que têm os mineiros que acompanham com entusiasmo as relevantes iniciativas que vem promovendo à frente do nosso principal Instituto de crédito. pessoalmente. e em esclarecimentos prestados aos gerentes pelo diretor pessoalmente. Honrando-me. sobre a linha de atuação a seguir. mineiro proferiu discurso em homenagem do Banco do Brasil: o governador ao presidente “Excelentíssimo Senhor Doutor Ricardo Jafet: É com o maior desvanecimento e justo regozijo que o Governo e povo de Minas Gerais acolhem a visita que V. que estava presente no Palácio.

com singular eloquência. à frente das quais Vossa Excelência surge animado principalmente do propósito de contribuir para que se amplie sempre o âmbito da assistência que cabe ao Banco do Brasil prestar para o estímulo e encorajamento das iniciativas de governante e particulares. colocado a serviço do Brasil. com ainda. em consequência. é. as realizações inúmeras. Tem sido por isso mesmo das mais patrióticas a sua atividade nas elevadas funções que desempenha. no seu intenso esforço para promover a restauração econômica do Brasil e.Exª conserva-se inteiramente fiel às patrióticas diretrizes do presidente Getúlio Vargas.FERNANDO PINHEIRO - 280 Em V. pelo lídimo estadista que dirige os destinos do Brasil na hora presente. Especialmente no que se refere ao meu Estado. Da sua preocupação de tornar a influência do Instituto que dirige ainda mais ampla e benéfica dizem. que assinalo o mérito dos serviços prestados à coletividade mineira. em correspondência com os seus atributos excepcionais de homem de finanças. na sua interferência pessoal para que em Minas se localizem as grandes indústrias . que assinalam o seu primeiro ano de gestão. V. Senhor Ricardo Jafet. serviços esses que se consubstanciaram não só no empréstimo inicialmente concedido a Minas Gerais.Exª. como nas providências tendentes à construção das duas grandes rodovias Belo Horizonte – Rio e Belo Horizonte – São Paulo. alicerçar em bases sólidas o bem-estar social. cumpre destacar desde logo. com grande satisfação. por honrosa incumbência do eminente Senhor Presidente da República. um elevado espírito público. cada qual mais significativa. onde quer que se convoquem a sua inteligência. a sua operosidade e o seu clarividente descortino. Assim procedendo.

em discurso que abordou aspectos da economia nacional e fazendo elogio ao programa do governo mineiro – binômio: energia e transporte [Revista AABB – Rio – 1952]. e comentou. viajaram para a cidade de Sabará. o que representará um passo decisivo para o nosso desenvolvimento industrial e econômico. governador de Minas Gerais (31/1/1951 a 31/3/1955) – Palácio da Liberdade – Belo Horizonte – 18/1/1952 – Discurso de recepção a Ricardo Jafet. acompanhados de Sarah Kubitschek e Nelly Jafet. Juscelino Kubitschek.281 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Mannesmann. O prefeito Sílvio Pereira e o diretor da Siderúrgica. Louis Ensch. proporcionando-os homenagem prestada por estudantes e desportistas. acabando de visitar um ambiente de trabalho produtivo e sincero – a Companhia (83) JUSCELINO KUBITSCHEK. presidente do Banco do Brasil. saudou o presidente do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1952]. Essaú Magalhães Júnior. . o presidente Ricardo Jafet agradeceu a demonstração de carinho e afeto. Na manhã do dia 19/1/1952. Em nome dos operários. receberam os ilustres visitantes. e membros da comitiva governamental.” (83) O presidente Jafet agradeceu a homenagem do governador de Minas Gerais. Segundo a Revista AABB – Rio. presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Sabará. onde visitaram a Siderúrgica Belgo– Mineira [Revista AABB – Rio – 1952]. o governador de Minas Gerais e o presidente do Banco do Brasil. na ocasião: “Estava bem impressionado.

posteriormente. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1//1953) – Palavras de agradecimento.” (84) De Sabará a comitiva presidencial do Banco do Brasil seguiu para a Cidade Industrial. o cargo de Consultor Jurídico do Banco do Brasil (3/5/1967 a 16/9/1977).A. ao ensejo da aprovação do novo Regulamento da Carteira Agrícola e Industrial do Banco do Brasil. proferiu discurso de saudação ao homenageado. intérprete dos que vos prestam esta homenagem de simpatia e apreço: é que sinto. No banquete de 500 talheres oferecido ao diretor Loureiro da Silva. originária da identidade substancial de pendores entre o gaúcho amoroso dos pagos e o nordestino enfeitiçado pelo (84) RICARDO JAFET. certa corrente de afinidade eletiva. . exerceu. foi um dos últimos poetas brasileiros da fase de transição do simbolismo para o modernismo. em visita a Siderúrgica Belgo–Mineira. chefe do Departamento Jurídico da CREAI. O regresso do presidente Ricardo Jafet ao Rio de Janeiro ocorreu no dia 21 de janeiro de 1952 [Revista AABB – Rio – 1952]. onde visitou as instalações da empresa Magnesita S. de mim para convosco. Esse orador eloquente.FERNANDO PINHEIRO - 282 Siderúrgica Belgo–Mineira – que foi a escola da indústria básica do Brasil. Ensaísta do pensamento filosófico. proferidas em 19/1/1952. ora e aqui. por isso todo o nosso respeito e todo o nosso apreço. em 20/2/1952. Martins Napoleão. Eis o discurso: “É para mim fundado motivo de prazer o tornar-me. e que merece. na AABB – Rio de Janeiro. membro da Academia Piauiense de Letras.

num magnífico exemplo de compreensão dos problemas fundamentais a cuja solução o diploma se destina. por parte do Governo e através do preclaro Ministro da Fazenda. assim. nesta reunião. condiz. que não é – valha dizer – uma crise brasileira. uma demonstração de estima pelos que timbram em manifestar. vestígios indeléveis da civilização do couro. evidentemente. insinuando-lhe. que à distância ainda lhe umedece os olhos e descompassa o coração nos dias enublados. mas também à procura política . por atos e palavras. o disciplinamento do crédito rural. Esse motivo imediato é a aprovação. entre os muitos que justificam. Meus Senhores! Há. verdadeiro e devotado espírito público. a qualquer tempo.. à pressão contingente de nossa evolução econômica. principalmente no que diz respeito ao estímulo de atividades consubstanciais à própria tradição do nosso modo de viver. não só ao irreprimível surto de progresso material do País.. elaborado sob a inspiração de seu titular e apoio do Presidente e demais Diretores da Instituição. é assunto de rigoroso interesse nacional. Ao mesmo passo. do novo Regulamento da Carteira Agrícola e Industrial do Banco do Brasil. legítimo complexo rural. como fundo elemento diferencial no conjunto brasileiro. Na angustiosa situação de carência e má distribuição de víveres. os quais. que lhe condicionou a psique e os hábitos de vida.283 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL chão de seus sítios e fazendas. que prenunciam para o seu sertão “a hidropisia das primeiras águas”. mas uma diátese universal do após–guerra. e em moldes os mais adiantados. lhe prestigiaram a iniciativa oportuna. a sistematização do crédito industrial. um pretexto próximo.

Assim. sem o perigo das distorções comprometedoras. por exemplo. citássemos. O bom senso que informa. a nossa poderosa e secular infraestrutura rural. Não nos detemos no exame das muitas modalidades especiais de empréstimos e investimentos. ligada aos currais e fazendas e ameaçada pela crise contemporânea de transformação de valores sociais e econômicos. a expansão do crédito industrial. é entendido como índice de compreensão dos complexos dados desses problemas. como. Bastaria. no todo e nas minúcias. à base de aplicação em iniciativas de interesse público. propiciará clima à nossa desejada e relativa autosuficiência. a difusão racional do crédito agrícola e pecuário representa a preservação de traços característicos de nossa formação histórica. a bem da defesa do nosso passado e de modo a evitar os conflitos de imposição artificial de um novo ciclo de vida. iniciativa a contrapor-se ao latifúndio inexplorado e antieconômico. que se não podem entre nós dissociar. dentre as inovações consagradas. a constituição de colônias agrícolas. por exemplo. ora viáveis através da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. que anulem. ou os que se destinam à aquisição e montagem de indústrias básicas ou essenciais à defesa nacional. por uma superestrutura de artifício. a instituição dos empréstimos fundiários. . a regulamentação ora em vigor.FERNANDO PINHEIRO - 284 do Governo no sentido do nosso reaparelhamento técnico e fabril. os que se empregarão nas indústrias rurais de características domésticas. cujos objetivos são a formação de pequena propriedade territorial. no Regulamento. a aquisição de minifúndio. De outro lado.

na alma e no corpo: o caboclo. que se acautela. entre o homem. O que é. no seu tríplice aspecto de aplicação. cujo sangue lhe corre férvido nas veias. E aí a atividade assume formas diversas. descoberta pelo urbanista quintessenciado. Tem todas as grandezas. O caboclo é a incompreendida esfinge humana da Amazônia. há bem pouco. e integram de um colorido inimitável a sua unidade social. o gaúcho e o sertanejo. se referia. para a solução de um dos mais graves problemas atuais do Brasil. que se fecha na toca. é a mais vasta mentira que se tem propalado no Brasil. com autoridade e veemência o eminente ministro da Agricultura: a fuga dos campos. colocando-o. dentro e fora. em ações e reações. na face de bronze e na estatura mediana do índio. estranhas modalidades. com as suas características acentuadas.285 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Lícito. porém. Ele defronta. Senhores! Na pluralidade dos tipos que se ajustam e reajustam nas lutas de fixação étnica do País. nos seja dar o merecido relevo ao chamado empréstimo fundiário. o caipira. a contribuir. que já não são os sentidos e quase chega ser o faro. quando o que ele tem é um diferente sentimento da vida. o praieiro. e a que. tendente. cinco há que se personalizaram definitivamente. na realidade. de maneira eficaz. econômica e cultural. e a fera. na instintiva defesa da sua integridade. A preguiça do caboclo. Criaram-lhe os ocidentalizantes o mito da indolência. nas grandes zonas brasileiras. . pelas próprias circunstâncias do mundo que o cerca – uma particular atividade. um ser acomodado às contingências do meio. proporções desconhecidas.

A imobilidade aparente não é mais do que uma fórmula habitual de defesa: a desconfiança dos elementos. que só encontra na flecha que abate as caças. brutalmente. Tem um sentido que nos falta: o sentido da necessidade em frente à terra insidiosa. . a terra imensa. que ele conhece a fundo. um esmagado da própria natureza. na verdade. Pesca. que o rodeia. a mata imensa. nem apagam. ou a cúpula da mataria de assombração. acondicionando todas as suas energias. há talvez um mistério que os séculos não decifram.FERNANDO PINHEIRO - 286 a seu modo. rede igara é-lhe com Solidário (não solitário). Vive perigosamente a vida. como adivinho. até as grandes águas das cachoeiras atraiçoadoras. cavada num só tronco. O arpão uma arma de farpear. O peso de tudo isso é talvez grande demais para o seu espírito rudimentar. E. a fragilidade da montaria veloz. limita-o a cinta corrediça do rio. um vencido do “terror cósmico”. a ele na dureza do mister cotidiano. Seu horizonte visual. Simula e dissimula. recortada pelo sistema arterial de uma potamografia dedálica. na criação das lendas que fazem o encanto da Poranduba Amazonense. reage. desde o mais insignificante paraná-mirim. reparte a vida entre a armada do tejupá de construção palafita. Tem a melancolia das grandes solidões – o rio imenso. e conduta à potência física do mundo bárbaro. quer dizer: vive-a com a beleza heróica. na espera. como a colossal natureza aluviana. quando poderia ser. crenças. a natureza. Na alma. e a furadora de rios. Pouco lhe importa. a sua quase descoberta antologia folclórica. no corso ou no voo.

os vai-vens da onda. como a um poste. e a sua vida reflete a beleza do constante perigo. A solidão oceânica o contagiou de morte. ali não há por quem se manifeste. o tônus. ali. o grito de uma árvore.287 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL O praieiro é das suas aventuras. dramático com o destino andante O cenário de sua peleja exaustiva é feita de massas que se desdobram ao infinito – a superfície das águas e a curva dos céus. Talvez por isso é que tem. a cor e o som. o sentido da procela. Ali. enfim. que impregna os homens da terra firme. A água e o céu. nas pranchas misérrimas. O seu sentimento é profundo e calado. de tédio. senão dos ventos. aos poucos. os ventos ébrios de cantos longínquos. em ressonância. que cruzam as velas aos barcos a pique de perder-se. as sombras que caem do alto. o homem da praia amanheceu a vida tempestuosa. humanidade que excita as incoerências da terra multiforme. como se dentro dela recolhesse. O sentimento de solidariedade. A sua jangada. o artifício repousado das habitações. senão de nuvens. Não há. Não há sombras. acordes para o matar. Porque mede as suas forças com as da tormenta. é o seu teatro de tragédia diuturna. Só a sua alma se agita. a asa de uma montanha roçando o azul. madeiro miserável a que atou. . é simples e benévolo com os outros homens. A jangada dos nossos praieiros indômitos parece uma grande asa aberta. pedida por empréstimo aos pássaros da tempestade. como certas aves. todas as possibilidades da sua vida errante. não há músicas. num todo de pintura homogênea.

O alimento. a rês. alegria no labor audaz: riso à tona da boca. a vida é alegria na carreira.FERNANDO PINHEIRO - 288 A sobriedade e a continência marcam-lhe a fisionomia adusta. rasgando. quando se pensa que o amargo mar lhe selou a alma no silêncio. ele a entorna pela boca. parcimonioso. o “sinal” e “era”. Conhece. O rol. Num ápice. semanas inteiras. depois de esfriar o corpo. de longe. É uma resistência física admirável. o caipira da baixada ou do planalto. Vestido em sua indumentária característica. mas tenaz. uma têmpera de causar inveja. o seio da terra. como os campos. a acordar a ancestralidade catalã e lusa. como quem viu escoar-se o ouro das minas esgotadas. extrai-lhe duramente o sustento das cidades que se aglomeraram em torno aos seus tratos de lavrar. os cantos. senhores. no empolgo do entrevero. mas. O coração bate-lhe no peito como um touro selvagem. sentimento à mostra. vibrante e eugênico. na tristura das canções praieiras. peitoral. o “ferro”. sem doer. A desenvoltura do gaúcho matiza fortemente o florão dos nossos tipos raciais representativos. todo gado da fazenda. um tipo especial do sertanejo – o vaqueiro do Nordeste. Submisso e devoto. ou no langor quebrado da querência. Caracteriza de memória o tempo de cór. perneiras e mocó – campeia de sol a sol. na intrepidez das aventuras belicosas. Num relance. dias seguidos. generoso. ou sumir a fartura das fazendas em decadência. no ritmo do trabalho que os antepassados metódicos lhe ensinaram. que lhe trazem a ascendência. coragem de sobejo. Ama gloriosamente a vida. encoirado como ali se diz – gibão. Tem a . Aqui está. vem tomá-lo à noite. Para ele. assim os malhadouros.

mesmo porque. uma “missa do galo”. como um motivo musical arrastado. A sua vida é o dorso do cavalo. O ar. ecoa. E. Eito de sol a sol. escravo da promessa das nuvens. o feijão e a mandioca de farinha – enchem todas as horas da sua vida fadigosa. É preciso que os pulmões se tornem metálicos. saudoso e monótono. de quebrada em quebrada. enfadado do campo ou do roçado. humanamente alegre. de gados. derramando-se pelos campos calcinados. É afetivo. um motivo lânguido. ansioso. cura os munjolos. como uma súplica de coro gregoriano. ele é apenas simples e bom. profunda e dilacerante. E todas as suas letras. longo. Eito de sol a sol. Ė sua labuta de todo o ano. a roça para o sustento com coisa de bem pouca monta – o arroz. Corrige os cantos. que o sertanejo é triste como a música monocórdia do seu aboio: movimentando-se na caatinga desfolhada ou no agreste sem fim. melancólico. a pega. súplice de música hebreia. E ali é só dormir para acordar escurinho. Não se diga. E o verão é trágico. no eito do campo. O aboio é a linguagem de chamar o gado. espia as aguadas. como os bons e os simples. O campo. a tirar o leite ou olhar as criações. a ceia a rede já o esperam. Quando chega a casa. porém. seco e quente. em via de regra. Deus que lhe deu tantas canseiras. Antes. cifram-se aos riscos de contar primitivos. e outro meio. não lhe sobra tempo para as grandes alegrias entusiasmadas. não lhe dá de permitir . uma pinga. a vaquejada. E o aboio. Às vezes. ou um batizado. meio ano.289 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL carta ecológica da fazenda na cabeça. com que satisfaz as exigências estatísticas do padrão.

de maior premência a sua execução – permiti-me dizê-lo – para a defesa do sertanejo. Senhores! Aí está um programa de trabalho urgente: a salvação desse inestimável patrimônio humano. Montado na dura sela campeira. em cima de pedras. sem esquecer o ofício tradicional da vaqueirice e da lavoura comum. nem muitas obrigações A vida é aquela: monótona. com isso. ou sem nenhum. . E mais bela. mais preciosa a vida. das terras. de um salto. o peão das nossas bandas. como uma coisa. Voa. o desprezo das ameaças e faz. porque se despeja. pela sua vinculação ao solo. Vara. na sua carreira despencada. que não vê. como um demônio. porque mais perigosamente vivida. As populações do Nordeste vão se tornando assustadoramente nômades.FERNANDO PINHEIRO - 290 muitas preocupações devocionais. Vida de vaqueirice. por qualquer motivo. quiçá. não apenas pelo fenômeno periódico das secas. Sobe morros. A vida é um risco! Mas vale a pena como o vaqueiro exalta. a vida para ele é um constante perigo. Transpõe. porém sua. hoje a viver os imprevistos ciclos da cera de carnaúba e do babaçú. na carreira louca. o mato fechado. Porque o sentimento e a consciência do perigo são a única real sanção de bravura. Reveste-se. mas pelas condições especiais da nossa educação ocidentalizantes e da nossa economia feudal: o “agregado”. O vaqueiro é o homem que não tem medo da vida. igual. que coopera diretamente na economia nordestina. valados e riachos. Sertanejo honesto e trabalhador. Porque o domínio do perigo é sempre um movimento de beleza. é menos do que o servo. do cacau e das fibras. E mais heroica. metafísicas.

não é um fenômeno brasileiro: antecede-lhe de muito. fornecedor de elementos de trabalho para o norte. na continuidade e intensificação das obras contra as secas. como também das providências no campo recente da sua política agrária. dar-lhe garantias de pouso. ao atribuir ao Nordeste apenas o papel de centro de irradiação. pacífico de natureza e resistente ao sofrimento secular. um tipo fundamental da raça nova. e. Não poderia. Com o sol. Afeiçoou-se às condições singularíssimas do meio. antes de mais. a atividade bandoleira dos comitadjis. ou a impenitência. não poderá consentir que se generalize o êxodo do nordestino. no estabelecimento de um sistema adequado de ensino técnico-profissional. O próprio cangaço. Ė inadiável tornar realidade social a tendência de radicação do homem do Nordeste. na Europa.291 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Não se trata de migração venturosa. Integrou-se à terra. o pioneirismo conquistador de outros rincões. o centro e o sul. nos serviços de colonizações. no amanho da terra e na permanência das possibilidades de trabalho. a seca. no seu Bosquejo de História Econômica do Brasil. numa luta feroz com os elementos. as enfermidades. Essa gente já se forjou uma constituição orgânica realmente compatível às inclemências do clima. a que os adventícios mais corajosos sucumbem.. porque matará. Dos esforços do Governo. das perspectivas .. É indispensável racionalizar a fixação do sertanejo. de outro lado. A cegueira. de um lado. certamente. conformar-se em preencher a função que lhe designa o sociólogo Artur Torres Filho. em que o sertanejo não raro se tem motivado pela pilhagem.

em boas mãos. Abona-lhe o presente construtivo. cujo plano de modernização transcende. o passado a serviço das causas do povo. o eminente Sr. dá prova o recente episódio da mesa-redonda sobre o babaçú. e pela importância da elaboração e persistência realizadora. em condições técnicas e aspectos estéticos. ratificando sua qualidade de líder dos nossos grandes movimentos rurais. sem dúvida. de sua compreensão rápida.FERNANDO PINHEIRO - 292 abertas com a regulamentação e vulgarização do crédito rural. quando. enfrentou o problema cruciante do Triângulo Mineiro. com propriedade. sob tantos auspícios. recebidas. O titular da Carteira especializada do Banco do Brasil não apenas madrugou nos caminhos da vida pública. depende o êxito da campanha de salvação do Nordeste. os anos do governo municipal em Porto Alegre. Honram-lhe a capacidade administrativa. onde lhe coube examinar e discutir os assuntos de imediato e legítimo interesse nacional. Firma-lhe o conceito de objetividade diretiva a permanência anterior na Carteira de Crédito Agrícola. os moldes tradicionais da nossa Urbanística. Ricardo Jafet: amadureceu o espírito no trato das questões vitais ao País e tem a experiência sofrida e vivida na concepção e na ação. Temperam-lhe a personalidade dinâmica e forram-lhe a cultura pragmática de embates do Parlamento. Da sua vivacidade intelectual. conforme o definiu. A execução do plano de expansão do crédito agrícola e pecuário está. entre outros de igual envergadura. de seu agudo senso de realidade. no .

293 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Maranhão. o diapasão. recebemos o influxo do vosso pensamento público para a coordenação de energias no sentido dos encargos que nos cumprem. fluente. na fé. que levam à superação das dificuldades. Dr. Nesta hora de identidade substancial de ideias e ideais. em . como fiéis às fontes da nossa formação mediterrânea. mas. retratado nestas expressivas palavras do Jornal do Povo: “Gaúcho típico. sobretudo. as discórdias amargas. a palavra sensata. tão bem vivissecado no admirável ensaio de Charles Baudouin. Loureiro da Silva: Eis uma festa. no vosso método de agir e dirigir. Dais o exemplo de submissão às necessidades supremas da Pátria. para buscar o padrão perfeito.” Sr. logo no começo dos debates. que é o vocábulo certo e musical. a diretiva a seguir. agimos apenas em função do mito do progresso. Ali está em Plutarco. quando o general dos Antióquidas exorta as forças alinhadas diante das muralhas de Plateia a abafar as discussões. reguladora da ordem. a lição magistral a aprender e viver. rasgadão quando quer dizer as coisas. uma prova de confiança no vosso labor. no devotamento. na vida de Aristides. os juízos particularistas. de comunidade profunda de sentimentos e de propósitos. Loureiro da Silva tomou conta da praça. mantenedora da disciplina. as desconfianças recíprocas. e de uma agilidade mental muito grande. E. o conselho prudente. em favor da unidade criadora da força. voltemos ao luminoso equilíbrio das letras clássicas. não somente de cordialidade e de admiração. a nobre medida. no entusiasmo.

proferiu um discurso acerca do programa do Governo. agradecendo a homenagem. evitando as crises cíclicas migratórias para o Sul [Revista AABB – Rio – 1952]. Ao finalizar a cerimônia do banquete dedicado ao diretor Loureiro da Silva. tantas e tão relevantes medidas de aperfeiçoamento tem introduzido no campo do crédito especializado do País. erguendo o brinde de honra ao presidente da República. o presidente do Banco do Brasil. enfatizando os recursos oferecidos ao pequeno produtor.: 17/9/1977). nada mais fazemos que externar nossa admiração por esse grande homem público que. no setor agrícola. apos. fez o uso da palavra: “Na homenagem que prestamos ao dinâmico e esclarecido diretor José Loureiro da Silva. à frente da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. Ricardo Jafet. em homenagem a Loureiro da Silva. Assim seja!” (85) O diretor Loureiro da Silva. colocado em prática pelo Banco do Brasil. consultor jurídico do Banco do Brasil (3/5/1967 a 16/9/1977) – Discurso proferido. em 20/2/1952. . diretor da Carteira Agrícola e Industrial do Banco do Brasil. Getúlio Vargas. emocionado.FERNANDO PINHEIRO - 294 proveito e honra da vitória em comum. Numa época em que as atividades produtoras do Brasil experimentam notável surto de desenvolvimento em que os fatores limitativos de nossa expansão econômica se apresentam na forma de excessivos problemas de (85) BENEDICTO MARTINS NAPOLEÃO DO REGO (1903/1981) – (posse no BB: 17/5/1946. oferecendo-o oportunidade de fixar-se em seu labor simples.

com rara felicidade. através de atos oportunos e acertados. . habilitando-o a solucionar. mercê do admirável descortino que o distingue como um dos mais eminentes homens de Estado do mundo contemporâneo. na indústria. o presidente Vargas. Demonstrando o profundo interesse com que sempre acompanhou os problemas vitais da Nação. Reconheceu. eu me congratulo com o Banco do Brasil pela oportunidade que lhe é oferecido para poder ampliar o seu campo de ação. a quem confiaria a sua execução. desde antes de assumir o Governo. pelas suas elevadas qualidades de administrador. José Loureiro da Silva.295 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL solução inadiável. em que a administração pública se vê compelida a mobilizar o que de melhor a Nação possui em valores humanos. o Dr. na pecuária e na agricultura. no sentido de manter-se à frente do movimento ascensional do seu progresso e de propiciar a aceleração desse movimento. Como brasileiro. todos os problemas ligados às nossas atividades. Sua Excelência a necessidade da reforma do documento básico da Carteira e soube. o presidente Getúlio Vargas. escolheu para a direção da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil. quando ainda se encontrava em seu retiro de São Pedro. o artífice. não apenas atendê-la. este jovem gaúcho. pois. o homem indicado para a importantíssima investidura. mas também escolher. com os benefícios de seu amparo financeiro. a fim de muni-lo do aparelhamento indispensável para que pudesse continuar desempenhando o papel de incrementadora do desenvolvimento da produção nacional. manifestara sua determinação de reformar o Regulamento da Carteira.

empolgado pelo entusiasmo que se batem por causas nobres e construtivas. erguendo as nossas taças pela grandeza de nossa Pátria e pela felicidade pessoal do Excelentíssimo Senhor Presidente Getúlio Vargas. pois. que convergem para o objetivo supremo de impulsionar as forças vivas da economia nacional. cujas atividades serão beneficiadas com o novo Código de crédito especializado. não me privo de manifestar a confiança que me inspira o papel saliente que o Banco terá no engrandecimento acelerado e permanente do Brasil. congratulo-me com as classes produtoras do País. Aparelhado o Banco do Brasil para o exercício de suas complexas e altamente relevantes funções. Aliomar Baleeiro. no setor da economia nacional. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953) – Encerramento da homenagem prestada. . destinada à Assembleia de Acionistas do Banco do Brasil. em 20/2/1952. sob a égide da política econômicofinanceira traçada pelo presidente Vargas. (86) RICARDO JAFET. não previstos no antigo regulamento. ao diretor Loureiro da Silva.FERNANDO PINHEIRO - 296 Como presidente do Banco do Brasil. ora em vigor. É.” (86) Na memorável declaração de 24 de abril de 1952. mediante adequada assistência financeira. que apresento as minhas felicitações ao ilustre homenageado e que convido a todos os presentes a que me acompanhem. fortalecendo-a. observamos o quanto de poder detinha a Empresa. José Bonifácio Lafayette de Andrada e José Monteiro de Castro. de pé. no qual são contemplados inúmeros aspectos dos problemas da produção rural e industrial. assinada pelos parlamentares Bilac Pinto.

Horácio Lafer.” (87) Por sua vez. para compor a Mesa [Revista AABB – Rio – 1952]. manda ler o Aviso do Ministro da Fazenda. em decorrência de funções que lhe foram delegadas. tais como: “A emissão de moeda. o presidente Ricardo Jafet. assessorado por dois secretários. funções que o Banco do Brasil enfeixa privativamente em suas mãos.” (88) No dia 29 de abril de 1952. em (87) Declaração de 24/4/1952. no dia 3 de julho de 1947. por solicitação do Poder Executivo. em seguida. designando Haroldo Renato Ascoli. destinada à Assembleia Geral de Acionistas do Banco do Brasil. 66 – Rio de Janeiro). 268 . de mobilização bancária de câmbio são. Nessa Assembleia foi deliberada a designação de Vilobaldo Machado de Souza Campos para exercer as funções de diretor da Carteira de Crédito Geral. fez uma forte afirmação de causar espanto: “quem dirige a Nação é o presidente do Banco do Brasil. a política de redescontos. hoje. sucessivamente. por cortesia especial. o convida.297 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL transformada no mais importante departamento do Governo. realizada em 29/4/1952. assinada por parlamentares. ao declarar instalada a Assembleia dos Acionistas. Getúlio Vargas. na sede do Banco do Brasil (Rua Primeiro de Março. (88) GETÚLIO VARGAS – in A Política Trabalhista no Brasil – p. ao discursar no Senado Federal. para representar o Tesouro Nacional e. o controle do crédito e das taxas de juros. procurador–geral da Fazenda Pública.

Usaram da palavra os diretores Luiz . dia 17 de maio de 1952. O presidente Ricardo Jafet e ilustres convidados estiveram prestigiando o evento. Recebido calorosamente pelas autoridades locais. Margaride Augusto de Gamboa e Castro. visita a cidade de Paraguaçu Paulista – SP. Sábado. G. assume o cargo de presidente do Banco da Prefeitura do Distrito Federal. onde passou a funcionar a nova sede da Carteira de Exportação e Importação do Banco do Brasil. é inaugurado o Edifício Leonardo Truda. Magda de Alencastro Guimarães. Em solenidade de posse bastante concorrida. percorre de automóvel conversível as ruas da cidade. contador da Agência de Assunção. escrit. conferente–de–seção (CEXIM). o presidente Ricardo Jafet. presidente da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (19/3/1949 a 30/4/1952). Paraguai. Em 30/6/1952. em maio de 1952. Cel. F. saudando o povo que o recebe com efusiva manifestação de alegria [Revista AABB – Rio – 1952]. conferente–de–seção (FUNCI) [Revista AABB – Rio – 1952]. dentre os executivos nomeados pelo Banco do Brasil. prestigiado pela presença do prefeito do Distrito Federal. escrit. secretários–de–gabinete do Setor de Compra e Venda de Produtos Exportáveis. Alcebíades França de Faria. vale assinalar: Louis Henri Guitton e Lino Otto Bohn. Em maio/1952. na vaga surgida com a exoneração de Armando Almeida Alcântara que esteve no cargo no período de 1/2/1951 a 8/5/1952. Mário Dulce Lyra. e de inúmeras autoridades [Revista AABB – 1952]. Dulcídio do Espírito Santo Cardoso. em companhia do diretor José Estefno.FERNANDO PINHEIRO - 298 substituição de Egídio da Câmara Souza que foi nomeado para a Diretoria da Carteira de Redescontos.

de que foi o inspirador. por tantos títulos mais respeitáveis e recomendáveis para a excelsa honra de preferência. pela vez primeira. é quase na íntegra: “É um grato privilégio que ao decano concedem os seus ilustres colegas de Diretoria do Banco do Brasil. os nossos agradecimentos pelas referências generosas de seu jornal. CREAI (1931 a 1948). destacamos algumas referências biográficas do autor: deputado estadual na Bahia (1912 a 1924). caravaneiros da Aliança Liberal com José Joaquim Seabra. diretor do Banco do Brasil nas Carteiras CREGE. Vimo-nos. Na verdade. Vale ressaltar que a homenagem prestada por Vilobaldo de Souza Campos a Leonardo Truda. a seguir. CARED.299 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Simões Lopes e Vilobaldo Campos e. presidente do Banco do Brasil (27/7/1934 a 30/11/1937) é de suma importância para a memória institucional. Antes da apresentação de textos do discurso do diretor Vilobaldo Machado de Souza Campos. . lhe fomos levar na redação do Diário de Notícias de Porto Alegre. quando. A transcrição autorizada do discurso. eu bem o conheci. secretário estadual de Fazenda da Bahia (1930/1931). o criador e o primeiro diretor. o de convocar-me para orador dessa expressiva solenidade – homenagem de saudade e de reconhecimento a Leonardo Truda – ao inaugurar-se o seu retrato no edifício a que empresta o nome e onde funciona a Carteira de Importação e Exportação. Ruy Truda agradeceu a homenagem [Revista AABB – Rio – 1952]. em nome da família do homenageado. catequizávamos Brasil afora pela moralização dos costumes políticos e democratização da República. diretor da ACESITA (1948/1951). CREGE (1952/1953).

pela inteligência vibrante e irrequieta. poderia afirmar que “começou a viver estudando e acabou estudando para viver. tão cheia de lembranças da sua magnífica atuação de administrador e de banqueiro.” Exercitando-se. onde avultam e se destacam alguns traços que dele faziam uma personalidade de raro valor e grande sedução. para vós outros. no desconhecimento e na ignorância do mundo sempre mais atento ao fulgor das lantejoulas. Era. escritas no Gabinete e nas Bibliotecas. com brilho invulgar. de um quadro de sua vida e de sua obra. pratiquei-o num convívio feliz ao longo de dois lustros a fio. às vezes. Viera subindo aos poucos. Ao lado disso. por isso mesmo. aqui vim encontrá-lo para fruir. conservou em todas o panache e a altitude na discussão e no entrevero. Como Bacon. quase fosse a do jornalismo numa terra de lutas faiscantes. daquelas criaturas que se enquadram na categoria dos que constroem o seu próprio destino. dessas que. produções úteis. nas asas do estudo. A pobreza rondara-lhe o berço. Dele fizera o seu broquel e a sua lança. Posso. temperando no ímpeto fronteiriço as linhas clássicas do seu pensamento. antes adquiriu aspectos novos. assim. Já o seu nome lhe trazia as origens romanas que tanto se acentuavam nas delicadezas de um temperamento artístico para o qual a música e as belas-artes não constituíam mistério. Transportado para a coxilha gaúcha no sangue de seus avoengos. animar-me ao bosquejo.FERNANDO PINHEIRO - 300 Vitoriosos os nossos ideais em 24 de outubro. cultivar. . fortalecer e consolidar os laços de uma amizade que jamais se arrefeceria ! Nesta Casa. na mais difícil das arenas. desaparecem e morrem. a sensibilidade desse peninsular nada perdeu das virtudes do Lácio imortal.

sobretudo. o que salvou a economia dos estados nordestinos. que tem o condão de escolher os homens para os cargos. ajustando a projeção de sua própria importância aos sistemas de uma atividade proveitosa e construtiva. segundo a qual “o exemplo impressiona mais do que a ameaça”. Nunca se deixou levar pela rotina. o segredo de seu êxito. cuja orientação enriqueceu de tantos aspectos modernos. pela inteligência compreensiva. pela capacidade de trabalho. Impressionava pela segurança do conceito. quer no plano das sugestões aceitas. quer na análise paciente das questões promovidas. pelo admirável sentido de equilíbrio que fez. trouxe-o do Sul quando a revolução libertadora soprou sobre o Brasil o minuano reivindicador. mas eminentemente humana. Como chefe adotara a sentença de Corneille. no Instituto do Açúcar e do Álcool que ele planejou e.301 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Mas a Leonardo Truda caberia a sua ocasião. a marca ansiosa de sua ação renovadora. em mais de um passo. logo todos nele passaram a identificar. Assim. naquelas de rude transição. receberia dele. logo. cheios de surpresa. Getúlio Vargas. pela impessoalidade no julgamento. pelo esforço contínuo. e. engrenando-o como uma peça fundamental no organismo econômico do País. nas diferentes Carteiras que dirigiu e na Presidência. tornou realidade. firmando a política de defesa da produção açucareira. Assim. através de uma rude batalha. além de possibilitar e incentivar a do álcool–motor. Assunto ou empresa que lhe caísse nas mãos. aqueles dotes que iriam sagrá-lo como um dos mais devotados dirigentes desta Instituição de Crédito. Elevado à Direção deste Banco. .

irmanando a sua função de sociedade de economia mista à finalidade patriótica de propulsor da riqueza nacional. à finalidade de seus múltiplos e relevantes propósitos. da Associação Bancária do Rio de Janeiro. por que a distribuição dos recursos atendesse. não menos precioso o contingente de sua experiência e de seus atilados conhecimentos. membro da Comissão Brasileira de Seleção de Candidatos à Bolsa de Aperfeiçoamento Técnico. porém. deu ansa à sua visão de esperto administrador. primorosos. da Comissão Brasileira de Fomento Interamericano. sócio-fundador e 1° secretário do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul. ocupou. procurava não perder de vista as pretensões cabíveis das classes produtoras e das forças construtivas nacionais. os cargos de presidente da Sociedade Brasileira de Economia Política. fulgentes e objetivos foram os pareceres. no sentido de que o Banco mantivesse uma política monetária sadia. E quando pedida a atenção da alta administração de nosso principal Instituto de Crédito para a delicada proposta de aplicação de capitais. cujos anseios e reclamos ele conhecia perfeitamente. os produtos das diferentes zonas e as necessidades de cada Estado da Federação. sem agravo. Influenciado pela política financeira do Governo. quanto possível. Com o alargamento da esfera de ação do Banco. do Instituto Brasil-México. precipuamente. com que. aliás. essencial. . olhos fitos nos magnos interesses do Banco. de modo que se contornasse. ao são princípio do equilíbrio das aplicações.FERNANDO PINHEIRO - 302 Assim. doutrinariamente. tão ruinosos em suas graves e quiçá irreparáveis consequências. dos avanços violentos ou dos recuos repentinos. com inegável competência. Insistia. o perigo das medidas drásticas.

um instante sequer. com os seus princípios de justiça e de bondade. da unidade de comando. coerente. . sem o mais mínimo desvio. – e consideremos o que ela representa e significa como expressão do espírito e sentimento de um povo civilizado – batia-se para que não faltassem aos servidores do Banco. E porque sempre fosse. – sugestão de tal alcance que. que. os recursos indispensáveis ao maior conforto deles. jamais descurava. a uma ajuda que traduzisse. com argúcia e tato magistrais. da uniformidade de direção – cantarias básicas do progresso do Banco – que ele aconselhava e preconizava se mantivessem íntegras. vendo nela o maior galardão do governo patriótico do presidente Getúlio Vargas. a criação das Metropolitanas e a ampliação das atribuições de várias Carteiras. o apreço e a solidariedade do Instituto a que consagravam ou consagraram as suas energias e o melhor do seu tempo! Projetou e foi o mais entusiasta apologista da introdução. em reformas que se puseram por obra. cortara o nó górdio do impasse surgido. então. no Banco do Brasil. todavia. as solicitações razoáveis dos seus funcionários. decorridos 15 anos. sem o menor desequilíbrio. Preocupado com tudo que se relacionasse com a superior função de seu mandato. com justeza e eloquência. que praticava porque se orgulhava da solução humana dada ao complexo problema de assistência e previdência social no Brasil. desde a mocidade de nossa existência nacional.303 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL sugerindo. em janeiro último. do curso de administradores. adepto dessa política humanitária e sábia. entre o capital e o trabalho. sem quebra. em votos lapidares e oportunos. me permiti renová-la junto ao atual presidente Jafet – dando Truda. foi feito. principalmente aos afastados por moléstias ou invalidez. assim. o aumento da rede de suas agências.

“promovendo maior intercâmbio comercial com esses países e estabelecendo as bases para diversos acordos econômicos posteriormente celebrados”. colimando a solução de parte de tão intrincado problema. “o documentário mais lógico e mais preciso de que se socorrem aqueles que exportam para os países do continente.. por ocasião das comemorações da Pátria. no dizer do ministro Joaquim Eulálio. inspirados na terna saudade de sua gleba natal – o seu velho e invícto Rio Grande . seu colega e companheiro no Conselho Nacional do Comércio Exterior. para chefiar a primeira missão econômica brasileira.FERNANDO PINHEIRO - 304 mostras inequívocas do quanto a questão lhe carecia cuidados. [.] Teríamos que agir. porém. qual era – e ainda o é – o que concerne ao amparo educacional e a mais um benefício de fundo econômico que lhe seriam cumulados. foi que. o bem-estar futuro de nosso funcionalismo. com prudência. Leonardo Truda idealizou e regulamentou a Carteira de Exportação e Importação. em 1941. entre os intervalos de nossas tarefas comuns.. em obediência aos conceitos humanos do presidente Getúlio Vargas. donde a designação. de Leonardo Truda.” Alicerçado na massa de conhecimentos que hauriu. em 1940. se evadia em recordações e julgamentos que se esvaíam dos guardados do coração e da memória. Mas essa criatura assim voltada para os problemas de sua Pátria tinha fugas encantadoras. que percorreu vários países do Sul. o que constituiu. na imposição de sanções. assim como o que é igualmente digno de nota. Centro e Norte-americanos. quando. e observações colhidas durante o desempenho de tão importante e espinhosa incumbência.

É que neste quadro o que vinca e define não é essa oração despretensiosa. científico e cultural. em 30/6/1952. Bem calculo o vosso desapontamento ao desbotado das tintas e à pobreza da descrição. em homenagem a Leonardo Truda. e este. exaltamos hoje com inexcedível carinho e com infinita ternura.305 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL do Sul. E entre nós ele já vive e viverá para sempre porque os mortos só ressuscitam e vivem quando são lembrados pelos vivos. . senão o motivo admirável que a inspirou. então. Meus Senhores: eis aí o perfil do administrador e do homem. cuja passagem pelo mundo prenhe de conteúdo e de beleza. o caráter impoluto. otimamente integrado na terra e vivendo e sentindo sua história e seus costumes. evoco e recordo o nome honrado. Era de vê-lo. diretor do Banco do Brasil (1931 a 1948 e 1952/1953) – in Discurso proferido. Tudo que aí vai dito é mais que insuficiente para pintar a figura de escol e de eleição que foi Leonardo Truda em sua perene agitação por um mundo melhor.” (89) (89) VILOBALDO DE SOUZA CAMPOS. Mas o vosso imortalizando-o neste retrato o fará viver. mais insuficiente para descrever a sua luta. brilhante. com emoção indefinível. a figura luminosa. presidente do Banco do Brasil (27/7/1934 a 30/11/1937). mais tranquilo e mais humano. deste obreiro infatigável. das virtudes cívicas e das qualidades másculas à feição dos varões de Plutarco. Não acho o colorido próprio para a conceituação do valor moral. deste bom amigo que. a sua vida e a sua vitória. no ensinamento e no alto e nobre exemplo que Leonardo Truda nos legou. o coração fidalgo que já não pulsa porque a ceifadora sinistra e impiedosa o abateu para sempre.

destacamos a posse dos executivos: Francisco Vieira de Alencar. secretário particular (PRESI). chefe–de–gabinete (DIFNO). na década de 60. segundo Revista AABB – Rio – 1952. advogado letra “E”. Fernando de Almeida Prado proferiu o discurso de saudação ao presidente do Banco do Brasil. auxiliar–de–gabinete (CEXIM). Helena Baptista (posse no BB: 29/4/1940. Eleutério Proença de Gouvêa. Luiz Pedro Gomes.O presidente da Bolsa. apos. . para a Presidência do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1952]. diretor da CREAI. cumprindo a agenda programada. subgerente da Agência de Santos – SP. Olyntho Pinto Machado. posteriormente. Nilo Medina Coeli. 22/9/1952 – Bolsa de Mercadorias de São Paulo . o diretor Loureiro da Silva. o presidente Ricardo Jafet. advogado do Banco do Brasil. presidente do IAPB. Em novembro/1952. Vale ressaltar as principais nomeações ocorridas. Túlio Peixoto. assistente técnico (ASTEC) [Revista AABB – Rio – 1952]. Francisco Manoel Xavier de Albuquerque. onde é saudado pelo funcionário do Banco do Brasil. superintendente. em outubro/1952: Armando de Saint Brisson Serzedelo Corrêa. visita as seguintes entidades: 1° semestre/1952 – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários – IAPB. 5/11/1974). é transferida. chefe–de–gabinete do diretor Coriolano Góes (CEXIM). na mesma comissão. Régis Pacheco. escriturário “C”. Nilo Medina Coeli.FERNANDO PINHEIRO - 306 Fora do recinto do Banco do Brasil. Ainda nesse mês. gerente (GEREX). é recebido no Palácio da Aclamação pelo governador do Estado da Bahia. à época.

E. 50. etc). Tesouraria. entre as agências metropolitanas do Rio de Janeiro. com a visita de 3 vezes ao dia. Nesse Setor havia o Serviço Especial de Comunicações que realizava a remessa de malotes. Ainda há que se ressaltar o SERIO – Setor de Secretaria onde circulavam. Em novembro/1952. Cobranças. diariamente. destinados a agências fora da cidade. A saída de Ayres Pinto de Miranda Montenegro para assumir o cargo . bem como o MICRO – Setor de Microfilmagem que deu início ao sistema IBM de cartões perfurados [Revista AABB – Rio – 1952]. dentre os quais distinguimos o SECAF – Setor do Café que era encarregado do financiamento do café. houve reuniões de inspetores e gerentes de agências. Nos idos de 1952. inclusive a Refinaria Mataripe. a convite de Edgard Chastinet. esteve na região fumicultora que se estende nos municípios de Cruz das Almas. visitou os campos petrolíferos do Recôncavo. presidente do Instituto Baiano de Fumo. bem como o pagamento de todo produto adquirido pelo IBC – Instituto Brasileiro do Café. chefe do Departamento Jurídico da CREAI [Revista AABB – Rio – 1952]. a Agência Centro do Rio de Janeiro dispunha de 28 Seções (Depósitos. Ordens de Pagamento. Maragogipe e São Félix [Revista AABB – Rio – 1952]. e o despacho de “malotes aéreos”. e a fiscalização da qualidade e quantidade da mercadoria depositada nos Armazéns Gerais [Revista AABB – Rio – 1952]. 3 Setores.000 papéis para distribuição e expedição. 1 Assistência Jurídica.307 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Depois. houve mudança no comando da Superintendência do Banco do Brasil. Na ocasião. com a presença diretor Loureiro da Silva e do jurista Camilo Nogueira da Gama.

ou seja. Vieira de Alencar enfatizou o seguinte pensamento: “A técnica é um prodígio da inteligência. 35 novas agências do Banco do Brasil. no período. uma espécie de tecnicismo exagerado. em 30/4/1953. principal preocupação do ex–Presidente. 66. em 30/4/1953. na Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas do Banco do Brasil. em 24 meses. e. no cargo de superintendente do Banco do Brasil (92) JOÃO CASTELO BRANCO DE ALMEIDA. sem alma. no Salão Nobre de Acionistas do Banco do Brasil – Rua Primeiro de Março. paradoxalmente.: 1/5/1948 – in Alocução lida. Prova-o ainda o fato de terem sido instaladas. que leva ao raciocínio claro. o acionista Castelo Branco de Almeida. ao amparo direto às fontes produtoras do país. destinadas. . nos idos de 1944) – posse no BB: 5/2/1918. causa principal de sua queda. insensível à evidência dos fatos. como as já existentes. ordenado e fértil.” (91) Em 14/1/1953.FERNANDO PINHEIRO - 308 de presidente da Comissão da Reforma Administrativa do Banco e a entrada de Francisco Vieira de Alencar. apos. em breve alocução lida. concluiu: “A administração Ricardo Jafet foi de âmbito nacional. A propósito.” (92) (91) FRANCISCO VIEIRA DE ALENCAR – in discurso de posse. em novembro/1952. mas que não deve ser confundido com a sua deturpação. na Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas. Ricardo Jafet despede-se da Presidência do Banco do Brasil. chefe–de–gabinete do diretor Loureiro da Silva (1ª investidura. 3 meses depois. No discurso de posse.

major Lucas da Silveira. diretor da Carteira de Crédito Geral. secretário particular. publicou: Gosto Amargo (poesia) – Pongetti – 1932. Os poemas que ele publicou. chefe–de–gabinete. Vale mencionar a nomeação dos funcionários. a respeito da vida de Jesus. é designado para substituir Ricardo Jafet. Acácio Gomes. Acácio Gomes. Nos idos de 1964. secretários–de– gabinete [Revista AABB – Rio – 1953]. na Direção Geral. encerrando-se em 18 de agosto de 1953. Almanaque do Pessoal – 1964]: março/1953. João Soares Neves. secretária–de–gabinete (DIVCA). Maurício André de Albuquerque Costa. Acácio Gomes. ocorrida nesse ano [Revista AABB – Rio – 1953. detentores de cargos comissionados.309 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL O intelectual João Castelo Branco de Almeida (1896/1968). BB – Almanaque do Pessoal – 1964]. Eleutério Proença de Gouvêa e José Teixeira de Matos. na Revista AABB – Rio. que exerceu importantes cargos no Banco do Brasil. O gabinete do presidente Anápio Gomes era constituído dos seguintes executivos: Luiz de Oliveira Alves. Em janeiro/1953. revelam sensibilidade artística de beleza transcendental. A interinidade do general na Presidência do Banco do Brasil teve a duração de quase 7 meses. chefe–de–gabinete do diretor CREGE – 2ª Zona. Álvaro Maia Filho. funcionário de carreira técnico–científica (posse no BB: 2/7/1952) era engenheiro letra “B”. assessor. e Mauá (teatro). . O general Anápio Gomes. e Maria de Lourdes Oliveira Fogaça. chefe–adjunto do DEPIM – Departamento de Administração do Patrimônio Imobiliário [Revista AABB – Rio – 1953.

auxiliar–de–gabinete do diretor Egídio Câmara. assessorando o diretor Egídio Câmara. Sirene de Sousa. Edna Perdigão Silveira. em viagem a serviço. secretária–de–gabinete da Gerência da CAMIO – Carteira de Câmbio (posse no BB: 18//1/1926. João Cândido de Andrade Dantas. apos. 1/8/1960). uma das mais elegantes e charmosas das mulheres que trabalharam no Banco do Brasil. gerente CAMIO – Carteira de Câmbio. subgerente CAMIO (posse no BB: 23/5/1928. . está todo o esplendor da beleza feminina. Na foto em que aparece.FERNANDO PINHEIRO - 310 junho/1953. Pedro Lima. ao desembarcar no Aeroporto de Belém do Pará. subgerente de operações CREGE – Carteira de Crédito Geral. julho/1953. de inexcedível beleza. 9/8/1957). Aguinaldo Florêncio. ao nosso ver. apos.

A criação da CACEX – Carteira de Comércio Exterior. Acadêmicos desempenham funções relevantes no BB. em 18 de agosto de 1953. Eventos. é empossado no cargo de presidente do Banco do Brasil. no majestoso salão de assembleias do Banco do Brasil. diretor da Carteira de Câmbio. promovem a imagem do Banco do Brasil. prestigiado pela presença de inúmeras autoridades.311 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL CAPÍTULO 5 A gestão de Marcos de Souza Dantas. presidente do Banco do Brasil (18/8/1953 a 6/9/1954). prestigiados pela presença de autoridades. com destaque especial focado na missão do presidente e do diretor da CREAI – Carteira Agrícola e Industrial. solenidade realizada. A comemoração do 1° centenário do Banco do Brasil (1854/1954). Em . Marcos de Souza Dantas.

exerce as funções de inspetor–geral. na Agência de Santos. Manoel Pinto de Souza Dantas esteve à frente dos destinos da Casa (1889/1894). Funcionário de carreira.FERNANDO PINHEIRO - 312 Marcos de Souza Dantas é o 2° em duas linhagens: o 2° funcionário do Banco do Brasil a ocupar o cargo de presidente. Foi o 3° presidente do BB a falecer em pleno mandato (jan. interior paulista. No biênio 1937/1938. o Senador Dantas. o mais popular senador do Império. aposenta-se em 1951. é nomeado chefe do Departamento do Funcionalismo do Banco do Brasil. e o 2° Souza Dantas a presidir o Banco do Brasil. em Taubaté – SP./1894). depois de Ovídio Xavier de Abreu (1949/1950). Dois anos mais tarde. é reconduzido ao cargo de diretor de Câmbio. . Nos idos de 1934/1935 exerce o cargo de diretor da Carteira de Câmbio. depois de ocupar os mais elevados cargos do Governo: ministro da Fazenda e chefe de gabinete de ministros. Sucedendo a Egídio da Câmara Souza. tomou posse. O avô. antecedido por Lisboa Serra (1853/ 1855) e o Barão de Cotegipe (1888/1889). ambos poetas de reconhecida notoriedade. podemos assinalar que nasceu no dia 16/6/1895 na cidade de São Simão–SP e faleceu em 2/12/1964. No ano seguinte. em 6/5/1921. gestão que termina em 6/9/1954 [Revista AABB – Rio – 1953]. Após 30 anos de relevantes serviços ao Banco do Brasil. em 18/8/1953. José Maria Alkimim assumiu o cargo de diretor da Carteira de Redescontos do Banco do Brasil. Elaborando uma breve retrospectiva da vida de Marcos de Souza Dantas. cargo recém–criado [Revista AABB – Rio – 1953]. no regime de gabinetes.

liberal.. Às 11h:00min. 66. o presidente Marcos de Souza Dantas hasteou. foi comemorado no Banco do Brasil. irmão do famoso jurista e político Aliomar Baleeiro. na sacada do prédio localizado na Rua Primeiro de Março. a bandeira nacional. Esse gesto confirma a tradição do hasteamento da bandeira no BB. suave. O Dia da Bandeira. diretores do Banco do Brasil. 19 de novembro de 1953. a Pátria a que aspiramos todos nós. pacífica... lírica. misericordiosa. na presença de Carlos Cardoso. Na presença do presidente Souza Dantas e de Vilobaldo de Souza Campos e José Maria Alkimin. enaltecendo a bandeira nacional como símbolo da Pátria. Muito aplaudido pelo verbo eloquente [Revista AABB – 1953]. mas armada. falecido em 21/6/1974) – in Saudação à bandeira. mas antes de tudo maternal para os filhos. em 19/11/1953. proferiu um discurso de comovente beleza patriótica. entre outros [Revista AABB – 1953]. Rio de Janeiro. o funcionalismo do BB é beneficiado com a assinatura da ata de doação do terreno da Lagoa Rodrigues de Freitas feita por Dulcídio Espírito Santo Cardoso. mas escudada de energia e de prudência. dadivosa para os estranhos.313 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em 17/10/1953. modesta. Bianor Baleeiro. e de numerosos executivos. presidente do Banco do Brasil (18/8/1953 a 6/9/1954). . . prefeito do Distrito Federal à AABB – Rio.. de instrução e de civismo. mas digna.. de disciplina e de coesão..” (93) (93) BIANOR BALEEIRO. funcionário do BB (posse: 23/12/1942. “. o advogado do Contencioso. na presença de Marcos de Souza Dantas. Alcebíades França de Lima e Adolpho Schermann.

ocorrida nesse ano: agosto/1953. subgerente da FIBAN (alteração de designação: chefia e subchefia da FIBAN para Gerência e Subgerência da FIBAN). dispensado da mesma comissão na Gerência de Operações (CAMIO). auxiliar–de–gabinete (ASTEC). . Júlio de Mattos. Celma de Andrade Pederneiras. Aristides Monteiro de Carvalho e Silva. subgerente de CAMIO. vale mencionar a nomeação dos principais funcionários–comissionados. Fábio de Oliveira Penna. Eurico Fernandes da Motta. dispensado das funções de gerente da Agência de Cantagalo – RJ. assistente jurídico. secretário–de–gabinete do diretor (CAMIO). Beatriz da Silveira Moniz. Beatriz Vieira Mendes. 3/3/1961). chefe do Departamento Geral do Almoxarifado (ALMOX) (posse no BB: 2/6/1913. chefe–de–gabinete (PRESI). chefe–de–gabinete do diretor da CAMIO. encarregada de estudos e pareceres (ASTEC). Ivan D´Oliveira – 28/4/1925.FERNANDO PINHEIRO - 314 Segundo a Revista AABB–Rio – 1953. Frederico da Silva Sève. secretário particular (PRESI). em caráter provisório da FIBAN – Fiscalização Bancária. dispensado da comissão de inspetor da FIBAN – Fiscalização Bancária. João Baptista Pinheiro. falec. José Leite Ribeiro. auxiliar–de–gabinete da PRESI. auxilar–de–gabinete do diretor da CEXIM – Carteira de Exportação e Importação. gerente da CREAI. Charles Pullen Hargreaves. setembro/1953. Eleutério Proença de Gouvea. Beatriz Vieira Mendes. gerente da Carteira de Câmbio (CAMIO). ajudante–de– gabinete (CAMIO). José Fernandes de Luna. Pedro Lima. gerente da FIBAN.

que fundou a CACEX. inspetor–geral CAMIO e FIBAN. 150 p. Os principais assessores do primeiro diretor da CACEX: Augusto Carlos Machado Júnior. Arnaldo Walter Blank. Oscar Raphael Castro e Silva. gerente da Carteira. gerente da CAMOB – Caixa de Mobilização Bancária. Carlos Tavares de Oliveira. José Casemiro Borges. subgerente de Importação. Como vimos. diretor da CACEX – Carteira de Comércio Exterior do Banco do Brasil. Luiz de Oliveira Alves. chefe–de–gabinete da Gerência da CARED. por Carlos Tavares de Oliveira]. no período de 15/5/1964 a 20/3/1967. tomou posse Luiz de Moraes Barros. no Ministério da Fazenda. Luiz Pedro Gomes. Geraldo de Oliveira Alves. . chefe–de–gabinete [Informação confirmada. Carlos Tavares de Oliveira. Oscar Coelho Messeder. assessor técnico.315 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL outubro/1953. o Moreira modelo ideal – – 180 p. (1970) Fonseca (1987) Benedicto Missão ao Caribe – Prefácio: senador Jessé Freire – – Prefácio: 111 p. dezembro/1953. em 2009. Luís da Rocha Chataignier. Dez anos mais tarde. à época. Benito Derizans. recentemente criada. – (1966) (1967) 190 p. em 21/1/1954. subgerente de Exportação. Fernando Drummond Cadaval. autor de reconhecida obra publicada: Missão ao Oriente Médio Missão à Itália Exportação. fazia parte da equipe do diretor Luiz de Moraes Barros. subchefe da Seção de Importação. Em solenidade realizada. os destinos do Banco do Brasil foram entregues nas mãos do banqueiro paulista Luiz de Moraes Barros. subgerente (CREGE). gerente da CARED. subgerente de Preços.

– Edições Aduaneiras Ltda. – 2ª edição (1990) China. – Prefácio: Horácio Coimbra (1993) Modernização dos Portos .Edições Aduaneiras Ltda. chefe–de–gabinete da Gerência da CACEX e Fausto de Freitas e Castro. – 254 p. (2004) Portos e Marinha Mercante – panorama mundial – Prefácio: Jorge Gerdau Johannpeter –Edições Aduaneiras Ltda. – Edições Aduaneiras Ltda. (1990) Comércio Exterior e a questão portuária – Prefácio: ministro Marcílio Marques Moreira . (1995) Exportação. (2008) Em fevereiro/1954. (1997) Comércio Internacional: China. . embaixador da República Popular da China no Brasil – 124 p. – Prefácio: Roberto Campos – 200 p. Superpotência do Século XXI 134 p. – 3ª edição (1994) Estados Unidos e China: o desafio econômico – Prefácio: presidente Fernando Henrique Cardoso – 2ª edição – 158 p. assistente jurídico [Revista AABB – 1953]. – 326 p. (1992) O despertar da China – A abertura para a economia de mercado Prefácio: Antônio Oliveira Santos – 212 p. – Edições Aduaneiras Ltda.Prefácio: ministro Rubens Ricúpero – 222 p.322 p. (2002) China – O que é preciso saber – Prefácio: ministro Luiz Fernando Furlan – 160 p. (1999) O despertar da China (1980/2002) – Crescimento Acelerado – 2ª edição – 238 p. . EUA e portos – Prefácio: Celso Lafer – 190 p. (2005) China – Origens da Humanidade – Prefácio: Chen Duqing. a solução global – Edições Aduaneiras Ltda. duas nomeações ocorreram na CACEX: Antônio França Maciel. – Edições Aduaneiras Ltda.FERNANDO PINHEIRO - 316 A batalha da exportação – Prefácio: ministro Marcos Vinícius Pratini de Morais – Edições Aduaneiras Ltda.

na opinião de Cláudio Pacheco (1909/1993). na presença do presidente Marcos de Souza Dantas e diretores do Banco do Brasil: Adão Pereira de Freitas. Pompílio Cylon Fernandes da Rosa e Vilobaldo Machado de Souza Campos. José Loureiro da Silva. SOB A PRESIDÊNCIA DO CONSELHEIRO JOÃO DUARTE LISBOA SERRA INICIOU OPERAÇÕES O BANCO DO BRASIL FUNDADO PELO VISCONDE DE ITABORAÍ.317 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL No dia 10 de abril de 1954. no Edifício Visconde de Itaboraí. descerrada. foi inaugurado o Edifício Visconde de Itaboraí – Av. o fundador do atual Banco do Brasil. Presidente Vargas. presidente do Banco do Brasil (18/8/1953 a 6/9/1954) – in Placa comemorativa do centenário do Banco do Brasil (1854/1954). cunhada em bronze. Luiz de Moraes Barros. DR. SENDO PRESIDENTE DO BANCO DO BRASIL SEU ANTIGO FUNCIONÁRIO SR. . placa descerrada pelo presidente Marcos de Souza Dantas: AOS 10 DE ABRIL DE 1854. a efígie de Visconde de Itaboraí. Na placa comemorativa do evento. MARCOS DE SOUZA DANTAS INAUGUROU-SE ESTE EDIFÍCIO QUE RECEBE O NOME DE VISCONDE DE ITABORAÍ EM HOMENAGEM Á MEMÓRIA DO FUNDADOR DA INSTITUIÇÃO 10 DE ABRIL DE 1954 (94) (94) MARCOS DE SOUZA DANTAS. 328. João Cândido de Andrade Dantas. Rio de Janeiro. pelo presidente Marcos de Souza Dantas. em 10/4/1954. autor da obra História do Banco do Brasil. EM COMEMORAÇÃO DO CENTENÁRIO DA INICIATIVA.

FERNANDO PINHEIRO - 318 Em 5/4/1954. exonerou os diretores Fernando Drummond Cadaval (CAMIO). presidente do IHGB. Oswaldo Aranha. destacamos: Eugênio Gomes. nomeando em seus lugares João Cândido de Andrade Dantas. Coriolano de Araújo Góes Filho (CEXIM) e Egídio da Câmara Souza (CREGE). João Cândido de Andrade Dantas. superintendente do Banco do Brasil. Nesta década. embaixador José Carlos de Macedo Soares. teve a participação dos seguintes diretores: Adão Pereira de Freitas. em 30/4/1954. João Dantas. diretor do Museu Imperial. na Biblioteca Nacional. respectivamente). foi aberta pelo presidente Marcos de Souza Dantas a Exposição Bibliográfica e Iconográfica comemorativa do 1° Centenário de Funcionamento do Banco do Brasil (1854/1954). A Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas do Banco do Brasil realizada. Superintendente: Francisco Vieira de Alencar. Jorge de Toledo Dodsworth e general Anápio Gomes. Luiz de Moraes Barros. Luiz de Moraes Barros. ministro da Fazenda. Cylon Rosa. Dentre as autoridades presentes. Paulo Maurity. com pareceres. José Maria Alkimim. Vilobaldo Machado de Souza Campos. diretores do BB. no período 18/8/1953 a 6/9/1954. Adão Pereira de Freitas. A gestão do presidente Marcos de Souza Dantas. Adão Pereira de Freitas e José Maria Alkimim. Augusto Meyer. ambos presidentes (interinos) do Banco do Brasil (18/12/1950 a 2/2/1951 e 14/1/1953 a 18/8/1953. orientando a ação do Banco do Brasil na . diretor da Biblioteca Nacional. José Loureiro da Silva. Francisco Vieira de Alencar. o jurista José da Silva Pacheco inicia a publicação de sua imensa obra e contribui. diretor do Instituto Nacional do Livro. Pompílio Cylon Fernandes da Rosa.

319 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Assessoria Jurídica da Área Internacional que teve. Rio. 1965 Manual do Inquilinato. produzem e apresentam programa de jornalismo na RIT – Rede Internacional de Televisão. o casal de profissionais. em português. assinalamos: O Problema da Guerra (ensaio sociológico. 1950 (esgotado) O Brasil Rural (estudo). 1962 (esgotado) Ações Executivas e Execução de sentença. como excelente apresentador de televisão. nas décadas de 60 e 70. âncora do canal de notícias. Jornal da Manchete. S. 1957 (esgotado) O Atentado no Processo Civil. 1964 (esgotado) Comentários à Lei das Locações (Lei n° 4. 3 v. Rio. da CBS (1997/2000). 2ª ed.494/64) Rio. 2ª ed. a presença do assessor jurídico George Rodrigues de Siqueira. na vida real marido e mulher. Rio. orador eloquente de estilo clássico. ao lado de Leila Cordeiro. Posteriormente. filosófico. 1966 (esgotado) .Paulo. Da imensa e fecunda obra jurídica do eminente escritor Silva Pacheco. S.. 6 v... Vejamos: Jornal da Globo (1983/1989). Jornal do SBT (1993/1997). membro da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil (Cadeira n° 25. histórico e jurídico). Há de se ressaltar ainda na Assessoria Jurídica de Assuntos Internacionais a passagem do jornalista e advogado Eliakim Araújo Pereira Filho.UU. na Flórida – EE.. 1958 (esgotado) Tratado das Execuções. A imagem de Eliakim Araújo. 1950 (esgotado) Curso Técnico-prático do Processo Civil. onde passam a residir. 1951 (esgotado) O Problema Universitário (pesquisa). patronímica de Lafaiete Rodrigues Pereira)..Paulo. ganha o mundo. Paulo. Rio. S. revista e aumentada.

.FERNANDO PINHEIRO - 320 Processo de Falência e Concordata. 1985 (esgotado) Comentários ao Novo Código Brasileiro de Aeronáutica... As distinções entre ambas eram que a Caixa de Mobilização operava a longo prazo (5 anos no máximo). 2ª ed. 7ª ed. Paulo. Vale assinalar o nome dos diretores: José Vieira Machado (5/2/1945 a 29/10/1945). 2ª ed. S. S. ações. Rio. 1973 (esgotado) Tratado das Execuções: Processo de Execução. 2 v.. 1994 (esgotado) Evolução do Processo Civil Brasileiro. Rio. Por outro lado. 1998 Com a finalidade de amparar o crédito bancário. 2ª ed. 1997 Mandado de Segurança e Outras Ações Constitucionais Típicas. 9ª ed. separata. 2ª ed.499. . S..Paulo. de 9/6/1932. José Maria Alkimin (18/8/1953 a 6/9/1954). Paulo. existiam no BB a CARED – Carteira de Redescontos e a CAMOB – Caixa de Mobilização Bancária.. Rio. Rio. letras de câmbio. a Carteira de Redescontos mobilizava recursos a curto prazo (4 a 6 meses). 1991 (esgotado) Comentários à Lei de Locações Urbanas. para fazer cumprir o que determinava o artigo 5°.. 1997 Tratado das Ações de Despejo. debêntures. Rio.Paulo 1993 Questões de Direito Imobiliário – 1ª ed. 1972 (esgotado) Arrendamento e o Leasing de Aeronaves no Direito Interno e Internacional. 1976 (esgotado) Tratado das Execuções: Execução fiscal. mediante contrato de abertura de crédito aos bancos que ofereciam hipoteca ou promissórias em caução. S. Armando de Almeida Alcântara (1/2/1951 a 8/5/1952).. da Lei n° 21. movimentado por diversos bancos. 1976 (esgotado) Curso de Teoria Geral do Processo. etc.Paulo. S.

tomou posse. inspetor de câmbio e fiscalização bancária (4ª Zona – Recife). O presidente. Cândido de Alencar Castello Branco. João Baptista Fortes de Carvalho. no dia 6 de setembro de 1954. Euvaldo Dantas Motta. sendo redator–chefe do Diário da Bahia. no Palácio do Catete. subchefe do TESGE – Departamento de Tesouraria Geral [Revista AABB – 1954]. nos idos de 1927. agente da subagência de Porto Velho. mudou os rumos da Nação. Pedro Lima. Iniciou a carreira no jornalismo. o antigo funcionário da Agência de Manaus. auxiliar–de–gabinete (PRESI). apos. na cidade de Salvador. secretária–de–gabinete (Assessoria Técnica da CACEX). instalada em 19/6/1939. gerente (CAMIO/ GECAM). atingindo sumariamente a política e a administração pública. o jurista e banqueiro Clemente Mariani Bittencourt. ministro da Fazenda. Arnóbio Rosa de Faria Nobre (posse no BB: 24/6/1927. no cargo de presidente do Banco do Brasil. ocorreu a nomeação de Beatriz Vieira Mendes.321 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em julho/1954. Em setembro/1954. no mês de agosto de 1954. assessor técnico (CAMIO). .: 18/8/1960). Lázaro Baumann das Neves. e de outras autoridades do governo Café Filho. chefe–de–gabinete (CAMIO/GECAM) [Revista AABB – 1954]. missão que termina em 19/12/1955. Na presença de Eugênio Gudin. Paulo Affonso Poock Corrêa. outras nomeações ocorrem: Beatriz da Silveira Moniz. subassessor técnico (CAMIO). Em 4/11/1954. o tiro que ecoou. nasceu em 28/9/1900. Por capricho do destino ou por força de circunstâncias que não compreendemos. e. a gestão de Marcos de Souza Dantas à frente do Banco do Brasil. que assumia o cargo. inexoravelmente. assume o cargo de presidente do Banco de Crédito da Amazônia.

a partir de 1854. o presidente que se despedia. contribuíram para que se fixasse no meu nome a escolha para tão elevada investidura. no Rio de Janeiro. e nas funções do Governo. e nosso País e aplicados num setor semelhante a este.” Em seguida. que “o destino me vai levando a cobrir. num tom cordial e ameno. representou a sua terra natal com mandatos relativos aos períodos 1934/1937 e 1946 [Revista AABB – Rio – 1954] Na cerimônia de transmissão do cargo. conforme se referiu. Iniciou dizendo das grandes responsabilidades do cargo que assumia. agora sendo um dos seus sucessores na elevada missão. O discurso de posse do presidente Clemente Mariani Bittencourt foi bastante aplaudido. mencionando a trajetória percorrida em outros setores da vida pública e afirmou que o Banco da Bahia é o mais antigo do País. In verbis: “Mas nenhuma maior do que a da oportunidade que me foi oferecida de pôr em execução os princípios que sempre enformaram a minha atuação na vida pública. Na Câmara dos Deputados. embora de muito menor amplitude. . com isto revelando a realidade história em que o Banco do Brasil iniciou suas atividades ininterruptas.FERNANDO PINHEIRO - 322 na década de 20 (1921/1927). antigo companheiro na profissão de advogado. Na mesma década (1924/1925 e 1928/1929) exerceu o mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. João Marques dos Reis. usou a palavra de improviso. Marcos de Souza Dantas. o orador apresentou suas honrosas referências de trabalho. já desempenhado por seu grande amigo Dr. muito comum de sua índole pacífica e acolhedora.

mergulhada numa inflação correndo à solta. por efeito da guerra. As especulações de imóveis. a febre do zebu. Banco do . sem as devidas condições de segurança e de seletividade. “estimulada pelos depósitos de institutos e organizações autárquicas em estabelecimentos privados. naturalmente inclinado ao estudo dos problemas econômicos e financeiros e obrigado a com eles intimamente lidar. na impossibilidade de encontrar de pronto aplicação regular para tamanhas disponibilidades. o encilhamento de uma economia em que a carência de utilidades. de amigos e mesmo de associados. tradicional estabelecimento de crédito. (95) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. presidente do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – in Discurso de posse. o interregno do regime constitucional.323 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Professor de Direito Comercial. geralmente obtidas a juros e comissões altos. enveredaram pelo caminho criminoso de incentivar negócios novos. o presidente Clemente Mariani demonstrou a situação grave em que se encontrava a conjuntura econômica do País.” (95) A seguir. quando a elaboração da matéria ficou sobretudo a meu cargo e. concedendo–me férias forçadas à ação política e legislativa. o mais antigo e dos mais conceituados do País. advogado especializado em assuntos comerciais. na Constituição de 33. ensejou-me a oportunidade de promover a reestruturação do Banco da Bahia. quando participei da Comissão de Finanças. não raro criados adrede para recebê-los e que. cada dia mais se angustiava e a massa de dinheiro avultava sempre. na legislatura seguinte.

em sua narrativa de exemplar conduta: “Assumindo a direção do Banco da Bahia. sem me deixar. entretanto. (96) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. a técnica bancária. eu próprio e os bons e leais companheiros dessa empreitada. elegante e nobre. quer em absoluto. e demonstrando a expectativa de encará-la. naturalmente. na plena convicção da descoberta de novos e eficientes métodos. apresenta-se. tratei. revolucionando. Sem transigir com qualquer deles. quer em contrastes com muitos dos que se deixam atrair por sendas mais sedutoras.” (96) Em seguida. Banco do . revelando seu caráter honesto e impoluto diante dos negócios públicos. o presidente do Banco do Brasil explicitou esta conjuntura econômica dentro daquele Banco que presidia anteriormente. Ei-lo. deslumbrar por ideias que os meus hábitos de estudo e as coordenadas da minha formação me apontavam como contraditórias com princípios basilares da economia. presidente do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – in Discurso de posse. como uma afirmação da justeza da linha que escolhêramos.FERNANDO PINHEIRO - 324 era o clima em que se agitavam revelações de homens e processos. em suas novas funções. doze anos transcorridos. de atualizar os seus métodos de trabalho e adaptá-los às novas circunstâncias. da técnica bancária e dos preceitos morais que regem esse munus publicus que é a profissão de banqueiro. o Banco da Bahia abriu firmemente o seu caminho na selva selvaggia em que era obrigado a viver e.

Bem sei que o Banco do Brasil não é apenas um estabelecimento de crédito. mas igualmente em moeda nacional de poder aquisitivo estável. com firmeza. Clemente Mariani demonstrou a satisfação em assumir o cargo de presidente do Banco do Brasil. para o que contamos com o pleno apoio do Sr. mas é igualmente um executor da política econômica e financeira do Governo. mas o nosso propósito é resistir. em um setor imensamente mais vasto.” (97) Prosseguindo o discurso de posse. um ponto de equilíbrio entre as justas aspirações de progresso material e social do país e as nossas reais possibilidades. Presidente da República e eu da minha parte com a inestimável cooperação dos meus dignos companheiros de Diretoria e do magnífico corpo de funcionários do Banco do Brasil. Banco do . mais ainda do que a influência das normas abstratas dessa política. (97) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. a influência contraditória das suas transigências concretas ou de contingências mais imprevistas do que imprevisíveis. alinhado à perfeita concordância de pensamento com o ministro da Fazenda diante da necessidade de “encontrar e defender. muitos dos quais são sabedores do elevado conceito que sempre fiz da capacidade e dignidade com que pessoalmente e em conjunto exercem as suas funções. sofrendo.325 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Trata-se agora de repetir a experiência. em técnica e mão-de-obra especializada. não apenas em divisas estrangeiras. Não tenho dúvidas quanto à pressão a que seremos submetidos para que se quebre essa resistência. presidente do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – in Discurso de posse.

sem reservas.” (98) Na época. Com a bagagem rica de relevantes serviços prestados ao Banco do Brasil. sem orgulho. assim agindo. as qualidades e a experiência que terão justificado a minha escolha para este alto posto e certo de que. (98) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. despede-se. e aos quais tenho sempre me esforçado por permanecer fiel. Vicente Orlando Marino e Cid Fernandes Saboya. o presidente Clemente Mariani designou para ocupar a Chefia do Gabinete da PRESI o funcionário Frederico da Silva Séve. Josildo Ananias de Carvalho. sem preconceitos. da CREAI – Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. Sylvio Vieira de Carvalho e Marbry Regina Lenzi.FERNANDO PINHEIRO - 326 O momento brasileiro não permitiria que nenhum homem com responsabilidade na vida pública do país e perante as gerações que nos hão de suceder recusasse o seu concurso à obra ingente com que se defronta o Governo. estarei honrando os inalienáveis compromissos que a todos nos vinculam à Nação. o diretor José Loureiro da Silva. farei do exercício da Presidência do Banco do Brasil um fim e não um meio. – Auxiliares: Benecdito Paulo Pacheco de Almeida. secretários: Ruy de Leonardo Truda. Em seu lugar assume o diretor Adolpho de Oliveira Franco em cerimônia simples realizada no gabinete da Presidência do Banco. Sem vaidades. Banco do . foram designados: chefe-do-gabinete: Miguel Soares de Oliveira. Para integrar o gabinete do diretor da CREAI. pondo ao seu serviço. em 30/9/1954. presidente do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – in Discurso de posse.

Gilberto Gomes da Silva. 97 – BANCO DO BRASIL – Presidência – 2° semestre/1954 – CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. a bela baiana Martha Rocha.5 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. auxiliar–de–gabinete (PRESI). subgerente de Fiscalização de Preços (CACEX). Ruy de Leonardo Truda. Norberto da Silva Rocha. Luiz de Oliveira Alves. em companhia de seus familiares. – Retratos originais p & b – 18 x 28. Antônio Gurgel câmbio em Belém do da Secretaria (ASPLA).327 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Segunda colocada no Concurso de Long Beach. Helvécio Augusto Moreira Penna. faz uma visita de cortesia à Presidência do Banco do Brasil. subgerente (CACEX). e recebe um mimo oferecido pelos funcionários e entregue pelo presidente Clemente Mariani. chefe–de–gabinete de diretor (CREGE). chefe Maria Luíza Osório de Araújo. Fotos n° 96. Em nov/1954. Beatriz da Silveira Moniz. inspetor de Pará. ajudante–de–serviço na . presidente do Banco do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955). no mês seguinte. recebe a visita de MARTHA ROCHA. de regresso ao Brasil. chefe–de–gabinete do diretor da CARED. nomeações ocorreram: (PRESI). outras Alpheu Amaral. gerente (CACEX). secretário particular da Costa Nogueira. que promoveu o concurso de miss Universo/1954. amigo do pai da miss Brasil/1954. Luiz de Paula Figueira. Truda é nomeado secretário– de–gabinete do diretor da CREAI [Revista AABB – 1954]. subchefe de Departamento (TESOU). ajudante–de–gabinete (PRESI). assessor especial da Assessoria Geral de Planejamento e Estudos (CREAI). chefe–de– gabinete do diretor da CACEX. Eleutério Proença de Gouvea. Cândido de Alencar Castello Branco. Nazareno Paranhos. miss Brasil/1954. Vale destacar as principais nomeações ocorridas em setembro/1954: Geraldo de Oliveira Alves.

com a presença do presidente Clemente Mariani. e de seus antecessores. Inaugurado. empossado em 10/6/1941. ainda. vale ressaltar que o advogado Remo Lainetti. o Museu e Arquivo Histórico do Banco do Brasil. não exercia nenhum cargo comissionado. Por telegrama. Marcos de Souza Dantas. de Anápio Gomes e Pedro de Mendonça Lima (ex-presidentes interinos). turno da manhã [Revista AABB – 1961].FERNANDO PINHEIRO - 328 Agência Metr. No discurso de abertura do evento. Jorge de Toledo Dodsworth (interino – 18/12/1950 a 2/2/1951). Copacabana. era bastante conhecido nos tribunais criminais. pela presença do senador Assis Chateaubriand. bem como do diretor do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Ainda nos idos de 1954. . Ricardo Jafet. Miguel Pereira Bastos. representado pelo Sr. formulando votos de prosperidade ao Museu. e José Adolpho da Silva Gordo (interino – 3/6/1929 a 11/9/1929). Ovídio Xavier de Abreu. dez anos depois é secretária– de–gabinete (PRESI) [Revista AABB – 1954]. chefe do Museu e Arquivo Histórico do Banco do Brasil. 1955]. tribuno de escol. ressaltou a significativa coincidência daquela inauguração por um homem público esclarecido que já esteve à frente do Ministério da Educação. era lotado no Departamento do Contencioso. funcionário do Banco do Brasil. Rodrigo Melo Franco de Andrade. capaz de avaliar a cooperação do Banco do Brasil à cultura brasileira [MONTEIRO. Mário Brant. justificou a ausência. e. em 28/1/1955. Fernando Monteiro. Fizeram-se representar os ex–presidentes José Maria Whitaker (20/12/1920 a 27/12/1922).

Surgiram por volta dos idos de 1928. o retrato a óleo (tamanho natural) de JOSÉ MARIA WHITAKER. enaltecendo o mérito da obra. e à direita por PEDRO DE MENDONÇA LIMA. ex-chefe do Departamento de Secretaria. de improviso. o discurso de inauguração. de improviso. o presidente Clemente Mariani falou. presidente do BB (29/7/1949 a 12/12/1950). vale mencionar que os museus nos bancos são praticamente recentes em relação aos grandes museus do mundo. quando o Chase Manhattan Bank (á época. assina o livro de presenças. de paletó branco. ladeado (à esquerda) por EDGARD RUMANN SOARES. Ao centro. presidente (interino) do BB (2/6/1949 a 29/7/1949).” A narrativa histórica do evento é amparada por retratos doados por Carlos Mariani Bittencourt. ao lado de FERNANDO MONTEIRO. Foto n° 1 – BANCO DO BRASIL – Inauguração do Museu e Arquivo Histórico – 28/01/1955 – O presidente CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT.5 cm. Chase National . presidente do Banco do Brasil (20/12/1920 a 27/12/1922) – p & b – 22 x 20 cm.329 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em seguida.5 x 18. o superintendente LUIZ DE PAULA FIGUEIRA. ex-chefe do IAMET. OVÍDIO XAVIER DE ABREU.5 x 19. Considerando que o Banco do Brasil é o pioneiro dos benefícios que fazem engrandecer a sociedade brasileira. profere. – p & b – 23.5 cm. Detalhe: ao fundo. Foto n° 3 – BANCO DO BRASIL – Inauguração do Museu e Arquivo Histórico – 28/01/1955 – FERNANDO MONTEIRO profere discurso em homenagem ao presidente CLEMENTE MARIANI. diante da fita simbólica. – p & b – 23. congratulando-se com o funcionalismo do Banco “pela cristalização da ideia que marcava mais um passo elogiável em proveito da cultura nacional. Foto n° 2 – BANCO DO BRASIL – Inauguração do Museu e Arquivo Histórico – 28/01/1955 – O presidente CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. custodiados pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil.

A.. vice-presidente da Companhia Brasileira de Fiação e Tecelagem de Juta S. No Aeroporto Internacional de “Ponta Pelada” foram recepcioná–lo Drault Ernani. o diretor usou a palavra. iniciando um acervo que seria. Francisco Manoel Xavier de Albuquerque. Adalberto Ferreira do Valle. mais tarde. a presença do advogado Xavier de Albuquerque que. presidir o Supremo Tribunal Federal (16/2/1981 a 21/2/1983) [Revista AABB – 1955]. com imensa satisfação. presidente da Prudência Capitalização. .FERNANDO PINHEIRO - 330 Bank) adquiriu uma coleção de moedas.. constatamos. sucedendo a João Cândido de Andrade Dantas. Ainda em janeiro de 1955. mais tarde. sucedendo a Alcyr Carvalho da Silva que esteve à frente da COJUR no período de 1980 a 1985. nos idos de 1985 e 1986. Esse ilustre advogado iria. esteve em Manaus – AM. Isaac Sabbá. confessando a satisfação de ser mais um funcionário à frente da Carteira e ressaltou: “É o velho esprit de corps que deve estar a transparecer neste meu júbilo. mais tarde a partir de 28/1/1955. Pela iconografia do evento.A.” A gestão se estendeu até os idos de 1960. 1972]. Em 1/2/1955. o Banco do Brasil comprou uma coleção de moedas e cédulas. De improviso. diretor do Banco do Distrito Federal S. em Manaus. advogado do Banco do Brasil. Francisco Vieira de Alencar. exerceu o cargo de Consultor Jurídico do Banco do Brasil. o superintendente do Banco do Brasil. presidente da Fábrica de Tecidos e Bordados S. Américo Capone.A. em viagem a serviço. o núcleo do patrimônio do Museu do Banco do Brasil [TRIGUEIROS. Nos idos de 1936. foi realizada a cerimônia de posse do diretor Paulo Affonso Poock Corrêa designado para a Carteira de Câmbio do Banco do Brasil..

12. viagens ao exterior. p. embora fosse um dos maiores conhecedores das transações internacionais. Tinha mais de poeta e artista que de bancário. dentre as quais salientamos: Correspondências do presidente Clemente Mariani convidando colaboradores para comporem a Diretoria do Banco do Brasil [FVG – CPDOC – Classificação: Cma pbb c 1954. inúmeras vezes. Atribuições da CAMOB – Caixa de Mobilização Bancária. 250 resoluções assinadas por Clemente Mariani [FVG – CPDOC – Classificação: Cma pbb c 1954. (99) VÊNUS CALDEIRA DE ANDRADA – in De mim para vocês. Vênus Caldeira de Andrada comentou a atuação do novo diretor que empreendeu. traçou o perfil empreendedor de Paulo Afonso Poock Corrêa: “Apresentava-se sempre com correção. no total de 889.05]. Pessoalmente. representando o Brasil.09.09. especificamente. ao Superintendente desta Carteira que era simultaneamente o presidente do Banco do Brasil [FVG–CPDOC – Classificação: Cma pbb c 1954. . 112 – Banco do Brasil – Departamento de Formação ao Pessoal – 1988 – Brasília – DF. de e com Clemente Mariani Bittencourt. tanto no aspecto físico quanto no trato.331 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Auxiliar–de–gabinete da Diretoria de Câmbio (19/8/1953 a 16/4/1955). em reuniões que colimaram com a discussão e a assinatura de importantes acordos com banqueiros e com o FMI.01]. subordinada ao Banco do Brasil e. estão custodiados pela Fundação Getúlio Vargas.” (99) Centenas de documentos. enquanto presidente do Banco do Brasil.08].

o ministro da Fazenda (Eugênio Gudin) e o presidente da República (Café Filho) relativas aos motivos da demissão de Clemente Mariani. diz respeito à concessão de prerrogativas dos servidores do Quadro de Portaria de ingressarem no Quadro de Escriturário.09]. o presidente salientou “a necessidade social de se proporcionar igual possibilidade a todos os servidores.29]. em 14/4/1955. Correspondências entre o presidente Clemente Mariani e Raul Howart Rodrigues.10. um grupo de funcionários do Quadro de Portaria. Uma das últimas medidas adotadas pelo presidente Clemente Mariani Bittencourt. Na ocasião em que recebeu. entidades médicas. Correspondências do presidente Clemente Mariani referentes à promoção e aposentadoria de funcionários do Banco do Brasil [FVG – CPDOC – Classificação: Cma pbb c 1954. em seu gabinete.09. Campanha Nacional da Criança e associações assistenciais [FVG – CPDOC – Classificação: Cma pbb c 1954.04. Momentos antes da cerimônia de transmissão do cargo na Presidência do Banco do Brasil. chefe do DECON – Departamento de Contabilidade relativas às aplicações financeiras de diversas Carteiras do Banco do Brasil [FVG – CPDOC – Classificação: Cma pbb c 1954.08.26]. mediante aprovação das matérias eliminatórias de concursos internos.04]. sem outras distinções que o merecimento pessoal”. . à frente do Banco do Brasil. Correspondências entre o presidente do Banco do Brasil (Clemente Mariani). Anexos: discurso de Gudin e declarações à imprensa pelo presidente do Banco do Brasil [FVG – CPDOC – Classificação: Cma pbb c 1955.FERNANDO PINHEIRO - 332 Concessão de donativos de Natal do Banco do Brasil destinados a hospitais.

integridade moral e patriotismo rendo aqui.” (100) presidente Clemente Mariani proporcionou à AABB – Associação Atlética Banco do Brasil meios financeiros para compra da sede própria na Rua Haddock Lobo. 227. para o qual não me regateei sacrifícios de ordem pessoal. no momento em que a entidade recreativa e social comemorava o 27° aniversário de fundação. enviou ao funcionalismo do BB a mensagem de despedida: “Ao deixar a Presidência do BANCO DO BRASIL. quero expressar a todo o funcionalismo da Casa os meus mais sinceros agradecimentos pela leal e inestimável colaboração que sempre me prestou e sem a qual me teria sido impossível levar a bom termo a ingente tarefa administrativa que me fôra confiada. O . na hora da despedida. levando comigo as mais gratas impressões do seu funcionalismo. depois de exercê-la pelo período de 7 meses.333 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL o presidente Clemente Mariani. a cujas qualidades de competência. (100) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. na cidade do Rio de Janeiro. – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. que é mais nossa do que dele. numa fase extremamente difícil para o País e de insatisfações generalizadas. a justa e merecida homenagem do meu maior apreço e admiração. Deixo a Presidência do BANCO DO BRASIL com a consciência tranquila de haver bem cumprido os deveres de tão alto e espinhoso posto. num gesto de gratidão. presidente do Banco do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – Mensagem de despedida da Presidência do Banco do Brasil.

ainda. referentes a 1954 e 1955. a Profª Daniela Maria Moreau. . a gestão Clemente Mariani teve. com o objetivo de levantar a situação de cada devedor e promover a cobrança ou composição dos “créditos em liquidação”. ao apresentar o mais belo trabalho sobre a vida e a obra de Clemente Mariani. os seguintes aspectos: (101.” (102) Na visão da escritora Daniela Maria Moreau. na UNICAMP – Campinas – SP.ª Daniela Maria Moreau escreveu: “Durante a gestão Mariani o Banco do Brasil criou também Gerências de Liquidações (GELIQs) junto às Carteiras de Crédito Geral e de Crédito Agrícola e Industrial. a Prof. é importante relembrar que foi neste período que o orçamento da Carteira de Câmbio passou a ser feito em conjugação com as informações sobre licenciamento de importações fornecidas pela CACEX. que veio a efetuar cálculos mais eficientes do balanço de pagamentos e levantamentos estatísticos do comércio exterior.FERNANDO PINHEIRO - 334 Citando os Relatórios do Banco do Brasil. concluiu: “Finalmente. incumbindo-se também da mobilização dos ativos havidos pelas carteiras de liquidações de empréstimos. 70 – Dissertação de Mestrado apresentada em janeiro/1992.” (101) Ainda dentro da informação colhida dos relatórios do Banco do Brasil. 102) DANIELA MARIA MOREAU – in Clemente Mariani – Político e Empresário. p.

Em segundo lugar. Apesar da criação da SUMOC. com características de um embrião do Banco Central. a estrutura do Banco do Brasil esteve envolvida em três tarefas prioritárias. Sob a administração do Banco do Brasil encontravam-se a Carteira de Redescontos (CARED). a Carteira de Comércio Exterior (CACEX). proceder à restrição creditícia. a CAMOB deveria atender a situações de imobilização dos bancos privados. a Caixa de Mobilização Bancária (CAMOB). como problema da queda das exportações de café e a consequente crise cambial. Finalmente. a Carteira de Câmbio era incumbida das operações que envolviam divisas e à CACEX cabia entre outras funções emitir licenças de importação e exportação e fiscalizar as operações comerciais com o exterior. e com atribuições que teoricamente retirariam do Banco do Brasil grande parte do seu poder de influência na economia nacional. A CARED era encarregada de suprir créditos aos bancos comerciais para cobrir empréstimos de curto prazo ao público. era . em 1944. Durante a gestão de Clemente Mariani. Primeiramente. em 1954 este último permanecia sendo a agência de maior importância na elaboração e efetivação de medidas nas áreas monetária. a Carteira de Crédito Geral (CREGE) e a Carteira de Crédito Agrícola e Industrial (CREAI).335 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL “O Banco do Brasil teria um papel fundamental na implementação do programa de política econômica articulado pelo ministro Eugênio Gudin. como por exemplo. provendo liquidez em troca de garantias de ativos dessas instituições. A Carteira de Câmbio (CAMIO). existiam as questões urgentes a serem tratadas. havia a necessidade de tomar as medidas que efetivassem as diretrizes traçadas pelo Ministério da Fazenda com o objetivo de controlar a inflação. cambial. de comércio exterior e de crédito.

Mariani. através das importâncias debitadas ao “Fundo de Ágios” para crédito na Comissão de Financiamento da Produção. trabalhou no sentido de regularizar as posições e restabelecer as linhas de crédito do Banco do Brasil no exterior. e que poderiam ser utilizadas em operações comerciais e de financiamento. Na verdade. Entretanto. de onde provinham os recursos para a sustentação dos preços do café. onde se determinava a taxa de câmbio para as exportações.FERNANDO PINHEIRO - 336 preciso racionalizar e modernizar a estrutura administrativa do Banco do Brasil para garantir o sucesso das metas determinadas. Mesmo com as insistentes afirmações. inclusive do presidente da República. de que o preço do café não seria modificado. . as exportações do produto não retomaram o ritmo normal em setembro e outubro de 1954. o que foi conseguido logo no início de sua gestão. Apesar da criação do Instituto Brasileiro do Café (IBC) em 1952 com o objetivo de executar toda a política econômica do produto. em 1954 era o Banco do Brasil a instituição que mais diretamente intervinha em assuntos fundamentais relativos à cafeicultura. Isto porque era ali. havia consumido as linhas de crédito que o Banco do Brasil dispunha normalmente junto a outros bancos no exterior. e por outro. herdada do governo anterior. com parte dos poucos recursos conseguidos por Gudin junto ao governo e aos bancos norte-americanos. As exportações nacionais do produto. o desafio mais sério era lograr a retomada das exportações. os concorrentes de outros países acabaram ganhando maiores espaços no mercado internacional de café. A política da sustentação dos preços do café. com a tentativa do governo Vargas de manter os preços em níveis elevados. por um lado.

Assim.650 mil sacas de café. 61 e 62.” (103) (103) DANIELA MARIA MOREAU Empresário. a exportação brasileira declinou naquele ano para 39%.300 mil sacas enquanto o Brasil deixou de exportar 4. com a cotação se estabilizando em cerca de 72 cents por libra peso. quando aumentava-se a bonificação em cruzeiros o preço em dólares declinava. O problema estava em convencer os importadores da estabilidade do câmbio brasileiro. Com isso as exportações de café voltaram a crescer nos meses de novembro e dezembro.337 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL que em anos anteriores chegava a 70% do consumo norte-americano. pp. aos seus olhos sujeito ao risco de manipulações com reflexo nos preços dos produtos de exportação. – in Clemente Mariani – Político e . já que a prática demonstrava que num mercado comprador. durante a administração Mariani. Apesar da solução encontrada pela Instrução 99 de permitir a negociação de parte das cambiais do café no mercado livre ter agradado os produtores nacionais. foi decidido que a taxa flutuante para o café seria substituída por bonificações fixas. a queda mundial de consumo foi de 3. através da Instrução n° 109 da SUMOC de 11 de novembro de 1954. esta política gerava instabilidade no preço final para as vendas externas. com os africanos alcançando pela primeira vez os 20%. em 1954 supriu apenas 50% daquelas compras. Em 1954. Em termos de participação no mercado mundial. quando já havia baixado nos meses anteriores a 59 cents. pela redução dos estoques norte-americanos.

desproporcionada parcela dos recursos do Banco imobilizada em operações de duvidosa. sem que se pudesse deixar de atender à cobertura das margens dos contratos comprados e aos saques sobre o futuro. inicialmente dizendo que assumiu o cargo.FERNANDO PINHEIRO - 338 No dia 14 de abril de 1955. sobre os autofinanciamentos e financiamentos de favor. sobre as facilidades do Redesconto e da Mobilização Bancária. num momento dramático. após a recusa de cinco banqueiros de merecido conceito. onde havíamos assumido alta posição comprada. Municípios e Bancos e Instituições oficiais. ou em empréstimos de difícil cobrança a Estados. sobre os escândalos da CEXIM. para evitar “o prolongamento de uma situação extremamente vexatória”. a situação econômica em que se encontrava o País: “A opinião pública. despenhando-se na Bolsa de Nova York. superexcitada pelas revelações das Comissões de Inquérito Parlamentares. difícil ou demorada liquidação. Clemente Mariani proferiu o discurso de despedida da Presidência do Banco do Brasil. mero joguete de especuladores. com brilhantismo. Clemente Mariani expôs. as disponibilidades em divisas esgotadas e as linhas de crédito esvaindo-se. . sobre os empréstimos a órgãos de publicidade. ignorava e não podia admitir que problemas ainda mais graves e urgentes exigissem prioridade no trato: as exportações de café estagnadas e as suas cotações. a convite do ministro Eugênio Gudin. com que se vinham alimentando os leilões de câmbio. Em seguida.

sem que se pudesse deixar de atender às despesas incoercíveis do Governo e ao financiamento das atividades produtoras e comerciais legítimas. os primeiros durante os quais. a pressão. a capacidade de redesconto do Banco do Brasil esgotada. do Ministro Gudin. enquanto as exigências da compra e financiamento do café.612. tudo isso pode hoje ser dito e rememorado sem o receio de ainda tornar mais grave uma crise felizmente vencida. as dificuldades técnicas de solucionar e dosar a concessão de créditos. Tudo isso pode hoje ser dito. a débâcle cambial iminente foi conjurada. enfim. em minha vida de luta. no entrechoque das forças políticas em conflito. sob a nossa responsabilidade e os imperativos da moralização dos costumes. dentro de uma política de correção da conjuntura inflacionária.339 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL a arrecadação dos ágios diminuindo. Graças à ação pessoal em Washington e Nova York. de. em que não podíamos deixar de colaborar. de estudo e de trabalho. sobre o Redesconto e a Caixa de Mobilização Bancária. tornados obrigatórios pelo Decreto 35. me senti verdadeiramente esmagado por uma responsabilidade quase superior às minhas forças e à qual tive de sacrificar muito mais do que se possa imaginar. a contingência. dos que pretendiam continuar a usufruir as suas benesses e a necessidade de atender a situações bancárias periclitantes. permitindo-nos resistir às manobras . encontrar o justo ponto de equilíbrio entre a defesa dos interesses do Banco e da economia nacional. rememorando o pesadelo de dois meses trágicos. se tornavam cada vez maiores. de 3/6/54.

a sua cobrança. Havia paralelamente que refrear a expansão do crédito às entidades governamentais. esta última através da Carteira de Redescontos e da Caixa de Mobilização Bancária. as suas origens – a sua situação real. Não nos seria possível. Para realizá-la impunha-se. conseguimos recuar em boa ordem para uma segunda linha de defesa. Quanto as primeiras. início da colocação das suas safras. como fizemos nas Carteiras de Crédito Geral e de Crédito Agrícola e Industrial. . em tão curto período. ao público e ao sistema bancário. muitas vezes envolvida num emaranhado de responsabilidades entrecruzadas e promover. sem maior dificuldade. a sua composição. certamente. não foi possível obter completo sucesso relativamente às contas do Tesouro Nacional. com apreciável incremento das exportações nos dois últimos meses do ano. Gerências de Liquidação. e quando a fraqueza dos nossos concorrentes da América Central ensejou novo movimento de baixa a partir de janeiro. ou a configuração do responsável pela operação ruinosa. e no qual o próprio ministro Gudin lutou com obstáculos insuperáveis. do mesmo passo. preliminarmente. a dos 57 cents. encarregadas de levantar a situação de cada devedor. nela liquidando. setor que escapava ao nosso controle. conhecer o seu montante.FERNANDO PINHEIRO - 340 baixistas e forçar a liquidação em espécie dos contratos de dezembro. mobilizar ou liquidar. os contratos de março e restabelecendo a normalidade das transações que os próprios acontecimentos políticos dos últimos dias não chegaram a perturbar sensivelmente. aproximada daquela em que nos encontrávamos antes da geada do Paraná e da aventura dos preços altos. criando. a enorme massa de créditos periclitantes ou estagnados.

ainda ontem salientou S. Presidente. e isso. nem provocar o desemprego. por envolverem prerrogativas dos altos poderes governamentais. entretanto. Clemente Mariani fez referências elogiosas aos seus companheiros de Diretoria.4 bilhões em dezembro de 1952.7 bilhões em dezembro de 1951. na Arcádia ou Shangri-Lá. sem afetar apreciavelmente a atividade econômica da Nação.Exª.” (104) Em seguida. Sr. o crédito à produção e ao comércio suprido pelo Banco do Brasil. praticamente o mesmo que em setembro próximo passado”. citando nominalmente Mário Brant. abordando aspectos da administração pública: “Nada disso se passou. para 24. para 40. no seu discurso de transferência de cargo.5 bilhões em setembro de 54 (quando assumimos a sua direção). (104) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT.4 bilhões em dezembro de 1953. mas num país moralmente convulsionado pelo entrechoque das paixões políticas e dos movimentos de opinião. que passava de 14. Clemente Mariani retomou o tema central. e elogiando o consultor jurídico João Neves da Fontoura. e finalmente para 55.341 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Como. para 34. exigindo-se da Direção do Banco do Brasil atitudes que não lhe competia assumir. acentuou S. .Exª “mediante uma seleção que reduziu o volume de crédito nos setores inflacionários e especulativos. por tantos serviços prestados à Nação e ao Banco do Brasil. Prosseguindo o discurso de transmissão de cargo. presidente do Banco do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – Discurso de despedida do cargo.9 bilhões em dezembro de 1950 (fim do governo Dutra). mantinha-se em fevereiro deste ano em torno de 56 bilhões.

Washington Luís. Presidente da República e a Câmara dos Deputados receberam informações precisas sobre os fatos incriminados de irregularidades. da apuração das responsabilidades. atitude que não me ocorre haver sido tomada com tamanha nitidez desde o Governo do Sr. mas somente poderão positivadas. para que neles se enquadrassem.] Se o Banco do Brasil voltou. ou assumindo riscos exageradamente acima dos normais: o Sr. Não descurei. mantendo-me estritamente nos termos da composição admitida para um deles pela Diretoria anterior e que espontaneamente estendi a todos os demais. tampouco. dos que haviam autorizado operações ruinosas para o Banco.FERNANDO PINHEIRO - 342 Em que pesem ataques sofridos e que. em consciência. dentro das quais se processou a minha substituição na Presidência do Banco do Brasil forçam-me a afastar .. As circunstâncias. segundo recomendações da Consultoria Jurídica. do conhecimento público. com o resultado das execuções a cargo do Contencioso. em consequência delas. Ministro da Fazenda. não discriminei no trato dos devedores do Banco. o Sr. reabrindo o prazo já encerrado. V. as quais vêm sendo cuidadosamente apuradas pelas Gerências de Liquidações. recomendada pelo ministro Oswaldo Aranha. isso resultou do dever que lhe incumbia de levar os peculatários à polícia e à justiça. [. que deverá resolver. sobre a interrupção da prescrição dessas responsabilidades. por motivos ou interesses justificáveis. nos termos do parecer da Consultoria..Exª encontra convocada para o próximo dia 20 a Assembleia Geral extraordinária. considero injustos. às “manchetes” sensacionais.

no meu setor. Encontrei. nem seria admissível que me fosse recusar ao exame de uma composição mais ampla. com as cotações se despenhando até chegarem a 59 cents. prestando aos produtores e exportadores um apoio de cujo valor guardo expressivos testemunhos.Exª encontrará. Encontrei o Governo Federal. ou cerca de 56 cents. cuja responsabilidade me cabia. Forçados. desde que compatível com as normas básicas da política desinflacionária do Governo Federal. que o do café. o Estado de São Paulo numa grave crise econômica e financeira. ao assumi-la. V. recuamos para essa posição de prejuízo para os . pelas condições naturais do mercado mundial e fraqueza dos concorrentes da América Central a reconhecer como razoáveis os níveis de preços anteriores à geada do Paraná. exigindo coberturas com dólares que não tínhamos.343 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL também de público o possível equívoco de que minha presença no cargo constituísse obstáculo à satisfação de qualquer justa reivindicação da economia paulista ou mesmo do seu Governo. nos arquivos do Banco. durante esses sete meses. o café estagnado nos portos e tendo de ser adquirido com cruzeiros que não possuíamos e conseguimos levar de volta as cotações aos 72 cents para as liquidações de dezembro. Por outro lado. elementos bastantes para ajuizar do espírito de compreensão e da boa vontade com que procurei auxiliar o Governo do Estado e a Direção do seu Banco oficial nas soluções de emergência das dificuldades com que se defrontaram. tendo como agentes o Governo de São Paulo e o Banco do Brasil. a braços com uma posição comprada na Bolsa de Nova York em 87 cents e mais responsabilidades assumidas nas especulações particulares em torno de 72 ¾ cents. nenhum problema me absorveu mais esforços.

os quais. a principal parte no sucesso que possa representar a minha administração. que seriam fatais à economia brasileira e apenas beneficiariam os inveterados artífices das especulações baixistas. constituem poderia desejar à lealdade com que se referiu. [.] Cumpro o dever de declarar de público que o apoio e prestígio do Sr. e nessa base liquidamos em março mais uma parte substancial das compras feitas na Bolsa de Nova York.FERNANDO PINHEIRO - 344 produtores. foi assegurada a continuação dos preços mínimos em cruzeiros. à atuação do seu o melhor prêmio que eu que procurei corresponder . ontem. Quanto ao Sr. pela equiparação das bonificações às vigentes para o algodão e o cacau. já lhe disse de público a satisfação que tive em trabalhar ao seu lado e realizarmos juntos uma interessante experiência de como é possível um esforço profícuo pela correção de velhos males da política financeira e de crédito do nosso país. Atribuo a essa sua atitude e à firmeza com que sustentou o programa que havíamos assentado de saneamento moral e financeiro do Banco. hoje reduzidas a um nível que já não justificam maiores apreensões. possibilitando reduções no valor ouro do café. As generosas palavras com seu discurso de transmissão do modesto colaborador. O que não podíamos era concordar com novas quebras do padrão do cruzeiro.. no cargo. Ministro Eugênio Gudin. Presidente da República não me faltaram numa linha.. enquanto exerci o cargo com cuja nomeação me honrou.

a (105. 106) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. ao magnífico companheiro que foi o Dr. tomada pública. finalmente. o Sr. Octávio Bulhões. Clemente Mariani renovou aos seus companheiros de Diretoria os agradecimentos pela colaboração recebida.” (106) [. a CARED e a CAMOB. destacando o nome de Ruy de Castro Magalhães. sob a minha direção. As suas despedidas se estenderam aos advogados e médicos do Banco do Brasil. citando inicialmente aqueles que atenderam ao convite para integrar a sua equipe. que atuou em competência e dignidade notáveis. sem distingui-los dos demais. como no dos Bancos privados.. Chefe e Inspetores da Fiscalização Bancária. . sob a superintendência do nosso valoroso companheiro Dr.. “e.” (105) Em seguida. ao secretário Hamilton Prisco Paraíso e seus auxiliares Max da Costa Santos e Leonardo Lins. como elemento de ligação de meu Gabinete com a SUMOC. diretor–executivo da Superintendência da Moeda e do Crédito e aos dignos auxiliares. entre eles o Sr. presidente do Banco do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – Discurso de despedida do cargo. Octávio Bulhões.345 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL à sua confiança. Orlandy Rubem Corrêa.] Antes de encerrar o discurso de despedida. de “no setor do Banco do Brasil. Clemente Mariani revelou a declaração do ministro Gudin. Oscar Guimarães Sant´Anna e Ignácio Tosta Filho.

ao declarar. – Retrato original p & b – 24. . há cinco anos.5 cm. na presença de ALCIDES DA COSTA VIDIGAL. Esse julgamento que bem me recompensa dos trabalhos.” (107) Na iconografia do evento.5 x 19. durante três anos e meio. À direita (de terno bege). o honrado presidente Eurico Dutra. quando me desliguei da Pasta ministerial que me havia confiado. e à esquerda 2 repórteres de emissoras de rádio faziam a cobertura do evento. IGNÁCIO TOSTA FILHO.FERNANDO PINHEIRO - 346 nossa vitória foi completa e mais que a esses seus dois leais colaboradores fica o Brasil a dever a inestimável vitória sobre a danosa e persistente expansão de crédito. encargos e dissabores dos sete meses que aqui passei. o presidente que assumia o cargo. custodiada pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. do grande amigo a quem tive a honra de servir. podemos verificar: Foto n° 102 – BANCO DO BRASIL – Presidência 14/4/1955 – CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT profere o discurso de despedida do cargo de presidente do Banco do Brasil. em proporção que desafia cotejo no passado”. faz-me recordar outra recebida. com lealdade e zelo. (107) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. que me devia “público agradecimento pelo que se conseguira concretizar dentro do seu Governo (no Ministério da Educação e Saúde). diretor da Carteira de Comércio Exterior. presidente do Banco do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – Discurso de despedida do cargo. Sinto-me feliz de que esses dois pontos espaçados possam caber na linha reta que me esforço por ser o traçado da minha vida pública.

Ei-lo. apesar de ter passado apenas 7 meses na Presidência. um tipo de beleza que somente os lírios do campo possuem. enquanto muitos passaram 4 anos ou mais.347 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Aos especialistas no assunto Banco do Brasil não lhes causa surpresa o nome de Clemente Mariani Bittencourt surgir entre os mais importantes presidentes da História do Banco do Brasil. em atitudes que sensibilizam a todos nós. no ranking dos 5 maiores presidentes do Banco do Brasil: 1° 2° 3° 4° 5° – – – – – Lisboa Serra. de beleza abençoada por Deus. sem ter deixado um legado maior de amor à Pátria e ao próprio Banco do Brasil dentro da notoriedade que a posterioridade confirma. presidente–fundador João Marques dos Reis José Maria Whitaker Pedro Luis Corrêa e Castro Clemente Mariani Bittencourt 1853/1855 1937/1945 1920/1922 1931/1931 1954/1955 . elegante e nobre.

desejando-lhe “todo o sucesso na administração que vai iniciar e a sua experiência. Após . asseguram grandemente auspiciosas”. O diretor Arthur Santos assume o cargo de presidente do BB. De início. usou a palavra Alcides da Costa Vidigal ao assumir. o cargo de presidente do Banco do Brasil. relatou a situação em que foi convidado pelo ministro da Fazenda para assumir o cargo [VIDIGAL. consultor jurídico do Banco do Brasil (1943/1944). Homenagem a Hugo Napoleão. após saudar o seu antecessor. Mário Brant retorna à Presidência do BB (16/11/1955 a 16/2/1956). em 14/4/1955. aliada às brilhantes qualidades que o exornam. em obra biográfica do embaixador Aluízo Napoleão. em caráter interino.FERNANDO PINHEIRO - 348 CAPÍTULO 6 A gestão de Alcides Vidigal no cargo de presidente do Banco do Brasil (14/04/1955 a 14/10/1955). ouvir as últimas palavras do discurso de despedida de Clemente Mariani. 1955]. A trajetória do diretor Adolpho de Oliveira Franco na Diretoria da CREAI.

Clemente Mariani. foi aplaudido com entusiasmo. como vimos anteriormente. quando era diretor da Caixa Econômica Federal de São Paulo. a obrigação de prestar assistência não apenas a São Paulo. elogiando o ministro da Fazenda e o presidente do Banco do Brasil. Alcides Vidigal revelou que. que serão cumpridas à risca. antes de ser paulista e afirmou saber tudo quanto São Paulo dá ao País e. por delegação do Conselho Administrativo. seus descendentes oriundos de oito Estados da Federação. com elevado respeito e admiração. enaltecendo-lhe as virtudes e os muitos predicados de seu antecessor em larga experiência na vida pública [VIDIGAL. Em seguida. Vidigal dirigiu-se ao presidente que se despedia. Vale ressaltar que o discurso de Alcides Vidigal. 1955]. à frente dos destinos do Banco do Brasil [VIDIGAL. com ênfase. para envidar esforços no sentido de que as negociações fossem concluídas. 1955]. Sustentando esta afirmativa. E alegou ser brasileiro. possibilitando à cidade de Salvador as condições necessárias para comemorar o IV Centenário de fundação [VIDIGAL. Alcides Vidigal reafirmou que o programa dele à frente dos destinos do Banco do Brasil está de acordo com as ordens emanadas do Ministério da Fazenda. Frisamos. 1955]. Ao finalizar o discurso de posse. no período de 20/12/1920 a 27/12/1922.349 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Após aceitar o honroso convite. . mencionou ter nascido em São Paulo. que o ministro José Maria Whitaker esteve. filho de pais nortistas. 1955]. 1955]. mas a outros Estados. pois os direitos são iguais [VIDIGAL. enquanto estiver de inteiro acordo [VIDIGAL. esteve na Bahia. ainda. concluiu.

chefe–de–gabinete (PRESI). Ivan D´Oliveira. há modificações na administração do Banco do Brasil: Leopoldo Saldanha Murgel. Jorge Fernandes da Cunha. na vaga de Bento Munhoz da Rocha que pedira licença do cargo para assumir a pasta da Agricultura. com a troca de presidentes. Carlos Dantas de Azevedo Leite. agradeceu ao funcionalismo a colaboração recebida [Revista AABB – Rio – 1955]. Celina Pacheco Prates Tabarez e Dulce do Nascimento Velloso. Mário Carvalho Vieira. secretário particular (PRESI). por votação em plenário da Assembleia Legislativa do Paraná. gerente de operações da Carteira de Câmbio (CAMIO). Em maio/1955. Arthur Ferreira dos Santos. chefe– de–gabinete (COJUR). No Palácio Iguaçu esteve governando até janeiro/1956. auxiliares–de–gabinete (DEJUR) [Revista AABB – Rio – 1955]. gerente da Carteira de Câmbio (CAMIO). Raimundo Mendes Sobral e Randolfo Xavier de Abreu. Ao despedir-se do BB. Adolpho de Oliveira Franco. foi eleito governador. Cecília Santos Di Biasi. surgem novas modificações: Aristides Monteiro de Carvalho e Silva. Adelino Debenedicto. subchefe de Departamento (TESGE). Eduardo de Castro Neiva é nomeado ajudante–de–serviço na Agência Salvador – BA. auxiliar–de–gabinete (PRESI). Alpheu Amaral.FERNANDO PINHEIRO - 350 Em abril/1955. Vênus de Andrada Stockler de Lima. chefe–de–gabinete da Gerência de Câmbio (CAMIO). Na Direção Geral. diretor da CREAI. . assessor jurídico do diretor da CREAI [Revista AABB – Rio – 1955]. subgerente (CAMIO). inspetores da Direção Geral. No mês seguinte. Sarah da Silva Porto. auxiliar–de–gabinete da COJUR. gerente da CACEX.

Antônio Maurício do Lago é nomeado assessor jurídico da CREAI. Os idos de 1955 é marcado pela homenagem prestada a Hugo Napoleão do Rêgo. inspetor–chefe (CAMIO). em Juiz de Fora–MG. Leopoldo Saldanha Murgel. com a publicação da biografia Delmiro Gouveia. Aluízio Napoleão descreve: . Hoje. Fernando Drummond Cadaval. Sérgio Darcy. na obra Um lutador Hugo Napoleão e sua época. gerente de Carteira (CREGE – Operações). superintendente interino do Banco do Brasil (interino). Magalhães Martins ingressa na literatura ao publicar Açudes e Outros Contos. assim como o irmão Benedicto Martins Napoleão do Rêgo. No mês seguinte. depois iria se consagrar. Em out/1955. José Truda Palazzo. Nesse ano. Nesse mesmo ano. pertencem à Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. inspetor da Direção Geral [Revista AABB – Rio – 1955]. Os três primeiros. chefe do Departamento Jurídico (DEJUR). Francisco Magalhães Martins. inspetor da 9ª Zona (CAMIO/FIBAN). inspetor da CREAI. consultor jurídico do Banco do Brasil (1943/1944). João Cândido de Andrade Dantas. Humberto Moletta.351 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em julho/1955. o jurista Benedicto Martins Napoleão do Rêgo assume o cargo de chefe do Departamento (CREAI/DEJAI). em 1979. A propósito. Pioneiro e Nacionalista [Revista AABB – Rio – 1955]. os escritores José Bonifácio de Souza e Mário Collazi D´Elia assumem o cargo de inspetor do Banco do Brasil. acima mencionados. imortalizado pela Pátria e pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. No mês seguinte. Em agosto/1955.

em virtude de sua eleição como Deputado pelo Estado do Piauí. em que exerceu sua atividade no Departamento do Contencioso e na Consultoria Jurídica do Banco do Brasil. que tão relevantes serviços prestara ao Banco. agora. a Afonso Penna Júnior e a João Neves da Fontoura. assim. Ao deixar a chefia do Contencioso do Banco do Brasil para exercer a atividade legislativa. O Globo. em Ancara. servir ao seu Estado e ao País. Eu me achava. Helayal.FERNANDO PINHEIRO - 352 “Hugo Napoleão voltava. o Sr. durante um período de quase 25 anos. iria. Hugo Napoleão agradeceu a homenagem que lhe era prestada e. sua esposa descerrou a bandeira que cobria o seu retrato. depois de uma longa ausência. Para isso convidaram sua Senhora e os membros de sua Família presentes no Rio de Janeiro a compareceram ao ato. porém. em seguida. meu pai recebeu uma das mais gratas manifestações de sua vida. ali. quando no exercício temporário da Consultoria Jurídica. na Câmara dos Deputados. à atividade parlamentar. tendo–se nivelado a Carvalho de Mendonça. do Sr. pelos advogados. que fez o elogio da personalidade e da atuação. O Sr. naquele momento. de 24 de janeiro de 1955. Achavam-se . Munir A. juntamente com minha irmã Lenita e seus filhos. Meu filho Hugo. Hugo Napoleão. em Roma. compareceu à reunião. declarando que o homenageado. Também falou. assim como minha irmã Maria. na qual seus colegas de um quarto de século de convívio diário lhe tributaram uma delicada e excepcional homenagem. falou o advogado Sérgio Darcy. assim descreve a cerimônia: “Durante a solenidade. ausente do País. na Turquia. inaugurando seu retrato na sala em que trabalhou durante tantos anos. dizendo que ele fôra o organizador e o sistematizador dos serviços jurídicos do Banco do Brasil.

João Neves da Fontoura. de 1955 a 1957. Ainda em 1957. sob a presidência de Dom Aloisi Masella. oriundo da Chefia de Gabinete da Presidência. O evento foi realizado nos dias 17 a 24 de julho de 1955. Vieira de Alencar. regressou à Chefia do Departamento de Secretaria. o funcionalismo do Banco do Brasil recebeu de Dom José Távora. Em agosto/1955. . por um breve período. mensagem incentivadora de ideais. Odilon Braga. cardeal legado do Vaticano. seu superintendente.353 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL presentes da direção do Banco. no Aterro do Flamengo. 323 e 324 – Centro Gráfico do Senado Federal – Brasília – DF – 1992.” (108) Ao ensejo da realização do 36° Congresso Eucarístico Internacional. embaixador da República – in Um lutador Hugo Napoleão e sua época – pp. Indicado pelo diretor Arthur Santos. e no final desse ano. Rio de Janeiro. diretor–de–publicidade do 36° Congresso. como o Sr. cardeal do Rio de Janeiro. Consultor Jurídico. e outros. aposentou-se pelo Banco (108) ALUÍZIO NAPOLEÃO. nos idos de 1955. Leopoldo Saldanha Murgel assumiu o cargo de superintendente do Banco do Brasil. O chefe–de–gabinete da Presidência passou a ser Luiz de Paula Figueira [Revista AABB – Rio – 1955]. coadjuvado por Dom Jaime de Barros Câmara. Dom José da Costa Nunes. o Sr. Dom Hélder Câmara. ao lado do MAM. na vaga de Francisco Vieira de Alencar. presidente do Comitê Permanente dos Congressos Eucarísticos Internacionais. Humberto Moletta exerceu as funções de superintendente do Banco do Brasil. secretário–geral [Revista AABB – Rio – 1955].

as tradições de honradez. Aposentado. E ressaltou. fez o uso da palavra Arthur Santos ao assumir interinamente a Presidência do Banco do Brasil. com destaque. pundonor. saberei preservar. a cujos quadros pertencer.FERNANDO PINHEIRO - 354 do Brasil. e afirmou: “funcionário da Casa. (109) (109) me ufano de que fui alçado Presidente da compostura e bons brasileiros através de mil é o Banco do ARTHUR SANTOS. presidente (interino) do Banco do Brasil (15/10/1955 a 16/11/1955) – in Discurso de posse – Revista AABB – Rio – 1955]. substituído pelo diretor Arthur Santos. em 15/10/1955. Após seis meses no cargo. da Presidência do Banco do Brasil. vicissitudes. Arthur Santos. o presidente referiu-se à conjuntura econômica nacional e aos seus atos na Presidência. retoma as lides de trabalho. que tem sido o apanágio dos que aqui mourejam e que construíram. a colaboração recebida da Diretoria e dos funcionários do Banco do Brasil. e frisou o feliz reencontro do seu companheiro de juventude. que ora recebia de suas mãos a Presidência [Revista AABB – Rio – 1955]. despede-se. elogiando a atuação eficiente de seu antecessor e a honradez de seus pares. no posto a pela confiança do eminente Senhor República. No discurso de despedida. esta gloriosa instituição que Brasil”. no cargo de diretor da Diretoria Administrativa da Petrobras [Revista AABB – Rio – 1955]. Em seguida. . A interinidade no cargo se estendeu até 16/11/1955 [Revista AABB – Rio – 1955]. Alcides Vidigal.

ex–interventor (interino) do Paraná. o presidente interino. ingressa em 13/4/1946.355 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Finalizando. arcebispo metropolitano de Curitiba – PR. respectivamente). viriam a ser presidente e diretor– administrativo do BEG – Banco do Estado da Guanabara. no tocante à produção e à circulação da riqueza. Serviram às causas que eu . Na ocasião. e Dom Ático Euzébio da Rocha. respectivamente [ANDRADE. em solenidade presidida por Oscar Martins Gomes. Arthur Santos. Vale destacar a retrospectiva sobre a vida e a obra de Arthur Ferreira dos Santos: acadêmico. na Academia Paranaense de Letras. expôs colocar em prática. presidente do Tribunal de Apelação. Miguel Soares da Silva [Revista AABB – Rio – 1955]. afirmou: “A minha produção intelectual nasceu dos imperativos da advocacia e da política. 1988]. João Paulo dos Reis Veloso (ministro do Planejamento – 30/10/1969 a 14/3/1979). No Gabinete da Presidência destacamos. a presença de José Aragão de Carvalho. Nazareno Paranhos e Paulo Guajará da Cruz Saldanha que foram designados para assumir o cargo de gerente nas Agência Central – Brasília – DF e Goiânia – GO. desembargador Clotário Portugal. recebido por Laertes Munhoz. ainda. prestigiado pela presença de Oscar Borges de Macedo. Na curta gestão do presidente interino. o programa de restauração nacional fixado pelo governo da República. assumiu o cargo de chefe-de-gabinete da Presidência do Banco do Brasil. no Banco do Brasil. Carlos Alberto Vieira e Júlio Marques Luz (tempos depois.

retornando ao cargo que exercera no período de 4/11/1930 a 5/9/1931. em setembro/ 1947. a irreverência de Carlos Lacerda e a erudição acadêmica de Aliomar Baleeiro e Afonso Arinos. naquele mês. para o cargo de diretor da CREAI (1955/1961). constituiente de 1934. Arthur Santos exerce o cargo de presidente da UDN – União Democrática Nacional no período de 1953/1955. presidente interino. oradores de reconhecida notoriedade. o presidente passou a ser Mário Brant.” (110) Deputado Federal. na tribuna da Câmara dos Deputados. Deputado Federal (1951/1955). Em 16/11/1955. professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito do Paraná (1941/1946). do século XX. em visita oficial ao Brasil. Na década de 60. além de Arthur Santos. Interinamente. Harry Truman. em sessão solene promovida pela Academia Paranaense de Letras. Arthur Santos recebeu do senador Nereu Ramos. vale salientar as atividades políticas de dois diretores do Banco do Brasil: (110) ARTHUR SANTOS – in Apud Discurso em homenagem a Artur Ferreira dos Santos (1894/1972) proferido. por Mário Diney Corrêa Bittencourt. presidente dos Estados Unidos. . em 11/10/1994. houve mudança na direção do Banco do Brasil. senador da República (1946/1951). no Palácio Monroe. Enfrentou. Edmundo Manoel de Mello Costa respondia pela Consultoria Jurídica [Revista AABB – Rio – 1955]. Com o deslocamento de Arthur Santos.FERNANDO PINHEIRO - 356 patrocinava nas tribunas dos Pretórios e do Parlamento. presidente do Senado Federal. a honrosa tarefa de saudar.

Participou. José Elias Riscalla (28/4/1965 a 26/3/1969) [BANDEIRA. Henrique Fortunato Capper Alves de Souza (23/6/1961 a 4/8/1964). para DEPIM – Departamento de Administração do Patrimônio Imobiliário. Com a elegância de um grande tribuno. auxiliado por dois chefes–de–divisão: Jorge Martins Cordeiro (IMOVE) e Eurico de Salles Cidade (OBRAS – Divisão de Projetos e Obras) [ARAÚJO. esse Departamento foi administrado por João Galileu Antunes Moreira (16/5/1955 a 24/4/1956). advogado do Banco do Brasil. assumiu a direção da CREAI em 9/11/1961. como convidado.357 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL José Ferreira Keffer. permanecendo . realizada. 1986]. depois. o cargo de diretor da Carteira de Redescontos. Tancredo de Almeida Neves assume. em 1952. Nos idos de 1996. da Delegação brasileira na 35ª Conferência Internacional do Trabalho. Waldir Siqueira de Mesquita (4/8/1964 a 12/4/1965). em 2/2/1956. Samuel Vital Duarte. Presidente nacional da OAB (1967/1969). Joaquim Ignácio Cardoso (12/12/1957 a 2/5/1961). Em épocas distintas. em Genebra. Deputado Federal (1935 a 1937 e de 1946 a 1954). 2006]. diretor da CREGE – 2ª Zona (23/6/1963 a 4/6/1964). Na 2ª gestão do presidente Mário Brant. DEBEP – Departamento de Bens Patrimoniais (1954/1955) foi alterada. Júlio de Mattos (7/5/1956 a 13/9/1956). a antiga designação ENGEN – Serviço de Engenharia e. em 17/11/1955. deputado estadual em duas legislaturas e secretário de duas pastas – Trabalho e Governo (gestão governador Lucas Garcez). eng. por Luis Fernando Duarte Siqueira. Presidente da Câmara dos Deputados (1947 a 1949). vereador da Câmara Municipal de São Paulo. Carlos Horácio Pradez (17/9/1956 a 12/12/1957).

o Banco do Brasil. no discurso de transmissão de cargo. Raras vezes. no litoral crescem os arranha–céus. em São Paulo. os homens desertando os campos e afluindo às cidades. Em janeiro/1956. A inflação galopa. debaixo de todos os céus. e de vários parlamentares do Congresso Nacional e. assumiu. deixando. Mas no interior. No período de 19/9/1956 a 26/10/1956. o economista Sebastião Paes de Almeida. atrás de si. como o cavalo de Átila. cresce a indigência. com as mesmas cores. assessores jurídicos da CAMOB e Maria Martha Caldeira Brant. o cargo de presidente do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1956]. nomeia Almir Laversveiller de Moraes e Luiz Affonso Cordeiro Rodrigues. no dia 16 de fevereiro de 1956. O encarecimento da vida. ei–lo no cargo de presidente (interino) do BB. Foto n° 290 – BANCO DO BRASIL – Presidência – 17/11/1955 – TANCREDO NEVES profere discurso de posse no cargo de diretor do BB – p & b – 21 x 30 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. denunciou a proliferação das negociatas e os flagelos causados pela inflação: “No Rio. . O quadro da inflação pinta–se. na presidência de Augusto Mário Caldeira Brant. O presidente Mário Brant. Com a presença do ministro da Fazenda. de diversas autoridades do Governo.FERNANDO PINHEIRO - 358 no cargo até agosto/1958. nas regiões onde não medra o café e o cacau. ainda. a Presidência do Banco do Brasil foi incendiada pelo verbo inflamante de um grande orador que fez a exposição do quadro nacional que angustiava milhões de pessoas. ajudante–de–gabinete (PRESI). a pobreza. interinamente [Revista AABB – Rio – 1956]. José Maria Alkimin.

. Desnivelamentos da sociedade. provocando intervenções do Governo. Murmuração de funcionários. ao lado de famílias com fogão apagado. O comércio acusado de rapina. enquanto os novos pobres são mantidos debaixo do teto pelo confisco legal do inquilinato. Agem como sedativos passageiros. As privações nos lares exacerbando o gênio das famílias. vazados pelos desfalques. “Boites” regorgitando com festins de Baltasar. Opulência de poucos à custa da penúria de muitos. Só um remédio existe. Arrivistas estadeando Cadillacs. dirigiu-se ao presidente que assumia: (111) MÁRIO BRANT (1875/1968). Ânsia de enriquecer a todo o transe. de noite no pano verde. Os cofres das autarquias. a resubmissão às leis econômicas. A opinião desorientada pelos agitadores. desordens – eis aí o cortejo da inflação. nos países castigados com esse flagelo. maquinações. líder de milhões de pessoas. O jogo alastrando–se de dia na praça. Descontentamento dos militares. greves. O luxo dos ganhadores afrontando os vexames da classe média. Sobressaltos. A febre das especulações imobiliárias. mas único. Confusão dos espíritos. funcionários pendurados nos bondes. e zombando delas.359 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL em busca de melhor salário. amargo. Para esse mal os paliativos são inúteis. Fortunas improvisadas. Erosão dos costumes. das empresas. Arranha– céus de moradas suntuosas para novos ricos. o talentoso orador Mário Brant.” (111) Ao final. presidente do Banco do Brasil (4/11/1930 a 5/9/1931 e 16/11/1955 a 16/2/1956 – in Discurso de despedida da 2ª gestão presidencial. A proliferação das negociatas. ainda inflamado pela flama que o iluminava desde os tempos da tribuna parlamentar. dos bancos. Os preços cada dia subindo. elegendo inocentes para culpados da aflição geral.

. Para tal não lhe faltam saber e experiência. num misto de esperança e exortação. detendo. V. o presidente do Banco do Brasil. Economista de boa lição. a marcha da inflação. a indicação para ocupar a Presidência do Banco do Brasil. Exª terá auxiliares eficientes e probos. Para essa tarefa encontrará V. José Maria Alkimin. cuja competência. (112) Sebastião Paes de Almeida iniciou o discurso de posse agradecendo ao ministro da Fazenda. presidente do BB (4/11/1930 a 5/9/1931 e 16/11/1955 a 16/2/1956 – in Discurso de despedida da 2ª gestão presidencial. No final do discurso de posse. conclamou a confiança recíproca das iniciativas privadas com o poder público com o fim de viabilizar as realizações de interesse nacional [ALMEIDA.Exª a inestimável ajuda da ilustre Diretoria e a colaboração não menos valiosa dos altos funcionários desta Casa.Exª vem de um Estado que é o maior núcleo de atividade econômica do País. 1956]. V. apurada em longo tirocínio. (112) MÁRIO BRANT (1875/1968). V. formados na escola do dever e do trabalho”.Exª poderá conter a expansão do crédito e normalizá-lo.FERNANDO PINHEIRO - 360 “Com igual autoridade. e salientou o programa de governo destinado ao desenvolvimento da economia nacional e as medidas que adotará para fazê-lo cumprir [ALMEIDA. estou certo de que V. 1956]. Nos demais servidores desta Sede e nos espalhados pelas 360 agências do Banco do Brasil. Exª trilhará o caminho da restauração da economia nacional. no setor que lhe é confiado. aliviará o peso da sua gestão.

O diretor Arthur Santos.3ª Zona). Luiz Pedro Gomes. Euvaldo Dantas Motta. Antônio Gurgel Costa Nogueira é nomeado subgerente da FIBAN. e. Adolpho Becker. Aryna Brasil. gerente (CARED). chefe–de–gabinete (CARED). anteriormente na Carteira Agrícola. em 25/7/1962). Levy Miranda e Vênus Andrada Stockler de Lima (nome de casada. gerente (CAMOB). após a separação judicial. auxiliar–de–gabinete (PRESI/CONTEC). Mozart da Silva Cunha. Em março/1956. ocorreu a posse dos diretores: Tancredo de Almeida Neves (Carteira de Redescontos).361 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Os principais assessores da Presidência do BB (gestão Sebastião Paes de Almeida): Carlos Cardoso. assistente jurídico (Agência Central – DF). secretária–de– gabinete do diretor da CREAI. Ainda em março/1956. José Nunes Silva Guimarães. Wanda . Francisco Vieira de Alencar (Carteira de Crédito Geral . Em fevereiro/1956. Marbry Regina Lenzi. chefede-gabinete. Permaneceram os diretores Cylon Pompílio Fernandes Rosa (Crédito Geral . Paulo Poock Corrêa (Carteira de Câmbio). chefe–de–gabinete do diretor (CREGE – 3ª Zona). Vênus de Andrada Stockler de Lima.1ª Zona). Roberto Carvalho de Mendonça. chefe–de–gabinete (PRESI). ajudante–de–gabinete (PRESI) [Revista AABB – Rio – 1956]. Souza Naves (Carteira de Crédito Agrícola e Industrial). Raul Augusto de Pinho Filho. Paulo Pinto da Silva. Ignácio Tosta Filho (Comércio Exterior). Armando Sereno de Oliveira. 1988]. assessor técnico da Consultoria Técnica (PRESI/CONTEC). assumiu a Carteira de Crédito Geral – 2ª Zona [Revista AABB – 1956]. vem a nomeação de Carlos Cardoso. chefe–de–gabinete do diretor da CREAI. voltou a adotar o nome de solteira: Vênus Caldeira de Andrade [ANDRADE.

com a designação Sindicato dos Bancários de Juiz de Fora. bem como a nomeação dos diretores Francisco Vieira de Alencar (Crédito Geral – 3ª zona). secretário– de–gabinete (CREGE/Sufic) [Revista AABB – 1956]. Nessa época. Frederico da Silva Sève. auxiliar–de–gabinete [Revista AABB – 1956]. cronista social e esportivo do Diário Mercantil. secretária–de–gabinete do diretor da CREAI. De acordo com a resolução da Assembleia Geral Extraordinária. 9/10/1964) assume o cargo de presidente do IAPB – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários. Haroldo Amorim Rego. exon. em substituição . sendo eleito presidente Roberto Pereira da Silva [DOURADO – 1956].FERNANDO PINHEIRO - 362 Guimarães. foi criado o primeiro sindicato de bancários em todo o país. do diretor da CREAI No mês seguinte. chefe–de–gabinete da Gerência da CARED. no cenário esportivo. realizada em 19/4/1956. Otero Ribeiro. árbitro de basquete e radialista da Rádio Tamoio [Revista AABB – 1956]. foi instituído mais um cargo de Diretoria e na Assembleia Geral Ordinária de 25/4/1956. Nessa cidade. secretário–de–gabinete da Gerência da CREGE. Vitto Raphael dos Santos. em 4/12/1932. o funcionário Enos Sadok de Sá Motta (posse no BB: 28/9/1942. Ainda em abril/1956. Germano de Britos Lira. inspetor da Agência Central – DF. falec. 23/7/1956). José Rubens de Faria Cidade. Elisabeth L. desfruta de prestígio. inspetor (CREGE – 41ª Zona). Roberto Pereira da Silva (posse no BB: 22/4/1924. o funcionário Noli Coutinho. exerceu o cargo de diretor de corridas do Jockey Club de Juiz de Fora – MG. foi nomeado para ocupá-lo o diretor José Farani Pedreira de Freitas para o quatriênio 1956/1960.

assistente (PRESI/COTEC).363 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL de José Toledo Lanzarotti. chefe–de–gabinete do diretor da Carteira de Colonização (COLON). o cargo de Superintendente [Revista AABB – Rio – 1956]. desde 13/3/1956 e Randolpho Xavier de Abreu. Permaneceram em seus cargos os diretores: Cylon Fernandes Rosa (Crédito Geral – 1ª Zona). chefe do DECON – Departamento de Contabilidade [Revista AABB – Rio – 1956]. foi transferido para Carteira de Crédito Geral – 2ª Zona [Revista AABB – Rio – 1956]. em setembro de 1956. Stella Varella. Cláudio de Sousa Manso. . Paulo Poock Corrêa (Carteira de Câmbio). No mês seguinte. Para a Superintendência da Moeda e do Crédito foi designado Eurico de Aguiar Salles. operador–chefe do Serviço Mecanógrafo (Agência Central – DF) [Revista AABB – Rio – 1956]. Francisco Emílio Leitão Laquintimie. Júlio de Mattos. oriundo da Carteira Agrícola. secretária– de–gabinete (FUNCI). Arthur Santos. Em junho/1956. Em agosto/1956. chefe–de– gabinete do diretor (CAMIO). Carlos Horácio Pradez. irmão de Ovídio Xavier de Abreu. substituindo Luiz de Oliveira Alves [Revista AABB – Rio – 1956]. assumiu. chefe–de–gabinete (CAMIO/GECAM). ocorreu a nomeação de Aryna Brasil. Ary Brandão Cotia é nomeado chefe administrativo do Serviço de Mecanização Geral do Banco do Brasil. e Abilon de Souza Naves (Carteira de Crédito Agrícola). Hélio Faria – 2/6/1930. presidente do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950). chefe do Departamento (DEPIM). Ignácio Tosta Filho (Comércio Exterior). Adolpho Sauerbronn de Salles. chefe–de-gabinete do Superintendente (SUPER). a de Cláudio Rômulo Siqueira. No mês seguinte.

respirando “os ares do mundo”. subgerente da CREGE [Revista AABB – Rio – 1957]. auxiliar–de–gabinete (PRESI). Joaquim Braga Montenegro. subchefe (TESGE). em março/1957. Revista AABB – Rio – 1958]. no mesmo cargo. Haroldo Amorim Rêgo permaneceu na CREGE (abril a dezembro/1956) e em janeiro/1957 esteve no Departamento do Almoxarifado. interino. enriquecendo o gabinete de Tancredo de Almeida Neves. Bom parnaíbano. Francisco da Silva Sève. Telmo Ramos Ribeiro. Paulo Jann – 21/1/1926. Em janeiro/1958. na ausência do presidente Sebastião Paes de Almeida. chefe–de–gabinete da Gerência de Carteira COLON. Diocleciano de Moraes. Mário de Leão Castro. da CREGE/ Supla para o FUNCI [Revista AABB – Rio – 1957. em alusão à frase do Prof. . inspetor da 5ª Zona – CREGE. Francisco de Paula Alencar Jaguaribe. Renato Cantidiano Vieira Ribeiro. Vale mencionar que. Nilo Medina Coeli. Haroldo Amorim Rêgo é nomeado secretário–de–gabinete (CREGE/Supla). Paulo Tavares da Silva. Clóvis Couto Castelo Branco. assistente jurídico (COLON). duas funcionárias são comissionadas no cargo de auxiliar–de–gabinete (PRESI): Thaísa Mello Freixieiro e Yedda Lúcia de Abreu Pinho [Revista AABB – 1956]. Em maio/1957. Pádua Ramos: “os parnaíbanos sempre respiraram os ares do mundo”. subgerente (CREGE). Euclides Parentes de Miranda. Ester Linhares de Lima. inspetores da 20ª Zona (ex–Zona Especial).FERNANDO PINHEIRO - 364 Em outubro/1956. presidente do Banco do Brasil (19/9/1956 a 26/10/1956). ocorreram diversas nomeações: Álvaro Maia Filho. Haroldo Amorim Rego é transferido. Paulino Jaguaribe de Oliveira. Itamar Bolshaw Gomes.

presidente (interino) do BB – 19/9/1956 – Apud Vênus Caldeira de Andrade – in De mim para vocês. A cada processo mais espinhoso. recebe a tarefa.” (113) (113) TANCREDO NEVES. Francisco Vieira de Alencar.365 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Nos idos de 1957. Pompílio Cylon Fernandes da Rosa. 120 – Banco do Brasil – Departamento de Formação ao Pessoal – 1988 – Brasília – DF. o diretor Tancredo Neves esteve à frente dos destinos do Banco do Brasil (19/9/1956 a 26/10/1956). Ricardo Xavier da Silveira. sempre recomendava a Vênus Caldeira de Andrada “um exame mais aprofundado e a busca da solução conciliatória. em 17/10/1955. no ano seguinte. p. Substituindo o presidente Sebastião Paes de Almeida. José Farani Pedreira de Freitas. Joaquim Ignácio Tosta Filho. a sublime missão de avaliar e preparar o despacho presidencial em assuntos pertinentes ao funcionalismo do Banco do Brasil. abaixo do cargo de chefe–de–gabinete da Presidência. À época. de Vênus Caldeira de Andrada para o cargo de ajudante–de– gabinete – PRESI – que. . a Diretoria do Banco do Brasil era constituída dos seguintes diretores: Abilon de Souza Naves. ou melhor dizendo. era a mais elevada função no Gabinete. revestido na luminosa aura humanista. A presença feminina no Banco do Brasil ganha mais um destaque com a nomeação. Tancredo de Almeida Neves [Almanaque do Pessoal – 1957]. Arthur Ferreira dos Santos. Paulo Affonso Poock Corrêa. na área do funcionalismo.

A dona Vênus. De terno branco diante da mesa de trabalho (bureau). passou a ser a funcionária–símbolo do Banco do Brasil. era a encarregada das correspondências oficiais de vários presidentes (Alcides da Costa Vidigal. exercendo a chefia da Assessoria Jurídica do DEPIM e a Consultoria Jurídica da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. custodiados pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil: . durante uma geração. Com o tempo. com a queda do regime militar que iria se implantar. como nenhum outro em toda a História. sendo assessorada por Joacyr Bicalho Guimarães. uma sofisticação para a época. Sebastião Paes de Almeida. Arthur Santos. outros retratos originais da Agência de Santos – SP. Nilo Medina Coeli. a partir de 31/3/1964 e sucumbir com a eleição de Tancredo Neves para presidente da República. na gerência da Agência Centro – São Paulo. Na Presidência. mudar os rumos da História. Em maio de 1963. Trancredo Neves). iria. As exéquias fúnebres do líder nacional foram acompanhadas por um imenso pranto coletivo. Medina Coeli recebe a visita de Ernani Monteiro de Barros em gabinete mais sofisticado. essa admirável mulher. ainda.FERNANDO PINHEIRO - 366 O espírito conciliador. Mário Brant. em todos os recantos do País. Vale mencionar. à época estudante. mais tarde. Joacyr Guimarães tornou-se um dos grandes advogados do BB. depois bacharel de Direito. que resplandecia na personalidade de Tancredo Neves. é o subgerente da Agência de Santos – SP e tem ao seu lado a máquina Remington modelo 1956.

5 cm. subgerente. presidente da Delegação britânica [Revista AABB – Rio – 1956]. O gerente da Carteira era Francisco da Gama Netto que a ocupou durante o período de 1956 até 28/2/1962. na cidade do Rio de Janeiro. conclave sobre o sistema brasileiro de pagamentos multilaterais [Revista AABB – Rio – 1956]. subgerente (de terno branco). com admiração. No 2° plano. de 6 de março de 1957. 3 e 4 de outubro de 1956. foi realizado. que visavam impedi-la de funcionar ou torná-la inoperante [PACHECO. ainda. no ato. – p & b – 17 cm x 11. nos idos de 1956. 111. quando passou o cargo a Cícero Casemiro da Costa Nogueira. representando.5 cm. Corrêa do Lago. um peão–de–obra vê a cena. 1979]. Herculano Borges da Fonseca. 112 – BANCO DO BRASIL – Agência de Santos – SP – 1956 – NILO MEDINA COELI. seu primeiro diretor. . diretor da Carteira de Câmbio do Banco do Brasil. inspeciona as obras do novo edifício do BB – p & b – 17 cm x 11.367 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Fotos n°s 110. Foto n° 113 – BANCO DO BRASIL – Agência de Santos – SP – 1956 – NILO MEDINA COELI. e. do Sir Leslie Rowan. com a pá nas mãos. a Carteira de Colonização do Banco do Brasil foi instalada.237. que teve o privilégio de organizá-la e defendê-la contra as reações contrárias de opositores. durante cinco anos. coloca cimento na obra do novo edifício. de 19 de julho de 1954. Criada pela Lei Federal n° 2. ministro do Itamaraty. a SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito.093. por Ricardo Xavier da Silveira. Com a participação de autoridades monetárias internacionais. regulamentada pelo Decreto n° 4. A mesa de honra foi constituída das seguintes autoridades: Paulo Poock Corrêa. nos dias 2. de terno branco.

a Companhia de Petróleo da Amazônia. inspetor da CREGE – 1ª Zona. devido à proximidade dos campos de petróleo de Nova Olinda. Esse grande evento foi prestigiado por inúmeras autoridades. José Farani Pedreira de Freitas (4ª Zona – CREGE) e Francisco Vieira de Alencar (3ª Zona – CREGE) [Revista AABB – Rio – 1957]. às margens do Rio Negro. Em conclusão. assessor do diretor da CREGE. gerente da Agência de Manaus. O presidente–fundador da empresa petrolífera proferiu o discurso de abertura da solenidade. Paulo Guajará da Cruz Saldanha. Augusto Bomilcar Besouchet. no dia 3 de janeiro de 1957. onde já existem trabalhos de pesquisa e perfuração realizados. bem como dos diretores do Banco do Brasil. na solenidade. Gastão de Alencar. os seguintes executivos: Ariosto de Belli. ressaltando que a refinaria constitui uma garantia de abastecimento permanente para a região amazônica. gerente da Agência Goiânia–GO. presidente da República. destacando-se a presença de Juscelino Kubitschek. com sucesso. Renato Vieira de Alencar. chefe–de–gabinete do diretor da CREGE – 3ª Zona.FERNANDO PINHEIRO - 368 Com a capacidade inicial para refinar cinco mil barris de óleo por dia. Integravam ainda a comitiva do Banco do Brasil. em Manaus. Mário Lima. Raymundo Alcântara Figueira. presidida pelo empresário Isaac Sabbá Benayon [Revista AABB – Rio – 1957]. subchefe– de–gabinete do diretor da CREGE – 3ª Zona. pela Petrobras. manifestou a certeza de que a empresa . foi inaugurada oficialmente. auxiliar–de–gabinete do diretor da CREGE – 2ª Zona [Revista AABB – Rio – 1957].

Francisco Vieira de Alencar. fez o uso da palavra: “Considero uma honra para mim vir à Amazônia inaugurar a Refinaria de Manaus. enaltecendo o sentimento de brasilidade para com a Amazônia [Revista AABB – Rio – 1957].” (114) (114) JUSCELINO KUBITSCHEK. ao ensejo da inauguração da Refinaria de Petróleo de Manaus [Revista AABB – Rio – 1957]. Juscelino Kubitschek. proferiu o discurso. de outro. . Esta realização representa bem uma imagem do Brasil: de um lado a força virgem da terra. Ao encerrar a solenidade. presidente da República. em nome de Sebastião Paes de Almeida. o que a ciência moderna pôs a serviço do homem para a sua libertação. para refinar o produto [Revista AABB – Em seguida. constantemente a desafiar a sua vontade. de improviso. para nos transformar no grande País que devemos ser. vigoroso e fechado dos primeiros dias da criação. em 3/11/1957. o diretor do Banco do Brasil. presidente do Banco do Brasil (16/2/1956 a 3/6/1959). presidente da República (1956 a 1961) – Discurso proferido. dando uma demonstração edificante da força e da capacidade dos brasileiros para os grandes empreendimentos. o mundo novo. Honra e orgulho que sinto neste momento. Com emoção vejo erguer–se em pleno coração da Amazônia as bases de uma indústria fundamental para nosso desenvolvimento. a técnica de que necessitamos. o mundo cósmico à espera do sopro criador do homem. planejaram e construíram em plena região amazônica. como devem sentir os homens que a idealizaram. usando dois microfones (um colocado na haste metálica e o outro fora da base de sustentação).369 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL está capacitada Rio – 1957].

Posteriormente. Com a presença do governador de Minas Gerais. quando a Petrobras. e de inúmeras autoridades civis e eclesiásticas. a memória do fundador da Cia. conforme se pode verificar da Ata da Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas. Após o discurso de Amaro Lanari Júnior. presidente da ACESITA. quando houve o aumento do capital da ACESITA de Cr$ 500 milhões para . nos idos de 1971. a empresa estatal. no período de 1948/1951. em 1997. outros oradores fizeram-se ouvir. foi realizada. destinadas à fabricação de chapas de aço silicioso para a indústria de motores. mudando o nome para Refinaria de Manaus (Reman). O último a fazer o uso da palavra. inclusive do presidente do Banco do Brasil. em comovente improviso. foi o presidente do Banco do Brasil. a solenidade de inauguração das novas instalações da Companhia Aços Especiais Itabira – ACESITA. passou à esfera estatal. designou–a com o nome definitivo: Refinaria Isaac Sabbá – UN Reman. Bias Fortes. prestigiando. Sebastião Paes de Almeida. adquiriu o controle acionário da empresa amazonense. em 23/10/1957.FERNANDO PINHEIRO - 370 De iniciativa privada em seu nascedouro. a participação do Banco do Brasil nessa companhia de aços vem desde os idos de 1950. com o passar do tempo. transformadores e de outros componentes elétricos [Revista AABB – Rio – 1958]. destacou a importância das atividades da ACESITA contribuindo para o desenvolvimento da riqueza nacional [Revista AABB – Rio – 1958]. em 25/4/1962. de Petróleo da Amazônia. Embora o diretor Vilobaldo de Souza Campos estivesse integrando a diretoria da ACESITA.

recomendando ao auxiliar Adilson. foi abordado pelo contínuo Barbosa que se apresentou herói de guerra e solicitando-o dinheiro por estar em situação crítica de sobrevivência. Alberto de Miranda Muniz tomou posse no cargo de chefe–de–gabinete (SUPER). e de Joaquim Ignácio Cardoso. subgerente (CREGE). a Revista AABB – Rio divulga a nomeação de Carlos Horácio Pradez. 5/11/1990). tinham. feliz pela conquista do título de campeão paulista de 1957. Segundo Edvaldo de Almeida Pereira (posse no BB: 2/6/1955. uma vez. chefe–de– departamento (SECRE). Cléo Lacoste. encaminhá–lo ao Setor do Funcionalismo. Tanto ele como a Empresa. responsabilidade social. Em dezembro/1957.500 milhões. com vistas a atender possíveis reivindicações. e entregou o dinheiro ao solicitante. e por estar diante de um herói.41% das ações daquela companhia. apos. e. Assim era o estilo do presidente Sebastião Paes de Almeida. justo. passando o BB a deter 91.371 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Cr$ 6. . secretário– de–gabinete (FUNCI). desde as priscas eras. o São Paulo Futebol Clube. São–paulino de coração. dirigida por ele. teria dito: “tudo que eu tiver no bolso é teu”. lídimo distribuidor de dádivas e de afagos aos necessitados. Em janeiro/1958. chefe do Departamento de Secretaria (SECRE). Euclides Parentes de Miranda. acima de tudo. chefe do DEPIM – Departamento de Administração do Patrimônio Imobiliário. Edgard Rumann Soares. Cyro Lopes Gonçalves. chefe–de– departamento (DECAD). gerente (CREGE) Dídimo Peixoto de Vasconcelos. Eduardo de Castro Neiva. que o acompanhara. quando o presidente Paes de Almeida estava chegando ao trabalho.

No mês seguinte. inspetor (Teresina. inspetor (19ª Zona CREGE). Lizette D´Ávila Barros. Hélio Thomaz de Aquino. em abril/1958. secretário–de–gabinete (SUPER). Isnard da Silva Mello. Arnaldo Vito da Costa. Luciano Cavalcanti Motta. Sylvio Arnaud dos Santos. assistente jurídico (CREGE–Geliq). Elmano de Carvalho Delorme. Stella Varella. ajudante–de–gabinete (PRESI).FERNANDO PINHEIRO - 372 chefe–de–departamento (FUNCI). Norberto da Silva Rocha. sede). Eurípedes Machado de Oliveira. Oswaldo Roberto Colin. gerente (DG–CREAI). gerente (CACEX). secretária–de– gabinete de Gerência de Carteira (CREGE) [Revista AABB – Rio – 1958]. Em março/1958. chefe–de–departamento (DECON) [Revista AABB – Rio – 1958]. assessor da Assessoria de Planejamentos e Estudos (CREAI). subgerente (CREAI – Indus). Esdras Accioly de Oliveira. sede). Miguel Soares de Oliveira. No mês seguinte. Joviano Rodrigues de Moraes Jardim é nomeado inspetor (Direção Geral). secretária–de–gabinete (CARED). inspetor CREGE (Uruguaiana. Alcimar Ortega Terra. Francisco Altino de Sousa. inspetor 20ª Zona – CREGE [Revista AABB – Rio – 1958]. chefe–de–gabinete (CREAI/Gerli) [Revista AABB – Rio – 1958]. assistente jurídico (CARED). inspetor CREGE (Manaus. inspetor da 20ª Zona – CREGE. assistente jurídico (CACEX). Ausly Moreira de Rezende. José Luiz de Castello Branco. inspetor (CREGE – 16ª Zona). Rubélio Freire de Aguiar. advogado (CACEX) [Revista AABB – Rio – 1958]. Renato Maurício e Silva. Marcelo Soares de Moura. subgerente (CREGE/Supla). Moacyr de Figueiredo Borges. . Luiz Rocha Chataignier. Arnaldo Walter Blank. inspetor 6ª Zona – CREGE. Em maio/1958. Na área jurídica.

Cláudio Rômulo inspetor de câmbio. inspetores (CREAI). Salvador – BA). Sucedendo ao diretor Abilon Souza Naves. Francisco do Rêgo Monteiro. Stella Varella. de–gabinete do diretor da CREAI. na Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. inspetor 14ª Zona. Manoel de Oliveira. sede). são nomeados os seguintes inspetores: Cândido Almeida Freitas. Othelo Brasileiro Villarinho Cardoso. Cyro Lopes Gonçalves. Thadeu Grembecki. Siqueira. Félix Lima Júnior. secretário–de– gabinete (ALMOX). Raul dos Rivadávia Bahia Vianna. José Loyola de Souza. sede) [Revista AABB – Rio – 1958]. (CREGE – secretário– Santos e Waldemar . assumiu Nilo Medina Coeli. Souza Naves foi senador da República [Revista AABB – Rio – 1958]. Em épocas distintas.373 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL sede). Terésio Porto Virmond. chefe–de– gabinete (SUPER). aposentado em 3/7/1958. inspetor (Sorocaba. subgerente (CREGE) [Revista AABB – Rio – 1958]. em 4/7/1958. sede). Ruy de Oliveira Pantoja. Joaquim Falleiros Filho. No mês seguinte. superintendente. Em julho/1958. Miguel Fernandes Barros. Nilo Medina Coeli. Em setembro/1958. Ainda nesse mês. tomou posse. Othon Pio de Abreu. assumiu o cargo de superintendente do Banco do Brasil. inspetor (Passo Fundo. Cyro Lopes Gonçalves. Fernando Viguê Loureiro. José Vieira Lessa. Waldomiro Rodrigues e Silva [Revista AABB – Rio – 1958]. além de diretor do Banco do Brasil. em substituição de Randolpho Xavier de Abreu. Com a saída de Cyro Lopes Gonçalves na gerência na CREGE. inspetor (Natal. gerente (CREGE – Operações). Joaquim Mendes de Souza. Alberto de Miranda Muniz. secretária–de–gabinete (SUPER).

assistente jurídico (São Paulo). Lauro de Araújo Simões. Alberto Leite de Araújo. Jacques de Oliveira Rocha. inspetor (CREAI). advogado “G”.FERNANDO PINHEIRO - 374 Cardador Rodrigues. Ainda em nov/1958. Prosseguindo as nomeações. ajudante administrativo – EDSED – Edifício Sede. Hélio Faria – 2/6/1930. Antônio Fragomeni. Iconografia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Josildo Ananias de Carvalho. inspetor CREGE 26ª Zona – Patrocínio. chefe–de–gabinete da Gerência da Carteira de Câmbio [Revista AABB – Rio – 1958]. A essa altura. ajudante– de–serviço (PRESI). inspetores (CREGE). inspetor CREGE – 28ª Zona – Goiânia. em outubro/1958. assistente jurídico (Fortaleza – CE). O pescador de pérolas (1954). Salvius Clack da Silva Costa. Jacques de Oliveira Rocha. membros (COINQ) [Revista AABB – Rio – 1958]. Fenix Alagoana (1956). Milton Chagas. Marcelo Caracas Linhares. Ivo do Nascimento Barroso. chefe–de– gabinete do diretor da CREAI. assistente . advogado “H”. o escritor Félix Lima Júnior já era membro do Instituto Histórico de Alagoas (posse em 1955) e havia publicado: Mapirunga (1954). secretário–de–gabinete – CAMIO. Luiz Anísio Portela. advogado (Macapá – AP). advogado “G”. Nadin Datria Salle. João Benito Rodrigues Moraes. Alberto Leite de Araújo. inspetor (CREAI). Levy Miranda. secretário–de–gabinete do diretor – CREGE – 1ª Zona. Paulo Grassi Bonilha. No mês seguinte. subgerente da CACEX [Revista AABB – Rio – 1958]. Clóvis Barreira Fontenele. Paulo Grassi Bonilha. Dalton Cordeiro Lima. assistente jurídico (Fortaleza – CE). Festejos populares em Maceió de outrora (1956). Uma trajetória alagoana (1956). ajudante–de– serviço (PRESI).

Celso Cunha de Viveiros (Subgerência Agrícola) [Revista AABB – Rio – 1958]. substituto do assessor DEJUR – São Paulo. gerente da CREAI. advogado – Pedreiras – MA. Avá Silva Bessa. Theóphilo Araújo. Outras nomeações ocorreram na Direção Geral: Romeu Freire Lima. No mês seguinte. Yan Amaral Bayardino. gerente de Liquidações (CREAI). Florisvaldo dos Santos Trigueiros. inspetor – Recife [Revista AABB – Rio – 1959].375 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL jurídico – São Paulo. No mês seguinte. Almir da Silva Leal. Sílvio Martins – 11/6/1945. Benedicto Luiz Pereira da Silva. Waldir de Oliveira Pinto. Rubélio Freire de Aguiar. subgerente CAMIO. chefe– de–gabinete CREGE/Gerli. chefe do Museu Histórico do Banco do Brasil. bem como 3 subgerentes da CREAI: Waldyr Siqueira de Mesquita (Subgerência Pecuária). Helena Vidal Iglesias de Lima. gerente CARED. Miguel Soares de Oliveira. Nadin Datria Salle. Em janeiro/1959. categoria conferente–de–seção. inspetor da CREAI – 23ª Região – São José do Rio Preto. chefe– de–gabinete do diretor da CARED [Revista AABB – Rio – 1959]. Armando Sereno de Oliveira. Francisco do Rêgo Monteiro. . Beatriz Vieira Mendes. secretário– de–gabinete do diretor CREGE – 1ª Zona. subgerente CREGE/Supla. Euvaldo Dantas Motta. chefe– adjunto MEDIC. Aldrovando de Aguiar Brandão Filho. Arnaldo Nogueira. caixa “H”. secretária–de– gabinete da Gerência da CACEX. cargo chefe–de–serviço da Agência de Nova Iguaçu – RJ [Revista AABB – Rio – 1958]. Faustino de Carvalho e Silva. inspetor DIRGE. chefe–de–gabinete CREAI – Operações. Áureo de Almeida Camargo. Telmo Ramos Ribeiro. inspetor 39ª Zona – CREAI – Uruguaiana. chefe do Departamento de Contabilidade. inspetor CREGE – 29ª Região – Ribeirão Preto. Em março/1959.

nos idos de 1958/1959. Thales Honório de Almeida. Bicalho foi assistente de Ovídio Xavier de Abreu. Em agosto/1958. no Rio de Janeiro. à época em que Hollywood vivia a época de ouro do cinema. filho de Randolpho Xavier de Abreu com Dalila de Lima Abreu. é designado para assumir. em caráter amador. Dentre os netos de Randolpho Xavier de Abreu destaca-se Cláudia Abreu. filha de Regina Abreu.FERNANDO PINHEIRO - 376 chefe do DECON. Cláudia Abreu ingressou na vida artística. inspetor 22ª Zona – CREGE – Juiz de Fora. teatro e televisão (Rede Globo). com a saída de Paes de Almeida. Raul Santos Costa. . graças ao aconselhamento do tio Ovídio Xavier de Abreu que. Moacyr Rebello Freire. presidente do Banco do Brasil (1949/1950). No ano seguinte de sua posse. inspetor 37ª Zona – CREGE – São Paulo. o cargo de presidente do Banco do Brasil. inspetor da 41ª Zona – CREGE – Corumbá. na CARED. secretário estadual e chefe de Polícia do Estado de Minas Gerais. O advogado Ovídio de Lima Abreu. chefe–adjunto DECAD. Nelson Gorgulho Nogueira. consagrada atriz de cinema. Francisco de Paula Guedes Filho. daí a razão de apontarmos o antigo presidente do Banco do Brasil com a fisionomia hollywoodiana. Maurício Chagas Bicalho é empossado diretor da Carteira de Redescontos do Banco do Brasil. encenou peças no Teatro Tablado. sucedendo a Tancredo de Almeida Neves. inspetor 50ª Zona – CREGE – Porto Alegre [Revista AABB – Rio – 1959]. Mário Brizola Ferreira. em 3/6/1959. trabalhou e aposentou–se pelo Banco do Brasil. inspetor 14ª Zona – CREAI – Campo Grande.

o Banco do Brasil implanta em dezembro de 1958. chegando. Presidente Vargas. Dez anos mais tarde. Em 1958. como já foi visto. o serviço de microfilmagem através da Agência Central – Rio de Janeiro. a romper com o Fundo Monetário Internacional.377 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Sebastião Paes de Almeida. o governo enfrentou grandes dificuldades na obtenção de créditos externos de regularização. de Daniela Maria Moreau. 328 – 20° andar. dirigiu uma saudação ao presidente do clube. no bairro da Tijuca. Juscelino Kubitschek havia apontado esta questão. acompanhado do diretor Francisco Vieira de Alencar. . em 14/9/1958. a cerimônia de inauguração do Satélite Clube. dissertação de Mestrado. em 1959. instalado no Edifício Visconde de Itaboraí – Av. apesar do grande volume de entradas de investimentos internacionais no país. resultando em economia de espaços destinados aos arquivos [Revista AABB – Rio]. Após estudos e tentativas. na qual a autora faz uma retrospectiva: “Ao longo do período de implementação do Plano de Metas. Durante a gestão Einsenhower. inclusive. Em breves palavras. cidade do Rio de Janeiro. propondo uma nova forma de cooperação econômica entre os Estados Unidos e a América Latina com o lançamento da Operação Pan-Americana (OPA). onde surgiu o Setor de Microfilmagem – MICRO. presidente do Banco do Brasil (16/2/1956 a 3/6/1959). beneficiados pelo regime cambial em vigência na ocasião. eram fotografados 2.3 milhões de documentos. desde 1944. No plano econômico nacional. assinalamos textos da obra Clemente Mariani – Político e Empresário. Manoel José dos Santos [Revista AABB – Rio – 1958]. o governo norte-americano poucos esforços efetivou no sentido de implementar suas relações com a América Latina. prestigia.

Funciona. no coração da Amazônia. desde então. em pleno discurso comemorativo. na UNICAMP – Campinas – SP. a cidade de Manaus. a sua primeira Agência. Vem mantendo. fazemos recrudescer as palavras antigas e renovadas de Francisco Vieira de Alencar.” (115) Em 10/6/1929. quando tinha apenas sua Casa Matriz no Rio de Janeiro. anuncia. em janeiro/ 1992. espalhadas no País e no Exterior. tribuno dos mais eloquentes que muito honrou os mais elevados cargos por onde passou no Banco do Brasil. no decorrer durante o ano de 2008. (115) DANIELA MARIA MOREAU – in Clemente Mariani – Político e Empresário – Dissertação de Mestrado apresentada. a Agência de Manaus adquire novas instalações e. do ano de 1908.FERNANDO PINHEIRO - 378 Entretanto. ao completar 50 anos ali inaugurada. o lançamento da pedra fundamental do novo edifício do Banco do Brasil na capital amazonense. É hoje a mais antiga das 377. em 16/1/1958. nesta data a 16 de janeiro. o marco inicial de sua penetração no território nacional. em sua atual fase. o único resultado prático da OPA nos anos que se seguiram foi a criação em 1959 do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). tribuno de dons peregrinos. apesar da grande movimentação diplomática ocorrida. Instalava. pelas aplicações. lançou o BANCO DO BRASIL. . Vale ressaltar: “Há cinquenta anos. Vale ressaltar: Ao divulgar a grande efeméride comemorativa do 1° centenário do Banco do Brasil na Amazônia que se estendeu. o diretor Francisco Vieira de Alencar. ininterruptamente.

hoje uma das mais sólidas e prestigiosas do mundo. A cidade era cosmopolita. para tão arrojado passo. a cobiça estrangeira. trepidante de negócios e movimentada por um surto de grandeza desapoderada. Manaus semelhava a um empório que se comunicava com o resto do mundo e aonde acorriam homens de todas as raças. quando mal se iniciava a obra pioneira de nossa instituição bancária. e. onde transações de alta monta se processavam com vertigem e velocidade invulgares. rumo ao interior. exprime bem o sentido de desbravamento que os estadistas da época já imprimiam ao papel que o BANCO DO BRASIL haveria de exercer na estrutura nacional. era o centro das riquezas fabulosas. manipulava grandes operações com a exportação amazônica. que atraía e polarizava os espíritos ávidos de trabalho e fortuna. um pária. o nordestino era uma sombra. no apogeu da borracha. aos seringais inóspitos e endemizados. verdadeira Bolsa de Valores.379 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL pelos depósitos e pelo volume e significado dos serviços que executa. Londres. . No meio de tudo isso. A Amazônia. ainda. lugar de relevo e destaque entre as mais importantes. fulcro do comércio internacional. aonde ia colher o látex e fabricar a borracha que a indústria europeia vinha disputar a peso de ouro. Esse amálgama representava um trecho da nacionalidade em ebulição e em crescimento desordenado. Contribuía preponderantemente com divisas para a balança comercial da União. de passagem pela cidade de raro esplendor material. A escolha deste longínquo ponto da Pátria.

à significação do acontecimento que ora comemoramos. à presença nela do BANCO DO BRASIL. é o fruto do esforço e trabalho criadores de riquezas. nesta hora. à plenitude. tão batida por crises e adversidades.. em Manaus. No extremo norte. . através dos tempos.. Eis o sentido primordial da fundação da Agência do BANCO DO BRASIL. em si. no vasto cenário de uma economia informe. com capitais brasileiros. o primeiro dever que nos ocorre é o de reconhecer que esta terra correspondeu. qual o de criar. quase o nosso total consumo. o ciclo da borracha. que inspirou e determinou a marcha do BANCO DO BRASIL para o vale amazônico. Antepunha-se ao Governo um problema mais extenso e profundo. ao sul.FERNANDO PINHEIRO - 380 O ciclo do café. generosamente. pela introdução do crédito bancário. com júbilo. em condições desvantajosas para os interesses nacionais. se associam. Produziam o de que precisávamos para arcar com o ônus das importações que eram quase tudo o que comíamos e vestíamos. que o Banco fomentou e amparou. E de tudo. em que Manaus e toda a Amazônia.] E. [. em contrapartida ao dinheiro que vinha do exterior. pois a nossa grandeza aqui. vai para meio século. Não foi. destarte. ora simbolizada numa rede de 13 agências na região amazônica. um instrumento coordenador do desenvolvimento da produção extrativa da terra. tão só a preocupação dos negócios e dos lucros ou da exploração da riqueza. A economia brasileira girava nesses dois pólos. o ponto de partida foi a criação da Agência de Manaus.

nas suas lides aforçuradas. . nas peculiaridades de seus recursos. passando sempre adiante o facho de entusiasmo e de fé.] Volvido meio século de sua presença e atuação neste cenário. E o BANCO DO BRASIL enobrece-se de. dentro desta civilização tropical. O homem amazônico. E aí está o que tendes feito. A perseverança nos rudes combates pela sobrevivência honra a capacidade desta gente e assegura a vitória definitiva da fixação do homem na Amazônia. permitindo confiança e certeza na estabilidade do cotidiano labor e na segurança de destinos felizes.. e está construindo uma obra que assombra aqueles que têm notícia de rebarbatividades da natureza que o circunda. quer o nativo.. nas suas lutas do dia-a-dia e nas suas ânsias de vencer as hostilidades do ambiente áspero. quer o imigrante que se identifica com a terra. fadada a surpreender o Brasil e o Mundo. tem reservas incomuns de ânimo e decisão. há 50 anos. compartilhar tão grandes lutas. [. Pode ser reverenciada a memória dos que implantaram o Banco nesta cidade. está à vontade para evocar o que fez e animado a fazer muito mais. E a nossa resposta é uma lição de bravura e de civismo: o Amazonas também é do Brasil e nosso dever é mantê-lo brasileiro. nas lides imensas em prol dos altos interesses de uma comunidade como esta.381 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Dela se irradiou toda a ação que mobilizou recursos potenciais hoje transformados em fatores de prosperidade. Toda civilização e conquista de bem-estar e fair-play são resultantes de lutas em que muitas gerações se sacrificaram.

envolvidos nas legendas invisíveis no ar. no fogo e na paisagem silvestre. do outro ponto.A. nesses cinquenta anos. a nossa instituição esteve à altura de sua missão pioneira. à frente o Sr. Felizes todos nós nos sentimentos em ver que. o Theatro Amazonas retratado fielmente por Max Carphentier: “clareira da arte suspensa no equador”. O Amazonas retribuiu largamente o nosso trabalho. na capital amazonense. Raymundo Figueira e o Sr. prestando ao Amazonas e.FERNANDO PINHEIRO - 382 num gesto de ousadia para a época. aproveitando-o no engrandecimento da terra generosa. em Manaus – Discurso proferido. serviços que hoje podem ser recapitulados com orgulho e desvanecimento. assim. . diretor do Banco do Brasil – Carteira de Crédito Geral – 3ª Zona – CREGE – 25/4/1956 a 30/5/1960 – O Cinquentenário do Banco do Brasil S. em serviços. e. ao progresso desta Agência. no fomento de seus recursos e no crescente desenvolvimento de suas fontes de produção. em trânsito por Manaus. Stepheson Vieira Medeiros. ao Brasil. dignos Gerente e Contador desta Filial. e exaltada a lembrança de quantos deram sua contribuição. em 16/1/1958. Estamos nós recompensados de tudo. ponto de contemplação. que não se esmorecem em prosseguir no exemplo de seus antecessores.” (116) Do discurso de Vieira de Alencar vêm-nos a imagem dos nordestinos. nas águas da chuva e dos igarapés. como reconhecido e proclamado o desvelo da Administração e do funcionalismo atuais. (116) FRANCISCO VIEIRA DE ALENCAR. no vento. em direção à mata.

nossa retirada ainda em pleno viço e em plena capacidade de trabalho. em 10 de março de 1959. exigia–se–nos esforço bem penoso e grande foi. recebe as galas de honra reveladas no discurso proferido por Fernando Monteiro: “Foi naquela turbulenta. atividades de que só são capazes homens realmente válidos e com precioso cabedal de experiência. a 13 de março.383 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL No velho casarão da Rua Primeiro de Março. com apenas 16 anos de idade. depois de aposentados aqui. foi Murgel removido. as longas madrugadas e os dias de guarda constituíssem natural limitação ao desempenho de nossas tarefas. sem que as próprias noites e. no severo regime de trabalho. que um adolescente. Leopoldo Saldanha Murgel. porém. Rio de Janeiro. sisudo. apesar de cronologicamente ainda perto da infância. quase em seguida. então vigorante em nossa Casa e que mal pode ser imaginado pelos que chegaram aos tempos novos.: 27/1/1959). dias antes completados. como estava. parece ver a empresa. como então . com simpatia. logo se integrou. por vezes. Outrora. De Juiz de Fora. para a Matriz. por motivo de aposentadoria. como que se penitenciando do rigor de antes. ingressou na Agência do Banco do Brasil em Juiz de Fora. a legião dos que ficaram no caminho. mas também festiva e histórica era de 1922. Esse estreante. o funcionário Leopoldo Saldanha Murgel (posse no BB: 13/3/1922 – apos. Hoje. em consequência. 66. povoando nossa memória. quase menino. acompanhado da esposa Myriam. indo muitos exercer lá fora. como praticante de escriturário. ao despedir–se do Banco do Brasil. na sua província natal. mercê de sua maturidade mental e espírito circunspecto.

pois. ocupou as comissões de maior relevância. Após três anos no Rio de Janeiro. continua. simpáticos uns. pitorescos outros. só se retirando depois da hora regulamentar. a escrituração atrasada. que o jovem Murgel manifestava “certo egoísmo pelo seu serviço”. já terceiro escriturário. O Chefe Ambronn. ele mesmo grande trabalhador. assumiu a comissão de Conferente em Cataguases. em pouco tempo. com sua perene mocidade. guardo ainda bem vivas na lembrança aquelas vetustas e modestas instalações. onde fiz as provas finais de meu concurso. na casa velha. escriturário antes dos doze. onde foi substituto de Contador e.FERNANDO PINHEIRO - 384 se denominava a Sede. em meados do século anterior. Aposentado no Banco do Brasil. foi Murgel destacado para trabalhar em setor considerado de “estiva”. a pedir auxílio. Agência cujos serviços reorganizou. percorreu toda a escala hierárquica. Com apenas 21 anos. pondo em dia. na profissão que há quase 80 anos exerce. foi feito Contador de Carangola. Na Matriz. à noite. qual o de cobranças e teve por Chefe Rodolpho Ambron. chegando a Diretor. preferia iniciar o expediente às 6:30 e 7 horas da manhã. iniciara suas operações. em 1924. transferiu–se Murgel para Franca. Boy aos onze anos de idade. também eu. em 1927. ainda alojada no primitivo prédio da Rua da Alfândega. aquele colega que foi o maior caso de precocidade de nossa Casa. isto é. segundo escriturário. . mas já com boa experiência e revelando pendores administrativos. Admitido. teve oportunidade de informar. que vinham do período imperial e aqueles tipos humanos. em documento oficial. perpetuado pela gravura de Bertichen e onde o Banco do Brasil.

Já Conferente. conseguiu realizar. possuindo. Grande conhecedor dos homens. atributos de administrador exímio e de técnico perfeito. pecuária e industrial. – jurista. sua . Assessorando diversos Diretores e gerindo a própria Carteira. foi para Joinville. melhor avaliar sua inteligência objetiva. Em 1932. mais tarde investido. requisitado pela Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. que seria difícil encontrar colaborador tão eficiente e zeloso. tornando–se conhecedor perfeito e entusiasta da prática do crédito especializado. que era voltar para Franca. retornou à Contadoria de Franca. voltou à Sede. dois anos mais tarde. em caráter interino. banqueiro. em cuja Gerência. sua primeira Gerência e. humanista. Foi nessa fase. após quase vinte anos de permanência no interior. ali exercendo. nas suas três modalidades: agrícola. promovido a primeiro escriturário.385 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Depois de transitar pelas funções de Contador e Gerente interino da Filial em Rio Preto. prestou Murgel serviços inolvidáveis. como titular do cargo. espírito perspicaz e experimentado. administrador dotado de espírito público e de elevado gabarito moral – ao qual também tive a honra de servir. finalmente. em funções administrativas. como Leopoldo Murgel. transitou pelas Gerências de Bauru e Niterói e. tendo tido oportunidade de ocupar também a Gerência. com aquela sobriedade de linguagem. a vivacidade de seu pensamento. no ano imediato. em 1942. o seu sonho da época. convivendo com Murgel. costumava o Diretor Gudesteu Pires dizer e fê–lo por escrito. permaneceu durante seis anos. cuja Contadoria passou a exercer. para onde fôra em 1928. em 1941. sob a superior orientação daquele insigne Diretor. que pude.

com seus méritos plenamente reconhecidos. companheira das boas e más horas. de singela lembrança. nem conheci. maior aversão ao desperdício de tempo... interinamente. galgou as mais variadas e importantes comissões.. Muitas vezes somos triturados no choque dos interesses. Nossa vida funcional nunca é isenta de espinhos: ao lado das alegrias. sofremos com as incompreensões e não faltam injustiças.FERNANDO PINHEIRO - 386 cultura profissional. Quiseram também seus amigos. já com 27 anos de casa. ordenado. todos têm momentos amargos. que ora lhe fazemos. Administrar bem é tarefa das mais árduas da empresa. em toda a minha carreira. nesta oportunidade. Chefe do Gabinete da Presidência. esposa dedicada. Raramente observei tamanho poder de concentração no trabalho. daí por diante. do nosso reconhecimento e de nossa admiração. como a nossa. sempre metódico. penhor de nossa amizade. em 1949. sua identificação total com as tarefas que lhe cabiam.] Meu caro Murgel: Entenderam seus admiradores que o ato simbólico de seu desligamento – ao cabo de uma jornada de quase quatro decênios. sujeita a influências e apetites de .] Subchefe em 1945. Superintendente e Diretor. precisamente 37 anos – seria a ocasião mais propícia para a entrega. como as de Gerente de três Carteiras. das Carteiras de Exportação e Importação e de Crédito Geral.. homenagear aquela que tem sido. atingia. [. há tantos anos. o posto de Chefe–de–seção e. [.

na presença de diretores do Banco do Brasil. Assim.387 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL toda a sorte. em Itaúna – MG. na grande generalidade dos casos. nos animam. gerente. nos idos de 1974. e Alcides Barbiero. em 27/1/1959. que nos retemperamos para a luta. (117) FERNANDO MONTEIRO (1905/1989) – in Discurso proferido. personificada bem o tipo ideal da esposa do funcionário do Banco do Brasil – pedimos licença para também ofertar pequena lembrança. E é no recesso de um lar tranquilo. participam de nossas aflições. pela Editora São Paulo: Nobel – 181 pp. líder de associações de agronegócios. no interior do Rio Grande do Sul. é inaugurada a Agência do Banco do Brasil. pelo gerente Wilton Carvalheira Ramos. Na gestão seguinte. acumulados em experiência na vida profissional. nos confortam. Especialista em assuntos cooperativistas e crédito rural. a D. a obra Enfoques da política agrária brasileira. receber a agência instalada pelos gestores Mário Kruel Guimarães. em 13 de abril de 1959. Myriam – ligada a Murgel desde a primeira mocidade.. Mário Kruel Guimarães. . subgerente [Revista AABB – Rio – 1959]. em homenagem de despedida de Leopoldo Saldanha Murgel – Rio de Janeiro – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. é a vez da cidade de Getúlio Vargas. no momento em que lhe rendemos o preito de nossa admiração” (117) Ainda na gestão do presidente Sebastião Paes de Almeida (16/2/1956 a 3/6/1959). sem problemas. nos incentivam. lançou. As nossas esposas.

ensaísta. chefe do FUNCI – Departamento do Funcionalismo. secretário–de–gabinete do diretor da CREGE – 3ª Zona [Revista AABB – Rio – 1959]. Paulo Oswaldo Carneiro Jung. ocorreu a posse de João Baptista de Araújo – 23/9/1933. a nomeação dos funcionários: Edgar Silva – 21/9/1933. Nos idos de 1955. Paulo Costa Galvão. romancista. chefe–adjunto – FUNCI. Gilberto Leite Ribeiro. Eduardo de Castro Neiva. secretário–de–gabinete – CAMIO. No mês seguinte. José Perrone. chefe–adjunto – DECON e de 3 inspetores do Banco do Brasil: Geraldo Pinto da Frota. assistente jurídico – CAMIO. Patrono da Cadeira n° 3 da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. era médico do Banco do Brasil. poeta. . apos. Alfredo Mauricéa Filho (1903/1972).: 19/9/1969. inspetor 20ª Zona – CREGE. posse no BB: 18/10/1946. George Rodrigues Siqueira. Ruy Carvalho [Revista AABB – Rio – 1959].FERNANDO PINHEIRO - 388 Em abril/1959. exerceu o cargo de chefe do Serviço de Atendimento do Edifício Visconde de Itaboraí – Rio de Janeiro.

La Paz. e. A gestão do presidente Carlos Cardoso (6/10/1960 a 1/2/1961). Inauguração das Agências do BB em Buenos Aires. diretor da Carteira de Redescontos. de julho/1948 a dezembro/1950. sucedendo a Tancredo Neves. o advogado Maurício Chagas Bicalho toma posse no cargo de presidente do Banco do Brasil. Argentina. No . Bolívia. como vimos. em Brasília–DF. Ampliação de operações. Política de diversificação do crédito. dia 03 de junho de 1959. Bicalho era assistente do presidente Ovídio de Abreu. Criação da Inspetoria de Agências do Exterior (IAGEX). através da rede de agências no País. Anteriormente.389 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL CAPÍTULO 7 A gestão do presidente Maurício Bicalho (3/6/1959 a 6/10/1960). em 1958. 1ª Reunião da Diretoria do Banco do Brasil.

secretário–de–gabinete do diretor – CREGE – 2ª Zona. auxiliar–de–gabinete – PRESI. exerce o cargo ministerial por duas vezes: 19/9/1956 a 26/10/1956 e 28/11/1958 a 3/6/1959. assessora especializada CREAI/Aspla. Letícia Freixeiro. Fernando de Souza Oliveira. João Paulo dos Reis Velloso. Elisabeth Leivas Otero Ribeiro. ocorreram as seguintes nomeações: Carlos Borromeu Chaves. ajudante–de–gabinete – PRESI. Eduardo de Castro Neiva. Manoel Adonay dos Santos Peralta. advogado (Jacarezinho). Antônio Machado de Macedo. Menelick de Oliveira. Hélio Thompson. inspetor – Recife. .390 No dia seguinte (4/6/1959). subassessor técnico – CAMIO [Revista AABB – Rio – 1959]. subgerente – CACEX/Exportação [Revista AABB – Rio – 1959]. advogado – Paranaguá. em caráter interino. Jonas Antônio da Silva. Belmiro César de Moraes Tibau. secretário do diretor CREGE – 3ª Zona. Rivadávia Pessoa da Silva. subassessor técnico – CAMIO. Eleutério Proença de Gouvêa. auxiliar–de–gabinete – PRESI. inspetor – CAMOB. advogado – Campo Grande – MS. oriundo da Presidência do BB. Em agosto/1959. José Alves Filho – 8/6/1942. chefe–de–gabinete do diretor CREGE – 1ª Zona. Paes de Almeida assume a Pasta da Fazenda por um período que vai até 31/1/1961. Nelson Barbosa de Souza. Joaquim Soares Pinheiro. chefe–de–gabinete do diretor da CACEX. secretário–de–gabinete do diretor da CREGE – 4ª Zona. Carlos Eduardo Dias de Souza Campos. chefe–adjunto – FUNCI. secretário– de–gabinete do diretor – COLON – Carteira de Colonização. auxiliar–de–gabinete – PRESI. Anteriormente. Elpídio Araújo Neris.FERNANDO PINHEIRO . após a saída da Presidência do Banco do Brasil. Theophilo Araújo. Ainda em junho/1959. auxiliar–de–gabinete do diretor CAMIO. Ney Serrão Vieira. sede.

vale ressaltar a mensagem do presidente Maurício Chagas Bicalho: “No momento em que são tomadas as últimas providências para mudança da sede do Banco do Brasil para a nova Capital. (118) A esse respeito. – Iconografia em nosso poder custodiada pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. a seguir. com a supervisão do administrador Hélio Moura Lima. presidente do Banco do Brasil (3/6/1959 a 6/10/1960). ao centro (de terno preto). a inauguração da Exposição dos Projetos das Obras do Banco do Brasil. e de outras autoridades do governo. o presidente do Banco do Brasil se manifestou. O diretor da CREGE (4ª Zona). a sua trajetória de propulsor da economia nacional. aberta ao público. – Retrato original p & b – 14. em Brasília. Pedreira de Freitas.391 Foto HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL n° 118 – BANCO DO BRASIL – 1/9/1959 – Exposição dos Projetos das Obras do Banco do Brasil em Brasília – DF – MAURÍCIO CHAGAS BICALHO. (118) MAURÍCIO CHAGAS BICALHO. presidente da República. de improviso: “O esforço dessa brilhante equipe havido sido acompanhado por toda a Diretoria do Banco e não ficará sem um registro especial nos anais do Banco”. Na ocasião. traduzindo os nossos votos para que em Brasília possa o Banco do Brasil continuar. foi realizada. fez as honras da Casa. em Brasília – DF – 1/9/1959. desejamos dirigir uma mensagem aos funcionários.5 x 9 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. presidente do Banco do Brasil (3/6/1959 a 6/10/1960) – in Pronunciamento na abertura da Exposição dos Projetos de Obras do Banco do Brasil. em companhia de JUSCELINO KUBITSCHEK. prestigia a abertura da Exposição. Com a presença do presidente Maurício Chagas Bicalho. apresentando as maquetes e desenhos arquitetônicos elaborados pelos engenheiros Ernesto Luís Greve e Samir Kuri. . em 1° de setembro de 1959.

. José Leite Ribeiro. o novo há de continuar a trajetória. e.” (119) Em 19/9/1959. Maurício Chagas Bicalho. onde foi participar da Reunião de Governadores do Fundo Monetário Internacional. EE. inspetor – Corumbá. é designado para substituí-lo. DC. em seu lugar. o moderno prédio que vai abrigar a sede do Banco evoca este antigo edifício. é rico de tradições pelo que nele se construiu para o progresso e o fortalecimento de nossa Pátria. presidente do Banco do Brasil (3/6/1959 a 6/10/1960) – in Mensagem dirigida ao funcionalismo do Banco do Brasil a respeito da transferência da sede do Banco do Brasil do Rio de Janeiro para Brasília – DF. que é esse conjunto da sua estrutura material e dos homens que fazem a sua grandeza. de onde no momento estamos nos dirigindo a todos os que trabalham neste Estabelecimento. José Soares da (119) MAURÍCIO CHAGAS BICALHO.UU. presidente do Banco do Brasil. Este prédio. advogado do Banco do Brasil em Paranaguá. Jorge Chaves Camacho. por motivo da viagem do ministro Sebastião Paes de Almeida à cidade de Washington. o velho casarão da Rua Primeiro de Março. Diversas vezes. ocorreu a nomeação de Francisco das Chagas Melo – 16/12/1942. inspetor – Mundo Novo. Maurício Bicalho ocupa interinamente o cargo de ministro da Fazenda. assume Carlos Cardoso. inspetor – Cruz Alta. inspetor – Carlos Chagas. chefe–de–gabinete do diretor – CAMIO. João Baptista Fortes de Carvalho. Hugo Mário Oliveira de Boer. e ambos simbolizam o Banco do Brasil no que tem de mais elevado e nobre.FERNANDO PINHEIRO .. Ainda em setembro/1959. sede.392 No Planalto Central do País. Hermes Gomes Barbosa. no período de 19/9/1959 a 15/6/1960. sede.

foi inaugurada. a sucursal em Buenos Aires. Mário Baptista do Nascimento. inspetor 17ª Região CREAI – Uberaba. Argentina. secretário–de–gabinete do diretor – CREGE – 4ª Zona. Délio Pereira de Souza.393 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Fonseca. ministro das Relações Exteriores do Brasil. Ramon Muniz. acompanhado de Bolitreau Fragoso. Álvaro da Rocha Sundfeld. Murillo Maia Mendonça. com a presença do presidente do Banco do Brasil. Arthur Santos. inspetor – Distrito Federal [Revista AABB – Rio – 1959]. em 24/11/1959. Miguel Arraes Filho. inspetor – Natal. José da Costa Neves Filho. Em novembro/1959. gerente da CAMOB. sede [Revista AABB – Rio – 1959]. Alenon de Loyola Fleury. diretor da Carteira de Crédito Geral. Olavo José da Silva. inspetor – Ubá. Jorge Roux. advogado – Ipameri. o general Nelson de Mello e diversas outras autoridades brasileiras e argentinas [Revista AABB – Rio – 1959]. Em solenidade presidida por Horácio Lafer. embaixador da Argentina no . Francisco Normino de Souza. Plácido Iglesias. Lucínio de Oliveira. subsecretário do Ministério da Economia da Argentina. inspetor 48ª Zona – CREGE – Florianópolis. embaixador do Brasil na capital argentina. inspetor – 31ª Região – CREAI – São Paulo. secretário–de–gabinete diretor – CAMIO. Norberto da Silva Rocha. Vale ressaltar a presença de Jorge Zaefferer Toro. Penha – Rio de Janeiro. inspetor – Vitória de Santo Antão. No mês seguinte. inspetor – Santo Amaro. Vicente Andrade. inspetor – 1ª Zona – Distrito Federal. advogado – CAMOB. Jorge Augusto dos Santos Cantanhede. inspetor de câmbio e FIBAN – 7ª Zona – Curitiba [Revista AABB – Rio – 1959]. perito de balanço – Agência Metr.

presidente do Banco de La Nación Argentina. Madeira. pela Carteira de Câmbio. o chanceler brasileiro Horácio Lafer passou a palavra ao presidente do Banco do Brasil. chefe de serviços jurídicos [Revista AABB – Rio – 1959]. Henrique de Oliveira Duprat. assume aspectos deveras interessantes. Dr. da lavoura e da pecuária. da indústria.FERNANDO PINHEIRO . e Afonso Palmeiro. É ele um complexo de Banco Central. cada dia mais acentuadas e cada vez mais promissoras. Por isso mesmo. O Banco do Brasil. Maurício Chagas Bicalho que pronunciou o seguinte discurso: “As tradicionais relações de amizade entre o Brasil e a Argentina são suficientes para assegurar a este ato realce indiscutível. gerente. representados pela própria Presidência. pela Carteira de Comércio Exterior e pela Carteira de Redescontos. dadas as relações comerciais entre os dois países. como estabelecimento oficial do meu País. na inauguração. e de Banco privado. . encarregado de câmbio. na sua constituição abrange órgãos governamentais. sendo os principais cargos ocupados por Werther Teixeira de Azevedo. O quadro da agência portenha. Jorge Robirosa. Ao encerrar a abertura da solenidade. na sua acepção usual. Se considerarmos ainda a significação econômica do acontecimento. destinado este ao atendimento do comércio. desempenha um papel múltiplo e relevante na vida brasileira. vice-presidente do Banco Central. Oscar L. foi constituído de 48 funcionários. cônsul-geral do Brasil [Revista AABB – Rio – 1959]. a inauguração que ora tenho a honra de realizar. em companhia de meu eminente companheiro de Diretoria. Eusébio Campos. Arthur Santos.394 Brasil.

a inauguração da sucursal de Buenos Aires reveste-se de especial relevância. assinalando Sua Excelência que visava com isso incrementar os fraternos laços de amizade argentino-brasileira e fortalecer os vínculos comerciais das duas grandes Pátrias. e a segurança dos Bancos privados. existem os financiamentos e empréstimos de ordem geral e de incentivo à colonização. e. tanto no que tange ao encargo de reunir a receita e a despesa públicas. Ao lado desses organismos. como também para melhoria da sua formulação. brevemente. ainda. porque pode o Banco do Brasil ser um fator supletivo ponderável no importante intercâmbio comercial existente entre as nossas Nações. quanto ao que se refere à política econômico-financeira do governo. Assinalo. exercendo ainda suas atividades nas Repúblicas irmãs do Paraguai e do Uruguai. houve por bem o presidente Juscelino Kubitschek determinar todas as providências necessárias à extensão do Banco do Brasil até Buenos Aires.395 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL organismos destinados a desempenhar e reger as relações do comércio de divisas e de bens. que o Banco do Brasil é o delegado do Tesouro Nacional para o desempenho das tarefas financeiras da Fazenda Nacional. Realmente. Este esboço sintético da estrutura do Banco do Brasil é feito para realçar diante de nossos amigos da Argentina o alto significado deste ato. que marca o inicio das atividades de um estabelecimento que muito pode fazer. não só para o crescimento das nossas relações de amizade e comerciais. na Bolívia. dispondo de uma rede de 500 agências no interior do País. . Ponderando sobre esses aspectos.

também. de nobre. temos que mencionar o próximo inicio das atividades. O Banco do Brasil em Buenos Aires tem sua direção entregue a antigos e dedicados funcionários do seu quadro e conta ainda com valiosos elementos recrutados nos meios bancários argentinos. o grande propulsionador das então incipientes atividades bancárias e de comércio internacional do meu País. e do Embaixador brasileiro. cabe-me invocar as figuras marcantes do Doutor Carlos Pellegrini. a honra com que o Banco do Brasil é distinguido neste momento. e hoje Ministro da Fazenda. Sr. fundador do Banco de La Nación. Nesta hora. Doutor Horácio Lafer.396 A ideia do governo brasileiro encontrou no então Presidente do Banco. fato que registro com especial agrado. do Banco de la Nación. Paralelamente ao encetamento das atividades do Banco do Brasil nesta grande e formosa metrópole. corresponde à presença dos dois Bancos oficiais em cada um dos nossos países. Esses são os nossos votos e os nossos desejos. e do Barão de Mauá. Sebastião Paes de Almeida. Dr. com as eloquentes presenças do Ministro das Relações Exteriores. Rendemos às suas memórias as homenagens do nosso respeito e do nosso apreço. o seu propulsionador.FERNANDO PINHEIRO . . Cabe-me assinalar. fazendo com que justas esperanças tenhamos no êxito desta iniciativa. de incentivador. Bolitreau Fragoso. no Brasil. Este duplo e recíproco procedimento dos governos dos nossos países por si só mostra o quanto de elevado. significando o alto sentido da inauguração que ora se processa para o ativamento das relações entre brasileiros e argentinos.

(maio a set.) 1963 Albano Augusto Petry (posse em out. 1959 Alcides da Costa Guimarães 1922 Júlio da Silva Moneda 1922 Joviano Rodrigues de Moraes Jardim. ALCIDES DA COSTA GUIMARÃES. PEREIRA JORGE. às quais agradeço sua honrosa e alentadora presença. HOMERO BORGES DA FONSECA. – Na retaguarda. Argentina.) 1963 (120) MAURÍCIO CHAGAS BICALHO. em 29/11/1959. . da Agência do Banco do Brasil. (120) A Agência de Buenos Aires. gerente 1959 Henrique de Oliveira Duprat. contador 1922/1926 Homero Borges da Fonseca 1922 Werther Teixeira de Azevedo. BUENOS AIRES – ARGENTINA (1922/1926) e reinaug. rejubilo-me neste ensejo e congratulo-me com as altas autoridades argentinas aqui presentes. inicialmente em 1922. ATHAULPHO GUIMARÃES. JÚLIO MONEDA e GALVÃO. gerente 1961 Aguinaldo Gonçalves Beninatto. enc. a seguir mencionados [Almanaque do Pessoal – 1964. Madeira. JOVIANO JARDIM. câmbio 1959 Oscar L. presidente do Banco do Brasil (3/6/1959 a 6/10/1960) – in Discurso de inauguração. foi administrada pelos funcionários. formulando os mais ardentes votos pela prosperidade da nobre nação argentina”. bem como Almanaque do Pessoal dos idos de 1965 a 1982]: Foto n° 2 – BANCO DO BRASIL – Buenos Aires – Argentina – 28/3/1922 – Retrato em grupo no qual vemos: CASEMIRO MONTENEGRO. RAUL GAMEIRO. jurídicos 1959 Theóphilo Araújo. encerrada em 1924. OSWALDO PORTO. ch-serv. subg. e reinaugurada em 24/11/1959. em Buenos Aires. A. inaugurada. HONÓRIO FERRAZ. Argentina.397 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em nome do Banco do Brasil e interpretando os sentimentos do governo do meu País. estão os contínuos e porteiros em traje profissional [Revista AABB – Rio].

subgerente 1971 Heraldo Quintella Vianna. gerente–adjunto 1971 Emanuel Exposto – 24/2/1955. gerente–adj. gerente–adjunto 1973 Heraldo Quintella Vianna. gerente 1971/1972/1973 Carlos Gerhard Duren. subgerente 1972 Heraldo Quintella Vianna. gerente 1985 . subgerente 1976/1977 Rogério Eduardo Schmitt. subgerente 1967 Antenor Irineu Puntel. gerente–adjunto 1977 Francisco Roberto Schuck. comptroller 1982 Paulo Benjamin Cordenonsi 14/10/1981 a 31/01/1988 Doraldo Gomes Thompson.FERNANDO PINHEIRO . gerente–adj. subgerente 1981/1983 Bolivar Jorge Ottoni.398 BUENOS AIRES – ARGENTINA (1922/1926) e reinaug. gerente–adjunto 1980 Augusto Canellas Monteiro de Castro. subgerente 1964 Vinicius Ferraz Machado. subgerente 1967 Waldemar Nogueira – 10/6/1946. gerente–adj. gerente 1967 José Almir Castro de Souza. comptroller 1982 Reginaldo Paschoalino Medeiros. 1959 Dinar Goyheneix Gigante. gerente 1964 Albano Augusto Petry. gerente 1981/1983 Sílvio Leal de Oliveira. gerente–adjunto 1964 Sylvio Vieira de Carvalho. subgerente 1981 Ernani Schmitt – 18/3/1957. subgerente 1964/1967 Ruyter de Faria Martini. 1975/1976 Renato Inácio Mayer. gerente 1978/1983 Breno Wanderley. gerente–adjunto 1981 Luiz Gonzaga Vianna Camargo. subgerente 1971 José Carlos Madeira Serrano. gerente–adjunto 1972/1973 Antenor Irineu Puntel. subgerente 1975/1976/1977 Otto Werner Nolte. gerente 1974/1975/1976/1977 Ernani Schmitt . gerente 1979/1980 Francisco Roberto Schuck.18/3/1957. 1978 Mauro Machado Borges. gerente–adjunto 1978 José Carlos de Carvalho Tinoco. maio/1982 a 1984 Affonso Llopart Corrêa.

subgerente. ministrados no Restaurante do Edifício Visconde de Itaboraí. Cardoso Maria Izilda Ferreira (1922/1926) e reinaug. Na Gerência de Operações de Câmbio (GECAM). com o Curso de Relações Humanas e o Curso de Análise de Balanços. em 1959. Rio de Janeiro.25/4/1966 Hélio Testoni – 9/1/1968 Carlos Armando Pacheco Garcia Fernando Magno Pompeu Campos Gustavo Carim Paiva Iamin Evandro Lopes de Oliveira Maria Auxiliadora Bousquet Carneiro Luiz Carlos de Brito Lourenço Marcelino Tameirão Machado Carlos Alberto Carvalho Paiva Alexandre Ronald A. o mais importante prédio do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1959]. Affonso Llopart Corrêa Antônio Machado de Macedo Aladir Vitola – 26/4/1963 Nestor Fetter .399 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL BUENOS AIRES – ARGENTINA Fabrício Ortiz – 29/10/1964 Roberto Dias Pereira Nei Corrêa de Matos. gerente e Avá da Silva Bessa. . 1959 27/02/1985 a 05/09/1988 31/03/1986 a 10/01/1990 29/02/1988 a 14/04/1991 29/08/1988 a 14/04/1991 22/02/1989 a 14/04/1991 26/05/1992 a 03/08/1995 01/11/1993 a 20/06/1995 22/11/1993 a 23/01/2000 26/06/1995 a 27/11/1996 24/07/1995 a 12/08/2001 01/08/1997 a 04/08/2002 22/11/1999 a 28/02/2002 26/06/2001 a 25/05/2003 27/03/2002 a 04/09/2003 03/06/2002 a 04/05/2003 18/03/2003 a 99/99/9999 25/03/2003 a 99/99/9999 17/03/2003 a 99/99/9999 Nos idos de 1959. Após algumas tentativas dentro da Empresa. Ivan D´Oliveira. gerente–adj. à época. o ensino recrudesce. a Carteira de Câmbio da Direção Geral do Banco do Brasil era dirigida pelo diretor Paulo Afonso Poock Corrêa.

Mário Vairão. bem como Revistas AABB –Rio. CREGE – Londrina. Francisco Magalhães Martins.400 Em dezembro/1959. Thelmo Dantas Motta. gerente (gestão iniciada em setembro/1950). Eleutério Proença de Gouvêa. secretário–de–gabinete da Gerência da Agência Central – DF. inspetor – 45ª Zona. Eraldo Seraphico de Souza. Lafaiette Valle. Antônio Gurgel Costa Nogueira. contador. contador. gerente (gestão iniciada em novembro/1950). Vale assinalar o nome dos funcionários que exerceram cargos comissionados nas agências [Revista AABB – Rio – 1950. Clóvis Facundo de Castro Menezes.FERNANDO PINHEIRO . Aracaju – SE – 1950 – Humberto da Silva Menezes. José Vieira Lessa. . a Direção Geral fez as seguintes nomeações: Ayrton Batinga de Mendonça. Aimorés – MG – 1950 – Geraldo Aleixo de Oliveira. gerente. contador. Alagoinhas – BA – 1950 – José de Melo Messias. inspetor. inspetor – Distrito Federal [Revista AABB – Rio – 1959]. Areia – PB – 1950 – Luzimar Teixeira de Oliveira. Nelson da Silva Fernandes. Aristides Dalia de Melo. gerente. subgerente FIBAN. inspetor – Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. chefe–de–gabinete da Gerência. inspetor – 8ª Região CREAI – Maceió. contador. Almenara – MG – 1950 – José Pedro de Carvalho Primo. José de Melo Messias. idos de 1951 a 1959]: Agência Central – DF – 1950 – Antônio de Almeida Santos. gerente CAMIO. gerente. inspetor – 15ª Zona – CREGE – Ilhéus. gerente Agência Centro do Recife – PE. Andradina – SP – 1950 – Gilberto Leite Ribeiro.

Bariri – SP – 1950 – Fernando Domingues da Silva. Caetité – BA – 1950 – Antônio Almino de Alencar Filho. contador. contador. Belém – PA – 1950 – Sebastião Albuquerque Vasconcelos. gerente. contador. contador. contador. Barretos – SP – 1950 – Oswaldo Fernandes. Belo Horizonte – MG – 1950 – Carlos Prates Filho. gerente. 22/2/1959). contador. gerente.401 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Avaré – SP – 1950 – Zinneu Álvaro Floret. gerente. Bebedouro – SP – 1950 – Emmanuel da Silva Fontes. contador. contador. gerente. João Gonçalves de Carvalho. Mário Pereira das Neves. . Cafelândia – SP – 1950 – Rinaldo Bastos Vieira. Francisco da Gama Netto. Cantagalo – RJ – 1950 – Mário Vaz de Almeida e Albuquerque. gerente. contador (ocasiões distintas). Campina Grande – PB – 1950 – Severino Toscano Carneiro. gerente. gerente. falec. gerente. contador. Cajazeiras – PB – 1950 – Robinson Marsiglia de Oliveira. Bom Jesus de Itabapoana – RJ – 1950 – João Caldellas dos Santos. Campo Belo – MG – 1950 – Mário Carvalho – 14/10/1943. gerente. contador. Botafogo – Metr. Capela – SE – 1950 – Antônio da Fonseca Neto. Silvério Cerveira. Botucatu – SP – 1950 – Lauro Monteiro Moço. contador. RJ – 1950 – Celso Silvério dos Reis. Antônio Leite Oliva. Bela Vista – MS – 1950 – José de Ribamar Soares. Bragança Paulista – SP – 1950 – Nelson Ruiz Affonseca. contador. gerente (posse no BB: 10/4/1924. contador. Barbacena – MG – 1950 – Nelson Gorgulho Nogueira. José Rafael Cartaxo.

Itabaiana – PB – 1950 – Elyseu Lyra. inspetor. Jaú – SP – 1950 – Deusdedit Freitas de Almeida. gerente. Guarabira – PB – 1950 – José Vieira Lessa. contador. Wilson Povoa Manso. Juiz de Fora – MG – 1950 – José Valle da Fonseca. contador. gerente. contador. Estância – SE – 1950 – Almir Olivieri. Guiratinga – MT – 1950 – Almir Machado – 8/3/1944. Jairo Jucá. Codó – MA – 1950 – Walter Nova da Costa. gerente. contador. Caruaru – PE – 1950 – Gerardo Pinto da Frota. Carolina – MA – 1950 – Rui de Oliveira Pantoja. contador. . Lúcio Ribeiro Mascarenhas.402 Carangola – MG – 1950 – Eduardo Soares Teixeira. contador (ocasiões distintas). contador. gerente. gerente. gerente. Natanias Ribeiro von Sohsten. RJ – 1950 – Eugênio Walter de Oliveira. Itaberaba – BA – 1950 – Renato Diniz de Carvalho. gerente. Cruzeiro do Sul – AC – 1950 – César da Gama Filho. Itabuna – BA – 1950 – José de Melo Messias. Antônio Affonso de Miranda. Franca – SP – 1950 – Arnaldo Nogueira – 10/12/1936. gerente. contador. Ademaro Gay Teixeira. Chavantes – SP – 1950 – Jair Corresen. Catanduva – SP – 1950 – Octacílio Pimenel – 18/8/1925. gerente. Iguatu–CE – 1950 – Antônio Lopes Lins. contador. gerente. gerente. contador. gerente. gerente. gerente. Itapetininga – SP – 1950 – Eduardo Soares Teixeira. Glória – Metr. Renato Fernandes Santos. Dom Pedrito – RS – 1950 – Sandálio Alves Farias. contador. contador.FERNANDO PINHEIRO . contador. José de Oliveira Rocha.

Matão – SP – 1950 – Antônio Lopes Lins. Palmares – PE – 1950 – Glauco Antônio Estevam de Oliveira. gerente. contador. gerente (gestão iniciada em setembro/1950). contador.403 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Lençóis – BA – 1950 – Clóvis Moreno Jardim. Maceió – AL – 1950 – Sérgio Teixeira Goes. Macapá – AP – 1950 – Raimundo Araújo Maranhão. gerente. contador. gerente. gerente (gestão iniciada em setembro/1950). Londrina – PR – 1950 – José Freire de Aguiar. Amilcar Leonello Ziller. Waldemar de Souza Guimarães. contadores (ocasiões distintas). José Freire de Aguiar. gerente. Almir D´Oliveira Corrêa. contador. Benedicto Fonseca e Souza. Macaé – RJ – 1950 – José Aristeu de Carvalho. contador. gerentes (ocasiões distintas). contador. Monteiro – PB – 1950 – Euclides Cardoso Xavier. gerente. Edgar Bacelar de Rezende. chefe de serviço. Arnóbio Rosa de Farias Nobre. gerente. . Manaus – AM – 1950 – João Brasil de Mesquita. Pederneiras – SP – 1950 – Antônio Galvão de Miranda. contador. Isnard Fernandes Uchôa. contador. Patos – PB – 1950 – Severino Bezerra França. Lins – SP – 1950 – Luiz Monteiro de Carvalho e Silva. inspetor. Monte Aprazível – SP – 1950 – Benedito Luiz Ferreira da Silva. contador. Pará de Minas – MG – 3/11/1950 – Juarez Carlos Mourão. Luzilândia – PI – 1950 – Wilson Ferreira Sobral. Pedreiras – MA – 1950 – José de Oliveira Pantoja. Muriaé – RJ – 1950 – Luiz Raimundo Gomes. Ariosto de Belli. Aloysio Mattos Rego. contador. gerente. gerente.

gerente. Piraju – SP – 1950 – Benedicto Pio da Silva. contador. Quaraí – RS – 1950 – Aristides Gaspar de Oliveira Filho. contador. gerente. São João Del Rei – MG – 1950 – Amynthas Novaes. gerente. Pirajuí – SP – 1950 – José Francisco Frazão. contador. contadores (épocas distintas). gerente (ocasiões distintas). Tupã – SP – 1950 – Jofre Franco Bicalho. Piracuruca – PI – 1950 – Ênio Mota Gueiros. contador. contador. Salvador – BA – 1950 – Renato Navarro Brito. contador (ocasiões distintas).FERNANDO PINHEIRO . contador . São José do Rio Pardo – SP – 1950 – Mário Signorelli – 7/6/1941. São Luís – MA – 1950 – Oldyr Nogueira Vinhaes. Serra Talhada – PE – 1950 – Marcus Vinicius da Silva. contador. Isidro de Faria. Tijuca – Metr. João de Amorim Rêgo – 12/10/1933. gerente. contador. gerente. contador. Waldemar Tapajós Fernandes. São José do Rio Preto – SP – 1950 – Paulo Pereira Barreto. Francisco das Chagas Soares Lima. contador. gerente. Santarém – PA – 1950 – Irineu Guedes Muniz.404 Piracicaba – SP – 1950 – Alexandre Valvano – 5/1/1928. Taubaté – SP – 1950 – José da Costa Neves Filho. contador. Luiz Raymundo Gomes. Porto Alegre – RS – 1950 – José Maria Rodrigues de Bittencourt Reis. contador. RJ – 1950 – Hélio Thompson – 4/3/1929. contador. Ribeirão Preto – SP – 1950 – Stênio Costa Correia. Serrinha – BA – 1950 – Mário Stemi Galeti. contador. . Dion Souto Villar.

Araxá – MG – 1951 – Antônio Campolina França. contador. gerente. Assis – SP – 1951 – Omar Guanabarino Freiria. Vitória de Santo Antão – PE – 1950 – Coriolano Malincônico. gerente. Humberto Celso Aranha. contador. gerente. Álvaro Garjulo D´Almeida. contador. contador. gerente (épocas distintas). gerente. . contador. Ariosto Loureiro da Silva. Urbano Batista Brandão. gerente. Araçatuba – SP – 1951 – Dário Lorenzi. Ademar Arruda Alencar. Luiz Lopes Castelo Branco. contador. contador. contador. gerente. contador. gerente. Antônio Almino de Alencar Filho. Alegrete – RS – 1951 – Pedro Oto da Silveira. Andradina – SP – 1951 – Gilberto Leite Ribeiro. Bagé – RS – 1951 – Darci Luís Quintana. gerente. Votuporanga – SP – 1950 – Arnaldo de Oliveira – 22/1/1962. Aracaju – SE – 1951 – Delorisano Gonçalves Bastos. Arcoverde – PE – 1951 – Oscar Olímpio de Araújo. Uberaba – MG – 1950 – Hercílio Martins da Silveira. gerente. inspetor. contador. Tito Carneiro Leal. gerente. União da Vitória – PR – 1950 – Paulo José de Carvalho. gerente.405 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ubaitaba – BA – 1950 – José Fontes Ferreira. Aquidauana – MS – 1951 – Euclides Aderaldo Chaves. Vitória da Conquista – BA – 1950 – Leocádio Ferreira Pereira. Almenara – MG – 1951 – Georges Pereira de Siqueira. gerente. gerente. contador. Assu – RN – 1951 – José Nazareno Simonetti. Carlos Salerno. União dos Palmares – AL – 1950 – José Pereira Alves. contador.

Bebedouro – SP – 1951 – Emanuel da Silva Fontes. Bela Vista – MS – 1951 – José Manoel Piragibe Carneiro. gerente. Botucatu – SP – 1951 – José Nunes de Barros. Artur da Silva Leandro. gerente. SP – 1951 – Antônio Anacleto Spínola e Castro. José Ribamar Soares. . contador. Caicó – RN – 1951 – Antônio Lins. Bragança – PA – 1951 – Raimundo Nonato de Castro. gerente. contador. Bicas – MG – 1951 – Manoel de Almeida – posse no BB: 10/3/1938. Ademaro Gay Teixeira. Cabo Frio – RJ – 1951 – Oto de Souza Dreer. gerente. Paulo Bastos. João Gomide Júnior. Cachoeira do Sul – RS – 1951 – Joubert Masseron Giacobbo. contador. gerente. contador. Antônio Almino de Alencar Filho. contador.406 Barbacena – MG – 1951 – Elias Carneiro de Paiva. Caetité – BA – 1951 – Silvério Cerveira. gerente.FERNANDO PINHEIRO . Barretos – SP – 1951 – Alberto Vitor de Magalhães Fonseca. gerente. contador (ocasiões distintas). Nilo Brasil. contador. Herondino Silveira d´Ávila. gerente. contador. SP – 1951 – Orlando Baldi. gerente. gerente. contador (posse no BB: 18/1/1933). Bosque da Saúde – Metr. Bariri – SP – 1951 – Agenor Mendes – 25/1/1940. contador. contador. contador. Brás – Metr. gerente (épocas distintas). Walter Machado. inspetor. contador. Cáceres – MT – 1951 – Licínio Passarelli. Boa Esperança – MG – 1951 – Jayme Guedes Monte Alegre. gerente. Barra – BA – 1951 – Mário Gonçalves de Amorim.

gerente (ocasiões distintas). Carolina – MA – 1951 – Haroldo Guimarães de Souza. contador. inspetor. inspetor. contador. Campos – RJ – 1951 – José Corrêa e Castro. nomeado gerente da Agência Palmeira dos Índios – AL.407 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Cajazeiras – PB – 1951 – Vital Soares Pinheiro Joffily. Robinson Marsiglia de Oliveira. gerente. contador (em 1964. inspetor da CREGE). João Gomyde Júnior. contador. Campinas – SP – 1951 – Dario Raphael Tobar. contador. gerente. Washington Lacerda. Caruaru – PE – 1951 – Gerardo Pinto da Frota. inspetor. José Vieira de Matos. contador. Mário Brisola Ferreira. contador. Cataguases – MG – 1951 – José Rodolpho Barroso. Sérgio Teixeira Goés. inspetor da CREGE). gerente. Campina Grande – PB – 1951 – Humberto de Miranda Peregrino. Waldemar Ângelo do Amaral. Carangola – MG – 1951 – Othello Brasileiro Villarinho Cardoso. subgerente da Agência Carangola –MG). Mucius Clack da Silva Costa. Mariano José de Barros da Silva. RJ – 1951 – Isaac Mendes Sobral. contador. contador. chefe da Creai. Catanduva – SP – 1951 – Ítalo Zaccaro. gerente (em 1964. gerente. gerente. Heraldo Alves Costa. Campo Grande – Metr. gerente. Codó – MA – 1951 – Walter Nova da Costa. João Pereira de Moraes. advogado. João Castelo Branco de Araújo. contador. contador (em 1964. . contador. Campo Grande – MS – 1951 – Henrique Alberto de Medeiros. Caxias – MA – 1951 – Antônio Castelo Branco da Cruz.

contador. Tito Carneiro Leal.408 Corumbá – MS – 1951 – César Bustamante Coutinho. contador.FERNANDO PINHEIRO . Estância – SE – 1951 – Luiz Nunes – 25/11/1938. contador. gerente. gerente. gerente. gerente. Glória – Metr. contador. Dom Pedrito – RS – 1951 – José Rubens de Faria Cidade. Domingos Ribeiro de Mesquita. gerente. Walim Kalil Nasser. Duque de Caxias – RJ – 1951 – Nelson Fernandes Santiago. gerente. Erechim – RS – 1951 – Eliezer Miranda Silva. Iguatu – CE – 1951 – Hélio de Miranda Barros. Fortaleza – CE – 1951 – Humberto Barroso. contador. gerente. Garanhuns – PE – 1951 – Flamine Siqueira. contador Goiânia – GO – 1951 – José Rodrigues de Freitas. contador. Rivadávia Bahia Viana. gerente. contador. RJ – 1951 – João Batista de Abreu. gerente. contador. contador Foz do Iguaçu – PR – 1951 – José Leite Ribeiro. Feira de Santana – BA – 1951 – José de Melo Messias. contador. Guarabira – PB – 1951 – Hilário Camelo de Araújo. contador. Constâncio Alves de Castro. Ipameri – GO – 1951 – Cecílio José Daher. gerente (ocasiões distintas). Cuiabá – MT – 1951 – José Calazans Pereira da Silva. gerente. Alceste Loiola Caminha. gerente. Cratéus – CE – 1951 – José Esmeraldo Barreto. Floriano – PI – 1951 – Benedicto Fonseca Ferreira. gerente. Guarapuava – PR – 1951 – Antônio Malachini. contador. Goiás – GO – 1951 – Delmindo Mota. Florianópolis – SC – 1951 – Boanerges de Menezes Caldas. .

Jequié – BA – 1951 – Antônio Lamenha Júnior. Joaçaba – SC – 1951 – Alvino Luchesei. Itabuna – BA – 1951 – Humberto Moreira Riela da Fonseca. gerente. . Itapetininga – SP – 1951 – Eduardo Soares Teixeira. contador. contador. contador. contador. gerente. contador. Itaberaba – BA – 1951 – Antônio da Costa Moraes Júnior. contador. advogado. Severino Alves Ayres. gerente. gerente nomeado para Agência Itajaí–SC. SP – 1951 – José Felizatti. Jacobina –BA – 1951 – Antônio Augusto de Lima. Pedro Paulo Pedroso. gerente. gerente. contador. contador. José Zancul. gerente. gerente. Irati – PR – 1951 – Guilherme de Lara Júnior. Armando Romeu Brancaglion. Carlos Francisco Sales. SP – 1951 – Natalino Eugênio de Oliveira Menezes. contador. para Guarapuava – PR. gerente. Osvaldo Loureiro das Neves. contador transferido. Benedicto de Gouveia Serra. contador. contador. Januária –MG – 1951 – José Saad. Orlando Baldi. Itabaiana – ES – 1951 – José Teotônio de Carvalho. João Pessoa – PB – 1951 – Alzir da Silva Leal. Jaguarão – RS – 1951 – Cândido Maduell. Jacarezinho – PR – 1951 – Oswaldo Lopes do Nascimento. contador. Itapira – SP – 1951 – Cid dos Santos Antão. gerente. contador. Itaperuna – RJ – 1951 – Antônio Vargas Nogueira. gerente. à época.409 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ipiranga – Metr. Antônio Malachini. Octávio de Araújo – 3/3/1942. contador. Lapa – Metr. contador. Joinville – SC – 1951 – José Antônio Navarro Lins. Conrado Paulo Hagemann.

César Dantas Bacellar Sobrinho. RJ – 1951 – Antônio Magalhães dos Reis. Cial Brito. contador. Monteiro – PB – 1951 – Raul Teixeira do Rego Barros. gerente.FERNANDO PINHEIRO . Maceió – AL – 1951 – Miguel Falcão de Alves. contador (épocas distintas). Mogi das Cruzes – SP – 1951 – Francisco Medina Coeli.410 Lençóis – BA – 1951 – Carlos Augusto Silva. Limoeiro – PE – 1951 – Artur Vieira Araújo. contador. Macapá – AP – 1951 – João Elias Nazaré Cardoso. contador. . gerente. contador. contador. Lucas Bohrer. Limeira – SP – 1951 – Armando Drummond Cadaval. contador. Maracaju – MS – 1951 – José Machado – 3/2/1940. gerente. contador. advogado. contador. Virgílio Cabral Melo. gerente. José Raul Vila. Luís Ivani de Amorim Araújo. Palmares – PE – 1951 – João Bosco Bezerra da Luz. contador. Oscar Duarte de Carvalho. Nova Granada – SP – 1951 – Carlos Martineli. gerente. gerente. Nelson Roversi Forattini. Novo Hamburgo – RS – 1951 – Egon Kroeff. contador. contador. Palmeira dos Índios – AL – 1951 – Heraldo Alves Costa. Óbidos – PA – 1951 – Ilton Hemetério dos Santos. Manaus – AM – 1951 – Loris Valdetaro Cordovil. gerente. Nova Iguaçu – RJ – 1951 – Adahyil Nogueira da Gama. contador. gerente. Livramento – – 1951 – Roque Jacques Pibernat. contador (épocas distintas). Paraguaçu Paulista – SP – 1951 – Evandro de Oliveira Mello. contador. contador. Londrina – PR – 1951 – Alberto Vitor de Magalhães Fonseca. Madureira – Metr. contador.

RJ – 1951 – Mário Batista do Nascimento. Rio Grande – RS – 1951 – Américo Papaléo. gerente. João Martins Teixeira Rodrigues. Porto Velho – RO – 1951 – Manoel Dias de Souza Cruz. Propriá – SE – 1951 – Antônio Victorino dos Santos Júnior. Pirajuí – SP – 1951 – José Djalma da Silva Mattos. gerente.411 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Pedra Azul – MG – 1951 – Manoel Fernandes de Lima. assistente jurídico. subgerente. Resende – RJ – 1951 – Benedicto de Oliveira. Wilson Pereira Frazão. contador. contador. Quixadá – CE – 1951 – Nemésio Bezerra Filho. contador. SP – 1951 – Otto Moreira Porto. contador. gerente (posse no BB: 30/6/1938) Ribeirão Preto – SP – 1951 – Simplício Moura Filho. Rancharia – SP – 1951 – Clarindo Brandão. Jonatan Raimundo Cerqueira do Nascimento. RJ – 1951 – Antônio Degow. Fausto Bissolati Sant´Ana. gerente. Ramos – Metr. contador. contador. gerente. . contador. de Mello. gerente. contador. Penedo – AL – 1951 – José Teixeira Rio Branco. gerente. Pelotas – RS – 1951 – José Fonseca de Oliveira. contador. contador. gerente. José Alves Pereira da Silva. contador. Recife – Agência Centro – PE – 1951 – Satyro Ivo da Silva Júnior. Penha – Metr. Penha – Metr. contador. Petrópolis – RJ – 1951 – Raimundo Joaquim do Lago. contador (épocas distintas). Rio Branco – AC – 1951 – Aristides Dália Ivan Sobral Vieira Arcoverde. gerente. Porto Alegre – RS – 1951 – Luiz Jansson. contador. Ponte Nova – MG – 1951 – Fuad Farhat.

gerente (posse no BB: 18/8/1925. Santo Antônio – Metr. José Antônio de Menezes. Rio do Sul – SC – 1951 – Edi Silva. Santo Ângelo – RS – 1951 – Ernani Anicet. gerente. José Estefno. São Borja – RS – 1951 – Aldo Ibanos. gerente. São José dos Campos – SP – 1951 – Octacílio Pimentel. Serra Talhada – PE – 1951 – Antônio Jácome de Araújo. Miguel Arraes Filho.FERNANDO PINHEIRO . São Luís – MA – 1951 – Benedito Fonseca e Souza. gerente. São Mateus – ES – 1951 – Nilo Targino Teixeira. diretor da Carteira de Crédito Geral. contador. . contador. Serrinha – BA – 1951 – Vicente Fernandes. Salvador – Agência Centrro – BA – 1951 – Renato Navarro Brito. São Leopoldo – RS – 1951 – Luiz Rodrigues Cardozo. Santa Vitória do Palmar – RS – 1951 – Godofredo Fay Neto. subgerente. Carlos Mota Rodrigues. contador. Gualter Otaviano Ferreira. RJ – 1951 – Eugênio Guardiola Veloso. gerente. gerente. contador. Alberto de Andrade Ribeiro Dantas. gerente. gerente. contador. Érico Corrêa – 28/7/1941. São João da Boa Vista – SP – 1951 – Luiz Baptista Torres. falec. gerente.412 Rio Pardo – RS – 1951 – Sylla Barros da Silva. gerente. 17/7/1955). gerente. gerente. Rio Verde – GO – 1951 – Antônio Barcelos. Clóvis Alves Pfeifer. Eurico Rodrigues de Barcelos. Santos – SP – 1951 – Cândido de Azeredo Filho. gerente. Saúde – Metr. gerente (ocasiões distintas). contador. subgerente. contador. contador. gerente. São Carlos – SP – 4/11/1951 – Deusdedit Freitas de Almeida. PE – 1951 – Lucínio de Oliveira. gerente.

o gerente que se despedia da agência. Hermilo Chrispim Vieira. gerente. contador (em 1964. contador. contador (épocas distintas). Henrique Pena Lacourt. administradores. Miguel de Arruda Furtado. inspetor. União dos Palmares – AL – 1951 – Manoel de Almeida – 10/3/1938. Araújo Costa. Tapes – RS – 1951 – Edgard Christiano Volkmann. contador. José de Sousa Lima – 28/12/1939. Sobral – CE – 1951 – José Carvalhedo Filho. advogado. Ruy Marques – 7/5/1941. gerente. Augusto Emílio Estelita Lins. chefe–de–serviço na Agência de Maceió – AL). Raymundo Ventura. gerente (posse no BB: 25/9/1940). contador. contador. União – PI – 1951 – José de Oliveira Pantoja. Vinício Marsiaj. gerente (ocasiões distintas) Uruguaiana – RS – 1951 – Dirceu Cachapuz de Medeiros. ajudante–de–serviço na Agência de Salvador – BA. Otávio Mazzoni de Andrade. Rodolfo de Almeida e Albuquerque. Luiz Jansson. Viçosa – AL – 1951 – Wilson Vieira Jatobá. gerente. gerente. gerente. . Eduardo Rodrigues Duarte. contador. nomeado gerente de Alegrete–RS. Taubaté – SP – 1951 – José da Costa Neves Filho. Vitória – ES – 1951 – Hylson Sarmento Batalha. Lund Maia. Nos idos de 1964. gerente. Tubarão – SC – 1951 – José Gaspar de Oliveira. advogado. contador. gerente. João Bosco Bezerra da Luz. João Vieira de Matos.413 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Simão Dias – SE – 1951 – José Ferreira de contador. Uberlândia – MG – 1951 – José Leite da Silva. gerente. gerente. Carlos Alberto da Luz e Silva.

falec. gerente. contador. Álvaro Carjulo D´Almeida. contador. contador (épocas distintas). contador. Americana – SP – 6/10/1952 – Domingos Joanes Musitano. inspetor. subgerente. contador. Alagoinhas – BA – 1952 – Thelmo Dantas Motta. Décio de Freitas Rocha. Araçatuba – SP – 1952 – Dário Lorenzi. Anápolis – GO – 14/11/1952 – Jacques de Oliveira Rocha. 30/12/1964. gerente. Mário Gaspar – 20/1/1940. falec. Aquidauana – MS – 1952 – Euclides Aderaldo Chaves. tesoureiro–adjunto. Carlos Vale Longo. gerente de Birigui – SP.414 Votuporanga – SP – 1951 – Urbano Baptista Brandão. Leocádio Ferreira Pereira. 7/2/1961). Vicente de Oliveira – 3/1/1940. gerente (ocasiões disintas). contador. Alfenas – MG – 1952 – José Loyola de Souza. subcontador. gerente. gerente. Edgard de Brito Pontes. Alegre – ES – 1952 – Silvino Werneck Teixeira. contador. contador. Antenor Nunes Passos. João Ataíde da Mota. Ewaldo Teixeira Paes de Barros. Agência Central – Agência Central – DF – 1952 – José Toledo Lanzarotti. inspetor. Aimorés – MG – 1952 – Abner de Freitas Coutinho. gerente. Barra do Piraí – RJ – 1952 – Moacyr Pereira – 12/4/1928. gerente. contador. Francisco de Davide (posse no BB: 13/12/1923. . Alberto Segalla. gerente. advogado.FERNANDO PINHEIRO . Francisco de Assis Collares Moreira. contador. gerente. Joaquim Francisco de Matos. cargo criado na gestão do presidente Ricardo Jafet). Osmaro Monteiro. Edilberto Geraldo de Resende. Alegrete – RS – 1952 – Otávio Mazzoni Andrade. contador. Bebedouro – SP – 1952 – Guilherme Sperry Cézar. gerente. contador (posse no BB: 19/7/1921.

Camaquã – RS – 1952 – João Félix Cordeiro de Mello. gerente. Blumenau – SC – 1952 – Hermes Buchele. contador. Péricles Raimundo Chaves. Moisés Andrade. SP – 10/5/1952 – José Urbina Telles. Sebastião Albuquerque Vasconcelos. Buriti Alegre – GO – 1952 – Mauro de Faria Merheb. Cabo Frio – RJ – 1952 – Wilson Ferreira Lós. Cajazeiras – PB – 1952 – Haroldo Barros de Souza. inspetor da 1ª Zona. Boa Esperança – MG – 1952 – Mário Stemi Galeti. inspetor da Fiscalização Bancária. Alceu Porres – 27/6/1942. . Cachoeira do Sul – RS – 1952 – Joubert Masseron Giacobbo. André Sada. contador. gerente (em ocasiões distintas). Boa Vista – RR – 1952 – Archimedes Amora Leite. RJ – 1952 – Rubens da Silva Pinto.415 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Belém – PA – 1952 – Joveniano Fernandes da Silva. Heraldo Alves Costa. gerente. contador (épocas distintas). contador. contador. gerente. Camocim – CE – 1952 – Eudoro Dantas da Silveira. contador. contador. Carlos Augusto da Costa Ribeiro. gerente. Otto de Souza Dreer. José Edjalma Carneiro. gerente. contador. chefe–de–serviço. Caicó – RN – 1952 – Erasmo Godofredo Maia. Campo Grande – Metr. Francisco Teixeiras Ribas. Campo Grande – MS – 1952 – Floriano Paulo Corrêa. contador. José de Miranda Pinheiro. Teodoro Augusto Silva. gerente. Carlos Gerhard Duren. contador. gerente. gerente. inspetor de câmbio. Félix Silveira Rosa. Brás – Metr. contador. contador. contador. gerente–instalador. contador. Cambará – PR – 20/9/1952 – Moacir Prestes. gerente.

gerente.416 Canavieiras – BA – 1952 – Dilson Carvalho da Cunha. gerente. contador. gerente. Geraldo Arruda Camargo. Evilácio Alves Feitosa. contador. Clóvis Soares Duarte. Curvelo – MG – 1952 – José Lins e Silva. Cruzeiro do Sul – AC – 1952 – Ricardo Ferreira Ferro. Catalão – GO – 1/9/1952 – Hélio Costa Galvão. contador. Otelo Brasileiro Vilarinho Cardoso. contador (épocas distintas). gerente. Caratinga – MG – 1952 – Amantino da Silva Marreco. Cratéus – CE – 1952 – José Rafael Cartaxo. gerente. gerente. contador. contador. gerente. advogado. Waldenor Moreira Borges. contador. Wilson Ferreira – 26/3/1945. . contador. Crato – CE – 1952 – Amaro José da Costa. Catanduva – SP – 1952 – Guilherme Sperry Cézar. João Batista dos Reis Moreira. Cornélio Procópio – PR – 1952 – Guilherme de Lara Júnior. Gilberto Martucci. contador (épocas distintas). contador. BA – 1952 – Eduardo Nunes Echoucair. gerente. contador. João Castelo Branco de Araújo. contador.FERNANDO PINHEIRO . advogado. Nilson Rodrigues de Figueiredo. Cornélio Procópio – PR – 1952 – Guilherme de Lara Júnior. Cruz Alta – RS – 1952 – Lúcio Ribeiro Mascarenhas. Alberto Penno. contador. contador. Cidade Alta – Metr. Capela – SE – 1952 – Élcio de Barros Carneiro. Curitiba – PR – 1952 – Ari de Barros Alves. contador. Carangola – MG – 1952 – Washington Lacerda – 16/4/1935. Caruaru – PE – 1952 – Geraldo Pinto da Frota. contador. gerente. gerente. Chapecó – SC – 15/10/1952 – Nadim Dátria Sale.

gerente (posse no BB: 21/12/1939). Franca – SP – 1952 – Orlando Dantas de Mello. contador. contador. contador. contador. Sebastião Hygino de Vasconcelos Dias. advogado. Vicente Schettini – 2/7/1941. gerente. Guarapuava – PR – 19/1/1952 – Raul Santos Costa. gerente (épocas distintas). Itabaiana – SE – 1952 – Euclides Augusto de Andrade. Astolpho Vasconcellos Filho. contador. Guaxupé – MG – 1952 – Luiz Leite. Tito Carneiro Leal. contador. gerente. inspetor–chefe da Sumoc. gerente. Arnaldo Nogueira – 10/12/1936. gerente. Duque de Caxias – RJ – 1952 – Theóphilo Araújo Cavalcanti. Cláudio Ferreira de Sena. gerente. Florianópolis – SC – 1952 – João Baptista Rodrigues. Aureliano Werneck Machado. contador Itacoatiara – AM – 15/12/1952 – Francisco Monteiro de Paula. Ariosto Loureiro da Silva. Antônio Malachini. gerente. contador. Guaratinguetá – SP – 25/7/1952 – Márcio Monteiro. gerente. Foz do Iguaçu – PR – 1952 – José Justino de Mello. gerente. inspetor da 14ª Zona. gerente. . inspetor. Augusto Tavares Ribeiro. Ipameri – GO – 1952 – Ausly Moreira de Rezende. Antônio Pinto de Aragão. João José de Cupertino Medeiros. gerente (épocas distintas). inspetor. Feira de Santana – BA – 1952 – Raimundo Coelho de Souza. José Tiradentes Ferreira. Governador Valadares – MG – 1952 – José Ananias de Almeida Gama. contador. Iguatu – CE – 1952 – Antônio Arraes Sobrinho. contador. Salvador Russo. gerente.417 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Dores do Indaiá – MG – 1952 – João Rodrigues de Andrade.

José de Mello Borges. Livramento – RS – 1952 – Virgílio Leitão de Abreu. Ituiutaba – MG – 1952 – José Vieira do Rosário. João Leão Netto. contador. Joaquim Pereira de Souza. inspetor. contador. Jaú – SP – 1952 – Hamilton Perlingeiro. Limeira – SP – 1952 – Hélio de Fari0a Merheb. gerente (posse no BB: 29/8/1930.418 Itajaí – SC – 11/7/1952 – José Antônio Navarro Lins. Ituverava – SP – 1952 – Aureliano Werneck Machado. Vicente de Paulo Alves Cordeiro. Januária – MG – 1952 – Lafayette Moreira de Castro. . apos. gerente. Lages – SC – 2/8/1952 – Augusto Vaz de Campos. contador. contador. 1/7/1963). contador. Fermino Conrado de Marchi. contador (épocas distintas) Limoeiro – PE – 1952 – Maximiano José Correia Maciel. Jequié – BA – 1952 – Walter José de Souza. contador. contador. Juazeiro – BA – 1952 – Luiz Moroni da Silveira. contador.FERNANDO PINHEIRO . Itajubá – MG – 5/6/1952 – Antenor de Braga Farias. Roque Jacques Pibernat. Joaçaba – SC – 1952 – Alvino Luchesi. contador. gerente. gerente. Lençóis – BA – 1952 – Dilson Carvalho da Cunha. gerente. Hely Torres Alves. contador. Jataí – GO – 1/9/1952 – César da Gama Filho. José Maria Medina. gerente. inspetor. Luiz Natali – 9/12/1938. Jundiaí – SP – 1952 – Milton Guilherme da Costa. Elly Mesquita Vellozo. contador (épocas distintas). Jacobina – BA – 1952 – Edício de Araújo Soares. gerente. gerente. gerente. gerente. Jorge da Silva Villaça. contador. gerente. gerente. gerente.

Macapá – AP – 1952 – João Elias Nazaré Cardoso. Agnaldo de Oliveira. contador. Manhuaçu – MG – 20/9/1952 – Kleber Franco de Loiola. Novo Hamburgo – RS – 1/9/1952 – Ney Ulrich Caldas. contador. Paulo Emílio Guimarães. Douviral de Souza Martins. contador. Martinópolis – SP – 12/8/1952 – Adelino Cassis. RJ – 1952 – Eurico Paes Barreto Pessoa. gerente. contador. Monte Aprazível – SP – 1952 – Benedicto Luiz Pereira da Silva. Monteiro – PB – 1952 – João Baptista Capello. Mafra – SC – 1952 – Cid Fernando da Costa Saboia. gerente. contador. contador. Matão – SP – 1952 – João José Pimenta de Castro. gerente. João de Oliveira Martins. Mundo Novo – BA – 1952 – Crisógono de Almeida Martins. Ernesto Masselani.419 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Luzilândia – PI – 1952 – Raimundo Lopes da Cunha. gerente. contador. contador. Montenegro – RS – 4/10/1952 – Dinar Goyheneix Gigante. contador. gerente. contador. Wilson Ferreira Sobral. gerente. Francisco Medina Coeli. advogado. Nova Granada – SP – 1952 – Alceu Subtil Chueire. Mogi das Cruzes – SP – 1952 – César Dantas Bacellar Sobrinho. contador. gerente. gerente. contador. Muriaé – MG – 1952 – Luiz Werneck Peralta. Madureira – Metr. contador. Nazaré – BA – 1952 – Elival Oliveira – 26/9/1940. . contador. gerente. gerente. Mimoso do Sul – ES – 1952 – Wilson Barcellos – 9/12/1939. Nova Friburgo – RJ – 1952 – Augusto Aloísio Hausen.

Picos – PI – 1952 – José Maria de Pinho Pessoa. Gilberto Leite Ribeiro. gerente. inspetor. contador. Sálvio Sinézio Benevides. contador. gerente. gerente. Orlândia – SP – 1952 – Ademar de Campos Monteiro. Paraguaçu Paulista – SP – 1952 – Evandro de Oliveira Mello. Armando de Brito Rodrigues Filho. gerente (épocas distintas). Evandro de Oliveira Mello. gerente. gerente.FERNANDO PINHEIRO . Piracicaba – SP – 1952 – Alexandre Valvano. contador. contador. Passos – MG – 1952 – Geraldo Aleixo de Oliveira. Aureliano Werneck Machado. Narciso Freire Lima. José de Oliveira Pantoja. inspetor. gerente (épocas distintas) Patrocínio – MG – 1952 – Rui Pereira da Silva. gerente. contador. contador. contador. contador. Francisco de Assis Mendonça Gouvea. Orlando Franco da Rosa. Ayres da Cunha Echenique. Pedro Alves de Queiroz. João Vieira de Mattos. gerente.420 Óbidos – PA – 1952 – Ilton Hemetério dos Santos. Mariano Barros da Silva. contador. gerente. Palmeira dos Índios – AL – 1952 – Aloísio Ubaldo da Silva Nonô. Pelotas – RS – 1952 – José Drummond de Macedo. contador. gerente. gerente. João Vieira de Mattos. Patos de Minas – MG – 1952 – Hélio Fonseca Lima. Pedreiras – MA – 1952 – Alvacir dos Santos Raposo. contador. Parnaíba – PI – 1952 – Raul dos Santos – 3/3/1938. contador. . contador. Patos – PB – 1952 – Robinson Marsiglia de Oliveira. gerente (épocas distintas). Theodoro Augusto da Silva. gerente. Oscar Duarte de Carvalho.

Poços de Caldas – MG – 5/8/1952 – Alberto Braz Ventura. . Elieser Bastos Barbosa.421 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Piracuruca – PI – 1952 – Ênio Mota Gueiros. Rio Grande – RS – 1952 – Américo Papaléo. Presidente Venceslau – SP – 7/10/1952 – João Nivaldo Milito. Luiz Jansson. Piraju – SP – 1952 – José Wilson de Miranda Escorcio. Plínio José Loureiro Souza. gerente. Promissão – SP – 1952 – Waldomiro Machado D´Antonio. contador. gerente. gerente. Quixadá – CE – 1952 – Wilson Pereira Frazão. Russas – CE – 18/10/1952 – Lincoln de Azambuja Falcão. Orpheu Ferreira Cardoso. subgerente. gerente (posse no BB: 11/6/1926. contador. contador. Walter Martins Ferreira. Lyzardo Rodrigues. contador. Francisco Xavier de Vasconcelos. contador. João Leão Netto. contador. gerente. Núncio Montingelli. Arthur Neujahr. gerente. gerente. contador.: 1/2/1958). apos. contador. gerente (ocasiões distintas). Ponta Grossa – PR – 1952 – Deusdedit Coutinho. Luiz Pamplona Côrte Real. Jorge Chaves Camacho. Santarém – PA – 1952 – Wilson Dias da Fonseca. gerente. gerente. contador. inspetor. gerente. caixa. Waldemar Tapajós Fernandes. gerente (épocas distintas) Santa Teresa – ES – 1952 – Cézar Teixeira Leite. Ramos – Metr. gerente. inspetor da 1ª Zona. contador. gerente. Presidente Prudente – SP – 1952 – Agamenon Cordeiro Florentino. Porto Alegre – RS – 1952 – José Rodrigues de Almeida Neto. RJ – 1952 – Oswaldo Werneck Corrêa e Castro. Pirapora – MG – 1952 – Carloman Roberto da Silva.

Walter José de Souza. contador. Zulmiro Manoel Ferreira de Melo. Lourival Arthur Delgado. contador. Vital Brasil Rodrigues de Aguiar. gerente (épocas distintas). gerente (épocas distintas). gerente. São Carlos – SP – 1952 – Deusdedit Freitas Almeida. gerente.422 Santo Amaro – BA – 1952 – Waldemar de Souza Guimarães. Santos – SP – 1952 – José Antônio de Menezes. contador. gerente da Agência Nova Hamburgo–RS. Santo Antônio de Pádua – RJ – 1/9/1952 – Joaquim Braga Montenegro. contador. gerente. inspetor. contador. contador. contador. Derly Oliveira Simões. gerente. Cândido de Azevedo Filho. contador (épocas distintas). gerente. Carlos Neves de Carvalho. São Caetano do Sul – SP – 18/10/1952 – José Walter Schein. Santo Ângelo – RS – 1952 – César Raul Voltolini. gerente. São Leopoldo – RS – 1952 – Celso Clodoaldo Sefrim. gerente. Walter Ripalda. contador. contador. Luiz Rodrigues Cardozo. contador (épocas distintas). São Borja – RS – 1952 – César Senna Alves. São José do Rio Pardo – SP – 1952 – Orlando Vilarinho Cardoso. São Félix – BA – 1952 – Othílio Fraga – 17/3/1942.FERNANDO PINHEIRO . São Lourenço do Sul – RS – 20/12/1952 – Darci Luís Quintana. contador. Benedito da Costa e Silva. contador. João Franco Arcos. Octávio Maia Amaral. Santo Anastácio – SP – 1952 – Fausto Chacon – 26/7/1943. gerente. Milton Oswaldo Fetter. gerente. São Gabriel – RS – 1952 – Carlos Pedro Gerlach. Dinar Goyheneix Gigante. Ney Ulrich Caldas. gerente instalador da Agência Montenegro–RS (4/10/1952). contador .

contador. gerente (épocas distintas). contador. Senador Pompeu – CE – 1952 – José do Patrocínio Marreiros de Castelo Branco. Ubaitaba – BA – 1952 – Raimundo Martins Garrido. São Paulo – Agência Centro–SP – 1952 – José Octávio da Silva Lima. João Alves Ferreira Júnior. Frederico de Albuquerque Costa. gerente. chefe–de–gabinete do contador da Agência. contador. contador. Uberaba – MG – 1952 – Iberê Rodrigues da Cunha. contador). Pedro Paulo de Ulisséa. Ângelo Segrilo. Moacyr Prestes – 17/8/1934. gerente (posse no BB: 18/7/1928. gerente (interino). Alfredo Magalhães Filho. Moacyr Pegoraro – 1/4/1943. apos. inspetor da 26ª Zona.423 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL São Luís – MA – 1952 – Levi Marques Santos. contador. gerente. Dan Índio do Brazil. Joaquim Braga Montenegro. Sorocaba – SP – 1952 – Thadeu Grembecki. João Naves da Cunha. gerente. contador. advogado. gerente. contador (épocas distintas). contador. Serra Talhada – PE – 1952 – Eutíquio Torres Calazans. gerente. Simão Dias – SE – 1952 – Alfredo da Cunha Buarque. Três Corações – MG – 1952 – Cândido Almeida Freitas. Aureliano Werneck Machado. Tito Lívio Castex Cabral. Ubá – MG – 1952 – Hélio Fonseca Lima. Sobral – CE – 1952 – Pedro de Melo Assumpção. Tubarão – SC – 1952 – Silvio Pereira – 28/7/1943. subcontador. contador. contador (épocas distintas). São Manuel – SP – 22/4/1952 – José Ferraz Burlamaqui. Serrinha – BA – 1952 – José Ferreira de Araújo. chefe–de–gabinete da Gerência da Agência. gerente. . José Urbina Telles. contador. Três Rios – RJ – 12/9/1952 – Oscar Rodrigues de Moraes Filho. João Rodr2 – Antônio Chiarelo. contador. subgerente. 3/6/1959). José Castello Branco da Cruz. contador. contador.

Volta Redonda – RJ – 1952 – Murillo Maia Mendonça. gerente. Andradina – SP – 1953 – Luiz Lopes Castelo Branco. Domingos Joannes Musitano. Uruguaiana – RS – 1952 – Thales Rocha de Matos. Jorge da Silva Villaça. gerente. Oswaldo César Trunci. Cléo Lacoste. Manoel Salek – 5/11/1936. Viçosa – AL – 1952 – Oscar Matos Filho. chefe–de–gabinete do Contador. contador. contador. chefe–de–gabinete da Gerência da Agência. inspetor. contador. gerente. Domingos Joannes Musitano. Ricardo Ferreira Ferro. gerente. Americana – SP – 1953 – Antônio Rodrigues da Silva. contador. contador.424 União – PI – 1952 – Lucimar Ferreira Sobral. gerente. Americana – SP – 1953 – Vicente de Oliveira. Nodgy de França Andrade. Francisco de Assis Collares Moreira. contador . gerente. gerente. Osmaro Monteiro. Eurides Gomes Poranbaga. contador. gerente. gerente. Amargosa – BA – 1953 – Luiz Carlos Simões Mendes. Antenor Nunes Passos. contador. subcontador. Valparaíso – SP – 1952 – Odilon Fernandes Rosa. contador. contador. União dos Palmares – AL – 1952 – Pedro de Albuquerque Alencar. Vitória da Conquista – BA – 1952 – César Lopes Trindade Melo. Pedro de Paula Neves.FERNANDO PINHEIRO . subgerente. Yan Amaral Bayardino. contador. subgerente. contador. Agência Central – Rio de Janeiro – DF – 1953 – José Toledo Lanzarotti. Apuracana – PR – 19/12/1953 – Marat de Freitas da Costa Porto. União da Vitória – PR – 1952 – Almir Hermes de Oliveira. gerente.

gerente. gerente. gerente. Clodoveu Romualdo Scotti. Levy de Araújo Silva. Luiz José Gabeira. Luiz Monteiro de Carvalho e Silva. contador (épocas distintas). contador (épocas distintas). RJ – 1953 – Mário Augusto de Araújo. gerente. José Manoel Piragibe Carneiro.425 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Araçuaí – MG – 1953 – Archimedes Amora Leite. gerente. contador. Alberto Segalla – 11/1/1940. Antenor Peixoto de Castro. Bebedouro – SP – 1953 – João Gomyde Júnior. José Nazareno Simonetti. contador. Araras – SP – 20/8/1953 – Godofredo de Abreu e Lima Neto. contador. Roberto Vargas Kehl. Baturité – CE – 20/3/1953 – Geraldo Vasconcelos do Carmo. contador. gerente. Antônio Grota Prada. . gerente. falec. contador. Licínio Passarelli. gerente. contador. Bagé – RS – 1953 – Ángelo Leão. contador. Arroio Grande – RS – 17/8/1953 – Vírgilio Leitão de Abreu. Bela Vista – MS – 1953 – José de Ribamar Soares. Newton Pádua – 1/9/1954. contador. gerente (posse no BB: 1/8/1925. Raymundo Kruschewsky Gomes Ribeiro. Acyr de Carvalho. Bandeira – Metr. Birigui – SP – 14/11/1953 – Francisco Raphael Di Lascio. Bangu – Metr. 27/3/1964). Araguari – MG – 1953 – Martiniano Mavignier de Araújo. contador. gerente. gerente. contador. Barreiras – BA – 1953 – Joaquim Mattos Quinald Filho. contador. Boa Vista – RR – 1953 – Carlos Augusto da Costa Ribeiro. gerente. RJ – 1953 – Mário Ricart Erle. contador. contador (épocas distintas). José de Sousa Lima – 28/7/1943. Batatais – SP – 12/12/1953 – Carlos Martinelli – 10/6/1941. contador. inspetor.

contador. gerente. contador (épocas distintas). Bento Luiz Moreira Lisboa.FERNANDO PINHEIRO . Salvador – BA – 3/10/1953 – Eduardo Nunes Schoucair. contador. Cabo Frio – RJ – 1953 – Francisco de Paula Botelho da Silva. Benedito Alberto Passos da Silva. gerente. Campos – RJ – 1953 – Tarcílio Augusto Monteiro. . gerente (ocasiões distintas). Antônio Edwiges Guglielmi de Oliveira. gerente. Canavieiras – BA – 1953 – Dilson Carvalho da Cunha. Cáceres – MT – 1953 – Felicíssimo Lemos dos Santos.426 Bragança Paulista – SP – 1953 – Abel Pereira Rodrigues. contador. Canoinhas – SC – 19/9/1953 – Omar Gomes – 14/2//1942. Carolina – MA – 1953 – Carlos de Souza Rodrigues. Aldenor Leão Cassulo de Mello. gerente. Capela – SE – 1953 – Manoel Messias Mendonça. contador. Jaime Soares Boaventura. contador. Cantagalo – RJ – 1953 – Eleutério Proença de Gouvea. gerente. gerente. José Urbina Telles. contador. contador. Caruaru – PE – 1953 – Antônio Carneiro Estanislau da Costa. contador. contador. Nodgy de França Andrade. Brás – Metr. contador. Cidade Alta – Metr. Nelson Ruiz Affonseca. gerente. Heitor Eduardo de Oliveira. Caxias do Sul – RS – 1953 – Raul da Cunha Cerqueira. contador. gerente. Cajazeiras – PB – 1953 – Haroldo Barros de Souza. Caicó – RN – 1953 – Evandro Ayres de Moura. contador. SP – 1953 – Antônio Anacleto Spíndola e Castro. Caetité – BA – 1953 – Hélio de Miranda Barros. contador. contador. gerente (épocas distintas). Edgard José de Souza. gerente.

contador. Almir Machado – 8/3/1944. gerente. . gerente. Cuiabá – MT – 1953 – Raul Santos Costa. gerente. contador. Constâncio de Castro. contador. Diamantina – MG – 19/9/1953 – Kleber José Cunha Guimarães. gerente. Foz do Iguaçu – PR – 1953 – Curt Hagemann – 1/4/1943. Goiás – GO – 1953 – Levy de Araújo Silva. Alberto Penno. Guaratinguetá – SP – 1953 – João Rodrigues. contador. Luiz Osório Nogueira Filho. Henrique Medeiros. Florianópolis – SC – 1953 – Edgard da Cunha Cidade. Guarabira – PB – 1953 – Luiz Benévolo Dantas. inspetor. contador. Feira de Santana – BA – 1953 – Raimundo Coelho de Sousa. contador. Joaquim Pereira de Souza. Benedito de Gouveia Serra. Duque de Caxias – RJ – 3/1/1953 – Augusto Ribeiro Coaracy. contador. inspetor da 42ª Zona. Heitor Eduardo de Oliveira Filho. Márcio Monteiro. contador. contador. Raul Augusto de Pinho Filho. gerente. contador. contador. inspetor da Creai. inspetor. gerente. contador. contador. Cruz Alta – RS – 1953 – Clóvis Soares Duarte. Goiânia – GO – 1953 – Antônio Almino de Alencar Filho. Formiga – MG – 1953 – Paulo Gomes de Assis. Nathanael Pinto de Carvalho. gerente. Nodgy de França Andrade. contador.427 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Corumbá – MS – 1953 – César Coutinho. Erexim – RS – 1953 – Galeno Pereira de Campos. Guaíba – RS – 1/9/1953 – Antônio Oséas de Almeida. Dom Pedrito – RS – 1953 – Nelson Vieira D´Ávila. advogado. gerente. José de Brito Nogueira. contador da Agência Metr. contador. Cidade Alta – Salvador – BA.

Luiz André Ferreira da Costa. Francisco Luiz Miranda. Itacoatiara – AM – 1953 – Sebastião Hygino de Vasconcelos Dias. gerente. Maceió – AL – 1953 – Félix Lima Júnior. Hélio Benício de Paiva. contador. gerente. gerente.FERNANDO PINHEIRO . inspetor. Jundiaí – SP – 19/8/1953 – Álvaro Coutinho. Martinópolis – SP – 1953 – Ary Carvalho – 27/10/1938. contador. contador. gerente. contador. Macaé – RJ – 1953 – Paulo Tavares Campos. Ituiutaba – MG – 1953 – Edson Vilela Ribeiro. Januária – MG – 1953 – Raymundo Salles Ferreira. gerente. Mirassol – SP – 1953 – Orlando Mazzotta – 20/5/1941. gerente. gerente. Laguna – SC – 3/10/1953 – Ruy Marques – 7/5/1941. gerente. gerente. Jaguarão – RS – 1953 – Adelino Marques Dias. contador. contador. Azor Gomes de Almeida. Maracaju – MS – 1953 – Rosário Calipo – 30/8/1943. contador. Francisco Monteiro de Paula. .428 Ipu – CE – 19/2/1953 – Argemiro Luiz de Assis. José Vieira do Rosário. Itu – SP – 1953 – Benedito Paes Leme. gerente (posse no BB: 7/8/1934). contador. contador. contador. advogado. Juazeiro – BA – 1953 – Bráulio Augusto Limeira. Itabaiana – SE – 1953 – Renato Fonseca de Oliveira. contador. Raimundo Corrêa de Menezes. contador. Lucélia – SP – 1953 – Álvaro da Rocha Sundfeld. gerente. contador. Maringá – PR – 19/12/1953 – Boanerges de Menezes Caldas. contador. Monteiro – PB – 1953 – Manoel Romão Sobrinho. Itaberaba – BA – 1953 – Quintino Pringsheim. Itapetininga – SP – 1953 – José Zancul. Eduardo Soares Teixeira. contador.

gerentes (épocas distintas). gerente. contador. Osvaldo Vitoriano da Silva. Olímpia – SP – 1953 – Benedicto Gouvêa Lintz. contador (épocas distintas). Nova Iguaçu – PR – 1953 – Waldemiro de Faria Pereira. Mundo Novo – BA – 1953 – Samuel Corrêa Borges Júnior. Jaire Perez de Vasconcelos. Oswaldo Costa – 30/3/1944. gerente. Paulo Moura de Oliveira. contador. contador. Palmares – PE – 1953 – Orlando Miranda de Gusmão. contador. gerente. Montes Claros – MG – 1953 – Francisco Barbosa Cursino. Óbidos – PA – 1953 – Emílio Agostinho de Farias Nobre. contador. Parintins – AM – 16/3/1953 – Sálvio Sinésio Benevides. gerente. Nova Friburgo – RJ – 19/6/1953 – Antônio Bernardelli de Salinas. Novo Horizonte – SP – 1953 – Hercílio Viegas Oliveira Pais. gerente. gerente. Nova Granada – SP – 1953 – Simplício Moura Filho. Edísio Souto – 24/10/1945. gerente. Morrinhos – GO – 5/12/1953 – Cecílio José Daher. Palmeira dos Índios – AL – 1953 – José Ferreira de Araújo Costa. Niterói – RJ – 1953 – José Teixeira de Mattos – 19/9/1927. Natal – RN – 1953 – Octávio de Andrade Ribeiro Dantas. contador.429 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Montenegro – RS – 1953 – Nadin Datria Salle. gerente. . Paraguaçu Paulista – SP – 1953 – Arthur Almeida Carvalho. gerente. gerente. Luís Rodrigues Fernandes. contador. contador. contador.

Ponte Nova – MG – 1953 – Fued Farhat. Piracuruca – PI – 1953 – Almir Martins da Rocha. João Martins Teixeira Rodrigues. SP – 1953 – Armando Romeu Brancaglion. Geraldo Aleixo de Oliveira. Carlos Busse Júnior. Pirajuí – SP – 1953 – Orlando Campos de Andrade. contador. contador. gerente. Vital Brasil Rodrigues de Aguiar. gerente. contador. gerente. Thales Honorário de Almeida. inspetor. contador. Patos de Minas – MG – 1953 – Olavo Silva – 19/7/1945. gerente. Pedreiras – MA – 1953 – Alvacir dos Santos Raposo. Poços de Caldas – MG – 1953 – Aluízio Peixoto Laranjeira. gerente. inspetor de agências metropolitanas. gerente. José de Oliveira Pantoja. Porto Velho – RO – 1953 – José Alves Pereira da Silva. Penha – Metr. chefe–de–serviço da Creai.430 Passos – MG – 1953 – Francisco de Assis Mendonça Gouvêa. Pompeia – SP – 3/1/1953 – Wolfgar Cardoso Ferreira Leite. Patrocínio – MG – 1953 – Hilton Carvalheira Ramos. Theodoro Augusto da Silva. gerente. Penápolis – SP – 17/10/1953 – Plínio José Lourenço de Souza. gerente. contador. Pirassununga – SP – 1953 – José Andrade de Souza. Mário Batista do Nascimento. Pedra Azul – MG – 1953 – Herculano Ventura Horta Barbosa. Ruy Ubaldo Ribeiro. Bruno Hans Stolle. contador. contador. Porto Alegre – Agência Centro –RS – 1953 – Luiz Jansson. contador. contador. . inspetor. gerente.FERNANDO PINHEIRO . contador. Arnaldo Ferraz Graça. gerente. gerente. contador.

431 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Propriá – SE – 1953 – Antônio Vitorino dos Santos Júnior. contador Rancharia – SP – 1953 – Ernesto Lemmi Ribeiro. contador. gerente. gerente. contador. gerente. Rio Branco – AC – 1953 – Clévio Bueno da Fonseca. Antônio Lopes Lins. gerente. gerente. Sereno de Quadros Schleder. Ayrton Batinga de Mendonça. contador. Jonathan Raymundo Cerqueira do Nascimento. contador. gerente. contador. gerente (épocas distintas). Fausto Bissolati Sant´Anna. Santana do Ipanema – AL – 9/2/1953 – Jairo Jucá. gerente–instalador. contador (épocas distintas). Sandálio Ávila Farias. gerente. José de Oliveira Vijande. gerente. Rolândia – PR – 1/12/1953 – Mário Signorelli – 7/6/1941. . Recife – Agência Centro – PE – 1953 – Arnóbio Rosa de Farias Nobre. contador (épocas distintas). Santa Rosa – RS – 17/8/1953 – Carlos Alberto Taborda Cáceres. Jethran Pinheiro Lobão. Santa Maria – RS – 1953 – Aylson Centeno Xavier. contador (épocas distintas). contador. contador. contador. Duílio Moor Costa. Telmo Amaral Santos. Ary Alberto Vidotto. Rosário do Sul – RS – 3/2/1953 – Irineu Marx. Salvador – Agência Centro – BA – 1953 – Abelardo Gomes Parente. contador. César Senna Alves. Benedito Packer – 8/6/1942. contador. contador (épocas distintas). Quixadá – CE – 1953 – Oswaldo Honor de Brito. contador. gerente. Quaraí – RS – 1953 – Miguel Flores de Castilhos. Santarém – PA – 1953 – Mário Augusto Seawright. Antônio Pinto de Aragão. gerente da Agência Livramento – RS. Rio Verde – GO – 1953 – Fábio de Mello – 20/10/1942.

gerente. inspetor. José Francisco Frazão. gerente. Leônidas Sousa e Silva. contador. São João da Boa Vista – SP – 1953 – Alberto Braz Ventura. .432 Santiago – RS – 19/12/1953 – Nelson Pedro Piccoli. contador. Renato de Abreu – 12/8/1925.FERNANDO PINHEIRO . gerente. gerente da Agência em Araguari–MG. gerente. contador. inspetor. Luiz Baptista Torres. gerente. São José do Rio Pardo – SP – 1953 – João Gualberto de Mattos. Santo Antônio de Pádua – RJ – 1953 – Mário Signorelli – 7/6/1941. contador. gerente. contador. gerente. Raimundo Martins Garrido. contador. Santo André – SP – 1953 – José Benedito Aranha. contador. Martiniano Mavignier de Araújo. Deusdédit Freitas de Almeida. São Mateus – ES – 1953 – José Saad – 30/6/1944. Almir de Souza Machado. Clóvis Alves Pfeifer. contador. Santo Ângelo – RS – 1953 – Jadir Beck Leite. contador. Aureliano Werneck Machado. São Paulo – Agência Centro – SP – 1953 – José Octávio da Silva Leme. subgerente. subgerente. João Alves Ferreira Júnior. Francisco do Rêgo Monteiro. gerente. Teresina – PI – 1953 – Adolfo Costa Basílio da Silva. Sylvio Barbosa da Silveira. São Carlos – SP – 1953 – Benedito da Costa e Silva. Teófilo Otoni – MG – 1953 – Joaquim Falleiros Filho. subcontador. Renato Brito. gerente. advogado. Frederico de Albuquerque Costa. contador. Senhor do Bonfim – BA – 1953 – Raymundo Nonato de Almeida Nascimento. gerente da Agência Poços de Caldas – MG.

Joaquim Pereira de Souza. Varginha –MG – 1953 – Antero Carvalho. contador. gerente. Além Paraíba – MG – 20/3/1954 – Antônio da Costa Morais Júnior. João Antonino Moreira. Ubaitaba – BA – 1953 – Rômulo Dante Orrico. Décio de Freitas Rocha. Petrônio Fernandes Gonçalves. contador. Virgílio Pedro de Almeida. Raimundo Sobreira Cardoso. Paulo José de Carvalho. Alegre – ES – 1954 – Archimedes Amora Leite. Vitória da Conquista – BA – 1953 – Antônio Victorino dos Santos Júnior. Ewaldo Teixeira Paes de Barros. contador. Acesita – MG – 1954 – Gustavo Resende Ferreira. gerente. União da Vitória – PR – 1953 – Almir Hermes de Oliveira. contador. contador. gerente. gerente. Antônio Carlos Vieira da Cunha. gerente. gerente. . contador (épocas distintas). União dos Palmares – AL – 1953 – Raphael Gomes Pessoa. Ubá – MG – 1953 – Alceny José Sério. gerente. Amargosa – BA – 1954 – Ricardo Ferreira Ferro. inspetor da 42ª Zona. inspetor da 24ª Zona. Uberlândia –MG – 1953 – Lund Maia. Ayrton Carneiro de Mendonça. Aimorés – MG – 1954 – Abner de Freitas Coutinho. gerente. contador.433 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Tupanciretã – RS – 15/7/1953 – Ruy Camillo Ruas. Alfenas – MG – 1954 – José Loyola de Souza. contador. gerente. inspetor. gerente. inspetor da 11ª Zona. Almenara – MG – 1954 – Crisógono de Almeida Martins. José Leite da Silva. contador. contador Viçosa – AL – 1953 – Eurides Gomes Porangaba. gerente. contador.

Boa Esperança – MG – 1954 – Ney Ribeiro Costa. Orlando de Lima Paes.434 Anápolis – GO – 1954 – Joaquim Francisco de Mattos. contador. Bauru – SP – 1954 – Júlio Rodrigues Horta. Arapongas – PR – 5/6/1954 – João Conforti – 18/6/1941. Argemiro Luiz de Assis. gerente. gerente (épocas distintas). contador. Aracati – CE – 1954 – Milton de Vasconcelos Mota. gerente. Areia – PB – 1954 – Raphael Gomes Pessoa. Apucarana – SP – 1954 – Nipton Curi. gerente. gerente. Barretos – SP – 1954 – Joaquim José Ferreira Souto. contador. Araras – SP – 1954 – Antônio Grotta Prada. contador. Homero Ferro Vale. gerente. gerente.FERNANDO PINHEIRO . gerente. Andradina – SP – 1954 – Luiz Alves de Lamonica. contador. contador. gerente. Bariri – SP – 1954 – Mário Baptista do Nascimento. gerente. contador (épocas distintas). Roberto Previdello. advogado. contador (épocas distintas). gerente. Ney Pereira. gerente. contador. Alvacir dos Santos Raposa. inspetor. contador. gerente. subgerente. . Elcior Ferreira de Santana. Aracaju – SE – 1954 – Vanilo Medeiros Araújo. Ary de Souza Ribeiro. contador. Mário Sterni Galeti. Assis – SP – 1954 – Herny Alvarenga – 18/6/1942. Godofredo de Abreu e Lima Neto. contador. Jacques de Oliveira Rocha. Belo Horizonte – MG – 1954 – Carlos Prates Filho. contador (épocas distintas). Agamenon Cordeiro Florentino. Jorge Monte Miranda. Bicas – MG – 1954 – Cláudio Ferreira de Sena. Barreiras – BA – 1954 – Aurélio Pereira de Souza.

contador. Canoinhas – SC – 1954 – Aristarcho Garcia de Souza. Capela – SE – 1954 – Justino Olidense de Abreu e Lima. . gerente. Carazinho – RS – 15/5/1954 – Joaquim Fernandes Sayão Lobato. advogado do BB (Agência Salvador . contador. Bragança – PA – 1954 – José Duarte de Almeida Júnior. Carlos Augusto da Costa Ribeiro. gerente. gerente. gerente. Nodgy França Andrade.BA). Campos – RJ – 1954 – Tarcílio Augusto Monteiro. gerente. Hélio de Miranda Barros. gerente. contador (épocas distintas). Maury Reis Prado. gerente. Carangola – MG – 1954 – Isidro de Faria – 10/8/1934. Cachoeiro de Itapemirim – ES – 1954 – Elysio Costa Imperial. Campo Maior – PI – 1954 – Ilton Hemetério dos Santos. Wilson Barcellos – 9/12/1939. Bom Jesus do Itabapoana – RJ – 1954 – Carlos Aguiar – 2/6/1942. contador. contador. gerente. Cafelândia – SP – 1954 – Hélio Teixeira – 2/4/1934. Carlos César Meireles Viana. Wilson Tomazini. gerente. Manoel de Almeida Glória. advogado. contador. Walmásio Moreira de Oliveira. gerente. inspetor. inspetor. contador. contador. Caetité – BA – 1954 – Edgard José de Souza. gerente.435 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Boa Vista – RR – 1954 – Lourival Alves Pereira de Moura. contador. Washington Lacerda – 16/4/1936. João Vieira de Mattos – 2/1/1928. Manoel Messias Mendonça. contador. Raymundo Araújo de Andrade. gerente. Hermes Gomes Barbosa. Anésio Serrano Vereza. gerente. Buriti Alegre – GO – 1954 – Docandy Martins Vieira. contador.

Diamantina –MG – 1954 – Raphael Gomes Pessoa. gerente (épocas distintas). gerente (posse no BB: 10/9/1928. gerente (épocas distintas).436 Carlos Chagas – MG – 1954 – Heinz van den Bylaart. Levy de Araújo Silva. Catalão – GO – 1954 – Evaristo do Espírito Santo Mesquita. Guarapuava – PR – 1954 – Almir Hermes de Oliveira. Ipiaú – BA – 10/4/1954 – João Baptista Copello. Catanduva – SP – 1954 – Ítalo Zaccaro. contador. contador. Nagib Lauar. Nello Prado Anglietti. Fábio de Mello – 20/10/1942. advogado. Benedito de Figueiredo – 5/1/1942. contador.FERNANDO PINHEIRO . gerente. Mário Collazzi D´Elia. Florianópolis – SC – 1954 – Nestor Ângelo Arioli. Curitiba – PR – 1954 – Hermes Buchele. apos. Feira de Santana – BA – 1954 – Armando Frazão Gonçalves. Uaracy Portes da Silva. gerente. gerente. Goiás – GO – 1954 – Fernando Silva Ribeiro. Benedito Pio da Silva. gerente. Guilherme Sperry Cézar. inspetor. gerente. Cruz Alta – RS – 1954 – Edgard Freitas. Elísio da Rocha Dorea. gerente. chefe–de–serviço. Cuiabá – MT – 1954 – Raul Santos Costa. gerente. Franca – SP – 1954 – Hélio Vissotto – 28/2/1944. gerente. Goiânia – GO – 1954 – José Rodrigues de Freitas. contador. contador. contador. contador. gerente. Iguatu – CE – 1954 – Antônio Levi Epitácio Pereira. Guaxupé – MG – 1954 – Augusto Tavares Ribeiro. gerente. Antônio Malachini. Chapecó – SC – 1954 – Nilson Rodrigues de Figueiredo. contador. 26/12/1959). gerente. contador. contador. . gerente.

Itajubá – SP – 1954 – Evandro Christovão dos Santos. contador. Itabaiana – PB – 1954 – Amaro José da Costa. contador. Adolpho Camargo Lima Júnior. Jaboticabal – SP – 1954 – José David Fonseca. contador. Jacobina – BA – 1954 – Júlio de Oliveira Castro Júnior. Lafayette Vale. contador. Juarez Carlos Mourão. contador. gerente. Itaperuna – RJ – 1954 – Antônio Vargas Nogueira. Rinaldo Bastos Vieira. Ipu – CE – 1954 – José do Patrocínio Marreiros de Castelo Branco. Itabuna – BA – 1954 – José de Melo Messias. contador. gerente. contador.437 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ipiranga – Metr. Jataí – GO – 1954 – José Maria Medina. contador. José Felissati. Itacoatiara – AM – 1954 – Sebastião Higino de Vasconcelos Dias. Alvino Luchesi – 1/6/1945. gerente. Jundiaí – SP – 1954 – Milton Guilherme da Costa. . gerente. contador. Itu – SP – 13/2/1954 – Romeu Ribas Esteves. Joaçaba – SC – 1954 – Walter Otto Haasse. gerente. gerente. gerente (épocas distintas). SP – 1954 – Pedro Paulo Pedroso. gerente. gerente. Lagoa Vermelha – RS – 20/11/1954 – César Raul Voltolini. Álvaro Tinoco Nazareth. Itajaí – SC – 1954 – Fernando Mesquita – 13/8/1934. gerente. gerente. contador. contador. gerente. gerente. Rubens Gama Dias. Juiz de Fora – MG – 1954 – Pedro dos Santos. Itaqui – RS – 1954 – Júlio Edgar Miranda Mariath. Álvaro Coutinho. inspetor. gerente. Leão Pacífico Ezagui. inspetor.

Mandaguari – PR – 2/7/1954 – João Gonçalves de Camargo. Loureiro da Silva. gerente. contador. Homero Bueno Libretti. . Omar Gomes – 14/2/1942. gerente. João Elias Nazaré Cardoso. contador. Muriaé – MG – 1954 – Azor Gomes de Almeida. gerente.FERNANDO PINHEIRO . Méier – Metr. gerente. RJ – 1954 – Antônio Bernardelli de Salinas. inspetor da Creai. Mimoso do Sul – ES – 1954 – Alcir Queiroz Pereira. gerente. contador. contador. Antônio Carlos Mutti de Almeida.438 Lapa – Metr. gerente. contador. gerente. Itamar Carneiro da Cunha. Marília – SP – 1954 – José Leite Ribeiro. Manaus – AM – 1954 – Levy Marques Santos. diretor da Creai. gerente. Macaé – RJ – 1954 – Paulo Tavares Campos. contador. contador. Maceió – AL – 1954 – Ary de Miranda Motta. João Fabrício de Morais. Lins – SP – 1954 – Antônio Luiz da Costa. Francisco de Paula Guedes Filho. José Bonifácio de Sousa (janeiro/1954 a julho/1955). João José de Carvalho. SP – 1954 – Natalino Eugênio d´Oliveira Menezes. Napoleão Coura Cavalcanti. Mogi das Cruzes – SP – 1954 – Moacyr Prestes – 17/8/1934. gerente. Egon Kroeff. gerente (épocas distintas). contador. gerente. contador. gerente (épocas distintas). Francisco de Assis Nascimento. inspetor. Novo Hamburgo – RS – 1954 – Ney Ulrich Caldas. contador. contador. Lucélia – SP – 1954 – Celdon Acácio Muradi. Macapá – AP – 1954 – Dourival de Souza Martins. Mafra – SC – 1954 – Aristides Gaspar de Oliveira Filho. contador. gerente. Lavras – MG – 1/12/1954 – Wilson Ferreira – 26/3/1945.

Penápolis – SP – 1954 – Hermes Gomes Barbosa. inspetor. gerente. Picos – PI – 1954 – José Maria de Pinho Pessoa. contador. Patos de Minas – MG – 1954 – Luiz Theobaldo de Lamonica. Porto Alegre – RS – 1954 – Arthur Neujahr. Pirajuí – SP – 1954 – Oswaldo Loureiro das Neves. Hildo Gonçalves Magalhães. gerente. Arnaldo Calbucci. contador. gerente. contador. Amidicis Diogo Tocantins. gerente. gerente. 26/6/1962). gerente. Pederneiras – SP – 1954 – José Carlos Barauna. Palmeira das Missões – RS – 5/10/1954 – Frederico Guilherme Penno. gerente. contador. falec. contador. gerente. Passo Fundo – RS – 1954 – Américo Raul da Cunha Cerqueira. contador. Pirassununga – SP – 1954 – Agenor Mendes – 25/1/1940. Ponta Porã – MS – 1954 – João de Oliveira Mendonça. contador (posse no BB: 31/8/1934. contador. subgerente. gerente.439 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Óbidos – PA – 1954 – José Epitácio Pereira. Ponte Nova – MG – 1954 – Paulo Esteves Christo. Antônio Brandão Costa. Alceu Xavier Lobo. contador. Arnaldo Ferraz Graça. inspetor. Pará de Minas – MG – 1954 – Samuel Corrêa Borges Júnior. gerente. gerente. . contador. Parintins – AM – 1954 – Paulo Moura de Oliveira. Paraguaçu Paulista – SP – 1954 – José Zancul – 6/1/1940. Penha – Metr. Ariosto Loureiro da Silva. contador. Poços de Caldas – MG – 1954 – Aluízio Peixoto Laranjeira. Plínio José Lourenço de Sousa. SP – 1954 – Armando Romeu Brancaglion.

gerente. São Félix – BA – 1954 – Raymundo Coelho de Souza. João Nivaldo Milito. gerente.440 Porto Velho – RO – 1954 – Paulo de Figueiredo Ledo. gerente. São Carlos – SP – 1954 – Linneu Álvaro Floret. contador. Bernardo Lula – 1/4/1943 (épocas distintas). gerente. José Walter Schein. São João Del Rei – 1954 – Júlio Mário Mourão. contador. Mário Martins. Ribeirão Bonito – SP – 1954 – Ayrton Pires de Oliveira. gerente. contador. contador. gerente. gerente (épocas distintas). contador. Arlindo Ricardo Pasolini (épocas distintas). contador. contador. Hindemburgo Bilro da Costa. Santa Rosa – RS – 1954 – Carlos Alberto Taborda Cáceres. contador. José de Oliveira Vijande. Nilo Medina Coeli. gerente. contador. gerente. Santos – SP – 1954 – Cândido de Azevedo Filho. contador. José de Miranda Pinheiro. Santa Vitória do Palmar – RS – 1954 – Carlos Rotta Rodrigues. contador. gerente.FERNANDO PINHEIRO . subgerente. Santa Teresa – ES – 1954 – Archimedes Amora Leite. Rio Verde – GO – 1954 – Hélio Cezar de Figueiredo. São Caetano do Sul – SP – 1954 – Lourival Artur Delgado. Recife – Agência Centro – PE – 1954 – Pedro Lima. Ayrton Carneiro de Mendonça. contador. São Gabriel – RS – 1954 – Derby Oliveira Simões. Francisco Medina Coeli. gerente. São Mateus – ES – 1954 – Ângelo Madeira Gontijo. Presidente Venceslau – SP – 1954 – Leônidas Túlio de Sampaio Machado Gonçalves. inspetor. . contador. Santo Amaro – BA – 1954 – Waldemar de Souza Guimarães. Walter Ripalda.

Aquidauana – MS – 1955 – Manoel Bonifácio Nunes da Cunha. . gerente. Apucarana – PR – 1955 – Agamenon Cordeiro Florentino. gerente. João Ruggiero. gerente. gerente. falec. gerente. contador. Teófilo Otoni – MG – 1954 – João Augusto Frossard. Fausto Ferraz Filho. Valparaíso – SP – 1954 – Thales Rocha de Mattos. Ary de Souza Ribeiro. Aimorés – MG – 1955 – José Justino de Mello. Alceu Maitino – 1/4/1943. Xavantes – SP – 1954 – Wilson Póvoa Manso. advogado do Contencioso. gerente. contador. José Corrêa de Barros. Odilon Fernandes Rosa. Jatir Görresen. Três Lagoas – MS – 1954 – Eitel Gehre. advogado. Acesita – MG – 4/1/1955 – Amilcar Leonello Ziller. Renato de Abreu. inspetor. Serrinha – BA – 1954 – Edício de Araújo Soares. contador. secretário de gabinete da Gerência. 30/12/1964).441 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL São Paulo – Agência Centro – SP – 1954 – Gustavo Carrano. Anápolis – GO – 1955 – Almir Machado – 8/3/1944. contador. Votuporanga – SP – 1954 – Edilberto Geraldo de Resende. delegado da Sumoc. Heráclito da Rocha Santos. inspetor. gerente. contador. contador. Alves Ferreira Júnior. Monroe de Arruda Camargo. Senador Pompeu – CE – 1954 – Alano de Moura Beleza. gerente. Álvaro Ferreira Amado. contador. Sobral – CE – 1954 – Lauro Augusto de Mattos Pereira. inspetor. Osmar Duarte de Mendonça. gerente. Marcos Machado Pimenta. subgerente (posse no BB: 19/7/1921. contador. contador. gerente. Joviniano Fernandes da Silva. Nicolino Rigato. Ariosto Loureiro da Silva. Agência Central – DF – 1955 – Osmaro Monteiro. subgerentes. Frederico de Albuquerque Filho. inspetor. chefe de Gabinete da Gerência.

Carlos Roberto de Carvalho. contador. gerente. Arapongas – PR – 1955 – João Moreira da Silva Filho. Antônio de Souza Gomes. Avaré – SP – 1955 – Antônio Leite Oliva. André Sada. . contador. contador. gerente. contador. José Soares Batitucci. contador. Pedro Tércio de Cambraia Sales. Barretos – SP – 1955 – Ercy de Mello Nogueira.442 Araçuaí – MG – 1955 – Newton Pádua. gerente (épocas distintas). inspetor. inspetor de câmbio. Lírio Rosito. gerente. Buriti Alegre – GO – 1955 – Docandy Martins Vieira. gerente. Thales Rocha de Mattos. Bebedouro – SP – 1955 – Waldomiro Machado D´Antônio. Roberto Vargas Kehl.FERNANDO PINHEIRO . Blumenau – SC – 1955 – Eleutério Proença de Gouvêa. gerente. gerente (épocas distintas). Bento Gonçalves – RS – 1955 – Carlos Alberto Calage Cidade. Araraquara – SP – 1955 – Augusto Gomes Alves. contador (épocas distintas). contador. Batatais – SP – 1955 – Carlos Martinelli. Moysés de Andrade. contador. contador. Mucius Clack da Silva Costa. Mário Gaspar – 20/1/1940. gerente. contador. gerente. chefe de gabinete da Gerência da Agência. inspetor. Botucatu – SP – 1955 – Odilon Fernandes Rosa. contador. Belo Horizonte – MG – 1955 – Francisco da Gama Netto. Aldo Moreira Ramos. Luiz José Gabeira. Wladimir dos Santos. subgerente. Carlos Prates Filho. gerente. contador.

advogado. inspetor. Cratéus – CE – 1955 – José Esmeraldo Barreto. Cambará – PR – 1955 – Alceu Porres – 27/6/1942. Ary de Barros Alves. gerente. Raymundo Araújo de Andrade. Crato – CE – 1955 – Hernildo Gomes de Almeida. gerente. José Henrique Hanstenreiter. inspetor. gerente. Campo Belo – MG – 1955 – Ausly Moreira de Rezende. José Nazareno Simonetti. gerente. . Felipe Nerino Andrade. gerente. Moacir de Araújo Mota. contador. gerente. Cajazeiras – PB – 1955 – Francisco das Chagas Melo.443 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Cachoeiro de Itapemirim – ES – 1955 – Elysio Costa Imperial. gerente. Currais Novos – RN – 1955 – Arhur da Silva Leandro. Colatina – ES – 1955 – Antônio Vargas Nogueira. Corumbá – MS – 1955 – César Bustamante Coutinho. gerente (épocas distintas). Constâncio Alves de Castro. gerente. gerente. contador. Carolina – MA – 1955 – Carlos de Souza Rodrigues. Aloysio Mattos Rego. contador. Canavieiras – BA – 1955 – Mário Linhares Nou. gerente. contador. gerente. Cornélio Procópio – PR – 1955 – Thadeu Grembecki – 18/7/1928. Felipe Nery de Andrade. gerente. advogado. Canoinhas – SC – 1955 – Armando Gonçalves Godinho. gerente. gerente. Catalão – GO – 1955 – Ivan Menna Gonçalves. inspetor. contador. gerente. Luiz Raymundo Gomes. gerente. Curitiba – PR – 1955 – Hermes Buchele. Evandro Lucas de Mourão Rangel. Codó – MA – 1955 – Mariano José de Barros da Silva.

contador (épocas distintas). contador. contador. gerente. contador. Esdras Acióli de Oliveira. Divinópolis – MG – 16/7/1955 – José Nogueira de Barros. advogado. Ijuí – RS – 2/7/1955 – Alberto Penno – 30/3/1938. gerente. Goiânia – GO – 1955 – Olindo Costa Nunes. José Henrique Hastenreiter. contador.444 Curvelo – MG – 1955 – Carlos Pedro de Alcântara. contador. gerente. gerente. José Nogueira de Barros. . contador. Marcos Vinicius Röhrig Augé. Governador Valadares – MG – 1955 – José Ananias de Almeida Gama.FERNANDO PINHEIRO . contador. contador. Dracena – SP – 15/10/1955 – Dário Patriani – 15/7/1927. gerente. Foz de Iguaçu – PR – 1955 – Frederico Guilherme Penno. Fortaleza – CE – 1955 – João de Amorim Rêgo. contador (épocas distintas). gerente. inspetor. Heráclito da Rocha Santos. Guiratinga – MT – 1955 – José Carlos Lopes. Waldyr Siqueira de Mesquita. Dracena – SP – 1955 – Wilson Vianna – 11/6/1942. contador. Guarabira – PB – 1955 – Natanael Pinto de Carvalho. Guaçuí – ES – 2/7/1955 – Gilson Monteiro Wanderley. Murilo do Carmo Barbosa. José Márcio Focas. gerente. contador. Wilson Lopes Duarte. contador Diamantina – MG – 1955 – Rafael Gomes Pessoa. contador. Garça – SP – 1955 – Ademar de Campos Monteiro. gerente. inspetor. Guarapuava – PR – 1955 – Carlos Augusto Meira Góes. João Batista Jardim. Floriano – PI – 1955 – Bernardino Soares Viana. inspetor. contador. Edísio Santos. gerente. Carlos de Menezes Ferreira.

Carlos de Gouvêa Soares. Nodgy de França Andrade. José Maria Medina. contador. gerente. Ausly Moreira de Rezende. Alberto Leite de Araújo. José Freire de Aguiar. César Lopes Trindade Melo. Itambé – BA – 1955 – César Lopes Trindade Melo. gerente. gerente. Itapira – SP – 1955 – Orlando Godoy – 5/1/1940. inspetor. inspetor. Itaberaba – BA – 1955 – Fernando Nogueira Britto. inspetor. gerente (épocas distintas). Itabaiana – SE – 1955 – Euclides Augusto de Andrade. contador. Jequié – BA – 1955 – Walter José de Souza. contador. Arlindo Oliveira de Santana. Itaperuna – RJ – 1955 – Álvaro Tinoco Nazareth. Urbano Batista Brandão. contador.445 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ilhéus – BA – 1955 – Eliezer Bastos Barbosa. contador. Itajaí – SC – 1955 – Fernando Mesquita. gerente (épocas distintas). José Gurgel de Oliveira. Kluck Magri. Renato Fonseca de Oliveira. advogado. Ipiaú – BA – 1955 – Silvério Cerveira. contador. inspetor. gerente. . Cecílio José Daher. gerente (épocas distintas). gerente. Jaboticabal – SP – 1955 – Benedicto Gouvêa Lintz. Heráclito da Rocha Santos. gerente. gerente. Jataí – GO – 1955 – Rubens Gama Dias. contador. Itapetininga – SP – 1955 – Lindolfo Coutinho Cedro. inspetor. Itabuna – BA – 1955 – Humberto Moreira Riella da Fonseca. contador. contador. inspetor. gerente. gerente. gerente. Luiz Henrique Pinto Lucas. Ipameri – GO – 1955 – Salvador Brasileiro. João Batista Copello. Reginaldo Ramos Varandas. Irati – PR – 1955 – Celso da Costa Saboia. Evandro de Oliveira Melo. gerente. gerente. contador. gerente.

Lucélia – SP – 1955 – Osvaldo Loureiro das Neves. contador. gerente. contador. contador (épocas distintas). inspetor. gerente. Livramento – RS – 1955 – Antônio Lopes Lins.446 Joaçaba – SC – 1955 – Elly Mesquita Vellozo. Abelardo Pinto de Lemos. inspetor. gerente. gerente. Lages – SC – 1955 – Omar Gomes – 14/2/1942.0 Limeira – SP – 1955 – Vital Brasil Rodrigues de Aguiar. Maracaju – MS – 1955 – Rosário Calipo. Italino Peruffo. Francisco de Assis Rodrigues. Laguna – SC – 1955 – Fermino Conrado de Marchi. Nery de Oliveira.FERNANDO PINHEIRO . contador. contador. contador. contador. . Nelson Roversi Forattini. Mimoso do Sul – MG – 1955 – João Nivaldo Milito. Walter Otto Haase. inspetor. Maringá – PR – 1955 – Manoel de Souza Campos. Roque Jacques Pibernat. gerente. Madureira – Metr. contador. gerente. gerente. gerente. Monteiro – PB – 1955 – Ivan Sobral Vieira Arcoverde. Limoeiro – PE – 1955 – Euclides Cardoso Xavier. Lajeado – RS – 1955 – Sinval Tavares da Silva. gerente. gerente. gerente. Paulo de Oliveira Leitão. Monte Carmelo – MG – 1955 – José Ribeiro – 18/5/1943. contador. gerente. Álvaro da Rocha Sundfeld. contador. contador. gerente. Ary Villanova Pereira de Vasconcelos. contador. Joinville – SC – 1955 – Antônio José de Almeida. Juazeiro – BA – 1955 – Hélio de Miranda Barros. Mário Martins. contador. RJ – 1955 – Luiz Moroni da Silveira. chefe–de–serviço. Martinópolis – SP – 1955 – Roberto Fonseca da Silva. contador. Edison Galvão de Sá. Londrina – PR – 1955 – Miguel de Arruda Furtado. Itamar Carneiro da Cunha.

Penedo – AL – 1955 – José Nogueira Ramos. contador. Pedra Azul – MG – 1955 – Euphrário Correia de Andrade. contador. gerente. Ponta Porã – MS – 1955 – Weyler Negrão Tonhozi. Pedreiras – MA – 1955 – Humberto de Oliveira – 27/12/1946. Paranaguá – PR – 1955 – Odilon Ferreira. Antônio Bittencourt – 30/8/1945. Pirapora – MG – 1955 – Walter Pirani – 16/3/1944. Synval Antônio de Araújo. Palmeira dos Índios – AL – 1955 – Jairo contador. Palmares – PE – 1955 – Raul Teixeira do Rêgo Barros. gerente. Jucá – 27/12/1939. Raimundo Ariquitiba Lobão. contador (épocas distintas). Pelotas – RS – 1955 – Orlando Vilarinho Cardoso. gerente. gerente. Oswaldo Barbosa. Presidente Venceslau – SP – 1955 – Osvaldo Vitoriano da Silva.447 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Montes Claros – MG – Aldenor Leão Cassulo de Mello. Augusto Vaz de Campos. Múcio Varela de Albuquerque. contador. chefe–de–serviço (Fiban). Yedo Cadelha Valença. gerente. contador. Pará de Minas – MG – 1955 – Samuel Corrêa Borges Júnior. contador. Pouso Alegre – MG – 1955 – Hely Torres Alves. contador. Walter Compiani. gerente. gerente. gerente. contador. contador. Dermeval Magalhães Cardoso. contador. contador. contador. Piraju – SP – 1955 – Haroldo Guimarães de Souza. contador. gerente. contador. contador. Waldemiro de Faria Pereira. . gerente. Antônio Madureira Murta. chefe de câmbio. Orlândia – SP – 1955 – Wilson Donega. Severino Correia de Melo. Ourinhos – SP – 1955 – Oscar Matos Filho.

Hélio César de Figueiredo. Ramos – Metr. contador. Antônio Sombra Fernandes. Mário Augusto Seawright. Hugo Mário Oliveira de Boer. Antônio Barcelos. gerente. Roxo Pereira. contador. contador. Rio Verde – GO – 1955 – Alcides Vieira Borges. contador. Antônio Rocha Freire. gerente. gerente. Augusto Manso Granja. Santiago – RS – 1955 – Hugo Mário Oliveira de Boer. gerente. advogado. gerente. Santana de Ipanema – AL – 1955 – Ayrton Batinga de Mendonça. gerente. Santo Anastácio – SP – 1955 – Ernesto Masselani. Recife – PE – 1955 – Aderaldo Mendes Alverga. Salvador – BA – 1955 – José Bonifácio de Sousa. contador. gerente (épocas distintas). contador. contador. contador. Santarém – PA – 1955 – Jorge Chaves Camacho. contador. contador (épocas distintas). Archibaldo de Andrade Balieiro. Ernesto Lemmi Ribeiro. contador. chefe da tesouraria da agência. Santana do Livramento – AL – 1955 – Alberto Mário Buarque de Paiva. Santo Amaro – BA – 1955 – Dilson da Silva Garcia. RJ – 1955 – Edgard Seráphico de Souza. Arthur Augusto Resende – RJ – 1955 – Firmino de Moraes Cambará. contador. Santa Cruz do Rio Pardo – SP – 1955 – Francisco das Chagas Soares Lima. Russas – CE – 1955 – José Benevides de Alencar Teixeira. Celso Freitas de Carvalho. Antônio Degow.FERNANDO PINHEIRO . inspetores. inspetor. . Alberto Buarque de Paiva.448 Quixadá – CE – 1955 – José Rafael Cartaxo. inspetor. Walmásio Moreira de Oliveira. assistente jurídico. contador. gerente.

João Alves Ferreira Júnior. São Gonçalo – RJ – 1955 – Cleanto Gonçalves Brandão. Alano de Moura Beleza. gerente. União dos Palmares – AL – 1955 – Raul Teixeira do Rêgo Ramos. São Luís – MA – 1955 – Adolpho Costa Basílio da Silva. contador. contador. subassessor jurídico.449 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Santo Ângelo – RS – 1955 – Jader Beck Leite. contador. Jacinto Angerami. Múcio Clack da Silva. inspetor. Ernani Anicet. São Borja – RS – 1955 – Sebaldo Edgar Saenger. São Paulo – Agência Centro – SP – 1955 – Carlos Neves de Carvalho. Cid dos Santos Antão. Uberlândia – MG – 1955 – João Borges – 11/8/1938. subgerente. gerente. gerente. contador. gerente. Uberaba – MG – 1955 – Lund Maia. gerente. gerente. Eduardo Soares Teixeira. contador. Nipton Curi. contador. contador. contador. advogado. Senador Pompeu – CE – 1955 – Antônio Arraes Sobrinho. inspetor. Raul Augusto de Pinho Filho. contador. gerente. União – PI – 1955 – Vicente de Paulo Oliveira Fortes. subgerente. gerente. . União da Vitória – PR – 1955 – Paulo José de Carvalho. gerente. gerente. São José dos Campos – SP – 1955 – Rubem Costa – 30/5/1930. contador. Doracy Caiuby Novaes. João Rodrigues da Cunha. Santo Antônio da Patrulha – RS – 16/4/1955 – Irineu Marx. Sorocaba – SP – 1955 – Grandyr Braga Martins. Teresina – PI – 1955 – Benedito de Albuquerque Vasconcelos.

Almenara – MG – 1956 – Waldemar Heyden – 16/8/1944. José Loyola de Souza. Volta Redonda – RJ – 1955 – João de Almeida Glória. contador. contador. Carlos Guerra Barreto. contador.FERNANDO PINHEIRO . apos. subcontador. Valparaíso – SP – 1955 – Carlos Aldigueri. Álvaro Pêgas. contador. Francisco Torres Duarte. contador. gerente. contador (épocas distintas).450 Vacaria – RS – 1955 – Nelson Pedro Piccolli. Arroio Grande – RS – 1955 – André de Morais Notari. inspetor. Manoel Salek – 5/11/1936. gerente. Adão Ferreira de Almeida. Araçuaí – MG – 1956 – Ary Lopes Ferreira. Vitto Raphael dos Santos. contador. Além Paraíba – MG – 1956 – Jacy Soares. Alagoinhas – BA – 1956 – Raymundo Ventura – 25/9/1940. Antônio Freire Rocha. contador. João Moreira da Silva Filho. gerente (posse no BB: 21/12/1928. Arapongas – PR – 1956 – Luciano de Mello Pinta. gerente. inspetor. Rubens Vieira Machado. contador. gerente. 6/2/1961) Viçosa – AL – 1955 – Eurides Gomes Porangaba. Arcoverde – PE – 1956 – Gilberto de Oliveira Azevedo. Agência Central – DF – 1956 – Antenor Nunes Passos. . Alfenas – MG – 1956 – Antônio Carlos Vieira da Cunha. gerente. Votuporanga – SP – 1955 – Valdir Martiniano de Oliveira. contador. contador. Aimorés – MG – 1956 – José Corrêa de Barros. Areia – PB – 1956 – José Milton de Vasconcelos Portela. inspetor. chefe da Seção Contadoria. contador (épocas distintas). advogado. inspetor. gerente. José Rodrigues Bastos. gerente. Arnaldo Coelho Messeder. contador.

Barretos – SP – 1956 – Antônio Luz – 2/9/1924. Boa Vista – RR – 1956 – João Ramos Neiva. Omar Guanabarino. Hércio de Figueiredo Melo. Bangu – Metr. Barbacena – MG – 1956 – Newton Siqueira de Araújo Lima. contador. Roberto Previdello. Bariri – SP – 1956 – Mário Batista do Nascimento. RJ – 1956 – Luiz Baptista Torres. Nassir Edin Pires de Lima Rabello. Avaré – SP – 1956 – Rodolfo Miranda Leonel Júnior. gerente. gerente instalador da Agência Bariri (17/8/1942). gerente– instalador. contador. Antônio Franco – 9/4/1929. contador. contador. contador. . gerente. gerente. Fausto Vieira Estelita Lins. gerente (épocas distintas). Francisco de Assis Rodrigues.451 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Assis – SP – 1956 – Omar Guanabarino Freiria. Herny Alvarenga. contador. gerente. Caçador – SC – 18/2/1956 – Almir Hermes de Oliveira. gerente. contador. contador. gerente. Belo Horizonte – MG – 1956 – Carlos Prates Filho. Cornélio Assunção dos Santos. gerente. subgerente. gerente. Assu – RN – 1956 – Milton Monteiro Gondim. contador. contador. Bauru – SP – 1956 – Júlio Rodrigues Hora. contador. contador. Cafelândia – SP – 1956 – Pedro Fleury da Silveira. Canoinhas – SC – 1956 – Raul Schuchovsky – 28/4/1943. Campo Belo – MG – 1956 – Antônio de Oliveira – 8/2/1943. inspetor. Caetité – BA – 1956 – Almir Rodolfo Abreu. contador. Cabo Frio – RJ – 1956 – Otto de Souza Dreer. Caicó – RN – 1956 – Paulo de Oliveira – 8/8/1946.

inspetor. Carlos Guerra Barreto. . contador. Catanduva – SP – 1956 – Benedito Pio da Silva. gerente. Carolina – MA – 1956 – José Américo Botelho. Diamantina – MG – 1956 – Carlos de Menezes Ferreira. Curt Hageman. José Wilson de Miranda Escorcio. gerente. Guilherme Sperry Cézar. Florianópolis – SC – 1956 – Nestor Ângelo Orioli. contador. gerente. gerente.FERNANDO PINHEIRO . contador. Garanhuns – PE – 1956 – Eutíquio Torres Calazans. Altayr Vallini. Foz do Iguaçu – PR – 1956 – Frederico Guilherme Penno. contador. gerente. gerente. Dom Pedrito – RS – 1956 – Carlos Alberto Taborda Cáceres. Dracena – SP – 15/10/1956 – José de Souza Lima – 28/7/1943. Cratéus – CE – 1956 – Antônio Landim Filgueiras. contador. contador. Nicolino Rigatto. José de Britto Nogueira. contador. gerente. gerente. contador. Cruzeiro do Sul – AC – 1956 – Nilton Vilanova de Albuquerque. Cornélio Procópio – PR – 1956 – Thadeu Grembecki. Carlos Chagas – MG – 1956 – Nagib Lauar – 9/4/1949.452 Carangola – MG – 1956 – Isnard da Silva Melo. inspetor. Formiga – MG – 1956 – Álvaro Dantas Mota. inspetor. Geraldo Arruda Camargo. contador. Floriano – PI – 1956 – Bernardino Soares Viana. contador. gerente. Colatina – ES – 1956 – José Rodrigues – 12/1/1940. contador. contador. Corumbá – MS – 1956 – Cláudio Gabriel dos Santos. contador. Erechim – RS – 1956 – José Edjalma Carneiro. contador.

inspetor. contador. Marcos Vinicius Röhrig Augé. Ijuí – RS – 1956 – Alberto Penno. Odilon Cardoso. inspetor. gerente. Luiz Gonzaga da Rocha Teixeira. inspetor. Ituiutaba – MG – 1956 – José Vieira do Rosário. Governador Valadares – MG – 1956 – José Calazans Pereira da Silva. advogado. Wilmar Benedito Ribeiro Camelo. gerente. contador. gerente. Itaberaba – BA – 1956 – Heitor Silva Oliveira. contador. Colemar Prado Silveira. contador. Itaqui – RS – 1956 – Milton Oswaldo Fetter. contador. subgerente. gerente da Agência Jundiaí – SP (em visita). José Benevides de Alencar Teixeira. gerente. advogado. Itapira – SP – 1956 – Adolfo Camargo Lima Júnior. contador. Hélio Benício de Paiva. . contador. Joaquim Pereira de Souza. contador (épocas distintas). Itanhandu – MG – 2/7/1956 – Walter Lineu de Paiva. Guarabira – PB – 1956 – Ademar Arruda Alencar.453 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Goiânia – GO – 1956 – Olindo Costa Nunes. José Rodrigues de Freitas. gerente. gerente. Álvaro Coutinho. Ipu – CE – 1956 – José Maria de Pinho Pessoa. Mauro de Faria Merheb. contador. Edinor Martins de Araújo. contador. Antenor Braga Farias. Goiás – GO – 1956 – Nelson Zilli – 20/4/1945. contador. gerente. gerente da Agência São Caetano do Sul – PR. contador. Edson Vilela Ribeiro. Itapetininga – SP – 1956 – Evandro de Oliveira Melo. Itapipoca – CE – 1/2/1956 – Tobis de Mello Monteiro. gerente. Itacoatiara – AM – 1956 – Luiz Demétrio Guimarães Simões. Irati – PR – 1956 – Walter Machado de Oliveira. contador.

gerente. Juazeiro – BA – 1956 – Antônio Teixeira Lima. Edgard da Cunha Cidade. Jaú – SP – 1956 – Hamilton Perlingeiro. contador. contador. gerente (épocas distintas). Jacarezinho – PR – 1956 – Oswaldo Lopes do Nascimento. contador. contador. Joaçaba – SC – 1956 – Clóvis da Silva Souza. Lençóis – BA – 1956 – Gelson Lopes da Cruz. José Aldírio Py. contador. Walter Otto Haase. gerente. contador. Alfredo da Cunha Buarque. inspetor. inspetor. contador (épocas distintas). gerente. contador. Ituverava – SP – 1956 – Nelson Gaia Penteado. contador.454 Itumbiara – GO – 3/7/1956 – João Batista Jardim. contador. gerente. Lagarto – SE – 1956 – Ruy de Oliveira Pantoja. Lages – SC – 1956 – Newton Soares Modesto de Almeida. contador. Humberto da Silva Menezes. contador. Rubens Ferreira Caetano. contador. Lauro Monteiro Moço. João Pessoa – PB – 1956 – David Trindade – 15/10/1938. Luzilândia – PI – 1956 – Crisóstomo Carneiro de Azevedo.FERNANDO PINHEIRO . contador. gerente. Rubens Gama Dias. inspetor. Jataí – GO – 1956 – José Maria Medina. Jaguarão – RS – 1956 – Ely Dias de Oliveira. gerente. Antônio Leite Oliva. José Rubens de Faria Cidade. Everaldo Stélio de Oliveira e Silva. gerente. contador (épocas distintas). Raimundo Ventura – 25/9/1940. gerente (épocas distintas). . José Viana. Lucélia – SP – 1956 – Boanerges de Menezes Caldas. Macapá – AP – 1956 – Dalton Cordeiro Lima. gerente.

Mimoso do Sul – ES – 1956 – Marcello Fernandes – 13/3/1944. contador. Óbidos – PA – 1956 – Charles Armand Merabet. Mandaguari – PR – 1956 – Manoel de Sousa Campos. inspetor. contador. contador. contador. contador. Levy de Araújo Lima. gerente. Theo Wendisch – 2/3/1938.455 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Mafra – SC – 1956 – Vicente de Paulo Alves Cordeiro. Novo Horizonte – SP – 1956 – José Justino de Mello. Manaus – AM – 1956 – Raymundo de Alcântara Figueira. Morrinhos – GO – 1956 – Milton de Melo – 16/8/1946. José Zancul. contador. Palmeira das Missões – RS – 1956 – Galeno Pereira de Campos. contador. Paranaguá – PR – 1956 – Epitácio (Cafeteira) Afonso Pereira. advogado. contador. Patos – PB – 1956 – João Rosário Dória. gerente. gerente. contador. gerente. gerente. Paraguaçu Paulista – SP – 1956 – Edgard de Almeida Victor Rodrigues. gerente. contador. . contador. Ernio Antônio Thimmig. Nova Granada – SP – 1956 – Ruy de Oliveira Pantoja. contador. Parintins – AM – 1956 – Warnick Tavares do Nascimento. Olímpia – SP – 1956 – Hercílio Viegas Oliveira Pais. Luiz Bombonato – 19/1/1944. Pedreiras – MA – 1956 – Clóvis da Silva Souza. gerente (épocas distintas). Itaiz Martins – 25/7/1945. gerente. José Rubens Galvão. Marília – SP – 1956 – Evandro Lucas de Mourão Rangel. Maringá – PR – 1956 – Eduardo Silveira da Rosa. contador. gerente. Alceu Subtil Chueire. José David Fonseca. contador. gerente.

Salvador – BA – 1956 – Celso Freitas Carvalho. gerente. chefe da Tesouraria da Agência (posse no BB: 19/10/1925. Rio Verde – GO – 1956 – Hélio César de Figueiredo. Rio Pardo – RS – 1956 – Hélio Tomaz de Aquino. gerente. contador. Rio Branco – AC – 1956 – Guilherme Corrêa de Almeida. gerente. Pirassununga – SP – 1956 – Álvaro da Rocha Sundfeld. Ribeirão Bonito – SP – 1956 – Ayrton Pires de Oliveira. contador transferido para Agência Belo Horizonte–MG. Rio Claro – SP – 1956 – Oswaldo Lopes do Nascimento. gerente. João Franco Arcos. Santo Anastácio – SP – 1956 – Ernesto Masselani. gerente. gerente.FERNANDO PINHEIRO . Ponta Grossa – PR – 1956 – Ruy Holzmann – 19/12/1938. Santa Teresa – ES – 1956 – Mário Vaz de Almeida e Albuquerque. Picos – PI – 1956 – Luiz Benévolo Dantas. contador. contador. gerente. Teófilo Pacheco Conduru. gerente. Francisco Teixeira Ribas. gerente. Piracicaba – SP – 1956 – Timótheo Feijó Jardim.456 Penápólis – SP – 1956 – Ede de Souza Monteiro. advogado. contador. Hermes Gomes Barreto. Plínio José Lourenço de Sousa. gerente. contador. apos. gerente. contador. Ribeirão Preto – SP – 1956 – Odilo Arantes Correia. . Rancharia – SP – 1956 – Adão Pereira de Castro. Oswaldo Rocha Mello. contador. contador. Ernesto Lemmi Ribeiro. contador. 1/1/1956). Santiago – RS – 1956 – Mário Conceição Prates. Rio Bonito – RJ – 1956 – Nilo Carlos Niceli. contador.

gerente. inspetor. São João de Itabapoana – RJ – 1956 – José de Almeida – 27/4/1944. Júlio Mário Mourão. Volta Redonda – RJ – 1956 – Luiz Baptista Torres. Ariosto Loureiro da Silva. . tesoureiro. contador. contador. Viçosa – AL – 1956 – Wilson Vieira Jatobá. contador. inspetor da 36ª Zona. São João Del Rei – MG – 1956 – Amynthas Novaes. Luiz Werneck Peralta. Francisco Medina Coeli. contador. gerente. inspetor da 23ª Zona – Creai. chefe da Seção de Firmas. gerente. Agência Central – RJ – 1957 – Antônio de Oliveira Rocha. gerente. Eduardo Roxo de la Roque. Edilberto Geraldo de Resende. gerente. gerente. São Paulo – Agência Centro – SP – 1956 – Monroe de Arruda Camargo. gerente. contador. gerente. contador. subgerente. São Caetano do Sul – SP – 1956 – Lourival Artur Delgado. Vacaria – RS – 1956 – Joubert Masseron Giacoebo. Ubaitaba – BA – 1956 – Edmundo Barros Câmara. São Gonçalo – RJ – 1956 – Carlos da Costa Lage. Nelson Vieira d´Ávila. Valparaíso – SP – 1956 – Geraldo Arruda Camargo. Deusdedit Freitas de Almeida. João Antonino Moreira. gerente. contador. gerente (épocas distintas). contador. Rodolfo Benedito de Moura Barbosa. São José do Rio Preto – SP – 1956 – Gorgonio Evaristo Barreto. gerente.457 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Santo Antônio de Pádua – RJ – 1956 – Arlindo Ricardo Pasolini. Votuporanga – SP – 1956 – Waldir Martiniano de Oliveira. São Lourenço do Sul – RS – 1956 – Theo Wendisch – 2/7/1938.

SP – 1/10/1957 – Paulo Bastos – 18/1/1933. contador. contador. Andradina – SP – 1957 – Geraldo Corrêa – 22/6/1942. Boa Esperança – MG – 1957 – José de Oliveira Zenha. Alberto Leite de Araújo. gerente. Alberto Xavier. contador. contador. gerente. apos. contador. Bento Gonçalves – RS – 1957 – Carlos Alberto Calage Cidade. contador. gerente. Araçatuba – SP – 1957 – Haroldo Guimarães de Souza. Jovino Ferraz – 25/4/1949. Álvaro Carjulo D´Almeida. Barreiras – BA – 1957 – Luiz Demétrio Guimarães Simões. Júlio Luiz Mussoi. contador. inspetor (Creai). Alfenas – MG – 1957 – Antônio Carlos Vieira da Cunha. Assaí – PR – 5/10/1957 – Nabiuh Aboriham – 17/2/1943. advogado. Arlindo Machado Pavão. gerente. Biriguí – SP – 1957 – José Firmino Dantas Bacellar. . contador. Blumenau – SC – 1957 – André Sada. Saul Porto Pedroza. contador. José Nunes de Barros. Octávio Mazzoni Andrade. Araçuaí – MG – 1957 – Luiz Anibal de Brito. contador. gerente (posse no BB: 11/9/1930. gerente. Elmar Rudolfo Heineck. contador. Bom Retiro – Metr. gerente. 13/3/1961). advogado. Octacílio Assis Rodrigues. contador. inspetor. gerente. inspetor (Crege). Aracaju – SE – 1957 – Vanilo Medeiros Araújo. Martiniano Mavignier de Araújo.458 Alegrete – RS – 1957 – Carlos Salerno.FERNANDO PINHEIRO . Bebedouro – SP – 1957 – José Vieira do Rosário. contador. contador. Araguari – MG – 1957 – Eduardo Brasileiro. Thelmo Dantas Motta. gerente.

posteriormente. gerente. SP – 1957 – João Gonçalves de Camargo. Francisco Raphael Di Lascio. contador. contador. Carazinho – RS – 1957 – Vitalmiro de Aguiar. gerente. Camocim – CE – 1957 – José de Arimateia Filho. Bragança – PA – 1957 – Jaime Soares Boaventura. contador (épocas distintas). gerente. Plínio José Lourenço de Souza. contador. contador. Codó – MA – 1957 – Luiz Gonzaga Pinheiro Veiga de Almeida. contador. contador. Canavieiras – BA – 1957 – José de Melo Figueiredo.459 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Bosque da Saúde – Metr. Ruy Barbosa Pacheco do Canto. gerente interino. contador. Brasília – GO – 1957 – 1ª Agência antes da transferência da capital federal em 1960 – Raul Campos Júnior. Pedro Otto da Silveira. Darci Furtado Rocha. Edbert Pereira Leite. contador. inspetor. José Rubens de Faria Cidade. gerente. . gerente. Delmindo Motta – 25/3/1940. Caxias do Sul – RS – 1957 – Antônio Edwiges Guglielmi de Oliveira. Catalão – GO – 1957 – Araripe de Mello – 23/3/1944. inspetor. contador. contador. Cachoeira do Sul – RS – 1957 – Vitalmiro de Aguiar – 13/11/1930. contador. Mário Baptista Nascimento. Cratéus – CE – 1957 – Waldemir Rosa Chaves. Cáceres – MT – 1957 – Ernani Maciel Câmara. caixa. Canoinhas – SC – 1957 – Camillo Calazans de Magalhães. gerente. contador (épocas distintas). Joaquim Saião Lobato. gerente. contador interino. gerente. Cantagalo – RJ – 1957 – Antônio Pinto de Aragão. Cachoeiro de Itapemirim – ES – 1957 – Heinz Van Den Bylaardt.

em 18/1/1958. gerente. gerente. Antônio Vasconcelos Santiago. Governador Valadares – MG – 1957 – Rubens Vieira Machado. contador. Dom Pedrito – RS – 1957 – Ivo Oswaldo Hausen. 27/5/1957). gerente. Erechim – RS – 1957 – Elizer Miranda Silva. contadores (épocas distintas) . contador. Rubens Nunes Firme. Foz do Iguaçu – PR – 1957 – Hélio Moura – 26/4/1941. falec. advogado. A subagência Dourados foi transformada. contador. Ralph Seixas Vieira. falecido. Dores de Indaiá – MG – 1957 – Antônio Beluco Sobrinho. Floriano – PI – 1957 – Raymundo Solon Fontenelle de Miranda. Álvaro Dantas Motta. gerente. não chegou a tomar posse no cargo. inspetor. chefe–de–serviço (posse no BB: 30/10/1940. Fortaleza – CE – 1957 – José de Ribamar Simas de Oliveira. José Bernardes de Souza Filho. João Rodrigues de Andrade. Formiga – MG – 1957 – José Machado. designado contador da Agência Dores de Indaiá – MG. Cuiabá – MT – 1957 – Raul Santos Costa. gerente. Guaçuí – ES – 1957 – Colmar Firme Coutinho. Guaíba – RS – 1957 – Nestor Angelo Ariolli. contador. gerente. agente– instalador. Formosa – GO – 7/1/1957 – Raimundo Correa de Menezes. Guajará–Mirim – RO – 19/11/1957 – Agenor Nepomuceno Mendes. Jatir Batista da Cunha. contador.FERNANDO PINHEIRO . contador. José Edjalma Carneiro. Guilherme Neves Gonzaga. Dourados – MS – 1957 – Olavo Servija Medina. contador transferido para Agência São Leopoldo – RS. gerente. contador.460 Cruzeiro do Sul – AC – 1957 – Geraldo Carneiro da Silva. contador. gerente. contador. em agência.

SP – 1957 – Pedro Tércio de Cambraia Salles. . contador. contador. agente instalador. contador. Reginaldo Ramos Varandas de Carvalho. gerente. gerente. gerente. contador. João Pessoa – PB – 1957 – Getúlio Alves de Souza. Irineu Frara Batista. gerente. Macaé – RJ – 1957 – Hélio de Abreu Lima. contador. Itacoatiara – AM – 1957 – Domingos Rubem Uchoa Filho. Érico Petit Lobão.461 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Guarapuava – PR – 1957 – Hélio Guimarães – 13/1/1947. Itaqui – RS – 1957 – Carlos Alberto Vieira Braga. gerente. gerente. Jacarezinho – PR – 1957 – Paulo José de Carvalho. inspetor. contador. Álvaro Tinoco Nazareth. Ariosto de Belli. Itabuna – BA – 1957 – Wilson Conceição. inspetor. Jequitinhonha – MG – 1957 – Márcio dos Reis Barbosa. contador. gerente. Itaperuna – RJ – 1957 – Álvaro Cantanhede. Joinville – SC – 1957 – Arthur Oscar Langsch. Itu – SP – 1957 – Clodoveu Romualdo Scotti. Lavras – MG – 1957 – Ênio Mota Gueiros. A subagência Jequitinhonha foi transformada em agência em 2/3/1959. contador. Guaratinguetá – SP – 1957 – João Evangelista de Campos Ribeiro. contador. inspetor. contador. Luiz Raymundo Gomes. Lagarto – SE – 1957 – Celso Melo Villas Boas. Ipiranga – Metr. gerente. Itabaiana – SE – 1957 – Paulo Rodrigues Vieira. Humberto Moreira Riella da Fonseca. Januária – MG – 1957 – Elcior Ferreira de Santana. contador. Ilhéus – BA – 1957 – Francisco Otto Carvalho de Toledo. inspetor. gerente.

Méier – Metr. RJ – 1957 – Isaac Mendes Sobral. gerente. Fausto Bissolati Sant´Anna. Montenegro – RS – 1957 – Paulo Emílio Guimarães. inspetor. contador. Matão – SP – 1957 – Valdir Martiniano de Oliveira. gerente. gerente. José Pedro Gil. Stepheson Vieira Medeiros. Martinópolis – SP – 1957 – Geraldo Mazzaro de Medeiros. contador. gerente. Mafra – SC – 1957 – Celso Fernando de Lima Lira. Mário Simões Paes. Francisco Barbosa Cursino. Nadin Datria Salle. gerente. Monte Carmelo – MG – 1957 – Antônio Cavalcanti de Oliveira Lima Filho. Mimoso do Sul – ES – 1957 – Marcello Fernandes. Maceió – AL – 1957 – Félix Lima Júnior. Mandaguari – PR – 1957 – Luiz Bombonato – 19/1/1944. contador. gerente.FERNANDO PINHEIRO . Mário Vidal. Ariosto de Belli. agente da subagência.462 Macapá – AP – 1957 – Dalton Cordeiro Lima. Manaus – AM – 1957 – Raymundo de Alcântara Figueira. contador. Vicente de Paulo Alves Cordeiro. Maracaju – MS – 1957 – Gil Dias Negrão. inspetor. contador. contador. . contador. Ebert Perlingeiro Lanhas. a subagência Maracaju foi transformada em agência. inspetor. Em 14/3/1959. Maringá – PR – 1957 – Francisco José Monteiro. contador (épocas distintas). gerente. membro da Academia Alagoana de Letras. gerente. contador. contador. Montes Claros – MG – 1957 – Aldenor Leão Cassulo de Melo. contador. contador. gerente. Antônio Bernardelli de Salinas.

contador. Herculano Ventura Horta Barbosa. Paracatu – MG – 16/2/1957 – Aloysio Lobo das Mercês. gerente (posse no BB: 31/8/1934. Paranaguá – PR – 1957 – João Fabrício de Moraes. falec. Alberto de Castro Neves Filho. contador. gerente. contador. Henrique José Rodrigues Filho. contador. Ourinhos – SP – 16/2/1957 – Alberto Ignácio da Silveira. gerente. contador.463 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Mooca – Metr. Pedreiras – MA – 1957 – Oldyr Nogueira Vinhaes. Alceu Maitino. gerente. Benedicto Gomes Montal. Novo Hamburgo – RS – 1957 – Ney Ulrich Caldas. gerente. Raymundo Ventura. Mundo Novo – BA – 1957 – Acilino Máximo – 26/3/1945. contador. contador. contador. Pedra Azul – MG – 1957 – Antônio de Souza Gomes. Rostil da Silva Mattos. Paranavaí – PR – 23/3/1957 – João Fabrício de Morais. 26/5/1962). contador. gerente. Francisco de Paula Guedes Filho. Palmeira dos Índios – AL – 1957 – Domingos de Mello Barros. Patos – PB – 1957 – Rútilo Pinheiro de Melo. SP – 1/10/1957 – Arnaldo Calbucci. contador. . gerente (épocas distintas). contador. inspetor. Nazaré – BA – 1957 – Elival Oliveira. Egon Kroeff. contador. Nova Friburgo – RS – 1957 – João da Fonseca Neves. José Carlos Baraúna. Carlos Fernandes – 17/2/1949. gerente. Mossoró – RN – 1957 – Mário Alves de Moraes. gerente. contador. Pederneiras – SP – 1957 – Domingos Joannes Musinato. gerente. Eduardo Silveira da Rosa. gerente. contador. inspetor. gerente.

inspetor (Crege). Raul Soares – MG – 10/1/1957 – Antônio Barcelos. assessor jurídico. gerente. Alexandre Caminha de Castro Monteiro. contador. contador (épocas distintas).464 Penápolis – SP – 1957 – José Hygino Marques. Joaquim Martins dos Santos. Penedo – AL – 1957 – José Nogueira Ramos. Ariovaldo Machado de Freitas. Picos – PI – 1957 – Dejoces de Souza Queiroz. contador. gerente. Piripiri – PI – 1957 – Raimundo Nonato de Melo. Glicério Alves de Oliveira. Promissão – SP – 1957 – Waldomiro Machado D´Antonio. contador. gerente. Penha – Metr. Gerardo de Magella Silva Passos. gerente. Arthur Neujahr. contador. Álvaro da Rocha Sundfeld. Pirajuí – SP – 1957 – André Comitre – 18/10/1930. contador. gerente. inspetor (Creai). contador. Pinheiros – Metr. João José de Carvalho. Presidente Prudente – SP – 1957 – Ademar de Campos Monteiro. contador. José Rios. contador. José Pereira Alves. contador. inspetor. gerente. Lafayette Vale. Ayrton Pires de Oliveira. subgerente. Porto Alegre – RS – 1957 – Luiz Jansson. . José de Brito – 20/7/1942. Ribeirão Bonito – SP – 1957 – Nilo Carlos Miceli. inspetor. Núncio Montingelli. SP – 1/10/1957 – Cid dos Santos Antão. gerente. gerente. contador. Ariosto Loureiro da Silva. contador. SP – 1957 – João Gonçalves Camargo.FERNANDO PINHEIRO . contador. contador. Piracuruca – PI – 1957 – Luiz Teixeira Palácio. contador. Pirassununga – SP – 1957 – Agenor Mendes. contador. Pouso Alegre – MG – 1957 – Antônio Madureira Murla.

possuía 336 funcionários. contador. Santana – Metr. 11/3/1960). gerente. SP – 1/10/1957 – Márcio Monteiro – 21/12/1939. . inspetor. contador. gerente (posse no BB: 23/5/1928. gerente (épocas distintas). apos. Gennaro de Oliveira Padilha. contador. Em 1957 a Agência funcionando em prédio de 3 andares. 1/8/1960). Rolândia – PR – 1957 – Benno Petry – 13/7/1945. inspetor. contador. Luiz Barbosa Viana. Francisco Bayma. Santa Rosa – RS – 1957 – Alfredo Paranhos Cantalice. gerente da Agência Metr. Cirilo Maia Coutinho. Santiago – RS – 1957 – Mário Conceição Prates. São Borja – RS – 1957 – Hermes Gomes Barbosa. Santos – SP – 1957 – Edmundo Benjamin Tourinho. contador. Santa Teresa – ES – 1957 – Heldy Dias Maciel. gerente. Santo Antônio da Patrulha – RS – 1957 – Rui Barbosa Pacheco do Couto. contador (25/8/1926. SP – 1/10/1957 – Luiz Carlos Simões Mendes. apos. gerente. gerente.465 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Recife – Agência Centro – PE – 1957 – Pedro Lima. Arthur Augusto Roxo Pereira. contador. gerente. Santo Antônio – Recife. São Lourenço do Sul – RS – 1957 – João Feijó da Fonseca. Rio Verde – GO – 1957 – José Gomes de Godoy. assessor jurídico. inspetor. Olyntho Saldanha. contador. Santo Amaro – Metr. Oscar Dias de Mello. contador (épocas distintas). Hugo Mário Oliveira de Boer. contador. Marat de Freitas da Costa Porto. Ribeirão Preto – SP – 1957 – Luiz Gonzaga da Rocha Teixeira.

contador. gerente. contador. São Carlos – SP – 1957 – Linneu Álvaro Floret. contador. Santos – SP – 1957 – Hamleto Celso Lins e Silva. gerente. Santo Ângelo – RS – 1957 – Ernani Anicet. gerente. São Gabriel – RS – 1957 – Aristóteles Vaz de Carvalho e Silva. Benedito da Costa e Silva. gerente. Senhor do Bonfim – BA – 1957 – Alberto Lima de Santa Maria. subgerente. subgerente da Agência Centro – São Paulo. Serra Talhada – PE – 1957 – Newton dos Santos Pinto. contador. João Alves Ferreira Júnior. contador. gerente (posse no BB: 11/6/1926. subgerente. subgerente. Marat de Freitas da Costa Porto. Hermínio Faria Cancello. contador. Santo Antônio de Pádua – RJ – 1957 – Deusdedit Coutinho. 1/2/1958). . contador. Antônio Jácome de Araújo. inspetor. Bosque da Saúde – SP. Tapes – RS – 1957 – Alfredo Paranhos Cantalice. Orlando Baldi. José Octávio da Silva Leme. Luiz André Ferreira da Costa. inspetor. PE – 1957 – Severino Oliveira Moura. contador. gerente. Urbano Batista Brandão. Santo Antônio – Metr. gerente. Jadir Beck Leite. José Pereira Portugal. gerente da Agência Metr. Oscar Dias de Melo. São Luís – MA – 1957 – Adolpho Basílio da Silva.FERNANDO PINHEIRO . Serrinha – BA – 1957 – Edício de Araújo Soares.466 Santo Amaro – Metr. José Luiz Castelo Branco. apos. SP – 1/10/1957 – Fausto Vieira Estellita Lins. contador. gerente da Agência Centro – São Paulo. São Paulo – Agência Centro – SP – 1957 – Abílio Felinto da Silva. contador. inspetor. José Felisatti – 22/8/1934. gerente–instalador.

contador. Antônio Freire Rocha. Geraldo Arruda Camargo. contador. Gustavo Resende Ferreira. contador (épocas distintas). gerente.467 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Teresina – PI – 1957 – Benedicto Fonseca Ferreira. Ariosto Loureiro da Silva. Varginha – MG – 1957 – Petrônio Fernandes Gonçalves. gerente. contador. Além Paraíba – MG – 1958 – Darcy Pereira – 1/9/1949. gerente. contador. Alagoinhas – BA – 1958 – Lourival Pereira da Cunha. Uruguaiana – RS – 1957 – Walter Ennes – 21/10/1940. Francisco Sauwen. contador. inspetor. gerente. União da Vitória – PR – 1957 – Paulo José de Carvalho. Ubá – MG – 1957 – Agamenon Cordeiro Florentino. contador. Ubaitaba – BA – 1957 – Álvaro de Araújo Valença. inspetor. contador. contador . contador. Maurício Ferraz – 2/6/1941. Hércio de Figueiredo Mello. chefe da Tesouraria. Paulo Hipólito. Valparaíso – SP – 1957 – Alceu Maitino. José da Silva Leite. contador. contador. . Acesita – MG – 1958 – Amilcar Leonello Ziller. gerentes (épocas distintas). gerente. Ernane Teixeira Leite. Wilson Vieira Jatobá. inspetor. Três Corações – MG – 1957 – Tácito d´Ângelo – 24/9/1941. subchefes de Tesouraria. Agência Central – RJ – 1958 – Tesouraria – Eduardo Roxo de La Roque. Lund Maia – 23/5/1941. contador (épocas distintas). Uberlândia – MG – 1957 – Francisco Fortes de Pinho. gerente. contador. Nipton Curi – 14/12/1942. inspetor. Adamantina – SP – 1958 – Octávio Alves Costa. José Augusto de Melo. contador. Viçosa – AL – 1957 – José Rodrigues Bastos. Uberaba – MG – 1957 – João Rodrigues Andrade.

contador. contador. Assis – SP – 1958 – Francisco Cruz Schmidt. Alvacir dos Santos Raposo. gerente. subgerentes. Cândido Almeida Freitas. Severino Mendes Lins. Com a aposentadoria de Gilberto de Oliveira (posse no BB: 21/1/1924. subcontador (posse no BB: 10/5/1927. João Osman da Silva Mattos. . Mário Ricart Erle. Bangu – Metr. Adolpho Becker. gerente. gerente. Eugênio de Lima Azevedo. contador. Areia – PB – 1958 – Jaime Fernandes de Oliveira. Assaí – PR – 1958 – Jovino Ferraz – 25/4/1949. contador. Aracati – CE – 1958 – João de Oliveira Carvalho. gerente. Alfenas – MG – 1958 – Saul Porto Pedrosa. Fausto Chacon – 26/7/1943. Bandeira – Metr. Paulo Cardoso de Castro. contador. Acylino da Silveira. contador.468 Agência Central – RJ – 1958 – Kleber Corrêa Lemos. RJ – 1958 – Ivanhoé Valdetaro Cordovil. João Galileu Antunes Moreira. José Perrone. Barra – BA – 1958 – Hélcio de Barros Carneiro. subcontadores (épocas distintas). gerente. contador. apos. RJ – 1958 – João Baptista Pio da Silva. Lourival Tavares de Campos assumiu o cargo de chefe da Seção de Firmas da Agência Central. contador. Apucarana – PR – 1958 – Oswaldo Grassioto – 7/3/1949. Arapongas – PR – 1958 – Ruy Ubaldo Ribeiro. apos. Manoel Salek – 5/11/1936 contadores (épocas distintas). Arcoverde – PE – 1958 – Maurício Ferraz – 22/7/1942. 1/8/1958). gerente.FERNANDO PINHEIRO . 8/2/1959). Eugênio de Lima Azevedo. Arroio Grande – RS – 1958 – João Félix Cordeiro de Mello. contador. contador. gerente. Antônio Ferreira Sena. contador.

Boa Vista – RR – 1958 – Alberto Zattar Amiky. . Aderaldo Mayer da Silveira. Brasília – GO – 1958 – À época a agência estava localizada no Estado de Goiás – Delmindo Motta. contador. Nelson Ruiz Affonseca. Batatais – SP – 1958 – Alceu Subtil Chueire. contador. Elmar Rudolfo Heineck. gerente. contador. Bela Vista – MS – 1958 – Alberto Zattar Amiky. Bragança Paulista – SP – 1958 – Antônio de Campos – 26/1/1940. Cachoeiro de Itapemirim – ES – 1958 – Ormando de Moraes – 16/6/1942. gerente.469 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Barreiras – BA – 1958 – Alano de Moura Beleza. gerentes (épocas distintas). contador. gerente. contador. Antônio Bittencourt – 30/8/1945. contadores (épocas distintas). Blumenau – SC – 1958 – André Sada. Miguel Fernandes Barros. Botafogo – Metr. Joaquim Fernandes Savão Lobato. Brusque – SC – 22/1/1958 – Aymoré Gevaerd Bridon. inspetor. gerente. contador. contador. RJ – 1958 – Paulo Guajará Cruz Saldanha. contador. Antônio Victorino dos Santos Júnior. Cajazeiras – PB – 1958 – Domício Rodrigues Holanda. contador. Carlos Matheus. Bicas – MG – 1958 – Sandoval de Paula Batista. contador. gerente. inspetor. gerente. contador. Ariosto de Belli. Belém – PA – 1958 – Everaldo Stéllio de Oliveira e Silva. Boa Esperança – MG – 1958 – Samuel Correa Borges Júnior. Luiz Agostinho de Carvalho Perriraz. contador. Caetité – BA – 1958 – Almir Rodolfo Abreu. gerente.

Cambará – PR – 1958 – Alceu Porres. gerente. contador. Natanias Ribeiro von Sohsten. José Saad. em 1964.FERNANDO PINHEIRO . José de Arimatéa Filho. inspetor. gerente. contador. contador (posse no BB: 30/6/1944). Antônio de Oliveira. Canoinhas – SC – 1958 – Darcy Furtado Rocha. gerente da Agência Apucarana –PR. gerente. contador. Nicolino Rigato. Carazinho – RS – 1958 – Odil Pedro Silveira Perez. subgerente da Agência Natal – RN. . contador. Marcos Vinicius da Silva. Cláudio José Cisneiros de Albuquerque. contador. gerente (posse no BB: 1/9/1942). inspetor. contador. gerente. José de Queiroz Baptista. Campo Belo – MG – 1958 – Lafaiete Moreira de Castro. contador. Francisco Raphael di Lascio. em 1964. Carolina – MA – 1958 – Guilherme de Oliveira – 17/6/1938. RJ – 1958 – Humberto de Almeida Brandão. Campina Grande – PB – 1958 – Antônio Cândido da Cunha Leitão. inspetor. inspetor. Campo Maior – PI – 1958 – James Torres de Sampaio. contador. gerente. gerente. Campo Grande – Metr. Manoel de Almeida Glória. Capela – SE – 1958 – Luciano Carlos de Menezes. Camaquã – RS – 1958 – João Albino Madruga Rodrigues. Camocim – CE – 1958 – Antônio Christovam de Assunção. contador. Campos – RJ – 1958 – Guilherme Ivan Ludolf Ribeiro. contador. Paulo de Oliveira. Rubens da Silveira Pinto.470 Caicó – RN – 1958 – Antônio Lins. gerente. gerente. contador.

Hugo Neves Queiros. contador. Colatina – ES – 1958 – Celso Loureiro Pereira. Cinelândia – Metr. contador. Dores do Indaiá – MG – 1958 – Christóvam Machado Barbosa. contador. gerente. contador interino. Cuiabá – MT – 1958 – Felicíssimo Lemos dos Santos. contador. Caxias – MA – 1958 – Vicente de Paulo Oliveira Fortes. contador. gerente. gerente. contador. subgerente. Eugênio Walter de Oliveira. Ênnio Viegas de Oliveira Paes. Dourados – MS – 18/1/1958 – Olavo Servija Medina. contador. Antônio Castelo Branco da Cruz. inspetor. Cornélio Procópio – PR – 1958 – Léo Zimmermann – 3/2/1943. Araripe de Melo. Wilson Póvoa Manso. Floriano Peixoto de Sá. Chavantes – SP – 1958 – Otto Mamede. gerente. Crato – CE – 1958 – Amarílio Gonçalves Tavares. Chapecó – SC – 1958 – Edy Silva (20/8/1945). gerente.471 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Catalão – GO – 1958 – Plínio José Lourenço de Souza. Jacques de Oliveira Rocha. Ary de Barros Alves. RJ – 8/2/1958 – Rubélio Freire de Aguiar. Chapecó – SC – 1958 – Garter Samuel Garcia Schuster. . contador. Romeu de Oliveira Machado. Octávio de Araújo. contador. Diamantina – MG – 1958 – Joaquim Mattos Quinaud Filho. contador. contadores (épocas distintas). gerente. gerente. contador. gerente (épocas distintas). Curitiba – PR – 1958 – Hermes Buchele. gerente.

contadores (épocas distintas). gerente. contador. Goiana – PE – 1958 – Amaro José da Costa. Foz de Iguaçu – PR – 1958 – Frederico Guilherme Penno. Guarapuava – PR – 1958 – Hélio Guimarães – 13/11/1947. gerente. gerente SP. contadores (épocas distintas). Guaíba – RS – 1958 – Otto Gappmayer. Antônio Vasconcellos Sant´Iago. . Geraldo de Rezende. – 17/2/1949.FERNANDO PINHEIRO . Manoelito da Silva Mattos. Wilmar Benedito Ribeiro Camelo. Erechim – RS – 1958 – Romeu de Oliveira Machado. contador. Carlos Fernandes Bergantini. gerente. contador. gerente. RJ – 1958 – Geraldo Peryllo Nunes. Rubens Cunha Rodrigues. contador. Fernandópolis – SC – 6/12/1958 gerente–instalador. José de Souza Lima – 23/7/1943.472 Dracena – SP – 1958 – Ary da Silva Pinto. gerentes. José Beserra Alcanfor Soares. Nelson Galli – 23/11/1942. Raul Augusto de Pinho Filho. gerente. contadores (épocas distintas). Edilberto da Agência Votuporanga – advogado. Garanhuns – PE – 1958 – Jonathan Raymundo Cerqueira do Nascimento. Glória – Metr. José Justino de Souza Júnior. Gildo da Agência Jales (4/2/1959). contador. José Saad – 30/6/1944. Carlos Motta Lopes. contador. gerente–instalador – Hélio Cézar de Figueiredo. Delson Pinheiro Curti. Duque de Caxias – RJ – 1958 – Flaviano Souza – 16/3/1928. Guarabira – PB – 1958 – Ilo Lins Barradas. Leocádio Perli dos Santos. contadores (épocas distintas). Formosa – GO – 1958 – Raimundo Correia de Menezes. Goiás – GO – 1958 – João Baran – 10/3/1939. Hélio Moura. contador. gerentes.

Ituverava – SP – 1958 – Nadir Deleuse – 30/12/1942. gerente. . contador. contador. gerente. inspetor. contador. Itacoatiara – AM – 1958 – Antônio Pinheiro Melo. contador. Itapipoca – CE – 1958 – Francisco Xavier de Vasconcelos. Ipameri – GO – 1958 – Durval Pereira da Silva. Jaboticabal – SP – 1958 – Emílio Ferreira da Matta. Stélio da Conceição Araújo. contador. contador. Jacarezinho – PR – 1958 – Irineu Frare Batista. Fernando Nogueira Brito. Itabaiana – PB – 1958 – Gilvan Guedes Pessoa. de Oliveira. Walter Vellozo Pinheiro de Lemos. contador. Itapetininga – SP – 1958 – Antônio de Souza Gomes. Samuel Correa Borges Júnior. gerente. contador. Ariosto Loureiro da Silva. contador. Edgard José de Souza. gerente. Itaperuna – RJ – 1958 – Nilo Targino Teixeira. contador. gerente.473 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Guiratinga – MT – 1958 – Woldiney Soares contador. gerente. contador. Irati – PR – 1958 – Celso da Costa Saboia. Walter Machado de Oliveira. Kluck Magri. gerente. Jacques de Oliveira. contador. inspetor. Ipameri – GO – 1958 – Cecílio José Daher. contador. Ipiaú – BA – 1958 – Aurélio Pereira de Souza. gerente. Ipu – CE – 1958 – José Benevides de Alencar Teixeira. Ernesto Masselani – 29/7/1940. gerente. Itajubá – MG – 1958 – Celso Fernando de Lima Lyra. gerente. Itumbiara – GO – 1958 – Daniel da Costa Freitas Filho. Jacobina – BA – 1958 – Antônio Augusto de Lima. contador. Itaberaba – BA – 1958 – Heitor Silva Oliveira.

contador. advogado. gerente. contador. gerente. contador. gerente. Lençóis – BA – 1958 – Arnaldo Gomes da Silva. Jair Guiguet Leal. gerente. gerente. Luzilândia – PI – 1958 – Almir Martins da Rocha. Hugo Nieble de Freitas. Manhuaçu – MG – 1958 – José Lopes do Sacramento. Limoeiro – PE – 1958 – Nilton Vilanova de Albuquerque.474 Joaçaba – SC – 1958 – Alfredo Liberato Meyer. contador. Lavras – MG – 1958 – Olavo Silva – 19/7/1945. Madureira – Metr. . contador. RJ – 1958 – Roque Lyrio Cruz. Antônio Carlos Vieira da Cunha. contador. contador. contador. Mogi das Cruzes – SP – 1958 – Edimar de Deus Nunes. Lagoa Vermelha – RS – 1958 – Cyro Prado Sampaio. gerente. RJ – 1958 – Elpídio Veiga Valladares. Machado – MG – 13/9/1958 – Hugo Nogueira Starling. Sinval Tavares da Silva. Macapá – AP – 1958 – Francisco Couto Fernandes Filho. Macaé – RJ – 1958 – Oscar Matos Filho. Laguna – SC – 1958 – Dylton do Valle Pereira. contador. gerente. Lages – SC – 1958 – Newton Soares Modesto de Almeida.FERNANDO PINHEIRO . gerente. Maringá – PR – 1958 – Eduardo Silveira da Rosa. gerente. Ayrton Pinheiro. Juiz de Fora – MG – 1958 – Isaltino da Silveira Filho. gerente. contador. contador. contador. contador. Méier – Metr. Maceió – AL – 1958 – Hermilo Chrispim Vieira. Wilson Mendes de Freitas. contador. Lajeado – RS – 1958 – Odilo José Tireli. Mafra – SC – 1958 – Lourival Moreira – 21/9/1942. contador.

Palmeira das Missões – RS – 1958 – Fermino Conrado de Marchi. gerente. Parintins – AM – 1958 – José Carvalho. Alceu Subtil Chueire. Paracatu – MG – 1958 – Carlos Fernandes. Montenegro – RS – 1958 – Érico Corrêa – 28/7/1941. Novo Hamburgo – RS – 1958 – Paulo de Oliveira Leitão. Óbidos – PA – 1958 – Charles Armand Merabet. encarregado de câmbio. gerente. Severino Correia de Melo. Pará de Minas – MG – 1958 – Ivon Pires – 2/5/1955. Edmonson Fernandes Negreiros. gerente. gerente. José Bernal Júnior. contador. inspetor. gerente. gerente. Aloísio Lobo das Mercês. gerente. Dante Américo Rossi. Jacques de Oliveira Rocha. . gerente. Alberto Ignácio da Silveira. contador. gerente. gerente (integrante da 1ª turma de bachareis da Faculdade de Direito de Bauru – SP). contador. Nova Iguaçu – RJ – 1958 – Cial Brito – 8/3/1941. Mário Seara. Abel Neuppmann – 28/3/1949. Ourinhos – SP – 1958 – Oscar Mattos Filho. Mundo Novo – BA – 1958 – Benedito Gomes Montal. gerente. Paranavaí – PR – 1958 – Esequiel Garcia de Almeida. Palmares – PE – 1958 – Jorge José de Albuquerque Leal. gerente. Nova Granada – SP – 1958 – Ary da Costa Nogueira. Paraguaçu Paulista – SP – 1958 – João Moreira da Silva Filho.475 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Monte Carmelo – MG – 1958 – Raul Campos Júnior. contador. gerente (épocas distintas). contador. contadores (épocas distintas). Paranaguá – PR – 1958 – Rostil da Silva Matos. Júlio Maia – 26/9/1942. gerente. contador. contador. contador. contador.

inspetor. Poços de Caldas – MG – 1958 – Arnaldo Ferraz Graça. contador. Paulo Alves de Oliveira Ferraz. contador. Piracuruca – PI – 1958 – José Maria de Pinho Pessoa. Pedra Azul – MG – 1958 – Herculano Ventura Horta Barbosa. contador. Pouso Alegre – MG – 1958 – Arnaldo Ratto – 11/6/1941. gerente. Piripiri – PI – 1958 – Antônio Fortes de Pádua. contador. gerente. João Baptista Machado Filho. Paulo Hippólito. Jacques de Oliveira Rocha. gerente. contador. Penápolis – SP – 1958 – Kluk Magri – 22/8/1942. contador. inspetor. Porto Velho – RO – 1958 – Ralph Seixas Vieira. contadores (épocas distintas). Antônio Pereira de Castro.476 Passos – MG – 1958 – Wilson Ferreira – 26/3/1945. gerente. Ponta Porã – MS – 1958 – Ary Coelho – 6/10/1942. contador. gerente. Gustavo Rezende Ferreira. inspetor. contador. Francisco das Chagas Castelo Branco. gerente.FERNANDO PINHEIRO . Jurandir Mendes Craveiro. gerente. Penedo – AL – 1958 – Pedro de Albuquerque Alencar. Patos de Minas – MG – 1958 – Luiz Theobaldo de Lamônica. gerente. Artur Almeida Carvalho. Aluízio Peixoto Laranjeira. Pederneiras – SP – 1958 – José Carlos Baraúna. Pompeia – SP – 1958 – Alceny José Sérgio. . Domingos Joannes Musitano. inspetor. Olavo Silva. gerentes (épocas distintas). Ponte Nova – MG – 1958 – Nilson Gomes Quaresma. gerente. Justino Olidense de Abreu e Lima. Rivadávia Bahia Vianna. contador. gerentes (épocas distintas).

Presidente Venceslau – SP – 1958 – Túlio de Sampaio Machado. Rio do Sul – SC – 1958 – Roberto Ferraz Costa Souza. Edísio Souto – 24/10/1945. Rio Verde – GO – 1958 – Francisco de Andrade Porto. Stênio Costa Correia. Rio Pardo – RS – 1958 – José Edjalma Carneiro. contador. João Gualberto de Mattos. Nuno Ramos. Teófilo Pacheco Conduru. contador. gerentes (épocas distintas). contador. gerentes (épocas distintas). contador. contador. Jacques de Oliveira Rocha. Antônio Cruz Saldanha. gerente. . Francisco Medina Coeli. Propriá – SE – 1958 – Eurico Cordeiro da Rocha. Oswaldo Vitoriano da Silva. Promissão – SP – 1958 – Rubens Cunha Rodrigues. Rancharia – SP – 1958 – Antônio Pereira de Castro. gerente. Resende – RJ – 1958 – Octávio Maia Amaral. contador. Rio Branco – AC – 1958 – Guilherme Correa de Almeida. José Carlos Lopes. inspetor. José Gomes de Godoy. contador. contador. RJ – 1958 – Edgard Seraphico de Souza. inspetor. inspetor. gerentes (épocas distintas). gerente. Antônio Ozéas de Almeida. Santa Maria – RS – 1958 – Ney Silla – 11/7/1939. Ignácio Ferrero – 14/5/1930. João Gualberto de Mattos. Manuel Fernandes de Lima. Virgílio Leitão de Abreu. contador. contador. contadores (épocas distintas). Antônio Martinez Fernandez. Ramos – Metr. Rio Claro – SP – 1958 – Antônio de Campos – 26/1/1940. Sebastião Ribeiro Galvão. gerente. Ribeirão Preto – SP – 1958 – Antônio da Costa Rezende. gerente. gerente. gerente.477 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Presidente Prudente – SP – 1958 – Ademar de Campos Monteiro. contadores. contadores (épocas distintas).

Taquaritinga – SP – 1958 – Luiz Nex – 5/4/1945. contador. Sebastião de Carvalho – 27/3/1945. Jacques de Oliveira Rocha. Nelson Galli – 23/11/1942. Senador Pompeu – CE – 1958 – Paulo Henriques de Lavor.478 Santana do Ipanema – AL – 1958 – Aloysio Ubaldo da Silva Nonô. contador. gerente. RJ – 1958 – Eurico Paes Barreto Pessoa. José Ubiratan de Brito Coelho. contador. Três Rios – RJ – 1958 – Manoel Heraldo Valladão. gerente. contador. Roosevelt Miranda – 4/4/1949. contador. São Luís – MA – 1958 – José Serra de Castro. Tijuca – Metr. José Rubens Galvão. contador Teófilo Otoni – MG – 1958 – Walter Dias Galvão. Tupaciguara – MG – 20/9/1958 – Fernando de Rezende Reis. Tubarão – SC – 1958 – Waldo Luiz Gelosa. contadores (épocas distintas). contador. Carlos Aguiar – 2/6/1942. São Caetano do Sul – SP – 1958 – José Wilson de Miranda Escórcio. . João Franco Arcos. gerente. contador. Expedito Gerardo de Vasconcelos. contador. Ayrton Batinga de Mendonça. contador. gerente. Sobral – CE – 1958 – Pedro de Mello Assumpção. contador São Félix – BA – 1958 – Ariston Borges Barreto. gerente. gerentes (épocas distintas). contador. gerente. gerente. contador. João Augusto Frossard. Alberto Mário Buarque de Paiva. Oscar Fontenelle – 28/6/1938. inspetor. gerente. Nelson Afonso – 4/8/1947. inspetor. inspetor.FERNANDO PINHEIRO . São João Del Rei – MG – 1958 – Júlio Mário Mourão. Santo Anastácio – SP – 1958 – Ernesto Masselani. Hely Torres Alves. São Mateus – ES – 1958 – Wilson da Silva Athaydes. contadores (épocas distintas).

Danillo Fernandes Magalhães. gerentes (épocas distintas). contador. gerente. gerente.479 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ubaitaba – BA – 1958 – Carlos Alberto da Nova Brandão. contador. Victor Muhana – 24/3/1947. José Nogueira de Barros. Oswaldo Jorge. subgerente. . José dos Santos Primo. subgerente. contador. Alegre – ES – 1959 – Francisco Ferreira Gomes Neto. Uraí – PR – 20/11/1958 – Arlindo Geraldo – contador. subgerente. 2/1/1943. Viçosa – AL – 1958 – Armando Delácio – 14/4/1949. gerente. José Leite da Silva. subgerente. União dos Palmares – AL – 1958 – Afrânio de Góis Andrade. contador. gerente. Uberlândia – MG – 1958 – Murilo do Carmo Barbosa. Antônio Tertuíno Vieira. inspetor. Varginha – MG – 1958 – Mário Stemi Galeti. Votuporanga – SP – 1958 – Pedro Sanches – 30/4/1949. Benjamin Solter – 20/4/1943. Vitória da Conquista – BA – 1958 – Louvival Oliveira Gomes. contador. contador. contador. contador. gerente. Videira – SC – 6/12/1958 – Americano do Brasil Gomes. gerente. Acesita – MG – 1959 – Almiro Fernandes de Paula. Alegrete – RS – 1959 – Ewaldo Teixeira Paes de Barros. União – PI – 1958 – Pierre Perahia Alhadef. Vitória de Santo Antão – PE – 1958 – Milton Washington de Mendonça. Adamantina – SP – 1959 – Clóvis da Câmara Nery. contador. Vacaria – RS – 1958 – Raul José Adami. Valença – RJ – 13/12/1958 – Jadyr Castro Salles. contadores (épocas distintas). gerente. Mário Augusto Seawright.

Irineu Fernandes – 26/4/1949. gerente. contador. gerente. Aloysio Carvalho Muniz Freire. Joaquim Helvécio Ribeiro Gonçalves. subgerente. Arapongas – PR – 1959 – Luciano de Mello Pinta. subgerente. gerente. subgerente. Christovam Machado Barbosa. subgerente. ex–chefe da Seção Custódia. Manoel Salek. Wilson Almeida de Andrade. Jurandir Mendes Craveiro. gerente. subgerente–adjunto. . Araguari – MG – 1959 – Martiniano Mavignier de Araújo. Americana – SP – 1959 – Artur de Castro Leite. Marcos Machado Pimenta. Aquidauana – MS – 1959 – Delson Gonçalves – 21/5/1943. gerente. subgerente. Amargosa – BA – 1959 – Luiz Barbosa Viana. gerente. Anápolis – GO – 1959 – Almir Machado. subgerente. contador. subgerente (épocas distintas).FERNANDO PINHEIRO . gerentes (épocas distintas). subgerentes (épocas distintas). Pedro Paulo Sampaio. Hugo Lacoste – 3/7/1928. Nivaldo Neves – 6/4/1943. subgerente. procuradores. chefe–de–gabinete do subgerente. Afrânio Gomes de Oliveira. Joaquim Antônio Lopes Filho. gerente. Alfenas – MG – 1959 – Benedicto Cesar Barreiros de Campos. Almenara – MG – 1959 – Walter Garcez Marre. João Osman da Silva Mattos. José Machado – 3/2/1940. Aracaju – SE – 1959 – César Lopes Trindade de Melo. chefe da Seção de Depósitos. João de Araújo Jorge. João Moreira – 16/7/1947. chefe da Seção de Custódia. Araçuaí – MG – 1959 – Omar Pernambucano de Nogueira. subgerente. Araxá – MG – 1959 – Antônio Campolina França – 29/8/1942.480 Agência Central – RJ – 1959 – Kleber Corrêa Lemos. Ruy Ubaldo Ribeiro. gerente. Octacílio Assis Rodrigues. subgerente.

Bandeirantes – PR – 18/5/1959 – Hélio Costa Galvão. RJ – 1959 – José Leite Ribeiro. Antônio Franco. contador. SP – 1959 – Joffre Franco Bicalho. subgerente. gerentes (épocas distintas). Bom Retiro – Metr. Atibaia – SP – 7/3/1959 – Rubens Correa da Cunha. subgerente. Baturité – CE – 1959 – José Miguel Filho. subgerente. João Gonçalves de Camargo. Boa Vista – RR – 1959 – Marco Aurélio Machado Silva.481 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Arcoverde – PE – 1959 – Luiz Demétrio Guimarães Simões. contador. Boa Esperança – MG – 1959 – Orlando de Lima Paes. Bandeira – Metr. subgerente. SP – 1959 – Wilson Barcellos – 9/12/1939. Bom Jesus do Itabapoana – RJ – 1959 – Celso Loureiro Pereira. subgerente. gerente. Mário Gonçalves Luz. Raimundo Ludovico Evelim Pereira. gerente. gerente–adjunto. Antônio Mendes dos Reis. gerentes (épocas distintas). subgerente. Setembrino Xavier – 27/4/1944. Carlos Matheus – 13/5/1941. Barra do Piraí – RJ – 1959 – Geraldo Pinto de Brito Pereira. gerente. subgerentes (épocas distintas). . Barbacena – MG – 1959 – João Batista Garchet. Bagé – RS – 1959 – Darci Luiz Quintana. Bosque da Saúde – Metr. Jorge Braz do Canto. gerente. gerente. subgerente. gerente. José Ferreira Cardoso. Raimundo Casimiro. Belo Horizonte – MG – 1959 – Carlos Prates Filho. gerente. subgerente. Barreiras – BA – 1959 – Osmar Nilo de Jesus Lima Bezerra. Gastão Malachini – 5/1/1939. gerente. gerente.

subgerente. Buriti Alegre – GO – 1959 – João Ramos Neiva. contadores (épocas distintas).482 Bragança Paulista – SP – 1959 – Charles Champion – 25/11/1942 contador. subgerente. . gerente. Cataguases – MG – 1959 – Renato Soares Teixeira. Nassir Edin Pires de Lima Rebelo. Cabo Frio – RJ – 1959 – Jaire Perez de Vasconcelos.FERNANDO PINHEIRO . João do Val Carneiro. gerentes (épocas distintas). gerente. gerente. Gastão da Silva Dias. Caruaru – PE – 1959 – Rútilo Pinheiro de Melo. Caratinga – MG – 1959 – Geraldo Aleixo de Oliveira. Lucy Maria Costa. gerente. Dilson de Lima Ferreira. Capelinha – MG – 1959 – Antônio Faria de Souza. gerente. gerente. Cantagalo – RJ – 1959 – José Thales da Silva Mello. Casa Branca – SP – 2/3/1959 – Artur Almeida Carvalho. subgerente. subgerente. Campo Belo – MG – 1959 – Antônio de Oliveira – 8/2/1943. Carangola – MG – 1959 – Jarbas Vieira de Carvalho. gerente. gerente. Caçador – SC – 1959 – José Amaral Pereira. gerentes (épocas distintas). Aristides Gaspar de Oliveira Filho. Wilson de Salles – 9/7/1941. Campo Grande – MS – 1959 – Antônio Lopes Lins. subgerente. Orlando Vieira – 29/7/1952. subgerente. subgerente. Cajazeiras – PB – 1959 – Eudoro Portela Melo. gerente. gerente. Cachoeiro do Itapemirim – ES – 1959 – José Gaspar de Oliveira. Aldo Moreira Ramos. gerente. Campo Mourão – PR – 12/1/1959 – Carlos Lopes Couto. subgerente. Cambará – PR – 1959 – Newton de Menezes – 13/5/1941.

Constâncio Alves de Castro. Plínio José Lourenço de Sousa.483 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Catalão – GO – 1959 – Araripe de Melo. Concórdia – SC – 2/2/1959 – Antônio Vasconcellos Santiago. Pedro Motta – 23/1/1951. subgerente Colatina – ES – 1959 – José Clemente da Silva. Cruzeiro do Sul – AC – 1959 – Hélio Caetano Frota Leitão. Tadeu Szpoganicz – 12/4/1949. contadores (épocas distintas). gerente. Cratéus – CE – 1959 – Waldemir Rosa Chaves. Francisco Galvão Cidreira. Cruz das Almas – BA – 18/2/1959 – Manoel Lages da Rocha. gerente. Octávio de Araújo. Diamantina – MG – 1959 – Joaquim Mattos Quinaud Filho. gerente. gerente. Cuiabá – MT – 1959 – Benedicto Nunes de Figueiredo. gerente. subgerentes (épocas distintas). subgerente. Catanduva – SP – 1959 – Clarindo Brandão – 1/4/1938. Heitor Eduardo de Oliveira. Cidade Alta – Metr. João Rodrigues – 3/6/1941. gerente. Agenor Simões Coelho Filho. subgerente. gerente. gerente. Cruzeiro – SP – 20/11/1959 – Antônio Molinaro Puccini. gerente. gerente. gerente. . contadores (épocas distintas). subgerente. Alberto Antônio Calil Mansur Bumlai. Crato – CE – 1959 – José Esmeraldo Barreto. BA – 1959 – Thelmo Dantas Motta. Curitiba – PR – 1959 – Hermes Büchele. Criciúma – SC – 17/1/1959 – Sílvio Pereira – 28/7/1943. gerente. contador. contador. José Edésio Climaco Ferreira. Raul Franklin Rêgo. Corumbá – MS – 1959 – Cláudio Gabriel dos Santos. Raimundo Araújo Maranhão. gerente. José Ribamar Ferreira da Silva Cruz. subgerente. subgerente. contador.

Francisco Sá – MG – 4/7/1959 – José Antônio Fonseca Menezes. Waldemar Heyden – 16/8/1944. gerente (posse no BB: 1/12/1928. Florianópolis – SC – 1959 – Fernando Mesquita – 13/8/1934. Farrapos – Metr. Jacques de Oliveira Rocha. subgerente. gerente. subgerente. contador. Estrela do Sul – MG – 11/9/1959 – Mário Campos – 12/4/1949. contador. Antônio Albino de Oliveira. Fortaleza – CE – 1959 – Heitor Esteves Nobre. gerente. Formiga – MG – 1959 – Álvaro Dantas Mota. gerente.FERNANDO PINHEIRO .484 Divinópolis – MG – 1959 – Roberto Donaldo Vespúcio. João Luz Toralles. Frutal – MG – 11/4/1959 – Mário Campos – 12/4/1949. RS – 1959 – Isidoro Neves da Fontoura. Mário Conceição Prates. contador. gerente. . gerente. gerente. Foz do Iguaçu – PR – 1959 – Italino Peruffo – 12/10/1949. subgerente. advogado. 15/1/1964). Estrela – RS – 20/5/1959 – Ary Teixeira Dias. gerente. Formosa – GO – 1959 – João Manrique Rodrigues. Geraldo de Magela Cerqueira. Rubens Ferreira Caetano. Elígio Lima – 9/11/1945. subgerente. gerente. Duque de Caxias – RJ – 1959 – Flaviano Souza. gerente. gerente. Luiz Tiellet – 17/10/1942. Ernio Antônio Thimmig. subgerente. Encruzilhada do Sul – RS – 25/4/1959 – Ary Mello de Lima. contador. Marne Damasceno Ferreira. falec. contadores (épocas distintas). Olavo Almeida. Encantado – RS – 24/4/1959 – Gabino Bueno. inspetor. subgerente. contador. gerente. Natalino dos Santos – 7/2/1949.

subgerente. Vicente Pagliuso. Syrio Testa – 14/6/1949. Alcides Barbiero – 22/8/1949. gerente. Miguel Fernandes de Barros. inspetor. advogado. Guararapes – SP – 30/5/1959 – Milton Pereira Monteiro. subgerente. Nelson Meira de Lucena. subgerente. Ijuí – RS – 1959 – José Lopes Silva Lima Neto. gerente. Guaporé – RS – 30/5/1959 – Marcus Vinicius Rohrig Augê. Cecílio José Daher. Luiz José de Carvalho Pimenta. gerente da Agência Mirandópolis – SP. gerente. Iguatu – CE – 1959 – Milton Monteiro Gondim. Guaçuí – ES – 1959 – Walter Lineu de Paiva. Itajuípe – BA – 8/9/1959 – Elieser Bastos Barbosa. gerente. contador. Igarapava – SP – 4/4/1959 – João Rodrigues de Andrade. Armando Delácio – 14/4/1949. Itambé – BA – 1959 – Eduardo Weyll Fialho Costa.485 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Getúlio Vargas – RS – 5/9/1959 – Mário Kruel Guimarães. gerente. gerentes (épocas distintas). subgerente. subgerente. subgerente. subgerente. subgerente. subgerente. Goiânia – GO – 1959 – Sebastião Rocha Lima. Ipameri – GO – 1959 – Kluck Magri. gerentes. Guajará–Mirim – RO – 1959 – Ralph Seixas Vieira. gerente. contadores (épocas distintas). José Tibúrcio Ferreira. Guarapuava – PR – 1959 – Dalmiro José Santos. Guanhães – MG – 1/4/1959 – Sylvio Avelar Machado. José Rodrigues de Freitas. Irati – PR – 1959 – Antônio Swiech – 3/5/1943. gerente da Agência de Penápolis–SP (em 1964. Antônio Peralta Cunha. . gerente. subgerente. Guaratinguetá – SP – 1959 – Ofir Alves Vianna. José Alberto Franco Aranha. gerente.

gerente. subgerente. subgerente. Laguna – SC – 1959 – José Saad – 30/6/1944. Jequié – BA – 1959 – Saul Porto Pedrosa. contador. gerente. Itararé – SP – 11/4/1959 – João Rolim Júnior. Ubirajara Costa – 29/7/1943. Gildo Bergantini – 16/3/1944. gerente. gerente. Arlindo Oliveira de Santana. Itu – SP – 1959 – Clodoveu Romualdo Scotti. Adélio Mendes – 10/10/1947. José Milton de Vasconcelos Portela. gerente. Mafra – SC – 1959 – Paulo Emílio Guimarães. subgerente. Manoel Joaquim de Rubim Costa. gerente. Luz – Metr. Jequitinhonha – MG – 2/3/1959 – Márcio dos Reis Barbosa. Jales – SP – 4/2/1959 – Alceo Gomes – 7/3/1947. Itaqui – RS – 1959 – Flávio Ferraz de Carvalho e Silva. gerente. Lins – SP – 1959 – Homero Bueno Libretti. subgerente. gerente. gerente. subgerente Lençóis – BA – 1959 – Paulo Barbosa – 22/3/1943.486 Itapipoca – CE – 1959 – Francisco Xavier de Vasconcelos. Jaguarão – RS – 1959 – Darcy Mattos Fonseca. contador. . Lavras – MG – 1959 – Paulo José de Abreu. gerente. Hélio Fontanella – 22/2/1952. contador. gerente. contador. Juazeiro do Norte – CE – 30/5/1959 – Antônio Arraes Sobrinho. Lagarto – SE – 1959 – José Rafael Cartaxo. gerente. gerente. gerente. gerente. subgerente. Ituverava – SP – 1959 – Wilson Donega – 16/5/1941.FERNANDO PINHEIRO . subgerente. Mantena – MG – 31/5/1959 – Acilino Máximo – 23/3/1945. SP – 30/7/1959 – Carlos Aldigueri – 21/12/1928 . Itauna – MG – 4/5/1959 – Hilton Carvalheira Ramos.

Rubens Costa – 7/11/1947. subgerentes. contador. . subgerente. Mimoso do Sul – ES – 1959 – Ebert Perlingeiro Lanhas. Alcides Martinelli – 2/7/1945. gerente. Monte Aprazível – SP – 1959 – Vicente Pagliuso – 10/2/1949. gerentes Olintho Barbosa Fonseca. Antônio Cavalcanti de Oliveira Lima Filho. contadores (épocas distintas). contador. RJ – 1959 – Carlos de Lima e Silva. gerente. João Nivaldo Milito. Harald Dietze. Monte Carmelo – MG – 1959 – Raul Campos Júnior. Mococa – SP – 14/2/1959 – Ary Alberto Vidotto. subgerentes (épocas distintas). gerente. gerente. gerente da Agência Lavras – MG). João de Oliveira Martins. Méier – Metr. Monteiro – PB – 1959 – José Mariano de Almeida Bittencourt. gerente. contadores (épocas distintas). gerentes (épocas distintas). RJ – 1959 – Rua do Acre. gerente. José Schmidt Pinto. SP – 1959 subgerente. subgerente. gerente. – Oswaldo Loureiro das Neves. 15. Maringá – PR – 1959 – Sebastião Monteiro Ferraz. Kleber Franco de Loyola. Luiz Theobaldo de Lamonica. gerente. Hélio Saran Rezende. contador. Morrinhos – GO – 1959 – Milton de Mello. Mirandópolis – SP – 31/10/1959 – Klerk Magri – 22/8/1942. Levy de Araújo Silva. ex–gerente (em 1964. João Baptista Jardim. Lafayette Álvares de Lima. Edifício Conselheiro Diogo – Alberto de Andrade Ribeiro Dantas. Bernardo Brandimarti – 22/4/1949. Paulo de Matos Araújo. Maracaju – MS – 14/3/1959 – Nery de Oliveira – 29/1/1947. inspetor. contadores (épocas distintas). Mooca – Metr. José Farias.487 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Manhumirim – MG – 14/2/1959 – Fued Farhat – 6/6/1941. Mauá – Metr.

FERNANDO PINHEIRO . Patrocínio – MG – 1959 – Antônio Cavalcanti de Oliveira Lima Filho.488 Mundo Novo – BA – 1959 – Benedito Gomes Montal. Patos de Minas – MG – 1959 – Olavo Silva – 19/7/1945. Muriaé – MG – 1959 – José de Mattos Silveira. subgerente (épocas distintas). gerente. gerente. advogado. . Paraguaçu Paulista – SP – 1959 – João Moreira da Silva Filho. subgerente. Luiz Theobaldo de Lamônica. Henrique José Rodrigues Filho. subgerente. gerente. Raimundo Nonato Coelho de Souza. Paranavaí – PR – 1959 – Altamiro Batista dos Anjos. Palmeira das Missões – RS – 1959 – Ernio Antônio Thimig. Fausto Bissolati Sant´Anna. gerente. gerente. Oliveiro Batista de Miranda. Paracatu – MG – 1959 – Benjamin Batista Borges. gerente. Elly Mesquita Vellozo. contador. Oswaldo Cruz – SP – 4/7/1959 – Américo Pereira Russo. contadores (épocas distintas). contador. gerente. Patos – PB – 1959 – João Batista Furtado. subgerente. Ney Menna Barreto. inspetor. Nova Prata – RS – 20/1/1959 – Adão Ferreira de Almeida. contador. gerente. subgerente. subgerente. Novo Hamburgo – SP – 1959 – Jorge Valle Machado. Orlândia – SP – 1959 – João Gualberto de Mattos. Fermino Conrado de Marchi. Acilino Máximo. gerente. Antônio Pacheco – 17/11/1947. Oliveira – SP – 15/8/1959 – Arthemenio Vaz Tonelli. Nova Friburgo – RJ – 1959 – Amaro de Salles Barradas. Nazaré – BA – 1959 – Isaac da Silva Embiruçu. subgerente. subgerente. subgerente. Rubem Antônio da Rocha. subgerente. subgerente. gerente. Paranaguá – PR – 1959 – Lycio Guimarães Kolhy. Adalberto Antônio Pernambuco Nogueira.

Arnaldo Schaefer – 17/9/1945. Pompéia – SP – 1959 – André Martinez Sanchez. subgerente. Rio Bonito – RJ – 1959 – Agenor Mendes – 25/1/1940. gerente. subgerente. subgerente. Almir Hermes de Oliveira. subgerente. Eliud Sousa Martins. Porecatu – PR – 6/7/1959 – Wagner Moraes – 19/11/1940. Pedreiras – MA – 1959 – Agenor Nepomuceno Mendes. subgerente.489 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Pedra Azul – MG – 1959 – Luiz Teixeira Palácio. gerente. Ponta Grossa – PR – 1959 – Francisco Teixeira Ribas. subgerente. gerente. subgerente. gerente. Ignácio Ferrero – 14/5/1930. Piracuruca – PI – 1959 – Francisco de Paulo Neves. gerente. SP – 1959 – João Nivaldo Milito. Ruy Holzmann. subgerente. subgerente. gerente. Raul Soares – MG – 1959 – Crizólito Sallignac de Souza. Pirajuí – SP – 1959 – Antônio Lopes Garcia – 6/9/1947. Piraju – SP – 1959 – Glaycon Andrade Ferreira. gerente. Pirapora – MG – 1959 – Alfredo Higino Caldeira. gerente. Alberto Carlos Magno Sobrinho. subgerente. subgerente. Ponta Porã – MS – 1959 – Hugo Leite Penteado. subgerente. Ribeirão Preto – SP – 1959 – André Bréscia – 3/5/1943. subgerente. Pereira Barreto – SP – 4/7/1959 – Carlos Mendonça – 22/12/1941. Rancharia – SP – 1959 – Antônio Rodrigues da Silva – 20/6/1942. subgerente. . Pinheiros – Metr. subgerentes (épocas distintas). Porto Alegre – RS – 1959 – José Jorge da Silva – 12/5/1930. Picos – PI – 1959 – José Botelho Barbosa. Pirassununga – SP – 1959 – Guilherme Sperry Cezar. gerente.

gerente da Agência Santo André – SP. gerente. Hermínio Faria Cancella. Aloísio Lobo das Mercês. subgerente. Gelson Lopes da Cruz. Santo Amaro – Metr. Fausto Chacon – 26/7/1943. apos. São Gabriel – RS – 1959 – Aristóteles Vaz de Carvalho e Silva.490 Rio Branco – AC – 1959 – Ubirajara Rayol – 14/3/1947. subgerente. gerente. Santa Rosa – RS – 1959 – Romero José Gollo. gerente durante quase 10 anos de gestão (posse no BB: 23/11/1926. subgerente.FERNANDO PINHEIRO . gerente–adjunto. gerente (posse no BB: 12/10/1933. . gerente. Santa Teresa – ES – 1959 – Arlindo Ricardo Pasolini. Santos – SP – 1959 – Cândido de Azeredo Filho. João de Amorim Rêgo. gerente. Alpheu Alves Machado. gerente. SP – 1959 – Oscar Dias de Mello. Salvador – Agência Centro – BA – 1959 – Abelardo Gomes Parente. subgerente. gerente. gerentes (épocas distintas). São Bernardo do Campo – SP – 18/5/1959 – José Carlos Barbosa de Barros. Santo Antônio da Platina – PR – 4/5/1959 – Hélio Costa Galvão. subgerente. 14/10/1963). contador. subgerente. gerente. gerente. Cezare Isolani – 5/2/1952. Nilson Rodrigues de Figueiredo. José Benedito Aranha. Rosário do Sul – RS – 1959 – Alfredo Paranhos Cantalice. Constantino Pedreira Martins. gerente. Rolândia – PR – 1959 – Nestabo de Araújo – 21/11/1947. subgerente. Fausto Vieira Estelita Lins. Santo Ângelo – RS – 1959 – Jadir Beck Leite. Santiago – RS – 1959 – José Voney Silveira. 7/4/1959). apos. Djalma Pereira Maia. subgerente.

José Américo Botelho. subgerente. Serrinha – BA – 1959 – José Evaldo Ramos. contadores (épocas distintas). Saúde – Metr. São Sebastião do Paraíso – MG – 20/1/1959 – Antõnio Madureira Murta. São José do Rio Pardo – SP – 1959 – Gilberto Leite Ribeiro. gerente. Taquara – RS – 14/3/1959 – Heloísio Amorim Machado. gerente. Timbaúba – PB – 8/9/1959 – João de Carvalho Vaz. Moacyr Pegoraro – 1/4/1943. RJ – 2/7/1959 – Alberto de Andrade Ribeiro Dantas.491 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL São José dos Campos – SP – 1959 – Luiz Athayde Rocha de Matos. subgerente. Moacyr Vicente – 19/4/1943. gerente. Senhor do Bonfim – BA – 1959 – Arthur Newton de Lemos Netto. gerente São Mateus – ES – 1959 – Osmar Andrade Ayres. Geraldo Aleixo de Oliveira. Deocleciano Malheiros Corrêa. São Leopoldo – RS – 1959 – Sereno de Quadros Schleder. subgerente. João dos Santos – 21/4/1948. São Manuel – SP – 1959 – Álvaro Ghiraldelli – 10/4/1944. subgerente. contador. Paulo Alves de Oliveira Ferraz. gerentes (épocas distintas). São Paulo – Agência Centro – SP – 1959 – Jonathas Mattos Júnior. Ary Alberto Vidotto. gerente– adjunto. inspetor. gerente. subgerente. subgerente. Joaquim Pereira da Silva Filho. . José Farias – 23/2/1937. João Batista Raimo. subgerente. inspetor (Cacex). José Benedicto Aranha. gerentes (épocas distintas). encarregado da Cacex em São Paulo. subgerente. Uaracy Portes da Silva. gerente. Três Corações – MG – 1959 – Cândido Almeida Freitas.

gerente. constituída . Três Pontas – MG – 18/4/1959 – Olintho Barbosa Fonseca. José Reis Junqueira. inspetor-geral. Paulo de Mattos Araújo. gerente. Ary Coelho – 6/10/1942. subgerente.492 Três Lagoas – MS – 1959 – Edwiges Ziolkoski – 5/1/1942. a IAGEX – Inspetoria de Agência do Exterior iniciou operações em setembro/1960. Criada em 24/2/1960.FERNANDO PINHEIRO . contador. subgerente. subgerente. gerente. Em janeiro/1960. gerente. Geraldo Pires – 3/6/1942. e Armando Sereno de Oliveira. sob o comando de Paulino Jaguaribe. União dos Palmares – AL – 1959 – Alberto Mário Buarque de Paiva. ocorreram as seguintes nomeações. subgerente. Pedro Lima. gerente. gerente. subgerente. Expedito Geraldo Teixeira. Viçosa – AL – 1959 – Jairo Jucá – 27/12/1939. Luiz Rodolfo de Gouveia Rêgo. inspetor-adjunto. Tupã – SP – 1959 – Carlos Busse Júnior. inspetor na cidade do Recife [Revista AABB – Rio – 1959]. chefe–de–gabinete da Gerência da CAMOB. subgerente. com o objetivo de supervisionar as relações das agências do exterior com a Direção Geral e efetuar estudos sobre a necessidade de expandir a rede externa. Haroldo Savaget Calaza. Viçosa – MG – 18//5/1959 – Fued Farhat – 6/6/1941. subgerentes (épocas distintas). Tubarão – SC – 1959 – Ruy Marques – 7/5/1941. inspetor – Cooperativa dos Funcionários do Banco do Brasil. Tupi Paulista – SP – 2/7/1959 – Yoshinao Fuziki – 2/5/1949. inspetor 20ª Zona – CREGE–DF. Vitória – ES – 1959 – José Rodrigues – 12/1/1940. Lahir Terraz – 13/4/1944. Valparaíso – SP – 1959 – André Comitre – 18/10/1930.

foi inaugurada a Agência Central – Brasília – DF. Argentina (1959) e. Ainda no mês de abril/1960. – Retratos originais p & b – 14. Pedreira de Freitas. Buenos Aires. – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. no 2° plano. Cylon Rosa. A 1ª Reunião da Diretoria do Banco do Brasil. Uruguai ((1945). presidente do Banco do Brasil e CÉLIA ROSCOE CHAGAS BICALHO. Carlos Cardoso. gerente da Agência Central. onde sempre considerou escola de trabalho e de civismo. ministro da Fazenda. Bolívia [Revista AABB – Rio – 1960]. que proferiu discurso lembrando a passagem pelo Banco do Brasil. com a presença de Sebastião Paes de Almeida. e. seguido no 1° plano. profere o discurso de inauguração. Iconografia descrita conforme abaixo: Fotos n°s 125.493 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL àquela época das agências. Mendes de Souza e Arthur Santos [Revista AABB – Rio – 1960]. elegantemente vestida. 126 – BANCO DO BRASIL – Agência Central – Brasília – DF – abril/1960 – À direita. presidente do Banco do Brasil. executivos da Agência. La Paz.5 x 9 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. SEBASTIÃO PAES DE ALMEIDA. ladeado por MAURÍCIO CHAGAS BICALHO. Ignácio Tosta Filho. Paulo Affonso Poock Corrêa. aconteceu no dia 21 de abril de 1960. Fotos n°s 125. em abril/1960. Paraguai (1941). 126 – BANCO DO BRASIL – Agência Central – Brasília – DF – abril/1960 – À esquerda. Montevidéu. Estavam presentes o presidente Maurício Chagas Bicalho e os diretores Ricardo Xavier da Silveira. FRANCISCO FERNANDES SANTIAGO. ao tempo em que ocorriam os festejos da inauguração da nova capital da República. tendo à frente o casal MAURÍCIO CHAGAS BICALHO. instaladas anteriormente: Assunção. – Retratos originais p & b – 14. ministro da Fazenda. por diretores do Banco do Brasil. realizada em Brasília–DF.5 x 9 cm. .

visita as instalações do edifício–sede do Banco do Brasil. ministro da Fazenda.5 x 9 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. presidente da República. presidente do Banco do Brasil.FERNANDO PINHEIRO .JUSCELINO KUBITSCHEK. o presidente do BB assiste JK assinando a ficha de depósitos da Agência Central que lhe foi entregue pelo gerente Francisco Fernandes Santiago. acompanhado de MAURÍCIO CHAGAS BICALHO. 123.5 cm. do gerente–instalador Wener Margiosso Boscacci e de inúmeras autoridades [Revista AABB – Rio – 1964]. Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. – Retrato original p & b – 24 x 17. assina a ficha de depósitos de conta–corrente. Iconografia descrita conforme abaixo: Fotos n° 122. em abril/1960. Foto n° 125 – BANCO DO BRASIL – Agência Central – Brasília – DF – abril/1960 – JUSCELINO KUBITSCHEK. 124 – BANCO DO BRASIL – abril/1960 . a comemoração da cidade que ele construiu. – Retrato original p & b 14. no BB. Juscelino Kubitschek. presidente do Banco do Brasil (3/6/1959 a 6/10/1960). NILO MEDINA COELI. Ao público foram apresentadas as maquetes dos edifícios residenciais do BB. presidente da República. chefe-de-gabinete da Presidência do Banco do Brasil. do embaixador Antônio de Pimentel Brandão. presidente do Banco do Brasil. Bolívia. Foto n° 111 – BANCO DO BRASIL – Presidência – 1960 – MAURÍCIO CHAGAS BICALHO. . presidente da República. e de diversas outras autoridades. em Brasília–DF – Retrato original p & b 14. com a presença do inspetor–geral Paulino Jaguaribe de Oliveira. reunido com diretores. acompanhado de MAURÍCIO CHAGAS BICALHO.494 Nesse mês. na presença de JK. Inaugurada a Agência do Banco do Brasil em La Paz. acompanhado de Sebastião Paes de Almeida. Com a mão direita fechada em cima da mesa denotando vitória. O 1° da esquerda para direita.5 x 9 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. prestigiou.

subgerente 1963 José Elias Felício. subgerente 1972/1973/1974/1975/1976/1977 João Carlos Finardi. subgerente 1981/1985 Reginaldo Paschoalino Medeiros. contador 1963 Walter Delayti – 29/12/1939. Bolívia [Revista AABB – Rio. subgerente 1969 Adão Delci Mantovani Dias. gerente 1975/1976 Juarez Ramos Munhos. gerente 1980/1981 Jesus de Medeiros Ribeiro. gerente 1971 a 1975 – apos. Almanaque do Pessoal – 1964. gerente 04/03/1986 a 31/01/1988 Mário Carlos Rogério Vercesi 09/09/1986 a 11/06/1989 Mário José Soares Esteves 18/04/1988 a 14/04/1991 Manoel Francisco Branco Júnior 21/02/1989 a 04/03/1991 José Augusto de Mendonça Almeida 18/05/1992 a 03/01/1999 Manoel Aparecido dos Santos 15/12/1993 a 09/07/1995 Carlos Alberto Brandão Zalaf 11/12/1995 a 20/02/2000 . 6/1/1975 Paulo Wilson Holland. gerente 1964 (apos. subgerente 1967 Santo Carmello Pistório. subgerente 1981 Wilmar Augusto de Carvalho. a seguir. abril/1960 Wener Margiocco Boscacci. BIP]: LA PAZ – BOLÍVIA Inaug.495 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Mencionamos. subgerente 1977 Júlio Lima de Isaga 02/05/1979 a 09/03/1987 Hildebrando Calixto – 6/2/1963. gerente 1963 Antônio Fragomeni – 16/10/1942. o nome dos funcionários do Banco do Brasil que administraram a Agência de La Paz. subgerente 1975/1976/1977 Antiocho Carneiro de Mendonça. 25/5/1973) Oscar Mattos Filho. subgerente 1971 Dario da Nova Brandão. bem como os Almanaques de 1965 a 1985. gerente 1983/1985 Belmiro Cândido Nazário. gerente 1960 Antônio Myro Brito de Carvalho. subgerente 1963 Jonathas Mattos Júnior. subgerente 1960 Bazílio de Carvalho Sampaio. gerente 1967 Idálio de Abreu Martins.

Altair de Souza Lima. 25ª Zona – Crege – Belo Horizonte. Renato Maurício e Silva – CACEX. Jorge Chaves Camacho. Elmano de Carvalho Delorme. Fioravante Delicato. João Gonçalves de Carvalho. procurador – Agência Central – Brasília – DF.496 LA PAZ – BOLÍVIA Léo Schneiders Renato Gerúndio de Azevedo José Enéas Bueno Júnior Isabel Maria Pereira da Silva Eduardo Figueiredo Neves Inaug. Murillo Maia Mendonça – Corumbá – MS. Hamilton Belfort dos Santos – 6ª Zona Câmbio/Fiban – São Paulo. Em abril/1960. inspetor de Bancos – SUMOC. 26ª Zona Crege – Patrocínio. e ainda os executivos: Dion de Salles Coelho. abril/1960 19/04/1999 a 17/03/2002 07/02/2000 a 05/02/2006 20/05/2002 a 21/01/2007 12/12/2005 a 99/99/9999 09/04/2007 a 99/99/9999 Em fevereiro/1960. Elpídio Araújo Néris. 40ª Zona Crege – Campo Grande – MS. Carlos Louro Pereira. 9ª Zona Crege – Recife. consultor técnico – CAMOB. Benjamim Furtado e Silva. gerente de Carteira – CARED. bem como os advogados Ary Cantanhede. Heinz Van Den Bylaardt – 16ª Zona – Crege – Teófilo Otoni. são nomeados os inspetores Abraham David Bensadon – 2ª Zona Crege – Belém. chefe–de–gabinete do diretor da CARED. . Einar Amorim Rêgo. bem como os inspetores: Antônio José Menezes. encarregado de setor – CAMOB. Paraguaçu Paulista – SP. José Leite da Silva. 1ª Zona Crege – Manaus. Norberto da Silva Rocha. Francisco de Jesus Penha. advogado – Jacarezinho.FERNANDO PINHEIRO . chefe–adjunto – ALMOX. chefe–de–departamento – ALMOX. Lecy Infante Cardoso de Castro. Francisco Bayma. Juarez Carlos Mourão. Arthur Augusto Roxo Pereira. secretário–de–gabinete do diretor 1ª Zona – CREGE [Revista AABB – Rio – 1960]. 14ª Zona – Crege – Salvador. José da Mota Cerqueira.

na reforma dos Estatutos. é criado. na gestão do presidente Maurício Chagas Bicalho. convocado pelo ministro da Fazenda. Paulino Jaguaribe de Oliveira. para a Diretoria da Carteira de Redescontos do . Câmbio – 1ª Zona. a utilização do telex [Revista AABB – Rio – 1960]. o Quadro de Mecanógrafas. ocupando-o até o dia 31 de janeiro de 1961. Francisco Vieira de Alencar. composto por 23 funcionárias do Banco do Brasil. Renato Navarro de Brito. Olavo José da Silva. com a nomeação de José Otávio da Silva Leme. gerente da Agência Centro – São Paulo. Itapetinga – sede. 42ª Zona Crege – Marília. Mário Vidal. em seguida. Nathani Ribeiro Von Sohsten. assume o cargo de diretor-executivo da SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito. Luiz Osório Rodrigues Nogueira Filho. Nelcy Núncio Montingelli. Em 1° de junho de 1960. gerente–adjunto da Agência Salvador – BA. Sebastião Paes de Almeida. Murillo Maia Mendonça. Em julho de 1960. revela o clima de expectativa na Direção Geral: modificações estruturais. IAGEX. por motivo de aposentadoria. 44ª Zona Crege – Chavantes. 12ª Zona Crege – Juazeiro. Hélio Barbosa de Almeida. Lucimar Ferreira Sobral. Santana do Ipanema [Revista AABB – Rio – 1960].497 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL 43ª Zona Crege – Presidente Prudente. Surgiu. 10ª Zona – Crege – Maceió. 4ª Região – Teresina. José Pereira Alves. Em outubro/1960. a fim de permitir o aproveitamento de funcionários a exercer o cargo de diretor do Banco do Brasil. 17ª Zona Crege – Vitória. No 1° semestre/1960. Délio Pereira de Souza. e não exclusivamente políticos [Revista AABB – Rio – 1960]. ao proferir o discurso de despedida. 39ª Zona Crege – Lins.

antes de falecer em 1934. Em retrospectiva. vale mencionar o nome dos gerentes da Agência São Paulo. a Agência Centro – São Paulo.100 funcionários. gerentes–adjuntos de operações e Mansur Abib. era administrada por 1 gerente. Genaro Pilar do Amaral. gerente–adjunto de Câmbio e Fiscalização Bancária. resolveu mudar a designação Agência Central. Geraldo Machado assumiu o cargo de chefe–de–gabinete da Gerência. Naquela década de 30. para Agência Centro – Rio de Janeiro. a Diretoria do Banco do Brasil.498 Banco do Brasil. Numa cerimônia singela. em 6/10/1960. e 4 gerentes–adjuntos: José Benedicto Aranha.FERNANDO PINHEIRO . Adão Pereira de Freitas e José Otávio da Silva Leme [Revista AABB – Rio]. Na cidade do Rio de Janeiro. Monroe de Arruda Camargo. como vimos. que vinha ocupando o cargo de chefe-de-gabinete da Presidência do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1960]. no período de 1917 a 1960: Adeodato de Andrade Botelho (1917/1928). e l subgerente: César Dantas Bacellar Sobrinho. José Felisatti. Carlos Cardoso passa a presidir os destinos do Banco do Brasil. Na década de 60 (século XX). Herculano Cavalcanti de Albuquerque Filho (julho/1928 a novembro/1930. em reunião de 3/2/1960. sob orientação do presidente Leonardo Truda. que iniciou operações em 2/5/1936. tendo como secretário Antônio Fernandes Costa [Revista AABB – Rio – 1960]. Alcides da Costa Guimarães. foi gerente da Matriz e diretor da Carteira de Câmbio). assumiu a gerência Nilo Medina Coeli. a Matriz foi desdobrada em Direção Geral e a Agência Central [Revista AABB – Rio – 1960]. com a dotação de 2. Ruy Dantas Bacellar. mas de grande valor. sucedendo a Maurício .

5 para Cr$ 13. Em setembro/1960. gerente da Carteira de Câmbio (posse no BB: 28/4/1925. diante de João Baptista Leopoldo Figueiredo. seguido . inspetor da CAMOB. Nilo Medina Coeli assume o cargo de gerente da Agência Centro de São Paulo. CAMIO: Ivan D´Oliveira. Na transmissão do cargo. assessor–geral da ASPLA– Assessoria de Planejamento. No sucesso das operações. No quinquênio 1955/1960. ultrapassando o triplo [Revista AABB – Rio – 1961]. apos. o capital e reservas do BB passaram de Cr$ 4. atribuiu o mérito ao ex-presidente Sebastião Paes de Almeida que promoveu o avanço da fase atual do Banco do Brasil. Durante 117 dias na Presidência do Banco do Brasil. Em janeiro/1961.8 bilhões. o presidente que assumia. Carlos Cardoso despede-se da Presidência do Banco do Brasil. chefe– de– gabinete da Gerência da CREGE. apos. CREGE: Itamar Carneiro da Cunha. Cecília Santos de Biasi (posse no BB: 26/7/1935. fez sucinto relato de atividades. Nos idos de 1960. Em 1/2/1961. José Rostand de Aragão. 27/9/1965) é nomeada chefe– de–gabinete da Consultoria Jurídica (PRESI/COJUR) e Francisco de Boni Neto. ocorreram dentre outras. gerente. nas seguintes Carteiras: as nomeações. nos Estados Unidos. José Geraldo de Goes.499 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Chagas Bicalho que se despedira da Presidência para assumir o cargo de diretor–executivo do FMI – Fundo Monetário Internacional. 11/2/1961). coincidindo com o final de governo de JK. Carlos Cardoso teve ótimo desempenho no cargo. subgerente. CREAI: Samuel Rocha e Silva. que atingiu a sua gestão.

por ele próprio [Revista AABB – Rio – 1961]. João Baptista Leopoldo de Figueiredo. Sucedendo a Carlos Cardoso. de . governador da Bahia. que se despedia. sobremaneira as atuais Mas estou disposto a levá-la a bom cabo. Presidente. numa clareza cristalina que denotava o seu estilo límpido e transparente: “Sr. governador de Pernambuco. O discurso de posse foi simples e objetivo. como executor da política econômica do Governo e nas funções de estabelecimento bancário de primeira linha [Revista AABB – Rio – 1961]. Cid Sampaio. levando-se em conta circunstâncias econômicas e financeiras. Principalmente. na presença de Clemente Mariani Bittencourt. Ministro. demonstrou imensa satisfação ao vencer tal desafio e disse da enorme complexidade das atribuições do Banco do Brasil. Juracy Magalhães. no dia 1° de fevereiro de 01961.FERNANDO PINHEIRO . entre outras autoridades. Sei que a incumbência que me foi confiada é pesada. assume a Presidência do Banco do Brasil. Meus Senhores. O instante que estou vivendo tem para mim o mais sentido e causa-me uma profunda emoção. que tenho a honra de servir. ministro da Fazenda. ajudado nas minhas forças pela orientação do Governo. Sr.500 por Maurício Chagas Bicalho e. O presidente. alto Ingresso hoje na vida pública assumindo a direção de um dos órgãos de vital importância para a economia brasileira. e pela cooperação que sei.

. consultor–jurídico da Associação Comercial de São Paulo. traçadas pelo Senhor ministro da Fazenda e demais autoridades monetárias. do funcionalismo O Banco do Brasil tem uma finalidade a cumprir e esta deverá ser alcançada dentro dos estritos termos do seu regulamento e sempre em obediência às normas gerais da política econômica do Governo.501 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL antemão. o presidente do Banco do Brasil esteve em visita à Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo e foi homenageado no Rotary Club (121) JOÃO BAPTISTA LEOPOLDO DE FIGUEIREDO. cumprirei o meu dever. E pela fiel execução deles. No mesmo mês da posse. presidente do Banco do Brasil (1/2/1961 a 12/9/1961) – in Discurso de posse no cargo. sob a orientação do Senhor Presidente da República. No entanto. Boaventura Farina. a minha palavra de na recuperação financeira e econômica do País. quando ocupou o cargo de presidente da Associação Comercial (1973/1976). sempre dedicada e valiosa. àqueles que integram o econômico–financeiro. Muito mais tarde. Quanto à política econômico-financeira do Banco. da Casa. após passagem pela Diretoria do Banco do Brasil. está ela condicionada às diretrizes de cúpula. foi designado para as funções de chefe–de–gabinete do presidente João Baptista Leopoldo de Figueiredo.” (121) O advogado Boaventura Farina. mercado confiança Estes são os meus propósitos. espero. iria novamente voltar a residir na capital paulista.

O Banco do Brasil. um conjunto eletrônico da Bull. uma classificadora e uma tabuladora–resumo. Com a realização do 1º Simpósio Brasileiro sobre Computadores Eletrônicos. foi iniciada a introdução da eletrônica no País. em março de 1961. O presidente João Baptista Leopoldo Figueiredo. foi apresentado. esteve presente à inauguração da sede do CEMED – Centro de Estudos dos Médicos do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1961]. mantendo os princípios diretivos do presidente em elevar o nível funcional. cultural e produtividade do funcionalismo. Listas Telefônicas Brasileiras. O evento foi patrocinado pela Burroughs do Brasil. reconhecendo o valor dessas unidades. em 16 de março de 1961. IBM do Brasil. A partir da demonstração daquele mecanismo. no cargo de superintendente do Banco do Brasil. acompanhado dos diretores Arthur Santos e Justo Pinheiro da Fonseca e do chefe–de–gabinete Boaventura Farina.502 de São Paulo. Remington–Rand do Brasil e Petrobras [Revista AABB – Rio – 1961]. presidente da entidade rotariana [Revista AABB – Rio – 1961]. no Palácio da Cultura. pela primeira vez no Brasil. o diretor Afrânio Lages começou a imprimir um ritmo crescente de operações na Carteira de Colonização do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1961]. Nesse mês. na semana de 2 a 9 de abril de 1961.FERNANDO PINHEIRO . Máquinas Bull do Brasil. composto de uma reprodutora. onde foi saudado em discurso proferido por José da Costa Boucinhas. com a curta gestão de poucos meses. Com o programa de gestão resumido em “justiça ao funcionalismo”. adquiriu um conjunto de máquinas convencionais . Norberto da Silva Rocha tomou posse.

Não obstante. foi realizada a 2ª Reunião da Assembleia de Governadores do BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento. encarregado de iniciar conversações paralelas com Mariani no sentido de estabelecer uma consolidação e remanejamento da dívida externa brasileira. a Empresa fez registrar. Apesar da existência de uma avaliação dos compromissos internacionais vencidos e a vencer. O presidente do Banco do Brasil participou do evento. seu equipamento convencional se colocava entre os mais avançados. cuidava da instalação dos primeiros computadores IBM. secretário do Tesouro do governo Kennedy.503 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL periféricas à base de cartão perfurado e duas calculadoras Gamma-30 (eletrônicas). 3 – Momentum do Computador no Banco do Brasil. inicialmente utilizadas nos serviços da Direção Geral [Revista AABB – Rio – 1961]. já no início da década de 60. sistema 1401. destinados à Carteira de Câmbio e ao Centro de Processamentos de Dados do Rio de Janeiro – CERIJ”. . a utilização do computador nos serviços: “Figurando entre os pioneiros da mecanização. (122) Na primeira quinzena de abril/1961. (122) Boletim do BANCO DO BRASIL – edição 1975 – Ano X – N° 1 – Fl. Vale assinalar os comentários de Daniela Maria Moreau que nos brinda com uma análise da situação econômica nacional: “Em 10 de abril. Posteriormente. A delegação norte–americana para a reunião era chefiada pelo embaixador Douglas Dillon. na cidade do Rio de Janeiro. nos idos de 1975. o Brasil sediou uma assembleia do BID que foi presidida por Clemente Mariani.

pressionados pela competição entre as indústrias européias em busca de novos mercados.504 o Brasil não havia ainda articulado um plano de ajuste a ser apresentado a seus credores. como enviado especial do presidente Kennedy. A missão Campos chegou à Europa em fins de março de 1961. Para elaborar a proposta de renegociação da dívida. O retorno à completa conversibilidade das moedas. ocorrido em 1959. a prazo dilatado. sob a coordenação de Walter Moreira Salles. num momento propício. quando efetivado um estudo detalhado das possibilidades de reescalonamento dos débitos e necessidades de novos créditos externos. Na mesma ocasião. e a existência de uma maior liquidez de capitais em relação aos anos anteriores eram dados favoráveis. o governo brasileiro enviaria a Washington um delegado. para projetos específicos em infraestrutura. reviam a legislação concernente aos empréstimos externos.FERNANDO PINHEIRO . Além disso. Foi acertado então que. todo o sistema de financiamento europeu aos países subdesenvolvidos sofria uma evolução no sentido de maior flexibilidade. o embaixador Harriman. Antes vinculados exclusivamente ao fornecimento de equipamentos pelo país mutuante. Os governos. Mariani nomeou uma comissão da qual fizeram parte Octávio Gouvêa de Bulhões. esses créditos passavam a ser possíveis de serem concedidos diretamente a agências ou governos. Roberto Campos e técnicos do Ministério do Exterior. e na Europa. As negociações para consolidação dos débitos e obtenção de novos créditos no exterior foram encaminhadas paralelamente nos Estados Unidos. sob a responsabilidade de Roberto Campos. visitava os países daquele continente procurando estimulá-los a .

sendo concedidos pelos bancos privados com garantias oferecidas pelos respectivos governos. com vencimentos concentrados entre os anos de 1961 a 1963. tinha como objetivos imediatos inspirar confiança no mercado cambial brasileiro e facilitar a estabilização monetária. Finalmente. Campos tinha também como objetivo obter a consolidação da dívida brasileira para com os países europeus resultante de créditos de exportação.] As negociações do governo brasileiro nos Estados Unidos tiveram um caráter mais ousado. propondo como critério que os empréstimos ao exterior atingissem a 20% da renda nacional. [. que orçava em cerca de US$ 300 milhões. que podendo ser sacado pelo Banco do Brasil em qualquer emergência. tanto em termos de modalidades de financiamento propostas quanto aos volumes de recursos pretendidos e obtidos. cujos compromissos cambiais se encontravam em atraso. As diretrizes fixadas para as conversações por Clemente Mariani e encaminhadas ao embaixador Walter Moreira Salles. sugeriam como ponto de partida que se levasse em conta que as dívidas para com os bancos particulares. Os stand by credits eram tradicionalmente negociados na Europa em base multilateral. procurava conseguir créditos a longo prazo de natureza financeira. A primeira providência de Campos foi a de obter a abertura de linhas de crédito bancárias em base rotativa que o Banco do Brasil.505 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL uma maior participação na cooperação financeira para o desenvolvimento econômico. pudesse manipular para atender às PVCs em circulação.. portanto desligados da obrigatoriedade de compras no país concessor e faculdade de utilização de parcela para cobertura dos gastos em moeda brasileira. Em seguida. . passou a negociar um crédito de reserva (stand by)..

o Brasil enviou também na ocasião uma missão à Europa do Leste.. os objetivos da Operação Pan–Americana estão sendo aceitos. o cargo de consultor jurídico do Banco do Brasil. criada por John Kennedy. Mais tarde.. a criação da Operação Pan–Americana. em épocas distintas. que os meios para serem realizados.UU (1963) e a cassação de JK. Sr. surgiu a “Aliança para o Progresso”. [. na Câmara dos Deputados. postos em execução e atingidos. (123) DANIELA MARIA MOREAU – in Clemente Mariani – Político e Empresário – p. 82 – Dissertação de Mestrado apresentada em janeiro/1992. Hugo Napoleão do Rêgo defendeu. de iniciativa do governo Kubitschek. cujo objetivo era abrir novos mercados para as exportações brasileiras”. no período de 1943 a 1944. Presidente. que evidenciava a política de combate ao subdesenvolvimento continental: “Acresce. na UNICAMP – Campinas – SP. envolvendo 2 estadistas que possuem a mesma sigla: o assassinato de JK.506 as linhas de crédito a curto prazo e os atrasados comerciais tinham sido na sua totalidade contraídos com o objetivo de importar bens de consumo ou de produção da área norte-americana.] Além das equipes encarregadas das conversações na Europa ocidental e nos Estados Unidos. (123) Nos moldes da Operação Pan–Americana. . investido no mandato de deputado federal. acontecimentos trágicos iriam repercutir no cenário político mundial. Advogado que assumira. presidente do EE.FERNANDO PINHEIRO . chefiada pelo jornalista João Dantas. senador da República do Brasil (1965).

Senhor Presidente. visitava o Senhor Presidente da República e lhe entregava o texto de uma nota em que o Secretário de Estado. agora. em parte. Haja vista a declaração feita pelo Sr. . o Secretário de Estado autorizou-me a anunciar-vos que o Governo dos Estados Unidos está pronto a encarar a criação de um organismo interamericano de desenvolvimento que receberia o apoio de todos os países–membros”. reivindicadora de velhas aspirações de povos e governos americanos. Douglas Dilon.” (124) (124) HUGO NAPOLEÃO DO REGO. à curiosidade do nobre Deputado [Carlos Lacerda]. o Senhor Embaixador dos Estados Unidos junto ao nosso Governo. 765 – Centro Gráfico do Senado Federal – 1992 – Brasília – DF. o momento de atender. demonstram que a iniciativa do Senhor Presidente Juscelino Kubitschek. Assistente para Assuntos Econômicos. Foster Dulles anunciava a criação de uma Instituição Regional Interamericana de Desenvolvimento Econômico. de Aluízio Napoleão – pp. Secretário de Estado. está se coroando de êxito e expressa uma autêntica vitória do Brasil na orientação da sua política externa. consultor jurídico do Banco do Brasil (1943/1944) – Apud Um lutador Hugo Napoleão e sua época.507 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Chegou. na reunião extraordinária do Conselho Interamericano Econômico e Social: “Como resulta dos relatórios feitos pelos representantes do Governo dos Estados Unidos e dos nossos estudos coordenados dos problemas econômicos dessa região. 764. no próprio dia e na própria hora em que o Senhor Deputado Afonso Arinos proferia seu discurso nesta Casa. Esses fatos. Por último.

Silas de Almeida Montenegro. Aloysio Portela de Figueiredo – CACEX. Petrópolis–RJ. técnicos no gabinete – PRESI tomaram posse: Adalberto Bonfim. Affonso Eugênio de Andrade Câmara. Agenor Nepomuceno Mendes – CREGE – 2ª Zona. Prestigiaram o evento: Harry Truman. João Batista Silva – 30/10/1943. Belmiro César de Morais Tibau – CACEX. presidente dos EE. onde foi assinado o Tratado Interamericano de Assistência Recíproca. entre outros. houve uma tentativa nesse sentido de ajuda mútua. ao ensejo do encerramento da Conferência Interamericana da Paz e Segurança Continental. Edmundo de Macedo Soares. Maria Aparecida da Matta Machado. Leônidas Souza e Silva. no Hotel Quitanilha. Raul Fernandes. Antônio Carlos Silveira Abbott – CREAI. em 2/9/1947. Carlos Alberto Vieira. Em abril/1961. Júlio Marques Luz. auxiliares–de–gabinete – PRESI [Revista AABB – Rio – 1961]. subchefes–de–gabinete – PRESI. ministro das Relações Exteriores. Camillo Calazans de . Heraldo Alves Costa. conhecido com o nome de Tratado do Rio de Janeiro. Leny Carvalho Portugal. José Rostand Cavalcanti Aragão. Astolfo Dutra Nicácio – CREGE – 2ª Zona. Gabriel de Melo Junqueira.Depoimento ao CPDOC – Fundação Getúlio Vargas – Organizadoras: Lúcia Hippólito e Ignez Cordeiro de Farias – Iarte Impressos de Arte – 1998.UU. Helena Baptista. Cândido Fonseca. governador do Estado do Rio de Janeiro. Nesse mês. Aguinaldo Gonçalves Beninato – CREGE – 1ª Zona..FERNANDO PINHEIRO . Othon Pio de Abreu. Nivaldo Gomes Soares. 118 .508 Anteriormente. Iconografia do evento: Edmundo de Macedo Soares e Silva – Um Construtor do Nosso Tempo – p. Ainda na Presidência: Francisco Altino de Sousa. ocorreu a nomeação dos secretários– de–gabinete de Diretoria: Afonso Félix de Sousa.

ele já previra o próprio destino. a nomeação dos comissionados: Armando Braga Filho. chefe–de–gabinete de diretor – CREAI. César Fernandes. o presidente João Baptista Leopoldo Figueiredo fez conferência na Associação Comercial de São Paulo. subgerente – CAMIO. destinado à eletrificação [Revista AABB – Rio – 1961]. assinou. Ainda em abril/1961. uma das mais atuantes participações do evento. em outras Unidades. Quatro dias após. Jaldir Torres dos Santos Lima – CREGE – 2ª Zona. “Do Sonho e da Esfinge” – 1950. Luiz Miglio. José Alderico Ballista – CREGE – 3ª Zona. o contrato no valor de Cr$ 2. chefe da Secretaria do Departamento Jurídico da CREAI. com o governador do Estado do Rio Grande do Sul. Francisco de Jesus Penha – CREGE – 1ª Zona.509 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Magalhães – CREAI. inspetor – CREGE – 19ª Zona. longe da terra natal: “vim correr mundo”. Hélio Fonseca Lima. Rodolpho Ernesto Pfeifer. chefe–adjunto – FUNCI. o presidente do Banco do Brasil teve. chefe–de–departamento – SECRE [Revista AABB – Rio – 1961]. No mesmo dia. Diogo Dias Paes Leme – CREAI. Luiz Pessoa de Andrade – CREGE – 2ª Zona. onde comentou a Instrução .3 bilhões. no Palácio Piratini. Ao participar do Fórum Econômico de Porto Alegre. o secretário–de–gabinete na Direção Geral. Afonso Félix de Sousa já havia publicado “O Túnel” – 1948. Àquela altura. “O Amoroso e a Terra” – 1953. em 19 de maio de 1961. No poema Toada Goiana. Marcelo Fernandes – CREAI [Revista AABB – Rio – 1961]. Jorge Augusto dos Santos Cantanhede – CREAI. Jeferson Serôa da Mota – CACEX. Joaquim Pires de Carvalho Albuquerque – CREAI. Vênus Andrada Stockler de Lima. Jacintho Arthur Horta de Siqueira – CACEX.

chefe do Setor de Planejamento – DEPIM. os governadores Magalhães Pinto (Minas Gerais) e Juraci Magalhães (Bahia) prestigiaram o evento. ao presidente e aos diretores do Banco do Brasil. chefe–de–gabinete do diretor da CREGE – 1ª Zona. João Nivaldo Milito. Antônio Cruz Saldanha. na capital mineira. engenheiro civil. Em junho de 1961. Paulo Almeida Machado. secretário–de– . o presidente do Banco do Brasil esteve. engenheiro civil. chefe–de– divisão DEPIM. chefe– adjunto – DEPIM. em 2/6/1961. chefe do Setor Técnico – DEPIM. ocorreram as seguintes nomeações: Accácio Gomes. diretor–executivo da SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito [Revista AABB – Rio – 1961]. Professor Oscar Carneiro da Fontoura e Alínio Salles. Alberto Borgerth Filho. dos depoimentos da 3ª Reunião do Fórum Econômico “Visconde de São Leopoldo”. Namir Salek. arquiteto. assinada por Octávio Gouveia de Bulhões. em 8/6/1961. Sylvio Vieira de Carvalho. Na homenagem prestada pelo Sindicato dos Bancos. com atuação brilhante. inspetor 34ª Região da CREAI – São José do Rio Preto.510 n° 206. onde fez a exposição da política financeira do Governo Federal [Revista AABB – Rio – 1961]. gerente do Correio da Manhã [Revista AABB – Rio – 1961]. Antero Carvalho. Waldomiro Bazzanella. general Inácio Bittencourt. Celso Ramos (Santa Catarina) e Magalhães Pinto (Minas Gerais) e ainda de João Baptista Leopoldo Figueiredo. e a convite da Associação Comercial de Belo Horizonte. esteve participando. inspetor 14ª Zona – CREGE. realizada na capital gaúcha. presidente do Banco do Brasil. de 22/5/1961. A mesa diretora dos trabalhos foi composta pelos governadores Leonel Brizola (Rio Grande do Sul). No mesmo mês. César da Gama Filho. advogado do BB em Aracaju. inspetor 17ª Região da CREAI – Uberaba.FERNANDO PINHEIRO .

atendendo ao outro pedido de associação comercial. impessoal e de trabalho. inspetor 16ª Zona CREGE – Araraquara [Revista AABB – Rio – 1961]. o presidente falou sobre o investimento estrangeiro no Brasil [Revista AABB – Rio – 1961]. muito emocionado. as medidas para afugentá-los e minorar os sofrimentos coletivos. de pronto. em 6/8/1961. a American Chambre of Commerce for Brazil. na Agência de Curitiba–PR. No momento atual é mais fácil compreendermos a situação passada pelo ex–presidente da República. desvinculado de grupos de interesses puramente político–partidário ou vantagens de natureza subalterna [Revista AABB – Rio – 1961]. compareceu ao almoço nos salões do Club Transatlântico. e o empenho que vem buscando para amparar as multidões desprotegidas [Revista AABB – Rio – 1961]. . presidente da República que. referiu-se à inauguração da Universidade de Volta Redonda. Ao ensejo da inauguração das unidades volantes da CREAI – Carteira de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil. pronunciou um veemente discurso destinado ao povo brasileiro no qual afirmou haver prometido um governo honesto.511 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL gabinete do diretor da CREGE – 1ª Zona. Jânio Quadros prosseguiu falando a respeito do processo inflacionário e na multiplicidade das faixas de câmbio e a dificuldade do Governo em encontrar. Com ênfase. No dia 5 de julho de 1961. presidente do Banco do Brasil (1/2/1961 a 12/9/1961). esteve presente Jânio Quadros. João Baptista Leopoldo de Figueiredo. Na ocasião. na capital paulista. Wilson Donega.

a dignidade e o trabalho.512 Finalmente. o presidente do Banco do Brasil falou a um grupo de personalidades representativas do meio econômico e financeiro da Itália. gerente. nos mais longínquos recantos da Nação. concluiu exortando a todos a crescer à altura do Brasil e a edificar uma Pátria onde se estabeleça a justiça social. João Baptista Leopoldo de Figueiredo. foi confirmado o nome dos executivos: Cícero Casimiro da Costa Nogueira. o cargo de diretor da Carteira de Colonização do Banco do Brasil (COLON). assessor–técnico. No início de agosto de 1961. subordinada ao diretor da COLON. Fernando Arthur Tollendal Pacheco. Hermesde Azevedo Souza. o presidente da República. Nicolau Scultori da Silva. Na Embaixada brasileira. Lucília Brito da Silva. no valor de U$ 110 milhões para o Brasil [Revista AABB – Rio – 1961]. o melhor instrumento de ação do Governo [Revista AABB – Rio – 1961]. Raimundo Nonato de Melo. em Paris. integrando a comitiva oficial do Governo brasileiro. . destacando o trabalho do Banco do Brasil. em 14 de agosto de 1961. Na Gerência da Carteira. com a missão de assinar diversos acordos sobre créditos com 8 países europeus.FERNANDO PINHEIRO . Os principais assessores do diretor eram: Hyder Júlio do Carmo. Ary Rangel de Almeida. chefiada por João Goulart. Derval Rodrigues Gonçalves. secretários–de–gabinete [Revista AABB – Rio – 1961]. Pedro Bezerra de Menezes Neto. presidente do Banco do Brasil esteve na Europa. chefe–de–gabinete da Diretoria. chefe-de-gabinete. O jurista Cláudio Pacheco assumiu. vice-presidente da República. assistentes [Revista AABB – Rio – 1961]. após elogiar a assistência do Banco do Brasil aos pequenos produtores agrícolas.

Fernando Martins da Rocha. assim. assistente técnico CACEX. Estocolmo. manifestado por uma mensagem dirigida ao funcionalismo: “Ingressei na administração pública ao assumir a Presidência do Banco do Brasil. encerrando-se em 20 de agosto de 1961 [Revista AABB – Rio – 1961].513 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Depois seguiu para Roma. e principalmente. Em agosto/1961. Tive. ocorreu dentro do Gabinete da Presidência. assistente do consultor jurídico CAMOB. secretário– de–gabinete do diretor da COLON. Londres. . como um dos veículos mais atuantes na reformulação dessa própria política. também. Cícero Casemiro da Costa Nogueira. assistente técnico – CACEX [Revista AABB – Rio – 1961]. Frankfurt. mas. ocorreram as seguintes nomeações: Celso de Lima e Silva. Bruxelas. operador–chefe SEMEG–DG. Décio Nunes Teixeira. auxiliar–de– gabinete – PRESI. Cid Carlos Forleo. Magda de Alencastro Guimarães. numa viagem que durou 20 dias. não só como instrumento da política econômica do Governo. o Banco do Brasil a ter “status” de Ministério. chefe–de-departamento (TESGE). Bonn. a satisfação de ver o presidente do Banco do Brasil convidado a participar das reuniões ministeriais. O último ato de João Baptista Leopoldo de Figueiredo. secretário– de–gabinete do diretor da CARED. presidente do Banco do Brasil (1/2/1961 a 12/9/1961). Aceitei a honrosa investidura após impor-me a tarefa de procurar aprimorar a ação do Banco do Brasil. Paulo Rosat. desde logo. João Roberto Pereira de Baere. inspetor da 20ª Região Geo–Econômica da CREAI em Teófilo Otoni. Edgard José de Souza. Hamburgo. passando.

em setembro/1961. que considero o mais importante investimento já realizado em nosso país. ao deixar a Direção desta Casa. A homenagem que lhes prestei foi a de não adotar. da SUMOC que estabeleceram: (125) JOÃO BAPTISTA LEOPOLDO DE FIGUEIREDO. dentro de minhas modestas forças. presidente do Banco do Brasil (1/2/1961 a 12/9/1961) – in Mensagem dirigida. a que tive a honra e à qual procurei servir. Tenho satisfação em reconhecer o seu alto padrão técnico e moral. capacidade técnica e correção. senão o esforço e a competência. Daniela Maria Moreau comenta a reforma cambial.514 Desejo. fazer jus à confiança do funcionalismo e dele obter a melhor colaboração. ao funcionalismo do Banco do Brasil. ao assegurar o princípio do estimulo ao mérito. de 27/6/1961. meu apreço. . Não deixarei de acompanhar os destinos desta Casa. aos que trabalham na Direção Geral e aos que prestam serviços nas mais distantes agências. consignar o meu carinho.FERNANDO PINHEIRO . e tenho certeza de que a ela os seus funcionários continuarão a dar o que de melhor possuem com dedicação. de 13/3/1961.” (125) Ao analisar a economia nacional no período abrangendo a gestão de Clemente Mariani à frente do Ministério da Fazenda. Procurei. a quem quero transmitir a minha palavra de agradecimento. e a de n° 208. como medida de valor. do mais graduado ao de categoria mais modesta. cordialidade e de simpatia. introduzida na Instrução 204. nos idos de 1961. minha admiração e meu mais profundo respeito a todos os funcionários desta extraordinária organização.

na UNICAMP – Campinas – SP. através da compra e venda de títulos no mercado. 78 – Dissertação de Mestrado apresentada em janeiro/1992. de (126) DANIELA MARIA MOREAU – in Clemente Mariani – Político e Empresário. pela primeira vez no Brasil. Tínhamos. elucidando os fatos. 2ª a extinção do câmbio de custo. devido ao fim do subsídio às importações e maior arrecadação fiscal através do imposto único sobre combustíveis e tarifas aduaneiras”. . edição de 26/3/1961. Daniela Maria Moreau reproduz essa elucidação: “Jamais ignoramos ou escondemos à Nação que a Instrução 204 acarretaria um certo aumento de preços em determinados setores. (126) O Estado de São Paulo. estampando a manchete: “Mariani: a alta dos preços não resulta da Instrução 204”. acolhe depoimento do ministro da Fazenda. além de criar as normas sobre operações de open market realizadas. acentuou-se a tendência já manifestada com a Instrução n° 204 de redução do déficit orçamentário. p.515 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL 1ª a unificação dos mercados de câmbio de importação e exportação (excetuando-se as de cacau e de café) numa única taxa de câmbio. refletindo-se em relativo aumento do custo de vida. Vale assinalar Daniela Maria Moreau: o argumento apresentado por “Com a eliminação definitiva do câmbio de custo por intermédio da Resolução n° 208. entretanto.

(. Para avaliar corretamente estes sucessos.) Com a renegociação da dívida externa e a obtenção de novos créditos internacionais.7 bilhões. A situação financeira internacional do país ao iniciar-se o governo Quadros era de extrema gravidade. o governo brasileiro articulou uma renegociação extremamente favorável de sua dívida externa. e principalmente. O montante da dívida. deve-se levar em conta diversos aspectos da conjuntura política e econômica internacional.. bem como obteve acordos para o ingresso substancial de novos recursos internacionais no país. a curva dos vencimentos dos compromissos era muito desigual. poderia não ser alarmante num quadro de crescimento econômico.516 escolher entre esse aumento possível de controlar e o descontrolado aumento do regime inflacionário em que vivia mergulhado o País e do qual nos estamos esforçando para retirá-lo. e a vitória do Partido Democrático no pleito presidencial norteamericano de 1960. o programa de estabilização sem recessão tornou-se realizável. Em 1961. Entretanto.FERNANDO PINHEIRO . em 1959. Kennedy. superior a duas vezes o valor previsto para as exportações no ano de 1961. outro ponto relevante da administração Mariani no Ministério da Fazenda consistiu na renegociação da dívida externa brasileira. em relação ao continente americano.) “Além da reforma cambial. A crise . concentrando-se durante os primeiros 4 anos da década responsabilidade no valor de cerca de US$ 1. a emergência da Revolução Cubana. com a eleição de John F.” (....

teve atuação das mais brilhantes da Carteira. Santos e Natal.517 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL político–institucional decorrente da renúncia do Presidente em 25 de agosto de 1961 impediu a continuação desse projeto. no período de 8/5/1961 a 18/8/1961. o cargo de ministro da Fazenda (interino). missões relevantes de interesse nacional. 82. pp. 81. onde desempenhou. inclusive com várias viagens ao exterior. com pleno êxito. o funcionário Hamilton Prisco Paraíso exerce. em 1961/1965. 90 – Dissertação de Mestrado apresentada em janeiro/1992. o cearense de Aracati. apos. 80. dentre as quais citamos: Vitória. . e Eleutério Proença de Gouveia (13/9/1961 a 31//3/1964 – interino). Antônio Gurgel foi um grande especialista em câmbio e aliava–se a esse cabedal de conhecimentos com a prática colocada em ação na inspeção que realizou em agências autorizadas a operar em câmbio.” (127) Na gestão que fez parte do período de dois diretores da Carteira de Câmbio: Paulo Poock Corrêa (1/2/1955 a 12/9/1961).: 4/10/1961). Ludovicense de nascimento. Antônio Gurgel Costa Nogueira (posse no BB: 17/9/1926. (127) DANIELA MARIA MOREAU – in Clemente Mariani – Político e Empresário. presidente do Banco do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955). Mário Miranda Muniz foi outro grande gerente da GECAM que. Secretário de Clemente Mariani Bittencourt. na UNICAMP – Campinas – SP. dirigiu a GECAM – Gerência de Operações da Carteira de Câmbio no período de dezembro/1959 a setembro/1961.

Walther Moreira Salles. Ney Galvão assinou o termo de posse no cargo de presidente na presença de Walther Moreira Salles. na presença dos membros da Diretoria. nesse dia. o presidente que se despedia [Revista Bancos – n° 98 – setembro/1961]. Na ocasião. Diretoria do BB – 12/9/1961 a 20/7/1963 [Almanaque do Pessoal – 1963] Carteira de Crédito Geral 1ª Zona – Arthur Ferreira dos Santos 2ª Zona – Geraldo de Andrade Carneiro 3ª Zona – Alcides Flores Soares Júnior Victor Loureiro Issler de dez. ex–diretor do Banco da Província do Rio Grande do Sul [Jornal do Brasil – 13/9/1961].FERNANDO PINHEIRO . tomou posse./62) 4ª Zona – Eduardo Catalão (até dez.518 Em cerimônia simples. ministro da Fazenda. e de João Batista Leopoldo Figueiredo. com os méritos enaltecidos [Jornal do Brasil – 13/9/1961]./62) (a partir Carteira de Crédito Agrícola e Industrial Crédito Industrial – Nestor Jost Crédito Rural Zona Norte – Samuel Vital Duarte Zona Centro – Múcio Teixeira Zona Sul – Léo de Almeida Neves . Ney Neves Galvão. em 12/9/1961. no cargo de presidente do Banco do Brasil. acompanhando a fixação de nova política adotada pelo Governo e destacou a atuação de João Batista Leopoldo de Figueiredo. É oportuno assinalar que. fez o uso da palavra para enaltecer o Banco do Brasil que envidou esforços no sentido de recuperar a situação econômico–financeira do País. ministro da Fazenda. o Sr.

Thaísa Mello Freixeiro [Revista AABB – Rio – 1961]. bem como as auxiliares– de–gabinete – PRESI: Joanna Célia Pereira da Serra Neta. Roberto Hatab. Em setembro/1961. para ser chefe-de-gabinete da Presidência. chefe–adjunto do Departamento Jurídico – CREAI/ . governador (interino) do Rio Grande do Sul [Revista AABB – Rio – 1961]. Margarida Oliveira de Araújo. O presidente Ney Galvão designou José Bonifácio Gomes de Castro.519 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Carteira de Câmbio: Eleutério Proença de Gouveia Carteira de Comércio Exterior: Antônio Arnaldo Gomes Taveira Carteira de Redescontos: Júlio de Souza Avellar (até jan/1963) e Hugo de Araújo Faria (jan/1963 a 29/3/1964) Carteira de Colonização: Cláudio Pacheco Brasil Dois dias após a posse no cargo. Anteriormente. assessor da Assessoria Geral de Planejamento e Estudos da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. o presidente Ney Galvão visitou a cidade de Porto Alegre. Porto Alegre – RS. oriundo da gerência da Agência Metr. onde manteve um encontro com o governador Leonel Brizola. Do Aeroporto Salgado Filho seguiu para o Palácio Piratini. Copacabana. Iconografia: Jornal do Dia (edição 15/9/1961). Ainda em setembro/1961. Arnaldo Gomes de Almeida. tomaram posse. No mês seguinte da posse no cargo. nos idos de 1951 era secretário particular de Ricardo Jafet. no decorrer de 1953 a 1958. no gabinete da Presidência do Banco do Brasil. Newton Feijó Bhering. Wamba Guimarães. o presidente Ney Galvão volta ao Palácio Piratini e mantém reunião com Hélio Carlomagno. e. os seguintes técnicos: João Paulo dos Reis Velloso. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953).

auxiliar–de–gabinete – PRESI. as classes econômicas do Rio Grande do Sul ofereceram um banquete de gala aos ilustres gaúchos Ney Galvão e Leocádio Antunes. assistente jurídico – Porto Alegre. assessor técnico – CAMIO. Bernardo Vasques Diniz. assistente jurídico CARED. inspetor – 10ª Zona – CREGE – Belo Horizonte [Revista AABB – Rio – 1961]. Lázaro Baumann das Neves. Em outubro/1961. superintendente. José Fontes Ferreira. secretário– de–gabinete do diretor da CARED. presidente do Banco do Brasil e presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico. José Pires dos Santos. inspetor 47ª Zona da CREAI – Caxias. Marina Lima Mira. técnico gabinete – PRESI. inspetor 5ª Zona – CREGE – Recife. João Osman da Silva Mattos. Nathanias Ribeiro von Sohsten. assistente – técnico CAMIO. inspetor 6ª Zona – CREGE – Salvador. subgerente da Carteira de Câmbio. Francisco Alves de Souza Filho. Fernando de Souza Oliveira. Cid Fernando da Costa Saboia. respectivamente. assistente jurídico – CARED. auxiliar–de–gabinete do diretor da CARED. Raul Augusto de Pinho Filho. assessor técnico – CARED. Hélio Barbosa de Almeida. Pedro Faraco Filho. Antônio Radesca. Em 13/10/1961. chefe–de–gabinete – SUPER – Direção Geral.520 Dejur. gerente de Carteira – CAMIO. Walter Ferreira Dourado. Antônio Edwiges Guglielmi de Oliveira. secretário–de– gabinete do diretor – CREGE – 1ª Zona. Décio de Oliveira Araújo. Bruno Barbieux. Fausto Madeira Basto. Alcina Imbassahy Rodrigues Duarte. Eduardo de Castro Neiva. Paulo Rache.FERNANDO PINHEIRO . . gerente – CREAI/ Gerli [Revista AABB – Rio – 1961]. inspetor da CACEX. Euvaldo Dantas Motta. advogado do BB em Paraguaçu Paulista. chefe–adjunto – TESGE. chefe–de–gabinete da Gerência da Carteira – CAMIO. Carlos Victor Fontes.

521 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL no Palácio do Comércio. em nome da FARSUL. entre os quais podemos assinalar: Hélio Carlomagno. Kurt Weissheimer. de reconhecida erudição e eloquência. No mesmo dia. Integravam ainda a comitiva: Gilberto Lahorgue. em nome das classes produtoras. recebeu homenagem na Câmara dos Vereadores do Rio Pardo. diretor da Carteira de Comércio Exterior do Banco do Brasil. passando a palavra ao jurista Martins Napoleão. por último. Ney Galvão. em nome do governo do Rio Grande do Sul. secretário da PRESI. chefe do Departamento Jurídico da Carteira Agrícola e Industrial. em Porto Alegre. Fernando Bandeira Wunderlich. entre outros [Revista AABB – Rio – 1961]. Arnaldo Gomes Taveira. se referiu: . em nome da Câmara dos Deputados. em 17/12/1961. evocou a poesia de Dante Alighieri. o presidente do Banco do Brasil. E. De regresso à terra natal. Após a solenidade. O orador. diversos oradores fizeram saudação ao presidente do Banco do Brasil. à Casa da Criança e ao vigário da cidade. O presidente Ney Galvão. Naquela oportunidade. gerente da Agência Encruzilhada do Sul – RS. fez visita de cortesia ao hospital. subchefes–de–gabinete (PRESI). em rápido improviso. e elogiou as terras gaúchas. De início. Victor Blandim. agradeceu a manifestação de carinho e apreço. Willy Freulic. que proferiu um belo discurso em nome do presidente. Nivaldo Gomes Soares e Altino de Souza. participou do churrasco no Parque da Associação Rural [Revista AABB – Rio – 1961]. os homenageados são recebidos no Palácio Piratini pelo governador do Estado do Rio Grande do Sul [Revista AABB – Rio – 1961].

“quando a rivalidade entre Portugal e Espanha. . cantou dentro de mim o terceto admirável com que Dante. eternizou a imagem do mar distante. ao divisar.” No contexto histórico. em definitivo. ao descer à praia. importância da cidade território brasileiro: Martins do Rio Napoleão ressaltou a Pardo. se refletiam diretamente na Província do Sul. a graciosa ondulação das terras do Rio Grande. ambos procurando o domínio das terras deste Continente. enquanto o leve sopro da manhã espancava os vapores de aurora: L'alba vinceva l'ora mattutina che fuggia innanzi. em Rio Pardo – RS. na defesa do (128) MARTINS NAPOLEÃO. em 17/12/1961. conhecida como a “Tranqueira Invicta” [NAPOLEÃO – 1961]. num abraço comovido dos olhos. como incentivador de riquezas e elemento primordial da integração nacional e destacou a presença do presidente Ney Galvão na cidade do Rio do Pardo que foi elogiada por sua tradição de berço de homens de rija têmpera.FERNANDO PINHEIRO .” (128) Em seguida. nossas fronteiras. O orador transpôs a narrativa do seu discurso para o século XVII. o discurso de Martins Napoleão enalteceu a importância do Banco do Brasil. A Colônia de Sacramento e o Território das Missões foram motivos de permanentes atritos entre as parcialidades espanholas e portuguesas. consultor jurídico do Banco do Brasil (3/5/1967 a 16/9/1977) – in Discurso proferido. si che di lontano conobbi il tremolar della marina. na sua viagem de sonho pelos três mundos.522 “Ainda há poucas horas. em homenagem ao presidente do Banco do Brasil. da ilha de Catão. Os vários tratados celebrados não conseguiam demarcar.

Joaquim Pires de Carvalho. decisivamente. foram empossados os secretários–de–gabinete da CREAI: Antônio Barcelos. o orador mencionou. em 17/12/1961. Antônio José de Almeida. Marcello Fernandes. Jacques de Oliveira Rocha. . Raimundo Gonçalves da Mota. Galeno Glascherster.” (129) Mais adiante. merecendo destaque o famoso “Regimento dos Dragões” – ponta de lança da soberania nacional. consultor jurídico do Banco do Brasil (3/5/1967 a 16/9/1977) – in Discurso proferido. tais como os de Mena Barreto (Barão de São Gabriel) e Andrade Neves (Barão do Triunfo). bem como Carlos Antônio Pereira. subgerente Crédito Rural – Zona Norte – CREAI. Victor Muhana.523 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL “Aqui se concentraram nossas forças militares. em Rio Pardo – RS. um dos precursores do romantismo brasileiro. José Antônio de Mendonça Filho. que influiu. Celso Cunha de Viveiros. em homenagem ao presidente do Banco do Brasil. dentre outros. João Batista Rodrigues de Oliveira. chefe–de–gabinete de Gerência – CREAI. Camillo Calazans de Magalhães. Manoel de Araújo Porto Alegre. Waldozir da Silva Alves Pereira. Lauro de Araújo Simões. Heitor Pereira Cotrim. Hélio Guimarães. chefe–de–gabinete de diretor – CREAI. Wilson Chedid. de quem descende o homenageado de hoje. Célio Biavati. na formação vigorosa de soldados riopardenses. deixando nomes que serão sempre venerados. Paulo Cardoso de (129) MARTINS NAPOLEÃO. chefe–de–gabinete do diretor CREAI – Crédito Rural – Zona Centro. Em novembro de 1961. gerente – CREAI.

subgerente CREGE/Supla. Roberto Rodenburg de Medeiros Netto. secretário–de– gabinete do diretor – CREGE – 4ª Zona. subgerente – Crédito Rural – Zona Sul – CREAI [Revista AABB – Rio – 1961]. inspetor – CREGE – 10ª Zona – Belo Horizonte. chefe–de–gabinete do diretor da CREGE – 4ª Zona. Jorge Augusto dos Santos Cantanhede. inspetor 19ª Zona – CREGE – Curitiba. chefe–de–gabinete do diretor da CREAI – Zona Norte – Crédito Rural. Ângelo Madeira Gontijo. Hermilo Chrispim Vieira. Paulo Hipólito. Mário Lima. chefe do Departamento do Funcionalismo – . Moacyr de Araújo Motta. Rubens Camões do Valle. Pedro Paulo de Ulisséa. Mário Gonçalves de Amorim. gerente – CREGE/Geliq. Jaldir Torres dos Santos Lima. Itamar Carneiro da Cunha. Eugênio de Lima Azevedo. Ruy Augusto de Pinho. Eduardo Allan Thomas. subgerente de Crédito Rural – Zona Centro da CREAI. Nesse mês. secretário–de–gabinete do diretor da CREGE – 4ª Zona. inspetor 16ª Zona – CREGE – Araraquara. inspetor 10ª Zona – CREGE – Belo Horizonte. Terésio Porto Virmond. Benedicto Fonseca e Souza. Aldrovando de Aguiar Brandão Filho. subgerente – CREGE/Subop. na CREGE – Carteira de Crédito Geral: Agenor Nepomuceno Mendes.524 Castro. Francisco do Rêgo Monteiro. secretário–de– gabinete do diretor da CREGE – 4ª Zona. inspetor 12ª Zona – CREGE – Brasília – DF. chefe–de–gabinete de Gerência – CREGE. chefe–de–gabinete do diretor – CREAI – Zona Sul. inspetor da CREGE – 8ª Zona [Revista AABB – Rio – 1961].FERNANDO PINHEIRO . Arnon Lopes Moreno. Ainda em novembro/1961: Dídimo Peixoto de Vasconcellos. subgerente CREGE/Sufic. secretário–de–gabinete do diretor da CREGE – 4ª Zona. chefe–de–gabinete de Gerência da CREAI. gerente – CREGE. secretário–de–gabinete do diretor CREGE – 4ª Zona. Vicente Orlando Marino.

Jarbas Pinheiro Gomes. inspetor da CREAI – 43ª Região – Santa Maria. Júlio Pereira Ramos. José Conde Brandão. chefe do Departamento Médico – MEDIC. veio juntar–se. Hyder Júlio do Carmo. Emile Masoud. chefe–adjunto – DEMED. Marcy Machado. chefe–adjunto – DEPIM [Revista AABB – Rio – 1961]. assistente técnico da Carteira de Câmbio – CAMIO [Revista AABB – Rio – 1961]. faziam parte da equipe os chefes-adjuntos Fernando de Azevedo Espínola e Arnaldo Gomes de Almeida. José Aragão de Carvalho. Carlos Antônio Lessa de Sá. Antônio Arnaldo de Carvalho Machado e Lindolfo Xavier Júnior [Revista AABB – Rio – 1962]. inspetor da Carteira de Comércio Exterior – CACEX. e os advogados Kepler Alves Borges. . chefe–adjunto do Departamento de Secretaria – SECRE. A esse seleto grupo de profissionais. Romeu Rodrigues Silva. Vale assinalar que o DEJAI/CREAI era chefiado. Ney Silla. secretário–de–gabinete do diretor da Carteira de Colonização – COLON. que muito honra a Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. tribuno de reconhecida notoriedade. auxiliar–de–gabinete do diretor da CREAI. secretário–de–gabinete – CREAI. pelo jurista Martins Napoleão. no período de 10/10/1955 a 3/5/1967. Francisco José Lana. Luís Fernando Gusmão de Oliveira. o advogado criminalista Sebastião Rodrigues Lima. mais tarde. é a vez de assumir cargos de comissão: Fátima Helena Corrêa. Petrônio Fernandes Gonçalves. que inclui o acadêmico Kepler Alves Borges. inspetor da 9ª Região – CREAI – Aracaju.525 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL FUNCI. José Laport. Jorge Figueiró Winter. Hélio Colucci Rivera Cardoso. chefe–de– adjunto – SECRE. Nos idos de 1962. chefe– adjunto da Tesouraria Geral – TESGE. No mês seguinte.

teve por finalidade participar de uma reunião de 200 industriais no Centro de Indústrias. por Nestor Jost. filho de J. subgerente. gerentesadjuntos. Luiz Norberto Silva Ratto. assistente técnico gabinete – PRESI. Solir Lins de Miranda Pontes. Hugo Moreira Penna. Samuel da Rocha e Silva e Gabriel de Mello Junqueira. ao Sul do País. A Assessoria Jurídica era chefiada por Roberto Carvalho de Mendonça. Antônio Bernardelli de Salinas. gerente. Levy de Araújo Silva. presidido por Diego Blanco [Revista AABB – Rio – 1962]. dotada de 1. Carvalho de Mendonça [Revista AABB – Rio – 1962]. assistentes–técnicos – CREAI. subgerentes– adjuntos. auxiliar–de–gabinete do diretor da CARED.X. assistentes técnicos – COLON. chefe–de–gabinete do diretor da CACEX. Manoel Salek e Octávio Bernard Robbe. Derval Rodrigues Gonçalves. chefe–de–gabinete de Gerência – CREGE. em 15/1/1962. inspetor 21ª Zona – CREGE – Santa Maria [Revista AABB – Rio – 1962]. a Agência Centro – Rio de Janeiro. era dirigida por Moacyr Rebello Freire. Edivaldo de Mendonça Andrade. Sidney Povoa Manso. em Porto Alegre.FERNANDO PINHEIRO . ocorreram as nomeações de Austerlinda Corrêa de Albuquerque. Tarcízio Braga de Magalhães. Vitalmiro de Aguiar. A viagem realizada. Orpheu Scarpelli Ferreira. Vicente Souza. diretor da Carteira Agrícola e Industrial. Em janeiro/1962. chefe do Gabinete da Gerência da Agência. José Maria Ferreira. inspetor 42ª Região CREAI – Andradina. Heitor Lino de Moraes. Luiz Pessoa de Andrade.607 funcionários. Antônio Américo de . Alceny José Serio. inspetor 13ª Zona – CREAI – Goiânia. Cícero Casemiro da Costa Nogueira. No mês seguinte. assistente–técnico – PRESI.526 Nos idos de 1962. secretário–de–gabinete do diretor – COLON. Luiz Mariano Machado.

À noite. 23 de fevereiro de 1962). José Maria Freire de Menezes. ainda. inspetor 45ª Zona – CREAI – Uruguaiana. em visita oficial de 3 dias (21. José Carrascosa Duarte. Eitel Gehre. inspetor 65ª Zona – CREAI – Erechim [Revista AABB – Rio – 1962]. inspetor 39ª Zona – CREAI – Sorocaba. Segundo a Revista AABB – Rio – 1962. Ary Lopes Ferreira. . Lund Maia. José Ferdinando Ceolin. Alberto Souza Gomes. advogado do BB em Sobral. assistentes técnicos CREGE/Supla. Luiz Brandão Costa. Sandálio Ávila Faria. no município de Goiana. inspetor 5ª Zona – CREGE – Recife. famoso no Recife. no Palácio Campo das Princesas. José Rodrigues de Freitas. inspetor 17ª Zona CREGE – Bauru. Visitou o Frigorífico do Nordeste e a Fosforita Olinda e. inspetor 23ª Zona – CREAI – Uberlândia. governador de Pernambuco. inspetor 29ª Zona – CREAI – Lavras. foi homenageado no Clube Internacional do Recife. Edgard Silva – 21/9/1933. o presidente Ney Galvão visitou o Nordeste. SEMEG–DG. inspetores 8ª Zona – CREGE – Rio de Janeiro. inspetor 8ª Zona – CREGE – Rio de Janeiro. Francisco Arno Shumacher. assistente–técnico – CAMIO. inspetor 4ª Zona CREGE – João Pessoa. chefe–adm. onde foi recebido por Cid Sampaio.527 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Carvalho Souza. Dilson Garcia de Mattos. 22. Lázaro Baumann das Neves. inspetor 10ª Zona – CREGE – Belo Horizonte. Esteve em 23/2/1962. secretário–de–gabinete do diretor – DICAM. O industrial Miguel Vita. assistente–técnico SEMEG/DG. Ary de Oliveira. Rivadávia Bahia Vianna. José Maria Frota Louzada. Arthur Vieira de Araújo. a Usina Santa Tereza. Ruy de Oliveira Pantoja. advogado – Vitória. secretário–de–gabinete de diretor – CREAI. Ruyter de Faria Martins. inspetor 12ª Zona – CREGE – Brasília. Optaciano Mendes Muniz. presidente da empresa que fabricava o refrigerante Fratelli Vitta.

Aqui não prometi aos senhores mais do que podíamos realizar. (131) NEY GALVÃO... . Em fevereiro de 1962. através do Presidente da República. na conjuntura daquele momento considerado grave [Revista AABB – Rio – 1962]. presidente do Banco do Brasil (12/9/1961 a 20/7/1963) – in Discurso proferido.FERNANDO PINHEIRO . em entrevista concedida à Revista AABB – Rio de Janeiro. como responsável e interessada direta em grande parcela do desenvolvimento nacional. afirmando as constantes visitas dos homens de Governo. o presidente Ney Galvão falou sobre a revitalização da moeda cruzeiro e a impressão que mais o sensibilizou no Banco do Brasil: a competência do digno corpo de funcionários. idem. um encontro com a indústria nordestina. oriundas da orientação do Governo no sentido de amparar a região do Nordeste. no Clube Internacional do Recife – Idem.” (130) O presidente do Banco do Brasil agradeceu a homenagem recebida e ressaltou os objetivos da viagem e a confiança que tem na solução dos problemas nacionais: “Vim ao Nordeste com recomendação do Governo. em 23/2/1962. no Recife: “. para observar de perto a situação.” (131) Anunciou o presidente as medidas que estão sendo adotadas. e aquilo que prometemos será executado. (130) MIGUEL VITA – in Mensagem de saudação a Ney Galvão no Clube Internacional do Recife – Revista AABB – fevereiro/ 1962.528 iniciou o discurso de saudação ao presidente do Banco do Brasil.

inspetor 48ª Zona – CREAI – Barretos. Milton Chagas. assistente–técnico gabinete – PRESI.” (132) Antes de assumir o mandato de deputado federal pelo Rio Grande do Sul.529 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Dois meses mais tarde. José Costa de Oliveira – 21/6/1946. advogado – DEPIM. chefe–de–gabinete da Gerência – CAMIO. inspetor – 1ª Zona FIBAN – Rio de Janeiro. . Alcides Flores Soares Júnior exerceu o cargo de secretário estadual de Fazenda do Rio Grande do Sul (governo Ildo Meneghetti). Lucylia Britto da Silveira. e enfatizou: “A inflação está na raiz de todas as crises. diretor da Carteira de Crédito Geral. assistente técnico – ASPLA/CREAI [Revista AABB – Rio – 1962]. Moacyr Piauhyense de Carvalho. argumentou que os benefícios produzidos por qualquer aumento salarial são anulados. Wilson Brandão. Malaquias Timótheo de Souza. inspetor 8ª Zona – CREAI – João Pessoa. (132) ALCIDES FLORES SOARES JÚNIOR – in Jornal do Commercio – 20/4/1962. desde a econômico-financeira até a explosiva crise social que ameaça a estrutura da comunidade brasileira. Olavo José da Silva. auxiliar–de–gabinete do diretor – COLON. Remo Lainetti. Alcides Flores Soares Júnior. advogado – DEJUR. Em março/1962. Licurgo Nogueira Lima. Joacyr Bicalho Guimarães. inspetor 8ª Zona – CREGE –Rio de Janeiro. inspetor 1ª Zona Câmbio – Rio de Janeiro. comparando a inflação a um roubo à bolsa do assalariado. foram comissionados: Aguinaldo Estevão Milne Jones.

Nathanael Pinto de Carvalho. Vale ressaltar que.530 No mês seguinte. Jayme Tinoco Júnior. secretário–de–gabinete do diretor da CACEX. inspetor 47ª Zona – CREAI – Votuporanga. Castro. inspetor – 24ª Zona – CREAI – Uberaba. Paulo Estellita Herkenhoff. Maria Alba Cândida. Pedro José da Matta Machado. o presidente acompanhado de José Bonifácio Gomes Ney de Galvão. Roberto Formiga. Mário Miranda Muniz. aprovou a elevação do capital social do Banco do Brasil de Cr$ 1. A Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas do Banco do Brasil realizada em 25 de abril de 1962. inspetor – 53ª Zona – CREAI – Londrina. . Homero Ferro Valle. auxiliar– de–gabinete da Gerência da Carteira de Câmbio – CAMIO [Revista AABB – Rio – 1962]. Urbano Luiz Penna Esteves. inspetor – 20ª Zona – CREGE – Porto Alegre. Em maio/1962. gerente CREGE/Geliq. sob a presidência de Ney Galvão.FERNANDO PINHEIRO .200 milhões para Cr$ 2. foram nomeados: Haritoff Alexis de Azevedo. com apoio institucional. Aloísio Lobo das Mercês. inspetor da 42ª Zona – CREAI – Andradina. nas localidades onde o Banco do Brasil possuía agências.400 milhões. assistente– técnico CREAI. chefe–de–gabinete de diretor – DICAM. Maurício Gomes Beviláqua. José Drummond de Macedo. secretário–de–gabinete do diretor da CACEX. inspetor 14ª Zona – CREGE – São Paulo. houve o surto de disseminação das AABB – Associação Atlética Banco do Brasil. Na capital paulista. Prentice Avelino da Cunha. secretário–de– gabinete de diretor – DICAM [Revista AABB – Rio – 1962]. Nelson Caldini. advogado – Colatina. auxilar–de–gabinete – COJUR. na década de 60.

bispo de Porto Alegre. por duas vezes. proferiu um discurso e ressaltou. – Retrato original p & b – 23 x 17. o Conjunto Aquático Joaquim Ignácio Cardoso na AABB – São Paulo. e à direita por JOSÉ BONIFÁCIO GOMES DE CASTRO. e NILO MEDINA COELI. – Retrato p & b – 23 x 17. José Loureiro da Silva. A chegada do presidente Ney Galvão em Porto Alegre–RS. 127 – AABB – São Paulo – SP – 2/6/1962 – Inauguração do Conjunto Aquático Joaquim Ignácio Cardoso – NILO MEDINA COELI. Foto n° 125 – AABB – São Paulo – SP – 2/6/1962 – Inauguração do Conjunto Aquático Joaquim Ignácio Cardoso – NEY GALVÃO. militares e eclesiásticas [Revista AABB – Rio]. chefe– de–gabinete da Presidência do Banco do Brasil. ao lado de Dom Vicente Scherer. Luiz Jansson. O prefeito da capital gaúcha.531 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL chefe–de–gabinete da Presidência. gerente da Agência Centro – São Paulo–SP (à esquerda) almoça ao lado de JOSÉ BONIFÁCIO GOMES DE CASTRO. em 4/2/1962.5 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. presidente do Banco do Brasil ((12/9/1961 a 20/7/1963) descerra a fita simbólica de inauguração. presidente da AABB. inaugura. passagem pelo Banco do Brasil. Fotos n°s 126. gerente da Agência Centro – São Paulo – SP. ladeado à esquerda por FRANCISCO ROMAGNOLI. que teve. Após descerrada a fita simbólica pelo presidente. nas funções de diretor da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. fez o uso da palavra para saudar as autoridades civis. em 2/6/1962. chefe–de–gabinete do presidente Ney Galvão. em homenagem ao antigo chefe do DEPIM – Departamento Imobiliário (12/12/1957 a 2/5/1961).5 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. gerente da Agência (posse no cargo em 1957). teve o propósito de inaugurar o novo edifício do Banco do Brasil. a confiança pelo Brasil impulsionado por três forças dotadas de magnífica disciplina: .

o corte drástico nas despesas. do novo edifício do Banco do Brasil. diretor da Carteira de Crédito Geral (1ª Zona) do Banco do Brasil – in Discurso de inauguração. a proscrição dos orçamentos paralelos. abalada pela crise inflacionária. proferido em 4/2/1962. exclusivamente. com a redução dos gastos do Tesouro. que compete quase que exclusivamente ao Banco do Brasil. como líder e presidente do PSD. reduzido. na capital gaúcha. a abolição dos investimentos supérfluos ou adiáveis. e o Banco do Brasil. .532 “as Forças Armadas. ao que se destina à produção e sua comercialização. (134) ARTHUR SANTOS.FERNANDO PINHEIRO .” (134) Nesse sentido. manifestou as diretrizes traçadas pelo Banco do Brasil: (133) JOSÉ LOUREIRO DA SILVA. e a contenção de crédito. para a manutenção da ordem e dos sentimentos nacionais. por meio de seus ensinamentos espirituais e sentimentos cristãos. em 4/2/1962. o orador. com o preparo de quem passou pela tribuna parlamentar. a suspensão das obras suntuosas. remédio que cabe ao governo dosar e ministrar.” (133) O discurso oficial do Banco do Brasil foi proferido pelo diretor Arthur Santos que abrangeu diversos aspectos da conjuntura econômica brasileira. 1962] [Revista AABB – Rio – março/1962]. sensivelmente. e apresentou sugestões para combatê-la: “o equilíbrio orçamentário. o clero brasileiro. prefeito de Porto Alegre – RS (22/10/1937 a 15/9/1943 e de 1/1/1960 a 1/1/1964) – Discurso de inauguração do novo edifício do Banco do Brasil. na capital gaúcha – Apud [COSTA.

do novo edifício do Banco do Brasil. para a diminuição das áreas de subdesenvolvimento. 136) ARTHUR SANTOS. aos legítimos papéis do comércio e da indústria e aos financiamentos agropecuários. (135. amparar. em 4/2/1962. aqui e alhures. o crédito não falhará. todas mobilizadas para tais finalidades. politicamente organizada. moeda desvalorizada e deu exemplo soergueram. E concluiu: “essa meta de nossas metas!” (136) é impossível uma subsistir diante da das nações que se com a estabilização deve ser também a O diretor Arthur Santos falou ainda sobre as chamadas reformas de base e. de suas moedas. especialmente. Jamais aos que trabalham. disse que sociedade. em benefício do bem–comum.533 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL “Toda preocupação do Banco do Brasil é assistir. na capital gaúcha. reduzindo a distância entre os exageradamente ricos e os desamparadamente pobres. após a Grande Guerra. às investidas do crédito pessoal. ao empréstimo de favor. As suas portas. estimular a produção nacional. Os que trabalham ali encontrarão guarida! Através de suas Carteiras especializadas. Esta é nossa contribuição ao combate à inflação. do pequeno ao grande empresário. nem será negado. às operações extraestatutárias e extra–regulamentares que aumentam a maré montante das emissões e o giro da espiral inflacionária. devem permanecer fechadas apenas aos financiamentos especulativos. a reforma agrária: “A razão de Estado que a determina é acabar com o latifúndio improdutivo. diretor da Carteira de Crédito Geral (1ª Zona) do Banco do Brasil – in Discurso de inauguração.” (135) Em seguida. .

que havia sido depositada por ela e seus irmãos. As instalações modernas da cozinha Walling passaram a integrar os refeitórios dentro das dependências internas do Banco do Brasil. foi instalada a cozinha Walling. do novo edifício do Banco do Brasil. contendo 240 KVA de potência. Arnaldo Taveira. os refeitórios e. Werther Teixeira. Com a presença dos diretores Nestor Jost. à época. nas cidades de Brasília. considerada. Rio de Janeiro e demais capitais. Cláudio Pacheco. em 4/2/1962. a primeira cozinha com sistema de controles eletrônicos. Passadas três décadas. ser arquipélago. a mais moderna na América Latina [Revista AABB – Rio – 1962]. foi realizada. com ilhas de abastança e outras de miséria. no dia 16 de maio de 1962. com capacidade de fornecer até 600 refeições/ dia. (137) ARTHUR SANTOS. dignas da condição humana.FERNANDO PINHEIRO . através de tickets e.534 O Brasil não pode e. na capital gaúcha. definitivamente. seja a coordenada de sua unidade política e social. com a finalidade de servir aos funcionários. . mas um continente em que um mínimo de condições de vida normal. em cartões.” (137) Ainda na inauguração das novas dependências do Banco do Brasil. muito menos. diretor da Carteira de Crédito Geral (1ª Zona) do Banco do Brasil – in Discurso de inauguração. a cerimônia de entrega da espada do marechal Manuel Luís Osório (Marquês do Herval) à Srª Francisca Osório Mascarenhas. concedeu aos funcionários auxílioalimentação. em Porto Alegre–RS. em 4/2/1962. em compensação. posteriormente. o Banco do Brasil fechou.

Plínio de Arruda Sampaio. com o próprio autor. Esse projeto. Em 27/5/1962. Eugênio Salles. É um marco na custódia do BB [Revista AABB – Rio – 1962]. assina convênio com o embaixador Edmundo Barbosa da Silva. com o candidato do PSOL. outrora. como vimos anteriormente.000 camponeses fixaram residência e trabalho. manteve. É bom salientar que. diretor da Carteira de Colonização do Banco do Brasil. o Banco do Brasil antecipava-se ao Programa do Governo que tinha por objetivo implantar. no clima de debates nacionais focalizando as Reformas de Base. 7/6/1962 – Cláudio Pacheco. defendidas pelo deputado Plínio de Arruda Sampaio. D. governador do Estado do Rio Grande do Norte. com o apoio da Diretoria e do presidente Ney Galvão. em 2010. no Brasil. Cláudio Pacheco. em Natal. a reforma agrária. presidente do Instituto do Açúcar e do Álcool. aceita pelo Banco.535 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL descendentes do marechal Osório. contato com Aluísio Alves.000 hectares de terra que foram entregues com a falência da firma João Câmara. recrudesce 48 anos depois. autor do Projeto da Reforma Agrária e pelo próprio presidente João Goulart. elogiou a medida [Revista AABB – Rio – 1962]. que englobavam 34 fazendas. com o objetivo de ultimar as negociações acerca da desapropriação. na campanha para presidente da República. com o objetivo de promover o aproveitamento de terras nas zonas canavieiras e o incremento da produção diversificada de alimentos no Nordeste brasileiro [Revista AABB – Rio – 1962]. 4. de 19. Nessas terras. . bispo de Natal. em 25/8/1933. nos cofres do Banco do Brasil.

66 [Revista AABB – Rio – 1962]. podemos salientar que. uma aos servidores e suas famílias. com sede no Edifício Conselheiro Diogo.400 associados. outros.” (138) Em retrospectiva. numa época em que não havia supermercado nem shopping center. espontaneamente. na Rua Primeiro de Março. em 26/6/1946. os funcionários do Banco do Brasil. . onde houve a sadia preocupação de socorrer as viúvas dos associados.FERNANDO PINHEIRO . desde a gestão de João Marques dos Reis (30/11/1937 a 6/11/1945). o escritório foi instalado no 5° andar. residentes no Rio de Janeiro. um destaque nas palavras de Euvaldo Dantas Motta. a inestimável ajuda que associações de funcionários. – in Revista AABB – Rio – maio/ 1962. ao lado da Seção de Câmbio. efetuando o pagamento de todas as despesas médicas e a admissão dos aposentados [Revista AABB – Rio – 1962]. reafirmando o papel social da Empresa: “O Banco passou série de benefícios destacando-se. Recebendo apoio do Banco do Brasil. na administração de Nelson Santos. Inicialmente. a CASSI – Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. promoveu uma reforma estatutária. em maio/1962. a CASSI presta relevantes serviços aos seus associados e mereceu. superintendente do Banco do Brasil. Rua do Acre. superintendente do Banco do Brasil – maio/1962. dentre vem proporcionando às a conceder. Rio de Janeiro.536 Ainda no primeiro semestre de 1962. (138) EUVALDO DANTAS MOTTA. tiveram a feliz iniciativa de fundar. indiretamente. a Cooperativa dos Funcionários do Banco do Brasil. possuindo um quadro de 24.

Bibliografia do escritor Francisco de Paula Mayrink Lessa: Conselheiro Mayrink (1975). onde foi extinto. presidente do Banco do Brasil (6/10/1960 a 1/2/1961). Poeira Luminosa (1977). e de Carlos Cardoso. o presidente Ney Galvão prestigia a inauguração da sede da Cooperativa dos Funcionários do Banco do Brasil na cidade do Rio de Janeiro [Revista AABB – Rio – 1962]. inicialmente. Os remeiros do Rio São Francisco. ao ensejo da inauguração da herma de bronze do iminente conselheiro. o escritor Francisco de Paula Mayrink Lessa. Bibliografia sobre o autor: “Mayrink Lessa: poeta e biógrafo” – Palestra proferida. professor substituto da Universidade Federal de Minas Gerais (1993/1996). Atualmente. Editora UFMG. Saraiva. Ed. Belo Horizonte. por Zanoni Neves. Coleção Humanitas. em 23/7/1996. situado no antigo Tribunal de Júri. é local onde funciona a Casa França–Brasil. onde eram custodiados os arquivos dos extintos bancos alemães. O acadêmico Zanoni Neves. na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. acompanhado de assessores. proferiu o discurso em homenagem ao Conselheiro Mayrink. 1998. Nos idos de 1962. Plectro (1980). o depósito foi transferido para a Rua Joaquim Palhares. utilizado pela AGEDE. na presença de autoridades. São Paulo. Bandeira – Rio de Janeiro. Rio de Janeiro.537 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL O depósito da Cooperativa era. próximo à Praça da Bandeira. Posteriormente. erguida em praça pública [Revista AABB–Rio – julho/1962]. Em 17/5/1962. . publicou os seguintes livros: Antropologia histórica: Navegantes da Integração. funcionário da Agência Metr.

Sebastião de Paiva Vidaurre. Arnaldo Cavalcanti de Araújo. nos idos de 1922. inspetor 14ª Zona – CREGE – São Paulo [Revista AABB – Rio – 1962]. advogado – Cachoeiro de Itapemirimj. João José Pereira. Ao agradecer o voto de congratulações manifestado em reunião da Diretoria. Almir Machado. Quarenta anos liga um acontecimento ao outro: agosto/1962. secretário–de–gabinete de diretor – 3ª Zona – CREGE. Fernando Martins da Rocha. Crizólito Salignac de Souza. 1991) Em junho/1962. Belo Horizonte. secretário–de– gabinete do diretor da CREAI – Zona Centro. o presidente justificou a sua saída da Escola Militar de Realengo. Leonel Marinho Campos. Marcelo Godart.538 2004. Coleção Que história é esta? Na carreira do Rio São Francisco. inspetor 4ª Zona – CREGE – João Pessoa. . chefe–de–departamento – DECON [Revista AABB – Rio – 1962]. Coleção Reconquista do Brasil. 2006. o presidente Ney Galvão recebe a Comenda Ordem do Mérito Militar. no grau de Comendador. inspetor 16ª Zona – CREGE – Araraquara. Ed. Daniel Isidoro de Mello. Romeu José dos Santos. foram nomeados: Alberto Castro Neves Filho. Itatiaia. João Damasceno da Silva Oliveira. No mês seguinte.FERNANDO PINHEIRO . advogado – Manaus. José Tíbúrcio Ferreira. inspetores 18ª Zona – CREGE – Botucatu. chefe–adjunto TESGE/DG. advogado – Natal. Poesia: A Barca Aurora (Belo Horizonte: Mazza Editora. José de Oliveira Pantoja. Oswaldo Roberto Colin. inspetor 17ª Zona – CREGE – Bauru. assistentes–técnicos gabinete – PRESI. assistente de Consultoria Técnica – CAMOB. engenheiro. Waldomiro Rodrigues e Silva. Jorge Regueira Gondim. advogado – Limoeiro. Carlos Henrique Fernandes Marques dos Reis. pela opção da vida civil [Revista AABB – Rio – 1962].

Américo Bringel Guerra. no mês seguinte. investigador de cadastro – Agência Belo Horizonte. eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul. Antônio Lopes Lins. chefe–de–serviço da Agência Metr. Paulo da Silva Bojunga. Em outubro/1962. inspetor 6ª Zona – Salvador. advogado – CACEX. Jayme Silveira. chefe–adjunto MEDIC e. o industrial Victor . foram nomeados: Heli Salmon. inspetor – CREGE – Araraquara. Júlio Maia. inspetor 7ª Zona CREGE – Niterói. inspetor CREGE – Uberaba [Revista AABB – Rio – 1962]. Para substituir o diretor Alcides Flores Soares Júnior. Jairo Jucá. Murillo Coutinho de Gouvêa. gerente da CREGE. Ângelo Bonifácio do Amaral Beviláqua. Floriano Carlos Zillig.539 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em agosto/1962. em dezembro de 1962. Benedicto da Costa e Silva. inspetor CREGE – São Paulo. Fernando Viguê Loureiro. inspetor – 8ª Zona CREGE – Rio de Janeiro – GB. inspetor – CREAI – Rio de Janeiro. técnico gabinete – PRESI. engenheiro. Americano do Brasil Gomes. Francisco Raphael Di Lascio. Getúlio Romeu Ramos. José Roberto Martin Sampaio. chefe–adjunto – DEPIM. advogado da CREAI. inspetor CREGE – São Luís. Agenor Mendes. advogado – FUNCI. Hildo Machado Feitosa. inspetor CREGE – Curitiba. Alberto Penno. de Copacabana [Revista AABB – Rio – 1962]. Delauro de Oliveira Baumgratz. foi nomeado. No mês seguinte. inspetor 2ª Zona – CREAI – Belém. assistente–técnico – CREAI [Revista AABB – Rio – 1962]. Otto Guimarães Linhares. inspetor de câmbio e Fiscalização Bancária – Fortaleza. Edício de Araújo Soares. assistente–técnico – FUNCI. chefe–adjunto – ALMOX. Maria Luiza Osório de Araújo. ocorreram as nomeações de Accácio Gomes. inspetor CREGE – Santa Maria.

ladeado. Foto n° 19 – AEROPORTO DE BRASÍLIA – DF – dezembro/1962 – Na escadaria do avião da empresa Cruzeiro do Sul – Ao centro. – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. em cima. 1° vice-presidente da FIESP. Foto n° 134 – Jardim de Inverno Fasano – São Paulo–SP – 18/1/1963 – ANTÔNIO CARLOS BASTOS.FERNANDO PINHEIRO . Ermínio de Moraes Filho. no jantar de 1. Vale ressaltar o final do discurso do gerente de Campinas: . ao lado de NILO MEDINA COELI. presidente do Banco do Brasil (12/9/1961 a 20/7/1963). gerente da Agência Centro – São Paulo. pelas classes produtoras. – Retrato original p & b 24 x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Bastante concorrido foi o banquete oferecido. profere o discurso em homenagem a NILO MEDINA COELI.000 talheres. por Lírio Rosito e. para homenagear Nilo Medina Coeli. o diretor Victor Loureiro Issler (de terno branco). SC. no Jardim de Inverno Fasano.MG. Fizeram o uso da palavra Antônio Carlos Bastos. gerente da Agência de Campinas – SP. eleito o gerente do ano pela Revista Bancos. gerente da Agência Centro – São Paulo. na capital paulista. Foto n° 133 – Jardim de Inverno Fasano – São Paulo–SP – 18/1/1963 – JOSÉ ERMÍNIO DE MORAES. de Belo Horizonte . cumprimenta NEY GALVÃO.540 Loureiro Issler para a Diretoria da Carteira de Crédito Geral – 3ª Zona (PR. ao ensejo da realização do jantar de 1. diante do microfone da Rádio Difusora.000 talheres. Foto n° 292 – BANCO DO BRASIL – Agência Centro São Paulo – SP – maio/1963 – O gerente NILO MEDINA COELI recebe a visita de ERNANI MONTEIRO DE BARROS. gerente da Agência de Campinas. – Retrato original p & b 24 x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. em baixo. Nilo Medina Coeli e Ney Galvão. por Nilo Medina Coeli – Retrato original dimensão 24 x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. RS e MT). agradecendo as honras recebidas e enaltecendo a personalidade do homenageado. em 18 de janeiro de 1963. 1° vice–presidente da FIESP.

Jaime Soares Boaventura. Paulo Barbosa de Almeida. (139) ANTÔNIO CARLOS BASTOS – in Discurso proferido. Moacyr de Figueiredo Borges.541 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL “Mas. secretário–de–gabinete do diretor – CREGE – 4ª Zona. Pedro de Castro Rocha. representando o prefeito Prestes Maia.” (139) Dentre as personalidades presentes. presidente da Associação Comercial de São Paulo. Sebastião Paes de Almeida. Renato Costa Lima. Benedito Pio da Silva. em 18/1/1963. advogado – DEJUR. graças. inspetor CREGE – 10ª Zona – Belo Horizonte. ministro da Fazenda (4/6/1956 a 31/1/1961). em homenagem a Nilo Medina Coeli. Luiz Alfredo de Moraes. inspetor CREGE – Belém. Modesto Scaluzi. inspetor CREGE – 19ª Zona – Curitiba. No mês seguinte. Luciano de Carvalho. prefeito de Campinas. representando o governador Carvalho Pinto. gerente da Agência S. Odilon Fernandes Rosa. advogado – Santos [Revista AABB – Rio – 1963]. secretário do Trabalho. apesar de tudo. ministro da Agricultura (12/7/1962 a 22/1/1963). ao espírito de luta dos homens que lhe dão a substância de sua seiva e carregam no peito as raízes de altas esperanças. é certo. José Brochado Pereira. chefe–de–gabinete do diretor – CREAI/Dicen. Paulo Mazargão. Paulo. Miguel Cury. Mizael Vieira de Mello. . o Banco do Brasil permanece firme de pé dentro da tumultuada paisagem brasileira. presidente do Banco do Brasil. destacamos: Ney Galvão. inspetor CREGE – 14ª Zona – São Paulo. presidente da FIESP. a palpitação de grandes sonhos e de legendas consoladoras. Rafael Souza Noschese. Ainda em janeiro/1963. chefe–de–gabinete – SUPER – Direção Geral. Luiz Henrique Pinto Lucas. ocorreram as nomeações de José Geraldo de Goés. secretário– de–gabinete do diretor – COLON.

secretários–de–gabinete – DEJUR. em 16/5/1963. Armando da Gama e Souza. Múcio Teixeira. chefe–adjunto – DEJUR. com a presença de Ildo Meneghetti. assistente– técnico – CACEX. Germando de Brito Lyra. Arnaldo Victor de Justo Pinho. assistente–técnico SEMEG.542 Em março/1963. secretário– de–gabinete – CACEX. Geraldo Magela da Cruz Quintão. No mês seguinte. Fernando de Souza Oliveira. chefe do Departamento Contencioso – DEJUR. Paulo Sampaio Mercadante. chefe–de–gabinete do diretor – CARED. secretário–de–gabinete do diretor – COLON. Francisco de Assis Carvalho da Silva. Joseph d´Ávila Mendonça. um banquete de 500 talheres. gerente – CAMOB. Bianor Baleeiro. Helcy Carlos Louro Pereira. Cid de Oliveira Silva. engenheiro civil – 1ª Residência – DEPIM – São Paulo. consultor jurídico – Departamento do Contencioso – DEJUR. em Porto Alegre. governador do Rio . inspetor CREGE – 12ª Zona – Direção Geral [Revista AABB – Rio – 1963]. Gelice Aucyrones d´Oliveira. As classes produtoras gaúchas ofereceram ao presidente Ney Galvão. Celina Pacheco Prates Tabarez. Henrique de Almeida Oliveira. advogado – Recife. Fernando Martins da Rocha. Ubirajara de Almeida. advogado – São Paulo. Luciano José Gomes de Mello. assistente técnico – CAMIO. chefe–de–setor – Divisão Técnica – MEDIC. Arthur Martins Sampaio.FERNANDO PINHEIRO . José Bernardo de Medeiros Neto. Cyraldo Pereira Bastos. secretários–de–gabinete do diretor – CREAI/Disul. advogado – Jacobina. advogado – Paranavaí [Revista AABB – Rio – 1963]. no Palácio do Comércio. advogado – Uruguaiana. Fabrício Paulo Bagueira Bandeira. gerente – CARED. Alberto José Tancredo de Oliveira. Sérgio Darcy. advogado – Colatina. secretário–de–gabinete do diretor – CREGE – 4ª Zona. Ozires Paciolo de Medeiros.

só encontradiça em homens de rara envergadura. por Ney Galvão. agradeceu a homenagem. edição de 19/5/1963. Victor Issler. Guilherme Renaux [Revista AABB – Rio – 1963]. Arthur Santos. Felisberto Garrido. KROEFF – in Discurso proferido. em homenagem a Nilo Medina Coeli. Fizeram ainda o uso da palavra o ex-ministro da Agricultura. Waldir Borges fez o brinde ao presidente da República. publica a manchete: “Ney Galvão aplaudido pelo Rio Grande do Sul por sua atuação à frente do Banco do Brasil”. Plínio G. prefeito da cidade de Porto Alegre [Revista AABB – Rio – 1963]. (140) PLÍNIO G. Kroeff.543 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Grande do Sul.” (140) O homenageado. presidente do Superior Tribunal do Estado do Rio Grande do Sul e Loureiro da Silva. O evento. em banquete realizado no Jardim Fasano – São Paulo – SP – Revista AABB–Rio – maio/1963. Destacamos ainda a presença de Décio Pelegrini. em 18/1/1963. Hugo de Araújo Faria. bastante concorrido. presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul. teve a participação dos diretores Nestor Jost. aliando-o a uma sensibilidade para os problemas da economia. Costa Lima e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina. por longos anos. Cláudio Pacheco. ofereceu-lhe a homenagem e ressaltou: “O banqueiro Ney Galvão levou ao Banco do Brasil aquele dinamismo que medra na empresa privada. Por sua vez. referindo-se à trajetória de sucesso percorrida. . no tradicional Banco da Província do Rio Grande do Sul. Léo de Almeida Neves. O Diário de Notícias. bastante aplaudido.

chefe administrativo – SEMEG/DG. Benedicto César Barreiros de Campos. Herculano Santos da Rosa. Antônio Carlos Ottoni Rossi. chefe–de– gabinete – PRESI. Francisco Medina Coeli. Arnaldo Walter Blank. advogado – Limoeiro. Luiz Anísio Portela. Luiz Augusto da Costa Guimarães [Revista AABB – Rio – 1963]. advogado – Curitiba. Ainda nesse mês. subgerente da CREAI–Rusul. André de Moraes Perillier. superintendente – Direção Geral. assistente–técnico – SEMEG/DG. Edgar Guimarães do Valle. secretário–de–gabinete – PRESI. secretário–de– gabinete do diretor da CREAI/Runor. Bernardino Soares Viana. bem como o presidente do CEMED – Centro de Estudos Médicos do Banco do Brasil. Antônio Madureira Murta. secretário–de–gabinete CREGE – 3ª Zona. foram nomeados os inspetores: Adão Ferreira de Almeida. secretário–de–gabinete do diretor – CREGE . secretário–de– gabinete do diretor – CREAI/Dicen. Heloísio Amorim Machado. Geraldo Machado. Cyro de Azevedo. Nathanael Pinto de Carvalho. Hilton Carvalheira Ramos. Jacintho Arthur Horta de . Antônio José Correia de Oliveira. Deisi Sarubbi Ardissone. Antônio Bittencourt. Cial Brito. Elly Mesquita Vellozo. Geraldo Raul Rosa. procurador – Porto Alegre. Carlos Alberto Vieira – 23/2/1943. José Maria Nogueira.1ª Zona. secretário–de–gabinete do diretor da CACEX. procurador – São Paulo. surgiram outras nomeações: Alexandre Caminha de Castro Monteiro. Roberto Rômulo Drummond.544 Em maio/1963. secretário–de–gabinete do diretor CREGE – 3ª Zona.FERNANDO PINHEIRO . secretário–de– gabinete – PRESI. subchefe–de–gabinete – PRESI. Américo Raul da Cunha Cerqueira. Terésio Porto Virmond. José Justino de Mello. Francisco dos Anjos. Celso Calógeras Dutra. Antônio Edwiges Guglielmi de Oliveira. Humberto Vieira Freire. Mário Gonçalves de Amorim. Haroldo de Carvalho – 30/6/1943.

Ney Neves Galvão. secretário–de–gabinete do Departamento Contencioso. José da Silva Pacheco. edição de 16/7/1963 – Amarildo cedido afinal ao Milan – O Dr. surge a Associação dos . secretário–de–gabinete do diretor – CARED. falecido em março daquele ano. João Elias Nazaré Cardoso. Sérgio Darcy assumia. concordou em ceder o passe do jogador alvinegro para o clube italiano. por um contrato de 3 anos. Rodolfo Rechi e o procurador do jogador Amarildo. Marilia Lima de Souza. advogado – Campina Grande. Na página esportiva de O Globo. Sr. Ulysses Bueno Libretti. Sérgio Darcy. a Presidência do Botafogo de Futebol e Regatas. o mês de julho/1963 iria modificar o cenário econômico no mundo da moda: na capital paulista. Luiz Gonzaga Martins Cunha. contador – CARED. assistente–técnico – CAMIO. chefe–de–gabinete do diretor da CREGE – 4ª Zona.000 dólares. Noel Guimarães. chefe–de–gabinete do diretor da CACEX. da Itália. mediante o recebimento de 400. em reunião com o representante do Milan. A janela para o mercado externo de jogadores brasileiros estava sendo aberta e nunca mais se fechou. houve mudança na Consultoria Jurídica do Banco do Brasil.545 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Siqueira. presidente do Botafogo de Futebol e Regatas. João Carlos de Carvalho – 1/12/1938. auxiliar–de–gabinete do diretor – CARED. Waldner Vieira. Ainda em 1963. assistente –técnico – SEMEG–DF. em substituição de João Neves da Fontoura. Jorge Regueira Gondim. presidente do Banco do Brasil nomeou o advogado Sérgio Darcy para o cargo de consultor jurídico. miss Universo/1963. Noaldo Moreira Dantas. Em junho de 1963. em Long Beach. Sr. técnico – gabinete PRESI. pela segunda vez. Além da eleição da brasileira Iêda Maria Vargas.

546 Modelos Profissionais do Estado de São Paulo. Epaminondas Moreira do Vale. 20/7/1963 – No gabinete do ministro Carvalho Pinto. Genival de Almeida Santos. No discurso de posse. usando a caneta Parker 51 na mão direita e com a esquerda. ministro da Justiça. é requisitado pelo Governo Federal para assumir o cargo de superintendente da SUNAB – Superintendência Nacional de Abastecimento [Revista AABB – Rio – 1963]. ex–gerente da Agência de Catanduva – SP.FERNANDO PINHEIRO . estavam presentes Abelardo Jurema. senador da República. inspetor-geral da Alfândega. Na cerimônia de posse. superintendente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico. há mudança de comando no Banco do Brasil: despede-se Ney Galvão e assume Nilo Medina Coeli. Medina Coeli assinou o livro de termo de posse no cargo de presidente do Banco do Brasil. dentre outros ilustres convidados [Revista AABB – Rio – 1963]. Ruy Carneiro. titular da pasta da Fazenda. no Brasil e no exterior. os deputados Hermes de Sousa e Ivete Vargas. era assistido atentamente por um jovem radialista (de terno escuro) que segurava o microfone portátil ao lado de . usando os óculos para fazer a leitura. É a valorização da moda e da mulher que desfila. com salários vultosos aos top models. Hoje. apoiada sobre o livro. via-se a aliança de casado e o anel de doutor. gravado e transmitido por rádio. No 1° semestre/1963. a primeira entidade no gênero criada no País. o funcionário Benedito Pio da Silva. esta profissão assumiu a liderança de uma das maiores do mundo de marketing.

Foto n° 3 – MINISTÉRIO DA FAZENDA – 20/7/1963 – NILO MEDINA COELI profere o discurso de posse no cargo de presidente do Banco do Brasil. recebe o abraço de ASSIS CHATEAUBRIAND. Ney Galvão esteve presente e fez o uso da palavra. ao lado de NEY GALVÃO. Foto n° 2 – MINISTÉRIO DA FAZENDA – 20/7/1963 – NEY GALVÃO cumprimenta NILO MEDINA COELI. de olhar plácido e de admiração. em 8/8/1963. na presença de Adolpho Bloch. Vale salientar os retratos originais (imagens) p & b – 24 x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil: Foto n° 1 – MINISTÉRIO DA FAZENDA – 20/7/1963 – NILO MEDINA COELI assina o termo de posse no cargo de presidente do Banco do Brasil. grande sucesso em todo o Brasil. o homenageado ouviu o orador que . ministro da Fazenda. senador da República. sede da Editora Bloch. Foto Em Parada de Lucas. presidente da Rede Manchete que alcançou. transmitida por uma emissora de rádio. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964) no ato de transmissão de cargo de presidente do Banco do Brasil.547 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ney Galvão. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). o Clube de Gerentes de Bancos da Guanabara recebe o presidente Nilo Medina Coeli para um almoço festivo com a participação de 200 convivas. o presidente que se despedia. n° 5 – MINISTÉRIO DA FAZENDA – 20/7/1963 – NILO MEDINA COELI. presidente da Editora Bloch. Foto n° 4 – MINISTÉRIO DA FAZENDA – 20/7/1963 – NILO MEDINA COELI. o presidente que se despedia e que abraçou Medina Coeli quando o discurso chegou ao final. O expresidente do BB. . Na Mesa de honra. mais tarde. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). recebe o abraço de SEBASTIÃO PAES DE ALMEIDA. por muito tempo.

subgerente Inaug. subgerente Lúcio Teixeira de Almeida. gerente João Pedro da Silva Barão. senador da República. assessor da Presidência da República. subgerente Heitor Stumpf – 22/9/1958. diretor da CACEX. subgerente Hélio Edwal de Salles Lopes.548 lhe prestara justa homenagem [Retratos originais p & b 24 x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. Diogo Gaspar. Almanaque do Pessoal – BB. Prestigiaram o evento as autoridades brasileiras: Carvalho Pinto. No dia 19 de agosto de 1963 é inaugurada a Agência do Banco do Brasil. gerente Ney Marques – 19/1/1952. ministro da Fazenda. aplaudido por autoridades e a imprensa local. Valério Magalhães. gerente Paulo Uchôa Costa. subgerente Wolmen Carvalho – 11/2/1952. subgerente Antônio Fragomeni.: 19/8/1963 1963 1963/1964 1963 1964 1964/1966 1964/1967 1967 1967 1971 1971 1971 1972 1972 1973/1974 1974 .FERNANDO PINHEIRO . deputado federal [Retrato original p & b – 24 cm x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. Juvenal Osório. em Santiago – Chile. gerente Marco Aurélio Machado Silva. subgerente José Carlos Madeira Serrano. profere o discurso de improviso. Vale mencionar o nome dos administradores que serviram ao Banco do Brasil na capital chilena [Revista AABB – Rio. O presidente Nilo Medina Coeli. Ney Braga. subgerente Ruy Pereira da Silva. BIP]: SANTIAGO – CHILE Eleutério Proença de Gouvêa Alcides Pereira da Costa. gerente Dionísio Nelson Garcia. subgerente Wolmen Carvalho – 11/2/1952.

gerente–adjunto 1979 Élbio Emir Porciúncula Nunez. gerente 1979/1980/1981 Sylvio Loeffler Terra. gerente 1988 Paulo Toledo Rodrigues. gerente–adj. subgerente 1980. 26/9/1985 Sady Roque Grubel.–adj. 29/03/1988 a 21/01/1991 Fernando Rocha – 6/10/1955 14/11/1988 a 02/01/1991 Wanderley Campos – 22/10/1964 23/01/1990 a 14/04/1991 Geraldo Gonçalves Sacramento 09/04/1990 a 14/04/1991 Oscar Dorneles Paim 21/01/1992 a 31/03/1996 Carlos Menoti Flores Machado 16/12/1993 a 01/05/1995 Lincoln Barros de Sousa 29/07/1996 a 22/07/2001 Rui Barbosa Pereira 01/10/1996 a 22/07/2001 Altamir Passos Batista 04/06/2001 a 19/06/2005 Luiz Felipe Calábria V. 1980/1981/1983 Rogério Eduardo Schmitt. ger. 1983 Guilherme Ramos de Oliveira 18/03/1985 a 28/02/1989 José Fernando Albano do Amarante 02/05/1984 a 31/01/1988 Paulo Márcio Gama de Macedo. ger. apos. subgerente 1979/1980 José Machado Botelho. gerente 1975/1976. gerente 1977.: 19/8/1963 Belmiro Cândido Nazario. subgerente 1975/1976/1978 Antenor Irineu Puntel. gerente–adj. apos. subgerente 1978 Francisco Antonio Celso de Araújo Melchior.549 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL SANTIAGO – CHILE Inaug. subgerente 1977/1978 Francisco Antonio Celso de Araújo Melchior. 1977 Shinitiro Shima. 17/4/1985 João Carlos Gomes – 2/5/1966. subgerente 1979/1980 Francisco Paurilo Barroso Jr. Lima 04/06/2001 a 24/04/2005 Antônio Teixeira Duarte Barboza 24/07/1995 a 28/11/1996 Daniel Alves Maria 28/02/2005 a 26/03/2006 Giuseppe Roberto Giuliani 05/09/2005 a 99/99/9999 Carlos Alberto Brandão Zalaf 27/02/2006 a 99/99/9999 . subgerente 1975/1976 Dionísio Nelson Garcia. 1978/1979 João de Deus Menezes de Araújo. 1/9/1983 Celso de Medeiros Drummond. subger. 1978 Sady Roque Grubel. apos.–adj. subg.

na qualidade de presidente do Botafogo. Em set. onde o consultor jurídico Sérgio Darcy.Paulo o Ginásio Nilo Medina Coeli. entregue a Fadel Fadel. No dia 11 daquele mês. sem dúvida. da Itália. na cidade do Rio de Janeiro. e de Francisco Romagnoli. até então. o presidente do Banco do Brasil inaugura na AABB–S. originalmente dentro do Banco do Brasil. Maria Aparecida Escobar Medina Coeli. presidente da AABB–S. onde é homenageado em almoço no Grande Hotel. assinou um cheque nominal. acompanhado da esposa. prestigiado pela presença do prefeito Artur de Melo Teixeira.FERNANDO PINHEIRO . imortal da Academia Brasileira de Letras [Retratos p & b – 24 cm x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. e do escritor Mário Palmério. o presidente Medina Coeli visita Uberaba – MG. em improviso. que lhe fez a honrosa saudação. no velho casarão da Rua Primeiro de Março. presidente do Flamengo. Foi. entre clubes brasileiros. Com bastante dinheiro adquirido pela venda do jogador Amarildo para o Milan. o Botafogo de Futebol e Regatas adquire o passe do jogador Gérson comprado do Flamengo. A transação foi realizada. a maior negociação efetuada. uma notícia histórica acontece no futebol brasileiro. no valor de Cr$ 150 milhões. . 66. dentro da Consultoria Jurídica do Banco do Brasil.Paulo. prestigiado ainda pela presença de Orlando Baldi.550 Em setembro de 1963. às 14:00 horas do dia 17 de setembro de 1963. gerente da Agência Centro – São Paulo./1963. no almoço comemorativo [Retratos p & b – 24 cm x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil].

foram nomeados: Alberto Segalla.551 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Uberaba. Arthur . sob o comando do gerente João Naves da Cunha. ainda em setembro/1963. terra conhecida pelo presidente Medina Coeli. inspetor CREGE – São Paulo–SP. volta à terra natal. para exercer. Thaísa Mello Freixeiro. desde a época em que veio ao mundo e depois trabalhou na Agência do Banco do Brasil nos idos de 1936. Carlito Almeida. Adélia de Macedo Christino. Em outras unidades da Direção Geral. nos idos de 1950. Solyr Lins de Miranda Pontes. gerente que. subgerente. Gabriel de Melo Junqueira. Em setembro/1963. Affonso Eugênio de Andrade Câmara. subchefes–de–gabinete – PRESI. Helena Baptista. Diversos cargos do gabinete da Presidência. José Rostan Cavalcanti Aragão. Rubens Giambroni. ocorreram posses na Agência Centro – São Paulo: Orlando Baldi. foram preenchidos: Adalberto Bomfim. Agenor Nepomuceno Mendes. Francisco Fernandes Santiago. Armando da Gama e Souza. chefe–de–gabinete – CREGE/Geliq. César Dantas Bacellar Sobrinho. inspetor CREGE – Bauru. Antônio Gonçalves Malheiros Sobrinho. Álvaro Domingues da Silva. Aguinaldo Gonçalves Beninatto. ao assumi-la. Floriano Carlos Zilling. mês. secretários– de–gabinete – PRESI. Na ocasião. como vimos. nesse mês. gerente–adjunto [Revista AABB – Rio – 1963]. Aldrovando de Aguiar Brandão Filho. todos eles bem vivos em sua memória. advogado CREAI/Dejai. assumiram: Lund Maia. e depois de dirigir várias filiais em cidades pelo interior do Brasil. o cargo de gerente. declarou estar de volta àquela agência onde trabalhou por mais de um lustro e relembrou os caros companheiros ausentes. auxiliares–de– gabinete – PRESI [Revista AABB – Rio – 1963]. bem como Newton Feijó Bhering. Carlos Alberto Vieira – 1/7/1953.

José de Paiva Alves da Cunha. João Evangelista de Campos Ribeiro. chefe–de–gabinete – CREGE/Gecge. advogado – DEJUR. João Carlos de Carvalho – 1/12/1938. gerente CREGE/Geliq. Hélio Fonseca Lima. inspetor CREAI – Montes Claros. secretário–de–gabinete da Superintendência – Direção Geral. Antônio Arnaldo Gomes Taveira. Múcio Teixeira. advogado – DEPIM. gerente – CREGE/Gecge. Francisco Antônio Mellado. José Pires dos Santos. Paulo Costa Galvão. Fernando de Souza Oliveira. Francisco do Rêgo Monteiro. Hermann Wagner Wey.FERNANDO PINHEIRO . subgerente – CACEX/Fisca. Luciano Carvalho. advogado – São Paulo – SP. chefe–de–gabinete do diretor da CACEX. secretário–de–gabinete do diretor – CREGE – 2ª Zona. Vale assinalar que Ney Neves Galvão assume. Eduardo Soares Teixeira. assistente–técnico – CREAI [Revista AABB – Rio – 1963]. Samuel Corrêa Borges Júnior. em 20/12/1963. inspetor – CREGE – São Paulo – SP. João Batista Garchet. Joacyr Bicalho Guimarães. gerente – CACEX. subgerente CREGE/Sufic. subgerente CREGE/Subop. a Diretoria Executiva do Banco do Brasil [Almanaque do Pessoal – 1963] passou a constituir-se dos seguintes membros: . Dirceu Cândido Silveira. Waldemiro Bazzanella. secretário–de–gabinete do diretor – CREGE/Diseg. Olyntho Tavares de Campos. inspetor – CREAI e FIBAN – Fortaleza. Hélio Silva Barros. Ruy Pereira da Silva. subgerente – CREGE/Supla. chefe–de–gabinete Gerência da CACEX. o cargo de ministro da Fazenda por um período que se estendeu até 3/4/1964. subgerente – CACEX/ Importação. Com a saída dos diretores Eduardo Catalão. Júlio de Souza Avellar. secretário–de–gabinete do diretor – CACEX. José Leite Ribeiro.552 Moreira Dias.

entre outros. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964) ouve atentamente o Prof. representante do Banco da Guatemala. Carteira de Crédito Agrícola e Industrial – Crédito Industrial – Nestor Jost – Crédito Rural – Zona Norte – Samuel Vital Duarte. 3ª Zona – Victor Loureiro Issler. ministro da Fazenda. proferindo a palestra de abertura. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). foi realizada no Copacabana Palace Hotel. a 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano. A comissão organizadora do evento foi presidida por Francisco Medina Coeli. Rio de Janeiro. 2ª Zona – José Ferreira Keffer. Zona Centro – Geraldo de Andrade Carneiro. . Zona Sul – Léo de Almeida Neves. 4ª Zona – Felisberto Martins Garrido. e de ARTURO PÉRES GALLIANO. Foto n° 165 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – NILO MEDINA COELI. ministro da Fazenda.5 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. Foto n° 166 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – NILO MEDINA COELI. chefe-de-gabinete – PRESI [Retratos originais p & b – 24 cm x 17. Carteira Carteira Carteira Carteira de Câmbio: de Comércio Exterior: de Redescontos: de Colonização: Eleutério Proença de Gouveia Juvenal Osório Gomes Hugo de Araújo Faria Cláudio Pacheco Brasil Arnaldo Walter Blank Superintendência: Chefe–de–gabinete da Presidência: Francisco Medina Coeli Nos dias 14 a 24 de outubro de 1963.553 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Carteira de Crédito Geral – 1ª Zona – Arthur Ferreira dos Santos. CARVALHO PINTO. chega ao Auditório acompanhado de CARVALHO PINTO.

ao centro do grupo de pessoas. ministro da Fazenda. NILO MEDINA COELI. profere o discurso de abertura do evento. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). Foto n° 173 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – NILO MEDINA COELI. e à direita. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). CARVALHO PINTO. prestigia o evento ao lado do orador da abertura. o 4° da esquerda para a direita. representante do Banco da Guatemala. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). Foto n° 169 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – De pé. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). entre eles. . em conversa com CARVALHO PINTO. recebe felicitações de autoridades. ministro da Fazenda. NILO MEDINA COELI. Foto n° 171 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – NILO MEDINA COELI. proferindo a palestra de abertura. CARVALHO PINTO. representante do Banco da Guatemala. representante do Banco da Guatemala.554 Foto n° 167 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – ARTURO PÉRES GALLIANO. ministro da Fazenda. ministro da Fazenda. faz a abertura do evento e passa a palavra a CARVALHO PINTO. Foto n° 170 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – NILO MEDINA COELI. ministro da Fazenda.FERNANDO PINHEIRO . presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). é cumprimentado por ARTURO PÉRES GALLIANO. por NILO MEDINA COELI. conversa com CARVALHO PINTO. ladeado à esquerda por ARTURO PÉRES GALLIANO. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964) ouve atentamente o Prof. Foto n° 172 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – CARVALHO PINTO. ministro da Fazenda. Foto n° 168 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – NILO MEDINA COELI. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964).

com destaque. e de diversos ministros. Mais tarde. Ao início da abertura do conclave. a Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. com bagagem rica de conhecimentos adquiridos na passagem pela Chefia do Departamento Econômico da SUMOC. proferindo a palestra de abertura. DC. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964) ouve o Prof. Além da participação ativa de Inácio Copete– Lizarralde. em épocas diferentes. e do Prof. EE. Ao abrir. passou a palavra ao ministro da Fazenda. em 19/8/1982. Carvalho Pinto que proferiu um discurso abordando aspectos econômicos dos países em desenvolvimento [Retratos originais p & b – 24 cm x 17. e. o discurso (é viva a emoção em falar sobre antecessor nosso na Presidência da Academia). cria e preside. CARVALHO PINTO. no evento. especificamente. a da SUMOC. os cargos de Diretor Executivo do FMI – Fundo Monetário Internacional. a delegação do Brasil. Arturo Péres Galliano. nos idos de 1951. com maestria. em Washington.5 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil].UU. idealiza. representante do Banco da Guatemala. gerente financeiro do Inter-American Development Bank. o curso de pós–graduação em assuntos econômicos.555 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Foto n° 174 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – NILO MEDINA COELI. exerceu. Robert Triffin. vale ressaltar a presença de Herculano Borges da Fonseca que integrou. ministro da Fazenda. Herculano Borges da Fonseca. após ter concluído. para gáudio nosso. assessor da Presidência da República. Herculano Borges da Fonseca abordou o assunto Conjugação da Política Monetária com a Política Fiscal .

e. possuía 4 pilares: Departamento Jurídico. que têm determinado uma queda de receita cambial. 1989]. superintendente do Banco do Brasil [Retrato original p & b – 24 cm x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. inspetor–geral. sob a chefia de Herculano Borges da Fonseca. ainda Paulino Jaguaribe de Oliveira. chefe do Departamento Econômico da SUMOC – in Palestra proferida. Departamento Econômico. O último orador a fazer o uso da palavra foi o embaixador Augusto Dias Carne