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FERNANDO PINHEIRO

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL
1906 a 2011

O único autor (sobrevivo) antecedido apenas por Afonso Arinos e Cláudio Pacheco

Fernando Pinheiro

Afonso Arinos (1905/1990) Período: 1808/1835)

Cláudio Pacheco (1909/1993) Período: 1835/1951

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HISTÓRIA
DO BANCO DO BRASIL 1906 a 2011
Fernando Pinheiro

O uso da Marca Registrada aludida nesta Obra Histórica, amparada pelo registro no Escritório de Direitos Autorais da Fundação Biblioteca Nacional – Ministério da Cultura, dependerá de autorização de seu Titular. OBS.: A publicação, a transmissão ou emissão, retransmissão e reprodução das obras que versem sobre personalidade(s), de acordo com o registro no Escritório de Direitos Autorais da Fundação Biblioteca Nacional, concedido ao escritor Fernando Pinheiro, dependerá da prévia e expressa autorização da(s) mesma(s), ou, de seus sucessores, no caso de falecimento.

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HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL

CPI

Brasil. Catalogação-na-fonte Rio de Janeiro – RJ Pinheiro, Fernando

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL, de FERNANDO PINHEIRO

BANCO DO BRASIL
1. 2. 3. 4.

5. 6. 7. 8. 9. 10. 11.

História do Brasil – Economia e Finanças Biografia Institucional (1906/2011) Ensaios Históricos Administração Pública: – Engenharia de Produção no BB – Engenharia e Arquitetura no BB – Presença do BB no país e no exterior Banco de Dados pertinente ao Banco do Brasil Banco de Imagens do Banco do Brasil Discursos de presidentes do BB: – Posses, inauguração de agências no exterior, conferências e despedidas no cargo de presidente Discursos de executivos do BB Panegírico (elogio acadêmico) a executivos do BB Bibliografia e Iconografia autorizadas ao autor – Custódia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil Brochura: 1.210 páginas Rio de Janeiro RJ – 2011

FERNANDO PINHEIRO

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FERNANDO HENRIQUES PINHEIRO, contista, cronista, ensaísta (áreas de História, Música Clássica, Filosofia, Comportamento Humano, Espiritualidade), fez seus estudos no Seminário Arquidiocesano de São Luís do Maranhão (hoje, Centro Teológico do Maranhão).

Honrarias e condecorações: ●

Prêmio Nacional de Livros Publicados
Concedido pela Academia Internacional de Letras, Artes e Filosofia do Rio de Janeiro Ciências,


– –

Diploma Moção de Congratulações
Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (sessão solene de 20 de maio de 1998) Câmara Municipal do Rio de Janeiro (sessões solenes de 16 de setembro de 1998 e 13 de agosto de 2001)

Bibliografia do autor Livros publicados e inéditos
A SARÇA ARDENTE (crônicas)
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180 pp. 276 pp.

(1988) (2011)

JESUS, LUZ DO MUNDO (contos)

HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL – 1906 a 2011 – 1210 pp. (2011)

BANCO DO BRASIL
– LISBOA SERRA, poeta, tribuno e presidente

234 pp. (2011) ensaios (2011) (2011) (2011) (2011) (2011)

BANCO DO BRASIL – CONSULTORIA JURÍDICA –
históricos – autores diversos (coautoria) – 199 pp. FLAMA E VOZ (palestras e discursos) MÚSICA PARA CANTO E PIANO (ensaios) OS VENTOS DO AMANHECER PERFUME DAS PARTITURAS (ensaios) (ensaios)
– –

194 pp. 200 pp.

– 232 pp. – 180 pp.

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HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL

Palestras (em seminários)
A presença dos funcionários do Banco do Brasil na música clássica (in 4° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social – pp. 177 a 200) (2000) 1°

Angola (in Social

Seminário Banco pp. 91 a 97)

do

Brasil

e

a

Integração (1995)

Caio de Mello Franco, diplomata e poeta (in 5° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social – pp. 15 a 31 (2004) Karlos Rischbieter, presidente do BB (09/02/1977 a 16/03/1979) in 6° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social CCBB – Rio de Janeiro pp. 9 a 20 (2005) Nota: o CCBB – Rio de Janeiro fica no casarão da Rua Primeiro de Março, 66 Odilon Braga: flama e voz (in 5° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social – pp. 126 a 164 (2004) Por onde andou Villa-Lobos? (in 3° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social – pp. 187 a 202) (1999)

Prefácio
Um olhar sobre o ontem e o hoje, de Zorrillo de Almeida Sobrinho – Produtora M de Publicações e Propaganda – 344 pp. – Campo Grande - MS (2000)

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SUMÁRIO
Apresentação Capítulo 1 a 18 Consultores e Diretores Jurídicos (1922/2011) Presidentes do Banco do Brasil (1854/2011) Bibliografia Galeria de Presidentes do BB (1854/2004) CAPÍTULO 1 Estadistas presidem os destinos do BB. Estadista, antigo funcionário do BB, organiza e dirige a Advocacia Geral da União. A criação das primeiras agências. A atuação do BB na gestão dos presidentes: Manoel Pinto de Souza Dantas, a partir de 12/10/1889 e, durante o ano da reforma de 1893, presidente do Banco da República do Brasil, até 29/1/1894, Custódio José Coelho de Almeida, João Ribeiro, Ubaldino do Amaral, Norberto Custódio Ferreira, João Alfredo Correia de Oliveira, Homero Baptista, Mário de Milcíades Sá Freire, J. J. Monteiro de Andrade, José Maria Whitaker, Daniel de Mendonça, Cincinato César da Silva Braga, James Darcy, Antônio Mostardeiro Filho, Henrique Carneiro Leão Teixeira, José Adolpho da Silva Gordo, Guilherme da Silveira, Augusto Mário Caldeira Brant, Pedro Luiz Correia e Castro, Vicente de Paula Almeida Prado, Carlos de Figueiredo, Arthur de Souza Costa. p. 36 p. 15 p. 36 p. 1188 p. 1189 p. 1194 p. 1208

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CAPÍTULO 2 O Banco do Brasil na gestão dos presidentes Leonardo Truda (27/7/1934 a 30/11/1937), João Marques dos Reis (30/11/1937 a 6/11/1945). Aura acadêmica no BB. Láureas conquistadas pelo funcionalismo. Inauguração da 1ª agência metropolitana e as duas primeiras da rede externa e dezenas de subagências. Doutrina: “A proteção ao trabalhador no Direito Pátrio”, do jurista e acadêmico Luís Ivani de Amorim Araújo. O início do ensino e da cultura na Empresa. p. 105 CAPÍTULO 3 O funcionário Ovídio Xavier de Abreu preside os destinos do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950). Aspectos da economia no governo Gaspar Dutra. A interinidade do presidente Jorge de Toledo Dodsworth. Executivos do BB exercem atividades intelectuais. A Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, nos idos de 1949, sob o comando de Alcebíades França de Faria, inicia fase progressista. p. 216

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CAPÍTULO 4 Ricardo Jafet preside os destinos do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953). Mecanização de serviços. Criação do Departamento de Crédito Geral. A retomada do ensino no BB. Diretores viajam pelo Brasil, apresentando as metas da política de expansão do crédito. Luiz Simões Lopes, presidente–fundador da Fundação Getúlio Vargas e diretor do BB, discursa em recepção do corpo docente da FGV, em visita ao BB. Conclaves de gerentes do BB em Belo Horizonte. Discursos proferidos em banquete enaltecem o diretor Loureiro da Silva, ao ensejo da aprovação do novo Regulamento da Carteira Agrícola e Industrial. O diretor Vilobaldo de Souza Campos presta homenagem a Leonardo Truda, presidente do BB (27/7/1934 a 30/11/1937) na inauguração do Edifício Leonardo Truda, sede da Carteira de Exportação e Importação. p. 246 CAPÍTULO 5 A gestão de Marcos de Souza Dantas, presidente do Banco do Brasil (18/8/1953 a 6/9/1954). A criação da CACEX – Carteira de Comércio Exterior. A comemoração do 1° centenário do Banco do Brasil (1854/1954). Eventos, prestigiados pela presença de autoridades, promovem a imagem do Banco do Brasil, com destaque especial focado na missão do presidente e do diretor da CREAI – Carteira Agrícola e Industrial. Acadêmicos desempenham funções relevantes no BB. p. 311

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CAPÍTULO 6 A gestão de Alcides Vidigal no cargo de presidente do Banco do Brasil (14/04/1955 a 14/10/1955). A trajetória do diretor Adolpho de Oliveira Franco na Diretoria da CREAI. Homenagem a Hugo Napoleão, consultor jurídico do Banco do Brasil (1943/1944), em obra biográfica do embaixador Aluízo Napoleão. O diretor Arthur Santos assume o cargo de presidente do BB, em caráter interino. Mário Brant retorna à Presidência do BB (16/11/1955 a 16/2/1956) Aspectos da conjuntura econômica do País, comentados nos discursos de posse e de despedida do presidente do Banco do Brasil. Inauguração do Museu e Arquivo Histórico do Banco do Brasil. Crise cambial, em decorrência dos óbices que dificultavam as exportações de café. Queda de remessa do produto. Política de correção da conjuntura inflacionária. Criação da Gerência de Liquidações (GELIQ), junto às Carteiras: CREGE e CREAI. A gestão Clemente Mariani na visão da escritora Daniela Maria Moreau (dissertação de Mestrado apresentada, em janeiro/1992, na UNICAMP – Campinas - SP). Paes de Almeida assume a Presidência do BB e ouve o discurso de Mário Brant a respeito da conjuntura nacional. A passagem de Tancredo Neves no BB. Instalação da Carteira de Colonização do Banco do Brasil. Inauguração da Companhia de Petróleo da Amazônia na presença de JK, presidente da República, e 2 diretores do Banco do Brasil. Vieira de Alencar profere discurso a respeito da presença do BB na Amazônia. Implantação do serviço de microfilmagem no BB. Bodas de ouro (1916/1966) na Agência Uberaba–MG. p. 348

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CAPÍTULO 7 A gestão do presidente Maurício Bicalho (3/6/1959 a 6/10/1960). 1ª Reunião da Diretoria do Banco do Brasil, em Brasília–DF. Inauguração das Agências do BB em Buenos Aires, Argentina, La Paz, Bolívia. Criação da Inspetoria de Agências do Exterior (IAGEX). A gestão do presidente Carlos Cardoso (6/10/1960 a 1/2/1961). Política de diversificação do crédito. Ampliação de operações, através da rede de agências no País. A gestão de João Baptista Leopoldo Figueiredo (1/2/1961 a 12/9/1961). Inauguração da sede do Centro de Estudos dos Médicos do Banco do Brasil. Realização do 1º Simpósio Brasileiro sobre Computadores Eletrônicos. Introdução da eletrônica no País e o pioneirismo do BB. A economia desenvolvida por Clemente Mariani, ministro da Fazenda. Antigo consultor jurídico do Banco do Brasil (1943/1944), o deputado Hugo Napoleão defende a Operação PanAmericana. O presidente da República, em 6/8/1961, profere discurso no Banco do Brasil, recrudescendo o discurso de Mário Brant, ao despedir–se, em 16/2/1956, da Presidência do BB. A Gerência de Operações de Câmbio (CAMIO/GECAM) é conduzida por ilustres nordestinos. - continua -

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CAPÍTULO 7 A divisão administrativa da Carteira Agrícola. Criação de 4 diretorias: 1 industrial, de âmbito nacional, e 3, de caráter regional, abrangendo o Sul, o Centro e o Norte do Brasil. Prefeito de Porto de Alegre, ex-diretor do BB, saúda o presidente do BB. Crise inflacionária. Consultor jurídico do Banco do Brasil, presidente do Botafogo de Futebol e Regatas, abre a janela de transferência de jogador brasileiro para o mercado estrangeiro. Intelectuais do BB exercem cargos de confiança. Pianista famoso trabalha no BB e realiza tournée no Brasil e no exterior. Participação do BB na 7ª Reunião de Técnicos dos Bancos Centrais do Continente Americano. O recrudescimento do ensino no BB. O Banco do Brasil na gestão dos presidentes Ney Galvão, Medina Coeli, Hugo Faria e Arnaldo Walter Blank. Banqueiro paulista, Luiz de Moraes Barros, preside os destinos do Banco do Brasil (15/5/1964 a 20/3/1967). Criação do Departamento de Mecanização e Telecomunicações. Centros telefônicos PABX no BB. Banco Central do Brasil inicia operações. Panorama do quadro de categorias elevadas e respectivos titulares, na década de 60. Criação do Departamento de Seleção e Desenvolvimento do Pessoal (DESED). A criação da Carteira de Câmbio por Conta Própria na visão de antigo gerente. Funcionários do BB no comando da CACEX. O BB e a informática. Atendimento direto e integrado, mediante baterias-de-caixa. A implantação dos serviços de caixas-executivos nas agências. p. 389

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CAPÍTULO 8 Reforma administrativa na Direção Geral do Banco do Brasil. Realização do 1° Curso Intensivo para Administradores – CIPAD. Reunião de gerentes do BB, em São Luís – MA, com a presença do presidente e diretores. Criação do cartão de garantias de cheques e da logomarca atual do Banco do Brasil. Inauguração das agências do BB em New York, Londres, Lisboa. Convênio BB e Itamaraty. Intelectuais do BB em andanças pelo mundo. A presença dos funcionários do BB na música clássica. Conferências: “Saga protagonizada por brasileiros fantásticos”, de Edgardo Amorim Rêgo; “Homenagem a Fernando Viguê Loureiro”, de Sebastião Geraldo Brollo, e “Banco do Brasil (após a criação do Banco Central)”, de Nestor Jost, presidente do Banco do Brasil (20/3/1967 a 28/2/1974). Destaque na atuação dos diretores Paulo Konder Bornhausen, Sérgio Andrade de Carvalho, Oziel Carneiro e César Dantas Bacellar Sobrinho. A gestão bem–sucedida dos presidentes Ângelo Calmon de Sá e Karlos Rischbieter. A criação de 3 diretorias e do Eurobraz – European Brazilian Bank Limited. A expansão da rede externa do Banco do Brasil. O diretor César Dantas Bacellar Sobrinho profere conferência na 3ª Reunião Geral de Administradores de Agências do Exterior. Presidentes do BB apoiam programas que beneficiam o funcionalismo (PREVI e CASSI). Criação da trading company do BB e do Boletim de Informação ao Pessoal. Mudança na estrutura administrativa do BB. Publicidade do BB. O presidente do BB visita a ESG. A criação da FENAB – Federação das AABB. Presidentes do BB, após passagem no BB, tomam posse no cargo de ministro de Estado. Idos de 1978 a presença maciça de funcionários lotados nas grandes agências. p. 634

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CAPÍTULO 9 A expansão do Banco do Brasil no final da década de 70 e seguintes. A gestão do presidente Oswaldo Colin (16/3/1979 a 17/3/1985). O advento das Superintendências Estaduais, Assessorias Jurídicas Regionais e Núcleos Jurídicos do Banco do Brasil. A participação da mulher na Empresa adquire novos rumos. A engenharia e arquitetura contribuem para a melhoria da imagem do BB. As 18 Residências e os engenheiros–residentes do Banco do Brasil, no decorrer da História. Intelectuais de prestígio assumem cargos importantes no BB. Unidades operacionais abrigam antigos Departamentos. p. 839 CAPÍTULO 10 O Banco do Brasil (1985 a 1992) na gestão dos presidentes Camilo Calazans, Mário Bérard, Alberto Policaro e Lafaiete Coutinho. Início das operações de 2 subsidiárias do Banco do Brasil. O lançamento de produtos do Banco do Brasil. O advento dos planos econômicos. A extinção da Conta-Movimento. A evolução do perfil institucional do Banco do Brasil. Em solenidade presidida, em 29/8/1988, pelo presidente do Banco do Brasil, o jurista Geraldo Magela da Cruz Quintão assume o cargo de consultor jurídico do Banco do Brasil, sucedendo a José Sampaio de Lacerda. Criação do CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil. Relação nominal e período de gestão dos membros da Diretoria Executiva do BB (17/4/1974 a 25/10/1992) p. 905

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CAPÍTULO 11 Presidentes do Banco do Brasil prestigiam solenidades na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. 1° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social promove ciclo de palestras sobre Mercosul com autoridades nacionais e estrangeiras. Ernane Galvêas, presidente da APEC – Associação Promotora de Estudos de Economia e Mauro Orofino Campos, presidente da Cia. Docas do Rio de Janeiro prestam homenagem a João Marques dos Reis, presidente do BB (1937/1945) e Arthur de Souza Costa, presidente do BB (1932/1934). BB Responde recebe o Certificado Internacional de Qualidade ISO 9002. Membros da Diretoria Executiva do BB (1992 a 1999). p. 974

CAPÍTULO 12 A criação da Unidade “Controle Internos”. Alteração da estrutura interna da BB-DTVM. Busca de modelos de análise de risco. Investimentos em novos canais. A contabilidade no Banco do Brasil. Criação da Unidade Gestão de Riscos. Atuação do BB, na gestão de Andrea Calabi, Paolo Zaghen e Cássio Casseb. Karlos Rischbieter é o 1° ex-presidente do Banco do Brasil a ser homenageado no CCBB–Rio, com a palestra do escritor Fernando Pinheiro, ao ensejo das bodas de ouro (1955/2005) do Museu e Arquivo Histórico do Banco do Brasil. p. 1020

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APRESENTAÇÃO
“... a instituição com que queremos dotar o País há de ser fonte de muitos benefícios.” (1)
Deputado LISBOA SERRA (PL / MA – 1848 / 1855)
Presidente–fundador do Banco do Brasil

da divulgação da História do Banco do Brasil, Nestor Jost, presidente do Banco do Brasil (20/3/1967 a 28/2/1974), elucida a circunstância em que ocorreu a narrativa histórica: “Em 1942, por sugestão do Consultor Jurídico, Dr. João Neves da Fontoura, o então presidente designou o procurador Dr. Afonso Arinos de Melo Franco para escrever a História do Banco do Brasil, tarefa concluída parcialmente em 1947, abrangendo o nascimento, vida e liquidação do que ficou conhecido como o 1° Banco do Brasil (período de 1808/1929).

Incentivador

(1)

LISBOA SERRA, presidente do Banco do Brasil (5/9/1853 a 15/1/1855) – Discurso proferido, em 21/6/1853, na Assembleia Legislativa Imperial – Cópia concedida, gentilmente, em 5/4/1999, por Antônio Geraldo de Azevedo Guedes, presidente da Associação Brasileira de Ex–Congressistas. – Fonte: Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados – Brasília – DF. Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil.

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Em nota preliminar o ilustre autor ressaltou “a necessidade crescente de valorizar o aspecto econômico das pesquisas históricas, sociológicas, geográficas, médicas e mesmo jurídicas, que se processam no Brasil”. Este trabalho dizia Afonso Arinos não aspira a mais do que servir de contribuição no terreno da história econômica, ou mais propriamente financeira, porque “A história do Banco do Brasil é, até certo ponto, a história financeira do Brasil”. (2) Com a assinatura do presidente Nestor Jost, em 8/5/1970, na carta–proposta do diretor Oswaldo Colin, o antigo diretor da Carteira de Colonização do Banco do Brasil, o jurista Cláudio Pacheco Brasil (1909/1993) recebeu a gloriosa missão de prosseguir na elaboração da História do Banco do Brasil. Nos idos de 1974 foram publicados 4 volumes da narrativa do historiador, abrangendo o período de 1829 a janeiro de 1951. Único autor (sobrevivo) e o terceiro na ordem cronológica, Fernando Pinheiro, ao escrever a História do Banco do Brasil, apresenta aos leitores, mormente àqueles que passaram ou que ainda estão passando na ordem interna da Empresa, dirigindo-a ou sendo dirigidos, e aos setores acadêmicos e, ainda, ao público em geral, a biografia institucional, de 1906 a 2011, além da retrospectiva a partir de 1869, em breves ensaios.
(2) NESTOR JOST, presidente do Banco do Brasil (20/3/1967 a 28/2/1974) – in O Banco do Brasil (Após a Criação do Banco Central) – p. 76, publicado pela Revista Carta Mensal – nov./2003 – n° 584 – vol. 49 – edição: Confederação Nacional do Comércio.

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Excetuando-se a divulgação do Balanço Social, ideia originária a partir da palestra A missão social do Banco do Brasil, de Luiz Jorge de Oliveira, diretor de Finanças do Banco do Brasil (30/3/1993 a 15/2/1995), apresentada, em 20/11/1995, ao ensejo da realização do 1° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social, na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil, o Banco do Brasil passou 1/2 século sem registro histórico, em livro, ao alcance do público. Graças a Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil que promove a memória institucional do Banco do Brasil, a partir dos patronos, muitos deles homens que dirigiram os destinos da Empresa, bem como a realização dos 7 ciclos de palestras reunidas no Seminário Banco do Brasil e a Integração Social, onde executivos do BB e ilustres convidados de outras áreas, proferiram palestras, e do acervo de ex–presidentes (sobrevivos) e de familiares de ex–diretores e ex–presidentes (falecidos) foi possível reunir todo o acervo original acerca da atuação da Empresa e da Economia e servir de base, como fonte primária, para a elaboração da História do Banco do Brasil, de Fernando Pinheiro. Há que se destacar, ainda, a colaboração preciosa das seguintes autoridades: Mauro Orofino Campos, presidente da Companhia Docas do Rio de Janeiro; Bernardo Cabral, senador da República, que apresentaram, em 7/12/1998 e 25/10/1999, respectivamente, palestras sobre João Marques dos Reis, presidente do BB (1937/1945) e Camilo Nogueira da Gama, chefe do DEJAI – Departamento Jurídico da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial (1951/1954), Carlos Ernesto Stern, subsecretário da Secretaria da Indústria e Comércio do Estado do Rio de Janeiro, nos idos de 1995, bem como dos familiares de

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ilustres personalidades não ligadas ao Banco do Brasil, que autorizaram, por escrito, a publicar textos: Maria Estela Kubitschek, filha adotiva de Juscelino Kubitschek, o governador do Estado de Minas Gerais que proferiu, em 18/1/1952, no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte – MG, discurso em homenagem a Ricardo Jafet, presidente do Banco do Brasil (1951/1953); JK, o presidente da República que inaugurou, em 3/1/1957, ao lado de diretores do Banco do Brasil, a Refinaria de Petróleo de Manaus. Paralelamente à vida da Empresa, o destaque especial aos integrantes que a compuseram, notadamente os presidentes, os diretores, e os funcionários. Àqueles que contribuíram, em outros segmentos do desenvolvimento nacional, foram apresentadas homenagens prestadas por ilustres autoridades, a fim de que a memória dentro do Banco do Brasil não fosse relegada ao segundo plano. De uma forma fragmentada, mas com valor inestimável, apresentamos trabalhos acadêmicos que têm forte vínculo de interesse com a Empresa e de seus servidores, diretores ou funcionários. A obra Banco do Brasil dos meus tempos, de Paulo Konder Bornhausen, teve uma contribuição valiosa na própria História do Banco do Brasil. Divulgamos, de forma sucinta (apenas a citação) da 1ª manifestação de poder da mulher, dentro do Banco do Brasil, por intermédio da escriturária Celina Tabarez, ao proferir discurso, em espanhol, ao ensejo da inauguração, em 5/6/1945, da Agência do BB em Montevidéu, Uruguai. O pioneirismo da mulher no exercendo cargos relevantes, está Presidência (gestão Whitaker 20/12/1920 Diretoria de Câmbio (desde 1939), na Departamento de Secretaria (desde 1961), Banco do Brasil, no gabinete da a 27/12/1922), na chefia do antigo no Departamento

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de Engenharia (desde 1969), na gerência de agência no exterior (desde 1980), na Assessoria Jurídica da PRESI/ COJUR (desde 1981), em agência da rede no País (desde 1981), em Chefia de AJURE (desde 13/11/1989), e em Superintendência Estadual (desde 28/2/1997). Além dos palestrantes do Seminário Banco do Brasil e a Integração Social (em 7 edições), vale ressaltar ainda a participação dos seguintes executivos: Vilobaldo Campos, diretor do BB (1931 a 1948 e 1952/1953) – Discurso em homenagem (30/6/52) a Leonardo Truda, presidente do BB (27/7/1934 a 30/11/1937). Tancredo Ribas Carneiro, diretor do BB (1937/1945) – Discurso em homenagem (30/11/1939) a João Marques dos Reis, presidente do BB (30/11/1937 a 6/11//1945). Francisco Vieira de Alencar, diretor do BB (25/4/1956 a 30/5/1960) – O Cinquentenário do Banco do Brasil S.A. em Manaus, discurso proferido, em 16/1/1958, na capital amazonense. Fernando Monteiro – Discurso proferido, em 27/1/1959, na presença de diretores do Banco do Brasil, em homenagem a Leopoldo Saldanha Murgel que se despedia do Banco do Brasil, por motivo de aposentadoria. . Martins Napoleão, consultor jurídico do BB (3/5/1967 a 16/9/1977) – Discurso em homenagem (17/12/1961) a Ney Galvão, presidente do BB (12/9/1961 a 20/7/1963). César Dantas Bacellar Sobrinho, diretor da Carteira de Câmbio (10/12/1969 a 18/3/1985) – Discurso proferido, nos idos de 1975, ao ensejo da realização da III Reunião Geral de Administradores de Agências do Exterior.

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Paulo Bernardo da Silva, ministro do Planejamento – Textos do discurso proferido, em 30/3/2009, na reunião de governadores do Banco Interamericano de Desenvolvimento, na cidade de Medellin, Colômbia. Ernane Galvêas, ministro da Fazenda (18/1/1980 a 14/3/1985) – Síntese da Conjuntura – Medidas para Vencer a Crise em Três Tempos – in Carta Mensal n° 649 – abril/2009. Ainda com relação ao projeto de pesquisa da obra, o autor recebeu de terceiros 300 fotos pertinentes à Presidência do Banco do Brasil, em épocas distintas, custodiadas pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil, que serviram de base – em conjunto com a leitura de Atas de Assembleia de Acionistas do BB (custodiadas pela Empresa), BIP e revistas da AABB–Rio – para compor as circunstâncias que as fotografias revelam. A coleção de retratos originais (inéditos) mais importante do Banco do Brasil, sob o ponto de vista do funcionalismo, pertence à Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil, dentre os quais destacamos: Ovídio Xavier de Abreu, o 1° funcionário do Banco do Brasil a exercer o cargo de presidente (29/7/1949 a 18/12/1950), Pedro Luiz Corrêa e Castro, o 2° funcionário a assumir, em caráter interino, o cargo de presidente do Banco do Brasil (5/9/1931 a 14/9/1931). A diretoria executiva, capitaneada por Pedro Luiz Corrêa e Castro, possuía 7 diretores, assinalados na imagem (original, inédita, primígena), da esquerda para a direita, sentados: Affonso Penna Júnior, Pedro Luiz Corrêa e Castro (posse no BB: 22/7/1910, exon.: 14/9/1931) e Mário Brant. Em pé, na mesma ordem: Ildefonso Simões Lopes, José Mendes de Oliveira Castro, Leonardo Truda, Francisco Alves dos Santos Filho [Retrato p & b –

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22,5 cm x 16,5 cm – Photographia Plvs Vltra]. Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Dessa respeitável nominata de homens ilustres, constantes na referida imagem, dois exerceram o cargo de presidente do Banco do Brasil: Leonardo Truda (gestão: 27/7/1934 a 30/11/1937), Mário Brant (gestão: 4/11/1930 a 5/9/1931 e 16/11/1955 a 16/2/1956 (interino). A identificação do presidente do Banco do Brasil, no retrato de setembro/1931, quando ocorreu a presença de 3 presidentes (épocas distintas), é Pedro Luiz Corrêa e Castro, em decorrência da posição do grupo de pessoas no sofá (sentadas e em pé), pois a tradição reserva a posição central à pessoa de maior importância. A coleção de retratos originais mais importante do Banco do Brasil, sob o ponto de vista empresarial, é a Galeria de Presidentes do Banco do Brasil (1854/2004), marco do sesquicentenário de funcionamento contínuo da Empresa. Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Acompanhando a coleção de retratos Medina Coeli, em custódia na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil, podemos verificar muitos aspectos que denotam a evolução dos serviços, os lay out das agências, os estilos de móveis e decorações, os uniformes dos oficiais de administração, designação alterada para contínuos e serventes, durante várias décadas, e a elegância dos funcionários do Banco do Brasil bem vestidos, mesmo em cidades do interior do País. Mas, o que mais chama a atenção é o astral desses servidores, à época, com o padrão de vida bem superior ao atual padrão mantido pelo Banco do Brasil.

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Com respaldo na fonte primária, o autor apresenta uma narrativa digna de confiança, em prosa agradável, afastando–se, sempre que possível, das fontes secundárias, embora merecedoras de crédito; incorporamos a pujança da fonte primígena, na qual Afonso Arinos de Melo Franco (posse no BB: 31/1/1935, apos.: 1/2/1955) e Cláudio Pacheco Brasil (posse no BB: 2/12/1947, apos.: 9/9/1961), arquitetaram toda a estrutura da informação, reconhecida pela Empresa. Agradecemos, imensamente, as pessoas que contribuíram para o êxito do empreendimento, e, em especial, a quem tivemos a maior inspiração (citação indireta) e, ao mesmo tempo, a maior transcrição de textos autorizados, a Cláudio Pacheco, por intermédio de Inês de Sampaio Pacheco, cumprindo a Lei dos Direitos Autorais que tem a vigência durante a vida terrena do autor, acrescida de 70 anos após a morte física. Há que se destacar também textos de referência que serviram de embasamento na elaboração da História do Banco do Brasil, de Fernando Pinheiro, mediante citação indireta (transcrição não textual das ideias de autores consultados), com a evidência do sobrenome do autor, seguido da data da obra, sem a necessidade de indicação da página, não destacado em parágrafo distinto, nem a utilização de aspas duplas, conforme determinam as normas em vigor. Neste valioso contexto, o autor, transcrevendo comentários autorizados de atas de assembleia geral de acionistas, revelados pelo historiador Cláudio Pacheco, como fonte primária da informação da Empresa, bem como do texto autorizado por Ângelo Calmon de Sá, presidente do Banco do Brasil (28/2/1974 a 9/2/1977), revelando as

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palavras constantes em ata pela passagem da inauguração da 1.000ª agência do Banco do Brasil, em que o presidente agradece os elogios recebidos do Conselho Fiscal, um dos momentos raros de panegírico dos conselheiros, júbilo contemplado no mesmo diapasão de beleza da Waltz n° 2, Jazz Suite n° 2, part 6/8, de Dmitri Shostakovich (1906/1975). Os presidentes do Banco do Brasil, no decorrer dos tempos, estão presentes na obra edificada por eles mesmos e anunciada, no momento, na História do Banco do Brasil, de Fernando Pinheiro, a saber:
ABREU, Ovídio Xavier de, presidente do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950) – Discurso proferido, em 28/9/1950, ao ensejo da realização do banquete de gala ocorrido no Jockey Club Brasileiro – Rio de Janeiro. – Autorização concedida, em 23/1/2007, por Júlia Santos de Abreu, viúva de Ovídio Xavier de Abreu. Discurso de agradecimento à homenagem recebida, em 29/7/1950, do funcionalismo do BB, pelo transcurso do 1° ano de gestão presidencial. – Idem, idem. BARROS, Luiz de Moraes, presidente do Banco do Brasil (15/5/1964 a 20/3/1967) – Discurso de posse – Autorização concedida, em 20/09/2005, por Maria do Carmo César de Moraes Barros, viúva de Luiz de Moraes Barros. Declaração informal (15/05/1964) ao funcionalismo do Banco do Brasil – Idem, idem. 1° Curso sobre mecanização de serviços no Banco do Brasil – Idem, idem. Nota à Imprensa – IV Centenário da cidade do Rio de Janeiro, nos idos de 1965 – Idem, idem. Discurso de posse – Autorização concedida, em 20/09/2005, por Maria do Carmo César de Moraes Barros, viúva de Luiz de Moraes Barros.

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BARROS, Luiz de Moraes, presidente do Banco do Brasil (15/5/1964 a 20/3/1967) – Declaração informal (15/05/1964) ao funcionalismo do Banco do Brasil – Idem, idem. 1° Curso sobre mecanização de serviços no Banco do Brasil – Idem, idem. Nota à Imprensa – IV Centenário da cidade do Rio de Janeiro, nos idos de 1965 – Idem, idem. BICALHO, Maurício a 6/10/1960) funcionalismo adotadas para Brasília – DF Roscoe Chagas Chagas, presidente do Banco do Brasil (3/6/1959 – Mensagem dirigida, em 01/09/1959, ao do Banco do Brasil, a respeito das providências transferência da sede do Banco do Brasil para – Autorização concedida, em 4/8/2006, por Célia Bicalho, viúva de Maurício Chagas Bicalho.

Pronunciamento na abertura da Exposição dos Projetos de Obras do Banco do Brasil, em Brasília – DF – 1/9/1959 – Idem, idem. Discurso proferido, em 29/11/1959, na inauguração da agência do Banco do Brasil, em Buenos Aires, Argentina – Idem, idem. BITTENCOURT, Clemente Mariani, presidente do Banco do Brasil (6/9/1954 a 14/04/1955) – Discurso de posse – 06/09/1954 – Autorização concedida, em 10/8/2005, por Carlos Mariani Bittencourt, filho de Clemente Mariani Bittencourt. Palavras de abertura do livro da solenidade de inauguração do Museu do Banco do Brasil, assinado pelo presidente do BB e por diversas autoridades. – Apud O Museu do Banco do Brasil, de Fernando Monteiro – p. 49. – Rio de Janeiro – 1956 – Iconografia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. – Autorização concedida, em 10/8/2005, por Carlos Mariani Bittencourt, e, em 10/1/2007, por Alina Rodrigues Primavera Monteiro, viúva de Fernando Monteiro. Discurso de despedida do Banco do Brasil proferido, em 14/4/1955 – Autorização concedida, em 10/8/2005, por Carlos Mariani Bittencourt, filho de Carlos Mariani Bittencourt. BRANT, Mário Augusto Caldeira, presidente do Banco do Brasil (4/11/1930 a 5/9/1931 e 16/11/1955 a 16/2/1956) – Discurso de transmissão de cargo, em 19/2/1956. – Autorização concedida, em 26/9/2006, por Sara Caldeira Brant, viúva de Mário Augusto Caldeira Brant.

na presença de Francisco Dornelles.25 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL CALMON DE SÁ. Conferência proferida por James Darcy. in Entrevista à Revista AABB – Rio de Janeiro – fev. por Jorge Henrique Dumont Dodsworth. publicada no Relatório Anual 1974 – Banco do Brasil – Autorização concedida em 13/8/2009. DODSWORTH. FIGUEIREDO. em 23/2/1962. presidente da República. no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. em 6/10/2006. presidente do Banco do Brasil (18/12/1950 a 2/2/1951) – Discurso de posse – Autorização concedida. presidente do Banco do Brasil (12/9/1961 a 20/7/1963) – in Discurso proferido. na Assembleia Geral Extraordinária do Banco do Brasil. em 7/3/2007. em 29 de abril de 1925 – Autorização concedida. em 8/11/1976. – .br. presidente do Banco do Brasil (28/2/1974 a 9/2/1977) – Alocução proferida. publicado no portal bb. Banco do Brasil. e de Oswaldo Roberto Colin. filho de João Baptista Leopoldo Figueiredo. – Idem. por Ângelo Calmon de Sá. idem. por Cássio Casseb. Mensagem dirigida. prestigiado pela presença de Epitácio Pessoa. por Gilberto Moreira Galvão. filho de Jorge de Toledo Dodsworth. em setembro/1961. por Fernando Figueiredo. por Ângelo Calmon de Sá. Cássio. em 1/9/2005. em 9/8/2011. Iconografia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil – Autorização concedida em 28/11/2006. presidente do Banco do Brasil (2/1/1925 a 16/11/1926) – Palavras do presidente à Assembleia de Acionistas. no Clube Internacional do Recife. entre outros. representante do Tesouro Nacional. tataraneto de James Darcy. – Autorização concedida. presidente do Banco do Brasil (29/1/2003 a 17/11/2004) – Mensagem do Presidente – Banco do Brasil – Relatório Anual e de Responsabilidade Socioambiental. filho de Ney Neves Galvão. ao ensejo das comemorações do VI Centenário da morte de Dante Alighieri. em 2/10/2006. ao funcionalismo do GALVÃO.com. João Baptista Leopoldo de. DARCY. Carta assinada em 26/2/1975 endereçada aos Senhores Acionistas. Ney Neves. – Autorização concedida. diretor–administrativo do BB. presidente do Banco do Brasil (01/02/1961 a 12/09/1961) – Discurso de posse – Autorização concedida. CASSEB. James. Ângelo. idem. – Idem. nos idos de 1921. Jorge de Toledo. por James Darcy de Carvalho Brito Filho. idem./1962 Idem.

JOST. proferido em 28/9/1993. – Autorização concedida. pelas classes conservadoras da política e do meio empresarial. em 11/08/2006. em 1/8/2006. em janeiro/1952. em 8/2/2007. – Autorização concedida. em 18/1/1952. Discurso de encerramento do banquete de gala oferecido. sob a presidência do escritor Fernando Pinheiro – Auditório da Presidência do Banco do Brasil – Edifício Sede III – Brasília–DF – Autorização concedida. – Idem. por Mônica Guazzelli. do 2° Conclave de Gerentes do Banco do Brasil em Minas Gerais.FERNANDO PINHEIRO – 26 GUAZZELLI. por Paulo Bornhausen. . Idem. no ato inaugural do Curso de Estatística no Banco do Brasil. – Autorização concedida. Captação e Serviços Bancários do Banco do Brasil (1/4/1993 a 25/1/1994) – Discurso de improviso. viúva de Ricardo Jafet. Idem. Discurso proferido. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953) – Discursos de recepção na posse de diretores do Banco do Brasil. por Nestor Jost e. Ricardo. por Nestor Jost. presidente do Banco do Brasil (20/3/1967 a 28/2/1974) – Discurso proferido. Discurso de agradecimento ao banquete oferecido. Nestor. Palavras de agradecimento ao discurso de Luiz Simões Lopes ao ensejo da visita. JAFET. dos professores e alunos da Fundação Getúlio Vargas. 49 – Confederação Nacional do Comércio. em set/1951. idem. 43 – Editora Insular – Florianópolis – SC – 2002 – Autorização concedida. – Idem. filha de Synval Guazzelli. idem. diretor do Banco do Brasil (agosto/1964 a agosto/1972) – Apud Banco do Brasil dos meus tempos. ao ensejo da inauguração da Agência do Banco do Brasil. de Paulo Konder Bornhausen – p. ao diretor Loureiro da Silva. em Belo Horizonte – MG. em 1/4/1969. idem. em solenidade de diplomação de membros honorários da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. diretor de Crédito Geral. na qualidade de presidente (interino) do Banco do Brasil. idem. em 20/2/1952. em 1/8/2006. por Nelly Jafet. Discurso em homenagem a Paulo Bornhausen. por Nestor Jost. palestra publicada pela Revista Carta Mensal – nov/2003 – n° 584 – vol. Idem. em New York – EE.UU. idem. em 1/8/2006. em 20/12/2007. Synval. O Banco do Brasil (Após a Criação do Banco Central). em 10/12/1951. Discurso de encerramento.

. presidente do Banco do Brasil (20/3/1990 a 15/5/1991) – Discurso de posse – Autorização concedida. na Escola Superior de Guerra – Rio de Janeiro – Autorização concedida. Carta. em 26/10/2005. MARQUES DOS REIS. em 15/8/1990. na Assembleia Legislativa Imperial – Cópia concedida. idem. – Autorização concedida. Carta endereçada a Paulo Konder Bornhausen. presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945) – Discurso de agradecimento proferido. assinada em 7/2/1974. endereçada aos Senhores Acionistas. presidente do Banco do Brasil (9/2/1977 a 16/3/1979) – Atuação do Banco do Brasil como agente financeiro do Governo. Mensagem de saudação às delegações participantes da Jornada de AABBs. por Alberto Policaro. por Karlos Rischbieter. presidente da Associação Brasileira de Ex–Congressistas. RISCHBIETER. – Apenas citação. gentilmente. em 1/8/2006. Discurso de despedida do cargo de presidente do Banco do Brasil. 21/6/1853 e 6/6/1854. – Fonte: Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados – Brasília– DF. ao ensejo das comemorações do 2° ano de gestão no cargo do presidente do Banco do Brasil. em 30/11/1939. em 14/6/1848. – Idem. Texto de domínio público. Karlos. na Escola Superior de Guerra. idem. por Karlos Rischbieter. em 28/7/2006. por Alberto Policaro. de improviso. de Bornhausen – p. palestra proferida. publicada no Relatório Anual 1973 – Banco do Brasil – Idem. por Nestor Jost. 16 – Idem. Alberto. em 16/03/1979 – Autorização concedida. – Apud Banco do Brasil dos meus tempos. em 26/5/1978. em 12/3/2001 Paulo Konder LISBOA SERRA. palestra proferida. amparado pela lei dos direitos autorais. presidente do Banco do Brasil (5/9/1853 a 15/1/1855) – Discursos proferidos. idem. em 26/10/2005. por Antônio Geraldo de Azevedo Guedes. em 28/7/2006. Nestor. João. O Banco do Brasil e o Desenvolvimento Nacional.27 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL JOST. em 5/4/1999. presidente do Banco do Brasil (20/3/1967 a 28/2/1974) – Carta endereçada ao diretor José Antônio de Mendonça Filho – Rio de Janeiro – 9/12/ 1969 – Autorização concedida. POLICARO.

ao passar para esta fase da vida. presidente do Banco do Brasil (18/8/1953 a 6/9/1954) – in Placa comemorativa do l° Centenário do Banco do Brasil (1854/1954) descerrada. na inauguração do novo edifício do Banco do Brasil. Marcos de. por Arthur Claudino dos Santos. – Idem. vice–presidentes. de Fernando Pinheiro. Discurso proferido. o Banco do Brasil – apresentado por nós outros em roupagem nova.FERNANDO PINHEIRO – 28 SANTOS. sem memória. é esquecido. em 9/4/2007. custodiados pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. na morte física dele. viúva de Marcos de Souza Dantas. registrados em narrativa ou simplesmente em dados de registro. diretores e demais executivos do Banco do Brasil (falecidos e sobrevivos). Ao divulgar a obra História do Banco do Brasil. é substituído pelos novos valores que ascendem ao poder. em 10 de abril de 1954. participantes ilustres da evolução da Empresa. em Porto Alegre – RS. – pôde ver reunidos e divulgados seus registros dispersos. A obra do autor resgata do oblívio o nome dos presidentes. presidente do Banco do Brasil (15/10/1955 a 16/11/1955 – interino) – Discurso de posse – Autorização concedida. Arthur Ferreira dos. pelo Tabelionato do 14° Ofício de Notas – Rio de Janeiro – RJ]. no Edifício Visconde de Itaboraí. SOUZA DANTAS. desde 1906. que ressurge em nova dimensão. pelo presidente Marcos de Souza Dantas. De modo geral. na aposentadoria o executivo passa a viver no ostracismo e. em 5/2/2007. Aplaudido por companheiros e pela sociedade que viam nele o desempenho vigoroso da Empresa. e redimindo-se de . e com respeito à antiga. em 4/2/1962. por procuração do procurador Amadeu Antunes da Cunha Guimarães [Procuração emitida. por Dinorah Guimarães de Souza Dantas. em 14/11/2006. de grande valor. – Autorização concedida. filho de Arthur Ferreira dos Santos. idem. o próprio ostracismo.

Narrando o valioso acervo. 249. e os rebanhos ganharam um novo pastor. na Academia Brasileira de Letras: “Quis o destino – caprichoso pastor de almas”. – Rio de Janeiro – 1980. – Rio de Janeiro – 1980) – Idem. 186. idem. – Autorização concedida. 110. citada por grandes autores e instituições. por Inês de Sampaio Pacheco. 388. 239. 373.. evidenciando. o autor considera ainda de valor inestimável a transcrição autorizada de textos da própria História do Banco do Brasil. 18. idem. 334. O destino reservou ao autor a gloriosa herança. a expressão “quis o destino” tornou–se praxe nos discursos de oradores.29 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL uma falha de 1/2 século sem história diante da sociedade. – Idem. filha de Cláudio Pacheco. com maior destaque. 248. V – p. 335.. o último dos príncipes dos poetas brasileiros.A. 167. a transparência da Empresa que é um símbolo nacional. 374. essa nobreza dentro do Banco do Brasil que muitos a conhecem. Cláudio. em 11/10/2007. III – pp. 212 – AGGS – Indústrias Gráficas S. História do Banco do Brasil – vol. esse encantamento de mística beleza. 197. diretores e presidentes do Banco do Brasil. obra de referência nacional. 113. 506. 8. 53. 199. IV. quando recebeu o acadêmico Guilherme de Almeida. nos momentos mais importantes. 17. História do Banco do Brasil – vol. 195. História do Banco do Brasil – vol. a lembrança remete–nos ao início do discurso de Olegário Mariano. 389. que vem de Afonso Arinos e Cláudio Pacheco. de Cláudio Pacheco.A. – Rio de Janeiro – 1980. 569 – AGGS – Indústrias Gráficas S. Quando pensamos em destino. 117. 209. pp. em épocas distintas. 210.A. A partir de 21/6/1930. transcrevendo textos autorizados por terceiros e por funcionários. 546 – AGGS – Indústrias Gráficas S. a saber: PACHECO. .

criando bloqueios de medo e de ilusão. está mergulhado no grande oceano astral. e exportador (exportação de bens e serviços. Na década seguinte. o libertará. Numa sociedade humana. a denominada camada de fótons de Alcíone. nesse anel ou cinturão de Alcíone.000 anos. é necessário refletirmos sobre a realidade em que vivemos. com o apoio do Banco do Brasil). criou uma humanidade falsificada . José Comas Solá e Edmund Halley de que “o sistema solar gira em torno da estrela Alcione” é a prova irrefutável do que está acontecendo no Universo. esportivo (supremacia no futebol). uma das 7 Plêiades da constelação de Touro. adotando posturas menos dignas.FERNANDO PINHEIRO – 30 Até as décadas de 50/60 (século XX). A confirmação científica dos astrônomos Freidrich Wilhelm Bessel. o Brasil passa a ser intelectual (expansão dos cursos de Mestrado). o amor está latente e. No momento em que o sistema solar. no coração do homem controlado por esse jugo. ou ainda a onda galáctica. quando vir à tona. Os focos do fogo prometéico. no périplo que se completa em 31/12/2012. o Brasil era brejeiro. podemos avaliar o compromisso com as sombras dos que têm o domínio sobre as camadas sociais. evidenciando a transição planetária. Paul Otto Hese. segundo previsão dos cientistas. No entanto. sob o jugo da antiga lei imposta pelos Arcontes. com a permanência de 2. cosmopolita (fluxo maciço de estrangeiros). bucólico e importador. ainda dominada pelo mito de Prometeu. que envolve a Terra. tudo isto por apenas 5 minutos de holofote.

Se Elenin. famílias esfaceladas. que vem surgindo da nova era de civilização do planeta (Era de Aquário). . for o mesmo planeta intruso que destruiu a Terra nos tempos da Atlântica. caracterizada pela separação do joio e do trigo. A manifestação da unidade que sentimos na ligação com as pessoas que estão convivendo conosco é muito importante. Usá-los em proveito próprio seria desperdiçar tesouros que não nos pertencem. as tribulações de toda ordem. nos sinais dos céus e nos eventos sísmicos ocorrendo na superfície da Terra. então serão cumpridas todas as profecias do final dos tempos. pois isola o culto à nossa transitória personalidade. grupos sociais em desalinho. enfocado de modo exclusivo. O grande marco deste evento está acontecendo. na mesma volta cíclica que se repete depois de eóns. Há muitas lacunas no campo dos sentimentos à espera de nossa participação. nome dado ao planeta pelo astrônomo que melhor definiu a descoberta. no cenário de forças em conflito. a fim de que nada fique incompleto nas relações humanas que nos ajudam a recompor o equilíbrio. evidenciada pelos conflitos externos. No entanto. convivendo em oficinas de trabalho. a consciência coletiva.31 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL em que podemos ver a stasis (degeneração coletiva da politeia). Os atributos que compõem a nossa personalidade servem-nos apenas à identificação do campo de atividade em que estamos envolvidos. está se processando em ritmo crescente e será aumentada com os eflúvios da onda galáctica da estrela Alcíone. atualmente.

A cada momento.FERNANDO PINHEIRO – 32 Pode parecer monótona a hora em que estamos reunidos com pessoas que pensamos não vivenciar das ideias que trazemos conosco. Mas há um mecanismo entrelaçando-nos em circunstâncias que nos dizem respeito. O princípio do todo. Quando sentimos a energia. vemos que a realidade única é o poder indivisível por qualquer força de circunstâncias transitórias. que nos envolve. permanece estável e imperturbável. sentimos em nosso íntimo a tranquilidade se manifestando como as águas do oásis. Este é um princípio estabelecido em todas as manifestações de pessoas que se interligam por motivos que sugerem o despertar de um novo estágio evolutivo. Isto é o resultado da conservação de atitudes coerentes . é o sentido único de nossa existência. circulando no campo mental daqueles que nos rodeiam. do conjunto da participação de cada um. em todos os campos da manifestação exterior. Nessa aceitação. mesmo que a mais inquietante situação esteja acontecendo no mundo em que vivemos. o nosso íntimo. que precisam ter a elucidação dos valores reais da vida. nas experiências que se expressam junto de nós. O mecanismo dos encontros surge nas irradiações de nossos pensamentos e nas inclinações mentais em que nos posicionamos. pelos sentimentos revestidos da inteligência. O serviço às circunstâncias envolvendo os companheiros. no deserto. eleva-nos a níveis superiores onde a consciência se expande. quando a tempestade de areia passa.

tentando absorver as expressões que podem ser úteis à sua forma de viver. Como a simplicidade deslinda qualquer enigma. estamos contribuindo na apreciação de pessoas que vêm conosco participar de momentos aparentemente passageiros. buscadas na simplicidade de todas as coisas. sentimos que a nossa singela postura de vida vai servir de referencial para que suas atitudes sejam revisadas da forma que lhes for conveniente. Quando sentimos o nosso serviço à causa da vida sendo apreciado por aqueles que nos acompanham os passos. ao mesmo tempo haverá a retirada de todos aqueles que se comprazem . nós. interliga–se com a disposição mental daqueles que nos observam. oriundos do plano astral e em roupagem carnal dos habitantes que implantarão a Jerusalém celestial (símbolo bíblico).33 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL com a inteligência. estamos nos elevando a outros níveis de consciência. beneficiando o planeta Terra. Só o fato de mantermos essa atitude de equilíbrio emocional. Assim como haverá as blandícias da estrela Alcione. A vibração. é a força que nos estimula a seguir adiante. deixando-as livres para escolher o padrão de comportamento que tem relação com suas tendências e aptidões. que sai de nosso íntimo. com a entrada de seres iluminados. onde a Unidade. os companheiros e tudo que nos cerca. O importante é despertar as pessoas para as potencialidades que possuem arquivadas interiormente.

37/103 d. pelo general Tito. Ação e reação têm o mesmo princípio de identificação correspondente. Orion é uma nebulosa. . a Terra está ascendendo a um nível de 5ª dimensão vibracional. O périplo orbital dessa estrela apagada no sistema solar da Terra é cíclico. derrubando o templo.FERNANDO PINHEIRO – 34 nas sombras. recentemente.C. o astro intruso que faz desarranjos por onde passa. A última passagem na órbita solar de nosso sistema planetário ocorreu há eóns de anos. em morte natural ou em catástrofes continentais. Vale salientar a reminiscência antiquíssima da profecia: “Poderás tu impedir as delícias das Plêiades ou desatar os ligamentos de Orion?” [Job. no massacre que matou milhares de vítimas. atraídos pelas sombras em mundos de lutas mais acerbas. não ficando pedra sobre pedra [JOSEFO. como a Terra. conhecida desde os tempos lemurianos e repassados.]. que sitiou. Com a presença do poder divino. no mundo de 3ª dimensão. filho do imperador Vespasiano. pela espada e pela fome. sem haver aprisionamento em mundos de provas regenerativas. Orion. No estado da graça divina em que se encontram os iluminados. em virtude do mesmo diapasão de campo vibratório. a ação gera luz. quando a Atlântida foi submersa pelos oceanos. durante vários meses. aos atuais astrônomos que descobriram. a profecia foi cumprida. é o caçador que briga com o escorpião em luta sangrenta. no decorrer dos evos. No sermão profético de Jesus. na mitologia grega. tanto dos seres humanos evacuados quanto as sombras que os farão e estão fazendo serem atraídos para vivenciar experiências no campo evolutivo. 38:31]. Na astrologia. a cidade de Jerusalém. o planeta X.

que ascenderam à quinta dimensão. quando há mudanças no planeta. há um convite coletivo a todos os companheiros de jornada evolutiva: não ficarem submetidos ao mito de Prometeu nem a imposição dos Arcontes que falsificaram o cenário mundial. beneficiando. a separação do joio e do trigo.35 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Acreditamos que as fotografias transmitidas por satélite – revelando o périplo do planeta Terra que está em viagem orbital entrando na camada de fótos da estrela Alcíone – estão comprovando o anúncio da chegada do final do ciclo planetário. no meio de muitos escombros. de 26. nos espaços que irradiam a luz e até mesmo nos lugares onde a dor e a tristeza se fazem presentes. . e no coração dos homens. podemos ver que um novo cenário está sendo construído.000 a 26. na Terra que. Em nenhum instante a nossa consciência espiritual pode ser atingida pelos fragmentos de fraqueza humana.000 anos de percurso. vemos que algo está acontecendo para despertar o ser humano de sua letargia de ilusões. a elevação do padrão vibratório de 1 bilhão dos 7 bilhões de habitantes do planeta. ganhará mais uma estrela. Com a influência dos raios das partículas adamantinas (raios–gama). No momento em que a Terra atravessa o último contorno da 3ª dimensão. Tudo é lindo ao redor. e a vinda de Jesus no éter do planeta. a transição planetária. arrastando centenas de milhões de pessoas ao medo e à ilusão. que permitem estabelecer tristeza e desolação nos corações que sentem pouco amor. vindos da camada de fótons da estrela Alcíone. em larga escala. como hotel planetário.

A atuação do BB na gestão dos presidentes: Manoel Pinto de Souza Dantas. a partir de 12/10/1889 e. presidente do Banco da República do Brasil. A criação das primeiras agências.FERNANDO PINHEIRO – 36 Estadistas presidem os destinos do Banco do Brasil. Custódio José Coelho de Almeida 3/7/1906 a 27/11/1906 – interino João Ribeiro de Oliveira e Souza 27/11/1906 a 25/6/1909 Ubaldino do Amaral Norberto Custódio Ferreira Homero Baptista Mário de Milcíades Sá Freire e 28/7/1919 a 31/8/1919 José Cardoso de Almeida 1/9/1919 a 6/11/1919 25/6/1909 a 14/10/1910 14/10/1910 a 6/4/1911 – interino 27/11/1914 a 3/1/1919 3/1/1919 a 28/7/1919 João Alfredo Correia de Oliveira 6/4/1911 a 27/11/1914 José Joaquim Monteiro de Andrade 10/5/1919 a 20/5/1919 – interino . até 29/01/1894. durante o ano da reforma de 1893.

vida e morte do 1° Banco do Brasil (1808/1829). à Empresa nova designação de personalidade. que. Monteiro de Andrade José Maria Whitaker Daniel de Mendonça Cincinato César da Silva Braga James Darcy Antônio Mostardeiro Filho José Adolpho da Silva Gordo Guilherme da Silveira J.37 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL J. desde 10/4/1854. conforme Ata da Assembleia Geral de Acionistas de 10/4/1954.J. a trajetória da Empresa é assinalada. não determinaram a interrupção das atividades do tradicional Banco. vem operando normalmente sem cessar [MONTEIRO.J. 1954]. Com . por 3 fases jurídicas: de 1854 a 1893. a exceção do nascimento. de jure. que outorgaram. Monteiro de Andrade Augusto Mário Caldeira Brant Pedro Luiz Corrêa e Castro Vicente de Paula Almeida Prado Carlos de Figueiredo Arthur de Souza Costa 7/11/1919 a 19/12/1920 20/12/1920 a 27/12//1922 27/12/1922 a 21/2/1923– interino 21/2/1923 a 31/12/1924 2/1/1925 a 16/11/1926 16/11/1926 a 25/8/1928 3/6/1929 a 11/9/1929 – interino 11/9/1929 a 24/10/1930 – interino 24/10/1930 a 4/11/1930 – interino 4/11/1930 a 5/9/1931 5/9/1931 a 14/9/1931 – interino 14/09/1931 a 16/11/1931 – interino 16/11/1931 a 16/01/1932 – interino 16/1/1932 a 23/7/1934 Henrique Carneiro Leão Teixeira 25/8/1928 a 3/6/1929 A criação do Serviço Médico do Banco do Brasil. e de 1905 até os dias de hoje. de 1893 a 1905. As reformas de 1893 e 1905.

representou a Província de S. quando veio a falecer. Isabel. Pereira da Silva (1876/1944). às três horas da tarde . para Academia Brasileira de Letras. sendo aprovados os primeiros estatutos através do Decreto n° 1.FERNANDO PINHEIRO – 38 Homem de letras. antes de tomar posse na Cadeira n° 18. membro do IHGB – Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. O escritor Fernando Monteiro destaca a presença do Senador Dantas na grande causa da abolição da escravatura: “Fez parte da comissão do Senado que fôra incumbida de apresentar à Regente D. geógrafo. manteve-se no cargo de presidente do Banco do Brasil. pelos acadêmicos José Veríssimo (1857/1916). que viria a ser ocupada. em Itatiaia–RJ. (conhecido mais com o nome de Senador Dantas). por último. Banco do Brasil. presidente do Banco da República do Brasil. O estadista Manoel Pinto de Souza Dantas. a partir de 12/10/1889 e durante o ano da reforma de 1893.455.Paulo na Câmara dos Deputados (1867/1870 e 1878/1881). Peregrino Júnior (1898/1983). até 29/01/1894. falecendo em 4/1/1918. e criada a atual sociedade anônima. cartógrafo. no decorrer dos tempos. em 1917. patronímica de João Francisco Lisboa (1812/1863). Luís Carlos da Fonseca (1880/1932). realizada no período de 29 de julho a 9 de agosto de 1905. em pleno mandato. chefe de Governo (presidente do Conselho de Ministros – 6/6/1884 a 6/5/1885). de 30/12/1905. Homem de Mello é eleito. o barão Homem de Mello (Francisco Ignácio Marcondes Homem de Mello) exerceu 2 mandatos de diretor do Banco do Brasil (1869/1874 e 1876/1878). Por força da Assembleia de Acionistas. e. Alberto Faria (1869/1925). Arnaldo Niskier. foi restabelecido o nome tradicional. biógrafo.

em 15/7/1884. no Senado Federal. de Cláudio Pacheco – vol. Nos idos de Dantas declarou que: 1887. ao aumento da corrente de imigração”. no tempo do Brasil–Império. com que lutava o país. o autógrafo da lei áurea.A. viu diante de seus olhos (3) (4) FERNANDO MONTEIRO – in Figuras do Banco do Brasil – pp. III – p. A . para sanção imperial. Souza “o trabalho escravo era o maior embaraço. no interior da Bahia. MANOEL PINTO DE SOUZA DANTAS. Ele nasceu nos idos de 1831. presidente do Banco do Brasil (12/10/1889 a 29/01/1894) – Apud História do Banco do Brasil. em franca expansão. Souza Dantas. 239 – AGGS – Indústrias Gráficas S. estudante da Academia de Direito de Olinda. Ainda moço. terra que. pelo povo.39 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL do dia 13 de maio de 1888. trajetória de Souza Dantas começou no Nordeste. presenteou ao Banco do Brasil mais dois grandes presidentes: Visconde de Jequitinhonha e o Barão de Cotegipe. referente à emancipação dos escravos sexagenários e à libertação dos que conseguiam mudar de domicilio de uma província para outra [MONTEIRO. na rua do Ouvidor. foi carregado em triunfo. 18 e 19 – Cadernos AABB – Rio de Janeiro – 1955. aquecida pelo clamor popular. Saindo do Palácio. 1955]. Souza Dantas viu coroado de êxito o projeto de lei que apresentou. cabendo-lhe proferir breve oração. a campanha abolicionista recrudescia nas ruas. – Rio de Janeiro – 1980.” (3) Anteriormente. (4) No ano seguinte.

No mês seguinte. Souza Dantas foi ministro da Justiça. É tradição do Banco do Brasil prestar justa homenagem aos seus próceres. Deputado da Assembleia Imperial em 3 legislaturas. O quadro de funcionalismo era composto por 65 funcionários [PACHECO. O Império é desfeito. Manoel Pinto de Souza Dantas toma posse. em 1857/1858 promotor na cidade de Salvador [MONTEIRO. De 1853/1856 era Juiz Municipal e de Órfãos. vultos da Pátria que se imortalizam diante do tempo que chega aos dias de hoje. Nesse sentido. Ministro da Agricultura. Comércio e Obras Públicas no gabinete organizado por Zacarias de Góes e Vasconcelos. em 6/2/1893. 1979].FERNANDO PINHEIRO – 40 a agitação popular se espalhando por todo o Recife. 1955]. busca e encontra sucesso na administração pública e na política. quando ocorreu a fusão de bancos (Banco da República dos Estados Unidos do Brasil e o Banco do Brasil). O extinto Banco da República foi presidido pelo Conselheiro Mayrink e pelo Visconde de Guahy [PACHECO. Era o movimento liberal que iria culminar na Revolução Praieira. 1955]. 1979]. Na metade do século 19. no período 1880/1882 [MONTEIRO. oficialmente. vale ressaltar que a primeira cerimônia de saudades concedida. ele exerceu a Judicatura. caiu o sistema de governo monárquico. no cargo de presidente do Banco do Brasil. Na presença do presidente Souza Dantas foram empossados o vice–presidente Francisco Rangel Pestana e o diretor Artur Getúlio das Neves. Nasce a República. em 12/10/1889. Com prestígio na vida profissional. Chefe de Polícia nas províncias do Maranhão e de Alagoas. e na vigência do de Saraiva. ao presidente Souza .

/1894): “Os preitos de viva saudade e as grandes homenagens de respeito e de admiração tributados à sua memória falam mais alto do que tudo o que eu pudesse dizer para exaltar o nome do patriota notável.41 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Dantas. ministro.” (5) A trajetória de Souza Dantas nos cargos de deputado provincial. Ressaltou. . o vice–presidente Arthur Getúlio das Neves que o homenageado. coroado de louros nas lutas políticas. (5) ARTHUR GETÚLIO DAS NEVES – Relatório do Banco da República do Brasil. 14 e 15 – Cadernos AABB – Rio de Janeiro – 1995. deputado geral. a nov. com destaque. 1979]. segundo relato de Fernando Monteiro. 1979]. pp. presidente de província. jornalista. foi elogiada pelo orador. presidente do Conselho e líder do Senado do Império. lembrando que não é somente a consagração da História. foi realizada por Arthur Getúlio das Neves. foi eleito presidente do Banco do Brasil. – Rio de Janeiro – Apud Figuras do Banco do Brasil. ocupando lugar dos mais salientes e rivalizando em serviços com os nomes mais ilustres dentre as glórias nacionais. vice–presidente do Banco do Brasil (jan. de Fernando Monteiro. juiz de direito. como também o dever de gratidão a todos que se interessam pelo Banco do Brasil [PACHECO. que por mais de um quarto de século iluminou o cenário político de nosso país. conselheiro de Estado. apresentado à Assembleia Geral de Acionistas na reunião ordinária de 1894 – Typographia Moreira Máximo & Cia. mantendo-se no cargo até a data da fusão de 2 grandes bancos que resultou o Banco da República do Brasil [PACHECO. chefe de polícia.

FERNANDO PINHEIRO – 42 Segundo [PACHECO. concessão de gratificações. 42. em cada semestre. presidente do BB (1895/1898). atualmente Centro Cultural da Justiça Eleitoral. a funcionários do BB. na gestão de Afonso Penna. fusão com o Banco da República dos Estados Unidos do Brasil. o edifício foi entrega ao governo como pagamento de dívida junto à União. administração de quarenta fazendas adquiridas em decorrência de execução judicial de dívidas para pagamento de empréstimos. adquirindo a nova personalidade jurídica c) d) e) f) . a partir de 1892. ao Banco Construtor e Agrícola de São Paulo. onde funcionou o TRE – Tribunal Regional Eleitoral. foi reaberta a agência do BB na capital paulista. de Munique). na gestão do presidente Homero Baptista. do edifício localizado na Rua Primeiro de Março. de 20 a 25% do vencimento anual. Quase concluído em 1897. instalada e dirigida pelo Barão do Rosário. inaugurado em abril de 2008. Rio de Janeiro (cópia do Vereinsbank. os fatos mais relevantes que marcaram a gestão de Souza Dantas na Presidência do Banco do Brasil (12/10/1889 a 29/1/1894) foram: a) obras de construção. 1979]. e aos gerentes e subgerentes uma gratificação especial. b) criação da primeira filial do Banco do Brasil no exterior – em Londres. que funcionou no período 29/10/1853 a 20/3/1891. em 2/1/1917. Mais tarde. venda da Caixa-Filial em São Paulo.

Por Resolução de 24/11/1890. nos idos de 1893. na Assembleia Geral de Acionistas realizada. Considerando que em 6/9/1893. Excetuando-se a nomeação de superintendente destinado ao Estado de São Paulo para fiscalizar os bens adquiridos pelo Banco do Brasil. apos. pela primeira vez. 1979]. 1979]. de 23 de setembro de 1892. minas. contraídas por empréstimos [PACHECO. provocando atribulações na vida pública. por falta de transportes. As atuais superintendências estaduais foram criadas em fase posterior. em pagamento de dívidas. durante alguns dias. de regressar à capital. passando a ocupar o cargo de diretor da Carteira de Redescontos (28/9/1948 a 31/1/1951). um empregado destinado a supervisionar as administrações das fazendas. imóveis urbanos e rurais. engenhos de cana–de–açúcar. o presidente Souza Dantas encontrava–se na ilha de Paquetá e impossibilitado. a Diretoria do Banco do Brasil resolveu nomear. em caráter de substituição [PACHECO. que permaneceu no cargo até 27/9/1948. que estabeleceu nova estrutura administrativa do Banco do . o cargo de superintendente somente foi instituído. na gestão de Souza Dantas. g) Revolta da Armada.: 11/11/1963). muito tempo depois. em 18/2/1936.43 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Banco da República do Brasil – Decreto Legislativo n° 183 C. sob a presidência do engenheiro Karlos Rischbieter. o vice–presidente Rangel Pestana assumiu o cargo de presidente [PACHECO. ei-lo nas funções de presidente. entregues para pagamento de dívidas. De 2/6/1949 a 29/7/1949. com a nomeação de Pedro de Mendonça Lima (posse no BB: 21/1/1916. 1979]. em 12/3/1979.

o seu crédito fora mantido. diversas vezes. não sofrera o mínimo abalo. 334 e 335 – AGGS – Indústrias Gráficas S. que o Banco do Brasil. apesar da crise que a todos assoberbava. III – pp. inclusive perante o presidente da República. transcritas e interpretadas no relato de Cláudio Pacheco: “O presidente Souza Dantas declarou. por serviços relevantes. acima do par. sofreu intervenção federal e foi liquidado. Era assim tradicional e ininterrupta a adesão do Banco do Brasil às instituições da Nação. retomando. nos idos de 1889 a 1894. sempre. Em complemento da obra realizada. sempre que o Governo os exigiu. Posteriormente. tanto nas épocas de paz como nas de perturbação e de guerra. se recomendara. 14 diretorias regionais e 23 superintendências estaduais. o mais antigo do País.” (6) (6) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. trazemos de volta as palavras do presidente Manoel Pinto de Souza Dantas. abalado por desastrosa crise do início do século XX. – Rio de Janeiro – 1980. o seu fundo de reserva atingia cerca de 70% deste capital.FERNANDO PINHEIRO – 44 Brasil. o Banco da República do Brasil. entre nacionais e estrangeiros. a criação de 3 vice-presidências. sempre.A. já reconhecidos e proclamados. . agora sem a presença de Souza Dantas. a confiança que nele depositavam todas as classes da sociedade. o nome tradicional BANCO DO BRASIL. como se demonstrava pela entrada diária de depósitos. com a desativação das 7 diretorias regionais. no Banco do Brasil. as suas ações se achavam cotadas. O seu capital fora realizado do modo mais efetivo. sem excetuar o do novo regime proclamado a 15 de novembro de 1889. nos idos de 1905.

natural da Bahia. herdado do avô. 3 presidentes da Província da Bahia presidiram os destinos do Banco do Brasil: Lisboa Serra (5/9/1853 a 15/1/1855) e Manoel Pinto de Souza Dantas (12/10/1889 a 29/1/1894).: 2/12/1964). Da família trajetória dos netos: Luiz do homenageado. José. exerceu importantes cargos: chefe do Departamento do Funcionalismo. o diplomata Manoel Pinto de Souza Dantas Filho foi cônsul do Brasil em Bordéus. O pai de Luiz Martins. deixando viúva Ana Amália Josefina Barata e seus sete filhos: Manuel. faleceu Manoel Pinto de Souza Dantas. Rodolfo. presidente do Banco do Brasil (5/12/1888 a 13/2/1889). Marcos Souza Dantas. vale destacar a Martins Souza Dantas (1876/1954). o diplomata. 1955]. ambos faleceram em pleno mandato. Marcos Clemente de Souza Dantas (posse no BB: 6/5/1921. presidente do Banco do Brasil (23 a 27/7/1934 – interino e 18/8/1953 a 6/9/1954. filho de Rodolfo Dantas. igualmente morreu em pleno exercício do cargo. que completa a tríade. No dia 29 de janeiro de 1894. o Barão de Cotegipe (João Maurício Wanderley). Maurício e Ana Carolina [MONTEIRO. Francisco. Outro estadista. efetivo). ambos estadistas. com o ideal libertador. . concedeu centenas de visto de saída da França e entrada no Brasil de judeus perseguidos pelos alemães. arriscando a própria vida. Genebra e Lisboa. João. embaixador brasileiro em Paris (1922/1942). diretor da Carteira de Câmbio. entre eles o ator e teatrólogo Zbigniew Ziembinski (1908/1978).45 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em épocas distintas. apos.

O.FERNANDO PINHEIRO – 46 Segundo [PACHECO. o ex–gerente da Agência de Londres. Francisco (interino) abril/1894 a 2/9/1895 – Rangel Pestana. é substituído. é empossado o diretor Aarão Reis (Aarão Leal de Carvalho Reis). após a saída de Souza Dantas do Banco do Brasil. em 29/1/1894. o conselheiro Luiz Martins do Amaral. e aos dirigentes que o conduziu. ocorreu. a sucessão dos seguintes presidentes: 29/1/1894 a abril/1894 – Rangel Pestana.U – 27/5/1900 – p./1901 – Otto Pettersen set/1901 a ago/1902 – Custódio de Almeida Magalhães ago/1902 a 12/12/1902 – Raimundo de Castro Maia 12/12/1902 a 27/11/1906 – Custódio José Coelho de Almeida O estadista Afonso Pena. na antiga personalidade jurídica Banco da República do Brasil (1892/1905). Francisco 3/9/1895 a 19/10/1895 – Fernando Lobo Leite Pereira (interino) 19/10/1895 a 14/11/1898 – Afonso Penna 17/11/1898 a 10/9/1900 – Luiz Martins do Amaral 8/5/1900 (interino) – Barão do Rosário (João José do Rosário) 10/9/1900 (interino) – Barão de Quartin (Antonio Thomaz Quartin) 11/9/1900 a set. em 8/5/1900. em 19/10/1895. . Barão do Rosário. no dia 31 do mesmo mês. presidente do Banco da República. em seguida. ocupa o cargo de presidente do Banco do Brasil e. engenheiro paraense e. com a saúde restabelecida. 1979]. entre eles “o honrado Barão de Quartin”. assumiu o cargo de vice– presidente do Banco do Brasil [PACHECO. pelo Barão do Rosário (João José do Rosário). 27 – Seção l. em 25/11/1895. Vale assinalar a nossa gratidão aos funcionários do Banco do Brasil. interinamente. De acordo com o Diário Oficial da União – D. 1979].

atualmente sob nova designação: Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil – Previ. deputado oposiconista. quando as leis trabalhistas ainda não concediam os benefícios de que o Banco do Brasil oferecia aos funcionários. desde a primeira hora. vol. A nossa gratidão se estende aos presidentes do Banco do Brasil que apoiaram a previdência social dentro da Empresa. o Barão de Quartin é diretor da Caixa Econômica e presidente do Monte Socorro. das duas condições essenciais para apoiar o “Tudo quanto o orador exige de um governo para que o seu apoio possa ser franco e decisivo reduz–se a duas condições essenciais: 1ª – que ele garanta ao país todas as liberdades e riquezas que a Constituição e as leis têm outorgado [. assim como a da abolição da apresentada por ele. 491.. pp. no passado. Vale ressaltar que. 3. que surgiram posteriormente.. cujo exemplo e incentivo iria se refletir em 1904 dentro do Banco do Brasil. assegurando aos funcionários uma qualidade de vida que. Nos idos de 1898.47 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL no dizer de Cláudio Pacheco [História do Banco do Brasil. é criada a Caixa Montepio dos Funcionários do Banco do Brasil. foi bem superior a quaisquer outras instituições da espécie.] e . com ressonância aos dias atuais. 493]. A públicos já (PL/MA – escravatura como uma Governo: ideia da criação de montepio para funcionários era de iniciativa do deputado Lisboa Serra 1848/1855). nesse período.

proporcionando a ele as honras imorredouras: poeta. a política econômica do Governo relativa à criação do Banco do Brasil. consolidando a fraternidade. o Brasil em novo patamar de grandeza. estadista que cooperou no restabelecimento da paz. o nobre deputado maranhense Lisboa Serra.. Lisboa Serra defendeu. presidente da Associação Brasileira de Ex–Congressistas à Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil – Fonte: Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados – Brasília – DF. por Antônio Geraldo de Azevedo Guedes. na Assembleia Legislativa Imperial – Cópia concedida. presidente do Banco do Brasil (5/9/1853 a 15/1/1855) – Discurso proferido. conselheiro da Coroa Imperial. (7) LISBOA SERRA. de 31/8/1853. na Assembleia Legislativa Imperial. na Alfândega. no Governo da Bahia.FERNANDO PINHEIRO – 48 2ª – a que o governo desenvolva uma vontade firme e enérgica no emprego das medidas necessárias para lançar longe de nós essa nuvem negra e medonha que vem das terras africanas [. tribuno e doutor de Coimbra. no Conselho Imperial. . no decorrer de 1853. o mais importante presidente do BB. através dos calorosos debates parlamentares que culminariam com a Lei n° 683. em 5/4/1999. o campeão imbatível em defesa do Banco do Brasil. de 5/7/1853 e o Decreto n° 1233. na Assembleia Legislativa Imperial. em 14/6/1848.] uma questão de vida e morte para o futuro do império.” (7) Mesmo frustrado nessas ideias sublimes que iriam colocar. o presidente–fundador. onde viu nascer o Banco do Brasil. gentilmente.. Vitorioso em todas as frentes de trabalho por onde passou. mais tarde.

a reforma do Tesouro e tesourarias.49 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL pois..] dispunha os meios. presidente do Banco do Brasil (5/9/1853 a 15/1/1855) – Discurso proferido. e por si suficientes para estabelecer o crédito de qualquer administação. Para isso era necessário dar nova organização e mais moralidade às repartições por onde se arrecadam ou fiscalizam as rendas do Estado. . a criação do Banco do Brasil. O que porém completou. Era ainda para isso necessário regularizar. e donde devíamos atrair capitais e braços para o nosso movimento industrial.. os trabalhos e estudos sobre alfândegas. ao qual está marcado o alto destino de regularizar e dar maior estabilidade ao nosso meio circulante e cooperar com o governo na grande obra da civilização e do progresso. se apresentou na tribuna. anteriormente. dar mais expansão e desenvolvimento ao nosso crédito no interior. sem dúvida. na Assembleia Legislativa Imperial. sendo a Rebelião Praieira (1848/1850). são resultados. interpretando o Brasil: “[.” (8) (8) LISBOA SERRA. o que completará no futuro sua obra gigantesca é. a última das revoltas provinciais. e firmá–lo no exterior onde tínhamos a resgatar uma grande dívida prestes a vencer–se. houve acirradas lutas armadas. grandes. em 6 de junho de 1854. ele. ou para melhor dizer. preparava o país para receber o impulso e movimento que o seu estado de crescente prosperidade e as ideias do tempo lhe haviam infalivelmente imprimir. devidos ao seu esforço ou obtidos com o seu concurso. em 6/6/1854. humilde e nobre. O código comercial. idem. naquele passado remoto. sem contradição. e finalmente essa brilhante operação de crédito realizada em Londres.

vale assinalar que a regulamentação do direito à aposentadoria de funcionários públicos. selecionamos apenas uma assertiva proferida. .FERNANDO PINHEIRO – 50 Para encerrar a transcrição das palavras do deputado Lisboa Serra a respeito do Brasil e do Banco do Brasil. o montepio dos funcionários públicos” (9) Em 31/10/1890 é criado o Montepio Obrigatório dos Empregados do Ministério da Fazenda por decreto do ministro Ruy Barbosa. No ano seguinte. Posteriormentre. Nos idos de 1926 é extinto este Montepio. Vale ressaltar a iniciativa do jurista Ruy Barbosa. no Brasil. quando no exercício do cargo de ministro da Fazenda: “Foi também sob sua administração que se criou o Tribunal de Contas. Ainda em retrospectiva.. recebe nova designação Instituto de Previdência dos Funcionários Públicos da União.]. p. destinada aos empregados dos Correios. em 26/8/1854. outra designação. 3 anos mais tarde. No mesmo ano é criada a Caixa de Socorro para as Estradas de Ferro. teve origem nos idos de 1888. Instituto Nacional de Previdência. 70 – FVG – 1ª edição. na qualidade de presidente do Banco do Brasil: “o crédito não se pode decretar [. é a vez do Fundo de Pensões do Pessoal das Oficinas de Imprensa Nacional [Ministério da Previdência Social. em 1931. e. (9) JOÃO FELIPE GONÇALVES – in Rui Barbosa: pondo as ideias no lugar.. 2000. com a reorganização do Montepio dos Funcionários Públicos Civis da União. o crédito é a confiança”. na ocasião em que ocupava a tribuna da Assembleia Legislativa Imperial. acesso eletrônico em 22/6/2010].

por parte dos acionistas. o ano de 1923 é o marco de partida das atividades da Previdência Social com o advento da Lei Elói Chaves e do Conselho Nacional do Trabalho. surgiu o IAPB – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários. 1979]. Com a criação do Ministério do Trabalho. Quinze anos após. reunida extraordinariamente. Indústria e Comércio. em 8/7/1934. Na área bancária. Nos idos de 1940. surgiram a orientação e a supervisão da Previdência Social.51 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL A rigor. em 3 de julho de 1906. Custódio José Coelho de Almeida. diretor da Carteira de Câmbio. a Previdência Social ganha nova roupagem com a criação do INPS – Instituto Nacional de Previdência Social. o Banco do Brasil adotou providências de reorganização: “Finalmente. o cargo de presidente. em 1930. atualmente vinculado ao Ministério da Previdência Social [Ministério da Previdência Social – Histórico da Legislação Previdenciária – Anuário Estatístico da Previdência Social – 2004]. Para diretores. o Instituto de Previdência dos Funcionários Públicos migra para o IPASE – Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado. nos primórdios da fase atual do Banco do Brasil (3/7/1906 a 27/11/1906). a Previdência está sob nova designação: INSS – Instituto Nacional de Seguro Social. Segundo [PACHECO. exerce. foram proclamados . entre os institutos que estavam sendo criados. reassume o cargo de diretor da Carteira. Desde 1990. em caráter interino. No dia da posse. a Assembleia Geral elegeu os novos diretores e os membros do Conselho Fiscal. no período 1921/1923. conforme a narrativa de Cláudio Pacheco. Nos idos de 1960.

em sua reorganização. Ainda em julho de 1906. tomou parte da reunião o novo diretor Leopoldo Duque Estrada. No dia 9. tomou posse em 27 de novembro de 1906. convenientemente modificado. Na sessão de 23 de julho de 1906. para fins de formação do quadro das diversas seções de serviço. assinaturas de dois diretores para a validade de transações ou ordens de pagamentos. adoção de livros de saldos dos principais devedores. deu posse ao diretor eleito Silva Porto. o ministro da Fazenda. das taxas de . realização de um estudo minucioso de todo o pessoal. como estas: nomeação de um secretário para chefe do pessoal e para coordenar as ordens emanadas da Diretoria e as propostas que a esta devessem ser apresentadas.FERNANDO PINHEIRO – 52 eleitos os senhores Leopoldo César de Andrade Duque Estrada. a Diretoria tomou decisões importantes para a organização do Banco. Custódio Coelho. de saldos gerais. de vencimentos da semana e talão de ordens de descontos. de balancetes de caixa firmados pelo tesoureiro. José Leopoldo de Bulhões. O último reatava assim a sua longa carreira de diretor do Banco. preparo de cadastro. o Sr. o Banco do Brasil começou a funcionar no nível de reuniões de Diretoria registradas em atas. fixação períódica pela Diretoria. José Leopoldo de Bulhões Jardim e o comendador Luís Alves da Silva Porto. com relevo e proficiência. Só em 17 de novembro tomou posse o outro diretor eleito. No dia 4. Câmaras Municipais e Companhias e outras operações. Sr. como presidente. O presidente nomeado pelo Governo. depois de ter atuado. alçada da Diretoria para decidir sobre grandes empréstimos aos Estados. João Ribeiro de Oliveira e Souza. com publicação nos jornais. organização do Regimento Interno com aproveitamento do antigo.

Em declaração manifestada. Inglaterra estivesse operando no período de 1891 a 1894). Com o falecimento de Afonso Pena. Sob as ordens do presidente João Ribeiro foram inauguradas as 3 primeiras agências do Banco do Brasil: Manaus (14/1/1908).A. As principais operações do Banco do Brasil. (10) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. Campos (26/7/1910). em reunião de Diretoria. . 1979]. embora a Agência de Londres. conforme relato de Cláudio Pacheco.53 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL descontos e para o dinheiro recebido a prêmio e em conta corrente. João Ribeiro exonerou-se do cargo de presidente do Banco do Brasil [PACHECO. restringindo–se a um só centro de operações na cidade do Rio de Janeiro. 1979]. o presidente do Banco do Brasil. a venda da Filial São Paulo. foram inauguradas 2 agências: Bahia (15/7/1910). presidente da República. – Rio de Janeiro – 1980. vendas de cambiais e empréstimo de dinheiro sobre penhor da borracha [Revista AABB – 1964]. ocorrido. em 14/6/1909. Em 25/6/1909. foi efetuada. a 2ª no País. No ano seguinte. 546 – AGGS – Indústrias Gráficas S. em janeiro/1891. A passagem de Ubaldino do Amaral na vida pública foi bastante exuberante em termos de trabalho [PACHECO. dentro do Palácio do Catete.” (10) Como vimos. Ubaldino do Amaral tomou posse no cargo de presidente do Banco do Brasil. Pará (1/8/1908) e Santos (22/08/1908) [PACHECO. eram a emissão de vales–ouro destinados ao pagamento de direitos alfandegários. III – p. 1979]. em 13/7/1910. efetuadas pela sucursal de Belém.

A respeito da atuação parlamentar de João Alfredo. A interinidade se estende até 6/4/1911 [PACHECO. presidente– fundador do Banco do Brasil. instituição a que ele mesmo. cinco diretores em atividade. 1979]. 33 e 34 – Cadernos AABB – Rio de Janeiro – 1955. como chefe do gabinete de 1888.” (12) (11) (12) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. na vaga deixada por Ubaldino do Amaral. vibraria o golpe final de 13 de maio. – Rio de Janeiro – 1980. que desarraigou a escravidão no país. .040. titular da Pasta do Império (1870/1875). IV – p. de 28 de setembro de 1871. enfrentando sérios debates com os opositores.FERNANDO PINHEIRO – 54 “assinalou que as despesas gerais do estabelecimento continuavam excessivas. João Alfredo. A exemplo do deputado Lisboa Serra. em 14/10/1910. 5 – AGGS – Indústrias Gráficas S. um estadista a mais que dirige os destinos do Banco do Brasil – João Alfredo Corrêa de Oliveira.A. presidente do Banco do Brasil (6/4/1911 a 27/11/1914). o cargo de presidente do Banco do Brasil. FERNANDO MONTEIRO – in Figuras do Banco do Brasil – pp. interinamente. um aposentado e cinco membros do Conselho Fiscal. João Alfredo defendeu na Câmara dos Deputados a política econômica do Governo. comenta o escritor Fernando Monteiro: “A João Alfredo coube dirigir as discussões – talvez as mais memoráveis de nossos fastos parlamentares – em torno do projeto transformado na lei n° 2. principalmente em decorrência de ter a matriz de pagar cento e dezoito empregados efetivos.” (11) O diretor Norberto Custódio Ferreira assume.

(13) FERNANDO MONTEIRO – in Figuras do Banco do Brasil – p. recebeu elogios de Pedro Luiz Correa e Castro. das mais fecundas foi a administração de João Alfredo. . antigo secretário da Presidência. Santos. desde os idos de 1906 a 1910. seu secretário particular na Presidência do Banco. respectivamente a 12 e a 14 de agosto. ainda jovem escriturário. Uma das mais belas biografias. A gestão de João Alfredo Correia de Oliveira. – que foi. então exclusi– vamente manuais. com a introdução das primeiras máquinas de escrever e de calcular. Em obediência a plano cauteloso. ambas em 1913. depois de haver liquidado grande parte dos negócios congelados. Pedro Luiz Corrêa e Castro.” (13) Anteriormente. Iniciou a mecanização dos serviços. que pôde dar novo impulso às operações legitimamente comerciais.55 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL No período de 5/12/1888 a 13/2/1889. foram criadas as agências nas cidades de Manaus. presidente do Banco do Brasil (6/4/1911 a 27/11/1914). a de João Maurício Wanderley. coube–lhe inaugurar as agências no Recife e em Fortaleza. o Barão de Cotegipe dirige os destinos do Banco do Brasil. constantes no site eletrônico do Senado Federal. 31 – Cadernos AABB – Rio de Janeiro – 1955. é sem dúvida. Este ilustre estadista presidiu ainda o Congresso Nacional (1882/1885). que havia traçado. naquele período: “De acordo com o interessante depoimento do Sr.

por iniciativa de Marcos de Souza Dantas. com a emissão dos certificados–ouro que comprovava o pagamento de direitos alfandegários. compra de cambiais e cobranças de remessa por conta de terceiros [PACHECO. Nos idos de 1934. vem desde 1917. depois diretor da Carteira de Câmbio (1951/1954). no qual o Banco do Brasil estava autorizado a receber depósitos de ouro em moeda legal. o Governo Federal concedeu ao BB “a exclusividade para compra de ouro amoedado e em barras” [Revista AABB – Rio – junho/1934]. posteriormente. no exercício do cargo de presidente do Banco do Brasil (23 a 27/7/1934). gerente. diretor da Carteira Cambial (janeiro/1938 a abril/1939). oriundas do imposto– ouro sobre as importações [PACHECO. na acepção mercadológica. na longa tradição do Banco do Brasil. Outro argumento que justifica a utilização do termo ouro. pois o BB. de 31/10/1926. segundo o funcionário Fernando Drummond Cadaval. 1979]. detinha a fiscalização da arrecadação das rendas públicas. pagáveis à vista. 1979]. Salvador. vem dessa época. Literalmente. relativas à emissão de vales–ouro. baixado pelo presidente da República. a designação cheque–ouro originou-se do Decreto n° 6. A palavra ouro. usada nos produtos do BB. ao ensejo .FERNANDO PINHEIRO – 56 Belém. ao tempo em que a Empresa podia também emitir cheques–ouro. quando o presidente Homero Baptista apresentou o relatório à Assembleia Geral dos Acionistas. Recife. em 6/11/1940. pelo funcionário Tancredo Ribas Carneiro. Esta assertiva foi confirmada.169. Porto Alegre e Campos por ser mais vantajoso para o Banco eliminar o custo elevado das comissões pagas aos agentes nessas praças.

e recolhido pelo Banco. diretor da Carteira Cambial do Banco do Brasil (jan/1938 a abril/1939) – in A missão do Banco do Brasil. Vale ressaltar: “A ele (Banco do Brasil) compete comprar todo o ouro produzido no país. vimos o Banco do Estado da Guanabara colocar na praça o “cheque-verde” destinado a garantir o pagamento até o valor de Cr$ 20. que não se evada. no Colégio Militar do Rio de Janeiro. nos produtos que o Banco do Brasil vende. desde os limites das Guianas até as fronteiras do Uruguai. há o recrudescimento e o prestígio da palavra ouro. na visita que fizeram ao Banco. . Alguns de vós viram. no Colégio Militar do Rio de Janeiro.” (14) Transportando esta informação aos dias de hoje. há informação de que surgiu (14) TANCREDO RIBAS CARNEIRO (1914/1946). em 6/11/1940.57 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL da realização da palestra A missão do Banco do Brasil proferida. constante da obra Banco do Brasil dos meus tempos. depois de laminado e reduzido a barras. Retrocedendo aos idos de 1966. em 6/11/1940.00. uma parte desse ouro depositado em nossas casas–fortes. No depoimento de Irapuan Paulo Salgueiro. Imaginai o poder de uma organização capaz de adquirir e transportar todo esse ouro que vem sendo amealhado pacientemente de modo que não se escape. de Paulo Konder Bornhausen. o ouro em pó explorado pelo garimpeiro no mais rude sertão. Em cada barra de 20 quilos se condensam as pepitas. independente de consulta de saldo na conta do correntista. palestra proferida.

a Diretoria tivera de corrigir anormalidades.FERNANDO PINHEIRO – 58 no gabinete de Paulo Bornhausen. um grupo de trabalho que apresentou o “cheque-ouro” destinado a cobrir pagamento dentro de uma linha de crédito aberta aos correntistas. Waldyr Alves da Silva (DIQUA). Diante da Assembleia dos Acionistas. À frente desta iniciativa. José Vitela (DIPRI). os dois primeiros presidentes do Banco em meados do século passado. remunerações. os demais bancos passaram a adotar práticas semelhantes em suas operações [BORNHAUSEN. o presidente João Alfredo. sob a sua Presidência. sob cujas gestões o Banco esmerava-se em sua função essencial de fazer circular rapidamente o dinheiro por todo o comércio. que viera de Lisboa Serra e Itaboraí. Arnaldo Jorge Fábregas da Costa Júnior (DISEG). 2002]. 1979]. a primeira das quais consistira na quebra de uma tradição. diretor do Banco do Brasil (1964/1972). em descontos proporcionais à capacidade produtiva e . inclusive licenças de empregados. durante os oitos primeiros meses do ano. transferências. férias anuais de 15 dias aos funcionários que. alto. médio e pequeno. não tivessem mais de 5 faltas [PACHECO. nos idos de 1912. estavam o próprio diretor e os funcionários do BB. Ainda na primeira década do século XX. a Diretoria do Banco do Brasil encontrava-se em ritmo crescente de serviços: nomeações. conforme relato de Cláudio Pacheco. na sessão ordinária de 1912. Sucesso inigualável no mercado. Irapuan Paulo Salgueiro. fez o uso da palavra: “Em seu relatório apresentado à Assembleia dos Acionistas. declarou ele que logo. Geraldo Machado (PRESI). Rogério Teixeira (Superintendência).

ultimamente. conforme as garantias. estabelecendo a mesma taxa dos bancos concorrentes e reduzindo o percentual de 5% para as operações de redescontos [PACHECO. Foi enviado para aquelas cidades advogados para orientar a regularização do crédito da Empresa [PACHECO. 9 e 10%. 17 e 18 – AGGS – Indústrias Gráficas S. 1979]. João Alfredo fez corrigir esse procedimento. pp. devia mais da metade desse capital. 1979]. já exarada e aplaudida no primeiro relatório de 1854. o Banco do Brasil admitia para aqueles cargos pessoas fora do quadro do funcionalismo.59 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL solvente de cada um em escala que descia por avultado número às letras menores de quinhentos mil réis.A – Rio de Janeiro – 1980. sem amortizar o débito nem pagar os juros. Ora. antes da chegada do presidente João Alfredo. . IV. Naquela época. além da morosidade dos processos. (15) Outra medida que vinha sendo adotada pelo Banco do Brasil. contrariando essa velha prática. Só o Loide Brasileiro. a caminho da ruína. foi a fixação de taxas de 8. diante da concorrência de outros bancos que mantinham a taxas de 7%. nada menos de dois terços do capital realizado pelo Banco tinham sido postos em poucas mãos e nelas represados pelas contínuas reformas e prorrogações de prazo. e até de 6%. os chamados “negócios de subúrbio”. Tinham sido relegados os pequenos descontos. Na administração de João Alfredo ocorreram deslizes administrativos com os gerentes das agências de Manaus e Belém. perdendo assim a Empresa maiores oportunidades de negócio. (15) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol.

Antes mesmo que surgissem as leis que iriam proteger o trabalhador brasileiro emanadas no Governo de Getúlio Vargas. depois de ter exercido o cargo de presidente do Banco do Brasil (6/4/1911 a 27/11/1914). a Diretoria aprovou um regulamento para agências e a criação de órgão central que as fiscalizassem [PACHECO. recebeu palavras de elogio do presidente da República. inclusive a do Rio de Janeiro. Nascia. então. Na sessão ordinária da assembleia dos acionistas. em 29/4/1913. manteve–se em situação próspera [PACHECO. .FERNANDO PINHEIRO – 60 A conjuntura dos fatos evidenciou a urgente necessidade de criar–se uma inspeção nas agências e colocar funcionários do BB para o cargo de gerente e inspetor de agências. o Banco do Brasil. criando condições favoráveis ao funcionalismo [PACHECO. com todos os vencimentos do cargo exercido: b) por iniciativa da Empresa ou do empregado que tenha mais de 10 anos de serviço efetivo. João Alfredo. a Inspetoria Geral. hoje com nova designação: Auditoria do Banco do Brasil. apesar da crise em diversas praças. e provar invalidez. já se antecipava. Hermes da Fonseca em mensagem enviada ao Congresso Nacional. 1979]. 1979]: a) o direito a aposentadoria era concedido ao empregado que contar com mais de 30 anos de serviço efetivo. a aposentadoria por invalidez era concedida mediante atestado de uma junta médica que o considere inválido. enaltecendo-o a atuação à frente dos destinos do Banco do Brasil que. 1979]. nos idos de 1913.

Santos. Uberaba. Juiz de Fora. despede-se João Alfredo Correia de Oliveira da Presidência do Banco do Brasil. Três Corações. Florianópolis. Maceió. Salvador. Aracaju. A de São Paulo veio a ser classificada de 2ª classe em 14/8/1918. A fim de evitar eventuais distorções (drenagem das economias regionais). assegurado o reforço de caixa pela Matriz. foram acrescidas: Corumbá. Vitória. Pelotas. . as demais agências em 4ª classe. passou a adotar a classificação de agências: Santos (1ª classe). sempre quando fossem necessárias.61 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Mudança de governo. Jaú. Posteriormente (1917/1919). designada São Luís). Belo Horizonte. Maranhão (mais tarde. 1979]. a rede de agências do BB estava circunscrita em sete cidades: Manaus. o Banco do Brasil. Barretos. Parnaíba. mantendo 1/3 no encaixe. Manaus e Belém (2ª classe). Ilhéus. mediante as tradicionais remessas de numerário. Santa Luzia do Carangola. São Paulo. Recife. Rio Grande. Ponta Grossa. Joinville e Livramento [PACHECO. o regulamento das agências previa estabelecer a aplicação de 2/3 do valor dos depósitos a operações de empréstimos. assumindo o cargo Homero Baptista [PACHECO. Bahia e Campos (3ª classe). mudança na direção do Banco do Brasil. Em 30/4/1915. 1979]. Recife e Fortaleza. Varginha. Campos. Belém. a saída do marechal Hermes da Fonseca e a entrada de Wenceslau Brás. Bagé. 1979]. com o objetivo de manter a estrutura administrativa eficiente. Ribeirão Preto. beneficiando as comunidades locais [PACHECO. Em 27/11/1914. Cataguases. Em 1915. Natal. Em 15/11/1914.

Laguna. Porto Alegre (Florianópolis e Curitiba). Ainda em 1916. Parnaíba e Fortaleza). 1979]. apos. e em Corumbá. Cachoeira. sob a direção de Gastão Tavares Rodrigues Jardim (posse no BB: 12/5/1910. o Banco do Brasil instalou. Revista AABB – Rio].FERNANDO PINHEIRO – 62 No passar dos tempos. as agências seriam elevadas de categoria de acordo com os resultados obtidos em cada semestre do ano [PACHECO. A Matriz manteve a jurisdição sobre as agências de Santos.: 31/7/1928). Por decisão da Diretoria. Pelotas. a Agência em Maceió. Itajaí. Vitória. Cabo Frio. . Recife (Natal. Campos e Três Corações [PACHECO.: 23/7/1932 [Carta–Circular de 26/7/1916. Almanaque do Pessoal – 1964. a Diretoria resolveu. Mais tarde. do presidente Homero Baptista. apos. Paraíba e Maceió). São Luís. 1979]. No ano seguinte. Com o objetivo de agrupar as agências por interesses de região. em fev/1918. o Banco do Brasil inaugura a Agência Três Corações – MG na presença do gerente Rodolpho Ambronn que a administrou durante o período de julho/ 1916 a agosto/1917. sob o comando do gerente Edgar Godoy Teixeira Bastos (posse no BB: 29/6/1909. Jaú. São Paulo (Uberaba e Corumbá). em 18/7/1917. o escritor cearense Braga Montenegro esteve por lá na gestão que durou 2 anos (31/03/1952 a 18/4/1954). Vitória e Parnaíba e criou escritórios em Camocim. o Banco do Brasil reduziu a escritórios as agências de 4ª classe situadas nas cidades de Três Corações. Carangola. Bahia (Aracaju e Ilhéus). criar grupos de agências de maior categoria jurisdicionando agências subordinadas: Belém (Manaus. Ponta Grossa. em 16/7/1916. precisamente no dia 5 de julho.

.. em idade de 14 a 16 anos. (16) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. Na gestão de Homero Baptista. quando houvesse vaga. recrudesceu no 2° semestre/1971 (Programa de Menor Estagiário).63 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Livramento e Uruguaiana. foi admitido. alternadamente. p. findos os quais seriam providos definitivamente e sucessivamente promovidos a contínuos de segunda classe. Agrupam–se nessa classificação Mossoró. cursando no mínimo o 2° ano ginasial (designação da época). Antes da inspeção de caráter permanente. De início. 1979].A – Rio de Janeiro – 1980. o Banco do Brasil incorporou o movimento das contas das agências no balanço da Matriz e estabeleceu a fiscalização permanente das agências e escritórios por meio de inspetores designados. há muito tempo demolidas e guardadas na memória do espaço onde hoje é a Associação Comercial do Rio de Janeiro).. a 1ª mulher a ingressar no Banco do Brasil. presidente do Banco do Brasil (27/11/1914 a 3/1/1919). o Banco já realizava fiscalização transitória [PACHECO. nas funções de contínuos auxiliares “pelo prazo de 6 meses. Barretos e Bauru. Nesse mesmo ano. se abrem para receber Francia Lindgren. IV. agências criadas e ainda não instaladas àquela época [PACHECO. com a categoria de gerentes de primeira classe. . 1979]. pela primeira vez. 113 – AGGS – Indústrias Gráficas S. o ingresso de menores de 16 a 21 anos no BB. foram nomeados 3 inspetores. as portas de madeiras nobres da Rua da Alfândega (hoje em dia. No dia 6 de setembro de 1918.” (16) A admissão dos menores.

“era o entreposto financeiro do mundo. Lisboa. New York e principalmente Londres. 66. Mulungus do Estado do Rio – Medalha de ouro na Seção Pintura outorgada no Palácio da Cultura – [Idem. em 1918. Francia Lindgren vivenciou os acontecimentos da Matriz e da Agência Central – DF e aposentou–se em 5/12/1950 [Almanaque do Pessoal – 1964. desenhando charges. no dizer de Cláudio Pacheco. o presidente do Banco do Brasil recomendou a criação de agências no exterior: Buenos Aires. na Revista AABB – Rio . fazendo um breve pronunciamento voltado à prestação de contas no período em que esteve na Presidência. vol. Berlim. p. Na Assembleia Geral de Acionistas. 110]. em 3/1/1919. Francia Lindgren dedica–se à pintura e recebe premiação nos seguintes trabalhos: Tarde de outono em Cambuquira – Menção Honrosa conferida no Salão Nacional de Belas Artes [Diário Oficial da União – Ministério da Educação e Saúde – 7/12/1951]. na gestão de James Darcy (2/1/1925 a 16/11/1926). quando foi designado para assumir a Prefeitura do Distrito Federal. 4. 1979].FERNANDO PINHEIRO – 64 Acompanhando a mudança da sede do BB para a Rua Primeiro de Março. bem como os almanaques anteriores a 1964]. O diretor Milcíades Mário de Sá Freire o substituiu no cargo até 28/7/1919. Homero Baptista despediu-se. localizada na cidade do Rio de Janeiro [PACHECO. . Colaborou. Montevidéu. onde se saldavam as contas mundiais” [História do Banco do Brasil. Após a aposentadoria. Paris. do Banco do Brasil. à época. 14/12/1970].

(17) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. 1979]. Medidas mais rigorosas foram adotadas: diminuição das despesas gerais. a situação de crescimento da rede de agências teve um contentamento misto de preocupação por parte do presidente que assumia o cargo. na crise do comércio local e em outras praças nacionais provocada pelo término da guerra europeia. IV. No Banco do Brasil. p.65 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL De início. – Rio de Janeiro – 1980. sem dúvida. A. liquidação de operações não felizes. 1979]. com o objetivo de pôr ordem às finanças municipais [PACHECO. refreando o ritmo das obras públicas. Sá Freire. tendo sido providas de pessoal bisonho. diminuiu o ritmo acelerado em que estava sendo desenvolvidas as atividades nas agências do Banco do Brasil. ele a aplicou na Prefeitura do Rio de Janeiro. Na obra de Cláudio Pacheco esta expectativa se desenrolava no início de 1919. inspeção mais rigorosa nas agências e ação mais dinâmica do Contencioso [PACHECO.” (17) A razão plausível de Sá Freire em manter sustada a expansão da rede de agências do Banco do Brasil estava. mercê dos esforços dos que a dirigiam e da constante fiscalização da matriz. 117 – AGGS – Indústrias Gráficas S. que só com o tempo estava se habilitando. Essa mesma política de contenção de despesas. constantes em antigos registros. Vale ressaltar: “Assim observou que o rápido desenvolvimento das agências representara realmente promissoras esperanças. por cautela. . mas não se devia ocultar que muitas se instalaram em praças não convenientemente conhecidas.

gerente (posse no BB: 12/12/1907. falec. falec. José Braz de Mendonça (posse no BB: 6/11/1916. Aracaju – SE – 1918 – Administradores: Álvaro Braz da Cunha (posse no BB: 6/7/1918. Maceió – AL – 16/7/1916 – Edgard Godoy Teixeira Bastos. falec. Porto Alegre – RS – 1916 – José Nicolau Tinoco. Fortaleza – CE – 1918 – Virgílio Bacellar Caneca. gerente (posse no BB: 5/4/1910. 17/8/1927). 6/11/1930). falec. falec. gerente. contador (posse no BB: 14/3/1910. 29/4/1955). A data completa seguida do nome da agência representa a data de inauguração [Revistas AABB – Rio – 1935. gerente (posse no BB: 29/6/1909. apos. Curitiba – PR – 1918 – Bento Munhoz da Rocha. contador (posse no BB: 12/8/1913. Álvaro Henriques de Carvalho. no período de 1916 a 1919. apos. subgerente (posse no BB: 19/7/1909. gerente (posse no BB: 10/6/1918. 1/8/1947). 31/7/1928). Três Corações – MG – 1916 – Rodolfo Ambronn. contador (posse no BB: 3/10/1912. Demétrio Bastos. 9/12/1962). Quintino Taveira. exon. falec. falec. 28/8/1950). 10/7/1928). exon.FERNANDO PINHEIRO – 66 Vale assinalar os funcionários que exerceram. 10/12/1926). Almanaque do Pessoal – 1964]: João Pessoa – PB – 1916 – José Joaquim Monteiro de Andrade. falec. Uberaba – MG – 10/8/1916 – Genaro Pilar do Amaral. Maceió – AL – 24/7/1918 – Severino Magalhães. gerente (posse no BB: 8/3/1910. gerente (posse no BB: 9/4/1913.: 5/4/1950). gerente (posse no BB: 3/8/1904. bem como as Revistas AABB – Rio pertinentes ao período 1936 a 1966. 18/3/1948). 9/1/1946) . falec. 1/3/1952). Bento de Oliveira. cargos comissionados nas agências.

” (18) Essa mesma lei foi modificada pela Lei n° 4. Edgar Maciel de Sá. contador (posse no BB: 16/5/1916. no qual incluía uma solução benéfica. Aracaju – SE – 1919 – Roberto Carvalho. João Francisco de Campos. Oscar Armando Costa (posse no BB: 23/7/1910. falec. 7/11/1962).635. 1979]. A. IV. Com recursos provenientes do governo federal. 14/8/1921). falec.230. 30/7/1961).67 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Pelotas – RS – 1918 – Adalardo Machado de Freitas. pelo senador Francisco Sá. gerente. . Uberaba – MG – 1918 – Frederico Christiano Clausen. Santos – SP – 1918 – Administradores: Mário Canedo Penna (posse no BB: 31/12/1907. (18) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. uma Carteira de Emissão e Redesconto. a Carteira Agrícola foi instalada em 1/2/1921 [PACHECO. 11/7/1961). de 31/12/1920. falec. José Affonso da Veiga (posse no BB: 7/6/1909. gerente (posse no BB: 16/2/1916. contador (posse no BB: 15/5/1916. falec. falec. Durval Marinho da Silva. apos. falec. e sancionado como Lei n° 4. surge nova Carteira: “mandar instituir no Banco do Brasil. em 8/11/1920. 10/8/1947). Maceió – AL – 1919 – Severino Magalhães. no Senado Federal. p. e regulamentada pelo Decreto n° 14. de 21/01/1921. contador. sob a superintendência de seu presidente e a cargo de um diretor de nomeação do Presidente da República. de 13/11/1920. 167 – AGGS – Indústrias Gráficas S. Com a aprovação do substitutivo apresentado. 19/5/1958).182. 2/8/1939). gerente (posse no BB: 15/3/1910. – Rio de Janeiro – 1980. gerente.

000:000$ em apólices gerais da dívida pública à Carteira Agrícola que se criasse no Banco do Brasil [PACHECO.567. Outra Carteira surgiu de forma regulamentada: a Lei n° 4. aprovou a reforma dos Estatutos e cria a Carteira de Emissão e de Redescontos. de volta ao Brasil: Alcides da Costa Guimarães (posse no BB: 28/1/1918 – apos. apos. bem como Almanaque do Pessoal anteriores]. presidente do BB (10 a 20/5/1919 – interino – e 28/7/1919 a 19/12/1920. 1979]. presidida pelo diretor da Carteira Cambial (designação da época). em 18/6/1921.: 11/1/1961) [Almanaque do Pessoal – 1964. José Joaquim Monteiro de Andrade. Reunião Extraordinária da Assembleia dos Acionistas do Banco do Brasil. Júlio da Silva Moneda (posse no BB: 14//2/1918. concedeu a autorização do empréstimo de 400. e. Argentina. a presença surgindo. em número crescente. Almanaque do Lindgren. apos. excetuando-se a interinidade do presidente José Cardoso de Almeida 1/9/1919 a 6/11/1919). posteriormente. Monteiro de Andrade foi designado para presidir a comissão criada para elaborar o projeto de revisão dos Estatutos da Empresa [PACHECO.: 20/2/1961). em feminina veio da década de Pessoal – 1964]: A . apos. no Banco do Brasil. Inaugurada em 1922. realizada.: 21/5/1931). Joviano Rodrigues de Moraes Jardim (posse no BB: 2/1/1920. Homero Borges da Fonseca (posse no BB: 12/6/1916. de 24/8/1922. 6/4/1960). a partir 20 [Almanaque do Pessoal – 1934. em 29/4/1920. era constituída de funcionários de alto nível profissional que desempenharam importantes funções na Empresa. a Agência do Banco do Brasil em Buenos Aires. 1979]. naquela época. Após o ingresso de Francia 6/9/1918.FERNANDO PINHEIRO – 68 Em reunião ordinária da Assembleia Geral de Acionistas.

69 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Nome da funcionária Carmen Concepcion Torres Anna Maria Haddock Lobo Odette Braga Furtado Emma Couto Berg Emma Berg Medeiros Diva Pons de Araújo Posse Aposentadoria 24/10/1922 exon. 21/10/1924 15/12/1922 30/8/1934 10/12/1923 (nome de solteira) 28/5/1924 28/5/1924 1/1/1957 1/5/1955 1/9/1955 9/8/1957 7/4/1958 23/2/1956 28/1/1946 15/5/1961 9/6/1958 15/5/1961 Edna Perdigão Silveira 18/1/1926 Maria Blandina Freire de Araújo 23/1/1926 Laura de Carvalho Pires Ferrão 29/1/1926 Nazir de Proença Pinto de Moura 8/11/1926 Noeme Leite Brasil 9/10/1926 Noema Cabral 8/11/1926 Noeme Leite Brasil 9/10/1926 falec. 20/11/1963 Celeste Moreira da Motta 29/4/1927 26/12/1957 Celeste da Gama e Souza Gonçalves Carneiro 30/4/1927 1/2/1959 Maria Emília Souto Mayor Alhadas 29/4/1927 30/8/1958 Corina Alvim da Gama e Souza (nome de solteira) Corina da Gama e Souza Gonçalves Carneiro 30/4/1927 1/2/1959 Lygia Mello Torres 2/5/1927 1/2/1962 Maria Chein 2/5/1927 4/5/1958 Maria da Glória Moniz Cadaval 2/5/1927 11/1/1958 Maria Thereza Leme Navarro 2/5/1927 19/2/1959 Lygia Rodrigues Antunes 4/5/1927 1/12/1962 Maria Luíza de Paula Rodrigues (nome de solteira) Maria Luíza Rodrigues Velloso 4/5/1927 13/6/1959 Edith Nóbrega da Silva (nome de solteira) Edith Brasil Salomon 6/5/1927 4/7/1957 Francisca Serrão de Medeiros Reis (nome de solteira) Francisca de Medeiros Reis Moura 6/5/1927 23/7/1958 Odette Satyra da Sylva 9/5/1927 20/5/1957 . Carmen Lammounier Oiticica 25/4/1927 falec.

4/11/1950 Laura Lopes Bernardes (nome de solteira) Laura Bernardes de Amorim 12/5/1927 1/2/1959 Maria Ignez Teixeira Mendes Silva Cunha 15/7/1927 22/5/1975 Anna de Oliveira Figueiredo (nome de solteira) Anna de Figueiredo Neves 16/5/1927 1/3/1959 Ísis Paes de Andrade 17/5/1927 1/8/1957 Maria da Conceição Xavier de Brito 17/5/1927 30/8/1959 Zélia Lacerda Brandão 18/5/1927 19/5/1958 Thereza Conceição Azevedo Santos 20/5/1927 1/1/1959 Alda Gomes da Silva 9/8/1927 13/11/1957 Judith Moreira da Mota 15/9/1927 falec. de origem nórdica. que espalhou. 6/7/1961 Branca do Espírito Santo Cyrillo 17/4/1928 18/8/1959 Vale salientar que o Banco do Brasil sempre valorizou a presença feminina. desde o pioneirismo de Francis Lindgren. 9/5/1954 Virgínia Monteiro Soares 19/9/1927 9/1/1975 Maria Amayr Pereira 31/10/1927 1/7/1959 Dulce Carneiro do Nascimento (nome de solteira) Dulce do Nascimento Velloso 16/11/1927 falec. Mesmo antes da criação do quadro de funcionários. uma rede de lojas de tecidos. depois auxiliares de assessoria técnica.FERNANDO PINHEIRO – 70 Nome da funcionária Posse Aposentadoria Sarah da Silva Porto 10/5/1927 29/11/1960 Liberalina Monteiro Soares 11/5/1927 falec. através do Nordeste brasileiro. a mulher–funcionária ocupava cargos de confiança de diretores e presidentes que muito o Banco do Brasil se orgulha. na década de 30. A princípio. conhecida com o nome fantasia Casas Pernambucanas. nome de tradicional família pernambucana. 12/1/1952 Etienne Paul Richer 16/9/1927 falec. . eram sonografistas (telefonistas). estenógrafas (taquígrafas).

na Agência de Vitória–ES (gestão do gerente José Vieira Machado). seção que teve o início da mecanização no Banco do Brasil. apos. em dezembro/1924. Em janeiro/1938. 10/5/1972). antes da década de 30. Em tempos mais recentes. conferiam a elas pontos de destaque na promoção funcional e chegaram a ocupar. gerente regional CREGE/ CREAI – Gesul (1971/1972) [Revista AABB – Rio – 1949. com a denominada logística [Revista AABB – Rio – 1938]. vale destacar a presença de Deise Sarubbi Ardissone (posse no BB: 2/3/1942. em seu início mais singelo. inspirando–a naquele inconsciente coletivo de que nos falou Carl Jung. contadora na Agência Januária – MG.71 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Considerando que os cargos de auxiliares–de– gabinete de Diretoria. que culminaria. vamos encontrar a funcionária Odette Braga Furtado. assistente técnica do DEMET – Departamento de Mecanização e Telecomunicações (1964/1967). inspetora regional do Banco do Brasil em Porto Alegre–RS (1967/1971). a funcionária Maria de Lourdes Villanova Santos (posse no BB: 20/4/1931. Almanaque do Pessoal – 1967. 1/7/1966) é nomeada encarregada dos Serviços Hollerith da Agência Central – DF. ou posteriormente. apos. ocasião em que ocorria a visita de Avelino . a presença feminina. Os serviços ora supervisionados da Diretoria de Logística teve. Em registro iconográfico. Almanaque do Pessoal – 1964. com a criação da Direção Geral e da Agência Central–DF. em seguida as agências metropolitanas. em pé de igualdade. nos idos de 1949. Presidência ou mesmo da Matriz. nos dias de hoje. Almanaque do Pessoal – 1972]. as mais elevadas categorias da carreira (não confundir com os cargos comissionados).

Era o tempo da predominância do Midland. Barclays. em 31/7/1927. . No entanto. com sede em Londres e filiais no Rio de Janeiro. 1979]. exetuando–se o piso salarial que está defasado em relação àquela época. medidas ainda hoje mantidas pela Empresa. inspetor. London and Provincial. gerente da Agência Curitiba – PR. pois o mercado de câmbio e as próprias finanças brasileiras eram dominadas pela influência inglesa. caixa. Lloyd´s. Era o tempo da libra esterlina. Durval Marinho da Silva. entre outros. Alfredo Wilson de Novaes. de câmbio comprado e vendido. O dólar não tinha a força como hoje tem. atingiam £ 38. O nível dos salários do funcionalismo do Banco do Brasil teve considerável elevação com o advento da concessão de gratificações semestrais e a iniciativa de doação de recursos destinados ao aperfeiçoamento do pessoal. no período de 20/12/1920 a 27/12/1922. Leoniz Peixoto de Vasconcellos. gerente.FERNANDO PINHEIRO – 72 Lisboa. José Maria Whitaker. o diretor Daniel de Mendonça ocupou interinamente o cargo de presidente (27/12/1922 a 21/2/1923). Nos idos de 1920 as operações sobre moeda nacional. em retrato coletivo onde aparecem. contador. bem como em outro segmento a presença de Thereza Conceição de Azevedo Santos na Agência de João Pessoa – PB. Westminster. conferente [Revista AABB – Rio – 1937. João Piragibe de Bakker.381 [PACHECO. o Banco do Brasil tinha.431. Revista AABB – Rio – 1950]. Os executivos desses banqueiros eram britânicos. De inteligência brilhante. e Attílio Pisa. um dos maiores banqueiros do Brasil. os brasileiros contratados exerciam cargos menores.

com juros. bem como letras descontadas e operações de câmbio [PACHECO. em dezembro/1924. 210 – AGGS – Indústrias Gráficas S.” (19) (19) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. sustentou que as contas do BB. limitadas e a longo prazo. Pedro Luiz Corrêa e Castro. p. do cargo de diretor da Carteira Cambial. junto aos banqueiros no exterior. foi criada. a Consultoria Jurídica do Banco do Brasil. 1979].A. Reunida a Diretoria. Daniel de Mendonça. 1979]. o renomado jurista José Xavier Carvalho de Mendonça que exerceu o cargo no período de 20/3/1922 a 20/10/1930 [PACHECO. que já vinha servindo na gerência do Banco e que mais tarde foi efetivado mediante ato do Governo. sendo nomeado consultor jurídico.73 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Como órgão vinculado à Presidência do Banco do Brasil. comunicou que passara as funções de diretor da carteira cambial ao Sr. Ao despedir–se. 209. fez um balanço das atividades a ele atribuídas. frisando o crescimento operacional do Banco do Brasil. IV. em depósitos em contas correntes nas modalidades: sem juros. – Rio de Janeiro – 1979. continham margem suficiente para garantir o pagamento de encargos dos saques em circulação fornecidos ao comércio importador [PACHECO. diretor da Carteira de Câmbio (1921/1923). Custódio José Coelho de Almeida. . 1979]. em 26/4/1923. Em seguida. Cláudio Pacheco acrescenta: “Ao mesmo tempo. em 10/3/1922.

e genro de Júlio de Castilho [WHITAKER. poeta. Ana Maria Haddock Lobo. 1° contador da Matriz. advogado do BB. excetuando–se Daniel de Mendonça. Os auxiliares imediatos do presidente Whitaker: J. acrescidos das qualidades que os exornam: Cel. Luiz Felipe Carneiro de Miranda e Ney Oscar Ribeiro de Carvalho – Editor: Ney Oscar Ribeiro de Carvalho – Rio de Janeiro – 1996]. de conversação espirituosa. admitida na gestão de Whitaker. à época um acontecimento de grande destaque [FONSECA. chefe–de–seção (Carteira Cambial). comerciante. o mais moço dos diretores. a designação atual é Botafogo de Futebol e Regatas [Botafogo. médico. Norberto Custódio Ferreira. 1° gerente da Matriz. ex–funcionário do BB. o glorioso – Uma história em preto e branco – Coordenação Editorial: Texto e Pesquisa Iconográfica Braz Francisco Winkler Pepe. Augusto Frederico Schmidt. Otto de Andrade Gil.X. presidente do Club de Regatas Botafogo (1941/1942). financista fluminense. empresário. 1978]. Atualmente. jurista. substituído por Custódio Coelho de Almeida. filho do imortal Lúcio de Mendonça. . Henrique Diniz. conhecedor profundo do funcionalismo do BB. Augusto Schmidt.FERNANDO PINHEIRO – 74 A Diretoria do Banco do Brasil. 1° consultor jurídico do BB. Ernest Walter Mee. um dos 40 fundadores da Academia Brasileira de Letras. capitaneada pelo presidente Whitaker. contador substituto de Octávio de Andrade. mais tarde presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros (1958/ 1960). Octávio de Andrade. José Joaquim Monteiro de Andrade. afável. Carvalho de Mendonça. Pedro Luís Corrêa e Castro. Arthur Pedro Bosísio. todos os diretores eram mineiros de nascimento. foi constituída dos seguintes membros. advogado. político. 1972]. Augusto Moreira de Carvalho. médico.

Odette Braga Furtado (posse no BB: 10/12/1923. [Almanaque do Pessoal – 1964. Ovídio Xavier de Abreu. Com o nome de casada. apos.edições anteriores]. Estão incluídos nessa conjuntura os funcionários Adolpho Becker. nos idos de 1921. aposenta–se. bem como Almanaque do Pessoal. que foi contemporâneo de Raimundo Mendes Sobral. chefe–de–gabinete e Abdias Mavignier de Araújo. Diva Pons de Araújo trabalhou na Agência de Porto Alegre – RS e aposentou–se em 1/9/1953. em 28/5/1924. como chefe da Seção de Ordens de Pagamento da Agência de Pelotas – RS. no Banco do Brasil. anos anteriores]. Diva Pons de Araújo e Emma Couto Berg (nome de solteira) ingressam.: 1/1/1957) que passou muito tempo no quadro suplementar com proventos. No ano seguinte. – 20/1/1945.O. na Agência de Parnaíba. presidente do DNC – Departamento Nacional do Café (1944/ 1946). subordinada às ordens do superintendente Raimundo Mendes de Sobral (posse no BB: 7/6/1920) também colocado à disposição daquele Departamento [Diário Oficial da União – Departamento Nacional do Café – 20/1/1945]. bem como Almanaque do Pessoal . . veio integrar ao seleto quadro de funcionários do Banco do Brasil.75 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em dezembro/1923. Emma Berg Medeiros. mérito e ao mesmo tempo privilégio de poucos [Almanaque do Pessoal – 1964.U. Odette Braga Furtado veio a exercer as funções de assistente da Superintendência do DNC. Piauí – D. em 1/5/1954. assistente da Superintendência. Na gestão do funcionário do Banco do Brasil.

na cidade do Rio de Janeiro. em idade. São Paulo. Uruguaiana. obra póstuma. nos seguintes eventos: ● inauguração. ● criação dos cargos de gerente e contador nas agências e na Matriz (inspetor de agências. ● aumento de depósitos e. segundo a Previ. de José Maria Whitaker (1878/1970). da Câmara de Compensação de Cheques. ● criação das agências: Buenos Aires (Argentina). em 13/6/1921. ultrapassando. gerente. editada pela Editora Hucitec. Três Lagoas. chefe. Penedo e Campo Grande. foram comentadas em O Milagre de Minha Vida. Cuiabá. elevação de lucros. paralelamente. e. As principais ações desenvolvidas pelo Banco do Brasil. aumento de ● reforma de Estatutos e Regulamento Interno. 1978. em preparativos para o início de operações. 19 funcionárias na faixa etária de 90/99 anos [Boletim Especial Previ – 2004]. Na referida obra. podemos observar e comentar a atuação de José Maria Whitaker à frente dos destinos do Banco do Brasil. com mais de 100 anos de existência. ajudante-de-seção). aposentada pelo BB. ● organização da Carteira Agrícola.de-seção. era a única mulher. . Teresina.FERNANDO PINHEIRO – 76 Na primavera risonha e florida. contador. Nos idos de 2004. Ipameri. ● elevação de capital. dos descontos e empréstimos. cotação de ações. na gestão de José Maria Whitaker (20/12/1920 a 27/12//1922). Emma exibe a beleza da lira dos vinte anos [Revista AABB–Rio – maio/ junho – 1935].

do cargo. mediante permuta com a Associação Comercial do Rio de Janeiro. 66 [PACHECO. somente na gestão do presidente James Darcy (2/1/1925 a 16/11/1926). a revolta. nos idos de 1924. situada na Rua Primeiro de Março. a Matriz mudou-se para a Rua Primeiro de Março. Vale destacar: “Como acontecera no Rio de Janeiro em 5 de julho de 1922. Na seara acadêmica é membro fundador do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo e membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e da Sociedade dos Geógrafos do Rio de Janeiro [O Estado de S. vale destacar que.77 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL ● compra do edifício da antiga Casa dos Contos. também em 5 de julho de 1924 eclodiu. teve passagem pela Câmara dos Deputados. reincidentemente. desta vez em São Paulo. tomou posse o ministro Anibal Freire. Os acontecimentos políticos ocorridos. Cincinato Braga era economista e historiador. em 26/12/1924. mereceram a apreciação do historiador Cláudio Pacheco. 66. Natural de Piracicaba. ministro da Fazenda que assumira a postura de estímulo à emissão bancária. a qual . Paulo – 13/8/1953]. Com relação à compra da Casa dos Contos. Cincinato César da Silva Braga assumiu a Presidência do Banco do Brasil. efetuada por Whitaker. com vistas a proporcionar ao Banco do Brasil nova sede capaz de comportar todos os serviços que estavam crescendo e necessitando de maior espaço físico. Exonerou-se. Em 21/2/1923. 1979]. interior paulista. executando a política monetária de Sampaio Vidal. Houve também mudança no Ministério da Fazenda.

p. resumem a obra 5 de Julho (poema).” (20) Seis rapsódias. (20) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. 195 – AGGS – Indústrias Gráficas S A – Rio de Janeiro – 1980. Com o correr dos dias. o autor busca a inspiração em forma de musa e explica o conteúdo de seus versos. de Rodrigues Crespo. a posição das forças governistas se recompôs e fortaleceu com a chegada de reforços. de que se aproveitaram malfeitores para uma atividade miúda de assaltos à população. acabaram se retirando para o interior de São Paulo. ainda mais cercados por forças do Governo que contavam com cerca de dezoito mil homens e estavam recebendo reforços de outros Estados. A seguir. editada pela Empresa Gráfica da “Revista dos Tribunais” – São Paulo – 1936. atacara até mesmo bairros residenciais. Também houve falta de abastecimento e outros tormentos próprios de uma situação tão desordenada. IV. fazendo vítimas e levando pânico à população civil. os rebeldes. distribuídas em 156 páginas.FERNANDO PINHEIRO – 78 conseguiu predomínio no centro da capital e até mesmo a retirada do governo estadual. As primeiras estrofes da primeira rapsódia. . A cidade mergulhou numa confusa situação de choques entre forças opostas e aguerridas. Com efetivos de cerca de seis mil homens. Mas a reação de forças ligadas ao Governo não foi completamente dominada. passaram nos limites de Mato Grosso e transferiram-se ao Paraná. que tinham como comandante o general Isidoro Dias Lopes. alegando principalmente o interesse de sobrevivência e subsistência da população da capital paulista. Operando desde os arredores da cidade. inclusive civis.

no exercício passado (1925). que continuamente defendeu e louvou o governo do Sr. na pasta da Fazenda.79 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL A gestão de James Darcy. 248 – AGGS – Indústrias Gráficas S. e do Sr. Vale destacar. sem prejudicar as classes produtoras. à frente dos destinos do Banco do Brasil (2/1/1925 a 16/11/1926). executou. a política de deflação que restabelecera a confiança e a assegurou o crédito no País. (25) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. creditou-lhe os seguintes resultados. prestou depoimento na Comissão de Correição Administrativa instaurada pelo Governo Provisório que abrangeu sindicâncias no Banco do Brasil. com moderação. a própria conta de antecipação ao Banco do Brasil. James Darcy na presidência do Banco do Brasil: conseguira regularizar as finanças federais. dentro dos elementos disponíveis. Anibal Freire. e encetar com proveito para o País a política de deflação moderada. equilibrar as despesas com a arrecadação e pagar. notadamente. pudera. em 12/11/1931. sem perturbação. de início. p. prestando aos que trabalhavam a assistência devida. . teve encômios publicados pelo Jornal do Commercio (edição 22/6/1926).” (25) Posteriormente. – Rio de Janeiro – 1980. James Darcy.A. a apreciação do primeiro autor: “O Jornal do Comércio. cujo resultado positivo se exprimia na alta das taxas cambiais e na baixa relativa dos preços. por Cláudio Pacheco [História do Banco do Brasil] e Fernando Monteiro [Figuras do Banco do Brasil]. que teriam sido alcançados com a colaboração do Sr. graças à severa orientação seguida. Arthur Bernardes. e. conforme relato de Cláudio Pacheco. IV. este. presidente do Banco do Brasil (2/1/1925 a 16/11/1926).

com o seu fundo de reserva elevado em mais de 30. afirmou verdadeiras tradições vivas da casa [PACHECO.FERNANDO PINHEIRO – 80 Na ocasião. e aproveitou para elogiar a Empresa. em depósitos na Caixa de Amortização e nos cofres do estabelecimento. o aviltamento da nossa moeda. os Estados. tendo receita em papel e ônus em ouro.5. ficava. que ao câmbio de 5. Também o Banco do Brasil chegara a excelente situação. a reserva ouro. não houve emissão de notas no meio circulante.398:988$578. Assinalou mais estes resultados: nosso crédito no estrangeiro se firmara. nas Bolsas de Londres e Nova York. em sua gestão. reduzida a 228. Cláudio Pacheco comenta: “Como é frequente em manifestações dessa natureza. portanto. ufanou-se de que. a verba para 1926 – de 63. só no serviço de juros da dívida externa. respeitando-lhes a autonomia e as funções desses abnegados servidores. ao câmbio de 7.444:113$490. o dividendo distribuído aos acionistas no máximo de 20%. cotações mais altas. seus diretores e seus funcionários. as suas ações cotadas por mais do dobro do seu valor nominal. 1979]. as suas remessas incessantemente aumentadas.494$290. os Municípios e inúmeras empresas. inclusive até altas horas da noite. se cai o câmbio.482$868. textualmente. . os títulos brasileiros alcançaram. correspondia a 342. combatera-se. atônitos. vêem. calamidade terrível num país em que a União.199. Mais adiante. havia uma sensação de alívio geral e confiança no restabelecimento do País. um lucro para o País de 114. e. não infrutiferamente. ouro. enaltecendo a dedicação com que eles trabalhavam. em sua gestão. quando incluída no orçamento.000:000$. subindo gradativamente as mais altas posições da carreira.598. mas com sucesso. merecedores de sua confiança. declarou que. havendo.

Vale ressaltar : “Embora não fosse banqueiro. IV. no Banco do Brasil e no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. e isso numa quadra de ebulição política e de pronunciamentos armados estourando aqui e ali. com que conseguiu baixar o custo de vida. a difícil tarefa que lhe impôs o Presidente da República. 249 – AGGS – Indústrias Gráficas S. p. . A palavra Poesia incrustada na parede desse teatro lírico faz jus ao lirismo de vertente filosófica na poesia de Dante. se tivesse sido conservada. tinha ideias muito claras sobre bancos e talvez exatamente porque não fosse banqueiro – mas possuísse espírito público. mantendo-se equidistante dos interesses de grupo – pôde executar. (26) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. – Rio de Janeiro – 1980. mais da metade da circulação bancária – preciosa reserva em libras ouro que. com serenidade e segurança.81 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL acima de 11 milhões de libras e os títulos ouro depositados no exterior – 1 milhão e 600 mil libras ao câmbio de 8 – valiam mais de 380 mil contos. ao proferir palestra em homenagem comemorativa do 6° centenário de Dante Alighieri. resistindo a fortes injunções dos partidários do papel-moeda. isto é. representaria ao câmbio (79$500) de hoje (1931) a soma imponente de mais de 800 mil contos [Jornal do Comércio de 20/11/1931] (26) Da obra Figuras do Banco do Brasil. transcrevemos textos sobre momentos altos de James Fitzgerald Darcy.A. de Fernando Monteiro. de saneamento do meio circulante.

alegando que discordava da nova política financeira anunciada. o zelo pôsto até no cumprimento de tarefas mínimas. .963. não atendeu. documento que se caracteriza pela sobriedade.FERNANDO PINHEIRO – 82 Só em 1925. para continuar em seu posto durante o governo que se ia inaugurar. tinha raízes em grande parte na confiança que inspiravam homens como James Darcy. baixando o total das notas bancárias e do Tesouro a 2.000 em fins de 1924. Em seu primeiro relatório à assembleia de acionistas em 29 de abril de 1925. demitiu-se dois dias antes. a nossa circulação monetária foi reduzida de cerca de 400 mil contos. assinalou Darcy que “ao Banco do Brasil está destinado um papel singular na história da grandeza nacional. Fiel aos seus princípios. a dedicação do funcionalismo. Em 1926. modelo e inspiração para a mocidade. Essa missão só poderia ser executada por alguém de pulso muito firme e raro estofo moral. retirou o Banco da circulação a soma de 257 mil contos. mantida a circulação do Banco na mesma proporção.550. Convidado por Washington Luiz. Durante a presidência James Darcy. nem mesmo esperou a posse do governo. Esse estado de ânimo. foram resgatadas cédulas do Tesouro no valor de 140 mil contos.” Ao seu arguto espírito não passaria despercebido o élan com que se procurava servir à Casa. primeiro ano da gestão Darcy. que não chegou a dois anos. sendo contrário à estabilização do câmbio em taxa que considerava vil.000 contos contra 2. presidente eleito. mas aumentado o lastro ouro. essa vontade de servir.

James Darcy proferiu. Conhecedor profundo da obra do célebre poeta da latinidade. sua cultura literária e artística era de grande vastidão e solidez. James Darcy ressaltou: (27) FERNANDO MONTEIRO – in Figuras do Banco do Brasil – pp. uma conferência em comemoração ao 6° Centenário de Morte de Dante Alighieri. ressaltamos que James Fitzgerald Darcy (1876/1952) lecionou na Faculdade de Direito de Porto Alegre (17/2/1900 a 1/4/1903). 47. na presença de Epitácio Pessoa. realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. uma mistura perfeita do estilo ateniense e espartano. consultor-geral da República. . Na seara acadêmica.” (27) James Darcy exerceu os seguintes mandatos: deputado federal (1903/1905 e 1906/1908). ainda exerceu. as funções de Consultor Jurídico do Ministério das Relações Exteriores. nos idos de 1921. e na tribuna da Câmara dos Deputados era orador de gestos brandos e enérgicos. em caráter interino (02/08/1919 a 20/12/1919 e 11/03/1920 a 06/08/1920). e do Corpo Diplomático no Rio de Janeiro.83 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Após 1930. 48 – Rio de Janeiro – 1955. orador que sensibilizava multidões. com Oswaldo Aranha no Itamarati. Na oportunidade. vice-presidente da Caixa Econômica Federal (1912/1924). Amando as letras e as artes. presidente da República. ao mesmo tempo. Dante Alighieri.

. não destrói. de Fernando Monteiro – pp... que a vida. mesmo sem ele o combate deve seduzir.) É a lição de Dante: . porém. moral ou espiritual. em todas as condições. presidente do Banco do Brasil (2/1/1925 a 16/11/1926) – Apud Figuras do Banco do Brasil. Non puoi fallire a glorioso porto. Não há beleza sem devotamento.. Por isso. ilumina–se de clarões soberbos a alma. geram as obras–primas. . porque há no homem um poder criador de beleza. 49 – Rio de Janeiro – 1955..) Caminhamos. (Inf. Não à quietação e a felicidade. com suas lutas e seus tormentos. entre tristezas e misérias. Antes. Se tu segui tua stella.” (. consagração da vida a um fim superior.FERNANDO PINHEIRO – 84 “Certo o destino pode semear de urzes o caminho da existência. mas as angústias e lutas. XV 55–56)” (28) (28) JAMES DARCY. não.. cresce o espírito. Nenhuma confirmação mais formidável destas verdades do que Dante. o ânimo é que salva. Não importa a incerteza do triunfo.. na perplexidade e na dor.. abater a coragem dos heróis. (. mas a vida impõe deveres.

Atlântica com a Rua Figueiredo Magalhães. pudemos ver a belíssima residência de James Darcy. neto–sobrinho de James Darcy. Somente a partir do século XX. em caráter interino. Manoel Guilherme da Silveira Filho (11/9/1929 a 24/10/1930). depois em cargo efetivo. Vale destacar a interinidade no cargo de presidente: José Joaquim Monteiro de Andrade (10/5/1919 a 20/5/1919). José Adolpho da Silva Gordo (3/6/1929 a 11/9/1929). Antônio Mostardeiro Filho (16/11/1926 a 25/8/1928). no período de quatro anos (fins de 1926 a fins de 1930) foi bastante alternada na passagem de 5 presidentes. . A sucessão seguinte no Banco do Brasil. e. Em caráter interino. quando o avô era vivo (no plano físico) residiu na casa (hoje destruída) situada na esquina da Av. Na visita eletrônica on line 2/7/2010. a 1ª localizada fora da Sede (14/1/1908 a 19/4/1912) [PACHECO. onde se ergue o Edifício Vésper. José Joaquim Monteiro de Andrade (24/10/1930 a 04/11/1930). (28/7/1919 a 31/8/1919) (7/11/1919 a 19/12/1920) e (24/10/1930 a 4/11/1930) Pedro Luiz Corrêa e Castro 5/9/1931 a 14/9/1931 Marcos de Souza Dantas 23/7/1934a 27/7/1934 Antônio Luiz de Souza Melo 6/11/1945 Pedro de Mendonça Lima 2/6/1949 a 29/7/1949 Arthur Santos 15/10/1955 a 15/11/1955 Monteiro de Andrade foi gerente da Agência de Manaus – AM. primeiramente. 1979]. seguido de Henrique Carneiro Leão Teixeira (25/8/1928 a 3/6/1929). O primeiro deles. na cidade do Rio de Janeiro.85 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Segundo Luiz Darcy. o Banco do Brasil veio a ser presidido por funcionários. site terrafotolog Saudades do Rio – Luiz Darcy.

erguida na Av. José Joaquim de Lima e Silva Sobrinho (1809/1894). Posteriormente.: 7/12/1950) [Revista AABB – Rio. serviu as tropas comandadas pelo seu irmão. conferente (posse no BB: 5/8/1919 – apos. gerente (posse no BB: 14/6/1916 – apos. No passado recente. o 1° funcionário do Banco do Brasil a exercer o cargo de presidente (efetivo) foi Ovídio Xavier de Abreu (29/7/1949 a 18/12/1950). Estavam presentes. o Duque de Caxias.: 14/7/1955). general Anápio Gomes (14/1/1953 a 18/8/1953). Pedro II. 1979]. o 5° Oswaldo Roberto Colin (16/3/1979 a 17/3/1985). o 4° Nilo Medina Coeli (20/7/1963 a 31/3/1964). Oscar de Castro Neves. egresso da carreira militar. contador (posse no BB: 12/6/1916 – apos. O coronel do Exército. Almanaque do Pessoal – 1964]. o visconde com grandeza e conde de Tocantins. Das Forças Armadas saíram 3 oficiais para exercer o cargo de presidente do Banco do Brasil: coronel Antônio Mostardeiro Filho (16/11/1926 a 25/8/1928). a passagem de um inspetor da Direção Geral nas agências era visto como algo mui auspicioso e festivo. recebe a visita dos inspetores Arsênio de Magalhães Lemos e Ruy Dantas Bacellar. a agência de São Luís do Maranhão. entre outros. . preside os destinos do Banco do Brasil (20/5/1874 a 14/9/1874 e 5/10/1877 a 6/10/1880) [PACHECO. o 3° Carlos Cardoso (6/10/1960 a 1/2/1961). Em junho de 1928. e Abdias Mavignier de Araújo. o 2° Marcos de Souza Dantas (18/8/1953 a 6/9/1954). na rebelião mineira de 1842. Hamleto Cunha. major Roberto Carneiro de Mendonça (5/10/1940 a 27/11/1940 – interino).FERNANDO PINHEIRO – 86 Como veremos mais adiante. sede do governo estadual.: 3/7/1964). em frente ao Palácio dos Leões.

e Afonso Arinos de Melo Franco Filho que apresentaram. ao ensejo da realização do 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. em épocas distintas. e. O evento foi prestigiado pela presença de Francisco Weffort. era administrada por Ascânio Saraiva. Á época. A situação política do Brasil. Posteriormente. gerente. representante do BB em Washington. Fulton Rubélio de Paula [AMORIM. o ilustre palestrante presidia a APEC – Associação Promotora de Estudos de Economia. contador. presidente da Fundação Biblioteca Nacional. os diplomatas Giuseppe Magno. a Agência de Belém – PA. senador da República. Adalberto Baena Nogueira. Mauro Orofino Campos. Paulo de Tarso Medeiros. luz mediterrânea” e palestras em homenagem a advogados e presidentes do Banco do Brasil . presidente do Banco do Brasil (16/1/1932 a 23/7/1934). distintamente. em dezembro/1998. cônsul–geral da República da Itália. Everaldo Stélio de Oliveira e Silva. Ronaldo Cunha Lima. funcionário que integrou a equipe de Herculano Borges da Fonseca. no ano seguinte. com a dotação de cerca de 50 funcionários. por Ernane Galvêas. e Antônio Gomes dos Santos. Eduardo Portella. ministro da Cultura. DC.87 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Nos idos de 1928. a Filial foi conduzida pelos seguintes gerentes: Sebastião Albuquerque de Vasconcelos. conferente. influindo no cenário econômico. foi apresentada. Juarez Moreira Lessa. o tema “Itália. em palestra proferida em homenagem a Arthur de Souza Costa. ministro da Fazenda (julho/1934 a outubro/1945). diretor– presidente das Docas do Rio de Janeiro. delegado federal do Ministério da Agricultura no Estado do Rio de Janeiro. ainda. evento promovido pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. 1952].

em que morreram 4 pessoas em Minas. A reação partiu de Antônio Carlos. Júlio Prestes. em 10/12/1998. funcionário do Banco do Brasil (29/5/1942 a 1/1/1962). . palestra proferida. Nas eleições de 1° de março (1° dia de Carnaval).FERNANDO PINHEIRO - 88 A abertura da solenidade. o quadro político no Brasil era de extremo nervosismo. indicando um paulista.” (29) Quadro desolador grande recessão americana de Valores de Nova York. presidida pelo escritor Fernando Pinheiro. ao ensejo da realização do 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. houve muitos tumultos. com 14 feridos. O novo partido é apoiado pelos tenentes dos levantes de 1922 e 1924. sob a regência do maestro Alfredo Duarte. presidente do Banco do Brasil (1932/1934). (29) ERNANE GALVÊAS. e 7 em Vitória. no agravamento da crise da aconteceu no mundo com a oriunda da quebra da Bolsa em 21/10/1929 que repercutiu lavoura do café no Brasil. para seu sucessor. governador de Minas. teve a apresentação da música Invocação em defesa da Pátria (canto cívico-religioso) de Heitor Villa– Lobos pelo Coral dos Funcionários do Banco do Brasil. tendo como solista a soprano Marivi Santiago. Ganhou Júlio Prestes. ministro da Fazenda (18/1/1980 a 14/3/1985) – in Arthur de Souza Costa. que indicou como candidato o gaúcho Getúlio Vargas (ex-ministro da Fazenda de Washington Luiz) e o vice João Pessoa (presidente da Paraíba). Vale transcrever textos da palestra de Ernane Galvêas: “Em 1929. com o lançamento da Aliança Liberal. a chamada “política do café com leite” (que vigorava desde o governo Campos Salles – 1898/1932). A posse deveria ocorrer no dia 15 de novembro. O presidente Washington Luiz havia descumprido o revezamento no poder entre Minas e São Paulo. ministro da Fazenda (jul/1934 a out/1945).

e continuou caindo. ministro da Fazenda (julho/1934 a outubro/1945). foi apresentado. para 53. nesse mesmo período (exportações + importações). ao ensejo da realização do 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social.8%. também. No final de 1929.8 bilhões.00 libras esterlinas por saco para 1. enquanto no Brasil as exportações caíam de 100 para 38 (menos 62%) e as importações de 100 para 24. prosseguimos na transcrição do texto autorizado por Ernane Galvêas: “A crise dos anos 30 atingiu duramente os Estados Unidos. cuja produção industrial caiu de 100.70 libras e as suas exportações de cerca de 70 milhões de libras esterlinas para 26 milhões de libras esterlinas. Dessa forma. com as agruras econômicas da Grande Recessão. 88). em 1929. Em São Paulo e no Rio. em conferência proferida em homenagem a Arthur de Souza Costa. até chegar a menos de 15 milhões de libras esterlinas em 1939 (a participação do café no total das exportações caiu de mais de 70% em 29 para menos de 40% em 1939). caiu de US$ 68.89 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL O cenário econômico mundial. O preço do nosso café caiu de 5. O salário dos . o País começou a conviver. naquela época. por Ernane Galvêas. já havia quase 2 milhões de desempregados no Brasil. como tivemos a oportunidade de referir–nos (p.6 bilhões para US$ 26.8 (queda de 75%). presidente do Banco do Brasil (16/1/1932 a 23/7/1934). 539 fábricas fecharam as portas e a maioria demitia em massa seus empregados e funcionava apenas dois ou três dias por semana. espraiando-se pelo resto do mundo. presidente da APEC – Associação Promotora de Estudos da Economia. à margem dos fatos políticos da Revolução. em 1932. em 10/12/1998. O comércio mundial. A seguir.

a Revolução de 30 encontrava a economia brasileira totalmente desorganizada e o pânico instalado entre os produtores e exportadores de café. 12 mil e 500 réis. presidente do Banco do Brasil (1932/1934). ministro da Fazenda (jul/1934 a out/1945).” (30) Vale assinalar os funcionários que exerceram. Os produtores pediam a queima dos estoques. em 10/12/1998. O “general café”.FERNANDO PINHEIRO - 90 trabalhadores. na segunda década do século XX. o que encontra forte resistência do ministro da Fazenda. por indicação de Oswaldo Aranha. com o que não concordava o ministro da Fazenda. em 1931. Em junho de 1931. a saca de café custava 200 mil réis. através de sucessivos empréstimos externos. então. ao que tudo indica. Getúlio ordenou a queima e em 16 de novembro Whitaker se demitiu. palestra proferida. presidente do Banco do Brasil. uma discussão sobre as propostas de queima dos elevados estoques. A supersafra de café 1929/30 produziu uma brusca queda nos preços. caiu 50%. em janeiro de 1930. Dois meses depois. sendo nomeado Oswaldo Aranha. Almanaque do Pessoal – 1964]: (30) ERNANE GALVÊAS. José Maria Whitaker. Um ano depois da crise de 29. agora. Em agosto de 1929. Inicia-se. 21 mil réis e. nas cidades e nos campos. bem como Revista AABB–Rio (edições 1936 a 1966). o colapso da economia nacional. liderava. ao ensejo da realização do 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social . que havia comandado o progresso da República Velha. em contraste com os elevados preços até então sustentados pelo Programa de Defesa Permanente. o presidente Getúlio Vargas nomeava Arthur de Souza Costa. cargos comissionados nas agências [Revista AABB – Rio – 1935. presidente da APEC – Associação Promotora de Estudos da Economia – in Arthur de Souza Costa.

gerente. Vitória – ES – 1924 – José Vieira Machado. José Moreira da Gama Lobo. Manaus – AM – 1921 – Oscar Coelho Messeder.91 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Fortaleza – CE – 1921 – Comissionados: Eurico de Alencar Araripe. 2/6/1958) Florianópolis – SC – 1922 – José Joaquim Gomes da Silva. inspetor. contador. inspetor da 19ª Zona). 26/3/1958). Bebedouro – SP – 16/7/1923 – Luiz Pinto da Rocha. João Pessoa – PB – 1922 – Luiz Pinto da Rocha. José Ribeiro Borges (posse no BB: 14/6/1916. Ezequiel Pondé. falec. Benedicto Pinheiro de Lima. . chefe do FUNCI). Ponta Grossa – PR – 1924 – Roberto de Carvalho. contador (posse no BB: 20/11/1918. Humberto Moletta e Adelino Debenedicto (posse no BB: 2/7/1920. Virgílio Bacellar Caneca. gerente. João Machado Viana.: 24/8/1944). contador. gerente. 27/12/1945). Mário Madeira dos Santos. escriturário (em 1949. gerente (posse no BB: 12/6/1916. gerente. Osman Duarte de Mendonça. João Brasil de Mesquita. gerente. falec. subst. Francisco Furtado de Mendonça. Parnaíba – PI – 1921 – Comissionados: Rubem Gurgel Ferreira (posse no BB: 21/10/1918.: 1/4/1948). Humberto Moletta. apos. 8/9/1953). contador. gerente (posse no BB: 1/10/1912. contador (posse no BB: 13/2/1918. São Félix – BA – 1924 – Ademar de Lima e Silva. gerente. contador (em 1949. contador. 24/11/1938). Romeu Freire Lima. Henrique Dantas. Carlos Pinho de Vasconcellos. Clarindo Sales Abreu. Ponta Grossa – PR – 1921 – Comissionados: Izalco Sardenberg. apos. Antônio Malcher Pereira de Souza. apos. contador. falec. falec. Cuiabá – MT – 1925 – Odilon Moura de Faria.

contador. gerente (em 1949. gerente. Oswaldo Guilherme de Brito Fernandes. gerente (posse no BB: 12/6/1916. inspetor. Fortaleza – CE – 1927 – José Arraes de Alencar. 1/8/1947). contador. Durval Marinho da Silva. contador (posse no BB: 2/7/1920. falec.FERNANDO PINHEIRO - 92 Ilhéus – BA – 1925 – Adell Carlos Soares. Teófilo Otoni – MG – 1926 – Lucídio Leite Pereira. José Maria Corrêa e Castro. gerente (posse no BB: 14/2/1918. . Dermeval Rocha. Florianópolis – SC – 1926 – José Joaquim Gomes da Silva. apos. Teresina – PI – 1926 – João Batista Pinheiro. apos. Natal – RN – 1925 – Domingos de Saboya Barbosa. contador. gerente (posse no BB: 11/3/1918. gerente. Adelino Debenedicto. contador. apos. apos. 19/12/1950). encarregado de cobrança. Valeriano Souza Melo. Teófilo Otoni – MG – 1925 – Ivo Amaral Ribeiro. José Cardoso de Souza. conferente (posse no BB: 1/12/1920. contador. Horácio de Lima e Silva. contador. 15/12/1950). Uruguaiana –RS – 1925 – João Brum Ciocca. David Antunes. apos. gerente. João Pessoa – PR – 1927 – Alfredo Wilson de Novaes. Raimundo Mendes de Carvalho Sobral. Pelotas – RS – 1926 – Edgard Maciel de Sá. contador. Barretos – SP – 1927 – Sayão Lobato. gerente. gerente (posse no BB: 10/8/1916. gerente. Ewaldo da Silva Possolo.: 26/3/1928). 2/6/1958). gerente. Bagé – RS – 1927 – Hercílio Gomes Corrêa. contador. subgerente da Carteira Agrícola e Industrial). Ovídio Xavier de Abreu. gerente. 15/3/1948).

gerente. Severino Guedes Correa Gondim. 29/4/1955). gerente (posse no BB: 6/2/1918. Aristóteles de Magalhães Cordeiro. gerente (posse no BB: 8/7/1909. apos.: 15/11/1947).: 10/3/1961). inspetor (posse no BB: 16/10/1908. 3/2/1958). Mário de Albuquerque Fonseca e Souza. Raimundo Mendes de Carvalho Sobral. Hamleto Cunha. gerente. após. gerente (posse no BB: 11/10/1913. Porto Alegre – RS – 1928 – Ewald da Silva Possolo. Moysés Santa Maria. falec. falec. 11/6/1945). conferente (posse no BB: 16/8/1919. gerente (posse no BB: 14/6/1916. 11/8/1947). Belém – PA – 1928 – Ascânio Saraiva. Ilhéus – BA – 1928 – Anastácio Pessoa de Castro. 3/7/1964). Maceió – AL – 1928 – Administradores: José Brennad Torres. contador Cataguases – MG – 1928 – Luís Francisco de Paula. contador (5/12/1917. contador (posse no BB: 15/5/1916. . falec. contador. José Baptista Queiroz. Demétrio Bastos (posse no BB: 12/8/1913. gerente (posse no BB: 5/2/1917. João Pessoa – PB – 1928 – Administradores: Dion Souto Villar. Genaro Pillar do Amaral. falec. gerente. Juiz de Fora – MG – 1928 – Euclydes Forjaz.: 12/4/1948). 27/5/1953). Adalberto Baena Nogueira. Celeste Moreira da Mota. inspetor. 1/2/1948). apos. contador. falec. falec. Armando Sampaio Vianna. Humberto Moletta. contador. 14/7/1955).93 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Manaus – AM – 1927 – José Arraes de Alencar. contador (posse no BB: 12/6/1916. falec. Daniel de Carvalho. Rubens Gurgel Ferreira. Clementino Soares Dória. Aristides dos Mares Guia. São Luís – MA – 1927 – Oscar de Castro Neves. Taquaritinga – SP – 1927 – José Afonso da Veiga. falec. Adolfo dos Reis.

Júlio de Mattos. gerente. Os presidentes que o sucederam (Mário Brant. por 2 vezes. falec. gerente. médico que dirigiu. contador. gerente. gerentes (épocas distintas). conferente (posse no BB: 5/8/1919. conferente. inspetor. Hamleto Cunha.FERNANDO PINHEIRO - 94 Salvador – BA – 1928 – Oscar Coelho Messeder. Heráclito da Rocha Santos. 1/2/1950). contador (posse no BB: 12/6/1916. apos. A criação do Serviço Médico ocorreu na 1ª gestão do presidente Guilherme da Silveira. gerente. nos períodos 11/9/1929 a 24/10/1930 (interino) e 6/11/1945 a 24/11/1949. gerente. 7/10/1946). Oscar de Castro Neves. chefe–de–gabinete do diretor da Carteira de Câmbio). gerente. Virgílio Cantanhede Sobrinho. apos. falec. 13/1/1958). Ruy Dantas Bacellar. Bagé – RS – 1929 – John de Sá Lucas. Camocim – CE – 1929 – Antônio de Lima e Silva. apos. Kanitar do Espírito Santo. Santos – SP – 1929 – Trajano de Castro Serra (em 1949. contador. Arsênio de Magalhães Lemos. 3/7/1964). José Bruzzi. contador. Odilon Moura de Faria. contador. João Baptista Pinheiro. os destinos do Banco do Brasil. José Arraes de Alencar. Uruguaiana – RS – 1928 – Francisco Robles Peres. gerente (posse no BB: 26/7/1919. 7/12/1950). contador. Teresina – PI – 1928 – José Frazão Gonçalves. Natal – RN – 1929 – Domingos Saboya. inspetor. inspetor (posse no BB: 15/5/1916. caixa (posse no BB: 7/1/1928. Vicente de . gerente. São Luís – MA – 1928 – Abdias Mavignier de Araújo. Carangola – MG – 1929 – Onestaldo de Pennafort. Penedo – AL – 1929 – Eliezer d´Alves Oliveira. José Moreira da Gama Lobo.

Funcionário–símbolo da História do Banco do Brasil. Affonso Penna Júnior. Corrêa e Castro. e os principais assessores: Achiles Moreaux (posse no BB: 12/5/1927. exerceu o cargo de ministro da Fazenda (22/10/1946 a 10/6/1949) e. José Maria Whitaker (20/12/1920 a 27/12//1922). Arthur de Souza Costa) deram continuidade ao novel serviço. retidão e caráter. exemplo de competência. apos. apos.95 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Almeida Prado. Com a posse do diretor Mário Brant que assumiu. a Diretoria do Banco do Brasil. apos.: 18/3/1959) e Virgílio José Martins Carneiro (posse no BB: 5/11/1923. ministro de Estado da Justiça (1925/1926). Francisco Leonardo Truda. apesar de pouco tempo na Presidência. atinge o 4° lugar do ranking dos mais importantes presidentes. em reunião extraordinária. O cargo de chefe–de–gabinete da Presidência do Banco do Brasil foi assumido por Helvécio Augusto Moreira Penna (posse no BB: 5/7/1928. consultor jurídico do BB (25/4/1932 a 3/12/1937). Francisco Alves dos Santos Filho e Pedro Luiz Corrêa e Castro [PACHECO. bem como os Almanaques do Pessoal publicados anteriormente]. em 4/11/1930. em 28/11/1930. João Marques dos Reis (30/11/1937 a 6/11/1945). presidente–fundador do BB (5/9/1853 a 15/1/1855). filho de Afonso Penna Júnior.: 18/8/1955) [Almanaque do Pessoal – 1964. Manoel Bezerra de Oliveira Lima (posse no BB: 25/4/1918. antecedido nessa colocação honrosa apenas por Lisboa Serra.: 16/5/1960). eleita na Assembleia Geral dos Acionistas. falec. ficou constituída dos seguintes membros: Ildefonso Simões Lopes. 1979]. o cargo de presidente.: 7/5/1957). diretor da Carteira de Liquidações (1930/1931). .

Houve ainda a comunicação da providência para recuperar 56:124$700. assinado pelo nobre deputado Sidney Beraldo. O Ofício SGP n° 8515/03. Augusto Mário Caldeira Brant (4/11/1930 a 5/9/1931). Pedro Luís Corrêa e Castro (5 a 14/9/1931 – interino). José Adolpho da Silva Gordo. ocorreu instabilidade administrativa do Banco do Brasil com a passagem de cinco presidentes: José Joaquim Monteiro de Andrade (24/10/1930 a 4/11/1930 – interino). presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. pelo presidente as providências para regularizar as requisições feitas por diversos governos. Em fins de 1930 ao início de 1932. Carlos de Figueiredo (16/11/1931 a 16/1/1932 – interino) [PACHECO. pelo diretor de câmbio. foi constituída uma excelente Diretoria. na reunião de 5/12/1930. foram adotadas medidas de economia: a extinção da comissão de inspetor na Matriz e a exoneração de alguns advogados desnecessários ao número existente no quadro profissional [PACHECO. do cargo de presidente (3/6/1929 a 11/9/1929) [PACHECO. em caráter interino.753:566$. de 20/11/2003. durante a Revolução.FERNANDO PINHEIRO - 96 Com apenas cinco diretores. Vicente de Paula Almeida Prado (14/9/1931 a 16/11/1931 – interino). quando no exercício. quantia recebida a mais nas duas funções. no total de 29. 1979]. – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. A ideia traduzida das informações é a seguinte: . Em 1/12/1930. endereçado ao escritor Fernando Pinheiro. 1979]. 1979]. informações e 2 retratos originais de Vicente de Paula de Almeida Prado que passarão a integrar a Galeria de Presidentes do Banco do Brasil. encaminha dados biográficos. Apresentadas.

a empresa Armazéns Gerais Anchieta. para assumir a Presidência do Banco do Brasil. ainda em Santos – SP. 1913/1915 e 1916/1918. em 1910. empresa exportadora de café. Em 1927 exerceu o cargo de superintendente do Banco de São Paulo. Casado com Francisca de Paula de Almeida Prado com quem teve cinco filhos [BERALDO. Almeida Prado exerce o primeiro mandato de deputado estadual na 7ª Legislatura (1907/1909) pelo PRP – Partido Republicano Paulista. exerce a profissão de advogado [BERALDO. na capital paulista.815 votos. Empresário vitorioso nas áreas de exportação e seguros. Reeleito sucessivamente nas legislaturas de 1910/1912.A. Na capital paulista. Criou. 2003]. Comissária Exportadora. as atividades políticas de Almeida Prado foram interrompidas [BERALDO. em curto período (14/9/1931 a 16/11/1931). diplomado no ano de 1900. Com a votação de 68. Terras Públicas e Minas no Senado Paulista. com votação de 1.97 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Vicente de Paula de Almeida Prado – Jaú – SP – 17/12/1876 – São Paulo – SP – 5/1/1956. afastando–se em setembro de 1931. 2003]. a Casa Almeida Prado & Cia. posteriormente sob nova designação: Almeida Prado S. elege-se Senador Estadual nas eleições de 26/4/1919 (11ª Legislatura) e reeleito em 25/4/1925.923 votos (13ª Legislatura) quando passa a integrar a Comissão de Agricultura. com 81.555 eleitores inscritos no 9ª Distrito Eleitoral (jurisdição da cidade de São Carlos – SP). De volta à terra natal. . 2003]. Almeida Prado abriu. em Santos – SP. Fechado e dissolvido o Poder Legislativo no Brasil pela Revolução de 1930. em Ciências Jurídicas e Sociais da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. fundou a Companhia Nacional de Seguros Ipiranga.

a grande crise refletiu-se na pauta das reuniões da diretoria do Banco do Brasil. a respeito do Banco do Brasil que ele teve a honra de dirigir no período de 21/2/1923 a 31/12/1924. que entrelaçava e desenvolvia as operações do comércio brasileiro. atingiu a economia brasileira. – Rio de Janeiro – 1980. naquela época. e tendo em vista a enorme dificuldade de transportes ferroviários e rodoviários entre as diferentes regiões do País. 374 .FERNANDO PINHEIRO - 98 A grande recessão na economia americana. moratórias e reduções de dívidas. que lhes trouxera. (32) Idem.” (31) Acompanhando a declaração de Cincinato Braga: “a espinha dorsal de toda a economia pública e privada de 41 milhões de brasileiros. a partir do ano seguinte. como veremos. IV. publicada.” (32) (31) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. p. não só entre as praças do litoral marítimo. através de constantes decisões sobre liquidações. a ordem interna do Banco do Brasil. era talvez o Banco do Brasil a única articulação verdadeiramente nacional. idem – vol. p. Cláudio Pacheco descreve: “Em face da exagerada descentralizada administrativa. como também entre estas e as do vasto interior do País. desde o Amazonas até o Rio Grande do Sul”. IV. ocorrida em 1929. a partir do ano de 1930 e pelo menos durante os três anos seguintes. a seguir. pela imprensa. em consequência. 373 – AGGS – Indústrias Gráficas S. no relato de Cláudio Pacheco: “Na sua escalada.A. reajustes. e.

faz o uso da palavra. estabeleceram o quadro de funcionários do Banco do Brasil. com 1 livro na mão. consultor jurídico do Banco do Brasil (1932/1937). – col.99 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Leonardo Truda. – 13 x 18 cm. 1937/ 1943 e 1953/1962). o presidente Arthur de Souza Costa criou o Almanaque do Pessoal do Banco do Brasil. e. no “bureau” de trabalho. elogiou a dedicação e eficiência de José Arraes de Alencar à frente da Filial do Recife (1930/1932). antes como diretor da Carteira de Liquidações. 1 chefe da Procuradoria. Por ato de 1° de março de 1934. 17 caixas. sendo um dos entusiastas desse serviço Edgard Rumann Soares que dirigiu o Departamento de Secretaria – SECRE. – 13 x 18 cm. eram do gabinete do diretor Leonardo Truda [ARRAES. Durante 3 vezes a Consultoria Jurídica foi conduzida por João Neves da Fontoura (1930/1932. 16 chefes de caixa. 1 ajudante da . sucedido por Vênus Caldeira de Andrada [PACHECO. Foto n° 2 – BANCO DO BRASIL – Consultoria Jurídica – Ano de 1933 – AFONSO PENNA JÚNIOR. consultor jurídico do Banco do Brasil (1932/1937). Segundo [PACHECO. 1975]. Arraes e Mário Tavares. diretor da Carteira de Agências do Norte. mostram a atuação do sucessor: Foto n° 1 – BANCO DO BRASIL – Consultoria Jurídica – agosto/1933 – AFONSO PENNA JÚNIOR. Dois retratos de época. atende ao telefone. 1979]. em 1932. – col. A propósito. 3 fiéis de Tesouraria. 1979]. Na Matriz Cargos efetivos: 1 tesoureiro. custodiados pela Academia de Letras dos Funcionários. a Portaria de 19/6/1934 e as Resoluções da Diretoria de 20/7/1934 e 28/8/1934. em 18/11/1932.

815 40 6 441 327 5 81 94 61 Total: 2. Santos e Belo Horizonte). 1 secretário da Presidência.870 funcionários. ajudantes de caixa. conferentes. 8 advogados (já incluídos o chefe e o ajudante). quantos forem indispensáveis ao serviço. tantos secretários de diretores quantos forem necessários ao serviço. chefes de serviço.870 2. Cargos em comissão: 1 gerente. 14 inspetores (excluídas das Zonas as agências de S. 1 ajudante do Contencioso. 1 auxiliar de advogado. 42 conferentes.302 413 155 [Fonte: Almanaque do Pessoal – 1934] . ajudantes de caixa. Nas Agências Cargos em comissão: tantos gerentes e contadores quantas forem as Agências. 1 conferente da Procuradoria. 38 ajudantes–de–seção.FERNANDO PINHEIRO - 100 Procuradoria. 1 chefe do Contencioso. encarregados de serviço. 1 contador. ajudantes de serviço. tantos encarregados de câmbio. auxiliares de gerentes e de contador. Em 31/12/1933. 1 solicitador. 22 chefes–de–seção. havia 2. chefes de caixa. 4 auxiliares do gerente.Paulo. caixas e cobradores. 2 procuradores. assim distribuídos: Efetivos: Contabilidade Tesouraria Contencioso Portaria Em comissão: Escriturários a título precário Contencioso da Matriz Tesouraria da Matriz e das Agências Extra–quadro: Matriz Agências 1.

com a indicação de tempo de serviço (posse no BB e aposentadoria): Álvaro Henriques de Carvalho (14/3/1910 a 1/8/1947). apenas 20 funcionários detinham essa categoria. a seguir. Edgard Rumann Soares (26/1/1918 a 25/1/1961). Luiz Pedro Gomes (10/8/1916 a 2/6/1958).: 25/1/1955). Frederico de Almeida Rego Filho (1/8/1904 a 24/6/1957). Hugo Napoleão do Rêgo. em 1933. Ernesto Walter Mee (4/8/1904 a 1/3/1963). Paulo Martins Ribeiro (16/8/1909 a 16/8/1948). Pedro de Mendonça Lima (21/1/1916 a 11/11/1963). a mais elevada categoria no Banco do Brasil era a de chefe– de–seção. Antônio Maurício do Lago. segundo o Almanaque do Pessoal – 1944. A seguir. Herculano Cavalcante de Albuquerque Filho (7/1/1909 a 12/8/1934). Raul Fialho de Faria (14/6/1916 a 3/6/1956). exon. Oscar Grande (17/2/1908 a 1/5/1943). Frederico Christiano Clausen (15/3/1910 a 2/8/1939). Fernando de Abreu Coutinho (16/5/1916 a 7/6/1940). Durval Pereira de Medeiros (28/3/1910 a 2/3/1957). assistente jurídico da Diretoria Internacional 1940/1964). Vale mencioná–los. Ayres Pinto de Miranda Montenegro (20/12/1912 a 8/3/1957). bem como Almanaques do Pessoal anteriores].: 3/12/1937).101 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em 1933. o Contencioso da Matriz: Affonso Penna Júnior. advogado (posse no BB: 23/5/1912 – . João Gabriel Costa (5/11/1910 a 5/3/1964). Hamilcar José do Amaral Bevilacqua (9/8/1916 a 8/10/1961). chefe do Contencioso (posse no BB: 29/11/1930 – apos. Austreclino Pereira Jorge (21/3/1900 a 16/6/1950). apresentamos a relação nominal dos ilustres advogados que formavam. advogado (posse no BB: 25/1/1918. José Raul de Moraes. Raul de Gomensoro (1903 a 1934) [Almanaque do Pessoal – 1964. consultor jurídico (posse: 25/4/1932. À época. Oscar Santa Maria Pereira (27/2/1918 a 15/7/1949). e durante várias décadas. Arthur Pedro Bosísio (22/8/1910 a 5/9/1939).

o Banco do Brasil reconhecendo. Ainda no Contencioso. advogado (posse no BB: 14/2/1918 – apos.: 1/3/1946) [Almanaque do Pessoal – 1964.: 17/1/1960) e o solicitador interino: Sylvio de Lacerda Abreu (posse no BB: 25/2/1931 – apos. bem como Almanaque do Pessoal – edições anteriores]. Odilon Duarte Braga. bem como Almanaque do Pessoal – edições anteriores]. Aluízio de Hollanda Távora. advogado (posse no BB: 1/4/1925 – apos. Sérgio Darcy. apos. a Tesouraria da Matriz era constituída de 1 tesoureiro: Jorge Ribeiro de Figueiredo (posse no BB: 6/6/1910. nomeou–lhe.: 1/1/1948).: 31/3/1956). Lucílio Ribeiro Torres. os serviços relevantes aliados à integridade moral e a dedicação e competência em todos os encargos atribuídos a José Arraes de Alencar. por ocasião do levante comunista de 23 de novembro de 1935 [Revista Itaytera n° 30 – Instituto Cultural do Cariri – Crato – CE].: 10/5/1963). inspetor. Antônio Marques Pinheiro (posse no BB: 15/1/1914. advogado (posse no BB: 1/12/1930 – apos.: 30/6/1960).: 28/3/1948) [Almanaque do Pessoal – 1964. Nos idos de 1934. Esses elogios o acompanharam na missão que exerceu fiscalizando a Agência de Natal – RN. José Victorino de Magalhães. apos.: 23/5/1961).FERNANDO PINHEIRO - 102 apos. o solicitador efetivo: José Bento Ribeiro Dantas. José Pereira da Rocha Paranhos Júnior (posse no BB: 1/7/1910.: 22/1/1955). Em 7 de maio de 1934. advogado (posse no BB: 2/1/1925 – apos. com louvor e justiça. auxiliar do advogado em comissão (posse no BB: 21/1/1931 – apos.: 1/2/1955). como sempre o fez.: 11/6/1958). apos. advogado (posse no BB: 15/5/1916 – apos. apos. .: 14/7/1959) e 3 fiéis de tesoureiro: Álvaro da Rosa Ribeiro (posse no BB: 1/5/1905.

Manoel José Rodrigues Caldas Filho (20/7/1922 a 1/7/1953). É oportuno ressaltar que as datas mencionadas após o nome dos funcionários são relativas à data de posse e à data de aposentadoria. o Banco do Brasil teve apenas 6 tesoureiros: João Antônio Fernandes Pinheiro (veio a falecer quando estava ainda em atividade profissional). Mário Tinoco (25/1/1918 a 12/9/1943). a seguir. Eduardo de Gomensoro (7/4/1913 a 12/4/1951). Syro da Silva Tavares (25/1/1918 a 15/6/1948). edição out/ nov/1945]. Jorge de Figueiredo e Homero Borges da Fonseca [Revista AABB – Rio de Janeiro. Otávio Figueira Trompowsky de Almeida (1/8/1916 a 1/2/1948). Na coluna Olhando para trás. no período de 1901 a 1945. . Álvaro Carrão de Moura Carijó (27/2/1918 a 1/1/1951). Francisco da Gama Berquió.. bem como Almanaque do Pessoal – edições anteriores]. Felisberto Ferreira Brant (7/8/1911 a 2/3/1942). observamos que. abrange o período de tempo (posse e aposentadoria) no Banco do Brasil: Alexandrino de Souza Guimarães (20/3/1918 a 1/4/1948).. Manoel Pinto Miranda Montenegro. e não referente ao período exercido na função [Almanaque do Pessoal – 1964. João da Rocha Marinho da Silva (3/4/1917 a 8/3/1960). de Rodolpho Ambronn. A relação nominal. João Furtado de Mendonça Sobrinho (1/8/1908 a 12/11/1951). Fábio de Andrade (12/6/1916 a 14/7/1959). Francisco Netto Tinoco (27/8/1928 a 14/2/1951). Clóvis de Brito (29/8/1918 a 6/3/1950).103 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Dezesseis chefes de caixa integravam o quadro da Tesouraria da Matriz. Homero Borges da Fonseca (12/6/1916 a 11/1/1961). Carlos Lírio. Francisco de Davide (13/12/1923 a 7/2/1961). Gabriel Baptista Rombo (10/6/1918 a 13/6/1964). conforme mencionado.

5 cm. iniciou-se em 16/1/1932 e com término em 23/7/1934. como vimos. tivera a passagem de 5 presidentes em curto prazo de tempo (fins de 1930 ao início de 1932). que. a gestão de Arthur de Souza Costa. antes. ele veio a ocupar o cargo de presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964) – p & b – 23 x 16. . o cargo de presidente do BB. Foto n° 3 – BANCO DO BRASIL – Agência do Rio Grande – RS – 1934 – Retrato em grupo – Em pé. – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. O funcionário Marcos de Souza Dantas assumiu interinamente (23 a 27/7/1934). o 5° da esquerda para a direita. NILO MEDINA COELI (posse no BB: 28/8/1934.FERNANDO PINHEIRO - 104 Voltando a estabilidade administrativa no Banco do Brasil. quando veio a ocupar o posto de ministro da Fazenda. mais tarde.

no Salão das Assembleias: 3 bandeiras do Brasil. em 27/7/1935. Inauguração da 1ª agência metropolitana e as duas primeiras da rede externa e dezenas de subagências. e suntuosa a homenagem prestada pelo funcionalismo a Francisco Leonardo Truda pela passagem do 1° ano de gestão à frente dos destinos do Banco do Brasil. fez a abertura da solenidade. estendidas na parede. João Gabriel Costa [Revista AABB – Rio – 1935]. Acadêmica . À mesa de honra. Láureas conquistadas pelo funcionalismo. diretor de Agências. Ildefonso Simões Lopes.105 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL CAPÍTULO 2 O Banco do Brasil na gestão dos presidentes Leonardo Truda (27/7/1934 a 30/11/1937). do jurista e acadêmico Luís Ivani de Amorim Araújo. Aura acadêmica no BB. e 3 “corbeilles” de flores naturais ornamentavam o recinto. ao fundo. passando a palavra ao orador oficial. O início do ensino e da cultura na Empresa. Doutrina: “A proteção ao trabalhador no Direito Pátrio”. João Marques dos Reis (30/11/1937 a 6/11/1945). A cena foi ambientada.

No ambulatório do Banco do Brasil eram ainda realizadas pequenas cirurgias e. injeções. curativos. aos poucos. Belo Horizonte e Recife e. eram transferidos para a Casa de Saúde São Jorge. Porto Alegre. recebida com intenso regozijo. . inclusive àqueles que incorreram em falta passível de penalidade. constrangedoras. posteriormente. implantando-o nas demais filiais. etc. o restabelecimento de audiências com funcionários. Santos. nos casos que exigiam internação. Casa de Saúde São Sebastião e Hospital Evangélico [Revista AABB – 1935]. diatermia. partos. a criação da Caixa de Empréstimos da Caixa de Previdência destinada aos funcionários necessitados de recursos de emergência. raios ultravioleta. a assistência médica na Matriz e nas agências de São Paulo. animando-os o presidente com palavras de conforto e ânimo. a ser estendida por toda a rede que ainda não alcançava 90 sucursais [Revista AABB – Rio – 1935]. a apresentar reclamação. prejudicado em suas promoções. João Gabriel Costa destacou ainda o merecido apoio à Caixa de Previdência destinado a beneficiar a família do funcionário falecido.FERNANDO PINHEIRO - 106 O orador ressaltou os benefícios concedidos pelo Banco do Brasil: a incorporação dos vencimentos. evitando-os recorrer a empréstimos em condições onerosas e. Entrou ainda em destaque a citação da Portaria de 7/8/1934 que faculta ao funcionário. acolhidos de maneira afável e cavalheiresca. Eram realizadas consultas. muitas vezes. É de se reconhecer o trabalho benemérito na gestão de Leonardo Truda que apresentou novas instalações do Serviço Médico do Banco do Brasil e novos equipamentos cirúrgicos. ampliando o atendimento médico às agências de classe especial e. com recursos suficientes à sobrevivência.

Em setembro/1935. Medida de grande repercussão foi a criação.” (TRUDA. Paulo Frederico de Magalhães (posse no BB: 4/2/1918. . falec. encarregado de presidi-la. Na carta–convite para trabalhar no Rio de Janeiro. Alberto Teixeira Boavista. endereçada ao Levy Miranda. 1934) Em outubro/1934. o presidente ressaltou “para realizar nesta capital idêntica instituição de assistência social à mendicância. em 8/5/1935. 1/8/1947). diretor de Agências. apos. assumiu o cargo de chefe da Seção Econômica e Financeira do Ministério da Fazenda [Revista AABB – Rio – 1934]. foi deslocado para a Diretoria da Carteira Cambial (designação da época) [Revista AABB – Rio – 1935].107 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL A grandeza espiritual do presidente Leonardo Truda não se restringe apenas à honradez com que dirigiu o Banco do Brasil. vale destacar o apoio concedido ao trabalho do funcionário Raphael Levy Miranda que vinha desenvolvendo na Bahia e no interior do Rio de Janeiro. da Comissão de Promoções. foi nomeado presidente do DNC – Departamento Nacional do Café. gerente da Matriz. diretor da Carteira Cambial (posse no BB: 16/5/1916. auxiliado pelos funcionários Durval Pereira de Medeiros e Ayres Pinto de Miranda Montenegro. Em seguida. órgão consultivo. constituída de 4 membros que incluía o gerente da Matriz e 3 outros escolhidos pelo presidente do Banco do Brasil: Pedro de Mendonça Lima. o funcionário Antônio Luiz de Souza Mello. a convite do ministro da Fazenda. um trabalho voltado à assistência social em abrigos que fundou. o que já seria o suficiente para as honras da posteridade. 14/2/1955).

Nos idos de 1948.500 pessoas desabrigadas e. Em 1938. subúrbio carioca.FERNANDO PINHEIRO - 108 Nesse ano. Mário Tavares da Silva é o secretário particular do presidente do Banco do Brasil. em Niterói. Sérgio Darcy. O . assume o cargo de chefe–adjunto – Departamento do Contencioso do Banco do Brasil. Em Bonsucesso. construiu outro abrigo para acolher os indigentes de rua. advogado letra “D”. preside os destinos do clube alvinegro na gestão de 1937/1939 e de 1963. Rivadávia Tavares Corrêa Meyer (posse no BB: 2/4/1956). o cargo de presidente do DNC. funcionário do Banco do Brasil. aposenta–se no cargo de fiel–de–tesouraria [Revista DESED n° 19]. é eleito diretor da CREAI – Carteira Agrícola e Industrial do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1936]. Sérgio Darcy. que vinha exercendo o cargo de gerente da Agência do Recife – PE. Campeão de remo no então Clube de Regatas Botafogo. assumindo a Superintendência do DNC [Revista AABB – Rio – 1938]. Posteriormente. nos idos de 1973/1975. os destinos do Botafogo de Futebol e Regatas eram conduzidos por outro funcionário do Banco do Brasil. quando o Botafogo é consagrado campeão carioca. Após 1 ano em disponibilidade do DNC. em junho/1938. o funcionário Levy Miranda fundou um abrigo para 1. inaugura o Instituto Getúlio Vargas destinado à formação profissional de menores abandonados. presidente da República iria novamente requisitar do Banco do Brasil outro funcionário para ocupar. Souza Mello. 20 anos depois. A escolha recaiu em Jayme Fernandes Guedes que levou consigo Raimundo Mendes Sobral. em 1958. em 26/10/1936.

Hugo Napoleão. na presença de ilustres convidados. Pedro de Alcântara Marques dos Reis. seguido pelo Prof. Godofredo Vianna. o presidente Getúlio Vargas. Agamenon Magalhães. nos idos de 1943. o ministro Eduardo Spínola. Eduardo Pedro Fernandes Marques dos Reis (posse no BB: 1/4/1939. Sampaio Corrêa. reunida nos idos de 1934. Gilberto Amado. vice–presidente cultural da AABB – Lagoa – Rio de Janeiro (mandato: 2011/2014). ministro do Trabalho. falou abrindo os brindes. Ao champagne. sediada na cidade do Rio de Janeiro. Acontecimento de rara beleza é a presença da alta sociedade carioca. . a Matriz do Banco do Brasil. diante das dificuldades de manutenção das entidades fundadas por Levy Miranda. entre outros [Iconografia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. para celebrar o jubileu jurídico do ministro João Marques dos Reis. a Fundação Cristo Redentor.: 9/2/1957) casou–se com Maria Isabel Bessa Marques dos Reis. membro da Corte Suprema. dentre os quais destacamos Odilon Braga.109 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Enfatiza a Revista DESED n° 19 que. Gustavo Capanema. falec. foi transformada em Direção Geral e criadas as agências metropolitanas e a Agência Central. Arlinda Adelaide Marques dos Reis e Arlinda Marques dos Reis. Carlos Henrique Marques dos Reis. as incorporou numa só entidade. Carmen Josefina Fernandes Marques dos Reis. Na gestão do presidente Francisco Leonardo Truda (27/7/1934 a 30/11/1937). Ronald de Carvalho. João Marques dos Reis (1890/1952) era casado com Adelaide Fernandes Marques dos Reis com quem teve seis filhos: Eduardo Pedro Fernandes Marques dos Reis. O casal teve uma filha: Regina Marques dos Reis Gonzalez.

Pedro de Mendonça Lima. sendo que o maior volume de construções ocorreu no período de 1951 a 1967. Hugo Napoleão do Rego. Ildefonso Simões Lopes. com o financiamento de 2. Essa salutar medida permanece em vigor nos dias atuais. presidente do Banco do Brasil. Na ocasião. chefe do Contencioso do Banco do Brasil.318 residências destinadas aos funcionários do Banco do Brasil. aquisição e reformas de casas residenciais ou liquidação de hipotecas. De 1936 a 1951. Telmo Ramos Ribeiro (2/5/1966 a 1/5/1967). Mário Tavares. o Banco do Brasil inaugura a 1ª agência metropolitana no País. . Lecy Infante Cardoso de Castro (1/5/1952 a 30/4/1960). José Mendes de Oliveira Castro. Cléo Lacoste (1/5/1960 a 1/5/1966). diretor da Carteira de Agências. foi estabelecido que a importância do valor do empréstimo imobiliário não deveria exceder a 40 vezes dos vencimentos mensais do associado no cargo efetivo. inspetor de agências metropolitanas. secretário do presidente do Banco do Brasil [Revista AABB – 1935].FERNANDO PINHEIRO - 110 Em 27/7/1935. gerente da Matriz. diretor da Carteira Cambial. a Agência da Glória – Rio de Janeiro. o número de casas financiadas não foi tão expressivo. À solenidade de inauguração compareceram: Francisco Leonardo Truda. 24 de abril de 1936 – Notícia auspiciosa para o funcionalismo do Banco do Brasil: a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco Brasil. sob a presidência de Orlando de Almeida Cardoso (posse no BB: 7/1/1919 – aposentadoria: 28/4/1949) determinou a aplicação de 30% das reservas para construção. Álvaro Henriques de Carvalho. graças à participação do Banco do Brasil e dos presidentes da Caixa de Previdência: Alcebíades França de Faria (19/3/1949 a 30/4/1952).

em 23/5/1936. eram presidentes da Caixa de Previdência: José Perrone (2/5/1967 a 11/9/1968) e Roberto Hatab (29/9/1968 a 25/3/1969). Alberto Boavista.080 residências de funcionários do Banco do Brasil. cifra bastante elevada em comparação com a de períodos anteriores. proferida. chefe do Serviço Médico do Banco do Brasil. secretário do diretor Oliveira Castro. Naquele ano. Ao ensejo da comemoração do dia da bandeira. Achilles Moreaux. diretor da Carteira de Liquidações. na gestão de Nestor Jost. advogado do BB. secretário da Presidência [Revista AABB – 1935]. posteriormente. na presença dos seguintes executivos: Ildefonso Simões Lopes. o tema da conferência O problema do petróleo no Brasil. José Mendes de Oliveira Castro. e. em 1968. O tema é instigante porque tem abordagens sobre os problemas atuais na área da energia [Revista AABB – Rio – 1936]. em 19/11/1935. Mário Tavares. . diretor da Carteira de Câmbio. Arthur Martins Sampaio. Digna de aplausos de gerações anteriores. presidente do Banco do Brasil. contador da Matriz. em solenidade presidida por Francisco Leonardo Truda. consultor jurídico. Antunes Maciel. diretor da Carteira de Redescontos. a Caixa de Previdência pôde efetuar financiamentos destinados a 2. em seguida. diretor de Agências. Raul Fialho de Faria. gerente da Matriz. e repercutindo nos dias atuais. na Escola Nacional de Belas Artes. houve o hasteamento do símbolo nacional. Rodolpho Vaccani. presidente do Banco do Brasil (20/3/1967 a 28/2/1974).111 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Vale destacar que. pelo diretor Ildefonso Simões Lopes. o discurso patriótico proferido por Affonso Penna Júnior. Pedro Mendonça Lima.

Pedro de Mendonça Lima é nomeado superintendente do Banco do Brasil. diretor do Departamento Nacional do Café (idos de 1937).FERNANDO PINHEIRO - 112 No 2° semestre/1936. ministro da Agricultura (1934/1937). Jayme Fernandes Guedes (posse no BB: 28/1/1918. Ainda nos idos de 1936. intelectual que marcou presença na vida literária de Pernambuco. antigo secretário das Finanças do Estado do Espírito Santo (posse no BB: 30/1/1918 – apos. secretário da Fazenda do Estado de Pernambuco (1937/1939). apos. Imagem custodiada pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. e de Affonso de Oliveira. o funcionário Nilo Medina Coeli esteve servindo na Agência Uberaba – MG.: 1/4/1950). no mesmo endereço: Rua 1° de Março. A designação Matriz foi extinta e criada a Direção Geral e a Agência Central. Ovídio Xavier de Abreu (posse no BB: 14/2/1918 – apos. Rio de Janeiro. O humanismo financeiro de Salazar – 1942 – Bibliografia sobre o autor: Manuel Lubambo: a amizade luso-brasileira e a latinidade. cargo recém-criado. de Manuel . sendo o primeiro gerente a ocupar o cargo José Vieira Machado. Em sentido contrário. Manuel Lubambo. Vale assinalar a distinção recebida por outros funcionários destinados a servir na administração pública. gerente. legou-nos a obra: Capitais e Grandeza Nacional – 1940. advogado do Banco do Brasil. e Manuel da Costa Lubambo (posse: 1/8/1923. apos.: 14/3/1943). posteriormente. na década de 30 (século XX): Odilon Duarte Braga. sob as ordens de Manoel Albuquerque Cordovil.: 7/2/1951).: 19/12/1950) é requisitado pelo governador Benedito Valadares que o nomeia secretário das Finanças do Estado de Minas Gerais. 66. contador.

observamos que Manuel Lubambo era um homem sério. havendo desentendimentos até com o interventor Agamenon Magalhães que adotou uma política de união de classes. Pernambuco.113 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Anselmo – 1943. nas secretariais estaduais. liderou um movimento corporativista. No clima de amplos poderes que permitiam aos Estados formular políticas econômicas próprias. em particular. a de empregados e a de empregadores. e fez campanha contra as ideias de Gilberto Freire. Apolônio Sales (Agricultura). à frente da direção da Revista Fronteiras. Manuel da Costa Lubambo (Fazenda). respaldadas pelo regime ditatorial do Estado Novo. embora tenha sido apreciado como intelectual irrequieto e muito convicto de suas ideias contrárias à presença de comunistas e maçons. era natural que . É de se salientar o período ditatorial em que vivia o Brasil. Com o olhar na galeria de patronos da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Manoel Lubambo – Recife – Tradição. Jovens de boa formação integravam uma elite de alto gabarito profissional: Arnóbio Tenório Wanderley (Governo). brando sem perder a energia centrada nos ideais sublimes. enérgico. sob o comando do interventor Agamenon Magalhães que reuniu. dando espaço à Igreja. Etelvino Lins (Segurança Pública). entre outros [ANDRADE – 1991]. de base integralista. jovens de formação católica. célebre autor da obra Casa Grande & Senzala que foi apelidada de “Casa Grande sem Sala”. Nilo Pereira (Educação). de João Vasconcelos – 1944. com a promoção de importantes ações sociais através dos Centros Educativos Operários e do Serviço Social contra o Mocambo [ANDRADE – 1991]. Lubambo.

que se ressentiam de diversas falhas. inaugurando a longa fase da Superintendência. anunciava méritos dos funcionários do Banco do Brasil: os “Em 1933. se acentuaram cada vez mais. até quando Manuel Lubambo foi obrigado a demitir–se. os cargos de diretor da Carteira de Redescontos (28/9/1948 a 31/1/1951) e presidente interino (2/6/1949 a 29/7/1949). assumindo. Andrade. incumbidos de colher no estrangeiro. conforme conclusão do Prof. com status de diretor-superintendente.FERNANDO PINHEIRO - 114 Manuel da Costa Lubambo. . 38). anteriormente. Cláudio Pacheco. (Relatório apresentado ao presidente aos acionistas em 1934. Manuel de Andrade: conforme apreciação do “se sentisse um verdadeiro reformador e esquecesse que Agamenon não admitiria que se fizesse sombra à sua pessoa”. Vale ressaltar que Pedro de Mendonça Lima exerceu o cargo superintendente (18/2/1936 a 27/9/1948). considerando a rápida evolução da técnica da organização dos serviços bancários. posteriormente. a única em nível nacional. elementos que pudessem constituir base objetiva aos estudos da reforma geral dos serviços do Banco. Prof. o presidente do Banco resolveu enviar funcionários aos Estados Unidos e à Europa. (33) MANUEL CORREIA DE ANDRADE – Secretaria da Fazenda – Um Século de História – Edição comemorativa – 100 anos – 1891/1991 – Recife – PE. (33) Os desentendimentos entre ambos. por observação direta. p. nos mais adiantados países.

foi transformada em Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. páginas 35/6. através do Decreto número 24. a direção do Banco empenhava-se em proporcionar ao funcionalismo. missões de elevada responsabilidade. a qual. a quase unanimidade dos funcionários do Banco se valeu dessa faculdade concedida pelo mesmo decreto. de 9 de julho de 1934..”) (34) (34) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – p. não somente mais elevado padrão de vida. como condições que lhe permitissem encarar com mais tranquila segurança o futuro. pelo que logo esse decreto assegurou aos funcionários do Banco do Brasil o direito de recusar a sua inscrição como associados da nova entidade. Por isto cogitou o Banco a reformar a Caixa de Montepio. assinalavam-se a dedicação. 388 e 389 – vol. a muitos de seus componentes. incumbida do custeio das aposentadorias e pensões dos funcionários do Banco. em 1935.” [. Assim. a disciplina e competência técnica do funcionalismo do Banco. ao qual com frequência recorriam os poderes públicos da União e dos Estados. criado pelo Governo. . o que era.115 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em 1934.. ao mesmo tempo.A. sem dúvida. IV – AGGS – Indústrias Gráficas S. Por seu lado. por novos Estatutos que a sua Assembleia Geral aprovou. (Relatório apresentado pelo presidente do Banco aos acionistas. em 28 de dezembro de 1934. – Rio de Janeiro – 1980. para confiar. fator de aumento da eficiência e capacidade de trabalho.615.] Já no Banco existia e vinha funcionando a Caixa de Montepio que assegurava aos funcionários muitas das vantagens que veio assegurar-lhe o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários.

em épocas distintas. sob a direção do eng. embora existisse a Assessoria Técnica. Ayres Pinto de Miranda Montenegro e Carlos Bastos Tavares são nomeados pela Empresa para constituir a comissão de promoções. Em outubro/1935.062/7067]. Alberto Brandão Segadas Viana (1936/1943). inspetor. 7. e Jayme Fernandes Guedes. Em 3/9/1936. que foi sucedido. ministro da Viação e Obras Públicas (25/7/1934 a 29/11/1937). Em 31 de março de 1936. ministro da Fazenda (julho/1934 a out. João Marques dos Reis. assina a Portaria n° 269 que aprovou as instruções relativas ao funcionamento das estações de radiodifusão [Diário Oficial da União 2/4/1936 – pp./1945). presidente da Câmara de Comércio e Indústria. profere o discurso de agradecimento ao banquete de gala oferecido pela Câmara de Comércio e Indústria. Alfredo Dolabella Portella. à frente do elenco de inúmeras autoridades presentes [Revista AABB – 1935]. o presidente Leonardo Truda cria o Serviço de Engenharia. presidente do Banco do Brasil (27/7/1934 a 30/11/1937). desde 1922. prestigiado pela presença de Arthur de Souza Costa (presidente do BB – 16/1/1932 a 23/7/1934). está à disposição do DNC – Departamento Nacional do Café [Revista AABB – 1935].FERNANDO PINHEIRO - 116 Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 27/7/1935 – Francisco Leonardo Truda. no despacho exarado no parecer do superintendente Pedro de Mendonça Lima. A Assembleia Geral Extraordinária do Banco do Brasil. realizada em 26/10/1936. Marcos de Souza Dantas. ambos contratados [Revista AABB – 1936]. elegeu o funcionário . pelos engenheiros Atílio Guimarães (1943/1944) e José Bretas Bhering (1944/1945). pelo transcurso do 1° ano de gestão na Presidência do BB.

em Buenos Ayres. Ruy Dantas Bacellar (posse no BB: 18/5/1916. para o cargo de diretor da CREAI – Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. apos. Nos liames que o destino traça. No Syndicato Brasileiro de Bancários.: 1/8/1947). ressaltamos a personalidade fulgurante de Ruy Bacellar que. . o discurso de saudação. que lhes ofertou um retrato autografado com dedicatória [Revista AABB – 1937 – Iconografia: Raymundo Archer e Juan Perón]. sucedendo a Genaro Pilar do Amaral (posse no BB: 3/9/1904. Maria Cândida.: 8/4/1946). foi tudo. exercendo o cargo de gerente da Agência São Paulo que. Ruy Bacellar. toma posse no cargo de gerente da Agência São Paulo. naquela época. Raymundo Archer proferiu. dentro do Banco do Brasil. De certa forma.117 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Antônio Luiz de Souza Mello (posse no BB: 16/5/1916. apos. Glória – Rio de Janeiro. veio ao mundo em 1/4/1892. Posteriormente. João. Lúcia e Cecília. Casado com Noêmia Gonçalves Bacellar teve 5 filhos: César. designer e artista plástica. Em 13/3/1937. inclusive sendo recebidos. já desfrutava de grande importância na economia nacional. sendo que a única existente no País era a Agência Metr. Em 9/4/1937. Naquela época não havia agências metropolitanas na capital paulista. a delegação de bancários argentinos esteve na cidade do Rio de Janeiro. apos. os funcionários do Banco do Brasil retribuíram essa visita. recém-criada. por Juan Perón. paulista de Limeira. o foi. menos diretor.: 18/3/1952). Célia. Filiação: Eliseu Dantas Bacellar e Maria Cândida Rocha Bacellar. ditador da Argentina. de improviso. Segundo depoimento de Yeda Dantas Bacellar.

. 1920 – gerente da Agência Bahia. 1918 – contador na Agência de Barretos. 1924 – inspetor do BB – zona de inspeção da Bahia. inspetor de agências. sazonado por larga experiência. desferiu voos gigantescos. Ao fazer o panegírico sobre a vida e obra de Ruy Dantas Bacellar. 1930 – inspetor zona de inspeção Campinas.” (35) Em nossa observação da leitura da própria trajetória da Empresa que buscamos compreender e dar o sentido da narrativa. gerente da Agência Maranhão (designação da época). ficamos admirados pela atuação (35) LAURO BASTOS – Revista AABB – Rio de Janeiro – edição junho/julho/1946. 1940 – Comissão de Estudo Especial de Tendências de Mercado. inspetor da Agência de Santos. 1927 – inspetor – zona de inspeção Belém. 1935 – Comissão de Regulamentação dos Serviços de Inspetores. 1941 – Serviço Especial – Comissão de Mecanização de Serviços [Revista AABB – Rio – 1946]. o espírito. Lauro Bastos. Comissão Especial para Estudo de Transações Referentes à Algodão e Escoamento de Safra. zonas de inspeção Campinas. afirmou: “Nesse ambiente agitado pelas mais complexas solicitações de crédito. Fortaleza. 1933 – inspetor zona de inspeção São Paulo. nos remígios de uma inteligência pujante. 1929 – gerente da Agência Taquaritinga.FERNANDO PINHEIRO - 118 A trajetória de Ruy Bacellar dentro do Banco do Brasil foi imensamente percorrida com pleno êxito em relevantes tarefas: 1916 – posse no BB. 1936 – Comissão de Projeto do Regulamento da CCAI (sigla originária da CREAI). 1937 – gerente da Agência São Paulo. gerente da Agência Fortaleza.

na versão atualizada de agronegócios. Boeing–737. em forma embrionária. Relembramos. Um exemplo singelo que serve para explicar esses complexos sistemas: o cartão que o cliente usa para sacar dinheiro. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953). na 1ª quinzena de abril/1951. na visita do presidente do BB. Ruy Bacellar não estava presente.. nasceram da ideia original de Santos Dumont. os trabalhos sobre mecanização de serviços (Revista AABB – Rio – 1951). nas caixas eletrônicas. o pai da aviação. matérias conduzidas pelas comissões presididas por Bacellar. a inspetoria. transformados em contínua evolução que. pessoalmente. com viva emoção que. assim como essas fantásticas máquinas voadoras F–16. originou–se. E não foi somente a infraestrutura. numa esteira estendida por ele que serviu de base para a Empresa organizar a infraestrutura. Afinal. o estudo sobre tendências de mercado. Aposentado em 8/4/1946. mas o crédito agrícola. o comércio exterior. excetuando–se a engenharia. veio acompanhar. o que seria fantástico. mas sua obra foi continuada e permanece nos dias atuais. nos serviços de mecanização.119 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL de Ruy Dantas Bacellar no Banco do Brasil. tudo que o BB possui em termos de tecnologia e logística. tanto nas agências. inspeções e comissões conduzidas com pleno êxito. etc. . nasceu da inteligência fulgurante de Ruy Bacellar. chega aos dias atuais nos avançados sistemas que permitiram a moderna informatização de dados e a implantação dos atuais sistemas on line. foi na cidade de São Paulo que Ricardo Jafet. com o surgimento de órgãos que executam tarefas de iniciativa do ilustre homenageado.

compareceram Souza Costa.569). Alberto Boavista. comenta os esforços empreendidos para debelar a crise econômica brasileira durante o período 1933/1935. Oliveira Castro. Maria Luiza de Souza Dantas. 1979]. Conferente: Astyanax Teixeira. Valeriano de Souza Melo – Auxiliares: Waldner Vieira. Assistente Jurídico: Antônio Maurício do Lago. Sul (2. Nordeste (94. bem como o presidente (interino) do Departamento Nacional do Café. Subchefe: Antônio Fernando Pereira.820. Centro (1. o major Roberto Carneiro de Mendonça tomou posse no cargo de diretor da Carteira de Emissão e Redescontos do Banco do Brasil. presidente do Banco do Brasil e os diretores Souza Mello. realizada em 22/4/1937. Além do diretor Antônio Luiz de Souza Melo. ao agrado do empossando. Jayme Fernandes Guedes [Revista AABB – Rio – 1937].670). Leste (320. Leonardo Truda.305.438) [PACHECO. podemos apreciar a imensa diferença de volume de exportação de mercadorias por regiões. Ao meio dia de 30/4/1937.FERNANDO PINHEIRO - 120 A Diretoria do Banco do Brasil.889). no Relatório apresentado à Assembleia Geral de Acionistas.271 contos de réis: Norte (97. Vilobaldo de Souza Campos e Ildefonso Simões Lopes. À cerimônia modesta. Apenas em 1933. Departamento de Crédito Agrícola e Industrial: Chefe: Hamilcar José do Amaral Beviláqua. . no total de 2. a CREAI – Carteira de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil era constituída. ministro da Fazenda. no Ministério da Fazenda. dos seguintes funcionários comissionados: Gabinete do Diretor – Secretários: Ângelo Bonifácio do Amaral Beviláqua. em sua primeira gestão.705).

José Arraes de Alencar causou ótima impressão na Diretoria ao examinar o estudo sobre a capacidade da praça de Fortaleza. a Diretoria resolveu determinar a criação de uma agência de 5ª classe naquela praça. foram altamente satisfatórias. Em Campina Grande. finanças. na Agência de Natal–RN. a de 4/5/1937. . o Curso de Aperfeiçoamento. Paraíba.042. na Agência Fortaleza – CE. Em março/1938. redigiu trabalho. instalada em 3/6/1938 [Anotações – 1936]. junto a Direção Geral. Em resposta. e. o curso entrou em funcionamento. As primeiras aulas foram ministras por eficientes professores: Leonardo Truda (Estudos dos problemas econômicos brasileiros). Em cumprimento das instruções contidas na carta DEIFA n° 4. José Nunes Guimarães (Finanças) e Paulo Magalhães (Economia Social). Lopes da Cruz (Direito Público e Administrativo). e dos idiomas francês e inglês. As inspeções de 21/1/1937 a 3/3/1937. desembargador Florêncio de Abreu (Direito Civil). Prof. de 14/9/1936. destinado aos funcionários. a Diretoria do Banco do Brasil institui. que incluía diversas matérias: contabilidade superior. estudo dos problemas econômicos brasileiros. direito (comercial. José Arraes de Alencar redigiu o Relatório de 7/7/1937 – “Estudos de Praças – Cajazeiras”. de forma clara e sucinta. Era o início do ensino no Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1938]. recebendo elogios de seus superiores hierárquicos [Anotações – 1938]. abrangendo o período de 5 a 15/9/1938. Hugo Napoleão do Rêgo (Direito Comercial). em regime sistemático [Revista AABB – Rio – 1938]. administrativo).121 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em 15/7/1937. público.

Três anos mais tarde. no período de 1940/1945. No dia seguinte. Ambos já se conheciam. na década 50 do século XX. o Congresso Nacional é reaberto. quando Marques dos Reis era o ministro da Viação e Obras Públicas (25/7/1934 a 29/11/1937) e Ruy Carneiro. oriundos do Ministério da Viação e Obras Públicas [Revista AABB – Rio – 1937]. convocado por Getúlio Vargas. no trabalho. completamente vazios. viria a ocupar o cargo de diretor do Banco do Brasil (9/11/1961 a 20/7/1963). e licenciado pelo Banco do Brasil. Ruy Carneiro recebe do povo paraibano aclamação popular. Em 1946. mais tarde. naqueles tempos. Ruy Carneiro está investido nas funções de secretário da Presidência do Banco do Brasil. Com a volta de Getúlio Vargas ao poder. conquistada através das urnas eleitorais. o gabinete do presidente João Marques dos Reis era constituído dos seguintes executivos: Álvaro Henriques de Carvalho. João Marques dos Reis assume o cargo de presidente do Banco do Brasil. secretário do ministro. Completavam o staff Ruy Carneiro e Mário Neiva de Lima Rocha. O amor pelo Banco do Brasil fala mais alto e ele retorna aos pagos nas funções de advogado. Nos idos de 1937. Ruy Carneiro governa. Mas a ditadura de Getúlio Vargas fecha o Congresso Nacional.FERNANDO PINHEIRO - 122 Em 30/11/1937. tornando–se desnecessária a passagem do deputado pelos corredores da Câmara dos Deputados. Zeferino Contrucci. que se tornaram. . sendo substituído pelo interventor Samuel Vital Duarte que. o Estado da Paraíba. anteriormente. Oliveira Lima.

projeto de vida inaugurado na gestão do presidente João Marques dos Reis (30/11/1937 a 6/11/1945). advogado de carreira que alcançou a promoção de advogado letra “G”. Diretores que serviram ao Banco do Brasil. nascido e criado em Pombal–PB. estava transferido para o Quadro Suplementar sem proventos [Almanaque do Pessoal – 1964]. falecendo em pleno mandato nos idos de 1977. com dedicação ao BB. à época de difícil realização na Paraíba: senador da República durante 4 legislaturas (1951/1959. foi um funcionário que muito honrou a Empresa. Ildefonso Simões Lopes. quando exercia o mandato de senador da República. Pedro Demósthenes Rache. na gestão do presidente João Marques dos Reis: Antônio Luiz de Souza Mello. 1959/1967. A trajetória de Ruy Carneiro no Banco do Brasil (1/12/1937 a 14/1/1960). chamando–o carinhosamente: “o escravo branco da Paraíba”. Francisco Alves dos Santos Filho. reconhecida por multidões que a ele recorriam. 1967/1974. inclusive o apoio pela criação da Cassi – Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. luz imortal que brilha no BB e no Congresso Nacional. Gastão Vidigal. Pela simplicidade que conservou de menino do interior. o advogado Ruy Carneiro é uma das glórias nacionais pela manifestação de consciência coletiva que possuía. pureza de caráter e amor ao próximo. entre tantas outras nascidas de fontes límpidas. sempre honradas por ele. Ruy Carneiro soube alinhar as virtudes da inocência e da sabedoria oriundas das lides humanas.123 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Nessa conjuntura política. é símbolo de honestidade. Amado pelo muito que amou. 1975/1977). . Ruy Carneiro consegue uma façanha.

gerente da agência (posse no BB: 9/9/1924 – apos. até os dias de hoje. Marca insuperável do teatro. destinada à encenação em temporada de teatro. realizada. secretário-geral do Estado de Goiás. e Vicente de Paula Carvalho Vieira. no Brasil. Tarciso Zanotta (O Doge de Veneza) Margarida Rey (Emília. após ter cumprido mandato de ministro da Agricultura (1934/1937). de Shakespeare. BARROSO – 1999]. em 1937.: 13/1/1958). Nesse mesmo ano. pelo poeta–tradutor Onestaldo de Pennafort Caldas (1902/1987 – posse no BB: 7/1/1928.FERNANDO PINHEIRO - 124 Major Roberto Carneiro de Mendonça. em Goiânia. de Shakespeare (tradução de Onestaldo de Pennafort). foi a tradução da peça Romeu e Julieta. no Teatro Dulcina. edificada em prédio de 2 andares. apos. Felipe Wagner (Iago) – [Revista O Cruzeiro – 2/6/1956. tradução solicitada por Gustavo Capanema. Sucesso de público e de crítica. na temporada de 6 de março a 24 de julho de 1956. Na ocasião. usaram da palavra João Teixeira Alves Júnior. Em grande estilo a inauguração da Agência do Banco do Brasil. Roberto de Cleto (Rodrigo). cenário de Aldo Calvo. retorna ao Banco do Brasil o advogado Odilon Duarte Braga nas funções de consultor jurídico da Caixa de Mobilização Bancária. direção de Adolfo Celi. Paulo Autran (Otelo). . ocorreu em 3/1/1938. representando o interventor federal. foi a apresentação da peça teatral Otelo. no Rio de Janeiro. aia de Desdêmona).: 12/5/1958) [Revista AABB – Rio – 1938]. Atores: Tônia Carrero (Desdêmona). Vilobaldo Machado de Souza Campos [Almanaque do Pessoal – 1943]. ministro da Educação e Saúde. Myrian Percia (Bianca).

1/1/1958). A gestão do diretor durou 1 ano e 3 meses [Revista AABB – Rio – 1938 ]. No mesmo mês. ex-gerente de câmbio na Matriz. contador (posse no BB: 2/6/1927 – apos. contínuo (posse no BB: 1/7/1932. No evento. foi registrada ainda a presença do desembargador Luiz Vieira. Na chefia do Departamento de Câmbio assumiu Luiz Pedro Gomes (posse no BB: 10/8/1916 – apos. João Baptista Vaz. Thadeu Grembecki. ainda. contador (interino) – posse no BB: 6/8/1934 – apos. Paulo Tavares da Silva. Ainda em janeiro/1938.: 15/4/1957). caixa (posse no BB: 18/7/1928 – apos. Na mesma ocasião. presidente da Corte de Apelação. .125 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Integravam. o funcionário Tancredo Ribas Carneiro foi empossado diretor da Carteira de Câmbio.: 2/6/1958). a 2ª inaugurada. tendo como administradores Sebastião Machado Ribeiro. era o encarregado de câmbio da Agência São Paulo e Carlos Nery Cadaval subchefe do Departamento de Câmbio [Revista AABB – Rio – 1938. apos. Rodolpho Ambronn (posse no BB: 1/2/1901 – apos. segundo as fontes citadas. e do encarregado de câmbio da Agência Central. gerente (posse no BB: 15/1/1924 – apos. diretor (interino) da Carteira. na presença do ministro Souza Costa e dos diretores Carneiro de Mendonça e Ildefonso Simões Lopes. na cidade do Rio de Janeiro. reassumia as funções de chefe-de-seção de câmbio na Agência Central e Gustavo Carrano (posse no BB: 26/12/1922. e. Almanaque do Pessoal – 1964]. o quadro de funcionários da agência: Modestino de Faria Merheb. Almanaque do Pessoal – 1964]. fiel de tesouraria na Agência Goiânia – GO) [Revista AABB – Rio – 1938. Méier.: 27/11/1960) e Bento Luiz Moreira Lisboa. por diversas vezes.: 8/9/1954) . tempos depois. em 1/2/1963. foi a vez da Agência Metr.: 19/10/1947).: 3/6/1959).

com a inauguração da nova sede do Club Ginástico Português. nos idos de 1938. A. Biógrafo. Desloca–se da capital de Goiás e fixou a residência na cidade do Rio de Janeiro. em 19/12/1936. na Esplanada do Castelo. Antônio Ferreira Rodrigues. Em 16/9/1938. em 30 de abril de 1938. a peça O Coração sobe ao palco sob a direção de Djalma de Castro Vianna [Revista AABB – Rio – Rio – 1938]. é eleito diretor da Carteira de Comércio Bancário do Banco do Brasil pelo período de 1938/1942. com a peça O Coração. funcionário que tomou posse. recebe o honroso convite para assumir o cargo de secretário–de– gabinete do diretor Pedro Rache. Dirigindo a Agência de Goiânia – GO. no júri composto por Cláudio de Souza (Academia Brasileira de Letras). dois anos mais tarde. Batista Júnior (Sociedade Brasileira de Autores Teatrais). Jarbas de Carvalho (Associação Brasileira de Imprensa). e ainda os Professores Oduvaldo Viana e Olavo de Barros [Revista AABB – Rio – 1938]. A renovação no cargo foi mantida em 1942/1946 e 1946/1950. Pedro Rache é autor de extensa bibliografia. ainda. Raio de sol (comédia em 1 ato). nos idos de 1938. memorialista. J. as seguintes obras: Gente Modesta (comédia em 3 atos). Viagem de núpcias . no Rio de Janeiro. o eng.FERNANDO PINHEIRO - 126 Deputado federal no triênio 1934/1937. conferencista. na Agência do Recife. o gerente Vicente Carvalho Vieira. Pedro Demósthenes Rache. Hernani Cardoso (Sociedade Mantenedora do Teatro Nacional). é laureado com o prêmio do concurso de peças teatrais. A bibliografia do autor pernambucano inclui.

radicado no Recife. diante de uma seleta plateia de intelectuais. coadjuvado com os atores Eunice Torres. uma de suas obras dramáticas. de Maceió – Alagoas. as seguintes peças: “A morgadinha de Valflor”. Na cena teatral. no Teatro Santa Isabel – Recife–PE. sócio da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (novembro/1937). de Dário Ricodemi (9/1/1949). funcionário do Banco do Brasil. Hermógenes Viana. nos idos de 1993. Reginalda Luna e Jovelino de Brito Silva. no Teatro Santa Isabel. contracenando com Reginalda Luna. Intelectual de grande prestígio nacional. e Alta Sociedade (comédia em 4 tempos cênicos) [Revista AABB – Rio – 1938]. em 11/1/1949. Milton Persivo Cunha. outro notável dramaturgo (autor e ator).: 1/11/1950). faz subir no palco do Theatro Santa Isabel. José Orlando Leça. Vale ressaltar: . Silêncio. José Hermógenes de Araújo Vianna (posse no BB: 8/9/1920. membro da Academia Pernambucana de Letras (posse em 26/7/1938). Hermógenes Viana representou. Nessa mesma década. naquela capital. Helena Ferraz e Estevan Torres. encenada posteriormente no Theatro Deodoro.127 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL (vaudeville em 3 atos). “A sombra”. José Orlando Leça. Aurenita Neves. de Júlio Dantas (22 a 24/09/1945). Iconografia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. o dramaturgo Hermógenes Viana recebeu justa homenagem de Antônio Corrêa de Oliveira. membro da Academia Pernambucana de Letras. apos. Em pleno sucesso teatral. prestigiado pela presença do delegado do Ministério do Trabalho e por dirigentes sindicais. enaltecendo–lhe vida e obra. no personagem Gerardo. fez a apresentação do Teatro dos Bancários. criado por ele.

melancólica. Tinha orgulho de haver sido contemporâneo de estudos do Cardeal Cerejeira. a voz musicada. de Oliveira Salazar e da primeira mulher portuguesa formada em Direito. as primeiras letras com sua mãe. onde fez o curso de Direito. várias escolas. estudou. em 1903. onde milhares de rouxinóis cantam aquela melodia estranha. com Osvaldo Machado. em que permaneceu até 1909. em estilo leve e agradável.” Formado. sendo o orador da turma que teve como paraninfo o professor. para. inicialmente. de ascendência portuguesa. após. de história. Deixou. na forma rítmica do fado. da romântica e sublimada alma portuguesa. então padre. Escreveu mantendo sempre padrão de boa qualidade. Nascido no Recife.. volta à capital pernambucana. a despertar interesse pela defesa de ideias e de princípios. revelador de sólida cultura humanística. intensamente. de estudos. matricular-se no Ginásio Pernambucano. beneficiando-se de decreto governamental. Exercitou. Regina Quintanilha. enfeitadas de choupo. matriculou-se na Universidade de Coimbra..) Do luar de Coimbra dirá: “Luz suave e evocativa a refletir sobre as águas do Mondego.FERNANDO PINHEIRO - 128 “Hermógenes Viana teve uma vida intelectual abrangente. Escreve para jornais. Ana Amélia. entre outros. aquela harmonia deliciosa. Trabalha na redação do Jornal do Recife. jornalista Osvaldo Machado. que lembra a própria música portuguesa. quando recebeu o título de bacharel em Ciências e Letras. (. os pendores literários. acompanhou os pais. livros de poesias. que se transferiram para Portugal e. emoldurado pelo penhasco de suas margens. seu antigo mestre. de contos e de teatro. . No ano seguinte. frequentando.

Com seus suspenses. entretanto. Dele disseram os editores: “O Sr.. mostrando que a todos que desejem e desejem firmemente assiste o direito de fazer de si próprio um ser mais perfeito. De estilo ao agrado da época. confundindo-a com as nuvens multicores que rolam silenciosas sob a abóbada celeste.) Em uma certa fase da vida. perdida no espaço. com veemência. como se fosse uma virgem inteiramente nua. Editou-as com o nome de Podemos Renascer. cuja beleza. escrever tese sobre o assunto e que mereceu aprovação no VI Congresso Histórico Municipal Interamericano. . contudo. Reagia. o que lhe dá uns tons de imaterialidade.129 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ingressa no Banco do Brasil. Fez pesquisas e estudos comparativos para. o poder que o homem tem de se conceber diferente do que efetivamente é. Os eventos dão-se nos momentos de ansiedade e com uma certa complexidade estrutural. Não se descura. Preocupou-se muito com a data da fundação do Recife. das letras. Escreveu crônicas otimistas. que paira no alto. até se aposentar.” Contos escritos com elegância de forma e vernáculo escorreito. Hermógenes Viana faz um realismo discreto. dedicou-se ao bovarismo. envolto numa onda suave que tem a cor branca dos lírios e o perfume delicioso das rosas. ao ouvir a afirmativa de ser o Recife obra do holandês. (.. no final. no ano de 1957. nós admiramos através da transparência da gaze que lhe envolve o corpo. Em 1925. prestando-lhe serviços por várias décadas. publica o livro de contos Taças. realizado em Madri. cenas comoventes e sem ranço professoral.

com a designação Teatro Brasileiro. Manifestaram-se favoravelmente homens daqui e de além-mar. arte. Orlando Parahim.. destacando o estilo. linguagem. Hermógenes Viana não é o jurista. nem plural. dramas. de muitas atividades intelectuais. Manoel Ribeiro. paisagem e força de expressão.” (36) Em setembro/1938.” Escreveu muitas peças: comédias. Viana se projetou e dimensionou como a opinião de Silvino Lopes ao recebê-lo nesta mim. altas comédias. membro da Academia Pernambucana de Letras – in Homens e Ideias – Palestra publicada pela Revista da Academia Pernambucana de Letras. Aristóteles Soares.FERNANDO PINHEIRO - 130 Homem Hermógenes teatrólogo.. Samuel Campelo. Isaac Gondim Filho. É teatrólogo. A crítica lhe foi favorável. o Santa Isabel testemunhou os aplausos que recebeu. costumes. (. É Casa: “Para filósofo. vidraceiro de Taças. dezembro de 1993 – n° 33. reuniu em três volumes. 6/2/1944) tomou posse no cargo de gerente da Caixa de Mobilização Bancária e Francisco Vieira de Alencar o de ajudante de (36) ANTÔNIO CORRÊA DE OLIVEIRA. Diversas vezes. Vinte.) Vivia-se o momento de prestígio do rádio que encenava peças teatrais e muitas de Hermógenes foram levadas ao ar pela nossa Rádio Clube e outras de São Paulo e a do Rio de Janeiro. Waldemar de Saldanha Ramiz Wright (posse no BB: 11/8/1916. . Entre outros: Nelson Firmo. motivos. O primeiro volume foi premiado por esta Academia com o 2° Prêmio Oton Bezerra de Melo. Ano XCII. falec.

Estação Experimental de Fruticultura. – Retrato original inédito – p & b 23 x 17 cm. percuciente e sábio. nos idos de 1938. – Retrato original inédito – p & b 19 x 18 cm. Foto n° 6 – BANCO DO BRASIL – Presidência – 1° semestre/1938 – JOÃO MARQUES DOS REIS. Foto n° 8 – BANCO DO BRASIL – Agência de Uberaba – MG – 1938 – No 1° plano. diretor Carteira de Câmbio (janeiro/1938 a abril/1949). com o olhar plácido e sereno. A. Com a saída do gerente Vieira de Alencar.131 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL gabinete da Presidência do Banco do Brasil. examina documentos. trajando terno branco. presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945). o diretor da Carteira Agrícola vai ao Recife. interventor federal. Fábrica de Papel de Jaboatão. entre outras [Revista AABB – Rio – 1939]. NILO MEDINA COELI (mais tarde. presidente do Banco do Brasil no período de 20/7/1963 a 31/3/1964) – Retrato original p & b 24 x 18 cm. pelo gerente Augusto Eduardo Roxo Pereira [Revista AABB – 1938]. no Bongí. a Agência de Nova Iguaçu – RJ foi administrada. de Tecidos Paulista. a convite de Agamenon Magalhães. Caixa de Crédito Mobiliário de Pernambuco. Imagens/retratos originais de executivos do Banco do Brasil. Em 24/1/1939. em seguida. – Retrato p & b 30 x 21 cm. em custódia na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil: Foto n° 5 – BANCO DO BRASIL – Presidência – 1° semestre/1938 – JOÃO MARQUES DOS REIS. o último sentado na poltrona à direita. Cia. Ele visitou a maior zona açucareira do País e diversas instituições comerciais: Fábrica de Farinha.. presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945). no “bureau” de trabalho. . no “bureau” trabalho. Cotonifício Oton Bezerra de Melo S. Usina Higienadora de Leite. Foto n° – da do 7 – BANCO DO BRASIL – Diretoria da Carteira de Câmbio 1° semestre/1938 – TANCREDO RIBAS CARNEIRO. no Ibura. trajando terno branco.

. em 25/5/1999. pelo presidente do Banco do Brasil. a partir de 1945. na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil (Cadeira n° 31. elogiou Mello Nóbrega. o escritor Ivo Barroso.. na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. lê-se: “O Brasil deposita sua fé e sua esperança no chefe da Nação. o retrato de Getúlio Vargas.FERNANDO PINHEIRO - 132 Ao tomar posse.” Usaram da palavra os oradores Aloysio de Lima Campos. no salão nobre de acionistas. enriquecendo a literatura nacional. presidente da República [Revista AABB – Rio – 1938]. membro do Conselho Técnico de Economia e Finanças. mas os relatórios que redigia. ele se tornou de repente oportuno e atual. quando o Modernismo se esgota como época histórica e escola artística. foi inaugurado. em sessão solene de 25/5/1999. Com a presença de inúmeras autoridades do Governo.. o grande crítico literário paranaense que. patronímica de Mello Nóbrega). Na legenda abaixo do retrato. espírito parnasiano na época modernista: “. orientando as agências e recebendo louváveis elogios da Direção Geral.” (38) Mello Nóbrega sabia escrever não apenas a imensa obra que nos legou. quando ocupava o cargo de inspetor do Banco do Brasil. mais tarde. em setembro/1938. por sua vez. detentor de uma ciência iniciática que se havia perdido. com preciosidade e elegância. citou Wilson Martins. ao homenagear o patrono. (38) WILSON MARTINS – Apud Discurso de posse do acadêmico Ivo Barroso. na solenidade presidida.

por regiões ou zonas geográficas. João Ribeiro (1906/ 1909). 83 agências.133 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Vilobaldo Campos.: 8/10/1961) e Paulo Frederico de Magalhães (posse no BB: 4/2/1918.: 13/3/1948). o Banco possuía 2. Em entrevista concedida. 73 agências e em 1931. presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945). diretor. ainda. apos. apos.: 14/2/1955) [Revista AABB – Rio – 1938. ao matutino Diário Carioca. que iriam permanecer até 12/3/1979 (gestão do presidente Karlos Rischbieter). adotada por João Marques dos Reis. a partir de 1937. apos. e José Maria Whitaker (1920/1922). O ritmo de crescimento da rede de agências vinha se processando lentamente. Integravam. Em 31/12/1932. Humberto Moletta (posse no BB: 22/5/1916. Homero Baptista (1914/1919). foi a nomeação. em outubro/1938. em novembro/1938. foram aceleradas as inaugurações pelo interior do Brasil. apos. Almanaque do Pessoal – 1964]. A interiorização das agências foi realizada pelos presidentes do Banco do Brasil. Em 1923 havia 70 agências em funcionamento. e João Marques dos Reis. Posteriormente.585 funcionários. o presidente do Banco do Brasil . no recinto das principais agências a exposição permanente do retrato do homenageado. Hamilcar José do Amaral Beviláqua (posse no BB: 9/8/1916. para proceder à criação de diretorias do Banco do Brasil. chefiada pelo diretor Carneiro de Mendonça. a comissão os chefes-de-seção: Clarindo de Salles Abreu (posse no BB: 22/8/1908. Medida de alto descortino. presidente [Revista AABB – Rio – 1938]. da comissão. Somente com a gestão de João Marques dos Reis. No início de 1929.: 16/12/1957).

criou o Território Federal do Guaporé. pelo presidente do Banco do Brasil. na mesma região. mencionada. àquela época. Jorge Teixeira. ressaltando que a a instalação da subagência de Porto Velho. o 1° governador daquele Estado. sob o comando do cel. estava em vias de ser concluída. àquela época localizada no Estado do Amazonas.FERNANDO PINHEIRO - 134 revelou os motivos que o levaram a disseminar novas agências pelo interior do Brasil. em 22/12/1981 é criado o Estado de Rondônia e instalado em 4/1/1982. eram objeto de estudo. fazia parte do Estado do Amazonas. nos idos de 1939. de 23/3/1939 do Banco do Brasil divulgou a relação das 162 subagências criadas pela Diretoria do Banco do Brasil./1938. enfatizou que a diretoria do Banco já havia autorizada a instalação de 24 subagências nos Estados setentrionais e concluiu que outras 41. . por jurisdição. onde o BB criou a subagência. Apesar de serem criadas. de 13/9/1943. Em 1/7/1943. com vistas a alcançar maiores benefícios. 20. Cada subagência era subordinada a uma agência. em nov. Nos idos de 1956 adquire nova designação: Território Federal de Rondônia e. e. formado por algumas terras desmembradas do Amazonas e do Mato Grosso. 30 anos depois. Por exemplo: Subagência Araxá–MG – Agência – Sede: Uberaba – MG. essas subagências receberam a designação de agências. A carta-circular n° 472. O Decreto-lei n° 5.812. Vale ressaltar que a cidade de Porto Velho. algumas agências foram inauguradas 10.

Ituverava – SP (1/10/1941). Dom Pedrito – RS (27/7/1942). Lençóis – BA (18/1/1944). Formiga – MG (3/11/1942). Alfenas–MG (2/3/1942). Carlos Chagas – MG (1/9/1942). Bento Gonçalves – RS (27/4/1942). Cornélio Procópio – PR (4/1/1943). Itapetininga – SP (17/8/1942). Araçatuba – SP (27/4/1942). Cantagalo–RJ (21/2/1940). Caratinga – MG (20/4/1942). Anápolis – GO (14/11/1952). está mencionada a seguir: Afogados da Ingazeira – PE (20/7/1964). Crateús – CE (24/5/1943). Assis – SP (4/1/1943). Irati – PR (4/5/1942). Buriti Alegre – GO (5/12/1942). Limeira (30/11/1942). Alagoinhas – BA (20/11/1941).135 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL A data de inauguração das agências relacionadas na carta–circular n° 472. de 23/3/1939. Mafra – SC (21/9/1942). Lajeado – RS (27/9/1940). Cabo Frio – RJ (2/7/1941). Ituiutaba–MG (5/9/1942). Araçuaí– MG (2/8/1941). Caicó – RN (15/6/1940). Barreiras – BA (15/3/1943). Campo Maior – PI (10/2/1940). Jacobina – BA (7/8/1940). Guarabira – PB (21/8/1942). Curvelo – MG (2/1/1942). Londrina – PR (4/3/1940). Iguatu – CE 3/5/1940). RJ (24/5/1940). Cruz Alta – RS (17/7/1942). Itapira–SP (12/3/1942). Assu – RN (21/11/1942). Colatina – ES (1/4/1940). Januária – MG (22/4/1947). Aimorés – MG (21/11/1942). Ipameri – GO (2/7/1940). Camocim – CE (8/7/1940). Canavieiras – BA (2/1/1941). Bariri – SP (17/8/1942). Caruaru – PE (24/11/1941). Caxias – MA (8/5/1940). Caetité – BA (1/3/1943). Itabaiana – PB (20/1/1942). Araxá–MG (11/10/1942). Cruzeiro – SP (20/11/1959). Limoeiro – PE (22/3/1943). Goiana – PE (7/12/1942). Avaré – SP (4/9/1942). Maracaju – MS . Amargosa–BA (10/6/1943). Governador Valadares – MG (20/1/1942). Bom Conselho – PE (15/2/1964). Bicas – MG (30/3/1942). Aracati – CE (3/5/1940). Cafelândia – SP (1/4/1940). Campo Grande – Metr. Aquidauana – MS (8/5/1940). Alegrete–RS (1/2/1941). Jaguarão – RS (1/3/1941). Lavras – MG (1/12/1954). Estância – SE (17/4/1941). Bom Jesus do Itabapoana – RJ (27/9/1941). Bragança Paulista – SP (12/2/1942). Codó – MA (1/12/1943).

São José do Rio Pardo – SP (22/4/1942). Senador Pompeu – CE (1/6/1943). Mirassol – SP (1/4/1940). Piracuruca – PI (20/1/1944). Pederneiras – SP (7/7/1942). Santa Teresa – ES (10/10/1942). Pirassununga – SP (15/1/1942). Ribeirão Bonito – SP (22/9/1941). Rio Verde – GO (7/12/1942). Piripiri – PI (1/7/1940). Picos – PI (15/4/1944). Novo Horizonte – SP (26/4/1940). Santo Anastácio – SP (2/4/1940). São Borja – SP (3/7/1942). Pirapora – MG (13/5/1940). Nova Granada (22/2/1941). Pedreiras – MA (30/7/1943). Palmeira dos Índios – AL (24/8/1940). São Gabriel – RS (25/8/1941).FERNANDO PINHEIRO - 136 (14/3/1959). Pirajuí – SP (24/12/1941). Mundo Novo – BA (2/3/1940). Patos de Minas – MG (13/7/1942). Tupã – SP (15/7/1940). São José dos Campos – SP (6/4/1942). Matão – SP (29/7/1940). Quaraí – SP (9/3/1942). Santana do Ipanema – AL (9/2/1953). Quixadá – CE (15/6/1943). União dos . Santa Maria – RS (25/5/1940). Três Lagoas – MS (8/10/1942). Resende – RJ (2/7/1940). Marabá – PA (20/5/1964). Santa Cruz do Rio Pardo – SP (1/12/1942). Olímpia – SP (19/1/1942). Ouro Fino – MG (17/9/1942). Orlândia – SP (10/4/1940). Monteiro – PB (23/2/1943). Santarém – PA (2/7/1940). Porto Velho – RO (19/6/1939). Monte Aprazível – SP (5/2/1941). Passos – MG (20/7/1942). Nazaré – BA (1/6/1943). Poxoréo – MT. Santo Ângelo–RS (11/9/1940). Marília–SP (5/11/1940). União – PI (2/8/1943). São João del Rei – MG (10/1/1942). São Mateus–ES (26/12/1942). Piraju – SP (12/3/1940). Poções – BA (16/3/1964). Rio Claro – SP (16/3/1942). Santa Cruz do Sul – RS (25/4/1942. Serrinha – BA (9/1/1943). Palmares – PE (7/4/1940). Promissão – SP (1/3/1941). Patos – PB (28/7/1941). Timbaúba – PE (8/9/1959). Propriá – SE (22/4/1940). Ponta Porã – MS (14/11/1940). Montes Claros – MG (15/1/1940). Sorocaba – SP (15/7/1942). Mogi das Cruzes – SP (29/10/1951).

Desde os idos de 1925. da qual é o tradutor. exerceu o cargo de chefe do DEPIM – Departamento de Administração do Patrimônio Imobiliário do Banco do Brasil (12/12/1957 a 2/5/1961). exercendo as funções de inspetor do Banco do Brasil. passando a ser ator e autor. de Madame Blavasky. publica Silêncio!. destacamos: Raymundo Mendes Sobral. conferente da Seção de Contas Correntes da Agência do Recife. Em março/1930. (comédia em três atos). Hermógenes Viana. aos domingos. Joaquim Ignácio Cardoso.. Vitória da Conquista – BA (3/7/1942) [Almanaque do Pessoal – Banco do Brasil – 1964]. em peças para o teatro. ajudante–de–serviço da Seção de Contas Correntes da Agência do Recife. Nas horas do cansaço. União da Vitória – PR (30/11/1942). . encontra um seleto grupo de funcionários dedicados ao trabalho e. escreve crônicas para os jornais do Recife e atua. dedica–se ao estudo e tradução da Doutrina Secreta. Portugal. Valparaíso – SP (20/4/1942). Na ocasião. entre os quais. Nos idos de 1939. Nesse ano. Vacaria–RS (10/3/1942). obra composta por 6 volumes.137 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Palmares – AL (27/4/1940). pois nesse ano publica a obra Taças (contos). amantes das letras e das artes. é vidraceiro de Taças. Bacharel de Direito pela Universidade de Coimbra. nas horas vagas. gerente da Agência do Recife. inteligência brilhante e orador consagrado. Líder comunitário. Viçosa – AL (30/3/1940). Alcebíades França de Faria está na Agência do Recife–PE. Valença–RJ (13/12/1958). Mais tarde.. depois de ter dado as melhores horas ao Banco do Brasil. como ator. Iconografia em nosso poder.

a Dependência do BB em Sorocaba. nas horas vagas. À época. o Club Ginástico Português. Realizada em 3/4/1939. a solenidade de posse de Francisco Alves dos Santos Filho no cargo de diretor da Carteira Cambial do Banco do Brasil. inaugura a nova sede. em 16/9/1938. de Antônio Rodrigues. presidente do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1939]. no Rio de Janeiro. 15/7/1942. contador formado pela Faculdade de Comércio e escriturário da Agência do Recife. O recém–empossado diretor de câmbio volta ao Banco do Brasil. O gabinete do diretor era constituído dos secretários: Frederico da Silva Sève (posse no BB: 13/11/1926 . compõe músicas populares. teatrólogo de notoriedade nacional. conduzida por Ruy Carneiro. na cidade do Rio de Janeiro [Revista AABB – Rio – 1939]. Pioneiro e Nacionalista – Editora Civilização Brasileira . por último ocupava o cargo de gerente do Banco Comercial do Estado de São Paulo. foi prestigiada pela presença de Arthur Souza Costa. é transferido em cargo comissionado para instalar em. característica musical da capital pernambucana. interior paulista. escriturário da Agência do Recife. João Marques dos Reis. em 1942. Obra-prima: Delmiro Gouveia. apresentando a peça O Coração. ministro da Fazenda. Contista e poeta. onde antes exercera o cargo de diretor Comercial (dez/1930 a nov/1931).FERNANDO PINHEIRO - 138 Antônio Ferreira Rodrigues. Francisco Magalhães Martins. funcionário lotado na Agência do Recife.Rio – 1963. Três anos mais tarde. notadamente frevo. secretário particular do presidente. no Ministério da Fazenda. Um ano antes. A cerimônia. Lourenço da Fonseca Barbosa (Capiba).

apos. Daysy de Souza Dantas. Natural da cidade de Mogi–Mirim. apos. município da jurisdição do Estado do Amazonas. como na administração pública (secretário estadual da Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo. apos. no Governo de Armando Salles de Oliveira) e diretor do Banco do Brasil). como vimos. em São Paulo.: 18/8/1960). Marcelino de Oliveira.: 24/9/1961) e Achilles Moreaux (posse no BB: 12/5/1927. em dignidade e prestígio. em decorrência da forma como soube defender os interesses nacionais. em Porto Velho.: 15/1/1954). O matutino Correio da Manhã – edição 14/12/1966 – publicou elogio merecedor ao saudoso diretor do Banco do Brasil ressaltando o prestígio nos círculos econômicos e financeiros que cresceu durante a Segunda Guerra Mundial. A trajetória de vida de Francisco Alves dos Santos Filho foi bastante enriquecedora. à época. na capital paulista. em 1917. veio ao mundo em 3/10/1895. Antes. sobressaindo–lhe a lisura e a energia em seu proceder. no adeus que acena da imortalidade. agente (posse no BB: 24/6/1927. composta de 3 funcionários: Arnóbio Rosa de Faria Nobre. em 12/12/1966. 19/6/1939 – Inauguração. formou-se em Direito pela Academia do Largo de São Francisco. da 1ª subagência do Banco do Brasil (agência– sede Manaus). Antônio Benedicto Martins Aranha.139 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL – apos. Almanaque do Pessoal – 1964]. assistente (posse no BB: . e despediu-se. e Maria Cacimira Cordovil [Revista AABB – 1939.: 7/5/1957) – Auxiliares: Oswaldo da Costa Dourado (posse no BB: 26/7/1923. tanto na Câmara dos Deputados (2 mandatos de deputado federal).

: 11/2/1961) [Revista AABB – Rio – 1939. Roberto de Carvalho (posse no BB: 13/2/1918. Durante a gestão do presidente João Marques dos Reis (30/11/1937 a 6/11/1945) é criado o Departamento de Estatística e Estudos Econômicos. Os funcionários da Agência São Paulo. em 12/8/1939. diretor da Estrada de Ferro Madeira–Mamoré. Raimundo Cantuária. gerente. Cap. sob a chefia de Paulo Frederico de Magalhães. David Antunes (posse no BB: 12/6/1916. Genaro Pilar do Amaral. Izalco Sardenberg. e Ivan D´ Oliveira (posse no BB: 28/4/1925 – apos. apos. Aluísio Ferreira. Tancredo Ribas Carneiro é nomeado chefe do Departamento do Funcionalismo do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1939]. apos. ao Dr.: 1/3/1948). apos. Agência Niterói – RJ) e Theóphilo de Oliveira Muller (servente). em 1/1/1962. diretor do Colégio Dom Bosco. estavam presentes: Ruy Dantas Bacellar. Gerson de Almeida (posse no BB: 11/12/1913. apos. No ágape.FERNANDO PINHEIRO - 140 24/9/1934). ainda. antigo gerente da Agência. Almanaque do Pessoal – 1964]. assistente da Contadoria. com sede em Ribeirão Preto – SP.: 1/8/1947). contador (posse no BB: 2/2/1918. apos. 1981]. . Nos idos de 1939. promoveram homenagem.: 13/3/1948).: 23/3/1948). a única do Banco do Brasil existente na capital paulista. e os inspetores: Clarindo de Salles Abreu (posse no BB: 22/8/1908.: 27/12/1945). que realizou o primeiro relatório do Banco do Brasil. na cerimônia de inauguração as seguintes autoridades: Padre Ângelo Cerri. Estavam presentes. representante da Associação Comercial do Estado do Amazonas [Revista AABB – Rio – 1939]. no Salão Monte Carlo. chefe de serviço. nomeado inspetor da 8ª Zona. com base técnica [RIBEIRO.

141 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL David Antunes (1891/1969) exerceu os cargos de gerente e inspetor de serviço (5ª Zona – DG). e aí temos o resultado claro da justiça que soube apor o galão de inspetor. foi interventor do Banco Alemão Transatlântico.: 21/1/1959). nem as razões extemporâneas. destacamos: Orlando Rodrigues de Medeiros. jornalista. Hélio Corrêa Lima. Temos em vossa longa vida bancária um exemplo para a nossa. É o merecimento que se galardoa dos seus justos títulos. Piracicaba e Pirassununga. gerente da Agência de Araguari – MG (posse no BB: 15/6/1927. Dentre eles. funcionário lotado na Seção do Contencioso da Agência São Paulo: “Há uma real alegria residindo em nossa opinião ao constatarmos que o prêmio do cumprimento do dever é o dever cumprido. nas agências de Campinas. deixarão de fazer justiça à própria justiça do merecimento. radialista. Na literatura David Antunes (novelista e romancista). Almanaque do Pessoal – 1964]. adotou o pseudônimo de Iago Joe. escritor. apos. enaltecendo a vida e a trajetória de trabalho do homenageado. Diversos oradores usaram da palavra. Vale ressaltar trechos do discurso de Manoel Victor de Azevedo (1898/1988). Tenhamos fé. certos de que nem o tempo nem as dificuldades ambientes. . e onde beber a seiva nova de sua vida. no grande Instituto a que servimos. encarregado da Seção da Carteira Agrícola (posse no BB: 23/5/1932. Durante a II Guerra Mundial. Sua diretoria tem demonstrado saber encontrar nos velhos batalhadores os esteios seguros da sua atividade. a partir de nov/1939. em São Paulo. jurista.: 21/5/1962) [Revista AABB – Rio – 1939. apos. portanto.

filho de Manoel Victor. na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Gerson de Almeida manifestou sentir orgulho por fazer parte desta exemplar coletividade em que o Banco do Brasil reúne em torno de si. podemos ressaltar as palavras do ilustre Professor Luiz Carlos de Azevedo: (40) MANOEL VICTOR DE AZEVEDO. em homenagem ao Dr. que acabais de entrar. Da trajetória terrena (28/05/1898 a 25/01/1988) de Manoel Victor. honrando-nos com autoridade da sua experiência. e revelou sentir aumentar fé nos destinos do Brasil “que tem a ventura de cristalizar em seu seio uma gema tão perfeita quanto é nosso Banco. não porque se embarace nos direitos de antiguidade. .” (40) Ao agradecer a homenagem recebida. Dr. lhe premeia o valor.: 1/1/1960). aqueles a quem o Banco tem chamado para os postos de comando.FERNANDO PINHEIRO - 142 Aqui vemos nesta mesa.” O orador que o procedeu. por Luiz Carlos de Azevedo. apos. Gerson de Almeida. ao ensejo das comemorações do 1° centenário de nascimento. Gerson de Almeida. Manoel Victor de Azevedo. É para essa falange gloriosa que se engalana dos louros autênticos da sua vitória conquistada através de uma jornada de dedicação e sacrifício. deputado federal (1946/1950) – Discurso proferido. funcionário do Banco do Brasil (posse: 7/11/1927. Professor de Direito Processual da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. no Salão Monte Carlo – São Paulo – SP. que vieram especialmente da capital paulista para o evento. em dez/1998. recebeu homenagem. e por Durval Ciamponi. em 12/8/1939. mas porque lhes aplaude o caráter.

foi redator do Correio Paulistano e cronista diário na Folha da Noite e Diário de S. desde a crítica.143 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL “Desde cedo. licenciando-se somente durante o período parlamentar. O Colecionador de Sensações e Os Três Tinteiros. seminários. era transmitida nas emissoras de São Paulo. [. como conferencista e orador. como deputado federal teve atuação remarcada em inúmeras medidas de interesse social. levando-o a integrar várias academias de letras e institutos de S. a Hora da Ave Maria. Na verdade. escolas. junto ao Contencioso. mais tarde. lembrando-se. o seu estilo.Paulo e de outros estados do Brasil. o projeto que se aprovou e se converteu em lei a respeito da liberação dos bens dos . entre outras. para depois volver aos seus pagos. diversificadas desde o romance. a qual.Paulo. como na oratória. tanto na prosa escrita. em especial. Católico fervoroso viu-se agraciado por várias comendas papais. sempre se revelou por elegante forma literária. deu-se regular desenvolvimento a uma campanha de distribuição de auxílios.] Dele se disse que. por várias décadas. até sobrevir a aposentadoria. ali permanecendo por vários anos. reunindo-se... revelando o seu pendor e versatilidade para as letras. trabalhou no Banco do Brasil. até o ensaio. cadeiras de rodas aos necessitados. Escritor e jornalista. desde a mocidade. fortaleceram-se orfanatos. e pela sua voz ergueram-se igrejas. destacando-se por ser o fundador do primeiro programa de difusão do pensamento católico. muitas seriam as obras que deixou. até a exposição histórica. todas estas crônicas em dois livros publicados na década de trinta. Constituinte de 1946.

conferência apresentada em 9/12/1998. Assim prosseguiu a sua atuação política na Assembléia Legislativa de São Paulo. Durval Ciamponi teve graduação em Ciências Jurídicas e Administração de Empresas. esperando que ele sinta de todos nós aqui presentes. acerca da vida e obra de Manoel Victor. o amor da Mãe Santíssima e de Jesus Cristo. na cidade de Itobi – SP. ao ensejo da realização do 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. . não só carinho e reconhecimento.” (42) Nascido em 10/1/1930. apos. funcionário do BB (posse: 3/2/1954. ao proferir palestra. conferência apresentada em 9/12/1998.: 30/9/1977). Lecionou Introdução à Economia e Custos na Faculdade de Ciências Econômicas da Fundação Santo André. da qual ocupou por várias vezes a Presidência. muito mais. presidente da Federação Espírita do Estado de São Paulo (década de 90) – in Centenário de Manoel Vitor (1898/1998).FERNANDO PINHEIRO - 144 então chamados súditos do eixo. sob a presidência do escritor Fernando Pinheiro. Durval Ciamponi dedica–se em sua obra à divulgação da Doutrina Espírita. ensaísta e poeta. concluiu: “Erguemos nossa taça de amor em sua homenagem. promovido pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. em 26/8/1997.” (41) Por sua vez. presidente da Federação Espírita do Estado de São Paulo (década de 90). o acadêmico Durval Ciamponi. (42) DURVAL CIAMPONI. onde exerceu o cargo de vice– presidente. ao ensejo da realização do 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. (41) LUIZ CARLOS DE AZEVEDO. por seu extraordinário labor evangélico e por ter sido um exemplo de verdadeiro cristão. Professor de Direito Processual da USP – Universidade de São Paulo – in Centenário de Manoel Vitor (1898/1998). Tribuno de reconhecido valor. mas.

Em março/1997. pela manhã. no período de 1991 a 1994. Miami. New York. em novembro/1992. nas cidades de Anápolis. à tarde. os funcionários do Banco do Brasil promoveram as comemorações do evento que começaram. participou do Congresso Espírita do Estado de Goiás. promovido pela Federação Espírita do Estado de Goiás. com uma solenidade . e realizou uma tournée pelo Estado de Goiás. Filadélfia. no Salão de Assembleias do Banco do Brasil.145 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em Madrid. Retomando a narrativa anterior. diretor financeiro. Caldas Novas. Desde 1988. Boston. No Brasil. e realizou palestras na Federação Espírita Espanhola. do Congresso Espírita Internacional. Itumbiara. Morrinhos. onde foi. nos idos de 1995 realizou palestras na Federação Espírita do Estado do Amazonas. Espanha. vem realizando exposição de palestras pelo interior paulista. Durval Ciamponi participou. a fim homenagear o patrono Manoel Victor. nos Estados Unidos. Manaus. onde foi criado o Conselho Espírita Internacional com o objetivo de supervisionar e coordenar o movimento espírita mundial. Em fevereiro/ 1997. vale ressaltar que no transcurso do 2° aniversário de administração Marques dos Reis. Durval Ciamponi tem participado dos congressos promovidos pela Federação Espírita do Estado de São Paulo. em 30/9/1939. e se estenderam. celebrada pelo bispo Dom Joaquim Mamede. na Igreja da Candelária. em Brasília–DF. com a missa de ação de graças. data em que estava de passagem pelo Rio de Janeiro. De 1994 a 1997 proferiu diversas palestras internacionais nas cidades de Washington. Los Angeles. Em 26/8/1997. Atlanta. constantemente. fez palestras na Federação Espírita Brasileira. em Goiânia. Goiânia. Durval Ciamponi disse–nos que.

No passado recente. Almanaque do Pessoal – 1964]. no recinto. segundo a Revista AABB. apos.FERNANDO PINHEIRO - 146 festiva prestigiada pela presença de diretores. embaixador do Brasil em Portugal (1943/1945. no passado mais remoto. limitando-se a reconhecer a integridade material de sua exemplar organização e a impecável idoneidade moral de seus dirigentes e de seu funcionalismo a ele alude apenas como . Em nome do funcionalismo. fez uma apreciação sobre os pontos-de-vista nos quais o grande público observa a Empresa: “Em geral. 1937 a 1943. apos. e desde aqueles tempos. podemos assinalar: João Neves da Fontoura. Ovídio Xavier de Abreu. que mais tarde iriam ocupar outras funções públicas. funcionários e amigos do presidente [Revista AABB – setembro/1939]./1938 a 3/4/1939). De inicio. proferiu belo discurso abordando temas relativos ao papel desempenhado pelo Banco do Brasil ao longo da História. nos períodos 1946 e 1951/1953).: 20/9/1946). Tancredo Ribas Carneiro (posse no BB: 6/11/1914. secretário de Finanças do Estado de Minas Gerais (funcionário do BB – posse: 14/2/1818. membros do Conselho Fiscal. a minoria de desinformados tenta difundir uma imagem da Empresa distorcida da realidade. a minoria de que nos falou Ribas Carneiro. presidente do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950) [Revista AABB Rio – setembro/1939. ressaltando os méritos de quem o dirige. diretor da Carteira de Câmbio (jan. consultor jurídico do Banco do Brasil (2/12/1930 a 24/4/1932. De quando em quando. ministro das Relações Exteriores. Dentre as autoridades presentes. a opinião do grande público.: 19/12/1950). 1944 a 1963). foi a parte menos digna da imprensa e.

imensos depósitos aplicados em vultosas operações de empréstimos. não raro se estribam as críticas contundentes sobre os favores de que desfruta. as essas críticas se junta a referência malévola a seus lucros e à assoalhada facilidade com que os colhe. Na sombra e à traição. De longe em longe. uma fraca minoria de maus patriotas que vivem sob o jugo de seus inconfessáveis . olvidam-se as suas obrigações de caráter oficial. que são os mesmos interesses de nossa Pátria. desestimam-se os seus serviços ao País. Desconhece o grande público que no Banco do Brasil. as facilidades de que goza. Na análise simplista de seus balancetes colhe esse mesmo público a falsa impressão de que simples e tranquila deve ser a direção suprema do grande Banco de depósitos e descontos que dispõe de enorme capital. Na qualidade de sociedade anônima. grandes reservas. silencia-se sobre o valor de seu apoio em todas as questões econômicas de vital importância para a Nação. os privilégios de que se beneficia para se impor como leader das instituições bancárias do País. com extensa rede de agências captadoras do s seus elementos de vitalidade. há inúmeros decênios. cujo maior acionista é o Governo. coluna mestra em que assenta o bem-estar do povo. e assim jamais poderá compreender os laços indissolúveis que hoje ligam e confundem os interesses do Banco e do Governo. tem o Governo encontrado os sólidos alicerces ao desenvolvimento de sua política econômica. Ignora-se a sua organização especialíssima.147 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL o maior Banco nacional.

constantemente incentivados pelas diretorias..Excia. diretor da Carteira de Câmbio do Banco do Brasil (1938/1939) – in Discurso de saudação proferido. que. E enfatizou: “Assim se iniciou a carreira pública de V.Excia.. em luminosa trajetória.” (43) Em seguida. (. impôs o seu nome à Constituição de 1934. presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945). logo após. Bahia. elevando-o. tentando em vão. (43) TANCREDO RIBAS CARNEIRO. às responsabilidades de ministro da Viação. a que V. Conhecíamos nós a gestão de V. inocular na opinião pública o veneno que destila. a partir da cátedra de direito civil na Faculdade de Direito. cultuamos o amor ao Instituto e conscientemente nos integramos em seu patrimônio moral. embora a grandiosa obra a que V. em 30/11/1939. extremados em nossa modesta contribuição por sua vida e seu progresso. . e depois no cargo de secretário de Segurança. é todavia infenso. o diretor Ribas Carneiro passou a narrar a trajetória da vida pública do presidente João Marques dos Reis. ao ensejo das comemorações do 2° ano de gestão de João Marques dos Reis. porque mais elevados são seus objetivos. na pasta da Viação. em Salvador.FERNANDO PINHEIRO - 148 interesses pessoais contrariados.Excia se entregou com ânimo inquebrantável não houvesse logrado a publicidade merecida.) Zelando por um passado de honrosas tradições.Excia. aproveita-se dessa ignorância e dessa incompreensão para mover a solerte campanha com que busca demolir o edifício. naquele Estado. calculada e friamente.

sem perda de ganhos.. têm o mérito de tornar ainda mais difícil esse cometimento. A liberalidade dos regulamentos de que desfrutamos.149 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL (. englobando a assistência a funcionárias gestantes e lactantes que estavam dispensadas a trabalhar no 2° turno. diretor da Carteira de Câmbio do Banco do Brasil (1938/1939) – in Discurso de saudação proferido.) Do coração do chefe depende o governo de 4. a pregressa atenção aos nossos justos anseios. oferecendo-nos o amparo que outras coletividades alcançaram depois de reivindicações em boa hora acolhidas pelo Governo.. as conquistas com que nos brindaram grandes presidentes. . que no passado nos dirigiam. em 30/11/1939. antecipando aqueles benefícios que seriam adotadas. ainda. parcialmente. com a instalação das dezenas de subagências em funcionamento e outras dezenas em instalação.000 funcionários que aqui trabalham e que se encontram diretamente subordinados à orientação do seu presidente. o orador ressaltou as etapas vencidas que colimaram em sucesso administrativo com reflexo benéfico a inúmeras classes produtoras espalhadas em toda a extensão territorial. por outras empresas. em lei e cumpridas.” (44) Em seguida. e inúmeras medidas de amparo social. houve o aumento do quadro de funcionalismo do Banco do Brasil. a incorporação de vencimentos. ao ensejo das comemorações do 2° ano de gestão de João Marques dos Reis. Em consequência. presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945). (44) TANCREDO RIBAS CARNEIRO.

sem o amparo de uma frase sincera de consolo. nosso acatamento. confundindo-se com a massa de seus servidores. com eles trabalhando. Vale conferir: “Ao homem de coração que. Senhor Presidente Dr.. a V.” (45) (45) TANCREDO RIBAS CARNEIRO. porque ofertamos o que de mais nobre e puro possam conter os corações de 4. nossa admiração. oferecemos mais do que os nossos aplausos. a esse homem.000 funcionários: – a nossa imorredoura gratidão. mereceu ainda a apreciação de Ribas Carneiro.) .Excia. (. com eles rejubilando-se ou sofrendo. ao homem que sabe manter a sua autoridade. .. ao ensejo das comemorações do 2° ano de gestão de João Marques dos Reis. com eles dividindo os louros de suas exclusivas vitórias. do que o nosso apreço. diretor da Carteira de Câmbio do Banco do Brasil (jan/1938 a 3/4/1939) – in Discurso de saudação proferido. nossa solidariedade. . à frente dos destinos do Banco do Brasil.. ao homem que jamais deixou qualquer de nós voltar de sua audiência sem uma palavra amiga de encorajamento. e que lhes confia os honrosos títulos de amigos e de colegas. com eles vivendo. não obstante as suas absorventes preocupantes e seus exaustivos trabalhos. em 30/11/1939..FERNANDO PINHEIRO - 150 A conduta elegante e nobre de João Marques dos Reis. conserva sempre acessível o recinto de seu gabinete e o recesso do seu lar a qualquer dos seus subordinados.. presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945) [Revista AABB– setembro/1939].. João Marques dos Reis. sem medir sacrifícios.

entrando em guerra com a França e a Inglaterra. enfrenta no domingo ensolarado de 7/12/1941. invadindo lares. 2 anos depois. e aos companheiros de trabalho que os engrandecem. emitiu informações elogiosas a José Arraes de Alencar. e os países por último. sobressaindo o conhecimento perfeito de todos os assuntos pertinentes à área de atuação no cargo ocupado. onde as paixões mais torpes eram expostas ao público. a Polônia. na Europa irrompe o movimento destruidor mergulhado numa onda sanguinária. que anotava. ao Banco do Brasil. domínio avassalador continuou a escalada de invadindo a Noruega. acompanhado do trabalho de escrita da estenógrafa Colette Nilson Perdigão (funcionária do BB – posse: 4/10/1933. a Bélgica. Setembro/1939. A ditadura totalitária foi instalada na Alemanha que ameaçou e invadiu a Áustria e a Tchecoslováquia e atacou. balcânicos. a Holanda. em 30/11/1939. com intenso desvelo. O destruição. no Brasil. as palavras proferidas [Revista AABB – Rio – 1939]. do outro lado do mundo. o amor á Pátria. de improviso. o Japão. alastrando a guerra que ganha dimensão mundial. sem medo. o discurso de agradecimento. enquanto se celebrava. a esquadra americana ancorada pacificamente no Havaí.151 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL O presidente João Marques dos Reis proferiu. . O Departamento de Inspeção e Fiscalização de Agências (DEIFA). destruindo organizações.: 6/11/1963). onde foram Impulsionado pelo exemplo deletério das hordas nazistas. no ímpeto de conquistar terras. eliminando a paz: surgiu a 2ª Guerra Mundial. a Grécia e a África setentrional e. expulsos. as estepes estendidas da Rússia. apos.

clamando por uma declaração de guerra.” (46) Os fatos externos influenciam os fatos internos. Num ímpeto de grande indignação. Cláudio Pacheco comenta a circunstância ocorrida em agosto/1942: “No dia 18. Araraquara. A propósito. nessa onda avassaladora.FERNANDO PINHEIRO - 152 As águas oceânicas estavam infestadas de batalhas e. divulgou informações sobre estes ataques. a razão pela qual o governo brasileiro resolveu entrar no conflito mundial. presidente do Banco do Brasil (16/1/1932 a 23/7/1934 e ministro da Fazenda (julho de 1934 a outubro de 1945): (46) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. quando 14 navios de guerra foram torpedeados pela frota nazista.A. A propósito. sem dúvida. Itagiba e Araxá foram postos a pique [PACHECO. comentando o pronunciamento de Arthur de Souza Costa. 506 – AGGS – Indústrias Gráficas S. . até no Brasil. assim. como estamos explicitando a turbulência mundial que chegou ao Brasil. a partir de fevereiro/1942. e durante o mês de agosto do mesmo ano. através do Departamento de Imprensa e Propaganda. Esta. Aníbal Benévolo. uma nota oficial do Governo. Armou-se. – Rio de Janeiro – 1980. a perfeito caráter. ocorreram 400 mortes de brasileiros quando os navios Baependi. IV – p. 1980]. o quadro de justificação e incitamento para uma decisão de extrema gravidade. multidões saíram às ruas e foram em passeata até o palácio governamental. No mínimo. vale assinalar a apreciação de Ernane Galvêas.

na época oportuna. unindo Rio de Janeiro. afirmava que “Não se destina a intervir compulsoriamente organização econômica. ampará-la. presidente da APEC – Associação Promotora de Estudos da Economia – in 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. Marabá. – Rio de Janeiro) participa. Rio Branco. ministro da Fazenda (jul/1934 a out/1945) Apud Conferência proferida. em princípios de 1945. Recife. (47) ARTHUR DE SOUZA COSTA. pelo contrário. . por inspiração de seu então assessor Octávio Gouveia de Bulhões. dessa integração. em 10/12/1998. Floriano. Belém. Salvador. nos idos de 1939. Porto Alegre [Revista AABB – Rio – 1939]. Santos. nem pretende entravar iniciativa particular.153 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL “Em discurso pronunciado na Associação Comercial de São Paulo. através da Lei de Lucros Extraordinários. então: “Estamos envolvidos em uma guerra e temos que sofrer as consequências dessa conjuntura imprevisível. por Ernane Galvêas. mas. depois da guerra. Dizia ele.” (47) na a Assim como o Banco do Brasil é o elemento da integração nacional.” E referindo-se à então criada Comissão de Planejamento. Guajará–Mirim. Estamos providenciando a formação de reservas no País. Parnaíba. o Serviço Aéreo Condor (Sindicato Condor Ltda. Cuiabá. Natal. ministro da Fazenda (18/01/1980 a 14/03/1985). Curitiba. Regularizamos a situação da dívida externa em forma definitiva. São Paulo. a fim de tornar possível aos nossos industriais a renovação de seus parques. Carolina. Souza Costa falava sobre a guerra e sobre o Programa de Reaparelhamento Econômico que havia criado.

gerente da Agência Fortaleza – CE). Garanhuns – PE – 1930 – Joaquim Euzébio da Rocha Carvalho. Wilson Nova da Costa. Cruzeiro do Sul. Anápolis e a Ilha Fernando de Noronha [Revista AABB – Rio – 1950]. Almanaque do Pessoal – 1964]: Curitiba – PR – Década de 30 – Adelino Debenedicto. Mossoró. Parnaíba. provocadas inicialmente pelas circunstâncias da Segunda Guerra Mundial. na terceira década do século XX. 1/12/1947). Ilhéus. Marabá. já não havia no Brasil a aeronave JU 52. Conceição do Araguaia. Aristides Moreira Alves Barcelos. contador. incluindo em seus roteiros de viagem as cidades do interior: Pelotas. Petrolina. desaparecendo e. em 1950. Guajará–Mirim.FERNANDO PINHEIRO - 154 Nessa época o transporte de passageiros da Condor era realizado por aviões trimotores JU 52. Vale assinalar os funcionários que exerceram. cargos comissionados nas agências [Revista AABB – Rio – 1935. Xapuri. Canavieiras. Araçatuba. Porto Nacional. Cáceres. . Nos idos de 1950. Uldurico de Macedo Suzart. contador. Santarém. Caravelas. escriturário (em 1949. apos. esse tipo de aeronave foi. cobria todas as capitais brasileiras. de origem alemã. escriturário (em 1949. gerente (posse no BB: 20/7/1917. Com as dificuldades encontradas na reposição das peças originais. Manaus – AM – 1930 – José Rodrigues de Almeida (em 1949. os Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul Ltda. A imprensa divulgou a queda de alguns desses aviões em território nacional. Carolina. gerente da Agência Porto Alegre – RS). Aquidauana. A aviação comercial brasileira sofre mudanças. aos poucos. bem como Revistas AABB– Rio – edições 1936 a 1966. gerente da Agência Codó – MA).

Fernando do Rego Falcão. substituto eventual do contador (em 1964. Salvador – BA – 1932 – Alfredo Vieira de Morais. João Pessoa – PB – 1934 – Administradores: Eliezer de Oliveira. apos. gerente da Agência Campos – RJ). contador. Galileu Antunes Moreira. 27/7/1956). Anibal Ferreira de Brito. contador (posse no BB: 20/1/1927. José Moreira da Gama Lobo (posse no BB: 2/4/1918. falec. Raul Alonso Pereira.155 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Vitória – ES – 1931 – Emanuel Taveira. Arthur Napoleão Goulart. 15/2/1951). contador (posse no BB: 16/5/1916. Álvaro Antão Rocha. Joaquim Euzébio da Rocha Carvalho. Alcindo Francisco da Rocha Wanderley. 24/8/1953). gerente. gerente (posse no BB: 25/1/1918. gerente. . contador. 14/6/1949) Garanhuns – PE – 1934 – Armando de Andrade Ribeiro Dantas. apos. gerente. substituto do contador (posse no BB: 20/4/1921. apos. contador (em 1949. José Carlos Magno. Porto Alegre – RS – 1933 – Indalécio da Silva Bueno. Manaus – AM – 1933 – Aristóteles de Magalhães Cordeiro. Parnaíba – PI – 1932 – Francisco Vieira de Alencar. Macaé –RJ – 1934 – José Afonso da Veiga. subchefe no DECON). contador. 1/5/1954). inspetor. gerente. gerente Natal – RN – 1932 – João Machado Vianna. Durval Marinho da Silva. Recife – PE – 1933 – Seraphim Barbosa Ribeiro. contador. Feira de Santana – BA – 1933 – Álvaro Câmara Pinheiro. Alfredo Wilson Novaes. apos. gerente. falec. Adroaldo Costa Pinheiro. contador. Aurélio Freitas. 1/2/1948). Abdias Mavignier de Araújo. contador. gerente (posse no BB: 24/7/1919.

falec. gerente. Luiz de Oliveira Serra. contador. 18/3/1952). inspetor da Agência (posse no BB: 18/5/1916. Ruy Dantas Bacellar. 27/12/1945). Rio de Janeiro – RJ – 27/7/1935 – Francisco de Assis Collares Moreira. 1/8/1959). gerente. Barra Mansa – RJ – 1935 – Lafayette Valle. apos. gerente. gerente da Agência (posse no BB: 3/8/1904. substituto eventual de contador. 1/2/1958). gerente. contador. falec. contador. 1/6/1944). gerente de Câmbio (posse no BB: 10/12/1923. apos. contador. contador. Francisco Vieira de Alencar. Roberto de Carvalho (posse no BB: 13/2/1918. Genaro Pilar do Amaral. Itaperuna – RJ – 1935 – Franklin Veras Marques. gerente. Pelotas – RS – 1935 – Adão Pereira de Freitas. Braulino Costa. falec. gerente (posse no BB: 19/8/1921. George Vannier. 26/1/1957). Mário do Canto Liberato. José de Toledo Lanzarotti. Macaé – RJ – 1935 – Alcebíades França de Faria. contador. ajudante da Seção (posse no BB: 4/3/1920. Glória – Metr. Teresina – PI – 1934 – Benjamin Furtado e Silva. falec. Itabuna – BA – 1935 – José de Mello Messias. Belo Horizonte – MG – 1935 – Antônio Carlos Bastos. Bauru – SP – 1935 – Agnaldo Florêncio. gerente. gerente (gestão 1935/1939) (posse no BB: 8/11/1919. contador. 8/4/1946). Sebastião Machado Ribeiro. gerente. inspetor. nomeado gerente da Agência de Campo Grande – MS Caxias do Sul – RS – 1935 – Luiz Jansson. substituto eventual de contador. Belém – PA – 1935 – Aurélio Freitas. apos.FERNANDO PINHEIRO - 156 São Paulo – SP – Seção de Câmbio – 1934 – Renato Tiririca Guimarães. . Parnaíba – PI – 1935 – Agnaldo Florêncio. Ilhéus – BA – 1935 – Adherbal Baptista de Figueiredo.

Cauby da Silva Rego. contador. Maurílio Alves Peres. falec. falec. contador (posse no BB: 26/6/1923. gerente (posse no BB: 13/6/1916. São Luís – MA – 1935 – Virgílio Cantanhede Sobrinho. São José do Rio Pardo – SP – 1935 – Wenceslau Lima da Fonseca. 6/10/1960). gerente. gerente (posse no BB: 21/1/1924. 9/7/1963). Bagé – RS – 1936 – Alcides Gonçalves Rocha. Alfredo Caldeira. Bandeira – Metr. Uruguaiana – RS – 1935 – Evaristo de Souza Soares. inspetor regional. 1/9/1946). Crato – CE – 1936 – Moysés Augusto Santa Maria. Abeillard Barreto. Emanuel Bittencourt Corrêa e Castro. Clóvis Castelo Branco. inspetor. Antônio Arraes de Alencar. falec. falec. contador. RJ – 31/8/1936 – Aramis Dias. Varginha – MG – 1935 – Getúlio Soares Ferreira. contador. Caxias – MA – 1936 – Alberto Brígido Borba. contador (posse no BB: 20/6/1921. secretário da Presidência do Banco do Brasil. gerente (posse no BB: 11/8/1919. contador. . Gilberto de Oliveira. apos. Carlos Bayma de Moraes. José Arraes de Alencar. 1/8/1958). gerente.157 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Rio Grande – RS – 1935 – Administradores: Amaury Santos. Cachoeiro de Itapemirim – ES – 1936 – Bento Luiz Moreira Lisboa. gerente (a partir de outubro/ 1935). 9/12/1955). contador. Dário Felicíssimo Gaspar. apos. gerente. Júlio de Mattos. Carlitos Straude. 14/4/1951). contador. Barra do Piraí – RJ – 14/9/1936 – Mário Tavares da Silva. contador (posse no BB: 27/2/1919. Campo Grande – MS – 1936 – Clóvis Vaz. Teresina – PI – 1935 – José Luiz de Assis. contador.

15/12/1950). contador. gerente. gerente. apos. conferente. Fausto Meirelles Chaves. Xavantes – SP – 1936 – Attílio Pisa. contador. José de Souza Baêta. Porto Alegre – RS – 1936 – Indalécio da Silva Bueno. Recife – PE – 1936 – Álvaro Rocha. encarregado de serviço. Piracicaba – SP – 1936 – Mário Brizola Ferreira. contador. contador. gerente. gerente. Madureira – Metr. . eventual do contador. Celso Corrêa Conceição. subst. contador. Sobral – CE – 1936 – José Balthazar de Oliveira Serra. gerente. 1/5/1954). gerente. Teófilo Otoni – MG – 1936 – Thales Honório de Almeida. contador. Rio Branco – AC – 1936 – Levy Marques dos Santos. contador.FERNANDO PINHEIRO - 158 Ipameri – GO – 1936 – Artur Napoleão Goulart. apos. RJ – 30/4/1936 – Mário Ribeiro de Souza. contador. Maceió – AL – 1936 – Francisco Collares Moreira. 10/1/1958). Jequié – BA – 1936 – Nicanor Costa Oliveira. contador (posse no BB: 9/1/1928. contador. Alfredo Almeida Fonseca. gerente. gerente. apos. gerente (posse no BB: 11/10/1918. gerente (posse no BB: 24/6/1920. gerente. Manaus – AM – 1936 – José Casemiro Borges. José Rodrigues de Almeida Netto. Juazeiro – BA – 1936 – Oscar de Lima Buarque. Santos – SP – 1936 – Alcides da Costa Guimarães. Parnaíba – PI – 1936 – Arthur Oliveira. São Félix – BA – 1936 – Walter José de Souza. Álvaro Câmara Pinheiro. Christovam Oliveira Araújo. Três Corações – MG – 1936 – Evaristo Sousa Campos.

apos. Barcellos. contador. Bagé – RS – 1937 – Mário Aguiar Motta. José de Campos Monteiro Bastos. Barbacena – MG – 1937 – João Antônio Moreira. contador. Carangola – MG – 1937 – Antônio Dias dos Santos Júnior. contador. Adão Pereira de Freitas. Oriani Maciel.159 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Agência Central – DF – 1937 – Gilberto Lisboa. do contador. Lélio de Oliveira Vianna. gerente. Joaquim Saboya Júnior. Fernando Falcão. presidente do Instituto Nacional do Sal). Cachoeiro de Itapemirim – ES – 1937 – Bento Moreira Lisboa. contador. Cataguases – MG – 1937 – Clóvis Vaz. Barretos – SP – 1937 – Dacílio Batalha. Bebedouro – SP – 1937 – Mário Machado Magalhães. contador. gerente. subst. José Braz Ventura. Blumenau – SC – 1937 – João José Cupertino de Medeiros. Cajazeiras – PB – 1937 – Aristides Moreira Alves gerente. administradores. contadores (ocasiões distintas). inspetor. contador. Antônio Carlos Bastos. gerente (posse no BB: 23/2/1928. contador. gerentes (ocasiões distintas). Araraquara – SP – 1937 – Augusto da Cunha Filho. Campo Grande – MS – 1937 – Joviano Rodrigues Jardim. Aracaju – SE – 1937 – Harim de Carvalho Borges. Attílio Pisa. contador. Romeu Freire Lima. Hercílio Gomes Corrêa. Theophilo Benabem do Valle. Arsênio de Lemos. . gerente. ajudante de contador. gerente. gerente. inspetor (em 1949. Belo Horizonte – MG – 1937 – José Rodrigues Crespo. gerente. gerente. Catanduva – SP – 1937 – Antônio Halmalo Silva. 6/4/1958).

Jequié – BA – 1937 – Waldemar Figueiredo. contador. Oswaldo Werneck Corrêa e Castro. Fortaleza – CE – 1937 – Alfredo Botafogo Muniz. João Pessoa – PB – 1937 – Amadeu Dalia.FERNANDO PINHEIRO - 160 Caxias do Sul – RS – 1937 Brígido Borba. Luiz Gonzaga Quites. Ilhéus – BA – 1937 – Oswaldo da Silva Amaral. gerente. contador. Octávio Ribeiro de Carvalho. Lins – SP – 1937 – Sadi Carnot Brandão. João Antônio Martins Gomes. contador. gerente (posse no BB: 18/2/1918. gerente. gerentes (ocasiões distintas). contador (posse no BB: 17/2/1926). apos. Jacarezinho – PR – 1937 – João Cândido de Lima Filho. Livramento – RS – 1937 – Antônio Arraes de Alencar. Curitiba – PR – 1937 – Adherbal Baptista de Figueiredo. Itaperuna – RJ – 1937 – Manoel de Oliveira Araújo. Joinville – SC – 1937 – Hercílio Gomes Corrêa. falec. gerente. Theóphilo Carvalho. 26/4/1945). gerente. contador. – Luiz Jansson. Jaú – SP – 1937 – Leocádio Ferreira Pereira. contador. contador. Floriano – PI – 1937 – Cândido Monteiro Esteves. gerente. gerente (posse no BB: 15/3/1917. gerentes (ocasiões distintas). contador. 18/5/1953). subst. 17/6/1963). contador. Fernando Lemos Basto. contador. gerente. Crato – CE – 1937 – Francisco de Assis Rodrigues. gerentes (ocasiões distintas). Itabuna – BA – 1937 – Casemiro Lages. Alberto Corumbá – MS – 1937 – Aristides Ramos. falec. Eliezer de Oliveira. eventual contador (posse no BB: 20/8/1924. Maurício Rousseau. José Cardoso de Souza. gerente. .

gerente. contador. Adão Pereira de Freitas. Francisco Gama Netto. 10/8/1947). Antônio Freire Rocha. gerente (ocasiões distintas). Nova Iguaçu – RJ – 1937 – Francisco Vieira de Alencar. 16/1/1951). Mossoró – RN – 1937 – Hostílio Xavier Ratton. contador (épocas distintas). Augusto Franklin de Magalhães. contador. Ponta Grossa – PR – 1937 – Alexandre Valvano. Severino Guedes Correa Gondim. gerente. Recife – PE – 1937 – Hermógenes Viana. gerente. Antônio Dias dos Santos Júnior. contador (posse no BB: 17/11/1923. Paulo de Andrade Ribeiro. advogado. gerente (posse no BB: 31/12/1907. posse no BB: 11/10/1913. gerente. apos. Petrópolis – RJ – 1937 – Mário Canedo Penna. 21/10/1957). contador (posse no BB: 1/7/1919. Pelotas – RS – 1937 – José Drummond de Macedo. Aurélio Azevedo Valente. 1/8/1960). contador. gerente. gerentes (ocasiões distintas). Penedo – AL – 1937 – Hildegardo Dória de Mendonça. gerente. Salvador – BA – 1937 – José Moreira Gama Lobo. apos. contador. contador. contador. gerente. falec. ajudante–de–serviço. apos. contador. . Parnaíba – PI – 1937 – Benjamin Furtado e Silva. conferente de Câmbio (posse no BB: 23/5/1928. Rio Grande – RS – 1937 – Emmanuel Bittencourt Correa de Castro. Presidente Prudente – SP – 1937 – Ophir Augusto Ribeiro. gerente (término da gestão: 26/4/1937). 27/5/1953).161 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Macaé – RJ – 1937 – José Alves Motta. inspetor. Alcebíades França Faria. Santos – SP – 1937 – Jayme Leonel. Kanitar do Espírito Santo. Pedro Lima. Mário de Carvalho Fontes. falec. Dário Felicíssimo Gaspar.

Uruguaiana – RS – 1937 – Américo Papaléo. contador. Vitória – ES – 1937 – Severino Gondim.FERNANDO PINHEIRO - 162 São Félix – BA – 1937 – Joaquim Ferreira Júnior. Orlando Rodrigues de Medeiros. Aurelino Teixeira Coelho. gerente. 15/9/1953). Clóvis Castello Branco. São João da Boa Vista – SP – 1937 – Fábio Pacheco Fernandes. gerente. contador. contador. 1/7/1954). gerente. gerente. gerente. contador. Sobral – CE – 1937 – Salvador Russo. José Braz Ventura. gerente. . Barbacena – MG – 1938 – Bruno Stolle Filho. gerente. Araguari – MG – 1938 – José da Mota Cerqueira. Bagé – RS – 1938 – Mário de Aguiar Motta. contador. Barra do Piraí – RJ – 1938 – Áttila Lopes Trovão. apos. contador (posse no BB: 9/4/1924. Ari Villa Nova Pereira de Vasconcelos. Teresina – PI – 1937 – Alfredo Almeida Fonseca. contador. apos. Teófilo Otoni – MG – 1937 – Miguel Penchel. Izidoro Neves da Fontoura. gerente. contador. Affonso de Oliveira. contador. gerente (ocasiões distintas). gerente. São Luís – MA – 1937 – Henry Airlie Tavares. gerente. event. Uberlândia – MG – 1937 – Enoch Moraes de Castro. contador. São Paulo – SP – 1937 – Izalco Sardenberg. subst. gerente. Três Corações – MG – 1937 – Paulo Fuhro. gerente. Taubaté – SP – 1937 – Sylvio de Oliveira Fausto. Orozimbo Pinto Monteiro Esteves. contador. Uberaba – MG – 1937 – Manoel Albuquerque Cordovil. contador (posse no BB: 19/5/1923.

Glória – Metr. falec. apos. Renato de Abreu. Floriano – PI – 1938 – Abílio Soares Neto. contadores (ocasiões distintas). apos. inspetor (posse no BB: 13/6/1916. Romeu de Freire Lima. gerente. RJ – 1938 – José Toledo Lanzarotti (posse no BB: 13/2/1920. Eurico Rodrigues Palma. contador (posse no BB: 12/8/1925. contador. gerente. Cajazeiras – PB – 1938 – José Ribamar Lopes Gonçalves. 24/1/1958). gerentes (ocasiões distintas). Mário Brizola Ferreira. Bebedouro – SP – 1938 – Joel Rodrigues Blandy. Florianópolis – SC – 1938 – João Leal de Meirelles Júnior. José Ribamar Castro. falec. Cuiabá – MT – 1938 – Waldemar Teixeira Alves. Wenceslau Lima Fonseca. Crato – CE – 1938 – Carlos Neves de Carvalho. gerente (posse no BB: 21/6/1926. gerente. Francisco Aurélio Álvares da Cruz. 14/4/1951. contador. subst. contador. Hostílio Xavier Ratton. Belo Horizonte – MG – 1938 – Severino Guedes Corrêa Gondim. 17/3/1941). Daniel Faraco. Carangola – MG – 1938 – Paulo Fuhro. Mário Machado Magalhães. Franca – SP – 1938 – Salvador Russo. gerente (gestão: 1936 a 1948). Blumenau – SC – 1938 – Joaquim Saboia Júnior. João José de Cupertino Medeiros. 8/3/1962). contador. gerente (ocasiões distintas). contador. . contadores (ocasiões distintas). contador. Oswaldo Werneck Corrêa e Castro. apos. Campo Grande – MS – 1938 – Tales Honório de Almeida. contador.163 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Barretos – SP – 1938 – Cid Ney Araújo. gerente (posse no BB: 10/4/1923. gerente. 30/3/1959).

Modestino Merheb. Guaxupé – MG – 1938 – Cândido Azeredo Filho. gerente. gerente–instalador da agência (posse no BB: 9/9/1924. Lins – SP – 1938 – Tobias Severiano Silva Júnior. gerente. substituto do contador. Sadi Carnot Brandão. Raymundo Fernandes Gurgel. apos. contador. contador. Méier – Metr. contador. Goiânia – GO – 3/1/1938 – Vicente de Paula Carvalho Vieira. Goiânia – GO – 1938 – José Alves Motta. gerente (posse no BB: 15/8/1922. inspetor. Mossoró – RN – 1938 – Aurélio de Azevedo Valente. Antônio Carlos Bastos. Natal – RN – 1938 – Casemiro Francisco Lages. 23/12/1950). Itabuna – BA – 1938 – Mozar Caetano. contador. contador. Livramento – RS – 1938 – Joaquim Pereira de Souza. gerente (posse no BB: 24/7/1919. gerente (posse no BB: 18/8/1919. Manaus – AM – 1938 – Antônio Mariano Silva Gomes. contador. contador. gerente. 22/6/1953). gerente. 15/2/1951). Francisco Otto Carvalho de Toledo. contador. gerente. Raymundo Araújo de Andrade. subst. apos. . Macaé – RJ – 1938 – Augusto Franklin de Magalhães. gerente. Henrique Alberto Medeiros. contador. Arthur Napoleão Goulart. contador. gerente. contador. Everaldo Santos de Bragança. Jacarezinho – PR – 1938 – Carlos Barroso de Sá. José Alves Motta. Cândido Pinto Monteiro Esteves. contador. Áureo José da Costa Júnior. gerente.FERNANDO PINHEIRO - 164 Garanhuns – PE – 1938 – Heitor Leal. RJ – 3/1/1938 – Sebastião Machado Ribeiro. 12/5/1958). apos. Ilhéus – BA – 1938 – José Casemiro Borges. apos.

15/2/1959). contador. Presidente Prudente – SP – 1938 – José Raul Villá./1938 – Raymundo Mendes Sobral. inspetor. contador.165 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Niterói – RJ – 1938 – Manoel Albuquerque Cordovil. Enoch de Moraes e Castro. Cláudio Stockler de Lima. gerente. contador. gerente. falec. 22/10/1964). contador. Sobral – CE – 1938 – Ciro Lopes Gonçalves. Penedo – AL – 1938 – Antônio Freire Hildegardo Dória Mendonça. contador. Taubaté – SP – 1938 – Oswaldo Werneck Corrêa e Castro. Rocha. David Antunes. ajudante–de–gerente. inspetor (posse no BB: 26/1/1918. Recife – PE – out. gerente. inspetor (posse no BB: 12/6/1916. gerente. contador (posse no BB: 5/10/1923. gerente (posse no BB: 9/11/1922. gerente. Armando Carneiro da Mota. gerente. contador. Edgard Rumann Soares. Uberlândia – MG – 3/4/1938 – Orozimbo Pinto Monteiro Esteves. Passo Fundo – RS – 1938 – Tobias Severiano da Silva Júnior. . apos. gerente. gerente. São Luís – MA – 1938 – Euclides de Arruda Matos. Uberaba – MG – 1938 – Affonso de Oliveira. Manoel da Costa Lubambo. Rio Branco – AC – 1938 – Theodomiro Augusto da Silva. Três Corações – MG – 1938 – Heráclito da Rocha Santos. contador. Audifax de Aguiar. gerente. contador. falec. Heráclito Fernandes Raposo de Mello. Ponte Nova – MG – 1938 – Amadeu Dália. gerente. José Miranda de Araújo. gerente. apos. Ponta Grossa – PR – 1938 – Antônio Dias dos Santos Júnior. Rio Grande – RS – 1938 – Leocádio Ferreira Pereira. contador. Valdemar Ângelo do Amaral. 1/8/1947). 25/1/1961).

Belo Horizonte – MG – 1939 – Fábio de Oliveira Penna. Bagé – RS – 1939 – Joaquim Pereira de Sousa. 11/2/1950). Blumenau – SC – 1939 – Tasso Freixieiro. gerente. gerente. contador. contador. advogado. Abelardo Gomes Parente. gerente. apos. Randolpho Xavier de Abreu. Belém – PA – 1939 – Orlandino Baltasar do Couto. gerente (posse no BB: 28/1/1928. Vitória – ES – 1938 – João Moura. 1/2/1950). gerente (posse no BB: 15/6/1927. Varginha – MG – 1938 – Gilberto de Oliveira. contador (posse no BB: 1/6/1928. Luiz Monteiro de Carvalho e Silva. contador (ocasiões distintas). José Augusto Lopes. Adolfo Camargo de Lima Júnior. . contadores (ocasiões distintas). Eugênio Murgel Furtado. Bauru – SP – 1939 – Álvaro Maia Filho.FERNANDO PINHEIRO - 166 Uruguaiana – RS – 1938 – Joaquim Pereira de Souza. contadores (ocasiões distintas). apos. Bebedouro – SP – 1939 – Raul Lins de Azevedo. 21/1/1959). Luiz da Silva Miranda. contador (posse no BB: 26/7/1919. gerente. gerente. Orozimbo Pinto Monteiro Esteves. Araraquara – SP – 1939 – Cândido Pinto Monteiro Esteves. Xavantes – SP – 1938 – Lafaiete Vale. José da Motta Cerqueira. contador. 1/10/1960). Barbacena – MG – 1939 – João Antonino Moreira. gerente. gerente (ocasiões distintas). Barra do Piraí – RJ – 1939 – Menelick de Oliveira. contador. contador. contador. apos. Araguari – MG – 22/4/1939 – Orlando Rodrigues de Medeiros. gerente. José Bruzzi. apos.

gerente (posse no BB: 18/2/1920. Juiz de Fora – MG – 1939 – Dacílio Batalha. 9/9/1956). Adão Pereira de Freitas. contador. contador. contador. Jequié – BA – 1939 – Domingos Telles de Miranda. falec. José Alves Motta. Guaracy Antunes Carneiro. gerente. contador. gerente. gerente (posse no cargo: junho/1939) Guaxupé – MG – 1939 – Aurélio de Azevedo Valente. Itabuna – BA – 1939 – Mozart Caetano. João Pessoa – SP – 1939 – João Brasil de Mesquita. Maurício Rousseau. gerente. Corumbá – MS – 1939 – Hildegardo Dória Mendonça. Floriano – PI – 1939 – Licínio Fontenelle Miranda. Carangola – MG – 1939 – Américo Ferreira da Rocha. Ilhéus – BA – 1939 – Alfredo Almeida Fonseca. 1/12/1961). contador. 10/2/1964). contador. apos. 18/8/1958). contador (posse no BB: 2/1/1924. Virgílio Cantanhede Sobrinho. gerente.167 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Cachoeiro do Itapemirim – ES – 1939 – João Braga (posse no BB: 20/6/1927). gerente (posse no BB: 3/11/1923. Goiânia – GO – 1939 – Áureo José da Costa Júnior. Juazeiro – BA – 1939 – João Ubiratan de Negreiros. Campinas – SP – 1939 – Álvaro Maia Filho. apos. gerente (posse no BB: 8/9/1925. inspetor. gerentes (ocasiões distintas). Francisco Otto Carvalho de Toledo. subst. . Jacarezinho – PR – 1939 – Waldemar Teixeira Alves. apos. contador (posse no BB: 23/5/1925. contadores (ocasiões distintas). 23/4/1958). Abelardo Gomes Parente. José Rodrigues Crespo. contador. Francisco Otto Carvalho de Toledo. gerente. gerente. Campo Grande – MS – 1939 – Thales Honório de Almeida. apos.

. gerente. escriturário Copacabana – DF). José Casemiro Borges. Ribeirão Preto – SP – 1939 – Diomedes Bezerra de Trindade. contadores (ocasiões distintas). Theodoro Augusto da Silva. gerente (posse no BB: 25/4/1948. falec. Passo Fundo – RS – 13/5/1939 – Waldemar Ângelo do Amaral.FERNANDO PINHEIRO - 168 Livramento – RS – 1939 – Joaquim Saboia Júnior. inspetor. contador. Natal – RN – 1939 – Randolpho Xavier de Abreu. 14/12/1953). Deusdédit Freitas de Almeida. gerente. Mossoró – RN – 1939 – Ciro Mendes. em substituição de Raimundo Mendes Sobral à disposição do Departamento Nacional do Café. Pelotas – RS – 1939 – Joaquim Gomes da da Silva. contador. subst. escriturário (em 1949. Nova Iguaçu – RJ – 1939 – Raimundo Teodoro Alves de Oliveira. apos. Paulo Pinto (em 1949. apos. Floriano Amaro de Araújo Goes. Penedo – AL – 1939 – Ciro Mendes. escriturário (posse no BB: 3/3/1927. Joaquim Pereira Musa. 3/7/1958). 18/2/1942). José Silva Júnior. gerente da Ag. gerente (posse no cargo: junho/1939). contador. gerente. Recife – PE – 1939 – Joviano Rodrigues Moraes Jardim. contador. Nilo Papini Goes. contador. gerente. contador. Campina Grande – PB). Manaus – AM – 1939 – Adalberto Baena Nogueira. gerente da Agência Metr. João da Costa Marques. Edgar Maciel de Sá. gerente. contador (posse no BB: 16/3/1925. Macaé – RJ – 1939 – Mário de Carvalho Vieira. 9/7/1958). gerente (posse no BB: 6/4/1925. falec. Edgard Maciel de Sá. Rio Branco – AC – 1939 – Heráclito Fernandes Raposo de Mello. eventual do contador.

gerente. Uruguaiana – RS – 1939 – Artur Neujahr. Sloan Colt. José Moreira da Gama Lobo. sentiu-se feliz em saber da chegada aos Estados Unidos do presidente do BB e expressou votos de boas-vindas [COLT – 1940]. presidente do The Chase National Bank of the City New York. contador. . gerente. Diversas cartas de banqueiros. hóspede do Waldorf – Astoria Hotel – Park Avenue and 50th Street. Vitória – ES – 1939 – Casemiro da Costa Montenegro. 7 pm 5:15 [CAMPBELL – 1940]. presidente do Bankers Trust Company – Sixteen Wall Street – New York City – October 9. Donald Campbell. escritas em inglês. José de Campos Monteiro Bastos. gerente. Oct. gerente. 1940. Flórida. 1940. New York [Originais custodiados pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]: S.169 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Salvador – BA – 1939 – Fernando Bergstein. contador. Octávio Galvão Baptista. inspetor. José Figueiredo Frota. o presidente do Banco do Brasil recebeu mensagem de boas–vindas de H. José Dias da Cunha. viajando pela Pan American Airways. contadores (ocasiões distintas). São Félix – BA – 1939 – Joaquim José Ferreira Júnior. Waldemar Teixeira Alves. via Western Union. inspetor. Taubaté – SP – 1939 – Mário Machado Magalhães. Três Corações – MG – 1939 – Alfredo Almeida Fonseca. ajudante de serviço Câmbio. gerente. contador. Na chegada a Miami. Francisco da Gama Netto. Cristovam de Oliveira Araújo. passada por telegrama. Luiz Jansson. foram endereçadas a Marques dos Reis. gerentes (ocasiões distintas).

October 11. sem ter a certeza do retorno do ilustre hóspede que estava em Washington. Ward. October 16. 1° vice-presidente. Kreuser. presidente do Federal Reserve Bank of New York. F. Beal. 1940. 46 William Street New York. ocasião em que teria chance de ver algo sobre bancos ou falar com alguns executivos. New York. second vice president do The Chase National Bank of the city of New York (Foreign Department). do “Board of Directors”. presidente do Irving Trust Company. renovando convite para novo encontro no banco americano [BEAL – 1940]. para servi–lo [CARSON – 1940]. confirmou o compromisso assumido para o almoço do dia 21/10/1940 (segunda–feira). N. acompanhado de familiares e colocou–se à disposição. desejou uma permanência agradável. encaminhou carta ao Waldorf-Astoria Hotel. 1940.. 1940 convidou-o ao almoço. 1940. executivo do J. Abbot Goodhue. November 13. em nome de George L. caso seja confirmada a presença do presidente do . 40 Wall Street. Carson. na semana seguinte.Y. Henry Schroder Banking Corporation. e deixou o horário em aberto [GOODHUE – 1940]. Otto T. no dia 17/10/1940. naquele país. em 30/10/1940. em One Wall Street [WARD – 1940].FERNANDO PINHEIRO - 170 James S. presidente do Bank of the Manhattan Company. DC. 1940. Allan Sproul. vice-presidente do Brazilian Electric Power Company – Two Rector Street – New York City – October 9. Gerald F. ao presidente do BB. Harrison. October 16. manifestou imenso prazer em convidar João Marques dos Reis para um almoço. Harry E. a qualquer hora. comunica que.

18 – West Street. Berent Friele está em Araxá – MG. o diretor Roberto Vasco Carneiro de Mendonça ocupa interinamente o cargo de presidente do Banco do Brasil. em 9/10/1940. No período de 5/10/1940 a 27/11/1940. em 16/10/1940. 1940.171 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL BB no encontro. presidente do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950) com a Srtª Júlia Santos de Abreu. prestigiando a cerimônia de casamento do deputado federal Ovídio de Abreu. Berent Friele. culturais e sociais entre o Brasil e os Estados Unidos. em 22/3/1952. celebrada por Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota. 10 Rockefeller Plaza – New York City – October 9th. em nome do presidente do Chase National Bank. . terá o orgulho de poder fazer a saudação. entidade criada com o objetivo de desenvolver as relações comerciais. presidente do American Brazilian Association. por motivo de viagem do presidente João Marques dos Reis aos Estados Unidos. Carneiro de Mendonça recebeu mensagem de New York. cardeal–arcebispo de São Paulo. New York [FRIELE – 1940]. na presença de 3 governadores: Juscelino Kubitschek (Minas Gerais). Sílvio Piza Pedrosa (Rio Grande do Norte) e Arnon Afonso de Farias Melo (Alagoas) e diversos parlamentares. convidando-o a participar do jantar em honra de Leonardo Truda e da Missão Comercial do Brasil. Mais tarde. via All America Cables and Radio. Em 31/10/1940. entre eles Benedito Valadares [Retratos p & b – 24 x 19 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. no Downtown Athletic Club.. Inc. escreveu ao presidente do BB.

relata. a João Marques dos Reis. principalmente. a palestra proferida. por Mauro Orofino Campos. com maestria. como delegado do Brasil na 3ª Conferência Internacional de Energia Elétrica. promovido pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. reafirmando o grande prestigio desfrutado diante das autoridades americanas.FERNANDO PINHEIRO - 172 do presidente João Marques dos Reis. É o entendimento . desde os idos de 1925. em 1936. “Entender Marques dos Reis. Naquela época. reunida em New York. A propósito. a convite do presidente dos Estados Unidos. no mesmo dia. essa missão honrosa de João Marques dos Reis nos Estados Unidos. comunicando a aprovação do crédito rotativo de US$ 20 milhões ao Banco do Brasil pelo Export Import Bank [REIS. via Western Telegraph. 1940]. convites outros de grande importância eram destinados a João Marques dos Reis. com os demais companheiros de Diretoria. na condição de titular da pasta da Viação. nos Estados Unidos. o assunto de infraestrutura no Brasil. quando representou a Bahia na Conferência Internacional de Polícia. em 7/12/1998. a Casa Branca. visitou o Congresso Nacional americano e. e. exige um esforço que ultrapassa os dados biográficos para mergulhar nas circunstâncias históricas. expressando. diretor-presidente da Companhia Docas do Rio de Janeiro. contudo. nos idos de 1936 e. ao ensejo da realização do 2° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. Em resposta. 1940]. sinceras congratulações pela eficiente e magnífica atuação do presidente do Banco do Brasil [MENDONÇA. Carneiro de Mendonça enviou telegrama. Enquanto isso.

173 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL da conjuntura que fornece a chave para a compreensão de seus atos públicos. quer como ministro da Viação. Marques dos Reis. E o tempo de Marques dos Reis é a era Vargas. de Amos B. quer como presidente do Banco do Brasil. com a criação do Departamento Nacional de Portos e Navegação era criada a Autarquia Federal denominada Administração do Porto do Rio de Janeiro. Foy. a respeito da operação realizada. aqui no Rio. E aqui vale o registro da profunda transformação que sofria o pensamento e a ação do Estado. por sua sólida formação intelectual e visão estratégica dos interesses nacionais estaria certamente compromissado com as atuais correntes de pensamento que orientam as formulações do setor de transportes no Brasil. por força das funções governamentais que me são cometidas – a Direção da Companhia Docas do Rio de Janeiro – estavam ocorrendo. ministro da Viação e Obras Públicas (1934/1937) e presidente do Banco do Brasil (1937/1945) . vicepresidente do Chemical Bank & Trust Company. (48) MAURO OROFINO CAMPOS. presidente da Companhia Docas do Rio de Janeiro – in João Marques dos Reis. Um homem não pode ser visto sem o seu tempo. [Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. o presidente Marques dos Reis recebe carta de 9/1/1941. O sistema de concessões à iniciativa privada para os serviços públicos passava às mãos do Estado. precisamente em um Setor da Economia que hoje. que ancorou importantes etapas no processo de desenvolvimento da atividade portuária do país. No nosso caso. Era o tempo em que o modelo do liberalismo herdado do fim do século 19 se esgotava.” (48) Já de volta ao Brasil. O ministro de então.

A fim de dirimir dúvidas quanto à primeira agência do Banco do Brasil instalada na América do Sul. acompanhado de Trajano Furtado Reis. Em dez. marco na indústria brasileira: o presidente João Marques dos Reis assina. presidente do IAPI [Volta Redonda ontem e hoje – Visão Histórica e Estatística – Iconografia no site eletrônico. elucidamos que. Plínio Catanhede. com o compromisso de . diretor da Carteira de Crédito Comercial do Banco do Brasil pelo interior paulista Velhos amigos se reencontram felizes. a Empresa possuía 139 sucursais e subagências.. Em 9/4/1941. a excursão de José Estefno.FERNANDO PINHEIRO - 174 Assim se passaram 10 anos. inaugurada em 10/11/1941)./1951. a Ata de Constituição da Companhia Siderúrgica Nacional. Em 1942 foram inauguradas 62 subagências e a Agência Metropolitana Praça Tiradentes – Rio – DF [Revista AABB – Rio – 1942]. de perto. curtindo uma amizade antiga que vem desde os tempos em que o diretor do BB era diplomata nos Estados Unidos [Revista AABB – Rio – 1952]. o BB encerrou as atividades naquela cidade. na gestão do presidente José Maria Whitaker. Paraguai. No final de 1941.. no Salão da Câmara Sindical de Fundos Públicos. secretário da Comissão do Plano Siderúrgico. Retomando o assunto pertinente à expansão da rede de agências do Banco do Brasil. foi inaugurada em 22/10/1922. a Agência de Buenos Aires. Dois anos depois. visita on line em 8/7/2010]. em 31/12/1940. 261 agências em funcionamento ou em fase de instalação (inclusive a de Assunção. Argentina. o banqueiro Amos Foy desembarca no Aeroporto de Congonhas – São Paulo para acompanhar.

gerente. ocorreram anteriormente. em solenidade presidida pelo chanceler Horácio Lafer. Paraguai (10/11/1941).175 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL estudar a possibilidade de reabri-la nas condições em que não se apresentassem grandes ônus [PACHECO. em 24/11/1959. quadro de funcionários da Agência de Assunção. ao ensejo da viagem de Getúlio Vargas à capital paraguaia. guarda–livros [Revista – Boletim AAFBB n° 5 – 31/7/1958]. e Montevidéu. era constituído dos seguintes escriturários: Delfin Onésimo Ugarte Centurion. Vale ressaltar que em 2/8/1941. Uruguai (5/6/1945). Paraguai. como veremos mais adiante. Juan Carlos Ávila e Cristobal Aristides Cabral [Revista – Boletim AAFBB n° 5 – 31/7/1958]. contador e Aldo Luís Persichino. presidente do Banco do Brasil. O evento foi prestigiado pela presença de João Marques dos Reis. Lourival Tavares de Campos. já não detinha a condição de pioneirismo latino. No entanto. A demora para instalação da Filial foi devido à falta de mobiliário. a Agência do Banco do Brasil na capital argentina. inspetor. em nov/1941. acompanhado de Álvaro Henriques de Carvalho. ocorreu a inauguração simbólica da Agência de Assunção. Dermeval Olavo da Rocha. a inauguração oficial ocorreu somente em 10/11/1941. Sem conotação histórica de passo pioneiro. 1979]. Herman Silvestre Mendonza. instalada. Maria Ângela Matilde da Costa Casanello. O . Orlando González Fretes. tendo em vista que a inauguração das filiais de Assunção. problema solucionado com o envio de móveis do Rio de Janeiro para Assunção [Revista – Boletim AAFBB n° 5 – 31/7/1958].

contador Paulo Duarte Paes. a seguir. enc. inv. contador Romeu José dos Santos. caixa Lourival Tavares de Campos. 4/9/1969 1967 . 1/1/1959 1956 1956 1957 1957 1958 1958 1958 – falec. Almanaque do Pessoal – BB. gerente Aloysio Portella de Figueiredo.FERNANDO PINHEIRO - 176 Mencionamos. BIP]: ASSUNÇÃO – PARAGUAI Dermeval Olavo da Rocha. subgerente Inaugurada: 10/11/1941 1941 1941 1948 – apos. cadas. subgerente Paulo Duarte Paes. contador Mário Dulce Lyra. inv. gerente Renato Senise. Isidoro Caballero Duarte. subg. gerente Francisco Siciliano Netto. gerente Aguinaldo Gonçalves Beninatto. gerente Cristobal Aristides Cabral. serv. aj. 10/4/1961 1952 1953 – apos. contador Henrique Chevalier Mário Dulce Lyra. Nelson Assis – 13/3/1943. 8/3/1960 1959 1960 1960 1962 1963 1963 1964 a jul/1966 1966 1966 1966 – falec. aj. subgerente Waldir de Oliveira Pinto. Júlio Cesar Sorera. subgerente José da Cunha Amaral. gerente Lourival Tavares de Campos. câmbio Araken Brandão Fonseca. subgerente Sylvio Martins – 11/6/1945. serv. subgerente Erasto Gibier de Souza. cadastro Alfredo Dandolo Fois Franco. subgerente Francisco Siciliano Netto. 17/9/1964 1953 1954 1954 1954 1955 – apos. Araken Brandão Fonseca. gerente José da Cunha Amaral. encarregado de câmbio Victor Mayo Martinez. gerente Nelson Assis – 13/3/1943. o nome dos funcionários do Banco do Brasil que administraram aquela agência [Revista AABB – Rio.

subgerente 1972/1973 Gilberto Pinto – 12/6/1944. ger–adj. 1983 Luiz Sidney de Figueiredo 29/10/1984 a 06/03/1989 Rogério Eduardo Schmitt 21/03/1985 a 01/02/1988 Antônio Teixeira Duarte Barboza 09/09/1985 a 11/10/1988 Bolivar Jorge Ottoni. subgerente 1974 Heitor Stumpf – 22/9/1958. ger. subgerente 1980/1981 José Fernando Albano do Amarante. gerente–adjunto 1978/1979 Samuel Leites. gerente 1982 José Álvaro Torres Gonçalves.. gerente 20/04/1988 a 23/04/1990 Romão Braga – 1/10/1959 09/07/1990 a 14/04/1991 Anísio Leite Júnior 10/02/1992 a 16/07/1995 João Pinto Rabelo 04/05/1992 a 03/07/1994 Anísio Resende de Souza 13/06/1994 a 30/08/1995 . subgerente 1971 José Nunes de Faria. 1978 Juarez Ramos Munhos. gerente 1971 Alfredo Augusto Bacellar Jr. 1976/1977 Benjamin Constant Lacerda. gerente 1981 Paulo Tadao Mitsui. gerente 1977/1978 Eduardo Álvares Domingues Jr. ger–adj. gerente–adj. 1977/1978 José Carlos Gouvea Danelli. 1980/1981 José Custódio Cordeiro Neto. subgerente 1981 Joselito Heggendorn Kuhlmann. 1983/1985 José Fernando Albano do Amarante. gerente–adj. 1978 José Carlos Gouvêa Danelli. gerente–adj. 1978 Alcir da Silva Valença.. ger–adj. ger–adj. 22/02/1988 a 24/04/1990 Marcos Antônio de Mattos Reis 25/03/1988 a 14/04/1991 Anthony de Nardi Ferraz. gerente–adj. subgerente 1972/1973/1976 Santo Carmello Pistorio. gerente 1973/1974 Heitor Stumpf – 22/9/1958. subgerente 1971 Clóvis Moraes da Silva.177 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL ASSUNÇÃO – PARAGUAI Inaugurada: 10/11/1941 Augusto Thebaldi – 22/8/1949. gerente 1975/1976 Antônio Datti – 6/6/1955.-adj.

os serviços de profissionais de qualquer natureza. – 1979.A. fundação do Banco da Borracha. . de 29/01/1942. em 1941. Veio em socorro do Banco do Brasil. 569 – AGGS – Indústrias Gráficas S. “que autorizou o Banco a contratar. em 1941. naquele ano.396. se integrassem no quadro do funcionalismo. (49) Durante o período de gestão do ministro Arthur Souza Costa. havia insuficiência de pessoal nas agências para cumprir encargos sempre crescentes. (49) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. assinalamos os fatos importantes que tiveram influência na economia nacional: reformulação e liberação do sistema cambial. Mesmo assim. por tal motivo. com a admissão de funcionários do concurso realizado. por prazo determinado e para fins especiais. o Decreto–lei n° 4.068. criação da Lei dos Lucros Extraordinários. o número desses trabalhadores cresceu. para 6. 105). p.FERNANDO PINHEIRO - 178 ASSUNÇÃO – PARAGUAI Paulo César Raposo Bezerra Antônio Carlos Bizzo Lima Anísio Leite Júnior Maria Iara Azevedo Bretas José Chirivino Álvares Antônio Carlos Ramos da Silva Leo Schneiders Williams Francisco da Silva Edilson Luiz Gonçalves Brito Inaugurada: 10/11/1941 28/07/1995 a 31/01/2001 16/10/1995 a 16/08/1998 31/10/1995 a 04/04/1999 11/01/1999 a 06/03/2002 30/06/2000 a 06/05/2002 18/03/2002 a 01/01/2007 18/03/2002 a 25/04/2005 14/02/2005 a 99/99/9999 06/03/2006 a 99/99/9999 Segundo Cláudio Pacheco. ou adquirissem estabilidade (Relatório apresentado aos acionistas em 30/4/1942. dia após dia. inclusive os de caráter técnico. IV – p. sem que estes.

em 1943. José Linhares baixou o Decreto-lei n° 8. o Governo presidido pelo Sr. que. dentro da estrutura administrativa do Banco do Brasil. que alterou em certos aspectos a organização da Superintendência. instituição da moeda cruzeiro. por Getúlio Vargas: (50) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol.. proferiu conferência na Associação Comercial de Minas – Belo Horizonte – MG.A. e subordinada ao ministro da Fazenda.179 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL mais tarde. criação.495 – de 28 de dezembro de 1945. Vale do Rio Doce. Antônio Luiz de Souza Mello. apos. encampação da Itabira Mining Co. nos idos de 1950. Getúlio Vargas.” (50) Em 17/10/1942. em consequência. revela as modificações sofridas com a SUMOC: “Deposto o Sr. em 23/2/1931. na obra História do Banco do Brasil. destinada a exercer o controle do mercado monetário. Este outro decreto regulou parcialmente a fiscalização bancária e ampliou o poder da Superintendência para intervir na administração dos estabelecimentos bancários e até incluiu atribuição para mandar liquidá-los extrajudicialmente. – 1979. abordando o tema “O crédito especializado. passou a denominar-se apenas de Caixa de Mobilização Bancária. fundação da Usina de Volta Redonda. diretor da CREAI (posse no BB: 16/5/1916. 53 – AGGS – Indústrias Gráficas S. suas finalidades e seus efeitos” e fez a citação do discurso proferido. da SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito. V – p. transformado em Banco da Amazônia. inicialmente passando a ela atribuições da Caixa de Mobilização e Fiscalização Bancária. resultando a Cia. em 2/2/1945. . A propósito. Cláudio Pacheco.: 1/8/1947).

a idade do ferro marcará o período da sua opulência econômica. em 17/10/1942. com a inauguração da Agência de Buenos Aires. Mais tarde. reaberta em 8/6/1971. na viagem. em 24/11/1959. Uruguai – 1945. . no Relatório de 29/4/1925 à Assembleia dos Acionistas. a sucursal em Buenos Aires. Argentina foi reinaugurada. aos Estados Unidos. A justificativa da extinção da agência portenha foi apresentada por James Darcy. alcançou outra dimensão ao criar duas primeiras agências no exterior: Assunção. na 3ª Conferência Internacional de Energia Elétrica. Para o Brasil. Inglaterra (1891/1894). alcançado desde os tempos de ministro da Viação e Obras Públicas (1934/1937). suas finalidades e seus efeitos. de Antônio Luiz de Souza Mello – conferência realizada. Argentina. excetuando-se a Agência de Londres. presidente do Banco do Brasil (2/1/1925 a 16/11/1926). como veremos adiante (pp. extinta pela Diretoria em sessão de 1/10/1924. com a presença do presidente do Banco do Brasil.” (51) Vale assinalar que o prestígio internacional de João Marques dos Reis. em setembro/1936. começou. onde cumpriu elevada missão de representar o governo brasileiro. 393 a 397). básico da nossa economia é o siderúrgico. Paraguai – 1941 e Montevidéu. na Associação Comercial de Minas – Belo Horizonte – MG. dirigida pelo gerente Barão do Rosário. na presidência de José Maria Whitaker.FERNANDO PINHEIRO - 180 “Mas o problema máximo. nos idos de 1922. (51) GETÚLIO VARGAS – in Discurso proferido em 23/2/1931 – Apud O crédito especializado. Na verdade. a ida do Banco do Brasil para o exterior.

Em março/1973. . pela Editora da Universidade de São Paulo. Diplomado em Biblioteconomia em 1949. dez anos depois. Orlando da Costa Ferreira fez carreira na Agência do Recife – PE. como bolsista do governo francês. Por despacho de 21/8/1942. no meio de 315 participantes. do presidente do Banco do Brasil. editoração e história do livro. lotado na PRESI/COTEC – Consultoria Técnica da Presidência. Nos idos de 1964. sob a chefia de Fernando Monteiro. De volta ao País. aposentou–se após ter prestado relevantes serviços. pelos relevantes serviços que foram apreciados e enaltecidos durante a reunião destinada à elaboração dos Estatutos do Banco do Crédito da Borracha [Anotações – 1942]. Obra de relevante importância destinada aos profissionais e pesquisadores das áreas de artes plásticas. estagiou e fez pesquisa na Biblioteca Nacional de Paris. lecionou na Escola de Biblioteconomia da Universidade do Recife. Imagem e Letra. Orlando da Costa Ferreira exerceu as funções de bibliotecário do Museu e Arquivo Histórico do Banco do Brasil. foi comunicado a José Arraes de Alencar os agradecimentos e congratulações que o próprio presidente do BB se associou ao presidente da Comissão Especial para Regulamentação dos Acordos de Washington (Missão Souza Costa). 552 pp. A convite de Aurélio Buarque de Holanda participou do projeto do Novo Dicionário da Língua Portuguesa na colaboração especializada em Bibliologia e Artes Gráficas. onde obteve o 1° lugar. publicada. de Orlando da Costa Ferreira.181 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Admitido no Banco do Brasil por meio do concurso público realizado em 1942.. em 1994.

: 1/5/1948). Atualmente. na cidade do Rio de Janeiro. manda anotar na fé-de-ofício de nosso homenageado os elogios do ministro da Fazenda. 1981]. “pela dedicação. Os idos de 1942 era também auspicioso para o funcionário Casimiro Antônio Ribeiro que tomou posse no Departamento de Estatística e Estudos Econômicos do Banco do Brasil. de 9/1/1945. operosidade e competência com que conduziu o encargo que lhe foi confiado – liquidação do Banco Francês e Italiano para a América do Sul”. 8°. apenas os de Direito e Engenharia [RIBEIRO.FERNANDO PINHEIRO - 182 Outro despacho presidencial de 11/1/1945. nos idos de 1943. constantes no Aviso n° 45. Nesse Departamento. durante 2 anos. na gestão do presidente João Marques dos Reis. com bases técnicas (gestão do presidente João Marques dos Reis) [RIBEIRO. responsável pela criação do 1° Relatório do Banco do Brasil. Casimiro Ribeiro esteve sob a chefia de Paulo Frederico de Magalhães. esses pavimentos pertencem a AAFBB – Associação dos Antigos Funcionários do Banco do Brasil. 9° andares do Edifício Saturnino de Brito. ocasião em que não existia no Rio de Janeiro o curso de economia. onde funcionaram as dependências do Banco do Brasil (Serviço Médico–Cirúrgico. o presidente–fundador da AAFBB. criada em 24/10/1951. 1981]. a nível universitário. sob a orientação e a liderança do poeta João Castelo Branco de Almeida (posse no BB: 5/2/1918 – apos. Os 7°. e o DEPIM – Departamento Imobiliário) foram adquiridos. .

a Diretoria manifestou–se favorável a confirmação de alto conceito desfrutado por José Arraes de Alencar. desmembradas em outras unidades regionais. 4ª Residência – sede: Recife – Zona: Pernambuco e demais Estados do Norte e Nordeste. no Serviço de Engenharia do Banco do Brasil. 2ª Residência – sede: São Paulo – Zona: São Paulo e Mato Grosso. A partir de 1/3/1944. foram criadas 4 Residências. sob a orientação do diretor Pedro Demósthenes Rache. Fernando Martins Pereira e Souza (1946/1951 e 1955/1956). 1ª Residência – sede: capital federal – Zona: Distrito Federal. assumiram o cargo de chefe do ENGEN: José Bretas Bhering (1944/1945). com a sede no Rio de Janeiro. 3ª Residência – sede: Porto Alegre – Zona: Rio Grande do Sul. destacando a elegância de atitudes comprovando a bela formação moral. 1986]. Pela ordem. devidamente regulamentado em 31/7/1944. O Setor de Serviços Técnicos Diversos – TECDI . Paraná e Santa Catarina. Na mesma data da regulamentação (31/7/1944). é criada a 1ª Zona de Residência. 2006]. que teve a duração até os idos de 1956. Rio de Janeiro. Paulo de Mattos Pimenta (16/11/1951 a 14/1/1955). Virgílio Cantanhede Sobrinho (14/3/1951 a 16/11/1951). ocorreu a reforma do Serviço de Engenharia do Banco do Brasil. conhecido pela sigla ENGEN. Originalmente estavam assim distribuídas [BANDEIRA. que seriam. na gestão do presidente João Marques dos Reis. Em 31/7/1944. Espírito Santo e Minas Gerais.183 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Por despacho coletivo de 22/10/1943. Ephraim de Carvalho Borges (14/1/1955 a 9/5/1955) [ARAÚJO. no futuro.

e encerra as atividades em junho de 1945. Pedro Paulo Sampaio de Lacerda. participa. em 5/6/1945.. O eng. o Banco do Brasil instala. como voluntária. chefe da Tesouraria. a decano das mulheres militares brasileiras. entre as quais.FERNANDO PINHEIRO - 184 absorveu os serviços da extinta 1ª Residência – Rio. dentro do BB. de 1/6/1957). É reformada pelo Exército. Armando Moraes Ferreira. gerente. o Escritório Central da AGEFEB destinado a suprir a Pagadoria da FEB – Força Expedicionária Brasileira. O quadro do pessoal era constituído de 14 pessoas. 2006]. Dion Sales Coelho assumiu o cargo de chefe da Residência. Em 2 de agosto de 1944. Eduardo Dreux. em 1976. Elza Cansanção Medeiros (1921/ 2009). Nessa época. Com cerimônia revestida de simplicidade. com a permissão das mulheres de ingressar na carreira militar (Lei n° 3160. durante o período de paralisação (1956/1978). Encerrado o conflito de sangue. foi inaugurada. Fernando Freire. promovidos a coronel e tenentes–coronéis e major [Revista AABB –Rio – 1944]. no Banco do Brasil. Celso de Moraes Sarmento. Dez anos mais tarde. em 1947. Corre o tempo. por Ernesto Luiz Greve. Charles Pullen Hargreaves. De 1963 a 1965 reassume suas funções no Banco do Brasil. em épocas distintas. salientamos: . em 1957. Receberam condecoração de guerra: Gastão Luiz Detsi. na Itália. substituído. Paulo Baiardo Neves e Ruy Xavier Bruno [ARAÚJO. o Exército a dispensou e ela ingressa. adjunto. a Agência do Banco do Brasil. Namir Salek. em Montevidéu – Uruguai. Kleber Gonçalves Nina. adjunto. no posto de Major. da 2ª Guerra Mundial. tornando–se.. Elza Cansanção retorna ao Exército nas condições de enfermeira. contador.

Dentro do pioneirismo da memória institucional da Empresa. José Luís Tabarez. o nome dos funcionários do Banco do Brasil que administraram a Agência de Montevidéu. caixa. contador. Antônio Gurgel Costa Nogueira. ambos chefes-de-serviço. Celina Tabarez. Uruguai. a seguir. escriturária [Revista AABB – Rio – 1945]. a hacer más estrecha. Paulo Corrêa. Eleutério Proença de Gouvêa e Írlio Pessoa. Almanaque do Pessoal – BB. funcionária do Banco do Brasil – Discurso de inauguração da Agência de Montevidéu. telefonista. proferiu um breve e comovente discurso. Rosa Encolado. a voz feminina encontra espaços sagrados que a consagram na posteridade. . gerente.” (52) Mencionamos. No desfecho. Celina Pacheco Prates Tabarez. O jornal La Razón do Uruguai divulgou o evento. la invariable amistad que une a dos pueblos forjados para la libertad y el trabajo. más duradera y más firme. Uruguai [Revista AABB – Rio. proferido em 5/6/1945 – Revista AABB – Rio – 1945. No evento de inauguração.185 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Amadeu Dalía. diante do microfone da Rádio Monumental de Montevidéu. subgerente. a oradora ressaltou a congratulação pelo início das atividades do Banco do Brasil na praça de Montevidéu: “expresando su firme e indeclinable certeza de que ha de contribuir eficazmente. BIP]: (52) CELINA TABAREZ. com muita classe e elegância.

ajudante–de–serviço Wener Margiocco Boscacci. cadastro Elias Enrique Sarano Baharlia. contador Rubens Durvel Introini. gerente 1945 Antônio Gurgel Costa Nogueira. contador Eleutério Proença de Gouvêa. gerente Carlos Rafael d´Ávila Rocha. inv. ajudante–de–serviço Írlio Otávio de Figueiredo Pessoa. aj. gerente Alcides Pereira da Costa. Luiz Alberto Carluccio. ajudante–de–serviço Paul Rosat – 1/3/1937. ajudante–de–serviço Antônio Fragomeni – 16/10/1942. serv. câmbio Werther Teixeira de Azevedo.FERNANDO PINHEIRO - 186 MONTEVIDÉU – URUGUAI Amadeu Dalia – 13/6/1921. gerente Elmo de Araújo Camões. ch–serviço Luís Alberto Carluccio. serv. ch. câmbio Juan Carlos Toiran Ilich. serv. chefe–de–serviço Ruy Tavares Utinguassú. Haydée Sgarbi de Sordo. gerente Alcides Pereira da Costa. aj. aj. 26/7/1950 1945/1948 1945 1945/1951 1945 1949 1950 1950/1958 1951 1952 1952 1952 1952 1953 1953 1953 1954 1955 1955 1958 1958 1958 1958 1958 1958 1959 1959 1959 1959 1959 1963 . enc. serv. inv. encar. caixa Ramon Osorio Sierra Azambulla. cadastro Euvaldo Dantas Motta. encar. serv. Luiz Alberto Esteves Leyte. enc. contador Carlos Rafael D´Ávila Rocha. subgerente Inaug. contador Abeillard Barreto. 5/6/1945 – falec. Juan Carlos Toiran Ilich. subgerente Paulo Affonso Poock Corrêa.–de–câmbio Albano Augusto Petry. ajudante–de–serviço Luiz Alberto Carluccio. câmbio Ruben Julio Vanerio Rosso. ch. Duvar Sonaolin. chefe–de–serviço Írlio Octávio de Figueiredo Pessoa.

subgerente Plínio Farjalla Barbosa Cordeiro. subgerente Antenor Irineu Puntel. Eurico Gonçalves Calafete. gerente Oriane Alves – 16/5/1947. gerente–adjunto Luiz Geraldo do Nascimento. gerente–adjunto Samuel Leites. gerente Antenor Irineu Funtel. subgerente Erasmo Szpoganicz. gerente Idálio de Abreu Martins. subgerente Ernani Schmitt – 18/3/1957. subgerente Gastão Luiz Fontes Van Gasse.–adjunto Antônio Goes de Araújo. gerente Gabriel Demétrio Sosa Bermudez. gerente–adjunto Gabriel Demétrio Sosa Bermudez. gerente–adj. gerente–adj. gerente–adjunto Gabriel Demétrio Sosa Bermudez. gerente–adj. subgerente Inaug. gerente–adj. subgerente Oriane Alves – 16/5/1947. 5/6/1945 1963 1963 1963 1964 1967 1967 1971 1972/1973 1974 1973/1974 1975/1976 1975/1976 1976 1977/1978 1977/1979 1977/1978/1979 1977 1977/1978/1979 1978/1979 1978 1977/1978/1979 1978/1980 1979/1980/1983 1979/1980 1979/1980 1980/1981 1980/1981 1981 1981/1983 1981 1981 . gerente Albano Augusto Petry José Bezerra Cavalcanti. gerente Dionísio Nelson Garcia.197 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL MONTEVIDÉU – URUGUAI José Bezerra Cavalcanti. subgerente Néllio Alves de Mello. ger. subgerente Carlos Alberto Calage Cidade. Luís Antônio da Silva Correa. subgerente Pedro da Cunha Beltrão dos Santos Dias. gerente Orlando de Castro Alves. subgerente Vivaldino Canabarro Maciel. Sady Roque Grubel. Vivaldino Canabarro Maciel. gerente Nabor de Azevedo Guazzelli. gerente Antônio Goes de Araújo. subgerente Luís Antônio da Silva Correa.

E. 1988 Carlos Henrique Couto Rebello. a Empresa estimula. ainda dentro do pioneirismo. o 3° lugar (basquete masculino) nos Olympic Games de Londres. ger–adj. nos idos de 1948. 1982/1983 Francisco Eugênio Rodrigues Coutinho 18/10/1983 a 02/04/1989 João Lanes Simões 18/03/1985 a 03/05/1989 Leônidas Maia Albuquerque 02/09/1985 a 14/04/1991 Mário José Soares Esteves. na década de 1940. até então. gerente–adj. secretário do COB – Comitê Olímpico Brasileiro. a 1ª conquista do campeonato sul-americano de basquete. chefia a delegação brasileira que mais brilhou. 5/6/1945 José Carlos de Carvalho Tinoco. Adolpho Schermann. ger–adj. A delegação viajou no avião Constellation da Panair do Brasil. chefe da Delegação brasileira em Guayaquil. em 1945. onde obteve. 01/09/1988 a 14/04/1991 Luiz Mário de Freitas 30/03/1992 a 02/06/1996 Marcus Antônio Siani 13/07/1992 a 16/07/1995 José Antônio Cabral Sinoti 26/06/1995 a 29/02/2000 Otto Werner Nolte 08/06/1995 a 31/08/1995 Vitalino Santin 18/03/1996 a 15/03/1998 João Inácio de Andrade Lima 01/07/1996 a 07/04/2005 Vitalino Santin 25/05/2000 a 27/05/2002 Incluindo os idos de 1936. gerente–adj. 28/07/1988 a 14/04/1991 José Américo Santos Rodrigues. quando surge o início do ensino dentro do Banco do Brasil. o bronze olímpico foi para o basquete masculino. com a presença de Adolpho Schermann (posse no BB: 16/6/1930. a conquista da primeira medalha. em esportes coletivos. segundo o Comitê Olímpico: Em Londres. em Olimpíadas. apos. .: 18/7/1960). Segundo a Revista AABB – Rio.FERNANDO PINHEIRO - 188 MONTEVIDÉU – URUGUAI Inaug. prefixo PP – PCG. fora do Brasil. a fase ligada aos esportes e à cultura. Equador. ainda.

como procurador do Banco do Brasil e assessor do Síndico da Massa Falida. o mensageiro dos desportos. posteriormente. onde foi verificada a remessa à Massa de US$ 650 mil. O procurador recebeu elogios de juízes e curadores que acompanharam o processo de liquidação. colega de Colégio e. no exterior. o advogado Schermann foi liquidante de todos os escritórios da Panair do Brasil. a Adolpho Schermann.189 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Por ironia do destino. . São Cristovão – Rio de Janeiro). 1999]. nos idos de 1966. recebemos resposta calorosa que muito nos sensibilizou. o remetente refere–se a Adolpho Schermann um grande amigo. em 27/10/1999. Em papel timbrado Le Président d´Honneur da FIFA. segundo coletânea de Cídio da Silveira Carneiro e João Vieira Xavier. Francisco Machado Gonçalves Ferreira (CREGE). ao escritor Fernando Pinheiro. alegando que Schermann foi um grande idealista e batalhador na organização e difusão do esporte no Brasil [HAVELANGE. companheiro de esporte. os funcionários que se encontravam em disponibilidade: Amaury Severino dos Santos (Agência Metr. 1967] Ao ensejo da remessa do convite da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil relativa à homenagem prestada. Décio de Freitas Rocha (CACEX). em carta dirigida em 14/7/1999. título apropriado e reconhecido pelo presidente de honra da FIFA. endereçada ao presidente de honra da FIFA. Participaram ainda dos trabalhos pertinentes à Massa Falida Panair. Paulo Rodrigues Tavares (Agência Centro – Rio de Janeiro) [Revista AABB – Rio – fev.

Em 1991 o patrocínio dos esportes se consolida a nível de institucionalização que passa a ter orçamento próprio. Em segundo plano do pioneirismo. a imagem de pioneirismo dos esportes no Banco do Brasil pode ser dividida. Nos idos de 1925/1926. Corrêa e Castro. atinge o 4° lugar do ranking dos mais . José Arraes de Alencar (1896/1978) foi empossado em 17/7/1945. exemplo de competência.FERNANDO PINHEIRO - 190 Vale ressaltar que Marques dos Reis. em 5/1/1946. com Adolpho Schermann. vale destacar que. anotadas em fé–de–ofício e assinaladas. com promoção de Torneio de Futebol – Taça João Marques dos Reis. exerceu o cargo de ministro da Fazenda (22/10/1946 a 10/6/1949) e. nos idos de 1986. durante a gestão de Camillo Calazans de Magalhães (18/3/1985 a 8/3/1988). diretor da Carteira de Câmbio. recebeu referências elogiosas de Pedro Luiz Corrêa e Castro. no Estádio do Botafogo – Rua General Severiano – Rio de Janeiro [Revista AABB – Rio – 1938]. apesar de pouco tempo na Presidência. Funcionário–símbolo de toda a História do Banco do Brasil. no cargo de chefe do Departamento da Secretaria do Banco do Brasil. à época. o Banco do Brasil inicia o patrocínio esportivo destinado à seleção brasileira de vôlei (masculino e feminino). retidão e caráter. com todas as honras merecidas. sendo grande incentivador dos esportes no quadro do funcionalismo. presidente do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945). presidente do Banco do Brasil. quando era gerente da Agência de Manaus – AM. pelo médico Manoel Guilherme da Silveira Filho.

em 31/10/1945.068. nascia no Brasil a organização dos sindicatos. é criado o SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. João Marques dos Reis (30/11/1937 a 6/11/1945). que criou a SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito. essa Superintendência teve ainda os seguintes diretores– . Ao longo de uma década. em conjunto com o presidente João Marques dos Reis. Dois meses mais tarde. assinou. Em 5/2/1945. a CNC – Confederação Nacional do Comércio foi reconhecida. Carneiro de Mendonça assume. o cargo de ministro do Trabalho (governo José Linhares). Tendo em vista a autorização contida no Art. antecedido nessa colocação honrosa apenas por Lisboa Serra. presidente–fundador do BB (5/9/1853 a 15/1/1855). em 30/11/1945. presidente do Conselho da entidade recém–criada. como entidade sindical. de 2/2/1945. mediante o Decreto–Lei n° 8.191 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL importantes presidentes. sob o manto protetor da CNC que fôra incumbida de organizá-lo e administrá-lo em todo o País. 7 do Decreto–Lei n° 7. Em consequencia. José Vieira Machado assume o cargo de diretor–executivo da SUMOC na gestão que dura até 8/2/1951. José Maria Whitaker (20/12/1920 a 27/12//1922). Na parte legal. o ministro Arthur de Souza Costa. em 10/1/1946. mediante o Decreto n° 20.293. graças à participação direta do antigo diretor do BB. Nesse governo transitório foi criada a Comissão Nacional de Sindicalização. Após o mandato de diretor do Banco do Brasil (1937/1944). o contrato celebrado entre o Ministério da Fazenda e o Banco do Brasil [Diário Oficial da União – 15/2/1945].739.

Raulino de Oliveira assume a CSN. presidente da CSN para ocupar o cargo de presidente do Banco do Brasil. Inar Dias de Figueiredo (18/10/1955 a 12/3/1956). ao ensejo da criação da CSN – Companhia Siderúrgica Nacional. Nesse mesmo dia. Il. Em 9/4/1941. educado. Anteriormente. em março/1940. Guilherme Guinle assumiu o cargo de presidente do Banco do Brasil (6/11/1945 a 22/11/1945). José Soares Maciel Filho (19/9/1952 a 31/8/1954). João Marques dos Reis despediu-se da Presidência. em 6/11/1945. Guilherme Guinle fôra nomeado pelo presidente Getúlio Vargas para presidir a Comissão Executiva do Plano de Siderurgia Nacional (Retrato em grupo – Iconografia da obra Edmundo de Macedo Soares e Silva – Um Construtor do Nosso Tempo – p. Octávio Gouveia de Bulhões (31/8/1954 a 17/5/1955). em 7/11/1945. que já demonstrava ser grande empreendedor à frente da Cia. foi um dos construtores da riqueza nacional. o presidente da República.FERNANDO PINHEIRO - 192 executivos: Walter Moreira Sales (22/2/1951 a 8/5/1952). magnânimo. Com a saída de Guilherme Guinle. Com quase 8 anos á frente dos destinos do Banco do Brasil (30/11/1937 a 6/11/1945). 89 – Depoimento ao CPDOC – Fundação Getúlio Vargas – Rio de Janeiro – 1998 – Organizadoras: Lúcia Hippólito e Ignez Cordeiro de Freitas) – 172 pp. data em que era realizada a sessão de Diretoria presidida pelo diretor Antônio Luiz de Souza Melo. . nomeia Guilherme Guinle para o cargo de presidente da CSN. Getúlio Vargas. Egídio da Câmara Sousa (8/5/1952 a 19/9/1952). Rico. Prudente de Moraes Neto (17/5/1955 a 18/10/1955). Docas de Santos e do Banco Boavista.

antigo presidente (11/9/1929 a 24/10/1930). O nome do “Estádio de Futebol Moça Bonita” ou “Estádio Guilherme da Silveira”. dirige a reunião de Diretoria. Guilherme da Silveira e Guilherme Guinle) – assinala a reorganização do serviço médico–cirúrgico que ampliou diversos benefícios (clínicas médicas. médico e desportista. Nesse dia. Atualmente não existe mais. Com a aproximação crescente da CASSI junto ao BB. sede do clube Bangu.193 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL 1945 – convergindo no mesmo cenário 3 ilustres presidentes do Banco do Brasil (João Marques dos Reis. Manoel Guilherme da Silveira Filho. antes mesmo da criação. O dia 6 de novembro de 1945 é auspicioso para o funcionário Antônio Luiz de Souza Mello. o Serviço Médico foi desaparecendo. serviços de laboratório. na 1ª gestão (11/9/1929 a 24/10/1930). foi prestado em homenagem à família do presidente. em 27/1/1944. ocorridas em situações distintas: uma bastante longa (João Marques dos Reis) e a outra bastante curta (Guilherme Guinle). . O mês de novembro/1945 marca o término de 2 gestões presidenciais no Banco do Brasil. ele pertence à grei dos benfeitores do funcionalismo do BB. destacado homem na sociedade carioca. industrial. pois ocupa. da CASSI – Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. em caráter interino. assistência dentária na Direção Geral). 22/11/1945 – De volta à Presidência do Banco do Brasil. ao criar o Serviço Médico. Em termos humanitários. o cargo de presidente do Banco do Brasil. prestigiada pela presença do ex–presidente do BB [Galeria de Presidentes do Banco do Brasil – 1854/2004 – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil].

. proficiência e dedicação”. É bom salientar que a Empresa nunca menosprezou os funcionários competentes que tiveram. dentro do próprio Banco. patrono da Cadeira n° 21 da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil.. que contém o RESOLVO [Ato de 5/1/1946] do presidente Guilherme da Silveira. Pedro Demósthenes Rache. Superintendente: Pedro de Mendonça Lima [Almanaque do Pessoal – 1948] . o presidente no despacho RESOLVO autorizou inscrever: “. na vida particular. presidente do Banco do Brasil (11/9/1929 a 24/10/1930 – interino) e (22/11/1945 a 2/6/1949) – in Cópia da fé–de–ofício de José Arraes de Alencar. no período de 24/11/1945 a 2/6/1949. (53) (53) GUILHERME DA SILVEIRA. Hamilcar José do Amaral Beviláqua.FERNANDO PINHEIRO - 194 A 2ª gestão do presidente Guilherme da Silveira. . Vilobaldo Machado de Souza Campos. atividades artísticas e culturais e.031. salientamos um caso especial em que o reconhecimento oficial veio registrado nas Anotações n°s 10. Jorge de Toledo Dodsworth. Gudesteu de Sá Pires.030 e 10. manifestaram inteligência e capacidade na comunicação oral e escrita com que eram distinguidos em elevados cargos. Com o valor reconhecido do Banco do Brasil que enalteceu os predicados de ordem moral e técnica e os dotes intelectuais e culturais de José Arraes de Alencar que publicou o Vocabulário Latino. que durante a minha 1ª Presidência do Banco do Brasil lhe confiei missões da mais alta relevância das quais se desempenhou com honradez. teve a participação dos seguintes diretores: Alberto de Castro Menezes. Dentre tantas outras ocorrências salutares. José Vieira Machado.

teve a participação dos seguintes diretores: Alberto de Castro Menezes. gerente da Agência de Manaus – AM (1925/1927). nos idos de 1944. desde o início: contador. na cidade de Ilhéus [ALENCAR. Leonardo Truda. 1975]. gerente da Agência de Fortaleza (1927/1928). secretário de gabinete (1930/1934) do diretor BB.195 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Antes mesmo de ingressar no Banco do Brasil. A carreira profissional de José Arraes de Alencar (posse no BB: 6/2/1918. inspetor (1934/1945). Em decorrência do crescimento do custo de vida. mantendo o então elevado nível de padrão de vida dos funcionários. Hamilcar José do Amaral Beviláqua. mediante concurso realizado no Rio de Janeiro (600 candidatos inscritos e 80 aprovados). Vilobaldo Machado de Souza Campos. A 2ª gestão do presidente Guilherme da Silveira. 1946. na Agência de Ilhéus – BA. . Campina Grande. gerente da Agência do Recife (1930/1932). e gerente–instalador da Agência Teresina – PI. José Arraes de Alencar era gerente e co–redator do Jornal de Ilhéus e professor particular do idioma francês – método Berlitz. em 6/2/1918. o Banco do Brasil. concedeu vários aumentos de remuneração de salários. Jorge de Toledo Dodsworth. no período de 24/11/1945 a 2/6/1949. Pedro Demósthenes Rache. Gudesteu de Sá Pires. chefe do Departamento de Secretaria (17/7/1945 a 17/4/1948) [ALENCAR. lente do Colégio Diocesano São José (1916/1917).: 19/4/1948) é bastante auspiciosa. com justiça peculiar da Diretoria e da Presidência. 1945. gerente da Agência de São Luís – MA (1928/1930). José Vieira Machado. 1975]. apos. Superintendente: Pedro de Mendonça Lima [Almanaque do Pessoal – 1948] . depois removido para Natal.

FERNANDO PINHEIRO - 196 Em 1946. afirma: “. referindo–se ao citado Plano. autor da História da República Brasileira (vol. Funcionário do Banco do Brasil. vale ressaltar a citação de eminentes intelectuais: o escritor Hélio Silva. com a entrada no poder do Governo do general Eurico Dutra (31/1/1946 a 31/1/1951). divulgou os propósitos para alcançar semelhante desiderato. na área econômica. A propósito. apresentou ao presidente da República um relatório relativo ao exercício de 1946. O combate à inflação e a expansão econômica eram os assuntos primordiais na pauta do Governo. na variedade de suas origens e formas. .. Dentre os quais. 29). no período 22/7/1910 a 14/9/1931. no qual consta a elaboração de um plano econômico-financeiro que recebeu. pela primeira vez na nossa história. ressalta que “esse planejamento administrativo. ministro da Fazenda (22/10/1946 a 10/6/1949). viu-se defrontado com o desafio em realizar. na obra Presença (p. ao Jornal do Commercio – edição 11/8/1946. marcara o início do mandato do presidente Eurico Dutra.” No entanto. Pedro Luís Corrêa e Castro. mencionamos: “estimular e amparar a produção. de imediato. conhecido como Plano SALTE. aplausos unânimes em todo o País. uma obra de saneamento e recuperação.. 77) – Editora Record – 1982. as classes produtoras não encontram no plano econômico uma realização que viesse concretizar seus anseios. o ministro Gastão Vidigal. p. 13. de imediato.” o embaixador Hugo Gouthier. Em entrevista concedida. principalmente a agricultura e a indústria.

mas muito sério. Nos idos de 1971.” problemas de A inauguração oficial da Usina de Volta Redonda ocorreu. muito competente. diretor da Carteira de Câmbio. Raulino de Oliveira. presidente da República. em maio/1966. no cargo de chefe de gabinete de Charles Pullen Hargreaves. quando é substituído. gerente da GECAM para a gerência da Agência em Londres. presidente da CSN. alimentação. Luna assumiu o cargo de gerente da GECAM durante o período 1971/1972. que substituiu o diretor Luiz Biolchini. 157. ministro da Viação e Obras Públicas. burocrata. com a saída de Eduardo de Castro Neiva.” (54) A carreira de José Fernandes de Luna no Banco do Brasil inicia–se em 31/3/1945 e começa a adquirir destaque. transporte e energia. ministro da Indústria e Comércio (governo Costa e Silva). por Antônio Fragomeni. com a presença de Eurico Gaspar Dutra. e de Edmundo de Macedo Soares e Silva. um dos antecessores de Edgardo Amorim Rêgo na GECAM – Gerência de Operações de Câmbio – Direção Geral: “Meu chefe de gabinete foi José Fernandes de Luna. Edmundo de Macedo Soares e Silva. . ele me substituía quando eu viajava.197 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL pensava–se na solução programada dos saúde. em 1972. 1998 – p. (54) EDMUNDO DE MACEDO SOARES E SILVA – Um Construtor do Nosso Tempo – Depoimento ao CPDOC – Fundação Getúlio Vargas – Lúcia Hippólito e Ignez Cordeiro de Farias (organizadoras) – Rio de Janeiro – Iarte Impressos de Arte. em 12 de outubro de 1946. presta um elogio a um funcionário do Banco do Brasil.

recebe a visita do inspetor Alcebíades França de Faria. No 2° semestre/1941. de terno branco. e em 8/11/1945. Vale ressaltar outro benefício. a Agência Aimorés – MG. ele veio a ocupar o cargo de presidente do Banco do Brasil – 20/7/1963 a 31/3/1964) – Retrato original p & b – 24 x 18 cm. em época natalina. Vale assinalar as imagens custodiadas pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil: Foto n° 9 – BANCO DO BRASIL – Agência Barretos–SP – 2° semestre/ 1941 – No 1° plano. com intensa força. e antes da criação do abono de Natal surgida na Lei n° 974. de 17/12/1949. em 8/10/1948. no mínimo.FERNANDO PINHEIRO - 198 O Banco do Brasil. na reunião de Diretoria ao instituir a licença-prêmio. do cálculo de aposentadoria sobre o pagamento mensal resultante da média dos proventos totais relativos ao triênio anterior à data da aposentadoria aos funcionários com 50 anos de idade e 30 de serviços. pelo prazo de 6 meses. NILO MEDINA COELI (mais tarde. Esse cuidado em zelar pelo elevado padrão de qualidade recrudesceu. . A iniciativa partiu do funcionário Hamilcar Beviláqua. assegurada ao servidor que tivesse 25 anos de serviços ininterruptos. já concedia aos funcionários. o funcionário Nilo Medina serve na Agência de Barretos – SP. e aprovada pelo presidente Guilherme da Silveira [Revista AABB – Rio]. na gestão de Guilherme da Silveira: a aprovação na Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas. sob o comando do gerente Nilo Medina Coeli e do contador José Gaspar de Oliveira. o 2° da esquerda para a direita. seguida por seus pares da Diretoria. em 30/4/1947. o pagamento de salários em dobro. em plena função do cargo de diretor do Banco do Brasil. desde 1937 na gestão de Marques dos Reis.

ROMEU RIBAS ESTEVES. MÁRIO LÚCIO CORREA. Cid Ney de Araujo Bretas. Posteriormente. De pé: LUIZ GONZAGA DO NASCIMENTO. chefe–de–serviço – CREAI. Waldemar Balalai de Carvalho. e o 3°. JOSÉ GASPAR DE OLIVEIRA. antes mesmo que fosse criada. NILO MEDINA COELI. sentados: ALCEBÍADES FRANÇA DE FARIA. inspetor (mais tarde. contador. o 2° da esquerda para a direita. ele veio a ocupar o cargo de presidente do Banco do Brasil – 20/7/1963 a 31/3/1964). advogado do Banco do Brasil (8/9/1945 a 11/2/1948). de lenço branco no paletó. Nilo Medina Coeli. gerente (mais tarde. a Assessoria Jurídica Regional em todo o território nacional. na mesma ordem. Como prova documental (retrato/imagem). presta relevantes serviços a CAMOB – Caixa de Mobilização Bancária e a SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito. 20/7/1963 a 31/3/1964). . – p & b – 17 cm x 12 cm. De pé. Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Em Barretos – SP. ele veio a ocupar o cargo de presidente do Banco do Brasil. Foto n° 12 – BANCO DO BRASIL – Agência Santa Cruz do Rio Pardo–SP – 2° semestre/1946 – Retrato em grupo – No 1° plano. NILO MEDINA COELI. GABRIEL DOS REIS JUNQUEIRA e RUY DO NASCIMENTO. Nessa década. gerente da Agência (mais tarde. ABNER DE FREITAS COUTINHO. – Retrato original p & b – 24 x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Carlos Luiz Bandeira Stampa. em décadas posteriores. o 6° da esquerda para a direita. ALOÍSIO PAPINI GÓES. ele iria se notabilizar como juiz e presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro [Revista AABB – Rio]. advogado do BB. entre outros. DÉCIO DE FREITAS ROCHA.199 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Foto n° 10 – BANCO DO BRASIL – Agência Aimorés–MG – 8/11/1945 – Da esquerda para a direita. gerente. presidente da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil – 19/3/1949 a 30/4/1952). podemos salientar a presença de advogado. na década de 40. FABER ALVES DE ARAÚJO. trabalhando em agência do Banco do Brasil. contador e Atílio Pisa.

integra a delegação do Brasil junto ao Comitê Executivo da ONU [Revista AABB – Rio – 1945]. João Cândido de Andrade Dantas. foi inaugurada. contador (posse no BB: 1/9/1932. Tijuca. o funcionário Olinto Pinto Machado. entre outros [Revista AABB – Rio – 1948]. Ao ato de inauguração estavam ainda presentes Arthur Veras. abrangendo ainda as cercanias do Engenho de Dentro [Revista AABB – Rio – 1948]. . e de Mário Bento Castanheira. no Distrito Federal. gerente (posse no BB: 12/7/1923 – apos. gerente. na Rua Voluntários da Pátria. o presidente do Banco do Brasil prestigiou a inauguração da Agência Metr. A jurisdição da Agência se estendia até o Largo da 2ª Feira. sob a direção de Aníbal Alexandrino do Amaral Beviláqua. instalada. nos idos de 1945/1946. Pedro Mendonça Lima. apos. A Agência Metr. e Edgard Rumann Soares. e os executivos lotados em diversas áreas da Empresa: José Toledo Lanzarotti. Nos idos de 1948. Francisco Vieira de Alencar. em 26/2/1948. Mário Pereira das Neves. inicialmente.: 10/10/1962). chefe da IAMET – Inspetoria de Agências Metropolitanas [Revista AABB – Rio – 1948]. contador. a pedido do ministro Leão Veloso. o Alto da Boa Vista. a chefia de gabinete do diretor da SUMOC é ocupada por Alfredo Lopes da Costa Moreira [Revista AABB – Rio – 1948]. 449. Em março/1948. Botafogo.: 25/8/1953). José Bonifácio Gomes de Castro. superintendente. chefe do gabinete da Presidência. com a presença do presidente Guilherme da Silveira que se fazia acompanhar de Aluízio Fragoso de Lima Campos.FERNANDO PINHEIRO - 200 À disposição do Itamarati.

lotado naquela agência. Afonso Penna Júnior. Nesse ano. Desde 1936. o Banco do Brasil cria a “Seção de Custódias”. 112).” [Revista AABB – Rio – 1948].: 1/1/1961). proferida na Agência de São Paulo. já existia [Revista AABB – Rio – 1948]. Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. . oriunda do setor denominado “Cofre” que integrava a “Seção de Valores e Procurações”. A mesa dos trabalhos foi presidida por João Pacheco Fernandes. ministro de Estado da Justiça (1925/1926). o depósito de títulos e valores. é instalado o Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo. funcionário do Banco do Brasil (posse: 22/3/1944 – apos. presidente da República. dos 1948: Imagens/retratos que engrandecem a cultura funcionários do Banco do Brasil. havia um buquê de rosas vermelhas e um cartão: “Um jardim que inspirou Bilac homenageia a reunião desta tarde.: 13/1/1964). Delton de Mattos da Silva. À frente da mesa. sob custódia. de Ruben Meyer (posse no BB: 31/8/1933 – apos. consultor jurídico do Banco do Brasil (1932/1937). presidida pelo inspetorgeral do BB. Em outro evento da época. nos idos de Foto n° 119 – PALÁCIO DO CATETE – Rio de Janeiro – 1948 – Ao centro AFONSO PENNA JÚNIOR.201 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Nos idos de 1948. Nesse mesmo local da capital paulista (Rua Álvares Penteado. inspetor-geral em São Paulo [Revista AABB – Rio – 1948]. diretor da Carteira de Liquidações do Banco do Brasil (1930/1931). em 17/4/2001. consultor jurídico da SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito (1948/1951) é recebido pelo marechal EURICO GASPAR DUTRA. o Banco do Brasil promove a apresentação da palestra “A influência do dólar na nossa civilização”. na Biblioteca Municipal de São Paulo. profere a conferência “A poesia de Olavo Bilac”.

advogado do Banco do Brasil. de terno branco. era membro da Comissão de Estudos Econômicos do Senado Federal. O escritor Cláudio Pacheco menciona essa observação: . RUBEN MEYER profere a palestra Influência do dólar na nossa civilização. OVÍDIO XAVIER DE ABREU. o Banco do Brasil continuava acumulando funções delegadas pela União. solteiro. Naquele ano. de terno listrado. Na 2ª gestão do presidente Manoel Guilherme da Silveira (24/11/1945 a 2/6/1949). Em janeiro/1949.FERNANDO PINHEIRO - 202 Foto n° 120 – MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – Rio de Janeiro – DF – 12/4/1948 – AFONSO ARINOS DE MELO FRANCO. Mesa presidida pelo inspetor JOÃO Foto n° 123 – BANCO DO BRASIL – Agência Santa Cruz do Rio Pardo– SP – 1948 – No 1° plano. funcionário do Banco do Brasil. NILO MEDINA COELI (mais tarde. o 5° da esquerda para a direita. atuando na 14ª Zona de Inspeção. Foto n° 121 – MINISTÉRIO DA FAZENDA – 28/9/1948 – Diante do microfone. profere a conferência As Brasileiro. o escritor Mello Nóbrega (Humberto Galiano de Mello Nóbrega) é designado inspetor do Banco do Brasil. origens do Constitucionalismo Foto n° 122 – BANCO DO BRASIL – Agência de São Paulo – SP – 2° semestre/1948 – Retrato em grupo – Em pé. licenciado para exercer o cargo de deputado federal. Eram decorridos 10 anos que ele tinha recebido premiação na Academia Brasileira de Letras pela publicação da obra Olavo Bilac (crítica) – 1939. diante da PACHECO FERNANDES. ele veio a ocupar o cargo de presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964) – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. láurea compartilhada com Cecília Meireles (poesia) [Revista AABB – Rio]. profere o discurso de posse no cargo de ministro da Fazenda (interino).

em 02 de junho de 1949. (55) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. – execução e controle.203 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL “Em 1949. – operações especializadas de assistência ao comércio exportador e importador. para assumir o de ministro da Fazenda (1949/1951). por Pedro de Mendonça Lima (2/6/1949 a 29/7/1949). dentro de um verdadeiro molde de Banco oficial. abertura de créditos e movimento de fundos por todo o território nacional). desde 22/11/1945. – operações de redesconto bancário. que tem por finalidade proporcionar empréstimos especiais a Bancos cujos encaixes tenham caído de nível. 186 – AGGS – Indústrias Gráficas S. das operações de câmbio em todo o País. – agente financeiro da Caixa de Mobilização Bancária.A. diretor que permaneceu no cargo na gestão do presidente Ovídio Xavier de Abreu. Guilherme da Silveira despede-se do cargo de presidente. V – p. – controle das exportações e importações. – operações de defesa de mercados de produtos agrícolas”. – compra de ouro (20% da produção das minas nacionais). controle e liquidação de bens de súditos dos países que estiveram em guerra com o Brasil. em virtude de anormais retiradas de depósitos. . – fiscalização bancária. no que respeita a operações de câmbio. – operações especializadas de crédito agrícola. (55) Pela segunda vez na Presidência do Banco do Brasil. substituído. pecuário e industrial. mediante o serviço de licença prévia. por conta do Governo Federal. As atribuições que o governo confiara ao Banco. foi assinalada a preponderância das operações do Banco que se relacionavam com o governo federal. a que temos foram nesse ano assim relacionados: – agente financeiro da União (recolhimento das receitas. interinamente. – Rio de Janeiro – 1980.

assume o cargo de diretor–secretário do Banco do Estado de Goiás. a seguir. a convite do governador Mauro Borges (1961/1964). e no governo Ary Valadão (15/3/1979 a 15/3/1983). apos. Vale mencionar. em nosso gabinete na Presidência da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Isto aconteceu também com inúmeros funcionários que exerceram cargos comissionados e. exerce a chefia do Gabinete Civil da Governadoria do Estado de Goiás [TEIXEIRA. o cargo de superintendente do Banco do Brasil era exercido pelo funcionário Francisco Seráfico de Souza [Iconografia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. Na década de 70. 2009]. em 1969/1975. após a saída da Diretoria. com a mesma capacidade de sempre. era bastante promissor. no posto efetivo no subsolo da Agência Central – Brasília–DF. Vejamos um exemplo: em 3/3/1949. ingressa no BB. por Wesley Gomes Teixeira (posse no BB: 9/11/1961.: 30/6/1989) que trabalhou. preside uma empresa de mineração. no gabinete do diretor Mário Pacini. o depoimento prestado. àquela época. afastando-se da honrosa carreira militar.FERNANDO PINHEIRO - 204 Nesse ano. Múcio Teixeira. continuou servindo à Empresa. por breve período de tempo e. Entrar para o Banco do Brasil. em qualquer circunstância: no cargo de diretor ou mesmo sem cargo algum. Em mudança política que se refletiu na Empresa. por circunstâncias . onde ocupava o posto de tenente-coronel da Polícia Militar do Estado de Goiás. em 14/10/2009. o funcionário Múcio Teixeira. Servir ao Banco do Brasil é uma grande honra. mediante aprovação de concurso. exerce o cargo de diretor da Carteira Agrícola e Industrial. No período de 7/11/1961 a 19/3/1963.

Vale assinalar os funcionários que exerceram. brasileiro. o funcionário Pedro de Mendonça Lima exerce o cargo de presidente do Banco do Brasil. época em que ele estimula a ida de muitos funcionários ao exterior. o escritor Herculano Borges da Fonseca é o presidente–fundador da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. na quarta década do século XX. chefe de gabinete da Presidência (posse no BB: 19/1/1924. exercendo as funções de diretor– executivo substituto do FMI. ei–lo em Washington. a fim de receberem especializações em áreas técnicas. DC. foram obrigados a trabalhar em outros subsolos. em caráter interino. Almanaque do Pessoal – 1964]: . Para gáudio nosso. e nomeia Herculano Marcos Borges da Fonseca. dentre os quais destacamos Ernane Galvêas.205 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL diversas. 20/8/1956) que foi sucedido por Octávio de Castro Rodrigues (posse no BB: 14/11/1922. nos Estados Unidos. alternando com o diretor efetivo Octávio Paranaguá. 7/5/1953) [Revista AABB – 1949]. Em agosto do mesmo ano. apos. Nos idos de 1950. secretário particular do presidente do BB e Raymundo Theodoro Alves de Oliveira. No período de 2/6/1949 a 29/7/1949. advogado letra “A”. durante seis meses. Herculano Borges da Fonseca retoma o cargo de assessor técnico da SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito. sem perder a dignidade. Borges da Fonseca. apos. cargos comissionados nas agências [Revista AABB – Rio – 1935 a 1966. sempre presente. ocasião em que ele era o presidente da CVM – Comissão de Valores Mobiliários. com a mudança de presidente do Banco do Brasil. radicado àquela época.

José Toledo Lanzarotti. Júlio Rodrigues Nóbrega. gerente. falec. inspetor. Campos – RJ – 1942 – Augusto Eduardo Roxo Pereira. . transferido. 14/5/1951). apos. contador. apos. contador. chefe–de–serviço (Creai). advogado. apos. Nazareno Sposito (posse no BB: 10/6/1927. Hélio Cunha (posse no BB: 10/9/1926. apos. Barretos – SP – 1944 – Nilo Medina Coeli. Canavieiras – BA – 1941 – Adocival Alves. gerente. Glória – Metr. para a Agência de Belém – PA. contador (posse no BB:17/5/1927. Arno Jaguaribe de Oliveira. Adolpho Camargo Lima Júnior. 25/11/1955). gerente. contador. gerente. Waldemar Ângelo do Amaral. Cid Ney de Araújo Bretas. 20/3/1963) desligado da Agência para exercer o cargo de secretário–de–gabinete do diretor Vilobaldo de Souza Campos. Passo Fundo – RS – 1944 – Odalgiro Gomes Corrêa. contador (posse no BB: 12/8/1925. 1/8/1957). Audifax Borges de Aguiar. advogado. advogado. Attílio Pisa. RJ – 1942 – Renato de Abreu. inspetor de câmbio. Wenceslau Lima da Fonseca (posse no BB: 13/6/1916. Antônio Pinto Coelho (posse no BB: 21/11/1919. falec. gerente. falec.FERNANDO PINHEIRO - 206 Bauru – SP – 1941 – Renato Werneck de Almeida Avellar. no mesmo cargo. gerente do Banco do Brasil (1941/1944). Fernando Drummond Cadaval. 20/2/1948). 8/3/19662). Campos – RJ – 1941 – Aguinaldo Florêncio. Campina Grande – PB – 1940 – José Nunes Barros (posse no BB: 24/6/1927. 23/4/1950). exon. 18/5/1964). Jair Gurgel do Amaral (posse no BB: 13/8/1934. Waldemar Balalai.

contador. apos. em 1964. administradores. inspetor. Alcindo Leite Pereira. 17/9/1955). Piracicaba – SP – 1947 – David Antunes (posse no BB: 12/6/1916. . Santo Ângelo – RS – 1946 – Ruy Camillo Ruas. Juiz de Fora – MG – 1947 – Miguel José Martins. Nos idos de 1964. Nos idos de 1964.207 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Saúde – Metr. gerente (posse no BB: 3/10/1933). RJ – novembro/1944.: 1/2/1962). contador (posse no BB: 6/8/1923. Alexandre Valvano. Itapira – SP – 1947 – José Felisatti. Eugênio Guardiola Velloso. Três Corações – MG – 1946 – Orozimbo Pinto Monteiro. gerente (posse no BB: 22/8/1934). delegado da SUMOC no Rio Grande do Rio Grande do Sul. Kanitar do Espírito Santo. Nos idos de 1964. inspetor (em 1954. gerente da Agência Ituverava – SP). Castro Alves – BA – 1947 – Elival Oliveira. inspetor. Luiz Natali. apos. gerente da Agência Montes Claros – MG. 1/8/1947). gerente da Agência Passo Fundo–RS. Lafayete Vale. membro da comissão COINQ). apos. Carlos Neves de Carvalho (em 1957. gerente. Aquidauana – MS – 1947 – Rubem Costa. 15/6/1964). 18/9/1959). contador da Agência Tupanciretã–RS. Belém – PA – 1947 – Ruy Mário de Medeiros. falec. subgerente da Agência Centro – São Paulo). Adalberto Baena Nogueira. localizada na Rua Livramento. apos. 63. gerente–instalador (posse no BB: 21/5/1925. em 1964. contador (em 1954. gerente–adjunto da Agência São Paulo – Centro – SP. chefe–de–serviço (em 1954. gerente (posse no BB: 17/10/1927. contador (posse no BB: 26/9/1940). inspetor. Barbacena – MG – 1947 – Edgard de Brito Pontes. Antônio Cruz Saldanha (em 1954.

Varginha – MG – 1948 – Gualter Otaviano Ferreira. Fausto Gwyer de Azevedo. Aimorés – MG – 1949 – José de Mello Messias. Arnaldo Ferraz Graça. inspetor. 10/10/1962). Raul Varady. . advogado. Senhor do Bonfim – BA – 1948 – Oswaldo Lopes do Nascimento. RJ – 25/2/1948 – Mário Pereira das Neves. Aquidauana – MS – 1949 – Raul Santos Costa. apos. gerente. 14/10/1963). Alfenas – MG – 1949 – Carlos de Menezes Ferreira. Araguari – MG – 1948 – Murilo do Carmo Barbosa. Vacaria – RS – 1948 – Sebastião Antônio de Araújo. nos idos de 1964. Lyzardo Rodrigues. subgerente. Adroaldo da Costa Pinheiro. gerente. contadores (ocasiões distintas). Raul Howat Rodrigues. Pirajuí – SP – 1948 – João de Amorim Rêgo. gerente. gerentes (ocasiões distintas). gerente (posse no BB: 19/11/1936). apos. subgerente (posse no BB: 1/9/1932. Luiz Pedro Gomes. Eliezer Miranda da Silva. João Pacheco Fernandes. contador. Alegrete – RS – 1949 – Alberto Xavier. subcontador. gerente. inspetor. advogado. Amargosa – BA – 1949 – David Trindade. contador. Botafogo – Metr. São Paulo – Agência Centro – SP – 1948 – Alcides da Costa Guimarães. Fortaleza – CE – 1948 – José Bonifácio de Sousa. gerente. contador. gerente. gerente. contador. contador. inspetor. contador (posse no BB: 12/10/1933.FERNANDO PINHEIRO - 208 Ubaitaba – BA – 1947 – Arthur Vieira de Araújo. Agência Central – DF – 1949 – Alcides da Costa Guimarães. Ewaldo Teixeira Paes de Barros.

Elly Mesquita Velloso. Bicas – MG – 1949 – Fernando Domingues da Silva. gerente. contador. contador. Botucatu – SP – 1949 – Antônio Cabral Dória. Floriano Amaro de Araújo Góes. advogado. Campo Grande – MS – 1949 – Mário Brizola Ferreira. Campina Grande – PB – 1949 – Saul Ildefonso de Azevedo. Martiniano Mavignier de Araújo. Boa Vista – RR – 1949 – Edmonson Fernandes de Negreiros. José Antônio de Mendonça Filho. Arnaldo Coelho Messeder. contador. gerente. contador. inspetor da 4ª Zona.209 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Aracaju – SE – 1949 – Napoleão Coura Cavalcante. Hermes Gomes Barbosa. Arcoverde – PE – 1949 – Valfredo Pereira da Silva. gerente. gerente. contador. gerente. RJ – 1949 – Aramis Dias. contador. contador. Nelson Farias Machado. Gutemberg Peixoto de Arruda. inspetor da Creai. gerente. gerente. chefe–de–serviço. gerente. Euclides de Arruda Matos. Buriti Alegre – GO – 1949 – Mauro de Faria Merheb. Assu – RN – 1949 – Urbano Baptista Brandão. contador. contador. contador. gerente. contador. . Canavieiras – BA – 1949 – Emerson Cunha de Magalhães. gerente. gerente. Caetité – BA – 1949 – Silvério Corveiro. contador. Vital Soares Pinheiro Joffili. Araçuaí – MG – 1949 – Odorico David de Arruda. Belém – PA – 1949 – Orlandino Baltazar do Couto. Assis – SP – 1949 – Docandy Martins Vieira. Cajazeiras – PB – 1949 – Natanias Ribeiro von Sohsten. gerente. Bandeira – Metr. Araxá – MG – 1949 – Márcio Monteiro (posse no BB: 21/12/1939). Araraquara – SP – 1949 – Orandyr Braga Martins.

gerente. gerente. Raul Santos Costa. Fortaleza – CE – 1949 – Aristides Moreira Alves de Barcellos. gerente.FERNANDO PINHEIRO - 210 Carlos Chagas – MG – 1949 – Heinz Van Den Bylaardt. Caruaru – PE – 1949 – José Maria Mendez. Dores do Indaiá – MG – 1949 – Ary Carvalho. contador. Alberto Penno. Cruz Alta – RS – 1949 – Edgard Christiano Volkmann. gerente. contador. Mário Dulce Lyra. José Pedro Gil. gerente. inspetor. contador (ocasiões distintas). gerente. gerente. Geraldo de Magela Cerqueira. Ruy de Oliveira Pantoja. gerente. contador. Guaratinga – BA – 1949 – Alberto Fernandes. gerente (posse no BB: 27/10/1938). Erechim – RS – 1949 – Alberto Braz Ventura. Goiás – GO – 1949 – Geraldo de Magela Cerqueira. Guarabira – PB – 1949 – José Vieira Lessa. gerente. Floriano – PI – 1949 – Gerardo Pinto da Frota. Dom Pedrito – RS – 1949 – Sendálio Ávila Farias. RJ – 1949 – Paulo Pinto da Silva. contador. Catanduva – SP – 1949 – José Vieira de Mattos. Francisco de Paula Guedes Filho. Oswaldo Emílio Buss. Arnaldo Carneiro Simões da Motta. contador. contador. . inspetor da 28ª Zona. contador. contador. contador. Copacabana – Metr. Curvelo – MG – 1949 – Antônio Gonçalves Malheiros Sobrinho. contador. gerente. contador. Caxias – MA – outubro/1949 – José de Ribamar da Nóbrega Galiza. Cruzeiro do Sul – AC – 1949 – José de Oliveira e Silva. Formiga – MG – 1949 – Samuel Correa Borges Júnior. contador.

Juiz de Fora – MG – 1949 – Fernando Xavier de Mello.: 26/3/1958). Antônio Augusto de Lima. gerente. Itapetininga – SP – 1949 – José Zancul. inspetor. Jairo Jucá. contador. gerente (posse no BB: 1/10/1912. gerente. contador (épocas distintas). Itambé – BA – 1949 – Oscar Palma Lima. gerente. contador. contador. Luzimar Teixeira de Oliveira. falec. Sylvio de Oliveira Fausto. Joinville – SC – 1949 – José Antônio Navarro Lins. contador. Manoel José Ferreira. Euclides de Arruda Mattos. Azor Gomes de Almeida. Jaguarão – RS – 1949 – Hermes Gonçalves. Ituverava – SP – 1949 – Luiz Natali. gerente. Cândido Máximo Balieiro Júnior. Januária – MG – 1949 – Carlos de Menezes Ferreira. inspetor. Moacyr Prestes. gerente. José Pedro Gil. Deise Sarubbi Ardissone. Ilhéus – BA – 1949 – Ezequiel Pondé. inspetor da 4ª Zona.211 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Iguatu – CE – 1949 – Oscar Olímpio de Araújo. Jacarezinho – PR – 1949 – Arnésio Falcão Câmara. Aurélio de Azevedo Valente. Na década de 50. . contadores (ocasiões distintas). Joaçaba – SC – 1949 – Joaquim Gonçalves Bragança. contador (ocasiões distintas). contador (posse no BB: 16/10/1940). contadores (ocasiões distintas). Jequié – BA – 1949 – Anibal Ferreira Brito. Nilo Targino Teixeira. Luiz Osório Roiz Nogueira Filho. gerente. contador. contador. Francisco Barbosa Cursino. contador. inspetor da Agência Central – Rio de Janeiro. gerente. gerente. gerente. inspetor. gerente. Jacobina – BA – 1949 – João Pedro Callado. Luiz de Souza Sampaio da Silveira.

Lucélia – SP – 1949 – Eitel Gehre. Camaquã – RS – 1949 – Murillo Maia Mendonça. contador. Maceió – AL – 1949 – Oscar Rodrigues – 8/11/1920. contador. contador. gerente. contadores (ocasiões distintas). Manaus – AM – 1949 – Eurico de Alencar Araripe. gerente. contador. contador. . Mimoso do Sul – ES – 1949 – José Andrade de Souza. Limoeiro – PE – 1949 – Jurandyr Velloso Dias dos Santos. gerente. gerente. Eduardo Victório Malachine. RJ – 1949 – Nodgy de França Andrade. contador. Marília – SP – 1949 – Aldir Antunes de Freitas. contador. José Soares Batitucci. Lençóis – BA – 1949 – Jaime Soares Boaventura. gerente. Virgínio Marques Cabral de Melo. gerente (ocasiões distintas). Agnaldo de Oliveira. gerente. Matão – SP – 1949 – José Alcalde Erguy. gerente.FERNANDO PINHEIRO - 212 Lajeado – RS – 1949 – Nilo Wolffenbuttel. RJ – 1949 – Edgard Seráfico de Souza. Madureira – Metr. Méier – Metr. contador. gerente. Monte Aprazível – SP – 1949 – Jofre Franco Bicalho. Marabá – PA – 1949 – Aldir Antunes de Freitas. contador. João Brasil de Mesquita. gerente. contador. contador (a partir de setembro/1949). gerente. Paulo de Oliveira Leitão. Mirassol – SP – 1949 – Isnard da Silva Mello. contador. Moisés Augusto Santa Maria. Lins – SP – 1949 – Nilo Medina Coeli. Maracaju – MS – 1949 – Niemy Alvarenga. gerente. gerente. Luzilândia – PI – 1949 – Walter Ferreira Dourado. Mafra – SC – 1949 – Omar Gomes. Macapá – AP – 1949 – Orlando Nina Ferro.

contador. Niterói – RJ – 1949 – Raymundo Cassemiro. contador. Porto Velho – RO – 1949 – Geraldo de Souza – 3/3/1938. gerente. contador. Natal – RN – 1949 – Felipe Nery de Andrade. Palmeira dos Índios – AL – 1949 – Arthur da Silva Leandro. Nova Granada – SP – 1949 – Benedicto Paulo Pacheco de Almeida. gerente (épocas distintas). gerente. gerente. . Resende – RJ – 1949 – Walter Amaral de Almeida. D´Elia. contador. contador. Promissão – SP – 1949 – Waldomiro Machado d´Antonio. gerente. Ponta Grossa – PR – 1949 – Quintiliano Pedroso. João Miserani de Carvalho. Pirassununga – SP – 1949 – Mário C. Piracuruca – PI – 1949 – Waldemar Soares de Oliveira. Ramos – Metr. Orlândia – SP – 1949 – Narcizo Freire Lima. Piripiri – PI – 1949 – José Baima. gerente.213 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Montes Claros – MG – 1949 – Paulo Duarte Pereira. João Casado Lima. contador. gerente. contador. gerente. Olímpia – SP – 1949 – Núncio Montingelli. gerente. gerente. RJ – 1949 – Marcelino Firmino Pinto. Porto Alegre –RS – 1949 – José Rodrigues de Almeida Neto. gerente. Mundo Novo – BA – 1949 – Luiz Osório Rodrigues Nogueira Filho. gerente. Nazaré – BA – 1949 – Djalma Lima Ribeiro. contador. Theophilo Almeida Baptista de Carvalho. gerente Cândido Honório Ferreira. Piraju – SP – 1949 – Benedito Pio da Silva. Patos de Minas – MG – 1949 – Paulo Alvim da Silva. gerente. gerente. gerente.

São Luís – MA – 1949 – Sebastião Albuquerque Vasconcelos. contador. contador. inspetor. gerente (ocasiões distintas). contador. Rio Verde – GO – 1949 – Henry Alvarenga. Alberto Victor de Magalhães Fonseca. gerente. Ivo Barroso. José Toledo Lanzarotti. José Antônio de Menezes. gerente. São Paulo – Agência Centro – SP – 1949 – Adão Pereira de Freitas. contador. gerente. São Cristovão – Metr. gerente. contador Senador Pompeu – CE – 1949 – Nilo Gomes Rolim. encarregado da Fiscalização Bancária em Santos. contador. contador (ocasiões distintas). Rio Branco – AC – 1949 – Fernando de Abreu Rebelo. gerente. RJ – 1949 – Armando Simões de Castro. Newton Nora Carrijo. contador. contador. gerente. .FERNANDO PINHEIRO - 214 Ribeirão Bonito – SP – 1949 – Benedicto da Costa e Silva. contador. contador. contador. José Antônio Perrela. gerente. Renato de Abreu (posse no BB: 12/8/1925). gerente. contador. Euclides de Arruda Matos. Geraldo Aleixo de Oliveira. Salvador – BA – 1949 – Abelardo Gomes Parente. gerente. Reginaldo Ramos Varandas de Carvalho. Sérgio Teixeira Goes. RJ – 1949 – Eugênio Guardiola Veloso. São José do Rio Pardo – SP – 1949 – Beda Siqueira. Jaques de Oliveira Rocha. Santo Anastácio – SP – 1949 – João Franco Arcos. Santos – SP – 1949 – Cândido de Azeredo Filho. Santarém – PA – 1949 – Antônio Augusto de Lima. São João da Boa Vista – SP – 1949 – Fábio Pacheco Fernandes. João Leão Neto. Saúde – Metr. inspetor. chefe–de– serviço.

José Leite da Silva. Tijuca – Metr. contador. gerente. gerente. gerente. Lucimar Ferreira Sobral. Três Corações – MG – 1949 – Orozinho P. Monteiro Esteves. gerente. contador (posse no BB: 28/12/1939). contador. contador. contador. Teresina – PI – 1949 – Adolpho Costa Basílio da Silva. advogado. Walter Ennes. RJ – 1949 – Antônio Arraes de Alencar. Teófilo Otoni – MG – 1949 – Walter Blank. gerente. RJ – 1949 – Eraldo Seráphico de Souza. União dos Palmares – AL – 1949 – José de Souza Lima. contador. Tiradentes – Metr. Hermilo Chrispim Vieira. gerente. gerente. contador. gerente. Nelson de Veras Alcântara. União – PI – 1949 – Antônio Castelo Branco da Cruz. contador. Volta Redonda – MG – 1949 – José Pedro de Abreu e Lima Filho. Uberlândia – MG – 1949 – Pedro dos Santos. . João Batista Pinheiro. Orlando Franco da Silva. Oliveira. Uruguaiana – RS – 1949 – Dirceu Cachapus de Medeiros. Manoel Pereira Sobrinho. gerente. contador. Vacaria – RS – 1949 – Sebastião Antônio de Araújo. Ubaitaba – BA – 1949 – Humberto Celso Emerson Cunha de Magalhães. gerentes (ocasiões distintas). contador. gerente. Aranha.215 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Serra Talhada – PE – 1949 – Lucínio de Antônio Jacome de Araújo.

toma posse no cargo de presidente do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1949]. Aspectos da economia no governo Gaspar Dutra. nos idos de 1949. Na . sob o comando de Alcebíades França de Faria. Ovídio Xavier de Abreu. ministro da Fazenda e dos diretores Marino Machado de Oliveira (Carteira Agrícola e Industrial). em 23 de julho de 1949. presença de Guilherme da Silveira Filho. Executivos do BB exercem atividades intelectuais. A Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. Pedro de Mendonça Lima (Carteira de Redescontos) e José Vieira Machado (SUMOC).FERNANDO PINHEIRO - 216 CAPÍTULO 3 O funcionário Ovídio Xavier de Abreu preside os destinos do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950). A interinidade do presidente Jorge de Toledo Dodsworth. inicia fase progressista.

À noite do dia 28/9/1950. Ovídio Xavier de Abreu. O gerente Nilo Medina Coeli. sede). Iconografia: retratos originais em custódia da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. José Braz Pereira Gomes e Walther Moreira Salles. Heitor Sivieri Neto. nos salões luxuosos do Jockey Club Brasileiro. João Rodrigues de Andrade. advogados. Demósthenes Alves de Brito. Paulo Aderbal Alves Mor. nomeado gerente da Agência Barbacena. Lund Maia. durante o período de 29/7/1949 a 18/12/1950. Francisco Natal Machado. advogado do Banco do Brasil (Caruaru – PE. Carlos Paiva de Azevedo assumiu o cargo de inspetor 2ª Zona que abrangia a FIBAN – Fiscalização Bancária [Revista AABB – Rio – 1950]. e João Rodrigues da Cunha. chefe–de– gabinete da Presidência do Banco do Brasil. Em fevereiro/1950. a Agência Uberaba – MG é inspecionada por Antônio Dias dos Santos Jr. inspetor da CREAI. sede). chefes–de–serviço. é nomeado advogado da SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito e Orlando Tomaso Gélio. ajudantes–de–serviço. Nelson Gorgulho Nogueira. Nos idos de 1949. Iberê Rodrigues da Cunha. presidente do Banco do Brasil.217 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Integravam ainda aquela Diretoria do Banco do Brasil.. Anápio Gomes. Jorge de Toledo Dodsworth. Em 28/4/1950. contador. Carlos Neves de Carvalho é nomeado inspetor (5ª Zona – Belo Horizonte – MG. Nesse ano. é sucedido por Randolfo Xavier de Abreu [Revista AABB – Rio – 1949]. jovem e solteiro. É primavera no Rio de Janeiro. virgem no . era auxiliado pelos funcionários comissionados: Hercílio Martins da Silveira. Superintendente: Ayres Pinto de Miranda Montenegro [Revista AABB – Rio – 1949]. os seguintes diretores: Alberto de Castro Menezes.

depois de ter exercido. foi extinto pelo Decreto-lei n° 9. mas prosseguiu funcionando até os idos de 1949.” (56) Em seguida. recebe homenagem em banquete de gala. vivendo a lira dos 20 anos. por Heitor Lamounier ao presidente Ovídio Xavier de Abreu – in Revista AABB – Rio – outubro/1950. do mesmo porte físico do elegante ator Joseph Cotten (1905/1994). O primeiro orador a fazer o uso da palavra foi Heitor Lamounier (posse no BB: 2/2/1918 – apos. com boa aparência.068. ocorreu principalmente na Finanças de Minas Gerais (1934/1941 e Secretaria de Interior e Justiça de Minas 1944).. e nos cargos de presidente do DNC – Departamento Nacional do Café (DNC. . como Secretaria de 1967/1970). (56) HOMERO BAPTISTA Apud Discurso de saudação proferido. ministro da Fazenda (1919/1922) quando se referiu ser “o Banco do Brasil uma verdadeira escola de banqueiros e administradores.FERNANDO PINHEIRO - 218 signo e na alma. A vida pública de Ovídio de administrador. abençoado por Deus. com êxito. de 15/3/1946. e Gerais (1941/ da Fazenda. presidente do Banco do Brasil (27/11/1914 a 3/1/1918). presidente do DNC (1944/1946). sem sombras. criado em 10/2/1933. todos os cargos da carreira. charme. sob a presidência de Stockler de Queiroz). inteligência rutilante e luminosa.: 2/4/1948) que declarou pertencer ao ilustre homenageado a glória de ter sido o primeiro funcionário do Banco do Brasil a ocupar o cargo de presidente e confirmou o presságio de Homero Baptista. ministro Abreu. enalteceu-lhe a trajetória percorrida nas Secretarias de Finanças e do Interior e Justiça de Minas Gerais. da Warner Bros. em 28/9/1950.

o presidente Ovídio Xavier de Abreu fez o seguinte pronunciamento: “Quando certa manhã. que.” (57) Ao agradecer a homenagem recebida. preparando-nos. acharmo-nos munidos de uma grande vontade. há um ano. entre setembro/novembro/1948. idem. E considerei que o que mais importa para a eventualidade desta ou daquela missão que venha a caber-nos na trama de acontecimentos imprevisíveis que constituem a nossa vida é. talvez. como norma geral. que me colocavam sobre meus ombros tamanhas responsabilidades. em 28/9/1950. a trajetória política e administrativa de Ovídio de Abreu e enfatizou: “Quem luta desinteressadamente pelo bem alheio tem uma parcela da divindade dentro de si. quando os interesses individuais com eles colidissem – eis o rumo que me tracei. para todas as contingências que se nos deparem. por si só. fui chamado pelo presidente Dutra e de S. Noraldino de Lima abordou. igualmente. de conduzir às soluções acertadas. . ausente por motivo de doença. em substituição do ministro Pedro Luís Corrêa e Castro.219 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL em caráter interino. dedicar todas as minhas forças à espinhosa tarefa de os resguardar. de um desejo profundo de acertar e de servir. ao presidente Ovídio Xavier de Abreu – Idem. capaz. (57) NORALDINO DE LIMA – in Discurso de saudação proferido. pela perseverança. E Ovídio a tem. fiquei a meditar no mistério dos desígnios divinos. nos aclara os caminhos. Por sua vez. por igual. Servir unicamente aos interesses da coletividade.Exª recebi o convite para exercer o cargo de presidente do Banco do Brasil.

Durante os treze meses de nossa administração. na sua economia e nas suas finanças. igualmente necessários nos serão os aplausos quando tivermos acertado. em consequência da última guerra. indispensável a quem desempenha função desta natureza. No campo econômico. Senti que não devia privar-me de receber tal prova de apreço. exercem a direção deste grande estabelecimento. juntamente com a operosa e digna Diretoria deste Banco e seus competentes funcionários. entre outras cousas. que me é honroso. de iniciativa dos funcionários aposentados. no reaparelhamento e construção de ferrovias e na construção de rodovias. pois eles constituem poderoso estímulo. se nos são úteis as críticas às falhas. e. problemas estes de fundamental importância para a vitalidade da economia nacional.FERNANDO PINHEIRO - 220 Vossa homenagem. pois vem de homens afeitos a apreciar com severidade a ação dos que. todos os esforços para que o Banco do Brasil possa colaborar eficazmente com o . Cumpre. que os temores de nova conflagração suscitam. é certo que os homens públicos têm necessidade de conhecer a repercussão de seus atos. já de si espinhosa. vê-se o Governo a braços com questões cuja solução exige esforços inauditos. presidente da República e do Sr. ministro da Fazenda. transitoriamente. tão comovedoramente espontânea e afetuosa. como o melhor processo de combate à inflação dos preços. Por outro lado. temos empenhado. com o apoio do Sr. alegra-me. prosseguir no fomento à produção. A missão de dirigir o Banco do Brasil. é atualmente dificultada pelos problemas com que defronta o País. assistindo-a técnica e financeiramente. porque exprime um julgamento. e da crise de confiança no futuro.

que s e traduziram em financiamentos adequados e oportunos. dedicamos todos os nossos cuidados ao assunto e tivemos a satisfação de concorrer para a sua solução. bem como lhe proporcionou recursos para a execução de obras de interesse coletivo. Concomitantemente. aumentaram de modo substancial os empréstimos concedidos pelo Banco à agricultura. com o objetivo de auxiliar o esforço produtivo da Nação.221 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL patriótico Governo do presidente Eurico Dutra. A crise da pecuária. à pecuária. a Diretoria do Banco autorizou o reinício de financiamento aos pecuaristas. Assim. inclusive ao financiamento das operações cambiais. em todas as fases de produção e circulação dessas riquezas. felizmente. à indústria e ao comércio. Em seguida. o trigo e o açúcar foram objeto de medidas de amparo. proporcionando o desafogo a essa laboriosa classe. . que se consubstanciou no reajustamento na base no perdão de 50% das dívidas dos pecuaristas e concessão de longo prazo para pagamento de outra metade. na vida política e econômica de todos os povos. usinas de eletricidade e muitas outras. cujos efeitos na economia do País eram bastante sérios. posição bastante lisonjeira em comparação com a situação de atrasados comerciais existentes há alguns meses. o Banco do Brasil pôde suprir os órgãos do Poder Público de fundos necessários a diversos fins. O café. na luta para superar as dificuldades desta época de transição. como vias de transporte. que hoje apresentam. constituiu um dos problemas de maior relevo desse período. Em obediência à orientação do presidente Eurico Dutra.

Resolvido o problema do pessoal em atividade. e procuramos também melhorar quanto possível as pensões. criando para os funcionários condições mais favoráveis ao perfeito desempenho das funções do Banco. na aposentadoria. assim. organizar o nosso trabalho. os frutos de seu esforço e de seu devotamento. não podíamos deixar de cuidar da situação dos aposentados. Procuramos. o prazer de ver dignos colaboradores do Banco desfrutar agora. diretores e funcionários. Se cabe à direção do grande estabelecimento traçar as linhas gerais de sua orientação financeira e econômica. a par das providências tomadas em relação ao pessoal. na base dos novos padrões de vencimentos. Como esquecer aqueles que tanto contribuíram para esta grande obra nacional que é hoje o Banco do Brasil? A Constituição da República traçava o rumo a seguir. durante a melhor fase de sua vida.FERNANDO PINHEIRO - 222 A preocupação com as atividades específicas do Banco não nos fez esquecer os legítimos interesses dos que a ele emprestam o concurso inestimável de seu trabalho e do seu devotamento. Eis porque tratamos de reajustar os proventos das aposentadorias. equiparando-se aos dos cargos efetivos. Tivemos. melhor prêmio de seus esforços e de sua dedicação. e que constituem o corpo permanente do funcionalismo do Banco. assim. Como sabeis. inspirada em princípios de igualdade social e em alto sentimento de justiça para com os que dão à coletividade. pois eles representam a continuidade de pensamento e de ação que tem feito a grandeza de nosso Instituto. é na experiência desses devotados servidores que os órgãos diretivos buscam inspiração. muitas outras têm sido postas em .

o ensaio As Sedes do Banco do Brasil. em breves palavras. estando prevista. é de autoria do arquiteto Ary Garcia Roza. assinado a escritura de compra. aludir a tais assuntos. Nesta oportunidade. . para a construção. Assinalamos: “O projeto. 2 anos mais tarde.223 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL prática. (58) OVÍDIO XAVIER DE ABREU. com a Mitra Arquidiocesana. precisamente hoje. Quanto ao desenrolar da notícia auspiciosa apresentada pelo presidente do Banco do Brasil. e os negócios possam ser decididos com a presteza conveniente às operações bancárias. emocionado. as manifestações de estima apresentadas pelos oradores que se fizeram presentes. em homenagem aos esforços dos que colaboraram com a administração. para nesse local se erigir a monumental sede do Banco do Brasil. dos terrenos compreendidos entre as ruas 7 de Setembro. dando-vos também a auspiciosa notícia de havermos. foi divulgado. presidente do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950) – Discurso proferido. ao ensejo da realização do banquete de gala no Jockey Club Brasileiro – Rio de Janeiro. em 28/9/1950. em diversos imóveis. a fim de que se torne mais simples e rápida a ação do Banco. Assembleia e do Carmo e Praça 15 de Novembro. todos os setores da Direção Geral e da Agência Central. área total de oitenta mil metros quadrados. em 1952. o presidente Ovídio de Abreu agradeceu. correspondendo a duas vezes e meia à que ora ocupam. selecionado em concurso. Heitor Lamounier e Noraldino de Lima [Revista AABB – Rio]. é-me grato. de Fernando Monteiro.” (58) Ao finalizar o discurso.

tempos depois. 54. na Av. 66. o Banco do Brasil. área de quatro mil e quatrocentos metros quadrados.FERNANDO PINHEIRO - 224 Terá o terreno. como veremos mais adiante. em 30/6/1952. o projeto da sede na Rua da Assembleia foi abandonado e os antigos prédios. solicitados por órgãos da administração pública e por entidades particulares. segundo Cláudio Pacheco. mas terá a altura de 95 metros. para serem aplicados (59) FERNANDO MONTEIRO – in As Sedes do Banco do Brasil. hoje sob nova designação: Universidade Cândido Mendes. foram demolidos. Possuirá o edifício vinte pavimentos. ensaio publicado na Revista AABB – Rio – abril/maio/1952 – p. “concedeu créditos vultosos ou garantias a créditos de outras fontes. foi erguido o suntuoso edifício onde abriga a Faculdade Cândido Mendes. No decorrer de 1949. onde surgiu um estacionamento. e. . Rio Branco. a fim de ceder espaço a um canteiro de obras. estabelecidas vias de acesso mais amplas. o Edifício Visconde de Itaboraí. foi inaugurado. onde passou a funcionar a nova sede da CEXIM – Carteira de Exportação e Importação do Banco do Brasil. nesse local. 328.” (59) Segundo notícias de antigos funcionários. e em 10/4/1954. ambos na cidade do Rio de Janeiro. Presidente Vargas. que corresponde à de prédio comum de escritórios de 27 pavimentos. outros edifícios–sede iriam surgir. ocupados no terreno comprado. o Edifício Leonardo Truda. esquina com a Av. feitas as retificações de alinhamento. Sem embargo. na Praça Pio X.

direta ou indiretamente. inclusive da estrada de rodagem do Rio a São Paulo. Luz e Força do Rio de Janeiro. – Rio de Janeiro – 1980. ao desenvolvimento do País. para melhoramento no Porto de Santos. (60) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. Ayres Pinto de Miranda Montenegro assume o cargo de superintendente DG – SUPER. que prestou relevantes serviços ao Banco do Brasil. Randolpho Xavier de Abreu. para importação de equipamentos industriais e de navios.A. auxiliar–de–gabinete da Presidência [Revista AABB – Rio – 1949]. sendo o chefe de gabinete Carlos Cardoso que substituiu Affonso da Rosa. a cargo da Companhia de Carris. Vale ressaltar a posse de Octávio de Castro Rodrigues Jardim. . é divulgada a nomeação dos advogados: Alan Guerra Nogueira da Gama – DG – CREAI. chefe de gabinete DG – PRESI. chefe de gabinete do diretor da Carteira de Redescontos. Manoel Bonifácio Nunes da Cunha – Aquidauana – MS e Plínio Afonso de Farias Melo – DG – CREAI [Revista AABB – Rio – 1949].” (60) Em agosto/1949. filho do advogado Camilo Nogueira da Gama. Ainda nesse mês. 5 – p. para obras constantes de plano aprovado pelo governo federal. que levou consigo Ruth Santa Roza Torres Bandeira.225 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL em várias finalidades ligadas. para aquisição de combustíveis. 212 – AGGS – Indústrias Gráficas S. e para instalação de refinaria de petróleo. materiais e equipamentos destinados a ferrovias. dentre os quais citamos os seguintes: para reaparelhamento do parque açucareiro nacional. para obras rodoviárias.

chefe–adjunto do Departamento de Cadastro. secretária–de–gabinete – DG – CAMIO.FERNANDO PINHEIRO - 226 Em setembro/1949. gerente – DG – CAMIO. Mário do Canto Liberato. Maurício Chagas Bicalho. chefe–adjunto – DG – FUNCI. Romeu Freire Lima. dentre outras: Alberto Castro Menezes. dentre outras [Revista AABB – Rio – 1949]. secretário particular DG – PRESI. Júlio de Mattos. Otávio Rodrigues Jardim. Antônio Gurgel da Costa Nogueira. subgerente da CEXIM. advogado do Banco do Brasil em Cachoeira do Sul – RS foi transferido para o Quadro Suplementar – Sem Proventos. Odette Satyra da Silva. Ainda nesse ano. inspetor de câmbio – São Paulo (sede). chefe do DECAD – Departamento de Cadastro. chefe–de–gabinete do diretor Pedro Mendonça Lima. subgerente – Crédito Pecuário – DG – CREAI. Orlando da Cunha Carlos. chefe–de–gabinete do diretor Marino Machado. Em novembro/1949: Anibal Nielsen de Araújo Soares. Paulo Tavares da Silva. chefe do Departamento de Contabilidade. subchefe do Cadastro Geral [Revista AABB – Rio – 1949]. chefe DG – AGEDE. vieram as seguintes nomeações: Augusto Carlos Machado. ocorreram as seguintes nomeações. Virgílio Cantanhede Sobrinho. Eiter Oliveira Coelho de Souza. José Rodrigues Blandy. José Carlos Magno. Manoel Augusto Penna. encarregado da Fiscalização Bancária em São Paulo. chefe de Departamento – DEIFA. No mês seguinte. em virtude de licença concedida pelo prazo de duração do mandato à Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul [Revista AABB – Rio – 1949]. Adelino Debenedicto. gerente DG – CEXIM. diretor da Carteira de Câmbio. José Carlos Magno. chefe–de–gabinete de diretor – CEXIM. Átila Lopes . Francisco Neto Tinoco.

sede) e Manuel Arthur de Souza Leão. que iriam mais tarde ter notoriedade nacional. Vale destacar a posse dos executivos: Aristides Monteiro de Carvalho e Silva. surgiram novas nomeações: João Cândido de Andrade Dantas. Osman Duarte de Mendonça. Olivier Luiz Teixeira. Maria de Lourdes Araújo Lima. Nesse mês. Raimundo Theodoro Alves de Oliveira (posse no BB: 19/1/1924. gerente–adjunto DG – CAMIO – Carteira de Câmbio. parecerista Sipes – DG – CEXIM. chefe do Serviço de Compras da Direção Geral. advogado (Arcoverde. Francisco das Chagas Ximenes. escriturário “G”. No mês seguinte. Trajano de Castro Serra. Em junho/1950. assumem cargos importantes: Afonso Félix de Souza. 2 poetas. procurador da Agência Central – DF [Revista AABB – Rio – 1950]. Antônio Gurgel da Costa Nogueira. Membros da Comissão de Promoções: Arnolfo Saldanha Pimenta de Melo. sede). auxiliar–de–gabinete (CEXIM). inspetor 4ª Zona da FIBAN. chefe–de– . José de Toledo Lanzarotti. Antônio de Moraes Rego. Em fevereiro/1950. inspetores do Banco do Brasil. advogado “C”. ajudante–de– gabinete (PRESI). Durval Marinho da Silva e Eiter Cardoso de Oliveira. 20/8/1956). inspetor CAMIO (São Paulo. apos. foi nomeado advogado do Banco do Brasil (Fortaleza. assistente–técnico DG – CEXIM – Carteira de Exportação e Importação. sede) [Revista AABB – Rio – 1950]. Carlos Cardoso. Paulo Augusto de Lima. assessor no gabinete do Ministro da Fazenda [Revista AABB – Rio – 1949]. chefe DG–CREAI-Jugri. chefe de Departamento – DG – FUNCI. escriturário “D”. chefe de gabinete da CEXIM. advogado “C”. gerente DG – CEXIM. chefe do Departamento de Cadastro Geral. e Onestaldo de Pennafort Caldas. Francisco Neto Tinoco.227 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Trovão. Augusto Carlos Machado Júnior. Macário Lemos Picanço.

inspetor da CREAI.. escriturário. . WALTER DE ANDRADE PORTO. DONTRAS NÁLGIDO GOMES MAIA. sede em Vitória – ES. conforme revelado em retrato original (p & b – 23.FERNANDO PINHEIRO - 228 gabinete do diretor Marino Machado. escriturário. HEITOR SIVIERI NETO. Nesse ano. MÁRIO DE MELO REZENDE. ANTÔNIO DIAS DOS SANTOS JR. JOÃO RODRIGUES DA CUNHA. escriturário. caixa. advogado. chefe de serviço. Leopoldo Saldanha Murgel. escriturário. José Ribamar Lopes Gonçalves. escriturário. LEÔNIDAS VIANA. contínuo. LEVI DA COSTA MESQUITA. escriturário. contínuo. GASTÃO AZEVEDO MENDONÇA. JOÃO ELÍSIO DE CARVALHO. escriturário. JOÃO RODRIGUES DE ANDRADE. escriturário. contínuo. Otávio de Castro Rodrigues Jardim. escriturário. advogado. – 1ª fila. o inspetor Antônio Dias dos Santos Júnior visita a Agência de Uberaba. escriturário. secretário–de–gabinete – PRESI [Revista AABB – Rio – 1950]. LEMBRUBER FERREIRA DE MELO. contínuo. CIALDINO DA COSTA LIMA. chefe de serviço. IBERÊ RODRIGUES DA CUNHA. LUND MAIA. em pé – JOSÉ GERALDO DE MOURA. oficial administrativo. escriturário. BENTO DE ASSIS VALIM. ZEDOSREIS GOMES MAIA. gerenciada por Nilo Medina Coeli. escriturário. – 2ª fila em pé: VITAL MORONTE. JOÃO COELHO. chefe-deserviço transferido gerente da Agência Barbacena. ele veio a ocupar o cargo de presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). chefe–de–gabinete do diretor da Carteira de Redescontos. ajudante de serviço. CID ALVES PINTO. escriturário. REYNALDO VON KRUGER. escriturário. OSCAR CELSO PAULA JANZON. escriturário. WALDEMAR DE MELO RIBEIRO. GUARACI ARCIERI FLORES. ajudante-de-serviço. JAMES TORRES DE SAMPAIO.5 x 18 cm) custodiado pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil: Foto n° 54 – BANCO DO BRASIL – Agência de Uberaba – MG – 1950 – Retrato em grupo – Da esquerda para a direita: Sentados – FRANCISCO NATAL MACHADO. LEOPOLDINO RAMOS DE LIMA. inspetor de agências. caixa. contador. HÉLIO MAGNO TECLES. NILO MEDINA COELI. HERCÍLIO MARTINS DA SILVEIRA. ARMANDO MIRANDA CARDOSO. escriturário. escriturário. gerente (mais tarde. NELSON GORGULHO NOGUEIRA. ALFREDO MENDES RIBEIRO. escriturário. GUALBERTO MESSIAS.

a efeméride contou com a presença de Dom Justino José de Santana. em cerimônia pública. arcebispo da Diocese de Juiz de Fora. dos diretores Alberto de Castro Menezes (Carteira de Câmbio). Ayres Pinto de Miranda Montenegro. passando a configurar como o 2° centro de atividades. presidente do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950). Pedro de Mendonça Lima (CARED – Carteira de Redescontos). rota que ligava a Corte à Província de Minas Gerais. Nomeado pelo presidente da República. Anteriormente. no dia 31/5/1950. Flamengo (1945/1946). Dilermando Cruz Filho. eng° Ernesto Luis Greve. Marino Machado de Oliveira exerceu o mandato de presidente do C. chefe do ENGE – Departamento de Engenharia – 1ª Residência. o presidente Ovídio de Abreu lança. Marino Machado de Oliveira (CREAI – Carteira Agrícola e Industrial). discursa no lançamento da pedra fundamental do novo edifício da Agência de Juiz de Fora–MG. desde o Império e. posteriormente. Ao centro. R. Além do presidente. Dom JUSTINO JOSÉ DE SANTANA. assume.5 cm) – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. em agosto de 1950. prefeito da cidade. Foto n° 11 – Centenário de Juiz de Fora – MG (1850/1950) – 31/5/1950 – OVÍDIO DE ABREU. nessa cidade banhada pelo rio Paraibuna. construído em 1708. Randolpho Xavier de Abreu. até chegar aos dias da República [Iconografia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. José Braz . localizada no antigo “Roteiro do Caminho Novo”. superintendente. chefe de gabinete (PRESI). o cargo de diretor da Carteira de Importação e Exportação do Banco do Brasil.5 x 18. gerente da Agência Juiz de Fora – MG. e Miguel José Martins. – Retrato p & b 23. a pedra fundamental do novo edifício da Agência.229 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ao ensejo das comemorações do 1° centenário de Juiz de Fora – MG (1850/1950). arcebispo da Diocene de Juiz de Fora.

/1950 a maio/1958) [Revista AABB – Rio – 1950]. Obra traduzida: Paul Verlaine – Festas Galantes (1958). a dança e a degolação (1974). Onestaldo de Pennafort Caldas. Em Campinas. Perfume & Outros Poemas (1924).FERNANDO PINHEIRO - 230 Pereira Gomes. a partir de 1925. tradutor. fez parte da Constituinte de 1933. Deputado estadual em Minas Gerais (1919/1925). Interior & Outros Poemas (1927). O gerente da Carteira. Desde 5/7/1948. pai do diretor. Romanceiro (1981). A mulher do destino (1928). Obra original: Escombros Floridos (1921). Paul Verlaine – Poesias Escolhidas (1945). o diretor Marino Machado empreendeu diversas viagens. Fabrício Paulo Bagueira Bandeira. notadamente no interior de São Paulo. a atividades industriais [Revista AABB – Rio – 1950]. O festim. em outubro/1950. Wenceslau Braz. Shakespeare – Romeu e Julieta (1968). Shakespeare – Otelo (1956). era Edgard Maciel de Sá (out. A carreira do novo diretor começou no gabinete do presidente da República. foi homenageado em banquete oferecido no Hotel Terminus e saudado pelo gerente João Naves da Cunha [Revista AABB – Rio – 1950] Funcionários do Gabinete do diretor da CREAI: Francisco Netto Tinoco. Fernando Monteiro e Onestaldo de Pennafort Caldas. afastando-se da política 4 anos mais tarde. em seguida. dedicando-se. vinculada à Diretoria. poeta. Eleito deputado federal. Nuvens da tarde (1978). Um rei da valsa (1958). quando ocorreu o golpe de novembro de 1937. visitando parques industriais e agrícolas. à frente da CREAI. Espelhos d' água – jogos da noite (1931). . Poesia (1987).

em geral. requisitados do Banco do Brasil. Ocioso mencionar – mesmo porque as omissões seriam grandemente maiores que as lembranças – os nomes de funcionários que se destacaram na política. por Ivo Barroso. ao mesmo tempo em que desempenhavam suas funções bancárias rotineiras com a dedicação que transformou esse desempenho bancário num autêntico sacerdócio. a ser pagos pelo Banco. mesmo com a cessão. um ou vários servidores na composição de sua mão-de-obra especializada. nem sempre foi uma ideia que prevaleceu no âmbito do Banco. No início da conferência. Raro era o Ministério ou Assessoria de relevância no âmbito do Governo federal que não tivesse. já que os salários destes continuavam. favoravelmente sobre seu desempenho funcional. na historiografia. Sou de uma geração em que o escritor bancário era ainda olhado com certa . no entanto. nas artes e nas letras. nas ciências. em 8/12/1998. ao qual o funcionário consagrava o melhor de sua vida. veio à tona a questão do funcionário–escritor dentro do Banco do Brasil. no direito. na diplomacia. que o reconhecimento hoje generalizado de que os dotes extra–bancários do empregado refletem. imune a qualquer tipo de influências internas ou externas – o Banco do Brasil veio a constituir-se um celeiro de valores intelectuais a que recorriam sistematicamente os vários órgãos da Administração pública.231 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Um dos mais belos escritos sobre o autor é a conferência Onestaldo de Pennafort – A poesia em subtons proferida. ao ensejo da realização do II Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. Vale ressaltar: “Desde que se institucionalizou em quadros de carreira – a cujo acesso se fazia mediante rigoroso concurso público. que tinham ainda a vantagem de não ser onerosos. Devo dizer.

Poeta. Diante de tantas qualidades.” (61) (61) IVO BARROSO – in Onestaldo de Pennafort – A poesia em subtons – Conferência proferida. diretor da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil (5/7/1948 a 30/4/1951). Tínhamos que provar muita coisa. só conseguida com a permanente demonstração daquele zelo e dedicação pelas coisas do Banco. como um de seus representantes mais importantes. Onestaldo de Pennafort era um dos assessores do Sr. Nome que ajuda a grandeza do Banco do Brasil. jornalista. pôr ter granjeado um nome de relevo no mundo das letras. graças à mudança de ótica ensejada pelo tempo. longe de lhe cercearem performance funcional. que devíamos sobrepor a qualquer outro interesse por mais lídimo e construtivo que fosse. Se se tratava então de um poeta.FERNANDO PINHEIRO - 232 desconfiança por seus colegas e superiores. Marino Machado de Oliveira. Ganhar o respeito de nossos superiores não era uma tarefa fácil. com aquele mesmo orgulho com que Onestaldo se ufanava de ser um de seus mais dedicados servidores. facilitavam-lhe sobremaneira seu desempenho. Sei também que. . neste escrínio especial que é a Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. no âmbito do Banco. escritor e um dos melhores tradutores de poesia no Brasil. Banco. e da qual ele. ao ensejo da realização do II Seminário Banco do Brasil e a Integração Social. ele é hoje lembrado. sob a coordenação do escritor Fernando Pinheiro. teve decerto de provar que estas. provar sua competência bancária era ainda mais difícil. certamente se orgulha. divorciado das questões chãs e pragmáticas com que o bancário tem quase sempre de lidar. não especificamente bancárias. já que se presumia nele sempre um nefelibata. em 8/12/1998.

Em julho/1950. Aníbal Horácio Ferreira Beviláqua. e de inúmeras autoridades. o Estádio Municipal do Maracanã. foi celebrada missa votiva. em 29/7/1950. chefes de departamento. no Banco do Brasil. Júlio Cavalcante Xavier. Lizette d´Ávila Barros. e. Dídimo Peixoto de Vasconcelos. Auditório do 4° andar do CCBB – Rio) onde estiveram reunidos diretores. chefe–de–gabinete. e. ao longo de seis décadas percorridas (1950/2011). houve a homenagem no salão nobre dos acionistas (hoje. com festividades. o destino quis que o ápice ocorresse no início. prefeito do Distrito Federal. integravam o gabinete do diretor Anápio Gomes os seguintes funcionários: Luiz de Oliveira Alves. passado quase um século (1853/1949). Ovídio Xavier de Abreu. com a presença do general Ângelo Mendes de Morais.233 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Inaugurado. contínuo [Revista AABB – Rio – 1950]. em seguida. No transcurso do 1° ano de gestão do presidente Ovídio de Abreu. Sempre admiramos o pioneirismo nas atividades humanas. e. auxiliares–de–gabinete. e ilustres convidados [Revista AABB – Rio – 1950]. às vezes. em 16/6/1950. erguido nos terrenos do antigo Derby. o 1° presidente–funcionário (caráter efetivo). Maria de Lourdes de Araújo Lima. No discurso de saudação de Armando Ribeiro Dantas foram ressaltadas as providências do presidente . secretário–de–gabinete. o presidente–fundador. de grande repercussão que chega aos nossos dias. é reconhecido pela História como um dos trabalhadores que mais prestigiaram a classe a que pertenceu. Maria José Barcellos de Cerqueira. na cidade do Rio de Janeiro. pensamos que. através de medidas justas e humanitárias. Assim foi com Lisboa Serra. gerentes de agência.

(62) OVÍDIO XAVIER DE ABREU. o Banco do Brasil adotou medidas que beneficiaram os setores da Economia e.002. o abono em dinheiro da licença–prêmio aos empregados com mais de 25 anos de serviço. em 29/7/1950. Vale ressaltar [Revista AABB – Rio – 1950]. nas suas ações como presidente do Banco do Brasil senão o reflexo do seu desejo de ser justo. a melhoria das aposentadorias e ajuda aos herdeiros dos falecidos. o principal capital da Empresa. pelo transcurso do 1° ano de gestão presidencial. .FERNANDO PINHEIRO - 234 em benefício do funcionalismo do Banco do Brasil: o aumento dos salários teve o caráter singular de promoção em massa. critério mais equitativo e mais estimulante. em destaque. presidente do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950) – in Discurso de agradecimento à homenagem recebida do funcionalismo do BB. oferta de oportunidade de reabilitação aos que cometeram faltas de decoro no trabalho [Revista AABB – Rio – 1950]. Reajustamento pecuário – o Banco do Brasil colaborou com a Comissão de Finanças da Câmara dos Deputados quanto à elaboração da Lei n° 1.” (62) Durante a gestão de Ovídio Xavier de Abreu. e disse: “não divisar nos seus atos. o funcionalismo. o custeio das despesas dos licenciados por moléstias. criação de mais centros de saúde. inclusive adicionais fixos nos cargos de comissão. Na oportunidade. de 24/12/1949. agindo como depositário da confiança do Governo central. o presidente manifestou-se comovido pela espontaneidade de seus colegas e amigos em promover a comemoração. equitativo e imparcial.

com distinção. O médico Agripa Vasconcelos trabalhou em diversas cidades do interior de Minas Gerais. Coelho Neto. Na sociedade carioca desfrutava de prestígio e era amigo dos intelectuais Afrânio Peixoto. muito antes. Em 18/9/1950. Folha de pagamento – Promoções gerais ao cargo efetivo imediato e a reestruturação dos quadros funcionais. Gastão Cruls. entre outros [Revista AABB – Rio – 1950]. o direito de converter em espécie os proventos. defendeu tese e obteve. cirurgião e obstetra. com o aumento em determinadas categorias e adicionais para remuneração de comissões. com mais de 25 anos de carreira.235 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Alçada de Agências – Mediante estudo das possibilidades econômicas de cada região. tendo como Mestre o médico Miguel Couto. ajudando-os sempre. Agripa Ulysses de Vasconcelos ingressa no Banco do Brasil. recolheu impressões salutares destinadas à narrativa regionalista que muito contribuiu para a formação do romance histórico brasileiro [Revista AABB – Rio – 1950]. inclusive os mais necessitados. fez do exercício da Medicina um apostolado que beneficiou milhares de pacientes. foi autorizado o aumento das alçadas das agências. Nesse contato sadio com a gente simples do povo. Especialista em clínica geral. até aposentar–se em 1/10/1964. o título de doutor. na idade madura. era médico de carreira do Banco do Brasil. Antes. em empréstimos à produção. Residindo no Recife. no valor total de Cr$ 1 ½ bilhão. Licença–prêmio – permissão ao funcionário. recebeu diploma da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Sócio do Instituto . ocupando o cargo de chefe do Serviço Médico.

Silêncio (1920). sem precedentes no Brasil. Minas Gerais. do ciclo da escravidão em Minas Ainda na bibliografia de Agripa Vasconcelos. com a publicação de Elogio de Miguel Couto. Marcando um grande acontecimento literário. Na literatura. ingressava na Academia Mineira de Letras. “Chico-Rei”. “Sinhá Braba (Joaquina do Pompeu)”. em 1959. Nós e os Caminhos do Destino. romance do ciclo do ouro. Sementeira de Pedras (poesia). À época. em sucessão de Alphonsus de Guimaraens. romance do ciclo do latifúndio em “A Vida em Flor de Dona Beja”. “Gongo–Sôco (O Barão de Catas Altas)”.FERNANDO PINHEIRO - 236 Histórico e Geográfico de Minas Gerais e do Instituto Histórico de Ouro Preto [Revista AABB – Rio – 1950]. publica. “Corpo Fechado – lendas e contos” (obra póstuma) – 2008 – Editora SESC Minas Gerais – . “Ouro Verde e gado negro”. a partir de 1951. “Chica-Que-Manda (Chica da Silva)”. romance do ciclo da agropecuária em Minas Gerais. o funcionário do Banco do Brasil. Depois veio a lume. temos “São Chico” (panorama da vida nordestina). pela Editora Itatiaia. romance do ciclo do povoamento em Minas Gerais. Agripa Vasconcelos iniciou no gênero da poesia. as “Sagas do País das Gerais” que compreendem 6 romances históricos. de colorido épico numa sucessão de ciclos de civilização: “Fome em Canaã”. romance Gerais. romance do ciclo dos diamantes.

na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. filha do Valiosa contribuição para compreender o Brasil. reapresentada em 2009 pela SBT. com elevado índice de audiência (horário 21:30h). no papel–título representado por Maitê Proença. gerente do CCBB – Rio de Janeiro. Ovídio Xavier de Abreu recebe felicitações de Euclides de Arruda Matos. inspetor da INGER – 5ª Zona – MT. em discurso de panegírico (elogio acadêmico). da TV Manchete. Vale assinalar que a obra “A vida em flor de Dona Beja” foi adaptada para a novela “Dona Beija”. pelo acadêmico Zorrillo de Almeida Sobrinho (1927/2009). do Professor Zanoni Neves – UFMG – 1998. A vida e a obra de Agripa Vasconcelos foi apresentada. quatro anos mais tarde. coordenador das Relações Institucionais da Petrobras. outro funcionário do Banco do Brasil que escreveu sobre essa região que abrange os sertões de Minas e da Bahia. Em 2009. nos idos de 1986. no . em grande estilo. décadas de 70 e 80. em 25/3/1997. Homenageado no Ideal Club – Praia de Ipanema – Fortaleza–CE. na presença de Leonardo J. a obra “Navegantes da Integração – Os remeiros do Rio São Francisco” (estudo interdisciplinar no campo da Antropologia Social e História). o autor lança outra obra pertinente à região: “Na Carreira do Rio São Francisco”. o presidente do Banco do Brasil.237 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL organizada por Mara de autor e guardiã da obra. Aristides Moreira Barcelos. Vasconcelos Mancini. Muniz. em 2/8/1950. proferido. e de Cláudio Vasconcelos. gerente e Clóvis Barreira Fontenele que iria ingressar. no ato. inspetor. representando. levada ao ar sob a direção de Herval Rossano.

em Minas Gerais. Walter Moreira Salles. Três meses após o banquete de gala em homenagem ao presidente do Banco do Brasil (outubro/ 1950). da Presidência do Banco do Brasil para assumir. interinamente. na Agência de Campos – RJ. no cargo de presidente do Banco do Brasil.FERNANDO PINHEIRO - 238 Quadro de Advogados do [Revista AABB – Rio – 1950]. representando o ministro da Guerra. durante a década de 40. vale assinalar que Euclides de Arruda Matos trabalhou. em fevereiro/1951.115 votos). o cargo de presidente [Revista AABB – Rio – 1950]. o mandato de deputado na Câmara dos Deputados. Na solenidade. ele trajava terno bege. Em 18/12/1950. senador da República. capitão Carlos Henrique Rupp. general Anápio Gomes. general Canrobert Pereira da Costa. teve a presença de Guilherme da Silveira. . Ivo de Aquino. José Braz Pereira Gomes. Marino Machado de Oliveira e José Vieira Machado. Banco do Brasil (1954/1966) Em retrospectiva. ministro da Fazenda. em 18/12/1950. A posse de Jorge de Toledo Dodsworth. recebe calorosa manifestação de carinho na despedida do cargo de gerente da agência. precisamente em julho/1944. Pedro Mendonça Lima. uma das mais antigas do País. ocorrem as eleições e Getúlio Vargas conquista o cargo de presidente da República e. e. diretores do Banco do Brasil. Ovídio Xavier de Abreu é eleito deputado federal com a maior votação nas urnas mineiras (43. enaltecendo a personalidade do diretor Jorge de Toledo Dodsworth que assumia. em eloquente discurso. Ovídio de Abreu despediu-se. muito comum da época [Iconografia: Revista AABB – Rio – out/1979].

o de dirigir à Sua Excia. Foi este o principal motivo que me decidiu a aceitar o encargo que. presidente do Instituto do Açúcar e do Álcool. “Ao assumir a Presidência a que fui chamado por honrosa e desvanecedora escolha do Exmo. tenho como imperativo. porque sou chamado a substituir. na tradição do Banco do Brasil e na necessidade do incremento das atividades da lavoura. E só não julgo esta incumbência excessiva para as minhas forças.. entre outros ilustres convidados [Revista AABB – Rio – 1950]. por via reflexa. a que particularmente me apraz obedecer. Ovídio de Abreu. neste alto cargo. . as minhas primeiras palavras. O teor do discurso de posse de Jorge de Toledo Dodsworth na Presidência do Banco do Brasil foi centrado na fulgurante personalidade de Ovídio Xavier de Abreu. o ilustre Dr. da indústria e do comércio. o substancial reforço de tenacidade. não desconheço o pesado encargo que me foi imposto. que são de agradecimento pela alta investidura a mim conferida. A tarefa se me afigura anda mais penosa. de não fugir a convocações para o serviço público. Presidente da República. colaboração e direção. Trabalhando nesta Casa desde a minha mocidade. Sr. a minha desvalia aconselhava a recusar. em diversas funções de fiscalização. suficiência e coragem que o desempenho de tão árdua função indiscutivelmente requer. embora infringindo o dever precípuo do cidadão. porque o meu longo trato com a gente que aqui moureja e com os meus ilustres companheiros de Diretoria me assegura a confiança necessária: deles recebo.239 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Fernando Pessoa de Queiroz.

não direi brilhante e memorável. da eficiência com que enfrentou e resolveu os problemas de sua alçada. as funções de Presidente do Banco. a atuação do Dr. representada pela produção. mas o Banco do Brasil perde. Não obstante. para fazer obra. e. todo o meu patriotismo. da cordialidade fidalga do seu trato. um ótimo Presidente. da firmeza cautelosa com que manobrou o leme da náu. que honrará as tradições de cultura e inteligência dos filhos daquele Estado. sem sombra de dúvida. Ovídio na Presidência do Banco. pelas lides parlamentares. empregando todos os meus esforços. Bem se vê. mas infelizmente por tão pouco tempo. por tudo isso. contornando escolhos e aproando sempre para rotas tranquilas e seguras. Procurarei atender à economia nacional. mas honesta e bem intencionada. que ora deixa. O Congresso adquire um elemento precioso. E dou testemunho expresso – como de resto. toda a minha capacidade de trabalho. hora por hora. que tanto ilustrou. . toda a sua atividade e toda a sua inteligência. o predecessor ora troca. enfim. quanto é difícil o mandato que sobre mim recai – mandato tornado particularmente mais espinhoso pelas graves dificuldades que assoberbam o mundo inteiro e que multiplicam e aguçam os problemas afetos a quantos têm qualquer parcela de responsabilidade na coisa pública.FERNANDO PINHEIRO - 240 Como Diretor. todo o entranhado amor que tenho às coisas do Banco. entro no exercício do cargo com o firme e inabalável propósito de corresponder à confiança em mim depositada. do zelo com que procurou sempre defender as conveniências e o patrimônio deste instituto. Eleito deputado federal por Minas Gerais. pude acompanhar de perto. podem fazer quantos aqui trabalham – do singular empenho com que sempre consagrou ao cargo.

beneficiou a lavoura e o comércio do café. já no exercício da profissão liberal que ambos abraçamos. produzindo e vendendo para consumo interno e externo. porque é esta. um dos setores mais importantes da política econômica. já no convívio deste Banco. está sob o comando de Jorge de Toledo Dodsworth. principalmente nos momentos delicados em que interferiu para debelar a forte pressão de especuladores. que poderemos progredir e sobreviver se as ameaças que negrejam os horizontes malfadadamente se concretizarem em lutuosa realidade. No alvorecer dos idos de 1951. A pasta (63) JORGE DE TOLEDO DODSWORTH. oriundo da Carteira Agrícola.241 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL comércio e indústria. presidente do Banco do Brasil (18/12/1950 a 2/2/1951 – interino) – in Discurso de posse. Sr. criando.Paulo (edição terça-feira 19/12/1950) divulga matéria auspiciosa para a economia nacional: a posse de Jorge Dodsworth no cargo de presidente do Banco do Brasil.” (63) O Estado de S. Segundo o Estadão (19/12/1950). colhendo. nesse setor. o Banco do Brasil. a atuação de Dodsworth. servido por 13. Ministro da Fazenda que sempre me habituei a respeitar e admirar. . em caráter interino. em seus justos anseios. como titular da pasta a que o Banco do Brasil está tão intimamente vinculado. desde o dia 18 de dezembro de 1950. enquanto diretor. a melhor maneira de servir ao Brasil. Finalizando. É plantando.503 funcionários. quero manifestar de público meu agradecimento muito sincero pela honrosa presença do Exmo.

Envolvida no clima de cordial recepção. presidente do Banco do Brasil (15/12/1950 a 02/02/1951) – Reunião com os diretores da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil – 11/1/1951. apos. destinado à construção de casa própria para seus associados. bem como o reembolso integral das aposentadorias posteriores a 31/12/1948 [Revista AABB – Rio – 1951]. destacando o apoio recebido. presidente da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (19/3/1949 a 30/4/1952). funcionário do Banco do Brasil (posse: 6/12/1923. (65) (64) ALCEBÍADES FRANÇA DE FARIA. nos períodos (11/9/1929 a 24/10/1930 – interino) (22/11/1945 a 2/6/1949) era o presidente do Banco do Brasil.FERNANDO PINHEIRO - 242 do Ministério da Fazenda era dirigida pelo médico Manoel Guilherme da Silveira Filho que. e concluiu dizendo: “em nenhum momento de sua vida. na manhã do dia 11 de janeiro de 1951. a Diretoria da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. capitaneada pelo presidente Alcebíades França de Faria.” (64) Em resposta. . Usando a palavra. teve a Caixa oportunidade de reconhecer uma dívida de tão profunda gratidão. foi recebida pelo presidente do Banco do Brasil que ouviu palavras de agradecimento pela abertura de um crédito de cinquenta milhões de cruzeiros. (65) JORGE DE TOLEDO DODSWORTH. Alcebíades França de Faria elogiou a participação do Senhor Presidente do Banco do Brasil nas questões relativas à obra assistencial da Caixa de Previdência. Dodsworth revelou que os méritos alcançados não são dele e acrescentou: “a concessão estava virtualmente dentro das obrigações do Banco e de suas responsabilidades perante o funcionalismo”.: 5/2/1955).

ao assumir a Presidência. 5 – p. no total de 1. a Caixa de Previdência. e. em maio de 1950. Anteriormente.445 imóveis. 199 – AGGS – Indústrias Gráficas S. já iniciava o financiamento de residências aos seus associados. após um longo período de déficits. segundo Cláudio Pacheco.243 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL A gestão de Alcebíades França de Faria foi bastante proveitosa em termos de resultados. Alcebíades França de Faria. . o ritmo de obras foi normalizado. após 1 ano. Em apenas um ano de gestão. – Rio de Janeiro – 1980. sob o comando de Orlando de Almeida Cardoso (27/4/1934 a 18/3/1949).A. iniciadas antes da gestão do presidente da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. com ele. a maioria das casas encontrava-se em fase de conclusão [Revista AABB – 1951]. encontrara a Caixa de Previdência em fase de difícil conjuntura. antes de assumir o cargo de presidente [Revista AABB – Rio – 1951]. Em 19/3/1949. os balancetes apresentaram resultados positivos e. admirado e elogiado pela Diretoria. e deu início a fase progressista da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil.” (66) As construções de casas para o funcionalismo do Banco do Brasil. encontravam-se em andamento comprometido e. para satisfação dos funcionários e diretores do Banco do Brasil. (66) CLÁUDIO PACHECO – in História do Banco do Brasil – vol. apresentou o primeiro saldo credor das contas da Caixa de Previdência junto ao Banco do Brasil. “enquanto tinha em construção 501 apartamentos e 107 prédios. e no meio da adversidade vislumbrou um elevado estímulo para alcançar os meios necessários para normalizar a situação financeira. nos idos de 1947.

um dos mais importante presidente da Previ. cardeal–arcebispo de São Paulo . recebe a visita de ilustres convidados para assistir à solenidade do casamento do deputado federal Ovídio Xavier de Abreu com a jovem Júlia Santos de Abreu. O exemplo singular de dedicação ao trabalho. como nenhum outro ocorrido antes. Em janeiro/1951. Arnon Afonso de Farias Melo (Alagoas) e Sílvio Piza Pedrosa (Rio Grande do Norte) [Retrato p & b – 30 cm x 24 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil] . segue adiante percorrendo mundos afora. é o mais importante presidente da PREVI. a cidade de Araxá. destacamos os governadores Juscelino Kubitschek (Minas Gerais). Sem dúvida. diretor da Cexim – Carteira de Exportação e Importação. elegância em se vestir e se expressar publicamente. No ano seguinte.FERNANDO PINHEIRO - 244 A partir de então. no decorrer dos evos. e elogiável por gerações que se seguiram. pelo inconsciente coletivo de que nos falou Carl Jung. convocado por Simões Lopes. dia 22 de março de 1952. interior de Minas. fino trato. imbatível por seus feitos administrativos que alavancou o progresso da empresa que presidiu. honradez. 1981]. Casimiro Ribeiro assume o cargo de sub–assessor. sob intenso regozijo. em viagens. dignidade e nobreza de caráter. A cerimônia religiosa foi conduzida por um ilustre filho de Minas Gerais: Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota. a Caixa de Previdência desfrutou de período de prosperidade. subordinado ao assessor Garrido Torres [RIBEIRO. e em todo o decorrer da gestão de Alcebíades França de Faria (19/3/1949 a 30/4/1952). legado por Alcebíades França de Faria. Entre eles.

Sara Kubitschek. e o jovem bancário Amador Aguiar. Berent Friele. Ovídio de Abreu. Drault Ernani. 1958. Ranieri Mazzili. em 1954. deputado federal. em mandatos sucessivos. ARENA. . Em 1967 a 1970 exerce o cargo de secretário de Finanças de Minas Gerais no governo de Israel Pinheiro. Último de Carvalho e Bias Fortes. 1962 e 1966. Vale ressaltar ainda a presença dos deputados federais Benedito Valadares. senador Assis Chateaubriand. Amador Aguiar iria fazer história no Bradesco. superintendente da Casa Bancária Almeida & Cia.245 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL [Retratos p & b – 30 cm x 24 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil] . Na união abençoada por Deus. Randolfo Santos de Abreu. antigo presidente do American Brazilian Association. Alexandre Santos de Abreu. por último. na legenda PSD e. Júlia de Abreu. é reeleito.. além da 1ª dama estadual. Mais tarde. o casal teve 4 filhos: Ovídio de Abreu Filho. Inc.

dia 2 de fevereiro de 1951. o advogado Ricardo Nami Jafet toma posse no cargo de presidente do No . sede da Carteira de Exportação e Importação. Discursos proferidos em banquete enaltecem o diretor Loureiro da Silva. apresentando as metas da política de expansão do crédito. A retomada do ensino no BB. presidente–fundador da Fundação Getúlio Vargas e diretor do BB. ao ensejo da aprovação do novo Regulamento da Carteira Agrícola e Industrial. O diretor Vilobaldo de Souza Campos presta homenagem a Leonardo Truda. Conclaves de gerentes do BB em Belo Horizonte. Criação do Departamento de Crédito Geral.FERNANDO PINHEIRO - 246 CAPÍTULO 4 Ricardo Jafet preside os destinos do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953). discursa em recepção do corpo docente da FGV. em visita ao BB. Mecanização de serviços. Diretores viajam pelo Brasil. presidente do BB (27/7/1934 a 30/11/1937) na inauguração do Edifício Leonardo Truda. Luiz Simões Lopes.

Adhemar de Barros.247 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Banco do Brasil. elas retiraram da cabeça os chapéus. que vinha exercendo. pintado por Cândido Portinari. esposa do presidente. prestigiado pela presença de João Café Filho. ministro da Fazenda. vemos que. Fazendo uma retrospectiva histórica sobre o desenvolvimento do Banco do Brasil na vida econômica do País. Ricardo Jafet pronunciou o discurso de posse. desde os tempos idos do Império até o início da segunda metade do século XX que se abria. quando iniciou a cerimônia de posse. vice-presidente da República. traje comum da época [Revista AABB – Rio – 1951]. retrato que adorna o salão da biblioteca da residência da bela senhora viúva que nos recebeu para uma visita de cortesia. governador do Estado de São Paulo (1947/1951 e 1963/1966). Na sequência da iconografia do evento. Ao final do discurso. interinamente. Nelly Maluf Jafet. saudou Jorge Dodsworth. sem pintura. Horácio Lafer. à época esposa do presidente. . e se dirigiu aos demais membros da Diretoria e a todos funcionários revelando que seu programa de trabalho se resumia na palavra trabalhar e enfatizou os objetivos comuns capazes de suavizar as mais árduas tarefas [Revista AABB – Rio – 1951]. acompanhada de algumas distintas senhoras que usavam vestidos elegantes e joias preciosas [Revista AABB – Rio – 1951]. conservando o charme e a beleza. Obra de arte de grande valor é o semblante clássico de Nelly Jafet. Chapéus da moda feminina não lhes tiravam de vista os lindos penteados: eram de cabelos de cor natural. o cargo de presidente. Autoridades presentes trajavam ternos brancos.

Nos idos de 1964. representando o Tesouro Nacional. chefe da Secretaria da COJUR – Consultoria Jurídica. realizada em 30 de abril de 1951. Vale ressaltar que o diplomata Hugo Gouthier. Por ato do presidente da República. Na sessão da Assembleia de Acionistas. José Estefno (Carteira de Crédito Comercial) e Egídio da Câmara Souza (Carteira de Crédito Geral) [Revista AABB – 1951]. sob a presidência de Ricardo Jafet.FERNANDO PINHEIRO - 248 Em abril/1951. Luiz Simões Lopes (Carteira de Importação e Exportação) e Walter Moreira Salles (SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito) [Revista AABB – 1951]. vale ressaltar: Cecília Santos de Biasi (posse no BB: 26/7/1935. João Leães Sobrinho. com a presença de representantes do Governo: José Loureiro da Silva (Carteira de Crédito Agrícola e Industrial). por por unanimidade. foram nomeados os seguintes diretores. membro da COMINQ. os diretores: general Anápio Gomes (Carteira de Agências do País). apos. 19/2/1959). Carloman da Silva Oliveira. apos. Armando Almeida Alcântara (Carteira de Redescontos). 27/9/1965). foram eleitos. ei–la chefe–de– gabinete da COJUR. dentre outras nomeações. Maria Thereza Leme Navarro. advogado “D”. Nessa sessão foram eleitos os membros do Conselho Fiscal do Banco do Brasil: Argemiro de Hungria Machado. com a presença de Haroldo Renato Ascoli. Fernando Drumond Cadaval (Carteira de Câmbio). na obra Presença – Editora Record – 1982. publica retrato de Egídio da Câmara Souza. João Daudt de . ministro dos Assuntos Econômicos da Embaixada do Brasil em Londres – Governo Dutra. conferente da CEXIM (posse no BB: 2/7/1927.

esses profissionais foram assessores de vários ministros de Estado [RIBEIRO. eis que os imperativos do seu rijo caráter lhe impuseram a mais compreensível e digna das renúncias. a posse do diretor da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial por figuras representativas da produção. soube imprimir à sua gestão os traços. sucedendo a Marino Machado de Oliveira. o empossado diretor. Pedro de Magalhães Corrêa do Amaral [Revista AABB – 1951]. Festejada. do comércio e da indústria. Quando mais se lhe alargavam os horizontes de uma operosidade servida por uma cultura orientada pragmaticamente. simpáticos e enérgicos. ao mesmo tempo.249 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Oliveira. “Não são poucas as razões que me levaram a presidir a este ato com o mais vivo regozijo. . em verdade. no ponto alto do discurso. em 1944 e 1945. Estamos. que é a volta. estudioso e ensaísta dos assuntos econômicos. com muito entusiasmo. propriamente. e Zózimo Barroso A equipe de Moreira Salles era constituída de elementos de elevada formação profissional. 1981]. O presidente Ricardo Jafet esteve presente à solenidade e. para o cargo de diretor da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. Eleito e reeleito. do Dr. respectivamente. de sua personalidade de escol. destacando–se os economistas Sidney Latini e Casimiro Ribeiro. José Loureiro da Silva a um dos altos postos de direção do Banco do Brasil. além do advogado Herculano Borges da Fonseca. fez lembrar o passado de glórias de Loureiro da Silva. assistindo à cerimônia das mais expressivas. Mais tarde.

Madrugou nos campos da vida pública o homem que aqui vem reinvestindo-se na função que honrou e a que comunicará de novo o cabedal de sua experiência adquirida ao contato imediato da realidade. começou a perlustrar os vários postos que lhe encheram de encargos os melhores anos da existência. ao impulso das altas causas de interesses coletivos. .FERNANDO PINHEIRO - 250 Tendo entrado para esta grande casa armado das credenciais que lhe outorgava a precisa inteligência dos problemas atinentes a um dos setores de maior importância da vida econômica do País. que nele começavam a coexistir desde cedo. e nem sempre se ajustaram rigorosamente a linha das imposições de índole partidária. bravura e independência – tradição que conquistou e. a todas as solicitações das classes que. dela saiu enobrecido pelo seu gesto de exemplar dignidade moral e política. representam as forças propulsoras da prosperidade econômica e social do povo brasileiro. jamais deixaram de vibrar. comumente. já foi chamado a exercer uma promotoria pública. aprimorou. a mocidade consagra às coisas amáveis e efêmeras. Essa atividade ligada aos seus interesses de fidelidade e amizade ao presidente Getúlio Vargas não causou surpresa a todos quantos lhe conheciam e admiravam a tradição de altivez. de modo muito especial. na mais perfeita unidade psicológica. nas lutas do seu Estado natal. aos apelos do bem comum e. Aos 19 anos. nas cidades e nos campos. ainda acadêmico de Direito. O homem político e o homem público. entre as generosas rebeldias da adolescência e o pensamento reflexivo da idade madura. Desde então. os anos que.

do político. em nenhum momento. convergem para a Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. o vosso conhecimento dos problemas que. integrando-vos novamente no corpo de seus colaboradores de elite. Bem sei que. Administrador moderno. dotado da visão concreta das questões pertinentes ao quadro de uma civilização urbana em processo de contínuo crescimento. num dos estados líderes da riqueza agropecuária brasileira. sensíveis em todos os recantos do País. Dr. desejo cercar este ano de um cunho de particular cordialidade. Loureiro da Silva: O Governo do eminente presidente Vargas. em função da melhoria da condição humana. sem dúvida. teve presente. que corresponderá aos legítimos interesses .251 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL À sua vocação de realizar e empreender rasgaram-se perspectivas consagradoras à frente da Prefeitura de Porto Alegre. que vos sagrou um dos nossos reputados especialistas em assuntos concernente ao progresso da pecuária e da agricultura – um especialista com a sensibilidade requintada nas leituras virgilianas – não aparta a vossa visão do panorama da nossa vigorosa expansão industrial. do parlamentar e do administrador. em demanda de exame e solução. Ao ensejo de vossa volta ao seio de uma instituição tão profundamente vinculada à vida financeira e econômica do Brasil. tendes procurado refúgio nas lides prediletas de quem merece também o título de líder ruralista. não perdeu de vista. o destino social do indivíduo e da comunidade. Mas a predileção. formulando os votos para uma fecunda gestão. nos fugazes intervalos da atividade do advogado.

visando recolocar as relações financeiras internas e externas. alimentando o incentivo da produção. antigo diretor”. É ela a ramificação mais extensa. em situação de corrigir enganos e desajustes. equilibrando as relações do comércio. erros e irregularidades que. . o presidente Ricardo Jafet compareceu à posse do diretor Armando Almeida Alcântara e fez o uso da palavra. Getúlio Vargas. mantendo o financiamento. dependentes do Banco do Brasil. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953) – in Discurso proferido.FERNANDO PINHEIRO - 252 nacionais e refletirá a comprovada competência e. em homenagem ao diretor Loureiro da Silva. traçada pelo eminente presidente da República. ao ensejo da posse na CREAI. (67) do novo Em outro evento. afirmando a forma como é dirigida a direção do Banco do Brasil: “Garantir a execução plena e rápida da política econômico-financeira. que penetra fundo as distâncias nacionais. Na ordem das atividades importantes. em curso. (67) RICARDO JAFET. Aí estão as medidas iniciais e estudos. E é este precisamente o espírito que norteia as nossas atividades na direção do Banco do Brasil. comprometeram-na agitando a obra de reconstrução entregue à Sua Excelência. desafogando a indústria. se não corroeram a estrutura financeira. situa-se a Carteira de Redescontos e da Mobilização Bancária. o Dr. em maio/1951. sustentando o crédito. do mesmo passo. tem sido a orientação que presidiu a escolha daqueles que devem integrar o quadro dirigente do nosso instituto oficial de crédito.

Armando Almeida Alcântara. é patente que na sua direção só um técnico. O técnico. econômicos e financeiros. o então presidente do Banco do Brasil. quando certa vez visitava Santos. pode dar execução cabal à tarefa ingente de uma assistência à altura das necessidades atuais. havendo-se com sucesso na orientação do crédito na principal praça exportadora do País. Avançou no conhecimento das marchas e contra-marchas da vida comercial e bancária do País. Armando Almeida Alcântara. servidas por bancos particulares. Sem falar mais na sua importância de sobejo conhecida. alertou e alarmou o meio afirmando que o País estava financeiramente à beira do abismo. E deu a mais impressionante demonstração de largueza de visão e previsão. negando as afirmações de que tudo ia bem. compete à Carteira de Redescontos suprir as dificuldades que se apresentam no atendimento rápido e eficaz das mais distantes zonas de produção. Na falta de um sistema bancário nos moldes avançados. foi o governo da República buscá-lo na figura do ilustre Dr. no agitado período de antes de 1930. o estudioso. conhecedor dos problemas bancários. chega a sua assistência através do Redesconto que mantém entrosagem da vida bancária e nutre as atividades dos institutos particulares de crédito.253 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Onde não chega a presença efetiva do Banco do Brasil. o financista e o bancário. entrou em São Paulo como Guilherme entrara na Inglaterra: dominando as simpatias e a confiança. como se prega nos estudos da reforma. o economista. . Natural da Bahia. Viveu e comandou as relações creditícias. Gerenciou ali a agência do Banco do Estado. o Dr. Fixou-se em Santos.

E conhece através do trato quotidiano. gerente da CEXIM – Carteira de Exportação e Importação (posse no BB: 13/3/1922 – apos. do seu principal produto cairia Não foram muitos os dias corridos. em homenagem ao diretor Armando Almeida Alcântara. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953) – in Discurso proferido. permanente e ativo. contemporâneo de Adolpho (68) RICARDO JAFET. que durante muitos anos. e aquela afirmação se transformava na dura realidade do crack do café. destacamos a de Leopoldo Saldanha Murgel. e. ainda. no cargo de gerente do Setor Rural da CREAI. orador de méritos consagrados. foi sempre chamado a participar da orientação do principal banco do Estado de São Paulo. exercia o cargo de gerente do Setor Rural da CREAI – Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. ao ensejo da posse na CARED. vida bancária. organização bancária. Armando Almeida Alcântara conhece Banco. grato presidir a esta posse. Vale ressaltar ainda a posse de Francisco Vieira de Alencar. necessidades bancárias. É-nos.: 27/1/1959). pela certeza de orientação firme e eficaz que representa o seu novo titular. chefe-de-gabinete de vários diretores. do qual foi seu Diretor–Superintendente até que foi chamado para servir à Nação na direção do Banco do Brasil.” (68) Dentre as nomeações realizadas pelo Banco do Brasil. . Trata-se de intelectual de reconhecido valor. em maio/1951.FERNANDO PINHEIRO - 254 e que a posição verticalmente. pois. Desde então.

ainda. quero aludir ao ânimo e confiança que a sua volta à alta administração do Banco do Brasil desperta no funcionalismo da Casa.Exª a lembrança inapagável de sua dignidade pessoal de suas atitudes desassombradas e de sua alta compreensão da função que exerce. Digo de ordem sentimental. A retomada por V. . chefe-de-gabinete da Presidência do Banco do Brasil (posse no BB: 19/11/1923 – apos. que a minha posse no cargo de gerente do Crédito Rural.Exª. Vale ressaltar: “Quis V. me tocam a emotividade e me falam de perto aos sentimentos de responsabilidade. aos demais executivos do BB (subgerentes e chefes-de-seção). porque sua amizade avassala pela torrente de seus influxos que geram o respeito e a admiração. em cujo espírito deixou V. Francisco Vieira de Alencar. proferiu o discurso. realizasse com a sua presença no seu Gabinete. arautos das aspirações do funcionalismo do Banco do Brasil.Exª acaba de pronunciar.Exª da direção da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial é a razão de ordem sentimental e moral de meu regresso aos serviços que lhe caberá supervisionar. diretor da Carteira Agrícola e Industrial. ambos tiveram a honra de presidir os destinos da AABB – Associação Atlética Banco do Brasil – Rio de Janeiro. Senhor diretor Loureiro da Silva. Todas estas demonstrações de confiança e as palavras que V. Após a saudação a José Loureiro da Silva.: 5/2/1958) e ao gerente de Crédito Industrial e. Referindo-me ao aspecto moral. e a Antônio Arraes de Alencar. para o qual me designou a sua escolha.255 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Schermann.

por instinto. a aceitação do desvirtuamento da real finalidade do crédito que é fomentar as atividades benéficas à prosperidade coletiva. A mentalidade do homem de Banco. O mundo rural brasileiro. que V. que não é novo. todo o meu entusiasmo e todas as forças do meu ideal de funcionário do Banco do Brasil. Trago para o novo posto.Exª descreveu em planejamentos impressionantes. o atrativo dos valores morais e intelectuais de sua personalidade torna irresistível o desejo de se lhe dar tudo em colaboração no trabalho comum. repele. torna-se o crédito um instrumento de deturpação da moeda e fator de perturbação do comércio. com o seu cortejo de . Sr. diretor Loureiro da Silva. cuja modéstia glória. pela ciência direta que tem da extensão de seus problemas e necessidades prementes. é a independência mental e a liberdade de pensar. no trabalho quotidiano. na Carteira.Exª já semeara e praticara na Carteira está consoante com o espírito tradicional dos homens que vão servi-lo. com fundamento na moralidade da instituição. a qual repousa na moralidade e legitimidade dos negócios. que empresta um colorido especial à honra que me deferiu V.FERNANDO PINHEIRO - 256 Destarte. O programa de V.Exª. É tudo isto. senão uma retomada de ideias e princípios que V.Exª. Com o desvio de seus objetivos precípuos. quando os verdadeiros produtores desfilam nas forças caudinas dos beneficiários das vantagens de toda a espécie que o beneficiário cria e faz proliferar. informada no espírito da profissão. que é o de estudar os seus problemas e servir ao nosso Instituto com o entusiasmo que a sua grandeza suscita. não é a côrte daqueles que simulam defender os interesses da produção.

o funcionário José Vieira Machado. na vaga do titular Pedro Luís Corrêa e Castro. mas do decidido propósito de separar o joio do trigo. e ao término de fértil carreira profissional. O Banco moderno ainda é o poderoso dique a essa onda desapoderada. com as alegrias e esperanças de quem nunca perdeu a fé no ideal. quero expressar a V. sem os preconceitos de uma burocracia extenuante. O crédito especializado. diretor da SUMOC (1944/1950). depois de exercer relevantes funções: secretário de Finanças do Espírito Santo (1928/1929). Impõe-se a restauração de uma política geral que coloque os valores humanos e sociais acima das ambições personalistas e da corrida desenfreada para os lucros vertiginosos. exercido com técnica e com ânimo público. ministro da Fazenda (interino). apos. a cujo quadro regresso. gerente da Agência Central – Rio de Janeiro (1936/1941). em 7/2/1951. escassez de utilidades e vida cara para os que vivem de salários. diretor da Carteira de Câmbio do Banco do Brasil (1950/1951).257 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL malefícios à comunidade: inflação. na 1ª quinzena/ abril/1951. é a arma por excelência para corrigir e retificar muitos erros e estancar muitos males de que padece o Brasil. Ao tomar posse do meu cargo.Exª os meus agradecimentos e assegurar-lhe o meu empenho em corresponder à sua confiança. para o que tenho de contar com a ajuda e cooperação dos meus velhos companheiros de trabalho na Carteira de Crédito Agrícola e Industrial.” (69) Empossado em 30/1/1918. . aposenta-se do Banco do Brasil. ao ensejo da posse no cargo de gerente de Carteira.: 1/11/1957) – in Discurso proferido. (69) FRANCISCO VIEIRA DE ALENCAR (posse no BB: 1/8/1922.

diretor da Carteira de Redescontos. . de Dinah Silveira de Queiroz. o Jornal A Manhã – Rio de Janeiro publica na coluna “Café da Manhã”. desde os idos de 1941 e.: 3/7/1955). com a finalidade de dar maior rapidez e segurança nos serviços [Revista AABB – Rio – 1951]. visita a Agência de São Paulo. 13/3/1954). o presidente do Banco do Brasil. 6/5/1951 – A Agência de Presidente Prudente – SP é conduzida com eficiência pelo gerente José Rodrigues Crespo (posse no BB: 19/12/1923.FERNANDO PINHEIRO - 258 Na primeira quinzena de abril de 1951.: 23/4/1958) e pelo inspetor Jorge Máximo Teixeira (posse no BB: 8/9/1918 – apos. folhas de pagamento. a matéria já era objeto de estudo no BB. Recebido pelo gerente Adão Pereira de Freitas (posse no BB: 3/11/1923 – apos. A Agência de São Paulo. cobrança. posteriormente. apos. Luar da Crônica que retrata o talento literário do gerente daquela filial. operava com as máquinas Hollerith e National. a partir do ano seguinte. adotado por outras agências de grande porte que começaram a melhorar as rotinas de serviço [Revista AABB – Rio – 1951]. Na pauta. o assunto do momento: mecanização de serviços. Aliás. registro de títulos da praça. Nesse dia. num total de 5. Esse sistema foi.000 documentos por dia. implantando o Plano Racionalização e Mecanizações dos Serviços de Contabilidade que tinha por objetivo absorver os serviços de várias seções numa única seção. em companhia de Armando Alcântara. foi criada a Seção Serviços Mecanizados. Ricardo Jafet. As principais tarefas executadas: controle das contas de depósitos. pioneira nesse sistema operacional.

Eu ai. (71) ERNANE GALVÊAS – in Depoimento prestado. Havia um curso de “Teoria e Política Monetária” no México que muita gente ambicionava fazer. Ele estimulou muitas as pessoas a irem fazer cursos no exterior. no momento em que se apresentava como prestigiado autor das obras Regime Jurídico do Capital Estrangeiro – Editora Letras e Artes – 350 pp. os tempos idos na Sumoc: Galvêas lembra. o Sidney Latini foi para o Fundo Monetário fazer curso de balanço de pagamentos. Ernane 1989. É. com o Prefácio do Prof. em novembro/1951. Segundo a Revista AABB – Rio – 1951 e confirmando o depoimento de Ernane Galvêas. à Fundação Getúlio Vargas. Casimiro Ribeiro foi para a Inglaterra. inglês e francês.” (71) Tempos mais tarde. em 19/8/1982... em “O Herculano teve uma visão muito ampla de todos esses acontecimentos em relação ao que seria o trabalho na Sumoc. Era um curso de oito meses no CEMLA – Centro de Estudos Monetários Latino–Americano. (1963) e As Instituições Financeiras do Brasil (editada em português..259 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em retrospectiva. Herculano Borges da Fonseca é eleito presidente da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil.. Antônio Delfim Netto. O Guilherme Pegurier foi para o Fundo Monetário fazer curso de balanço de pagamentos. à Fundação Getúlio Vargas – Rio de Janeiro – RJ. nos idos de 1989. e mandou muita gente estudar fora. por Crown Editores Internacionais – 544 pp. . Fiz o curso no México em 1954. Guilherme Augusto Pegurier estava em missão especial da Presidência do Banco do Brasil... (1976). ministro da Fazenda.

há tempo. Celeste da Gama e Souza Gonçalves Carneiro. em junho de 1951. em agosto/1951.FERNANDO PINHEIRO - 260 Simples. dizendo que França iniciou “o ato que se celebra no momento é dos mais gratos e auspiciosos para o funcionalismo da Casa. Alcebíades de Faria. concluiu dizendo que esse (72. mas de significativa importância. categoria letra “J” ou conferente–de–seção. exerceu interinamente. benefício “ultrapassa o simples conceito de moradia. assinatura de contrato de empréstimo com o Banco da Caixa de (19/3/1949 a ao ensejo da do Brasil. (72) E. destinado à aquisição de casa própria. . procurando resolver”. agradecido. 73) ALCEBÍADES FRANÇA DE FARIA. em agosto de 1951. o cargo de subchefe do Departamento de Fiscalização Bancária – FIBAN. foi a realização da cerimônia da assinatura do contrato de 50 milhões de cruzeiros entre o Banco do Brasil e a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil.” (73) Na mesma época em que Francisco Vieira de Alencar assume a Gerência da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. pois que representa também como que uma complementação do montepio. considerando que o Banco participa diretamente da solução do problema da casa própria que a Caixa de Previdência vem. presidente Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil 30/4/1952) – Alocução proferida. presidente da Caixa de Previdência. em virtude de constituir pecúlio por morte. Fazendo o uso da palavra.

por livre vontade. Nos idos de 1964. . Na Direção Geral. Francisco Robles Peres. é nomeada auxiliar da Consultoria Técnica da Presidência do Banco do Brasil. nesse ano. despede–se do ambiente presidencial e vai assumir o cargo de chefe–de–serviço da Agência Glória – Metr. interinamente. sempre com o brilhantismo de sempre. segundo a Revista AABB–Rio – 1951. subchefes: Cyro Lopes Gonçalves. Celeste da Gama Souza Gonçalves Carneiro. Randolfo Xavier de Abreu foi dispensado da comissão de chefe da Inspetoria é nomeado inspetor do Banco do Brasil no Distrito Federal. Jayme Stanzione Madruga. legou–nos versos que acalentam e revigoram nosso viver. No mês seguinte. sem desalento. apos. na Igreja de Nossa Srª da Glória – Rio de Janeiro. Célia Cerqueira Cavalcanti (posse no BB: 18/4/1932. sem tristeza e sem dor. na Direção Geral. Vale destacar a 1ª quadra do soneto A Caminho: “A caminho do além. em decorrência da extinção da Inspetoria de Agências Metropolitanas. em janeiro/2003. exerceram cargos de chefia na FIBAN. É que em Jesus minha alma tem guarida e para os céus elevo o pensamento. vou pela vida. e Em agosto/1951. da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Célia Cerqueira Cavalcanti (1910/2003) ocupou a Cadeira n° 8.” (74) (74) CÉLIA CERQUEIRA CAVALCANTI (1910/2003) – Versos lidos pelo vigário. RJ.261 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL A propósito. os seguintes funcionários: chefe: Clóvis Facundo de Castro Menezes. patronímica de Castelo Branco de Almeida. escriturária “E”. 5/1/1965). gerente da Carteira de Redescontos.

pelos ministros de Estado (Relações Exteriores.” (75) (75) RICARDO JAFET. e inúmeras outras autoridades. declara abertamente: “Enorme é a responsabilidade que recai sobre a gestão dos negócios do Banco do Brasil. Quase no final do discurso. Foram inscritos 24. foi realizado. demonstrando viva emoção e amor ao trabalho. no dia 7 de setembro de 1951.FERNANDO PINHEIRO - 262 Com a finalidade de renovar os quadros do funcionalismo do Banco do Brasil. Educação e Viação). o concurso público. Na cidade do Rio de Janeiro o certame ocorreu na Escola Técnica Nacional.500 candidatos. em setembro/1951. Amaral Peixoto. governador do Estado do Rio de Janeiro. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953) – in Discurso proferido. com a presença do presidente Ricardo Jafet. sendo acompanhadas por uma equipe do concurso e pelo próprio presidente do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1951]. Ricardo Jafet. . Francês. Ricardo Jafet. em função da importância de sua entrosagem com as peças mestras da alta administração federal e do papel que é chamado a desempenhar no conjunto dos fatores ligados à formação e à circulação da riqueza. Prestigiado pela presença de Café Filho. presidente do Banco do Brasil. Inglês. em setembro de 1951. em banquete oferecido pelas classes conservadoras da política e do meio empresarial [Revista AABB – 1951]. Contabilidade e Datilografia. vicepresidente da República. no banquete oferecido pelas classes conservadoras da política e do meio empresarial. As provas foram de Português. em todo o País. foi homenageado.

Acompanhamos de há muito as atividades do órgão a que V.” (76) No dia 10 de dezembro de 1951. (76) RICARDO JAFET. e manifestar-lhe. inestimáveis serviços de pesquisas e conclusões que propiciaram trabalhos de grande envergadura.263 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL O presidente do Banco do Brasil falou ainda sobre o trabalho que produz a riqueza nacional pela capacidade do povo brasileiro e dos grandes líderes da política e da economia e encerrou o seu discurso. proporcionando aos funcionários do Banco do Brasil a oportunidade de frequentar o Curso de Estatística que este Instituto organizou a nosso pedido. com que fomos distinguidos. com vistas a formar técnicos. Eis o resumo: “Agradecendo as palavras de V.Exª. a .Exª tão sabiamente preside. como. de par com a importância dele em face dos nossos problemas geográficos. sumamente honrosa. por exemplo.. agradecendo a homenagem. podeis contar comigo para todas as campanhas de sadio patriotismo. ao mesmo tempo. em colaboração com o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. o da padronização da estatística no Brasil. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 14/1/1953) – in Discurso proferido em setembro/1951.. Senhor general Djalma Polli Coelho. pois sempre reconhecemos fulgirem aqui. queremos dizer de nossa satisfação pela acolhida. a expressão de nosso reconhecimento pela valiosa colaboração que ora nos presta. no dizer dele. o presidente Ricardo Jafet profere um discurso no ato inaugural do Curso de Estatística. “superior ao meu mérito” (o que discordamos) e finalizou: “.

precisava de um órgão central de estudos. e traçar planos à economia nacional.] Desde o início de nossa tarefa. . Presidente da República. considerávamos. Esse conjunto harmonioso. os quais. por evidente. Dispensamo-nos. permitirá um aproveitamento de proporções duradouras. internos e externos. além do trabalho rotineiro. que. Mas.. esperamos. dotado de elementos eficientes. Sr. penetrado a realidade nacional. para execução dos encargos oficiais que lhe cumpre desempenhar. ora constituído por três setores distintos: o de Estatística. entendemos que o Banco do Brasil. como auxiliar de confiança do Exmo. a 19 de julho último. não fácil de desvirtuar. em comunhão de vistas com os ilustres colegas de Diretoria. quando. para atingir esse propósito. o de Estudos Econômicos e o de Divulgação. as atenções voltadas as pesquisas e aos estudos cujos trabalhos sejam postos à disposição dos nossos diversos órgãos administrativos para deliberação definitiva. por sua natureza diversa e especializada. de relembrar aqui o papel relevante que a estatística desempenha no êxito dos estudos econômicos e financeiros. com a finalidade do observar os fenômenos econômicos. não sofrerá descontinuidade às arremetidas diversas. atingem quase todos os setores da vida nacional. resolvemos reestruturar o atual Departamento. necessitamos de um quadro de funcionários técnicos que. Assim. cuja atuação objetivasse de maneira concreta o panorama de nossa política econômica. estamos certos.FERNANDO PINHEIRO - 264 [. constitui inovação que.. transformando-o num órgão técnico antes de tudo. tenha.

265 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Procuramos selecionar. 10/4/1954). Almanaque do Pessoal – 1964]. 1/8/1960) é nomeado chefe–de–gabinete (DG-CAMIO). advogado do Banco do Brasil. e o Curso que se inicia. do Curso de Estatística no Banco do Brasil. os funcionários que aqui estão como alunos. em 10/12/1951. entregues à superior proficiência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. que são ilustres desta Casa. (77) RICARDO JAFET. teremos no estabelecimento de crédito que dirigimos mais um grupo especializado e altamente patriótico. Na solenidade de transmissão do cargo. passa o encargo da Carteira a João Cândido de Andrade Dantas. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1//1953) – in Discurso no ato inaugural. após o término das aulas. apos. Dois meses mais tarde. José Jacaúna de Souza.” (77) Em setembro/1951. criteriosamente. Alegremo-nos poder contar com a cooperação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. . se destina – formando uns e aperfeiçoando outros – a aparelhar tecnicamente o quadro do nosso setor de Estatística. e estamos certos de que. gerente da Carteira de Câmbio da Direção Geral. porque luta e marcha vêm antevendo a vitória da recuperação econômica do Brasil. sob a orientação de Professores. Pedro Lima (posse no BB: 23/5/1928. proferiu discurso homenageando o gerente que se despedia [Revista AABB – Rio – 1951. Manoel Augusto Penna (posse no BB: 9/8/1916. com tendência manifesta para os encargos especializados. falec. escolhidos dentre os mais estudiosos.

de Helena Petrovna Blavatsky (Madame Blavatsky) – 6 volumes – Editora Pensamento). (78) JOSÉ JACAÚNA DE SOUZA. sem regalias e sob normas inflexíveis de disciplina”.. no início de carreira. dotado de brilhante inteligência.FERNANDO PINHEIRO - 266 Vale mencionar as contingências de trabalho que obrigaram o homenageado./1951 – p. a envidar esforços. até no exterior. sendo escolhido para dirigi-lo Raymundo Mendes de Carvalho Sobral.. advogado do Banco do Brasil (posse no BB: 23/9/1933. sem horas fixas de expediente. apos. Esse Departamento trouxe consigo duas subgerências entregues ao comando de José Luís de Assis e Aurélio de Freitas [Revista AABB – 1951]. 22. 29/5/1973) – in Discurso proferido. pela dimensão da obra traduzida. em novembro/1951. Tradutor das obras: Os Sonhos. em que tudo se exigia do empregado. e A Doutrina Secreta. produzida e apresentada em Brasília – DF. nos idos de 1951. (78) Absorvendo o antigo DEIFA – Departamento de Fiscalização de Agências. Almanaque do Pessoal – 1964]. o Departamento de Crédito Geral do Banco do Brasil. em homenagem a Manoel Augusto Penna. mediante inteligência e ilibado caráter. de Charles Leadbeater. obra–base da Teosofia. . gerente da GECAM – Gerência de Operações de Câmbio – Carteira de Câmbio (nov/1949 a nov/1951) [Revista AABB – Rio de Janeiro – out. intelectual de reconhecido prestígio nacional e. para superar as dificuldades então existentes. sólido caráter e magnífica noção de responsabilidade. hoje amplamente divulgada na televisão – TV–Rio – Comunidade. nos tempos árduos. foi criado. abordadas pelo orador: “./nov. Raymundo Mendes Sobral (1903/1960). natural de Amarante – Piauí.

considerando que a Agência de Parnaíba era mais importante do que a de Crato.. em outro turno profissional. assume o cargo de gerente da Agência de Manaus – AM. em parceria com Rômulo de Almeida. proferidas em telefonema de 7/7/2008. em 13/7/1928. quando recebe a incumbência da Direção Geral para instalar e gerenciar a Agência de Crato–CE. por Edgardo de Amorim Rêgo. cearense ilustre. a cátedra de Professor da Faculdade de Ciências Econômicas. onde esteve a atuação de Raymundo Mendes Sobral (posse no BB: 7/6/1920 – apos.A. nas mesmas funções. exerce. Decorridos 3 anos nesta gestão (janeiro/1942 a 25/3/1945). na Filial de Fortaleza. onde assume. estruturou a implantação do Banco do Nordeste do Brasil S. quando foi removido. gerente da Agência de Crato. Após cumprir o mandato no BNB. quando foi transferido no mesmo cargo para a Agência de Salvador. até janeiro/1942. localizada em cidade banhada por um imenso delta fluvial.” Com passagem por Parnaíba. permanecendo até julho/1955.: 11/9/1958). que nos revelou: “o que o Banco do Brasil tem hoje sobre crédito deve–se a Raymundo Mendes Sobral. Dois anos mais tarde. Nessa agência. onde assumiu o cargo de superintendente (1951/1952).267 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL No âmbito profissional. preferimos levar ao público as palavras simples e resumidas. tomou posse no Banco do Brasil. para a Agência de Fortaleza–CE. Na década seguinte. é removido para a cidade de Parnaíba. o cargo de contador. José Bonifácio de Sousa. era uma promoção. natural de Parnaíba. em janeiro/1954. em abril/1945. embora parecesse um declínio na carreira. José Bonifácio de Sousa retorna ao Banco do Brasil e. . José Bonifácio de Sousa permaneceu até dezembro/1947. em seguida.

aposenta–se do Banco do Brasil no cargo de inspetor de agências. Desse trabalho. embora fosse criado. Em 1/8/1958.FERNANDO PINHEIRO - 268 Promovido a inspetor. sob nova designação. José Bonifácio de Sousa inspecionou as agências de Itabuna. Faculdade de Educação do Ceará). com a instalação de centro de trabalhos na Fazenda Queimadas. à semelhança do que foi realizado na Itália por Giuseppe Verdi. antes de tornar–se o célebre compositor italiano. volta ao Estado natal e dedica–se às lides do magistério. atingindo as cercanias da região. Daí surgiu o Centro de Assistência Rural São Vicente de Paula com a finalidade de levar a assistência técnico– agrícola. A partir de setembro/1958. escola obrigatória aos jovens [SOUSA. em Fortaleza. em jurisdição localizada na Bahia. após relevantes serviços prestados. lecionando na Faculdade Católica de Filosofia (atualmente. e nas Escolas Profissionais do SENAC. durante a seca de . Ilhéus e Vitória da Conquista. financeira aos produtores agrícolas locais. José Bonifácio de Sousa promove o desenvolvimento do oeste de Quixadá. José Bonifácio de Sousa criou uma Cooperativa. beneficiando os sitiantes arrendatários do Açude Choró que. 1997]. Nessa quadra de vida. Belmonte. aos idosos e aos pais de família. Esse empreendimento se desenvolveu também fora da Fazenda Queimadas. juridicamente instalada. dentária. médica. tendo como sócios os produtores da região com a finalidade de promover a comercialização sustentada pelo apoio à produção agrícola. aposentado. e empreende atividades que hoje é um dos objetivos da atividade–fim do Banco do Brasil: implantação do desenvolvimento sustentável.

Essa missão que engrandece a cidadania que ele a honrou com provas irrefutáveis. a obra Quixadá & Serra do Estevão. com o convite que recebemos do eng° José Bonifácio de Sousa Júnior. fundador da Sociedade Cearense de Geografia e História. teve o lançamento em 17/4/1997. deixando o Estado em luto oficial. faleceu. 1997]. membro do Instituto do Ceará. Joaquim Catunda e mons. no dia 17/4/1970. contemporâneo da Faculdade de Direito. durante 3 dias seguintes em que a bandeira do Estado do Ceará ficou hasteada. Formação Histórica do Comércio Cearense – 1954. Prof. não tinha. 1997]. Em pleno mandato. José Bonifácio de Sousa legou–nos extensa obra literária voltada ao campo da pesquisa histórica: Leandro Bezerra Monteiro (biografia) – 1945. Na Milícia de Cristo (em colaboração) 1947. para ele chega–se ao fim. reitor da UFC. Em edição póstuma. versando sobre a vida e a obra de Eusébio de Sousa. Associação Comercial do Ceará (1868/1968) [SOUSA. a meia verga. O Centenário de Tomás Pompeu de Sousa Brasil (1952).269 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL 1932. Serra do Estevão – 1947. a assistência do governo [SOUSA. Roberto Cláudio Frota Bezerra. 1997]. Discurso de posse no Instituto do Ceará. com o convite do governador Plácido Aderaldo Castelo. de José Bonifácio de Sousa. Bruno Figueiredo – 1950. no trabalho de campo (1958/1969). para assumir o cargo de secretário de Administração do Estado do Ceará. contendo o nome do Prof. Martins Filho. diretor de gestão empresarial da COELC – Companhia Energética do Ceará. Acadêmico. nas repartições estaduais [SOUSA. por iniciativa governamental. no Ideal Clube – Fortaleza – CE. na década de 50. coordenador do . editada através do Programa Editorial da UFC – Universidade Federal do Ceará. Quixadá – De Fazenda a Cidade – 1960.

sede de jurisdição de inspeção. no cargo de diretor do Departamento de Publicações e Documentação da Secretaria de Cultura. Separata da Revista Clá (1951). (1958). por fim. que tomou posse. que serviu ao Banco do Brasil: Joaquim Braga Montenegro (1907/1979) tomou posse em 3/9/1934. amante das letras. à época. da Universidade Federal do Ceará. Fortaleza. Fortaleza. Três Corações e. Parnaíba. posteriormente adotada em todas as Unidades da Federação [SOUSA. Rio de Janeiro. (1961). ressaltamos a presença de Braga Montenegro. galgando todos os postos da carreira. Outro cearense ilustre. a convite do secretário Raimundo Girão. em outubro/1966. Ernesto Sabóia. Ainda na equipe de governo de Plácido Castelo. 1997]. e do Cel. Fortaleza – CE (1951). no Ceará. Autor de apreciável obra literária: Uma chama ao vento (contos) 1945 – reedição UFC 1997. Fortaleza. percorrendo as agências de Maceió. em todo o Brasil. titular da pasta recém-criada. Prêmio Aequitas.FERNANDO PINHEIRO - 270 Programa Editorial da Casa José de Alencar. Evolução e Natureza do Conto Cearense (estudo) – Separata da Revista Clã. Paulo Linhares. apresentação crítica. José Albano (poesia. Paulo Airton Araújo. secretário de Administração do Estado do Ceará. Prêmio . antologia. inclusive a de inspetor. Correio Retardado (estudo de crítica literária). AGIR (Nossos Clássicos n° 30. secretário da Cultura e Desporto do Estado do Ceará. Prêmio Afonso Arinos da Academia Brasileira de Letras (1947). As Viagens (novelas) – Prêmio de Contos e Novelas. 1946 – Fortaleza – CE. Boa Esperança em Quarenta e Oito Horas (Reportagem) (1969). Araripe Júnior (subsídios para um estudo). notas – Rio de Janeiro. 204 pp. aposentado do Banco do Brasil. sendo a 1ª no gênero. presidente do Instituto do Ceará.

empreendeu viagens em São Paulo para o encontro com os gerentes de diversas agências. com bagagem rica de conhecimentos e experiência. para exercer o cargo de inspetor. em dezembro/1951. inexistente àquela época na Empresa. o diretor da Carteira de Crédito Geral do Banco do Brasil. diretor da Carteira de Crédito Comercial. em dezembro/1951. estiveram. Aristóteles de Magalhães Cordeiro.271 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Farias Brito para Ensaios. Paulino Jaguaribe de Oliveira. Um seleto grupo de funcionários. A Superintendência tinha status de uma Diretoria de Administração. viajando pela Panair. ainda. o superintendente do Banco do Brasil era Ayres Pinto de Miranda Montenegro. Randolfo Xavier de Abreu e Thales Honorário de Almeida [Revista AABB – Rio – 1951]. . à moda da época [Revista AABB – Rio – 1952]. em jurisdição Zona Especial – Distrito Federal: Adroaldo Costa Pinheiro. 264 pp. Natal. Jorge Máximo Teixeira. Na iconografia de roteiro da viagem. Egídio da Câmara Souza. e sua comitiva. Fortaleza. acompanhado de uma comitiva que incluía uma taquígrafa. Recife [Revista AABB – Rio – 1952]. Alcebíades França de Faria. Com a finalidade principal de conhecer in loco os problemas e buscar soluções para a economia regional do Norte e Nordeste brasileiro. em dez/1951. que José Estefno. podemos assinalar. é nomeado. Clóvis Castelo Branco. Em Ribeirão Preto fez a exposição dos motivos de sua presença no interior paulista. Antônio Gurgel da Costa Nogueira. Euclides de Arruda Matos. nas cidades de Belém. da Universidade Federal do Ceará. comprido. Nos idos de 1951. trajando vestido branco.

secretário– de–gabinete (DG – CAMIO) e Mário Collazi D´Elia. D´Elia. Professora de História da Escola Estadual Mário D´Elia.FERNANDO PINHEIRO - 272 Nesse mês. houve reunião de gerentes do Banco do Brasil no Nordeste. (79) MARIA JÚLIA LEMOS COSTA BITTAR (ZAZU) – Palestra intitulada Mário C. Almanaque do Pessoal – 1964]. e Nodgy de França Andrade (posse no BB: 1/10/1925 – apos.: 7/11/1956) e Iracema Borba Neira. estavam presentes: Renato Navarro Britto. Franca – SP.: 6/7/1960).” (79) Em jan/1952. escritor de méritos reconhecidos por Agrippino Grieco que prefaciou o romance O neto de Laura Giolitti. desenvolveu intensa atividade intelectual. D´Elia. . D´Elia. perito de Balanço – Agência Central – DF. José Fernandes de Luna. destaca–se a palestra Mário C. inspetor da 28ª Zona (Catanduva). Faziam parte da comitiva do diretor da CREGE: Raul Alonso Pereira. chefe-de-gabinete (posse: 8/11/1924 – apos. Lá. Dentre a bibliografia sobre autor.: 22/4/1963). de autoria de Maria Júlia Lemos Costa Bittar (Zazu). os inspetores Aurélio de Azevedo Valente (posse no BB: 1/2/1924 – apos. gerente (interino) da Agência de Salvador (posse no BB: 10/7/1924 – apos. de Mário C. lida no 1° Seminário Banco do Brasil e a Integração Social – nov/1995 – Rio de Janeiro – RJ.: 1/6/1958). até fixar-se em Pirassununga. na qual relata “Atividades exercidas no Banco do Brasil obrigaram-no a peregrinar por várias cidades do estado de São Paulo. dentre outras nomeações oriundas da Direção Geral. estenógrafa [Revista AABB – Rio 1952. Ernane Galvêas.

diretor da Carteira de Importação e Exportação do Banco do Brasil. mas das melhores organizações que temos em nosso País. e.273 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL No Recife. com grande destaque. tenho grande satisfação em trazer os alunos do Instituto Brasileiro de Administração da Fundação Getúlio Vargas. em janeiro de 1952. é dos grandes industriais brasileiros. da alta society recifense. além de banqueiro. sugeri eu esta visita para que os nossos professores e alunos tivessem oportunidade de conhecer esta Casa. eu uso de um pouco de falta de modéstia. Assinalamos. por isso. ao mesmo tempo. governador do Estado de Pernambuco. O Banco tem. ligada à industrialização do País. coordenando uma obra imensa e importantíssima. vão me perdoar se agora. Os Srs. Seguindo as pegadas do seu ilustre pai. o diabo louro da sanfona [Revista AABB – Rio – 1952]. mas o Banco do Brasil é de fato uma. o Sr. na qualidade de Diretor do Banco. presidente daquela prestigiada Fundação. usou a palavra Luiz Simões Lopes. como seu Presidente. Ricardo Jafet que. e. Recepcionando os visitantes. o diretor Egídio da Câmara Souza teve encontro com Agamenon Magalhães. e os seus eminentes professores para visitarem o Banco do Brasil. “Senhor Presidente. e foi homenageado num lauto banquete oferecido pela família Pereira Queiroz. com show de músicas regionais executadas por Sivuca. não só das maiores. ele está criando. a visita dos professores e alunos do Instituto Brasileiro de Administração da Fundação Getúlio Vargas ao Banco do Brasil. meus senhores: Na dupla qualidade de presidente da Fundação Getúlio Vargas e diretor do Banco do Brasil. .

ele está visceralmente ligado aos problemas de Administração. porque tem sofrido na própria carne. não temos formação sistemática e daí em grande parte a redução de rendimento e o aumento consequente de custo do trabalho em quase todas as organizações brasileiras. somos autodidatas. Nós todos que administramos. há um fator indispensável para o êxito dessas iniciativas que é um suporte. As Nações Unidas não só vão colaborando com a Fundação Getúlio Vargas. Compreende. onde foi discutido por um eminente grupo de professores . há cerca de 4 anos. uma tese absolutamente certa: de que a assistência técnica aos países subdesen– volvidos só pode dar resultados satisfatórios mediante um trabalho prévio ou concomitante de organização racional da Administração Pública. o ensino da ciência de Administração. quer privadas. quer públicas. os efeitos das falhas que existem em nosso meio. uma Administração Geral eficiente. De fato. Para isso dirigiu-se à Organização das Nações Unidas. Os membros da delegação brasileira junto a ONU defendem. um grande chefe de equipe. porque acima de todas as iniciativas específicas.FERNANDO PINHEIRO - 274 Sendo um grande industrial. no Brasil. em caráter sistemático. de um modo geral. exatamente pela falta do ensino sistemático da Administração. como patrocinaram uma Mesa Redonda que realizamos em Lake Success. a Fundação Getúlio Vargas teve a iniciativa de lançar no Brasil. onde encontrou uma acolhida surpreendentemente favorável. Por isso. não é possível dar assistência técnica num meio impermeável à técnica administrativa moderna. em qualquer campo de trabalho.

As Nações Unidas colaboraram. nos seus países. um elogio a eles próprios. Sr. Sem querer ferir a modéstia dos ilustres professores que aqui se encontram. tenho o prazer de dizer que são professores do mais alto nível e do mais alto standard no campo da Administração. escolhendo o Brasil para iniciar a assistência técnica necessária à instituição do ensino da Administração. A Fundação Getúlio Vargas. aqui presente. por sua vez. as mais importantes cátedras de administração. ofereceu bolsas de estudo a todos os Estados do Brasil. Mais ainda. Estão esses insígnes professores deixando seus interesses. enviado para acompanhar o desenvolvimento do chamado “Projeto Brasileiro de Ensino de Administração”. seus países. Dr. que aqui nos buscam para aperfeiçoarem os seus conhecimentos em Administração Pública. sem dúvida. trazendo cerca de 20 alunos para seguirem esses Cursos.275 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL americanos e vários brasileiros o projeto da Fundação Getúlio Vargas. tirados de quase todos os países latino-americanos. resolveram participar efetivamente dessa obra. alguns suas famílias. que . por isso. para virem ajudar nesta obra. Eles ocupam. Benedito Silva. o prazer de abrigar em seus cursos uma brilhante plêiade de filhos dos países irmãos. ainda. também. porque só um grande ideal – o de servir ao progresso da administração pública – traz esses eminentes professores ao Brasil. Presidente. Uma das mais importantes foi. o que é. Para isso. A Fundação Getúlio Vargas tem. as Nações Unidas concorreram por várias formas. facilitando a vinda ao Brasil de um grupo seleto de alunos. para a introdução do ensino sistemático de Administração no Brasil. a vinda para o Brasil do seu delegado.

é da Sr. como presidente do Banco do Brasil. foram simples e desvanecedora: “É sumamente grato para mim. conquistados pelas suas tradições. do qual tanto nos orgulhamos. agradecer ao diretor Simões Lopes e ao Presidente da Fundação Getúlio Vargas. Fundação que tantos serviços tem prestado ao Brasil e continua prestando. por ter ele dado essa oportunidade aos Srs. de estudiosos. aqui presente na Casa que eu tenho a honra de presidir. como ele bem disse.” (80) As palavras de agradecimento do Sr. como do próprio Banco do Brasil. pelo espírito de equipe que aqui reina.FERNANDO PINHEIRO - 276 abrigam também alunos daqui do Distrito Federal. – fomos desde logo. tirados dos Ministérios. de conhecerem. pela imensidade de trabalho que aqui se realiza em prol dos interesses do País. . Presidente: Ao entrarmos nesta Casa – embora na função transitória de Diretor. presidente do Banco do Brasil. Ricardo Jafet. Estamos conscientes de que esta iniciativa mais alta importância para o progresso da Nação. não queríamos que esses eminentes professores e alunos deixassem de conhecer o nosso Banco. Quero. presidente da Fundação Getúlio Vargas e diretor da Carteira de Importação e Exportação do Banco do Brasil (gestão Ricardo Jafet) – Discurso proferido em jan/1952. (80) LUIZ SIMÕES LOPES. das Autarquias. Por isso. ter essa equipe de intelectuais. uma das boas organizações que o Brasil tem. ao mesmo tempo.

Adão Pereira de Freitas. A instalação do conclave ocorreu às 9h:00m. Simões Lopes pelas palavras generosas com que se referiu à minha pessoa.” (81) Nos dias 15. Fizeram parte da mesa de trabalhos: José Estefno. Joaquim Gouveia Filho. Á noite. em jan/1952. Dentre as matérias apresentadas. compareceu José Maria Alkimin.277 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL O meu agradecimento sincero ao Dr. da manhã do dia 15 de janeiro de 1952. houve um jantar no Minas Tênis Clube [Revista AABB – Rio – 1952]. Miguel Penchel. Numa das reuniões do dia 18 de janeiro. ao ensejo da visita dos professores e alunos da Fundação Getúlio Vargas. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953) – Palavras de agradecimento ao diretor Luiz Simões Lopes. Às vésperas do evento. chega a Belo Horizonte. a comitiva chefiada por José Estefno. Francisco da Gama Netto [Revista AABB – Rio – 1952]. Heráclito Costa Marques. em diversas sessões. e quero também declarar que o Banco do Brasil está disposto a cooperar e colaborar em tudo que vise a melhorar o sistema de administração do País. diretor da Carteira de Crédito Comercial do Banco do Brasil. destaca-se a proposta de Antônio de (81) RICARDO JAFET. a 1ª Reunião de Gerentes do Banco do Brasil em Minas Gerais. . com recepção calorosa de funcionários e inúmeras autoridades locais. 17 e 18 de janeiro de 1952. à época denominada com o sugestivo nome de Conclave de Gerentes. secretário das Finanças do Estado de Minas Gerais. foi realizada. 16. desembarcando no Aeroporto de Pampulha. no salão nobre da Associação Comercial de Minas Gerais. Raymundo Mendes Sobral.

diretor da Carteira Comercial. Em resumo: “Coube a mim a tarefa de encerrar o conclave de administradores de agências. Desde o início do meu mandato. que expuseram a matéria dos trabalhos apresentados em sessões anteriores. pela oportunidade que me proporcionou de entrar em contato direto convosco. compreendi o quanto seria vantajosa a realização de conclaves de que participassem os gerentes de grupos de agências situadas em regiões e economias afins. a José Estefno. no dia 18 de janeiro de 1952. habilitando assim . para o aprimoramento dos serviços internos e revigoramento das operações. Por último. A amplitude do seu campo de ação torna cada vez mais difícil uma aproximação maior entre as duas forças que impulsionam os seus serviços – a Diretoria e o funcionalismo. Essa incumbência constituiu motivo da maior satisfação. realizado em Belo Horizonte. O Banco do Brasil é uma Casa muito grande e sua rede de agências se espalha pela vastidão do território nacional. sempre com a assistência pessoal de um diretor. passou a palavra a Francisco da Gama Netto. O presidente Ricardo Jafet esteve presente e presidiu.FERNANDO PINHEIRO - 278 Carvalho Bastos ao Banco do Brasil para a criação de Cursos de Aperfeiçoamento de Funcionários do Banco do Brasil. com o objetivo de melhorar o desempenho funcional nas tarefas administrativas [Revista AABB – 1952]. em seguida. gerente da Agência de Belo Horizonte e. embora que por rápidos momentos. a sessão de encerramento da 1° Conclave de Gerentes do Banco do Brasil em Minas Gerais. Pela ordem de sequência. o presidente fez o uso da palavra.

sede do governo de Minas Gerais. os bons resultados colhidos nessas reuniões e que se traduzem em observações locais de grande valor para a Superior Administração.279 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL o Banco a cumprir cada vez melhor o seu papel de incrementar o desenvolvimento do País. esteve no Palácio da Liberdade. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953) – Belo Horizonte – 18/1/1952 – Encerramento do 1° Conclave de Gerentes do Banco do Brasil em Minas Gerais. (82) RICARDO JAFET.” (82) À noite do dia 18 de janeiro de 1952. que estava presente no Palácio. e em esclarecimentos prestados aos gerentes pelo diretor pessoalmente. sobremaneira. Ricardo Jafet. onde foi recepcionado em jantar oferecido pelo governador Juscelino Kubitschek. oferece-nos grato ensejo para que mais uma vez lhe manifestemos a grande admiração e o particular apreço em que têm os mineiros que acompanham com entusiasmo as relevantes iniciativas que vem promovendo à frente do nosso principal Instituto de crédito. vieram confirmar o acerto do meu prognóstico. Posta em prática a ideia. Nelly Jafet confirmou–nos. mineiro proferiu discurso em homenagem do Banco do Brasil: o governador ao presidente “Excelentíssimo Senhor Doutor Ricardo Jafet: É com o maior desvanecimento e justo regozijo que o Governo e povo de Minas Gerais acolhem a visita que V. além das autoridades presentes.Exª ora faz ao nosso Estado. a sua presença entre nós. pessoalmente. . acompanhados de suas respectivas esposas. sobre a linha de atuação a seguir. presidente do Banco do Brasil. Honrando-me. afável e acolhedor. Carismático.

Exª. Especialmente no que se refere ao meu Estado. pelo lídimo estadista que dirige os destinos do Brasil na hora presente. em correspondência com os seus atributos excepcionais de homem de finanças. como nas providências tendentes à construção das duas grandes rodovias Belo Horizonte – Rio e Belo Horizonte – São Paulo. as realizações inúmeras. que assinalam o seu primeiro ano de gestão. Assim procedendo. serviços esses que se consubstanciaram não só no empréstimo inicialmente concedido a Minas Gerais. V. com grande satisfação. com singular eloquência. onde quer que se convoquem a sua inteligência. Da sua preocupação de tornar a influência do Instituto que dirige ainda mais ampla e benéfica dizem. com ainda. Tem sido por isso mesmo das mais patrióticas a sua atividade nas elevadas funções que desempenha. a sua operosidade e o seu clarividente descortino. Senhor Ricardo Jafet.FERNANDO PINHEIRO - 280 Em V.Exª conserva-se inteiramente fiel às patrióticas diretrizes do presidente Getúlio Vargas. cada qual mais significativa. alicerçar em bases sólidas o bem-estar social. colocado a serviço do Brasil. um elevado espírito público. é. cumpre destacar desde logo. por honrosa incumbência do eminente Senhor Presidente da República. à frente das quais Vossa Excelência surge animado principalmente do propósito de contribuir para que se amplie sempre o âmbito da assistência que cabe ao Banco do Brasil prestar para o estímulo e encorajamento das iniciativas de governante e particulares. que assinalo o mérito dos serviços prestados à coletividade mineira. em consequência. no seu intenso esforço para promover a restauração econômica do Brasil e. na sua interferência pessoal para que em Minas se localizem as grandes indústrias .

na ocasião: “Estava bem impressionado. e membros da comitiva governamental. receberam os ilustres visitantes. onde visitaram a Siderúrgica Belgo– Mineira [Revista AABB – Rio – 1952]. o governador de Minas Gerais e o presidente do Banco do Brasil. Em nome dos operários. O prefeito Sílvio Pereira e o diretor da Siderúrgica. presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Sabará. o que representará um passo decisivo para o nosso desenvolvimento industrial e econômico.” (83) O presidente Jafet agradeceu a homenagem do governador de Minas Gerais. saudou o presidente do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1952]. Essaú Magalhães Júnior. em discurso que abordou aspectos da economia nacional e fazendo elogio ao programa do governo mineiro – binômio: energia e transporte [Revista AABB – Rio – 1952]. presidente do Banco do Brasil. Na manhã do dia 19/1/1952. . acabando de visitar um ambiente de trabalho produtivo e sincero – a Companhia (83) JUSCELINO KUBITSCHEK. acompanhados de Sarah Kubitschek e Nelly Jafet. o presidente Ricardo Jafet agradeceu a demonstração de carinho e afeto. Segundo a Revista AABB – Rio. proporcionando-os homenagem prestada por estudantes e desportistas. governador de Minas Gerais (31/1/1951 a 31/3/1955) – Palácio da Liberdade – Belo Horizonte – 18/1/1952 – Discurso de recepção a Ricardo Jafet. e comentou. Juscelino Kubitschek.281 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Mannesmann. Louis Ensch. viajaram para a cidade de Sabará.

Esse orador eloquente.” (84) De Sabará a comitiva presidencial do Banco do Brasil seguiu para a Cidade Industrial. intérprete dos que vos prestam esta homenagem de simpatia e apreço: é que sinto. Ensaísta do pensamento filosófico. onde visitou as instalações da empresa Magnesita S. Martins Napoleão. proferiu discurso de saudação ao homenageado. e que merece. em 20/2/1952. No banquete de 500 talheres oferecido ao diretor Loureiro da Silva. em visita a Siderúrgica Belgo–Mineira. originária da identidade substancial de pendores entre o gaúcho amoroso dos pagos e o nordestino enfeitiçado pelo (84) RICARDO JAFET. certa corrente de afinidade eletiva. exerceu. O regresso do presidente Ricardo Jafet ao Rio de Janeiro ocorreu no dia 21 de janeiro de 1952 [Revista AABB – Rio – 1952].FERNANDO PINHEIRO - 282 Siderúrgica Belgo–Mineira – que foi a escola da indústria básica do Brasil. foi um dos últimos poetas brasileiros da fase de transição do simbolismo para o modernismo. Eis o discurso: “É para mim fundado motivo de prazer o tornar-me. . por isso todo o nosso respeito e todo o nosso apreço. proferidas em 19/1/1952. posteriormente. chefe do Departamento Jurídico da CREAI.A. membro da Academia Piauiense de Letras. ora e aqui. de mim para convosco. ao ensejo da aprovação do novo Regulamento da Carteira Agrícola e Industrial do Banco do Brasil. na AABB – Rio de Janeiro. o cargo de Consultor Jurídico do Banco do Brasil (3/5/1967 a 16/9/1977). presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1//1953) – Palavras de agradecimento.

legítimo complexo rural. vestígios indeléveis da civilização do couro. lhe prestigiaram a iniciativa oportuna. Na angustiosa situação de carência e má distribuição de víveres. que à distância ainda lhe umedece os olhos e descompassa o coração nos dias enublados. insinuando-lhe. que prenunciam para o seu sertão “a hidropisia das primeiras águas”. num magnífico exemplo de compreensão dos problemas fundamentais a cuja solução o diploma se destina. assim. mas também à procura política . e em moldes os mais adiantados. por parte do Governo e através do preclaro Ministro da Fazenda. evidentemente. à pressão contingente de nossa evolução econômica. do novo Regulamento da Carteira Agrícola e Industrial do Banco do Brasil. nesta reunião. é assunto de rigoroso interesse nacional. a sistematização do crédito industrial. Meus Senhores! Há. elaborado sob a inspiração de seu titular e apoio do Presidente e demais Diretores da Instituição. mas uma diátese universal do após–guerra. principalmente no que diz respeito ao estímulo de atividades consubstanciais à própria tradição do nosso modo de viver. o disciplinamento do crédito rural. uma demonstração de estima pelos que timbram em manifestar. não só ao irreprimível surto de progresso material do País.283 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL chão de seus sítios e fazendas. entre os muitos que justificam.. um pretexto próximo. que não é – valha dizer – uma crise brasileira. Esse motivo imediato é a aprovação.. por atos e palavras. que lhe condicionou a psique e os hábitos de vida. Ao mesmo passo. os quais. condiz. como fundo elemento diferencial no conjunto brasileiro. a qualquer tempo. verdadeiro e devotado espírito público.

De outro lado. O bom senso que informa. sem o perigo das distorções comprometedoras. . ligada aos currais e fazendas e ameaçada pela crise contemporânea de transformação de valores sociais e econômicos. no todo e nas minúcias. ora viáveis através da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. Assim. cujos objetivos são a formação de pequena propriedade territorial. citássemos. propiciará clima à nossa desejada e relativa autosuficiência. por uma superestrutura de artifício. a instituição dos empréstimos fundiários. iniciativa a contrapor-se ao latifúndio inexplorado e antieconômico. a difusão racional do crédito agrícola e pecuário representa a preservação de traços característicos de nossa formação histórica. Não nos detemos no exame das muitas modalidades especiais de empréstimos e investimentos. a expansão do crédito industrial.FERNANDO PINHEIRO - 284 do Governo no sentido do nosso reaparelhamento técnico e fabril. como. que se não podem entre nós dissociar. a bem da defesa do nosso passado e de modo a evitar os conflitos de imposição artificial de um novo ciclo de vida. no Regulamento. a aquisição de minifúndio. Bastaria. por exemplo. que anulem. é entendido como índice de compreensão dos complexos dados desses problemas. a nossa poderosa e secular infraestrutura rural. ou os que se destinam à aquisição e montagem de indústrias básicas ou essenciais à defesa nacional. dentre as inovações consagradas. os que se empregarão nas indústrias rurais de características domésticas. à base de aplicação em iniciativas de interesse público. a constituição de colônias agrícolas. por exemplo. a regulamentação ora em vigor.

de maneira eficaz. nos seja dar o merecido relevo ao chamado empréstimo fundiário. Tem todas as grandezas. O que é. nas grandes zonas brasileiras. é a mais vasta mentira que se tem propalado no Brasil. há bem pouco. colocando-o. que se acautela. econômica e cultural. o gaúcho e o sertanejo. na alma e no corpo: o caboclo. pelas próprias circunstâncias do mundo que o cerca – uma particular atividade. Ele defronta. e integram de um colorido inimitável a sua unidade social. com autoridade e veemência o eminente ministro da Agricultura: a fuga dos campos. tendente. cujo sangue lhe corre férvido nas veias. se referia. quando o que ele tem é um diferente sentimento da vida. que já não são os sentidos e quase chega ser o faro. no seu tríplice aspecto de aplicação. Criaram-lhe os ocidentalizantes o mito da indolência. com as suas características acentuadas. para a solução de um dos mais graves problemas atuais do Brasil. na realidade. proporções desconhecidas.285 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Lícito. o caipira. O caboclo é a incompreendida esfinge humana da Amazônia. entre o homem. porém. cinco há que se personalizaram definitivamente. descoberta pelo urbanista quintessenciado. e a que. dentro e fora. e a fera. um ser acomodado às contingências do meio. na face de bronze e na estatura mediana do índio. A preguiça do caboclo. na instintiva defesa da sua integridade. Senhores! Na pluralidade dos tipos que se ajustam e reajustam nas lutas de fixação étnica do País. em ações e reações. o praieiro. . a contribuir. que se fecha na toca. estranhas modalidades. E aí a atividade assume formas diversas.

limita-o a cinta corrediça do rio. a ele na dureza do mister cotidiano. na criação das lendas que fazem o encanto da Poranduba Amazonense. reage. no corso ou no voo. rede igara é-lhe com Solidário (não solitário). Tem a melancolia das grandes solidões – o rio imenso. nem apagam. cavada num só tronco. há talvez um mistério que os séculos não decifram. e conduta à potência física do mundo bárbaro. como adivinho. Pouco lhe importa. a natureza. que o rodeia. Tem um sentido que nos falta: o sentido da necessidade em frente à terra insidiosa. Seu horizonte visual. ou a cúpula da mataria de assombração. recortada pelo sistema arterial de uma potamografia dedálica. O peso de tudo isso é talvez grande demais para o seu espírito rudimentar. Simula e dissimula. a mata imensa. desde o mais insignificante paraná-mirim. e a furadora de rios. quer dizer: vive-a com a beleza heróica. O arpão uma arma de farpear. a terra imensa. que só encontra na flecha que abate as caças.FERNANDO PINHEIRO - 286 a seu modo. acondicionando todas as suas energias. brutalmente. Na alma. A imobilidade aparente não é mais do que uma fórmula habitual de defesa: a desconfiança dos elementos. na espera. a sua quase descoberta antologia folclórica. um vencido do “terror cósmico”. como a colossal natureza aluviana. crenças. reparte a vida entre a armada do tejupá de construção palafita. até as grandes águas das cachoeiras atraiçoadoras. Vive perigosamente a vida. quando poderia ser. E. . que ele conhece a fundo. um esmagado da própria natureza. a fragilidade da montaria veloz. na verdade. Pesca.

Talvez por isso é que tem. senão de nuvens. ali não há por quem se manifeste. e a sua vida reflete a beleza do constante perigo. é o seu teatro de tragédia diuturna. é simples e benévolo com os outros homens. de tédio. o grito de uma árvore. aos poucos. O sentimento de solidariedade. Não há. o sentido da procela. . Ali. o tônus. dramático com o destino andante O cenário de sua peleja exaustiva é feita de massas que se desdobram ao infinito – a superfície das águas e a curva dos céus. Só a sua alma se agita. A sua jangada. Porque mede as suas forças com as da tormenta. não há músicas. enfim. em ressonância. num todo de pintura homogênea. os ventos ébrios de cantos longínquos.287 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL O praieiro é das suas aventuras. os vai-vens da onda. A jangada dos nossos praieiros indômitos parece uma grande asa aberta. pedida por empréstimo aos pássaros da tempestade. como a um poste. a cor e o som. humanidade que excita as incoerências da terra multiforme. A água e o céu. a asa de uma montanha roçando o azul. A solidão oceânica o contagiou de morte. acordes para o matar. que cruzam as velas aos barcos a pique de perder-se. como certas aves. que impregna os homens da terra firme. todas as possibilidades da sua vida errante. o artifício repousado das habitações. as sombras que caem do alto. madeiro miserável a que atou. nas pranchas misérrimas. O seu sentimento é profundo e calado. Não há sombras. senão dos ventos. como se dentro dela recolhesse. o homem da praia amanheceu a vida tempestuosa. ali.

o “sinal” e “era”. na intrepidez das aventuras belicosas. A desenvoltura do gaúcho matiza fortemente o florão dos nossos tipos raciais representativos. parcimonioso. depois de esfriar o corpo. o caipira da baixada ou do planalto. de longe. semanas inteiras. coragem de sobejo. que lhe trazem a ascendência. como os campos. ou sumir a fartura das fazendas em decadência. Submisso e devoto. Ama gloriosamente a vida. na tristura das canções praieiras. todo gado da fazenda. Num ápice. perneiras e mocó – campeia de sol a sol. a acordar a ancestralidade catalã e lusa. a vida é alegria na carreira. como quem viu escoar-se o ouro das minas esgotadas. Conhece. sem doer. no ritmo do trabalho que os antepassados metódicos lhe ensinaram. ou no langor quebrado da querência. Vestido em sua indumentária característica. os cantos. encoirado como ali se diz – gibão. peitoral. no empolgo do entrevero. Num relance. o seio da terra. Caracteriza de memória o tempo de cór. rasgando. um tipo especial do sertanejo – o vaqueiro do Nordeste. Tem a . o “ferro”. O rol. a rês. O alimento. alegria no labor audaz: riso à tona da boca. ele a entorna pela boca. Aqui está. Para ele. senhores. uma têmpera de causar inveja. mas. assim os malhadouros. extrai-lhe duramente o sustento das cidades que se aglomeraram em torno aos seus tratos de lavrar. vibrante e eugênico. É uma resistência física admirável. O coração bate-lhe no peito como um touro selvagem. sentimento à mostra.FERNANDO PINHEIRO - 288 A sobriedade e a continência marcam-lhe a fisionomia adusta. dias seguidos. mas tenaz. quando se pensa que o amargo mar lhe selou a alma no silêncio. vem tomá-lo à noite. generoso.

derramando-se pelos campos calcinados. escravo da promessa das nuvens. melancólico. seco e quente. mesmo porque. Deus que lhe deu tantas canseiras. espia as aguadas. meio ano. a tirar o leite ou olhar as criações. E. a pega. saudoso e monótono. que o sertanejo é triste como a música monocórdia do seu aboio: movimentando-se na caatinga desfolhada ou no agreste sem fim. humanamente alegre. Ė sua labuta de todo o ano. uma pinga. cifram-se aos riscos de contar primitivos. Eito de sol a sol. ansioso. Corrige os cantos. não lhe dá de permitir . em via de regra. Não se diga. ele é apenas simples e bom. a roça para o sustento com coisa de bem pouca monta – o arroz. É afetivo. Às vezes. Quando chega a casa. e outro meio. súplice de música hebreia. A sua vida é o dorso do cavalo. como uma súplica de coro gregoriano. enfadado do campo ou do roçado. É preciso que os pulmões se tornem metálicos. como os bons e os simples. ecoa. com que satisfaz as exigências estatísticas do padrão. Eito de sol a sol. ou um batizado. longo. E todas as suas letras. um motivo lânguido. E o verão é trágico. cura os munjolos.289 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL carta ecológica da fazenda na cabeça. o feijão e a mandioca de farinha – enchem todas as horas da sua vida fadigosa. não lhe sobra tempo para as grandes alegrias entusiasmadas. Antes. de gados. O ar. no eito do campo. de quebrada em quebrada. a vaquejada. E ali é só dormir para acordar escurinho. O campo. E o aboio. uma “missa do galo”. como um motivo musical arrastado. O aboio é a linguagem de chamar o gado. porém. a ceia a rede já o esperam. profunda e dilacerante.

não apenas pelo fenômeno periódico das secas. Sertanejo honesto e trabalhador. Montado na dura sela campeira. hoje a viver os imprevistos ciclos da cera de carnaúba e do babaçú. porque mais perigosamente vivida. porém sua. E mais heroica. o peão das nossas bandas. do cacau e das fibras. mais preciosa a vida. metafísicas.FERNANDO PINHEIRO - 290 muitas preocupações devocionais. mas pelas condições especiais da nossa educação ocidentalizantes e da nossa economia feudal: o “agregado”. igual. na sua carreira despencada. a vida para ele é um constante perigo. ou sem nenhum. das terras. como uma coisa. é menos do que o servo. . em cima de pedras. Vida de vaqueirice. Vara. E mais bela. A vida é um risco! Mas vale a pena como o vaqueiro exalta. que não vê. Porque o sentimento e a consciência do perigo são a única real sanção de bravura. sem esquecer o ofício tradicional da vaqueirice e da lavoura comum. Reveste-se. valados e riachos. o mato fechado. O vaqueiro é o homem que não tem medo da vida. como um demônio. com isso. na carreira louca. de maior premência a sua execução – permiti-me dizê-lo – para a defesa do sertanejo. Voa. porque se despeja. Sobe morros. Transpõe. de um salto. quiçá. Porque o domínio do perigo é sempre um movimento de beleza. Senhores! Aí está um programa de trabalho urgente: a salvação desse inestimável patrimônio humano. As populações do Nordeste vão se tornando assustadoramente nômades. o desprezo das ameaças e faz. por qualquer motivo. pela sua vinculação ao solo. que coopera diretamente na economia nordestina. nem muitas obrigações A vida é aquela: monótona.

.. nos serviços de colonizações. as enfermidades. conformar-se em preencher a função que lhe designa o sociólogo Artur Torres Filho. Com o sol. ou a impenitência. Dos esforços do Governo. Não poderia. o pioneirismo conquistador de outros rincões. É indispensável racionalizar a fixação do sertanejo. um tipo fundamental da raça nova. pacífico de natureza e resistente ao sofrimento secular. certamente. de outro lado. fornecedor de elementos de trabalho para o norte. porque matará. no estabelecimento de um sistema adequado de ensino técnico-profissional. dar-lhe garantias de pouso. e. de um lado. em que o sertanejo não raro se tem motivado pela pilhagem. no amanho da terra e na permanência das possibilidades de trabalho. Ė inadiável tornar realidade social a tendência de radicação do homem do Nordeste. não é um fenômeno brasileiro: antecede-lhe de muito. numa luta feroz com os elementos. Integrou-se à terra. no seu Bosquejo de História Econômica do Brasil. na continuidade e intensificação das obras contra as secas. a seca. Essa gente já se forjou uma constituição orgânica realmente compatível às inclemências do clima. não poderá consentir que se generalize o êxodo do nordestino. ao atribuir ao Nordeste apenas o papel de centro de irradiação. antes de mais. O próprio cangaço.291 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Não se trata de migração venturosa. a que os adventícios mais corajosos sucumbem. na Europa. a atividade bandoleira dos comitadjis. das perspectivas . o centro e o sul. Afeiçoou-se às condições singularíssimas do meio. A cegueira. como também das providências no campo recente da sua política agrária.

de seu agudo senso de realidade.FERNANDO PINHEIRO - 292 abertas com a regulamentação e vulgarização do crédito rural. sob tantos auspícios. A execução do plano de expansão do crédito agrícola e pecuário está. enfrentou o problema cruciante do Triângulo Mineiro. O titular da Carteira especializada do Banco do Brasil não apenas madrugou nos caminhos da vida pública. Temperam-lhe a personalidade dinâmica e forram-lhe a cultura pragmática de embates do Parlamento. e pela importância da elaboração e persistência realizadora. ratificando sua qualidade de líder dos nossos grandes movimentos rurais. Da sua vivacidade intelectual. Abona-lhe o presente construtivo. dá prova o recente episódio da mesa-redonda sobre o babaçú. os moldes tradicionais da nossa Urbanística. de sua compreensão rápida. o passado a serviço das causas do povo. entre outros de igual envergadura. depende o êxito da campanha de salvação do Nordeste. o eminente Sr. recebidas. Ricardo Jafet: amadureceu o espírito no trato das questões vitais ao País e tem a experiência sofrida e vivida na concepção e na ação. em condições técnicas e aspectos estéticos. Honram-lhe a capacidade administrativa. em boas mãos. quando. no . os anos do governo municipal em Porto Alegre. onde lhe coube examinar e discutir os assuntos de imediato e legítimo interesse nacional. sem dúvida. com propriedade. cujo plano de modernização transcende. Firma-lhe o conceito de objetividade diretiva a permanência anterior na Carteira de Crédito Agrícola. conforme o definiu.

o conselho prudente.” Sr. tão bem vivissecado no admirável ensaio de Charles Baudouin. as desconfianças recíprocas. a diretiva a seguir. a nobre medida. Dais o exemplo de submissão às necessidades supremas da Pátria. Dr. rasgadão quando quer dizer as coisas. logo no começo dos debates. Loureiro da Silva tomou conta da praça. no devotamento. na vida de Aristides. Ali está em Plutarco. para buscar o padrão perfeito. recebemos o influxo do vosso pensamento público para a coordenação de energias no sentido dos encargos que nos cumprem. quando o general dos Antióquidas exorta as forças alinhadas diante das muralhas de Plateia a abafar as discussões. a palavra sensata. voltemos ao luminoso equilíbrio das letras clássicas. em favor da unidade criadora da força. a lição magistral a aprender e viver. retratado nestas expressivas palavras do Jornal do Povo: “Gaúcho típico. no vosso método de agir e dirigir. Loureiro da Silva: Eis uma festa. reguladora da ordem.293 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Maranhão. não somente de cordialidade e de admiração. as discórdias amargas. no entusiasmo. agimos apenas em função do mito do progresso. que é o vocábulo certo e musical. em . Nesta hora de identidade substancial de ideias e ideais. como fiéis às fontes da nossa formação mediterrânea. fluente. uma prova de confiança no vosso labor. mas. E. que levam à superação das dificuldades. na fé. de comunidade profunda de sentimentos e de propósitos. o diapasão. sobretudo. e de uma agilidade mental muito grande. mantenedora da disciplina. os juízos particularistas.

Numa época em que as atividades produtoras do Brasil experimentam notável surto de desenvolvimento em que os fatores limitativos de nossa expansão econômica se apresentam na forma de excessivos problemas de (85) BENEDICTO MARTINS NAPOLEÃO DO REGO (1903/1981) – (posse no BB: 17/5/1946. apos. erguendo o brinde de honra ao presidente da República.FERNANDO PINHEIRO - 294 proveito e honra da vitória em comum. tantas e tão relevantes medidas de aperfeiçoamento tem introduzido no campo do crédito especializado do País. oferecendo-o oportunidade de fixar-se em seu labor simples. Getúlio Vargas. à frente da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. no setor agrícola. emocionado. fez o uso da palavra: “Na homenagem que prestamos ao dinâmico e esclarecido diretor José Loureiro da Silva. Ricardo Jafet. em 20/2/1952.: 17/9/1977). o presidente do Banco do Brasil. nada mais fazemos que externar nossa admiração por esse grande homem público que. Ao finalizar a cerimônia do banquete dedicado ao diretor Loureiro da Silva. Assim seja!” (85) O diretor Loureiro da Silva. . em homenagem a Loureiro da Silva. enfatizando os recursos oferecidos ao pequeno produtor. agradecendo a homenagem. colocado em prática pelo Banco do Brasil. diretor da Carteira Agrícola e Industrial do Banco do Brasil. consultor jurídico do Banco do Brasil (3/5/1967 a 16/9/1977) – Discurso proferido. evitando as crises cíclicas migratórias para o Sul [Revista AABB – Rio – 1952]. proferiu um discurso acerca do programa do Governo.

o homem indicado para a importantíssima investidura. o artífice. o presidente Getúlio Vargas. todos os problemas ligados às nossas atividades.295 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL solução inadiável. a quem confiaria a sua execução. em que a administração pública se vê compelida a mobilizar o que de melhor a Nação possui em valores humanos. Reconheceu. com os benefícios de seu amparo financeiro. quando ainda se encontrava em seu retiro de São Pedro. na pecuária e na agricultura. habilitando-o a solucionar. o Dr. no sentido de manter-se à frente do movimento ascensional do seu progresso e de propiciar a aceleração desse movimento. mercê do admirável descortino que o distingue como um dos mais eminentes homens de Estado do mundo contemporâneo. escolheu para a direção da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil. pelas suas elevadas qualidades de administrador. José Loureiro da Silva. na indústria. este jovem gaúcho. não apenas atendê-la. manifestara sua determinação de reformar o Regulamento da Carteira. o presidente Vargas. através de atos oportunos e acertados. Como brasileiro. pois. a fim de muni-lo do aparelhamento indispensável para que pudesse continuar desempenhando o papel de incrementadora do desenvolvimento da produção nacional. . Demonstrando o profundo interesse com que sempre acompanhou os problemas vitais da Nação. Sua Excelência a necessidade da reforma do documento básico da Carteira e soube. eu me congratulo com o Banco do Brasil pela oportunidade que lhe é oferecido para poder ampliar o seu campo de ação. mas também escolher. desde antes de assumir o Governo. com rara felicidade.

fortalecendo-a. no qual são contemplados inúmeros aspectos dos problemas da produção rural e industrial. . É. ao diretor Loureiro da Silva. destinada à Assembleia de Acionistas do Banco do Brasil. mediante adequada assistência financeira. (86) RICARDO JAFET. no setor da economia nacional. de pé. em 20/2/1952. que convergem para o objetivo supremo de impulsionar as forças vivas da economia nacional. assinada pelos parlamentares Bilac Pinto. sob a égide da política econômicofinanceira traçada pelo presidente Vargas. empolgado pelo entusiasmo que se batem por causas nobres e construtivas. observamos o quanto de poder detinha a Empresa. congratulo-me com as classes produtoras do País.FERNANDO PINHEIRO - 296 Como presidente do Banco do Brasil. não me privo de manifestar a confiança que me inspira o papel saliente que o Banco terá no engrandecimento acelerado e permanente do Brasil. Aparelhado o Banco do Brasil para o exercício de suas complexas e altamente relevantes funções. José Bonifácio Lafayette de Andrada e José Monteiro de Castro. que apresento as minhas felicitações ao ilustre homenageado e que convido a todos os presentes a que me acompanhem. ora em vigor. erguendo as nossas taças pela grandeza de nossa Pátria e pela felicidade pessoal do Excelentíssimo Senhor Presidente Getúlio Vargas. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953) – Encerramento da homenagem prestada. não previstos no antigo regulamento. pois. cujas atividades serão beneficiadas com o novo Código de crédito especializado. Aliomar Baleeiro.” (86) Na memorável declaração de 24 de abril de 1952.

para compor a Mesa [Revista AABB – Rio – 1952]. em seguida. o convida. o controle do crédito e das taxas de juros. para representar o Tesouro Nacional e. a política de redescontos. ao discursar no Senado Federal. no dia 3 de julho de 1947. 66 – Rio de Janeiro). ao declarar instalada a Assembleia dos Acionistas. assessorado por dois secretários.” (87) Por sua vez. funções que o Banco do Brasil enfeixa privativamente em suas mãos.297 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL transformada no mais importante departamento do Governo. por cortesia especial. de mobilização bancária de câmbio são. fez uma forte afirmação de causar espanto: “quem dirige a Nação é o presidente do Banco do Brasil. manda ler o Aviso do Ministro da Fazenda. destinada à Assembleia Geral de Acionistas do Banco do Brasil. Horácio Lafer. designando Haroldo Renato Ascoli. por solicitação do Poder Executivo. Nessa Assembleia foi deliberada a designação de Vilobaldo Machado de Souza Campos para exercer as funções de diretor da Carteira de Crédito Geral. hoje. procurador–geral da Fazenda Pública. sucessivamente. Getúlio Vargas. na sede do Banco do Brasil (Rua Primeiro de Março. realizada em 29/4/1952. em (87) Declaração de 24/4/1952. (88) GETÚLIO VARGAS – in A Política Trabalhista no Brasil – p. o presidente Ricardo Jafet. em decorrência de funções que lhe foram delegadas. 268 .” (88) No dia 29 de abril de 1952. assinada por parlamentares. tais como: “A emissão de moeda.

Magda de Alencastro Guimarães. visita a cidade de Paraguaçu Paulista – SP. presidente da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (19/3/1949 a 30/4/1952). onde passou a funcionar a nova sede da Carteira de Exportação e Importação do Banco do Brasil. conferente–de–seção (FUNCI) [Revista AABB – Rio – 1952]. Usaram da palavra os diretores Luiz . e de inúmeras autoridades [Revista AABB – 1952]. dentre os executivos nomeados pelo Banco do Brasil. é inaugurado o Edifício Leonardo Truda. Dulcídio do Espírito Santo Cardoso. Sábado.FERNANDO PINHEIRO - 298 substituição de Egídio da Câmara Souza que foi nomeado para a Diretoria da Carteira de Redescontos. Mário Dulce Lyra. vale assinalar: Louis Henri Guitton e Lino Otto Bohn. G. conferente–de–seção (CEXIM). Cel. Alcebíades França de Faria. contador da Agência de Assunção. em companhia do diretor José Estefno. saudando o povo que o recebe com efusiva manifestação de alegria [Revista AABB – Rio – 1952]. secretários–de–gabinete do Setor de Compra e Venda de Produtos Exportáveis. Em solenidade de posse bastante concorrida. Margaride Augusto de Gamboa e Castro. dia 17 de maio de 1952. assume o cargo de presidente do Banco da Prefeitura do Distrito Federal. Recebido calorosamente pelas autoridades locais. na vaga surgida com a exoneração de Armando Almeida Alcântara que esteve no cargo no período de 1/2/1951 a 8/5/1952. em maio de 1952. Em 30/6/1952. percorre de automóvel conversível as ruas da cidade. O presidente Ricardo Jafet e ilustres convidados estiveram prestigiando o evento. escrit. escrit. Em maio/1952. o presidente Ricardo Jafet. F. prestigiado pela presença do prefeito do Distrito Federal. Paraguai.

de que foi o inspirador. os nossos agradecimentos pelas referências generosas de seu jornal. é quase na íntegra: “É um grato privilégio que ao decano concedem os seus ilustres colegas de Diretoria do Banco do Brasil. . destacamos algumas referências biográficas do autor: deputado estadual na Bahia (1912 a 1924). Vimo-nos. CARED. o criador e o primeiro diretor. Na verdade. diretor da ACESITA (1948/1951). secretário estadual de Fazenda da Bahia (1930/1931). quando. por tantos títulos mais respeitáveis e recomendáveis para a excelsa honra de preferência. eu bem o conheci. a seguir. diretor do Banco do Brasil nas Carteiras CREGE. A transcrição autorizada do discurso. catequizávamos Brasil afora pela moralização dos costumes políticos e democratização da República. Vale ressaltar que a homenagem prestada por Vilobaldo de Souza Campos a Leonardo Truda. CREGE (1952/1953).299 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Simões Lopes e Vilobaldo Campos e. caravaneiros da Aliança Liberal com José Joaquim Seabra. Antes da apresentação de textos do discurso do diretor Vilobaldo Machado de Souza Campos. o de convocar-me para orador dessa expressiva solenidade – homenagem de saudade e de reconhecimento a Leonardo Truda – ao inaugurar-se o seu retrato no edifício a que empresta o nome e onde funciona a Carteira de Importação e Exportação. pela vez primeira. presidente do Banco do Brasil (27/7/1934 a 30/11/1937) é de suma importância para a memória institucional. em nome da família do homenageado. CREAI (1931 a 1948). Ruy Truda agradeceu a homenagem [Revista AABB – Rio – 1952]. lhe fomos levar na redação do Diário de Notícias de Porto Alegre.

Transportado para a coxilha gaúcha no sangue de seus avoengos. Como Bacon. pela inteligência vibrante e irrequieta. de um quadro de sua vida e de sua obra. nas asas do estudo. quase fosse a do jornalismo numa terra de lutas faiscantes. fortalecer e consolidar os laços de uma amizade que jamais se arrefeceria ! Nesta Casa. Viera subindo aos poucos. por isso mesmo. Dele fizera o seu broquel e a sua lança. pratiquei-o num convívio feliz ao longo de dois lustros a fio. para vós outros. Ao lado disso. na mais difícil das arenas. tão cheia de lembranças da sua magnífica atuação de administrador e de banqueiro.” Exercitando-se. antes adquiriu aspectos novos. com brilho invulgar. a sensibilidade desse peninsular nada perdeu das virtudes do Lácio imortal. às vezes. escritas no Gabinete e nas Bibliotecas. produções úteis. Era. poderia afirmar que “começou a viver estudando e acabou estudando para viver. Posso. cultivar. temperando no ímpeto fronteiriço as linhas clássicas do seu pensamento. A pobreza rondara-lhe o berço. no desconhecimento e na ignorância do mundo sempre mais atento ao fulgor das lantejoulas.FERNANDO PINHEIRO - 300 Vitoriosos os nossos ideais em 24 de outubro. assim. . animar-me ao bosquejo. aqui vim encontrá-lo para fruir. conservou em todas o panache e a altitude na discussão e no entrevero. Já o seu nome lhe trazia as origens romanas que tanto se acentuavam nas delicadezas de um temperamento artístico para o qual a música e as belas-artes não constituíam mistério. dessas que. onde avultam e se destacam alguns traços que dele faziam uma personalidade de raro valor e grande sedução. desaparecem e morrem. daquelas criaturas que se enquadram na categoria dos que constroem o seu próprio destino.

trouxe-o do Sul quando a revolução libertadora soprou sobre o Brasil o minuano reivindicador. . firmando a política de defesa da produção açucareira. ajustando a projeção de sua própria importância aos sistemas de uma atividade proveitosa e construtiva. Assim. engrenando-o como uma peça fundamental no organismo econômico do País. logo. quer na análise paciente das questões promovidas. Assunto ou empresa que lhe caísse nas mãos. além de possibilitar e incentivar a do álcool–motor. o que salvou a economia dos estados nordestinos. que tem o condão de escolher os homens para os cargos. naquelas de rude transição. aqueles dotes que iriam sagrá-lo como um dos mais devotados dirigentes desta Instituição de Crédito. nas diferentes Carteiras que dirigiu e na Presidência. Getúlio Vargas.301 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Mas a Leonardo Truda caberia a sua ocasião. pela inteligência compreensiva. tornou realidade. o segredo de seu êxito. segundo a qual “o exemplo impressiona mais do que a ameaça”. Nunca se deixou levar pela rotina. em mais de um passo. cuja orientação enriqueceu de tantos aspectos modernos. através de uma rude batalha. no Instituto do Açúcar e do Álcool que ele planejou e. pela capacidade de trabalho. a marca ansiosa de sua ação renovadora. Assim. pela impessoalidade no julgamento. pelo esforço contínuo. mas eminentemente humana. logo todos nele passaram a identificar. sobretudo. pelo admirável sentido de equilíbrio que fez. Como chefe adotara a sentença de Corneille. receberia dele. quer no plano das sugestões aceitas. cheios de surpresa. Elevado à Direção deste Banco. Impressionava pela segurança do conceito. e.

fulgentes e objetivos foram os pareceres. doutrinariamente. procurava não perder de vista as pretensões cabíveis das classes produtoras e das forças construtivas nacionais. deu ansa à sua visão de esperto administrador. os produtos das diferentes zonas e as necessidades de cada Estado da Federação. ao são princípio do equilíbrio das aplicações. do Instituto Brasil-México. tão ruinosos em suas graves e quiçá irreparáveis consequências. porém. E quando pedida a atenção da alta administração de nosso principal Instituto de Crédito para a delicada proposta de aplicação de capitais. Insistia. com que. ocupou. com inegável competência. cujos anseios e reclamos ele conhecia perfeitamente. de modo que se contornasse.FERNANDO PINHEIRO - 302 Assim. no sentido de que o Banco mantivesse uma política monetária sadia. por que a distribuição dos recursos atendesse. sem agravo. aliás. olhos fitos nos magnos interesses do Banco. quanto possível. Com o alargamento da esfera de ação do Banco. dos avanços violentos ou dos recuos repentinos. à finalidade de seus múltiplos e relevantes propósitos. da Associação Bancária do Rio de Janeiro. sócio-fundador e 1° secretário do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul. primorosos. irmanando a sua função de sociedade de economia mista à finalidade patriótica de propulsor da riqueza nacional. Influenciado pela política financeira do Governo. . essencial. os cargos de presidente da Sociedade Brasileira de Economia Política. precipuamente. membro da Comissão Brasileira de Seleção de Candidatos à Bolsa de Aperfeiçoamento Técnico. não menos precioso o contingente de sua experiência e de seus atilados conhecimentos. da Comissão Brasileira de Fomento Interamericano. o perigo das medidas drásticas.

da uniformidade de direção – cantarias básicas do progresso do Banco – que ele aconselhava e preconizava se mantivessem íntegras. decorridos 15 anos. a criação das Metropolitanas e a ampliação das atribuições de várias Carteiras. todavia. foi feito. entre o capital e o trabalho. sem quebra.303 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL sugerindo. principalmente aos afastados por moléstias ou invalidez. – sugestão de tal alcance que. que. então. coerente. assim. em reformas que se puseram por obra. cortara o nó górdio do impasse surgido. as solicitações razoáveis dos seus funcionários. um instante sequer. sem o menor desequilíbrio. em votos lapidares e oportunos. os recursos indispensáveis ao maior conforto deles. – e consideremos o que ela representa e significa como expressão do espírito e sentimento de um povo civilizado – batia-se para que não faltassem aos servidores do Banco. E porque sempre fosse. o apreço e a solidariedade do Instituto a que consagravam ou consagraram as suas energias e o melhor do seu tempo! Projetou e foi o mais entusiasta apologista da introdução. no Banco do Brasil. desde a mocidade de nossa existência nacional. o aumento da rede de suas agências. com justeza e eloquência. da unidade de comando. Preocupado com tudo que se relacionasse com a superior função de seu mandato. do curso de administradores. . com os seus princípios de justiça e de bondade. que praticava porque se orgulhava da solução humana dada ao complexo problema de assistência e previdência social no Brasil. sem o mais mínimo desvio. a uma ajuda que traduzisse. me permiti renová-la junto ao atual presidente Jafet – dando Truda. jamais descurava. adepto dessa política humanitária e sábia. em janeiro último. vendo nela o maior galardão do governo patriótico do presidente Getúlio Vargas. com argúcia e tato magistrais.

seu colega e companheiro no Conselho Nacional do Comércio Exterior. donde a designação. se evadia em recordações e julgamentos que se esvaíam dos guardados do coração e da memória.” Alicerçado na massa de conhecimentos que hauriu. Centro e Norte-americanos. Leonardo Truda idealizou e regulamentou a Carteira de Exportação e Importação. com prudência. Mas essa criatura assim voltada para os problemas de sua Pátria tinha fugas encantadoras..FERNANDO PINHEIRO - 304 mostras inequívocas do quanto a questão lhe carecia cuidados. para chefiar a primeira missão econômica brasileira. na imposição de sanções. em obediência aos conceitos humanos do presidente Getúlio Vargas. “o documentário mais lógico e mais preciso de que se socorrem aqueles que exportam para os países do continente. quando. de Leonardo Truda.. em 1940. o que constituiu. e observações colhidas durante o desempenho de tão importante e espinhosa incumbência. inspirados na terna saudade de sua gleba natal – o seu velho e invícto Rio Grande . foi que. por ocasião das comemorações da Pátria. qual era – e ainda o é – o que concerne ao amparo educacional e a mais um benefício de fundo econômico que lhe seriam cumulados. porém. entre os intervalos de nossas tarefas comuns. que percorreu vários países do Sul. colimando a solução de parte de tão intrincado problema. assim como o que é igualmente digno de nota.] Teríamos que agir. o bem-estar futuro de nosso funcionalismo. [. “promovendo maior intercâmbio comercial com esses países e estabelecendo as bases para diversos acordos econômicos posteriormente celebrados”. em 1941. no dizer do ministro Joaquim Eulálio.

a sua vida e a sua vitória. exaltamos hoje com inexcedível carinho e com infinita ternura.” (89) (89) VILOBALDO DE SOUZA CAMPOS. mais tranquilo e mais humano. das virtudes cívicas e das qualidades másculas à feição dos varões de Plutarco. senão o motivo admirável que a inspirou. diretor do Banco do Brasil (1931 a 1948 e 1952/1953) – in Discurso proferido. mais insuficiente para descrever a sua luta. Bem calculo o vosso desapontamento ao desbotado das tintas e à pobreza da descrição. deste obreiro infatigável. o caráter impoluto. no ensinamento e no alto e nobre exemplo que Leonardo Truda nos legou. brilhante. otimamente integrado na terra e vivendo e sentindo sua história e seus costumes. É que neste quadro o que vinca e define não é essa oração despretensiosa. Não acho o colorido próprio para a conceituação do valor moral. com emoção indefinível. Era de vê-lo. Mas o vosso imortalizando-o neste retrato o fará viver. Tudo que aí vai dito é mais que insuficiente para pintar a figura de escol e de eleição que foi Leonardo Truda em sua perene agitação por um mundo melhor. cuja passagem pelo mundo prenhe de conteúdo e de beleza. evoco e recordo o nome honrado.305 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL do Sul. deste bom amigo que. o coração fidalgo que já não pulsa porque a ceifadora sinistra e impiedosa o abateu para sempre. Meus Senhores: eis aí o perfil do administrador e do homem. então. . presidente do Banco do Brasil (27/7/1934 a 30/11/1937). E entre nós ele já vive e viverá para sempre porque os mortos só ressuscitam e vivem quando são lembrados pelos vivos. e este. a figura luminosa. científico e cultural. em homenagem a Leonardo Truda. em 30/6/1952.

Olyntho Pinto Machado. diretor da CREAI. gerente (GEREX). segundo Revista AABB – Rio – 1952. apos. Helena Baptista (posse no BB: 29/4/1940. superintendente. Fernando de Almeida Prado proferiu o discurso de saudação ao presidente do Banco do Brasil. Nilo Medina Coeli. visita as seguintes entidades: 1° semestre/1952 – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários – IAPB. o presidente Ricardo Jafet.FERNANDO PINHEIRO - 306 Fora do recinto do Banco do Brasil. destacamos a posse dos executivos: Francisco Vieira de Alencar. . Em novembro/1952. Régis Pacheco. Luiz Pedro Gomes. advogado letra “E”. escriturário “C”. presidente do IAPB. para a Presidência do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1952]. Francisco Manoel Xavier de Albuquerque.O presidente da Bolsa. secretário particular (PRESI). assistente técnico (ASTEC) [Revista AABB – Rio – 1952]. Eleutério Proença de Gouvêa. onde é saudado pelo funcionário do Banco do Brasil. chefe–de–gabinete (DIFNO). advogado do Banco do Brasil. na década de 60. Vale ressaltar as principais nomeações ocorridas. posteriormente. o diretor Loureiro da Silva. à época. cumprindo a agenda programada. Ainda nesse mês. 5/11/1974). na mesma comissão. subgerente da Agência de Santos – SP. auxiliar–de–gabinete (CEXIM). Túlio Peixoto. 22/9/1952 – Bolsa de Mercadorias de São Paulo . é recebido no Palácio da Aclamação pelo governador do Estado da Bahia. chefe–de–gabinete do diretor Coriolano Góes (CEXIM). em outubro/1952: Armando de Saint Brisson Serzedelo Corrêa. Nilo Medina Coeli. é transferida.

Na ocasião. houve mudança no comando da Superintendência do Banco do Brasil. com a visita de 3 vezes ao dia. 3 Setores. bem como o pagamento de todo produto adquirido pelo IBC – Instituto Brasileiro do Café. entre as agências metropolitanas do Rio de Janeiro. com a presença diretor Loureiro da Silva e do jurista Camilo Nogueira da Gama. A saída de Ayres Pinto de Miranda Montenegro para assumir o cargo . e a fiscalização da qualidade e quantidade da mercadoria depositada nos Armazéns Gerais [Revista AABB – Rio – 1952]. Nesse Setor havia o Serviço Especial de Comunicações que realizava a remessa de malotes. a convite de Edgard Chastinet. 1 Assistência Jurídica. Cobranças. a Agência Centro do Rio de Janeiro dispunha de 28 Seções (Depósitos. houve reuniões de inspetores e gerentes de agências.000 papéis para distribuição e expedição. diariamente. dentre os quais distinguimos o SECAF – Setor do Café que era encarregado do financiamento do café. e o despacho de “malotes aéreos”.307 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Depois. etc). Em novembro/1952. esteve na região fumicultora que se estende nos municípios de Cruz das Almas. bem como o MICRO – Setor de Microfilmagem que deu início ao sistema IBM de cartões perfurados [Revista AABB – Rio – 1952]. Ainda há que se ressaltar o SERIO – Setor de Secretaria onde circulavam. destinados a agências fora da cidade. inclusive a Refinaria Mataripe. chefe do Departamento Jurídico da CREAI [Revista AABB – Rio – 1952]. presidente do Instituto Baiano de Fumo. Maragogipe e São Félix [Revista AABB – Rio – 1952]. E. visitou os campos petrolíferos do Recôncavo. Tesouraria. Ordens de Pagamento. Nos idos de 1952. 50.

: 1/5/1948 – in Alocução lida. em breve alocução lida. em novembro/1952. ou seja. no período. destinadas. No discurso de posse. como as já existentes. no cargo de superintendente do Banco do Brasil (92) JOÃO CASTELO BRANCO DE ALMEIDA. uma espécie de tecnicismo exagerado. Vieira de Alencar enfatizou o seguinte pensamento: “A técnica é um prodígio da inteligência. paradoxalmente. mas que não deve ser confundido com a sua deturpação.FERNANDO PINHEIRO - 308 de presidente da Comissão da Reforma Administrativa do Banco e a entrada de Francisco Vieira de Alencar. concluiu: “A administração Ricardo Jafet foi de âmbito nacional. nos idos de 1944) – posse no BB: 5/2/1918. chefe–de–gabinete do diretor Loureiro da Silva (1ª investidura. causa principal de sua queda. 35 novas agências do Banco do Brasil. Prova-o ainda o fato de terem sido instaladas. na Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas. em 30/4/1953.” (92) (91) FRANCISCO VIEIRA DE ALENCAR – in discurso de posse. o acionista Castelo Branco de Almeida. . em 30/4/1953.” (91) Em 14/1/1953. principal preocupação do ex–Presidente. insensível à evidência dos fatos. e. Ricardo Jafet despede-se da Presidência do Banco do Brasil. ordenado e fértil. na Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas do Banco do Brasil. que leva ao raciocínio claro. A propósito. ao amparo direto às fontes produtoras do país. 3 meses depois. 66. apos. em 24 meses. no Salão Nobre de Acionistas do Banco do Brasil – Rua Primeiro de Março. sem alma.

. Nos idos de 1964. funcionário de carreira técnico–científica (posse no BB: 2/7/1952) era engenheiro letra “B”. chefe–adjunto do DEPIM – Departamento de Administração do Patrimônio Imobiliário [Revista AABB – Rio – 1953. na Direção Geral. que exerceu importantes cargos no Banco do Brasil. Álvaro Maia Filho. Em janeiro/1953. João Soares Neves. chefe–de–gabinete do diretor CREGE – 2ª Zona. major Lucas da Silveira. é designado para substituir Ricardo Jafet. detentores de cargos comissionados. e Maria de Lourdes Oliveira Fogaça. diretor da Carteira de Crédito Geral.309 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL O intelectual João Castelo Branco de Almeida (1896/1968). Os poemas que ele publicou. Maurício André de Albuquerque Costa. ocorrida nesse ano [Revista AABB – Rio – 1953. secretários–de– gabinete [Revista AABB – Rio – 1953]. O general Anápio Gomes. a respeito da vida de Jesus. encerrando-se em 18 de agosto de 1953. Acácio Gomes. BB – Almanaque do Pessoal – 1964]. Acácio Gomes. secretário particular. publicou: Gosto Amargo (poesia) – Pongetti – 1932. chefe–de–gabinete. Eleutério Proença de Gouvêa e José Teixeira de Matos. A interinidade do general na Presidência do Banco do Brasil teve a duração de quase 7 meses. Acácio Gomes. na Revista AABB – Rio. O gabinete do presidente Anápio Gomes era constituído dos seguintes executivos: Luiz de Oliveira Alves. e Mauá (teatro). revelam sensibilidade artística de beleza transcendental. Almanaque do Pessoal – 1964]: março/1953. assessor. Vale mencionar a nomeação dos funcionários. secretária–de–gabinete (DIVCA).

9/8/1957). 1/8/1960). apos. ao nosso ver.FERNANDO PINHEIRO - 310 junho/1953. apos. subgerente CAMIO (posse no BB: 23/5/1928. Edna Perdigão Silveira. subgerente de operações CREGE – Carteira de Crédito Geral. Sirene de Sousa. está todo o esplendor da beleza feminina. auxiliar–de–gabinete do diretor Egídio Câmara. secretária–de–gabinete da Gerência da CAMIO – Carteira de Câmbio (posse no BB: 18//1/1926. de inexcedível beleza. João Cândido de Andrade Dantas. uma das mais elegantes e charmosas das mulheres que trabalharam no Banco do Brasil. gerente CAMIO – Carteira de Câmbio. assessorando o diretor Egídio Câmara. Aguinaldo Florêncio. em viagem a serviço. julho/1953. Na foto em que aparece. Pedro Lima. ao desembarcar no Aeroporto de Belém do Pará. .

311 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL CAPÍTULO 5 A gestão de Marcos de Souza Dantas. A comemoração do 1° centenário do Banco do Brasil (1854/1954). em 18 de agosto de 1953. com destaque especial focado na missão do presidente e do diretor da CREAI – Carteira Agrícola e Industrial. Eventos. solenidade realizada. presidente do Banco do Brasil (18/8/1953 a 6/9/1954). Em . é empossado no cargo de presidente do Banco do Brasil. diretor da Carteira de Câmbio. Marcos de Souza Dantas. promovem a imagem do Banco do Brasil. no majestoso salão de assembleias do Banco do Brasil. prestigiados pela presença de autoridades. A criação da CACEX – Carteira de Comércio Exterior. Acadêmicos desempenham funções relevantes no BB. prestigiado pela presença de inúmeras autoridades.

No biênio 1937/1938. . depois de Ovídio Xavier de Abreu (1949/1950). é reconduzido ao cargo de diretor de Câmbio. antecedido por Lisboa Serra (1853/ 1855) e o Barão de Cotegipe (1888/1889). exerce as funções de inspetor–geral. Após 30 anos de relevantes serviços ao Banco do Brasil. o mais popular senador do Império. Nos idos de 1934/1935 exerce o cargo de diretor da Carteira de Câmbio. Sucedendo a Egídio da Câmara Souza. em 6/5/1921. Foi o 3° presidente do BB a falecer em pleno mandato (jan. No ano seguinte. José Maria Alkimim assumiu o cargo de diretor da Carteira de Redescontos do Banco do Brasil. Manoel Pinto de Souza Dantas esteve à frente dos destinos da Casa (1889/1894)./1894). interior paulista. tomou posse. em 18/8/1953. gestão que termina em 6/9/1954 [Revista AABB – Rio – 1953]. em Taubaté – SP. podemos assinalar que nasceu no dia 16/6/1895 na cidade de São Simão–SP e faleceu em 2/12/1964. cargo recém–criado [Revista AABB – Rio – 1953]. aposenta-se em 1951. Funcionário de carreira. ambos poetas de reconhecida notoriedade. na Agência de Santos.FERNANDO PINHEIRO - 312 Marcos de Souza Dantas é o 2° em duas linhagens: o 2° funcionário do Banco do Brasil a ocupar o cargo de presidente. Elaborando uma breve retrospectiva da vida de Marcos de Souza Dantas. depois de ocupar os mais elevados cargos do Governo: ministro da Fazenda e chefe de gabinete de ministros. Dois anos mais tarde. no regime de gabinetes. é nomeado chefe do Departamento do Funcionalismo do Banco do Brasil. o Senador Dantas. e o 2° Souza Dantas a presidir o Banco do Brasil. O avô.

entre outros [Revista AABB – 1953].. suave. mas antes de tudo maternal para os filhos. de instrução e de civismo. a bandeira nacional. Bianor Baleeiro. falecido em 21/6/1974) – in Saudação à bandeira. na presença de Carlos Cardoso. e de numerosos executivos.. modesta. o advogado do Contencioso. Às 11h:00min.. funcionário do BB (posse: 23/12/1942. 66. o presidente Marcos de Souza Dantas hasteou. “.. diretores do Banco do Brasil.” (93) (93) BIANOR BALEEIRO. Rio de Janeiro. mas armada. na presença de Marcos de Souza Dantas. irmão do famoso jurista e político Aliomar Baleeiro. pacífica. liberal.. presidente do Banco do Brasil (18/8/1953 a 6/9/1954). na sacada do prédio localizado na Rua Primeiro de Março. Muito aplaudido pelo verbo eloquente [Revista AABB – 1953]. Esse gesto confirma a tradição do hasteamento da bandeira no BB. prefeito do Distrito Federal à AABB – Rio. O Dia da Bandeira. proferiu um discurso de comovente beleza patriótica. dadivosa para os estranhos. em 19/11/1953. Na presença do presidente Souza Dantas e de Vilobaldo de Souza Campos e José Maria Alkimin. o funcionalismo do BB é beneficiado com a assinatura da ata de doação do terreno da Lagoa Rodrigues de Freitas feita por Dulcídio Espírito Santo Cardoso. enaltecendo a bandeira nacional como símbolo da Pátria. mas escudada de energia e de prudência. misericordiosa. foi comemorado no Banco do Brasil.313 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em 17/10/1953. mas digna. a Pátria a que aspiramos todos nós. 19 de novembro de 1953.. Alcebíades França de Lima e Adolpho Schermann. de disciplina e de coesão. . . lírica.

setembro/1953. encarregada de estudos e pareceres (ASTEC). Beatriz da Silveira Moniz. gerente da CREAI. secretário–de–gabinete do diretor (CAMIO).FERNANDO PINHEIRO - 314 Segundo a Revista AABB–Rio – 1953. chefe–de–gabinete do diretor da CAMIO. dispensado da mesma comissão na Gerência de Operações (CAMIO). Eleutério Proença de Gouvea. auxilar–de–gabinete do diretor da CEXIM – Carteira de Exportação e Importação. auxiliar–de–gabinete da PRESI. Beatriz Vieira Mendes. secretário particular (PRESI). vale mencionar a nomeação dos principais funcionários–comissionados. . Celma de Andrade Pederneiras. subgerente de CAMIO. Júlio de Mattos. Fábio de Oliveira Penna. gerente da Carteira de Câmbio (CAMIO). ocorrida nesse ano: agosto/1953. gerente da FIBAN. ajudante–de– gabinete (CAMIO). auxiliar–de–gabinete (ASTEC). Frederico da Silva Sève. dispensado das funções de gerente da Agência de Cantagalo – RJ. Beatriz Vieira Mendes. Ivan D´Oliveira – 28/4/1925. falec. dispensado da comissão de inspetor da FIBAN – Fiscalização Bancária. Aristides Monteiro de Carvalho e Silva. José Fernandes de Luna. Charles Pullen Hargreaves. assistente jurídico. Pedro Lima. chefe do Departamento Geral do Almoxarifado (ALMOX) (posse no BB: 2/6/1913. João Baptista Pinheiro. subgerente da FIBAN (alteração de designação: chefia e subchefia da FIBAN para Gerência e Subgerência da FIBAN). em caráter provisório da FIBAN – Fiscalização Bancária. José Leite Ribeiro. 3/3/1961). chefe–de–gabinete (PRESI). Eurico Fernandes da Motta.

Em solenidade realizada. Geraldo de Oliveira Alves. (1970) Fonseca (1987) Benedicto Missão ao Caribe – Prefácio: senador Jessé Freire – – Prefácio: 111 p. chefe–de–gabinete da Gerência da CARED. gerente da Carteira. subgerente (CREGE). subgerente de Importação. Carlos Tavares de Oliveira. por Carlos Tavares de Oliveira]. Como vimos. que fundou a CACEX. diretor da CACEX – Carteira de Comércio Exterior do Banco do Brasil. à época. 150 p. assessor técnico.315 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL outubro/1953. subgerente de Preços. . Fernando Drummond Cadaval. gerente da CAMOB – Caixa de Mobilização Bancária. Luís da Rocha Chataignier. Luiz de Oliveira Alves. dezembro/1953. Oscar Raphael Castro e Silva. gerente da CARED. Arnaldo Walter Blank. no Ministério da Fazenda. em 2009. tomou posse Luiz de Moraes Barros. os destinos do Banco do Brasil foram entregues nas mãos do banqueiro paulista Luiz de Moraes Barros. o Moreira modelo ideal – – 180 p. – (1966) (1967) 190 p. recentemente criada. inspetor–geral CAMIO e FIBAN. Oscar Coelho Messeder. subchefe da Seção de Importação. autor de reconhecida obra publicada: Missão ao Oriente Médio Missão à Itália Exportação. fazia parte da equipe do diretor Luiz de Moraes Barros. no período de 15/5/1964 a 20/3/1967. Carlos Tavares de Oliveira. chefe–de–gabinete [Informação confirmada. José Casemiro Borges. em 21/1/1954. Os principais assessores do primeiro diretor da CACEX: Augusto Carlos Machado Júnior. subgerente de Exportação. Dez anos mais tarde. Benito Derizans. Luiz Pedro Gomes.

(2005) China – Origens da Humanidade – Prefácio: Chen Duqing.Edições Aduaneiras Ltda. (1995) Exportação. (2008) Em fevereiro/1954.FERNANDO PINHEIRO - 316 A batalha da exportação – Prefácio: ministro Marcos Vinícius Pratini de Morais – Edições Aduaneiras Ltda. assistente jurídico [Revista AABB – 1953]. (1990) Comércio Exterior e a questão portuária – Prefácio: ministro Marcílio Marques Moreira . Superpotência do Século XXI 134 p. – 3ª edição (1994) Estados Unidos e China: o desafio econômico – Prefácio: presidente Fernando Henrique Cardoso – 2ª edição – 158 p. – Edições Aduaneiras Ltda. – Edições Aduaneiras Ltda. . – 254 p. EUA e portos – Prefácio: Celso Lafer – 190 p. (2004) Portos e Marinha Mercante – panorama mundial – Prefácio: Jorge Gerdau Johannpeter –Edições Aduaneiras Ltda. – Prefácio: Roberto Campos – 200 p. – Prefácio: Horácio Coimbra (1993) Modernização dos Portos . – Edições Aduaneiras Ltda. a solução global – Edições Aduaneiras Ltda. – Edições Aduaneiras Ltda. duas nomeações ocorreram na CACEX: Antônio França Maciel. (2002) China – O que é preciso saber – Prefácio: ministro Luiz Fernando Furlan – 160 p. . (1992) O despertar da China – A abertura para a economia de mercado Prefácio: Antônio Oliveira Santos – 212 p. embaixador da República Popular da China no Brasil – 124 p. – 326 p. (1997) Comércio Internacional: China.322 p.Prefácio: ministro Rubens Ricúpero – 222 p. – 2ª edição (1990) China. (1999) O despertar da China (1980/2002) – Crescimento Acelerado – 2ª edição – 238 p. chefe–de–gabinete da Gerência da CACEX e Fausto de Freitas e Castro.

José Loureiro da Silva. João Cândido de Andrade Dantas. cunhada em bronze. 328. MARCOS DE SOUZA DANTAS INAUGUROU-SE ESTE EDIFÍCIO QUE RECEBE O NOME DE VISCONDE DE ITABORAÍ EM HOMENAGEM Á MEMÓRIA DO FUNDADOR DA INSTITUIÇÃO 10 DE ABRIL DE 1954 (94) (94) MARCOS DE SOUZA DANTAS.317 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL No dia 10 de abril de 1954. Rio de Janeiro. Presidente Vargas. na opinião de Cláudio Pacheco (1909/1993). na presença do presidente Marcos de Souza Dantas e diretores do Banco do Brasil: Adão Pereira de Freitas. a efígie de Visconde de Itaboraí. Na placa comemorativa do evento. presidente do Banco do Brasil (18/8/1953 a 6/9/1954) – in Placa comemorativa do centenário do Banco do Brasil (1854/1954). Luiz de Moraes Barros. . no Edifício Visconde de Itaboraí. em 10/4/1954. descerrada. placa descerrada pelo presidente Marcos de Souza Dantas: AOS 10 DE ABRIL DE 1854. autor da obra História do Banco do Brasil. DR. Pompílio Cylon Fernandes da Rosa e Vilobaldo Machado de Souza Campos. foi inaugurado o Edifício Visconde de Itaboraí – Av. pelo presidente Marcos de Souza Dantas. SENDO PRESIDENTE DO BANCO DO BRASIL SEU ANTIGO FUNCIONÁRIO SR. o fundador do atual Banco do Brasil. SOB A PRESIDÊNCIA DO CONSELHEIRO JOÃO DUARTE LISBOA SERRA INICIOU OPERAÇÕES O BANCO DO BRASIL FUNDADO PELO VISCONDE DE ITABORAÍ. EM COMEMORAÇÃO DO CENTENÁRIO DA INICIATIVA.

diretores do BB. teve a participação dos seguintes diretores: Adão Pereira de Freitas. Pompílio Cylon Fernandes da Rosa. ministro da Fazenda. Jorge de Toledo Dodsworth e general Anápio Gomes. João Cândido de Andrade Dantas. João Dantas. presidente do IHGB. Adão Pereira de Freitas. o jurista José da Silva Pacheco inicia a publicação de sua imensa obra e contribui. em 30/4/1954. Coriolano de Araújo Góes Filho (CEXIM) e Egídio da Câmara Souza (CREGE). exonerou os diretores Fernando Drummond Cadaval (CAMIO). Adão Pereira de Freitas e José Maria Alkimim. orientando a ação do Banco do Brasil na . foi aberta pelo presidente Marcos de Souza Dantas a Exposição Bibliográfica e Iconográfica comemorativa do 1° Centenário de Funcionamento do Banco do Brasil (1854/1954). José Maria Alkimim. A gestão do presidente Marcos de Souza Dantas. ambos presidentes (interinos) do Banco do Brasil (18/12/1950 a 2/2/1951 e 14/1/1953 a 18/8/1953. Superintendente: Francisco Vieira de Alencar. Luiz de Moraes Barros. Paulo Maurity. nomeando em seus lugares João Cândido de Andrade Dantas. A Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas do Banco do Brasil realizada. Luiz de Moraes Barros. diretor do Instituto Nacional do Livro. na Biblioteca Nacional. José Loureiro da Silva. destacamos: Eugênio Gomes. diretor da Biblioteca Nacional. Francisco Vieira de Alencar. Cylon Rosa. Vilobaldo Machado de Souza Campos. superintendente do Banco do Brasil. diretor do Museu Imperial. no período 18/8/1953 a 6/9/1954. Nesta década. respectivamente). Oswaldo Aranha. Augusto Meyer. com pareceres. Dentre as autoridades presentes.FERNANDO PINHEIRO - 318 Em 5/4/1954. embaixador José Carlos de Macedo Soares.

2ª ed. Vejamos: Jornal da Globo (1983/1989). orador eloquente de estilo clássico. nas décadas de 60 e 70. 3 v. histórico e jurídico). 1964 (esgotado) Comentários à Lei das Locações (Lei n° 4. Da imensa e fecunda obra jurídica do eminente escritor Silva Pacheco. 1950 (esgotado) Curso Técnico-prático do Processo Civil. Rio. Jornal do SBT (1993/1997). 6 v.. membro da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil (Cadeira n° 25. Rio. S. 1966 (esgotado) . Jornal da Manchete. Há de se ressaltar ainda na Assessoria Jurídica de Assuntos Internacionais a passagem do jornalista e advogado Eliakim Araújo Pereira Filho. ganha o mundo. na vida real marido e mulher. da CBS (1997/2000)..Paulo. na Flórida – EE. como excelente apresentador de televisão. 1950 (esgotado) O Brasil Rural (estudo). S. 1957 (esgotado) O Atentado no Processo Civil. 1965 Manual do Inquilinato. onde passam a residir. Paulo. assinalamos: O Problema da Guerra (ensaio sociológico. filosófico. revista e aumentada. produzem e apresentam programa de jornalismo na RIT – Rede Internacional de Televisão. 1958 (esgotado) Tratado das Execuções.. 2ª ed. Rio. Posteriormente. em português.UU.Paulo. ao lado de Leila Cordeiro. a presença do assessor jurídico George Rodrigues de Siqueira..494/64) Rio. 1962 (esgotado) Ações Executivas e Execução de sentença. Rio. A imagem de Eliakim Araújo. 1951 (esgotado) O Problema Universitário (pesquisa). o casal de profissionais. patronímica de Lafaiete Rodrigues Pereira). S.319 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Assessoria Jurídica da Área Internacional que teve.. âncora do canal de notícias.

ações..Paulo. 1973 (esgotado) Tratado das Execuções: Processo de Execução. 1976 (esgotado) Tratado das Execuções: Execução fiscal. 2 v. José Maria Alkimin (18/8/1953 a 6/9/1954).499. Paulo. debêntures. mediante contrato de abertura de crédito aos bancos que ofereciam hipoteca ou promissórias em caução. S. 9ª ed. 1994 (esgotado) Evolução do Processo Civil Brasileiro. Vale assinalar o nome dos diretores: José Vieira Machado (5/2/1945 a 29/10/1945). existiam no BB a CARED – Carteira de Redescontos e a CAMOB – Caixa de Mobilização Bancária.. separata. Rio. 1972 (esgotado) Arrendamento e o Leasing de Aeronaves no Direito Interno e Internacional. S. etc. Rio. As distinções entre ambas eram que a Caixa de Mobilização operava a longo prazo (5 anos no máximo). 2ª ed. Por outro lado. 1997 Tratado das Ações de Despejo. Paulo. 1985 (esgotado) Comentários ao Novo Código Brasileiro de Aeronáutica. Rio.. da Lei n° 21. 1997 Mandado de Segurança e Outras Ações Constitucionais Típicas. ..Paulo 1993 Questões de Direito Imobiliário – 1ª ed. 7ª ed. letras de câmbio. 2ª ed.FERNANDO PINHEIRO - 320 Processo de Falência e Concordata. Armando de Almeida Alcântara (1/2/1951 a 8/5/1952)... 1976 (esgotado) Curso de Teoria Geral do Processo. de 9/6/1932. 1991 (esgotado) Comentários à Lei de Locações Urbanas. Rio.Paulo. S.. para fazer cumprir o que determinava o artigo 5°.. Rio. S. S. a Carteira de Redescontos mobilizava recursos a curto prazo (4 a 6 meses). 1998 Com a finalidade de amparar o crédito bancário. 2ª ed. movimentado por diversos bancos. 2ª ed.

que assumia o cargo. no dia 6 de setembro de 1954. e de outras autoridades do governo Café Filho. nos idos de 1927. gerente (CAMIO/ GECAM). o tiro que ecoou. Arnóbio Rosa de Faria Nobre (posse no BB: 24/6/1927. instalada em 19/6/1939. outras nomeações ocorrem: Beatriz da Silveira Moniz. Euvaldo Dantas Motta. Em 4/11/1954. missão que termina em 19/12/1955. secretária–de–gabinete (Assessoria Técnica da CACEX). Lázaro Baumann das Neves. Pedro Lima. no mês de agosto de 1954. no cargo de presidente do Banco do Brasil. Na presença de Eugênio Gudin. nasceu em 28/9/1900. o jurista e banqueiro Clemente Mariani Bittencourt. a gestão de Marcos de Souza Dantas à frente do Banco do Brasil. sendo redator–chefe do Diário da Bahia. apos. chefe–de–gabinete (CAMIO/GECAM) [Revista AABB – 1954]. assessor técnico (CAMIO). inspetor de câmbio e fiscalização bancária (4ª Zona – Recife). Por capricho do destino ou por força de circunstâncias que não compreendemos. João Baptista Fortes de Carvalho.321 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em julho/1954. Paulo Affonso Poock Corrêa. subchefe do TESGE – Departamento de Tesouraria Geral [Revista AABB – 1954]. e. . no Palácio do Catete. atingindo sumariamente a política e a administração pública. auxiliar–de–gabinete (PRESI). tomou posse. Cândido de Alencar Castello Branco. O presidente. assume o cargo de presidente do Banco de Crédito da Amazônia.: 18/8/1960). ministro da Fazenda. subassessor técnico (CAMIO). agente da subagência de Porto Velho. Em setembro/1954. inexoravelmente. na cidade de Salvador. Iniciou a carreira no jornalismo. mudou os rumos da Nação. ocorreu a nomeação de Beatriz Vieira Mendes. o antigo funcionário da Agência de Manaus.

no Rio de Janeiro. Iniciou dizendo das grandes responsabilidades do cargo que assumia. a partir de 1854. . muito comum de sua índole pacífica e acolhedora. mencionando a trajetória percorrida em outros setores da vida pública e afirmou que o Banco da Bahia é o mais antigo do País. Na mesma década (1924/1925 e 1928/1929) exerceu o mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. In verbis: “Mas nenhuma maior do que a da oportunidade que me foi oferecida de pôr em execução os princípios que sempre enformaram a minha atuação na vida pública. representou a sua terra natal com mandatos relativos aos períodos 1934/1937 e 1946 [Revista AABB – Rio – 1954] Na cerimônia de transmissão do cargo. Marcos de Souza Dantas. O discurso de posse do presidente Clemente Mariani Bittencourt foi bastante aplaudido. antigo companheiro na profissão de advogado. e nosso País e aplicados num setor semelhante a este. conforme se referiu. com isto revelando a realidade história em que o Banco do Brasil iniciou suas atividades ininterruptas. contribuíram para que se fixasse no meu nome a escolha para tão elevada investidura. embora de muito menor amplitude.FERNANDO PINHEIRO - 322 na década de 20 (1921/1927). agora sendo um dos seus sucessores na elevada missão. João Marques dos Reis. num tom cordial e ameno. Na Câmara dos Deputados.” Em seguida. já desempenhado por seu grande amigo Dr. que “o destino me vai levando a cobrir. o presidente que se despedia. o orador apresentou suas honrosas referências de trabalho. e nas funções do Governo. usou a palavra de improviso.

naturalmente inclinado ao estudo dos problemas econômicos e financeiros e obrigado a com eles intimamente lidar. quando a elaboração da matéria ficou sobretudo a meu cargo e. cada dia mais se angustiava e a massa de dinheiro avultava sempre. na legislatura seguinte. enveredaram pelo caminho criminoso de incentivar negócios novos. por efeito da guerra. o mais antigo e dos mais conceituados do País. sem as devidas condições de segurança e de seletividade. o encilhamento de uma economia em que a carência de utilidades. As especulações de imóveis.323 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Professor de Direito Comercial. o interregno do regime constitucional. ensejou-me a oportunidade de promover a reestruturação do Banco da Bahia. Banco do .” (95) A seguir. advogado especializado em assuntos comerciais. na impossibilidade de encontrar de pronto aplicação regular para tamanhas disponibilidades. concedendo–me férias forçadas à ação política e legislativa. a febre do zebu. tradicional estabelecimento de crédito. na Constituição de 33. geralmente obtidas a juros e comissões altos. presidente do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – in Discurso de posse. o presidente Clemente Mariani demonstrou a situação grave em que se encontrava a conjuntura econômica do País. “estimulada pelos depósitos de institutos e organizações autárquicas em estabelecimentos privados. mergulhada numa inflação correndo à solta. não raro criados adrede para recebê-los e que. de amigos e mesmo de associados. (95) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. quando participei da Comissão de Finanças.

apresenta-se. naturalmente. presidente do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – in Discurso de posse. a técnica bancária. o presidente do Banco do Brasil explicitou esta conjuntura econômica dentro daquele Banco que presidia anteriormente.FERNANDO PINHEIRO - 324 era o clima em que se agitavam revelações de homens e processos. doze anos transcorridos. o Banco da Bahia abriu firmemente o seu caminho na selva selvaggia em que era obrigado a viver e. (96) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. Banco do . quer em absoluto. na plena convicção da descoberta de novos e eficientes métodos. eu próprio e os bons e leais companheiros dessa empreitada. elegante e nobre. revelando seu caráter honesto e impoluto diante dos negócios públicos. em sua narrativa de exemplar conduta: “Assumindo a direção do Banco da Bahia. revolucionando.” (96) Em seguida. e demonstrando a expectativa de encará-la. sem me deixar. em suas novas funções. deslumbrar por ideias que os meus hábitos de estudo e as coordenadas da minha formação me apontavam como contraditórias com princípios basilares da economia. da técnica bancária e dos preceitos morais que regem esse munus publicus que é a profissão de banqueiro. entretanto. de atualizar os seus métodos de trabalho e adaptá-los às novas circunstâncias. como uma afirmação da justeza da linha que escolhêramos. Sem transigir com qualquer deles. quer em contrastes com muitos dos que se deixam atrair por sendas mais sedutoras. tratei. Ei-lo.

mais ainda do que a influência das normas abstratas dessa política.” (97) Prosseguindo o discurso de posse. mas é igualmente um executor da política econômica e financeira do Governo. em técnica e mão-de-obra especializada.325 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Trata-se agora de repetir a experiência. não apenas em divisas estrangeiras. muitos dos quais são sabedores do elevado conceito que sempre fiz da capacidade e dignidade com que pessoalmente e em conjunto exercem as suas funções. sofrendo. Presidente da República e eu da minha parte com a inestimável cooperação dos meus dignos companheiros de Diretoria e do magnífico corpo de funcionários do Banco do Brasil. com firmeza. Bem sei que o Banco do Brasil não é apenas um estabelecimento de crédito. alinhado à perfeita concordância de pensamento com o ministro da Fazenda diante da necessidade de “encontrar e defender. um ponto de equilíbrio entre as justas aspirações de progresso material e social do país e as nossas reais possibilidades. Não tenho dúvidas quanto à pressão a que seremos submetidos para que se quebre essa resistência. presidente do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – in Discurso de posse. Banco do . para o que contamos com o pleno apoio do Sr. mas o nosso propósito é resistir. em um setor imensamente mais vasto. (97) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. Clemente Mariani demonstrou a satisfação em assumir o cargo de presidente do Banco do Brasil. mas igualmente em moeda nacional de poder aquisitivo estável. a influência contraditória das suas transigências concretas ou de contingências mais imprevistas do que imprevisíveis.

farei do exercício da Presidência do Banco do Brasil um fim e não um meio. – Auxiliares: Benecdito Paulo Pacheco de Almeida. pondo ao seu serviço. Com a bagagem rica de relevantes serviços prestados ao Banco do Brasil. e aos quais tenho sempre me esforçado por permanecer fiel. foram designados: chefe-do-gabinete: Miguel Soares de Oliveira. despede-se. sem reservas. o presidente Clemente Mariani designou para ocupar a Chefia do Gabinete da PRESI o funcionário Frederico da Silva Séve. o diretor José Loureiro da Silva. Banco do . Josildo Ananias de Carvalho. presidente do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – in Discurso de posse. estarei honrando os inalienáveis compromissos que a todos nos vinculam à Nação. Para integrar o gabinete do diretor da CREAI. (98) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT.FERNANDO PINHEIRO - 326 O momento brasileiro não permitiria que nenhum homem com responsabilidade na vida pública do país e perante as gerações que nos hão de suceder recusasse o seu concurso à obra ingente com que se defronta o Governo. sem orgulho. Em seu lugar assume o diretor Adolpho de Oliveira Franco em cerimônia simples realizada no gabinete da Presidência do Banco. Vicente Orlando Marino e Cid Fernandes Saboya. as qualidades e a experiência que terão justificado a minha escolha para este alto posto e certo de que. Sem vaidades. da CREAI – Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. secretários: Ruy de Leonardo Truda. sem preconceitos. em 30/9/1954. Sylvio Vieira de Carvalho e Marbry Regina Lenzi. assim agindo.” (98) Na época.

ajudante–de–serviço na . chefe–de– gabinete do diretor da CACEX. Nazareno Paranhos. Beatriz da Silveira Moniz. que promoveu o concurso de miss Universo/1954. – Retratos originais p & b – 18 x 28. Ruy de Leonardo Truda. recebe a visita de MARTHA ROCHA. Em nov/1954. chefe–de–gabinete de diretor (CREGE). presidente do Banco do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955). Luiz de Oliveira Alves. no mês seguinte. em companhia de seus familiares.327 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Segunda colocada no Concurso de Long Beach. Gilberto Gomes da Silva. Vale destacar as principais nomeações ocorridas em setembro/1954: Geraldo de Oliveira Alves. 97 – BANCO DO BRASIL – Presidência – 2° semestre/1954 – CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. Helvécio Augusto Moreira Penna. Cândido de Alencar Castello Branco. Fotos n° 96. secretário particular da Costa Nogueira. auxiliar–de–gabinete (PRESI). miss Brasil/1954. faz uma visita de cortesia à Presidência do Banco do Brasil. chefe Maria Luíza Osório de Araújo. inspetor de Pará. subchefe de Departamento (TESOU). Norberto da Silva Rocha. nomeações ocorreram: (PRESI). a bela baiana Martha Rocha. assessor especial da Assessoria Geral de Planejamento e Estudos (CREAI). chefe–de–gabinete do diretor da CARED. Luiz de Paula Figueira. de regresso ao Brasil. subgerente (CACEX).5 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Truda é nomeado secretário– de–gabinete do diretor da CREAI [Revista AABB – 1954]. e recebe um mimo oferecido pelos funcionários e entregue pelo presidente Clemente Mariani. outras Alpheu Amaral. subgerente de Fiscalização de Preços (CACEX). gerente (CACEX). Eleutério Proença de Gouvea. amigo do pai da miss Brasil/1954. Antônio Gurgel câmbio em Belém do da Secretaria (ASPLA). ajudante–de–gabinete (PRESI).

capaz de avaliar a cooperação do Banco do Brasil à cultura brasileira [MONTEIRO. tribuno de escol. Ricardo Jafet. e de seus antecessores. . de Anápio Gomes e Pedro de Mendonça Lima (ex-presidentes interinos). ainda. era bastante conhecido nos tribunais criminais. bem como do diretor do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. era lotado no Departamento do Contencioso. No discurso de abertura do evento. o Museu e Arquivo Histórico do Banco do Brasil. formulando votos de prosperidade ao Museu. chefe do Museu e Arquivo Histórico do Banco do Brasil. Jorge de Toledo Dodsworth (interino – 18/12/1950 a 2/2/1951). com a presença do presidente Clemente Mariani. Marcos de Souza Dantas. Copacabana. empossado em 10/6/1941. em 28/1/1955. pela presença do senador Assis Chateaubriand. e José Adolpho da Silva Gordo (interino – 3/6/1929 a 11/9/1929). e. não exercia nenhum cargo comissionado. ressaltou a significativa coincidência daquela inauguração por um homem público esclarecido que já esteve à frente do Ministério da Educação. Rodrigo Melo Franco de Andrade. vale ressaltar que o advogado Remo Lainetti. Por telegrama. Mário Brant. Ainda nos idos de 1954.FERNANDO PINHEIRO - 328 Agência Metr. Inaugurado. dez anos depois é secretária– de–gabinete (PRESI) [Revista AABB – 1954]. Fizeram-se representar os ex–presidentes José Maria Whitaker (20/12/1920 a 27/12/1922). turno da manhã [Revista AABB – 1961]. Fernando Monteiro. funcionário do Banco do Brasil. Ovídio Xavier de Abreu. representado pelo Sr. justificou a ausência. Miguel Pereira Bastos. 1955].

o retrato a óleo (tamanho natural) de JOSÉ MARIA WHITAKER. quando o Chase Manhattan Bank (á época.5 cm.5 x 19. diante da fita simbólica. ao lado de FERNANDO MONTEIRO. presidente do Banco do Brasil (20/12/1920 a 27/12/1922) – p & b – 22 x 20 cm. – p & b – 23. ladeado (à esquerda) por EDGARD RUMANN SOARES. – p & b – 23. o presidente Clemente Mariani falou. Surgiram por volta dos idos de 1928. o superintendente LUIZ DE PAULA FIGUEIRA.5 x 18. de improviso. o discurso de inauguração. presidente (interino) do BB (2/6/1949 a 29/7/1949). assina o livro de presenças. ex-chefe do IAMET. custodiados pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. profere. de paletó branco. ex-chefe do Departamento de Secretaria. de improviso.” A narrativa histórica do evento é amparada por retratos doados por Carlos Mariani Bittencourt. Foto n° 2 – BANCO DO BRASIL – Inauguração do Museu e Arquivo Histórico – 28/01/1955 – O presidente CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. OVÍDIO XAVIER DE ABREU. Ao centro. Considerando que o Banco do Brasil é o pioneiro dos benefícios que fazem engrandecer a sociedade brasileira.329 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em seguida. congratulando-se com o funcionalismo do Banco “pela cristalização da ideia que marcava mais um passo elogiável em proveito da cultura nacional. Chase National . vale mencionar que os museus nos bancos são praticamente recentes em relação aos grandes museus do mundo. e à direita por PEDRO DE MENDONÇA LIMA. presidente do BB (29/7/1949 a 12/12/1950). Detalhe: ao fundo. enaltecendo o mérito da obra. Foto n° 3 – BANCO DO BRASIL – Inauguração do Museu e Arquivo Histórico – 28/01/1955 – FERNANDO MONTEIRO profere discurso em homenagem ao presidente CLEMENTE MARIANI. Foto n° 1 – BANCO DO BRASIL – Inauguração do Museu e Arquivo Histórico – 28/01/1955 – O presidente CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT.5 cm.

diretor do Banco do Distrito Federal S. presidente da Fábrica de Tecidos e Bordados S. mais tarde a partir de 28/1/1955. constatamos. 1972]. . Francisco Vieira de Alencar. Ainda em janeiro de 1955. Em 1/2/1955. confessando a satisfação de ser mais um funcionário à frente da Carteira e ressaltou: “É o velho esprit de corps que deve estar a transparecer neste meu júbilo.. o núcleo do patrimônio do Museu do Banco do Brasil [TRIGUEIROS. em viagem a serviço.A. sucedendo a João Cândido de Andrade Dantas. presidente da Prudência Capitalização. o diretor usou a palavra. Américo Capone. mais tarde.A.. Pela iconografia do evento. com imensa satisfação.FERNANDO PINHEIRO - 330 Bank) adquiriu uma coleção de moedas. Francisco Manoel Xavier de Albuquerque. Adalberto Ferreira do Valle. iniciando um acervo que seria.A. Esse ilustre advogado iria. exerceu o cargo de Consultor Jurídico do Banco do Brasil. o Banco do Brasil comprou uma coleção de moedas e cédulas. Isaac Sabbá.. sucedendo a Alcyr Carvalho da Silva que esteve à frente da COJUR no período de 1980 a 1985. foi realizada a cerimônia de posse do diretor Paulo Affonso Poock Corrêa designado para a Carteira de Câmbio do Banco do Brasil.” A gestão se estendeu até os idos de 1960. advogado do Banco do Brasil. nos idos de 1985 e 1986. o superintendente do Banco do Brasil. em Manaus. a presença do advogado Xavier de Albuquerque que. esteve em Manaus – AM. De improviso. No Aeroporto Internacional de “Ponta Pelada” foram recepcioná–lo Drault Ernani. vice-presidente da Companhia Brasileira de Fiação e Tecelagem de Juta S. presidir o Supremo Tribunal Federal (16/2/1981 a 21/2/1983) [Revista AABB – 1955]. Nos idos de 1936. mais tarde.

05]. Vênus Caldeira de Andrada comentou a atuação do novo diretor que empreendeu. representando o Brasil. subordinada ao Banco do Brasil e. embora fosse um dos maiores conhecedores das transações internacionais. traçou o perfil empreendedor de Paulo Afonso Poock Corrêa: “Apresentava-se sempre com correção. 112 – Banco do Brasil – Departamento de Formação ao Pessoal – 1988 – Brasília – DF. de e com Clemente Mariani Bittencourt. estão custodiados pela Fundação Getúlio Vargas. ao Superintendente desta Carteira que era simultaneamente o presidente do Banco do Brasil [FVG–CPDOC – Classificação: Cma pbb c 1954.331 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Auxiliar–de–gabinete da Diretoria de Câmbio (19/8/1953 a 16/4/1955).08]. em reuniões que colimaram com a discussão e a assinatura de importantes acordos com banqueiros e com o FMI. (99) VÊNUS CALDEIRA DE ANDRADA – in De mim para vocês. Tinha mais de poeta e artista que de bancário. no total de 889. .09.01]. viagens ao exterior. p. Atribuições da CAMOB – Caixa de Mobilização Bancária. tanto no aspecto físico quanto no trato. especificamente. 250 resoluções assinadas por Clemente Mariani [FVG – CPDOC – Classificação: Cma pbb c 1954.09.12. dentre as quais salientamos: Correspondências do presidente Clemente Mariani convidando colaboradores para comporem a Diretoria do Banco do Brasil [FVG – CPDOC – Classificação: Cma pbb c 1954.” (99) Centenas de documentos. enquanto presidente do Banco do Brasil. inúmeras vezes. Pessoalmente.

26]. Anexos: discurso de Gudin e declarações à imprensa pelo presidente do Banco do Brasil [FVG – CPDOC – Classificação: Cma pbb c 1955. .09.29]. um grupo de funcionários do Quadro de Portaria.04. chefe do DECON – Departamento de Contabilidade relativas às aplicações financeiras de diversas Carteiras do Banco do Brasil [FVG – CPDOC – Classificação: Cma pbb c 1954. Na ocasião em que recebeu. entidades médicas. Correspondências entre o presidente Clemente Mariani e Raul Howart Rodrigues. em seu gabinete. Campanha Nacional da Criança e associações assistenciais [FVG – CPDOC – Classificação: Cma pbb c 1954. em 14/4/1955.04].FERNANDO PINHEIRO - 332 Concessão de donativos de Natal do Banco do Brasil destinados a hospitais. à frente do Banco do Brasil. Uma das últimas medidas adotadas pelo presidente Clemente Mariani Bittencourt. Correspondências do presidente Clemente Mariani referentes à promoção e aposentadoria de funcionários do Banco do Brasil [FVG – CPDOC – Classificação: Cma pbb c 1954. o presidente salientou “a necessidade social de se proporcionar igual possibilidade a todos os servidores. sem outras distinções que o merecimento pessoal”. Correspondências entre o presidente do Banco do Brasil (Clemente Mariani).08. diz respeito à concessão de prerrogativas dos servidores do Quadro de Portaria de ingressarem no Quadro de Escriturário.10. mediante aprovação das matérias eliminatórias de concursos internos. Momentos antes da cerimônia de transmissão do cargo na Presidência do Banco do Brasil. o ministro da Fazenda (Eugênio Gudin) e o presidente da República (Café Filho) relativas aos motivos da demissão de Clemente Mariani.09].

na cidade do Rio de Janeiro. quero expressar a todo o funcionalismo da Casa os meus mais sinceros agradecimentos pela leal e inestimável colaboração que sempre me prestou e sem a qual me teria sido impossível levar a bom termo a ingente tarefa administrativa que me fôra confiada. que é mais nossa do que dele.333 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL o presidente Clemente Mariani. para o qual não me regateei sacrifícios de ordem pessoal. enviou ao funcionalismo do BB a mensagem de despedida: “Ao deixar a Presidência do BANCO DO BRASIL. presidente do Banco do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – Mensagem de despedida da Presidência do Banco do Brasil. (100) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. Deixo a Presidência do BANCO DO BRASIL com a consciência tranquila de haver bem cumprido os deveres de tão alto e espinhoso posto. O . 227. na hora da despedida. no momento em que a entidade recreativa e social comemorava o 27° aniversário de fundação. a cujas qualidades de competência. integridade moral e patriotismo rendo aqui.” (100) presidente Clemente Mariani proporcionou à AABB – Associação Atlética Banco do Brasil meios financeiros para compra da sede própria na Rua Haddock Lobo. a justa e merecida homenagem do meu maior apreço e admiração. – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. num gesto de gratidão. numa fase extremamente difícil para o País e de insatisfações generalizadas. levando comigo as mais gratas impressões do seu funcionalismo. depois de exercê-la pelo período de 7 meses.

FERNANDO PINHEIRO - 334 Citando os Relatórios do Banco do Brasil. a Profª Daniela Maria Moreau. p. a gestão Clemente Mariani teve. ao apresentar o mais belo trabalho sobre a vida e a obra de Clemente Mariani. os seguintes aspectos: (101. referentes a 1954 e 1955.ª Daniela Maria Moreau escreveu: “Durante a gestão Mariani o Banco do Brasil criou também Gerências de Liquidações (GELIQs) junto às Carteiras de Crédito Geral e de Crédito Agrícola e Industrial. a Prof.” (102) Na visão da escritora Daniela Maria Moreau. que veio a efetuar cálculos mais eficientes do balanço de pagamentos e levantamentos estatísticos do comércio exterior. 70 – Dissertação de Mestrado apresentada em janeiro/1992. ainda. . na UNICAMP – Campinas – SP. incumbindo-se também da mobilização dos ativos havidos pelas carteiras de liquidações de empréstimos.” (101) Ainda dentro da informação colhida dos relatórios do Banco do Brasil. concluiu: “Finalmente. com o objetivo de levantar a situação de cada devedor e promover a cobrança ou composição dos “créditos em liquidação”. é importante relembrar que foi neste período que o orçamento da Carteira de Câmbio passou a ser feito em conjugação com as informações sobre licenciamento de importações fornecidas pela CACEX. 102) DANIELA MARIA MOREAU – in Clemente Mariani – Político e Empresário.

havia a necessidade de tomar as medidas que efetivassem as diretrizes traçadas pelo Ministério da Fazenda com o objetivo de controlar a inflação. a Carteira de Comércio Exterior (CACEX). a CAMOB deveria atender a situações de imobilização dos bancos privados. e com atribuições que teoricamente retirariam do Banco do Brasil grande parte do seu poder de influência na economia nacional. a Caixa de Mobilização Bancária (CAMOB). a estrutura do Banco do Brasil esteve envolvida em três tarefas prioritárias. como por exemplo. Finalmente. A CARED era encarregada de suprir créditos aos bancos comerciais para cobrir empréstimos de curto prazo ao público. Em segundo lugar. Sob a administração do Banco do Brasil encontravam-se a Carteira de Redescontos (CARED). a Carteira de Crédito Geral (CREGE) e a Carteira de Crédito Agrícola e Industrial (CREAI).335 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL “O Banco do Brasil teria um papel fundamental na implementação do programa de política econômica articulado pelo ministro Eugênio Gudin. como problema da queda das exportações de café e a consequente crise cambial. A Carteira de Câmbio (CAMIO). Durante a gestão de Clemente Mariani. Apesar da criação da SUMOC. existiam as questões urgentes a serem tratadas. cambial. era . a Carteira de Câmbio era incumbida das operações que envolviam divisas e à CACEX cabia entre outras funções emitir licenças de importação e exportação e fiscalizar as operações comerciais com o exterior. proceder à restrição creditícia. em 1954 este último permanecia sendo a agência de maior importância na elaboração e efetivação de medidas nas áreas monetária. provendo liquidez em troca de garantias de ativos dessas instituições. Primeiramente. com características de um embrião do Banco Central. em 1944. de comércio exterior e de crédito.

Na verdade. o que foi conseguido logo no início de sua gestão. os concorrentes de outros países acabaram ganhando maiores espaços no mercado internacional de café. . com a tentativa do governo Vargas de manter os preços em níveis elevados. A política da sustentação dos preços do café. onde se determinava a taxa de câmbio para as exportações. Mariani. Apesar da criação do Instituto Brasileiro do Café (IBC) em 1952 com o objetivo de executar toda a política econômica do produto. Entretanto. o desafio mais sério era lograr a retomada das exportações. e por outro. inclusive do presidente da República. Mesmo com as insistentes afirmações. de onde provinham os recursos para a sustentação dos preços do café. através das importâncias debitadas ao “Fundo de Ágios” para crédito na Comissão de Financiamento da Produção.FERNANDO PINHEIRO - 336 preciso racionalizar e modernizar a estrutura administrativa do Banco do Brasil para garantir o sucesso das metas determinadas. as exportações do produto não retomaram o ritmo normal em setembro e outubro de 1954. com parte dos poucos recursos conseguidos por Gudin junto ao governo e aos bancos norte-americanos. em 1954 era o Banco do Brasil a instituição que mais diretamente intervinha em assuntos fundamentais relativos à cafeicultura. e que poderiam ser utilizadas em operações comerciais e de financiamento. havia consumido as linhas de crédito que o Banco do Brasil dispunha normalmente junto a outros bancos no exterior. de que o preço do café não seria modificado. Isto porque era ali. herdada do governo anterior. por um lado. As exportações nacionais do produto. trabalhou no sentido de regularizar as posições e restabelecer as linhas de crédito do Banco do Brasil no exterior.

– in Clemente Mariani – Político e . já que a prática demonstrava que num mercado comprador. pp.650 mil sacas de café. Assim. O problema estava em convencer os importadores da estabilidade do câmbio brasileiro. Com isso as exportações de café voltaram a crescer nos meses de novembro e dezembro. Em termos de participação no mercado mundial. com a cotação se estabilizando em cerca de 72 cents por libra peso. foi decidido que a taxa flutuante para o café seria substituída por bonificações fixas. quando aumentava-se a bonificação em cruzeiros o preço em dólares declinava. a exportação brasileira declinou naquele ano para 39%. durante a administração Mariani. aos seus olhos sujeito ao risco de manipulações com reflexo nos preços dos produtos de exportação. 61 e 62. com os africanos alcançando pela primeira vez os 20%. esta política gerava instabilidade no preço final para as vendas externas. pela redução dos estoques norte-americanos. em 1954 supriu apenas 50% daquelas compras. através da Instrução n° 109 da SUMOC de 11 de novembro de 1954.” (103) (103) DANIELA MARIA MOREAU Empresário. Apesar da solução encontrada pela Instrução 99 de permitir a negociação de parte das cambiais do café no mercado livre ter agradado os produtores nacionais.300 mil sacas enquanto o Brasil deixou de exportar 4. quando já havia baixado nos meses anteriores a 59 cents. Em 1954.337 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL que em anos anteriores chegava a 70% do consumo norte-americano. a queda mundial de consumo foi de 3.

FERNANDO PINHEIRO - 338 No dia 14 de abril de 1955. superexcitada pelas revelações das Comissões de Inquérito Parlamentares. para evitar “o prolongamento de uma situação extremamente vexatória”. ou em empréstimos de difícil cobrança a Estados. onde havíamos assumido alta posição comprada. inicialmente dizendo que assumiu o cargo. após a recusa de cinco banqueiros de merecido conceito. Clemente Mariani proferiu o discurso de despedida da Presidência do Banco do Brasil. Em seguida. com brilhantismo. a convite do ministro Eugênio Gudin. sobre as facilidades do Redesconto e da Mobilização Bancária. sobre os autofinanciamentos e financiamentos de favor. sobre os escândalos da CEXIM. difícil ou demorada liquidação. mero joguete de especuladores. num momento dramático. sem que se pudesse deixar de atender à cobertura das margens dos contratos comprados e aos saques sobre o futuro. Clemente Mariani expôs. . com que se vinham alimentando os leilões de câmbio. a situação econômica em que se encontrava o País: “A opinião pública. Municípios e Bancos e Instituições oficiais. sobre os empréstimos a órgãos de publicidade. as disponibilidades em divisas esgotadas e as linhas de crédito esvaindo-se. desproporcionada parcela dos recursos do Banco imobilizada em operações de duvidosa. despenhando-se na Bolsa de Nova York. ignorava e não podia admitir que problemas ainda mais graves e urgentes exigissem prioridade no trato: as exportações de café estagnadas e as suas cotações.

do Ministro Gudin. permitindo-nos resistir às manobras . sob a nossa responsabilidade e os imperativos da moralização dos costumes. tudo isso pode hoje ser dito e rememorado sem o receio de ainda tornar mais grave uma crise felizmente vencida. a pressão. sem que se pudesse deixar de atender às despesas incoercíveis do Governo e ao financiamento das atividades produtoras e comerciais legítimas. em que não podíamos deixar de colaborar. a débâcle cambial iminente foi conjurada. enfim. Tudo isso pode hoje ser dito. as dificuldades técnicas de solucionar e dosar a concessão de créditos. dos que pretendiam continuar a usufruir as suas benesses e a necessidade de atender a situações bancárias periclitantes. enquanto as exigências da compra e financiamento do café. encontrar o justo ponto de equilíbrio entre a defesa dos interesses do Banco e da economia nacional. os primeiros durante os quais. Graças à ação pessoal em Washington e Nova York. a capacidade de redesconto do Banco do Brasil esgotada. de. de 3/6/54. no entrechoque das forças políticas em conflito. se tornavam cada vez maiores. rememorando o pesadelo de dois meses trágicos. a contingência.612. em minha vida de luta. sobre o Redesconto e a Caixa de Mobilização Bancária. me senti verdadeiramente esmagado por uma responsabilidade quase superior às minhas forças e à qual tive de sacrificar muito mais do que se possa imaginar. de estudo e de trabalho. tornados obrigatórios pelo Decreto 35. dentro de uma política de correção da conjuntura inflacionária.339 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL a arrecadação dos ágios diminuindo.

nela liquidando. a dos 57 cents.FERNANDO PINHEIRO - 340 baixistas e forçar a liquidação em espécie dos contratos de dezembro. Para realizá-la impunha-se. início da colocação das suas safras. os contratos de março e restabelecendo a normalidade das transações que os próprios acontecimentos políticos dos últimos dias não chegaram a perturbar sensivelmente. em tão curto período. mobilizar ou liquidar. com apreciável incremento das exportações nos dois últimos meses do ano. preliminarmente. conhecer o seu montante. as suas origens – a sua situação real. Havia paralelamente que refrear a expansão do crédito às entidades governamentais. a sua cobrança. setor que escapava ao nosso controle. muitas vezes envolvida num emaranhado de responsabilidades entrecruzadas e promover. do mesmo passo. sem maior dificuldade. não foi possível obter completo sucesso relativamente às contas do Tesouro Nacional. ou a configuração do responsável pela operação ruinosa. certamente. aproximada daquela em que nos encontrávamos antes da geada do Paraná e da aventura dos preços altos. criando. e no qual o próprio ministro Gudin lutou com obstáculos insuperáveis. a sua composição. encarregadas de levantar a situação de cada devedor. . Gerências de Liquidação. conseguimos recuar em boa ordem para uma segunda linha de defesa. Quanto as primeiras. como fizemos nas Carteiras de Crédito Geral e de Crédito Agrícola e Industrial. ao público e ao sistema bancário. a enorme massa de créditos periclitantes ou estagnados. esta última através da Carteira de Redescontos e da Caixa de Mobilização Bancária. Não nos seria possível. e quando a fraqueza dos nossos concorrentes da América Central ensejou novo movimento de baixa a partir de janeiro.

para 24. abordando aspectos da administração pública: “Nada disso se passou. . no seu discurso de transferência de cargo. citando nominalmente Mário Brant. e elogiando o consultor jurídico João Neves da Fontoura. Sr. ainda ontem salientou S. para 34. para 40. que passava de 14. entretanto. na Arcádia ou Shangri-Lá. Presidente. presidente do Banco do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – Discurso de despedida do cargo.4 bilhões em dezembro de 1952.341 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Como. mantinha-se em fevereiro deste ano em torno de 56 bilhões. Clemente Mariani retomou o tema central. praticamente o mesmo que em setembro próximo passado”. por tantos serviços prestados à Nação e ao Banco do Brasil. e isso. exigindo-se da Direção do Banco do Brasil atitudes que não lhe competia assumir. acentuou S. mas num país moralmente convulsionado pelo entrechoque das paixões políticas e dos movimentos de opinião. e finalmente para 55.9 bilhões em dezembro de 1950 (fim do governo Dutra). nem provocar o desemprego. Clemente Mariani fez referências elogiosas aos seus companheiros de Diretoria.Exª “mediante uma seleção que reduziu o volume de crédito nos setores inflacionários e especulativos.7 bilhões em dezembro de 1951. por envolverem prerrogativas dos altos poderes governamentais. sem afetar apreciavelmente a atividade econômica da Nação. (104) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. Prosseguindo o discurso de transmissão de cargo.Exª. o crédito à produção e ao comércio suprido pelo Banco do Brasil.” (104) Em seguida.4 bilhões em dezembro de 1953.5 bilhões em setembro de 54 (quando assumimos a sua direção).

dos que haviam autorizado operações ruinosas para o Banco.. às “manchetes” sensacionais. recomendada pelo ministro Oswaldo Aranha. em consequência delas. em consciência.FERNANDO PINHEIRO - 342 Em que pesem ataques sofridos e que. [. mantendo-me estritamente nos termos da composição admitida para um deles pela Diretoria anterior e que espontaneamente estendi a todos os demais. tampouco. isso resultou do dever que lhe incumbia de levar os peculatários à polícia e à justiça. ou assumindo riscos exageradamente acima dos normais: o Sr. mas somente poderão positivadas. do conhecimento público. V. com o resultado das execuções a cargo do Contencioso. As circunstâncias.Exª encontra convocada para o próximo dia 20 a Assembleia Geral extraordinária.. que deverá resolver. não discriminei no trato dos devedores do Banco. por motivos ou interesses justificáveis. atitude que não me ocorre haver sido tomada com tamanha nitidez desde o Governo do Sr. Ministro da Fazenda. reabrindo o prazo já encerrado. Não descurei. dentro das quais se processou a minha substituição na Presidência do Banco do Brasil forçam-me a afastar . as quais vêm sendo cuidadosamente apuradas pelas Gerências de Liquidações.] Se o Banco do Brasil voltou. nos termos do parecer da Consultoria. Presidente da República e a Câmara dos Deputados receberam informações precisas sobre os fatos incriminados de irregularidades. sobre a interrupção da prescrição dessas responsabilidades. considero injustos. para que neles se enquadrassem. da apuração das responsabilidades. o Sr. segundo recomendações da Consultoria Jurídica. Washington Luís.

no meu setor. que o do café. tendo como agentes o Governo de São Paulo e o Banco do Brasil. exigindo coberturas com dólares que não tínhamos. ou cerca de 56 cents. nem seria admissível que me fosse recusar ao exame de uma composição mais ampla. cuja responsabilidade me cabia. Encontrei o Governo Federal. desde que compatível com as normas básicas da política desinflacionária do Governo Federal. nos arquivos do Banco. pelas condições naturais do mercado mundial e fraqueza dos concorrentes da América Central a reconhecer como razoáveis os níveis de preços anteriores à geada do Paraná. com as cotações se despenhando até chegarem a 59 cents.Exª encontrará. o Estado de São Paulo numa grave crise econômica e financeira. Por outro lado. V. o café estagnado nos portos e tendo de ser adquirido com cruzeiros que não possuíamos e conseguimos levar de volta as cotações aos 72 cents para as liquidações de dezembro. nenhum problema me absorveu mais esforços. prestando aos produtores e exportadores um apoio de cujo valor guardo expressivos testemunhos. a braços com uma posição comprada na Bolsa de Nova York em 87 cents e mais responsabilidades assumidas nas especulações particulares em torno de 72 ¾ cents.343 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL também de público o possível equívoco de que minha presença no cargo constituísse obstáculo à satisfação de qualquer justa reivindicação da economia paulista ou mesmo do seu Governo. ao assumi-la. elementos bastantes para ajuizar do espírito de compreensão e da boa vontade com que procurei auxiliar o Governo do Estado e a Direção do seu Banco oficial nas soluções de emergência das dificuldades com que se defrontaram. Forçados. durante esses sete meses. Encontrei. recuamos para essa posição de prejuízo para os .

enquanto exerci o cargo com cuja nomeação me honrou. pela equiparação das bonificações às vigentes para o algodão e o cacau. ontem. que seriam fatais à economia brasileira e apenas beneficiariam os inveterados artífices das especulações baixistas.FERNANDO PINHEIRO - 344 produtores. Presidente da República não me faltaram numa linha. os quais. no cargo. já lhe disse de público a satisfação que tive em trabalhar ao seu lado e realizarmos juntos uma interessante experiência de como é possível um esforço profícuo pela correção de velhos males da política financeira e de crédito do nosso país.. hoje reduzidas a um nível que já não justificam maiores apreensões.] Cumpro o dever de declarar de público que o apoio e prestígio do Sr. O que não podíamos era concordar com novas quebras do padrão do cruzeiro. constituem poderia desejar à lealdade com que se referiu. a principal parte no sucesso que possa representar a minha administração. Ministro Eugênio Gudin. Quanto ao Sr.. Atribuo a essa sua atitude e à firmeza com que sustentou o programa que havíamos assentado de saneamento moral e financeiro do Banco. [. possibilitando reduções no valor ouro do café. As generosas palavras com seu discurso de transmissão do modesto colaborador. e nessa base liquidamos em março mais uma parte substancial das compras feitas na Bolsa de Nova York. foi assegurada a continuação dos preços mínimos em cruzeiros. à atuação do seu o melhor prêmio que eu que procurei corresponder .

106) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. presidente do Banco do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – Discurso de despedida do cargo. sob a minha direção. . diretor–executivo da Superintendência da Moeda e do Crédito e aos dignos auxiliares. ao secretário Hamilton Prisco Paraíso e seus auxiliares Max da Costa Santos e Leonardo Lins.. Chefe e Inspetores da Fiscalização Bancária. sob a superintendência do nosso valoroso companheiro Dr. Octávio Bulhões. a (105.. Clemente Mariani renovou aos seus companheiros de Diretoria os agradecimentos pela colaboração recebida. sem distingui-los dos demais. Oscar Guimarães Sant´Anna e Ignácio Tosta Filho.] Antes de encerrar o discurso de despedida.” (105) Em seguida. entre eles o Sr. destacando o nome de Ruy de Castro Magalhães. finalmente. ao magnífico companheiro que foi o Dr. citando inicialmente aqueles que atenderam ao convite para integrar a sua equipe. o Sr. tomada pública. de “no setor do Banco do Brasil. que atuou em competência e dignidade notáveis. Octávio Bulhões.345 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL à sua confiança.” (106) [. Orlandy Rubem Corrêa. “e. como elemento de ligação de meu Gabinete com a SUMOC. Clemente Mariani revelou a declaração do ministro Gudin. a CARED e a CAMOB. As suas despedidas se estenderam aos advogados e médicos do Banco do Brasil. como no dos Bancos privados.

custodiada pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. – Retrato original p & b – 24. podemos verificar: Foto n° 102 – BANCO DO BRASIL – Presidência 14/4/1955 – CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT profere o discurso de despedida do cargo de presidente do Banco do Brasil. e à esquerda 2 repórteres de emissoras de rádio faziam a cobertura do evento. presidente do Banco do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955) – Discurso de despedida do cargo. Esse julgamento que bem me recompensa dos trabalhos. .5 cm.FERNANDO PINHEIRO - 346 nossa vitória foi completa e mais que a esses seus dois leais colaboradores fica o Brasil a dever a inestimável vitória sobre a danosa e persistente expansão de crédito. há cinco anos. do grande amigo a quem tive a honra de servir. À direita (de terno bege). ao declarar. durante três anos e meio. o honrado presidente Eurico Dutra. Sinto-me feliz de que esses dois pontos espaçados possam caber na linha reta que me esforço por ser o traçado da minha vida pública. (107) CLEMENTE MARIANI BITTENCOURT. em proporção que desafia cotejo no passado”. diretor da Carteira de Comércio Exterior. com lealdade e zelo.” (107) Na iconografia do evento.5 x 19. IGNÁCIO TOSTA FILHO. quando me desliguei da Pasta ministerial que me havia confiado. faz-me recordar outra recebida. o presidente que assumia o cargo. encargos e dissabores dos sete meses que aqui passei. na presença de ALCIDES DA COSTA VIDIGAL. que me devia “público agradecimento pelo que se conseguira concretizar dentro do seu Governo (no Ministério da Educação e Saúde).

sem ter deixado um legado maior de amor à Pátria e ao próprio Banco do Brasil dentro da notoriedade que a posterioridade confirma. um tipo de beleza que somente os lírios do campo possuem. presidente–fundador João Marques dos Reis José Maria Whitaker Pedro Luis Corrêa e Castro Clemente Mariani Bittencourt 1853/1855 1937/1945 1920/1922 1931/1931 1954/1955 . apesar de ter passado apenas 7 meses na Presidência. no ranking dos 5 maiores presidentes do Banco do Brasil: 1° 2° 3° 4° 5° – – – – – Lisboa Serra. elegante e nobre. de beleza abençoada por Deus. enquanto muitos passaram 4 anos ou mais. em atitudes que sensibilizam a todos nós.347 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Aos especialistas no assunto Banco do Brasil não lhes causa surpresa o nome de Clemente Mariani Bittencourt surgir entre os mais importantes presidentes da História do Banco do Brasil. Ei-lo.

consultor jurídico do Banco do Brasil (1943/1944).FERNANDO PINHEIRO - 348 CAPÍTULO 6 A gestão de Alcides Vidigal no cargo de presidente do Banco do Brasil (14/04/1955 a 14/10/1955). relatou a situação em que foi convidado pelo ministro da Fazenda para assumir o cargo [VIDIGAL. em obra biográfica do embaixador Aluízo Napoleão. 1955]. Mário Brant retorna à Presidência do BB (16/11/1955 a 16/2/1956). após saudar o seu antecessor. em 14/4/1955. ouvir as últimas palavras do discurso de despedida de Clemente Mariani. O diretor Arthur Santos assume o cargo de presidente do BB. Homenagem a Hugo Napoleão. A trajetória do diretor Adolpho de Oliveira Franco na Diretoria da CREAI. aliada às brilhantes qualidades que o exornam. usou a palavra Alcides da Costa Vidigal ao assumir. em caráter interino. desejando-lhe “todo o sucesso na administração que vai iniciar e a sua experiência. o cargo de presidente do Banco do Brasil. De início. Após . asseguram grandemente auspiciosas”.

antes de ser paulista e afirmou saber tudo quanto São Paulo dá ao País e. 1955]. possibilitando à cidade de Salvador as condições necessárias para comemorar o IV Centenário de fundação [VIDIGAL. pois os direitos são iguais [VIDIGAL. elogiando o ministro da Fazenda e o presidente do Banco do Brasil. 1955]. concluiu. 1955]. por delegação do Conselho Administrativo. ainda. quando era diretor da Caixa Econômica Federal de São Paulo. seus descendentes oriundos de oito Estados da Federação. com ênfase. 1955]. mencionou ter nascido em São Paulo. à frente dos destinos do Banco do Brasil [VIDIGAL. com elevado respeito e admiração. que o ministro José Maria Whitaker esteve. mas a outros Estados. enaltecendo-lhe as virtudes e os muitos predicados de seu antecessor em larga experiência na vida pública [VIDIGAL. 1955]. Alcides Vidigal reafirmou que o programa dele à frente dos destinos do Banco do Brasil está de acordo com as ordens emanadas do Ministério da Fazenda. Vale ressaltar que o discurso de Alcides Vidigal. Sustentando esta afirmativa. Em seguida. . Vidigal dirigiu-se ao presidente que se despedia. Frisamos. enquanto estiver de inteiro acordo [VIDIGAL. filho de pais nortistas. Ao finalizar o discurso de posse. esteve na Bahia.349 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Após aceitar o honroso convite. que serão cumpridas à risca. a obrigação de prestar assistência não apenas a São Paulo. para envidar esforços no sentido de que as negociações fossem concluídas. foi aplaudido com entusiasmo. Alcides Vidigal revelou que. Clemente Mariani. E alegou ser brasileiro. no período de 20/12/1920 a 27/12/1922. como vimos anteriormente.

diretor da CREAI. Cecília Santos Di Biasi. Adelino Debenedicto. subgerente (CAMIO). No mês seguinte.FERNANDO PINHEIRO - 350 Em abril/1955. chefe–de–gabinete (PRESI). Mário Carvalho Vieira. Ivan D´Oliveira. Vênus de Andrada Stockler de Lima. Alpheu Amaral. gerente de operações da Carteira de Câmbio (CAMIO). No Palácio Iguaçu esteve governando até janeiro/1956. surgem novas modificações: Aristides Monteiro de Carvalho e Silva. agradeceu ao funcionalismo a colaboração recebida [Revista AABB – Rio – 1955]. Eduardo de Castro Neiva é nomeado ajudante–de–serviço na Agência Salvador – BA. gerente da CACEX. foi eleito governador. Arthur Ferreira dos Santos. chefe– de–gabinete (COJUR). auxiliar–de–gabinete da COJUR. chefe–de–gabinete da Gerência de Câmbio (CAMIO). Sarah da Silva Porto. Celina Pacheco Prates Tabarez e Dulce do Nascimento Velloso. assessor jurídico do diretor da CREAI [Revista AABB – Rio – 1955]. Raimundo Mendes Sobral e Randolfo Xavier de Abreu. Ao despedir-se do BB. Carlos Dantas de Azevedo Leite. gerente da Carteira de Câmbio (CAMIO). secretário particular (PRESI). com a troca de presidentes. Na Direção Geral. Adolpho de Oliveira Franco. auxiliar–de–gabinete (PRESI). há modificações na administração do Banco do Brasil: Leopoldo Saldanha Murgel. por votação em plenário da Assembleia Legislativa do Paraná. . subchefe de Departamento (TESGE). auxiliares–de–gabinete (DEJUR) [Revista AABB – Rio – 1955]. inspetores da Direção Geral. Jorge Fernandes da Cunha. na vaga de Bento Munhoz da Rocha que pedira licença do cargo para assumir a pasta da Agricultura. Em maio/1955.

Os idos de 1955 é marcado pela homenagem prestada a Hugo Napoleão do Rêgo. inspetor da Direção Geral [Revista AABB – Rio – 1955]. o jurista Benedicto Martins Napoleão do Rêgo assume o cargo de chefe do Departamento (CREAI/DEJAI). imortalizado pela Pátria e pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. na obra Um lutador Hugo Napoleão e sua época. Francisco Magalhães Martins. inspetor da CREAI. depois iria se consagrar. em 1979. No mês seguinte. pertencem à Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. superintendente interino do Banco do Brasil (interino).351 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em julho/1955. José Truda Palazzo. Antônio Maurício do Lago é nomeado assessor jurídico da CREAI. inspetor da 9ª Zona (CAMIO/FIBAN). consultor jurídico do Banco do Brasil (1943/1944). Hoje. No mês seguinte. Em out/1955. Em agosto/1955. chefe do Departamento Jurídico (DEJUR). Pioneiro e Nacionalista [Revista AABB – Rio – 1955]. Fernando Drummond Cadaval. Magalhães Martins ingressa na literatura ao publicar Açudes e Outros Contos. João Cândido de Andrade Dantas. Leopoldo Saldanha Murgel. Humberto Moletta. inspetor–chefe (CAMIO). os escritores José Bonifácio de Souza e Mário Collazi D´Elia assumem o cargo de inspetor do Banco do Brasil. Sérgio Darcy. Aluízio Napoleão descreve: . Nesse mesmo ano. A propósito. assim como o irmão Benedicto Martins Napoleão do Rêgo. Os três primeiros. acima mencionados. em Juiz de Fora–MG. Nesse ano. gerente de Carteira (CREGE – Operações). com a publicação da biografia Delmiro Gouveia.

depois de uma longa ausência. Meu filho Hugo. na qual seus colegas de um quarto de século de convívio diário lhe tributaram uma delicada e excepcional homenagem. tendo–se nivelado a Carvalho de Mendonça. que tão relevantes serviços prestara ao Banco. falou o advogado Sérgio Darcy. naquele momento. do Sr. assim. o Sr. O Sr.FERNANDO PINHEIRO - 352 “Hugo Napoleão voltava. porém. na Turquia. assim descreve a cerimônia: “Durante a solenidade. na Câmara dos Deputados. juntamente com minha irmã Lenita e seus filhos. Para isso convidaram sua Senhora e os membros de sua Família presentes no Rio de Janeiro a compareceram ao ato. quando no exercício temporário da Consultoria Jurídica. compareceu à reunião. à atividade parlamentar. O Globo. servir ao seu Estado e ao País. meu pai recebeu uma das mais gratas manifestações de sua vida. dizendo que ele fôra o organizador e o sistematizador dos serviços jurídicos do Banco do Brasil. agora. ali. a Afonso Penna Júnior e a João Neves da Fontoura. que fez o elogio da personalidade e da atuação. Hugo Napoleão agradeceu a homenagem que lhe era prestada e. Achavam-se . Helayal. em virtude de sua eleição como Deputado pelo Estado do Piauí. Eu me achava. iria. em Ancara. em que exerceu sua atividade no Departamento do Contencioso e na Consultoria Jurídica do Banco do Brasil. durante um período de quase 25 anos. declarando que o homenageado. Munir A. Hugo Napoleão. de 24 de janeiro de 1955. sua esposa descerrou a bandeira que cobria o seu retrato. em Roma. assim como minha irmã Maria. ausente do País. Também falou. em seguida. Ao deixar a chefia do Contencioso do Banco do Brasil para exercer a atividade legislativa. inaugurando seu retrato na sala em que trabalhou durante tantos anos. pelos advogados.

O chefe–de–gabinete da Presidência passou a ser Luiz de Paula Figueira [Revista AABB – Rio – 1955].” (108) Ao ensejo da realização do 36° Congresso Eucarístico Internacional. cardeal legado do Vaticano. oriundo da Chefia de Gabinete da Presidência.353 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL presentes da direção do Banco. Humberto Moletta exerceu as funções de superintendente do Banco do Brasil. nos idos de 1955. por um breve período. 323 e 324 – Centro Gráfico do Senado Federal – Brasília – DF – 1992. como o Sr. Rio de Janeiro. aposentou-se pelo Banco (108) ALUÍZIO NAPOLEÃO. Leopoldo Saldanha Murgel assumiu o cargo de superintendente do Banco do Brasil. coadjuvado por Dom Jaime de Barros Câmara. cardeal do Rio de Janeiro. Consultor Jurídico. na vaga de Francisco Vieira de Alencar. no Aterro do Flamengo. Vieira de Alencar. Indicado pelo diretor Arthur Santos. mensagem incentivadora de ideais. e outros. . presidente do Comitê Permanente dos Congressos Eucarísticos Internacionais. sob a presidência de Dom Aloisi Masella. e no final desse ano. o Sr. Odilon Braga. O evento foi realizado nos dias 17 a 24 de julho de 1955. João Neves da Fontoura. Ainda em 1957. Dom José da Costa Nunes. seu superintendente. ao lado do MAM. secretário–geral [Revista AABB – Rio – 1955]. embaixador da República – in Um lutador Hugo Napoleão e sua época – pp. diretor–de–publicidade do 36° Congresso. Dom Hélder Câmara. de 1955 a 1957. regressou à Chefia do Departamento de Secretaria. Em agosto/1955. o funcionalismo do Banco do Brasil recebeu de Dom José Távora.

a cujos quadros pertencer. A interinidade no cargo se estendeu até 16/11/1955 [Revista AABB – Rio – 1955]. (109) (109) me ufano de que fui alçado Presidente da compostura e bons brasileiros através de mil é o Banco do ARTHUR SANTOS. Após seis meses no cargo. retoma as lides de trabalho. saberei preservar. Em seguida. substituído pelo diretor Arthur Santos. no cargo de diretor da Diretoria Administrativa da Petrobras [Revista AABB – Rio – 1955]. da Presidência do Banco do Brasil. que tem sido o apanágio dos que aqui mourejam e que construíram.FERNANDO PINHEIRO - 354 do Brasil. as tradições de honradez. elogiando a atuação eficiente de seu antecessor e a honradez de seus pares. e frisou o feliz reencontro do seu companheiro de juventude. no posto a pela confiança do eminente Senhor República. . o presidente referiu-se à conjuntura econômica nacional e aos seus atos na Presidência. com destaque. que ora recebia de suas mãos a Presidência [Revista AABB – Rio – 1955]. esta gloriosa instituição que Brasil”. em 15/10/1955. presidente (interino) do Banco do Brasil (15/10/1955 a 16/11/1955) – in Discurso de posse – Revista AABB – Rio – 1955]. Arthur Santos. despede-se. Alcides Vidigal. Aposentado. vicissitudes. No discurso de despedida. pundonor. E ressaltou. e afirmou: “funcionário da Casa. fez o uso da palavra Arthur Santos ao assumir interinamente a Presidência do Banco do Brasil. a colaboração recebida da Diretoria e dos funcionários do Banco do Brasil.

1988]. assumiu o cargo de chefe-de-gabinete da Presidência do Banco do Brasil. respectivamente). presidente do Tribunal de Apelação. Na curta gestão do presidente interino. no Banco do Brasil. e Dom Ático Euzébio da Rocha. No Gabinete da Presidência destacamos. Nazareno Paranhos e Paulo Guajará da Cruz Saldanha que foram designados para assumir o cargo de gerente nas Agência Central – Brasília – DF e Goiânia – GO. ex–interventor (interino) do Paraná. João Paulo dos Reis Veloso (ministro do Planejamento – 30/10/1969 a 14/3/1979). arcebispo metropolitano de Curitiba – PR. ingressa em 13/4/1946. viriam a ser presidente e diretor– administrativo do BEG – Banco do Estado da Guanabara. a presença de José Aragão de Carvalho. expôs colocar em prática. ainda. o presidente interino.355 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Finalizando. em solenidade presidida por Oscar Martins Gomes. no tocante à produção e à circulação da riqueza. Arthur Santos. Serviram às causas que eu . Miguel Soares da Silva [Revista AABB – Rio – 1955]. desembargador Clotário Portugal. afirmou: “A minha produção intelectual nasceu dos imperativos da advocacia e da política. na Academia Paranaense de Letras. o programa de restauração nacional fixado pelo governo da República. respectivamente [ANDRADE. Na ocasião. Carlos Alberto Vieira e Júlio Marques Luz (tempos depois. Vale destacar a retrospectiva sobre a vida e a obra de Arthur Ferreira dos Santos: acadêmico. prestigiado pela presença de Oscar Borges de Macedo. recebido por Laertes Munhoz.

em visita oficial ao Brasil. Deputado Federal (1951/1955). Interinamente. houve mudança na direção do Banco do Brasil. em sessão solene promovida pela Academia Paranaense de Letras. Com o deslocamento de Arthur Santos. Na década de 60. Harry Truman.” (110) Deputado Federal. presidente interino. presidente dos Estados Unidos. professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito do Paraná (1941/1946). para o cargo de diretor da CREAI (1955/1961). constituiente de 1934. no Palácio Monroe. Arthur Santos recebeu do senador Nereu Ramos. senador da República (1946/1951). em setembro/ 1947. a honrosa tarefa de saudar. . Arthur Santos exerce o cargo de presidente da UDN – União Democrática Nacional no período de 1953/1955. presidente do Senado Federal.FERNANDO PINHEIRO - 356 patrocinava nas tribunas dos Pretórios e do Parlamento. oradores de reconhecida notoriedade. o presidente passou a ser Mário Brant. a irreverência de Carlos Lacerda e a erudição acadêmica de Aliomar Baleeiro e Afonso Arinos. Enfrentou. além de Arthur Santos. na tribuna da Câmara dos Deputados. Em 16/11/1955. vale salientar as atividades políticas de dois diretores do Banco do Brasil: (110) ARTHUR SANTOS – in Apud Discurso em homenagem a Artur Ferreira dos Santos (1894/1972) proferido. em 11/10/1994. naquele mês. retornando ao cargo que exercera no período de 4/11/1930 a 5/9/1931. do século XX. por Mário Diney Corrêa Bittencourt. Edmundo Manoel de Mello Costa respondia pela Consultoria Jurídica [Revista AABB – Rio – 1955].

Waldir Siqueira de Mesquita (4/8/1964 a 12/4/1965). Em épocas distintas. Presidente da Câmara dos Deputados (1947 a 1949). Com a elegância de um grande tribuno. Henrique Fortunato Capper Alves de Souza (23/6/1961 a 4/8/1964). como convidado. Deputado Federal (1935 a 1937 e de 1946 a 1954). Samuel Vital Duarte. Carlos Horácio Pradez (17/9/1956 a 12/12/1957). por Luis Fernando Duarte Siqueira. em 17/11/1955. DEBEP – Departamento de Bens Patrimoniais (1954/1955) foi alterada. Presidente nacional da OAB (1967/1969). assumiu a direção da CREAI em 9/11/1961.357 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL José Ferreira Keffer. depois. Tancredo de Almeida Neves assume. 1986]. diretor da CREGE – 2ª Zona (23/6/1963 a 4/6/1964). permanecendo . esse Departamento foi administrado por João Galileu Antunes Moreira (16/5/1955 a 24/4/1956). para DEPIM – Departamento de Administração do Patrimônio Imobiliário. o cargo de diretor da Carteira de Redescontos. Participou. em 2/2/1956. em 1952. advogado do Banco do Brasil. deputado estadual em duas legislaturas e secretário de duas pastas – Trabalho e Governo (gestão governador Lucas Garcez). auxiliado por dois chefes–de–divisão: Jorge Martins Cordeiro (IMOVE) e Eurico de Salles Cidade (OBRAS – Divisão de Projetos e Obras) [ARAÚJO. Joaquim Ignácio Cardoso (12/12/1957 a 2/5/1961). Júlio de Mattos (7/5/1956 a 13/9/1956). realizada. a antiga designação ENGEN – Serviço de Engenharia e. eng. 2006]. em Genebra. da Delegação brasileira na 35ª Conferência Internacional do Trabalho. Nos idos de 1996. Na 2ª gestão do presidente Mário Brant. José Elias Riscalla (28/4/1965 a 26/3/1969) [BANDEIRA. vereador da Câmara Municipal de São Paulo.

cresce a indigência.FERNANDO PINHEIRO - 358 no cargo até agosto/1958. interinamente [Revista AABB – Rio – 1956]. ainda. o cargo de presidente do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1956]. no litoral crescem os arranha–céus. os homens desertando os campos e afluindo às cidades. a Presidência do Banco do Brasil foi incendiada pelo verbo inflamante de um grande orador que fez a exposição do quadro nacional que angustiava milhões de pessoas. debaixo de todos os céus. atrás de si. Raras vezes. o Banco do Brasil. No período de 19/9/1956 a 26/10/1956. O quadro da inflação pinta–se. em São Paulo. ajudante–de–gabinete (PRESI). A inflação galopa. de diversas autoridades do Governo. . no dia 16 de fevereiro de 1956. no discurso de transmissão de cargo. o economista Sebastião Paes de Almeida. José Maria Alkimin. Mas no interior. assessores jurídicos da CAMOB e Maria Martha Caldeira Brant. O presidente Mário Brant. assumiu. Com a presença do ministro da Fazenda. O encarecimento da vida. na presidência de Augusto Mário Caldeira Brant. ei–lo no cargo de presidente (interino) do BB. e de vários parlamentares do Congresso Nacional e. Foto n° 290 – BANCO DO BRASIL – Presidência – 17/11/1955 – TANCREDO NEVES profere discurso de posse no cargo de diretor do BB – p & b – 21 x 30 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. como o cavalo de Átila. nas regiões onde não medra o café e o cacau. a pobreza. denunciou a proliferação das negociatas e os flagelos causados pela inflação: “No Rio. deixando. com as mesmas cores. nomeia Almir Laversveiller de Moraes e Luiz Affonso Cordeiro Rodrigues. Em janeiro/1956.

funcionários pendurados nos bondes. . Arranha– céus de moradas suntuosas para novos ricos. Agem como sedativos passageiros. provocando intervenções do Governo. desordens – eis aí o cortejo da inflação. e zombando delas. Os preços cada dia subindo. Os cofres das autarquias. Erosão dos costumes. Só um remédio existe. O comércio acusado de rapina. Fortunas improvisadas. greves. o talentoso orador Mário Brant. O jogo alastrando–se de dia na praça. amargo. A febre das especulações imobiliárias. dirigiu-se ao presidente que assumia: (111) MÁRIO BRANT (1875/1968). maquinações. Desnivelamentos da sociedade. Para esse mal os paliativos são inúteis. das empresas. elegendo inocentes para culpados da aflição geral. líder de milhões de pessoas. de noite no pano verde. dos bancos. Ânsia de enriquecer a todo o transe. Confusão dos espíritos. Opulência de poucos à custa da penúria de muitos. vazados pelos desfalques. As privações nos lares exacerbando o gênio das famílias. O luxo dos ganhadores afrontando os vexames da classe média. ainda inflamado pela flama que o iluminava desde os tempos da tribuna parlamentar. nos países castigados com esse flagelo. A opinião desorientada pelos agitadores.” (111) Ao final. mas único. a resubmissão às leis econômicas. Sobressaltos. Murmuração de funcionários. Arrivistas estadeando Cadillacs. A proliferação das negociatas.359 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL em busca de melhor salário. enquanto os novos pobres são mantidos debaixo do teto pelo confisco legal do inquilinato. “Boites” regorgitando com festins de Baltasar. presidente do Banco do Brasil (4/11/1930 a 5/9/1931 e 16/11/1955 a 16/2/1956 – in Discurso de despedida da 2ª gestão presidencial. ao lado de famílias com fogão apagado. Descontentamento dos militares.

cuja competência. presidente do BB (4/11/1930 a 5/9/1931 e 16/11/1955 a 16/2/1956 – in Discurso de despedida da 2ª gestão presidencial. V. (112) MÁRIO BRANT (1875/1968). 1956]. Para essa tarefa encontrará V. 1956]. no setor que lhe é confiado. conclamou a confiança recíproca das iniciativas privadas com o poder público com o fim de viabilizar as realizações de interesse nacional [ALMEIDA. José Maria Alkimin. Exª terá auxiliares eficientes e probos. (112) Sebastião Paes de Almeida iniciou o discurso de posse agradecendo ao ministro da Fazenda. Economista de boa lição. detendo. Nos demais servidores desta Sede e nos espalhados pelas 360 agências do Banco do Brasil. Para tal não lhe faltam saber e experiência. . estou certo de que V. a indicação para ocupar a Presidência do Banco do Brasil.FERNANDO PINHEIRO - 360 “Com igual autoridade. a marcha da inflação. V.Exª poderá conter a expansão do crédito e normalizá-lo. Exª trilhará o caminho da restauração da economia nacional. No final do discurso de posse.Exª a inestimável ajuda da ilustre Diretoria e a colaboração não menos valiosa dos altos funcionários desta Casa. num misto de esperança e exortação. e salientou o programa de governo destinado ao desenvolvimento da economia nacional e as medidas que adotará para fazê-lo cumprir [ALMEIDA. apurada em longo tirocínio. formados na escola do dever e do trabalho”. o presidente do Banco do Brasil. V.Exª vem de um Estado que é o maior núcleo de atividade econômica do País. aliviará o peso da sua gestão.

Wanda . 1988]. voltou a adotar o nome de solteira: Vênus Caldeira de Andrade [ANDRADE. chefe–de–gabinete (PRESI). e. assessor técnico da Consultoria Técnica (PRESI/CONTEC). Paulo Poock Corrêa (Carteira de Câmbio).3ª Zona). anteriormente na Carteira Agrícola. após a separação judicial. ocorreu a posse dos diretores: Tancredo de Almeida Neves (Carteira de Redescontos). Luiz Pedro Gomes. Ignácio Tosta Filho (Comércio Exterior). Euvaldo Dantas Motta. chefe–de–gabinete (CARED). Souza Naves (Carteira de Crédito Agrícola e Industrial). chefe–de–gabinete do diretor da CREAI. Antônio Gurgel Costa Nogueira é nomeado subgerente da FIBAN. ajudante–de–gabinete (PRESI) [Revista AABB – Rio – 1956]. Vênus de Andrada Stockler de Lima. Em fevereiro/1956. Raul Augusto de Pinho Filho. chefede-gabinete. Francisco Vieira de Alencar (Carteira de Crédito Geral . Aryna Brasil. Adolpho Becker. Permaneceram os diretores Cylon Pompílio Fernandes Rosa (Crédito Geral . secretária–de– gabinete do diretor da CREAI. chefe–de–gabinete do diretor (CREGE – 3ª Zona). Em março/1956. gerente (CAMOB). Armando Sereno de Oliveira. Mozart da Silva Cunha. Marbry Regina Lenzi. Ainda em março/1956. assistente jurídico (Agência Central – DF). em 25/7/1962). Levy Miranda e Vênus Andrada Stockler de Lima (nome de casada.361 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Os principais assessores da Presidência do BB (gestão Sebastião Paes de Almeida): Carlos Cardoso. O diretor Arthur Santos. gerente (CARED). Paulo Pinto da Silva. vem a nomeação de Carlos Cardoso. José Nunes Silva Guimarães. auxiliar–de–gabinete (PRESI/CONTEC).1ª Zona). Roberto Carvalho de Mendonça. assumiu a Carteira de Crédito Geral – 2ª Zona [Revista AABB – 1956].

José Rubens de Faria Cidade. desfruta de prestígio. com a designação Sindicato dos Bancários de Juiz de Fora. 9/10/1964) assume o cargo de presidente do IAPB – Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários. sendo eleito presidente Roberto Pereira da Silva [DOURADO – 1956]. secretário–de–gabinete da Gerência da CREGE. realizada em 19/4/1956. o funcionário Enos Sadok de Sá Motta (posse no BB: 28/9/1942. Vitto Raphael dos Santos. inspetor da Agência Central – DF. em substituição . foi criado o primeiro sindicato de bancários em todo o país. Elisabeth L. em 4/12/1932. Haroldo Amorim Rego. falec. De acordo com a resolução da Assembleia Geral Extraordinária.FERNANDO PINHEIRO - 362 Guimarães. Nessa cidade. secretária–de–gabinete do diretor da CREAI. cronista social e esportivo do Diário Mercantil. foi nomeado para ocupá-lo o diretor José Farani Pedreira de Freitas para o quatriênio 1956/1960. foi instituído mais um cargo de Diretoria e na Assembleia Geral Ordinária de 25/4/1956. bem como a nomeação dos diretores Francisco Vieira de Alencar (Crédito Geral – 3ª zona). do diretor da CREAI No mês seguinte. inspetor (CREGE – 41ª Zona). Frederico da Silva Sève. auxiliar–de–gabinete [Revista AABB – 1956]. secretário– de–gabinete (CREGE/Sufic) [Revista AABB – 1956]. Otero Ribeiro. Roberto Pereira da Silva (posse no BB: 22/4/1924. o funcionário Noli Coutinho. Nessa época. chefe–de–gabinete da Gerência da CARED. árbitro de basquete e radialista da Rádio Tamoio [Revista AABB – 1956]. Ainda em abril/1956. Germano de Britos Lira. exerceu o cargo de diretor de corridas do Jockey Club de Juiz de Fora – MG. 23/7/1956). exon. no cenário esportivo.

a de Cláudio Rômulo Siqueira. Em agosto/1956. operador–chefe do Serviço Mecanógrafo (Agência Central – DF) [Revista AABB – Rio – 1956]. em setembro de 1956. e Abilon de Souza Naves (Carteira de Crédito Agrícola). No mês seguinte. irmão de Ovídio Xavier de Abreu. assumiu. ocorreu a nomeação de Aryna Brasil. Cláudio de Sousa Manso. chefe do Departamento (DEPIM). substituindo Luiz de Oliveira Alves [Revista AABB – Rio – 1956]. chefe–de–gabinete do diretor da Carteira de Colonização (COLON). presidente do Banco do Brasil (29/7/1949 a 18/12/1950). Francisco Emílio Leitão Laquintimie. chefe–de–gabinete (CAMIO/GECAM). Stella Varella. Para a Superintendência da Moeda e do Crédito foi designado Eurico de Aguiar Salles. Em junho/1956. chefe do DECON – Departamento de Contabilidade [Revista AABB – Rio – 1956]. No mês seguinte. chefe–de– gabinete do diretor (CAMIO). foi transferido para Carteira de Crédito Geral – 2ª Zona [Revista AABB – Rio – 1956]. Hélio Faria – 2/6/1930. assistente (PRESI/COTEC). o cargo de Superintendente [Revista AABB – Rio – 1956]. . desde 13/3/1956 e Randolpho Xavier de Abreu. secretária– de–gabinete (FUNCI). Ignácio Tosta Filho (Comércio Exterior). chefe–de-gabinete do Superintendente (SUPER). Paulo Poock Corrêa (Carteira de Câmbio). Ary Brandão Cotia é nomeado chefe administrativo do Serviço de Mecanização Geral do Banco do Brasil. oriundo da Carteira Agrícola.363 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL de José Toledo Lanzarotti. Arthur Santos. Permaneceram em seus cargos os diretores: Cylon Fernandes Rosa (Crédito Geral – 1ª Zona). Adolpho Sauerbronn de Salles. Júlio de Mattos. Carlos Horácio Pradez.

Itamar Bolshaw Gomes. no mesmo cargo. auxiliar–de–gabinete (PRESI). inspetores da 20ª Zona (ex–Zona Especial). assistente jurídico (COLON). . Renato Cantidiano Vieira Ribeiro. Haroldo Amorim Rêgo é nomeado secretário–de–gabinete (CREGE/Supla). da CREGE/ Supla para o FUNCI [Revista AABB – Rio – 1957. em alusão à frase do Prof. Francisco da Silva Sève. Mário de Leão Castro. Bom parnaíbano. interino. duas funcionárias são comissionadas no cargo de auxiliar–de–gabinete (PRESI): Thaísa Mello Freixieiro e Yedda Lúcia de Abreu Pinho [Revista AABB – 1956]. em março/1957. Em janeiro/1958. Vale mencionar que. na ausência do presidente Sebastião Paes de Almeida. Telmo Ramos Ribeiro. presidente do Banco do Brasil (19/9/1956 a 26/10/1956). Paulo Jann – 21/1/1926. Diocleciano de Moraes. Haroldo Amorim Rego é transferido. Pádua Ramos: “os parnaíbanos sempre respiraram os ares do mundo”. Nilo Medina Coeli. Revista AABB – Rio – 1958]. subgerente da CREGE [Revista AABB – Rio – 1957]. Paulino Jaguaribe de Oliveira. inspetor da 5ª Zona – CREGE. enriquecendo o gabinete de Tancredo de Almeida Neves. subgerente (CREGE). ocorreram diversas nomeações: Álvaro Maia Filho. respirando “os ares do mundo”. Joaquim Braga Montenegro. Euclides Parentes de Miranda.FERNANDO PINHEIRO - 364 Em outubro/1956. Paulo Tavares da Silva. subchefe (TESGE). Haroldo Amorim Rêgo permaneceu na CREGE (abril a dezembro/1956) e em janeiro/1957 esteve no Departamento do Almoxarifado. Ester Linhares de Lima. Clóvis Couto Castelo Branco. Em maio/1957. Francisco de Paula Alencar Jaguaribe. chefe–de–gabinete da Gerência de Carteira COLON.

sempre recomendava a Vênus Caldeira de Andrada “um exame mais aprofundado e a busca da solução conciliatória. Pompílio Cylon Fernandes da Rosa. p. de Vênus Caldeira de Andrada para o cargo de ajudante–de– gabinete – PRESI – que. Ricardo Xavier da Silveira. recebe a tarefa. era a mais elevada função no Gabinete. José Farani Pedreira de Freitas. 120 – Banco do Brasil – Departamento de Formação ao Pessoal – 1988 – Brasília – DF. Francisco Vieira de Alencar. Tancredo de Almeida Neves [Almanaque do Pessoal – 1957]. ou melhor dizendo. a sublime missão de avaliar e preparar o despacho presidencial em assuntos pertinentes ao funcionalismo do Banco do Brasil. À época. a Diretoria do Banco do Brasil era constituída dos seguintes diretores: Abilon de Souza Naves. . o diretor Tancredo Neves esteve à frente dos destinos do Banco do Brasil (19/9/1956 a 26/10/1956). no ano seguinte.365 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Nos idos de 1957. Arthur Ferreira dos Santos. Joaquim Ignácio Tosta Filho. na área do funcionalismo. Paulo Affonso Poock Corrêa. abaixo do cargo de chefe–de–gabinete da Presidência. A presença feminina no Banco do Brasil ganha mais um destaque com a nomeação. revestido na luminosa aura humanista.” (113) (113) TANCREDO NEVES. presidente (interino) do BB – 19/9/1956 – Apud Vênus Caldeira de Andrade – in De mim para vocês. Substituindo o presidente Sebastião Paes de Almeida. em 17/10/1955. A cada processo mais espinhoso.

Na Presidência. A dona Vênus. que resplandecia na personalidade de Tancredo Neves. Com o tempo. Joacyr Guimarães tornou-se um dos grandes advogados do BB. é o subgerente da Agência de Santos – SP e tem ao seu lado a máquina Remington modelo 1956. mudar os rumos da História. como nenhum outro em toda a História. a partir de 31/3/1964 e sucumbir com a eleição de Tancredo Neves para presidente da República. com a queda do regime militar que iria se implantar. mais tarde. Em maio de 1963. iria. ainda. Trancredo Neves). em todos os recantos do País. depois bacharel de Direito.FERNANDO PINHEIRO - 366 O espírito conciliador. outros retratos originais da Agência de Santos – SP. Arthur Santos. essa admirável mulher. passou a ser a funcionária–símbolo do Banco do Brasil. na gerência da Agência Centro – São Paulo. Medina Coeli recebe a visita de Ernani Monteiro de Barros em gabinete mais sofisticado. Vale mencionar. exercendo a chefia da Assessoria Jurídica do DEPIM e a Consultoria Jurídica da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. As exéquias fúnebres do líder nacional foram acompanhadas por um imenso pranto coletivo. Mário Brant. De terno branco diante da mesa de trabalho (bureau). Nilo Medina Coeli. à época estudante. custodiados pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil: . era a encarregada das correspondências oficiais de vários presidentes (Alcides da Costa Vidigal. sendo assessorada por Joacyr Bicalho Guimarães. Sebastião Paes de Almeida. uma sofisticação para a época. durante uma geração.

presidente da Delegação britânica [Revista AABB – Rio – 1956]. A mesa de honra foi constituída das seguintes autoridades: Paulo Poock Corrêa. de 6 de março de 1957. 3 e 4 de outubro de 1956. por Ricardo Xavier da Silveira. No 2° plano. de terno branco. subgerente (de terno branco). a Carteira de Colonização do Banco do Brasil foi instalada. Herculano Borges da Fonseca.237. ministro do Itamaraty. coloca cimento na obra do novo edifício. a SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito. foi realizado. inspeciona as obras do novo edifício do BB – p & b – 17 cm x 11. na cidade do Rio de Janeiro. diretor da Carteira de Câmbio do Banco do Brasil. 1979]. – p & b – 17 cm x 11. nos dias 2. Corrêa do Lago. do Sir Leslie Rowan. conclave sobre o sistema brasileiro de pagamentos multilaterais [Revista AABB – Rio – 1956].5 cm. 111. Com a participação de autoridades monetárias internacionais. com a pá nas mãos.367 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Fotos n°s 110. e. representando. ainda. quando passou o cargo a Cícero Casemiro da Costa Nogueira. um peão–de–obra vê a cena. no ato. que visavam impedi-la de funcionar ou torná-la inoperante [PACHECO. 112 – BANCO DO BRASIL – Agência de Santos – SP – 1956 – NILO MEDINA COELI.5 cm. seu primeiro diretor. Foto n° 113 – BANCO DO BRASIL – Agência de Santos – SP – 1956 – NILO MEDINA COELI. . subgerente. Criada pela Lei Federal n° 2. com admiração. que teve o privilégio de organizá-la e defendê-la contra as reações contrárias de opositores. nos idos de 1956. durante cinco anos. regulamentada pelo Decreto n° 4. O gerente da Carteira era Francisco da Gama Netto que a ocupou durante o período de 1956 até 28/2/1962.093. de 19 de julho de 1954.

Raymundo Alcântara Figueira. onde já existem trabalhos de pesquisa e perfuração realizados. Mário Lima. gerente da Agência de Manaus. O presidente–fundador da empresa petrolífera proferiu o discurso de abertura da solenidade. assessor do diretor da CREGE. Gastão de Alencar. Integravam ainda a comitiva do Banco do Brasil. gerente da Agência Goiânia–GO. chefe–de–gabinete do diretor da CREGE – 3ª Zona. Renato Vieira de Alencar. Augusto Bomilcar Besouchet. às margens do Rio Negro. Paulo Guajará da Cruz Saldanha. Em conclusão. presidida pelo empresário Isaac Sabbá Benayon [Revista AABB – Rio – 1957]. auxiliar–de–gabinete do diretor da CREGE – 2ª Zona [Revista AABB – Rio – 1957]. a Companhia de Petróleo da Amazônia. foi inaugurada oficialmente. no dia 3 de janeiro de 1957. bem como dos diretores do Banco do Brasil. ressaltando que a refinaria constitui uma garantia de abastecimento permanente para a região amazônica. subchefe– de–gabinete do diretor da CREGE – 3ª Zona. pela Petrobras. manifestou a certeza de que a empresa . em Manaus. os seguintes executivos: Ariosto de Belli. José Farani Pedreira de Freitas (4ª Zona – CREGE) e Francisco Vieira de Alencar (3ª Zona – CREGE) [Revista AABB – Rio – 1957]. com sucesso.FERNANDO PINHEIRO - 368 Com a capacidade inicial para refinar cinco mil barris de óleo por dia. Esse grande evento foi prestigiado por inúmeras autoridades. devido à proximidade dos campos de petróleo de Nova Olinda. na solenidade. destacando-se a presença de Juscelino Kubitschek. inspetor da CREGE – 1ª Zona. presidente da República.

Honra e orgulho que sinto neste momento. em nome de Sebastião Paes de Almeida. planejaram e construíram em plena região amazônica. a técnica de que necessitamos. fez o uso da palavra: “Considero uma honra para mim vir à Amazônia inaugurar a Refinaria de Manaus. . presidente da República. Com emoção vejo erguer–se em pleno coração da Amazônia as bases de uma indústria fundamental para nosso desenvolvimento. de improviso. vigoroso e fechado dos primeiros dias da criação. em 3/11/1957. Juscelino Kubitschek. Francisco Vieira de Alencar. o que a ciência moderna pôs a serviço do homem para a sua libertação. o mundo cósmico à espera do sopro criador do homem. de outro. dando uma demonstração edificante da força e da capacidade dos brasileiros para os grandes empreendimentos. constantemente a desafiar a sua vontade. para refinar o produto [Revista AABB – Em seguida.369 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL está capacitada Rio – 1957]. ao ensejo da inauguração da Refinaria de Petróleo de Manaus [Revista AABB – Rio – 1957]. o diretor do Banco do Brasil. presidente do Banco do Brasil (16/2/1956 a 3/6/1959). para nos transformar no grande País que devemos ser. enaltecendo o sentimento de brasilidade para com a Amazônia [Revista AABB – Rio – 1957]. proferiu o discurso. presidente da República (1956 a 1961) – Discurso proferido. o mundo novo. usando dois microfones (um colocado na haste metálica e o outro fora da base de sustentação). Esta realização representa bem uma imagem do Brasil: de um lado a força virgem da terra. Ao encerrar a solenidade.” (114) (114) JUSCELINO KUBITSCHEK. como devem sentir os homens que a idealizaram.

conforme se pode verificar da Ata da Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas. nos idos de 1971. designou–a com o nome definitivo: Refinaria Isaac Sabbá – UN Reman. em comovente improviso. presidente da ACESITA. quando a Petrobras. de Petróleo da Amazônia. mudando o nome para Refinaria de Manaus (Reman). prestigiando. transformadores e de outros componentes elétricos [Revista AABB – Rio – 1958]. em 1997. a empresa estatal. O último a fazer o uso da palavra. em 25/4/1962. outros oradores fizeram-se ouvir. Bias Fortes. em 23/10/1957. Com a presença do governador de Minas Gerais. adquiriu o controle acionário da empresa amazonense. inclusive do presidente do Banco do Brasil. a solenidade de inauguração das novas instalações da Companhia Aços Especiais Itabira – ACESITA. foi realizada. no período de 1948/1951. passou à esfera estatal. quando houve o aumento do capital da ACESITA de Cr$ 500 milhões para . destacou a importância das atividades da ACESITA contribuindo para o desenvolvimento da riqueza nacional [Revista AABB – Rio – 1958]. Sebastião Paes de Almeida. com o passar do tempo. a memória do fundador da Cia. Posteriormente. Embora o diretor Vilobaldo de Souza Campos estivesse integrando a diretoria da ACESITA.FERNANDO PINHEIRO - 370 De iniciativa privada em seu nascedouro. destinadas à fabricação de chapas de aço silicioso para a indústria de motores. Após o discurso de Amaro Lanari Júnior. foi o presidente do Banco do Brasil. e de inúmeras autoridades civis e eclesiásticas. a participação do Banco do Brasil nessa companhia de aços vem desde os idos de 1950.

Cyro Lopes Gonçalves. desde as priscas eras. feliz pela conquista do título de campeão paulista de 1957. uma vez. e.41% das ações daquela companhia. encaminhá–lo ao Setor do Funcionalismo. foi abordado pelo contínuo Barbosa que se apresentou herói de guerra e solicitando-o dinheiro por estar em situação crítica de sobrevivência. gerente (CREGE) Dídimo Peixoto de Vasconcelos. chefe do Departamento de Secretaria (SECRE). acima de tudo. Eduardo de Castro Neiva. chefe–de– departamento (DECAD). que o acompanhara. quando o presidente Paes de Almeida estava chegando ao trabalho. subgerente (CREGE). teria dito: “tudo que eu tiver no bolso é teu”. secretário– de–gabinete (FUNCI). passando o BB a deter 91. Alberto de Miranda Muniz tomou posse no cargo de chefe–de–gabinete (SUPER). apos. recomendando ao auxiliar Adilson. justo. Tanto ele como a Empresa. a Revista AABB – Rio divulga a nomeação de Carlos Horácio Pradez.371 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Cr$ 6. Segundo Edvaldo de Almeida Pereira (posse no BB: 2/6/1955. 5/11/1990). Assim era o estilo do presidente Sebastião Paes de Almeida. e entregou o dinheiro ao solicitante. São–paulino de coração. chefe do DEPIM – Departamento de Administração do Patrimônio Imobiliário. Euclides Parentes de Miranda. chefe–de– departamento (SECRE). Em dezembro/1957. responsabilidade social. e por estar diante de um herói. . dirigida por ele. lídimo distribuidor de dádivas e de afagos aos necessitados. Em janeiro/1958. com vistas a atender possíveis reivindicações. Cléo Lacoste. Edgard Rumann Soares. o São Paulo Futebol Clube. tinham.500 milhões. e de Joaquim Ignácio Cardoso.

Marcelo Soares de Moura. Isnard da Silva Mello. Em março/1958. subgerente (CREGE/Supla). chefe–de–gabinete (CREAI/Gerli) [Revista AABB – Rio – 1958]. Stella Varella. secretário–de–gabinete (SUPER). Arnaldo Vito da Costa. Ausly Moreira de Rezende. Luciano Cavalcanti Motta. Sylvio Arnaud dos Santos. Rubélio Freire de Aguiar. Joviano Rodrigues de Moraes Jardim é nomeado inspetor (Direção Geral). Francisco Altino de Sousa. inspetor CREGE (Manaus.FERNANDO PINHEIRO - 372 chefe–de–departamento (FUNCI). inspetor 6ª Zona – CREGE. Em maio/1958. sede). chefe–de–departamento (DECON) [Revista AABB – Rio – 1958]. assistente jurídico (CREGE–Geliq). inspetor (19ª Zona CREGE). Esdras Accioly de Oliveira. inspetor (CREGE – 16ª Zona). José Luiz de Castello Branco. subgerente (CREAI – Indus). Miguel Soares de Oliveira. Elmano de Carvalho Delorme. secretária–de–gabinete (CARED). inspetor da 20ª Zona – CREGE. assistente jurídico (CARED). sede). No mês seguinte. ajudante–de–gabinete (PRESI). Arnaldo Walter Blank. secretária–de– gabinete de Gerência de Carteira (CREGE) [Revista AABB – Rio – 1958]. assessor da Assessoria de Planejamentos e Estudos (CREAI). inspetor 20ª Zona – CREGE [Revista AABB – Rio – 1958]. inspetor (Teresina. Alcimar Ortega Terra. advogado (CACEX) [Revista AABB – Rio – 1958]. No mês seguinte. . Hélio Thomaz de Aquino. gerente (CACEX). gerente (DG–CREAI). Na área jurídica. inspetor CREGE (Uruguaiana. Eurípedes Machado de Oliveira. em abril/1958. Moacyr de Figueiredo Borges. Oswaldo Roberto Colin. Lizette D´Ávila Barros. Luiz Rocha Chataignier. assistente jurídico (CACEX). Renato Maurício e Silva. Norberto da Silva Rocha.

Em épocas distintas. Sucedendo ao diretor Abilon Souza Naves. inspetores (CREAI). são nomeados os seguintes inspetores: Cândido Almeida Freitas. na Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. em 4/7/1958. Ainda nesse mês. Waldomiro Rodrigues e Silva [Revista AABB – Rio – 1958]. assumiu o cargo de superintendente do Banco do Brasil. (CREGE – secretário– Santos e Waldemar . Cyro Lopes Gonçalves. Fernando Viguê Loureiro. Miguel Fernandes Barros. subgerente (CREGE) [Revista AABB – Rio – 1958]. Em julho/1958. Siqueira.373 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL sede). assumiu Nilo Medina Coeli. José Loyola de Souza. Félix Lima Júnior. Othon Pio de Abreu. No mês seguinte. Cláudio Rômulo inspetor de câmbio. superintendente. inspetor (Sorocaba. Com a saída de Cyro Lopes Gonçalves na gerência na CREGE. gerente (CREGE – Operações). inspetor 14ª Zona. Joaquim Mendes de Souza. aposentado em 3/7/1958. Raul dos Rivadávia Bahia Vianna. Souza Naves foi senador da República [Revista AABB – Rio – 1958]. chefe–de– gabinete (SUPER). secretária–de–gabinete (SUPER). Salvador – BA). sede). tomou posse. Othelo Brasileiro Villarinho Cardoso. Alberto de Miranda Muniz. secretário–de– gabinete (ALMOX). Joaquim Falleiros Filho. sede) [Revista AABB – Rio – 1958]. Em setembro/1958. Nilo Medina Coeli. José Vieira Lessa. de–gabinete do diretor da CREAI. Ruy de Oliveira Pantoja. Cyro Lopes Gonçalves. Francisco do Rêgo Monteiro. Stella Varella. inspetor (Passo Fundo. Terésio Porto Virmond. inspetor (Natal. sede). Thadeu Grembecki. além de diretor do Banco do Brasil. Manoel de Oliveira. em substituição de Randolpho Xavier de Abreu.

advogado “H”. inspetor (CREAI). em outubro/1958. secretário–de–gabinete do diretor – CREGE – 1ª Zona. advogado “G”. Lauro de Araújo Simões. Iconografia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Uma trajetória alagoana (1956). Marcelo Caracas Linhares. advogado (Macapá – AP). Festejos populares em Maceió de outrora (1956). assistente jurídico (Fortaleza – CE). advogado “G”. secretário–de–gabinete – CAMIO. Hélio Faria – 2/6/1930. João Benito Rodrigues Moraes. No mês seguinte. Ivo do Nascimento Barroso. Jacques de Oliveira Rocha. ajudante administrativo – EDSED – Edifício Sede. Clóvis Barreira Fontenele. chefe–de–gabinete da Gerência da Carteira de Câmbio [Revista AABB – Rio – 1958]. Alberto Leite de Araújo. Paulo Grassi Bonilha. assistente jurídico (São Paulo). o escritor Félix Lima Júnior já era membro do Instituto Histórico de Alagoas (posse em 1955) e havia publicado: Mapirunga (1954). Ainda em nov/1958. Levy Miranda.FERNANDO PINHEIRO - 374 Cardador Rodrigues. membros (COINQ) [Revista AABB – Rio – 1958]. inspetor CREGE 26ª Zona – Patrocínio. Dalton Cordeiro Lima. Milton Chagas. Prosseguindo as nomeações. Luiz Anísio Portela. inspetores (CREGE). Josildo Ananias de Carvalho. inspetor (CREAI). chefe–de– gabinete do diretor da CREAI. subgerente da CACEX [Revista AABB – Rio – 1958]. Jacques de Oliveira Rocha. Nadin Datria Salle. assistente . O pescador de pérolas (1954). ajudante– de–serviço (PRESI). inspetor CREGE – 28ª Zona – Goiânia. Paulo Grassi Bonilha. A essa altura. Antônio Fragomeni. assistente jurídico (Fortaleza – CE). Fenix Alagoana (1956). Alberto Leite de Araújo. Salvius Clack da Silva Costa. ajudante–de– serviço (PRESI).

Almir da Silva Leal. caixa “H”. Yan Amaral Bayardino. Em janeiro/1959. Avá Silva Bessa. chefe do Departamento de Contabilidade. subgerente CAMIO. Outras nomeações ocorreram na Direção Geral: Romeu Freire Lima. Florisvaldo dos Santos Trigueiros. chefe– de–gabinete do diretor da CARED [Revista AABB – Rio – 1959]. cargo chefe–de–serviço da Agência de Nova Iguaçu – RJ [Revista AABB – Rio – 1958]. substituto do assessor DEJUR – São Paulo. bem como 3 subgerentes da CREAI: Waldyr Siqueira de Mesquita (Subgerência Pecuária). Armando Sereno de Oliveira. inspetor DIRGE.375 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL jurídico – São Paulo. Waldir de Oliveira Pinto. . categoria conferente–de–seção. No mês seguinte. Helena Vidal Iglesias de Lima. chefe– adjunto MEDIC. gerente CARED. Miguel Soares de Oliveira. Em março/1959. chefe do Museu Histórico do Banco do Brasil. No mês seguinte. inspetor da CREAI – 23ª Região – São José do Rio Preto. gerente da CREAI. chefe– de–gabinete CREGE/Gerli. inspetor CREGE – 29ª Região – Ribeirão Preto. gerente de Liquidações (CREAI). Euvaldo Dantas Motta. inspetor – Recife [Revista AABB – Rio – 1959]. Aldrovando de Aguiar Brandão Filho. chefe–de–gabinete CREAI – Operações. inspetor 39ª Zona – CREAI – Uruguaiana. Celso Cunha de Viveiros (Subgerência Agrícola) [Revista AABB – Rio – 1958]. Beatriz Vieira Mendes. Nadin Datria Salle. Theóphilo Araújo. Rubélio Freire de Aguiar. Telmo Ramos Ribeiro. Sílvio Martins – 11/6/1945. Faustino de Carvalho e Silva. subgerente CREGE/Supla. Arnaldo Nogueira. secretária–de– gabinete da Gerência da CACEX. Áureo de Almeida Camargo. advogado – Pedreiras – MA. Benedicto Luiz Pereira da Silva. Francisco do Rêgo Monteiro. secretário– de–gabinete do diretor CREGE – 1ª Zona.

Thales Honório de Almeida. em 3/6/1959. filho de Randolpho Xavier de Abreu com Dalila de Lima Abreu. à época em que Hollywood vivia a época de ouro do cinema. inspetor da 41ª Zona – CREGE – Corumbá. . Nelson Gorgulho Nogueira. Raul Santos Costa. é designado para assumir. teatro e televisão (Rede Globo). chefe–adjunto DECAD. na CARED. inspetor 37ª Zona – CREGE – São Paulo. filha de Regina Abreu. graças ao aconselhamento do tio Ovídio Xavier de Abreu que. Mário Brizola Ferreira. inspetor 14ª Zona – CREAI – Campo Grande. Francisco de Paula Guedes Filho. no Rio de Janeiro. inspetor 50ª Zona – CREGE – Porto Alegre [Revista AABB – Rio – 1959]. Em agosto/1958. Dentre os netos de Randolpho Xavier de Abreu destaca-se Cláudia Abreu. consagrada atriz de cinema. Maurício Chagas Bicalho é empossado diretor da Carteira de Redescontos do Banco do Brasil. Cláudia Abreu ingressou na vida artística. inspetor 22ª Zona – CREGE – Juiz de Fora. encenou peças no Teatro Tablado. Bicalho foi assistente de Ovídio Xavier de Abreu. No ano seguinte de sua posse. em caráter amador. com a saída de Paes de Almeida. sucedendo a Tancredo de Almeida Neves. nos idos de 1958/1959. O advogado Ovídio de Lima Abreu.FERNANDO PINHEIRO - 376 chefe do DECON. secretário estadual e chefe de Polícia do Estado de Minas Gerais. Moacyr Rebello Freire. presidente do Banco do Brasil (1949/1950). trabalhou e aposentou–se pelo Banco do Brasil. o cargo de presidente do Banco do Brasil. daí a razão de apontarmos o antigo presidente do Banco do Brasil com a fisionomia hollywoodiana.

a romper com o Fundo Monetário Internacional. Manoel José dos Santos [Revista AABB – Rio – 1958]. No plano econômico nacional. beneficiados pelo regime cambial em vigência na ocasião.3 milhões de documentos. em 14/9/1958. presidente do Banco do Brasil (16/2/1956 a 3/6/1959). desde 1944. eram fotografados 2. resultando em economia de espaços destinados aos arquivos [Revista AABB – Rio]. o Banco do Brasil implanta em dezembro de 1958. a cerimônia de inauguração do Satélite Clube. prestigia. 328 – 20° andar. Em 1958. Presidente Vargas. o governo norte-americano poucos esforços efetivou no sentido de implementar suas relações com a América Latina. inclusive. acompanhado do diretor Francisco Vieira de Alencar. o serviço de microfilmagem através da Agência Central – Rio de Janeiro. dissertação de Mestrado. no bairro da Tijuca. de Daniela Maria Moreau. chegando. Juscelino Kubitschek havia apontado esta questão. em 1959. na qual a autora faz uma retrospectiva: “Ao longo do período de implementação do Plano de Metas. cidade do Rio de Janeiro. dirigiu uma saudação ao presidente do clube.377 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Sebastião Paes de Almeida. como já foi visto. assinalamos textos da obra Clemente Mariani – Político e Empresário. Dez anos mais tarde. Após estudos e tentativas. Em breves palavras. apesar do grande volume de entradas de investimentos internacionais no país. Durante a gestão Einsenhower. o governo enfrentou grandes dificuldades na obtenção de créditos externos de regularização. onde surgiu o Setor de Microfilmagem – MICRO. propondo uma nova forma de cooperação econômica entre os Estados Unidos e a América Latina com o lançamento da Operação Pan-Americana (OPA). instalado no Edifício Visconde de Itaboraí – Av. .

ininterruptamente. Funciona. Vem mantendo. tribuno de dons peregrinos. desde então. apesar da grande movimentação diplomática ocorrida. em sua atual fase. anuncia. espalhadas no País e no Exterior. a sua primeira Agência. fazemos recrudescer as palavras antigas e renovadas de Francisco Vieira de Alencar. no coração da Amazônia. o marco inicial de sua penetração no território nacional. pelas aplicações. o lançamento da pedra fundamental do novo edifício do Banco do Brasil na capital amazonense. a Agência de Manaus adquire novas instalações e. na UNICAMP – Campinas – SP. do ano de 1908. Vale ressaltar: Ao divulgar a grande efeméride comemorativa do 1° centenário do Banco do Brasil na Amazônia que se estendeu. nesta data a 16 de janeiro.” (115) Em 10/6/1929. a cidade de Manaus. ao completar 50 anos ali inaugurada. quando tinha apenas sua Casa Matriz no Rio de Janeiro. o único resultado prático da OPA nos anos que se seguiram foi a criação em 1959 do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). É hoje a mais antiga das 377. (115) DANIELA MARIA MOREAU – in Clemente Mariani – Político e Empresário – Dissertação de Mestrado apresentada. no decorrer durante o ano de 2008. em janeiro/ 1992. .FERNANDO PINHEIRO - 378 Entretanto. Instalava. tribuno dos mais eloquentes que muito honrou os mais elevados cargos por onde passou no Banco do Brasil. o diretor Francisco Vieira de Alencar. em pleno discurso comemorativo. lançou o BANCO DO BRASIL. Vale ressaltar: “Há cinquenta anos. em 16/1/1958.

o nordestino era uma sombra. Contribuía preponderantemente com divisas para a balança comercial da União. No meio de tudo isso. de passagem pela cidade de raro esplendor material. era o centro das riquezas fabulosas. aos seringais inóspitos e endemizados. e. que atraía e polarizava os espíritos ávidos de trabalho e fortuna. Londres. fulcro do comércio internacional. Manaus semelhava a um empório que se comunicava com o resto do mundo e aonde acorriam homens de todas as raças. um pária. exprime bem o sentido de desbravamento que os estadistas da época já imprimiam ao papel que o BANCO DO BRASIL haveria de exercer na estrutura nacional. hoje uma das mais sólidas e prestigiosas do mundo. rumo ao interior. a cobiça estrangeira. quando mal se iniciava a obra pioneira de nossa instituição bancária.379 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL pelos depósitos e pelo volume e significado dos serviços que executa. ainda. A Amazônia. A cidade era cosmopolita. trepidante de negócios e movimentada por um surto de grandeza desapoderada. A escolha deste longínquo ponto da Pátria. onde transações de alta monta se processavam com vertigem e velocidade invulgares. aonde ia colher o látex e fabricar a borracha que a indústria europeia vinha disputar a peso de ouro. para tão arrojado passo. lugar de relevo e destaque entre as mais importantes. manipulava grandes operações com a exportação amazônica. no apogeu da borracha. verdadeira Bolsa de Valores. Esse amálgama representava um trecho da nacionalidade em ebulição e em crescimento desordenado. .

em que Manaus e toda a Amazônia. tão batida por crises e adversidades. o ponto de partida foi a criação da Agência de Manaus. à presença nela do BANCO DO BRASIL. Eis o sentido primordial da fundação da Agência do BANCO DO BRASIL. é o fruto do esforço e trabalho criadores de riquezas.. ora simbolizada numa rede de 13 agências na região amazônica. Não foi. vai para meio século. em contrapartida ao dinheiro que vinha do exterior. em condições desvantajosas para os interesses nacionais. com júbilo. à significação do acontecimento que ora comemoramos. nesta hora. quase o nosso total consumo. [.. A economia brasileira girava nesses dois pólos. que o Banco fomentou e amparou. .FERNANDO PINHEIRO - 380 O ciclo do café. destarte. qual o de criar. se associam. através dos tempos.] E. no vasto cenário de uma economia informe. à plenitude. pois a nossa grandeza aqui. generosamente. ao sul. que inspirou e determinou a marcha do BANCO DO BRASIL para o vale amazônico. tão só a preocupação dos negócios e dos lucros ou da exploração da riqueza. Antepunha-se ao Governo um problema mais extenso e profundo. No extremo norte. o primeiro dever que nos ocorre é o de reconhecer que esta terra correspondeu. um instrumento coordenador do desenvolvimento da produção extrativa da terra. pela introdução do crédito bancário. E de tudo. com capitais brasileiros. Produziam o de que precisávamos para arcar com o ônus das importações que eram quase tudo o que comíamos e vestíamos. o ciclo da borracha. em si. em Manaus.

há 50 anos. permitindo confiança e certeza na estabilidade do cotidiano labor e na segurança de destinos felizes. e está construindo uma obra que assombra aqueles que têm notícia de rebarbatividades da natureza que o circunda. E aí está o que tendes feito. quer o imigrante que se identifica com a terra. nas peculiaridades de seus recursos.] Volvido meio século de sua presença e atuação neste cenário. nas lides imensas em prol dos altos interesses de uma comunidade como esta. Pode ser reverenciada a memória dos que implantaram o Banco nesta cidade. A perseverança nos rudes combates pela sobrevivência honra a capacidade desta gente e assegura a vitória definitiva da fixação do homem na Amazônia.. O homem amazônico. passando sempre adiante o facho de entusiasmo e de fé. Toda civilização e conquista de bem-estar e fair-play são resultantes de lutas em que muitas gerações se sacrificaram. fadada a surpreender o Brasil e o Mundo. nas suas lutas do dia-a-dia e nas suas ânsias de vencer as hostilidades do ambiente áspero.. . está à vontade para evocar o que fez e animado a fazer muito mais.381 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Dela se irradiou toda a ação que mobilizou recursos potenciais hoje transformados em fatores de prosperidade. E o BANCO DO BRASIL enobrece-se de. dentro desta civilização tropical. compartilhar tão grandes lutas. tem reservas incomuns de ânimo e decisão. nas suas lides aforçuradas. [. quer o nativo. E a nossa resposta é uma lição de bravura e de civismo: o Amazonas também é do Brasil e nosso dever é mantê-lo brasileiro.

Raymundo Figueira e o Sr. à frente o Sr. como reconhecido e proclamado o desvelo da Administração e do funcionalismo atuais. no vento. em serviços.” (116) Do discurso de Vieira de Alencar vêm-nos a imagem dos nordestinos. dignos Gerente e Contador desta Filial. ao Brasil. Stepheson Vieira Medeiros. em trânsito por Manaus. diretor do Banco do Brasil – Carteira de Crédito Geral – 3ª Zona – CREGE – 25/4/1956 a 30/5/1960 – O Cinquentenário do Banco do Brasil S. no fomento de seus recursos e no crescente desenvolvimento de suas fontes de produção. em 16/1/1958.FERNANDO PINHEIRO - 382 num gesto de ousadia para a época. em Manaus – Discurso proferido. O Amazonas retribuiu largamente o nosso trabalho. aproveitando-o no engrandecimento da terra generosa. prestando ao Amazonas e. e exaltada a lembrança de quantos deram sua contribuição. ponto de contemplação. o Theatro Amazonas retratado fielmente por Max Carphentier: “clareira da arte suspensa no equador”. serviços que hoje podem ser recapitulados com orgulho e desvanecimento. no fogo e na paisagem silvestre. assim. Estamos nós recompensados de tudo. (116) FRANCISCO VIEIRA DE ALENCAR. envolvidos nas legendas invisíveis no ar. em direção à mata. . e. Felizes todos nós nos sentimentos em ver que. do outro ponto. que não se esmorecem em prosseguir no exemplo de seus antecessores. nas águas da chuva e dos igarapés.A. na capital amazonense. nesses cinquenta anos. ao progresso desta Agência. a nossa instituição esteve à altura de sua missão pioneira.

mercê de sua maturidade mental e espírito circunspecto. ao despedir–se do Banco do Brasil. exigia–se–nos esforço bem penoso e grande foi. ingressou na Agência do Banco do Brasil em Juiz de Fora. então vigorante em nossa Casa e que mal pode ser imaginado pelos que chegaram aos tempos novos. Leopoldo Saldanha Murgel. apesar de cronologicamente ainda perto da infância. recebe as galas de honra reveladas no discurso proferido por Fernando Monteiro: “Foi naquela turbulenta. parece ver a empresa. em consequência. De Juiz de Fora. que um adolescente. como estava. por motivo de aposentadoria.383 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL No velho casarão da Rua Primeiro de Março. as longas madrugadas e os dias de guarda constituíssem natural limitação ao desempenho de nossas tarefas. porém. atividades de que só são capazes homens realmente válidos e com precioso cabedal de experiência. dias antes completados. quase em seguida. o funcionário Leopoldo Saldanha Murgel (posse no BB: 13/3/1922 – apos. mas também festiva e histórica era de 1922. a 13 de março. foi Murgel removido. 66. Rio de Janeiro. Outrora. como que se penitenciando do rigor de antes. depois de aposentados aqui. com apenas 16 anos de idade.: 27/1/1959). sisudo. Hoje. por vezes. acompanhado da esposa Myriam. nossa retirada ainda em pleno viço e em plena capacidade de trabalho. em 10 de março de 1959. povoando nossa memória. com simpatia. logo se integrou. quase menino. Esse estreante. para a Matriz. indo muitos exercer lá fora. a legião dos que ficaram no caminho. como então . sem que as próprias noites e. no severo regime de trabalho. na sua província natal. como praticante de escriturário.

Admitido. ele mesmo grande trabalhador. teve oportunidade de informar. na casa velha.FERNANDO PINHEIRO - 384 se denominava a Sede. ocupou as comissões de maior relevância. Com apenas 21 anos. a pedir auxílio. pondo em dia. em documento oficial. só se retirando depois da hora regulamentar. à noite. preferia iniciar o expediente às 6:30 e 7 horas da manhã. pois. na profissão que há quase 80 anos exerce. O Chefe Ambronn. foi feito Contador de Carangola. onde fiz as provas finais de meu concurso. em 1927. em 1924. perpetuado pela gravura de Bertichen e onde o Banco do Brasil. aquele colega que foi o maior caso de precocidade de nossa Casa. continua. que o jovem Murgel manifestava “certo egoísmo pelo seu serviço”. percorreu toda a escala hierárquica. com sua perene mocidade. guardo ainda bem vivas na lembrança aquelas vetustas e modestas instalações. que vinham do período imperial e aqueles tipos humanos. qual o de cobranças e teve por Chefe Rodolpho Ambron. simpáticos uns. . iniciara suas operações. já terceiro escriturário. Na Matriz. em meados do século anterior. Agência cujos serviços reorganizou. pitorescos outros. ainda alojada no primitivo prédio da Rua da Alfândega. transferiu–se Murgel para Franca. Boy aos onze anos de idade. foi Murgel destacado para trabalhar em setor considerado de “estiva”. a escrituração atrasada. em pouco tempo. também eu. chegando a Diretor. segundo escriturário. isto é. Aposentado no Banco do Brasil. assumiu a comissão de Conferente em Cataguases. escriturário antes dos doze. mas já com boa experiência e revelando pendores administrativos. Após três anos no Rio de Janeiro. onde foi substituto de Contador e.

no ano imediato. Foi nessa fase. Assessorando diversos Diretores e gerindo a própria Carteira. pecuária e industrial. promovido a primeiro escriturário. que era voltar para Franca. banqueiro. sua primeira Gerência e. em funções administrativas. prestou Murgel serviços inolvidáveis. após quase vinte anos de permanência no interior. em 1941. em cuja Gerência. dois anos mais tarde. cuja Contadoria passou a exercer. administrador dotado de espírito público e de elevado gabarito moral – ao qual também tive a honra de servir. em 1942. costumava o Diretor Gudesteu Pires dizer e fê–lo por escrito. para onde fôra em 1928. sua . Em 1932. permaneceu durante seis anos. que seria difícil encontrar colaborador tão eficiente e zeloso. humanista. espírito perspicaz e experimentado. foi para Joinville. transitou pelas Gerências de Bauru e Niterói e. Grande conhecedor dos homens. ali exercendo. a vivacidade de seu pensamento. com aquela sobriedade de linguagem. sob a superior orientação daquele insigne Diretor. retornou à Contadoria de Franca. tornando–se conhecedor perfeito e entusiasta da prática do crédito especializado. voltou à Sede. requisitado pela Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. conseguiu realizar. como titular do cargo. que pude. mais tarde investido. em caráter interino.385 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Depois de transitar pelas funções de Contador e Gerente interino da Filial em Rio Preto. – jurista. tendo tido oportunidade de ocupar também a Gerência. como Leopoldo Murgel. finalmente. atributos de administrador exímio e de técnico perfeito. convivendo com Murgel. Já Conferente. o seu sonho da época. possuindo. melhor avaliar sua inteligência objetiva. nas suas três modalidades: agrícola.

nem conheci.. em toda a minha carreira. companheira das boas e más horas. Nossa vida funcional nunca é isenta de espinhos: ao lado das alegrias. que ora lhe fazemos. daí por diante. já com 27 anos de casa. esposa dedicada.. sofremos com as incompreensões e não faltam injustiças. Raramente observei tamanho poder de concentração no trabalho.] Subchefe em 1945. sua identificação total com as tarefas que lhe cabiam. penhor de nossa amizade. como a nossa. maior aversão ao desperdício de tempo.. interinamente. precisamente 37 anos – seria a ocasião mais propícia para a entrega. há tantos anos. de singela lembrança. sempre metódico. com seus méritos plenamente reconhecidos. do nosso reconhecimento e de nossa admiração. [. sujeita a influências e apetites de . atingia. das Carteiras de Exportação e Importação e de Crédito Geral. homenagear aquela que tem sido.FERNANDO PINHEIRO - 386 cultura profissional. Superintendente e Diretor. Quiseram também seus amigos. o posto de Chefe–de–seção e. Administrar bem é tarefa das mais árduas da empresa. ordenado. Muitas vezes somos triturados no choque dos interesses. nesta oportunidade. como as de Gerente de três Carteiras. [..] Meu caro Murgel: Entenderam seus admiradores que o ato simbólico de seu desligamento – ao cabo de uma jornada de quase quatro decênios. galgou as mais variadas e importantes comissões. todos têm momentos amargos. Chefe do Gabinete da Presidência. em 1949.

. nos incentivam. que nos retemperamos para a luta. participam de nossas aflições. a obra Enfoques da política agrária brasileira. em 27/1/1959. líder de associações de agronegócios. nos confortam. sem problemas. nos animam. no interior do Rio Grande do Sul. gerente. As nossas esposas. é inaugurada a Agência do Banco do Brasil. no momento em que lhe rendemos o preito de nossa admiração” (117) Ainda na gestão do presidente Sebastião Paes de Almeida (16/2/1956 a 3/6/1959). e Alcides Barbiero. nos idos de 1974. Assim. pela Editora São Paulo: Nobel – 181 pp. . Mário Kruel Guimarães. em Itaúna – MG. na presença de diretores do Banco do Brasil. pelo gerente Wilton Carvalheira Ramos. é a vez da cidade de Getúlio Vargas. em 13 de abril de 1959. Myriam – ligada a Murgel desde a primeira mocidade. subgerente [Revista AABB – Rio – 1959]. na grande generalidade dos casos. Na gestão seguinte. E é no recesso de um lar tranquilo. personificada bem o tipo ideal da esposa do funcionário do Banco do Brasil – pedimos licença para também ofertar pequena lembrança. lançou. em homenagem de despedida de Leopoldo Saldanha Murgel – Rio de Janeiro – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. acumulados em experiência na vida profissional. a D. receber a agência instalada pelos gestores Mário Kruel Guimarães.387 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL toda a sorte. Especialista em assuntos cooperativistas e crédito rural. (117) FERNANDO MONTEIRO (1905/1989) – in Discurso proferido.

chefe do FUNCI – Departamento do Funcionalismo. . apos. chefe–adjunto – FUNCI. Nos idos de 1955. George Rodrigues Siqueira. chefe–adjunto – DECON e de 3 inspetores do Banco do Brasil: Geraldo Pinto da Frota. poeta. secretário–de–gabinete – CAMIO. a nomeação dos funcionários: Edgar Silva – 21/9/1933. Paulo Costa Galvão. secretário–de–gabinete do diretor da CREGE – 3ª Zona [Revista AABB – Rio – 1959]. No mês seguinte. ocorreu a posse de João Baptista de Araújo – 23/9/1933. assistente jurídico – CAMIO. Paulo Oswaldo Carneiro Jung. romancista. exerceu o cargo de chefe do Serviço de Atendimento do Edifício Visconde de Itaboraí – Rio de Janeiro. José Perrone. Gilberto Leite Ribeiro. posse no BB: 18/10/1946. Eduardo de Castro Neiva. ensaísta. Ruy Carvalho [Revista AABB – Rio – 1959]. Patrono da Cadeira n° 3 da Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. era médico do Banco do Brasil. inspetor 20ª Zona – CREGE.FERNANDO PINHEIRO - 388 Em abril/1959.: 19/9/1969. Alfredo Mauricéa Filho (1903/1972).

e. Argentina. através da rede de agências no País. Bicalho era assistente do presidente Ovídio de Abreu. Bolívia. Inauguração das Agências do BB em Buenos Aires. A gestão do presidente Carlos Cardoso (6/10/1960 a 1/2/1961).389 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL CAPÍTULO 7 A gestão do presidente Maurício Bicalho (3/6/1959 a 6/10/1960). sucedendo a Tancredo Neves. Ampliação de operações. o advogado Maurício Chagas Bicalho toma posse no cargo de presidente do Banco do Brasil. como vimos. em 1958. Criação da Inspetoria de Agências do Exterior (IAGEX). de julho/1948 a dezembro/1950. diretor da Carteira de Redescontos. Anteriormente. dia 03 de junho de 1959. La Paz. em Brasília–DF. No . Política de diversificação do crédito. 1ª Reunião da Diretoria do Banco do Brasil.

Rivadávia Pessoa da Silva.FERNANDO PINHEIRO . chefe–de–gabinete do diretor da CACEX. José Alves Filho – 8/6/1942. Belmiro César de Moraes Tibau. Eduardo de Castro Neiva. Elisabeth Leivas Otero Ribeiro. Manoel Adonay dos Santos Peralta. Anteriormente. João Paulo dos Reis Velloso. . advogado – Paranaguá. inspetor – Recife.390 No dia seguinte (4/6/1959). secretário–de–gabinete do diretor – CREGE – 2ª Zona. Ney Serrão Vieira. em caráter interino. chefe–de–gabinete do diretor CREGE – 1ª Zona. Elpídio Araújo Neris. secretário do diretor CREGE – 3ª Zona. Letícia Freixeiro. Ainda em junho/1959. Nelson Barbosa de Souza. Fernando de Souza Oliveira. Theophilo Araújo. advogado – Campo Grande – MS. Paes de Almeida assume a Pasta da Fazenda por um período que vai até 31/1/1961. auxiliar–de–gabinete – PRESI. Em agosto/1959. subgerente – CACEX/Exportação [Revista AABB – Rio – 1959]. oriundo da Presidência do BB. Eleutério Proença de Gouvêa. Hélio Thompson. exerce o cargo ministerial por duas vezes: 19/9/1956 a 26/10/1956 e 28/11/1958 a 3/6/1959. secretário–de–gabinete do diretor da CREGE – 4ª Zona. assessora especializada CREAI/Aspla. sede. subassessor técnico – CAMIO [Revista AABB – Rio – 1959]. subassessor técnico – CAMIO. auxiliar–de–gabinete – PRESI. Joaquim Soares Pinheiro. ajudante–de–gabinete – PRESI. advogado (Jacarezinho). Jonas Antônio da Silva. Antônio Machado de Macedo. auxiliar–de–gabinete do diretor CAMIO. auxiliar–de–gabinete – PRESI. chefe–adjunto – FUNCI. inspetor – CAMOB. secretário– de–gabinete do diretor – COLON – Carteira de Colonização. Menelick de Oliveira. após a saída da Presidência do Banco do Brasil. Carlos Eduardo Dias de Souza Campos. ocorreram as seguintes nomeações: Carlos Borromeu Chaves.

ao centro (de terno preto). vale ressaltar a mensagem do presidente Maurício Chagas Bicalho: “No momento em que são tomadas as últimas providências para mudança da sede do Banco do Brasil para a nova Capital. a inauguração da Exposição dos Projetos das Obras do Banco do Brasil. (118) MAURÍCIO CHAGAS BICALHO. presidente do Banco do Brasil (3/6/1959 a 6/10/1960) – in Pronunciamento na abertura da Exposição dos Projetos de Obras do Banco do Brasil. em companhia de JUSCELINO KUBITSCHEK. presidente da República. prestigia a abertura da Exposição. em Brasília. a seguir. foi realizada. – Iconografia em nosso poder custodiada pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. O diretor da CREGE (4ª Zona). Pedreira de Freitas. com a supervisão do administrador Hélio Moura Lima. – Retrato original p & b – 14. . em 1° de setembro de 1959. presidente do Banco do Brasil (3/6/1959 a 6/10/1960). aberta ao público. a sua trajetória de propulsor da economia nacional. traduzindo os nossos votos para que em Brasília possa o Banco do Brasil continuar.391 Foto HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL n° 118 – BANCO DO BRASIL – 1/9/1959 – Exposição dos Projetos das Obras do Banco do Brasil em Brasília – DF – MAURÍCIO CHAGAS BICALHO. e de outras autoridades do governo. o presidente do Banco do Brasil se manifestou. desejamos dirigir uma mensagem aos funcionários. Na ocasião. Com a presença do presidente Maurício Chagas Bicalho. (118) A esse respeito.5 x 9 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. em Brasília – DF – 1/9/1959. fez as honras da Casa. apresentando as maquetes e desenhos arquitetônicos elaborados pelos engenheiros Ernesto Luís Greve e Samir Kuri. de improviso: “O esforço dessa brilhante equipe havido sido acompanhado por toda a Diretoria do Banco e não ficará sem um registro especial nos anais do Banco”.

Hugo Mário Oliveira de Boer. José Soares da (119) MAURÍCIO CHAGAS BICALHO. Ainda em setembro/1959.392 No Planalto Central do País. presidente do Banco do Brasil. advogado do Banco do Brasil em Paranaguá. ocorreu a nomeação de Francisco das Chagas Melo – 16/12/1942.FERNANDO PINHEIRO . chefe–de–gabinete do diretor – CAMIO. João Baptista Fortes de Carvalho. presidente do Banco do Brasil (3/6/1959 a 6/10/1960) – in Mensagem dirigida ao funcionalismo do Banco do Brasil a respeito da transferência da sede do Banco do Brasil do Rio de Janeiro para Brasília – DF. Maurício Chagas Bicalho. Jorge Chaves Camacho.. é designado para substituí-lo. inspetor – Carlos Chagas. e. Este prédio.UU. em seu lugar. José Leite Ribeiro. assume Carlos Cardoso.” (119) Em 19/9/1959. Hermes Gomes Barbosa. o moderno prédio que vai abrigar a sede do Banco evoca este antigo edifício. Maurício Bicalho ocupa interinamente o cargo de ministro da Fazenda. inspetor – Cruz Alta. que é esse conjunto da sua estrutura material e dos homens que fazem a sua grandeza. o velho casarão da Rua Primeiro de Março. inspetor – Mundo Novo. o novo há de continuar a trajetória. DC. e ambos simbolizam o Banco do Brasil no que tem de mais elevado e nobre. de onde no momento estamos nos dirigindo a todos os que trabalham neste Estabelecimento. inspetor – Corumbá. no período de 19/9/1959 a 15/6/1960. sede. sede. Diversas vezes. EE. é rico de tradições pelo que nele se construiu para o progresso e o fortalecimento de nossa Pátria. onde foi participar da Reunião de Governadores do Fundo Monetário Internacional. por motivo da viagem do ministro Sebastião Paes de Almeida à cidade de Washington. .

inspetor – 1ª Zona – Distrito Federal. com a presença do presidente do Banco do Brasil. ministro das Relações Exteriores do Brasil. inspetor – Vitória de Santo Antão. inspetor – 31ª Região – CREAI – São Paulo. perito de balanço – Agência Metr. Délio Pereira de Souza. inspetor – Distrito Federal [Revista AABB – Rio – 1959]. acompanhado de Bolitreau Fragoso. Norberto da Silva Rocha. diretor da Carteira de Crédito Geral. Alenon de Loyola Fleury. foi inaugurada. Olavo José da Silva. Vicente Andrade. advogado – Ipameri. embaixador do Brasil na capital argentina. Lucínio de Oliveira. sede [Revista AABB – Rio – 1959]. Murillo Maia Mendonça. Álvaro da Rocha Sundfeld. em 24/11/1959. inspetor – Natal. Argentina. inspetor – Santo Amaro. Miguel Arraes Filho. Francisco Normino de Souza. embaixador da Argentina no . Vale ressaltar a presença de Jorge Zaefferer Toro. secretário–de–gabinete diretor – CAMIO. Jorge Roux. Em solenidade presidida por Horácio Lafer. inspetor – Ubá. inspetor de câmbio e FIBAN – 7ª Zona – Curitiba [Revista AABB – Rio – 1959]. o general Nelson de Mello e diversas outras autoridades brasileiras e argentinas [Revista AABB – Rio – 1959]. Em novembro/1959. gerente da CAMOB.393 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Fonseca. Arthur Santos. Jorge Augusto dos Santos Cantanhede. inspetor 48ª Zona – CREGE – Florianópolis. subsecretário do Ministério da Economia da Argentina. secretário–de–gabinete do diretor – CREGE – 4ª Zona. José da Costa Neves Filho. Penha – Rio de Janeiro. No mês seguinte. a sucursal em Buenos Aires. advogado – CAMOB. Mário Baptista do Nascimento. Ramon Muniz. Plácido Iglesias. inspetor 17ª Região CREAI – Uberaba.

Henrique de Oliveira Duprat. Madeira. da indústria. encarregado de câmbio. Maurício Chagas Bicalho que pronunciou o seguinte discurso: “As tradicionais relações de amizade entre o Brasil e a Argentina são suficientes para assegurar a este ato realce indiscutível. como estabelecimento oficial do meu País. dadas as relações comerciais entre os dois países. presidente do Banco de La Nación Argentina. pela Carteira de Câmbio. o chanceler brasileiro Horácio Lafer passou a palavra ao presidente do Banco do Brasil. Oscar L. na sua acepção usual. Dr. pela Carteira de Comércio Exterior e pela Carteira de Redescontos. na inauguração. desempenha um papel múltiplo e relevante na vida brasileira. assume aspectos deveras interessantes. O Banco do Brasil. em companhia de meu eminente companheiro de Diretoria. chefe de serviços jurídicos [Revista AABB – Rio – 1959]. destinado este ao atendimento do comércio.FERNANDO PINHEIRO . Se considerarmos ainda a significação econômica do acontecimento. cada dia mais acentuadas e cada vez mais promissoras. representados pela própria Presidência. vice-presidente do Banco Central. cônsul-geral do Brasil [Revista AABB – Rio – 1959]. a inauguração que ora tenho a honra de realizar.394 Brasil. e Afonso Palmeiro. É ele um complexo de Banco Central. gerente. Jorge Robirosa. Por isso mesmo. . O quadro da agência portenha. da lavoura e da pecuária. Arthur Santos. e de Banco privado. Eusébio Campos. na sua constituição abrange órgãos governamentais. sendo os principais cargos ocupados por Werther Teixeira de Azevedo. Ao encerrar a abertura da solenidade. foi constituído de 48 funcionários.

porque pode o Banco do Brasil ser um fator supletivo ponderável no importante intercâmbio comercial existente entre as nossas Nações. na Bolívia. . exercendo ainda suas atividades nas Repúblicas irmãs do Paraguai e do Uruguai. que o Banco do Brasil é o delegado do Tesouro Nacional para o desempenho das tarefas financeiras da Fazenda Nacional. houve por bem o presidente Juscelino Kubitschek determinar todas as providências necessárias à extensão do Banco do Brasil até Buenos Aires. não só para o crescimento das nossas relações de amizade e comerciais. e. brevemente. Realmente. existem os financiamentos e empréstimos de ordem geral e de incentivo à colonização. Assinalo. Ponderando sobre esses aspectos. como também para melhoria da sua formulação. ainda. e a segurança dos Bancos privados. dispondo de uma rede de 500 agências no interior do País. quanto ao que se refere à política econômico-financeira do governo. tanto no que tange ao encargo de reunir a receita e a despesa públicas. assinalando Sua Excelência que visava com isso incrementar os fraternos laços de amizade argentino-brasileira e fortalecer os vínculos comerciais das duas grandes Pátrias.395 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL organismos destinados a desempenhar e reger as relações do comércio de divisas e de bens. Este esboço sintético da estrutura do Banco do Brasil é feito para realçar diante de nossos amigos da Argentina o alto significado deste ato. que marca o inicio das atividades de um estabelecimento que muito pode fazer. Ao lado desses organismos. a inauguração da sucursal de Buenos Aires reveste-se de especial relevância.

também. no Brasil. de nobre. fato que registro com especial agrado. Esses são os nossos votos e os nossos desejos. corresponde à presença dos dois Bancos oficiais em cada um dos nossos países. Rendemos às suas memórias as homenagens do nosso respeito e do nosso apreço. significando o alto sentido da inauguração que ora se processa para o ativamento das relações entre brasileiros e argentinos. . a honra com que o Banco do Brasil é distinguido neste momento. e hoje Ministro da Fazenda. Sebastião Paes de Almeida. Este duplo e recíproco procedimento dos governos dos nossos países por si só mostra o quanto de elevado. O Banco do Brasil em Buenos Aires tem sua direção entregue a antigos e dedicados funcionários do seu quadro e conta ainda com valiosos elementos recrutados nos meios bancários argentinos. e do Embaixador brasileiro. e do Barão de Mauá. Nesta hora. fundador do Banco de La Nación. de incentivador. Cabe-me assinalar. temos que mencionar o próximo inicio das atividades. Bolitreau Fragoso. cabe-me invocar as figuras marcantes do Doutor Carlos Pellegrini.396 A ideia do governo brasileiro encontrou no então Presidente do Banco. do Banco de la Nación. Dr. fazendo com que justas esperanças tenhamos no êxito desta iniciativa. com as eloquentes presenças do Ministro das Relações Exteriores. Doutor Horácio Lafer. o seu propulsionador. Paralelamente ao encetamento das atividades do Banco do Brasil nesta grande e formosa metrópole. o grande propulsionador das então incipientes atividades bancárias e de comércio internacional do meu País.FERNANDO PINHEIRO . Sr.

formulando os mais ardentes votos pela prosperidade da nobre nação argentina”. JÚLIO MONEDA e GALVÃO. RAUL GAMEIRO. JOVIANO JARDIM. e reinaugurada em 24/11/1959. enc. gerente 1959 Henrique de Oliveira Duprat. (maio a set. Argentina. rejubilo-me neste ensejo e congratulo-me com as altas autoridades argentinas aqui presentes. A. . contador 1922/1926 Homero Borges da Fonseca 1922 Werther Teixeira de Azevedo. – Na retaguarda. a seguir mencionados [Almanaque do Pessoal – 1964. subg. estão os contínuos e porteiros em traje profissional [Revista AABB – Rio]. inicialmente em 1922. inaugurada. bem como Almanaque do Pessoal dos idos de 1965 a 1982]: Foto n° 2 – BANCO DO BRASIL – Buenos Aires – Argentina – 28/3/1922 – Retrato em grupo no qual vemos: CASEMIRO MONTENEGRO. ch-serv. HONÓRIO FERRAZ. foi administrada pelos funcionários. encerrada em 1924. OSWALDO PORTO.) 1963 (120) MAURÍCIO CHAGAS BICALHO. às quais agradeço sua honrosa e alentadora presença. em 29/11/1959. jurídicos 1959 Theóphilo Araújo. BUENOS AIRES – ARGENTINA (1922/1926) e reinaug.) 1963 Albano Augusto Petry (posse em out. ATHAULPHO GUIMARÃES. (120) A Agência de Buenos Aires. PEREIRA JORGE.397 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em nome do Banco do Brasil e interpretando os sentimentos do governo do meu País. Argentina. 1959 Alcides da Costa Guimarães 1922 Júlio da Silva Moneda 1922 Joviano Rodrigues de Moraes Jardim. ALCIDES DA COSTA GUIMARÃES. da Agência do Banco do Brasil. gerente 1961 Aguinaldo Gonçalves Beninatto. presidente do Banco do Brasil (3/6/1959 a 6/10/1960) – in Discurso de inauguração. Madeira. em Buenos Aires. HOMERO BORGES DA FONSECA. câmbio 1959 Oscar L.

gerente 1964 Albano Augusto Petry. subgerente 1967 Antenor Irineu Puntel. comptroller 1982 Reginaldo Paschoalino Medeiros. gerente–adjunto 1971 Emanuel Exposto – 24/2/1955. gerente–adjunto 1980 Augusto Canellas Monteiro de Castro. gerente–adjunto 1972/1973 Antenor Irineu Puntel. subgerente 1976/1977 Rogério Eduardo Schmitt. gerente–adjunto 1978 José Carlos de Carvalho Tinoco. gerente–adjunto 1977 Francisco Roberto Schuck. gerente–adj. 1975/1976 Renato Inácio Mayer. gerente–adj. gerente 1974/1975/1976/1977 Ernani Schmitt . comptroller 1982 Paulo Benjamin Cordenonsi 14/10/1981 a 31/01/1988 Doraldo Gomes Thompson. gerente 1985 . subgerente 1967 Waldemar Nogueira – 10/6/1946. gerente–adjunto 1973 Heraldo Quintella Vianna. maio/1982 a 1984 Affonso Llopart Corrêa. subgerente 1975/1976/1977 Otto Werner Nolte. gerente 1978/1983 Breno Wanderley. subgerente 1964/1967 Ruyter de Faria Martini. subgerente 1971 Heraldo Quintella Vianna. subgerente 1964 Vinicius Ferraz Machado. subgerente 1981 Ernani Schmitt – 18/3/1957. gerente–adj.398 BUENOS AIRES – ARGENTINA (1922/1926) e reinaug. gerente 1971/1972/1973 Carlos Gerhard Duren. gerente–adjunto 1981 Luiz Gonzaga Vianna Camargo.18/3/1957. gerente–adjunto 1964 Sylvio Vieira de Carvalho.FERNANDO PINHEIRO . 1978 Mauro Machado Borges. gerente 1979/1980 Francisco Roberto Schuck. gerente 1967 José Almir Castro de Souza. subgerente 1971 José Carlos Madeira Serrano. subgerente 1981/1983 Bolivar Jorge Ottoni. subgerente 1972 Heraldo Quintella Vianna. gerente 1981/1983 Sílvio Leal de Oliveira. 1959 Dinar Goyheneix Gigante.

subgerente. Cardoso Maria Izilda Ferreira (1922/1926) e reinaug. com o Curso de Relações Humanas e o Curso de Análise de Balanços. Na Gerência de Operações de Câmbio (GECAM). à época. ministrados no Restaurante do Edifício Visconde de Itaboraí. em 1959. Ivan D´Oliveira. Affonso Llopart Corrêa Antônio Machado de Macedo Aladir Vitola – 26/4/1963 Nestor Fetter . Após algumas tentativas dentro da Empresa. gerente e Avá da Silva Bessa. Rio de Janeiro.399 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL BUENOS AIRES – ARGENTINA Fabrício Ortiz – 29/10/1964 Roberto Dias Pereira Nei Corrêa de Matos. . o ensino recrudesce. a Carteira de Câmbio da Direção Geral do Banco do Brasil era dirigida pelo diretor Paulo Afonso Poock Corrêa. 1959 27/02/1985 a 05/09/1988 31/03/1986 a 10/01/1990 29/02/1988 a 14/04/1991 29/08/1988 a 14/04/1991 22/02/1989 a 14/04/1991 26/05/1992 a 03/08/1995 01/11/1993 a 20/06/1995 22/11/1993 a 23/01/2000 26/06/1995 a 27/11/1996 24/07/1995 a 12/08/2001 01/08/1997 a 04/08/2002 22/11/1999 a 28/02/2002 26/06/2001 a 25/05/2003 27/03/2002 a 04/09/2003 03/06/2002 a 04/05/2003 18/03/2003 a 99/99/9999 25/03/2003 a 99/99/9999 17/03/2003 a 99/99/9999 Nos idos de 1959. o mais importante prédio do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1959]. gerente–adj.25/4/1966 Hélio Testoni – 9/1/1968 Carlos Armando Pacheco Garcia Fernando Magno Pompeu Campos Gustavo Carim Paiva Iamin Evandro Lopes de Oliveira Maria Auxiliadora Bousquet Carneiro Luiz Carlos de Brito Lourenço Marcelino Tameirão Machado Carlos Alberto Carvalho Paiva Alexandre Ronald A.

Nelson da Silva Fernandes. CREGE – Londrina. inspetor – Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. contador. contador. gerente. José de Melo Messias. inspetor – Distrito Federal [Revista AABB – Rio – 1959]. gerente CAMIO. inspetor – 8ª Região CREAI – Maceió. Vale assinalar o nome dos funcionários que exerceram cargos comissionados nas agências [Revista AABB – Rio – 1950. secretário–de–gabinete da Gerência da Agência Central – DF. inspetor – 15ª Zona – CREGE – Ilhéus. Aracaju – SE – 1950 – Humberto da Silva Menezes. idos de 1951 a 1959]: Agência Central – DF – 1950 – Antônio de Almeida Santos. Alagoinhas – BA – 1950 – José de Melo Messias. José Vieira Lessa. Thelmo Dantas Motta. Aristides Dalia de Melo. a Direção Geral fez as seguintes nomeações: Ayrton Batinga de Mendonça. Francisco Magalhães Martins. Mário Vairão. Areia – PB – 1950 – Luzimar Teixeira de Oliveira. bem como Revistas AABB –Rio. Eleutério Proença de Gouvêa. contador. gerente Agência Centro do Recife – PE. Almenara – MG – 1950 – José Pedro de Carvalho Primo. Lafaiette Valle. gerente (gestão iniciada em setembro/1950). chefe–de–gabinete da Gerência. gerente (gestão iniciada em novembro/1950). gerente. .400 Em dezembro/1959. inspetor – 45ª Zona. subgerente FIBAN. Eraldo Seraphico de Souza. Antônio Gurgel Costa Nogueira. contador. gerente. Clóvis Facundo de Castro Menezes. Aimorés – MG – 1950 – Geraldo Aleixo de Oliveira. inspetor.FERNANDO PINHEIRO . Andradina – SP – 1950 – Gilberto Leite Ribeiro.

Capela – SE – 1950 – Antônio da Fonseca Neto. João Gonçalves de Carvalho. Bela Vista – MS – 1950 – José de Ribamar Soares. falec. gerente. contador. contador. Mário Pereira das Neves. Silvério Cerveira. 22/2/1959). Bebedouro – SP – 1950 – Emmanuel da Silva Fontes. gerente. Bragança Paulista – SP – 1950 – Nelson Ruiz Affonseca. Botucatu – SP – 1950 – Lauro Monteiro Moço. contador. gerente. Belo Horizonte – MG – 1950 – Carlos Prates Filho.401 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Avaré – SP – 1950 – Zinneu Álvaro Floret. gerente. gerente (posse no BB: 10/4/1924. contador. Cajazeiras – PB – 1950 – Robinson Marsiglia de Oliveira. Botafogo – Metr. gerente. . Barretos – SP – 1950 – Oswaldo Fernandes. Caetité – BA – 1950 – Antônio Almino de Alencar Filho. contador (ocasiões distintas). José Rafael Cartaxo. Cafelândia – SP – 1950 – Rinaldo Bastos Vieira. Belém – PA – 1950 – Sebastião Albuquerque Vasconcelos. contador. contador. Antônio Leite Oliva. Campina Grande – PB – 1950 – Severino Toscano Carneiro. gerente. gerente. contador. Campo Belo – MG – 1950 – Mário Carvalho – 14/10/1943. contador. contador. contador. contador. gerente. RJ – 1950 – Celso Silvério dos Reis. contador. Francisco da Gama Netto. gerente. Bom Jesus de Itabapoana – RJ – 1950 – João Caldellas dos Santos. Barbacena – MG – 1950 – Nelson Gorgulho Nogueira. Cantagalo – RJ – 1950 – Mário Vaz de Almeida e Albuquerque. contador. Bariri – SP – 1950 – Fernando Domingues da Silva. gerente.

Natanias Ribeiro von Sohsten. contador. gerente. Renato Fernandes Santos. contador. gerente. Antônio Affonso de Miranda. contador. Codó – MA – 1950 – Walter Nova da Costa. contador. Caruaru – PE – 1950 – Gerardo Pinto da Frota. José de Oliveira Rocha. gerente. gerente. Guiratinga – MT – 1950 – Almir Machado – 8/3/1944. Itapetininga – SP – 1950 – Eduardo Soares Teixeira. gerente. Itabuna – BA – 1950 – José de Melo Messias. inspetor. Wilson Povoa Manso.FERNANDO PINHEIRO . gerente.402 Carangola – MG – 1950 – Eduardo Soares Teixeira. Catanduva – SP – 1950 – Octacílio Pimenel – 18/8/1925. contador (ocasiões distintas). contador. contador. gerente. Chavantes – SP – 1950 – Jair Corresen. contador. Ademaro Gay Teixeira. Dom Pedrito – RS – 1950 – Sandálio Alves Farias. Estância – SE – 1950 – Almir Olivieri. Cruzeiro do Sul – AC – 1950 – César da Gama Filho. gerente. Glória – Metr. contador. . contador. Itaberaba – BA – 1950 – Renato Diniz de Carvalho. RJ – 1950 – Eugênio Walter de Oliveira. Juiz de Fora – MG – 1950 – José Valle da Fonseca. Carolina – MA – 1950 – Rui de Oliveira Pantoja. gerente. gerente. gerente. contador. Jairo Jucá. Guarabira – PB – 1950 – José Vieira Lessa. Iguatu–CE – 1950 – Antônio Lopes Lins. Itabaiana – PB – 1950 – Elyseu Lyra. gerente. gerente. contador. Lúcio Ribeiro Mascarenhas. gerente. Jaú – SP – 1950 – Deusdedit Freitas de Almeida. contador. Franca – SP – 1950 – Arnaldo Nogueira – 10/12/1936.

contador. Luzilândia – PI – 1950 – Wilson Ferreira Sobral. chefe de serviço. gerente. Manaus – AM – 1950 – João Brasil de Mesquita. José Freire de Aguiar. contador. Muriaé – RJ – 1950 – Luiz Raimundo Gomes. Waldemar de Souza Guimarães. contador. contador. Pedreiras – MA – 1950 – José de Oliveira Pantoja. gerente. Monte Aprazível – SP – 1950 – Benedito Luiz Ferreira da Silva. contador. gerente. gerente. contador. gerente. Benedicto Fonseca e Souza. contador. Edgar Bacelar de Rezende. Ariosto de Belli. contadores (ocasiões distintas). Macaé – RJ – 1950 – José Aristeu de Carvalho. Pará de Minas – MG – 3/11/1950 – Juarez Carlos Mourão. gerente (gestão iniciada em setembro/1950). Amilcar Leonello Ziller. Lins – SP – 1950 – Luiz Monteiro de Carvalho e Silva. gerente. Aloysio Mattos Rego.403 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Lençóis – BA – 1950 – Clóvis Moreno Jardim. contador. Patos – PB – 1950 – Severino Bezerra França. Arnóbio Rosa de Farias Nobre. gerente (gestão iniciada em setembro/1950). Maceió – AL – 1950 – Sérgio Teixeira Goes. gerentes (ocasiões distintas). Isnard Fernandes Uchôa. Matão – SP – 1950 – Antônio Lopes Lins. Monteiro – PB – 1950 – Euclides Cardoso Xavier. Londrina – PR – 1950 – José Freire de Aguiar. Macapá – AP – 1950 – Raimundo Araújo Maranhão. Palmares – PE – 1950 – Glauco Antônio Estevam de Oliveira. inspetor. gerente. . Pederneiras – SP – 1950 – Antônio Galvão de Miranda. contador. gerente. contador. Almir D´Oliveira Corrêa.

Tupã – SP – 1950 – Jofre Franco Bicalho. contador. Luiz Raymundo Gomes. gerente. Francisco das Chagas Soares Lima. contador. gerente. contadores (épocas distintas). gerente. Dion Souto Villar. contador (ocasiões distintas). contador . RJ – 1950 – Hélio Thompson – 4/3/1929. Serra Talhada – PE – 1950 – Marcus Vinicius da Silva. Ribeirão Preto – SP – 1950 – Stênio Costa Correia. contador. João de Amorim Rêgo – 12/10/1933. São Luís – MA – 1950 – Oldyr Nogueira Vinhaes. contador. Santarém – PA – 1950 – Irineu Guedes Muniz. contador. . contador. gerente. São José do Rio Pardo – SP – 1950 – Mário Signorelli – 7/6/1941. gerente (ocasiões distintas). contador. Serrinha – BA – 1950 – Mário Stemi Galeti. contador. contador. contador. contador. Waldemar Tapajós Fernandes. Tijuca – Metr. Salvador – BA – 1950 – Renato Navarro Brito. Pirajuí – SP – 1950 – José Francisco Frazão. Taubaté – SP – 1950 – José da Costa Neves Filho.404 Piracicaba – SP – 1950 – Alexandre Valvano – 5/1/1928. Piracuruca – PI – 1950 – Ênio Mota Gueiros. contador. Piraju – SP – 1950 – Benedicto Pio da Silva. gerente. Quaraí – RS – 1950 – Aristides Gaspar de Oliveira Filho. Isidro de Faria. São José do Rio Preto – SP – 1950 – Paulo Pereira Barreto. Porto Alegre – RS – 1950 – José Maria Rodrigues de Bittencourt Reis. São João Del Rei – MG – 1950 – Amynthas Novaes.FERNANDO PINHEIRO . contador. gerente.

Votuporanga – SP – 1950 – Arnaldo de Oliveira – 22/1/1962. gerente. Aracaju – SE – 1951 – Delorisano Gonçalves Bastos. gerente. . contador. gerente. gerente. gerente. contador. Tito Carneiro Leal. contador. gerente. Álvaro Garjulo D´Almeida. União dos Palmares – AL – 1950 – José Pereira Alves. Arcoverde – PE – 1951 – Oscar Olímpio de Araújo. Andradina – SP – 1951 – Gilberto Leite Ribeiro. Bagé – RS – 1951 – Darci Luís Quintana. Humberto Celso Aranha. contador. Araxá – MG – 1951 – Antônio Campolina França. Urbano Batista Brandão. contador. Aquidauana – MS – 1951 – Euclides Aderaldo Chaves. inspetor. gerente. Almenara – MG – 1951 – Georges Pereira de Siqueira. gerente. Uberaba – MG – 1950 – Hercílio Martins da Silveira. contador. União da Vitória – PR – 1950 – Paulo José de Carvalho. Alegrete – RS – 1951 – Pedro Oto da Silveira. contador. gerente. gerente. contador. gerente. Antônio Almino de Alencar Filho. Vitória da Conquista – BA – 1950 – Leocádio Ferreira Pereira. contador. Assis – SP – 1951 – Omar Guanabarino Freiria. contador. contador. Luiz Lopes Castelo Branco. gerente. Araçatuba – SP – 1951 – Dário Lorenzi. gerente. Ademar Arruda Alencar. contador. Assu – RN – 1951 – José Nazareno Simonetti.405 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ubaitaba – BA – 1950 – José Fontes Ferreira. gerente (épocas distintas). Ariosto Loureiro da Silva. Vitória de Santo Antão – PE – 1950 – Coriolano Malincônico. Carlos Salerno.

contador. SP – 1951 – Orlando Baldi. Barretos – SP – 1951 – Alberto Vitor de Magalhães Fonseca. contador. contador (ocasiões distintas). contador.406 Barbacena – MG – 1951 – Elias Carneiro de Paiva. Caetité – BA – 1951 – Silvério Cerveira. Cáceres – MT – 1951 – Licínio Passarelli. Cachoeira do Sul – RS – 1951 – Joubert Masseron Giacobbo. Bariri – SP – 1951 – Agenor Mendes – 25/1/1940. João Gomide Júnior. Bosque da Saúde – Metr. Bragança – PA – 1951 – Raimundo Nonato de Castro. contador. Ademaro Gay Teixeira. Nilo Brasil. gerente. gerente. Botucatu – SP – 1951 – José Nunes de Barros. gerente. contador. gerente. inspetor. Bela Vista – MS – 1951 – José Manoel Piragibe Carneiro. Herondino Silveira d´Ávila. contador. gerente.FERNANDO PINHEIRO . . gerente. contador. Cabo Frio – RJ – 1951 – Oto de Souza Dreer. contador. gerente. gerente. contador (posse no BB: 18/1/1933). Barra – BA – 1951 – Mário Gonçalves de Amorim. Boa Esperança – MG – 1951 – Jayme Guedes Monte Alegre. SP – 1951 – Antônio Anacleto Spínola e Castro. Bicas – MG – 1951 – Manoel de Almeida – posse no BB: 10/3/1938. Paulo Bastos. contador. gerente. Walter Machado. contador. contador. Antônio Almino de Alencar Filho. José Ribamar Soares. gerente (épocas distintas). Caicó – RN – 1951 – Antônio Lins. gerente. Bebedouro – SP – 1951 – Emanuel da Silva Fontes. Brás – Metr. gerente. Artur da Silva Leandro.

Carangola – MG – 1951 – Othello Brasileiro Villarinho Cardoso. gerente. contador. gerente. inspetor. Washington Lacerda. contador. Mário Brisola Ferreira. chefe da Creai. Carolina – MA – 1951 – Haroldo Guimarães de Souza. João Pereira de Moraes. gerente. inspetor. contador (em 1964. Robinson Marsiglia de Oliveira. advogado. Catanduva – SP – 1951 – Ítalo Zaccaro. inspetor da CREGE). Mucius Clack da Silva Costa. inspetor. contador. gerente (em 1964. Campinas – SP – 1951 – Dario Raphael Tobar. inspetor da CREGE). contador. gerente. José Vieira de Matos. contador (em 1964. Cataguases – MG – 1951 – José Rodolpho Barroso. nomeado gerente da Agência Palmeira dos Índios – AL. João Castelo Branco de Araújo. gerente (ocasiões distintas). Campos – RJ – 1951 – José Corrêa e Castro. RJ – 1951 – Isaac Mendes Sobral. contador. contador. Sérgio Teixeira Goés. Mariano José de Barros da Silva. gerente. gerente. Caxias – MA – 1951 – Antônio Castelo Branco da Cruz. contador. contador. contador. subgerente da Agência Carangola –MG). Campo Grande – MS – 1951 – Henrique Alberto de Medeiros. João Gomyde Júnior. contador. Campo Grande – Metr. Caruaru – PE – 1951 – Gerardo Pinto da Frota. Codó – MA – 1951 – Walter Nova da Costa. Heraldo Alves Costa. Campina Grande – PB – 1951 – Humberto de Miranda Peregrino. Waldemar Ângelo do Amaral. .407 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Cajazeiras – PB – 1951 – Vital Soares Pinheiro Joffily.

Estância – SE – 1951 – Luiz Nunes – 25/11/1938. contador Foz do Iguaçu – PR – 1951 – José Leite Ribeiro. Dom Pedrito – RS – 1951 – José Rubens de Faria Cidade. Alceste Loiola Caminha. Constâncio Alves de Castro. RJ – 1951 – João Batista de Abreu. gerente (ocasiões distintas). Florianópolis – SC – 1951 – Boanerges de Menezes Caldas. Glória – Metr. Goiás – GO – 1951 – Delmindo Mota. contador. contador. Guarabira – PB – 1951 – Hilário Camelo de Araújo. contador. gerente. gerente. contador. . Fortaleza – CE – 1951 – Humberto Barroso. contador. contador. Garanhuns – PE – 1951 – Flamine Siqueira. contador. Cuiabá – MT – 1951 – José Calazans Pereira da Silva. gerente. contador. gerente. Erechim – RS – 1951 – Eliezer Miranda Silva. contador Goiânia – GO – 1951 – José Rodrigues de Freitas. gerente. gerente. Tito Carneiro Leal. gerente. gerente. Cratéus – CE – 1951 – José Esmeraldo Barreto. Iguatu – CE – 1951 – Hélio de Miranda Barros. contador. gerente. Duque de Caxias – RJ – 1951 – Nelson Fernandes Santiago. Feira de Santana – BA – 1951 – José de Melo Messias. Ipameri – GO – 1951 – Cecílio José Daher.408 Corumbá – MS – 1951 – César Bustamante Coutinho. Walim Kalil Nasser. Guarapuava – PR – 1951 – Antônio Malachini. contador. gerente. gerente. Domingos Ribeiro de Mesquita. Floriano – PI – 1951 – Benedicto Fonseca Ferreira. gerente.FERNANDO PINHEIRO . contador. Rivadávia Bahia Viana.

Jequié – BA – 1951 – Antônio Lamenha Júnior. Itabaiana – ES – 1951 – José Teotônio de Carvalho. Lapa – Metr. gerente. gerente. Joaçaba – SC – 1951 – Alvino Luchesei. Januária –MG – 1951 – José Saad. contador. Orlando Baldi. SP – 1951 – José Felizatti. gerente. Itapira – SP – 1951 – Cid dos Santos Antão. SP – 1951 – Natalino Eugênio de Oliveira Menezes. contador. gerente. Itaperuna – RJ – 1951 – Antônio Vargas Nogueira. João Pessoa – PB – 1951 – Alzir da Silva Leal. contador.409 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ipiranga – Metr. contador. Jacarezinho – PR – 1951 – Oswaldo Lopes do Nascimento. gerente. contador. contador. contador. Conrado Paulo Hagemann. José Zancul. Octávio de Araújo – 3/3/1942. Itabuna – BA – 1951 – Humberto Moreira Riela da Fonseca. gerente. advogado. Antônio Malachini. contador. à época. Itaberaba – BA – 1951 – Antônio da Costa Moraes Júnior. Pedro Paulo Pedroso. gerente nomeado para Agência Itajaí–SC. Carlos Francisco Sales. gerente. gerente. contador. Benedicto de Gouveia Serra. contador. Armando Romeu Brancaglion. contador. contador. Severino Alves Ayres. contador. Jaguarão – RS – 1951 – Cândido Maduell. Osvaldo Loureiro das Neves. contador. Itapetininga – SP – 1951 – Eduardo Soares Teixeira. gerente. Joinville – SC – 1951 – José Antônio Navarro Lins. contador. . gerente. para Guarapuava – PR. Jacobina –BA – 1951 – Antônio Augusto de Lima. contador transferido. Irati – PR – 1951 – Guilherme de Lara Júnior.

gerente. RJ – 1951 – Antônio Magalhães dos Reis. Madureira – Metr. gerente. Maracaju – MS – 1951 – José Machado – 3/2/1940. Manaus – AM – 1951 – Loris Valdetaro Cordovil. gerente. contador. advogado. Macapá – AP – 1951 – João Elias Nazaré Cardoso. Monteiro – PB – 1951 – Raul Teixeira do Rego Barros. Palmares – PE – 1951 – João Bosco Bezerra da Luz. contador (épocas distintas). Limoeiro – PE – 1951 – Artur Vieira Araújo. contador. contador. Londrina – PR – 1951 – Alberto Vitor de Magalhães Fonseca. Lucas Bohrer. Livramento – – 1951 – Roque Jacques Pibernat. Novo Hamburgo – RS – 1951 – Egon Kroeff. Palmeira dos Índios – AL – 1951 – Heraldo Alves Costa. .FERNANDO PINHEIRO . gerente. Nelson Roversi Forattini. contador. contador. Mogi das Cruzes – SP – 1951 – Francisco Medina Coeli. contador. Paraguaçu Paulista – SP – 1951 – Evandro de Oliveira Mello. Cial Brito. contador. Oscar Duarte de Carvalho. gerente. Virgílio Cabral Melo. contador. gerente. contador. contador. César Dantas Bacellar Sobrinho.410 Lençóis – BA – 1951 – Carlos Augusto Silva. contador. contador. Nova Granada – SP – 1951 – Carlos Martineli. contador. Nova Iguaçu – RJ – 1951 – Adahyil Nogueira da Gama. gerente. contador. contador. Óbidos – PA – 1951 – Ilton Hemetério dos Santos. contador (épocas distintas). Limeira – SP – 1951 – Armando Drummond Cadaval. Maceió – AL – 1951 – Miguel Falcão de Alves. José Raul Vila. gerente. Luís Ivani de Amorim Araújo.

contador. subgerente. Rio Grande – RS – 1951 – Américo Papaléo. contador. de Mello. Resende – RJ – 1951 – Benedicto de Oliveira. Quixadá – CE – 1951 – Nemésio Bezerra Filho. gerente. Ponte Nova – MG – 1951 – Fuad Farhat. contador. Pirajuí – SP – 1951 – José Djalma da Silva Mattos. contador (épocas distintas). RJ – 1951 – Mário Batista do Nascimento. gerente. contador. contador. . contador. SP – 1951 – Otto Moreira Porto. Wilson Pereira Frazão. Propriá – SE – 1951 – Antônio Victorino dos Santos Júnior. Penedo – AL – 1951 – José Teixeira Rio Branco. Petrópolis – RJ – 1951 – Raimundo Joaquim do Lago. contador. gerente. gerente. Penha – Metr. Pelotas – RS – 1951 – José Fonseca de Oliveira. Jonatan Raimundo Cerqueira do Nascimento. contador. RJ – 1951 – Antônio Degow. gerente. Porto Alegre – RS – 1951 – Luiz Jansson. contador. contador. José Alves Pereira da Silva.411 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Pedra Azul – MG – 1951 – Manoel Fernandes de Lima. João Martins Teixeira Rodrigues. assistente jurídico. Ramos – Metr. contador. Rio Branco – AC – 1951 – Aristides Dália Ivan Sobral Vieira Arcoverde. gerente. gerente. Recife – Agência Centro – PE – 1951 – Satyro Ivo da Silva Júnior. gerente. Fausto Bissolati Sant´Ana. contador. Rancharia – SP – 1951 – Clarindo Brandão. gerente (posse no BB: 30/6/1938) Ribeirão Preto – SP – 1951 – Simplício Moura Filho. contador. Porto Velho – RO – 1951 – Manoel Dias de Souza Cruz. Penha – Metr.

São Mateus – ES – 1951 – Nilo Targino Teixeira. gerente. gerente. Rio Verde – GO – 1951 – Antônio Barcelos. contador. falec. Serra Talhada – PE – 1951 – Antônio Jácome de Araújo. José Antônio de Menezes. gerente. contador. Santos – SP – 1951 – Cândido de Azeredo Filho. Santo Antônio – Metr.FERNANDO PINHEIRO . contador. Serrinha – BA – 1951 – Vicente Fernandes. gerente. gerente. Santo Ângelo – RS – 1951 – Ernani Anicet. São Carlos – SP – 4/11/1951 – Deusdedit Freitas de Almeida. São João da Boa Vista – SP – 1951 – Luiz Baptista Torres. contador. subgerente. Clóvis Alves Pfeifer. gerente. Salvador – Agência Centrro – BA – 1951 – Renato Navarro Brito. gerente. PE – 1951 – Lucínio de Oliveira.412 Rio Pardo – RS – 1951 – Sylla Barros da Silva. São José dos Campos – SP – 1951 – Octacílio Pimentel. Alberto de Andrade Ribeiro Dantas. subgerente. diretor da Carteira de Crédito Geral. Érico Corrêa – 28/7/1941. gerente. São Borja – RS – 1951 – Aldo Ibanos. Santa Vitória do Palmar – RS – 1951 – Godofredo Fay Neto. contador. Miguel Arraes Filho. RJ – 1951 – Eugênio Guardiola Veloso. gerente. São Luís – MA – 1951 – Benedito Fonseca e Souza. . contador. Saúde – Metr. José Estefno. gerente. gerente (ocasiões distintas). gerente. Rio do Sul – SC – 1951 – Edi Silva. contador. gerente. 17/7/1955). Carlos Mota Rodrigues. gerente. São Leopoldo – RS – 1951 – Luiz Rodrigues Cardozo. contador. Eurico Rodrigues de Barcelos. gerente (posse no BB: 18/8/1925. gerente. Gualter Otaviano Ferreira.

contador. contador. gerente. Sobral – CE – 1951 – José Carvalhedo Filho. Ruy Marques – 7/5/1941. gerente. Henrique Pena Lacourt. Uberlândia – MG – 1951 – José Leite da Silva. gerente. advogado. gerente. Hermilo Chrispim Vieira. Augusto Emílio Estelita Lins. contador (épocas distintas). Otávio Mazzoni de Andrade. ajudante–de–serviço na Agência de Salvador – BA. administradores. contador (em 1964. João Bosco Bezerra da Luz. chefe–de–serviço na Agência de Maceió – AL). Lund Maia. advogado. gerente (posse no BB: 25/9/1940). gerente. Luiz Jansson. Carlos Alberto da Luz e Silva. gerente. Raymundo Ventura. contador.413 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Simão Dias – SE – 1951 – José Ferreira de contador. Araújo Costa. gerente (ocasiões distintas) Uruguaiana – RS – 1951 – Dirceu Cachapuz de Medeiros. inspetor. José de Sousa Lima – 28/12/1939. Vitória – ES – 1951 – Hylson Sarmento Batalha. João Vieira de Matos. contador. União – PI – 1951 – José de Oliveira Pantoja. Tapes – RS – 1951 – Edgard Christiano Volkmann. Nos idos de 1964. Taubaté – SP – 1951 – José da Costa Neves Filho. União dos Palmares – AL – 1951 – Manoel de Almeida – 10/3/1938. gerente. gerente. Eduardo Rodrigues Duarte. Miguel de Arruda Furtado. . contador. Rodolfo de Almeida e Albuquerque. nomeado gerente de Alegrete–RS. Vinício Marsiaj. o gerente que se despedia da agência. Tubarão – SC – 1951 – José Gaspar de Oliveira. gerente. contador. Viçosa – AL – 1951 – Wilson Vieira Jatobá.

Francisco de Assis Collares Moreira. contador (posse no BB: 19/7/1921. Carlos Vale Longo. contador (épocas distintas). contador. Alagoinhas – BA – 1952 – Thelmo Dantas Motta. Aquidauana – MS – 1952 – Euclides Aderaldo Chaves. Vicente de Oliveira – 3/1/1940. cargo criado na gestão do presidente Ricardo Jafet). Alfenas – MG – 1952 – José Loyola de Souza. contador. Barra do Piraí – RJ – 1952 – Moacyr Pereira – 12/4/1928. Décio de Freitas Rocha. advogado. gerente. gerente. gerente. gerente. contador. gerente. contador. Mário Gaspar – 20/1/1940. Leocádio Ferreira Pereira. Aimorés – MG – 1952 – Abner de Freitas Coutinho. gerente. . Alegre – ES – 1952 – Silvino Werneck Teixeira. Americana – SP – 6/10/1952 – Domingos Joanes Musitano. gerente de Birigui – SP. Agência Central – Agência Central – DF – 1952 – José Toledo Lanzarotti. falec. gerente. Francisco de Davide (posse no BB: 13/12/1923. contador.FERNANDO PINHEIRO . gerente. João Ataíde da Mota. inspetor. Bebedouro – SP – 1952 – Guilherme Sperry Cézar. contador. Edilberto Geraldo de Resende. Ewaldo Teixeira Paes de Barros.414 Votuporanga – SP – 1951 – Urbano Baptista Brandão. contador. Álvaro Carjulo D´Almeida. 30/12/1964. falec. contador. Antenor Nunes Passos. gerente (ocasiões disintas). tesoureiro–adjunto. Osmaro Monteiro. Edgard de Brito Pontes. Alberto Segalla. subcontador. Alegrete – RS – 1952 – Otávio Mazzoni Andrade. Joaquim Francisco de Matos. inspetor. contador. Anápolis – GO – 14/11/1952 – Jacques de Oliveira Rocha. 7/2/1961). subgerente. contador. Araçatuba – SP – 1952 – Dário Lorenzi. gerente.

Teodoro Augusto Silva. Cambará – PR – 20/9/1952 – Moacir Prestes. Camaquã – RS – 1952 – João Félix Cordeiro de Mello. Camocim – CE – 1952 – Eudoro Dantas da Silveira. contador. gerente. contador. inspetor da 1ª Zona. chefe–de–serviço. gerente (em ocasiões distintas). Moisés Andrade. Otto de Souza Dreer. Cajazeiras – PB – 1952 – Haroldo Barros de Souza. Sebastião Albuquerque Vasconcelos. . gerente. SP – 10/5/1952 – José Urbina Telles. Buriti Alegre – GO – 1952 – Mauro de Faria Merheb. Cachoeira do Sul – RS – 1952 – Joubert Masseron Giacobbo. Carlos Augusto da Costa Ribeiro. gerente. contador. Heraldo Alves Costa. contador. inspetor de câmbio. gerente. Félix Silveira Rosa. contador. André Sada. José de Miranda Pinheiro. Caicó – RN – 1952 – Erasmo Godofredo Maia. Campo Grande – Metr. gerente. gerente. Campo Grande – MS – 1952 – Floriano Paulo Corrêa. contador. Alceu Porres – 27/6/1942. contador. Cabo Frio – RJ – 1952 – Wilson Ferreira Lós. Brás – Metr. Carlos Gerhard Duren. Boa Vista – RR – 1952 – Archimedes Amora Leite. José Edjalma Carneiro. gerente. contador.415 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Belém – PA – 1952 – Joveniano Fernandes da Silva. contador. contador. RJ – 1952 – Rubens da Silva Pinto. contador. gerente. Francisco Teixeiras Ribas. Blumenau – SC – 1952 – Hermes Buchele. inspetor da Fiscalização Bancária. Boa Esperança – MG – 1952 – Mário Stemi Galeti. gerente–instalador. contador. gerente. Péricles Raimundo Chaves. contador. contador (épocas distintas).

gerente. Gilberto Martucci. gerente. Waldenor Moreira Borges. Carangola – MG – 1952 – Washington Lacerda – 16/4/1935. advogado. contador. João Castelo Branco de Araújo. Curvelo – MG – 1952 – José Lins e Silva. Curitiba – PR – 1952 – Ari de Barros Alves. contador. BA – 1952 – Eduardo Nunes Echoucair. contador. contador. Alberto Penno. Cratéus – CE – 1952 – José Rafael Cartaxo. contador (épocas distintas). contador. advogado. João Batista dos Reis Moreira. contador. gerente. gerente. Cornélio Procópio – PR – 1952 – Guilherme de Lara Júnior. gerente.416 Canavieiras – BA – 1952 – Dilson Carvalho da Cunha.FERNANDO PINHEIRO . Wilson Ferreira – 26/3/1945. Catanduva – SP – 1952 – Guilherme Sperry Cézar. Caruaru – PE – 1952 – Geraldo Pinto da Frota. Caratinga – MG – 1952 – Amantino da Silva Marreco. Cruzeiro do Sul – AC – 1952 – Ricardo Ferreira Ferro. Catalão – GO – 1/9/1952 – Hélio Costa Galvão. contador. Cidade Alta – Metr. Evilácio Alves Feitosa. Cruz Alta – RS – 1952 – Lúcio Ribeiro Mascarenhas. contador. Cornélio Procópio – PR – 1952 – Guilherme de Lara Júnior. contador. . Otelo Brasileiro Vilarinho Cardoso. gerente. contador. Geraldo Arruda Camargo. Nilson Rodrigues de Figueiredo. gerente. Capela – SE – 1952 – Élcio de Barros Carneiro. contador. gerente. contador (épocas distintas). gerente. Clóvis Soares Duarte. gerente. contador. Crato – CE – 1952 – Amaro José da Costa. contador. Chapecó – SC – 15/10/1952 – Nadim Dátria Sale. contador.

contador. José Tiradentes Ferreira. gerente. inspetor. gerente. Florianópolis – SC – 1952 – João Baptista Rodrigues. Governador Valadares – MG – 1952 – José Ananias de Almeida Gama. contador. Guaxupé – MG – 1952 – Luiz Leite.417 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Dores do Indaiá – MG – 1952 – João Rodrigues de Andrade. gerente. gerente. contador. gerente. inspetor–chefe da Sumoc. Guarapuava – PR – 19/1/1952 – Raul Santos Costa. . Ipameri – GO – 1952 – Ausly Moreira de Rezende. Cláudio Ferreira de Sena. gerente. Aureliano Werneck Machado. Ariosto Loureiro da Silva. Arnaldo Nogueira – 10/12/1936. Sebastião Hygino de Vasconcelos Dias. João José de Cupertino Medeiros. Salvador Russo. gerente (épocas distintas). Antônio Pinto de Aragão. inspetor. gerente. Vicente Schettini – 2/7/1941. Franca – SP – 1952 – Orlando Dantas de Mello. Foz do Iguaçu – PR – 1952 – José Justino de Mello. Antônio Malachini. inspetor da 14ª Zona. Itabaiana – SE – 1952 – Euclides Augusto de Andrade. gerente. contador. gerente. contador Itacoatiara – AM – 15/12/1952 – Francisco Monteiro de Paula. gerente (posse no BB: 21/12/1939). contador. Duque de Caxias – RJ – 1952 – Theóphilo Araújo Cavalcanti. gerente (épocas distintas). gerente. contador. advogado. Astolpho Vasconcellos Filho. Guaratinguetá – SP – 25/7/1952 – Márcio Monteiro. contador. Iguatu – CE – 1952 – Antônio Arraes Sobrinho. contador. Tito Carneiro Leal. Feira de Santana – BA – 1952 – Raimundo Coelho de Souza. contador. Augusto Tavares Ribeiro.

Ituverava – SP – 1952 – Aureliano Werneck Machado. gerente. gerente. Elly Mesquita Vellozo. contador. Jacobina – BA – 1952 – Edício de Araújo Soares. 1/7/1963). gerente. contador. contador. José de Mello Borges. Jundiaí – SP – 1952 – Milton Guilherme da Costa. gerente. contador. inspetor. gerente. contador. . Jataí – GO – 1/9/1952 – César da Gama Filho. contador. contador. gerente. Hely Torres Alves. Joaquim Pereira de Souza. Lages – SC – 2/8/1952 – Augusto Vaz de Campos. Januária – MG – 1952 – Lafayette Moreira de Castro. gerente. contador (épocas distintas) Limoeiro – PE – 1952 – Maximiano José Correia Maciel. apos. Jequié – BA – 1952 – Walter José de Souza. Itajubá – MG – 5/6/1952 – Antenor de Braga Farias. Fermino Conrado de Marchi.418 Itajaí – SC – 11/7/1952 – José Antônio Navarro Lins. gerente. gerente (posse no BB: 29/8/1930. Limeira – SP – 1952 – Hélio de Fari0a Merheb. Vicente de Paulo Alves Cordeiro.FERNANDO PINHEIRO . Roque Jacques Pibernat. gerente. Lençóis – BA – 1952 – Dilson Carvalho da Cunha. Jorge da Silva Villaça. gerente. João Leão Netto. contador (épocas distintas). José Maria Medina. Joaçaba – SC – 1952 – Alvino Luchesi. Ituiutaba – MG – 1952 – José Vieira do Rosário. gerente. Luiz Natali – 9/12/1938. contador. contador. Juazeiro – BA – 1952 – Luiz Moroni da Silveira. contador. Livramento – RS – 1952 – Virgílio Leitão de Abreu. inspetor. gerente. contador. Jaú – SP – 1952 – Hamilton Perlingeiro.

Martinópolis – SP – 12/8/1952 – Adelino Cassis. Monteiro – PB – 1952 – João Baptista Capello. contador. gerente. Mimoso do Sul – ES – 1952 – Wilson Barcellos – 9/12/1939. advogado. Ernesto Masselani.419 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Luzilândia – PI – 1952 – Raimundo Lopes da Cunha. gerente. gerente. Wilson Ferreira Sobral. contador. Muriaé – MG – 1952 – Luiz Werneck Peralta. Matão – SP – 1952 – João José Pimenta de Castro. Paulo Emílio Guimarães. Madureira – Metr. contador. contador. contador. Nazaré – BA – 1952 – Elival Oliveira – 26/9/1940. Novo Hamburgo – RS – 1/9/1952 – Ney Ulrich Caldas. João de Oliveira Martins. contador. contador. gerente. Mundo Novo – BA – 1952 – Crisógono de Almeida Martins. Manhuaçu – MG – 20/9/1952 – Kleber Franco de Loiola. Douviral de Souza Martins. gerente. . gerente. Mogi das Cruzes – SP – 1952 – César Dantas Bacellar Sobrinho. Monte Aprazível – SP – 1952 – Benedicto Luiz Pereira da Silva. contador. Nova Friburgo – RJ – 1952 – Augusto Aloísio Hausen. Montenegro – RS – 4/10/1952 – Dinar Goyheneix Gigante. gerente. contador. gerente. gerente. Macapá – AP – 1952 – João Elias Nazaré Cardoso. contador. contador. Francisco Medina Coeli. gerente. contador. Agnaldo de Oliveira. Mafra – SC – 1952 – Cid Fernando da Costa Saboia. contador. Nova Granada – SP – 1952 – Alceu Subtil Chueire. contador. RJ – 1952 – Eurico Paes Barreto Pessoa.

gerente (épocas distintas) Patrocínio – MG – 1952 – Rui Pereira da Silva. gerente. . Mariano Barros da Silva. contador. Pelotas – RS – 1952 – José Drummond de Macedo. Ayres da Cunha Echenique. inspetor. gerente (épocas distintas). Pedreiras – MA – 1952 – Alvacir dos Santos Raposo. contador. contador. gerente. João Vieira de Mattos. gerente. Paraguaçu Paulista – SP – 1952 – Evandro de Oliveira Mello. Parnaíba – PI – 1952 – Raul dos Santos – 3/3/1938.FERNANDO PINHEIRO . contador. João Vieira de Mattos. Narciso Freire Lima. contador. gerente. inspetor.420 Óbidos – PA – 1952 – Ilton Hemetério dos Santos. contador. gerente (épocas distintas). Pedro Alves de Queiroz. Sálvio Sinézio Benevides. contador. contador. Patos de Minas – MG – 1952 – Hélio Fonseca Lima. contador. contador. contador. Francisco de Assis Mendonça Gouvea. gerente. Gilberto Leite Ribeiro. Passos – MG – 1952 – Geraldo Aleixo de Oliveira. Orlando Franco da Rosa. Patos – PB – 1952 – Robinson Marsiglia de Oliveira. gerente. Theodoro Augusto da Silva. gerente. Orlândia – SP – 1952 – Ademar de Campos Monteiro. Oscar Duarte de Carvalho. gerente. contador. Aureliano Werneck Machado. Palmeira dos Índios – AL – 1952 – Aloísio Ubaldo da Silva Nonô. gerente. José de Oliveira Pantoja. gerente. Picos – PI – 1952 – José Maria de Pinho Pessoa. gerente. contador. Piracicaba – SP – 1952 – Alexandre Valvano. Armando de Brito Rodrigues Filho. Evandro de Oliveira Mello.

gerente. Waldemar Tapajós Fernandes. Luiz Pamplona Côrte Real. contador. RJ – 1952 – Oswaldo Werneck Corrêa e Castro. Walter Martins Ferreira. gerente. Pirapora – MG – 1952 – Carloman Roberto da Silva. contador. gerente. Plínio José Loureiro Souza. caixa. Santarém – PA – 1952 – Wilson Dias da Fonseca. Quixadá – CE – 1952 – Wilson Pereira Frazão.: 1/2/1958). Rio Grande – RS – 1952 – Américo Papaléo. gerente. Jorge Chaves Camacho. gerente. inspetor. inspetor da 1ª Zona. João Leão Netto. gerente. Piraju – SP – 1952 – José Wilson de Miranda Escorcio. subgerente. contador. contador. contador. Orpheu Ferreira Cardoso. gerente. gerente. Promissão – SP – 1952 – Waldomiro Machado D´Antonio. Porto Alegre – RS – 1952 – José Rodrigues de Almeida Neto. contador. Núncio Montingelli. Presidente Prudente – SP – 1952 – Agamenon Cordeiro Florentino. gerente. Ramos – Metr. gerente (ocasiões distintas). contador. Elieser Bastos Barbosa. gerente. apos. Luiz Jansson. Lyzardo Rodrigues. gerente (posse no BB: 11/6/1926. Presidente Venceslau – SP – 7/10/1952 – João Nivaldo Milito. contador. Francisco Xavier de Vasconcelos. Ponta Grossa – PR – 1952 – Deusdedit Coutinho. gerente. gerente (épocas distintas) Santa Teresa – ES – 1952 – Cézar Teixeira Leite.421 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Piracuruca – PI – 1952 – Ênio Mota Gueiros. Arthur Neujahr. contador. contador. Russas – CE – 18/10/1952 – Lincoln de Azambuja Falcão. . Poços de Caldas – MG – 5/8/1952 – Alberto Braz Ventura.

Benedito da Costa e Silva. gerente (épocas distintas). gerente. Lourival Arthur Delgado. São Caetano do Sul – SP – 18/10/1952 – José Walter Schein. Vital Brasil Rodrigues de Aguiar. gerente. Santo Antônio de Pádua – RJ – 1/9/1952 – Joaquim Braga Montenegro. gerente. contador. Carlos Neves de Carvalho. Santos – SP – 1952 – José Antônio de Menezes. gerente. Derly Oliveira Simões. Cândido de Azevedo Filho. Octávio Maia Amaral. São Borja – RS – 1952 – César Senna Alves. contador. Santo Ângelo – RS – 1952 – César Raul Voltolini. João Franco Arcos. contador.422 Santo Amaro – BA – 1952 – Waldemar de Souza Guimarães. Dinar Goyheneix Gigante. Walter José de Souza. gerente. contador (épocas distintas). contador. gerente. contador. contador. Zulmiro Manoel Ferreira de Melo. São José do Rio Pardo – SP – 1952 – Orlando Vilarinho Cardoso. contador. Ney Ulrich Caldas. gerente. gerente (épocas distintas). contador. Santo Anastácio – SP – 1952 – Fausto Chacon – 26/7/1943. gerente da Agência Nova Hamburgo–RS. contador. contador. gerente. gerente. Milton Oswaldo Fetter. contador (épocas distintas). São Lourenço do Sul – RS – 20/12/1952 – Darci Luís Quintana. São Félix – BA – 1952 – Othílio Fraga – 17/3/1942. contador .FERNANDO PINHEIRO . gerente instalador da Agência Montenegro–RS (4/10/1952). São Gabriel – RS – 1952 – Carlos Pedro Gerlach. inspetor. Walter Ripalda. contador. São Leopoldo – RS – 1952 – Celso Clodoaldo Sefrim. São Carlos – SP – 1952 – Deusdedit Freitas Almeida. Luiz Rodrigues Cardozo.

423 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL São Luís – MA – 1952 – Levi Marques Santos. Ubá – MG – 1952 – Hélio Fonseca Lima. gerente (posse no BB: 18/7/1928. João Naves da Cunha. gerente. chefe–de–gabinete do contador da Agência. . Alfredo Magalhães Filho. Ângelo Segrilo. chefe–de–gabinete da Gerência da Agência. contador (épocas distintas). gerente. Uberaba – MG – 1952 – Iberê Rodrigues da Cunha. Tito Lívio Castex Cabral. contador). 3/6/1959). Joaquim Braga Montenegro. contador. gerente (épocas distintas). Ubaitaba – BA – 1952 – Raimundo Martins Garrido. apos. subgerente. contador. Senador Pompeu – CE – 1952 – José do Patrocínio Marreiros de Castelo Branco. Tubarão – SC – 1952 – Silvio Pereira – 28/7/1943. gerente. inspetor da 26ª Zona. Moacyr Prestes – 17/8/1934. Frederico de Albuquerque Costa. Serrinha – BA – 1952 – José Ferreira de Araújo. contador. contador. gerente. Simão Dias – SE – 1952 – Alfredo da Cunha Buarque. contador. Aureliano Werneck Machado. contador. Serra Talhada – PE – 1952 – Eutíquio Torres Calazans. subcontador. Três Rios – RJ – 12/9/1952 – Oscar Rodrigues de Moraes Filho. Sorocaba – SP – 1952 – Thadeu Grembecki. São Paulo – Agência Centro–SP – 1952 – José Octávio da Silva Lima. gerente (interino). contador (épocas distintas). José Urbina Telles. contador. contador. contador. gerente. Dan Índio do Brazil. advogado. Moacyr Pegoraro – 1/4/1943. José Castello Branco da Cruz. contador. Pedro Paulo de Ulisséa. João Alves Ferreira Júnior. contador. João Rodr2 – Antônio Chiarelo. Sobral – CE – 1952 – Pedro de Melo Assumpção. gerente. São Manuel – SP – 22/4/1952 – José Ferraz Burlamaqui. Três Corações – MG – 1952 – Cândido Almeida Freitas. contador.

424 União – PI – 1952 – Lucimar Ferreira Sobral. Domingos Joannes Musitano. Nodgy de França Andrade. subgerente. gerente. União da Vitória – PR – 1952 – Almir Hermes de Oliveira. gerente. chefe–de–gabinete da Gerência da Agência. Eurides Gomes Poranbaga. União dos Palmares – AL – 1952 – Pedro de Albuquerque Alencar. subgerente. contador. contador. gerente. contador. Antenor Nunes Passos. contador. gerente. Andradina – SP – 1953 – Luiz Lopes Castelo Branco. Domingos Joannes Musitano. gerente. gerente. contador. Valparaíso – SP – 1952 – Odilon Fernandes Rosa. Agência Central – Rio de Janeiro – DF – 1953 – José Toledo Lanzarotti. contador. contador. Uruguaiana – RS – 1952 – Thales Rocha de Matos. contador. gerente. Americana – SP – 1953 – Vicente de Oliveira. Amargosa – BA – 1953 – Luiz Carlos Simões Mendes. Viçosa – AL – 1952 – Oscar Matos Filho. Jorge da Silva Villaça.FERNANDO PINHEIRO . subcontador. contador. Oswaldo César Trunci. Pedro de Paula Neves. contador. Vitória da Conquista – BA – 1952 – César Lopes Trindade Melo. Volta Redonda – RJ – 1952 – Murillo Maia Mendonça. gerente. Ricardo Ferreira Ferro. Osmaro Monteiro. contador. chefe–de–gabinete do Contador. Cléo Lacoste. gerente. Apuracana – PR – 19/12/1953 – Marat de Freitas da Costa Porto. Americana – SP – 1953 – Antônio Rodrigues da Silva. inspetor. Manoel Salek – 5/11/1936. contador . Yan Amaral Bayardino. Francisco de Assis Collares Moreira. gerente.

José Manoel Piragibe Carneiro. Acyr de Carvalho. Bagé – RS – 1953 – Ángelo Leão. contador. Araras – SP – 20/8/1953 – Godofredo de Abreu e Lima Neto. gerente. contador. Licínio Passarelli. gerente. gerente. contador. Barreiras – BA – 1953 – Joaquim Mattos Quinald Filho. gerente. contador. contador (épocas distintas). 27/3/1964). contador. gerente. contador. Luiz José Gabeira. contador. Raymundo Kruschewsky Gomes Ribeiro. Bangu – Metr. RJ – 1953 – Mário Augusto de Araújo. Clodoveu Romualdo Scotti. José Nazareno Simonetti. . Levy de Araújo Silva. Luiz Monteiro de Carvalho e Silva. Bela Vista – MS – 1953 – José de Ribamar Soares. gerente. contador. gerente. gerente. contador. Birigui – SP – 14/11/1953 – Francisco Raphael Di Lascio. contador. Roberto Vargas Kehl. gerente (posse no BB: 1/8/1925. gerente. Arroio Grande – RS – 17/8/1953 – Vírgilio Leitão de Abreu. José de Sousa Lima – 28/7/1943. Bebedouro – SP – 1953 – João Gomyde Júnior. Newton Pádua – 1/9/1954. Antônio Grota Prada. Bandeira – Metr. RJ – 1953 – Mário Ricart Erle. contador.425 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Araçuaí – MG – 1953 – Archimedes Amora Leite. inspetor. Araguari – MG – 1953 – Martiniano Mavignier de Araújo. contador (épocas distintas). Batatais – SP – 12/12/1953 – Carlos Martinelli – 10/6/1941. contador. contador. gerente. falec. gerente. Alberto Segalla – 11/1/1940. contador (épocas distintas). Boa Vista – RR – 1953 – Carlos Augusto da Costa Ribeiro. Baturité – CE – 20/3/1953 – Geraldo Vasconcelos do Carmo. Antenor Peixoto de Castro.

Benedito Alberto Passos da Silva. Campos – RJ – 1953 – Tarcílio Augusto Monteiro. contador. gerente. contador. gerente. Brás – Metr. gerente (ocasiões distintas). Edgard José de Souza.FERNANDO PINHEIRO . contador. contador. Heitor Eduardo de Oliveira. Carolina – MA – 1953 – Carlos de Souza Rodrigues. Caxias do Sul – RS – 1953 – Raul da Cunha Cerqueira. contador. Bento Luiz Moreira Lisboa. Caetité – BA – 1953 – Hélio de Miranda Barros. Cabo Frio – RJ – 1953 – Francisco de Paula Botelho da Silva. contador. Cidade Alta – Metr. Capela – SE – 1953 – Manoel Messias Mendonça. contador (épocas distintas). gerente. Nelson Ruiz Affonseca.426 Bragança Paulista – SP – 1953 – Abel Pereira Rodrigues. gerente. gerente. . gerente (épocas distintas). Canavieiras – BA – 1953 – Dilson Carvalho da Cunha. gerente. Cáceres – MT – 1953 – Felicíssimo Lemos dos Santos. Cajazeiras – PB – 1953 – Haroldo Barros de Souza. contador. gerente. Salvador – BA – 3/10/1953 – Eduardo Nunes Schoucair. contador. gerente. Caicó – RN – 1953 – Evandro Ayres de Moura. gerente. Aldenor Leão Cassulo de Mello. Nodgy de França Andrade. Jaime Soares Boaventura. Canoinhas – SC – 19/9/1953 – Omar Gomes – 14/2//1942. contador. contador. José Urbina Telles. Antônio Edwiges Guglielmi de Oliveira. contador. Cantagalo – RJ – 1953 – Eleutério Proença de Gouvea. SP – 1953 – Antônio Anacleto Spíndola e Castro. contador. contador. contador. Caruaru – PE – 1953 – Antônio Carneiro Estanislau da Costa.

Joaquim Pereira de Souza. . Márcio Monteiro. Henrique Medeiros. Benedito de Gouveia Serra. contador. Almir Machado – 8/3/1944. inspetor. Goiás – GO – 1953 – Levy de Araújo Silva. Duque de Caxias – RJ – 3/1/1953 – Augusto Ribeiro Coaracy. Diamantina – MG – 19/9/1953 – Kleber José Cunha Guimarães. Constâncio de Castro. inspetor da 42ª Zona. contador. José de Brito Nogueira. Alberto Penno. Nodgy de França Andrade. gerente. Guaratinguetá – SP – 1953 – João Rodrigues. gerente. Raul Augusto de Pinho Filho. gerente. contador da Agência Metr. contador. Goiânia – GO – 1953 – Antônio Almino de Alencar Filho. Cuiabá – MT – 1953 – Raul Santos Costa. Nathanael Pinto de Carvalho. contador. Dom Pedrito – RS – 1953 – Nelson Vieira D´Ávila. Florianópolis – SC – 1953 – Edgard da Cunha Cidade. contador. contador. Foz do Iguaçu – PR – 1953 – Curt Hagemann – 1/4/1943. Luiz Osório Nogueira Filho. contador. contador. contador. Erexim – RS – 1953 – Galeno Pereira de Campos. gerente. contador. contador. gerente. Cidade Alta – Salvador – BA. contador. contador. advogado. Heitor Eduardo de Oliveira Filho. contador. inspetor da Creai. Guaíba – RS – 1/9/1953 – Antônio Oséas de Almeida. gerente. contador. Guarabira – PB – 1953 – Luiz Benévolo Dantas. Cruz Alta – RS – 1953 – Clóvis Soares Duarte. gerente. Feira de Santana – BA – 1953 – Raimundo Coelho de Sousa. Formiga – MG – 1953 – Paulo Gomes de Assis. gerente.427 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Corumbá – MS – 1953 – César Coutinho. inspetor.

Juazeiro – BA – 1953 – Bráulio Augusto Limeira. . Francisco Luiz Miranda. contador. contador. contador. contador. gerente. Mirassol – SP – 1953 – Orlando Mazzotta – 20/5/1941. contador. José Vieira do Rosário.FERNANDO PINHEIRO . Eduardo Soares Teixeira. Maringá – PR – 19/12/1953 – Boanerges de Menezes Caldas. Januária – MG – 1953 – Raymundo Salles Ferreira. Hélio Benício de Paiva. gerente. Jundiaí – SP – 19/8/1953 – Álvaro Coutinho. contador. Itabaiana – SE – 1953 – Renato Fonseca de Oliveira. gerente.428 Ipu – CE – 19/2/1953 – Argemiro Luiz de Assis. Laguna – SC – 3/10/1953 – Ruy Marques – 7/5/1941. Macaé – RJ – 1953 – Paulo Tavares Campos. Monteiro – PB – 1953 – Manoel Romão Sobrinho. contador. gerente. Itacoatiara – AM – 1953 – Sebastião Hygino de Vasconcelos Dias. Francisco Monteiro de Paula. Azor Gomes de Almeida. gerente. Jaguarão – RS – 1953 – Adelino Marques Dias. contador. Maceió – AL – 1953 – Félix Lima Júnior. contador. contador. gerente. contador. Raimundo Corrêa de Menezes. contador. Itaberaba – BA – 1953 – Quintino Pringsheim. contador. Martinópolis – SP – 1953 – Ary Carvalho – 27/10/1938. inspetor. gerente (posse no BB: 7/8/1934). Itu – SP – 1953 – Benedito Paes Leme. contador. gerente. gerente. contador. Itapetininga – SP – 1953 – José Zancul. Ituiutaba – MG – 1953 – Edson Vilela Ribeiro. Luiz André Ferreira da Costa. Lucélia – SP – 1953 – Álvaro da Rocha Sundfeld. Maracaju – MS – 1953 – Rosário Calipo – 30/8/1943. advogado. gerente. gerente.

Palmeira dos Índios – AL – 1953 – José Ferreira de Araújo Costa. contador. Nova Iguaçu – PR – 1953 – Waldemiro de Faria Pereira. Oswaldo Costa – 30/3/1944. Paulo Moura de Oliveira. contador. . contador.429 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Montenegro – RS – 1953 – Nadin Datria Salle. contador (épocas distintas). contador. gerente. gerente. contador. Óbidos – PA – 1953 – Emílio Agostinho de Farias Nobre. Nova Granada – SP – 1953 – Simplício Moura Filho. gerente. Paraguaçu Paulista – SP – 1953 – Arthur Almeida Carvalho. contador. Mundo Novo – BA – 1953 – Samuel Corrêa Borges Júnior. Jaire Perez de Vasconcelos. Edísio Souto – 24/10/1945. Nova Friburgo – RJ – 19/6/1953 – Antônio Bernardelli de Salinas. Natal – RN – 1953 – Octávio de Andrade Ribeiro Dantas. contador. Luís Rodrigues Fernandes. gerentes (épocas distintas). contador. contador. Osvaldo Vitoriano da Silva. gerente. gerente. Niterói – RJ – 1953 – José Teixeira de Mattos – 19/9/1927. Parintins – AM – 16/3/1953 – Sálvio Sinésio Benevides. Novo Horizonte – SP – 1953 – Hercílio Viegas Oliveira Pais. gerente. Morrinhos – GO – 5/12/1953 – Cecílio José Daher. gerente. gerente. gerente. Palmares – PE – 1953 – Orlando Miranda de Gusmão. gerente. Olímpia – SP – 1953 – Benedicto Gouvêa Lintz. Montes Claros – MG – 1953 – Francisco Barbosa Cursino.

gerente. contador. gerente. inspetor. contador. gerente. inspetor de agências metropolitanas.FERNANDO PINHEIRO . Geraldo Aleixo de Oliveira. Penha – Metr. Piracuruca – PI – 1953 – Almir Martins da Rocha. gerente.430 Passos – MG – 1953 – Francisco de Assis Mendonça Gouvêa. Pompeia – SP – 3/1/1953 – Wolfgar Cardoso Ferreira Leite. contador. gerente. Pedra Azul – MG – 1953 – Herculano Ventura Horta Barbosa. Vital Brasil Rodrigues de Aguiar. Bruno Hans Stolle. Carlos Busse Júnior. contador. Penápolis – SP – 17/10/1953 – Plínio José Lourenço de Souza. Porto Velho – RO – 1953 – José Alves Pereira da Silva. José de Oliveira Pantoja. contador. Poços de Caldas – MG – 1953 – Aluízio Peixoto Laranjeira. Pirajuí – SP – 1953 – Orlando Campos de Andrade. Porto Alegre – Agência Centro –RS – 1953 – Luiz Jansson. Arnaldo Ferraz Graça. gerente. gerente. contador. Pedreiras – MA – 1953 – Alvacir dos Santos Raposo. gerente. . contador. chefe–de–serviço da Creai. gerente. João Martins Teixeira Rodrigues. contador. Mário Batista do Nascimento. Theodoro Augusto da Silva. inspetor. Pirassununga – SP – 1953 – José Andrade de Souza. Patrocínio – MG – 1953 – Hilton Carvalheira Ramos. Ponte Nova – MG – 1953 – Fued Farhat. gerente. gerente. contador. Ruy Ubaldo Ribeiro. contador. Patos de Minas – MG – 1953 – Olavo Silva – 19/7/1945. contador. Thales Honorário de Almeida. SP – 1953 – Armando Romeu Brancaglion.

gerente. contador. Rio Branco – AC – 1953 – Clévio Bueno da Fonseca. gerente. contador. Santarém – PA – 1953 – Mário Augusto Seawright. contador. contador. gerente. Telmo Amaral Santos. gerente. gerente da Agência Livramento – RS. gerente. contador (épocas distintas). gerente (épocas distintas). contador. Rolândia – PR – 1/12/1953 – Mário Signorelli – 7/6/1941. contador (épocas distintas). Sandálio Ávila Farias. Recife – Agência Centro – PE – 1953 – Arnóbio Rosa de Farias Nobre. Fausto Bissolati Sant´Anna. Rio Verde – GO – 1953 – Fábio de Mello – 20/10/1942.431 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Propriá – SE – 1953 – Antônio Vitorino dos Santos Júnior. contador. contador. Duílio Moor Costa. contador. Antônio Lopes Lins. gerente. contador Rancharia – SP – 1953 – Ernesto Lemmi Ribeiro. contador. Jethran Pinheiro Lobão. Quaraí – RS – 1953 – Miguel Flores de Castilhos. Ayrton Batinga de Mendonça. Sereno de Quadros Schleder. contador (épocas distintas). contador. Benedito Packer – 8/6/1942. Ary Alberto Vidotto. Santa Maria – RS – 1953 – Aylson Centeno Xavier. gerente. Santa Rosa – RS – 17/8/1953 – Carlos Alberto Taborda Cáceres. Santana do Ipanema – AL – 9/2/1953 – Jairo Jucá. contador (épocas distintas). gerente. Jonathan Raymundo Cerqueira do Nascimento. César Senna Alves. Antônio Pinto de Aragão. gerente–instalador. gerente. José de Oliveira Vijande. Quixadá – CE – 1953 – Oswaldo Honor de Brito. . Rosário do Sul – RS – 3/2/1953 – Irineu Marx. contador. Salvador – Agência Centro – BA – 1953 – Abelardo Gomes Parente.

Martiniano Mavignier de Araújo. João Alves Ferreira Júnior. José Francisco Frazão. gerente. gerente. São José do Rio Pardo – SP – 1953 – João Gualberto de Mattos. subcontador. gerente da Agência em Araguari–MG. gerente. Teófilo Otoni – MG – 1953 – Joaquim Falleiros Filho. contador. gerente da Agência Poços de Caldas – MG. subgerente. contador. Almir de Souza Machado. gerente. gerente. São Carlos – SP – 1953 – Benedito da Costa e Silva. Francisco do Rêgo Monteiro. contador. contador.432 Santiago – RS – 19/12/1953 – Nelson Pedro Piccoli.FERNANDO PINHEIRO . contador. contador. Santo André – SP – 1953 – José Benedito Aranha. Santo Ângelo – RS – 1953 – Jadir Beck Leite. advogado. contador. Teresina – PI – 1953 – Adolfo Costa Basílio da Silva. Clóvis Alves Pfeifer. . contador. Sylvio Barbosa da Silveira. Luiz Baptista Torres. inspetor. subgerente. inspetor. São Paulo – Agência Centro – SP – 1953 – José Octávio da Silva Leme. Frederico de Albuquerque Costa. Leônidas Sousa e Silva. gerente. gerente. Aureliano Werneck Machado. contador. gerente. gerente. Renato de Abreu – 12/8/1925. Deusdédit Freitas de Almeida. Santo Antônio de Pádua – RJ – 1953 – Mário Signorelli – 7/6/1941. Raimundo Martins Garrido. São João da Boa Vista – SP – 1953 – Alberto Braz Ventura. contador. Renato Brito. Senhor do Bonfim – BA – 1953 – Raymundo Nonato de Almeida Nascimento. São Mateus – ES – 1953 – José Saad – 30/6/1944.

Ewaldo Teixeira Paes de Barros. União dos Palmares – AL – 1953 – Raphael Gomes Pessoa. Amargosa – BA – 1954 – Ricardo Ferreira Ferro. Paulo José de Carvalho. José Leite da Silva. contador. contador. contador. gerente. inspetor da 11ª Zona. inspetor da 42ª Zona. gerente. Acesita – MG – 1954 – Gustavo Resende Ferreira. contador. gerente. Antônio Carlos Vieira da Cunha. Ubá – MG – 1953 – Alceny José Sério. Almenara – MG – 1954 – Crisógono de Almeida Martins. gerente. inspetor da 24ª Zona. Ayrton Carneiro de Mendonça. Décio de Freitas Rocha. Joaquim Pereira de Souza. gerente. Além Paraíba – MG – 20/3/1954 – Antônio da Costa Morais Júnior. . inspetor.433 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Tupanciretã – RS – 15/7/1953 – Ruy Camillo Ruas. gerente. Alegre – ES – 1954 – Archimedes Amora Leite. contador. contador. contador. Alfenas – MG – 1954 – José Loyola de Souza. Uberlândia –MG – 1953 – Lund Maia. Raimundo Sobreira Cardoso. União da Vitória – PR – 1953 – Almir Hermes de Oliveira. Ubaitaba – BA – 1953 – Rômulo Dante Orrico. gerente. Petrônio Fernandes Gonçalves. gerente. Varginha –MG – 1953 – Antero Carvalho. contador (épocas distintas). gerente. João Antonino Moreira. Virgílio Pedro de Almeida. contador. contador Viçosa – AL – 1953 – Eurides Gomes Porangaba. gerente. contador. gerente. Aimorés – MG – 1954 – Abner de Freitas Coutinho. Vitória da Conquista – BA – 1953 – Antônio Victorino dos Santos Júnior.

contador. Aracaju – SE – 1954 – Vanilo Medeiros Araújo. Boa Esperança – MG – 1954 – Ney Ribeiro Costa. gerente (épocas distintas). gerente. Ney Pereira. Jacques de Oliveira Rocha. Mário Sterni Galeti. gerente. . Bauru – SP – 1954 – Júlio Rodrigues Horta. contador. Aracati – CE – 1954 – Milton de Vasconcelos Mota. contador. Areia – PB – 1954 – Raphael Gomes Pessoa. Elcior Ferreira de Santana. gerente. gerente. contador. advogado.434 Anápolis – GO – 1954 – Joaquim Francisco de Mattos. gerente. gerente. inspetor. gerente. contador. contador (épocas distintas). gerente. contador (épocas distintas). gerente. gerente. Alvacir dos Santos Raposa. contador. Andradina – SP – 1954 – Luiz Alves de Lamonica. Assis – SP – 1954 – Herny Alvarenga – 18/6/1942. contador. Araras – SP – 1954 – Antônio Grotta Prada. Belo Horizonte – MG – 1954 – Carlos Prates Filho. gerente. Ary de Souza Ribeiro. subgerente. Homero Ferro Vale. Arapongas – PR – 5/6/1954 – João Conforti – 18/6/1941. Apucarana – SP – 1954 – Nipton Curi. contador. Barretos – SP – 1954 – Joaquim José Ferreira Souto. Bariri – SP – 1954 – Mário Baptista do Nascimento.FERNANDO PINHEIRO . Agamenon Cordeiro Florentino. contador (épocas distintas). Barreiras – BA – 1954 – Aurélio Pereira de Souza. Roberto Previdello. Jorge Monte Miranda. Godofredo de Abreu e Lima Neto. contador. contador. Argemiro Luiz de Assis. Orlando de Lima Paes. gerente. Bicas – MG – 1954 – Cláudio Ferreira de Sena.

Nodgy França Andrade. João Vieira de Mattos – 2/1/1928. advogado. inspetor. contador. Campos – RJ – 1954 – Tarcílio Augusto Monteiro. Bragança – PA – 1954 – José Duarte de Almeida Júnior. Walmásio Moreira de Oliveira. Manoel de Almeida Glória. gerente. gerente. contador. Anésio Serrano Vereza. gerente. Manoel Messias Mendonça. Bom Jesus do Itabapoana – RJ – 1954 – Carlos Aguiar – 2/6/1942.BA). Washington Lacerda – 16/4/1936. Wilson Barcellos – 9/12/1939. Hermes Gomes Barbosa. gerente. contador (épocas distintas). Hélio de Miranda Barros. Raymundo Araújo de Andrade. Carangola – MG – 1954 – Isidro de Faria – 10/8/1934. contador. gerente. gerente. contador. Wilson Tomazini. Buriti Alegre – GO – 1954 – Docandy Martins Vieira. Carlos César Meireles Viana. Caetité – BA – 1954 – Edgard José de Souza. gerente. contador. contador. . contador. Canoinhas – SC – 1954 – Aristarcho Garcia de Souza. gerente. Maury Reis Prado. Carlos Augusto da Costa Ribeiro. contador. gerente. Campo Maior – PI – 1954 – Ilton Hemetério dos Santos. advogado do BB (Agência Salvador . contador. gerente. Cachoeiro de Itapemirim – ES – 1954 – Elysio Costa Imperial. inspetor. Cafelândia – SP – 1954 – Hélio Teixeira – 2/4/1934. Capela – SE – 1954 – Justino Olidense de Abreu e Lima.435 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Boa Vista – RR – 1954 – Lourival Alves Pereira de Moura. Carazinho – RS – 15/5/1954 – Joaquim Fernandes Sayão Lobato. gerente. gerente. contador. gerente.

Goiânia – GO – 1954 – José Rodrigues de Freitas. Guarapuava – PR – 1954 – Almir Hermes de Oliveira. Nello Prado Anglietti. Benedito de Figueiredo – 5/1/1942. Goiás – GO – 1954 – Fernando Silva Ribeiro. advogado. gerente. gerente. Florianópolis – SC – 1954 – Nestor Ângelo Arioli. gerente (posse no BB: 10/9/1928. Chapecó – SC – 1954 – Nilson Rodrigues de Figueiredo. Franca – SP – 1954 – Hélio Vissotto – 28/2/1944. gerente. contador. Mário Collazzi D´Elia. Guilherme Sperry Cézar.436 Carlos Chagas – MG – 1954 – Heinz van den Bylaart. Curitiba – PR – 1954 – Hermes Buchele. Fábio de Mello – 20/10/1942. Feira de Santana – BA – 1954 – Armando Frazão Gonçalves. contador. Catalão – GO – 1954 – Evaristo do Espírito Santo Mesquita. Cuiabá – MT – 1954 – Raul Santos Costa. gerente (épocas distintas). contador. gerente. Antônio Malachini. gerente (épocas distintas). contador. gerente. Ipiaú – BA – 10/4/1954 – João Baptista Copello. Benedito Pio da Silva. Nagib Lauar. Iguatu – CE – 1954 – Antônio Levi Epitácio Pereira. gerente. gerente. gerente. Guaxupé – MG – 1954 – Augusto Tavares Ribeiro. 26/12/1959).FERNANDO PINHEIRO . Levy de Araújo Silva. gerente. gerente. inspetor. Elísio da Rocha Dorea. apos. contador. contador. gerente. contador. Diamantina –MG – 1954 – Raphael Gomes Pessoa. gerente. contador. contador. . Cruz Alta – RS – 1954 – Edgard Freitas. Catanduva – SP – 1954 – Ítalo Zaccaro. chefe–de–serviço. contador. Uaracy Portes da Silva.

gerente. gerente. gerente. Leão Pacífico Ezagui. contador. Itajubá – SP – 1954 – Evandro Christovão dos Santos. Jundiaí – SP – 1954 – Milton Guilherme da Costa. contador. Álvaro Tinoco Nazareth. Adolpho Camargo Lima Júnior. Itacoatiara – AM – 1954 – Sebastião Higino de Vasconcelos Dias. contador. Jaboticabal – SP – 1954 – José David Fonseca. contador. inspetor.437 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ipiranga – Metr. gerente. Álvaro Coutinho. inspetor. gerente. Rinaldo Bastos Vieira. gerente. contador. Jacobina – BA – 1954 – Júlio de Oliveira Castro Júnior. Jataí – GO – 1954 – José Maria Medina. contador. gerente. Itu – SP – 13/2/1954 – Romeu Ribas Esteves. Alvino Luchesi – 1/6/1945. . Ipu – CE – 1954 – José do Patrocínio Marreiros de Castelo Branco. contador. SP – 1954 – Pedro Paulo Pedroso. Itabuna – BA – 1954 – José de Melo Messias. gerente. José Felissati. Lafayette Vale. gerente. Lagoa Vermelha – RS – 20/11/1954 – César Raul Voltolini. gerente. Juarez Carlos Mourão. Juiz de Fora – MG – 1954 – Pedro dos Santos. Itajaí – SC – 1954 – Fernando Mesquita – 13/8/1934. contador. contador. contador. gerente. Itaqui – RS – 1954 – Júlio Edgar Miranda Mariath. Rubens Gama Dias. contador. Itaperuna – RJ – 1954 – Antônio Vargas Nogueira. gerente (épocas distintas). gerente. gerente. Itabaiana – PB – 1954 – Amaro José da Costa. Joaçaba – SC – 1954 – Walter Otto Haasse.

gerente. Itamar Carneiro da Cunha. gerente (épocas distintas). Omar Gomes – 14/2/1942. Lavras – MG – 1/12/1954 – Wilson Ferreira – 26/3/1945. Mandaguari – PR – 2/7/1954 – João Gonçalves de Camargo. gerente. gerente. Novo Hamburgo – RS – 1954 – Ney Ulrich Caldas. gerente. Egon Kroeff. contador. Napoleão Coura Cavalcanti. Loureiro da Silva. SP – 1954 – Natalino Eugênio d´Oliveira Menezes. José Bonifácio de Sousa (janeiro/1954 a julho/1955).438 Lapa – Metr. gerente. Lucélia – SP – 1954 – Celdon Acácio Muradi. Marília – SP – 1954 – José Leite Ribeiro. contador. RJ – 1954 – Antônio Bernardelli de Salinas. contador. contador. Mafra – SC – 1954 – Aristides Gaspar de Oliveira Filho. Mogi das Cruzes – SP – 1954 – Moacyr Prestes – 17/8/1934. . gerente. Homero Bueno Libretti. Macaé – RJ – 1954 – Paulo Tavares Campos. Maceió – AL – 1954 – Ary de Miranda Motta. contador. Mimoso do Sul – ES – 1954 – Alcir Queiroz Pereira. gerente. contador. gerente (épocas distintas). Muriaé – MG – 1954 – Azor Gomes de Almeida. contador. contador. Méier – Metr. diretor da Creai. gerente.FERNANDO PINHEIRO . Manaus – AM – 1954 – Levy Marques Santos. Francisco de Assis Nascimento. gerente. Macapá – AP – 1954 – Dourival de Souza Martins. João Elias Nazaré Cardoso. contador. inspetor da Creai. Lins – SP – 1954 – Antônio Luiz da Costa. João Fabrício de Morais. inspetor. Francisco de Paula Guedes Filho. contador. Antônio Carlos Mutti de Almeida. contador. João José de Carvalho. gerente. contador. gerente.

Plínio José Lourenço de Sousa. gerente. Penha – Metr. subgerente. Picos – PI – 1954 – José Maria de Pinho Pessoa. Patos de Minas – MG – 1954 – Luiz Theobaldo de Lamonica. contador. Antônio Brandão Costa. Ponta Porã – MS – 1954 – João de Oliveira Mendonça. SP – 1954 – Armando Romeu Brancaglion. Arnaldo Ferraz Graça. Ponte Nova – MG – 1954 – Paulo Esteves Christo. contador. gerente. falec. gerente. contador. contador. contador. gerente. Arnaldo Calbucci. gerente. Paraguaçu Paulista – SP – 1954 – José Zancul – 6/1/1940. Amidicis Diogo Tocantins. Poços de Caldas – MG – 1954 – Aluízio Peixoto Laranjeira. gerente. 26/6/1962). Pará de Minas – MG – 1954 – Samuel Corrêa Borges Júnior. gerente. Pirassununga – SP – 1954 – Agenor Mendes – 25/1/1940. . gerente. gerente. contador. contador (posse no BB: 31/8/1934. inspetor.439 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Óbidos – PA – 1954 – José Epitácio Pereira. Palmeira das Missões – RS – 5/10/1954 – Frederico Guilherme Penno. Parintins – AM – 1954 – Paulo Moura de Oliveira. gerente. Pirajuí – SP – 1954 – Oswaldo Loureiro das Neves. Hildo Gonçalves Magalhães. contador. Passo Fundo – RS – 1954 – Américo Raul da Cunha Cerqueira. inspetor. contador. gerente. contador. Ariosto Loureiro da Silva. Alceu Xavier Lobo. Pederneiras – SP – 1954 – José Carlos Barauna. Porto Alegre – RS – 1954 – Arthur Neujahr. contador. Penápolis – SP – 1954 – Hermes Gomes Barbosa.

Bernardo Lula – 1/4/1943 (épocas distintas). Rio Verde – GO – 1954 – Hélio Cezar de Figueiredo. contador. São Félix – BA – 1954 – Raymundo Coelho de Souza. inspetor. João Nivaldo Milito. Recife – Agência Centro – PE – 1954 – Pedro Lima. Nilo Medina Coeli. José de Miranda Pinheiro. contador. Santos – SP – 1954 – Cândido de Azevedo Filho. São Caetano do Sul – SP – 1954 – Lourival Artur Delgado. Ayrton Carneiro de Mendonça. Ribeirão Bonito – SP – 1954 – Ayrton Pires de Oliveira. Santo Amaro – BA – 1954 – Waldemar de Souza Guimarães. Santa Vitória do Palmar – RS – 1954 – Carlos Rotta Rodrigues. contador. José de Oliveira Vijande. contador. Santa Rosa – RS – 1954 – Carlos Alberto Taborda Cáceres. Francisco Medina Coeli. gerente. Hindemburgo Bilro da Costa. São João Del Rei – 1954 – Júlio Mário Mourão. contador. contador. contador. contador. Arlindo Ricardo Pasolini (épocas distintas). subgerente. São Carlos – SP – 1954 – Linneu Álvaro Floret. gerente. gerente. José Walter Schein. gerente. contador. Presidente Venceslau – SP – 1954 – Leônidas Túlio de Sampaio Machado Gonçalves. contador. gerente. contador. gerente. Walter Ripalda. contador. contador. gerente. São Gabriel – RS – 1954 – Derby Oliveira Simões. gerente. . gerente.FERNANDO PINHEIRO . São Mateus – ES – 1954 – Ângelo Madeira Gontijo.440 Porto Velho – RO – 1954 – Paulo de Figueiredo Ledo. gerente. gerente (épocas distintas). Santa Teresa – ES – 1954 – Archimedes Amora Leite. Mário Martins.

inspetor. Osmar Duarte de Mendonça. Renato de Abreu. contador. subgerente (posse no BB: 19/7/1921. Aquidauana – MS – 1955 – Manoel Bonifácio Nunes da Cunha. Monroe de Arruda Camargo. Senador Pompeu – CE – 1954 – Alano de Moura Beleza. contador. Ary de Souza Ribeiro. gerente. Acesita – MG – 4/1/1955 – Amilcar Leonello Ziller. Alves Ferreira Júnior. Frederico de Albuquerque Filho. Odilon Fernandes Rosa. secretário de gabinete da Gerência. advogado do Contencioso. contador. Sobral – CE – 1954 – Lauro Augusto de Mattos Pereira. João Ruggiero. Ariosto Loureiro da Silva. gerente. contador. advogado. inspetor. Teófilo Otoni – MG – 1954 – João Augusto Frossard. gerente. Nicolino Rigato. Joviniano Fernandes da Silva. Anápolis – GO – 1955 – Almir Machado – 8/3/1944. Votuporanga – SP – 1954 – Edilberto Geraldo de Resende. contador. Alceu Maitino – 1/4/1943. Álvaro Ferreira Amado. inspetor. Valparaíso – SP – 1954 – Thales Rocha de Mattos. Fausto Ferraz Filho.441 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL São Paulo – Agência Centro – SP – 1954 – Gustavo Carrano. Três Lagoas – MS – 1954 – Eitel Gehre. 30/12/1964). gerente. Jatir Görresen. José Corrêa de Barros. gerente. contador. gerente. gerente. Marcos Machado Pimenta. delegado da Sumoc. chefe de Gabinete da Gerência. gerente. contador. Xavantes – SP – 1954 – Wilson Póvoa Manso. Apucarana – PR – 1955 – Agamenon Cordeiro Florentino. falec. Heráclito da Rocha Santos. Serrinha – BA – 1954 – Edício de Araújo Soares. Agência Central – DF – 1955 – Osmaro Monteiro. inspetor. gerente. Aimorés – MG – 1955 – José Justino de Mello. contador. contador. gerente. . subgerentes.

inspetor. Pedro Tércio de Cambraia Sales. Moysés de Andrade.442 Araçuaí – MG – 1955 – Newton Pádua. Aldo Moreira Ramos.FERNANDO PINHEIRO . gerente. Belo Horizonte – MG – 1955 – Francisco da Gama Netto. Blumenau – SC – 1955 – Eleutério Proença de Gouvêa. André Sada. Bebedouro – SP – 1955 – Waldomiro Machado D´Antônio. Lírio Rosito. contador. Mário Gaspar – 20/1/1940. Carlos Roberto de Carvalho. Arapongas – PR – 1955 – João Moreira da Silva Filho. contador. contador. . gerente. Thales Rocha de Mattos. contador. gerente. inspetor de câmbio. Bento Gonçalves – RS – 1955 – Carlos Alberto Calage Cidade. contador. Batatais – SP – 1955 – Carlos Martinelli. contador. gerente. contador. Roberto Vargas Kehl. chefe de gabinete da Gerência da Agência. contador. gerente (épocas distintas). gerente. Araraquara – SP – 1955 – Augusto Gomes Alves. contador. Wladimir dos Santos. contador. Luiz José Gabeira. Botucatu – SP – 1955 – Odilon Fernandes Rosa. Barretos – SP – 1955 – Ercy de Mello Nogueira. José Soares Batitucci. Carlos Prates Filho. gerente. inspetor. gerente. Avaré – SP – 1955 – Antônio Leite Oliva. contador. subgerente. gerente (épocas distintas). gerente. Mucius Clack da Silva Costa. Buriti Alegre – GO – 1955 – Docandy Martins Vieira. contador (épocas distintas). Antônio de Souza Gomes.

inspetor. gerente. Crato – CE – 1955 – Hernildo Gomes de Almeida. contador. Felipe Nerino Andrade. Evandro Lucas de Mourão Rangel. advogado. gerente. Codó – MA – 1955 – Mariano José de Barros da Silva. Cornélio Procópio – PR – 1955 – Thadeu Grembecki – 18/7/1928. advogado. contador. gerente. Cambará – PR – 1955 – Alceu Porres – 27/6/1942. gerente. gerente. gerente. . contador. José Henrique Hanstenreiter. José Nazareno Simonetti. Canavieiras – BA – 1955 – Mário Linhares Nou. Campo Belo – MG – 1955 – Ausly Moreira de Rezende. gerente. Aloysio Mattos Rego. gerente. Luiz Raymundo Gomes. gerente. contador.443 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Cachoeiro de Itapemirim – ES – 1955 – Elysio Costa Imperial. gerente. inspetor. gerente (épocas distintas). gerente. Corumbá – MS – 1955 – César Bustamante Coutinho. gerente. contador. gerente. Ary de Barros Alves. Felipe Nery de Andrade. gerente. Colatina – ES – 1955 – Antônio Vargas Nogueira. gerente. gerente. Cajazeiras – PB – 1955 – Francisco das Chagas Melo. inspetor. Currais Novos – RN – 1955 – Arhur da Silva Leandro. Moacir de Araújo Mota. Raymundo Araújo de Andrade. Carolina – MA – 1955 – Carlos de Souza Rodrigues. Catalão – GO – 1955 – Ivan Menna Gonçalves. Cratéus – CE – 1955 – José Esmeraldo Barreto. Canoinhas – SC – 1955 – Armando Gonçalves Godinho. Curitiba – PR – 1955 – Hermes Buchele. Constâncio Alves de Castro.

Divinópolis – MG – 16/7/1955 – José Nogueira de Barros. Ijuí – RS – 2/7/1955 – Alberto Penno – 30/3/1938.444 Curvelo – MG – 1955 – Carlos Pedro de Alcântara. gerente. gerente. contador. Guarabira – PB – 1955 – Natanael Pinto de Carvalho. contador. gerente. advogado. Edísio Santos. contador. contador.FERNANDO PINHEIRO . Carlos de Menezes Ferreira. contador. gerente. gerente. contador. Garça – SP – 1955 – Ademar de Campos Monteiro. Dracena – SP – 1955 – Wilson Vianna – 11/6/1942. José Márcio Focas. Floriano – PI – 1955 – Bernardino Soares Viana. Foz de Iguaçu – PR – 1955 – Frederico Guilherme Penno. José Henrique Hastenreiter. Dracena – SP – 15/10/1955 – Dário Patriani – 15/7/1927. gerente. contador. contador. inspetor. João Batista Jardim. contador Diamantina – MG – 1955 – Rafael Gomes Pessoa. Esdras Acióli de Oliveira. contador. Guarapuava – PR – 1955 – Carlos Augusto Meira Góes. contador. contador (épocas distintas). inspetor. Waldyr Siqueira de Mesquita. Guaçuí – ES – 2/7/1955 – Gilson Monteiro Wanderley. Goiânia – GO – 1955 – Olindo Costa Nunes. . Murilo do Carmo Barbosa. Marcos Vinicius Röhrig Augé. Guiratinga – MT – 1955 – José Carlos Lopes. José Nogueira de Barros. gerente. Fortaleza – CE – 1955 – João de Amorim Rêgo. Heráclito da Rocha Santos. Governador Valadares – MG – 1955 – José Ananias de Almeida Gama. contador. inspetor. Wilson Lopes Duarte. gerente. gerente. contador (épocas distintas). contador.

445 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ilhéus – BA – 1955 – Eliezer Bastos Barbosa. Itapetininga – SP – 1955 – Lindolfo Coutinho Cedro. Itaberaba – BA – 1955 – Fernando Nogueira Britto. Carlos de Gouvêa Soares. Cecílio José Daher. Arlindo Oliveira de Santana. . Reginaldo Ramos Varandas. Jaboticabal – SP – 1955 – Benedicto Gouvêa Lintz. Itabaiana – SE – 1955 – Euclides Augusto de Andrade. César Lopes Trindade Melo. advogado. inspetor. contador. Itabuna – BA – 1955 – Humberto Moreira Riella da Fonseca. contador. gerente. Irati – PR – 1955 – Celso da Costa Saboia. Kluck Magri. gerente. Itajaí – SC – 1955 – Fernando Mesquita. contador. Luiz Henrique Pinto Lucas. Itaperuna – RJ – 1955 – Álvaro Tinoco Nazareth. Renato Fonseca de Oliveira. José Gurgel de Oliveira. gerente (épocas distintas). Jataí – GO – 1955 – Rubens Gama Dias. inspetor. Itambé – BA – 1955 – César Lopes Trindade Melo. gerente (épocas distintas). contador. João Batista Copello. José Maria Medina. gerente. Urbano Batista Brandão. gerente. contador. inspetor. inspetor. gerente. inspetor. gerente. contador. Nodgy de França Andrade. inspetor. gerente. Ipiaú – BA – 1955 – Silvério Cerveira. gerente. gerente. José Freire de Aguiar. gerente. gerente (épocas distintas). contador. contador. Jequié – BA – 1955 – Walter José de Souza. Ausly Moreira de Rezende. Heráclito da Rocha Santos. Evandro de Oliveira Melo. gerente. Itapira – SP – 1955 – Orlando Godoy – 5/1/1940. contador. gerente. Ipameri – GO – 1955 – Salvador Brasileiro. Alberto Leite de Araújo. contador. gerente.

gerente. Joinville – SC – 1955 – Antônio José de Almeida. contador. Lages – SC – 1955 – Omar Gomes – 14/2/1942. gerente. Ary Villanova Pereira de Vasconcelos. inspetor.0 Limeira – SP – 1955 – Vital Brasil Rodrigues de Aguiar. Lajeado – RS – 1955 – Sinval Tavares da Silva. contador (épocas distintas).FERNANDO PINHEIRO . gerente. Roque Jacques Pibernat. Mário Martins. contador. Monte Carmelo – MG – 1955 – José Ribeiro – 18/5/1943. gerente. gerente. contador. gerente. Monteiro – PB – 1955 – Ivan Sobral Vieira Arcoverde. Francisco de Assis Rodrigues. contador. Limoeiro – PE – 1955 – Euclides Cardoso Xavier. contador. Madureira – Metr. contador. Maringá – PR – 1955 – Manoel de Souza Campos. Maracaju – MS – 1955 – Rosário Calipo. contador. contador. gerente. gerente. Italino Peruffo. contador. inspetor. inspetor. Nelson Roversi Forattini. contador. contador. RJ – 1955 – Luiz Moroni da Silveira. Livramento – RS – 1955 – Antônio Lopes Lins. gerente. contador. Juazeiro – BA – 1955 – Hélio de Miranda Barros. chefe–de–serviço. Abelardo Pinto de Lemos. Martinópolis – SP – 1955 – Roberto Fonseca da Silva. gerente. Londrina – PR – 1955 – Miguel de Arruda Furtado. . Álvaro da Rocha Sundfeld. gerente.446 Joaçaba – SC – 1955 – Elly Mesquita Vellozo. Itamar Carneiro da Cunha. Paulo de Oliveira Leitão. Lucélia – SP – 1955 – Osvaldo Loureiro das Neves. Laguna – SC – 1955 – Fermino Conrado de Marchi. gerente. Walter Otto Haase. gerente. Edison Galvão de Sá. Mimoso do Sul – MG – 1955 – João Nivaldo Milito. contador. Nery de Oliveira.

Pirapora – MG – 1955 – Walter Pirani – 16/3/1944. gerente. Dermeval Magalhães Cardoso. Presidente Venceslau – SP – 1955 – Osvaldo Vitoriano da Silva. contador. contador. Paranaguá – PR – 1955 – Odilon Ferreira. gerente. . Augusto Vaz de Campos. Synval Antônio de Araújo. gerente. gerente. Yedo Cadelha Valença. Palmares – PE – 1955 – Raul Teixeira do Rêgo Barros. gerente. chefe de câmbio. Walter Compiani. contador. contador.447 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Montes Claros – MG – Aldenor Leão Cassulo de Mello. Ponta Porã – MS – 1955 – Weyler Negrão Tonhozi. Ourinhos – SP – 1955 – Oscar Matos Filho. chefe–de–serviço (Fiban). Oswaldo Barbosa. Antônio Madureira Murta. contador. contador. Palmeira dos Índios – AL – 1955 – Jairo contador. Pedra Azul – MG – 1955 – Euphrário Correia de Andrade. contador. Pará de Minas – MG – 1955 – Samuel Corrêa Borges Júnior. contador. contador. Pouso Alegre – MG – 1955 – Hely Torres Alves. gerente. gerente. Orlândia – SP – 1955 – Wilson Donega. contador. contador. Múcio Varela de Albuquerque. Waldemiro de Faria Pereira. gerente. Antônio Bittencourt – 30/8/1945. contador. Jucá – 27/12/1939. Raimundo Ariquitiba Lobão. gerente. Penedo – AL – 1955 – José Nogueira Ramos. gerente. Pelotas – RS – 1955 – Orlando Vilarinho Cardoso. contador. contador (épocas distintas). Pedreiras – MA – 1955 – Humberto de Oliveira – 27/12/1946. Piraju – SP – 1955 – Haroldo Guimarães de Souza. Severino Correia de Melo. contador.

Recife – PE – 1955 – Aderaldo Mendes Alverga. contador. assistente jurídico. Roxo Pereira. contador. inspetor. Antônio Rocha Freire. gerente. Santarém – PA – 1955 – Jorge Chaves Camacho. Rio Verde – GO – 1955 – Alcides Vieira Borges. gerente (épocas distintas). Arthur Augusto Resende – RJ – 1955 – Firmino de Moraes Cambará. contador. contador. contador. contador. Ernesto Lemmi Ribeiro. contador. contador.448 Quixadá – CE – 1955 – José Rafael Cartaxo. Hugo Mário Oliveira de Boer. gerente.FERNANDO PINHEIRO . gerente. RJ – 1955 – Edgard Seráphico de Souza. Walmásio Moreira de Oliveira. Antônio Degow. Salvador – BA – 1955 – José Bonifácio de Sousa. gerente. Antônio Sombra Fernandes. gerente. gerente. Santana de Ipanema – AL – 1955 – Ayrton Batinga de Mendonça. Archibaldo de Andrade Balieiro. Santiago – RS – 1955 – Hugo Mário Oliveira de Boer. Ramos – Metr. inspetor. inspetores. contador. . Mário Augusto Seawright. advogado. Russas – CE – 1955 – José Benevides de Alencar Teixeira. Antônio Barcelos. Santa Cruz do Rio Pardo – SP – 1955 – Francisco das Chagas Soares Lima. Santo Anastácio – SP – 1955 – Ernesto Masselani. Santo Amaro – BA – 1955 – Dilson da Silva Garcia. contador. contador. Celso Freitas de Carvalho. contador (épocas distintas). contador. Hélio César de Figueiredo. chefe da tesouraria da agência. Santana do Livramento – AL – 1955 – Alberto Mário Buarque de Paiva. Alberto Buarque de Paiva. Augusto Manso Granja. gerente.

União da Vitória – PR – 1955 – Paulo José de Carvalho. subgerente. Eduardo Soares Teixeira. Múcio Clack da Silva. Santo Antônio da Patrulha – RS – 16/4/1955 – Irineu Marx. São Paulo – Agência Centro – SP – 1955 – Carlos Neves de Carvalho. Doracy Caiuby Novaes. Ernani Anicet. João Alves Ferreira Júnior. João Rodrigues da Cunha. Nipton Curi. São Gonçalo – RJ – 1955 – Cleanto Gonçalves Brandão. gerente. Senador Pompeu – CE – 1955 – Antônio Arraes Sobrinho. gerente. contador. São Luís – MA – 1955 – Adolpho Costa Basílio da Silva. contador. Cid dos Santos Antão. São José dos Campos – SP – 1955 – Rubem Costa – 30/5/1930. gerente. inspetor. Uberlândia – MG – 1955 – João Borges – 11/8/1938. subgerente. contador. contador. Uberaba – MG – 1955 – Lund Maia. Alano de Moura Beleza. Sorocaba – SP – 1955 – Grandyr Braga Martins. Teresina – PI – 1955 – Benedito de Albuquerque Vasconcelos. inspetor. Jacinto Angerami. gerente. . gerente. contador. advogado. contador. gerente. contador. contador. União dos Palmares – AL – 1955 – Raul Teixeira do Rêgo Ramos. contador. União – PI – 1955 – Vicente de Paulo Oliveira Fortes. gerente. gerente. gerente. subassessor jurídico. gerente. São Borja – RS – 1955 – Sebaldo Edgar Saenger. contador.449 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Santo Ângelo – RS – 1955 – Jader Beck Leite. Raul Augusto de Pinho Filho.

Arroio Grande – RS – 1955 – André de Morais Notari. Votuporanga – SP – 1955 – Valdir Martiniano de Oliveira. João Moreira da Silva Filho. contador (épocas distintas). contador. Adão Ferreira de Almeida. José Loyola de Souza. Vitto Raphael dos Santos.FERNANDO PINHEIRO . 6/2/1961) Viçosa – AL – 1955 – Eurides Gomes Porangaba. Antônio Freire Rocha. contador. contador. contador. Aimorés – MG – 1956 – José Corrêa de Barros. gerente (posse no BB: 21/12/1928. contador (épocas distintas). gerente. contador. Volta Redonda – RJ – 1955 – João de Almeida Glória. Arnaldo Coelho Messeder. chefe da Seção Contadoria.450 Vacaria – RS – 1955 – Nelson Pedro Piccolli. gerente. Carlos Guerra Barreto. inspetor. gerente. Almenara – MG – 1956 – Waldemar Heyden – 16/8/1944. contador. subcontador. Araçuaí – MG – 1956 – Ary Lopes Ferreira. contador. Alfenas – MG – 1956 – Antônio Carlos Vieira da Cunha. Além Paraíba – MG – 1956 – Jacy Soares. Manoel Salek – 5/11/1936. contador. gerente. contador. Arcoverde – PE – 1956 – Gilberto de Oliveira Azevedo. Francisco Torres Duarte. advogado. contador. apos. Rubens Vieira Machado. Areia – PB – 1956 – José Milton de Vasconcelos Portela. Agência Central – DF – 1956 – Antenor Nunes Passos. José Rodrigues Bastos. Valparaíso – SP – 1955 – Carlos Aldigueri. contador. inspetor. gerente. inspetor. Arapongas – PR – 1956 – Luciano de Mello Pinta. gerente. Alagoinhas – BA – 1956 – Raymundo Ventura – 25/9/1940. . inspetor. gerente. Álvaro Pêgas.

contador. Cornélio Assunção dos Santos. Francisco de Assis Rodrigues. Bauru – SP – 1956 – Júlio Rodrigues Hora. contador. Bariri – SP – 1956 – Mário Batista do Nascimento. Nassir Edin Pires de Lima Rabello.451 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Assis – SP – 1956 – Omar Guanabarino Freiria. gerente. contador. Caçador – SC – 18/2/1956 – Almir Hermes de Oliveira. gerente. gerente. gerente instalador da Agência Bariri (17/8/1942). . contador. contador. Assu – RN – 1956 – Milton Monteiro Gondim. gerente. gerente. Boa Vista – RR – 1956 – João Ramos Neiva. contador. contador. contador. gerente– instalador. Fausto Vieira Estelita Lins. Canoinhas – SC – 1956 – Raul Schuchovsky – 28/4/1943. RJ – 1956 – Luiz Baptista Torres. inspetor. Roberto Previdello. Barbacena – MG – 1956 – Newton Siqueira de Araújo Lima. Avaré – SP – 1956 – Rodolfo Miranda Leonel Júnior. contador. contador. Caicó – RN – 1956 – Paulo de Oliveira – 8/8/1946. gerente. contador. contador. Cabo Frio – RJ – 1956 – Otto de Souza Dreer. subgerente. Cafelândia – SP – 1956 – Pedro Fleury da Silveira. contador. Antônio Franco – 9/4/1929. gerente. Campo Belo – MG – 1956 – Antônio de Oliveira – 8/2/1943. Bangu – Metr. gerente (épocas distintas). Herny Alvarenga. Belo Horizonte – MG – 1956 – Carlos Prates Filho. Omar Guanabarino. Barretos – SP – 1956 – Antônio Luz – 2/9/1924. gerente. Hércio de Figueiredo Melo. Caetité – BA – 1956 – Almir Rodolfo Abreu.

inspetor. Curt Hageman. contador. contador. contador. Carlos Guerra Barreto. contador. contador. Florianópolis – SC – 1956 – Nestor Ângelo Orioli. gerente.FERNANDO PINHEIRO . contador. gerente. Dracena – SP – 15/10/1956 – José de Souza Lima – 28/7/1943. José de Britto Nogueira. contador. Floriano – PI – 1956 – Bernardino Soares Viana. Foz do Iguaçu – PR – 1956 – Frederico Guilherme Penno. Geraldo Arruda Camargo. Erechim – RS – 1956 – José Edjalma Carneiro. gerente. contador. contador. contador. Formiga – MG – 1956 – Álvaro Dantas Mota. Nicolino Rigatto. Cruzeiro do Sul – AC – 1956 – Nilton Vilanova de Albuquerque. gerente. Cornélio Procópio – PR – 1956 – Thadeu Grembecki. Guilherme Sperry Cézar. inspetor. gerente. Corumbá – MS – 1956 – Cláudio Gabriel dos Santos. gerente. Cratéus – CE – 1956 – Antônio Landim Filgueiras. contador. contador.452 Carangola – MG – 1956 – Isnard da Silva Melo. . gerente. Catanduva – SP – 1956 – Benedito Pio da Silva. Garanhuns – PE – 1956 – Eutíquio Torres Calazans. gerente. Carlos Chagas – MG – 1956 – Nagib Lauar – 9/4/1949. contador. Carolina – MA – 1956 – José Américo Botelho. inspetor. Altayr Vallini. contador. Colatina – ES – 1956 – José Rodrigues – 12/1/1940. gerente. José Wilson de Miranda Escorcio. Diamantina – MG – 1956 – Carlos de Menezes Ferreira. Dom Pedrito – RS – 1956 – Carlos Alberto Taborda Cáceres.

gerente da Agência São Caetano do Sul – PR.453 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Goiânia – GO – 1956 – Olindo Costa Nunes. Goiás – GO – 1956 – Nelson Zilli – 20/4/1945. gerente. Itaqui – RS – 1956 – Milton Oswaldo Fetter. Ipu – CE – 1956 – José Maria de Pinho Pessoa. gerente. Ituiutaba – MG – 1956 – José Vieira do Rosário. contador. contador. gerente da Agência Jundiaí – SP (em visita). Governador Valadares – MG – 1956 – José Calazans Pereira da Silva. subgerente. contador (épocas distintas). contador. Álvaro Coutinho. . Itapira – SP – 1956 – Adolfo Camargo Lima Júnior. Edson Vilela Ribeiro. gerente. Itapipoca – CE – 1/2/1956 – Tobis de Mello Monteiro. Odilon Cardoso. Mauro de Faria Merheb. Itapetininga – SP – 1956 – Evandro de Oliveira Melo. contador. advogado. Antenor Braga Farias. gerente. contador. Luiz Gonzaga da Rocha Teixeira. Itanhandu – MG – 2/7/1956 – Walter Lineu de Paiva. contador. Itaberaba – BA – 1956 – Heitor Silva Oliveira. Joaquim Pereira de Souza. Ijuí – RS – 1956 – Alberto Penno. advogado. gerente. Edinor Martins de Araújo. José Rodrigues de Freitas. inspetor. Marcos Vinicius Röhrig Augé. gerente. Wilmar Benedito Ribeiro Camelo. inspetor. contador. Hélio Benício de Paiva. gerente. Guarabira – PB – 1956 – Ademar Arruda Alencar. contador. gerente. inspetor. Itacoatiara – AM – 1956 – Luiz Demétrio Guimarães Simões. José Benevides de Alencar Teixeira. contador. contador. Irati – PR – 1956 – Walter Machado de Oliveira. Colemar Prado Silveira. contador. contador.

contador. contador. gerente (épocas distintas). gerente. Joaçaba – SC – 1956 – Clóvis da Silva Souza. Walter Otto Haase. Juazeiro – BA – 1956 – Antônio Teixeira Lima. contador. Raimundo Ventura – 25/9/1940. inspetor. Rubens Gama Dias.FERNANDO PINHEIRO . Ituverava – SP – 1956 – Nelson Gaia Penteado. Jaú – SP – 1956 – Hamilton Perlingeiro. José Viana. José Rubens de Faria Cidade. inspetor. Lagarto – SE – 1956 – Ruy de Oliveira Pantoja. gerente. contador. Humberto da Silva Menezes. contador (épocas distintas). contador. gerente. gerente. gerente. Edgard da Cunha Cidade. contador. Macapá – AP – 1956 – Dalton Cordeiro Lima. Antônio Leite Oliva. Jataí – GO – 1956 – José Maria Medina. Lucélia – SP – 1956 – Boanerges de Menezes Caldas. Luzilândia – PI – 1956 – Crisóstomo Carneiro de Azevedo. . Everaldo Stélio de Oliveira e Silva. contador. gerente. contador. João Pessoa – PB – 1956 – David Trindade – 15/10/1938. contador. Jaguarão – RS – 1956 – Ely Dias de Oliveira. inspetor. Alfredo da Cunha Buarque. gerente. contador. José Aldírio Py. Lages – SC – 1956 – Newton Soares Modesto de Almeida. gerente. gerente (épocas distintas).454 Itumbiara – GO – 3/7/1956 – João Batista Jardim. contador. Jacarezinho – PR – 1956 – Oswaldo Lopes do Nascimento. Lauro Monteiro Moço. Rubens Ferreira Caetano. contador. Lençóis – BA – 1956 – Gelson Lopes da Cruz. contador. contador (épocas distintas).

gerente (épocas distintas). Novo Horizonte – SP – 1956 – José Justino de Mello. Luiz Bombonato – 19/1/1944. Alceu Subtil Chueire. . Maringá – PR – 1956 – Eduardo Silveira da Rosa. gerente. gerente. gerente. gerente. gerente. gerente. Parintins – AM – 1956 – Warnick Tavares do Nascimento. gerente. contador. Ernio Antônio Thimmig. contador. José David Fonseca. Theo Wendisch – 2/3/1938. Morrinhos – GO – 1956 – Milton de Melo – 16/8/1946. Paraguaçu Paulista – SP – 1956 – Edgard de Almeida Victor Rodrigues. José Zancul. contador. Mimoso do Sul – ES – 1956 – Marcello Fernandes – 13/3/1944. contador. Levy de Araújo Lima.455 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Mafra – SC – 1956 – Vicente de Paulo Alves Cordeiro. advogado. contador. contador. José Rubens Galvão. Itaiz Martins – 25/7/1945. Paranaguá – PR – 1956 – Epitácio (Cafeteira) Afonso Pereira. Nova Granada – SP – 1956 – Ruy de Oliveira Pantoja. Pedreiras – MA – 1956 – Clóvis da Silva Souza. Patos – PB – 1956 – João Rosário Dória. contador. Olímpia – SP – 1956 – Hercílio Viegas Oliveira Pais. Mandaguari – PR – 1956 – Manoel de Sousa Campos. gerente. contador. Marília – SP – 1956 – Evandro Lucas de Mourão Rangel. inspetor. contador. contador. Palmeira das Missões – RS – 1956 – Galeno Pereira de Campos. contador. contador. contador. Óbidos – PA – 1956 – Charles Armand Merabet. Manaus – AM – 1956 – Raymundo de Alcântara Figueira. gerente. contador.

Santa Teresa – ES – 1956 – Mário Vaz de Almeida e Albuquerque. contador. Ernesto Lemmi Ribeiro. Rio Branco – AC – 1956 – Guilherme Corrêa de Almeida. Pirassununga – SP – 1956 – Álvaro da Rocha Sundfeld. Francisco Teixeira Ribas. gerente. contador.FERNANDO PINHEIRO . Ribeirão Bonito – SP – 1956 – Ayrton Pires de Oliveira. . gerente. gerente. gerente. Rio Bonito – RJ – 1956 – Nilo Carlos Niceli. Piracicaba – SP – 1956 – Timótheo Feijó Jardim. Rio Claro – SP – 1956 – Oswaldo Lopes do Nascimento. gerente. contador. Oswaldo Rocha Mello. Hermes Gomes Barreto. contador. 1/1/1956). contador. Ponta Grossa – PR – 1956 – Ruy Holzmann – 19/12/1938. gerente. Rancharia – SP – 1956 – Adão Pereira de Castro. contador. Plínio José Lourenço de Sousa. apos. gerente. gerente. Santiago – RS – 1956 – Mário Conceição Prates. João Franco Arcos.456 Penápólis – SP – 1956 – Ede de Souza Monteiro. contador. Picos – PI – 1956 – Luiz Benévolo Dantas. contador. Teófilo Pacheco Conduru. chefe da Tesouraria da Agência (posse no BB: 19/10/1925. contador transferido para Agência Belo Horizonte–MG. contador. gerente. contador. gerente. Ribeirão Preto – SP – 1956 – Odilo Arantes Correia. advogado. Salvador – BA – 1956 – Celso Freitas Carvalho. gerente. Rio Pardo – RS – 1956 – Hélio Tomaz de Aquino. Santo Anastácio – SP – 1956 – Ernesto Masselani. Rio Verde – GO – 1956 – Hélio César de Figueiredo.

São Lourenço do Sul – RS – 1956 – Theo Wendisch – 2/7/1938. São Caetano do Sul – SP – 1956 – Lourival Artur Delgado. Luiz Werneck Peralta. gerente. São José do Rio Preto – SP – 1956 – Gorgonio Evaristo Barreto. Ariosto Loureiro da Silva. gerente. contador. gerente. contador. gerente. gerente. contador. Francisco Medina Coeli. Agência Central – RJ – 1957 – Antônio de Oliveira Rocha. gerente. inspetor da 36ª Zona. Edilberto Geraldo de Resende. Votuporanga – SP – 1956 – Waldir Martiniano de Oliveira. gerente. São João Del Rei – MG – 1956 – Amynthas Novaes. subgerente. Ubaitaba – BA – 1956 – Edmundo Barros Câmara. Valparaíso – SP – 1956 – Geraldo Arruda Camargo. tesoureiro. contador. contador. gerente. contador. Vacaria – RS – 1956 – Joubert Masseron Giacoebo. São Paulo – Agência Centro – SP – 1956 – Monroe de Arruda Camargo. gerente (épocas distintas). João Antonino Moreira. Nelson Vieira d´Ávila. chefe da Seção de Firmas. Volta Redonda – RJ – 1956 – Luiz Baptista Torres. Rodolfo Benedito de Moura Barbosa. gerente. inspetor da 23ª Zona – Creai. inspetor. Júlio Mário Mourão. São João de Itabapoana – RJ – 1956 – José de Almeida – 27/4/1944. Viçosa – AL – 1956 – Wilson Vieira Jatobá. contador. contador. gerente. Eduardo Roxo de la Roque. .457 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Santo Antônio de Pádua – RJ – 1956 – Arlindo Ricardo Pasolini. Deusdedit Freitas de Almeida. São Gonçalo – RJ – 1956 – Carlos da Costa Lage.

Jovino Ferraz – 25/4/1949. 13/3/1961). inspetor (Crege). gerente. Araçatuba – SP – 1957 – Haroldo Guimarães de Souza. gerente. Assaí – PR – 5/10/1957 – Nabiuh Aboriham – 17/2/1943. Bom Retiro – Metr. contador. . contador. Araçuaí – MG – 1957 – Luiz Anibal de Brito. Bebedouro – SP – 1957 – José Vieira do Rosário. Alfenas – MG – 1957 – Antônio Carlos Vieira da Cunha. contador. Saul Porto Pedroza. contador. Biriguí – SP – 1957 – José Firmino Dantas Bacellar. gerente. Aracaju – SE – 1957 – Vanilo Medeiros Araújo. contador. gerente. Andradina – SP – 1957 – Geraldo Corrêa – 22/6/1942. inspetor (Creai). José Nunes de Barros. gerente (posse no BB: 11/9/1930. contador. Álvaro Carjulo D´Almeida. Octávio Mazzoni Andrade. Octacílio Assis Rodrigues. contador. contador. contador. SP – 1/10/1957 – Paulo Bastos – 18/1/1933. advogado. gerente. Bento Gonçalves – RS – 1957 – Carlos Alberto Calage Cidade. contador. contador. Júlio Luiz Mussoi.458 Alegrete – RS – 1957 – Carlos Salerno. Elmar Rudolfo Heineck. Boa Esperança – MG – 1957 – José de Oliveira Zenha. Blumenau – SC – 1957 – André Sada. Martiniano Mavignier de Araújo. apos. Alberto Leite de Araújo. advogado. Alberto Xavier. contador. gerente. Thelmo Dantas Motta. Araguari – MG – 1957 – Eduardo Brasileiro. Barreiras – BA – 1957 – Luiz Demétrio Guimarães Simões.FERNANDO PINHEIRO . gerente. contador. gerente. Arlindo Machado Pavão. contador. inspetor.

Cratéus – CE – 1957 – Waldemir Rosa Chaves. Cáceres – MT – 1957 – Ernani Maciel Câmara. gerente. contador. Codó – MA – 1957 – Luiz Gonzaga Pinheiro Veiga de Almeida. contador. Bragança – PA – 1957 – Jaime Soares Boaventura. Joaquim Saião Lobato. caixa. gerente interino. Darci Furtado Rocha. Canoinhas – SC – 1957 – Camillo Calazans de Magalhães. contador (épocas distintas). gerente. contador interino. gerente. gerente. gerente. Cachoeira do Sul – RS – 1957 – Vitalmiro de Aguiar – 13/11/1930. contador. Edbert Pereira Leite. Francisco Raphael Di Lascio. Mário Baptista Nascimento. contador. posteriormente. Canavieiras – BA – 1957 – José de Melo Figueiredo. contador.459 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Bosque da Saúde – Metr. Delmindo Motta – 25/3/1940. inspetor. contador. gerente. contador (épocas distintas). Plínio José Lourenço de Souza. José Rubens de Faria Cidade. contador. Camocim – CE – 1957 – José de Arimateia Filho. contador. Cantagalo – RJ – 1957 – Antônio Pinto de Aragão. Ruy Barbosa Pacheco do Canto. contador. Catalão – GO – 1957 – Araripe de Mello – 23/3/1944. Caxias do Sul – RS – 1957 – Antônio Edwiges Guglielmi de Oliveira. gerente. Brasília – GO – 1957 – 1ª Agência antes da transferência da capital federal em 1960 – Raul Campos Júnior. SP – 1957 – João Gonçalves de Camargo. contador. contador. Pedro Otto da Silveira. Carazinho – RS – 1957 – Vitalmiro de Aguiar. inspetor. Cachoeiro de Itapemirim – ES – 1957 – Heinz Van Den Bylaardt. gerente. .

Jatir Batista da Cunha. Dores de Indaiá – MG – 1957 – Antônio Beluco Sobrinho. gerente. em 18/1/1958. chefe–de–serviço (posse no BB: 30/10/1940. Cuiabá – MT – 1957 – Raul Santos Costa. em agência. gerente. advogado. contador. contador. contadores (épocas distintas) . Guaíba – RS – 1957 – Nestor Angelo Ariolli. contador. inspetor. Álvaro Dantas Motta. falecido. gerente. contador. contador. Rubens Nunes Firme. gerente. contador. gerente. contador. gerente. falec. Formosa – GO – 7/1/1957 – Raimundo Correa de Menezes. José Edjalma Carneiro. contador. Erechim – RS – 1957 – Elizer Miranda Silva. Floriano – PI – 1957 – Raymundo Solon Fontenelle de Miranda. 27/5/1957). Foz do Iguaçu – PR – 1957 – Hélio Moura – 26/4/1941. contador. gerente.FERNANDO PINHEIRO . José Bernardes de Souza Filho. Guilherme Neves Gonzaga. A subagência Dourados foi transformada. Dom Pedrito – RS – 1957 – Ivo Oswaldo Hausen. designado contador da Agência Dores de Indaiá – MG.460 Cruzeiro do Sul – AC – 1957 – Geraldo Carneiro da Silva. Formiga – MG – 1957 – José Machado. Guaçuí – ES – 1957 – Colmar Firme Coutinho. Fortaleza – CE – 1957 – José de Ribamar Simas de Oliveira. não chegou a tomar posse no cargo. Dourados – MS – 1957 – Olavo Servija Medina. Governador Valadares – MG – 1957 – Rubens Vieira Machado. gerente. agente– instalador. Antônio Vasconcelos Santiago. Guajará–Mirim – RO – 19/11/1957 – Agenor Nepomuceno Mendes. João Rodrigues de Andrade. Ralph Seixas Vieira. contador transferido para Agência São Leopoldo – RS.

agente instalador. contador. Joinville – SC – 1957 – Arthur Oscar Langsch. Ariosto de Belli. gerente.461 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Guarapuava – PR – 1957 – Hélio Guimarães – 13/1/1947. João Pessoa – PB – 1957 – Getúlio Alves de Souza. Itu – SP – 1957 – Clodoveu Romualdo Scotti. Érico Petit Lobão. Lagarto – SE – 1957 – Celso Melo Villas Boas. gerente. Luiz Raymundo Gomes. contador. gerente. Lavras – MG – 1957 – Ênio Mota Gueiros. Januária – MG – 1957 – Elcior Ferreira de Santana. gerente. contador. Reginaldo Ramos Varandas de Carvalho. Ipiranga – Metr. Guaratinguetá – SP – 1957 – João Evangelista de Campos Ribeiro. . inspetor. Jacarezinho – PR – 1957 – Paulo José de Carvalho. contador. Ilhéus – BA – 1957 – Francisco Otto Carvalho de Toledo. SP – 1957 – Pedro Tércio de Cambraia Salles. Macaé – RJ – 1957 – Hélio de Abreu Lima. gerente. inspetor. A subagência Jequitinhonha foi transformada em agência em 2/3/1959. contador. Jequitinhonha – MG – 1957 – Márcio dos Reis Barbosa. Itacoatiara – AM – 1957 – Domingos Rubem Uchoa Filho. Itaperuna – RJ – 1957 – Álvaro Cantanhede. contador. contador. Itabuna – BA – 1957 – Wilson Conceição. gerente. Álvaro Tinoco Nazareth. Irineu Frara Batista. gerente. Itaqui – RS – 1957 – Carlos Alberto Vieira Braga. Itabaiana – SE – 1957 – Paulo Rodrigues Vieira. inspetor. Humberto Moreira Riella da Fonseca. gerente. gerente. contador. contador. contador. inspetor. contador.

Stepheson Vieira Medeiros. Fausto Bissolati Sant´Anna. Em 14/3/1959. contador. inspetor. gerente. Méier – Metr. gerente. gerente. a subagência Maracaju foi transformada em agência. agente da subagência. Mário Vidal. Manaus – AM – 1957 – Raymundo de Alcântara Figueira. Maceió – AL – 1957 – Félix Lima Júnior. Francisco Barbosa Cursino. . Ariosto de Belli. gerente. Matão – SP – 1957 – Valdir Martiniano de Oliveira. gerente. inspetor. Antônio Bernardelli de Salinas. Monte Carmelo – MG – 1957 – Antônio Cavalcanti de Oliveira Lima Filho. contador. RJ – 1957 – Isaac Mendes Sobral. contador. Vicente de Paulo Alves Cordeiro. contador. contador. Maringá – PR – 1957 – Francisco José Monteiro. Mafra – SC – 1957 – Celso Fernando de Lima Lira. gerente. contador. contador. Nadin Datria Salle. gerente. membro da Academia Alagoana de Letras. contador. contador (épocas distintas).FERNANDO PINHEIRO . gerente. gerente. Maracaju – MS – 1957 – Gil Dias Negrão. Mário Simões Paes. inspetor. Mandaguari – PR – 1957 – Luiz Bombonato – 19/1/1944. contador. contador. Mimoso do Sul – ES – 1957 – Marcello Fernandes. José Pedro Gil.462 Macapá – AP – 1957 – Dalton Cordeiro Lima. Montenegro – RS – 1957 – Paulo Emílio Guimarães. Martinópolis – SP – 1957 – Geraldo Mazzaro de Medeiros. contador. Ebert Perlingeiro Lanhas. Montes Claros – MG – 1957 – Aldenor Leão Cassulo de Melo.

Nazaré – BA – 1957 – Elival Oliveira. gerente. Carlos Fernandes – 17/2/1949. contador. Novo Hamburgo – RS – 1957 – Ney Ulrich Caldas. Nova Friburgo – RS – 1957 – João da Fonseca Neves. Mossoró – RN – 1957 – Mário Alves de Moraes. inspetor. gerente. contador. gerente. contador. Rostil da Silva Mattos. contador. SP – 1/10/1957 – Arnaldo Calbucci. Francisco de Paula Guedes Filho. Mundo Novo – BA – 1957 – Acilino Máximo – 26/3/1945. falec. Paranaguá – PR – 1957 – João Fabrício de Moraes. contador. Alceu Maitino. Pedra Azul – MG – 1957 – Antônio de Souza Gomes. contador. . contador. contador. Paranavaí – PR – 23/3/1957 – João Fabrício de Morais. Patos – PB – 1957 – Rútilo Pinheiro de Melo. contador.463 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Mooca – Metr. 26/5/1962). Herculano Ventura Horta Barbosa. gerente. gerente. gerente. gerente (posse no BB: 31/8/1934. Pedreiras – MA – 1957 – Oldyr Nogueira Vinhaes. gerente. inspetor. Palmeira dos Índios – AL – 1957 – Domingos de Mello Barros. Pederneiras – SP – 1957 – Domingos Joannes Musinato. contador. gerente (épocas distintas). contador. contador. contador. gerente. Egon Kroeff. contador. José Carlos Baraúna. Alberto de Castro Neves Filho. Benedicto Gomes Montal. Raymundo Ventura. Henrique José Rodrigues Filho. Eduardo Silveira da Rosa. gerente. Ourinhos – SP – 16/2/1957 – Alberto Ignácio da Silveira. gerente. Paracatu – MG – 16/2/1957 – Aloysio Lobo das Mercês.

contador. Presidente Prudente – SP – 1957 – Ademar de Campos Monteiro.FERNANDO PINHEIRO . Ariosto Loureiro da Silva. Porto Alegre – RS – 1957 – Luiz Jansson. Glicério Alves de Oliveira. contador. Raul Soares – MG – 10/1/1957 – Antônio Barcelos. contador. inspetor (Creai). gerente. Ariovaldo Machado de Freitas. gerente. SP – 1/10/1957 – Cid dos Santos Antão. Ribeirão Bonito – SP – 1957 – Nilo Carlos Miceli. gerente. subgerente. contador. contador. assessor jurídico. José Pereira Alves. Pirassununga – SP – 1957 – Agenor Mendes. Lafayette Vale. contador. inspetor (Crege). José Rios. Alexandre Caminha de Castro Monteiro. gerente. Arthur Neujahr. Álvaro da Rocha Sundfeld. contador. contador. Pouso Alegre – MG – 1957 – Antônio Madureira Murla. João José de Carvalho. contador. contador. Penha – Metr. Ayrton Pires de Oliveira. inspetor. inspetor. gerente. contador. contador. gerente. gerente. Piripiri – PI – 1957 – Raimundo Nonato de Melo. SP – 1957 – João Gonçalves Camargo. Penedo – AL – 1957 – José Nogueira Ramos. Picos – PI – 1957 – Dejoces de Souza Queiroz. contador (épocas distintas). Pinheiros – Metr. José de Brito – 20/7/1942. Núncio Montingelli.464 Penápolis – SP – 1957 – José Hygino Marques. Pirajuí – SP – 1957 – André Comitre – 18/10/1930. contador. gerente. Piracuruca – PI – 1957 – Luiz Teixeira Palácio. . contador. Joaquim Martins dos Santos. Gerardo de Magella Silva Passos. Promissão – SP – 1957 – Waldomiro Machado D´Antonio. contador.

gerente (épocas distintas). Santo Antônio da Patrulha – RS – 1957 – Rui Barbosa Pacheco do Couto. Santa Teresa – ES – 1957 – Heldy Dias Maciel. contador (25/8/1926. apos. contador. Hugo Mário Oliveira de Boer. São Lourenço do Sul – RS – 1957 – João Feijó da Fonseca. gerente. . contador. contador. contador.465 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Recife – Agência Centro – PE – 1957 – Pedro Lima. Santo Amaro – Metr. gerente (posse no BB: 23/5/1928. Cirilo Maia Coutinho. inspetor. SP – 1/10/1957 – Luiz Carlos Simões Mendes. gerente da Agência Metr. Santa Rosa – RS – 1957 – Alfredo Paranhos Cantalice. Gennaro de Oliveira Padilha. contador. Rio Verde – GO – 1957 – José Gomes de Godoy. 11/3/1960). Arthur Augusto Roxo Pereira. Santana – Metr. contador. contador. apos. inspetor. Olyntho Saldanha. Ribeirão Preto – SP – 1957 – Luiz Gonzaga da Rocha Teixeira. contador (épocas distintas). 1/8/1960). Em 1957 a Agência funcionando em prédio de 3 andares. Santiago – RS – 1957 – Mário Conceição Prates. Luiz Barbosa Viana. assessor jurídico. Rolândia – PR – 1957 – Benno Petry – 13/7/1945. gerente. SP – 1/10/1957 – Márcio Monteiro – 21/12/1939. inspetor. gerente. Santo Antônio – Recife. gerente. Marat de Freitas da Costa Porto. Francisco Bayma. Santos – SP – 1957 – Edmundo Benjamin Tourinho. possuía 336 funcionários. contador. gerente. São Borja – RS – 1957 – Hermes Gomes Barbosa. Oscar Dias de Mello.

gerente. Orlando Baldi. gerente. SP – 1/10/1957 – Fausto Vieira Estellita Lins. contador. subgerente. Serrinha – BA – 1957 – Edício de Araújo Soares. José Pereira Portugal. inspetor. . Urbano Batista Brandão.FERNANDO PINHEIRO . gerente (posse no BB: 11/6/1926. contador. 1/2/1958). Senhor do Bonfim – BA – 1957 – Alberto Lima de Santa Maria. Oscar Dias de Melo. gerente da Agência Centro – São Paulo. gerente. subgerente da Agência Centro – São Paulo. São Luís – MA – 1957 – Adolpho Basílio da Silva. contador. São Gabriel – RS – 1957 – Aristóteles Vaz de Carvalho e Silva. contador. apos. inspetor. contador. gerente. Luiz André Ferreira da Costa. Tapes – RS – 1957 – Alfredo Paranhos Cantalice. José Felisatti – 22/8/1934. Santos – SP – 1957 – Hamleto Celso Lins e Silva. José Octávio da Silva Leme. gerente–instalador. Jadir Beck Leite. contador. Bosque da Saúde – SP. contador. João Alves Ferreira Júnior. gerente. gerente da Agência Metr. Serra Talhada – PE – 1957 – Newton dos Santos Pinto. Hermínio Faria Cancello. contador. Marat de Freitas da Costa Porto. José Luiz Castelo Branco. Santo Ângelo – RS – 1957 – Ernani Anicet. Antônio Jácome de Araújo. subgerente. Santo Antônio de Pádua – RJ – 1957 – Deusdedit Coutinho. Santo Antônio – Metr. contador. inspetor. subgerente. São Paulo – Agência Centro – SP – 1957 – Abílio Felinto da Silva. PE – 1957 – Severino Oliveira Moura. contador. São Carlos – SP – 1957 – Linneu Álvaro Floret. gerente.466 Santo Amaro – Metr. Benedito da Costa e Silva.

inspetor. Uberaba – MG – 1957 – João Rodrigues Andrade. Maurício Ferraz – 2/6/1941.467 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Teresina – PI – 1957 – Benedicto Fonseca Ferreira. gerente. gerente. Valparaíso – SP – 1957 – Alceu Maitino. Viçosa – AL – 1957 – José Rodrigues Bastos. gerentes (épocas distintas). inspetor. gerente. Acesita – MG – 1958 – Amilcar Leonello Ziller. contador (épocas distintas). Uruguaiana – RS – 1957 – Walter Ennes – 21/10/1940. contador. contador. Hércio de Figueiredo Mello. Varginha – MG – 1957 – Petrônio Fernandes Gonçalves. contador . contador. gerente. Lund Maia – 23/5/1941. contador. Geraldo Arruda Camargo. Ernane Teixeira Leite. Adamantina – SP – 1958 – Octávio Alves Costa. José da Silva Leite. contador. contador. Gustavo Resende Ferreira. contador. contador. Uberlândia – MG – 1957 – Francisco Fortes de Pinho. Nipton Curi – 14/12/1942. Ubá – MG – 1957 – Agamenon Cordeiro Florentino. contador. Além Paraíba – MG – 1958 – Darcy Pereira – 1/9/1949. inspetor. José Augusto de Melo. contador. inspetor. Três Corações – MG – 1957 – Tácito d´Ângelo – 24/9/1941. Alagoinhas – BA – 1958 – Lourival Pereira da Cunha. chefe da Tesouraria. . contador. contador (épocas distintas). Francisco Sauwen. Ubaitaba – BA – 1957 – Álvaro de Araújo Valença. Wilson Vieira Jatobá. gerente. subchefes de Tesouraria. Paulo Hipólito. gerente. União da Vitória – PR – 1957 – Paulo José de Carvalho. Antônio Freire Rocha. Agência Central – RJ – 1958 – Tesouraria – Eduardo Roxo de La Roque. contador. Ariosto Loureiro da Silva.

Apucarana – PR – 1958 – Oswaldo Grassioto – 7/3/1949. gerente. Alfenas – MG – 1958 – Saul Porto Pedrosa. Areia – PB – 1958 – Jaime Fernandes de Oliveira. Adolpho Becker. Alvacir dos Santos Raposo. Arapongas – PR – 1958 – Ruy Ubaldo Ribeiro. gerente. contador. Assaí – PR – 1958 – Jovino Ferraz – 25/4/1949. contador. Manoel Salek – 5/11/1936 contadores (épocas distintas). Arroio Grande – RS – 1958 – João Félix Cordeiro de Mello. contador. apos. Bandeira – Metr. Arcoverde – PE – 1958 – Maurício Ferraz – 22/7/1942. Eugênio de Lima Azevedo. 8/2/1959). Fausto Chacon – 26/7/1943. subcontadores (épocas distintas).468 Agência Central – RJ – 1958 – Kleber Corrêa Lemos. contador. contador. gerente. contador. contador. gerente. Barra – BA – 1958 – Hélcio de Barros Carneiro. Assis – SP – 1958 – Francisco Cruz Schmidt. Acylino da Silveira. Severino Mendes Lins. apos. gerente. Cândido Almeida Freitas. . RJ – 1958 – João Baptista Pio da Silva. subcontador (posse no BB: 10/5/1927. Lourival Tavares de Campos assumiu o cargo de chefe da Seção de Firmas da Agência Central. contador. José Perrone. Mário Ricart Erle. Paulo Cardoso de Castro. João Galileu Antunes Moreira. gerente. contador. 1/8/1958). João Osman da Silva Mattos. gerente. contador. subgerentes. contador. RJ – 1958 – Ivanhoé Valdetaro Cordovil. Antônio Ferreira Sena.FERNANDO PINHEIRO . Com a aposentadoria de Gilberto de Oliveira (posse no BB: 21/1/1924. Eugênio de Lima Azevedo. Bangu – Metr. Aracati – CE – 1958 – João de Oliveira Carvalho.

contador. Luiz Agostinho de Carvalho Perriraz. Brusque – SC – 22/1/1958 – Aymoré Gevaerd Bridon. gerente. gerente. Bragança Paulista – SP – 1958 – Antônio de Campos – 26/1/1940. Antônio Bittencourt – 30/8/1945. Blumenau – SC – 1958 – André Sada. contador. Joaquim Fernandes Savão Lobato. Boa Vista – RR – 1958 – Alberto Zattar Amiky. gerente. gerente. contador. gerente. . gerente. Cajazeiras – PB – 1958 – Domício Rodrigues Holanda. Caetité – BA – 1958 – Almir Rodolfo Abreu. Botafogo – Metr. Bela Vista – MS – 1958 – Alberto Zattar Amiky. Miguel Fernandes Barros. contador. Antônio Victorino dos Santos Júnior. contadores (épocas distintas). contador. Nelson Ruiz Affonseca. gerentes (épocas distintas). Bicas – MG – 1958 – Sandoval de Paula Batista. gerente. contador. Carlos Matheus. inspetor. contador. Boa Esperança – MG – 1958 – Samuel Correa Borges Júnior. contador. Cachoeiro de Itapemirim – ES – 1958 – Ormando de Moraes – 16/6/1942. contador. contador. Brasília – GO – 1958 – À época a agência estava localizada no Estado de Goiás – Delmindo Motta. Aderaldo Mayer da Silveira. RJ – 1958 – Paulo Guajará Cruz Saldanha. Elmar Rudolfo Heineck.469 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Barreiras – BA – 1958 – Alano de Moura Beleza. Batatais – SP – 1958 – Alceu Subtil Chueire. contador. contador. Belém – PA – 1958 – Everaldo Stéllio de Oliveira e Silva. Ariosto de Belli. inspetor.

gerente. contador. gerente. contador. Campo Grande – Metr. contador. gerente.FERNANDO PINHEIRO . gerente. contador. contador. gerente. Francisco Raphael di Lascio. gerente. Campo Maior – PI – 1958 – James Torres de Sampaio. José de Queiroz Baptista. contador (posse no BB: 30/6/1944). gerente (posse no BB: 1/9/1942). Nicolino Rigato. Campo Belo – MG – 1958 – Lafaiete Moreira de Castro.470 Caicó – RN – 1958 – Antônio Lins. contador. José de Arimatéa Filho. Capela – SE – 1958 – Luciano Carlos de Menezes. contador. Marcos Vinicius da Silva. Natanias Ribeiro von Sohsten. . contador. inspetor. inspetor. em 1964. inspetor. gerente da Agência Apucarana –PR. subgerente da Agência Natal – RN. RJ – 1958 – Humberto de Almeida Brandão. gerente. contador. Camaquã – RS – 1958 – João Albino Madruga Rodrigues. gerente. Camocim – CE – 1958 – Antônio Christovam de Assunção. Carolina – MA – 1958 – Guilherme de Oliveira – 17/6/1938. contador. Campos – RJ – 1958 – Guilherme Ivan Ludolf Ribeiro. contador. Cambará – PR – 1958 – Alceu Porres. Cláudio José Cisneiros de Albuquerque. José Saad. Rubens da Silveira Pinto. Paulo de Oliveira. Campina Grande – PB – 1958 – Antônio Cândido da Cunha Leitão. inspetor. em 1964. Carazinho – RS – 1958 – Odil Pedro Silveira Perez. Canoinhas – SC – 1958 – Darcy Furtado Rocha. Antônio de Oliveira. Manoel de Almeida Glória.

Dores do Indaiá – MG – 1958 – Christóvam Machado Barbosa. contadores (épocas distintas). subgerente. Antônio Castelo Branco da Cruz. contador.471 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Catalão – GO – 1958 – Plínio José Lourenço de Souza. Caxias – MA – 1958 – Vicente de Paulo Oliveira Fortes. Octávio de Araújo. Ary de Barros Alves. Crato – CE – 1958 – Amarílio Gonçalves Tavares. gerente. Romeu de Oliveira Machado. gerente. Colatina – ES – 1958 – Celso Loureiro Pereira. gerente (épocas distintas). Araripe de Melo. Dourados – MS – 18/1/1958 – Olavo Servija Medina. contador interino. Diamantina – MG – 1958 – Joaquim Mattos Quinaud Filho. gerente. contador. Wilson Póvoa Manso. Chavantes – SP – 1958 – Otto Mamede. gerente. contador. gerente. contador. Chapecó – SC – 1958 – Edy Silva (20/8/1945). contador. Curitiba – PR – 1958 – Hermes Buchele. RJ – 8/2/1958 – Rubélio Freire de Aguiar. contador. Ênnio Viegas de Oliveira Paes. gerente. contador. contador. Cuiabá – MT – 1958 – Felicíssimo Lemos dos Santos. Jacques de Oliveira Rocha. Eugênio Walter de Oliveira. Cinelândia – Metr. . contador. contador. contador. Floriano Peixoto de Sá. gerente. gerente. Hugo Neves Queiros. Cornélio Procópio – PR – 1958 – Léo Zimmermann – 3/2/1943. inspetor. Chapecó – SC – 1958 – Garter Samuel Garcia Schuster.

Wilmar Benedito Ribeiro Camelo. Carlos Fernandes Bergantini. Glória – Metr. Erechim – RS – 1958 – Romeu de Oliveira Machado. Goiás – GO – 1958 – João Baran – 10/3/1939. Formosa – GO – 1958 – Raimundo Correia de Menezes. Goiana – PE – 1958 – Amaro José da Costa. contador. gerente. José de Souza Lima – 23/7/1943. José Justino de Souza Júnior. gerente. José Saad – 30/6/1944. contadores (épocas distintas). gerente–instalador – Hélio Cézar de Figueiredo. Guarapuava – PR – 1958 – Hélio Guimarães – 13/11/1947. Nelson Galli – 23/11/1942. gerentes. contador. contadores (épocas distintas). Rubens Cunha Rodrigues. Delson Pinheiro Curti. gerente SP. Gildo da Agência Jales (4/2/1959). Antônio Vasconcellos Sant´Iago. Hélio Moura. contador. Fernandópolis – SC – 6/12/1958 gerente–instalador. gerente. Leocádio Perli dos Santos. Garanhuns – PE – 1958 – Jonathan Raymundo Cerqueira do Nascimento. contador. . – 17/2/1949.472 Dracena – SP – 1958 – Ary da Silva Pinto. gerentes. Guarabira – PB – 1958 – Ilo Lins Barradas. contadores (épocas distintas). gerente. Duque de Caxias – RJ – 1958 – Flaviano Souza – 16/3/1928. contador. Geraldo de Rezende. gerente. Edilberto da Agência Votuporanga – advogado. Carlos Motta Lopes. contador. Manoelito da Silva Mattos. Guaíba – RS – 1958 – Otto Gappmayer. José Beserra Alcanfor Soares.FERNANDO PINHEIRO . RJ – 1958 – Geraldo Peryllo Nunes. Raul Augusto de Pinho Filho. Foz de Iguaçu – PR – 1958 – Frederico Guilherme Penno. contadores (épocas distintas). contador.

gerente. contador. Walter Machado de Oliveira. contador. Ipameri – GO – 1958 – Cecílio José Daher. Ipameri – GO – 1958 – Durval Pereira da Silva. Jacobina – BA – 1958 – Antônio Augusto de Lima. Itajubá – MG – 1958 – Celso Fernando de Lima Lyra. gerente. contador. Itabaiana – PB – 1958 – Gilvan Guedes Pessoa. Fernando Nogueira Brito. Itapipoca – CE – 1958 – Francisco Xavier de Vasconcelos. . contador. Ituverava – SP – 1958 – Nadir Deleuse – 30/12/1942. contador. de Oliveira. contador. Jacques de Oliveira. gerente. Ariosto Loureiro da Silva. Samuel Correa Borges Júnior. gerente. Ipiaú – BA – 1958 – Aurélio Pereira de Souza. contador. Itapetininga – SP – 1958 – Antônio de Souza Gomes. Kluck Magri. Itaperuna – RJ – 1958 – Nilo Targino Teixeira. Itumbiara – GO – 1958 – Daniel da Costa Freitas Filho. Ipu – CE – 1958 – José Benevides de Alencar Teixeira. gerente. contador.473 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Guiratinga – MT – 1958 – Woldiney Soares contador. Stélio da Conceição Araújo. Ernesto Masselani – 29/7/1940. Jaboticabal – SP – 1958 – Emílio Ferreira da Matta. gerente. contador. contador. Itacoatiara – AM – 1958 – Antônio Pinheiro Melo. contador. gerente. gerente. inspetor. Jacarezinho – PR – 1958 – Irineu Frare Batista. contador. inspetor. gerente. Edgard José de Souza. Itaberaba – BA – 1958 – Heitor Silva Oliveira. Walter Vellozo Pinheiro de Lemos. contador. gerente. Irati – PR – 1958 – Celso da Costa Saboia. contador.

gerente. contador. contador. gerente. gerente. Méier – Metr. contador. Manhuaçu – MG – 1958 – José Lopes do Sacramento. Sinval Tavares da Silva. gerente. Lajeado – RS – 1958 – Odilo José Tireli. Machado – MG – 13/9/1958 – Hugo Nogueira Starling. gerente.FERNANDO PINHEIRO . Madureira – Metr. contador. gerente. advogado. gerente. Jair Guiguet Leal. Ayrton Pinheiro. contador. contador. Antônio Carlos Vieira da Cunha.474 Joaçaba – SC – 1958 – Alfredo Liberato Meyer. Juiz de Fora – MG – 1958 – Isaltino da Silveira Filho. Lavras – MG – 1958 – Olavo Silva – 19/7/1945. Lagoa Vermelha – RS – 1958 – Cyro Prado Sampaio. gerente. Mogi das Cruzes – SP – 1958 – Edimar de Deus Nunes. contador. contador. gerente. Macaé – RJ – 1958 – Oscar Matos Filho. Macapá – AP – 1958 – Francisco Couto Fernandes Filho. Maceió – AL – 1958 – Hermilo Chrispim Vieira. Wilson Mendes de Freitas. Maringá – PR – 1958 – Eduardo Silveira da Rosa. RJ – 1958 – Elpídio Veiga Valladares. . Laguna – SC – 1958 – Dylton do Valle Pereira. gerente. contador. Mafra – SC – 1958 – Lourival Moreira – 21/9/1942. contador. Luzilândia – PI – 1958 – Almir Martins da Rocha. contador. contador. Limoeiro – PE – 1958 – Nilton Vilanova de Albuquerque. RJ – 1958 – Roque Lyrio Cruz. Hugo Nieble de Freitas. contador. contador. Lages – SC – 1958 – Newton Soares Modesto de Almeida. contador. Lençóis – BA – 1958 – Arnaldo Gomes da Silva.

contador. Ourinhos – SP – 1958 – Oscar Mattos Filho. contador. Nova Granada – SP – 1958 – Ary da Costa Nogueira. Alberto Ignácio da Silveira. contador. Nova Iguaçu – RJ – 1958 – Cial Brito – 8/3/1941. Óbidos – PA – 1958 – Charles Armand Merabet. contador. Paranavaí – PR – 1958 – Esequiel Garcia de Almeida. Edmonson Fernandes Negreiros. contador. contador. Novo Hamburgo – RS – 1958 – Paulo de Oliveira Leitão. gerente. gerente. Abel Neuppmann – 28/3/1949.475 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Monte Carmelo – MG – 1958 – Raul Campos Júnior. Mário Seara. Aloísio Lobo das Mercês. Júlio Maia – 26/9/1942. gerente. contador. contador. gerente. Palmeira das Missões – RS – 1958 – Fermino Conrado de Marchi. Severino Correia de Melo. inspetor. encarregado de câmbio. gerente (épocas distintas). gerente. Paranaguá – PR – 1958 – Rostil da Silva Matos. gerente. . Pará de Minas – MG – 1958 – Ivon Pires – 2/5/1955. Alceu Subtil Chueire. Jacques de Oliveira Rocha. gerente (integrante da 1ª turma de bachareis da Faculdade de Direito de Bauru – SP). gerente. Montenegro – RS – 1958 – Érico Corrêa – 28/7/1941. Parintins – AM – 1958 – José Carvalho. contador. gerente. gerente. Dante Américo Rossi. gerente. Paraguaçu Paulista – SP – 1958 – João Moreira da Silva Filho. gerente. Palmares – PE – 1958 – Jorge José de Albuquerque Leal. contadores (épocas distintas). Mundo Novo – BA – 1958 – Benedito Gomes Montal. gerente. José Bernal Júnior. Paracatu – MG – 1958 – Carlos Fernandes.

gerente. contador. Justino Olidense de Abreu e Lima. Rivadávia Bahia Vianna. Aluízio Peixoto Laranjeira.FERNANDO PINHEIRO . Pompeia – SP – 1958 – Alceny José Sérgio. gerente. gerente. gerente. Piripiri – PI – 1958 – Antônio Fortes de Pádua. . Paulo Alves de Oliveira Ferraz. Antônio Pereira de Castro. Piracuruca – PI – 1958 – José Maria de Pinho Pessoa. inspetor. inspetor.476 Passos – MG – 1958 – Wilson Ferreira – 26/3/1945. Patos de Minas – MG – 1958 – Luiz Theobaldo de Lamônica. gerente. Jurandir Mendes Craveiro. contador. gerente. Domingos Joannes Musitano. Pouso Alegre – MG – 1958 – Arnaldo Ratto – 11/6/1941. inspetor. Francisco das Chagas Castelo Branco. Ponte Nova – MG – 1958 – Nilson Gomes Quaresma. gerentes (épocas distintas). Penedo – AL – 1958 – Pedro de Albuquerque Alencar. gerente. gerente. contador. Olavo Silva. Paulo Hippólito. gerentes (épocas distintas). Pederneiras – SP – 1958 – José Carlos Baraúna. gerente. contador. Pedra Azul – MG – 1958 – Herculano Ventura Horta Barbosa. Porto Velho – RO – 1958 – Ralph Seixas Vieira. Poços de Caldas – MG – 1958 – Arnaldo Ferraz Graça. João Baptista Machado Filho. contador. contador. contador. Penápolis – SP – 1958 – Kluk Magri – 22/8/1942. contadores (épocas distintas). inspetor. Artur Almeida Carvalho. contador. Gustavo Rezende Ferreira. contador. Ponta Porã – MS – 1958 – Ary Coelho – 6/10/1942. Jacques de Oliveira Rocha.

gerente. . Antônio Martinez Fernandez. João Gualberto de Mattos. Rio Pardo – RS – 1958 – José Edjalma Carneiro. Stênio Costa Correia. Resende – RJ – 1958 – Octávio Maia Amaral. RJ – 1958 – Edgard Seraphico de Souza. contador. Rio Verde – GO – 1958 – Francisco de Andrade Porto. Antônio Ozéas de Almeida. gerente. gerente. gerentes (épocas distintas). Rio do Sul – SC – 1958 – Roberto Ferraz Costa Souza. Jacques de Oliveira Rocha. Presidente Venceslau – SP – 1958 – Túlio de Sampaio Machado. contador. Ribeirão Preto – SP – 1958 – Antônio da Costa Rezende. Oswaldo Vitoriano da Silva. gerente. contador. inspetor. gerentes (épocas distintas). Edísio Souto – 24/10/1945. Nuno Ramos. contador. contador. Sebastião Ribeiro Galvão. contador.477 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Presidente Prudente – SP – 1958 – Ademar de Campos Monteiro. contadores (épocas distintas). Propriá – SE – 1958 – Eurico Cordeiro da Rocha. Teófilo Pacheco Conduru. Manuel Fernandes de Lima. gerente. João Gualberto de Mattos. Promissão – SP – 1958 – Rubens Cunha Rodrigues. Rio Claro – SP – 1958 – Antônio de Campos – 26/1/1940. gerentes (épocas distintas). Santa Maria – RS – 1958 – Ney Silla – 11/7/1939. contadores. Virgílio Leitão de Abreu. contador. Antônio Cruz Saldanha. Rio Branco – AC – 1958 – Guilherme Correa de Almeida. José Carlos Lopes. contadores (épocas distintas). inspetor. Ramos – Metr. Rancharia – SP – 1958 – Antônio Pereira de Castro. contador. Francisco Medina Coeli. Ignácio Ferrero – 14/5/1930. inspetor. contador. gerente. gerente. contador. José Gomes de Godoy.

gerente. . São Mateus – ES – 1958 – Wilson da Silva Athaydes. gerente. Tubarão – SC – 1958 – Waldo Luiz Gelosa. São João Del Rei – MG – 1958 – Júlio Mário Mourão.478 Santana do Ipanema – AL – 1958 – Aloysio Ubaldo da Silva Nonô. Hely Torres Alves. contador. São Luís – MA – 1958 – José Serra de Castro. Três Rios – RJ – 1958 – Manoel Heraldo Valladão. Carlos Aguiar – 2/6/1942. gerente. contador. gerente. Senador Pompeu – CE – 1958 – Paulo Henriques de Lavor. São Caetano do Sul – SP – 1958 – José Wilson de Miranda Escórcio. gerentes (épocas distintas). contadores (épocas distintas). contador. Sobral – CE – 1958 – Pedro de Mello Assumpção. contador. contador. Expedito Gerardo de Vasconcelos. José Ubiratan de Brito Coelho. Tupaciguara – MG – 20/9/1958 – Fernando de Rezende Reis. gerente. João Augusto Frossard. Nelson Afonso – 4/8/1947. Taquaritinga – SP – 1958 – Luiz Nex – 5/4/1945. Sebastião de Carvalho – 27/3/1945. contador. contador. contador. José Rubens Galvão.FERNANDO PINHEIRO . gerente. contador Teófilo Otoni – MG – 1958 – Walter Dias Galvão. Jacques de Oliveira Rocha. Roosevelt Miranda – 4/4/1949. contador São Félix – BA – 1958 – Ariston Borges Barreto. contador. Oscar Fontenelle – 28/6/1938. inspetor. contador. Ayrton Batinga de Mendonça. gerente. Nelson Galli – 23/11/1942. Alberto Mário Buarque de Paiva. Santo Anastácio – SP – 1958 – Ernesto Masselani. inspetor. João Franco Arcos. contador. RJ – 1958 – Eurico Paes Barreto Pessoa. Tijuca – Metr. gerente. contadores (épocas distintas). inspetor.

contadores (épocas distintas). União dos Palmares – AL – 1958 – Afrânio de Góis Andrade. subgerente. Vitória de Santo Antão – PE – 1958 – Milton Washington de Mendonça. José Nogueira de Barros. Mário Augusto Seawright. União – PI – 1958 – Pierre Perahia Alhadef. subgerente. inspetor. Valença – RJ – 13/12/1958 – Jadyr Castro Salles. contador. . gerente. Uberlândia – MG – 1958 – Murilo do Carmo Barbosa.479 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ubaitaba – BA – 1958 – Carlos Alberto da Nova Brandão. 2/1/1943. José Leite da Silva. gerente. gerente. Vitória da Conquista – BA – 1958 – Louvival Oliveira Gomes. gerente. contador. subgerente. gerente. Acesita – MG – 1959 – Almiro Fernandes de Paula. José dos Santos Primo. Adamantina – SP – 1959 – Clóvis da Câmara Nery. gerentes (épocas distintas). Alegre – ES – 1959 – Francisco Ferreira Gomes Neto. Danillo Fernandes Magalhães. gerente. Uraí – PR – 20/11/1958 – Arlindo Geraldo – contador. Oswaldo Jorge. Varginha – MG – 1958 – Mário Stemi Galeti. Videira – SC – 6/12/1958 – Americano do Brasil Gomes. contador. contador. Benjamin Solter – 20/4/1943. contador. gerente. Victor Muhana – 24/3/1947. contador. contador. Votuporanga – SP – 1958 – Pedro Sanches – 30/4/1949. contador. subgerente. Vacaria – RS – 1958 – Raul José Adami. Alegrete – RS – 1959 – Ewaldo Teixeira Paes de Barros. contador. Viçosa – AL – 1958 – Armando Delácio – 14/4/1949. Antônio Tertuíno Vieira.

chefe da Seção de Custódia. subgerentes (épocas distintas). Ruy Ubaldo Ribeiro. subgerente. Anápolis – GO – 1959 – Almir Machado. Aracaju – SE – 1959 – César Lopes Trindade de Melo. . subgerente. Jurandir Mendes Craveiro. Irineu Fernandes – 26/4/1949. subgerente. subgerente. João de Araújo Jorge. procuradores. Christovam Machado Barbosa. Hugo Lacoste – 3/7/1928. José Machado – 3/2/1940. gerente. gerente. Arapongas – PR – 1959 – Luciano de Mello Pinta. gerente. gerente. Nivaldo Neves – 6/4/1943. subgerente. ex–chefe da Seção Custódia. subgerente. Pedro Paulo Sampaio. subgerente–adjunto.FERNANDO PINHEIRO . Araxá – MG – 1959 – Antônio Campolina França – 29/8/1942. subgerente. chefe–de–gabinete do subgerente. gerente. gerente. Marcos Machado Pimenta. gerente. gerente. Aloysio Carvalho Muniz Freire. gerentes (épocas distintas). João Moreira – 16/7/1947. subgerente. João Osman da Silva Mattos. Joaquim Antônio Lopes Filho. contador. chefe da Seção de Depósitos. Almenara – MG – 1959 – Walter Garcez Marre. contador. Alfenas – MG – 1959 – Benedicto Cesar Barreiros de Campos. Americana – SP – 1959 – Artur de Castro Leite. Manoel Salek. Joaquim Helvécio Ribeiro Gonçalves. Amargosa – BA – 1959 – Luiz Barbosa Viana. subgerente. Octacílio Assis Rodrigues. Aquidauana – MS – 1959 – Delson Gonçalves – 21/5/1943. Wilson Almeida de Andrade. subgerente (épocas distintas). Araguari – MG – 1959 – Martiniano Mavignier de Araújo.480 Agência Central – RJ – 1959 – Kleber Corrêa Lemos. Afrânio Gomes de Oliveira. Araçuaí – MG – 1959 – Omar Pernambucano de Nogueira.

Baturité – CE – 1959 – José Miguel Filho. subgerente. Barbacena – MG – 1959 – João Batista Garchet. Antônio Franco. Bandeirantes – PR – 18/5/1959 – Hélio Costa Galvão. Bagé – RS – 1959 – Darci Luiz Quintana. Mário Gonçalves Luz. gerente. gerente. subgerente.481 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Arcoverde – PE – 1959 – Luiz Demétrio Guimarães Simões. Boa Vista – RR – 1959 – Marco Aurélio Machado Silva. João Gonçalves de Camargo. Raimundo Casimiro. contador. . Bom Jesus do Itabapoana – RJ – 1959 – Celso Loureiro Pereira. Barra do Piraí – RJ – 1959 – Geraldo Pinto de Brito Pereira. Belo Horizonte – MG – 1959 – Carlos Prates Filho. Bosque da Saúde – Metr. Raimundo Ludovico Evelim Pereira. contador. subgerentes (épocas distintas). José Ferreira Cardoso. subgerente. subgerente. gerente. Antônio Mendes dos Reis. subgerente. Atibaia – SP – 7/3/1959 – Rubens Correa da Cunha. Boa Esperança – MG – 1959 – Orlando de Lima Paes. Jorge Braz do Canto. RJ – 1959 – José Leite Ribeiro. gerentes (épocas distintas). gerente. Bandeira – Metr. Setembrino Xavier – 27/4/1944. gerente. gerente. gerente. gerente. SP – 1959 – Joffre Franco Bicalho. subgerente. gerentes (épocas distintas). Carlos Matheus – 13/5/1941. gerente. SP – 1959 – Wilson Barcellos – 9/12/1939. gerente–adjunto. subgerente. Bom Retiro – Metr. Barreiras – BA – 1959 – Osmar Nilo de Jesus Lima Bezerra. subgerente. Gastão Malachini – 5/1/1939.

Casa Branca – SP – 2/3/1959 – Artur Almeida Carvalho. gerente. Capelinha – MG – 1959 – Antônio Faria de Souza. subgerente. Cataguases – MG – 1959 – Renato Soares Teixeira. subgerente. Caratinga – MG – 1959 – Geraldo Aleixo de Oliveira. gerentes (épocas distintas). Cabo Frio – RJ – 1959 – Jaire Perez de Vasconcelos. Cajazeiras – PB – 1959 – Eudoro Portela Melo. João do Val Carneiro. subgerente. gerente. gerente. Campo Grande – MS – 1959 – Antônio Lopes Lins. .FERNANDO PINHEIRO . subgerente. Campo Belo – MG – 1959 – Antônio de Oliveira – 8/2/1943. Campo Mourão – PR – 12/1/1959 – Carlos Lopes Couto. Caçador – SC – 1959 – José Amaral Pereira.482 Bragança Paulista – SP – 1959 – Charles Champion – 25/11/1942 contador. subgerente. Aristides Gaspar de Oliveira Filho. gerente. Orlando Vieira – 29/7/1952. Buriti Alegre – GO – 1959 – João Ramos Neiva. subgerente. gerente. gerente. Caruaru – PE – 1959 – Rútilo Pinheiro de Melo. contadores (épocas distintas). Nassir Edin Pires de Lima Rebelo. subgerente. Wilson de Salles – 9/7/1941. Aldo Moreira Ramos. gerente. gerente. Cachoeiro do Itapemirim – ES – 1959 – José Gaspar de Oliveira. Cantagalo – RJ – 1959 – José Thales da Silva Mello. Lucy Maria Costa. Gastão da Silva Dias. Dilson de Lima Ferreira. subgerente. Carangola – MG – 1959 – Jarbas Vieira de Carvalho. gerente. gerentes (épocas distintas). gerente. Cambará – PR – 1959 – Newton de Menezes – 13/5/1941. gerente.

gerente. Octávio de Araújo. José Edésio Climaco Ferreira. Corumbá – MS – 1959 – Cláudio Gabriel dos Santos. Criciúma – SC – 17/1/1959 – Sílvio Pereira – 28/7/1943. Francisco Galvão Cidreira. Diamantina – MG – 1959 – Joaquim Mattos Quinaud Filho. gerente. contador. subgerentes (épocas distintas). gerente. Crato – CE – 1959 – José Esmeraldo Barreto. José Ribamar Ferreira da Silva Cruz. contador. subgerente. João Rodrigues – 3/6/1941. gerente. gerente. subgerente. BA – 1959 – Thelmo Dantas Motta. gerente. Curitiba – PR – 1959 – Hermes Büchele. Cruz das Almas – BA – 18/2/1959 – Manoel Lages da Rocha. contadores (épocas distintas). gerente. Concórdia – SC – 2/2/1959 – Antônio Vasconcellos Santiago. Agenor Simões Coelho Filho. Cidade Alta – Metr. Heitor Eduardo de Oliveira. gerente. subgerente Colatina – ES – 1959 – José Clemente da Silva. Raimundo Araújo Maranhão. Raul Franklin Rêgo. gerente. gerente. . Catanduva – SP – 1959 – Clarindo Brandão – 1/4/1938. gerente. Alberto Antônio Calil Mansur Bumlai. Pedro Motta – 23/1/1951. subgerente. Cratéus – CE – 1959 – Waldemir Rosa Chaves. Plínio José Lourenço de Sousa. gerente. subgerente. Cuiabá – MT – 1959 – Benedicto Nunes de Figueiredo. Constâncio Alves de Castro. subgerente. gerente.483 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Catalão – GO – 1959 – Araripe de Melo. Cruzeiro do Sul – AC – 1959 – Hélio Caetano Frota Leitão. Cruzeiro – SP – 20/11/1959 – Antônio Molinaro Puccini. contadores (épocas distintas). Tadeu Szpoganicz – 12/4/1949. contador.

contadores (épocas distintas). gerente. Formiga – MG – 1959 – Álvaro Dantas Mota. subgerente. contador. Francisco Sá – MG – 4/7/1959 – José Antônio Fonseca Menezes. Duque de Caxias – RJ – 1959 – Flaviano Souza. Formosa – GO – 1959 – João Manrique Rodrigues. subgerente. Antônio Albino de Oliveira. Frutal – MG – 11/4/1959 – Mário Campos – 12/4/1949. Olavo Almeida. Ernio Antônio Thimmig. Florianópolis – SC – 1959 – Fernando Mesquita – 13/8/1934. subgerente. gerente. contador. gerente (posse no BB: 1/12/1928. gerente. contador. advogado. Mário Conceição Prates. gerente. gerente. Encantado – RS – 24/4/1959 – Gabino Bueno. Estrela – RS – 20/5/1959 – Ary Teixeira Dias.484 Divinópolis – MG – 1959 – Roberto Donaldo Vespúcio. falec. inspetor. Jacques de Oliveira Rocha. Estrela do Sul – MG – 11/9/1959 – Mário Campos – 12/4/1949. Farrapos – Metr. 15/1/1964). Encruzilhada do Sul – RS – 25/4/1959 – Ary Mello de Lima. Luiz Tiellet – 17/10/1942. contador. Natalino dos Santos – 7/2/1949. subgerente. gerente. gerente. Marne Damasceno Ferreira. João Luz Toralles. gerente. Foz do Iguaçu – PR – 1959 – Italino Peruffo – 12/10/1949.FERNANDO PINHEIRO . Rubens Ferreira Caetano. . gerente. subgerente. Waldemar Heyden – 16/8/1944. gerente. gerente. subgerente. Fortaleza – CE – 1959 – Heitor Esteves Nobre. Geraldo de Magela Cerqueira. RS – 1959 – Isidoro Neves da Fontoura. contador. Elígio Lima – 9/11/1945.

Itambé – BA – 1959 – Eduardo Weyll Fialho Costa. . gerentes. subgerente. subgerente. Goiânia – GO – 1959 – Sebastião Rocha Lima. inspetor. Alcides Barbiero – 22/8/1949. Guajará–Mirim – RO – 1959 – Ralph Seixas Vieira. Guaçuí – ES – 1959 – Walter Lineu de Paiva. advogado. Luiz José de Carvalho Pimenta. Itajuípe – BA – 8/9/1959 – Elieser Bastos Barbosa. José Alberto Franco Aranha. Cecílio José Daher. subgerente. gerente. Guarapuava – PR – 1959 – Dalmiro José Santos. José Rodrigues de Freitas. subgerente. subgerente. Irati – PR – 1959 – Antônio Swiech – 3/5/1943. Guaporé – RS – 30/5/1959 – Marcus Vinicius Rohrig Augê. gerente. gerente da Agência de Penápolis–SP (em 1964. Vicente Pagliuso. contadores (épocas distintas). gerente. Guaratinguetá – SP – 1959 – Ofir Alves Vianna. Antônio Peralta Cunha. Iguatu – CE – 1959 – Milton Monteiro Gondim. gerente. subgerente. subgerente. Igarapava – SP – 4/4/1959 – João Rodrigues de Andrade. gerente.485 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Getúlio Vargas – RS – 5/9/1959 – Mário Kruel Guimarães. Guararapes – SP – 30/5/1959 – Milton Pereira Monteiro. José Tibúrcio Ferreira. Armando Delácio – 14/4/1949. gerente da Agência Mirandópolis – SP. Ipameri – GO – 1959 – Kluck Magri. Ijuí – RS – 1959 – José Lopes Silva Lima Neto. gerentes (épocas distintas). gerente. Miguel Fernandes de Barros. subgerente. gerente. contador. gerente. Syrio Testa – 14/6/1949. subgerente. Guanhães – MG – 1/4/1959 – Sylvio Avelar Machado. subgerente. Nelson Meira de Lucena.

Itauna – MG – 4/5/1959 – Hilton Carvalheira Ramos. gerente. contador. gerente. . contador. subgerente. Jequitinhonha – MG – 2/3/1959 – Márcio dos Reis Barbosa. gerente. subgerente. Lins – SP – 1959 – Homero Bueno Libretti. Arlindo Oliveira de Santana. Luz – Metr. Ubirajara Costa – 29/7/1943. subgerente. contador. Hélio Fontanella – 22/2/1952. gerente. gerente. gerente. Juazeiro do Norte – CE – 30/5/1959 – Antônio Arraes Sobrinho. Gildo Bergantini – 16/3/1944. Jales – SP – 4/2/1959 – Alceo Gomes – 7/3/1947. subgerente. Itararé – SP – 11/4/1959 – João Rolim Júnior. gerente. gerente. Lagarto – SE – 1959 – José Rafael Cartaxo. gerente. Adélio Mendes – 10/10/1947.486 Itapipoca – CE – 1959 – Francisco Xavier de Vasconcelos. gerente. subgerente. SP – 30/7/1959 – Carlos Aldigueri – 21/12/1928 . Mantena – MG – 31/5/1959 – Acilino Máximo – 23/3/1945. subgerente Lençóis – BA – 1959 – Paulo Barbosa – 22/3/1943. Lavras – MG – 1959 – Paulo José de Abreu. gerente. Jequié – BA – 1959 – Saul Porto Pedrosa. gerente. Ituverava – SP – 1959 – Wilson Donega – 16/5/1941. Jaguarão – RS – 1959 – Darcy Mattos Fonseca. Itu – SP – 1959 – Clodoveu Romualdo Scotti. Itaqui – RS – 1959 – Flávio Ferraz de Carvalho e Silva. gerente. Mafra – SC – 1959 – Paulo Emílio Guimarães. Laguna – SC – 1959 – José Saad – 30/6/1944.FERNANDO PINHEIRO . subgerente. gerente. contador. José Milton de Vasconcelos Portela. gerente. Manoel Joaquim de Rubim Costa.

subgerente. Paulo de Matos Araújo. Mooca – Metr. Antônio Cavalcanti de Oliveira Lima Filho. Morrinhos – GO – 1959 – Milton de Mello. Mauá – Metr.487 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Manhumirim – MG – 14/2/1959 – Fued Farhat – 6/6/1941. . 15. Mococa – SP – 14/2/1959 – Ary Alberto Vidotto. João Nivaldo Milito. gerentes (épocas distintas). gerente. gerente. Hélio Saran Rezende. gerente da Agência Lavras – MG). RJ – 1959 – Carlos de Lima e Silva. gerente. Edifício Conselheiro Diogo – Alberto de Andrade Ribeiro Dantas. Monte Aprazível – SP – 1959 – Vicente Pagliuso – 10/2/1949. – Oswaldo Loureiro das Neves. Luiz Theobaldo de Lamonica. gerente. Alcides Martinelli – 2/7/1945. Levy de Araújo Silva. Mirandópolis – SP – 31/10/1959 – Klerk Magri – 22/8/1942. inspetor. contadores (épocas distintas). subgerente. subgerentes (épocas distintas). José Farias. Bernardo Brandimarti – 22/4/1949. gerente. ex–gerente (em 1964. Monteiro – PB – 1959 – José Mariano de Almeida Bittencourt. gerente. contador. Mimoso do Sul – ES – 1959 – Ebert Perlingeiro Lanhas. contadores (épocas distintas). Harald Dietze. subgerentes. contador. SP – 1959 subgerente. Maracaju – MS – 14/3/1959 – Nery de Oliveira – 29/1/1947. Maringá – PR – 1959 – Sebastião Monteiro Ferraz. Lafayette Álvares de Lima. Méier – Metr. RJ – 1959 – Rua do Acre. Kleber Franco de Loyola. José Schmidt Pinto. gerente. João de Oliveira Martins. contador. João Baptista Jardim. contadores (épocas distintas). Monte Carmelo – MG – 1959 – Raul Campos Júnior. gerente. gerentes Olintho Barbosa Fonseca. Rubens Costa – 7/11/1947.

gerente. subgerente. subgerente (épocas distintas). contadores (épocas distintas). Novo Hamburgo – SP – 1959 – Jorge Valle Machado. gerente. Luiz Theobaldo de Lamônica. Oliveiro Batista de Miranda. gerente. subgerente. subgerente. Patrocínio – MG – 1959 – Antônio Cavalcanti de Oliveira Lima Filho. advogado. contador. Oswaldo Cruz – SP – 4/7/1959 – Américo Pereira Russo. Adalberto Antônio Pernambuco Nogueira. Patos de Minas – MG – 1959 – Olavo Silva – 19/7/1945. Patos – PB – 1959 – João Batista Furtado. subgerente. subgerente. subgerente. Muriaé – MG – 1959 – José de Mattos Silveira. contador. gerente. . Rubem Antônio da Rocha. subgerente. Nova Prata – RS – 20/1/1959 – Adão Ferreira de Almeida. subgerente. subgerente. gerente. gerente. gerente.FERNANDO PINHEIRO . gerente. Oliveira – SP – 15/8/1959 – Arthemenio Vaz Tonelli. Paranavaí – PR – 1959 – Altamiro Batista dos Anjos.488 Mundo Novo – BA – 1959 – Benedito Gomes Montal. subgerente. Fermino Conrado de Marchi. Elly Mesquita Vellozo. Acilino Máximo. gerente. Paracatu – MG – 1959 – Benjamin Batista Borges. Antônio Pacheco – 17/11/1947. Henrique José Rodrigues Filho. Orlândia – SP – 1959 – João Gualberto de Mattos. Raimundo Nonato Coelho de Souza. Paraguaçu Paulista – SP – 1959 – João Moreira da Silva Filho. inspetor. Nazaré – BA – 1959 – Isaac da Silva Embiruçu. Paranaguá – PR – 1959 – Lycio Guimarães Kolhy. gerente. Nova Friburgo – RJ – 1959 – Amaro de Salles Barradas. contador. Palmeira das Missões – RS – 1959 – Ernio Antônio Thimig. Ney Menna Barreto. Fausto Bissolati Sant´Anna.

gerente. Almir Hermes de Oliveira. gerente. Eliud Sousa Martins. gerente. Raul Soares – MG – 1959 – Crizólito Sallignac de Souza. Piracuruca – PI – 1959 – Francisco de Paulo Neves. subgerente. subgerente. Pirapora – MG – 1959 – Alfredo Higino Caldeira. subgerente. Porto Alegre – RS – 1959 – José Jorge da Silva – 12/5/1930. subgerente. Arnaldo Schaefer – 17/9/1945. subgerente. subgerente. subgerentes (épocas distintas). Pirassununga – SP – 1959 – Guilherme Sperry Cezar. Alberto Carlos Magno Sobrinho. subgerente. Pompéia – SP – 1959 – André Martinez Sanchez. subgerente. Pereira Barreto – SP – 4/7/1959 – Carlos Mendonça – 22/12/1941. Pinheiros – Metr. subgerente. gerente. gerente. . subgerente. Rancharia – SP – 1959 – Antônio Rodrigues da Silva – 20/6/1942. Ribeirão Preto – SP – 1959 – André Bréscia – 3/5/1943. SP – 1959 – João Nivaldo Milito. Ponta Grossa – PR – 1959 – Francisco Teixeira Ribas. gerente. Ruy Holzmann. Pedreiras – MA – 1959 – Agenor Nepomuceno Mendes. subgerente. Piraju – SP – 1959 – Glaycon Andrade Ferreira. gerente. Pirajuí – SP – 1959 – Antônio Lopes Garcia – 6/9/1947. Rio Bonito – RJ – 1959 – Agenor Mendes – 25/1/1940. Porecatu – PR – 6/7/1959 – Wagner Moraes – 19/11/1940.489 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Pedra Azul – MG – 1959 – Luiz Teixeira Palácio. subgerente. subgerente. subgerente. Ignácio Ferrero – 14/5/1930. Picos – PI – 1959 – José Botelho Barbosa. Ponta Porã – MS – 1959 – Hugo Leite Penteado. gerente. gerente.

São Gabriel – RS – 1959 – Aristóteles Vaz de Carvalho e Silva. gerente. gerentes (épocas distintas). gerente–adjunto. . gerente. Hermínio Faria Cancella. Santo Antônio da Platina – PR – 4/5/1959 – Hélio Costa Galvão. Santa Rosa – RS – 1959 – Romero José Gollo.490 Rio Branco – AC – 1959 – Ubirajara Rayol – 14/3/1947. Santo Ângelo – RS – 1959 – Jadir Beck Leite. subgerente. Santiago – RS – 1959 – José Voney Silveira. subgerente. Cezare Isolani – 5/2/1952. Santa Teresa – ES – 1959 – Arlindo Ricardo Pasolini. gerente. Santos – SP – 1959 – Cândido de Azeredo Filho. gerente. SP – 1959 – Oscar Dias de Mello. gerente da Agência Santo André – SP. Constantino Pedreira Martins. gerente. Aloísio Lobo das Mercês. 14/10/1963). Nilson Rodrigues de Figueiredo. Santo Amaro – Metr. gerente durante quase 10 anos de gestão (posse no BB: 23/11/1926. Rosário do Sul – RS – 1959 – Alfredo Paranhos Cantalice.FERNANDO PINHEIRO . contador. Salvador – Agência Centro – BA – 1959 – Abelardo Gomes Parente. Rolândia – PR – 1959 – Nestabo de Araújo – 21/11/1947. Alpheu Alves Machado. subgerente. subgerente. subgerente. subgerente. gerente. João de Amorim Rêgo. Gelson Lopes da Cruz. apos. Djalma Pereira Maia. subgerente. 7/4/1959). José Benedito Aranha. gerente (posse no BB: 12/10/1933. São Bernardo do Campo – SP – 18/5/1959 – José Carlos Barbosa de Barros. gerente. apos. gerente. subgerente. Fausto Vieira Estelita Lins. gerente. Fausto Chacon – 26/7/1943.

inspetor (Cacex). João Batista Raimo. Taquara – RS – 14/3/1959 – Heloísio Amorim Machado. São Paulo – Agência Centro – SP – 1959 – Jonathas Mattos Júnior. Ary Alberto Vidotto. Moacyr Vicente – 19/4/1943. subgerente. Timbaúba – PB – 8/9/1959 – João de Carvalho Vaz. Paulo Alves de Oliveira Ferraz. Três Corações – MG – 1959 – Cândido Almeida Freitas. contador. José Américo Botelho. Geraldo Aleixo de Oliveira. São Manuel – SP – 1959 – Álvaro Ghiraldelli – 10/4/1944. José Benedicto Aranha. gerente– adjunto. São Sebastião do Paraíso – MG – 20/1/1959 – Antõnio Madureira Murta. subgerente. gerente. gerente. gerente São Mateus – ES – 1959 – Osmar Andrade Ayres. Deocleciano Malheiros Corrêa. gerente. João dos Santos – 21/4/1948. encarregado da Cacex em São Paulo. subgerente. gerentes (épocas distintas). Uaracy Portes da Silva. subgerente. São Leopoldo – RS – 1959 – Sereno de Quadros Schleder. gerentes (épocas distintas).491 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL São José dos Campos – SP – 1959 – Luiz Athayde Rocha de Matos. . RJ – 2/7/1959 – Alberto de Andrade Ribeiro Dantas. Serrinha – BA – 1959 – José Evaldo Ramos. São José do Rio Pardo – SP – 1959 – Gilberto Leite Ribeiro. gerente. inspetor. subgerente. Moacyr Pegoraro – 1/4/1943. Joaquim Pereira da Silva Filho. José Farias – 23/2/1937. subgerente. Saúde – Metr. contadores (épocas distintas). Senhor do Bonfim – BA – 1959 – Arthur Newton de Lemos Netto. subgerente. gerente. subgerente.

chefe–de–gabinete da Gerência da CAMOB. subgerente. sob o comando de Paulino Jaguaribe. Valparaíso – SP – 1959 – André Comitre – 18/10/1930. gerente. inspetor 20ª Zona – CREGE–DF. Luiz Rodolfo de Gouveia Rêgo. constituída . Criada em 24/2/1960. ocorreram as seguintes nomeações.492 Três Lagoas – MS – 1959 – Edwiges Ziolkoski – 5/1/1942. Viçosa – AL – 1959 – Jairo Jucá – 27/12/1939. contador. inspetor – Cooperativa dos Funcionários do Banco do Brasil. Tubarão – SC – 1959 – Ruy Marques – 7/5/1941. Pedro Lima. inspetor-adjunto. Geraldo Pires – 3/6/1942. a IAGEX – Inspetoria de Agência do Exterior iniciou operações em setembro/1960. subgerente. gerente. subgerente. Haroldo Savaget Calaza. e Armando Sereno de Oliveira. gerente. subgerente. José Reis Junqueira. Três Pontas – MG – 18/4/1959 – Olintho Barbosa Fonseca. Vitória – ES – 1959 – José Rodrigues – 12/1/1940. subgerentes (épocas distintas).FERNANDO PINHEIRO . com o objetivo de supervisionar as relações das agências do exterior com a Direção Geral e efetuar estudos sobre a necessidade de expandir a rede externa. Lahir Terraz – 13/4/1944. subgerente. Expedito Geraldo Teixeira. inspetor-geral. inspetor na cidade do Recife [Revista AABB – Rio – 1959]. Tupi Paulista – SP – 2/7/1959 – Yoshinao Fuziki – 2/5/1949. gerente. gerente. subgerente. Paulo de Mattos Araújo. Ary Coelho – 6/10/1942. gerente. Tupã – SP – 1959 – Carlos Busse Júnior. União dos Palmares – AL – 1959 – Alberto Mário Buarque de Paiva. Em janeiro/1960. Viçosa – MG – 18//5/1959 – Fued Farhat – 6/6/1941.

tendo à frente o casal MAURÍCIO CHAGAS BICALHO. Uruguai ((1945). no 2° plano. instaladas anteriormente: Assunção. Buenos Aires.5 x 9 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. aconteceu no dia 21 de abril de 1960. ladeado por MAURÍCIO CHAGAS BICALHO. profere o discurso de inauguração. realizada em Brasília–DF. seguido no 1° plano. Ignácio Tosta Filho. com a presença de Sebastião Paes de Almeida.5 x 9 cm. Carlos Cardoso. FRANCISCO FERNANDES SANTIAGO. presidente do Banco do Brasil. executivos da Agência. 126 – BANCO DO BRASIL – Agência Central – Brasília – DF – abril/1960 – À esquerda. gerente da Agência Central. Paulo Affonso Poock Corrêa. onde sempre considerou escola de trabalho e de civismo. e. Argentina (1959) e. A 1ª Reunião da Diretoria do Banco do Brasil. ao tempo em que ocorriam os festejos da inauguração da nova capital da República. Cylon Rosa. – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. 126 – BANCO DO BRASIL – Agência Central – Brasília – DF – abril/1960 – À direita. que proferiu discurso lembrando a passagem pelo Banco do Brasil. Paraguai (1941). ministro da Fazenda. – Retratos originais p & b – 14.493 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL àquela época das agências. em abril/1960. presidente do Banco do Brasil e CÉLIA ROSCOE CHAGAS BICALHO. SEBASTIÃO PAES DE ALMEIDA. Estavam presentes o presidente Maurício Chagas Bicalho e os diretores Ricardo Xavier da Silveira. por diretores do Banco do Brasil. Pedreira de Freitas. Ainda no mês de abril/1960. Bolívia [Revista AABB – Rio – 1960]. – Retratos originais p & b – 14. Mendes de Souza e Arthur Santos [Revista AABB – Rio – 1960]. Iconografia descrita conforme abaixo: Fotos n°s 125. . La Paz. elegantemente vestida. foi inaugurada a Agência Central – Brasília – DF. Fotos n°s 125. ministro da Fazenda. Montevidéu.

O 1° da esquerda para direita. com a presença do inspetor–geral Paulino Jaguaribe de Oliveira. visita as instalações do edifício–sede do Banco do Brasil. Bolívia. prestigiou. Foto n° 111 – BANCO DO BRASIL – Presidência – 1960 – MAURÍCIO CHAGAS BICALHO.5 x 9 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. reunido com diretores. NILO MEDINA COELI. chefe-de-gabinete da Presidência do Banco do Brasil. Ao público foram apresentadas as maquetes dos edifícios residenciais do BB. em abril/1960. – Retrato original p & b 14. presidente da República.494 Nesse mês. acompanhado de Sebastião Paes de Almeida. assina a ficha de depósitos de conta–corrente. ministro da Fazenda. Iconografia descrita conforme abaixo: Fotos n° 122. do gerente–instalador Wener Margiosso Boscacci e de inúmeras autoridades [Revista AABB – Rio – 1964]. Juscelino Kubitschek. presidente do Banco do Brasil (3/6/1959 a 6/10/1960). presidente da República. presidente do Banco do Brasil. em Brasília–DF – Retrato original p & b 14. Foto n° 125 – BANCO DO BRASIL – Agência Central – Brasília – DF – abril/1960 – JUSCELINO KUBITSCHEK. . o presidente do BB assiste JK assinando a ficha de depósitos da Agência Central que lhe foi entregue pelo gerente Francisco Fernandes Santiago. e de diversas outras autoridades. na presença de JK. 123. Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil.FERNANDO PINHEIRO . – Retrato original p & b – 24 x 17.5 cm. acompanhado de MAURÍCIO CHAGAS BICALHO. acompanhado de MAURÍCIO CHAGAS BICALHO. presidente do Banco do Brasil. no BB. presidente da República.JUSCELINO KUBITSCHEK. Inaugurada a Agência do Banco do Brasil em La Paz. a comemoração da cidade que ele construiu.5 x 9 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Com a mão direita fechada em cima da mesa denotando vitória. 124 – BANCO DO BRASIL – abril/1960 . do embaixador Antônio de Pimentel Brandão.

495 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Mencionamos. gerente 1967 Idálio de Abreu Martins. subgerente 1971 Dario da Nova Brandão. gerente 1971 a 1975 – apos. a seguir. gerente 04/03/1986 a 31/01/1988 Mário Carlos Rogério Vercesi 09/09/1986 a 11/06/1989 Mário José Soares Esteves 18/04/1988 a 14/04/1991 Manoel Francisco Branco Júnior 21/02/1989 a 04/03/1991 José Augusto de Mendonça Almeida 18/05/1992 a 03/01/1999 Manoel Aparecido dos Santos 15/12/1993 a 09/07/1995 Carlos Alberto Brandão Zalaf 11/12/1995 a 20/02/2000 . subgerente 1963 Jonathas Mattos Júnior. subgerente 1981 Wilmar Augusto de Carvalho. subgerente 1977 Júlio Lima de Isaga 02/05/1979 a 09/03/1987 Hildebrando Calixto – 6/2/1963. subgerente 1972/1973/1974/1975/1976/1977 João Carlos Finardi. abril/1960 Wener Margiocco Boscacci. subgerente 1963 José Elias Felício. subgerente 1975/1976/1977 Antiocho Carneiro de Mendonça. gerente 1983/1985 Belmiro Cândido Nazário. subgerente 1969 Adão Delci Mantovani Dias. 25/5/1973) Oscar Mattos Filho. gerente 1963 Antônio Fragomeni – 16/10/1942. gerente 1975/1976 Juarez Ramos Munhos. Bolívia [Revista AABB – Rio. subgerente 1967 Santo Carmello Pistório. Almanaque do Pessoal – 1964. gerente 1964 (apos. subgerente 1981/1985 Reginaldo Paschoalino Medeiros. o nome dos funcionários do Banco do Brasil que administraram a Agência de La Paz. contador 1963 Walter Delayti – 29/12/1939. 6/1/1975 Paulo Wilson Holland. gerente 1960 Antônio Myro Brito de Carvalho. subgerente 1960 Bazílio de Carvalho Sampaio. gerente 1980/1981 Jesus de Medeiros Ribeiro. BIP]: LA PAZ – BOLÍVIA Inaug. bem como os Almanaques de 1965 a 1985.

José da Mota Cerqueira. advogado – Jacarezinho. Elpídio Araújo Néris. chefe–de–departamento – ALMOX. chefe–adjunto – ALMOX. Lecy Infante Cardoso de Castro. Arthur Augusto Roxo Pereira. 40ª Zona Crege – Campo Grande – MS. Francisco de Jesus Penha. 14ª Zona – Crege – Salvador. chefe–de–gabinete do diretor da CARED. Murillo Maia Mendonça – Corumbá – MS. Paraguaçu Paulista – SP. consultor técnico – CAMOB. e ainda os executivos: Dion de Salles Coelho. João Gonçalves de Carvalho. 9ª Zona Crege – Recife. Altair de Souza Lima.496 LA PAZ – BOLÍVIA Léo Schneiders Renato Gerúndio de Azevedo José Enéas Bueno Júnior Isabel Maria Pereira da Silva Eduardo Figueiredo Neves Inaug. Heinz Van Den Bylaardt – 16ª Zona – Crege – Teófilo Otoni. Francisco Bayma. 25ª Zona – Crege – Belo Horizonte. abril/1960 19/04/1999 a 17/03/2002 07/02/2000 a 05/02/2006 20/05/2002 a 21/01/2007 12/12/2005 a 99/99/9999 09/04/2007 a 99/99/9999 Em fevereiro/1960. secretário–de–gabinete do diretor 1ª Zona – CREGE [Revista AABB – Rio – 1960]. 1ª Zona Crege – Manaus. inspetor de Bancos – SUMOC. Juarez Carlos Mourão. Fioravante Delicato. são nomeados os inspetores Abraham David Bensadon – 2ª Zona Crege – Belém. encarregado de setor – CAMOB. 26ª Zona Crege – Patrocínio.FERNANDO PINHEIRO . Norberto da Silva Rocha. Hamilton Belfort dos Santos – 6ª Zona Câmbio/Fiban – São Paulo. . Em abril/1960. gerente de Carteira – CARED. Benjamim Furtado e Silva. Einar Amorim Rêgo. Elmano de Carvalho Delorme. Carlos Louro Pereira. Jorge Chaves Camacho. bem como os advogados Ary Cantanhede. procurador – Agência Central – Brasília – DF. Renato Maurício e Silva – CACEX. bem como os inspetores: Antônio José Menezes. José Leite da Silva.

gerente–adjunto da Agência Salvador – BA. gerente da Agência Centro – São Paulo. ao proferir o discurso de despedida. Murillo Maia Mendonça. com a nomeação de José Otávio da Silva Leme. 42ª Zona Crege – Marília. Em outubro/1960. Hélio Barbosa de Almeida. Santana do Ipanema [Revista AABB – Rio – 1960]. em seguida. Francisco Vieira de Alencar. a fim de permitir o aproveitamento de funcionários a exercer o cargo de diretor do Banco do Brasil. José Pereira Alves. Sebastião Paes de Almeida.497 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL 43ª Zona Crege – Presidente Prudente. revela o clima de expectativa na Direção Geral: modificações estruturais. 17ª Zona Crege – Vitória. Surgiu. Em 1° de junho de 1960. ocupando-o até o dia 31 de janeiro de 1961. na gestão do presidente Maurício Chagas Bicalho. para a Diretoria da Carteira de Redescontos do . IAGEX. por motivo de aposentadoria. Olavo José da Silva. 39ª Zona Crege – Lins. Câmbio – 1ª Zona. Nelcy Núncio Montingelli. Renato Navarro de Brito. Paulino Jaguaribe de Oliveira. 10ª Zona – Crege – Maceió. 4ª Região – Teresina. a utilização do telex [Revista AABB – Rio – 1960]. é criado. o Quadro de Mecanógrafas. Em julho de 1960. Nathani Ribeiro Von Sohsten. 12ª Zona Crege – Juazeiro. No 1° semestre/1960. Lucimar Ferreira Sobral. Luiz Osório Rodrigues Nogueira Filho. e não exclusivamente políticos [Revista AABB – Rio – 1960]. assume o cargo de diretor-executivo da SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito. composto por 23 funcionárias do Banco do Brasil. Délio Pereira de Souza. Itapetinga – sede. Mário Vidal. 44ª Zona Crege – Chavantes. na reforma dos Estatutos. convocado pelo ministro da Fazenda.

antes de falecer em 1934.FERNANDO PINHEIRO . Na década de 60 (século XX). que iniciou operações em 2/5/1936. em 6/10/1960. vale mencionar o nome dos gerentes da Agência São Paulo. mas de grande valor. resolveu mudar a designação Agência Central. Genaro Pilar do Amaral. a Matriz foi desdobrada em Direção Geral e a Agência Central [Revista AABB – Rio – 1960]. foi gerente da Matriz e diretor da Carteira de Câmbio). Naquela década de 30. assumiu a gerência Nilo Medina Coeli. Alcides da Costa Guimarães. Geraldo Machado assumiu o cargo de chefe–de–gabinete da Gerência. Na cidade do Rio de Janeiro. José Felisatti.100 funcionários. a Agência Centro – São Paulo. gerente–adjunto de Câmbio e Fiscalização Bancária. e l subgerente: César Dantas Bacellar Sobrinho.498 Banco do Brasil. Numa cerimônia singela. que vinha ocupando o cargo de chefe-de-gabinete da Presidência do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1960]. era administrada por 1 gerente. e 4 gerentes–adjuntos: José Benedicto Aranha. com a dotação de 2. sob orientação do presidente Leonardo Truda. sucedendo a Maurício . Herculano Cavalcanti de Albuquerque Filho (julho/1928 a novembro/1930. a Diretoria do Banco do Brasil. Adão Pereira de Freitas e José Otávio da Silva Leme [Revista AABB – Rio]. no período de 1917 a 1960: Adeodato de Andrade Botelho (1917/1928). como vimos. em reunião de 3/2/1960. Carlos Cardoso passa a presidir os destinos do Banco do Brasil. Monroe de Arruda Camargo. tendo como secretário Antônio Fernandes Costa [Revista AABB – Rio – 1960]. Em retrospectiva. gerentes–adjuntos de operações e Mansur Abib. Ruy Dantas Bacellar. para Agência Centro – Rio de Janeiro.

coincidindo com o final de governo de JK. 27/9/1965) é nomeada chefe– de–gabinete da Consultoria Jurídica (PRESI/COJUR) e Francisco de Boni Neto. assessor–geral da ASPLA– Assessoria de Planejamento. nos Estados Unidos. diante de João Baptista Leopoldo Figueiredo. No quinquênio 1955/1960. Nos idos de 1960. CREGE: Itamar Carneiro da Cunha. Carlos Cardoso teve ótimo desempenho no cargo. nas seguintes Carteiras: as nomeações. fez sucinto relato de atividades. José Geraldo de Goes. apos. atribuiu o mérito ao ex-presidente Sebastião Paes de Almeida que promoveu o avanço da fase atual do Banco do Brasil. chefe– de– gabinete da Gerência da CREGE. Cecília Santos de Biasi (posse no BB: 26/7/1935.5 para Cr$ 13. subgerente. seguido . que atingiu a sua gestão. Na transmissão do cargo. o capital e reservas do BB passaram de Cr$ 4.8 bilhões. CAMIO: Ivan D´Oliveira. ultrapassando o triplo [Revista AABB – Rio – 1961]. Durante 117 dias na Presidência do Banco do Brasil. 11/2/1961). o presidente que assumia. inspetor da CAMOB. ocorreram dentre outras. Nilo Medina Coeli assume o cargo de gerente da Agência Centro de São Paulo. Em janeiro/1961. gerente da Carteira de Câmbio (posse no BB: 28/4/1925. José Rostand de Aragão.499 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Chagas Bicalho que se despedira da Presidência para assumir o cargo de diretor–executivo do FMI – Fundo Monetário Internacional. gerente. Em 1/2/1961. Carlos Cardoso despede-se da Presidência do Banco do Brasil. CREAI: Samuel Rocha e Silva. No sucesso das operações. apos. Em setembro/1960.

assume a Presidência do Banco do Brasil. Presidente. no dia 1° de fevereiro de 01961. ajudado nas minhas forças pela orientação do Governo. demonstrou imensa satisfação ao vencer tal desafio e disse da enorme complexidade das atribuições do Banco do Brasil. Cid Sampaio. sobremaneira as atuais Mas estou disposto a levá-la a bom cabo. O instante que estou vivendo tem para mim o mais sentido e causa-me uma profunda emoção. O discurso de posse foi simples e objetivo. levando-se em conta circunstâncias econômicas e financeiras. ministro da Fazenda. Sr. e pela cooperação que sei. Sei que a incumbência que me foi confiada é pesada. que tenho a honra de servir. Meus Senhores. O presidente. numa clareza cristalina que denotava o seu estilo límpido e transparente: “Sr. alto Ingresso hoje na vida pública assumindo a direção de um dos órgãos de vital importância para a economia brasileira. governador da Bahia.FERNANDO PINHEIRO . como executor da política econômica do Governo e nas funções de estabelecimento bancário de primeira linha [Revista AABB – Rio – 1961]. Juracy Magalhães. de . na presença de Clemente Mariani Bittencourt. Ministro. Sucedendo a Carlos Cardoso. Principalmente. João Baptista Leopoldo de Figueiredo. entre outras autoridades. que se despedia. por ele próprio [Revista AABB – Rio – 1961].500 por Maurício Chagas Bicalho e. governador de Pernambuco.

foi designado para as funções de chefe–de–gabinete do presidente João Baptista Leopoldo de Figueiredo. espero. após passagem pela Diretoria do Banco do Brasil. àqueles que integram o econômico–financeiro. o presidente do Banco do Brasil esteve em visita à Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo e foi homenageado no Rotary Club (121) JOÃO BAPTISTA LEOPOLDO DE FIGUEIREDO. quando ocupou o cargo de presidente da Associação Comercial (1973/1976). da Casa. Quanto à política econômico-financeira do Banco. Muito mais tarde. cumprirei o meu dever.501 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL antemão. sob a orientação do Senhor Presidente da República. . do funcionalismo O Banco do Brasil tem uma finalidade a cumprir e esta deverá ser alcançada dentro dos estritos termos do seu regulamento e sempre em obediência às normas gerais da política econômica do Governo.” (121) O advogado Boaventura Farina. traçadas pelo Senhor ministro da Fazenda e demais autoridades monetárias. está ela condicionada às diretrizes de cúpula. No entanto. mercado confiança Estes são os meus propósitos. iria novamente voltar a residir na capital paulista. Boaventura Farina. presidente do Banco do Brasil (1/2/1961 a 12/9/1961) – in Discurso de posse no cargo. a minha palavra de na recuperação financeira e econômica do País. No mesmo mês da posse. sempre dedicada e valiosa. E pela fiel execução deles. consultor–jurídico da Associação Comercial de São Paulo.

reconhecendo o valor dessas unidades. O evento foi patrocinado pela Burroughs do Brasil. Máquinas Bull do Brasil. adquiriu um conjunto de máquinas convencionais . presidente da entidade rotariana [Revista AABB – Rio – 1961]. mantendo os princípios diretivos do presidente em elevar o nível funcional. O presidente João Baptista Leopoldo Figueiredo.502 de São Paulo. Com a realização do 1º Simpósio Brasileiro sobre Computadores Eletrônicos. cultural e produtividade do funcionalismo. esteve presente à inauguração da sede do CEMED – Centro de Estudos dos Médicos do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1961]. no Palácio da Cultura. Nesse mês. A partir da demonstração daquele mecanismo. pela primeira vez no Brasil. IBM do Brasil. no cargo de superintendente do Banco do Brasil. uma classificadora e uma tabuladora–resumo. com a curta gestão de poucos meses.FERNANDO PINHEIRO . em março de 1961. onde foi saudado em discurso proferido por José da Costa Boucinhas. O Banco do Brasil. o diretor Afrânio Lages começou a imprimir um ritmo crescente de operações na Carteira de Colonização do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1961]. Com o programa de gestão resumido em “justiça ao funcionalismo”. Listas Telefônicas Brasileiras. em 16 de março de 1961. acompanhado dos diretores Arthur Santos e Justo Pinheiro da Fonseca e do chefe–de–gabinete Boaventura Farina. foi apresentado. foi iniciada a introdução da eletrônica no País. um conjunto eletrônico da Bull. composto de uma reprodutora. na semana de 2 a 9 de abril de 1961. Remington–Rand do Brasil e Petrobras [Revista AABB – Rio – 1961]. Norberto da Silva Rocha tomou posse.

a Empresa fez registrar. cuidava da instalação dos primeiros computadores IBM. foi realizada a 2ª Reunião da Assembleia de Governadores do BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento. nos idos de 1975. seu equipamento convencional se colocava entre os mais avançados. 3 – Momentum do Computador no Banco do Brasil. o Brasil sediou uma assembleia do BID que foi presidida por Clemente Mariani. secretário do Tesouro do governo Kennedy. na cidade do Rio de Janeiro. a utilização do computador nos serviços: “Figurando entre os pioneiros da mecanização. sistema 1401. Vale assinalar os comentários de Daniela Maria Moreau que nos brinda com uma análise da situação econômica nacional: “Em 10 de abril. encarregado de iniciar conversações paralelas com Mariani no sentido de estabelecer uma consolidação e remanejamento da dívida externa brasileira. A delegação norte–americana para a reunião era chefiada pelo embaixador Douglas Dillon.503 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL periféricas à base de cartão perfurado e duas calculadoras Gamma-30 (eletrônicas). já no início da década de 60. Não obstante. inicialmente utilizadas nos serviços da Direção Geral [Revista AABB – Rio – 1961]. O presidente do Banco do Brasil participou do evento. (122) Na primeira quinzena de abril/1961. . Apesar da existência de uma avaliação dos compromissos internacionais vencidos e a vencer. destinados à Carteira de Câmbio e ao Centro de Processamentos de Dados do Rio de Janeiro – CERIJ”. (122) Boletim do BANCO DO BRASIL – edição 1975 – Ano X – N° 1 – Fl. Posteriormente.

como enviado especial do presidente Kennedy. a prazo dilatado. pressionados pela competição entre as indústrias européias em busca de novos mercados. quando efetivado um estudo detalhado das possibilidades de reescalonamento dos débitos e necessidades de novos créditos externos. o embaixador Harriman. sob a responsabilidade de Roberto Campos. Para elaborar a proposta de renegociação da dívida. Foi acertado então que.504 o Brasil não havia ainda articulado um plano de ajuste a ser apresentado a seus credores.FERNANDO PINHEIRO . As negociações para consolidação dos débitos e obtenção de novos créditos no exterior foram encaminhadas paralelamente nos Estados Unidos. Mariani nomeou uma comissão da qual fizeram parte Octávio Gouvêa de Bulhões. Roberto Campos e técnicos do Ministério do Exterior. Os governos. Na mesma ocasião. Além disso. sob a coordenação de Walter Moreira Salles. para projetos específicos em infraestrutura. A missão Campos chegou à Europa em fins de março de 1961. todo o sistema de financiamento europeu aos países subdesenvolvidos sofria uma evolução no sentido de maior flexibilidade. ocorrido em 1959. num momento propício. reviam a legislação concernente aos empréstimos externos. Antes vinculados exclusivamente ao fornecimento de equipamentos pelo país mutuante. O retorno à completa conversibilidade das moedas. visitava os países daquele continente procurando estimulá-los a . o governo brasileiro enviaria a Washington um delegado. e na Europa. esses créditos passavam a ser possíveis de serem concedidos diretamente a agências ou governos. e a existência de uma maior liquidez de capitais em relação aos anos anteriores eram dados favoráveis.

tinha como objetivos imediatos inspirar confiança no mercado cambial brasileiro e facilitar a estabilização monetária. A primeira providência de Campos foi a de obter a abertura de linhas de crédito bancárias em base rotativa que o Banco do Brasil. tanto em termos de modalidades de financiamento propostas quanto aos volumes de recursos pretendidos e obtidos...505 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL uma maior participação na cooperação financeira para o desenvolvimento econômico. cujos compromissos cambiais se encontravam em atraso. sugeriam como ponto de partida que se levasse em conta que as dívidas para com os bancos particulares. passou a negociar um crédito de reserva (stand by). Os stand by credits eram tradicionalmente negociados na Europa em base multilateral. com vencimentos concentrados entre os anos de 1961 a 1963. . portanto desligados da obrigatoriedade de compras no país concessor e faculdade de utilização de parcela para cobertura dos gastos em moeda brasileira. Em seguida. Campos tinha também como objetivo obter a consolidação da dívida brasileira para com os países europeus resultante de créditos de exportação. [.] As negociações do governo brasileiro nos Estados Unidos tiveram um caráter mais ousado. Finalmente. As diretrizes fixadas para as conversações por Clemente Mariani e encaminhadas ao embaixador Walter Moreira Salles. pudesse manipular para atender às PVCs em circulação. que podendo ser sacado pelo Banco do Brasil em qualquer emergência. propondo como critério que os empréstimos ao exterior atingissem a 20% da renda nacional. procurava conseguir créditos a longo prazo de natureza financeira. sendo concedidos pelos bancos privados com garantias oferecidas pelos respectivos governos. que orçava em cerca de US$ 300 milhões.

FERNANDO PINHEIRO . Mais tarde. surgiu a “Aliança para o Progresso”.506 as linhas de crédito a curto prazo e os atrasados comerciais tinham sido na sua totalidade contraídos com o objetivo de importar bens de consumo ou de produção da área norte-americana. acontecimentos trágicos iriam repercutir no cenário político mundial. os objetivos da Operação Pan–Americana estão sendo aceitos. o cargo de consultor jurídico do Banco do Brasil. Presidente. Sr. postos em execução e atingidos.UU (1963) e a cassação de JK.. . a criação da Operação Pan–Americana. investido no mandato de deputado federal. que os meios para serem realizados. que evidenciava a política de combate ao subdesenvolvimento continental: “Acresce. 82 – Dissertação de Mestrado apresentada em janeiro/1992. em épocas distintas. cujo objetivo era abrir novos mercados para as exportações brasileiras”. envolvendo 2 estadistas que possuem a mesma sigla: o assassinato de JK. criada por John Kennedy. senador da República do Brasil (1965). chefiada pelo jornalista João Dantas. (123) Nos moldes da Operação Pan–Americana. [. o Brasil enviou também na ocasião uma missão à Europa do Leste. Advogado que assumira. (123) DANIELA MARIA MOREAU – in Clemente Mariani – Político e Empresário – p. Hugo Napoleão do Rêgo defendeu. na Câmara dos Deputados. de iniciativa do governo Kubitschek.] Além das equipes encarregadas das conversações na Europa ocidental e nos Estados Unidos. presidente do EE. no período de 1943 a 1944.. na UNICAMP – Campinas – SP.

em parte. à curiosidade do nobre Deputado [Carlos Lacerda]. está se coroando de êxito e expressa uma autêntica vitória do Brasil na orientação da sua política externa. 765 – Centro Gráfico do Senado Federal – 1992 – Brasília – DF. Senhor Presidente. . agora. demonstram que a iniciativa do Senhor Presidente Juscelino Kubitschek. Secretário de Estado. na reunião extraordinária do Conselho Interamericano Econômico e Social: “Como resulta dos relatórios feitos pelos representantes do Governo dos Estados Unidos e dos nossos estudos coordenados dos problemas econômicos dessa região. de Aluízio Napoleão – pp. Douglas Dilon. visitava o Senhor Presidente da República e lhe entregava o texto de uma nota em que o Secretário de Estado. reivindicadora de velhas aspirações de povos e governos americanos. o Secretário de Estado autorizou-me a anunciar-vos que o Governo dos Estados Unidos está pronto a encarar a criação de um organismo interamericano de desenvolvimento que receberia o apoio de todos os países–membros”.507 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Chegou. o momento de atender. Foster Dulles anunciava a criação de uma Instituição Regional Interamericana de Desenvolvimento Econômico. 764. Por último. Haja vista a declaração feita pelo Sr. Assistente para Assuntos Econômicos. consultor jurídico do Banco do Brasil (1943/1944) – Apud Um lutador Hugo Napoleão e sua época. o Senhor Embaixador dos Estados Unidos junto ao nosso Governo.” (124) (124) HUGO NAPOLEÃO DO REGO. Esses fatos. no próprio dia e na própria hora em que o Senhor Deputado Afonso Arinos proferia seu discurso nesta Casa.

Iconografia do evento: Edmundo de Macedo Soares e Silva – Um Construtor do Nosso Tempo – p. ocorreu a nomeação dos secretários– de–gabinete de Diretoria: Afonso Félix de Sousa. Aguinaldo Gonçalves Beninato – CREGE – 1ª Zona. Nesse mês. 118 . Affonso Eugênio de Andrade Câmara. Leny Carvalho Portugal. Aloysio Portela de Figueiredo – CACEX. onde foi assinado o Tratado Interamericano de Assistência Recíproca.UU. auxiliares–de–gabinete – PRESI [Revista AABB – Rio – 1961]. Edmundo de Macedo Soares. Júlio Marques Luz. Agenor Nepomuceno Mendes – CREGE – 2ª Zona. João Batista Silva – 30/10/1943. Em abril/1961. conhecido com o nome de Tratado do Rio de Janeiro. Leônidas Souza e Silva. José Rostand Cavalcanti Aragão. ao ensejo do encerramento da Conferência Interamericana da Paz e Segurança Continental. técnicos no gabinete – PRESI tomaram posse: Adalberto Bonfim. Prestigiaram o evento: Harry Truman. Cândido Fonseca. Helena Baptista. Maria Aparecida da Matta Machado. Heraldo Alves Costa. Antônio Carlos Silveira Abbott – CREAI.Depoimento ao CPDOC – Fundação Getúlio Vargas – Organizadoras: Lúcia Hippólito e Ignez Cordeiro de Farias – Iarte Impressos de Arte – 1998. houve uma tentativa nesse sentido de ajuda mútua. ministro das Relações Exteriores. Petrópolis–RJ. Belmiro César de Morais Tibau – CACEX. subchefes–de–gabinete – PRESI. Carlos Alberto Vieira. Raul Fernandes..508 Anteriormente. Silas de Almeida Montenegro. Othon Pio de Abreu.FERNANDO PINHEIRO . em 2/9/1947. Gabriel de Melo Junqueira. entre outros. no Hotel Quitanilha. Camillo Calazans de . presidente dos EE. Nivaldo Gomes Soares. Astolfo Dutra Nicácio – CREGE – 2ª Zona. Ainda na Presidência: Francisco Altino de Sousa. governador do Estado do Rio de Janeiro.

ele já previra o próprio destino. a nomeação dos comissionados: Armando Braga Filho. Ainda em abril/1961. Diogo Dias Paes Leme – CREAI. Rodolpho Ernesto Pfeifer. destinado à eletrificação [Revista AABB – Rio – 1961]. Afonso Félix de Sousa já havia publicado “O Túnel” – 1948. Jorge Augusto dos Santos Cantanhede – CREAI. Quatro dias após. Hélio Fonseca Lima. o presidente do Banco do Brasil teve. No mesmo dia.509 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Magalhães – CREAI. Ao participar do Fórum Econômico de Porto Alegre. Francisco de Jesus Penha – CREGE – 1ª Zona. “Do Sonho e da Esfinge” – 1950. inspetor – CREGE – 19ª Zona.3 bilhões. José Alderico Ballista – CREGE – 3ª Zona. chefe–adjunto – FUNCI. chefe–de–gabinete de diretor – CREAI. Àquela altura. Jeferson Serôa da Mota – CACEX. Marcelo Fernandes – CREAI [Revista AABB – Rio – 1961]. o secretário–de–gabinete na Direção Geral. no Palácio Piratini. Luiz Miglio. longe da terra natal: “vim correr mundo”. chefe–de–departamento – SECRE [Revista AABB – Rio – 1961]. Jaldir Torres dos Santos Lima – CREGE – 2ª Zona. Joaquim Pires de Carvalho Albuquerque – CREAI. Jacintho Arthur Horta de Siqueira – CACEX. em 19 de maio de 1961. chefe da Secretaria do Departamento Jurídico da CREAI. onde comentou a Instrução . César Fernandes. “O Amoroso e a Terra” – 1953. uma das mais atuantes participações do evento. subgerente – CAMIO. Luiz Pessoa de Andrade – CREGE – 2ª Zona. o contrato no valor de Cr$ 2. o presidente João Baptista Leopoldo Figueiredo fez conferência na Associação Comercial de São Paulo. Vênus Andrada Stockler de Lima. assinou. No poema Toada Goiana. com o governador do Estado do Rio Grande do Sul. em outras Unidades.

engenheiro civil. Alberto Borgerth Filho. dos depoimentos da 3ª Reunião do Fórum Econômico “Visconde de São Leopoldo”. inspetor 17ª Região da CREAI – Uberaba. em 2/6/1961. gerente do Correio da Manhã [Revista AABB – Rio – 1961]. A mesa diretora dos trabalhos foi composta pelos governadores Leonel Brizola (Rio Grande do Sul). Celso Ramos (Santa Catarina) e Magalhães Pinto (Minas Gerais) e ainda de João Baptista Leopoldo Figueiredo. secretário–de– . em 8/6/1961. Namir Salek. esteve participando. inspetor 34ª Região da CREAI – São José do Rio Preto. Paulo Almeida Machado. advogado do BB em Aracaju. presidente do Banco do Brasil. diretor–executivo da SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito [Revista AABB – Rio – 1961]. ocorreram as seguintes nomeações: Accácio Gomes. realizada na capital gaúcha.510 n° 206. No mesmo mês. na capital mineira. onde fez a exposição da política financeira do Governo Federal [Revista AABB – Rio – 1961]. Na homenagem prestada pelo Sindicato dos Bancos.FERNANDO PINHEIRO . Sylvio Vieira de Carvalho. o presidente do Banco do Brasil esteve. chefe–de–gabinete do diretor da CREGE – 1ª Zona. Antero Carvalho. Em junho de 1961. engenheiro civil. Antônio Cruz Saldanha. Waldomiro Bazzanella. ao presidente e aos diretores do Banco do Brasil. os governadores Magalhães Pinto (Minas Gerais) e Juraci Magalhães (Bahia) prestigiaram o evento. e a convite da Associação Comercial de Belo Horizonte. César da Gama Filho. João Nivaldo Milito. chefe– adjunto – DEPIM. chefe do Setor de Planejamento – DEPIM. com atuação brilhante. arquiteto. inspetor 14ª Zona – CREGE. chefe do Setor Técnico – DEPIM. de 22/5/1961. Professor Oscar Carneiro da Fontoura e Alínio Salles. assinada por Octávio Gouveia de Bulhões. general Inácio Bittencourt. chefe–de– divisão DEPIM.

de pronto. pronunciou um veemente discurso destinado ao povo brasileiro no qual afirmou haver prometido um governo honesto. Na ocasião. presidente do Banco do Brasil (1/2/1961 a 12/9/1961). Wilson Donega. a American Chambre of Commerce for Brazil. muito emocionado. na Agência de Curitiba–PR. impessoal e de trabalho. as medidas para afugentá-los e minorar os sofrimentos coletivos. Com ênfase. presidente da República que. compareceu ao almoço nos salões do Club Transatlântico. No momento atual é mais fácil compreendermos a situação passada pelo ex–presidente da República. em 6/8/1961. e o empenho que vem buscando para amparar as multidões desprotegidas [Revista AABB – Rio – 1961]. desvinculado de grupos de interesses puramente político–partidário ou vantagens de natureza subalterna [Revista AABB – Rio – 1961]. No dia 5 de julho de 1961. esteve presente Jânio Quadros. Jânio Quadros prosseguiu falando a respeito do processo inflacionário e na multiplicidade das faixas de câmbio e a dificuldade do Governo em encontrar. atendendo ao outro pedido de associação comercial. na capital paulista.511 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL gabinete do diretor da CREGE – 1ª Zona. . João Baptista Leopoldo de Figueiredo. Ao ensejo da inauguração das unidades volantes da CREAI – Carteira de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil. o presidente falou sobre o investimento estrangeiro no Brasil [Revista AABB – Rio – 1961]. referiu-se à inauguração da Universidade de Volta Redonda. inspetor 16ª Zona CREGE – Araraquara [Revista AABB – Rio – 1961].

chefiada por João Goulart. destacando o trabalho do Banco do Brasil. em Paris. João Baptista Leopoldo de Figueiredo. o presidente do Banco do Brasil falou a um grupo de personalidades representativas do meio econômico e financeiro da Itália. Na Embaixada brasileira. Pedro Bezerra de Menezes Neto. chefe–de–gabinete da Diretoria. Fernando Arthur Tollendal Pacheco. Na Gerência da Carteira. o presidente da República. chefe-de-gabinete. gerente. com a missão de assinar diversos acordos sobre créditos com 8 países europeus. vice-presidente da República. presidente do Banco do Brasil esteve na Europa.FERNANDO PINHEIRO . O jurista Cláudio Pacheco assumiu. o melhor instrumento de ação do Governo [Revista AABB – Rio – 1961]. no valor de U$ 110 milhões para o Brasil [Revista AABB – Rio – 1961]. Os principais assessores do diretor eram: Hyder Júlio do Carmo. assistentes [Revista AABB – Rio – 1961]. integrando a comitiva oficial do Governo brasileiro. Ary Rangel de Almeida. após elogiar a assistência do Banco do Brasil aos pequenos produtores agrícolas. Hermesde Azevedo Souza. subordinada ao diretor da COLON. No início de agosto de 1961. nos mais longínquos recantos da Nação. secretários–de–gabinete [Revista AABB – Rio – 1961]. assessor–técnico. Derval Rodrigues Gonçalves. . o cargo de diretor da Carteira de Colonização do Banco do Brasil (COLON). foi confirmado o nome dos executivos: Cícero Casimiro da Costa Nogueira. concluiu exortando a todos a crescer à altura do Brasil e a edificar uma Pátria onde se estabeleça a justiça social.512 Finalmente. Raimundo Nonato de Melo. Lucília Brito da Silva. Nicolau Scultori da Silva. em 14 de agosto de 1961. a dignidade e o trabalho.

inspetor da 20ª Região Geo–Econômica da CREAI em Teófilo Otoni. mas. Frankfurt. numa viagem que durou 20 dias. Cícero Casemiro da Costa Nogueira. Décio Nunes Teixeira. também. secretário– de–gabinete do diretor da COLON. não só como instrumento da política econômica do Governo. Cid Carlos Forleo. Estocolmo. Edgard José de Souza. ocorreram as seguintes nomeações: Celso de Lima e Silva. operador–chefe SEMEG–DG. desde logo. secretário– de–gabinete do diretor da CARED. chefe–de-departamento (TESGE).513 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Depois seguiu para Roma. Hamburgo. Tive. o Banco do Brasil a ter “status” de Ministério. manifestado por uma mensagem dirigida ao funcionalismo: “Ingressei na administração pública ao assumir a Presidência do Banco do Brasil. Londres. Em agosto/1961. encerrando-se em 20 de agosto de 1961 [Revista AABB – Rio – 1961]. a satisfação de ver o presidente do Banco do Brasil convidado a participar das reuniões ministeriais. assistente do consultor jurídico CAMOB. presidente do Banco do Brasil (1/2/1961 a 12/9/1961). assistente técnico – CACEX [Revista AABB – Rio – 1961]. e principalmente. assim. . Paulo Rosat. Aceitei a honrosa investidura após impor-me a tarefa de procurar aprimorar a ação do Banco do Brasil. ocorreu dentro do Gabinete da Presidência. passando. Fernando Martins da Rocha. Bonn. Bruxelas. João Roberto Pereira de Baere. como um dos veículos mais atuantes na reformulação dessa própria política. Magda de Alencastro Guimarães. O último ato de João Baptista Leopoldo de Figueiredo. auxiliar–de– gabinete – PRESI. assistente técnico CACEX.

consignar o meu carinho. ao assegurar o princípio do estimulo ao mérito. que considero o mais importante investimento já realizado em nosso país. do mais graduado ao de categoria mais modesta. nos idos de 1961. A homenagem que lhes prestei foi a de não adotar. de 13/3/1961. de 27/6/1961. aos que trabalham na Direção Geral e aos que prestam serviços nas mais distantes agências. ao deixar a Direção desta Casa.FERNANDO PINHEIRO . capacidade técnica e correção.” (125) Ao analisar a economia nacional no período abrangendo a gestão de Clemente Mariani à frente do Ministério da Fazenda. cordialidade e de simpatia. senão o esforço e a competência. presidente do Banco do Brasil (1/2/1961 a 12/9/1961) – in Mensagem dirigida. Não deixarei de acompanhar os destinos desta Casa. a quem quero transmitir a minha palavra de agradecimento. em setembro/1961. ao funcionalismo do Banco do Brasil.514 Desejo. e tenho certeza de que a ela os seus funcionários continuarão a dar o que de melhor possuem com dedicação. a que tive a honra e à qual procurei servir. meu apreço. Tenho satisfação em reconhecer o seu alto padrão técnico e moral. Daniela Maria Moreau comenta a reforma cambial. e a de n° 208. . Procurei. minha admiração e meu mais profundo respeito a todos os funcionários desta extraordinária organização. como medida de valor. introduzida na Instrução 204. dentro de minhas modestas forças. fazer jus à confiança do funcionalismo e dele obter a melhor colaboração. da SUMOC que estabeleceram: (125) JOÃO BAPTISTA LEOPOLDO DE FIGUEIREDO.

Vale assinalar Daniela Maria Moreau: o argumento apresentado por “Com a eliminação definitiva do câmbio de custo por intermédio da Resolução n° 208. refletindo-se em relativo aumento do custo de vida. estampando a manchete: “Mariani: a alta dos preços não resulta da Instrução 204”. devido ao fim do subsídio às importações e maior arrecadação fiscal através do imposto único sobre combustíveis e tarifas aduaneiras”. acentuou-se a tendência já manifestada com a Instrução n° 204 de redução do déficit orçamentário. além de criar as normas sobre operações de open market realizadas. acolhe depoimento do ministro da Fazenda. Tínhamos. p. pela primeira vez no Brasil. através da compra e venda de títulos no mercado. 78 – Dissertação de Mestrado apresentada em janeiro/1992. entretanto. Daniela Maria Moreau reproduz essa elucidação: “Jamais ignoramos ou escondemos à Nação que a Instrução 204 acarretaria um certo aumento de preços em determinados setores. elucidando os fatos. na UNICAMP – Campinas – SP. edição de 26/3/1961. 2ª a extinção do câmbio de custo.515 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL 1ª a unificação dos mercados de câmbio de importação e exportação (excetuando-se as de cacau e de café) numa única taxa de câmbio. . de (126) DANIELA MARIA MOREAU – in Clemente Mariani – Político e Empresário. (126) O Estado de São Paulo.

deve-se levar em conta diversos aspectos da conjuntura política e econômica internacional. A crise . O montante da dívida.) Com a renegociação da dívida externa e a obtenção de novos créditos internacionais. Kennedy. Entretanto.516 escolher entre esse aumento possível de controlar e o descontrolado aumento do regime inflacionário em que vivia mergulhado o País e do qual nos estamos esforçando para retirá-lo. A situação financeira internacional do país ao iniciar-se o governo Quadros era de extrema gravidade. Para avaliar corretamente estes sucessos.7 bilhões. o governo brasileiro articulou uma renegociação extremamente favorável de sua dívida externa.) “Além da reforma cambial. outro ponto relevante da administração Mariani no Ministério da Fazenda consistiu na renegociação da dívida externa brasileira. em relação ao continente americano. a emergência da Revolução Cubana. superior a duas vezes o valor previsto para as exportações no ano de 1961.FERNANDO PINHEIRO ... com a eleição de John F.. a curva dos vencimentos dos compromissos era muito desigual. e principalmente. o programa de estabilização sem recessão tornou-se realizável. concentrando-se durante os primeiros 4 anos da década responsabilidade no valor de cerca de US$ 1. e a vitória do Partido Democrático no pleito presidencial norteamericano de 1960. poderia não ser alarmante num quadro de crescimento econômico. Em 1961. (. em 1959.. bem como obteve acordos para o ingresso substancial de novos recursos internacionais no país.” (.

Secretário de Clemente Mariani Bittencourt. dirigiu a GECAM – Gerência de Operações da Carteira de Câmbio no período de dezembro/1959 a setembro/1961. apos.517 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL político–institucional decorrente da renúncia do Presidente em 25 de agosto de 1961 impediu a continuação desse projeto. Antônio Gurgel Costa Nogueira (posse no BB: 17/9/1926. onde desempenhou. pp. Mário Miranda Muniz foi outro grande gerente da GECAM que. . e Eleutério Proença de Gouveia (13/9/1961 a 31//3/1964 – interino). Ludovicense de nascimento. o cearense de Aracati. teve atuação das mais brilhantes da Carteira. Antônio Gurgel foi um grande especialista em câmbio e aliava–se a esse cabedal de conhecimentos com a prática colocada em ação na inspeção que realizou em agências autorizadas a operar em câmbio. (127) DANIELA MARIA MOREAU – in Clemente Mariani – Político e Empresário. 80. Santos e Natal. presidente do Banco do Brasil (6/9/1954 a 14/4/1955). o cargo de ministro da Fazenda (interino). 81. o funcionário Hamilton Prisco Paraíso exerce. dentre as quais citamos: Vitória.: 4/10/1961).” (127) Na gestão que fez parte do período de dois diretores da Carteira de Câmbio: Paulo Poock Corrêa (1/2/1955 a 12/9/1961). missões relevantes de interesse nacional. inclusive com várias viagens ao exterior. 90 – Dissertação de Mestrado apresentada em janeiro/1992. no período de 8/5/1961 a 18/8/1961. em 1961/1965. com pleno êxito. 82. na UNICAMP – Campinas – SP.

518 Em cerimônia simples. nesse dia. Na ocasião./62) 4ª Zona – Eduardo Catalão (até dez. o Sr. Ney Galvão assinou o termo de posse no cargo de presidente na presença de Walther Moreira Salles. Diretoria do BB – 12/9/1961 a 20/7/1963 [Almanaque do Pessoal – 1963] Carteira de Crédito Geral 1ª Zona – Arthur Ferreira dos Santos 2ª Zona – Geraldo de Andrade Carneiro 3ª Zona – Alcides Flores Soares Júnior Victor Loureiro Issler de dez. acompanhando a fixação de nova política adotada pelo Governo e destacou a atuação de João Batista Leopoldo de Figueiredo.FERNANDO PINHEIRO . fez o uso da palavra para enaltecer o Banco do Brasil que envidou esforços no sentido de recuperar a situação econômico–financeira do País. na presença dos membros da Diretoria. Walther Moreira Salles. em 12/9/1961./62) (a partir Carteira de Crédito Agrícola e Industrial Crédito Industrial – Nestor Jost Crédito Rural Zona Norte – Samuel Vital Duarte Zona Centro – Múcio Teixeira Zona Sul – Léo de Almeida Neves . ministro da Fazenda. ministro da Fazenda. e de João Batista Leopoldo Figueiredo. tomou posse. ex–diretor do Banco da Província do Rio Grande do Sul [Jornal do Brasil – 13/9/1961]. Ney Neves Galvão. com os méritos enaltecidos [Jornal do Brasil – 13/9/1961]. É oportuno assinalar que. o presidente que se despedia [Revista Bancos – n° 98 – setembro/1961]. no cargo de presidente do Banco do Brasil.

Thaísa Mello Freixeiro [Revista AABB – Rio – 1961]. governador (interino) do Rio Grande do Sul [Revista AABB – Rio – 1961]. no gabinete da Presidência do Banco do Brasil. Wamba Guimarães. Margarida Oliveira de Araújo. presidente do Banco do Brasil (2/2/1951 a 14/1/1953). e. Anteriormente. para ser chefe-de-gabinete da Presidência. Arnaldo Gomes de Almeida. o presidente Ney Galvão visitou a cidade de Porto Alegre. oriundo da gerência da Agência Metr. chefe–adjunto do Departamento Jurídico – CREAI/ . os seguintes técnicos: João Paulo dos Reis Velloso. O presidente Ney Galvão designou José Bonifácio Gomes de Castro. Ainda em setembro/1961. onde manteve um encontro com o governador Leonel Brizola. Do Aeroporto Salgado Filho seguiu para o Palácio Piratini.519 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Carteira de Câmbio: Eleutério Proença de Gouveia Carteira de Comércio Exterior: Antônio Arnaldo Gomes Taveira Carteira de Redescontos: Júlio de Souza Avellar (até jan/1963) e Hugo de Araújo Faria (jan/1963 a 29/3/1964) Carteira de Colonização: Cláudio Pacheco Brasil Dois dias após a posse no cargo. Iconografia: Jornal do Dia (edição 15/9/1961). assessor da Assessoria Geral de Planejamento e Estudos da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. no decorrer de 1953 a 1958. Roberto Hatab. o presidente Ney Galvão volta ao Palácio Piratini e mantém reunião com Hélio Carlomagno. Copacabana. Em setembro/1961. Porto Alegre – RS. Newton Feijó Bhering. bem como as auxiliares– de–gabinete – PRESI: Joanna Célia Pereira da Serra Neta. No mês seguinte da posse no cargo. tomaram posse. nos idos de 1951 era secretário particular de Ricardo Jafet.

Cid Fernando da Costa Saboia. subgerente da Carteira de Câmbio. Antônio Edwiges Guglielmi de Oliveira. inspetor 5ª Zona – CREGE – Recife. Em 13/10/1961. Francisco Alves de Souza Filho. inspetor – 10ª Zona – CREGE – Belo Horizonte [Revista AABB – Rio – 1961]. assistente jurídico – Porto Alegre. inspetor da CACEX. advogado do BB em Paraguaçu Paulista. Lázaro Baumann das Neves. gerente de Carteira – CAMIO. Marina Lima Mira. assistente jurídico CARED. secretário–de– gabinete do diretor – CREGE – 1ª Zona. assistente jurídico – CARED. as classes econômicas do Rio Grande do Sul ofereceram um banquete de gala aos ilustres gaúchos Ney Galvão e Leocádio Antunes. José Pires dos Santos. superintendente. Eduardo de Castro Neiva.FERNANDO PINHEIRO . Paulo Rache. Bruno Barbieux. chefe–de–gabinete da Gerência da Carteira – CAMIO. Carlos Victor Fontes. assessor técnico – CARED. auxiliar–de–gabinete do diretor da CARED. inspetor 47ª Zona da CREAI – Caxias. chefe–adjunto – TESGE. Nathanias Ribeiro von Sohsten. secretário– de–gabinete do diretor da CARED. inspetor 6ª Zona – CREGE – Salvador. Walter Ferreira Dourado. presidente do Banco do Brasil e presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico. Hélio Barbosa de Almeida. Bernardo Vasques Diniz. Alcina Imbassahy Rodrigues Duarte. Raul Augusto de Pinho Filho. chefe–de–gabinete – SUPER – Direção Geral. auxiliar–de–gabinete – PRESI. Pedro Faraco Filho. Décio de Oliveira Araújo. gerente – CREAI/ Gerli [Revista AABB – Rio – 1961]. respectivamente. assessor técnico – CAMIO. técnico gabinete – PRESI. Fausto Madeira Basto. Antônio Radesca. Em outubro/1961. . João Osman da Silva Mattos. assistente – técnico CAMIO.520 Dejur. Fernando de Souza Oliveira. José Fontes Ferreira. Euvaldo Dantas Motta.

em 17/12/1961. em nome do governo do Rio Grande do Sul. e elogiou as terras gaúchas. Após a solenidade. passando a palavra ao jurista Martins Napoleão. O presidente Ney Galvão. de reconhecida erudição e eloquência. Fernando Bandeira Wunderlich. em nome da FARSUL. entre outros [Revista AABB – Rio – 1961]. em rápido improviso. em nome da Câmara dos Deputados. por último. agradeceu a manifestação de carinho e apreço. Nivaldo Gomes Soares e Altino de Souza. Willy Freulic.521 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL no Palácio do Comércio. Naquela oportunidade. subchefes–de–gabinete (PRESI). Integravam ainda a comitiva: Gilberto Lahorgue. em Porto Alegre. E. gerente da Agência Encruzilhada do Sul – RS. Arnaldo Gomes Taveira. entre os quais podemos assinalar: Hélio Carlomagno. que proferiu um belo discurso em nome do presidente. os homenageados são recebidos no Palácio Piratini pelo governador do Estado do Rio Grande do Sul [Revista AABB – Rio – 1961]. Kurt Weissheimer. No mesmo dia. secretário da PRESI. evocou a poesia de Dante Alighieri. diretor da Carteira de Comércio Exterior do Banco do Brasil. diversos oradores fizeram saudação ao presidente do Banco do Brasil. Ney Galvão. De regresso à terra natal. o presidente do Banco do Brasil. se referiu: . fez visita de cortesia ao hospital. em nome das classes produtoras. recebeu homenagem na Câmara dos Vereadores do Rio Pardo. De início. chefe do Departamento Jurídico da Carteira Agrícola e Industrial. à Casa da Criança e ao vigário da cidade. participou do churrasco no Parque da Associação Rural [Revista AABB – Rio – 1961]. O orador. Victor Blandim.

. nossas fronteiras. da ilha de Catão. se refletiam diretamente na Província do Sul. consultor jurídico do Banco do Brasil (3/5/1967 a 16/9/1977) – in Discurso proferido.” No contexto histórico. ao descer à praia.522 “Ainda há poucas horas. conhecida como a “Tranqueira Invicta” [NAPOLEÃO – 1961]. ambos procurando o domínio das terras deste Continente. na sua viagem de sonho pelos três mundos. a graciosa ondulação das terras do Rio Grande. enquanto o leve sopro da manhã espancava os vapores de aurora: L'alba vinceva l'ora mattutina che fuggia innanzi. A Colônia de Sacramento e o Território das Missões foram motivos de permanentes atritos entre as parcialidades espanholas e portuguesas. o discurso de Martins Napoleão enalteceu a importância do Banco do Brasil. em definitivo. em 17/12/1961. num abraço comovido dos olhos. em Rio Pardo – RS.FERNANDO PINHEIRO . “quando a rivalidade entre Portugal e Espanha. O orador transpôs a narrativa do seu discurso para o século XVII. si che di lontano conobbi il tremolar della marina. cantou dentro de mim o terceto admirável com que Dante.” (128) Em seguida. como incentivador de riquezas e elemento primordial da integração nacional e destacou a presença do presidente Ney Galvão na cidade do Rio do Pardo que foi elogiada por sua tradição de berço de homens de rija têmpera. importância da cidade território brasileiro: Martins do Rio Napoleão ressaltou a Pardo. eternizou a imagem do mar distante. na defesa do (128) MARTINS NAPOLEÃO. Os vários tratados celebrados não conseguiam demarcar. em homenagem ao presidente do Banco do Brasil. ao divisar.

chefe–de–gabinete de diretor – CREAI. que influiu. Marcello Fernandes. chefe–de–gabinete de Gerência – CREAI. gerente – CREAI. dentre outros. consultor jurídico do Banco do Brasil (3/5/1967 a 16/9/1977) – in Discurso proferido. subgerente Crédito Rural – Zona Norte – CREAI.523 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL “Aqui se concentraram nossas forças militares. Wilson Chedid. Jacques de Oliveira Rocha. Victor Muhana. Manoel de Araújo Porto Alegre. deixando nomes que serão sempre venerados. . Joaquim Pires de Carvalho. Em novembro de 1961. na formação vigorosa de soldados riopardenses. decisivamente. tais como os de Mena Barreto (Barão de São Gabriel) e Andrade Neves (Barão do Triunfo). Waldozir da Silva Alves Pereira. em 17/12/1961. de quem descende o homenageado de hoje. João Batista Rodrigues de Oliveira. em homenagem ao presidente do Banco do Brasil. Celso Cunha de Viveiros. Lauro de Araújo Simões. Raimundo Gonçalves da Mota. bem como Carlos Antônio Pereira. José Antônio de Mendonça Filho. Galeno Glascherster. merecendo destaque o famoso “Regimento dos Dragões” – ponta de lança da soberania nacional. foram empossados os secretários–de–gabinete da CREAI: Antônio Barcelos. Hélio Guimarães. Camillo Calazans de Magalhães. o orador mencionou. Heitor Pereira Cotrim. um dos precursores do romantismo brasileiro. em Rio Pardo – RS. Antônio José de Almeida.” (129) Mais adiante. Célio Biavati. chefe–de–gabinete do diretor CREAI – Crédito Rural – Zona Centro. Paulo Cardoso de (129) MARTINS NAPOLEÃO.

inspetor 16ª Zona – CREGE – Araraquara. inspetor da CREGE – 8ª Zona [Revista AABB – Rio – 1961]. Eduardo Allan Thomas. subgerente CREGE/Supla. na CREGE – Carteira de Crédito Geral: Agenor Nepomuceno Mendes. Eugênio de Lima Azevedo. chefe do Departamento do Funcionalismo – . Rubens Camões do Valle. Benedicto Fonseca e Souza. Moacyr de Araújo Motta. subgerente – Crédito Rural – Zona Sul – CREAI [Revista AABB – Rio – 1961].FERNANDO PINHEIRO . inspetor 10ª Zona – CREGE – Belo Horizonte. chefe–de–gabinete de Gerência – CREGE. Paulo Hipólito. Mário Gonçalves de Amorim. chefe–de–gabinete do diretor da CREGE – 4ª Zona. inspetor – CREGE – 10ª Zona – Belo Horizonte. Nesse mês. Itamar Carneiro da Cunha.524 Castro. subgerente – CREGE/Subop. secretário–de–gabinete do diretor CREGE – 4ª Zona. secretário–de–gabinete do diretor da CREGE – 4ª Zona. Hermilo Chrispim Vieira. Francisco do Rêgo Monteiro. Ruy Augusto de Pinho. Jaldir Torres dos Santos Lima. Jorge Augusto dos Santos Cantanhede. inspetor 19ª Zona – CREGE – Curitiba. Ângelo Madeira Gontijo. secretário–de– gabinete do diretor da CREGE – 4ª Zona. inspetor 12ª Zona – CREGE – Brasília – DF. Arnon Lopes Moreno. Ainda em novembro/1961: Dídimo Peixoto de Vasconcellos. chefe–de–gabinete de Gerência da CREAI. Pedro Paulo de Ulisséa. Terésio Porto Virmond. gerente – CREGE. Roberto Rodenburg de Medeiros Netto. secretário–de– gabinete do diretor – CREGE – 4ª Zona. gerente – CREGE/Geliq. Mário Lima. chefe–de–gabinete do diretor da CREAI – Zona Norte – Crédito Rural. chefe–de–gabinete do diretor – CREAI – Zona Sul. subgerente CREGE/Sufic. Vicente Orlando Marino. Aldrovando de Aguiar Brandão Filho. secretário–de–gabinete do diretor da CREGE – 4ª Zona. subgerente de Crédito Rural – Zona Centro da CREAI.

Hyder Júlio do Carmo. Ney Silla. José Aragão de Carvalho. No mês seguinte. no período de 10/10/1955 a 3/5/1967. auxiliar–de–gabinete do diretor da CREAI. Jorge Figueiró Winter. chefe–de– adjunto – SECRE. chefe do Departamento Médico – MEDIC. A esse seleto grupo de profissionais.525 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL FUNCI. Júlio Pereira Ramos. secretário–de–gabinete do diretor da Carteira de Colonização – COLON. inspetor da Carteira de Comércio Exterior – CACEX. José Laport. . chefe–adjunto do Departamento de Secretaria – SECRE. inspetor da 9ª Região – CREAI – Aracaju. Vale assinalar que o DEJAI/CREAI era chefiado. Jarbas Pinheiro Gomes. que muito honra a Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Romeu Rodrigues Silva. secretário–de–gabinete – CREAI. mais tarde. Nos idos de 1962. pelo jurista Martins Napoleão. Carlos Antônio Lessa de Sá. e os advogados Kepler Alves Borges. chefe–adjunto – DEPIM [Revista AABB – Rio – 1961]. Marcy Machado. veio juntar–se. José Conde Brandão. Petrônio Fernandes Gonçalves. Luís Fernando Gusmão de Oliveira. tribuno de reconhecida notoriedade. faziam parte da equipe os chefes-adjuntos Fernando de Azevedo Espínola e Arnaldo Gomes de Almeida. Hélio Colucci Rivera Cardoso. chefe–adjunto – DEMED. o advogado criminalista Sebastião Rodrigues Lima. Emile Masoud. que inclui o acadêmico Kepler Alves Borges. inspetor da CREAI – 43ª Região – Santa Maria. Francisco José Lana. Antônio Arnaldo de Carvalho Machado e Lindolfo Xavier Júnior [Revista AABB – Rio – 1962]. assistente técnico da Carteira de Câmbio – CAMIO [Revista AABB – Rio – 1961]. é a vez de assumir cargos de comissão: Fátima Helena Corrêa. chefe– adjunto da Tesouraria Geral – TESGE.

Orpheu Scarpelli Ferreira. No mês seguinte.X. filho de J. a Agência Centro – Rio de Janeiro. A Assessoria Jurídica era chefiada por Roberto Carvalho de Mendonça. inspetor 42ª Região CREAI – Andradina. Antônio Américo de . em 15/1/1962. gerente. presidido por Diego Blanco [Revista AABB – Rio – 1962]. subgerente. Em janeiro/1962. assistente técnico gabinete – PRESI. José Maria Ferreira. A viagem realizada. auxiliar–de–gabinete do diretor da CARED. assistentes–técnicos – CREAI. chefe–de–gabinete de Gerência – CREGE.607 funcionários. Carvalho de Mendonça [Revista AABB – Rio – 1962]. era dirigida por Moacyr Rebello Freire. por Nestor Jost. Edivaldo de Mendonça Andrade. Vitalmiro de Aguiar. Alceny José Serio. assistente–técnico – PRESI. Solir Lins de Miranda Pontes. Vicente Souza. Manoel Salek e Octávio Bernard Robbe. Luiz Norberto Silva Ratto. teve por finalidade participar de uma reunião de 200 industriais no Centro de Indústrias. Cícero Casemiro da Costa Nogueira. Tarcízio Braga de Magalhães. diretor da Carteira Agrícola e Industrial. gerentesadjuntos.526 Nos idos de 1962. ao Sul do País. subgerentes– adjuntos. inspetor 13ª Zona – CREAI – Goiânia. Derval Rodrigues Gonçalves. Antônio Bernardelli de Salinas. ocorreram as nomeações de Austerlinda Corrêa de Albuquerque. inspetor 21ª Zona – CREGE – Santa Maria [Revista AABB – Rio – 1962]. Heitor Lino de Moraes. Hugo Moreira Penna. Samuel da Rocha e Silva e Gabriel de Mello Junqueira. chefe–de–gabinete do diretor da CACEX. em Porto Alegre. dotada de 1. Levy de Araújo Silva.FERNANDO PINHEIRO . Luiz Pessoa de Andrade. secretário–de–gabinete do diretor – COLON. chefe do Gabinete da Gerência da Agência. Sidney Povoa Manso. assistentes técnicos – COLON. Luiz Mariano Machado.

Lázaro Baumann das Neves. presidente da empresa que fabricava o refrigerante Fratelli Vitta. a Usina Santa Tereza. onde foi recebido por Cid Sampaio. Arthur Vieira de Araújo. assistentes técnicos CREGE/Supla. no município de Goiana.527 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Carvalho Souza. inspetor 4ª Zona CREGE – João Pessoa. Edgard Silva – 21/9/1933. Segundo a Revista AABB – Rio – 1962. inspetor 17ª Zona CREGE – Bauru. o presidente Ney Galvão visitou o Nordeste. 23 de fevereiro de 1962). Ary de Oliveira. Dilson Garcia de Mattos. inspetores 8ª Zona – CREGE – Rio de Janeiro. Ruyter de Faria Martins. José Carrascosa Duarte. À noite. assistente–técnico SEMEG/DG. governador de Pernambuco. inspetor 10ª Zona – CREGE – Belo Horizonte. José Ferdinando Ceolin. José Maria Frota Louzada. inspetor 29ª Zona – CREAI – Lavras. no Palácio Campo das Princesas. Luiz Brandão Costa. Francisco Arno Shumacher. inspetor 65ª Zona – CREAI – Erechim [Revista AABB – Rio – 1962]. assistente–técnico – CAMIO. 22. Ruy de Oliveira Pantoja. inspetor 8ª Zona – CREGE – Rio de Janeiro. Sandálio Ávila Faria. secretário–de–gabinete de diretor – CREAI. inspetor 5ª Zona – CREGE – Recife. inspetor 23ª Zona – CREAI – Uberlândia. Alberto Souza Gomes. O industrial Miguel Vita. famoso no Recife. Optaciano Mendes Muniz. inspetor 12ª Zona – CREGE – Brasília. inspetor 45ª Zona – CREAI – Uruguaiana. chefe–adm. Visitou o Frigorífico do Nordeste e a Fosforita Olinda e. Eitel Gehre. . Rivadávia Bahia Vianna. José Maria Freire de Menezes. secretário–de–gabinete do diretor – DICAM. Lund Maia. Esteve em 23/2/1962. em visita oficial de 3 dias (21. inspetor 39ª Zona – CREAI – Sorocaba. SEMEG–DG. ainda. José Rodrigues de Freitas. advogado – Vitória. advogado do BB em Sobral. foi homenageado no Clube Internacional do Recife. Ary Lopes Ferreira.

afirmando as constantes visitas dos homens de Governo. no Clube Internacional do Recife – Idem. no Recife: “. Em fevereiro de 1962. na conjuntura daquele momento considerado grave [Revista AABB – Rio – 1962]. oriundas da orientação do Governo no sentido de amparar a região do Nordeste.. o presidente Ney Galvão falou sobre a revitalização da moeda cruzeiro e a impressão que mais o sensibilizou no Banco do Brasil: a competência do digno corpo de funcionários. Aqui não prometi aos senhores mais do que podíamos realizar.” (131) Anunciou o presidente as medidas que estão sendo adotadas.528 iniciou o discurso de saudação ao presidente do Banco do Brasil. em 23/2/1962. (131) NEY GALVÃO. e aquilo que prometemos será executado. em entrevista concedida à Revista AABB – Rio de Janeiro. presidente do Banco do Brasil (12/9/1961 a 20/7/1963) – in Discurso proferido. (130) MIGUEL VITA – in Mensagem de saudação a Ney Galvão no Clube Internacional do Recife – Revista AABB – fevereiro/ 1962.. para observar de perto a situação. idem. como responsável e interessada direta em grande parcela do desenvolvimento nacional.” (130) O presidente do Banco do Brasil agradeceu a homenagem recebida e ressaltou os objetivos da viagem e a confiança que tem na solução dos problemas nacionais: “Vim ao Nordeste com recomendação do Governo. . um encontro com a indústria nordestina.FERNANDO PINHEIRO . através do Presidente da República.

. comparando a inflação a um roubo à bolsa do assalariado. José Costa de Oliveira – 21/6/1946. Lucylia Britto da Silveira. Alcides Flores Soares Júnior exerceu o cargo de secretário estadual de Fazenda do Rio Grande do Sul (governo Ildo Meneghetti). argumentou que os benefícios produzidos por qualquer aumento salarial são anulados. inspetor 8ª Zona – CREAI – João Pessoa. diretor da Carteira de Crédito Geral. Malaquias Timótheo de Souza. Milton Chagas.529 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Dois meses mais tarde. chefe–de–gabinete da Gerência – CAMIO. desde a econômico-financeira até a explosiva crise social que ameaça a estrutura da comunidade brasileira. Olavo José da Silva. auxiliar–de–gabinete do diretor – COLON. foram comissionados: Aguinaldo Estevão Milne Jones. inspetor 8ª Zona – CREGE –Rio de Janeiro. advogado – DEPIM. Remo Lainetti. Moacyr Piauhyense de Carvalho. (132) ALCIDES FLORES SOARES JÚNIOR – in Jornal do Commercio – 20/4/1962. Alcides Flores Soares Júnior.” (132) Antes de assumir o mandato de deputado federal pelo Rio Grande do Sul. assistente–técnico gabinete – PRESI. Wilson Brandão. Joacyr Bicalho Guimarães. advogado – DEJUR. inspetor 48ª Zona – CREAI – Barretos. e enfatizou: “A inflação está na raiz de todas as crises. Em março/1962. assistente técnico – ASPLA/CREAI [Revista AABB – Rio – 1962]. inspetor 1ª Zona Câmbio – Rio de Janeiro. inspetor – 1ª Zona FIBAN – Rio de Janeiro. Licurgo Nogueira Lima.

200 milhões para Cr$ 2. auxilar–de–gabinete – COJUR. secretário–de–gabinete do diretor da CACEX. o presidente acompanhado de José Bonifácio Gomes Ney de Galvão. assistente– técnico CREAI.530 No mês seguinte. secretário–de–gabinete do diretor da CACEX. Paulo Estellita Herkenhoff. foram nomeados: Haritoff Alexis de Azevedo.FERNANDO PINHEIRO . auxiliar– de–gabinete da Gerência da Carteira de Câmbio – CAMIO [Revista AABB – Rio – 1962]. Homero Ferro Valle. Em maio/1962. advogado – Colatina. Mário Miranda Muniz. Pedro José da Matta Machado. inspetor 14ª Zona – CREGE – São Paulo. sob a presidência de Ney Galvão. Aloísio Lobo das Mercês. inspetor – 53ª Zona – CREAI – Londrina. com apoio institucional. chefe–de–gabinete de diretor – DICAM. Nathanael Pinto de Carvalho. houve o surto de disseminação das AABB – Associação Atlética Banco do Brasil. Nelson Caldini. Roberto Formiga. Vale ressaltar que. nas localidades onde o Banco do Brasil possuía agências. inspetor da 42ª Zona – CREAI – Andradina. José Drummond de Macedo. A Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas do Banco do Brasil realizada em 25 de abril de 1962. Na capital paulista. Maria Alba Cândida. inspetor 47ª Zona – CREAI – Votuporanga. Prentice Avelino da Cunha. . aprovou a elevação do capital social do Banco do Brasil de Cr$ 1. inspetor – 24ª Zona – CREAI – Uberaba. gerente CREGE/Geliq. inspetor – 20ª Zona – CREGE – Porto Alegre. secretário–de– gabinete de diretor – DICAM [Revista AABB – Rio – 1962]. Jayme Tinoco Júnior. na década de 60.400 milhões. Urbano Luiz Penna Esteves. Castro. Maurício Gomes Beviláqua.

presidente da AABB. que teve. presidente do Banco do Brasil ((12/9/1961 a 20/7/1963) descerra a fita simbólica de inauguração.5 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. O prefeito da capital gaúcha. em homenagem ao antigo chefe do DEPIM – Departamento Imobiliário (12/12/1957 a 2/5/1961). e à direita por JOSÉ BONIFÁCIO GOMES DE CASTRO. em 4/2/1962. Foto n° 125 – AABB – São Paulo – SP – 2/6/1962 – Inauguração do Conjunto Aquático Joaquim Ignácio Cardoso – NEY GALVÃO. ladeado à esquerda por FRANCISCO ROMAGNOLI.5 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. por duas vezes. militares e eclesiásticas [Revista AABB – Rio]. nas funções de diretor da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial. ao lado de Dom Vicente Scherer. chefe– de–gabinete da Presidência do Banco do Brasil. gerente da Agência Centro – São Paulo–SP (à esquerda) almoça ao lado de JOSÉ BONIFÁCIO GOMES DE CASTRO. bispo de Porto Alegre. Luiz Jansson. inaugura. gerente da Agência Centro – São Paulo – SP. – Retrato original p & b – 23 x 17. o Conjunto Aquático Joaquim Ignácio Cardoso na AABB – São Paulo. a confiança pelo Brasil impulsionado por três forças dotadas de magnífica disciplina: . e NILO MEDINA COELI.531 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL chefe–de–gabinete da Presidência. Fotos n°s 126. teve o propósito de inaugurar o novo edifício do Banco do Brasil. – Retrato p & b – 23 x 17. A chegada do presidente Ney Galvão em Porto Alegre–RS. José Loureiro da Silva. fez o uso da palavra para saudar as autoridades civis. em 2/6/1962. chefe–de–gabinete do presidente Ney Galvão. 127 – AABB – São Paulo – SP – 2/6/1962 – Inauguração do Conjunto Aquático Joaquim Ignácio Cardoso – NILO MEDINA COELI. proferiu um discurso e ressaltou. passagem pelo Banco do Brasil. gerente da Agência (posse no cargo em 1957). Após descerrada a fita simbólica pelo presidente.

abalada pela crise inflacionária. 1962] [Revista AABB – Rio – março/1962]. proferido em 4/2/1962. o clero brasileiro. o corte drástico nas despesas. na capital gaúcha – Apud [COSTA. manifestou as diretrizes traçadas pelo Banco do Brasil: (133) JOSÉ LOUREIRO DA SILVA. como líder e presidente do PSD. na capital gaúcha. com a redução dos gastos do Tesouro. prefeito de Porto Alegre – RS (22/10/1937 a 15/9/1943 e de 1/1/1960 a 1/1/1964) – Discurso de inauguração do novo edifício do Banco do Brasil. sensivelmente. do novo edifício do Banco do Brasil. . para a manutenção da ordem e dos sentimentos nacionais. que compete quase que exclusivamente ao Banco do Brasil. e a contenção de crédito. e apresentou sugestões para combatê-la: “o equilíbrio orçamentário.” (134) Nesse sentido. e o Banco do Brasil. exclusivamente.FERNANDO PINHEIRO . com o preparo de quem passou pela tribuna parlamentar. a abolição dos investimentos supérfluos ou adiáveis. a suspensão das obras suntuosas. por meio de seus ensinamentos espirituais e sentimentos cristãos. ao que se destina à produção e sua comercialização. (134) ARTHUR SANTOS. em 4/2/1962.532 “as Forças Armadas. remédio que cabe ao governo dosar e ministrar. a proscrição dos orçamentos paralelos. reduzido.” (133) O discurso oficial do Banco do Brasil foi proferido pelo diretor Arthur Santos que abrangeu diversos aspectos da conjuntura econômica brasileira. diretor da Carteira de Crédito Geral (1ª Zona) do Banco do Brasil – in Discurso de inauguração. o orador.

moeda desvalorizada e deu exemplo soergueram. . às operações extraestatutárias e extra–regulamentares que aumentam a maré montante das emissões e o giro da espiral inflacionária. nem será negado. (135. às investidas do crédito pessoal. Jamais aos que trabalham. 136) ARTHUR SANTOS. em benefício do bem–comum. o crédito não falhará. aqui e alhures.” (135) Em seguida. disse que sociedade. aos legítimos papéis do comércio e da indústria e aos financiamentos agropecuários. do novo edifício do Banco do Brasil. do pequeno ao grande empresário. estimular a produção nacional. Os que trabalham ali encontrarão guarida! Através de suas Carteiras especializadas. diretor da Carteira de Crédito Geral (1ª Zona) do Banco do Brasil – in Discurso de inauguração. As suas portas. a reforma agrária: “A razão de Estado que a determina é acabar com o latifúndio improdutivo. politicamente organizada. especialmente. em 4/2/1962. Esta é nossa contribuição ao combate à inflação. devem permanecer fechadas apenas aos financiamentos especulativos. amparar. após a Grande Guerra. E concluiu: “essa meta de nossas metas!” (136) é impossível uma subsistir diante da das nações que se com a estabilização deve ser também a O diretor Arthur Santos falou ainda sobre as chamadas reformas de base e.533 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL “Toda preocupação do Banco do Brasil é assistir. de suas moedas. todas mobilizadas para tais finalidades. ao empréstimo de favor. para a diminuição das áreas de subdesenvolvimento. reduzindo a distância entre os exageradamente ricos e os desamparadamente pobres. na capital gaúcha.

à época. na capital gaúcha. considerada. posteriormente. mas um continente em que um mínimo de condições de vida normal. o Banco do Brasil fechou. nas cidades de Brasília. . em cartões. no dia 16 de maio de 1962. com ilhas de abastança e outras de miséria. Passadas três décadas. através de tickets e.534 O Brasil não pode e. que havia sido depositada por ela e seus irmãos. (137) ARTHUR SANTOS. contendo 240 KVA de potência. em Porto Alegre–RS.FERNANDO PINHEIRO . Rio de Janeiro e demais capitais. Werther Teixeira. a mais moderna na América Latina [Revista AABB – Rio – 1962]. a primeira cozinha com sistema de controles eletrônicos. em compensação.” (137) Ainda na inauguração das novas dependências do Banco do Brasil. definitivamente. em 4/2/1962. As instalações modernas da cozinha Walling passaram a integrar os refeitórios dentro das dependências internas do Banco do Brasil. diretor da Carteira de Crédito Geral (1ª Zona) do Banco do Brasil – in Discurso de inauguração. a cerimônia de entrega da espada do marechal Manuel Luís Osório (Marquês do Herval) à Srª Francisca Osório Mascarenhas. Cláudio Pacheco. dignas da condição humana. ser arquipélago. concedeu aos funcionários auxílioalimentação. foi realizada. com a finalidade de servir aos funcionários. em 4/2/1962. foi instalada a cozinha Walling. Com a presença dos diretores Nestor Jost. os refeitórios e. Arnaldo Taveira. do novo edifício do Banco do Brasil. com capacidade de fornecer até 600 refeições/ dia. muito menos. seja a coordenada de sua unidade política e social.

em 2010. defendidas pelo deputado Plínio de Arruda Sampaio. no clima de debates nacionais focalizando as Reformas de Base. Em 27/5/1962. Cláudio Pacheco. com o objetivo de ultimar as negociações acerca da desapropriação. presidente do Instituto do Açúcar e do Álcool. autor do Projeto da Reforma Agrária e pelo próprio presidente João Goulart. É um marco na custódia do BB [Revista AABB – Rio – 1962]. Esse projeto. com o objetivo de promover o aproveitamento de terras nas zonas canavieiras e o incremento da produção diversificada de alimentos no Nordeste brasileiro [Revista AABB – Rio – 1962]. manteve. diretor da Carteira de Colonização do Banco do Brasil. na campanha para presidente da República. em Natal.535 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL descendentes do marechal Osório. Plínio de Arruda Sampaio. bispo de Natal. recrudesce 48 anos depois. . É bom salientar que. com o próprio autor. contato com Aluísio Alves. com o apoio da Diretoria e do presidente Ney Galvão. com o candidato do PSOL.000 camponeses fixaram residência e trabalho. elogiou a medida [Revista AABB – Rio – 1962]. no Brasil. como vimos anteriormente. outrora. D. 7/6/1962 – Cláudio Pacheco. nos cofres do Banco do Brasil. em 25/8/1933. de 19. o Banco do Brasil antecipava-se ao Programa do Governo que tinha por objetivo implantar. Eugênio Salles. 4. que englobavam 34 fazendas. assina convênio com o embaixador Edmundo Barbosa da Silva. aceita pelo Banco. Nessas terras. governador do Estado do Rio Grande do Norte.000 hectares de terra que foram entregues com a falência da firma João Câmara. a reforma agrária.

promoveu uma reforma estatutária. em maio/1962. possuindo um quadro de 24. com sede no Edifício Conselheiro Diogo. numa época em que não havia supermercado nem shopping center.536 Ainda no primeiro semestre de 1962. – in Revista AABB – Rio – maio/ 1962. tiveram a feliz iniciativa de fundar. espontaneamente. residentes no Rio de Janeiro. 66 [Revista AABB – Rio – 1962]. indiretamente. em 26/6/1946. uma aos servidores e suas famílias.FERNANDO PINHEIRO . Inicialmente. ao lado da Seção de Câmbio. Rua do Acre. .400 associados. Recebendo apoio do Banco do Brasil. onde houve a sadia preocupação de socorrer as viúvas dos associados. dentre vem proporcionando às a conceder. os funcionários do Banco do Brasil. a inestimável ajuda que associações de funcionários. outros. a CASSI – Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. desde a gestão de João Marques dos Reis (30/11/1937 a 6/11/1945). (138) EUVALDO DANTAS MOTTA. efetuando o pagamento de todas as despesas médicas e a admissão dos aposentados [Revista AABB – Rio – 1962]. na administração de Nelson Santos. Rio de Janeiro. na Rua Primeiro de Março.” (138) Em retrospectiva. a Cooperativa dos Funcionários do Banco do Brasil. podemos salientar que. um destaque nas palavras de Euvaldo Dantas Motta. a CASSI presta relevantes serviços aos seus associados e mereceu. superintendente do Banco do Brasil. superintendente do Banco do Brasil – maio/1962. o escritório foi instalado no 5° andar. reafirmando o papel social da Empresa: “O Banco passou série de benefícios destacando-se.

onde eram custodiados os arquivos dos extintos bancos alemães. e de Carlos Cardoso. Editora UFMG. o presidente Ney Galvão prestigia a inauguração da sede da Cooperativa dos Funcionários do Banco do Brasil na cidade do Rio de Janeiro [Revista AABB – Rio – 1962]. professor substituto da Universidade Federal de Minas Gerais (1993/1996). Poeira Luminosa (1977). Os remeiros do Rio São Francisco. funcionário da Agência Metr. o escritor Francisco de Paula Mayrink Lessa. proferiu o discurso em homenagem ao Conselheiro Mayrink. por Zanoni Neves. Em 17/5/1962. erguida em praça pública [Revista AABB–Rio – julho/1962]. Nos idos de 1962. Coleção Humanitas. Belo Horizonte. Plectro (1980). ao ensejo da inauguração da herma de bronze do iminente conselheiro. na presença de autoridades. O acadêmico Zanoni Neves. inicialmente. é local onde funciona a Casa França–Brasil. na Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Bibliografia sobre o autor: “Mayrink Lessa: poeta e biógrafo” – Palestra proferida. . Rio de Janeiro. situado no antigo Tribunal de Júri. publicou os seguintes livros: Antropologia histórica: Navegantes da Integração. próximo à Praça da Bandeira. Bibliografia do escritor Francisco de Paula Mayrink Lessa: Conselheiro Mayrink (1975). o depósito foi transferido para a Rua Joaquim Palhares. presidente do Banco do Brasil (6/10/1960 a 1/2/1961). utilizado pela AGEDE. acompanhado de assessores.537 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL O depósito da Cooperativa era. Bandeira – Rio de Janeiro. 1998. Posteriormente. onde foi extinto. em 23/7/1996. Ed. São Paulo. Atualmente. Saraiva.

Poesia: A Barca Aurora (Belo Horizonte: Mazza Editora. secretário–de–gabinete de diretor – 3ª Zona – CREGE. chefe–de–departamento – DECON [Revista AABB – Rio – 1962]. Carlos Henrique Fernandes Marques dos Reis. Ao agradecer o voto de congratulações manifestado em reunião da Diretoria. nos idos de 1922. 1991) Em junho/1962. assistentes–técnicos gabinete – PRESI. advogado – Manaus. secretário–de– gabinete do diretor da CREAI – Zona Centro. no grau de Comendador. advogado – Limoeiro. inspetor 17ª Zona – CREGE – Bauru. . João Damasceno da Silva Oliveira. Romeu José dos Santos. o presidente justificou a sua saída da Escola Militar de Realengo. Crizólito Salignac de Souza. Quarenta anos liga um acontecimento ao outro: agosto/1962. foram nomeados: Alberto Castro Neves Filho. Daniel Isidoro de Mello. inspetor 16ª Zona – CREGE – Araraquara. Oswaldo Roberto Colin. advogado – Natal. No mês seguinte. advogado – Cachoeiro de Itapemirimj. Itatiaia. João José Pereira. inspetor 14ª Zona – CREGE – São Paulo [Revista AABB – Rio – 1962]. Ed. José Tíbúrcio Ferreira. 2006. Belo Horizonte. Waldomiro Rodrigues e Silva. assistente de Consultoria Técnica – CAMOB. Coleção Reconquista do Brasil. engenheiro.FERNANDO PINHEIRO . pela opção da vida civil [Revista AABB – Rio – 1962]. Marcelo Godart. chefe–adjunto TESGE/DG. Almir Machado. inspetores 18ª Zona – CREGE – Botucatu. o presidente Ney Galvão recebe a Comenda Ordem do Mérito Militar.538 2004. Jorge Regueira Gondim. Fernando Martins da Rocha. Coleção Que história é esta? Na carreira do Rio São Francisco. Leonel Marinho Campos. Arnaldo Cavalcanti de Araújo. inspetor 4ª Zona – CREGE – João Pessoa. José de Oliveira Pantoja. Sebastião de Paiva Vidaurre.

advogado – FUNCI. Otto Guimarães Linhares. inspetor CREGE – Santa Maria. chefe–de–serviço da Agência Metr. Américo Bringel Guerra. ocorreram as nomeações de Accácio Gomes. Fernando Viguê Loureiro. inspetor CREGE – Uberaba [Revista AABB – Rio – 1962]. Benedicto da Costa e Silva. eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul. inspetor 7ª Zona CREGE – Niterói. Júlio Maia. chefe–adjunto – DEPIM. gerente da CREGE. advogado – CACEX. inspetor 2ª Zona – CREAI – Belém. técnico gabinete – PRESI. inspetor CREGE – São Paulo. Jayme Silveira. chefe–adjunto – ALMOX. Jairo Jucá. José Roberto Martin Sampaio. foi nomeado. Para substituir o diretor Alcides Flores Soares Júnior. assistente–técnico – FUNCI. foram nomeados: Heli Salmon. Floriano Carlos Zillig. Murillo Coutinho de Gouvêa. Getúlio Romeu Ramos. investigador de cadastro – Agência Belo Horizonte.539 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Em agosto/1962. Paulo da Silva Bojunga. chefe–adjunto MEDIC e. Edício de Araújo Soares. inspetor 6ª Zona – Salvador. advogado da CREAI. Hildo Machado Feitosa. inspetor – 8ª Zona CREGE – Rio de Janeiro – GB. inspetor CREGE – Curitiba. engenheiro. inspetor de câmbio e Fiscalização Bancária – Fortaleza. o industrial Victor . Ângelo Bonifácio do Amaral Beviláqua. inspetor – CREGE – Araraquara. Delauro de Oliveira Baumgratz. Antônio Lopes Lins. no mês seguinte. Francisco Raphael Di Lascio. inspetor CREGE – São Luís. Agenor Mendes. Maria Luiza Osório de Araújo. No mês seguinte. Em outubro/1962. de Copacabana [Revista AABB – Rio – 1962]. em dezembro de 1962. Americano do Brasil Gomes. assistente–técnico – CREAI [Revista AABB – Rio – 1962]. inspetor – CREAI – Rio de Janeiro. Alberto Penno.

gerente da Agência Centro – São Paulo. o diretor Victor Loureiro Issler (de terno branco). Foto n° 292 – BANCO DO BRASIL – Agência Centro São Paulo – SP – maio/1963 – O gerente NILO MEDINA COELI recebe a visita de ERNANI MONTEIRO DE BARROS. na capital paulista. Vale ressaltar o final do discurso do gerente de Campinas: . Foto n° 133 – Jardim de Inverno Fasano – São Paulo–SP – 18/1/1963 – JOSÉ ERMÍNIO DE MORAES. RS e MT). Ermínio de Moraes Filho. em baixo.MG. – Retrato original p & b 24 x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. profere o discurso em homenagem a NILO MEDINA COELI. para homenagear Nilo Medina Coeli. gerente da Agência Centro – São Paulo. em 18 de janeiro de 1963. no jantar de 1. Bastante concorrido foi o banquete oferecido. ladeado. Nilo Medina Coeli e Ney Galvão. 1° vice-presidente da FIESP. cumprimenta NEY GALVÃO. Foto n° 134 – Jardim de Inverno Fasano – São Paulo–SP – 18/1/1963 – ANTÔNIO CARLOS BASTOS.FERNANDO PINHEIRO .000 talheres. – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. no Jardim de Inverno Fasano. por Lírio Rosito e. gerente da Agência de Campinas. Foto n° 19 – AEROPORTO DE BRASÍLIA – DF – dezembro/1962 – Na escadaria do avião da empresa Cruzeiro do Sul – Ao centro.540 Loureiro Issler para a Diretoria da Carteira de Crédito Geral – 3ª Zona (PR. em cima. SC. por Nilo Medina Coeli – Retrato original dimensão 24 x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. ao ensejo da realização do jantar de 1.000 talheres. presidente do Banco do Brasil (12/9/1961 a 20/7/1963). ao lado de NILO MEDINA COELI. gerente da Agência de Campinas – SP. agradecendo as honras recebidas e enaltecendo a personalidade do homenageado. de Belo Horizonte . eleito o gerente do ano pela Revista Bancos. Fizeram o uso da palavra Antônio Carlos Bastos. diante do microfone da Rádio Difusora. – Retrato original p & b 24 x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. pelas classes produtoras. 1° vice–presidente da FIESP.

. ao espírito de luta dos homens que lhe dão a substância de sua seiva e carregam no peito as raízes de altas esperanças. destacamos: Ney Galvão. gerente da Agência S. Rafael Souza Noschese. Moacyr de Figueiredo Borges.541 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL “Mas. em homenagem a Nilo Medina Coeli. ministro da Fazenda (4/6/1956 a 31/1/1961). Renato Costa Lima. Miguel Cury. secretário– de–gabinete do diretor – COLON. representando o governador Carvalho Pinto. Paulo Barbosa de Almeida. ministro da Agricultura (12/7/1962 a 22/1/1963). ocorreram as nomeações de José Geraldo de Goés. Luiz Henrique Pinto Lucas. Luiz Alfredo de Moraes. advogado – Santos [Revista AABB – Rio – 1963]. Benedito Pio da Silva. chefe–de–gabinete do diretor – CREAI/Dicen. inspetor CREGE – 14ª Zona – São Paulo. inspetor CREGE – 19ª Zona – Curitiba. inspetor CREGE – Belém. apesar de tudo. Jaime Soares Boaventura. Sebastião Paes de Almeida. Odilon Fernandes Rosa. Pedro de Castro Rocha.” (139) Dentre as personalidades presentes. chefe–de–gabinete – SUPER – Direção Geral. inspetor CREGE – 10ª Zona – Belo Horizonte. presidente da Associação Comercial de São Paulo. Luciano de Carvalho. Paulo Mazargão. presidente da FIESP. No mês seguinte. José Brochado Pereira. Modesto Scaluzi. graças. Mizael Vieira de Mello. o Banco do Brasil permanece firme de pé dentro da tumultuada paisagem brasileira. prefeito de Campinas. secretário do Trabalho. secretário–de–gabinete do diretor – CREGE – 4ª Zona. é certo. (139) ANTÔNIO CARLOS BASTOS – in Discurso proferido. Ainda em janeiro/1963. representando o prefeito Prestes Maia. presidente do Banco do Brasil. Paulo. a palpitação de grandes sonhos e de legendas consoladoras. em 18/1/1963. advogado – DEJUR.

542 Em março/1963. Fernando de Souza Oliveira. Geraldo Magela da Cruz Quintão. Helcy Carlos Louro Pereira. Cyraldo Pereira Bastos. Fernando Martins da Rocha. Celina Pacheco Prates Tabarez. engenheiro civil – 1ª Residência – DEPIM – São Paulo. assistente técnico – CAMIO. Germando de Brito Lyra. Paulo Sampaio Mercadante. advogado – São Paulo. um banquete de 500 talheres. Armando da Gama e Souza. Múcio Teixeira. em Porto Alegre. Fabrício Paulo Bagueira Bandeira. Alberto José Tancredo de Oliveira. secretários–de–gabinete – DEJUR. Sérgio Darcy. Arthur Martins Sampaio. Cid de Oliveira Silva. gerente – CARED. inspetor CREGE – 12ª Zona – Direção Geral [Revista AABB – Rio – 1963]. advogado – Colatina. Francisco de Assis Carvalho da Silva. chefe–adjunto – DEJUR. Ozires Paciolo de Medeiros. chefe–de–gabinete do diretor – CARED. assistente– técnico – CACEX. Luciano José Gomes de Mello. Arnaldo Victor de Justo Pinho. advogado – Uruguaiana. consultor jurídico – Departamento do Contencioso – DEJUR. advogado – Jacobina. advogado – Recife. José Bernardo de Medeiros Neto. chefe do Departamento Contencioso – DEJUR. secretários–de–gabinete do diretor – CREAI/Disul. Ubirajara de Almeida. secretário–de–gabinete do diretor – CREGE – 4ª Zona. chefe–de–setor – Divisão Técnica – MEDIC. gerente – CAMOB. Henrique de Almeida Oliveira. assistente–técnico SEMEG. em 16/5/1963. Joseph d´Ávila Mendonça. governador do Rio . secretário–de–gabinete do diretor – COLON. no Palácio do Comércio. No mês seguinte. com a presença de Ildo Meneghetti. advogado – Paranavaí [Revista AABB – Rio – 1963]. Bianor Baleeiro. As classes produtoras gaúchas ofereceram ao presidente Ney Galvão.FERNANDO PINHEIRO . secretário– de–gabinete – CACEX. Gelice Aucyrones d´Oliveira.

bastante concorrido. Victor Issler. presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul. agradeceu a homenagem. bastante aplaudido. O evento. Por sua vez. Costa Lima e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina. em 18/1/1963. aliando-o a uma sensibilidade para os problemas da economia. referindo-se à trajetória de sucesso percorrida. Kroeff. em banquete realizado no Jardim Fasano – São Paulo – SP – Revista AABB–Rio – maio/1963. Léo de Almeida Neves. Cláudio Pacheco. publica a manchete: “Ney Galvão aplaudido pelo Rio Grande do Sul por sua atuação à frente do Banco do Brasil”. por Ney Galvão. (140) PLÍNIO G. prefeito da cidade de Porto Alegre [Revista AABB – Rio – 1963]. teve a participação dos diretores Nestor Jost. ofereceu-lhe a homenagem e ressaltou: “O banqueiro Ney Galvão levou ao Banco do Brasil aquele dinamismo que medra na empresa privada.543 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Grande do Sul. Destacamos ainda a presença de Décio Pelegrini. Guilherme Renaux [Revista AABB – Rio – 1963]. Plínio G. Hugo de Araújo Faria. edição de 19/5/1963. Waldir Borges fez o brinde ao presidente da República.” (140) O homenageado. Fizeram ainda o uso da palavra o ex-ministro da Agricultura. . por longos anos. Arthur Santos. KROEFF – in Discurso proferido. só encontradiça em homens de rara envergadura. Felisberto Garrido. em homenagem a Nilo Medina Coeli. O Diário de Notícias. no tradicional Banco da Província do Rio Grande do Sul. presidente do Superior Tribunal do Estado do Rio Grande do Sul e Loureiro da Silva.

Antônio Madureira Murta. Cial Brito. Ainda nesse mês. Humberto Vieira Freire. Nathanael Pinto de Carvalho. procurador – Porto Alegre. Antônio Carlos Ottoni Rossi. Hilton Carvalheira Ramos. André de Moraes Perillier. Luiz Anísio Portela. Jacintho Arthur Horta de . José Justino de Mello. secretário–de– gabinete – PRESI. procurador – São Paulo. Antônio Bittencourt. secretário–de– gabinete do diretor – CREAI/Dicen. Haroldo de Carvalho – 30/6/1943. subchefe–de–gabinete – PRESI. chefe administrativo – SEMEG/DG. Arnaldo Walter Blank. assistente–técnico – SEMEG/DG. Américo Raul da Cunha Cerqueira. secretário–de–gabinete do diretor CREGE – 3ª Zona. secretário–de–gabinete do diretor – CREGE . Roberto Rômulo Drummond. Cyro de Azevedo. Francisco Medina Coeli.544 Em maio/1963. Francisco dos Anjos. Luiz Augusto da Costa Guimarães [Revista AABB – Rio – 1963]. Antônio Edwiges Guglielmi de Oliveira. Benedicto César Barreiros de Campos. surgiram outras nomeações: Alexandre Caminha de Castro Monteiro. advogado – Limoeiro. secretário–de–gabinete CREGE – 3ª Zona.FERNANDO PINHEIRO . Geraldo Machado. Edgar Guimarães do Valle. foram nomeados os inspetores: Adão Ferreira de Almeida. Mário Gonçalves de Amorim. secretário–de– gabinete do diretor da CREAI/Runor. Geraldo Raul Rosa.1ª Zona. secretário–de–gabinete do diretor da CACEX. Carlos Alberto Vieira – 23/2/1943. Elly Mesquita Vellozo. bem como o presidente do CEMED – Centro de Estudos Médicos do Banco do Brasil. secretário–de–gabinete – PRESI. José Maria Nogueira. superintendente – Direção Geral. Bernardino Soares Viana. Deisi Sarubbi Ardissone. advogado – Curitiba. chefe–de– gabinete – PRESI. Terésio Porto Virmond. Heloísio Amorim Machado. Celso Calógeras Dutra. Herculano Santos da Rosa. subgerente da CREAI–Rusul. Antônio José Correia de Oliveira.

João Carlos de Carvalho – 1/12/1938. falecido em março daquele ano. Sr. Noaldo Moreira Dantas. concordou em ceder o passe do jogador alvinegro para o clube italiano. Jorge Regueira Gondim. mediante o recebimento de 400. assistente –técnico – SEMEG–DF.000 dólares. técnico – gabinete PRESI. edição de 16/7/1963 – Amarildo cedido afinal ao Milan – O Dr. Além da eleição da brasileira Iêda Maria Vargas. presidente do Botafogo de Futebol e Regatas. Rodolfo Rechi e o procurador do jogador Amarildo. o mês de julho/1963 iria modificar o cenário econômico no mundo da moda: na capital paulista. contador – CARED. Ney Neves Galvão. miss Universo/1963. da Itália. Em junho de 1963. auxiliar–de–gabinete do diretor – CARED. por um contrato de 3 anos. João Elias Nazaré Cardoso. Ulysses Bueno Libretti. surge a Associação dos . A janela para o mercado externo de jogadores brasileiros estava sendo aberta e nunca mais se fechou. Sr. assistente–técnico – CAMIO. secretário–de–gabinete do diretor – CARED. Sérgio Darcy assumia. secretário–de–gabinete do Departamento Contencioso. Na página esportiva de O Globo. houve mudança na Consultoria Jurídica do Banco do Brasil. chefe–de–gabinete do diretor da CREGE – 4ª Zona. a Presidência do Botafogo de Futebol e Regatas. Marilia Lima de Souza. Luiz Gonzaga Martins Cunha. presidente do Banco do Brasil nomeou o advogado Sérgio Darcy para o cargo de consultor jurídico. advogado – Campina Grande.545 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Siqueira. Sérgio Darcy. pela segunda vez. em Long Beach. em substituição de João Neves da Fontoura. chefe–de–gabinete do diretor da CACEX. Noel Guimarães. em reunião com o representante do Milan. José da Silva Pacheco. Ainda em 1963. Waldner Vieira.

No discurso de posse. com salários vultosos aos top models. ministro da Justiça. é requisitado pelo Governo Federal para assumir o cargo de superintendente da SUNAB – Superintendência Nacional de Abastecimento [Revista AABB – Rio – 1963]. no Brasil e no exterior. apoiada sobre o livro. dentre outros ilustres convidados [Revista AABB – Rio – 1963]. Na cerimônia de posse. usando os óculos para fazer a leitura. 20/7/1963 – No gabinete do ministro Carvalho Pinto. via-se a aliança de casado e o anel de doutor.546 Modelos Profissionais do Estado de São Paulo. o funcionário Benedito Pio da Silva. usando a caneta Parker 51 na mão direita e com a esquerda. inspetor-geral da Alfândega. os deputados Hermes de Sousa e Ivete Vargas. Hoje. ex–gerente da Agência de Catanduva – SP.FERNANDO PINHEIRO . Genival de Almeida Santos. superintendente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico. Medina Coeli assinou o livro de termo de posse no cargo de presidente do Banco do Brasil. Epaminondas Moreira do Vale. No 1° semestre/1963. estavam presentes Abelardo Jurema. era assistido atentamente por um jovem radialista (de terno escuro) que segurava o microfone portátil ao lado de . É a valorização da moda e da mulher que desfila. senador da República. gravado e transmitido por rádio. esta profissão assumiu a liderança de uma das maiores do mundo de marketing. titular da pasta da Fazenda. Ruy Carneiro. a primeira entidade no gênero criada no País. há mudança de comando no Banco do Brasil: despede-se Ney Galvão e assume Nilo Medina Coeli.

na presença de Adolpho Bloch. Foto Em Parada de Lucas. senador da República. n° 5 – MINISTÉRIO DA FAZENDA – 20/7/1963 – NILO MEDINA COELI. Vale salientar os retratos originais (imagens) p & b – 24 x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil: Foto n° 1 – MINISTÉRIO DA FAZENDA – 20/7/1963 – NILO MEDINA COELI assina o termo de posse no cargo de presidente do Banco do Brasil. em 8/8/1963. sede da Editora Bloch. ministro da Fazenda. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). de olhar plácido e de admiração. Foto n° 4 – MINISTÉRIO DA FAZENDA – 20/7/1963 – NILO MEDINA COELI. ao lado de NEY GALVÃO. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964) no ato de transmissão de cargo de presidente do Banco do Brasil. por muito tempo. Foto n° 3 – MINISTÉRIO DA FAZENDA – 20/7/1963 – NILO MEDINA COELI profere o discurso de posse no cargo de presidente do Banco do Brasil. Foto n° 2 – MINISTÉRIO DA FAZENDA – 20/7/1963 – NEY GALVÃO cumprimenta NILO MEDINA COELI. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). recebe o abraço de ASSIS CHATEAUBRIAND. presidente da Editora Bloch. Ney Galvão esteve presente e fez o uso da palavra. grande sucesso em todo o Brasil. . recebe o abraço de SEBASTIÃO PAES DE ALMEIDA. Na Mesa de honra. o presidente que se despedia e que abraçou Medina Coeli quando o discurso chegou ao final. O expresidente do BB. o homenageado ouviu o orador que . presidente da Rede Manchete que alcançou.547 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ney Galvão. transmitida por uma emissora de rádio. o presidente que se despedia. mais tarde. o Clube de Gerentes de Bancos da Guanabara recebe o presidente Nilo Medina Coeli para um almoço festivo com a participação de 200 convivas.

: 19/8/1963 1963 1963/1964 1963 1964 1964/1966 1964/1967 1967 1967 1971 1971 1971 1972 1972 1973/1974 1974 .548 lhe prestara justa homenagem [Retratos originais p & b 24 x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. BIP]: SANTIAGO – CHILE Eleutério Proença de Gouvêa Alcides Pereira da Costa. deputado federal [Retrato original p & b – 24 cm x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. No dia 19 de agosto de 1963 é inaugurada a Agência do Banco do Brasil. O presidente Nilo Medina Coeli. profere o discurso de improviso. subgerente Antônio Fragomeni. aplaudido por autoridades e a imprensa local. gerente Paulo Uchôa Costa. Valério Magalhães.FERNANDO PINHEIRO . assessor da Presidência da República. gerente Dionísio Nelson Garcia. subgerente Lúcio Teixeira de Almeida. subgerente Heitor Stumpf – 22/9/1958. Vale mencionar o nome dos administradores que serviram ao Banco do Brasil na capital chilena [Revista AABB – Rio. Diogo Gaspar. Almanaque do Pessoal – BB. ministro da Fazenda. gerente Ney Marques – 19/1/1952. gerente Marco Aurélio Machado Silva. diretor da CACEX. subgerente Ruy Pereira da Silva. subgerente José Carlos Madeira Serrano. em Santiago – Chile. gerente João Pedro da Silva Barão. Prestigiaram o evento as autoridades brasileiras: Carvalho Pinto. subgerente Hélio Edwal de Salles Lopes. subgerente Inaug. Ney Braga. Juvenal Osório. subgerente Wolmen Carvalho – 11/2/1952. subgerente Wolmen Carvalho – 11/2/1952. senador da República.

apos. 1978/1979 João de Deus Menezes de Araújo. 1/9/1983 Celso de Medeiros Drummond. 1980/1981/1983 Rogério Eduardo Schmitt. gerente 1975/1976.549 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL SANTIAGO – CHILE Inaug. ger. subger. gerente–adj. 1983 Guilherme Ramos de Oliveira 18/03/1985 a 28/02/1989 José Fernando Albano do Amarante 02/05/1984 a 31/01/1988 Paulo Márcio Gama de Macedo. gerente 1988 Paulo Toledo Rodrigues.: 19/8/1963 Belmiro Cândido Nazario. subgerente 1975/1976 Dionísio Nelson Garcia. apos. ger. gerente 1979/1980/1981 Sylvio Loeffler Terra. subg. gerente 1977.–adj. 1977 Shinitiro Shima. subgerente 1978 Francisco Antonio Celso de Araújo Melchior.–adj. 1978 Sady Roque Grubel. subgerente 1979/1980 Francisco Paurilo Barroso Jr. subgerente 1979/1980 José Machado Botelho. subgerente 1977/1978 Francisco Antonio Celso de Araújo Melchior. 29/03/1988 a 21/01/1991 Fernando Rocha – 6/10/1955 14/11/1988 a 02/01/1991 Wanderley Campos – 22/10/1964 23/01/1990 a 14/04/1991 Geraldo Gonçalves Sacramento 09/04/1990 a 14/04/1991 Oscar Dorneles Paim 21/01/1992 a 31/03/1996 Carlos Menoti Flores Machado 16/12/1993 a 01/05/1995 Lincoln Barros de Sousa 29/07/1996 a 22/07/2001 Rui Barbosa Pereira 01/10/1996 a 22/07/2001 Altamir Passos Batista 04/06/2001 a 19/06/2005 Luiz Felipe Calábria V. apos. 17/4/1985 João Carlos Gomes – 2/5/1966. gerente–adjunto 1979 Élbio Emir Porciúncula Nunez. subgerente 1975/1976/1978 Antenor Irineu Puntel. gerente–adj. 26/9/1985 Sady Roque Grubel. Lima 04/06/2001 a 24/04/2005 Antônio Teixeira Duarte Barboza 24/07/1995 a 28/11/1996 Daniel Alves Maria 28/02/2005 a 26/03/2006 Giuseppe Roberto Giuliani 05/09/2005 a 99/99/9999 Carlos Alberto Brandão Zalaf 27/02/2006 a 99/99/9999 . subgerente 1980.

presidente da AABB–S. entregue a Fadel Fadel. A transação foi realizada. No dia 11 daquele mês. e do escritor Mário Palmério. entre clubes brasileiros. o Botafogo de Futebol e Regatas adquire o passe do jogador Gérson comprado do Flamengo. às 14:00 horas do dia 17 de setembro de 1963. Em set. e de Francisco Romagnoli. dentro da Consultoria Jurídica do Banco do Brasil. prestigiado pela presença do prefeito Artur de Melo Teixeira./1963. da Itália. na cidade do Rio de Janeiro. 66. originalmente dentro do Banco do Brasil. no almoço comemorativo [Retratos p & b – 24 cm x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. Com bastante dinheiro adquirido pela venda do jogador Amarildo para o Milan.550 Em setembro de 1963. em improviso. Maria Aparecida Escobar Medina Coeli. o presidente do Banco do Brasil inaugura na AABB–S. imortal da Academia Brasileira de Letras [Retratos p & b – 24 cm x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. no velho casarão da Rua Primeiro de Março. onde é homenageado em almoço no Grande Hotel. na qualidade de presidente do Botafogo. o presidente Medina Coeli visita Uberaba – MG. a maior negociação efetuada. sem dúvida. acompanhado da esposa. até então. uma notícia histórica acontece no futebol brasileiro. que lhe fez a honrosa saudação.Paulo. . assinou um cheque nominal. Foi. no valor de Cr$ 150 milhões. onde o consultor jurídico Sérgio Darcy.Paulo o Ginásio Nilo Medina Coeli. gerente da Agência Centro – São Paulo. presidente do Flamengo.FERNANDO PINHEIRO . prestigiado ainda pela presença de Orlando Baldi.

Carlito Almeida. todos eles bem vivos em sua memória. Solyr Lins de Miranda Pontes. Helena Baptista. Agenor Nepomuceno Mendes. inspetor CREGE – São Paulo–SP. gerente–adjunto [Revista AABB – Rio – 1963]. Antônio Gonçalves Malheiros Sobrinho. ainda em setembro/1963. Na ocasião. José Rostan Cavalcanti Aragão. Francisco Fernandes Santiago. Adélia de Macedo Christino. mês. Aguinaldo Gonçalves Beninatto. subchefes–de–gabinete – PRESI. Aldrovando de Aguiar Brandão Filho. terra conhecida pelo presidente Medina Coeli. César Dantas Bacellar Sobrinho. Em setembro/1963. nesse mês. o cargo de gerente. ao assumi-la. assumiram: Lund Maia. para exercer. secretários– de–gabinete – PRESI. sob o comando do gerente João Naves da Cunha. Gabriel de Melo Junqueira. inspetor CREGE – Bauru. Armando da Gama e Souza. Affonso Eugênio de Andrade Câmara. declarou estar de volta àquela agência onde trabalhou por mais de um lustro e relembrou os caros companheiros ausentes. e depois de dirigir várias filiais em cidades pelo interior do Brasil. desde a época em que veio ao mundo e depois trabalhou na Agência do Banco do Brasil nos idos de 1936. foram nomeados: Alberto Segalla. Em outras unidades da Direção Geral. como vimos. foram preenchidos: Adalberto Bomfim. Rubens Giambroni. Thaísa Mello Freixeiro. subgerente.551 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Uberaba. bem como Newton Feijó Bhering. nos idos de 1950. chefe–de–gabinete – CREGE/Geliq. Álvaro Domingues da Silva. Arthur . auxiliares–de– gabinete – PRESI [Revista AABB – Rio – 1963]. Diversos cargos do gabinete da Presidência. ocorreram posses na Agência Centro – São Paulo: Orlando Baldi. Carlos Alberto Vieira – 1/7/1953. Floriano Carlos Zilling. advogado CREAI/Dejai. volta à terra natal. gerente que.

Múcio Teixeira. Hermann Wagner Wey. Samuel Corrêa Borges Júnior. Dirceu Cândido Silveira. gerente – CREGE/Gecge. subgerente – CACEX/Fisca. subgerente CREGE/Subop. advogado – DEPIM. Luciano Carvalho. chefe–de–gabinete Gerência da CACEX. o cargo de ministro da Fazenda por um período que se estendeu até 3/4/1964. inspetor CREAI – Montes Claros. José Pires dos Santos.552 Moreira Dias. advogado – São Paulo – SP. subgerente – CREGE/Supla. subgerente CREGE/Sufic. chefe–de–gabinete do diretor da CACEX. a Diretoria Executiva do Banco do Brasil [Almanaque do Pessoal – 1963] passou a constituir-se dos seguintes membros: . secretário–de–gabinete do diretor – CREGE – 2ª Zona. Hélio Silva Barros. Júlio de Souza Avellar. secretário–de–gabinete do diretor – CACEX. advogado – DEJUR. Antônio Arnaldo Gomes Taveira. Fernando de Souza Oliveira. Ruy Pereira da Silva. subgerente – CACEX/ Importação. secretário–de–gabinete da Superintendência – Direção Geral. em 20/12/1963.FERNANDO PINHEIRO . Francisco do Rêgo Monteiro. Com a saída dos diretores Eduardo Catalão. João Evangelista de Campos Ribeiro. Joacyr Bicalho Guimarães. José de Paiva Alves da Cunha. Vale assinalar que Ney Neves Galvão assume. Francisco Antônio Mellado. João Carlos de Carvalho – 1/12/1938. João Batista Garchet. inspetor – CREGE – São Paulo – SP. chefe–de–gabinete – CREGE/Gecge. José Leite Ribeiro. gerente – CACEX. Paulo Costa Galvão. gerente CREGE/Geliq. assistente–técnico – CREAI [Revista AABB – Rio – 1963]. Eduardo Soares Teixeira. inspetor – CREAI e FIBAN – Fortaleza. Hélio Fonseca Lima. Waldemiro Bazzanella. Olyntho Tavares de Campos. secretário–de–gabinete do diretor – CREGE/Diseg.

Rio de Janeiro. . ministro da Fazenda. representante do Banco da Guatemala.553 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Carteira de Crédito Geral – 1ª Zona – Arthur Ferreira dos Santos. CARVALHO PINTO. chega ao Auditório acompanhado de CARVALHO PINTO. foi realizada no Copacabana Palace Hotel. Carteira Carteira Carteira Carteira de Câmbio: de Comércio Exterior: de Redescontos: de Colonização: Eleutério Proença de Gouveia Juvenal Osório Gomes Hugo de Araújo Faria Cláudio Pacheco Brasil Arnaldo Walter Blank Superintendência: Chefe–de–gabinete da Presidência: Francisco Medina Coeli Nos dias 14 a 24 de outubro de 1963. 2ª Zona – José Ferreira Keffer. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). e de ARTURO PÉRES GALLIANO. Foto n° 166 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – NILO MEDINA COELI. Carteira de Crédito Agrícola e Industrial – Crédito Industrial – Nestor Jost – Crédito Rural – Zona Norte – Samuel Vital Duarte.5 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. 4ª Zona – Felisberto Martins Garrido. Zona Sul – Léo de Almeida Neves. Zona Centro – Geraldo de Andrade Carneiro. Foto n° 165 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – NILO MEDINA COELI. 3ª Zona – Victor Loureiro Issler. chefe-de-gabinete – PRESI [Retratos originais p & b – 24 cm x 17. ministro da Fazenda. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964) ouve atentamente o Prof. A comissão organizadora do evento foi presidida por Francisco Medina Coeli. a 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano. proferindo a palestra de abertura. entre outros.

representante do Banco da Guatemala. faz a abertura do evento e passa a palavra a CARVALHO PINTO. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964) ouve atentamente o Prof.FERNANDO PINHEIRO . prestigia o evento ao lado do orador da abertura. representante do Banco da Guatemala. NILO MEDINA COELI. CARVALHO PINTO. ministro da Fazenda. CARVALHO PINTO. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). NILO MEDINA COELI. Foto n° 171 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – NILO MEDINA COELI. profere o discurso de abertura do evento.554 Foto n° 167 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – ARTURO PÉRES GALLIANO. ministro da Fazenda. ao centro do grupo de pessoas. Foto n° 168 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – NILO MEDINA COELI. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). por NILO MEDINA COELI. recebe felicitações de autoridades. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). Foto n° 170 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – NILO MEDINA COELI. e à direita. Foto n° 172 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – CARVALHO PINTO. Foto n° 169 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – De pé. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). ladeado à esquerda por ARTURO PÉRES GALLIANO. conversa com CARVALHO PINTO. em conversa com CARVALHO PINTO. ministro da Fazenda. Foto n° 173 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – NILO MEDINA COELI. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). ministro da Fazenda. ministro da Fazenda. . ministro da Fazenda. proferindo a palestra de abertura. representante do Banco da Guatemala. o 4° da esquerda para a direita. é cumprimentado por ARTURO PÉRES GALLIANO. entre eles.

5 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. nos idos de 1951. em 19/8/1982. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964) ouve o Prof. DC. em épocas diferentes. Herculano Borges da Fonseca abordou o assunto Conjugação da Política Monetária com a Política Fiscal . proferindo a palestra de abertura. com maestria. Mais tarde. assessor da Presidência da República. CARVALHO PINTO. a Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. no evento. Além da participação ativa de Inácio Copete– Lizarralde. ministro da Fazenda.555 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Foto n° 174 – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro – 14/10/1963 – 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – NILO MEDINA COELI. os cargos de Diretor Executivo do FMI – Fundo Monetário Internacional. após ter concluído. com bagagem rica de conhecimentos adquiridos na passagem pela Chefia do Departamento Econômico da SUMOC. em Washington. idealiza. representante do Banco da Guatemala. cria e preside. passou a palavra ao ministro da Fazenda. EE. o discurso (é viva a emoção em falar sobre antecessor nosso na Presidência da Academia). a delegação do Brasil.UU. Robert Triffin. o curso de pós–graduação em assuntos econômicos. Carvalho Pinto que proferiu um discurso abordando aspectos econômicos dos países em desenvolvimento [Retratos originais p & b – 24 cm x 17. a da SUMOC. e do Prof. vale ressaltar a presença de Herculano Borges da Fonseca que integrou. e. para gáudio nosso. exerceu. com destaque. e de diversos ministros. gerente financeiro do Inter-American Development Bank. especificamente. Ao abrir. Arturo Péres Galliano. Herculano Borges da Fonseca. Ao início da abertura do conclave.

b) necessidade crescente de matérias-primas e equipamentos para atender o desenvolvimento do País. Havia alguns diretores do Banco do Brasil. ainda Paulino Jaguaribe de Oliveira. com um quadro de cerca de 300 funcionários. e Arnaldo Walter Blank. . à época. possuía 4 pilares: Departamento Jurídico. e. chefiado por Jaime Bastião Pinto. Departamento Econômico. O último orador a fazer o uso da palavra foi o embaixador Augusto Dias Carneiro. estavam presentes muitas autoridades nacionais e estrangeiras. sob a chefia de Herculano Borges da Fonseca. vultosos gastos em serviços. superintendente do Banco do Brasil [Retrato original p & b – 24 cm x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. destacando os fatores dos desequilíbrios na balança de pagamentos: a) inflação. diretor–executivo da SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito.” (141) No plenário do auditório. na 7ª Reunião dos Bancos Centrais do Continente Americano – Copacabana Palace Hotel – Rio de Janeiro. em outubro/1963. a SUMOC. inspetor–geral. chefe do Departamento Econômico da SUMOC – in Palestra proferida. Inspetoria Geral de Bancos e a Secretaria Geral [GALVÊAS. (141) HERCULANO Marcos BORGES DA FONSECA (1920/1987). que têm determinado uma queda de receita cambial. c) d) deterioração das relações de troca.556 e a Política Salarial.FERNANDO PINHEIRO . Vale mencionar que. que determina um aumento da propensão a importar. 1989].

era formada por Casimiro Ribeiro. Ernane Galvêas já não está na SUMOC. ambos funcionários que o Banco do Brasil muito se orgulha. 1989]. no Centro Industrial do Rio de Janeiro. o diretor Nestor Jost proferiu palestra. programada pelo CEPIG – Centro de Produtividade Industrial da Guanabara [Revista AABB – Rio – 1963].557 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL A equipe do Departamento Econômico da SUMOC. com fábrica montada em São Bernardo do Campo. coadjuvando o gerente da Agência. filho de Ruy Dantas Bacellar. Sidney Lattini (área externa de capitais estrangeiros). Abordando o tema “Problemas da Distribuição do Crédito à Pequena e Média Indústria”. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). César Dantas Bacellar Sobrinho. chefe da Divisão Econômica e assessores: Eduardo Silveira Gomes. Nilo Medina Coeli. Orlando Baldi. Nos idos de 1961/1963. Posteriormente. com quem Ernane Galvêas trabalhou junto. dentre os quais vale ressaltar Levy Mesquita e César Dantas Bacellar Sobrinho. ostentada na mesa de honra que prestou homenagem à empresa alemã. conduzida por Herculano Borges da Fonseca. Com a marca da Wolkswagen. era assessor econômico do Ministério da Fazenda [GALVÊAS. em 9/10/1963. . Guilherme Pegurier. Paulo Pereira Lira (área monetária). Basílio Martins. – Imagem custodiada pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. na gestão do presidente Nestor Jost. após ter exercido o de gerente–adjunto de câmbio na Agência Centro – São Paulo. assume o cargo de diretor da Carteira de Câmbio (10/12/1969 a 18/3/1985). estava acompanhado de executivos.

Carlos Aguiar. Benedicto Silveira. gerente da Agência. Diogo Dias Paes Leme. ocorreu a nomeação dos inspetores: Alceu Subtil Chueire. Mário Bulhões da Fonseca. Na Unidade Jurídica. Wilson Barcellos. advogado – São Paulo – SP. secretários–de–gabinete – PRESI. Jair Massari. Rivadávia Bahia Vianna. Urbano Batista Brandão. José d´Almeida Cruz Filho. Carlos Pinto. José Luiz Marques Vicente. Leônidas Souza e Silva. esteve acompanhado de Ribamar Galiza. assistente–técnico – SEMEG. Jorge de Meirelles Rodrigues. Mauro Machado da Silva.558 Em outubro/1963. destacamos a Srª Genir Moraes. assistentes–técnicos – Consultoria Técnica – PRESI. Entre as pessoas que o felicitaram. Francisco das Chagas Ximenes. Vicente de Paulo Oliveira Fortes. chefe–de–gabinete – SUPER/ DG. assistente–técnico – CAMIO [Revista AABB – Rio – 1963]. Evandro Lucas de Mourão Rangel. o presidente Medina Coeli cumpriu a agenda de trabalho. Humberto Ferreira da Silva. Geraldo Vouga Cavalcanti. advogado – FIBAN. Em 30/10/1963. José Álvaro Walker Rocha. secretário–de–gabinete CREAI/ Dirin. Mosart Lopes Ribeiro. José Carlos de Oliveira Duprat. José Carlos Madeira Serrano. advogado – Sorocaba. João Baptista Abreu de Oliveira. assistente jurídico – COLON. José Carlos Pereira de Souza Sobrinho.FERNANDO PINHEIRO . assistentes–técnicos – CREGE/Supla. escritor romancista. Waldemar German. . fora de Brasília. chefe–de–gabinete – IAGEX. chefe–de–gabinete Gerência – COLON. Moacyr Aureliano de Araújo. secretário–de–gabinete diretor – CREGE. Luiz Augusto Monteiro Marco. Prosseguindo a nomeação verificada nesse mês: Hélio Edwal de Salles Lopes. Hermes de Azevedo Souza. Na capital maranhense. advogado – Cruz Alta [Revista AABB – Rio – 1963]. Waldemar Buzatto. Orlando Dantas de Mello.

Caxias – MA (1949/1958).: 11/12/1958).: 4/5/1964). em abril de 1958. e. apos.. descreve as realidades culturais da terra natal numa visão que engloba a história antropológica. o inspetor Márcio Collazi D´Elia. assessor jurídico (1975/1976) – . romancista. e O Brasil e um plano de colonização para o (conferência) (1962). entre os quais destacamos: José de Ribamar da Nóbrega Galiza. A outra Dolores (contos) sombra das gameleiras (romance) (1958). Ainda dessa época. São Luís – MA (1958/1964). àquela época. Félix Lima Júnior foi o primeiro alagoano a dirigir o Banco do Brasil em Alagoas. da sociedade ludovicense [Retrato original p & b – 16 cm x 11. apos. À Banco do Maranhão Anteriormente. Ribamar Galiza já dos louros vindos das obras Que duas belas (romance) 1948.559 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL e o Sr. Macário de Lemos Picanço (posse no BB: 22/12/1942.: 16/2/1976). apos. veio a falecer. Jorge Nahuz. com brilhantismo. desfrutava crianças!. À essa altura. Escrever romances e dirigir agências do Banco do Brasil. escritor da linguagem etnográfica. gerente da Agência de Barreiras – BA (1945/1949).5 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil].. (1958). após três meses. tarefas executadas. por diversos funcionários. nas décadas de 40 e 50 (posse no BB: 24/1/1927. destaca–se ainda a presença de três autores que exerceram cargos comissionados: Tomé Cabral Santos (posse no BB: 16/10/1933. aposenta–se do Banco do Brasil.

José Inaldo Silva Monteiro. visitou a cidade de Araguari-MG. e Alfeu Rabelo (posse no BB: 17/12/1955. Yeda Gadelha Valença. inspetor – Óbidos. João Batista Rodrigues de Oliveira. chefe-de–gabinete – CARED/Geren. Antônio Carlos Moreira Martins. chefe– de–gabinete do diretor CREGE – 3ª Zona. Galeno Pereira de Campos. João José Vaz de Siqueira Cavalcanti. Em outubro/1963. na TV–Rio. Percival Públio de Castro. advogado do Banco do Brasil [Revista AABB – Rio – 1963]. o presidente Nilo Medina Coeli é entrevistado pelos apresentadores Flávio Cavalcanti e Heron Domingues. inspetor – Araraquara. inspetora – CREAI – Uberaba [Revista AABB – Rio – 1963]. Raimundo Martins Garrido. cirurgiões– dentistas – MEDIC. gerente. advogado – Macapá. inspetor – Óbidos. Wagner Santos Carvalho. Homero Gomes. Paulo Oswaldo Carneiro Jung. No mesmo mês. Jacques de Oliveira Rocha. inspetor – Salvador.FERNANDO PINHEIRO . inspetor CREAI – São Paulo. Salvador Brasileiro. Heraldo Ferreira da Silva. Oliveira. Eduardo Pedreira de Cerqueira. prefeito municipal. assistente técnico – CREAI/Aspla. onde foi recebido por Miguel D. inspetor – Bagé. Fortunato Benjó.560 Niterói–RJ. . secretários–de–gabinete do diretor – CREAI/Dicen. liderada por Dom Hélder Câmara. Ernesto Albrecht. gerente da Agência e Lírico do Valle Brasileiro. nomeações ocorridas: Alexandre Caminha de Castro Monteiro. Solimões Franco. inspetor. destinada a socorrer as vítimas do Paraná. ao ensejo do lançamento da campanha “Vigília de Solidariedade”. Victor Muhana. secretário–de–gabinete – PRESI. José Barrozo Motta Júnior. Gilberto Leal de Meirelles. No mês seguinte. Cristovão Machado Barbosa. apos: 1/10/1962).

De igual modo. abrangendo 4 pavimentos. Geraldo Mazzaro de Medeiros. Tijuca.561 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Com a presença dos diretores Arthur Santos e Nestor Jost. bairro de Botafogo. fez o uso da palavra. Victor Muhana. inspetores [Revista AABB – Rio – 1963]. no mesmo ano. foi inaugurada em 1948. ao ensejo da realização do Seminário de Produtividade Industrial. Nilo Targino Teixeira. Nestor Jost. tendo como gerente Homero Pacheco Fernandes. a Filial situada na Rua Voluntários da Pátria. de vários inspetores. e do superintendente Arnaldo Walter Blank foi inaugurado. o novo prédio da Agência de Botafogo. diretor da CREAI. o presidente Medina Coeli esteve por lá. organizado. Em Belo Horizonte. a respeito do financiamento à pequena e média indústria [Revista AABB – Rio – 1963]. Aderbal Bezerra Veras. na Câmara de Comércio da cidade de Passo Fundo – RS. acompanhado do diretor Victor Loureiro Issler e do gerente da Agência daquela . n° 384. a Agência Metr. atendendo ao convite da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais. secretários–de–gabinete do diretor – CREGE/ Dicen. Anteriormente. ambas localizadas na cidade do Rio de Janeiro [Revista AABB – Rio – 1963]. Antônio Barcellos. em 20/11/1963. Recepcionado. em 23/11/1963. na Praia de Botafogo. o diretor da CREAI prosseguiu proferindo palestras. Wilson Barcelos. no período de 16 a 29 de dezembro de 1963. como vimos. Em dezembro/1963. em 2/12/1963. pelo Centro de Produtividade Industrial da Guanabara. com a finalidade de oferecer às indústrias de pequeno e médio porte a elaboração e execução de projetos de expansão [Revista AABB – Rio – 1963].

562 localidade Adão Papaléo. ter nascido na gestão do presidente Juscelino Kubitschek. diretor da CREAI foi substituído por Érides Guimarães. Entre outras autoridades. através do GEIA – Grupo Executivo da Indústria Automobilística. O economista Latini passou a coordenar. José Lamaison Porto. deputado estadual (PTB) e Ney Menna Barreto. advogado do Banco do Brasil [Retratos originais p & b – 13.FERNANDO PINHEIRO . O título “Homem de Visão de 1963” foi concedido. Nos idos de 1963. para o cargo de secretário da Indústria do Ministério da Indústria e Comércio. prestigiaram o evento. as deliberações dos grupos executivos de autopeças e de matérias–primas. Nos idos de 2007. de Sydney Latini. além das atividades do GEIA (1957/1963).5 cm x 8.5 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. no Brasil. Para coordená-lo foi entregue a Latini que fazia parte do Conselho de Desenvolvimento do Governo Federal. A liderança do ministro Lúcio Meira foi importante também na implantação da indústria automobilística (1956/1959) [Revista AABB – Rio – 1963]. membro do Conselho Técnico da CNC e do Conselho de Energia da FIRJAN. no Hotel Glória. e o ministro Antônio Balbino nomeia o funcionário Sydney Alberto Latini (posse no BB: 1944). Geraldo de Andrade Carneiro. a partir da indústria de carros. Vamos observar o papel relevante de Sydney Alberto Latini no cenário econômico nacional. ao ministro San Thiago Dantas: . a Editora Alaúde publica a obra A Implantação da Indústria Automobilística no Brasil.

. CASIMIRO ANTÔNIO RIBEIRO. Na retaguarda. Na Agência local. foi implantada a colonização urbana e burguesa do príncipe Nassau fazendo circular a primeira moeda cunhada no Brasil. no Aeroporto. A agenda do presidente do Banco do Brasil. Nilo Medina Coeli visitou vários estabelecimentos comerciais e industriais. De volta ao Recife. nos idos de 1630 a 1654. nos dias 18 a 26/01/1964. na solenidade de outorga do título. chefe da Divisão Econômica da SUMOC [Retrato original p & b – 13. em prata e ouro. no Palácio Campo das Princesas. Manteve contato com os representantes das classes produtoras no próprio Palácio e na Agência local.5 cm x 8. prefeito de Campina Grande–PB (30/11/1963 a 15/6/1964).5 cm x 8. por Newton Vieira Rique. – 9 cm x 9 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. governador (interino) de Pernambuco. onde fazemos recordar que. ao centro. acompanhado do diretor Samuel Duarte e de Saul Azevedo. gerente da Agência Centro do Recife. [2 retratos originais p & b – 12.563 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Foto n° 180 – Outorga do título “Homem de Visão de 1963 – SAN THIAGO DANTAS (1911/1964).5 cm – l retrato original col. seguiu rumo a Campina Grande onde foi recebido. vários compromissos importantes no Nordeste brasileiro. o presidente manteve contato com os gerentes Cláudio José Cisneiros de Albuquerque e José Barbosa Maia. visitou a Federação das Indústrias de Pernambuco e à noite participou de um jantar festivo no Clube Internacional. ministro da Fazenda (janeiro/ 1963 a julho/1963). ministro das Relações Exteriores (setembro/1961 a julho/1962). esteve marcando. a moeda obsidional holandesa. No dia 22.5 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. o presidente Nilo Medina Coeli teve recepção calorosa de Paulo Guerra. Na capital pernambucana.

Nilo Medina Coeli. Juiz aposentado pelo TRF da 3ª Região – São Paulo e Mato Grosso do Sul. o presidente do Banco do Brasil. outro desembargador teve passagem pelo Banco do Brasil. Nessa década. Humberto Dantas. cônsul–geral do Brasil em Frankfurt. Estavam presentes José Ermínio de Moraes Filho. o diplomata Christovam de Oliveira Araújo Filho. onde foi recebido por Rafael Noschese. até os idos de 1962. em 31/1/1964. empossado em 16/7/1955 e trabalhando em agências do interior.FERNANDO PINHEIRO . Roberto Simonsen Filho. presidente da FIESP. Por decreto do Presidente da República. então subchefe da Seção de Valores e Procurações da Agência Centro do Rio de Janeiro [Revista AABB – Rio – 1964]. em janeiro de 1964. Sérgio Roberto Ugolini. após o término dos estudos no curso do Instituto Rio Branco. Antônio Maurício da Cruz. . e Laudo Natel [Retrato original p & b – 24 cm x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. Alemanha. Orlando Ferraiplo. Lélio de Toledo Pizza. é nomeado ministro do Tribunal Superior do Trabalho o funcionário do Banco do Brasil.564 Com a finalidade de estar informado sobre a situação dos negócios na área industrial paulista. o funcionário Christovam de Araújo Filho. Muito tempo depois. Olímpio Fernandes de Melo. para assumir o posto de 3° secretário do Ministério das Relações Exteriores [Revista AABB – Rio – 1962]. Jorge Duprat Figueiredo. Empossado pelo Banco do Brasil. esteve na FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. em 7/12/1961. em 1/2/1955. despede–se da Agência Cinelândia.

Oswaldo Penna. Jayr Garcia Esteves. a seguir mencionadas: Alvacir dos Santos Raposo. Lucks de Oliveira – CAMIO/GECAM. Hélio Silva Barros. Ary Rocha. Célio de Oliveira. Roberto Hatab. Gilberto Machado – 30/1/1952. Reynaldo von Kruger. Fernando Vicente Mello Alves. secretário–de–gabinete – PRESI. Eurico Chagas. investigador de cadastro na Agência Centro do Recife. cirurgiões–dentistas – MEDIC/DG. Ocorreram. João Pessoa – PB. Roberto Ferraz Costa Sousa. Aloysio Pestana da Silva. Albino Antônio de Azevedo – CACEX/SUEXP. Curitiba – PR. Curitiba – PR. João Baptista Pereira Araújo – PRESI. Brasília – DF. Auromário Reis Lemos. Em 4/2/1964. outras nomeações. entre as quais destacamos as dos inspetores CREGE/CREAI. Bauru – SP. Júlio Meyer Grinstein. José Francisco Mano. Corumbá – MS. Barretos – SP. igualmente. bem como outros comissionados: Gastão de Holanda. nesse mês. Mário Kruel Guimarães. Gabriel Campelo Gonçalves. Newton Ferreira Sanches – FUNCI e Valentim Peres de Oliveira Neto – DEPIM [Revista AABB – Rio – 1964]. Ivan Netto. Antônio Medeiros de Azevedo Filho. verificada em janeiro/1964: Alberto José Sampaio Ribeiro. assistente–administrativo – TESGE/DG. acompanhado dos diretores José Ferreira Keffer e Érides Guimarães.565 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Vale assinalar a nomeação de diversos assistentes–administrativos. Antônio Carlos Moreira Martins. Haroldo Cézar de Berredo. Jairo Braga Florim. Mário Gaspar. Fortunato Benjó. Vitalino dos Santos. Antônio Bittencourt. Curitiba – PR. o presidente Nilo Medina Coeli foi recebido no Palácio da Liberdade pelo governador Magalhães Pinto. secretário–de–gabinete – DIRED [Revista AABB – Rio – 1964]. Na recepção estava presente . sediados nas zonas geo-econômicas nas cidades.

566 Jorge Carone Filho. Acompanhado do diretor Felisberto Garrido. Santa Cruz Rio Pardo – SP (1948). no Aeroporto de Salvador pelo governador Lomanto Júnior que lhe ofereceu recepção no Palácio Campo das Princesas. prefeito de Belo Horizonte (1963/1965) [Retrato original p & b – 24 cm x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. Rio Grande – RS (1964) – Iconografia custodiada pela Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil. Esta visão do futuro veio. . a se concretizar. Aimorés–MG (1944). em Salvador – Bahia. na presença de funcionários [Retrato original p & b – 24 cm x 18 cm assim como ele fez nas agências por onde passou fazendo carreira: Rio Grande – RS (1934). Na visita à Agência Centro–Salvador do Banco do Brasil. Convidado de honra para proferir a palestra de encerramento do 4° Congresso Nacional de Bancos. Chile (19/8/1963). o presidente Nilo Medina Coeli foi recebido. Santiago. Passo Fundo–RS (1936). [Retrato original p & b – 24 cm x 18 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. Salvador – BA (20/2/1964). onde estivera também em 19/1/1964. São Paulo – SP (1963). Campina Grande – PB (22/1/1964). São Luís–MA (30/10/1963). na entrevista concedida à imprensa local. Nilo Medina Coeli. e. Brasília – DF (2/3/1964). declarou ser urgente a reforma bancária diante de urgentes medidas reclamadas no setor bancário. Medina Coeli deixa–se ser fotografado. na condição de presidente do BB em Uberaba–MG (1963). Teresina – PI (12/3/1964). Uberaba – MG (1938 e 1950). Passo Fundo–RS (2/12/1963). Santos – SP (1956). em 20/2/1964. presidente do Banco do Brasil (20/7/1963 a 31/3/1964). adiante. Brasília – DF (1960).FERNANDO PINHEIRO . em 20/2/1964. Barretos–SP (1941).

com a presença do presidente Nilo Medina Coeli que se fazia acompanhar da linda esposa. subgerente da Agência de Santos. Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. abrangendo cerca de 360 apartamentos. José Ferreira Keffer e Felisberto Martins Garrido. Maria Aparecida. edificando a obra do novo edifício da Agência. O discurso de saudação ao presidente foi proferido por Severino Cavalcante de Moraes. a imediata conclusão de 9 blocos residenciais na superquadra 204.567 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL Ainda em Salvador. Hugo de Faria. Léo de Almeida Neves. com o objetivo de solucionar o problema de moradia dos funcionários que estavam sendo transferidos do Rio de Janeiro para a capital da República [Iconografia: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. com a pá de cimento nas mãos. manteve agradável conversação com a Irmã Dulce. e dos diretores Arthur Santos. venerável freira que encantou o Brasil pelas virtudes cristãs e assistência aos mais pobres.5 x 17. Não é surpresa para nós o gesto empreendedor de Medina Coeli. nos idos de 1956. Com um largo sorriso de satisfação e alegria. Inauguradas. trajando terno branco. no dia seguinte (21/2/1964). após percorrer as novas instalações do Edifício–Sede. no dia 2 de março de 1964. em 14/1/1964. Asa Sul. determinar. razão pela qual foi beatificada pelo papa. investido no cargo de presidente. Nilo Medina Coeli. Érides Guimarães. as modernas instalações da Agência Central – Brasília – DF. Maria Aparecida Escobar Medina Coeli. . Juvenal Osório Gomes. o presidente deixou-se fotografar [Retratos originais p & b – 23. gerente da Agência Central – Brasília – DF. anteriormente.5 cm. acompanhado da esposa.

1964 – gerente da Agência Central – Brasília – DF e presidente da EDBRAS. Bahia. ao iniciar a palestra acerca do motivo de sua viagem pelo Nordeste brasileiro. era casado com a Srª Edith Maria de Queiroz Garchet. a curto prazo.568 O presidente da Junta da Comissão de Construções dos Edifícios do Banco do Brasil em Brasília – EDBRAS era João Batista Garchet que veio a falecer 2 anos mais tarde. afirmou que em 10/3/1964. ao participar. diretor da CREAI – 10/3/1964 – Discursos de improviso proferidos em reunião da Associação Comercial da Bahia – Salvador – BA e 9/3/1964. para serem aplicados. Nestor “o Banco do Brasil dispõe de verbas da ordem de US$ 25 milhões. seu desenvolvimento industrial só pode ser comparável ao de São Paulo”. legando-nos uma trajetória enriquecedora a serviço da Empresa. o diretor da CREAI esteve no Recife. Nascido em 29/1/1917. Em grande estilo. diretor da CREAI. 1946 – subgerente na Agência de Patos de Minas – MG. e fez elogios ao empresariado pernambucano. 1953. 1947 – gerente em Tupã – SP. 1964 – gerente da CREGE. procedente de Salvador. . faleceu em 3/2/1966. afirmou: “Recife não é mais uma zona subdesenvolvida. Eis a trajetória da carreira do funcionário Garchet: 9/2/1940 tomou posse na Agência de Ilhéus–BA. em reunião empresarial no Recife.” (142) No dia anterior. obtidos através do programa da Aliança para o Progresso. 143) NESTOR JOST. na região nordestina. (143) (142. 1959 – gerente em Barbacena–MG. com sede em Uberaba – MG. de reunião na Associação Comercial da Jost. gerente em Araxá – MG. 1961 – inspetor da 11ª Zona da CREGE.FERNANDO PINHEIRO .

encontravam-se. na própria Universidade. onde iniciou a carreira bancária. com a participação de 32 alunos [Revista AABB – Rio – 1964]. Concluídos os trabalhos. Em 27/4/1964. o presidente do Banco do Brasil.5 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil]. Ney Amado Costa. o presidente Medina Coeli participa. acompanhado do diretor Cláudio Pacheco e Dom Avelar Brandão. a Providência Divina já lhe preparava o coração para os desencantos que viriam da política do Governo. Niemcsrwski.5 cm – Acervo: Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil].569 - HISTÓRIA DO BANCO DO BRASIL O Banco do Brasil firmou.5 cm x 8. . Félix C. Em Teresina do Piauí. A esta altura. Ele assistiu ao descerramento da placa comemorativa feito pela amada companheira do seu destino [Retratos originais p & b – 14. Coriolano Cametá Touquinhas. os funcionários: Osmar Loureiro. em 1934. em 12/3/1964.Pontifícia Universidade Católica com o objetivo de conceder curso de administração geral aos funcionários do Banco do Brasil. acompanhado da esposa Maria Aparecida. foi concluído. o 1° Curso de Gerência Geral. no recinto. entre outros. em seguida. com sucesso. Ainda em março/1964. bispo de Teresina [Retratos originais p & b – 14. Éder Gonçalves. convênio experimental com a PUC – RJ . do encontro com os gerentes das agências locais do Banco do Brasil. no aconchego cristão. para inaugurar o novo edifício do Banco do Brasil. Tarquínio Marques. com duração de 2 meses. Armando Amaral. prestigiou o almoço oferecido pelos gerentes.5 cm x 8. o presidente. retorna a Agência de Rio Grande – RS. em fev/1964. João Manoel Chaves. Jorge Furtado Andrade. após 30 anos. Lá.

FERNANDO PINHEIRO . foi recebido. No mesmo dia. esteve em Natal em contato com Aluísio Alves. gaúchos e cariocas das operações de redescontos. governador do Estado do Rio Grande do Norte. Jornal do Brasil: “Medina Coeli demite-se do Banco do Brasil por divergir do Presidente”. O BB. Cláudio Pacheco. O Banco do Brasil. que no dia 30/3/1964. Em seguida. como vimos. quando. aceita pelo Banco. diretor da Diretoria de Colonização (outubro/1961 a agosto/1964). em poucos dias. em 31/3/1964. pelo presidente João Goulart”. o diretor Hugo de Araújo Faria é nomeado presidente do Banco do Brasil. o JB conclui: “Medina Coeli foi substituído por Hugo de Faria. presidido por Hugo Faria. davam conta: O Estado de São Paulo: “Redesconto: Medina Coeli demite-se por ser contra restrição”. de 19. com o objetivo de ultimar as negociações acerca da desapropriação. diretor da Carteira de Redescontos. . As razões divulgadas pelo Jornal do Brasil: o Governo adotou medidas para excluir bancos paulistas. dia tumultuado na política brasileira. no futuro. A gestão viria ser a mais curta da Empresa (30/3/1964 a 3/4/1964). em Palácio.570 As manchetes dos jornais. já se antecipara nessa política. já vislumbrava o papel relevante que o BB iria desempenhar. em 27/5/1962.000 hectares de terra que foram entregues com a falência da firma João Câmara. preparava–se para pôr em prática a política governamental concentrada nas reformas de base que culminariam na reforma agrária. com a adoção das políticas que iriam desencadear os Planos de Desenvolvimento Comunitário integrado com as Comunidades Rurais com recursos do Fundec – Fundo de Desenvolvimento Comunitário. O presidente Hugo Faria.

Aeronáutica. o cargo de presidente do Banco do Brasil. interinamente. e. funcionário que fez brilhante carreira. funcionário do Ministério do Trabalho. filiando–se ao MDB – Movimento Democrático Nacional. em 1979. em pouco tempo. no bojo dos acontecimentos que chegam ao Banco do Brasil. . Marinha) estende sobre o Palácio do Governo. da Galileia para o Brasil. no dia 4 de abril de 1964. carioca de nascimento (13/12/1915). Hugo de Araújo Faria. veio a falecer na terra natal no dia 24/8/1987. chega a vez do diretor da Carteira de Câmbio. com o atraso de 1. transferida sem os protagonistas da época. em 31 de