2013

Projeto Pedagógico das Engenharias

CECS UFABC

Prefácio
Este documento atualiza os ajustes decorrentes da implantação dos cursos de Engenharia da UFABC. Estes ajustes se concentram em alterações de nome, código, categoria, T-P-I, recomendação, ementa e bibliografia de algumas disciplinas, fruto da experiência dos docentes após ministrar as mesmas por diversas vezes, como também pela necessidade de atualização periódica dos cursos. O processo de criação e exclusão de disciplinas também faz parte destes ajustes. As disciplinas Obrigatórias do BC&T não sofreram alterações. Com relação às disciplinas de Opção Limitada do BC&T, que são obrigatórias para todas as Engenharias, houve alteração de ementa somente na disciplina BC1713 – Engenharia Econômica, sendo que nas demais disciplinas ocorreu apenas a atualização de bibliografias. Trata-se de um aprimoramento do Catálogo das Engenharias aprovado no ConsEP em agosto de 2009 e que, após aprovação pelo ConsEPE em 2013, deverá valer para todos alunos que efetuarem a reserva de vaga ou se matricularem nos diversos cursos de Engenharia da UFABC, a partir da data de sua publicação. - Prof. Dr. Hélio Waldman – Reitor da UFABC - Prof. Dr. Gustavo Martini Dalpian – Vice Reitor da UFABC - Prof. Dr. Gilberto Martins - Diretor do CECS - Prof. Dr. Marcelo Modesto da Silva - Vice Diretor do CECS - Prof. Dr. Cícero Ribeiro de Lima – Coord. Engenharia Aeroespacial - Prof. Dr. Dácio Roberto Matheus – Coord. Engenharia Ambiental e Urbana - Prof. Dr. Emery Cleiton Cabral Correia Lins – Coord. Engenharia Biomédica - Profª. Drª. Cristina Autuori Tomazeti – Coordª. Engenharia de Energia - Prof. Dr. Jabra Haber – Coord. Engenharia de Gestão - Prof. Dr. Luiz Henrique Bonani do Nascimento – Coord. Engenharia de Informação - Prof. Dr. Marcos Roberto da Rocha Gesualdi – Coord. Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica - Prof. Dr. Everaldo Carlos Venancio – Coord. Engenharia de Materiais - Vagner Guedes de Castro – Chefe da Divisão Acadêmica do CECS

Santo André, 12 de Março de 2013.

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias

Sumário
1 2 3 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 Considerações Iniciais ........................................................................................................................................... Dados da Instituição ............................................................................................................................................... Forma de Acesso aos Cursos ............................................................................................................................... Regime de Matrícula ............................................................................................................................................... Desempenho Acadêmico ...................................................................................................................................... Tabela 1: Relação Conceito Obtido x Significado x Valor Numérico ................................................ Processo de Jubilação ............................................................................................................................................ Revisão de Conceitos Finais ................................................................................................................................ Fundamentação Legal ............................................................................................................................................ Regime de Ensino .................................................................................................................................................... Estratégias Pedagógicas ....................................................................................................................................... Tabela 2: Disciplinas Obrigatórias do BC&T .............................................................................................. Tabela 3: Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para as Engenharias) ........ Tabela 4: Disciplina do Catálogo 2010 convalidada para o Catálogo 2013 .................................. Tabela 5: Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos ..................................................... Tabela 6: Relação entre X e Y ............................................................................................................................ Estágio Curricular .................................................................................................................................................... Trabalho de Graduação ......................................................................................................................................... Síntese da Composição da Matriz das Engenharias .................................................................................. Tabela 7: Síntese da composição curricular das Engenharias ............................................................ Tabela 8: Proposta de grade para estudantes de todas as Engenharias ........................................ Ementas das Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para as Engenharias) .. Ementas das Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos ............................................... Ações Acadêmicas Complementares à Formação ..................................................................................... Projetos de Assistência Estudantil ................................................................................................................... Divisão de Apoio ao Estudante de Graduação (DAEG) ............................................................................ Bolsa Permanência .................................................................................................................................................. Bolsa Moradia ........................................................................................................................................................... Bolsa-Auxílio-Participação em Eventos ......................................................................................................... Projeto de Ensino-Aprendizagem Tutorial (PEAT) ................................................................................. Iniciação à Pesquisa Científica ........................................................................................................................... Pesquisando Desde o Primeiro Dia (PDPD) ................................................................................................. Programa de Iniciação Científica – PIC/PIBIC ............................................................................................ Programa de Iniciação Científica – PIBIC/AF .............................................................................................. Projeto de Monitoria Acadêmica ...................................................................................................................... IEEE ............................................................................................................................................................................... Dados específicos de cada modalidade de Engenharia ........................................................................... Engenharia Ambiental e Urbana .................................................................................................................. Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... 2 06 06 06 07 08 09 11 11 12 13 13 14 16 16 17 18 18 20 21 23 24 25 32 36 36 36 36 36 37 37 37 38 38 38 38 39 40 40 40 40 41 41 41 42 43

3.8 3.9 4 5 6 7 7.1 7.1.1 7.1.1.1 7.1.1.2 7.1.1.3 7.2 7.3 7.3.1 7.3.2 7.3.3 7.4 7.5 8 8.1 8.1.1 8.1.2 8.1.3 8.1.3.1 8.1.3.2 8.1.4 8.1.5

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 9: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Ambiental e Urbana ................ Tabela 10: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Ambiental e Urbana ......................... Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 11: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Ambiental e Urbana .................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 12: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Ambiental e Urbana ...................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Ambiental e Urbana ................................................. Engenharia Aeroespacial ................................................................................................................................. Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 13: Exigências para a formação do Engenheiro Aeroespacial da UFABC ....................... Tabela 14: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial ............................ Tabela 15: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Aeroespacial ....................................... Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 16: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Aeroespacial .................................. Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 17: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial .................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Aeroespacial ................................................................ Engenharia Biomédica ....................................................................................................................................... Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 18: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Biomédica ................................. Tabela 19: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Biomédica ............................................ Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 20: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Biomédica ....................................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 21: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Biomédica ......................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Biomédica ..................................................................... Engenharia de Energia ....................................................................................................................................... Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... 3

8.1.6 8.1.7 8.1.8 8.1.8.1 8.1.8.2 8.2 8.2.1 8.2.2 8.2.3 8.2.3.1 8.2.3.2 8.2.4 8.2.5

45 46 47 48 49 49 50 50 67 88 88 88 88 88 89 89 90 90 91 92 93 93 94 94 95 95 108 130 130 130 130 130 131 132 133 136 137 139 139 140 140 141 141 154 178 178 178

8.2.6 8.2.7 8.2.8 8.2.8.1 8.2.8.2 8.3 8.3.1 8.3.2 8.3.3 8.3.3.1 8.3.3.2 8.3.4 8.3.5 8.3.6 8.3.7 8.3.8 8.3.8.1 8.3.8.2 8.4 8.4.1 8.4.2

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 22: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Energia ................................ Tabela 23: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Energia ............................................ Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 24: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Energia ....................................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 25: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Energia ......................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Energia .................................................................... Engenharia de Gestão ......................................................................................................................................... Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 26: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Gestão .................................. Tabela 27: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Gestão .............................................. Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 28: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Gestão ......................................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 29: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Gestão ........................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Gestão ...................................................................... Engenharia de Informação .............................................................................................................................. Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 30: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação ......................... Tabela 31: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Informação .................................... Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 32: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Informação ............................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 33: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação ................................................. Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Informação ............................................................ 4

8.4.3 8.4.3.1 8.4.3.2 8.4.4 8.4.5 8.4.6 8.4.7 8.4.8 8.4.8.1 8.4.8.2 8.5 8.5.1 8.5.2 8.5.3 8.5.3.1 8.5.3.2 8.5.4 8.5.5 8.5.6 8.5.7 8.5.8 8.5.8.1 8.5.8.2 8.6 8.6.1 8.6.2 8.6.3 8.6.3.1 8.6.3.2 8.6.4 8.6.5 8.6.6 8.6.7 8.6.8 8.6.8.1 8.6.8.2

178 178 179 179 180 183 184 185 186 187 187 188 188 198 242 242 242 244 244 244 245 248 248 250 251 251 252 252 252 252 266 287 287 287 288 288 288 289 291 293 294 295 296 297 297 297 297 309

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.7 8.7.1 8.7.2 8.7.3 8.7.3.1 8.7.3.2 8.7.4 8.7.5 Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ................................................................ Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 34: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ........................................................................................................................................... Tabela 35: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ................................................................................................................................................................... Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 36: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ........................................................................................................................................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 37: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ....................................................................................................................................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ... Engenharia de Materiais ................................................................................................................................... Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 38: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Materiais ............................. Tabela 39: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Materiais ........................................ Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 40: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Materiais ................................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 41: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Materiais ..................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Materiais ................................................................. 328 328 328 329 329 329 330 331 332 333 334 335 336 336 336 336 348 368 368 368 369 369 369 369 371 372 374 375 376 377 377 377 377 388

8.7.6 8.7.7 8.7.8 8.7.8.1 8.7.8.2 8.8 8.8.1 8.8.2 8.8.3 8.8.3.1 8.8.3.2 8.8.4 8.8.5 8.8.6 8.8.7 8.8.8 8.8.8.1 8.8.8.2

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1 – Considerações Iniciais
Este documento apresenta os Projetos Pedagógicos dos 08 cursos de Engenharia oferecidos pela UFABC: Engenharia Aeroespacial, Engenharia Ambiental e Urbana, Engenharia Biomédica, Engenharia de Energia, Engenharia de Gestão, Engenharia de Informação, Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica e Engenharia de Materiais, visando facilitar a compreensão da concepção, da estrutura e das bases legais que os permeiam. Os aspectos comuns aos 08 cursos de Engenharia serão apresentados numa única vez, no início do documento, assim como as diretrizes norteadoras do Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS) que procuram garantir as sinergias decorrentes da oferta desses 08 cursos em um ou mais câmpus da UFABC. Em seguida, são apresentadas as características específicas de cada uma das 08 engenharias.

2 – Dados da Instituição
Nome da Unidade: Fundação Universidade Federal do ABC CNPJ: 07 722.779/0001-06 Lei de Criação: Lei 11.145 de 26 de julho de 2005 Diário Oficial da União (DOU) de 27 de julho de 2005

3 – Forma de Acesso aos Cursos
Para ter acesso a um ou mais cursos de Engenharia da UFABC, os estudantes devem inicialmente cursar o Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T) da UFABC, no qual ingressam por meio de processo seletivo realizado pelo Sistema de Seleção Unificada (SiSU) do Ministério da Educação (MEC) em fase única, a partir do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias O acesso aos cursos de formação específica, que inclui os cursos de Engenharia, é regulamentado pela Resolução ConsEP nº 31 de 01 de julho de 2009 ou outra Resolução que venha a substituí-la.

Ainda, segundo o Ato Deliberativo aprovado pelo CONCECS na 8ª Reunião Ordinária, de 20 de setembro de 2010, as vagas estão distribuídas da seguinte forma:

Engenharia Aeroespacial: 125 vagas Engenharia Ambiental e Urbana: 125 vagas Engenharia Biomédica: 125 vagas Engenharia de Energia: 125 vagas Engenharia de Gestão: 125 vagas Engenharia de Informação: 125 vagas Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica: 125 vagas Engenharia de Materiais: 125 vagas

3.1 – Regime de Matrícula
Antes do início de cada quadrimestre letivo, o aluno deverá proceder à sua matrícula, indicando as disciplinas que deseja cursar no período, de acordo com o regulamentado pela Resolução ConsEP no 66 de 10 de Maio de 2010 ou outra Resolução que vier a substituí-la. A partir do segundo quadrimestre, o estudante deverá realizar a matrícula nas disciplinas de sua escolha e nos períodos estabelecidos pelo calendário acadêmico. A oferta de disciplinas é baseada na matriz sugerida do curso, entretanto o aluno tem liberdade para gerenciar sua matrícula atentando-se para os critérios de jubilação (desligamento), regulamentados pela Resolução ConsEP no 44 de 10 de dezembro de 2009 ou outra Resolução que venha a substituí-la.

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conforme Tabela 1. 3. Fórmula de cálculo do CR:  ( Ni  Ci) CR   Ci i i onde: Ci = créditos correspondentes à disciplina i (apenas T + P). Estes coeficientes servem para a avaliação geral.Centro de Engenharia. Ni é o valor numérico do conceito obtido na disciplina i.2 – Desempenho Acadêmico No decorrer da vida acadêmica dos estudantes de graduação da UFABC. são gerados alguns coeficientes de avaliação com base nas disciplinas e créditos cursados. Veja os principais coeficientes: Coeficiente de Rendimento (CR): É um número que mostra como vem sendo o aproveitamento do aluno em relação às disciplinas cursadas. considerando seus respectivos créditos. para a gestão acadêmica e de políticas de acesso aos cursos de graduação da UFABC e também para subsidiar processos internos de suporte pedagógico e seleção. cabendo ao mesmo decidir se efetuará a matrícula de acordo com a ordem sugerida. porém podem ser indicadas recomendações de outras disciplinas cujos conhecimentos são imprescindíveis para o bom aproveitamento do estudante. nos conceitos obtidos e no número de quadrimestres de permanência do estudante na Universidade. abaixo: 8 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Não há requisitos para a matrícula em disciplinas (exceto para as disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos). O cálculo do CR leva em conta a média ponderada dos conceitos obtidos em todas as disciplinas cursadas pelo aluno.

Desempenho mínimo satisfatório. demonstrando capacidade de uso adequado dos conceitos da disciplina. habilidade para enfrentar problemas relativamente simples e prosseguir em estudos avançados. Reprovado. Seu cálculo é idêntico ao do CR. o aluno poderá cursar esta disciplina novamente. A disciplina deve ser cursada novamente para obtenção de crédito. Aproveitamento mínimo não satisfatório dos conceitos da disciplina. Indica que uma pequena parte dos requerimentos do curso precisa ser completada. Valor numérico 4 3 C 2 D 1 F O 0 0 Não entra no cálculo do CR I a) Coeficiente de Aproveitamento (CA): É um número definido pela média dos melhores conceitos obtidos nas disciplinas cursadas pelo aluno a partir da matriz sugerida para o seu curso. C. mas demonstrando deficiências que exigem trabalho adicional para prosseguir em estudos avançados. para compensar o conceito D no cálculo do CR. Nesse caso. com familiaridade parcial do assunto e alguma capacidade para resolver problemas simples. Havendo vaga. A disciplina deve ser cursada novamente para obtenção de crédito. D ou F antes do término do quadrimestre subseqüente.Centro de Engenharia. Bom desempenho. demonstrando boa capacidade de uso dos conceitos da disciplina. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 1: Relação Conceito Obtido x Significado x Valor Numérico Conceito Obtido A B Significado Desempenho excepcional. Este grau deve ser convertido em A. o aluno é aprovado na expectativa de que obtenha um conceito melhor em outra disciplina. B. com a exceção de que o CA elimina do cálculo as disciplinas de menor conceito que o aluno tenha refeito e obtido um conceito superior. Reprovado por falta. Incompleto. Fórmula de cálculo do CA: CA   f (MCi)CRi i 1 ND  CRi i 1 ND 9 . demonstrando excelente compreensão da disciplina e do uso do conteúdo.

MCi = melhor conceito obtido pelo aluno na disciplina i. i = índice de disciplina cursada pelo aluno. f(D) = 1. b) Coeficiente de Progressão Acadêmica (CPk): É um número que informa a razão entre os créditos das disciplinas aprovadas e o número total de créditos exigidos para integralização de um curso que pode ser o BC&T. respeitando-se a seguinte relação entre cada conceito e o valor de f: f(A) = 4. f(C) = 2. O valor do CPk cresce à medida que o aluno vai sendo aprovado nas disciplinas cursadas. ND).. Opção Limitada ou Livre. Quando CPk alcançar o valor unitário. o aluno concluiu os créditos correspondentes às disciplinas do curso considerado. 2. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias onde: ND = número de disciplinas diferentes cursadas pelo aluno.. desconsideradas as repetições de disciplina já cursada anteriormente (i = 1. de acordo com suas categorias: Obrigatória. o BC&H ou qualquer outro curso específico. f(B) = 3.Centro de Engenharia. consideradas todas as vezes em que ele a tenha cursado. . Fórmula do cálculo do CPk : onde: 10 . para o curso considerado. CRi = número de créditos da disciplina i.. f(F) = f(0) = zero.

4 – Revisão de Conceitos Finais Os procedimentos para vista e revisão de instrumentos avaliativos.63 CPk + 0. até dezoito (18). CPk é o Coeficiente de Progressão no curso k. 3. T é o número de quadrimestres cursados pelo aluno desde o seu ingresso. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias c) Índice de Afinidade (Ik): Para cada curso k declarado pelo aluno como de sua predileção. são regulamentados pela Resolução ConsEPE no 120 de 26 de outubro de 2011 ou outra Resolução que venha a substituí-la. bem como de revisão de conceitos finais nas disciplinas de graduação da UFABC. Fórmula do cálculo do Ik: Ik = 0. 3. será calculado preliminarmente o índice de afinidade do aluno pelo curso Ik. excluídos os quadrimestres com trancamento.Centro de Engenharia.005T onde: CR é o Coeficiente de Rendimento calculado sobre todas as disciplinas cursadas até o momento na UFABC.07 CR + 0.3 – Processo de Jubilação O Processo de Jubilação segue a resolução ConsEP nº 44 de 10 de dezembro de 2009 ou outra Resolução que venha a substituí-la. 11 .

Núcleo de conteúdos profissionalizantes: 15% da carga horária mínima. além de obedecer às diretrizes institucionais emanadas pelo modelo pedagógico da UFABC. dos conteúdos do núcleo de conteúdos Além destes núcleos de conteúdos. Núcleo de conteúdos específicos: representado por extensões e aprofundamentos profissionalizantes. esta resolução define a estrutura do curso de engenharia como sendo composto por três núcleos de conhecimentos. esta resolução define a necessidade de um mínimo de 160 horas de estágios curriculares e a realização de um trabalho final de curso.Centro de Engenharia. RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 11 de 11 de março de 2002 institui diretrizes curriculares nacionais de cursos de graduação em engenharia. Em linhas gerais. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 3. 12 . Por meio de Resoluções. que são:    Núcleo de conteúdos básicos: 30% da carga horária mínima.5 – Fundamentação Legal A estrutura curricular das engenharias da UFABC foi concebida levando em consideração a necessidade de se atender às diversas imposições legais determinadas pelo CNE. sem qualquer menção a disciplinas. a saber: A Resolução CNE/CES Nº 02 de 18 de junho de 2007 estabelece a carga horária mínima dos cursos de engenharia em 3600 horas e o limite mínimo de integralização de 5 anos. como atividade de Síntese e Integração de Conhecimentos. mas apenas a conteúdos. o CNE impõe condições a serem seguidas pelos cursos de bacharelado em engenharia no país.

3.  Interdisciplinaridade não apenas com as áreas de conhecimentos básicos. pois constitui um diferencial para a formação dos Engenheiros da UFABC.  Possibilidade de monitoração e atualização contínua dos conteúdos a serem oferecidos pelos cursos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Do ponto de vista do modelo pedagógico da UFABC. As disciplinas são quadrimestrais. Escala progressiva de decisões a serem tomadas pelos alunos que ingressam na universidade. dentre os quais se destacam:   Compatibilização dos cursos Pós-BC&T com o BC&T.7 – Estratégias Pedagógicas O Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T) é a base da proposta curricular das Engenharias. sendo que cada crédito em disciplinas equivale a 12 horas de atividades em sala de aula ou laboratório. mas também entre as diversas especialidades de engenharia. Para tanto.Centro de Engenharia. complementados com um conjunto de Disciplinas de Opção Limitada e outro conjunto de Disciplinas de Livre Escolha. diversos aspectos devem ser observados pelo projeto curricular das engenharias. 13 .6 – Regime de Ensino Os cursos de graduação da UFABC são organizados em sistema de créditos.  Elevado grau de autonomia do aluno na definição de seu projeto curricular pessoal. sem descuidar de aspectos sociais e filosóficos envolvidos no trabalho com ciência e tecnologia. os estudantes adquirem uma forte formação em ciências naturais e matemáticas. os alunos do BC&T devem cursar 90 créditos de Disciplinas Obrigatórias (Tabela 2). Neste bacharelado interdisciplinar. 3. ao longo da construção de seu currículo escolar.

Tecnologia e Sociedade Interações Atômicas e Moleculares Projeto Dirigido Total T 0 0 3 4 3 3 3 3 4 3 3 3 3 4 3 3 3 3 4 3 2 3 3 3 3 0 P 2 3 0 0 0 0 2 0 0 0 2 1 2 0 0 0 2 2 0 0 0 0 0 0 0 2 I 2 2 4 5 4 4 6 4 6 6 5 4 6 4 4 4 6 6 4 4 4 4 4 4 4 10 Créditos 2 3 3 4 3 3 5 3 4 3 5 4 5 4 3 3 5 5 4 3 2 3 3 3 3 2 90 * A descrição das disciplinas na Tabela 2 é válida para o ano de 2013. podendo sofrer alterações posteriores. Conversão e Uso Física Quântica Introdução à Probabilidade e à Estatística Ciência. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 2: Disciplinas Obrigatórias do BC&T (*) ITEM 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 Código BC0005 BC0001 BC0102 BC0003 BC0304 BC0504 BC0208 BC0306 BC0402 BC0404 BC0505 BC0205 BC0307 BC0405 BC0004 BC0506 BC0209 BC0308 BC0407 BC0602 BC0207 BC0103 BC0406 BC0603 BC0104 BC0002 Nome Bases Computacionais da Ciência Base Experimental das Ciências Naturais Estrutura da Matéria Bases Matemáticas Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos Natureza da Informação Fenômenos Mecânicos Transformações nos Seres Vivos e Ambiente Funções de Uma Variável Geometria Analítica Processamento da Informação Fenômenos Térmicos Transformações Químicas Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias Bases Epistemológicas da Ciência Moderna Comunicação e Redes Fenômenos Eletromagnéticos Transformações Bioquímicas Funções de Várias Variáveis Estrutura e Dinâmica Social Energia: Origens. 14 . de acordo com as necessidades acadêmicas evolutivas do Projeto Pedagógico do BC&T.Centro de Engenharia.

recomenda-se que as mesmas sejam cursadas de acordo com a Representação Gráfica de Matriz sugerida da modalidade de engenharia escolhida. 15 . sendo que a ordem recomendada para essas disciplinas varia de acordo com cada curso. onde são apresentadas as propostas de suas Matrizes Curriculares. As 12 disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias) constituem os conhecimentos básicos para todas as engenharias da UFABC (Tabela 3) e. É importante ressaltar também que a graduação em Engenharia somente será concluída em 05 anos se o aluno mantiver uma média de 20 créditos concluídos/quadrimestre. Já para as disciplinas Obrigatórias Específicas. conforme Resolução 140 do ConsEPE. conforme sugerido na Tabela 8. como poderá ser visto nas informações específicas de cada Engenharia. portanto. o CECS sugere que os 57 créditos referentes às disciplinas de Opção Limitada do BC&T sejam concluídos da seguinte forma:  46 créditos referentes às 12 disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias). são obrigatórias para todos os estudantes que pretendem obter a graduação em qualquer modalidade de Engenharia. As ementas deste conjunto de disciplinas estão disponibilizadas no item 5: Ementas das Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para todas as Engenharias).  11 créditos referentes a algumas das disciplinas Obrigatórias Específicas da modalidade de engenharia escolhida. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Para o aluno do BC&T que deseja cursar qualquer uma das 08 engenharias da UFABC. Recomenda-se que as disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias) sejam cursadas a partir do 5º quadrimestre do BC&T.Centro de Engenharia.

Circuitos Elétricos e Fotônica Não há Não há Fenômenos Térmicos Funções de Uma Variável. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 3: Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para as Engenharias) ITEM Código 01 02 03 04 05 BC1425 BC1419 Nome Álgebra Linear Cálculo Numérico T 6 3 3 2 1 P 0 1 1 1 3 I 5 4 5 3 4 Créditos 6 4 4 3 4 Recomendações Geometria Analítica Funções de Uma Variável Fenômenos Eletromagnéticos Não há Não há Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias. Fenômenos Mecânicos. Mecânica dos Fluidos I Fenômenos Térmicos BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1713 BC1416 Engenharia Econômica Fundamentos de Desenho e Projeto Instrumentação e Controle 06 BC1507 3 1 5 4 07 08 09 10 BC1710 Introdução às Engenharias 2 3 3 3 0 1 1 1 4 5 5 5 2 4 4 4 BC1105 Materiais e Suas Propriedades BC1103 BC1104 Mecânica dos Fluidos I Mecânica dos Sólidos I 11 BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia Termodinâmica Aplicada I Total 0 3 2 3 12 BC1309 3 1 5 4 46 Tabela 4: Disciplina do Catálogo 2010 convalidada para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 BC1711 – Engenharia Econômica Disciplina do Catálogo 2013 BC1713 – Engenharia Econômica 16 . Geometria Analítica Circuitos Elétricos e Fotônica.Centro de Engenharia.

II e III). Tais requisitos variam de acordo com cada uma das engenharias. Tabela 5: Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos ITEM Código Nome T P I Créditos Requisitos Todas as disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para todas as Engenharias) Engenharia Unificada I Ver resolução de Estágio específica para o curso Estágio Curricular I Ver resolução de TG específica para o curso Trabalho de Graduação I Trabalho de Graduação II 01 EN 1002 Engenharia Unificada I 0 3 5 3 02 EN 1004 Engenharia Unificada II 0 3 5 3 03 EN 1X01 Estágio Curricular I em Y** 0 7 0 7 04 05 06 07 EN 1X02 EN 1X03 EN 1X04 EN 1X05 Estágio Curricular II em Y** Trabalho de Graduação I em Y** Trabalho de Graduação II em Y** Trabalho de Graduação III em Y** Total 0 0 0 0 7 2 2 2 0 4 4 4 7 2 2 2 26 17 . II e III) apresentam requisitos necessários para que se possa efetuar a matrícula nas mesmas.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Além das disciplinas básicas. experiências no mundo do trabalho (Estágio Curricular I e II em Engenharia) e trabalho de conclusão de curso (Trabalho de Graduação I. envolvendo a elaboração e desenvolvimento de projetos de engenharia (Engenharia Unificada I e II). São disciplinas que têm foco na prática da atividade do engenheiro. As disciplinas Engenharia Unificada (I e II). As ementas deste conjunto de disciplinas estão disponibilizadas no item 6: Ementas das Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos. todos os estudantes de Engenharia devem cursar as 07 disciplinas que têm o objetivo de Síntese e Integração de Conhecimentos construídos no decorrer do curso (Tabela 5). Estágio Curricular (I e II) e Trabalho de Graduação (I.

8 – Estágio Curricular O Estágio Curricular é uma disciplina de Síntese e Integração de Conhecimentos e a sua realização representa uma vivência imprescindível aos estudantes de Engenharia. o Estágio Curricular tem como objetivos: – A inserção dos estudantes em empresas. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ** Tabela 6: Relação entre X e Y X 1 2 3 4 5 6 7 8 Y Engenharia Ambiental e Urbana Engenharia Aeroespacial Engenharia Biomédica Engenharia de Energia Engenharia de Gestão Engenharia de Informação Engenharia de Instrumentação. dos conhecimentos adquiridos dentro da Universidade. órgãos ou instituições para a vivência da realidade profissional. Além de ser obrigatório para a aquisição do diploma em qualquer modalidade de Engenharia da UFABC. Automação e Robótica Engenharia de Materiais 3. em situações práticas. – Aplicação. – Proporcionar aos estudantes a correlação dos conteúdos vistos nas atividades acadêmicas do curso com a prática profissional.Centro de Engenharia. 18 . – Desenvolver a interdisciplinaridade por meio da participação em atividades que abordem assuntos das diversas áreas do conhecimento. – Preparar e dar segurança aos estudantes para o futuro desenvolvimento da atividade profissional. – Possibilitar o aprendizado na solução de problemas no dia-a-dia profissional.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias – Estimular ou aperfeiçoar o desenvolvimento do espírito crítico.edu. será nomeado um Professor Orientador (também docente da UFABC credenciado pelo curso). A matrícula na disciplina Estágio Curricular (I e II) é feita diretamente na Divisão de Estágios e Monitorias da ProGrad (DEM) ou outro setor administrativo da UFABC que venha a substituí-lo. – Desenvolver e aperfeiçoar a criatividade e o amadurecimento profissional em um ambiente de trabalho. O Estágio Curricular é oferecido em duas disciplinas obrigatórias. para acompanhar o aprendizado do estudante no quadrimestre letivo. Na avaliação será verificado se o estágio cumpriu o seu papel de aprendizado e aplicação de conhecimento na área proposta e se está de acordo com o Projeto Pedagógico e do Regulamento de Estágio do curso. com matrícula em quadrimestres distintos e em fluxo contínuo. Engenharia Ambiental e Urbana: Resolução ConsEP nº 78 de 26 de agosto de 2010. A lista de documentos necessários para solicitação da matrícula encontra-se disponível em www. em função das condições impostas pelas Resoluções de Estágio específicas de cada curso (Engenharia de Informação: Resolução ConsEP nº 76 de 26 de agosto de 2010. O Supervisor. que o aluno deverá cursar preferencialmente no último ano de sua formação acadêmica. Cada curso de Engenharia tem um Coordenador da Disciplina Estágio Curricular (I e II). avaliar o Relatório de Estágio e atribuir um conceito. Engenharia Aeroespacial: Resolução 19 . poderá ou não ocorrer. Se o candidato atender aos requisitos para se matricular na disciplina Estágio Curricular.cecs. Engenharia Biomédica: Resolução ConsEP nº 77 de 26 de agosto de 2010. que é um professor da UFABC credenciado pelo curso para avaliar o Plano de Atividades e o Histórico Escolar do candidato. para validação de estágio. é também coresponsável pelo relatório e pelo cumprimento do Plano de Atividades.br. dentro da instituição onde o estudante realiza o estágio. O deferimento de qualquer outra atividade desenvolvida pelo estudante. com carga horária total mínima de 168 horas.Centro de Engenharia.

O TGIII tem seu término caracterizado pela apresentação do Trabalho de Graduação final. Engenharia de Energia: Resolução ConsEP nº 80 de 26 de agosto de 2010. aprofundados e sistematizados em um trabalho de pesquisa de caráter teórico ou teórico/prático/empírico. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ConsEP nº 79 de 26 de agosto de 2010. indicado pelo coordenador do curso. 20 . quando aplicável. pertinente a uma das áreas de conhecimento de seu curso. 3. Engenharia de Instrumentação. Cada um dos cursos deve oferecer e ser responsável por suas três disciplinas de Trabalho de Graduação. – Reunir e demonstrar. co-orientador. A execução do TG é dividida em 03 disciplinas quadrimestrais sequenciais denominadas Trabalho de Graduação I (TGI). Engenharia de Materiais: Resolução ConsEP nº 81 de 26 de agosto de 2010. específicas para cada modalidade de Engenharia. A conclusão do TGI se dá através da apresentação do Projeto de Pesquisa e definição de seu respectivo Orientador e. os conhecimentos adquiridos pelo aluno ao longo de sua graduação. Engenharia de Gestão: Resolução ConsEP nº 83 de 26 de agosto de 2010) ou outra Resolução que venha a substituí-las.Centro de Engenharia. abordando um tema pertinente aos cursos de Engenharia e sob orientação de um Professor Orientador definido pelas coordenações de curso ou pelos responsáveis pela gestão das disciplinas. a conclusão se dá através de um Relatório Parcial do desenvolvimento da execução do Trabalho de Graduação. em uma tarefa acadêmica final de curso. Para o TGII. o Trabalho de Graduação (TG) dos cursos de Engenharia consiste em uma atividade de Síntese e Integração de Conhecimentos adquiridos ao longo do curso. Trabalho de Graduação II (TGII) e Trabalho de Graduação III (TGIII). Automação e Robótica: Resolução ConsEP nº 82 de 26 de agosto de 2010. O TG deverá cumprir os seguintes objetivos: – Atender ao Projeto Pedagógico da UFABC e das Engenharias. regras e calendário definidos por cada curso de engenharia. conforme formato.9 – Trabalho de Graduação Conforme Resolução CONCECS Nº 06 de 16 de abril de 2012 (ou outra resolução que venha a substituí-la) que regulamenta as normas gerais para o Trabalho de Graduação em Engenharia.

Todo TG deverá. As demais informações sobre a regulamentação geral do Trabalho de Graduação encontram-se no Regulamento Geral dos Trabalhos de Graduação em Engenharia e nas normas específicas de cada curso de engenharia. 4 – Síntese da Composição da Matriz das Engenharias As disciplinas Obrigatórias do BC&T somadas às disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para todas as Engenharias) cumprem os requisitos dos conteúdos básicos exigidos pelas Diretrizes Curriculares para as Engenharias. necessariamente.edu. A formação do engenheiro da UFABC exige um total de 300 créditos (3600 horas). de capacidade de organização e de clareza e coerência na redação final do trabalho.As Disciplinas Obrigatórias Específicas para cada modalidade de Engenharia (disciplinas de conteúdo profissionalizante). 21 .br. Estes 138 créditos serão compostos de três conjuntos de disciplinas: . contabiliza-se 162 créditos (1944 horas).cecs.Centro de Engenharia. Somando-se a essas as disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos. até a avaliação final. por todo o período no qual o aluno desenvolver o seu trabalho. Considerando-se que a UFABC adota o critério de 01 crédito para cada 12 horas de atividades. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias – Concentrar em uma atividade acadêmica o desenvolvimento de metodologia de pesquisa bibliográfica. Desta forma. este número de horas será equivalente a um total de 138 créditos. disponível em www. conforme estabelecido pelo CNE/CES. o aluno deve realizar atividades correspondentes a um total de 1656 horas. ser acompanhado por um Professor Orientador.

constituindo-se assim em uma oportunidade do estudante exercer sua escolha em relação à sua atuação profissional. para cada uma das engenharias. está indicado na Tabela 7. . conferindo-lhe atribuições específicas em relação ao CREA). ou ainda disciplinas que visem aprimorar o perfil humanístico e de cidadania do profissional a ser formado pela UFABC. seja no sentido de complementar os conteúdos específicos dentro de sua modalidade de engenharia ou em outra modalidade de seu interesse. seja através de disciplinas de outras áreas. As Disciplinas de Livre Escolha permitem ao aluno personalizar sua formação acadêmica. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias . 22 .Centro de Engenharia. Eventualmente. constituindo-se de disciplinas que proporcionarão ao estudante atribuições profissionais em determinadas áreas de atuação da engenharia. buscando uma formação mais interdisciplinar. parcialmente. O número de créditos das Disciplinas de Opção Limitada. também foi estabelecido o número mínimo de 30 créditos. Para as Disciplinas de Livre Escolha. Tendo em vista as recomendações do CNE/CES e as características específicas de cada uma das modalidades de Engenharia oferecidas pela UFABC. do núcleo de conteúdos específicos de um Bacharelado em Engenharia. visando fortalecer a interdisciplinaridade e a autonomia dos estudantes. As Disciplinas de Opção Limitada caracterizam-se por complementar os requisitos do núcleo de formação específica.As Disciplinas de Livre Escolha (todas as disciplinas da UFABC que não tenham sido cursadas como parte dos conjuntos citados anteriormente).As Disciplinas de Opção Limitada Específicas de cada modalidade de Engenharia (disciplinas que proporcionam um aprofundamento dos estudantes na Engenharia pela qual optaram. poderá ampliar suas atribuições profissionais em relação ao CREA. o CECS exige um mínimo de 60 créditos para as Disciplinas Obrigatórias Específicas para cada modalidade de Engenharia (720 horas) que atendem às exigências do núcleo de conteúdos profissionalizantes e.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Assim. conforme o quadro abaixo: Tabela 7: Síntese da composição curricular das Engenharias Número de créditos das disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para todas as Engenharias) Número de créditos das disciplinas de Opção Limitada exigidas pelo Curso Número de créditos das disciplinas de Livre Escolha exigidas pelo Curso Modalidade de Engenharia Número de créditos das disciplinas Obrigatórias do BC&T Número de créditos das disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos Número de créditos das disciplinas Obrigatórias “Específicas” do Curso TOTAL de créditos do Curso Aeroespacial Ambiental e Urbana Biomédica Energia Gestão Informação Instrumentação. ou entre uma Engenharia e outro Bacharelado oferecido pela UFABC. apresentamos na Tabela 8 a proposta de matriz curricular geral para os estudantes de Engenharia.Centro de Engenharia. A seguir. a ser preenchida de acordo com o curso e a formação específica pretendidos por cada estudante: 23 . os estudantes podem cursá-las como Disciplinas de Livre Escolha. Diversas disciplinas são compartilhadas como Obrigatória ou de Opção Limitada entre as Engenharias. os colegiados de cada curso de Engenharia elaboraram as diretrizes para composição da matriz curricular dos estudantes. E ainda. Automação e Robótica Materiais 90 46 26 86 77 80 69 86 81 85 64 22 30 28 39 22 27 23 44 30 31 30 30 30 30 30 30 300 Cada curso de Engenharia tem sua própria estrutura curricular. com base nos parâmetros propostos pelo CECS. caso não façam parte desses conjuntos. mas esta estrutura é permeada de interfaces com outros cursos.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 8: Proposta de grade para estudantes de todas as Engenharias 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência. Conversão e Uso Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0003 Bases Matemáticas BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Estágio Curricular I Estágio Curricular II BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Trabalho de Graduação I Trabalho de Graduação II Trabalho de Graduação III Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 2º Quadrimestre 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre 7º Quadrimestre 3 º A N O 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre 13º Quadrimestre 14º Quadrimestre 15º Quadrimestre 4 º A N O 5 º A N O 24 .Centro de Engenharia. Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) BC0002 Projeto Dirigido Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens.

C. 2001. F. R. H. Aritmética de ponto flutuante. Zeros de Funções Reais: Métodos de quebra – bisseção / falsa posição. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 5 – Ementas das Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para as Engenharias) 01 ÁLGEBRA LINEAR Código: BC1425 TPI: 6-0-5 Carga Horária: 72h Recomendação: Geometria Analítica Ementa: Sistemas de Equações Lineares: Sistemas e matrizes. M.. São Paulo. Bibliografia Complementar: COELHO. RORRES. & LOURENÇO. decomposição A = LU. Transformações Lineares: Definição de transformação linear e exemplos. 6ª Edição. Ajustamento de Curvas pelo Método dos Mínimos Quadrados: Interpolação Polinomial: Existência e unicidade do polinômio Interpolador. Dependência e independência linear. V. Espaço Vetorial: Definição e exemplos. IMPA. Base de um espaço vetorial e mudança de base. Base de autovetores. 8a. Métodos iterativos – Jacobi / Gauss-Seidel. 25 . Bibliografia Básica: RUGGIERO. Combinação linear. Métodos de ponto fixo – iterativo linear / Newton-Raphson. Simpson. Arredondamento e truncamento. Álgebra linear com aplicações. Autovalores e Autovetores: Polinômio característico. Núcleo e imagem de uma transformação linear. Bibliografia Básica: BOLDRINI.A. Integração numérica: Métodos de Newton-Cotes. 1986. H. J. L. E. M. Matriz mudança de base. Álgebra Linear. Um curso de Álgebra Linear. Diagonalização de operadores. ANTON. Matrizes escalonadas. Cálculo Numérico..Centro de Engenharia. 2003. 02 CÁLCULO NUMÉRICO Código: BC1419 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Funções de Uma Variável Ementa: Aritmética de ponto flutuante: Erros absolutos e relativos. Estudo do erro.G. Métodos de Múltiplos passos – secantes. L. Estudo do erro. e LOPES. Trapézios. Sistemas homogêneos. 2001. V. Aspectos Teóricos e Computacionais. Resolução de Sistemas de Equações Lineares: Métodos diretos – Cramer / eliminação de Gauss. 3a edição. LIMA. ed. L. S. Porto Alegre: Bookman. Subespaços vetoriais. Editora da Universidade de São Paulo-EDUSP.L. & WETZLER. U. Editora Harbra Ltda.R. Posto e Nulidade de uma matriz. L. COSTA. Coleção Matemática Universitária. FIGUEIREDO. Newton e Gregory-Newton. Polinômio interpolador de: Lagrange. Transformações lineares e matrizes. G. L.

. Cálculo Numérico (com aplicações). Prentice-Hall. Circuito RL. Fotodiodos e Diodos emissores de luz.. Wiley. Capacitor. “Optics”. 2012.O. “Análise de Circuitos em Engenharia”. “Fundamentals of Photonics”. BARROS. Harbra.... Semicondutores. Resistência. R.K. Divisores de tensão e corrente. Bookman. . 2a. BARROSO. série unitária.M. 2006. Potência e Energia. HECHT. Óptica de raios. Métodos e Teoremas de Análise de Circuitos. SVOBODA. S. Indutor. E. W. Wiley-Interscience. S. O. (1987). A. SALEH. Polarização e polarizadores. HETEM JUNIOR. 03 CIRCUITOS ELÉTRICOS E FOTÔNICA Código: BC1519 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Eletromagnéticos Ementa: Corrente. 4ª. 26 . 7ª Ed.H. HAYT Jr. Óptica ondulatória. Tensão.. Addison Wesley.A. Fibras ópticas. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias São Paulo. Annibal.. 1988. M. Ed.N. “Principles of Physical Optics”. 1972. C. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. Cálculo numérico. KASAP.Centro de Engenharia. Prentice Hall. R. 2008. Ondas eletromagnéticas.. Elementos de CA. 2008. Bibliografia Complementar: DORF. 7ª. E. ALEXANDER. L. BURIAN. Ed. J. ed. 2008. Interferência e Difração. “Optoelectronics and Photonics – Principles and Practices”. São Paulo: Edgar Blücher. Circuito RC. 114 p. taxa de juros. 2002. Bibliografia Complementar: FRANCO. Ed. Fundamentos de óptica e fotônica. M.L. KEMMERLY. São Paulo: Pearson Prentice Hall.C. Antonio Carlos de. BENNETT.. 1972.. Ivan de Queiroz.A. SADIKU. Associações série e paralelo. Bibliografia Básica: BOYLESTAD. Rio de Janeiro: LTC. Pearson. Introdução ao cálculo numérico. “Introdução a Análise de Circuitos”. Reinaldo. B... 2006.. Ivan de Queiroz.E. C. Cálculo numérico. Mc Graw Hill. J. Wiley (2006). 2001. São Paulo: Edgar Blücher. TEICH.C. 04 Código: BC1713 TPI: 2-1-3 Carga Horária: 36h Recomendação: Não há ENGENHARIA ECONÔMICA Ementa: Juros. 12a edição. LIMA. BARROS. Fasores. McGraw-Hill. 114 p.. Lei de Ohm e Leis de Kirchhoff. Neide Bertoldi. Introdução ao cálculo numérico. DURBIN. C. 3ª Ed. 2007. diagrama de fluxo de caixa e equivalência. “Introduction to Electric Circuits”.

Administração financeira: teoria e prática. R. São Paulo: Atlas. Engenharia econômica e finanças... L. F. séries uniformes e as relações entre seus fatores. depreciação. Desenho assistido por computador (CAD): Modelagem de peças (extrusão. 27 . Engenharia econômica. varredura. 1987. Comunicação Gráfica Moderna.. cortes e secções. 2004 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). GASPAR. Engenharia econômica e finanças. BRIGHAM. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). revolução. leiaute e dimensões . 2002. I. C. valor futuro e séries uniformes. C.. A. EARLE. NBR 8196.. ABENSUR. Finanças corporativas: fundamentos. Aplicação de linhas em Desenho Tecnico NBR 8403. Fundamentos de Desenho e Projeto. Engenharia econômica e análise de custos. São Paulo: McGraw-Hill. M. Economia de empresas.Centro de Engenharia. J. L.. taxas nominal e efetiva.. E. GONÇALVES. São Paulo. ISBN: 9788522426621 BLANK. ISBN: 8522441596 KUPPER. BRUNSTEIN. Porto Alegre: Ed. Rio de Janeiro: Campus. O. loft). Plêiade. Ed. práticas brasileiras e aplicações em planilha eletrônica e calculadora financeira. Folhas de Desenho. HASENCLEVER. Rio de Janeiro. escalas e dimensionamento. 2005. TARQUIN.. J. L. 2008. ISBN 9788535232103. Bibliografia Básica: RIASCOS. 1113 p. série gradiente aritmético e gradiente geométrico. Bookman. perspectivas. Bibliografia Complementar: GIESECKE. 1999. 2a edição. projeto e análise de montagens. análise de projetos.H. ISBN 9788522428045. 2010. 05 FUNDAMENTOS DE DESENHO E PROJETO Código: BC1416 TPI: 1-3-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há Ementa: Desenho Técnico: normalização em desenho técnico. Prentice Hall. Rio de Janeiro. L. D.. Rio de Janeiro. et al. and MUSTO. C. São Paulo: Atlas. 2009. R. Engineering Design Graphics. HOWARD. R. 11ed. H. F. et al. C. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias valor presente. Rio de Janeiro. Bibliografia Básica: HIRSCHFELD. D.. 2002.A. Introduction to Solid Modeling Using SolidWorks 2007. 2009. análise comparativa entre alternativas de investimento. LIMA. ISBN: 9788536615448 Bibliografia Complementar: MOTTA. Desenho Técnico – emprego de Escalas.E. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). 2009. et al. MARQUES. A. São Paulo: Scortecci. Rio de Janeiro: Campus. cascas. 2008.NBR 10068. 2009.. 1994. W. projeções e vistas ortográficas. Cotagem em Desenho Técnico NBR 10126.M. Economia industrial. Rio de Janeiro: Elsevier. GAPENSKI. São Paulo: Atlas. E. E. EHRHARDT. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). 1982.

A. tempo de resposta e resposta em freqüência de sensores. Prentice Hall do Brasil. 1994. Abordar a engenharia como um esforço individual e coletivo inter e multidisciplinar. Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Princípios de controle automático: controle de malha aberta e de malha fechada. Discutir alguns desafios tecnológicos e científicos em estudos de casos. J. P. SPJUT.Centro de Engenharia. "Instrumentação Eletrônica Moderna e Técnicas de Medição". R.. C. Ed. DORF. Serão abordados temas que exibem a atuação profissional dos engenheiros com o enfoque no desenvolvimento do indivíduo e da sociedade. S. K. Florianópolis.. C. Silva Jr. ''Soluções Práticas de Instrumentação e Automação''. Modern Control Engineering. "Modern Control Systems". REGAZZI. "Engenharia de controle moderno".. E. V. Abordar as responsabilidades éticas e técnicas de engenheiros na prática profissional. 3ª ED.. BALBINOT. ''Instrumentação. W. Bibliografia Complementar: ALVES. Ed. 2012. transdutores de instrumentação de sistemas de medições. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 06 INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE Código: BC1507 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias. Mathematical models in applied sciences Ogata. 2006. DYM. PEREIRA. L. osciloscópios. controladores elementares.. LTC. Prentice Hall. 1a edição. 4a edição. D. 2003... Introdução à Engenharia: Conceitos. diagramas de blocos.. Circuitos de instrumentação: medições com pontes. modelagem matemática de sistemas dinâmicos no espaço de estados. PEREIRA.. Princípios de medição de grandezas físicas. P..D. K.H. ORWIN.. UFSC. E. Ferramentas e Comportamentos.D. 10th edition. A. 07 Código: BC1710 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Não há INTRODUÇÃO ÀS ENGENHARIAS Ementa: Fornecer uma introdução às engenharias com ênfase nas engenharias oferecidas pela UFABC: suas interconexões com a evolução da sociedade. COOPER. W.. Bibliografia Básica: BAZZO. J. 2001. Prentice Hall. 2005. F. A. 1a edição. 3ª ED.C. R. FOWLER. Bibliografia Básica: OGATA. Controle e Automação de Processos''. M. 28 . T. 2005. R. BRUSSAMARELLO. V. Gráfica AWG. 1a edição. LITTLE.. ''Instrumentação e Fundamentos de Medida''. A. L.. Introdução à Engenharia. instrumentos indicadores eletromecânicos. HELFRICK. Bookman. L. LTC. BISHOP..

Fadiga. R. HUMMEL. Equações Básicas na Forma Integral para Volume de Controle. físicoquímicas. SHACKELFORD. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 2010. D. and LEANDER .Centro de Engenharia. mecânicas. térmicas. SMITH. Ed. Estática dos fluidos. Introdução à Análise Diferencial. 08 Código: BC1105 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES Ementa: Tipos de materiais: metálicos. Ed. D. Caracterização de materiais: técnicas de ensaio mecânico e opto-eletrônico. JAMES F. 4th Edition.. J. JAVAD. Introdução à Engenharia – Modelagem e Solução de Problemas.D. K.. R. and HETHWISCH.E. Bibliografia Complementar: WHITE. óticas e biológicas. ANDERSON . 2011. 29 . polímeros. LTC. HOLTZAPPLE. WILLIAM and HASHEMI. M. S. W. cerâmicos. Properties of Materials. Cengage Learning. W. fluência e corrosão. Ementa: Introdução e conceitos fundamentais. Introdução à Engenharia.D. Funções de Uma Variável..C. and RAWLINGS. L. Bibliografia Complementar: BROCKMAN.. Materiais ferrosos. Princípios de Ciências dos Materiais. Equações constitutivas. Funções de Várias Variáveis. and ALEXANDER .H. Understanding Materials Science. Apresentações feitas pelos docentes dos 8 cursos de engenharia da UFABC e por engenheiros convidados das indústrias instaladas no Grande ABC e região metropolitana de São Paulo.. LTC. D.. Stamford. Bibliografia Básica: CALLISTER JR. Fundamentals of Materials Science and Engineering: An Integrated Approach. 2006. J. Rio de Janeiro. MOAVENI. Dano e envelhecimento. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. G. Foundations of Materials Science and Engineering.D. W.A. VAN VLACK. biomateriais e novos materiais. Engineering Fundamentals: An Introduction to Engineering. J. 09 MECÂNICA DOS FLUIDOS I Código: BC1103 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Térmicos.. Introduction to Materials Science for Engineers. T.M. USA.. B. REECE.. Propriedade de materiais: físicas. 2010. Materials Science. Rio de Janeiro. M. CALLISTER .

Pijush K. DEWOLF... 2. xviii. c2008. J. H.. Resistência dos materiais: Mecânica dos materiais. flexão e torção. 798 p. Merle C. 4. Geometria Analítica.. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. v. ÇENGEL. Bibliografia Complementar: NUSSENZVEIG. Bibliografia Básica: HIBBELER. PANTON. David C. 4 ed. Mecânica dos fluidos. 2004. Editora Edgard Blüchger. R. Mecânica dos Fluidos: Fundamentos e Aplicações. C. Alan T.. 6ª Ed. 2004. New York: Dover Publications. Campo de deformações.D. Resistência dos Materiais.. HIBBELER. 286 p. 2008. Quarta Edição. Mecânica dos Fluidos para Engenheiros.. oscilações e ondas. 2004.ed.L. Great Lakes Press. Amsterdam: Academic Press..ed. L. 1984. Rio de Janeiro: LTC. xiv.Mecânica para engenharia. Fenômenos Mecânicos. Ferdinand P. 6). 2002... Imprimatur. Pearson. I. São Paulo.M. São Paulo: Pearson Makron Books. Análise de tensões em estruturas simples. WIGGERT.C. 2 ed.. McGraw Hill. OKIISHI. (Cambridge mathematical library). C.. 751 30 . New York: Cambridge University Press. Estática . McGraw Hill. ed. Fluid Mechanics. Edgard Blüchger Ltda. J. E. FOSS. Barras e vigas: esforço normal. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: FOX. 1994. McGraw Hill.. Blücher. F. H. c2004. 872 p. 4 ed. 2006. Ementa: Estática. SHAMES. Fluid mechanics. São Paulo: E. São Paulo. 5.. Fluid mechanics. PRITCHARD. São Paulo. LIFSHITZ. Corpos elásticos. 5 ed. KUNDU. J. 6. Força e Tensão.A. M. 1994. (Course of Theoretical Physics. Equações constitutivas. Pearson. calor. H. Curso de física básica: 2 fluidos. R. Fluid Mechanics. 1982. 688 p. tensors. Ira M. xx. R. Y. M. LANDAU.. São Paulo: Cengage Learning. Lei de Hooke. 539 p. 1989. 2010. 2010. YOUNG.Centro de Engenharia. Prentice Hall. COHEN. Mecânica dos Fluidos. 615 p.. T.. D. Robert W. CIMBALA. Equações de equilíbrio. ISBN 9788522103096. Campo de tensões. Russel E. JOHNSTON JUNIOR. VIANNA.R. 4a Ed. Prentice Hall. Introdução à mecânica dos fluidos. Fundamentos de Desenho e Projeto. Philip J. and the basic equations of fluid mechanics. Estados planos de tensões e deformações. POTTER. M. POTTER. Incompressible Flow.. F. Flambagem. Vectors. Amsterdan: Elsevier.. BATCHELOR. Moysés. Geometria do deslocamento de um corpo deformável. John Wiley. LIGGETT.John T. xxviii.. v. BEER. x. 314 p. 2006. ARIS. xvii. Artes Ltda. MCDONALD.. Mecânica dos Fluidos. M. An introduction to fluid dynamics.F... Rutherford. 2001. 2000. 10 MECÂNICA DOS SÓLIDOS I Código: BC1104 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Funções de Uma Variável. WHITE. G K. rev.

Ed. Experimentos e projetos de medição das principais grandezas físicas associadas às engenharias. São Paulo: Érica. Vocabulário internacional de Metrologia.ed. and BEASLEY. Upper Saddle River. HIBBELER. B. 5.J: Pearson Prentice Hall. São Paulo: Makron Books/Mcgraw-Hill. Bibliografia Complementar: FIGLIOLA. Rio de Janeiro. “Estatística Aplicada”. Mecânica dos materiais. Roy R. 360 p. Disponível em: http://www. 2. 982 p. FARBER.gov.pdf Acesso em 26 de fevereiro de 2013. Ferdinand P. 2003 BALBINOT.. ed rev. V. c2005. (Inclui o programa MDsolids de Timothy A. 2ª Ed. ISBN 8534602034. 1 e 2. R. Mecânica vetorial para engenheiros: Cinemática e dinâmica. E. Leroy D. ISBN 013191345X. 2012. ISBN 9788571946668.Conceitos fundamentais e gerais e termos associados.. T. 11 MÉTODOS EXPERIMENTAIS EM ENGENHARIA Código: BC1707 TPI: 0-3-2 Carga Horária: 36h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Conceitos básicos de medições: calibração.H. Willian F.Centro de Engenharia. Philpot. 3ª edição brasileira. INMETRO. Bibliografia Complementar: BEER. LTC. 18 ed.br/infotec/publicacoes/vim_2012. 552 p. 2010.. LARSON. “Theory and design for mechanical measurements”. 5ª Ed.Inmetro. análise estatística de dados experimentais e ajuste de curvas. A. Mecânica técnica e resistência dos materiais. ganhador do Premier Award for excellence in Engineering Software.ed. INMETRO. RILEY. D. Guia para a Expressão da Incerteza de Medição. Wiley. Edgar Blücher.. R. ISBN 852161362-8. Análise de dados experimentais: causas e tipos de incertezas. 4ª Ed.. MORRIS.. Inmetro. ISBN 9788563308023.. São Paulo. Bibliografia Básica: VUOLO. 5. S. J. et al. 6th ed. Edição Luso-Brasileira.. ISBN 852121332-6. 2010. 2000. “Fundamentos da teoria de erros”. Mecânica dos materiais. 12 Código: BC1309 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h TERMODINÂMICA APLICADA I 31 . N. Rio de Janeiro: LTC. “Instrumentação e Fundamentos de Medidas”. Don H. Vols. Sarkis. 2ª Ed. Preparação de relatórios. 2007.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias p. MELCONIAN. CRAIG JR. xvi.inmetro. 2003.. 1996. . Pearson Prentice Hal l. ajustes e padrões. Mechanics of materials. SYURGES. Acompanha CD-ROM). 600 p. J. c1994. BRUSAMARELLO. C.. Rio de Janeiro: LTC. Rio de Janeiro: ABNT. 873 p. São Paulo. 2010.

ISBN 9788521200826. WINTERBONE. ISBN 8522104891. Carl H. mecânica dos fluidos e transferência de calor. mecânica dos fluidos e transferência de calor. Richard E. ISBN 972771297-5. xix. Princípios de termodinâmica para engenharia. São Paulo: Mc-Graw-Hill. BORGNAKKE. Frank W... 2004. transferência de calor. A. 365 p. Merle C. Claus.. Rio de Janeiro: LTC. São Paulo: Edgard Blücher. sob supervisão dos professores. 32 . ISBN 9780340676998. 2009. São Paulo: Thomson Learning. 2003. 800 p. envolvendo temas das diversas áreas de engenharia. 5 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnico e Científicos Editora S. Bibliografia Básica: SONNTAG. HENDERSON. circuitos. 2006. 13). ISBN 9788521616894. palestras. (Ciência e técnica. ISBN 85-86804-66-5. 2005. Bibliografia Complementar: MORAN. Entropia. Termodinâmica. Advanced thermodynamics for engineers. Deve envolver mecânica dos fluidos. Elaine P. Michael A. MORAN.Centro de Engenharia. SCHMIDT. 466 p. c1999. 6 ed. Oxford: Butterworth Heinemann. Dilip. ISBN 852161446-2. PRIGOGINE. 1ª e 2ª Lei da Termodinâmica para Sistemas e Volumes de Controle. Termodinâmica. Lisboa: Instituto Piaget. c1997. 740 p. Os assuntos deverão ser apresentados na forma de tópicos e serão desenvolvidos projetos simples. Yunus A. WOLGEMUTH. 2006. Rio de Janeiro: LTC. Howard N. informação. controle.. Introdução à engenharia de sistemas térmicos: termodinâmica. POTTER. através de aulas. propulsão. 604 p. estruturas. 418 p. Introdução à termodinâmica para engenharia. SCOTT. Propriedades termodinâmicas de substâncias puras. Michel J et al. Termodinâmica: dos motores térmicos às estruturas dissipativas. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Recomendação: Fenômenos Térmicos Ementa: Conceitos fundamentais. softwares. 6 – Ementas das Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos 01 ENGENHARIA UNIFICADA I Código: EN1002 TPI: 0-3-5 Carga Horária: 36h Requisito: Todas as Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para todas as Engenharias) Ementa: Apresenta os princípios e métodos de engenharia e suas interrelações e aplicações. etc. Robert E. Ciclos termodinâmicos a vapor e a gás. ISBN 9788521613442. 381 p. Ilya. 378 p. Desmond E. Boles. KONDEPUDI. Michael J. ÇENGEL. materiais. SHAPIRO. Introdução às ciências térmicas: termodinâmica. projetos e laboratórios.

LTC. W. GROTE. Pereira. PAH. transferência de calor. FELDHUSEN and K. J. Florianópolis. document engineering .H.A Systematic Approach". CRC Press. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: BAZZO. Bibliografia Complementar: G. 2006. Bibliografia Básica: BAZZO. The MIT Press. 2004 02 ENGENHARIA UNIFICADA II Código: EN1004 TPI: 0-3-5 Carga Horária: 36h Requisito: Engenharia Unificada I Ementa: Apresenta os princípios e métodos de engenharia e suas interrelações e aplicações. "Engineering Fundamentals". envolvendo: tensões e deformações. do V. “Materials for engineering”. Os assuntos seriam apresentados na forma de tópicos e seriam desenvolvidos projetos simples. SC: Ed. W. W. L. Rio de Janeiro – RJ. Bibliografia Complementar: G. Elsevier Newnes. sob supervisão dos professores. através de aulas. PEREIRA. T. circuitos. "Engineering Design . bocais e outros elementos típicos de veículos aéreos ou espaciais. propulsão. ROBERT J. "Engineering Design . 2006.. 2005. aerofólios. L. Springer-Verlag London Limited 2007. 2006. TIMINGS. estruturas. R. MARTIN. Ed. W. PAH. 3 Ed.. Inc. 2003.analyzing and designing documents for business informatics & web services. A. 3 Ed. Introdução à Engenharia. HOLTZAPPLE AND REECE. Rio de Janeiro – RJ. A. LTC.. 2002. Introdução à engenharia. J... R. Inc. 33 . The MIT Press. “Materials for engineering”. materiais. 2006. GLUSHKO and TIM MCGRATH. LEGO Mindstorms Masterpieces (Building and Programming Advanced Robots) by Syngress Publishing. Introdução à Engenharia.Centro de Engenharia. 2006. GLUSHKO and TIM MCGRATH. MARTIN. projetos e laboratórios. HOLTZAPPLE AND REECE. Introdução à engenharia. controle. 2006. BEITZ. BEITZ. UFSC.. UFSC. document engineering . J. pequenos robôs. 2002. softwares. FELDHUSEN and K.analyzing and designing documents for business informatics & web services. Elsevier Science Press. GROTE. COLIN H SIMMONS and DENNIS E MAGUIRE. W. “Manual of Engineering Drawing”. LEGO Mindstorms Masterpieces (Building and Programming Advanced Robots) by Syngress Publishing. ROBERT J.H. Ed. W. 2005. T. TIMINGS. do V. "Engineering Fundamentals". palestras. etc. J. CRC Press. 2003. Deve envolver mecânica dos fluidos. Elsevier Science Press. Springer-Verlag London Limited 2007.A Systematic Approach". SC: Ed. Florianópolis.

Estágio Curricular I Ementa: Estudos de situações reais em engenharia junto a instituições ou empresas públicas ou privadas credenciadas pela Universidade. Bibliografia Complementar: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. Supervisão da empresa ou instituição. Apresentação de relatório das atividades desenvolvidas no prazo estabelecido. Atividade individual orientada por um docente do curso e elaboração do relatório.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 03 ESTÁGIO CURRICULAR I Código: EN1X01 TPI: 0-7-0 Carga Horária: 84h Requisito: Ver resolução de Estágio específica para o curso Ementa: Estudos de situações reais em engenharia junto a instituições ou empresas públicas ou privadas credenciadas pela Universidade. Supervisão da empresa ou instituição. Bibliografia Complementar: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. conforme cronograma da disciplina. 04 ESTÁGIO CURRICULAR II Código: EN1X02 TPI: 0-7-0 Carga Horária: 84h Requisitos: Ver resolução de Estágio específica para o curso. Bibliografia Básica: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. conforme cronograma da disciplina. 05 TRABALHO DE GRADUAÇÃO I Código: EN1X03 TPI: 0-2-4 Carga Horária: 24h Requisito: Ver resolução de TG específica para o curso Ementa: O Trabalho de Graduação (TG) dos cursos de Engenharia do Centro de Engenharia. de acordo com o plano de trabalho previamente estabelecido. de acordo com o plano de trabalho previamente estabelecido. Bibliografia Básica: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. Atividade individual orientada por um docente do curso e elaboração do relatório. 34 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS) da Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC) consiste em trabalho de Síntese e Integração dos Conhecimentos adquiridos ao longo do curso de um tema pertinente aos cursos de Engenharia e sob orientação de um Professor Orientador definido pelos respectivos colegiados de curso ou por qualquer outra instância equivalente. Apresentação de relatório das atividades desenvolvidas no prazo estabelecido.

Bibliografia Complementar: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. 06 TRABALHO DE GRADUAÇÃO II Código: EN1X04 TPI: 0-2-4 Carga Horária: 24h Requisito: Trabalho de Graduação I Ementa: O Trabalho de Graduação (TG) dos cursos de Engenharia do Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS) da Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC) consiste em trabalho de Síntese e Integração dos Conhecimentos adquiridos ao longo do curso de um tema pertinente aos cursos de Engenharia e sob orientação de um Professor Orientador definido pelos respectivos colegiados de curso ou por qualquer outra instância equivalente. Bibliografia Básica: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. Bibliografia Básica: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. 35 . Bibliografia Complementar: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. Bibliografia Complementar: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS) da Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC) consiste em trabalho de Síntese e Integração dos Conhecimentos adquiridos ao longo do curso de um tema pertinente aos cursos de Engenharia e sob orientação de um Professor Orientador definido pelos respectivos colegiados de curso ou por qualquer outra instância equivalente. 07 TRABALHO DE GRADUAÇÃO III Código: EN1X04 TPI: 0-2-4 Carga Horária: 24h Requisito: Trabalho de Graduação II Ementa: O Trabalho de Graduação (TG) dos cursos de Engenharia do Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação.

1.Bolsa Permanência Destinada às despesas relacionadas às necessidades básicas (transporte. exclusivamente para fins educacionais. que possivelmente tenham enfrentado e vencido grandes barreiras para acessar a universidade.1 . Os Programas de Apoio se constituem como uma das estratégias de inclusão social e consiste no subsídio financeiro (bolsas) concedido ao estudante após o atendimento de critérios estabelecidos pelo Conselho Universitário da UFABC (Resolução CONSUNI nº 59/2010 ou outra que venha a substituí-la) e outros editais próprios que estabelecem procedimentos para a seleção dos estudantes que serão atendidos.Projetos de Assistência Estudantil 7. portanto.Ações Acadêmicas Complementares à Formação A UFABC possui diversos projetos e ações para promover a qualidade do ensino de graduação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 7. grande impacto na mitigação do problema da evasão que ocorre nas universidades brasileiras. 36 .2 .1. alimentação. livros) do estudante. 7. Os Programas de Apoio têm. não a abandonem em face dos problemas financeiros seus ou de suas famílias.Centro de Engenharia. dos quais merecem destaque: 7.1 .1. vestuário.1. Este subsídio visa a oferecer condições para que os estudantes. 7.1 .Divisão de Apoio ao Estudante de Graduação (DAEG) A DAEG (Divisão de Apoio ao Estudante da Graduação) é responsável pela execução dos programas de apoio aos estudantes da Graduação que objetivam minimizar os impactos sociais e econômicos que influenciam negativamente as condições de permanência do estudante na Universidade.Bolsa Moradia Destinada aos estudantes que necessitam morar fora de seu domicílio familiar.1.

Centro de Engenharia. bem como realizar a prestação de contas à comissão que autorizou a concessão da bolsa em até dez dias após o término do evento. etc. O beneficiário deverá apresentar relatório de atividades desenvolvidas. a Universidade acredita que o aluno não deve passar o tempo todo em sala de aula e sim buscar o aprendizado com outras ferramentas.2 – Projeto de Ensino-Aprendizagem Tutorial (PEAT) Este projeto tem como objetivo promover a adaptação do aluno ao projeto acadêmico da UFABC. A Iniciação Científica (IC) é uma ferramenta de apoio teórico e metodológico à realização do projeto pedagógico. trancamento.3 – Iniciação à Pesquisa Científica A Pesquisa Científica objetiva fundamentalmente contribuir para a evolução do conhecimento humano em todos os setores. culturais. em busca de sua independência e autonomia e a fim de torná-lo empreendedor de sua própria formação. A UFABC possui três programas de iniciação à pesquisa científica: 37 . O tutor é um docente dos quadros da UFABC que será responsável por acompanhar o desenvolvimento acadêmico do aluno. estratégias de estudo. 7. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 7. podendo ficar suspenso dos programas de apoio estudantil da UFABC. O aluno que não cumprir esse procedimento no prazo fixado será advertido pela Universidade.3 . Será seu conselheiro. As solicitações do recurso devem ser encaminhadas à Divisão Administrativa da Pró-Reitoria de Graduação. sendo assim um instrumento de formação. de lazer e de cidadania. orientando-o para uma transição tranquila e organizada do Ensino Médio para o Superior. sendo assim fundamental em universidades como a UFABC. este benefício tem a finalidade de suprir as despesas referentes à participação de alunos de Graduação em eventos científicos.1. esportivos.1. a quem deverá recorrer quando houver dúvidas a respeito de escolha de disciplinas.Bolsa-Auxílio-Participação em Eventos Conforme Resolução ConsEP no 26 de 17 de Dezembro de 2008 (ou outra Resolução que venha a substituí-la). Considerando que ensino e pesquisa são indissociáveis. 7.

Centro de Engenharia.3. 7.Programa de Iniciação Científica – PIBIC/AF Projeto do CNPq cujo objetivo é oferecer aos alunos beneficiários de políticas afirmativas a possibilidade de participação em atividades acadêmicas de Iniciação Científica.3. seja como um futuro profissional do mercado ou como pesquisador. Este programa visa dar ao aluno ingressante a idéia de que a pesquisa científicopedagógica é parte fundamental de sua formação. incentivar a interação entre eles e os professores e propiciar apoio aos graduandos matriculados no BC&T e no BC&H. As atividades de monitorias são dimensionadas pelos docentes de cada disciplina. Entretanto.2 .1 . Haverá um edital anual para a seleção de monitores em duas modalidades: um edital para blocos de disciplinas dos três quadrimestres dos Bacharelados Interdisciplinares e outro edital para os cursos específicos vinculados aos Bacharelados Interdisciplinares.4 . a ênfase 38 . A Monitoria Acadêmica é um projeto de apoio estudantil. Na UFABC. O monitor auxilia os demais alunos da disciplina. de cooperação. da constante atualização e do empreendimento na própria formação.Pesquisando Desde o Primeiro Dia (PDPD) Programa de concessão de bolsas destinado a alunos do primeiro ano da Universidade. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 7. 7.3 . Seus recursos são provenientes da Pró-Reitoria de Graduação (ProGrad). levantando dúvidas a acerca dos conteúdos e exercícios (teóricos/práticos). essa atividade busca estimular no aluno monitor o senso de responsabilidade. e por isso os alunos monitores recebem auxílio financeiro pelo desenvolvimento destas atividades. financiadas pela própria UFABC (PIC) e em parceria com CNPq (PIBIC).3. 7.Projeto de Monitoria Acadêmica A Monitoria Acadêmica tem o compromisso de desenvolver a autonomia e a formação integral dos alunos. e acompanhadas por meio de relatórios e avaliações periódicas.Programa de Iniciação Científica – PIC/PIBIC Programas de concessão de bolsas de Iniciação Científica. a satisfação em ampliar conhecimentos e o empenho nas atividades acadêmicas. A prática da monitoria representa uma oportunidade para os estudantes compreenderem a importância da ética.

desenvolvimento. sendo um deles o representante.000 membros do IEEE em mais de 150 países espalhados pelo mundo.Criação de redes de contatos nos âmbitos nacional e internacional.Centro de Engenharia.Desenvolvimento de habilidades tanto na área técnica quanto na área de Gestão de Pessoas. estudantes e profissionais cujo interesse técnico esteja relacionado com a engenharia da computação. 7. congressos regionais. biomédica.Organizar. está focada ao processo de desenvolvimento de conhecimento e maturidade profissional dos alunos. aeroespacial e todas as suas disciplinas relacionadas e com ramificações para muitas outras áreas do saber. O IEEE colabora no incremento da prosperidade mundial. visitas às empresas e viagens. em áreas baseadas nos cursos oferecidos pela Universidade. relacionamento interpessoal e trabalho em equipe. proporcionando assim aos seus membros: . eletrônica. elétrica. O seu principal objetivo é potencializar a participação dos alunos através de atividades extra-curriculares. mini-cursos. Os Ramos Estudantis do IEEE são organizações formadas por alunos de Universidades que são membros do IEEE. projetos. . 39 . O Ramo Estudantil do IEEE UFABC é composto por membros voluntários. promovendo a engenharia de criação. É atualmente uma referência incontestável nos panoramas científicos e tecnológicos. integração e compartilhamento. telecomunicações.Desenvolvimento de projetos sem fins lucrativos com parcerias de empresas e instituições objetivando beneficiar a sociedade acadêmica.5 – IEEE O IEEE. Estes últimos são formados por um grupo de no mínimo 05 (cinco) alunos. Existem mais de 375. desenvolver e participar de palestras. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias dada ao programa de monitoria acadêmica. workshops de treinamento. é uma associação profissional global e sem fins lucrativos para o avanço tecnológico. cientistas. temos a Diretoria e a divisão em Grupos de Afinidades. Seus membros são engenheiros. . . Dentre eles. e o conhecimento aplicado no que se refere à ciência e tecnologias em benefício da humanidade e da profissão.Desenvolvimento de liderança. Institute of Electrical and Electronic Engineers. permitindo-lhes desenvolver ações que possibilitem a ampliação de seus conhecimentos. .

1. projetos e programas de 40 . urbanos e sócio-econômicos contemporâneos. Resultados disso são as diversas situações de separação estanque de estatutos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8 – Dados específicos de cada modalidade de Engenharia 8.1. Há especificidades relevantes dos problemas e desafios ambientais no meio urbano. e têm-se constituído instituições e arcabouços regulatórios dos setores ‘ambiental’ e ‘urbano’ que têm apresentado dificuldades explícitas de integração e articulação. No Brasil a população urbana supera 80% da população total. Assim.2 – Perfil do Curso O curso de Engenharia Ambiental e Urbana proposto pela UFABC tem como finalidade a formação de profissionais engenheiros aptos a tratar dos problemas ambientais. Em 26 regiões metropolitanas existentes vivem mais de 70 milhões de habitantes em 167 mil Km2 . os impactos do desenvolvimento e da ação antrópica nos sistemas ambientais e sociais. engenheiros. os problemas ambientais tendem a se localizar cada vez mais nas cidades.Centro de Engenharia. de um lado. leis. atingiram graus mais elevados e alarmantes.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia Ambiental e Urbana Diplomação: Engenheiro Ambiental e Urbano Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André 8. instituições. tanto nas áreas intra-urbanas. têm sido formados pelos cursos convencionais.1 – Engenharia Ambiental e Urbana 8. Do ponto de vista dos perfis profissionais. quanto nas peri-urbanas. Com o advento da sociedade moderna urbano-industrial no século XIX e com a transição para a era pós-industrial caracterizada pela globalização a partir do final do século XX e início do XXI. historicamente.

Espera-se a contribuição da engenharia de forma mais eficaz e eficiente para preservação do ambiente e melhoria das condições de vida e saúde da população.1. e outras formas de ação profissional com foco nos sistemas ambientais. 8. 8. intervenções e usos sustentáveis. A segregação em órgãos públicos. consultorias.3. avaliação e implementação de políticas públicas relacionadas ao planejamento e à gestão do território. por exemplo. projetos.1. qualificar e modelar variáveis e parâmetros desses processos sócio-espaciais e as decorrentes demandas por redes.3 – Objetivos do Curso 8. planejar e gerenciar (monitorar) ecossistemas naturais e urbanos. V . Conclui-se pela importância de formarem-se no país. e privados. perícias.Centro de Engenharia.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para conceber.  . proposição/intervenção por meio de planos. arquitetos-urbanistas). chegou a um ponto em que há os profissionais identificados como ‘experts’ ambientais (agrônomos.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para identificar. visando a preservação e conservação de áreas verdes. engenheiros sanitaristas. principalmente os que têm sofrido ação antrópica. engenheiros florestais e engenheiros ambientais) e profissionais ‘experts’ urbanos (engenheiros civis.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para a formulação.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para identificar e analisar dinâmicas de uso e ocupação do território visando quantificar. Um caso exemplar refere-se às Áreas de Preservação Permanente em regiões urbanizadas. 41 . o meio ambiente e suas interações. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias iniciativa pública e privada.1 – Objetivo Geral Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para interpretar dinâmicas e intervir em processos dos sistemas urbanos. análise.  . analisar e interpretar o ambiente biótico e abiótico visando apropriações.3. profissionais que tenham capacidades para diagnóstico. sistemas e serviços de infra-estrutura urbana.1.2 – Objetivos Específicos  .

1. 8. visando a sua mitigação. V . X . X . Transporte e circulação. análise e avaliação dos impactos ambientais associados ao uso e ocupação do território. X . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias V .Centro de Engenharia.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para atuar profissionalmente na área de gestão do saneamento ambiental. por meio de caracterização da área de estudo. Coleta. Coleta.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para atuar no âmbito de ações integradas para melhoria de indicadores de saúde pública e meio ambiente.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para atuar no âmbito de ações integradas para melhoria da qualidade do ambiente e da paisagem urbana. tratamento e disposição de resíduos sólidos. Sistemas de comunicação. da realização de análises. Drenagem urbana.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para atuar no campo da pesquisa científica e tecnológica. análise e proposições pertinentes às suas atribuições e formação.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para atuar profissionalmente na área de gestão da mobilidade. V .4 – Perfil do Egresso É um profissional com embasamento científico e tecnológico capacitado para contribuir com a resolução dos relevantes problemas ambientais e urbanos de nossa sociedade.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para a identificação. V .Capacitar o Engenheiro Ambiental e Urbano em aplicações das tecnologias de geoprocessamento como subsídio para compreensão. X . tratamento e disposição de esgotos. 42 . transporte e logística urbana.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para conceber. planejar e gerenciar (monitorar) redes e sistemas de infra-estrutura urbana nas áreas de:       Abastecimento de água.

Os estudantes inicialmente ingressam nos Bacharelados Interdisciplinares da UFABC e somente passam a cursar as disciplinas da Engenharia Ambiental e Urbana à medida que avançam no BC&T.  Interdisciplinaridade não apenas com as áreas de conhecimentos básicos. organizações não governamentais. Somente ao final do BC&T. ao longo do programa. O profissional graduado nesse curso poderá atuar em agências reguladoras. os estudantes podem efetuar sua matrícula no curso de Engenharia Ambiental e Urbana. sociais e econômicas aplicadas aos objetos centrais da atuação: o meio ambiente. sem descuidar de aspectos sociais e filosóficos envolvidos no trabalho com ciência e tecnologia. que constitui um diferencial para a formação dos Engenheiros da UFABC.5 – Organização Curricular Na base dos cursos de Engenharia da UFABC está o Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T). empresas do setor industrial. Para tanto o curso de Engenharia Ambiental e Urbana busca uma consistente formação em ciências básicas. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias diagnósticos e monitoramentos integrados. concessionárias de serviços públicos. agências bilaterais e multilateriais de cooperação. poder público federal. A partir do BC&T os estudantes adquirem uma forte formação em ciências naturais e matemáticas. concepção de projetos. e também como profissional autônomo. estadual e municipal. 8.1. avaliação técnica. também. 43 . o território urbano e regional.  Possibilidade de monitoração e atualização contínua dos conteúdos a serem oferecidos pelos programas. ciências tecnológicas. ensino e pesquisa. Também já no BC&T estão previstos alguns mecanismos pedagógicos que estarão presentes por todo o curso de Engenharia Ambiental e Urbana . sócioeconômica e de impacto nos setores e sistemas ambiental e urbano. de serviços e de consultoria.Centro de Engenharia. entre os quais destacamos:  Escala progressiva de decisões a serem tomadas pelos alunos que ingressam na universidade. mas. entre as diversas especialidades de engenharia.

desde que o plano de trabalho seja aprovado pela coordenação do curso.  Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos: 26 créditos / 312 horas aula.Centro de Engenharia. dentro do espírito do modelo pedagógico da UFABC. cuja composição deve obedecer:   Disciplinas obrigatórias do BC&T: 90 créditos / 1080 horas aula. permitindo uma grande flexibilidade para o aluno estabelecer seu próprio currículo escolar. não segue os moldes das modalidades tradicionais. e que atende às determinações das Diretrizes Curriculares Nacionais. do CNE/CES. correspondentes a 3600 horas aula.  Disciplinas de Opção Limitada da Modalidade Engenharia Ambiental e Urbana: 30 créditos / 360 horas aula. Trata-se de uma proposta dinâmica. Assim.  Disciplinas Obrigatórias Específicas da modalidade Engenharia Ambiental e Urbana (profissionalizantes): 77 créditos / 924 horas aula. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Elevado grau de autonomia do aluno na definição de seu projeto curricular pessoal. admite-se como trabalho de conclusão de curso. Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias): 46 créditos / 552 horas aula. à medida que vai adquirindo maturidade para tal. contemplando aspectos de atualização e acompanhamento contínuos dos conteúdos sendo ministrados. de caráter interdisciplinar e multidisciplinar. o curso de Engenharia Ambiental e Urbana exige o cumprimento 300 créditos.  44 . projeto de iniciação científica desenvolvido pelo aluno.  Disciplinas Livres: 31 créditos / 372 horas aula. exigindo um grande esforço de compreensão do perfil desejado do profissional a ser formado e da cadeia de conhecimentos necessária para esta formação. Para a Engenharia Ambiental e Urbana. Esta modalidade de engenharia.

Hidráulica Não há Termodinâmica Aplicada I. Mecânica dos Fluidos I Não há TOTAL 77 45 . Tabela 9: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Ambiental e Urbana Item Código Disciplinas Obrigatórias Específicas T P I Créditos 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 EN2135 EN2132 BC1001 EN2137 EN2113 EN2127 BC1332 EN2134 EN2133 EN2130 EN2109 EN2105 EN2124 EN2115 EN2131 EN2139 EN2126 EN2117 EN2138 EN2140 EN2102 EN2103 EN2136 Análise de Sistemas e Modelagem Ambiental Avaliação de Impactos Ambientais Biomas Brasileiros Caracterização de Matrizes Ambientais Cartografia e Geoprocessamento Climatologia Fundamentos de Geologia para Engenharia Geotecnia Habitação e Assentamentos Humanos Hidráulica Hidrologia Microbiologia Ambiental Planejamento Urbano e Metropolitano Poluição Atmosférica Regulação Ambiental e Urbana Resíduos Sólidos Saúde Ambiental Sistemas de Abastecimento de Águas Sistemas de Esgotos e Drenagem Urbana Sistemas de Tratamento de Águas e Efluentes Teoria do Planejamento Urbano e Ambiental Transferência de Massa Transportes e Mobilidade Urbana 0 4 2 0 1 3 3 2 3 2 3 3 3 3 2 3 2 3 2 2 3 3 2 2 0 1 2 3 0 1 2 1 2 1 1 1 0 0 0 0 1 2 2 0 1 0 4 3 3 4 3 4 3 4 5 4 3 4 4 4 4 4 3 5 5 4 4 5 4 2 4 3 2 4 3 4 4 4 4 4 4 4 3 2 3 2 4 4 4 3 4 2 Recomendações Recomendada para o final do curso Regulação Ambiental e Urbana. Transformações Bioquímicas. Cartografia e Geoprocessamento Cartografia e Geoprocessamento. Hidráulica Microbiologia Ambiental. Regulação Ambiental e Urbana Mecânica dos Fluidos I. Cálculo Numérico Introdução à Probabilidade e à Estatística Transformações Químicas.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Nas tabelas a seguir. Fundamentos de Geologia para Engenharia Não há Hidráulica Hidrologia. detalhamos a composição de cada um dos conjuntos de disciplinas específicas do curso de Engenharia Ambiental e Urbana. Transformações nos Seres Vivos e Ambiente Teoria do Planejamento Urbano e Ambiental Não há Não há Microbiologia Ambiental. Cartografia e Geoprocessamento Transformações nos Seres Vivos e Ambiente Não há Não há Não há Concomitante com Cartografia e Geoprocessamento Fundamentos de Geologia para Engenharia.

Métodos de Tomada de Decisão Aplicados ao Planejamento Urbano. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 10: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Ambiental e Urbana Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 EN3121 BC1106 EN3117 EN3101 EN3113 EN3124 EN3105 BC1630 EN3122 EN3108 EN3114 EN3115 EN3118 EN3106 EN3111 EN3109 EN3110 BC1305 EN3116 NH3812 BC1005 EN3107 EN3123 Disciplinas de Opção Limitada Cidades. Fundamentos de Geologia. Globalização e Projetos Urbanos Ciências Atmosféricas Compostagem Contaminação e Remediação de Solos Desenho Técnico Aplicado ao Planejamento Urbano-Ambiental Ecologia do Ambiente Antropizado Economia. Teoria do Planejamento Urbano e Ambiental Recomendada para o início do curso Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico. Métodos de Tomada de Decisão Aplicados ao Planejamento Urbano-Ambiental Biomas Brasileiros. Cartografia e Geoprocessamento Não há Obrigatórias da Engenharia Ambiental e Urbana Não há Não há Não há Não há Cartografia e Geoprocessamento. Conservação da Biodiversidade 24 EN3112 0 2 4 2 25 EN3104 Transportes.Centro de Engenharia. Uso e Ocupação do Solo 1 1 4 2 26 EN3103 Unidades de Conservação da Natureza 3 1 2 4 Total 73 46 . Sociedade e Meio Ambiente Educação Ambiental Fundamentos de Economia e Sociologia Urbana Geomorfologia Descritiva Geotecnia Aplicada ao Planejamento UrbanoAmbiental Gestão Ambiental na Indústria Gestão Urbano-Ambiental História do Urbanismo Logística e Meio Ambiente Métodos de Tomada de Decisão Aplicados ao Planejamento Urbano-Ambiental Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico Práticas de Ecologia Questões Ambientais Globais Química Ambiental Recursos Hídricos Sensoriamento Remoto Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental e Urbana Transportes e Meio Ambiente T P I Créditos 3 4 1 3 0 2 3 2 3 2 3 3 3 2 2 1 1 0 2 2 3 1 3 0 0 1 0 2 0 0 2 0 2 0 0 1 0 0 1 1 4 0 0 0 3 1 3 4 2 1 2 4 4 4 3 3 3 3 4 4 2 4 4 4 4 4 4 2 4 3 4 2 3 2 2 3 4 3 4 3 3 4 2 2 2 2 4 2 2 3 4 4 Recomendações Obrigatórias da Engenharia Ambiental e Urbana Não há Microbiologia Ambiental. Cartografia e Geoprocessamento. Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico. Resíduos Sólidos Obrigatórias da Engenharia Ambiental e Urbana Fundamentos de Desenho e Projeto Transformações dos Seres Vivos e Ambiente Não há Não há Não há Fundamentos de Geologia. Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico. Cartografia e Geoprocessamento Geotecnia.Ambiental Cartografia e Geoprocessamento. Cartografia e Geoprocessamento Não há Regulação Ambiental e Urbana. Métodos de Tomada de Decisão Aplicados ao Planejamento Urbano-Ambiental Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico Métodos Experimentais em Engenharia.

6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação A Tabela 11 a seguir é um exemplo de períodos em que as Disciplinas Obrigatórias podem ser cursadas para caracterizar a formação em Engenharia Ambiental e Urbana. de caráter absolutamente livre de interesse do aluno. o número de créditos em aulas práticas e o número de créditos correspondente a estudo individual do aluno fora da sala de aula. O conjunto de disciplinas. 8. lembrando que o aluno possui liberdade para percorrer as disciplinas do curso como desejar. sejam realizados ainda durante o BC&T.Centro de Engenharia. e/ou outras. corresponderá a todas as disciplinas oferecidas pela universidade que não tenham sido ainda cursadas. 47 . desde que as recomendações para cursar as disciplinas selecionadas assim o permitirem. A carga horária de cada disciplina é mencionada usando-se a sigla (T-P-I). caso o estudante queira se graduar em engenharia no prazo máximo de 5 anos. levando-se em conta o quadrimestre recomendado.1. pelo aluno. eventualmente necessários para sua formação profissional. o número de créditos em aulas teóricas. ou seja. Sugere-se que. com aproveitamento. para a realização destes créditos adicionais. assim como parte dos 61 créditos de Disciplinas de Opção Limitada ou de Livre Escolha. parte dos 77 créditos do núcleo de conteúdos profissionalizantes obrigatórios. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Os 31 créditos restantes deverão ser realizados em Disciplinas de Livre Escolha que venham a complementar os conteúdos específicos.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 11: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Ambiental e Urbana 1º Quadrimestre 1 º A N O 2º Quadrimestre BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0402 Funções de Uma Variável BC0404 Geometria Analítica BC0504 Natureza da Informação BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre 7º Quadrimestre BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0205 Fenômenos Térmicos BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0505 Processamento da Informação BC0307 Transformações Químicas BC0506 Comunicação e Redes BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0308 Transformações Bioquímicas 2 º A N O BC0603 Ciência.Centro de Engenharia. Tecnologia e Sociedade BC0207 Energia: Origens. Conversão e Uso BC0103 Física Quântica BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1309 Termodinâmica Aplicada I Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1425 Álgebra Linear BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1104 Mecânica dos Sólidos I BC1419 Cálculo Numérico BC1713 Engenharia Econômica BC1001 Biomas Brasileiros 3 º A N O 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre 13º Quadrimestre 5 º A N O Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1507 Instrumentação e Controle BC1710 Introdução às Engenharias EN2102 Teoria do Planejamento Urbano e Ambiental EN2103 Transferência de Massa EN2137 Caracterização de Matrizes Ambientais BC0002 Projeto Dirigido BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia BC1332 Fundamentos de Geologia para Engenharia EN2113 Cartografia e Geoprocessamento EN1002 Engenharia Unificada I EN2130 Hidráulica EN2109 Hidrologia EN2131 Regulação Ambiental e Urbana EN2134 Geotecnia EN2105 Microbiologia Ambiental EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2117 Sistemas de Abastecimento de Águas Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 4 º A N O EN2133 Habitação e Assentamentos Humanos EN2140 Sistemas de Tratamento de Águas e Efluentes EN2138 Sistemas de Esgotos e Drenagem Urbana EN2126 Saúde Ambiental EN2127 Climatologia EN2115 Poluição Atmosférica EN2139 Resíduos Sólidos EN2136 Transportes e Mobilidade Urbana Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2132 Avaliação de Impactos Ambientais Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2124 Planejamento Urbano e Metropolitano Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2135 Análise de Sistemas e Modelagem Ambiental Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1103 Trabalho de Graduação I em Engenharia Ambiental e Urbana 14º Quadrimestre EN1101 Estágio Curricular I em Engenharia Ambiental e Urbana EN1104 Trabalho de Graduação II em Engenharia Ambiental e Urbana Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1102 Estágio Curricular II em Engenharia Ambiental e Urbana EN1105 Trabalho de Graduação III em Engenharia Ambiental e Urbana Opção Limitada da Engenharia ou Livre 48 .

Globalização e Projetos Urbanos EN4122 – Economia e Sociologia Urbana EN4115 – Gestão Ambiental na Indústria EN4106 – História do Urbanismo EN3108 – Geomorfologia Descritiva EN3124 – Ecologia do Ambiente Antropizado EN3103 – Unidades de Conservação da Natureza EN3105 – Economia. Sociedade e Meio Ambiente EN4116 – Questões Ambientais e Globais EN4117 – Educação Ambiental EN4121 – Cidades.Centro de Engenharia. Sociedade e Meio Ambiente EN3116 – Questões Ambientais e Globais BC1630 – Educação Ambiental EN3121 – Cidades.1. Globalização e Projetos Urbanos EN3122 – Fundamentos de Economia e Sociologia Urbana EN3115 – Gestão Ambiental na Indústria EN3106 – História do Urbanismo EN4123 – Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental e Urbana EN3123 – Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental e Urbana EN4102 – Técnicas Experimentais para Caracterização de EN2137 – Caracterização de Matrizes Ambientais Ecossistemas Aquáticos EN4112 – Gestão de Recursos Hídricos BC1005 – Recursos Hídricos EN4118 – Gestão Urbano Ambiental EN2108 – Hidráulica EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III EN3118 – Gestão Urbano Ambiental EN2130 – Hidráulica EN1101 – Estágio Curricular I em Engenharia Ambiental e Urbana (Resolução ConsEPE 103) EN1102 – Estágio Curricular II em Engenharia Ambiental e Urbana (Resolução ConsEPE 103) EN1103 – Trabalho de Graduação I em Engenharia Ambiental e Urbana EN1104 – Trabalho de Graduação II em Engenharia Ambiental e Urbana EN1105 – Trabalho de Graduação III em Engenharia Ambiental e Urbana 49 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.7 – Convalidação entre Disciplinas Tabela 12: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2112 – Direito Ambiental e Urbanístico EN2125 – Avaliação de Impactos Ambientais EN2116 – Habitação e Assentamentos Humanos EN2122 – Introdução à Geologia de Engenharia BC1316 – Fundamentos de Geologia EN2114 – Geotecnia EN4109 – Análise de Sistemas e Modelagem Ambiental EN2123 – Transportes e Mobilidade Urbana EN2118 – Sistemas de Esgotos e Drenagem Urbana EN2121 – Resíduos Sólidos EN2120 – Sistemas de Tratamento de Águas e Efluentes EN4104 – Ecossistemas Terrestres.EN3114 – Geotecnia Aplicada ao Planejamento UrbanoAmbiental Ambiental EN4107 – Sensoriamento Remoto EN3107 – Sensoriamento Remoto EN4108 – Geomorfologia Descritiva EN2128 – Ecologia do Ambiente Antropizado EN4103 – Paisagismo e Gestão de Unidades de Conservação EN4105 – Economia. Aquáticos e Interfaces Disciplina do Catálogo 2013 EN2131 – Regulação Ambiental e Urbana EN2132 – Avaliação de Impactos Ambientais EN2133 – Habitação e Assentamentos Humanos BC1332 – Fundamentos de Geologia para Engenharia EN2134 – Geotecnia EN2135 – Análise de Sistemas e Modelagem Ambiental EN2136 – Transportes e Mobilidade Urbana EN2138 – Sistemas de Esgotos e Drenagem Urbana EN2139 – Resíduos Sólidos EN2140 – Sistemas de Tratamento de Águas e Efluentes BC1001 – Biomas Brasileiros EN4101 – Contaminação e Remediação de Solos EN3101 – Contaminação e Remediação de Solos EN4114 – Geotecnia Aplicada ao Planejamento Urbano.

Editora UFRGS.8 . New York.Ementas 8. D. USA: Elsevier Science Publishing Company Inc.Centro de Engenharia. Conceitos envolvidos na identificação e formulação de medidas mitigadoras e compensatórias. Michael J. Bibliografia Complementar: BARNSLEY. E. M. Procedimentos e métodos para avaliação dos impactos ambientais. 406 p.1. c2007. São Paulo. J. ISBN: 85-88556-07-2. UFMG. Fundamentals of Ecological Modelling. 1986. Elementos e estudos para formulação de Estudos de Impacto Ambiental (EIA)..1. Interfaces de utilização e aplicações práticas da modelação matemática em sistemas ambientais. Acompanha CD-ROM. 02 AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS Código: EN2132 TPI: 4-0-3 Carga Horária: 48h Recomendação: Regulação Ambiental e Urbana. Modelagem de sistemas ambientais. A. Developments in Environmental Modelling. Equações diferenciais com aplicações em modelagem. tipos de licenciamento ambiental segundo características dos empreendimentos. Modeling the environment: an introduction to system dynamicis modeling of environmente systems. Cartografia e Geoprocessamento Ementa: Histórico e bases legais do licenciamento ambiental.. Carlos E. S. M. Edgard Blucher. ISBN: 8586804681 JORGENSEN.. Ed.. ISBN 0415300541. desenvolvimento e aplicação.8.. Introdução à Pesquisa Operacional. 680 p. São Paulo: McGrawHill. Gestão dos empreendimentos licenciados. 2003. Termo de Ajustamento de Conduta 50 . 1999. 2007 588p. Environmental modeling: a practical introduction.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Ambiental e Urbana 01 ANÁLISE DE SISTEMAS E MODELAGEM AMBIENTAL Código: EN2135 TPI: 0-2-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Recomendada para o final do curso Ementa: Introdução à Teoria Geral de Sistemas. Modelos Hidrológicos. 1999. G. A. Conceituação. VON SPERLING. LIEBERMAN. Análise de sistemas ambientais.. Estudos e modelagem da qualidade da água de rios. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. New York: CRC Press. 1ª Edição. ZILL. Bibliografia Básica: CHRISTOFOLETTI. S. FORD.. G.. Modelos de simulação aplicados a casos de cunho ambiental. Island Press. Modelagem de Sistemas Ambientais.. Estudos de técnicas de simulação em situações e problemas ambientais. São Paulo. F. Programação Linear. 2006. 2005. HILLIER. TUCCI. Pioneira Thompson Learning. 1 ed. 415p. Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) e RAP – Relatório Ambiental Preliminar. 9. (Environmental Science and technology).

Dissertação (Mestre em Energia)-Universidade Federal do ABC. ed. Programa de Pós-Graduação em Energia. São Paulo: EDUSP. 570p. Curso de gestão ambiental. Biomas zonais e azonais. 1. 1. 1992. 573 p.. 03 BIOMAS BRASILEIROS Código: BC1001 TPI: 2-1-3 Carga Horária: 36h Recomendação: Transformações nos Seres Vivos e Ambiente Ementa: Conceito de Bioma. ISBN 9788531402609. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias (TAC) e medidas punitivas por descumprimento da legislação ambiental. Caracterização da estrutura e funcionamento dos ecossistemas aquáticos.scielo. v. Moradia e Mananciais: tensao e dialogo na metrópole. SÁNCHEZ. Rio de Janeiro. N.prenhall. Gilda Collet. et alii. Fundamentos de limnologia. Experiência no Brasil. 2a Ed. Caracterização da estrutura e funcionamento dos biomas brasileiros: geomorfologia. Bibliografia Básica: MÜLLER-PLANTENBERG. Clarita. Aulas práticas com saída de campo. interfaces. L. Limites e desafios do processo de licenciamento ambiental. 300p. 294 p. ALMEIDA. procedimentos e ferramentas. situação atual e perspectivas de conservação dos biomas brasileiros. MARTINS.Centro de Engenharia. solos. M. Disponível em < www. Acta Bot. Henri (org. Daniel Ladeira. 152 p. Santo André: Universidade Federal do ABC. ROMÉRO. Benedito et al. Arlindo. 2006. ESTEVES. Brasília. 1045 p.pdf>. Editora Interciência. FORNASARI Fo. 2006. C. 132 p. BRAGA. vegetação e fauna. 2008. São Paulo: Pearson. São Paulo: Oficina de Textos. Instituto de Pesquisas Tecnológicas.. BRUNA. São Paulo: FAUUSP/FAPESP. 51 . São Paulo. IAP/SEMA-PR. Marcelo de Andrade.com/braga_br . Conflitos ambientais no Brasil. Aziz Nacib (orgs). F. M. Introdução à engenharia ambiental: o desafio do desenvolvimento sustentável. 495 p. Os passivos ambientais no reservatório Billings e os seus impactos na geração hidroenergética da Usina Henry Borden. 1994. marinhos e interfaces. Luis Enrique. 1995. Alterações no meio físico decorrentes de obras de engenharia. 2004. Manual de Avaliação de Impactos Ambientais. 2 ed. Bibliografia Básica: COUTINHO. ISBN 9788586238796. IBAMA. 1993. Manual de impacto ambiental: agentes sociais. 318 p. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. L. Previsão de impactos: o estudo de impactos ambiental no Leste.br/pdf/abb/v20n1/02. clima. 206 p. O conceito de bioma. PHILIPPI JR. ISBN 9788520420553. reservatórios. 2004.). Bibliografia Complementar: ACSELRAD. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. Bras. 2. Barueri: Manole. 16/12/2010. Histórico da ocupação humana. ISBN 8576050414. lagos. R. AB'SABER. Ecossistemas aquáticos continentais naturais e artificiais: rios. 2006. 2005. 3 edição.site com recursos adicionais). Rio de Janeiro: Fundação Henrich Boll. 20(1):13-23. PLANTEMBERG.ed. Oeste e Sul. Curitiba. A. na Rússia e na Alemanha.. Previsão de Impactos Ambientais.M. (www.

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Ferramentas de gestão ambientais focadas no produto: Análise de Ciclo de Vida. 2008. 13 GESTÃO URBANO-AMBIENTAL Código: EN3118 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Regulação Ambiental e Urbana. São Paulo: Studio Nobel. R. c1999.. BONDUKI. focadas no processo: o princípio de diluir e dispersar.São Paulo : Atlas. HARRINGTON. 2006. Bibliografia Básica: BARBIERI. I. 770 p. A. 358 p. João P. 4. MOTA. DONAIRE. São Paulo: Saraiva. (Grupo de Estudos e pesquisas agroindustriais). Gestão ambiental na empresa / Denis Donaire -. Água na indústria: uso racional e reúso. H. São Paulo: Atlas.1. 2 ed.. Cartografia e Geoprocessamento. 471 p. indo ao oposto de concentrar e conter. ROGERS. Gestão agroindustrial. Editora Campus. TACHIZAWA.. 3 ed. HABITAT: As práticas bem sucedidas em habitação. Urbanização e meio ambiente. 2005. meio ambiente e gestão urbana nas cidades brasileiras. S. Produção de diagnósticos integrados. Teoria do Planejamento Urbano e Ambiental Ementa: Conceitos de sustentabilidade aplicados ao projeto e à gestão urbana. passando pelas tecnologias de final de tubo até chegar ao conceito de prevenção à poluição. Rio de Janeiro: Estação Liberdade/ Instituto Ambiental/ Fundação Getúlio Vargas.).). Meio ambiente Brasil: avanços e obstáculos pós-Rio-92. Bibliografia Complementar: BATALHA. A. 1999.. Processos participativos para planejamento e gestão. H. as normas ISO 14000. José A. E. Os Sistemas de Gestão Ambiental. 143 p. 411 p. Barcelona: Gustavo Gili. P.. MAY. Interfaces da regulação. C. HESPANHOL. P. KNIGHT. V. Políticas 76 . gestão e investimentos: procedimentos para decisões participativas na formulação de orçamentos e planos de ação. C.. COSTA. Vânia Gomes (org. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Recomendação: Não há Ementa: A evolução da abordagem ambiental na indústria. J. Gestão ambiental empresarial : conceitos. Implementação da ISO 14000: como atualizar o sistema de gestão ambiental com eficácia. São Paulo: Editora Atlas. MIERZWA. G. OLIVEIRA. Bases de dados e sistemas de informação para gestão urbana e ambiental.Centro de Engenharia. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa.. T. SP: EdufSCar. 2001. Cidades para um pequeno planeta. Planejamento das áreas rurais e fronteiras de expansão urbana. 2010. Gestão estratégica: da empresa que temos para a empresa que queremos. 2008. Química verde: fundamentos e aplicações. Interfaces da questão social e ambiental no planejamento. D. 2001. de (org). J. São Paulo: Oficina de Textos. c2012. N. Richard. da.. Arlene Gonçalves. 2004. São Carlos.. CORRÊA. (org. ed. Economia Ecológica: Aplicações no Brasil. ZUIN. 2 ed. São Paulo: Atlas. J. Rio de Janeiro: ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária. 2009. 1995. 169 p. 1996.São Paulo : Saraiva. Mário Otávio (coord). modelos e instrumentos / José Carlos Barbieri -. 171 p. CAPOBIANCO..

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cooperação e acordos internacionais. 19 QUESTÕES AMBIENTAIS GLOBAIS Código: EN3116 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Obrigatórias da Engenharia Ambiental e Urbana Ementa: Introdução à questão ambiental global: dimensões e controvérsias: biodiversidade. J. 2006. José Eli da. fatores de adaptação.. Colin R. 2009. São Paulo: Pioneira Thonson Learning. 2007. escassez da água. SMITH. VEIGA. Begon. Rio de Janeiro: Editora Guanabara. Rio de Janeiro: Interciência. Ricardo Motta. 2003. Bibliografia Complementar: AAVV. Eugene P. (3) Parque Estadual do Juquery SP. São Paulo: Atlas. Aspectos científicos do sistema climático e mudança do clima: parâmetros dos modelos de previsão e análise. 123 p. 2007.. Eugene P.J. & Harper.. 81 . 771 p. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Instituto Butantan. ODUM. Energia e meio ambiente. Artmed. Aquecimento global: frias contendas científicas. Ciência ambiental. M. N. SMITH.L.E... Avaliação ambiental estratégica para o gás natural: AAE/GN. Bibliografia Básica: ÂNGELO. tecnologias. 2008. Gary W. E. 1983. inércias institucionais. Porto Alegre: Artmed. GOTELLI. R. Ricklefs. 2008. 2010. C. 2006. 2008. São Paulo: SENAC. Ecology & field biology. Mundo em transe: do aquecimento global ao ecodesenvolvimento. poluição atmosférica.. ODUM. São Paulo: Cengage Learning. M. TOWSEND. São Paulo: Publifolha. Direito Ambiental e Aquecimento Global. 252 p. Aquecimento global.. Opções de limitação da emissão de efeitos causadores da mudança do clima: fatores de mitigação. John L. Editora Planta. São Paulo: Cengage Learning. Ecologia. 6 ed. G.. WEYERMULLER. ciclo de carbono. A Economia da Natureza. Porto Alegre. Bibliografia Básica: BEGON. E. (4) Parque Estadual da Ilha do Cardoso SP. R. COSTA. Robert Leo.. Fundamentos em ecologia. San Francisco: Benjamin Cummings. A. 612 p. 2001.. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 2008. PINTO-COELHO. Bibliografia Complementar: MILLER. impactos regionais. fatores naturais. S. xviii. 2ª ed. HINRICHS.Centro de Engenharia. M. José Eli da. risco nuclear. Alternativas ao aquecimento global. Fundamentos em Ecologia. 434 p. aquecimento global. Ecologia. Cláudio. Campinas: Autores Associados.. TURDERA. 2003. 4 ed. Tyler. fatores humanos. Thomas M. COMAR. 5ª ed. R. V. Guanabara. V. Michael. KLEINBACH. Porto Alegre: Artmed. 2000. F. Londrina. VEIGA. Fundamentos de ecologia.R. BARRETT. Vulnerabilidade dos sistemas sócio-econômicos e naturais diante da mudança do clima: cenários de mudança climática. 2007. inércias em ciclos naturais. Twnsend. Rio de Janeiro. São Paulo: Loyola.. 752 p. HARPER.

Bibliografia Complementar: ACSELRAD. BAETA. nacional e regional. Henri [org. Alexandre Salem. André Henrique. Educação ambiental: repensando o espaço da cidadania. HITES. ISBN 978-0-471-99815-0 MARTINS. S. O efeito estufa e o aquecimento global. xxvii. Inclui referências bibliográficas (p. Porto Alegre: Bookman. Textos de discussão em geopolítica e gestão ambiental do petróleo. 2. Rio de Janeiro: Interciência. Anna Maria Bianchini (org. Arnaldo Alves. ISBN 0632058897.]. recursos hídricos nos âmbitos social. MAGRINI. 2001. 2005. São Paulo: Cortez. São Carlos: Rima. WHITE. LOUREIRO. A. econômico e ambiental.)..).]. 491-506) e índice.. 1996. Rio de Janeiro: Fundação Henrich Böll. Conflitos ambientais no Brasil. SOFFIATI. SZKLO. Políticas e estruturas institucionais de gerenciamento dos recursos hídricos no contexto internacional. 2004. Rodrigo Constante. John Wiley & Sons. MCDOUGALL. 3. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias PAULI. ISBN 9788536300023. 20 Código: NH3812 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Não há QUÍMICA AMBIENTAL Ementa: A química das águas naturais. Amsterdam: Elsevier. ISBN 858655283-6. Purificação de águas poluídas: a contaminação de águas subterrâneas. [et al. 2004. Fundamentals of Environmental Chemistry. 2nd ed. VALLERO.. Qualidade das águas e do ar. 82 . 513 p. D. Oxford. 2000. 2008. Forbes R.ed... a contaminação de águas superficiais por fosfatos. Colin. Integrated solid waste management: a life cycle inventory. Inc. chuva ácida. Arthur. Uso e gestão dos recursos hídricos no Brasil: desafios teóricos e político-institucionais. Educação ambiental. Emissão Zero: a busca de novos paradigmas. Carlos Frederico B. Norma Felicidade Lopes da Silva (org. 154 p. ELEMENTS OF ENVIRONMENTAL CHEMISTRY. 2003. 622 p. INTRODUÇÃO À QUÍMICA AMBIENTAL. CRC. Ronald A. 2ª ed. 2007. troças gasosa água-atmosférica. 4 ed. ROSA. P. Bibliografia Básica: BAIRD. CARDOSO. Porto Alegre: Bookman. Gunter. 2 ed. VALENCIO. 255 p. v. A química dos solos: contaminação e remediação de solos contaminados. ISBN 852490851-3. 293 p. ISBN 97898536304679. Alessandra (org). Hoboken. MANAHAN. E. 2008. QUÍMICA AMBIENTAL.Centro de Engenharia. o tratamento de águas residuais e de esgoto. A química do ar: a camada de ozônio. Julio Cesar. 2002. 294 p. ROCHA. aspectos qualitativos e quantitativos.. 204 p. O uso da energia e emissões de CO2. Porto Alegre: Edipucrs. UK: Blackwell Science. New Jersey. ISBN 8573163585. Fundamentals of air pollution. 21 Código: BC1005 TPI: 3-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Não há RECURSOS HÍDRICOS Ementa: Panorama mundial da água.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias planejamento e gerenciamento dos recursos hídricos. 2000.br/Paginas/default. São Paulo: Atlas. 80p. São Paulo. TUNDISI. Decifrando a Terra. 2ed. 363 p. .Aspectos legais.. de Moraes. Sustentabilidade: um desafio na Gestão dos Recursos Hídricos. L. 2002. realce e classificação de imagens digitais. 1999. Direito de águas. 2006. 2011. R. Bibliografia Complementar: CALIJURI. Implementando o conceito de microbacia hidrográfica como unidade de planejamento. M. 598 p. ZAKIA. J.. REBOUÇAS. 1. Águas doces no Brasil: capital ecológico. Teresa Gallotti Florenzano. ISBN 9788521204411.unwater. D. 2 ed. 249p. A. sistemas sensores orbitais. 128 p. F. Silva D. econômicos.Centro de Engenharia.gov. ISBN 978857975016-8 JENSEN. J. ISBN 9788560507061. 2001. 2009. impactos e conflitos relacionados aos usos múltiplos... NOVO. Iniciação em Sensoriamento Remoto. SETTI. http://www. 3ª ed. A. G. M. POVINELLI. estrutura e características de imagens digitais. Estudo de casos práticos. São José dos Campos: Parêntese. 1. 623p. W. C. Ed. 83 .org/about/work/programmes/water/resources/toolkits/ 22 Código: EN3107 TPI: 1-3-2 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há SENSORIAMENTO REMOTO Ementa: Princípios físicos do sensoriamento remoto. Geografia política da água. 162 p.. Brasília.. São Paulo. Bibliografia Básica: FLORENZANO. FAIRCHILD. BRAGA.ana. G. Companhia Editora Nacional. Normas para gestão de águas subterrâneas. D. C. Management. Disponível em http://www.C. A.html http://www2. LIMA. Walter de Paula. 2003. F. administrativos e sociais. M.M.. EESC-USP. 3 ed.. As florestas plantadas e a água. ANA. S. Disciplina Jurídica das Águas Doces. Sensoriamento remoto do ambiente: uma perspectiva em recursos terrestres. 2010. TAIOLI. ed. and Planning in the United States. THOMPSON.aspx http://www. Sensoriamento remoto: principios e aplicações. Maria José Brito (orgs). Mecanismos de transporte de poluentes em águas subterrâneas. Escrituras editora.. São Paulo: Blucher. T.asp SOUZA. Ed. 2008.org/index. ABRH. F. TEIXEIRA. 236p. produtos de sensoriamento remoto.Introdução ao gerenciamento de recursos hídricos. A. São Paulo: Annablume. 2009.gov.ana. 2008. SanDiego: Academic Press. préprocessamento. Water Use. formação e ocorrência da água subterrânea. B. Águas subterrâneas e legislação brasileira.M. v. John R. Bibliografia Básica: GRANZIERA. Juruá.C. – Gestão de Recursos Hídricos . W.L.iucn. 2. C. TOLEDO. Origem. Agência Nacional de Águas. RIBEIRO. Oficina de Textos. uso e conservação. aplicações de sensoriamento remoto em estudos urbanos e de cobertura vegetal. Evlyn M. PRUSKI F. 2009. CUNHA. L. São Carlos: Rima.br/AcoesAdministrativas/CDOC/biblioteca_CatalogoPublicacoes.

JENSEN.. ed.. 84 . I. T. c2005. Oficina de Textos. Rio de Janeiro. 1999. meso e microsimulação para modelagem e estimativa de emissões por fontes móveis para monitoramento ambiental e avaliação socioeconômica e ambiental de projetos de transportes e impactos energéticos ambientais. Segurança e prevenção de desastres ambientais no transporte de cargas perigosas. Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico. Noções Básicas de Cartografia. Includes bibliographical references and index. F. (ed. Métodos de Tomada de Decisão Aplicados ao Planejamento Urbano-Ambiental Ementa: O objetivo da disciplina é apresentar.8. discutir e aplicar métodos e ferramentas para a avaliação de impactos de sistemas de transportes. Fundamentals of geographic information systems. (Prentice Hall series in geographic information science). xiii. ISBN 9780131453616. GALLOTI.. Fontes de energia tradicionais. Bibliografia Complementar: Bibliografia estabelecida a partir da definição do programa a cada quadrimestre. ISBN 9780470129067. 526 p. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Complementar: DEMERS. E. 23 TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA AMBIENTAL E URBANA Código: EN3123 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há Ementa: Este curso terá seu programa definido em função do andamento das pesquisas que estão sendo realizadas em Engenharia Ambiental e Urbana. Upper Saddle River. alternativas e renováveis aplicadas em transportes.. xvi. Bibliografia Básica: Bibliografia estabelecida a partir da definição do programa a cada quadrimestre. O programa da disciplina aborda: tópicos de Engenharia de Transportes aplicados em Estudos de Impacto Ambiental (EIA). Parêntese ed. São José dos Campos. T. c2009. N. John R. 4 ed. IBGE. ColeçãoManuais Técnicos em Geociências. EUA: Wiley. São Paulo. ISBN 978856050702-3 SILVA. Hoboken.). 2007. Michael N. 24 TRANSPORTES E MEIO AMBIENTE Código: EN3112 TPI: 0-2-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Cartografia e Geoprocessamento. 2009. S.J: Pearson. Relatórios de Impacto ao Meio Ambiente (RIMA) e Estudos de Impacto de Vizinhança (EIV). PONZONI. Prentice Hall..Centro de Engenharia. J.. Y. F. Técnicas e ferramentas de macro. Avaliação de ações mitigadoras dentro do âmbito da engenharia de transportes e otimização ambiental de sistemas de transportes. Introductory digital image processing: a remote sensing perspective. 443 p. SHIMABUKURO. Iniciação em sensoriamento remoto. Sensoriamento Remoto no estudo da vegetação. 3ª.

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ORTH. Bibliografia Básica: ICMBIO. R.Centro de Engenharia.. AnnaBlume. São Paulo. (org... MMA. Roteiro Metodológico de Planejamento: Parque Nacional.2004.br/biodiversidade/unidades-de-conservacao/roteiros-metodologicos> ICMBIO. DEBETIR. Planejamento Ambiental: teoria e prática. 230 p. Florianópolis.matutu. 2003.icmbio. 2001. compartilhada. São Paulo. W. Roteiro Metodológico de Planejamento para Elaboração de Plano de Manejo para Reservas Particulares do Patrimônio Natural: Disponível em <www. Unidades de Conservação: gestão e conflitos. Ed.gov. Londrina. L. E.pdf> PRIMACK. D. P.org/projetos/snuc. Estação Ecológica.. F. Bibliografia Complementar: BRITO. E.icmbio. Biologia da Conservação. De invisíveis a protagonistas: populações tradicionais e unidades de conservação. 2007.. Rodrigues. M. B.. R. Conflitos e oportunidades das unidades de conservação. Gestão Participativa do SNUC. Roteiro Metodológico de Planejamento: Parque Nacional. Reserva Biológica. Reserva Biológica. E.br/biodiversidade/unidades-deconservacao/roteiros-metodologicos> ICMBIO. VIANNA. 205 p.gov.gov. AnnaBlume.br/biodiversidade/unidades-de-conservacao/roteiros-metodologicos> SANTOS. Oficina de textos. Disponível em <ICMBio. 2007. 87 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Conservação.).icmbio. 327p. Disponível em <http://www. Unidades de Conservação. RODRIGUES. Estação Ecológica. Roteiro Metodológico de Planejamento para Elaboração de Plano de Manejo para Florestas Nacionais: Disponível em <www. Disponível em <www. 2009. Ed. Insular. São Paulo. C. Brasília: MMA/WWF/FUNBIO/IEB/TNC..

2.2 – Engenharia Aeroespacial 8.2. O curso de Engenharia Aeroespacial da UFABC se insere dentro de um contexto nacional de formação de profissionais capacitados a trabalhar nas melhores empresas do ramo e em centros de pesquisa afim. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.1 – Objetivo Geral O curso de Engenharia Aeroespacial da UFABC tem como objetivo formar um engenheiro com sólida base técnica e científica capaz de atuar em várias frentes no setor aeronáutico e espacial e com capacidade de estar sempre se atualizando em relação à demanda e à competição internacional.na área.2 – Perfil do Curso O Brasil é ainda dependente de outros países na área aeroespacial.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia Aeroespacial Diplomação: Engenheiro Aeroespacial Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André (para alunos ingressantes na UFABC até 2011) e São Bernardo do Campo (para alunos ingressantes na UFABC a partir de 2012) 8.3.3 – Objetivos do Curso 8. 8. Isso se deve principalmente à escassez de recursos investidos neste setor considerado altamente estratégico e que envolve tecnologia de ponta. O profissional formado nesta universidade é também motivado a trabalhar no desenvolvimento de avanços científicos e tecnológicos que possam alavancar o país neste setor.Centro de Engenharia.2.2. Este atraso deve-se também à escassez de mão de obra especializada . 88 .engenheiros e pesquisadores .

4. componentes. navegação.o desenvolvimento e a avaliação de sistemas diversos – eletrônicos e mecânicos em geral – associados a aeronaves. projeto. controle. construção e testes de sistemas no setor aeroespacial.4 – Perfil do Egresso 8. tais como: satélites meteorológicos. 8. 89 . bem como na indústria ou empresas que prestam serviço ao setor aeroespacial no Brasil ou no exterior.2 – Competências O profissional formado nesta área está apto a trabalhar em institutos de pesquisa afim no Brasil ou no exterior.2 – Objetivos Específicos Além de formar um engenheiro generalista. simulação numérica. interação homemmáquina etc.dinâmica e controle. Neste sentido são oferecidos conjuntos de disciplinas de opção limitada agrupados em três grandes áreas: . análise.3 – Habilidades O Engenheiro Aeroespacial está diretamente envolvido com: . helicópteros. controle de atitude.4.3.o desenvolvimento de satélites artificiais e sondas para diversas aplicações. . foguetes. sondas de exploração do espaço profundo etc. 8.2.Centro de Engenharia. comunicação.2. . o curso de Engenharia Aeroespacial permite ao futuro engenheiro obter especialização em determinados grupos de interesse. .2.4. 8.estruturas aeroespaciais.1 – Perfil do Profissional É o engenheiro apto a atuar em modelagem matemática. . Está apto também a tornar-se empresário autônomo e fabricante/fornecedor de peças.2. serviços e soluções para o mercado aeroespacial brasileiro.sistemas de propulsão.aerodinâmica e propulsão. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. satélites etc.2.

. turbulência atmosférica.sensores e instrumentação de bordo. foguetes.2. helicópteros. envolvendo a elaboração e 90 .5 – Organização Curricular da Engenharia Aeroespacial O curso de Engenharia Aeroespacial exige o cumprimento de 300 créditos. nos seis eixos já citados. aerodinâmica. conhecimento este necessário para que ele possa ter uma boa formação no conhecimento básico das ciências em geral e das Engenharias em particular.problemas envolvendo interação fluido-estrutura. dinâmica orbital. controle de temperatura e controle de vibração em sistemas diversos associados a aeronaves. Tabela 13: Exigências para a formação do Engenheiro Aeroespacial da UFABC REQUERIMENTOS Disciplinas Obrigatórias do BC&T Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias) Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Aeroespacial Disciplinas Livres do BC&T TOTAIS CRÉDITOS 90 46 26 86 22 30 300 CARGA HORÁRIA 1080 552 312 1032 264 360 3600 As Disciplinas Obrigatórias do BC&T buscam dar ao aluno a base de conhecimento. As disciplinas deste conjunto consistem em conhecimentos que todo engenheiro deve possuir seguindo as diretrizes da CNE e do MEC. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias . As Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos também são obrigatórias e têm foco na prática da atividade do engenheiro. O núcleo de Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para as Engenharias) deve ser cursado por todos os alunos de engenharia da UFABC. 8. correspondentes a 3600 horas aula.Centro de Engenharia. cuja composição deve obedecer os requisitos da Tabela 13. astronomia etc. satélites etc. materiais especiais.

aeroelasticidade.Centro de Engenharia. aerodinâmica. Neste sentido. permitindo ao aluno escolher os assuntos que mais lhe interessa. experiências no mundo do trabalho (Estágio Curricular I e II em Engenharia Aeroespacial) e Trabalho de Conclusão de Curso (Trabalho de Graduação I. este conjunto de disciplinas aborda as principais áreas que sustentam a proposta do curso de Engenharia Aeroespacial: cálculo estrutural. II e III em Engenharia Aeroespacial). conforme apresentado na Tabela 15. Uma variedade de opções é fornecida. 91 . As Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial (Tabela 14) incluem um conteúdo que deve ser obrigatoriamente conhecido por todo Engenheiro Aeroespacial. dinâmica de sistemas. sistemas de controle. Tabela 14: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial ITEM 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 CÓDIGO EN2223 BC1509 EN2220 EN2222 EN2226 EN2704 EN2710 EN2219 EN2231 EN2232 EN2221 EN2230 EN2233 EN2224 EN2210 EN2225 EN2228 EN2214 EN2213 EN2227 EN2229 NOME Dinâmica I Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Aeronáutica I-A Introdução à Astronáutica Desempenho de Aeronaves Sistemas de Controle I Sistemas de Controle II Dinâmica e Controle de Veículos Espaciais Laboratório de Guiagem. Navegação e Controle Estabilidade e Controle de Aeronaves Vibrações Materiais Compósitos e Aplicações Estruturais Técnicas de Análise Estrutural e Projeto Métodos Computacionais para Análise Estrutural Aeroelasticidade Projeto de Elementos Estruturais de Aeronaves I Mecânica dos Fluidos Avançada Combustão I Aerodinâmica I Sistemas de Propulsão I Transferência de Calor Aplicada a Sistemas Aeroespaciais TOTAL T 4 4 4 2 4 3 3 4 0 4 4 4 3 3 4 3 4 3 4 3 3 P 0 0 0 0 0 2 2 0 4 0 0 0 1 1 0 1 2 1 0 1 1 I 5 4 4 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 5 4 4 5 5 4 CRÉDITOS 4 4 4 2 4 5 5 4 4 4 4 4 4 4 4 4 6 4 4 4 4 86 As Disciplinas de Opção Limitada do curso buscam aprofundar o conhecimento apresentado nas disciplinas obrigatórias do curso. aeroacústica e propulsão. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias desenvolvimento de projetos de Engenharia (Disciplinas Engenharia Unificada I e II). estruturas aeroespaciais.

o que ampliaria seu leque de atuação dentro das áreas da Engenharia Aeroespacial. 92 . seja através da escolha de disciplinas de outras áreas de conhecimento.Centro de Engenharia. permitindo ampliar seu escopo de interdisciplinaridade. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 15. seja através da escolha de outras disciplinas de Opção Limitada. Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Aeroespacial GRUPO ITEM CÓDIGO 01 02 03 04 Dinâmica e Controle 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 EN3721 EN3229 EN3230 EN3206 EN3234 EN3207 EN3237 EN3202 EN3210 EN3211 EN2605 EN2719 EN3228 EN3213 EN3233 EN3215 EN3201 EN2716 EN3232 EN3235 EN3217 EN3238 EN3722 EN3218 EN3219 EN3231 EN3220 EN3222 EN3221 EN2410 EN2411 EN3239 EN3226 EN3224 DISCIPLINA Teoria de Controle Ótimo Aeronáutica I-B Aeronáutica II Instrumentação e Sensores em Veículos Aeroespaciais Aviônica Simulação de Voo e Ambientes Virtuais Dinâmica II Dinâmica Orbital Navegação Inercial e GPS Cinemática e Dinâmica de Mecanismos Eletrônica Digital Dispositivos Eletrônicos Otimização em Projetos de Estruturas Teoria da Elasticidade Aplicações de Elementos Finitos para Engenharia Placas e Cascas Introdução às Vibrações Não Lineares Sistemas CAD/CAM Projeto de Elementos Estruturais de Aeronaves II Análise Experimental de Estruturas Interação Fluido-Estrutura Mecânica dos Sólidos II Confiabilidade de Componentes e Sistemas Aerodinâmica II Aeroacústica Sistemas de Propulsão II Técnicas Experimentais em Propulsão Propulsão Aeroespacial Não-Convencional Combustão II Transferência de Calor I Transferência de Calor II Máquinas de Fluxo Projeto Térmico de Veículos Espaciais Dinâmica de Fluidos Computacional T P I 3 4 5 3 4 3 4 3 3 3 4 3 4 4 3 3 4 3 3 1 3 4 3 4 3 3 3 3 2 3 3 4 4 3 0 0 1 1 0 0 0 0 1 0 2 2 0 0 1 0 0 1 1 3 0 0 0 0 0 1 2 0 1 1 1 0 0 0 4 4 6 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 4 4 4 4 5 3 4 5 4 5 5 5 6 4 4 4 4 4 4 4 Estruturas Aeroespaciais Aerodinâmica e Propulsão As Disciplinas Livres permitem ao aluno uma formação diversificada.

Conversão e Uso BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1507 Instrumentação e Controle BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia BC1713 Engenharia Econômica EN2230 Materiais Compósitos e Aplicações Estruturais EN2710 Sistema de Controle II EN2213 Aerodinâmica I BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC1710 Introdução às Engenharias BC1509 Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN2228 Mecânica dos Fluidos Avançada Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2221 Vibrações EN2224 Métodos Computacionais para Análise Estrutural EN2225 Projeto de Elementos Estruturais de Aeronaves I EN1201 Estágio Curricular I em Engenharia Aeroespacial EN1202 Estágio Curricular II em Engenharia Aeroespacial BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1425 Álgebra Linear Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2223 Dinâmica I Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre 7º Quadrimestre 2 º A N O BC1419 Cálculo Numérico BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1104 Mecânica dos Sólidos I EN2220 Aeronáutica I-A EN2229 Transferência de Calor Aplicada a Sistemas Aeroespaciais EN2214 Combustão I EN2232 Estabilidade e Controle de Aeronaves EN2227 Sistemas de Propulsão I 3 º A N O 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre EN2222 Introdução à Astronáutica EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II EN2226 Desempenho de Aeronaves Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1203 Trabalho de Graduação I em Engenharia Aeroespacial EN1204 Trabalho de Graduação II em Engenharia Aeroespacial EN1205 Trabalho de Graduação III em Engenharia Aeroespacial 4 º A N O 10º Quadrimestre 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre EN2704 Sistemas de Controle I EN2233 Técnicas de Análise Estrutural e Projeto EN2219 Dinâmica e Controle de Veículos Espaciais EN2231 Laboratório de Guiagem.2.Centro de Engenharia.6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação Tabela 16: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Aeroespacial 1º Quadrimestre 1 º A N O 2º Quadrimestre BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência. Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC0002 Projeto Dirigido BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. Navegação e Controle Opção Limitada da Engenharia ou Livre 13º Quadrimestre 5 º A N O EN2210 Aeroelasticidade Opção Limitada da Engenharia ou Livre 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 93 .

7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 17: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2204 – Dinâmica I EN3212 – Introdução à Astronáutica EN2208 – Aeronáutica I-A EN2212 – Vibrações Lineares EN3216 – Métodos Computacionais Estrutural EN2814 – Materiais Compósitos para Disciplina do Catálogo 2013 EN2223 – Dinâmica I EN2222 – Introdução à Astronáutica EN2220 – Aeronáutica I-A EN2221 – Vibrações Análise EN2224 – Métodos Computacionais para Análise Estrutural EN2230 – Materiais Compósitos e Aplicações Estruturais EN2215 – Introdução aos Sistemas de Propulsão EN2227 – Sistemas de Propulsão I EN2217 – Mecânica dos Fluidos Viscosos EN2228 – Mecânica dos Fluidos Avançada EN2218 – Escoamento Compressível EN3227 – Transferência de Calor Aplicada a Sistemas EN2229 – Transferência de Calor Aplicada a Sistemas Aeroespaciais Aeroespaciais EN3203 – Aeronáutica I-B EN3229 – Aeronáutica I-B EN3204 – Aeronáutica II EN3230 – Aeronáutica II EN3225 – Propulsão Aeroespacial EN3231 – Sistemas de Propulsão II EN3214 – Aplicações de Elementos Finitos para EN3233 – Aplicações de Elementos Finitos para Engenharia Engenharia EN3208 – Otimização em Projetos de Estruturas EN3228 – Otimização em Projetos de Estruturas EN2607 – Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN2205 – Dinâmica II EN2701 – Fundamentos de Eletrônica EN3209 – Desempenho de Aeronaves EN2207 – Laboratório de Guiagem. Navegação e Controle EN3205 – Estabilidade e Controle de Aeronaves EN2209 – Técnicas de Análise Estrutural e Projeto EN2216 – Máquinas de Fluxo EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III BC1509 – Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN3237 – Dinâmica II EN2719 – Dispositivos Eletrônicos EN2226 – Desempenho de Aeronaves EN2231 – Laboratório de Guiagem.Centro de Engenharia.2. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. Navegação e Controle EN2232 – Estabilidade e Controle de Aeronaves EN2233 – Técnicas de Análise Estrutural e Projeto EN3239 – Máquinas de Fluxo EN1201 – Estágio Curricular I em Aeroespacial (Resolução ConsEPE 103) EN1202 – Estágio Curricular II em Aeroespacial (Resolução ConsEPE 103) EN1203 – Trabalho de Graduação I em Aeroespacial EN1204 – Trabalho de Graduação II em Aeroespacial EN1205 – Trabalho de Graduação III em Aeroespacial Engenharia Engenharia Engenharia Engenharia Engenharia 94 .

8. E. EUA: D. N. Krieger Publishing Company. Pridmore-Brown.2. Bibliografia Básica: MERIAM. Mecânica: Dinâmica. MATSUMURA. momento angular. momentos de massa de segunda ordem. 2007. C. Volumes I e II. TENENBAUM. WHITTAKER. M. H. A. trabalho e potência das forças internas e externas. E. Exemplos de aplicação. 5. 1997. C. Z. Cambridge: Cambridge University Press.. KURTZ Jr. J. 2006. Sinais Analógicos. São Paulo: Edgard Blücher. São Paulo: Hemus Livraria e Editora. Sistemas Analógicos. 1a Ed.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial 01 DINÂMICA I Código: EN2223 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Mecânicos. R. Transformada de Fourier.. Transformada de Laplace. 2009. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. L. P. Rio de Janeiro: McGraw-Hill. Dinâmica. momento das forças internas e externas.. L. Mecânica. B. 02 TRANSFORMADAS EM SINAIS E SISTEMAS LINEARES Código: BC1509 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Funções de Várias Variáveis Ementa: Introdução a Sinais e Sistemas. Dinâmica de ponto material e corpo rígido: quantidade de movimento. LIFCHITZ. JOHNSTON. São Paulo: Editora Campus. Sinais e Sistemas Lineares. E.. E.Centro de Engenharia. CLAUSEN. ângulos de Euler e equações de Euler. Serie de Fourier. D. Convolução. Mecânica Vetorial para Engenheiros: Dinâmica. McGraw-Hill. energia cinética. J. estática e cinemática de ponto material e corpo rígido. Mecânica Geral. Ed. C. 95 . F. 1970. A Treatise on the Analytical Dynamics of Particles and Rigid Bodies. 1982. 2005. teorema do movimento do baricentro. R. P.2. G. BEER. R. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ. Rio de Janeiro: LTC. Filtros Analógicos. LANDAU. Bibliografia Básica: LATHI. Ed.. T. A. F.8 – Ementas 8. 1965. 7. E. teorema do momento angular. Cálculo Numérico Ementa: Sistema de forças. L.. HIBBELER. KARNOPP. Geometria Analítica. L. C. Dinâmica de ponto material.. FRANCA. 1997. ROBERTS. Mecânica.. Bibliografia Complementar: CRANDALL. Representação no Domínio da Freqüência.. KRAIGE. D. W. Dynamics of Mechanical and Electromechanical Systems. Bookman. F. 2004. Sistemas Lineares e Invariantes no Tempo (LIT). S. Fundamentos em Sinais e Sistemas. teorema da energia cinética. 1a Ed.

2001. Inc. São Paulo: Editora Asa. E. Bibliografia Complementar: SCHETZEN. B.. PARADINES.N. 04 Código: EN2222 TPI: 2-0-3 Carga Horária: 24h INTRODUÇÃO À ASTRONÁUTICA 96 . princípios de operação do grupo moto propulsor.. Sinais e Sistemas. S. Aeronaves e Motores . S. Oxford: Wiley-Blackwell. Prentice Hall. Teoria de Vôo.. São Paulo: Editora Asa.gov/19760003955_1976003955.ntrs. V. 1999. Publication. Bookman. 1996. Ed. Bibliografia Básica: HOMA. 1998. P. São Paulo: Edições Inteligentes. M. RAYMER. THEODORE. Van Sickle´s Modern Airmanship. sistemas e instrumentos de voo.. S. 2. 2001. J. D. H. R. HSU. Linear System Analysis. The Design of the Airplane. John Wiley & Sons. Teoria e problemas de sinais e sistemas. New Age International (P) Ltd. P. Bibliografia Complementar: HOMA. John.. 4a Ed. 2003. Fundamentos da Teoria do Vôo. A. 1a Ed. Publishers. WELCH. 2004. Signals and Systems: Continuous and Discrete. (Colecao Schaum). A. D. NAWAB. introdução à aerodinâmica. A.a. 2001.gov/archive/nasa/casi. R. STINTON. São Paulo: Editora Asa.. CHARTRAND. New York: McGraw-Hill. 03 Código: EN2220 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há AERONÁUTICA 1-A Ementa: Conhecimentos técnicos sobre aviões: Anatomia do avião. A. S. ZIEMER.. disponível em: <http://ntrs. noções de desempenho e limitações humanas. J. Linear Time-Invariant Systems. São Paulo: Pearson Prentice Hall. FANNIN. TRANTER. HAMID. Prentice Hall. SAINTIVE. WILLSKY. Sinais e Sistemas. BOULET. M.Centro de Engenharia. BJORK Linda. 2009. NASA SP-367.. Aircraft Design: A Conceptual Approach. ed.pdf>. A. ed. Signals and Systems. Fundamentals of Signals and Systems. 1999. VA: AIAA. 1998.nasa.. L.. 2010. Aerodinâmica e Teoria de Vôo. F.. Lewis. M. OPPENHEIM. Porto Alegre: Artmed Editora. 2004. TRIPATHI. W. A. 3... WILLSKY. Introduction to the Aerodynamics of Flight. (Education Series). Reston. IEEE Press. N. H. Teoria de voo: Princípios de voo de aviões. Da Vinci Engineering Press. D.nasa. 1975. S. 2008. 2ª ed. 2006. limitações e informações operacionais.. 2. ed. BJORK. VAN VEEN..Conhecimentos Técnicos. 1. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias HAYKIN.(disponível na UFABC). OPPENHEIN. B. L.

cruzeiro. KATZ. SPITZMILLER. Programa Nacional de Atividades Espaciais para o decênio 2005-2015. (Education Series) Bibliografia Complementar: HALE.N. A. Reston. autonomia. ASTORE. 1998.Historia da Conquista Espacial. V. Subsonic Airplane Performance. A. New York: Springer-Verlag. LARSON. Fundamentals of Airplane Flight Mechanics. 2007. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. Efeitos do vento. 12. New York: McGraw-Hill. R. Órbita e atitude de veículos espaciais. 2004. ed. Requisitos de performance. Introduction to Aircraft Performance. 1994. alcance. GRUNTMAN.D. DE: Wiley – VCH. I. GRIFFEN. MOURÃO. ANDERSON. 2007. R. and Control of Airplanes. Pennsylvania. Stability. A. Bibliografia Básica: SELLERS. carga-paga. New York: Springer. CA: Collector's Guide Publishing. 2008. B. 2003. Weinheim. CA: Collector's Guide Publishing. W. Equações de movimento de voo no plano horizontal: voo em curva. descida. SPITZMILLER. T. Burlington. Astronautics. Astronautics.Book 2. 3. Dynamics. ULRICH.J. To the Moon and Towards the Future. A. D. F. R. 05 DESEMPENHO DE AERONAVES Código: EN2226 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Aeronáutica I-A. 1999. F. T. 97 . Washington: AIAA. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Recomendação: Disciplinas Obrigatórias das Engenharias que são Opção Limitada no BC&T Ementa: Veículos e sistemas espaciais. B.do Sonho a Realidade . Astronáutica . atmosfera e sistemas propulsivos. J. W. VA: AIAA.. Astronautics: Book 1: Dawn of the Space Age. manobrabilidade e envelope de voo.gob. 2004..br>. subida. MENSHIKOV.The Early History of Spacecraft and Rocketry.. Blazing the Trail . W. Performance. KISELEV. Introduction to Flight. 2007. Dinâmica I Ementa: Revisão de aerodinâmica de aviões. PAMADI. PA: Society of Automotive Engineers. J. ed. MEDVEDEV. Decolagem e pouso.Centro de Engenharia. 2000..G. J. CARMONA. Disponível em: <www. I. Programa Nacional de Atividades Espaciais. J. PNAE. Aerodinámica y Actuaciones Del Avión. 1984. Bibliografia Complementar: AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA. Bibliografia Básica: HULL. M. Astronautics . Burlington. Understanding Space: An Introduction to Astronautics. Hamilton: John-Wiley & Sons.aeb. New York: McGraw Hill. Equações de movimento de voo no plano vertical: voo planado. 2004. Madri: Thomson Paraninfo..

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F. pouso. Airplane Stability and Automatic Control. toque e arremetida. táxi. ed. vibrações e/ou ruídos. 1998.. operação de pouco e decolagem com vento de través (*). coordenação potência/atitude. GUERNY.T. 1989. ed. Amsterdam: Elsevier Science.C. ISBN 0072881380 IEEE Guide for Aircraft Electric Systems. V.. Flying Qualities and Flight Testing of the Airplane. A. curvas de grande inclinação (*) nivelada. McGraw Hill. H. R. arremetida no ar. Radar And Laser Cross Section Engineering . check de cabeceira. a precisão na realização dessas manobras é limitada. Portanto. partida. stall (*). D. D. WARD. navegação.. G. McGraw-Hill. 2. R. Modern Airmanship. STRGANAC. Aeronáutica II Ementa: Familiarização com o cockpit/instrumentos de voo. Reston: AIAA. W. John-Wiley & Sons. AIAA Education Series. Santa Rosa: Aero Publishers. J. 1999. São Paulo: ETA Editora Técnica de Aviação. utilização de check-list. glissada (*).. nivelamento e cruzeiro. 2001. New York: McGraw-Hill Professional. curvas de pequena e média inclinação em subida e descida. 1976. S sobre estradas e 8 ao redor de marcos. IEEE.. aproximação. DIVISÃO AERODESPORTIVA DA DIRETORIA DE AERONÁUTICA CIVIL. D. descida. 1989 KAYTON. São Paulo: Editora Asa. Hamilton: John-Wiley & Sons. curvas de pequena e média inclinação em voo nivelado. subida. BOTTURA. M. C. Introduction to Radar Systems. 1997 06 SIMULAÇÃO DE VOO E AMBIENTES VIRTUAIS Código: EN3207 TPI: 3-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Estabilidade e Controle de Aeronaves. Manobras Elementares de Vôo. T. corrida e decolagem. Surrey: Ashgate. SICKLE'S. Bibliografia Complementar: ASHGATE. Avionics Navigation Systems. 2. 2009. Flight Simulation. Pilot´s Handbook of Navigation. Curso Prático de Vôo por Instrumentos. Principles of Flight Simulation. 2005. ISBN 9781-56347-702-7 SKOLNIK. (*) As limitações do ambiente virtual não permitem que essas manobras sejam percebidas como no ambiente real devido a fatores como: falta das forças de inércia. 1977. variação de pressão atmosférica. 07 Código: EN3237 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Dinâmica I DINÂMICA II Ementa: Dinâmica de ponto material e corpo rígido: quantidade de movimento. alinhamento. J. Bibliografia Básica: WELCH. D. teorema 111 . noções de emergência após a decolagem e em cruzeiro. STINTON. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Complementar: JENN. ELLIOTT... FRIED.L.Centro de Engenharia. Introduction to Flight Test Engineering.T. ALLERTON. ISBN 0-7381-4339-1 NELSON.

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J. 1983. Convecção Forçada em escoamentos externos e internos. WOLGEMUTH. W. 2004. D. MESSINA. HENDERSON. 2008. 2004. Pump Handbook. J. Bibliografia Básica: KARASSIK. C. ÇENGEL. D. PFLEIDERER.. S. Piping Calculations Manual. D. São Paulo: Editora Edgard Blucher. 1983. HEALD. R... Rio de Janeiro: Guanabara dois. R. H. R.. A. PETERMANN.. Bibliografia Básica: INCROPERA. Termodinâmica. BEJAN. H. Pipeline Rules of Thumb Handbook: A Manual of Quick. Fenômenos de Transporte. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor.. 639p. São Paulo. 2009. LTC. P. MORAN. P. H. New York: McGraw-Hill. Accurate Solutions to Everday Pipeline Engineering Problems. 2º Edição. Noções de Trocadores de Calor. MENON. Transformação de energia e triângulo de velocidades. E. New York: McGraw-Hill. SISSOM. Transmissões. 32 MÁQUINAS DE FLUXO Código: EN3239 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Termodinâmica Aplicada I. MACINTYRE. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. Mecânica dos Fluidos Avançada Ementa: Definições básicas. C. COOPER. DE WITT. Máquinas hidráulicas geradoras. 1984.. Bibliografia Complementar: McALLISTER. Máquinas Motrizes Hidráulicas. 2009. De WITT. F. SHAPIRO... J.. ───. McGraw Hill.. SCHMIDT. 7. C. Transferência de Calor.. P. Mc Graw Hill. J. P. Ventiladores e compressores. I. Escoamento compressível. Bibliografia Complementar: HOLMANN. P. Rio de Janeiro: McGraw-Hill do Brasil. Convecção natural. Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro: LTC. N..Centro de Engenharia. 2008. 2002.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 31 TRANSFERÊNCIA DE CALOR II Código: EN2411 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Transferência de Calor I Ementa: Princípios de convecção térmica. Ed. BIRD. Máquinas de Fluxo. L. Transferência de calor e massa. R. Oxford: Elsevier. 2005. 4. E. Ebulição e Condensação. E... Rio de Janeiro. Boston: 127 ... ed. Y. Máquinas hidráulicas movidas. W. A. LTC. E. ConvectionHeat Transfer. Working Guide to Pump and Pumping Sations: Calculations and Simulations. H. I. Segunda Edição. B. Modelo reduzido e coeficientes adimensionais. Turbinas a vapor. MUNSON. Cavitação. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. F. PITTS. B . P. Editora LTC.. John Wiley&Sons. Turbinas a gás. Introdução à Engenharia de Sitemas Térmicos: Termodinâmica. 6ª Edição. ed. 1979.

M. J. Elements of Spacecraft Design. 2. R. G. Chichester. Spacecraft Structures and Mechanisms from Concept to Launch. Danvers. Malhas Estruturadas e Nãoestruturadas. 2. 1995. New York. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Gulf Professional Publishing. VA: AIAA. Pump Characteristics and Applications. VA: AIAA. ed. CA: Microcosm. Métodos de Solução de Problemas de Escoamentos Compressíveis. (Space Technology Series). Aerothermodynamics of Aircraft Engine Components. R. El Segundo. Spacecraft Thermal Control Handbook. 181. (Education Series). DONABEDIAN. 34 DINÂMICA DE FLUIDOS COMPUTACIONAL Código: EN3224 TPI: 3-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Mecânica dos Fluidos Avançada Ementa: Conceituação das equações diferenciais parciais. Spacecraft Thermal Control Handbook. ed. volume I: Fundamental Technologies. STEPANOFF. D. Fatores de configuração para troca entre duas superfícies. 33 PROJETO TÉRMICO DE VEÍCULOS ESPACIAIS Código: EN3226 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Transferência de Calor Aplicada a Sistemas Aeroespaciais Ementa: Processos de troca de calor em um veículo espacial. 2004. Diferenças Finitas. SWINERD. D. Spacecraft Systems Engineering. El Segundo.Centro de Engenharia. Reston. D. G. 2009. G. 128 . STARK. 2005. ed. Volumes Finitos. Modelos de Turbulência. Aplicações para situações reais. Técnicas de simulação. 2003. Balanço térmico no satélite em situações não permanente. SARAFIN.. FRENCH. 2002. D. Algoritmos de Acoplagem Pressão-Velocidade. VA: AIAA. Space Vehicle Design. UK: John-Wiley & Sons. GILMORE. Resistência térmica de contato. Reston. M. FORTESCUE. 2003. D. GRIFFIN. Vol.. 3. 1985. Troca de calor por radiação. CA: The Aerospace Press.J. London: Taylor & Francis. C. 1998. P. Satellite Thermal Control for Systems Engineers Vol. OATES. Reston. Massachusetts: AIAA. P. New York: John-Wiley & Sons. G. (Education Series). Bibliografia Básica: GILMORE. (Progress in Astronautics and Aeronautics). A. 2: Cryogenics.. M. T. (Education Series). 1967. KARAN. AIAA. ed. 2. VA: AIAA. El Segundo: The Aerospace Press e Reston. 2002. Bibliografia Complementar: BROWN C. Métodos e Algoritmos para Solução de Problemas de Escoamentos Laminares. VOLK. Centrifugal and axial flow pumps. Efeito de sombra. Carga térmica e efeito de órbita. J.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: ANDERSON. FERZIGER. TANNEHILL. An Introduction to Multigrid Methods. Introduction to Mathematical Fluid Dynamics. M. Applied Computational Fluid Dynamics Techniques: An Introduction Based on Finite Element Methods. 129 . C. 1997. Computational Fluid Dynamics: The Basics with Applications.. Oxford: Elsevier Butterworth-Heinemann. a von Karman Institute Book. 2007. HIRSCH. Computational Fluid Dynamics. BE: Springer. MALISKA. Philadelphia: RT Edwards. Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional. Computational Fluid Mechanics and Heat Transfer. C. ed. R. D. ed. H. PERIC. 2009. R. P. 2002. J. LÖHNER. Rio de Janeiro: LTC. an Introduction. 2004. Brussels. R. 2 ed. J. Bibliografia Complementar: ANDERSON.Centro de Engenharia. MEYER. Philadelphia: Taylor & Francis. New York: McGraw Hill.. 2008. E. ed. WESSELING. 2004. Berlin: Springer-Verlag. 6... New York: Dover Publications. J. ed. New York: John Wiley & Sons. 2007. 1995. Computational Methods for Fluid Dynamics. et al. ANDERSON. 3. R. PLETCHER.. 3. Numerical Computation of Internal and External Flows. 2. J. D.

órgãos artificiais.Centro de Engenharia.1 – Objetivo Geral Tendo em vista o contexto atual da área. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. com sólida formação técnico-científica para compreender fenômenos relacionados à fisiologia normal e patológica do corpo humano e assim atuar no desenvolvimento e/ou inovação tecnológica de procedimentos. trata-se de um ramo da engenharia que desenvolve e aplica tecnologia para modelar e solucionar problemas na área médica.3 – Engenharia Biomédica 8. o Curso de Graduação em Engenharia Biomédica da UFABC visa a formação de massa crítica de engenheiros biomédicos capazes de atuar como promotores de inovação tecnológica. Trata-se de uma área estratégica para o Brasil. materiais e artigos implantáveis.3. 8.2 – Perfil do Curso A Engenharia Biomédica envolve a aplicação de engenharia na área da saúde. 130 .1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia Biomédica Diplomação: Engenheiro Biomédico Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André (para alunos ingressantes na UFABC até 2011) e São Bernardo do Campo (para alunos ingressantes na UFABC a partir de 2012) 8.3 – Objetivos do Curso 8.3. bem como o domínio da tecnologia de reabilitação (dispositivos auxiliares visando melhoria da qualidade de vida dos portadores de necessidades especiais e contribuindo para sua reintegração na sociedade).3. isto é.3. que requer a capacitação de pessoal de forma a contribuir para avanços científicos e tecnológicos na indústria de dispositivos médico hospitalares (equipamentos para diagnóstico e terapia. órteses e próteses etc.) e instrumentação biomédica.3.

incluindo as disciplinas de matemática.   Aprimoramento de tecnologias estabelecidas e aplicadas à área da saúde. no exercício de suas atividades técnicas apresente a preocupação de induzir mudanças qualitativas na sociedade. indústria farmacêutica.2 – Objetivos Específicos Formação de profissional Engenheiro Biomédico cidadão. bem como terapia e monitoramento de pacientes. que vão desde os básicos. indústria de dispositivos biomédicos. além de capacidade para desenvolver eficientemente atividades ligadas a:  Desenvolvimento de novas tecnologias. biomateriais. e que. processos e experimentos) utilizados nas áreas de ciências biológicas e ciências da saúde. física médica. Desenvolvimento de conhecimento sistemático e de ferramentas básicas. incluindo a aplicação de métodos computacionais avançados aos problemas da área da saúde. terapêuticos. organizações de saúde pública e privada para implementação de novas tecnologias. diagnóstico de doenças. física.  Participar em desenvolvimento e projetos de sistemas integrados (dispositivos. capaz de interagir positivamente com o ambiente de trabalho. aos específicos. projeto de dispositivos biomédicos e gestão hospitalar dentre outras. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias instrumentos e equipamentos para prevenção. instrumentação biomédica.Centro de Engenharia.3. sociologia. como eletrônica. para atender às necessidades de um mercado crescente e demandante de novos dispositivos biomédicos e procedimentos diagnósticos. 131 . expressão. 8. bem como de equipamentos e instrumentos de monitoração de sinais vitais e de imagenologia.3.  Buscar a integração entre instituições de ensino e pesquisa. Considerando a variedade de fenômenos explorados pela Engenharia Biomédica o profissional da área deve compreender uma vasta gama de conhecimentos. biologia. biossegurança. química.

para realizações de interesse social e humano.3. além de dispositivos biomédicos para reabilitação e tecnologia assistiva. advindos do desenvolvimento industrial na área da engenharia eletro-eletrônica e de materiais.1 – Competências e Habilidades As competências e habilidades que se espera do Engenheiro Biomédico é que ele seja capaz de:  Reconhecer sua identidade. no campo do saber-fazer.   Atuar profissionalmente com responsabilidade social e ética.Centro de Engenharia. 8. 132 . Atuar profissionalmente integrando equipes multidisciplinares na área da Engenharia Biomédica. gestão e controle de qualidade de dispositivos biomédicos em organizações de saúde pública e privada. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Aplicar conceitos teóricos e práticos.4 .Perfil do Egresso O Engenheiro Biomédico será um profissional com formação interdisciplinar. terapia e monitoração de sinais vitais.4. levantamento de dados e solução de problemas na área da saúde. base conceitual e habilidades para desenvolver. além de atividades de pesquisa e desenvolvimento de processos e dispositivos biomédicos para uso em prevenção e diagnóstico de doenças. produção.3. Poderá atuar em atividades de projeto. como Engenheiro Biomédico.  Integrar conceitos e estabelecer interfaces entre as ciências da vida e a engenharia. aplicar e integrar técnicas e ferramentas modernas de engenharia para o equacionamento. visando ao desenvolvimento e à melhoria dos cuidados dispensados aos usuários de estabelecimentos de saúde.  8.

bem como dispositivos e sistemas de auxílio à motricidade e locomoção dos seres vivos (órteses e próteses). processos e experimentos) utilizados nas áreas de ciências biológicas e ciências da saúde. da medicina e das ciências da vida. cuja composição deve obedecer:  Disciplinas Obrigatórias do BC&T: 90 créditos / 1080 Horas aula. interpretar dados e propor a resolução de problemas entre as áreas de ciência da vida e engenharia.  8. exige um grande esforço de compreensão do perfil desejado do profissional a ser formado e da cadeia de conhecimentos necessária para esta formação. Assim. correspondentes a 3600 horas aula.  Participar em desenvolvimento e projetos de sistemas integrados (dispositivos.5 – Organização Curricular A Engenharia Biomédica é uma modalidade de engenharia.  Atuar no desenvolvimento de dispositivos implantáveis.3.Centro de Engenharia. adquirir e manter a operação estável de equipamentos e instrumentos médico hospitalares. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Realizar medições e interpretações de dados necessários para solução de problemas e inovação da indústria de dispositivos biomédicos. diferenciada em relação às modalidades tradicionais.   Analisar riscos em ambientes hospitalares. de caráter inter e multidisciplinar que. Especificar. dispositivos biomédicos e equipamentos médico hospitalares. Atuar no desenvolvimento e projeto de instrumentação biomédica. 133 .  Desenvolver e implementar novas tecnologias.   Analisar e modelar sistemas biológicos. o curso de Engenharia Biomédica exige o cumprimento 300 créditos.

 Disciplinas Livres: 30 créditos / 360 Horas aula (Qualquer disciplina que não faça parte do conjunto de Disciplinas Obrigatórias).  Tendo em vista a flexibilidade curricular característica do projeto pedagógico da UFABC. próteses. ao longo do curso de Engenharia Biomédica.Centro de Engenharia. reprodução e ressuscitamento de sinais vitais. o aluno poderá cursar disciplinas escolhidas dentro dos conjuntos de disciplinas oferecidas que permitirá aprimorar sua capacitação de forma a conferir habilidades e competências específicas que caracterizam uma ou mais das áreas listados a seguir:      Biomateriais e Dispositivos Implantáveis. Considerando que as atividades de engenharia na área da saúde estão relacionadas com equipamentos e instrumentos de monitoração de sinais vitais. Engenharia Clínica. o curso de Engenharia Biomédica 134 . tais como órteses. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias): 46 créditos / 552 Horas aula. Instrumentação e Processos para Diagnóstico e Terapia. Biomecânica e Controle Neuromotor.  Disciplinas de Síntese e Integração do Conhecimento: 26 créditos / 312 Horas aula. de imagenologia ou com equipamentos de aferição.  Disciplinas Obrigatórias Específicas da Modalidade Engenharia Biomédica (profissionalizantes): 80 créditos / 960 Horas aula. dispositivos implantáveis ou dispositivos para reabilitação e tecnologia assistiva. Sistemas Computacionais Aplicados a Ciências da Vida.  Disciplinas de Opção Limitada na Modalidade Engenharia Biomédica: 28 créditos / 336 Horas aula. bem como dispositivos biomédicos diversos.

Centro de Engenharia. porém. além dos conjuntos apresentados nas tabelas a seguir. em disciplinas do núcleo de conteúdos profissionalizantes. Os conjuntos de disciplinas do Curso de Engenharia Biomédica poderão ser continuamente atualizados. tendo em vista o entrelaçamento com a área da saúde. exclusão ou fusão de disciplinas. Tabela 17: Disciplinas Obrigatórias Específicas para o Curso de Engenharia Biomédica e Tabela 18: Disciplinas de Opção Limitada para o Curso de Engenharia Biomédica 135 . com a inclusão. As disciplinas que devem ser cursadas para compor os 300 créditos necessários à integralização do curso encontram-se listadas nas Tabelas 2. o aluno do Curso de Engenharia Biomédica pode aprimorar tais conhecimentos cursando Disciplinas de Opção Limitada do Curso de Engenharia Biomédica e Disciplinas Livres. Convém ressaltar que. é de fundamental importância que o Engenheiro Biomédico tenha conhecimentos básicos de anatomia e fisiologia além de outros que possibilitem sua atuação conjunta com profissionais da área da saúde. 3 e 5. Assim sendo. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias propõe uma lista de disciplinas que somam 80 créditos. dentre as disciplinas profissionalizantes estão disciplinas que visam oferecer noções básicas de tais conhecimentos. de acordo com a evolução científica e tecnológica das respectivas áreas de atuação e caberá a próreitoria de graduação estar atenta às necessidades do mercado e da universidade e solicitar esta revisão. tendo em vista as características do projeto pedagógico da UFABC. constantes nas páginas iniciais deste catálogo. correspondentes à carga horária de 960 horas.

Tais disciplinas contemplam conteúdos de áreas específicas de atuação do Engenheiro Biomédico. que atualmente apresenta 36 Disciplinas de Opção Limitada oferecidas pelo curso de Engenharia Biomédica. que contemplam conteúdos adicionais aos proporcionados pelo conjunto de disciplinas obrigatórias. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 18: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Biomédica Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 BC1307 EN2703 EN2318 EN2319 EN2330 BC1332 EN2320 EN2321 EN2331 EN2333 EN2322 EN2332 EN2323 EN2328 EN2329 EN2324 EN2325 EN2326 EN2327 Disciplina Biologia Celular Circuitos Elétricos I Métodos Matemáticos aplicados a Sistemas Biomédicos Bases Biológicas para Engenharia I Instrumentação Biomédica Introdução à Física Médica Bases Biológicas para Engenharia II Ciências dos Materiais Biocompatíveis Instrumentação Biomédica Avançada Princípios e Aplicações de Biomecânica Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Princípios de Imagens Médicas Legislação Relacionada à Saúde Engenharia de Reabilitação e Biofeedback Equipamentos Médico-Hospitalares Biossegurança Análise e Controle de Sistemas Mecânicos Princípios de Ética em Serviços de Saúde Métodos de Elementos Finitos aplicados a Sistemas Biomédicos T 3 3 6 3 3 3 3 3 3 2 2 4 2 3 3 4 2 2 0 P 2 2 0 2 2 1 2 1 2 2 2 0 0 1 2 0 2 0 3 I 4 4 4 5 5 4 5 4 4 4 4 4 4 4 4 3 4 3 4 Créditos 5 5 6 5 5 4 5 4 5 4 4 4 2 4 5 4 4 2 3 Recomendação Origens da Vida e Diversidade dos Seres Vivos Circuitos Elétricos e Fotônica Funções de Uma Variável. 28 créditos devem ser cumpridos dentro do grupo de disciplinas apresentadas na tabela de Disciplinas de Opção Limitada. Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias.Centro de Engenharia. caso tenha disponibilidade de docentes. Bases Biológicas para Engenharia II Fenômenos Eletromagnéticos Bioética Princípios e Aplicações de Biomecânica Bases Biológicas para Engenharia II Biologia Celular Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Não há Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Total 80 Dos 58 créditos restantes. Álgebra Linear Biologia Celular Instrumentação e Controle Fenômenos Eletromagnéticos Bases Biológicas para Engenharia I Materiais e suas Propriedades Instrumentação Biomédica Bases Biológicas para Engenharia II Cálculo Numérico. 136 .

Caracterização de Biomateriais Cursar após o BC&T Ciência dos Materiais Biocompatíveis e Biologia Celular Circuitos Elétricos e Fotônica Dispositivos Eletrônicos Circuitos Elétricos e Fotônica Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Introdução à Física Médica Introdução à Física Médica Introdução à Física Médica. Princípios de Imagens Médicas. Laboratório de Física Médica Introdução à Física Médica. Dispositivos Eletrônicos 137 . Biossegurança Eletrônica Digital. Magnéticas e Ópticas Propriedades Mecânicas e Térmicas Caracterização de Biomateriais Processamento e Análise de Sinais Biomédicos Processamento e Análise de Falhas em Biomateriais Introdução à Biotecnologia Engenharia de Tecidos Dispositivos Eletrônicos Eletrônica Analógica Aplicada Eletrônica Digital Processamento Digital de Sinais Laboratório de Física Médica Introdução à Biofotônica e Óptica Biomédica Técnicas Modernas em Fototerapia Técnicas Modernas em Fotodiagnóstico Processamento de Imagens Médicas Qualidade de Imagens Médicas Neuromecânica do Movimento Humano Ergonomia Introdução à Robótica Introdução à Bioinformática Laboratório de Bioinformática Telemedicina e Sistemas de Apoio a Decisão Projeto e Desenvolvimento de Sistemas para Análise de Dados Médicos Engenharia Clínica I Engenharia Clínica II Instalações Hospitalares Sistemas Microprocessados T P I Créditos 2 3 4 4 4 4 4 4 3 3 2 2 2 4 3 3 3 4 4 1 3 3 3 2 2 2 4 2 3 0 2 3 3 3 2 2 0 0 2 2 2 2 0 0 1 1 3 2 3 0 2 2 2 2 0 3 1 1 1 2 2 2 0 2 1 4 2 2 2 2 2 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 4 4 4 4 4 5 5 4 4 4 4 4 2 3 6 6 6 6 4 4 4 4 5 4 5 4 5 5 5 6 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 5 5 4 4 Recomendação Cursar durante o BC&T Cursar durante o BC&T Biologia Celular Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Cursar durante o BC&T Materiais e suas Propriedades Ciência dos Materiais Fenômenos Térmicos e Ciência dos Materiais Ciências dos Materiais Biocompatíveis Instrumentação Biomédica Avançada. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 19: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Biomédica Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 BC1712 EN3339 BC1321 BC1322 BC1324 BC1325 BC1308 EN2810 EN2817 EN2816 EN3324 EN3325 EN3326 EN3337 EN3327 EN2719 EN2720 EN2605 EN2610 BC1333 EN3328 EN3329 EN3330 EN3341 EN3331 EN3338 EN3332 EN3333 BC1439 EN3318 EN3334 EN3335 EN3340 EN3322 EN3336 EN2617 Disciplina Introdução à Engenharia Biomédica Bioestatística Sistemas Biológicos I Sistemas Biológicos II Sistemas Biológicos III Sistemas Biológicos IV Biofísica Ciência dos Materiais Propriedades Elétricas. Obrigatórias da Engenharia Biomédica Processamento da Informação.Centro de Engenharia. Métodos Matemáticos aplicados a Sistemas Biomédicos Princípios e Aplicações de Biomecânica Bases Biológicas para Engenharia II Análise e Controle de Sistemas Mecânicos Cursar após o BC&T Introdução à Bioinformática Processamento da Informação. Laboratório de Física Médica. Obrigatórias da Engenharia Biomédica Equipamentos Médico-Hospitalares Engenharia Clínica I Equipamentos Médico-Hospitalares. Introdução à Biofotônica e Óptica Biomédica. Instrodução à Biofotônica e Óptica Biomédica. Métodos Matemáticos aplicados a Sistemas Biomédicos Ciência dos Materiais Biocompatíveis. Métodos Matemáticos aplicados a Sistemas Biomédicos Princípios de Imagens Médicas. Bases Biológicas para Engenharia II.

neste caso em Engenharia Biomédica. ou outras. sejam cursados ainda durante o BC&T. corresponderá a todas as disciplinas oferecidas pela universidade que não tenham sido cursadas. assim como parte dos créditos de Disciplinas de Opção Limitadas e Disciplinas Livres. ainda. parte dos créditos do núcleo de conteúdos profissionalizantes. Sugere-se que.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Os demais 30 créditos. desde que as exigências acadêmicas permitam. no prazo máximo de 5 anos. de caráter absolutamente livre de interesse do aluno. caso o estudante queira se graduar em engenharia. eventualmente necessários para sua formação profissional. para a realização destes créditos adicionais. necessários para a conclusão do curso de Engenharia Biomédica devem ser cumpridos em disciplinas de Opção Limitada que venham a complementar os conteúdos específicos. com aproveitamento. O conjunto de disciplinas. pelo aluno. 138 .

Centro de Engenharia.3. Conversão e Uso BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1710 Introdução às Engenharias BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1425 Álgebra Linear 2º Quadrimestre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica BC1507 Instrumentação e Controle 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre BC1307 Biologia Celular EN2318 Métodos Matemáticos aplicados a Sistemas Biomédicos EN2703 Circuitos Elétricos I EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre 7º Quadrimestre 3 º A N O BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 8º Quadrimestre BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC0002 Projeto Dirigido BC1419 Cálculo Numérico BC1104 Mecânica dos Sólidos I EN2322 Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos EN2325 Análise e Controle de Sistemas Mecânicos EN2326 Princípios de Ética em Serviços de Saúde EN2328 Engenharia de Reabilitação e Biofeedback Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC1713 Engenharia Econômica EN2330 Instrumentação Biomédica EN2331 Instrumentação Biomédica Avançada EN2333 Princípios e Aplicações de Biomecânica EN2327 Método de Elementos Finitos aplicados a Sistemas Biomédicos Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2319 Bases Biológicas para Engenharia I EN2320 Bases Biológicas para Engenharia II EN2321 Ciências dos Materiais Biocompatíveis Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2329 Equipamentos MédicosHospitalares 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 4 º A N O BC1332 Introdução à Física Médica EN2323 Legislação Relacionada à Saúde EN2332 Princípios de Imagens Médicas 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1303 Trabalho de Graduação I em Engenharia Biomédica EN1304 Trabalho de Graduação II em Engenharia Biomédica EN1305 Trabalho de Graduação III em Engenharia Biomédica Opção Limitada da Engenharia ou Livre 13º Quadrimestre 5 º A N O EN2324 Biossegurança Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1301 Estágio Curricular I em Engenharia Biomédica EN1302 Estágio Curricular II em Engenharia Biomédica Opção Limitada da Engenharia ou Livre 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 139 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação Tabela 20: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Biomédica 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência. Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. Simulação e Controle Aplicados a EN2322 – Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Sistemas Biológicos EN2312 – Legislação Relacionada à Saúde EN2323 – Legislação Relacionada à Saúde EN2315 – Biossegurança EN2324 – Biossegurança EN3517 – Ética e Responsabilidade Social BC1604 – Bioética BC1313 – Introdução à Física Médica EN3316 – Análise e Controle de Sistemas Mecânicos EN2309 – Processamento e Análise de Sinais Biomédicos EN2317 – Caracterização de Biomateriais EN3307 – Engenharia de Tecidos e Órgãos Artificiais EN3304 – Processamento e Análise de Falhas em Biomateriais EN2316 – Instalações Hospitalares BC1311 – Laboratório de Física Médica BC1708 – Introdução à Bioengenharia EN2303 – Efeitos Biológicos das Radiações Não Ionizantes EN3309 – Espectroscopia Óptica em Sistemas Biológicos EN2701 – Fundamentos de Eletrônica EN3310 – Aplicações de Lasers em Ciências da Vida e Saúde Humana EN3311 – Técnicas Nucleares Aplicadas às Ciências da Saúde EN3320 – Projeto e Desenvolvimentos de Sistemas para Análise de Dados Médicos EN3319 – Informática Médica EN3315 – Neuromecânica do Movimento Humano EN3305 – Introdução à Biotecnologia EN2313 – Engenharia de Reabilitação e Biofeedback EN2314 – Equipamentos Médico-Hospitalares EN2302 – Instrumentação Biomédica EN2307 – Instrumentação Biomédica Avançada EN2311 – Princípios de Imagens Médicas EN2308 – Princípios e Aplicações de Biomecânica EN3301 – Bioestatística EN3321 – Engenharia Clínica I EN3312 – Processamento de Imagens Médicas EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III EN2326 – Princípios de Ética em Serviços de Saúde BC1332 – Introdução à Fisica Médica EN2325 – Análise e Controle de Sistemas Mecânicos EN3325 – Processamento e Análise de Sinais Biomédicos EN3324 – Caracterização de Biomateriais EN3327 – Engenharia de Tecidos EN3326 – Processamento e Análise de Falhas em Biomateriais EN3336 – Instalações Hospitalares BC1333 – Laboratório de Física Médica BC1712 – Introdução à Engenharia Biomédica EN3328 – Introdução a Biofotônica e Óptica Biomédica EN3330 – Técnicas Modernas em Fotodiagnóstico EN2719 – Dispositivos Eletrônicos EN3329 – Técnicas Modernas em Fototerapia EN3331 – Qualidade de Imagens Médicas EN3335 – Projeto e Desenvolvimentos de Sistemas para Análise de Dados Médicos EN3334 – Telemedicina e Sistemas de Apoio a Decisão EN3338 – Neuromecânica do Movimento Humano EN3337 – Introdução à Biotecnologia EN2328 – Engenharia de Reabilitação e Biofeedback EN2329 – Equipamentos Médico-Hospitalares EN2330 – Instrumentação Biomédica EN2331 – Instrumentação Biomédica Avançada EN2332 – Princípios de Imagens Médicas EN2333 – Princípios e Aplicações de Biomecânica EN3339 – Bioestatística EN3340 – Engenharia Clínica I EN3341 – Processamento de Imagens Médicas EN1301 – Estágio Curricular I em Engenharia Biomédica (Resolução ConsEPE 103) EN1302 – Estágio Curricular II em Engenharia Biomédica (Resolução ConsEPE 103) EN1303 – Trabalho de Graduação I em Engenharia Biomédica EN1304 – Trabalho de Graduação II em Engenharia Biomédica EN1305 – Trabalho de Graduação III em Engenharia Biomédica 140 .Centro de Engenharia.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 21: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplinas do Catálogo 2010 EN2306 – Engenharia Aplicada a Sistemas Biológicos I EN2304 – Engenharia Aplicada a Sistemas Biológicos II Disciplinas do Catálogo 2013 EN2319 – Bases Biológicas para Engenharia I EN2320 – Bases Biológicas para Engenharia II EN2305 – Introdução a Materiais Biocompatíveis EN2321 – Ciencias dos Materiais Biocompatíveis EN2310 – Modelagem.3.

M.8 – Ementas 8.C. et al.R. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Bases da Biologia Celular e Molecular.C. J. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 02 CIRCUITOS ELÉTRICOS I Código: EN2703 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Conceitos Básicos. L. MELO. especialização. CARVALHO. Bibliografia Complementar: ALBERTS. Morfologia. 2005. Porto Alegre: Artmed.C. et al. JUNQUEIRA.ed.N. Biologia Celular e Molecular. CARNEIRO. ALBERTS.K. 8. LODISH. H. Bibliografia Básica: 141 .. R. MELLO. W. Regime Permanente Senoidal. 1980. L. Práticas de Biologia Celular. J. São Paulo: Edgard Blücher/FUNCAMP. Bipólos Elementares. 5.ed.I. São Paulo: Artes Médicas.U. divisão. Potência e Energia em Regime Permanente Senoidal.F.Centro de Engenharia. Medical Cell Biology. et al. S. 2. 2000.ed.. Atlas de Histologia Funcional.. Fundamentos de Biologia Celular.L. Biologia Celular e Molecular. organização e interações entre células. 1983.Princípios Básicos e Práticas. Molecular Biology of the Cell. B. sobrevivência e morte celular. J. 2. H. S. B. 4..3.. L.S. KÜHNEL. 2005. 2007. diversidade. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.3. Histologia e Anatomia Microscópica para Teoria e Prática. New York: Garland Science.B. Atlas de Citologia.M. A Célula. JUNQUEIRA. fisiologia. 2002. H. 2006. Redes de Segunda Ordem. DE ROBERTIS. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. VIDAL.M. E. Associação de Bipólos e Leis de Kirchoff. reprodução. Philadelphia: Lippincott-Raven. B.ed. 2006. Células e Microscopia .8.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Biomédica 01 BIOLOGIA CELULAR Código: BC1307 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos Ementa: Origem.F.C. M. Bibliografia Básica: JUNQUEIRA. 2.ed. Curitiba: Santos. 2007. 1998. Barueri: Manole. GOODMAN.ed. Redes de Primeira Ordem.M. RECCO-PIMENTEL.U. Métodos de Análise de Circuitos. 5. KERR. Porto Alegre: Artmed. 1995. Juiz de Fora: Editora UFJF. Técnicas Básicas de Citologia e Histologia.ed.

Álgebra Linear Ementa: Revisão de Números Complexos. Ed.A. Funções Comuns (Impulso Unitário. Resposta Impulsiva e a Integral de Convolução. EDMINISTER. Amostragem de Sinais Limitados em Faixa: Amostragem Ideal.. Vol.. Sinais e Sistemas a Tempo Discreto: Definições (Sinais. 2 (2ª Ed. Schaum. Forma Exponencial. Causalidade).. Transformada Z: Definição. São Paulo. Mc Graw Hill.. Região de Convergência. SADIKU. Transformada de Laplace: Definição. Teorema de Nyquist e Aliasing. Propriedades. Bibliografia Complementar: NAHVI. Ed. 1 ( 2a Ed. W. Resolução de Equações à Diferenças Finitas. Barry Van. ALEXANDER. IRWIN. Circuitos Elétricos. N. J. Resposta em Freqüência: Diagramas de Bode (Sistemas de 1a Ordem e 2a Ordem). Sistemas Lineares e Invariantes no Tempo (LIT): Relação Entrada-Saída. 142 . 662 p.W. Espectro de Amplitude..Q. “Circuitos Elétricos”. Porto Alegre: Bookman. xvi. K. Análise de Circuitos para Engenharia. 03 MÉTODOS MATEMÁTICOS APLICADOS A SISTEMAS BIOMÉDICOS Código: EN2318 TPI: 6-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Funções de Uma Variável. ISBN 9788560031139. 2005. VEEN.). “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. J. Transformada de Fourier a Tempo Contínuo – Propriedades. Resposta em Freqüência: Atraso de Grupo. Edição. J. P. D. Bookman. Invariância no Tempo. IRWIN. C.. 2008. 2007. ISBN 9788573077414... S.. S. 8th Ed. Transformada de Laplace Inversa: Método de Frações Parciais.H. Sistemas de Fase Linear e Sistemas de Fase Mínima.Editora LTC. NILSSON. Linearidade. Ed. Sinais e sistemas. RIEDEL.Centro de Engenharia. Linearidade. Análise Básica de Circuitos para Engenharia. Região de Convergência. O. J. Funções de Transferência.Definição. 2010.. D. – 2002 ) e Vol. 2007. M. Resolução de Equações Diferenciais Ordinárias.E.M. 2a. Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias. Sinais e sistemas lineares. Makron Books. J. 3ª edição. LTC. Propriedades. HAYT Jr . Ed. B. 2 ed. Sistemas. Sistemas Lineares e Invariantes no Tempo (LIT): Relação Entrada-Saída.W. Simon. Degrau Unitário. Porto Alegre: Bookman. Mc Graw Hill. 2008. RIEDEL. Invariância no Tempo. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ORSINI. Estabilidade BIBO. HAYKIN. – 2004).. M. Ed. L. Circuitos Elétricos II.... Relações com a Transformada de Laplace e Transformada Inversa de Fourier. Transformada Z Inversa: Método de Frações Parciais. Análise de Circuitos em Engenharia. Resposta em Freqüência a partir da Transformada Z: Introdução à Transformada Discreta de Fourier. Pearson. D. Transformada de Fourier a Tempo Contínuo . 9ª Ed.. 2008. Causalidade).. Sistemas. A. DURBIN. NILSSON. Resposta Impulsiva e a Somatório de Convolução. 847 p. Rio de Janeiro. Estabilidade BIBO. Representação de Sinais Periódicos usando Séries de Fourier: Forma Trigonométrica.. J. Bibliografia Básica: LATHI. Sinais e Sistemas a Tempo Contínuo: Definições (Sinais. CONSONNI. Blücher. S.. KEMMERLY. 1999. “Curso de Circuitos Elétricos”. .. Funções de Transferência. Espectro de Fase e Relação de Parseval.

São Paulo: Guanabara. 2006. ENDERLE. J. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias OGATA.C.. Syed Hamid. xxx. ed. Porto Alegre: Bookman.S. 2006. 2009. M. J. Coleção Completa. Teoria e problemas de processamento digital de sinais. Sistema respiratório: anatomia. 1999. 4. Katsuhiko. (Coleção Schaum). SCHAFER. Inclui referências bibliográficas (p. (Coleção Schaum). Discrete-time signal processing. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema respiratório. Hwei P. Christensen´s Physics of Diagnostic Radiology. N. 870 p. John R. Coleção completa. 370 p. São Paulo: Guanabara. J. c1997. 1990. 921-929) e índice. HAYES. London: Lea & Febiger. B. 11ª Ed. Sistema endócrino: Fisiopatologia da diabetes. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema cardiovascular. Bibliografia Complementar: BRONZINO. CURRY. São Paulo: Atheneu. ISBN 9788560031061.R. Eletrocardiografia prática. T.R.. fisiopatologia. x.. 431 p.. Ronald W. ISBN 0138147574. São Paulo: Manole. Teoria e problemas de sinais e sistemas. SOBOTTA. Anatólio (trad. Bibliografia Complementar: HSU. J. MURRY. Introduction to Biomedical Engineering. Porto Alegre: Artmed Editora. 04 BASES BIOLÓGICAS PARA ENGENHARIA I Código: EN2319 TPI: 3-2-5 Carga Horária: 60h Recomendação: Biologia Celular Ementa: Introdução à anatomia e fisiopatologia humana. [781]-782. CARVALHO. R. ISBN 85363-0360-3. 2009.. WILLSKY. 788 p. OPPENHEIM. 2003. G. NAWAB. J. Coleção Fisiopatologia Clínica 3. New York: CRC Press. 488 p. Ne Jersey: Prentice Hall. Monson H. Fisiopatologia respiratória. D.D.E. 143 .. Tratado de Fisiologia Médica. Inclui índice remissivo. Rio de Janeiro: Elsevier. DOWDEY. (Prentice Hall signal processing series). 2nd Ed.). São Paulo: Prentice Hall. J. Signals & systems.J: Prentice Hall.ed. HALL. Alan S. Técnicas de monitorização.S.. Elsevier Academic Press.. (Prentice-Hall signal processing series). 2ª ed. Sistema cardiovascular: anatomia. 957 p. 2 ed. Bibliografia Básica: GUYTON. Upper Saddle River. Engenharia de controle moderno. fisiologia.C. LASCHUK. diagnóstico e terapêutica aplicados à diabetes e às outras doenças comuns do sistema endócrino. 2004. Técnicas de monitorização. Técnicas de monitorização. S. 2006. OPPENHEIM. BRONZINO. fisiologia. Atlas de Anatomia Humana. C. BUCK. BLANCHARD. Alan V (ed). introdução às principais técnicas de diagnóstico e terapia. Alan V. Bibliografia: p. 466 p. A. Biomedical Engineering Handbook. inflamação e resposta imunológica. 1998. fisiopatologia. MARRIOTT. FMUSP. 22ª. ISBN 9788587918239. Clínica Medica.Centro de Engenharia. ISBN 013754920-2. WAGNER. Coleção completa.E. D. 2005. 2005. 864 p.

. SPECT. Transdutores e sensores (sensores de força. Medical Instrumentation: Application and Design.Centro de Engenharia. 1ª Edição Brasileira. Medicina nuclear: princípios de funcionamento. Rio de Janeiro. aplicações em ciências da vida. Signal Processing of Random Physiological Signals. propriedades. J. 1 e 2. BALBINOT.. PET-CT.cintilografia. 2006. 2003. Redução de Interferências. Teoria da medida. efeitos nos tecidos biológicos. WEBSTER. Filtros analógicos. G. radiobiologia. BRONZINO. Instrumentos de medidas analógicos e digitais. dosimetria. ENDERLE. J. Sinais e Ruído. Estatística e Propagação de erros. Elsevier Academic Press. Bioinstrumentation. New York: Springer Verlag Telos.. J.. Ressonância magnética nuclear: princípios de funcionamento. Erro experimental. D. térmicos. 3rd edition. efeitos nos tecidos biológicos.) The Measurement. efeitos nos tecidos biológicos.. S. Bibliografia Básica: WEBSTER. Vocabulário Internacional de Metrologia: conceitos fundamentais e gerais e termos associados (VIM 2008). principais técnicas de diagnóstico .. D. radioterapia. Bibliografia Básica: 144 . Editor: CRC Press. J. Ultrassonografia: princípios de funcionamento. J.. Morgan & Claypool Publishers. 2005. efeitos biológicos. J. Instrumentação e Fundamentos de Medidas. 2nd Ed. G. INMETRO. 2007. 06 INTRODUÇÃO À FÍSICA MÉDICA Código: BC1332 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Eletromagnéticos Ementa: Radiologia: física das radiações. S. 2006. Instrumentation and Sensors Handbook. acelerômetros). Morgan & Claypool Publishers. Técnicas de compensação. propriedades. LESSARD. Handbook of Modern Sensors: physics. V. de distância. John Wiley & Sons. Sensores resistivos. 2000. aplicações em ciências da vida. Características genéricas de um sistema de instrumentação biomédica (estáticas e dinâmicas). 1998. Amplificadores. piezoelétricos. J. proteção radiológica. Introduction to Biomedical Engineering.. LTC. (Ed. designs ans applications. Bibliografia Complementar: ENDERLE. BRUSAMERELLO. A. indutivos e capacitivos.. BLANCHARD.D. 2009. Sistema de instrumentação biomédico (Transdutores e condicionadores). FRADEN. C. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 05 INSTRUMENTAÇÃO BIOMÉDICA Código: EN2330 TPI: 3-2-5 Carga Horária: 60h Recomendação: Instrumentação e Controle Ementa: Conceitos básicos de instrumentação biomédica. M. Vol.

Oxford: Oxford University Press. HERZOG. fisiopatologia. J. ERNST. EISBERG. 2006. Bibliografia Complementar: BRONZINO. Introduction to Biomedical Engineering. Técnicas de monitorização.. New York: CRC Press. J. T. CALDAS. E. Neuroanatomia funcional. Bibliografia Complementar: BRONZINO. R. Elsevier Academic Press. Física Quântica. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema digestório. SOBOTTA.E. J. Wokaun. Bodenhausen. Física para ciências biológicas e biomédicas . 1999. Sistema renal: anatomia. São Paulo: Editora Atheneu. São Paulo: Editora Campus. Angelo. 2006. São Paulo: Harbra. fisiologia. G. Radiação: Efeitos. Sistema neuro-muscular: anatomia. Biomedical Engineering Handbook. 1998. E. E. 08 Código: EN2321 TPI: 3-1-4 CIÊNCIA DOS MATERIAIS BIOCOMPATÍVEIS 145 . ENDERLE.. M.Centro de Engenharia. W. ed. BUSHBERG. 1994. Coleção completa. 363 p. A. OKUNO.C. Biomechanics of the musculo-skeletal system.C. A.. fisiologia do exercício e introdução à biomecânica. Principles of nuclear magnetic ressonance in one and two dimensions.. et al. R. 2nd Ed. FMUSP. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema reprodutor. R.. Sistema reprodutor: fisiopatologia e técnicas de monitorização. São Paulo: Guanabara. Philadelphiia. D. D. BRONZINO... RESNICK. I. São Paulo: Editora Blucher. 2 ed. 22ª. 1994. fisiopatologia. 2005.. B. Coleção Completa. Coleção completa. 864 p.. 2006. Bibliografia Básica: GUYTON. J. D. fisiologia. fisiologia. Técnicas de monitorização. MACHADO. 2 ed. Itiro. M.. New York: John Wiley & Sons. São Paulo: Sarvier. Ergonomia: projeto e produção.L. Riscos e Benefícios. IIDA. Ed.D. Biomedical Engineering Handbook. 2005. 07 BASES BIOLÓGICAS PARA ENGENHARIA II Código: EN2320 TPI: 3-2-5 Carga Horária: 60h Recomendação: Bases Biológicas para Engenharia I Ementa: Sistema digestório: anatomia. Clínica Medica. Tratado de Fisiologia Médica. A. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema renal. HALL. C. CHOW. 2002. 614 p. J. Atlas de Anatomia Humana. Técnicas de monitorização. R. GARCIA. J. BLANCHARD. The essential of medical imaging. S. Biofísica.. 2003.. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema neuro-muscular. 1986.. Rio de Janeiro: Elsevier. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias OKUNO. fisiopatologia. 2002. NIGG.São Paulo: Harbra. Ergonomia. J. M. São Paulo: Manole. 9ª. 2009... LWW. New York: CRC Press. 1999.

Filtros digitais (transformada Z. ). CRC. prótese.. retículos cristalinos e estruturas amorfas.W. CALLISTER. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. F. Biomateriais Híbridos e Engenharia de tecidos. Hanning. 2004. sangue). 2008.S.J. Biomaterials Science: An Introduction to Materials in Medicine. dispositivos biomédicos. Biomateriais aplicados às diferentes áreas da medicina e odontologia. 1 ed. Advanced Biomaterials for medical Applications. avaliação e aplicação de biomateriais. J.. 1a ed. 7ª. bioativos. Biomateriais: Fundamentos & Aplicações. B. implante. RATNER. The Williams Dictionary of Biomaterials. Pearson Prentice Hall. Bibliografia Complementar: WILLIANS. conversão analógico-digital e processamento). Ed. 600 p. Legislação Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) 09 INSTRUMENTAÇÃO BIOMÉDICA AVANÇADA Código: EN2331 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Instrumentação Biomédica Ementa: Fundamentos básicos de sistemas de aquisição por computador. R. Conceitos e definições: Biomateriais.. 2006. biodesempenho. representação binária.S. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Carga Horária: 48h Recomendação: Materiais e suas Propriedades Ementa: Estrutura dos Materiais: tipos de ligações e interações. 2007. Mecanismos de Difusão. compósitos. Bibliografia Básica: ORFICE. bioreabsorvíveis. conversores comerciais). HOFFMAN. Biomaterials: The Intersection of Biology and Materials Science. J..Aquisição de sinais (sensores. LTC editora. H. Processamento e tratamento de sinais.L. Perspectivas e desafios tecnológicos em biomateriais. polinomial.D. Programação (MatLab e LabView). Liverpool University. operadores básicos. 146 . TEMENOFF. J. 6a. condicionamento de sinal. Classificação de biomateriais: Biomateriais sintéticos. cerâmicos.M. Estudo do comportamento mecânico das diferentes classes de biomateriais. órtese e outros. ed. direções. Biomaterials Principles and Applications. Noções de interações entre biomateriais e sistemas biológicos (tecidos moles. resolução. Ciência dos Materiais. PEREIRA. aliasing. D.B. conversores A/D (características básicas p/ escolha de um ADC. 2005. Biomateriais metálicos. conversores típicos. 2a ed. Diagramas de equilíbrio de materiais polifásicos. freqüência de aquisição. Arranjo cristalino: planos. Defeitos em materiais.Interface Homem-Máquina (IHM). Academic Press.. (sistemas digitais. representação de texto). F.Centro de Engenharia. absorvíveis. poliméricos. Sao Paulo...S.F. biomateriais bioinertes. THOMAS. M. 1 ed. 2008. W. CRC Press. 7) Instrumentação virtual. RJ. tipo rampa. SCHOEN. ed. Interdisciplinaridade no desenvolvimento.E. MANSUR.. SHACKELFORD. notch. J. D. 1 ed. biomateriais naturais. 1999. LEMONS. PARK. biocompatibilidade. 2002. MIKOS. tipo aproximação sucessiva. tecidos duros.G. A. Kluwer Academic. Cultura Medica.D. 1ª Ed. filtros não-recursivos e recursivos.. A..

K. [S. HALL.. OKUNO. LTC. Introduction to Biomedical Technology. J. New Jersey: John Wiley & Sons.. John Wiley & Sons. JAMES. NORDIN. Editor: CRC Press. Medical Instrumentation: Application and Design. 2ºEd. tendões. R. A. V. 1997. Champaign: Human Kinetics.. TÖZEREN. PC Interfacing and Data Acquisition. Kinematics of human motion. A. 4th ed.. 2000. TOGAWA. J. Victor H. ed. V. New York: CRC Press. 2001. Instrumentação e Fundamentos de Medidas. 2006.) The Measurement. J. Movimento Angular. 2011.D.]: Prentice Hall. BRONZINO. Bioinstrumentation. Análise de marcha (locomoção bípede).. Introdução à modelagem biomecânica. Biomedical Engineering Handbook... velocidade. Sensors and Signal Conditioning.(Ed. Estática e Dinâmica. M. Biomecânica dos tecidos musculoesqueléticos (ossos. ZATSIORSKY. Biomecânica Básica. 2005.. 1 e 2. W. Biomecânica do movimento e fisiologia humana. Antropometria.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. M. 2002. M. 10 PRINCÍPIOS E APLICAÇÕES DE BIOMECÂNICA Código: EN2333 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Bases Biológicas para Engenharia II Ementa: Introdução aos conceitos de Biomecânica. Biomechanics and Motor Control of Human Movement. Desvendando a Física do Corpo Humano: Biomecânica. 3. LabVIEW for Engineers. 2000. LARSEN. et al. ENDERLE. Vol. WEBSTER.G. Oxford: ButterworthHeinemann. 1999. J. Movimento Linear. New York: CRC Press. E.. São Paulo: Manole. D. A.. Morgan & Claypool Publishers. 1998. D. J. FRATIN. 2000. WEBSTER. Oxford: Newnes. 2007. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: BALBINOT. Bibliografia Complementar: PALLÁS-ARENY. L. ligamentos e músculos). JG. 3. Human body dynamics: classical mechanics and human movement. Champaign: Human Kinetics. W. R. Brusamarello. Biomedical transducers and instruments. BROWN. T. 1998. cartilagens..I. 2003. V.. S. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético.. Prentice Hall – Pearson Education Inc.Centro de Engenharia. Margareta. (Ed. New York: John Wiley & Sons. M.). 2010-2011. Análise 2D e 3D do movimento.ed. 2000. Bibliografia Complementar: ZATSIORSKY. 3rd edition. New 147 . aceleração). Frankel. Bibliografia Básica: WINTER. G. Atividade Muscular (EMG). Cinética (forças e momentos). Avaliação e análise de movimento humano. 2008. Kinetics of human motion. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. J... WHITTLE. WEBSTER. Instrumentation and Sensors Handbook. An Introduction to Gait Analysis. Cinemática (deslocamento..

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias York: Springer Verlag, 2000.

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MODELAGEM E SIMULAÇÃO DE SISTEMAS BIOMÉDICOS

Código: EN2322 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Cálculo Numérico; Bases Biológicas para Engenharia II Ementa: Modelos de sistemas mecânicos, elétricos e biológicos. Utilização de modelos científicos. Classificação de modelos. Restrições na estrutura do modelo. Terminologia, Processo de modelagem. Objetivos de modelagem. Simplificação de modelos. Exemplificação de modelos de sistemas biológicos. Modelagem e Simulação - introdução ao Método dos Elementos Finitos (MEF). Análise das respostas do modelo. Soluções aproximadas pelo MEF. Dinâmica tridimensional dos corpos e mecanismos rígidos. Restrições dos mecanismos. Força de interação, contato e rigidez de mecanismos. Condições de contorno. Uso de software de elementos finitos (ANSYS) para simulação de modelos simplificados. Bibliografia Básica: COBELLI, Claudio; CARSON, Ewart; Introduction to Modeling in Physiology and Medicine. Academic Press, 2008. FISH, Jacob; BELYTSCHKO, Ted.; Um primeiro curso em elementos finitos. Rio de Janeiro: LTC, 2009. HIBBELER, R. C.; Dinâmica: mecânica para engenharia. São Paulo: Prentice Hall, 2010. Bibliografia Complementar: COBELLI, Claudio; CARSON, Ewart; Modelling Methodology for Physiology and Medicine. Academic Press, 2001. VICECONTI, Marco; Multiscale Modeling of the Skeletal System. Cambridge, 2011. MERIAM, J. L.; KRAIGE, L. G.; Mecânica: dinâmica. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. ADENCI, E.; GUVEN, I.; The Finite Element Method and Applications in Engineering Using ANSYS, New York: Springer, 2006. ALAWADHI, E. M.; Finite Element Simulations Using ANSYS, editora CRC Press, 1a. edição, 2009.

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PRINCÍPIOS DE IMAGENS MÉDICAS

Código: EN2332 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Eletromagnéticos Ementa: Fundamentos de imagem médica. Brilho, contraste, luminância, resolução, imagem analógica x digital. Radiografias: Equipamentos de radiografia, radiografia abnominal; radiografia da mama;radiografia bucal, radiografia panorâmica. Tomografia computadorizada: Princípios de operação do tomógrafo, técnicas de reconstrução tomográfica. Ultrassonografia: Ultrassonografia geral; ultrassonografia Doppler; ecocardiografia convencional e vascular. Ressonância Magnética Nuclear: Instrumentação PET (Pósitron Emission Tomography): Tomógrafo PET scanner e PET/CT; 148

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias radiofarmacêutica. SPECT (Single-Photon Emission Computed Tomography): Tomógrafo SPECT; radiofarmacêutica. Sistema PACS. Bibliografia Básica: BRONZINO, J. D.; The Biomedical Engineering Handbook, Second Edition. Boca Raton: CRC Press LLC, 2000. (08 exemplares na biblioteca). BUSHBERG, J. T.; et al. The essential of medical imaging. Philadelphiia, LWW, 2002. (01 exemplar na biblioteca). WOLBARST, Anthony Brinton; Looking within: how x-ray, CT, MRI, ultrasound, and other medical images are created, and how they help physicians save lives. Berkeley, CA: University of California Press, 1999. xiii, 206 p. ISBN 9780520211827. (03 exemplares na biblioteca). Bibliografia Complementar: DOUGHERTY, Geoff.; Digital image processing for medical applications. Cambridge, Inglaterra: Cambridge University Press, c2009. xii, 447 p. ISBN 9780521860857. (05 exemplares na biblioteca). GUY, C.; FYTCHE, D.; An Introduction to The Principles of Medical Imaging. London: Imperial College Press, 2005. (03 exemplares na biblioteca). WEBSTER, John G.; (ed). Medical instrumentation: application and design. 4 ed. Hoboken, EUA: John Wiley & sons, inc, c2009. 713 p. ISBN 9780471676003. (09 exemplares na biblioteca). WEBB, S.; The Physics of Medical Imaging. New York: Taylor and Francis Group, 1988. (03 exemplares na biblioteca). GONZALEZ, Rafael; WOODS, Richard E.; Digital image processing. 3 ed. New Jersey: Perason / Prentice Hall, c2008. 954 p. ISBN 013168728-X. GONZALEZ, Rafael C; WOODS, Richard E; EDDINS, Steven L.; Digital Image processing using MATLAB. Upper Saddle River, N. J: Pearson Prentice, 2004. xiv, 609 p. Includes bibliographical references and index.. ISBN 0130085197.

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Código: EN2323 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Bioética

LEGISLAÇÃO RELACIONADA À SAÚDE

Ementa: Classe dos produtos Médicos; Ciclo de vida de Produto: aspectos de segurança, eficácia, descarte do produto; Gerenciamento de risco de produtos da saúde; Medidas de controle de risco: aspectos tecnológicos e de saúde da série de normas IEC 60601; Tópicos da avaliação do projeto de equipamento médico no Brasil – estudo de caso: segurança contra choque elétrico, riscos mecânicos, desempenho essencial; Aspectos básicos de controle de processo de fabricação – as boas práticas de fabricação. Bibliografia Básica: MARRONI, A.C. Guia de adequação de equipamentos eletromédicos à norma NBR IEC 60601-1. São Paulo : IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo, 2006. Portarias vigentes da Anvisa e do Inmetro sobre o tema. Série de normas ABNT NBR IEC 60601. 149

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias RDC 59 da Anvisa (BPF). Bibliografia Complementar: BRAYBROOK, Julian H.; Biocompatibility assessment of medical devices and materials. Chichester, Inglaterra: Wiley, c1997. xiv, 229 p. (Biomaterials science and engineering series). Includes bibliographical references and index. ISBN 9780471965978. BRONZINO, Joseph D.; (ed). Medical Devices and Systems. 3 ed. Boca Raton: CRC/Taylor & Francis, 2006. [várias paginações]. (The Electrical Engineering Handbook Series/The Biomedical Engineering Handbook Series, 2). Includes bibliographical references and index. ISBN 9780849321221. DANIEL, Amiram; KIMMELMAN, Ed.; TRAUTMAN, Kimberly A.; The FDA and worldwide quality system requirements guidebook for medical devices. 2ª. ed. Milwaukee, WI: ASQ Quality Press, 2008. xxx, 304 p. ISBN 9780873897402. HELMUS, Michael N.; Biomaterials in the design and reliability of medical devices. Georgetown, EUA: Landes Bioscience; Kluwer Academic/Plenum Publishers, c2003. 226 p. (Tissue engineering intelligence unit, 5). Includes bibliographical references and index. ISBN 9780306476914. KING, Paul H.; FRIES, Richard C.; Design of biomedical devices and systems. New York: Marcel Dekker, c2003. xv, 585 p. Includes bibliographical references and index.. ISBN 082470889-x.

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ENGENHARIA DE REABILITAÇÃO E BIOFEEDBACK

Código: EN2328 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Princípios e Aplicações de Biomecânica Ementa: Projeto de dispositivos de reabilitação. Introdução às metodologias de projeto. Cirurgia e reconstituição. Aspectos funcionais e de desempenho dos principais tipos de dispositivos médicos de reabilitação neuro-muscular, cardiovascular e respiratória. Dispositivos auxiliares da visão, da audição, de comunicação e de locomoção. Bibliografia Básica: COOPER, R.A.; OHNABE, H.; HOBSON, D.A. An Introduction to Rehabilitation Engineering. Series in Medical Physics and Biomedical Engineering. Boca Raton: Taylor&Francis, 2007. 472p. IIDA, I. Ergonomia - Projeto e Produção. 2a ed. São Paulo: Editora Blucher, 2005. 630p. KUTZ, M. Biomedical Engineering and Design Handbook. 2nd ed. McGraw-Hill Professional, 2009. 1600p. Bibliografia Complementar: CARVALHO, C.R.R. Ventilação Mecânica Vol. I – Básico. São Paulo: Editora Atheneu, 2003. 459p. ENDERLE, J.D.; BLANCHARD, S.M.; BRONZINO, J.D. Introduction to Biomedical Engineering. 2nd ed. San Diego: Elsevier Academic Press. 2005. 1144p. GUYTON, A.C; HALL, E. Tratado de Fisiologia Medica. 11ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 1115p. MACHADO, A. Neuroanatomia funcional. 2ª ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2006. 363 p. 150

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias NORDIN, Margareta; Frankel, Victor H. Biomecânica básica do musculoesquelético. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 401 p.

sistema

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EQUIPAMENTOS MÉDICO-HOSPITALARES

Código: EN2329 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Bases Biológicas para Engenharia II Ementa: Unidades de terapia intensiva: função e contexto; Centro cirúrgico: função e contexto; Equipamentos de UTI/Centro cirúrgico: Foco cirúrgico, Mesa cirúrgica, Equipamento de anestesia, Unidade eletrocirúrgica (Bisturí elétrico), Sistemas para Videocirurgia, Monitor de parâmetros fisiológicos (ECG, Temperatura, SpO2, ETCO2, PANI, PAI, BIS), Desfibrilador/Cardioversor, Ventilador pulmonar, Bomba de infusão de seringa, Bomba de infusão de equipo, Cama elétrica para UTI; Unidade de Diagnóstico por imagem: Função e contexto, Equipamento de raio-X, Equipamento de Ultrassonografia e ecocardiografia, Equipamento de Tomografia Computadorizada por RX, Tomografia por Ressonância Magnética, Medicina nuclear – SPECT e PET. Bibliografia Básica: BRONZINO, J. D.; Biomedical Engineering Handbook. New York: CRC Press, 1999. KUTZ, M.; Standard Handbook of Biomedical Engineering & Design. New York: Mc Graw Hill, 2003. HAYES, D. L.; LLOYD, M. A.; FRIEDMAN, P. A.; HAAGA, J.; Tomografia computadorizada e ressonância magnética do corpo humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. Bibliografia Complementar: CARR, J. J.; BROWN, J. M.; Introduction to Biomedical Equipment Techonology. New York: Prentice Hall, 2000. BROWN, J. M.; Introduction to Biomedical Technology. [S.I.]: Prentice Hall, 2001. GRAINGER, R.; ALLISON, D.; Grainger & Allinson's diagnostic radiology: a textbook of medical imaging. New York: Churchill Livingstone, 1997. GUNDERMAN, R.; Essential radiology: clinical presentation, pathophysiology, imaging. New York: Thieme, 1998. ENDERLE, J. D.; BLANCHARD, S. M.; BRONZINO, J. D.; Introduction to Biomedical Engineering. 2.ed. San Diego: Elsevier Academic Press. 2005. TOGAWA, T.; TAMURA, T.; Biomedical Transducers and Instruments. New York: CRC Press, 1997.

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Código: EN2324 TPI: 4-0-3 Carga Horária: 36h Recomendação: Biologia Celular

BIOSSEGURANÇA

Ementa: Conceito e legislação vigente em biossegurança. Conceitos de risco, riscos biológicos, químicos e físicos. Classes e avaliação de riscos, barreiras de contenção e equipamentos de proteção.Conceitos e métodos de limpeza, desinfecção e esterilização. 151

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Biossegurança relativos ao projeto, edificação, organização e limpeza do ambiente de trabalho. Biossegurança e o profissional da saúde: doenças e cuidados. Antisepsia das mãos. Noções de primeiros socorros. Gerenciamento de resíduos biológicos, químicos e radioativos. Biossegurança na experimentação animal e organismos geneticamente modificados. Bibliografia Básica: BINSFELD, P. C. Biossegurança em Biotecnologia. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2004. 367p. HIRATA, M. H.; MANCINI FILHO, J. Manual de biossegurança. São Paulo: Editora Manole. 2002. 496p. TEIXEIRA, P; VALLE, S. Biossegurança: Uma abordagem multidisciplinar. Rio de Janeiro. Editora Fiocruz, 2000. 362p. Bibliografia Complementar: COUTO, Renato Camargos; PEDROSA, Tânia Moreira Grillo; Guia prático de infecção hospitalar: epidemiologia, controle e tratamento. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2004. 500 p. ISBN 9788527709453 MASTROENI, Marco Fabio; Biossegurança: aplicada a laboratórios e serviços de saúde. 2 ed. São Paulo: Atheneu, c2006. xviii, 338 p. ISBN 9788573797534. MOLINARO, Etelcia Moraes; MAJEROWICZ, Joel; VALLE, Silvio; (orgs). Biossegurança em biotérios. Rio de Janeiro: Interciência, 2008. 226 p. ISBN 9788571931800. ROGATTO, Sílvia Regina; Citogenética sem risco: biossegurança e garantia de qualidade. Ribeirão Preto: FUNPEC-RP, 2000. 170 p. ISBN 9788587528070. TEIXEIRA, Pedro (org); VALLE, Silvio (org); Biossegurança: uma abordagem multidisciplinar. 2 ed. Rio de Janeiro: Fiocruz, c2010. 442 p. ISBN 9788575412022.

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ANÁLISE E CONTROLE DE SISTEMAS MECÂNICOS

Código: EN2325 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Ementa: Esta disciplina tem como objetivo ensinar ao aluno a análise das respostas de um sistema mecânico biomédico controlado por malha fechada, e o projeto e o uso de controladores PID num sistema mecânico. Bibliografia Básica: OGATA, K. Engenharia de controle moderno. 4a ed. Prentice Hall, 2003. 788p. KHOO, M.C.K.. Physiological Control Systems. Wiley-IEEE press, 1999. 319p. SPONG, M.W.; HUTCHINSON, S.; VIDYASAGAR, M. Robot Modeling and Control. Wiley, 2005. 496p. Bibliografia Complementar: PONS, J.L. Wearable Robots:Biomechatronic Exoskeletons. Wiley, 2008. 358p. NISE, N.S. Control Systems Engineering. 4th ed. Wiley, 2003. 983p.

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias

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PRINCÍPIOS DE ÉTICA EM SERVIÇOS DE SAÚDE

Código: EN2326 TPI: 2-0-3 Carga Horária: 24h Recomendação: Não há Ementa: Estrutura organizacional no serviço de saúde; Ética profissional; Relação profissional-paciente; Ética na pesquisa clínica; Comissão de Ética; Publicações de pesquisa clínica; Limites do uso da tecnologia; Estudos de caso. Bibliografia Básica: ENGELHARDT, H. T.; Fundamentos de bioética. 3. ed. São Paulo: Loyola, 2008. 518 p. SIQUEIRA, J. E.; ZOBOLI, E.; KIPPER, D. J.; Bioética clínica. São Paulo: Gaia, 2008. 256 p. ZOBOLI, E. L. C. P.; Ética e administração hopitalar. São Paulo: Edições Loyola; Centro Universitário São Camilo, 2004. 267 p. Bibliografia Complementar: GARRAFA, V.; KOTTOW, M.; SAADA A.; Bases conceituais da bioética: enfoque latino americano. Campanário: Gaia, 2006. 284 p. PEGORARO, O. A.; Ética e bioética: da subsistência à existência. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 2010. 133 p. SILVA, I. O.; Biodireito, bioética e patrimônio genético Brasileiro. São Paulo: Editora Pillares, 2008. 166 p. SILVA, J. V.; Bioética: Meio ambiente, saúde e pesquisa. São Paulo: Iátria, 2006. 203 p.

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MÉTODOS DE ELEMENTOS FINITOS APLICADOS A SISTEMAS BIOMÉDICOS

Código: EN2327 TPI: 0-3-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Ementa: Aplicação de métodos de elementos finitos em instrumentação biomédica, biomecânica, biomateriais e modelagem computacional de sistemas biomédicos. Bibliografia Básica: SOBRINHO, A. S. C.; Introdução ao método de elementos finitos. 1 ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna Ltda, 2006. 403p. FISH, J.; BELYTSCHKO, T.; Um primeiro curso em elementos finitos. 1. ed. LTC Editora, 2009. 256p. GUCCIONE, J. M.; Computational Cardiovascular Mechanics: Modeling and Applications in Heart Failure. 1st ed. Springer, 2010. 436p. Bibliografia Complementar: MADENCI, E.; GUVEN, I.; The Finite Element Method and Applications in Engineering Using ANSYS, New York: Springer, 2006. PALAWADHI, E. M.; Finite Element Simulations Using ANSYS, editora CRC Press, 1a.

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias edicao, 2009.

8.3.8.2 – Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Biomédica

01

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA BIOMÉDICA

Código: BC1712 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Cursar durante o BC&T Ementa: Conceitos fundamentais, princípios, aplicações e áreas de atuação para os diferentes segmentos da Engenharia Biomédica. Bibliografia Básica: BRONZINO, J. D.; The Biomedical Engineering Handbook. 2 ed., Boca Raton: CRC Press, v. 1 e 2, 1999. ENDERLE, J. D.; BLANCHARD, S. M.; BRONZINO, J. D.; Introduction to Biomedical Engineering. 2 ed., Amsterdam: Elsevier Academic Press. 2005. BRONZINO, Joseph D. (ed); Biomedical engineering fundamentals. 3 ed. Boca Raton, EUA: CRC/Taylor & Francis, c2006. 1569 p. (The Electrical Engineering Handbook Series/The Biomedical Engineering Handbook Series, 1). Includes bibliographical references and index. ISBN 9780849321214. WEBSTER, J. G.; Medical Instrumentation – Application Design. 3 ed., New York: John Wiley & Sons, 1998. CALLISTER, W. D.; Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. LTC editora, 7ª. ed. RJ, 2008. FONG, B.; FONG, A. C. M.; LI, C. K.; Telemedicine Technologies: Information Technologies in Medicine and Telehealth. 1 edition. Wiley 2010 Bibliografia Complementar: WEBSTER, J. G.; Encyclopedia of Medical Design and Instrumentation. 3 ed, New York: John Wiley & Sons, 1988. ORÉFICE, Rodrigo Lambert; PEREIRA, Marivalda de Magalhães; MANSUR, Herman Sander; Biomateriais: fundamentos e aplicações. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2006. 538 p. il. ISBN 857006374-1. BRUCE, Eugene N.; Biomedical signal processing and signal modeling. New York: Wiley, c2001. xiv, 520 p. (Wiley series in telecommunications and signal processing). Includes bibliographical references and index. ISBN 9780471345404. PALSSON, Bernhard et al; Tissue engineering. Boca Raton, VA: CRC Press, c2003. 24-17, I11 p. (Principles and applications in engineering). ISBN 0849318122. DUNN, Stanley Martin; CONSTANTINIDES, A; MOGHE, Prabhas V.; Numerical methods in biomedical engineering.Amsterdam: Elsevier Academic, c2006. 615 p. (Academic Press series in biomedical engineering.). Includes bibliographical references and index.. ISBN 9780121860318. BRONZINO, Joseph D. (ed); Medical Devices and Systems. 3 ed. Boca Raton: CRC/Taylor & Francis, 2006. [várias paginações]. (The Electrical Engineering Handbook Series/The Biomedical Engineering Handbook Series, 2). Includes bibliographical references and 154

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02

BIOESTATÍSTICA

Código: EN3339 TPI: 3-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Cursar durante o BC&T Ementa: Análise descritiva de dados, probabilidade e modelos de probabilidade, introdução aos testes de significância, comparações entre grupos, incidência, prevalência, estudo clínico aleatorizado, correlação e regressão, tabelas de contingência, análise de variância (ANOVA). Bibliografia Básica: ARANGO, H. G.; Bioestatística Teórica e Computacional. Editora Guanabara, 2005. CALLEGARI-JACQUES, S. M.; Bioestatística:Princípios e Aplicações. 1. Ed., Porto Alegre: Editora Art Med, 2003. VIEIRA, S.; Introdução à Bioestatística. São Paulo: Campus Elsevier, 2008. Bibliografia Complementar: FISHER, L. D.; VAN BELLE, G.; Bioestatistics. A Methodology for Health Sciences. 2 ed., New York: Wiley-Interscience, 1993. LE, C. T.; Introductory Bioestatistics. New York: Wiley-Interscience, 2003. HOEL, P. G.; Estatística Elementar. São Paulo: Atlas, 1981. GOMES, F. P.; Curso de Estatística Experimental. Piracicaba: USP, 1969. COSTA NETO, P. L. O.; Estatística. São Paulo: Edgard Blucher, 1977.

03

SISTEMAS BIOLÓGICOS I

Código: BC1321 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Biologia Celular Ementa: Biologia dos tecidos fundamentais (epitelial, conjuntivo, muscular e nervoso). Noções de embriologia e morfogênese humana. Placentação. Atividade funcional do sistema hemolinfopoético. Bibliografia Básica: JUNQUEIRA, L; CARNEIRO, J.; Histologia Básica, 11 ed., Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2008. MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N.; Embriologia Clínica, 7 ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. CARLSON, B. M.; Embriologia Humana e Biologia do Desenvolvimento, Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 1996. Bibliografia Complementar:

155

atlas da anatomia humana: cabeça. MEYEROWITZ.. R. Atlas de Citologia. G. 69 p. 2007. 2000. J. Ribeirão Preto: Funpec editora. Vander's human physiology: the mechanics of body function.com/widmaier10 ). B. São Paulo: Artes Médicas. noções de embriogênese. R. Wheater-Histologia Functional . atlas da anatomia humana: tronco. Rio de Janeiro. T. J. 10. ALVES. volume 1. Histologia Comparada. H. 22.. L. P. HALL. c2006. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. KÜHNEL. 484p.. malformações e fisiologia dos sistemas locomotor.. PABST..Desenvolvimento Humano Inicial. Embriologia . KERR. 2. WOLPERT. C. São Paulo. PABST. M. Porto Alegre: Artmed. L. A. Histologia e Biologia Celular.ed. L. S. Embriologia Comparada e Humana. Este caderno de quadros incluído no Sobotta.. K. Sobotta. 2001. LOWE. Porto Alegre.. 2003. 2002. R. L.. BROCKES. 2001.. 416p. LOWE. E. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias KIERSZENBAUM. atlas de anatomia humana. Sobotta. CATALA. Bibliografia Complementar: WIDMAIER. Arthur C.. 156 .. Bibliografia Básica: GUYTON. R. 2a ed. Biologia do Desenvolvimento. Rio de Janeiro: Elsevier. 827 p. 1. Histologia Humana. atlas de anatomia humana: quadros de músculos. Rio de Janeiro: Elsevier. 1995... 2000. Rio de Janeiro: Guanabara&Koogan.Centro de Engenharia. 398 p. respiratório e cardiovascular. L. 2006.. 22 ed.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.. 04 SISTEMAS BIOLÓGICOS II Código: BC1322 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Ementa: Sistemas cardio-respiratório e locomotor. As menções às figuras referem-se ao atlas (volume 1 e 2).. 2006. Tratado de Histologia. GILBERT. Anatomia macro e microscópica. pescoço e extremidade superior. ISBN 852771194-X.. M. E. Embriologia.. LAWRENCE. Atlas de Histologia. 7a ed. M. 1998. Artmed. YOUNG... STRANG.ed. ISBN 852771178-8. Kevin T. HIATT J... PUTZ.88 GARCIA. J. 563p. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Rio de Janeiro: Guanabara koogan.. F.mhhe. A. 3ª edição. PUTZ. (Your home page for studyng physiology: www. W. FERNÁNDEZ. Histologia e Anatomia Microscópica para Teoria e Prática. 229p. STEVENS. P. 2 ed... 22. J. 416 p. 2008. Rio de Janeiro: Elsevier. Editora Manole. HEATH. ISBN 852770742-X. Atlas de Histologia Funcional.. New York: McGraw-Hill / Higher Education. 409p. R. vísceras e extremidade inferior. GARTNER. PUTZ. R. S. Eric P. c2006. R. R.. 22 edição.Texto e Atlas em cores. GEORGE. v.ed.ed. PABST. articulações e nervos. DI FIORE. Livraria Roca Ltda. C.. 2002. São Paulo. A. Livraria Atheneu Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Sobotta.. Princípios de Biologia do Desenvolvimento. RAFF. 2007. 2 ed... v. 10. 2ª edição. Ed. Fundamentos de Guyton: tratado de fisiologia médica. E.. S. S.. L. L. 1989.. MELLO. J... R. JESSEL. BEDDINGTON. 1998. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.. STEVENS. A. 613 p. Hershel.

Hoboken. Atividade dos órgãos dos sentidos. New York: McGraw-Hill / Higher Education. Principles of anatomy and physiology. 69 p. SPENCE. atlas de anatomia humana. PUTZ. 1. San Francisco: Pearson Benjamin. Bryan.. 2006. 10. 613 p. Bibliografia Complementar: WIDMAIER. 11th ed. NJ: J. Human anatomy & physiology. R. R. 1159. (various pagings) MARIEB. São Paulo: Manole. atlas de anatomia humana: quadros de músculos.. 416 p. PABST. Human anatomy & physiology. PABST.. Sobotta.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias TORTORA. 2. 22. v. [91] p. R. Gerard J. San Francisco: Pearson Benjamin.com/widmaier10 ). 11th ed. Principles of anatomy and physiology. 2002. ISBN 9780805359107. endócrino e reprodutor. Elaine Nicpon. malformações e fisiologia dos sistemas: urinário. endócrino e reprodutor. v. pescoço e extremidade superior. HALL. Sobotta. volume 1. PABST. HOEHN. c2006.. 827 p. PUTZ. 2007.Centro de Engenharia. Bryan.mhhe. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 22 ed. articulações e nervos. XXVII. Wiley. Hershel. 2007. Eric P.. digestório. E. ISBN 852770742-X. 05 SISTEMAS BIOLÓGICOS III Código: BC1324 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Ementa: Sistema: urinário. Rio de Janeiro: Guanabara koogan. 22 edição.. Anatomia humana básica.ed. 22. Fisiologia da reprodução e sua regulação hormonal. 7th ed. Alexander P. malformações e fisiologia do sistema nervoso central e periférico. R. Katja. noções de embriogênese.ed. c2006. São Paulo: Manole. 713 p. R. 1 v. Rio de Janeiro: Guanabara&Koogan. As menções às figuras referem-se ao atlas (volume 1 e 2). Katja. atlas da anatomia humana: tronco. 1 v.. 10..ed. Wiley. ISBN 852771194-X. ISBN 9780805359107. [91] p. Este caderno de quadros incluído no Sobotta. 2 ed.. R. c2006. 713 p. HOEHN. (various pagings) MARIEB. Vander's human physiology: the mechanics of body function. Anatomia humana básica... Hoboken. Fundamentos de Guyton: tratado de fisiologia médica. 06 SISTEMAS BIOLÓGICOS IV Código: BC1325 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Ementa: Anatomia macro e microscópica. Alexander P. c2006. 7th ed.. 2006. noções de embriogênese. 398 p. NJ: J. Sobotta. Gerard J. RAFF. XXVII. DERRICKSON. 2 ed. SPENCE. digestório. Bibliografia Básica: 157 . TORTORA. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. (Your home page for studyng physiology: www. PUTZ. Anatomia macro e microscópica. ISBN 852771178-8.ed. Kevin T. atlas da anatomia humana: cabeça.. vísceras e extremidade inferior. 1991. 1991. STRANG. Bibliografia Básica: GUYTON. 1159. Elaine Nicpon. DERRICKSON. Arthur C.

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3a. MURRAY. Introduction to engineering materials. McGraw Hill. descrições de orbitais moleculares e modelos de bandas de energia e ligações químicas. The Science and Engineering of Materials. Termodinâmica de Sólidos.. P. Materiais Magnéticos. Wiley. Boca Raton.. Modelos de Lorentz.W. editora Boca Raton: CRC Press. Excítons: princípios.. WULFF. SHACKELFORD. 2. 2001.V. Ciência dos Materiais. WHITE. Construções de cristais e transições de fase. MAGNÉTICAS E ÓPTICAS Código: EN2817 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Ciência dos Materiais Ementa: Introdução a propriedades físicas de materiais e Física e Moderna. W. Princípios de Ciência e tecnologia dos materiais.. VAN VLACK.ed. Pearson Prentice Hall.H. Sólidos iônicos binários. Absorção interbanda: semicondutores e aplicações em fotodetectores.. Rio de Janeiro: Campus. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 08 CIÊNCIA DOS MATERIAIS Código: EN2810 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Materiais e suas Propriedades Ementa: Conceitos e background histórico: Cristalografia. Tabela Periódica: origem dos elementos. CHUNG. C. 09 PROPRIEDADES ELÉTRICAS. FL: CRC Press. COURTNEY. RALLS. 2007. 1998. carga e polarizabilidade). Rio de Janeiro: LTC. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. J.. 3rd ed. Materiais Compósitos. 7 ed.Centro de Engenharia. S... Cinética e tratamento térmico. Introdução aos materiais ópticos. W.. Metais e Ligas metálicas Silicatos.D.. G.F. Boca Raton: CRC Press. ThomsonEngineering. PHULÉ.F. Introduction to materials science and engineering.. Difusão. Estruturas orgânicas. Y. Materiais Semicondutores. classificação dos elementos químicos e parâmetros iônicos de sólidos (raio. 1984.. Lisboa. R. 567 p. CRC materials science and engineering handbook..2008 (6a. Bibliografia Complementar: WILLIAM. L. Edição). Fosfatos e boratos. Sao Paulo . J. 2005. WEISE. Defeitos da estrutura cristalina.. Ed.. Ed. ASKELAND. Drude e Tauc-Lorentz.M. 2007. Edição. 1976.P. Seleção de Materiais. K. D. comportamentos 159 .H. Bibliografia Básica: CALLISTER JR. Princípios de Ciência e Engenharia dos Materiais.. Diagrama de Fases. SHACKELFORD. T. Propriedades Elétricas. W. ternários e quartenários.. ALEXANDER. Ligações em sólidos: conceitos. J. 2007. Introduction to Materials Science and Engineering.

REZENDE. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias em campos elétricos e magnéticos. Electronic structure of materials. 10 PROPRIEDADES MECÂNICAS E TÉRMICAS Código: EN2816 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Térmicos. S. Ferri/ferromagnéticos e Anti-ferromagnéticos. GOELA J. Bibliografia Complementar: CALLISTER. SHINDÉ. 1993. condução elétrica em cerâmicas iônicas e polímeros. Piezeletricidade. ASHCROFT. C... Rio de Janeiro: LTC. MERMIN. semicondutividade. 8ª edição.. BBS. Ensaios dos materiais. 2008.]: McGraw-Hill. 2 ed. Luminescência: fotoluminescência. 2002. CHAWLA. New York: Prentice Hall. Bibliografia Básica: MEYER. SANTOS. lasers de estado sólido. LED. LTC. aplicações.. MYERS. KASAP. eletroluminescência. 2008. W.. SHACKELFORD. S. A.. S. Comportamento dielétrico. 2000. Saunders College Publishers. Boca Raton: CRC Press. editora Cambridge University Press. dispersão por polarização). edição.F. 3th. SPIM. 2001. editora Oxford: Oxford University Press. Bibliografia Complementar: FOX. Introduction to Materials Science for Engineers.D.. O. L. Springer 2006. H. Introductory solid state physics. S.. dispersão cromática. Principles of electronic materials and devices.P. M. Relação entre as propriedades mecânicas de materiais com suas características mecânicas. Dispositivos semicondutores: junções PN.K. J. Propriedades de Materiais Metálicos.Centro de Engenharia. M. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. Mecânica de fratura.A. semicondutores e isolantes.O. 2006. Oxford University Press. Características de materiais metálicos. Bibliografia Básica: KITTEL. S. Prentice Hall..A. 2a. semicondutores e supercondutores: Condução elétrica. Optical Properties of Solids. KASAP. ed. M. D.. Solid State Physics. Fibra óptica e óptica não linear (FWM. 2004. C. Propriedades de materiais magnéticos: Origem elétrica (elétron em movimento) no átomo. SUTTON. Dispositivos: gravadores HD. Diamagnéticos e Paramagnéticos. N. N. A. Introdução à física do estado sólido. capacidade calorífica e condução de calor. 1976.W. 6 160 . Ciência dos Materiais Ementa: Principais propriedades térmicas dos materiais e sua relação com a microestrutura... Transições de fase. Mechanical behavior of materials.. Schotky.. High Thermal conductivity materials. Optoelectronics and photonics: principles and practices. Piroeletricidade e Ferroeletricidade. A. GARCIA.... 2003. Materiais e dispositivos eletrônicos. fotodetectores. Editora LTC -7a edicao. K. J. São Paulo: Livraria da Física Editora. Caracterização mecânica dos materiais. ed.P. Caracterização térmica de materiais. 2006.. Boston [etc. temperaturas de transição.

2004. 1 – Uma Introdução a Propriedades.. D. L.. M. Edição. 2005. Kluwer Academic. Legislação Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) 12 PROCESSAMENTO E ANÁLISE DE SINAIS BIOMÉDICOS Código: EN3325 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Instrumentação Biomédica Avançada. D. CRC Press. Testes in vivo para avaliação do desempenho biológico e funcional de biomateriais. Testes in vitro para verificação de desempenho biológico de materiais. biológica e funcional de biomateriais. morfológica. CARNEIRO.S.. Br.. H. Biomaterials Principles and Applications. Cambridge University Press 2nd edition 2010. C. FRAZIER. 1999. Applications to Safety Evaluation. Surg. Normas da ANVISA. ATNER. ASHBY. Ética em experimentação animal. Aplicações e Projeto – Editora Campus-Elsevier.. S. D. HOFFMAN.. New York.. F. JUNQUEIRA L. 352 p. Análise estatística nos ensaios in vivo. JONES. (Ed.. Edição. Animal experimentation. Am. J. Bibliografia Complementar: JUNQUEIRA.. mecânica. Bibliografia Básica: ORÉFICE. COOPER.H. Biomateriais: Fundamentos & Aplicações. WILLIANS. ANSI. 9° ed Guanabara Koogan 2005.. 2004. Legislação e normas para testes in vitro.. W.. Normas e legislação nacional e internacional para implantes in vivo. caracterização e avaliação físico química... Guanabara Koogan.. A. M.Centro de Engenharia. 1ª Ed. F. HOSFORD. 1991. D. Bases Biológicas para Engenharia 161 . PARK. Mechanical behavior of materials. Liverpool University. Engenharia de Materiais – Vol.) InVitro Toxicity Testing. 1 ed. Advanced Biomaterials for medical Applications. M. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias edicao. S. 1 ed.. Editora Edgard Blücher. 35: 224-225.. 1ª. J. 5ª. Testes necessários para aprovação de biomateriais. 2007. 1992. Cultura Medica. Academic Press. LEMONS. 2000. 1 ed.. D. 2002. 2005. E. 2006. THOMAS. S.Marcel Dekker Inc.. F.F. JOHNSON. J. Ethics and animal experimentation..A.. C. 1980. C. SOUZA. J. MANSUR. L.R. SCHOEN. 8a ed. Histologia Básica. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos. D. BOWD. Psychol. W. J. A. PEREIRA. ISO para a avaliação do desempenho biológico e funcional de biomateriais.. 11 CARACTERIZAÇÃO DE BIOMATERIAIS Código: EN3324 TPI: 2-3-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Ciência dos Materiais Biocompatíveis Ementa: Conceituação. B. B.. CARNEIRO. U. 78: 1409-1411. R. Biomaterials Science: An Introduction to Materials in Medicine.. Biologia Celular e Molecular (Junqueira). M. ASTM. A. J. 2a ed. J. J. The Williams Dictionary of Biomaterials.

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2001. Wiley. W. 1993. 172 . 2004.. H. R. W. Practice Dentistry Pain-Free: Evidence-based Ergonomic Strategies to Prevent Pain and Extend Your Career.. Alinhamento de Seqüencias. CROWDER. J. Electric Drives and Electromechanical Systems: Applications and Control.Centro de Engenharia. J. S. 1st ed.. os mecanismos. B. Wiley. KARWOWSKI. B. 2006. Biomechanics of the musculo-skeletal system. 485p. HERZOG.. 1986. J. J. New York: John Wiley & Sons. 238p. W.. A.. 104p.. DREYFUSS. Wearable Robots:Biomechatronic Exoskeletons. Bibliografia Complementar: PONS. Holcomb Hathaway Publishers.. Wiley. CRC Press. CRC Press. Seqüenciamento de DNA. Posturedontics. motores e sensores empregados na movimentação do robô.. H. B. L. M. a dinâmica. Filogenia.. Wiley-Interscience. 288p. ASADA. a cinemática. 358p. 2003. Introduction to Robotics: Mechanics and Control. Bibliografia Básica: SPONG. 1994. Work Design: Occupational Ergonomics. Robot Analysis and Control. 2008. 377p.. Newnes. 496p. M. e os atuadores. 1 ed.. PEACOCK. CRAIG. S. 29 INTRODUÇÃO À BIOINFORMÁTICA Código: BC1439 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Cursar após o BC&T Ementa: Conceitos básicos de Biologia Molecular... 2005. A. 624p. 401p. SLOTINE. HUTCHINSON. 312p. VIDYASAGAR. 7th ed. J. Robot Modeling and Control. M. Bancos de Dados Genéticos e Proteicos. M. abrangendo a transformação de coordenadas. 3rd ed... Sensors and Actuators in Mechatronics: Design and Applications. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Guanabara Koogan. 408p. Automotive Ergonomics. 2008. Bibliografia Complementar: NIGG. TILLEY. PAWLAK. 2007. KONZ. The Measure of Man and Woman: Human Factors in Design. 1st ed.. Prentice-Hall. 2006. R. VALACHI. Modelagem por Homologia. 28 INTRODUÇÃO À ROBÓTICA Código: EN3333 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Análise e Controle de Sistemas Mecânicos Ementa: Esta disciplina tem o objetivo de prover uma visão geral da robótica.

Artificial Intelligence and Molecular Biology. 31 Código: EN3319 TPI: 2-2-5 TELEMEDICINA E SISTEMAS DE APOIO A DECISÃO 173 . WATERMAN. New York: O’Reilly & Associates. M. 1998. P. Bioinformatics Computing. HUBER. L. na elaboração e execução de projetos para análise de dados biológicos. New York: Springer Verlag. F. HUNTER. 1997.. MOUNT. 2001. Berlim: Springer. Pattern Recognition.. Bioinformatics: sequence and genome analysis.. GIBAS. TISDALL. AAAI Press Book. New York: Chapman & Hall-CRC Press.. R. C. quarta edição. Introduction to Graph Theory. New York: CRC Press. New York: Academic Press. J. Bibliografia Básica: GENTLEMENT. WILSON... W. pp. P. R.. F. SMITH.. GRANT. K. R.. Bioconductor Case Studies. Developing Bioinformatics Computer Skills. J. New York: Cold Spring Harbor Laboratory. Introduction to Computational Molecular Biology. R.. F. L. S. Bioinformática: Análise de Banco de Dados Genético. 2001. OUELLETTE. 1997. GENTLEMENT. sequences and genomes. Ana T.. J. R.. S.. JAMBECK. SETUBAL.. D. HUBER. 2001. Pub Co. B. 1995. Bioinformatics and Computational Biology Solutions using R and Bioconductor. B. R. Práticas em aplicativos para análise de Proteomas.. 2001. 1995. V. Beginning Perl for Bioinformatics. DUDDOIT. KOUTROUMBAS. J. BERGERON.Centro de Engenharia. S.. R. CUELLETTE. R. 1999. Bioquimica... THEODORIDIS.. 2009... 47-55. Statistical Methods in Bioinformatics. Bioinformatics: a practical guide to the analysis of genes and proteins. W. Práticas em aplicativos para análise de Genomas. Bibliografia Complementar: STRYER. S. Programming for Bioinformatics. FALCON. 2005. New York: Addison-Wesley Co.. New York: Prentice Hall PTR. 2001. New York: Springer.. 30 LABORATÓRIO DE BIOINFORMÁTICA Código: EN3318 TPI: 0-4-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução à Bioinformática Ementa: Por em prática todo conhecimento adquirido de biologia e informática. EWENS. GENTLEMENT. A.. CAREY. 1998. Guanabara Koogan. New York: John Wiley & Sons.. 2002... 1ed. W.. O'Reilly & Associates. II Escola de Verão: Métodos Computacionais em Biologia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: VASCONCELOS. C.. G. IRIZARRY. J.. F. Brooks/Cole. W. Introduction to Computational Biology: maps. 2008. MEIDANIS. B. Bibliografia Complementar: BAXEVANIS.. HAHNE.

As tecnologias e segurança da informação. WHITTEN.. 3rd edition New York: CRC Press. edição. S. resgate em áreas remotas. Introduction to Telemedicine. K.. Sistemas de Bancos de Dados. P. J. Introdução a SQL. 6a edição. Prontuário Eletrônico do Paciente.. 2nd edition. Jossey-Bass. J. CRAIG. SILBERSCHATZ. Sistemas de informação em Saúde. Tipos de dados e suas peculiaridades: Eletrocardiograma. Campus. Princípios de segurança de dados. Modelo entidade relacionamento básico e estendido e modelo relacional. acompanhamento de pacientes dentro do hospital. Arquitetura de sistemas de bancos de dados. Oxford University Press. M. 1 edition. Essentials of Telemedicine and Telecare. C. Wiley 2010 WOOTON. Bancos de dados "web". E.3 Volume Set: Medical Devices and Systems. FONG. M. ALLEN. KNORTH. Springer. E-Health. Padronização da Informação em Saúde .Padrão HL7 e DICOM. Modelagem de dados: projeto conceitual.. 1 edition. C. PRESSMAN. H. A. Clinical Decision Support Systems: Theory and Practice (Health Informatics). Disciplinas Obrigatórias da Engenharia Biomédica Ementa: Técnicas de gerenciamento de projetos de desenvolvimento de software. eletroencefalograma. Análise e especificação de requisitos. Disciplinas Obrigatórias da Engenharia Biomédica Ementa: Tecnologias wireless para monitorar pacientes: Resgate emergencial. 2 edition. Wiley. D. Análise de sistemas hospitalares e relacionados à engenharia biomédica. J. Biomedical Engineering Hadbook . R.. Aspectos legais da telemedicina e sistemas de apoio a decisão. M. Telehealth. C. Estimação de custos. and Telemedicine: A Guide to Startup and Success (Jossey-Bass Health Series). Mcgraw-Hill. Bibliografia Básica: BRONZINO.. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados. C. 2011 Bibliografia Complementar: MAHEU. R. 2006. S. 2006 174 . pressão arterial... 1a edição. A.. 2006 FONG. lógico e físico. V. LI. oximetria. Campus.. A. PATTERSON. Engenharia de Software. 2001 NORRIS. temperatura corporal. B.. 2010 32 PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PARA ANÁLISE DE DADOS MÉDICOS Código: EN3335 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Processamento da Informação.. Telemedicine Technologies: Information Technologies in Medicine and Telehealth. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Carga Horária: 48h Recomendação: Processamento da Informação. Perspectivas e desafios tecnológicos na criação de sistemas para a área de engenharia biomédica. 2001 BERNER. 2004.. Dependências funcionais e normalização de relações. ISBN 8586804576. ressonância magnética nuclear.Centro de Engenharia... 8a. Tecnologias para medicina preventiva. Bibliografia Básica: DATE. A..

New York: McGrawHill. GEHRKE. Reading.Inventário. Planejamento. S. PFLEEGER.Treinamento técnico e operacional... TRAUTMAN. New York: Prentice Hall. Standard Handbook of Biomedical Engineering & Design. I. L.. R. 8a edição. 2002. 2007. Evento adverso associado a equipamentos: gerenciamento de risco. R.. Prentice Hall. B.. resíduos sólidos. Recebimento. P.. Introduction to Biomedical Equipment Technology. ISBN 8587918311. J. R.. 2a edição. Manual Hospitalar de Manutenção Preventiva. Intervenção técnica: inspeção técnica. uso e transferência interna de equipamentos. F. Regulamentação e Normalização.Teoria e Prática. B. Gerenciamento da Manutenção de Equipamentos Médico-Hospitalares GEMA – apostila eletrônica Bibliografia Complementar: CARR. SANTOS JR. E.. L.Centro de Engenharia. TAYLOR.Calibração e testes: fundamentos e prática. F. manutenção preditiva. Addison Wesley. Equipamentos e serviços. The FDA and Worldwide Quality System Requirements Guidebook for 175 .. ZOBOLI.Desativação e descarte: equipamentos. resíduos líquidos. D. 2000. manutenção preventiva. New York: Prentice Hall. São Paulo: AB Editora. Biomedical Engineering Hadbook . registro histórico do equipamento e arquivo de registros. BROWN. K. Bibliografia Básica: FONTINELE JUNIOR. 2nd ed. 1977.. K... 33 ENGENHARIA CLÍNICA I Código: EN3321 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Equipamentos Médico-Hospitalares Ementa: Introdução a Engenharia Clínica: Histórico e realidade brasileira. M. tecnovigilância e investigação de acidentes. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ISBN 8535211071 Bibliografia Complementar: ELMASRI. seleção e aquisição: Equipamentos: regulamentação e cultura. Armazenamento. 2002. SOMMERVILLE. São Paulo: Loyola. manutenção corretiva. Ética e Administração Hospitalar. Database Management Systems. Engenharia de Software . 2002. Relação com a infra-estrutura... JACOBSON. Medicine and Clinical Engineering. KUTZ. Insumos. S. 2006. C. RAMÍREZ. From Patient Data to Medical Knowledge: The Principles and Practice of Health Informatics. 2000. A.... E. verificação e aceitação: Ensaios de aceitação de equipamento. Mass. RAMAKRISHNAN. J.. McGraw-Hill. P. C. 4th ed. J. BMJ Books. Administração Hospitalar. 3rd edition New York: CRC Press. BRONZINO.. Engenharia de Software. M. J.Visita técnica ao estabelecimento assistencial de saúde. 2006. Fundamentals of Database Systems. Londrina: EDUEL. Peças de reposição. P. J.. Pearson Education..3 Volume Set: Medical Devices and Systems. 2003. 2003. CALDAS. NAVATHE. E. 2002.

N. São Paulo: Loyola. Biossegurança Ementa: Projeto físico de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde (EAS). New York: American Society for Quality. G. segurança elétrica.. São Paulo: AB Editora. 2002. J. 176 . Controle de infecções: Normas e Recomendações. Dimensionamento e quantificação das instalações prediais dos EAS. A. CARR. Biomedical Equipment: use. 1977. J. R. J. Sistema de informação e manutenção hospitalar. M. Administração Hospitalar. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Medical Devices. B.. clientes e tecnologia envolvida nos processos. Estudos de caso. 1998. New York: Prentice Hall. FRIES. 34 ENGENHARIA CLÍNICA II Código: EN3322 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Engenharia Clínica I Ementa: Estudo dos setores hospitalares.. Controle de equipamentos e avaliação da efetividade da manutenção. S. New York: Prentice Hall. Applied Clinical Engineering.. F. New York: McGrawHill. assuntos emergentes de relevância e soluções de mercado. Medical Equipment Service Manual: theory and maintenance procedures. Medicine and Clinical Engineering. Programação físico-funcional dos EAS: Atividades assistenciais e atividades de apoio técnico. A. New York: Prentice Hall. FEINBERG. K. New York: Prentice Hall. Medical Device Quality Assurance and Regulatory Compliance. J. New York: Marcel Dekker. 1997. 1996. K. 1978. T. 1986. HAMMER. 2002. 2002. Bibliografia Básica: CACERES.. seus produtos. segurança em radiação: Normas e recomendações.. M. segurança mecânica.. FONTINELE JUNIOR. Segurança hospitalar: riscos. C.Centro de Engenharia. Instalações ordinárias e especiais: elétrica..dados e voz. 35 INSTALAÇÕES HOSPITALARES Código: EN3336 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Equipamentos Médico-Hospitalares. The FDA and Worldwide Quality System Requirements Guidebook for Medical Devices.. HARGEST. KUTZ. P.. BROWN. CARR.. C. 2000. ZOBOLI.. gases medicinais e controle ambiental: Normas e Recomendações. maintenance and management.. B.. Introduction to Biomedical Equipment Technology. E. 1980. Bibliografia Complementar: BILOON. Manutenção produtiva e a qualidade total. Standard Handbook of Biomedical Engineering & Design. L. New York: American Society for Quality. 1996. TRAUTMAN. J. Ética e Administração Hospitalar. New York: Artech House. New York: Pearson Education POD. C. JACOBSON. hidro-sanitária. Management and Clinical Engineering.

L.. GRANDJEAN. 2002.. Computer Organization and Architecture... Manual de Ergonomia. W. Memória. X.. L. 2006. software.. Microcontroladores PIC – Técnicas de Software e Hardware para Projetos de Circuitos Eletrônicos. ZANCO.J: Prentice Hall.. L. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. J. The 8051 microcontroller: hardware. 2007.. L. 9 e 17 PCMSO – PPRA .453. J. Ciclo de Instrução. Bibliografia Básica: DALTRINI.. RIO. 1999. P. J. São Paulo: Health. programação. New York: Butterworth-Heinemann. Organização de Computadores: Processador. 1998. Ergonomia. J. W. Protocolos de Comunicação e Interfaceamento.. S. MAGALHÃES. São Paulo: Bookman . Upper Saddle River. Registradores.01. W. Dispositivos Eletrônicos Ementa: Conceituação de sistema embarcado.. Prentice-Hall. 36 SISTEMAS MICROPROCESSADOS Código: EN2617 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Eletrônica Digital. Érica. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: RDC 50-2002 ANVISA .Centro de Engenharia. K. D.3.. STEWART. D. SOUZA. 2005..NE .. STALLINGS. PIRES. R. 2000 Bibliografia Complementar: GIMENEZ. Prentice Hall Inc. Microcontroladores ARM7 – O poder dos 32 bits. S. São Paulo: LTR. 2006. M. 1999. 2 ed. Desbravando o PIC – Ampliado e Atualizado para PIC 16F628A. Brasil.Ergonomia. Conjunto de Instruções. 12a Ed. Modos de Enderecamento. P. Arquiteturas e operação de Microprocessadores: Unidade de Controle. Fundamento da Prática Ergonômica. R. Microcontroladores 8051.2. P. Makron Books. elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde Bibliografia Complementar: BRONZINO. Introdução a Sistemas de Computação Digital. 1992. PIRES. 3rd Ed. D. 2001.. Barramento. Diretrizes Básicas de Radioproteção . HAYES.. Érica. São Paulo: LTR.1997. 2001.. Ministério da Saúde.CNEN . P. M. JINO. Management of Medical Technology: a primer for clinical engineers. Programação em C voltada à microcontroladores. McGraw-Hill Book Co. SOUZA. Nrs 7. P. Computer Architecture and Organization. E. W. Érica. Dispositivos de Entrada e Saída.Regulamento Técnico para planejamento. 1a Ed. MIAO. Diagramas de Tempo da CPU.. and interfacing. DMA. Assembly. Fluxograma. Interrupções e Tratamento de Interrupções. B. POSSIBOM. D.. Unidade Logico–Aritmetica. Portaria N. N. 177 .. 1999..

4. transporte.3 – Objetivos do Curso 8. gestão de sistemas energéticos. 178 . economia e racionalização do uso da energia.3. empresas de geração. na economia e na sociedade. assim como a proposição de políticas publicas e privadas de uso racional de energia. 8. transporte e distribuição de diferentes energéticos. alternativas energéticas. Cabe ao Engenheiro de Energia avaliar o projeto. planejamento energético.4 – Engenharia de Energia 8. centros de pesquisa e em diferentes setores econômicos: agroindústrias. baseados em fontes de energia renováveis e não-renováveis. O profissional egresso da UFABC estará apto a conceber. indústrias extrativas e de transformação.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia de Energia Diplomação: Engenheiro de Energia Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André 8.1 – Objetivo Geral O Curso de Graduação em Engenharia de Energia visa à formação de engenheiros habilitados a abordar as diferentes áreas de atuação no contexto energético brasileiro.Centro de Engenharia. distribuição e usos finais das diversas formas de energia.4. projetar. O engenheiro de energia poderá trabalhar em instituições governamentais. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. setor comercial e de serviços. e identificar tecnologias que minimizem o consumo de energia nos diferentes processos industriais. analisar e pesquisar os diferentes sistemas energéticos.4.4. em atividades relacionadas a tecnologias de conversão energética. a operação e a manutenção destes sistemas energéticos e os impactos destes no meio ambiente.2 – Perfil do Curso O Engenheiro de Energia formado pela UFABC se habilita a discutir e propor soluções aos desafios contemporâneos nas áreas de conversão.

visando suprir demandas energéticas nos vários setores da economia. etc.4. na economia e no meio ambiente. empresas geradoras de energia elétrica. sociais e ambientais. dentre outros. minimizando o possível prejuízo sócio econômico e ambiental. apresente a preocupação de gerir de maneira adequada o uso dos recursos energéticos para o bem da sociedade. sistemas térmicos. econômicos. Desenvolvimento e aplicação de ferramentas básicas da Engenharia de Energia. O engenheiro egresso da UFABC possui sólida formação em sistemas elétricos de potência. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Desde as fontes de energia (renováveis ou não-renováveis) passando pelos processos de conversão. aplicar e integrar técnicas e ferramentas modernas de engenharia. sucroalcooleiro. contemplando aspectos técnicos. transporte.). Integração entre instituições de ensino e pesquisa. com uma visão sistêmica do uso da energia em diferentes setores e os impactos na sociedade. 8. O engenheiro de energia formado pela UFABC é capaz de desenvolver atividades em:     Desenvolvimento e aprimoramentos tecnologias que permitam maximizar a eficiência do uso dos diferentes recursos energéticos.Centro de Engenharia. no exercício de suas atividades técnicas. estratégicos.  Participar no desenvolvimento de projetos energéticos multidisciplinares.3. que venham a auxiliar na solução de problemas relacionados à conversão.4. O engenheiro de energia busca atuar de maneira consciente na melhor utilização dos recursos energéticos por meio de tecnologias que maximizem a eficiência de utilização. transporte e distribuição até os usos finais e a otimização do uso dos recursos energéticos dentro dos princípios da sustentabilidade.2 – Objetivos Específicos O curso de Engenharia de Energia tem por objetivo formar um profissional que seja capaz de interagir com diferentes áreas do conhecimento ligadas às questões energéticas e que. 8. agências reguladoras. setores industriais energointensivos (siderurgia. 179 . Aplicação dos conceitos teóricos e práticos desenvolvidos durante o curso. fontes de energia e planejamento energético. papel e celulose.4 – Perfil do Egresso O Engenheiro de Energia será um profissional com base conceitual e habilidades para desenvolver.

Atuar profissionalmente com responsabilidade social e ética. buscando técnicas que otimizem o uso da energia. transporte e distribuição de combustíveis. 8. conversão. 8. nos seis eixos já citados. no campo do saber-fazer.1 – Competências e Habilidades Espera-se que o Engenheiro de Energia egresso da UFABC tenha as seguintes competências e habilidades: ● ● ● Reconhecer sua identidade. ● ● Projetar e analisar sistemas de geração. Atuar profissionalmente integrando equipes multidisciplinares na área da Engenharia de Energia.Centro de Engenharia. a operação e a manutenção dos diferentes sistemas energéticos. ● Identificar tecnologias que minimizem o consumo de energia nos diferentes processos industriais.4. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias distribuição e usos dos diferentes tipos de energia e seus impactos na economia.4. transmissão e distribuição de energia elétrica. correspondentes a 3600 horas aula. Projetar e analisar sistemas de exploração & produção. conhecimento este necessário para que ele possa continuar se aprofundando nas próximas etapas. ● Projetar e analisar os diferentes sistemas energéticos baseados em fontes renováveis e não renováveis de energia. meio ambiente e na sociedade e propor soluções que minimizem suas conseqüências. como Engenheiro de Energia.4.5 – Organização Curricular da Engenharia de Energia O curso de Engenharia de Energia exige o cumprimento de 300 créditos. cuja composição deve obedecer:  Disciplinas Obrigatórias do BC&T: 90 créditos / 1080 horas aula: Como colocado anteriormente. ● Avaliar os impactos que os diferentes sistemas energéticos exercem na economia. as disciplinas aqui presentes buscam dar ao aluno a base de conhecimento. 180 . ● Avaliar o projeto. meio ambiente e sociedade.

as disciplinas colocadas abordam os principais eixos que levaram à proposta do curso: a convergência entre as áreas de Sistemas Elétricos de Potência. envolvendo a elaboração e desenvolvimento de projetos de engenharia (Disciplinas Engenharia Unificada I e Engenharia Unificada II). experiências no mundo do trabalho (Estágio Curricular I e II em Engenharia de Energia) e trabalho de conclusão de curso (Trabalho de Graduação I. As disciplinas deste conjunto consistem em conhecimentos que todo engenheiro deve possuir seguindo as diretrizes da CNE e do MEC. Para isto. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias  Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias): 46 créditos / 552 horas aula: O núcleo de Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias) deve ser cursado por todos os alunos de engenharia da UFABC. Sistemas Térmicos e Fontes de Energia e Planejamento Energético (Tabela 22).Centro de Engenharia.  Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos: 26 créditos / 312 horas aula: Estas disciplinas também são obrigatórias e têm foco na prática da atividade do engenheiro. 181 . II e III em Engenharia de Energia). As disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Energia incluem o conteúdo que deve ser conhecido por todo Engenheiro de Energia.  Disciplinas de Opção Limitada na Modalidade Engenharia de Energia: 39 créditos / 468 horas aula.  Disciplinas Obrigatórias Específicas da modalidade Engenharia de Energia (profissionalizantes): 69 créditos / 828 horas aula.

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias

Tendo em vista a flexibilidade curricular característica do projeto pedagógico da UFABC, ao longo do curso de Engenharia de Energia, o aluno poderá cursar disciplinas escolhidas dentro dos conjuntos de Disciplinas de Opção Limitada oferecidas, listadas na Tabela 23.

Essas disciplinas permitirão que o aluno aprofunde o conhecimento adquirido nas Disciplinas Obrigatórias e aprimore sua capacitação em áreas específicas, de forma a conferir habilidades e competências que caracterizam um ou mais dos perfis listados a seguir:  Sistemas Elétricos de Potência;  Sistemas Térmicos e Engenharia Térmica;  Fontes de Energia e Planejamento Energético.

 Disciplinas Livres: 30 créditos / 360 horas aula. As Disciplinas Livres permitem ao aluno uma formação diversificada, seja através da escolha de disciplinas de outras áreas de conhecimento, permitindo ampliar seu escopo de interdisciplinaridade, seja através da escolha de outras Disciplinas de Opção Limitada, o que ampliaria seu leque de atuação dentro das áreas da Engenharia de Energia.

182

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 22 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Energia Área Item
01 Fontes de Energia e Planejamento Energético 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11

Código
EN2419 EN2420 EN2424 EN2425 EN2423 EN2703 EN2405 EN2422 EN2403 EN2705 EN2409

Disciplina
Fontes Renováveis de Energia Fontes Não-Renováveis de Energia Economia da Energia Energia, Meio Ambiente e Sociedade Análise Econômica de Projetos Energéticos Circuitos Elétricos I Fundamentos de Máquinas Elétricas Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Instalações Elétricas I Circuitos Elétricos II Operação de Sistemas Elétricos de Potência

T
4 4 2 4 3 3 2 3 2 3 3

P
0 0 0 0 1 2 2 1 2 2 1

I
4 4 4 5 4 4 5 5 4 4 4

Créditos
4 4 2 4 4 5 4 4 4 5 4

Recomendação
Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Engenharia Econômica Circuitos Elétricos e Fotônica Circuitos Elétricos I Circuitos Elétricos II Circuitos Elétricos I Circuitos Elétricos I Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Circuitos Elétricos I ; Fundamentos de Máquinas Elétricas Termodinâmica Aplicada I Mecânica dos Fluidos I Fenômenos Térmicos; Funções de Várias Variáveis Termodinâmica Aplicada II Transferência de Calor I

Sistemas Elétricos de Potência

12 13 14 Sistemas Térmicos 15 16 17

EN2711 EN2427 EN2412 EN2410 EN2426 EN2411

Máquinas Elétricas Termodinâmica Aplicada II Mecânica dos Fluidos II Transferência de Calor I Sistemas Térmicos Transferência de Calor II

3 3 3 3 2 3

2 1 1 1 2 1

4 5 5 4 4 4

5 4 4 4 4 4

TOTAL

69

183

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 23 – Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Energia Item Código
01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 EN3462 EN3448 EN3449 EN3450 EN3451 EN3452 EN3466 EN3460 EN3456 EN3459 EN3712 EN3713 EN3406 EN3461 EN3454 EN3455 EN3457 EN3458 EN3407 EN3408 EN3409 EN3467 EN3468 EN3469 EN3464 EN3465 EN3472 EN3415 EN3416 EN3434 EN3473 EN3474 EN3417 EN3475 EN3476 EN3477 EN2103 EN3421 EN3422 EN3453 EN3436 EN3437 EN3438 EN3440 EN3439 EN3441 EN3442 EN3443 EN3444 EN3445 EN3478 EN3425 EN3426 EN3427 EN3430 EN3431 EN3432 EN3433 EN3463

Disciplina
Energia: Fontes e Tecnologias de Conversão Acumuladores de Energia Normas de Segurança para Sistemas Energéticos Análise de Redes de Transporte e Distribuição de Energia Supervisão e Confiabilidade de Projetos Energéticos Subestação e Equipamentos Qualidade da Energia Elétrica Sistemas de Potência I Sistemas de Potência II Automação de Sistemas Elétricos de Potência Eletrônica de Potência I Eletrônica de Potência II Instalações Elétricas II Análise Estática em Sistemas Elétricos de Potência Proteção de Sistemas Elétricos de Potência Redes de Distribuição de Energia Elétrica Regulação e Mercado de Energia Elétrica Tópicos de Otimização em Sistemas Elétricos de Potência e Aplicações Tecnologia da Combustão Motores de Combustão Interna Centrais Termoelétricas Transferência de Calor Industrial Geração e Distribuição de Vapor Máquinas Térmicas Centrais Termoelétricas e Cogeração Sistemas Fluidomecânicos Integração e Otimização Energética de Processos Ventilação Industrial e Ar Comprimido Refrigeração e Condicionamento de Ar Tubulações Industriais Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional I Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional II Processos Termoquímicos de Conversão Energética Introdução à Engenharia de Biocombustíveis Engenharia de Biocombustíveis I Engenharia de Biocombustíveis II Transferência de Massa Operações e Equipamentos Industriais I Operações e Equipamentos Industriais II Introdução à Engenharia Nuclear Reações Nucleares Laboratório de Instrumentação Nuclear e Radioproteção Física de Reatores Nucleares I Física de Reatores Nucleares II Termo-Hidráulica de Reatores Nucleares I Termo-Hidráulica de Reatores Nucleares II Segurança de Instalações Nucleares Resíduos Nucleares Economia de Reatores Nucleares Engenharia Unificada (Engenharia Nuclear) Hidrogênio e Células a Combustível Eletrificação Rural com Recursos Energéticos Renováveis Engenharia de Sistemas Fotovoltaicos Engenharia de Sistemas Eólicos Geração Distribuída Engenharia de Sistemas Solares Térmicos Introdução à Engenharia do Petróleo I Introdução à Engenharia do Petróleo II Uso Final de Energia e Eficiência Energética

T P
3 2 2 4 3 2 2 2 2 3 3 3 2 2 3 3 2 1 1 2 2 2 3 3 4 4 2 2 3 2 2 2 2 2 4 4 2 3 3 4 3 2 3 3 4 3 3 3 3 1 4 2 2 2 2 2 4 4 3 1 0 0 0 1 0 2 2 2 0 2 2 2 2 1 1 0 1 2 1 0 2 1 1 0 0 0 0 1 0 2 2 0 0 0 0 0 1 1 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 2 2 0 0 0 0 1

I
4 5 4 5 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 6 5 5 6 5 4 3 3 5 4 4 4 4 3 4 4 4 5

Recomendação
Energia, Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Não há Pesquisa Operacional Não há Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Sistemas de Potência I Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Circuitos Elétricos I Eletrônica de Potência I Instalações Elétricas I Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Sistemas de Potência II Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Termodinâmica Aplicada II Termodinâmica Aplicada II Sistemas Térmicos Transferência de Calor II Sistemas Térmicos Sistemas Térmicos Sistemas Térmicos Mecânica dos Fluidos II Sistemas Térmicos Mecânica dos Fluidos II Termodinâmica Aplicada II Mecânica dos Fluidos II Transferência de Calor II; Mecânica dos Fluidos II Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional I Termodinâmica Aplicada II Fontes Renováveis de Energia; Termodinâmica Aplicada II Introdução à Engenharia de Biocombustíveis; Transferência de Calor II Introdução à Engenharia de Biocombustíveis; Transferência de Calor II Termodinâmica Aplicada I; Mecânica dos Fluidos I Mecânica dos Fluidos II Transferência de Massa Física Quântica Introdução à Engenharia Nuclear Reações Nucleares; Instrumentação e Controle Reações Nucleares Física de Reatores Nucleares I Introdução à Engenharia Nuclear; Transferência de Calor I; Mecânica dos Fluidos I; Termodinâmica Aplicada II Termo-Hidráulica de Reatores Nucleares I Termo-Hidráulica de Reatores Nucleares I; Física de Reatores Nucleares I Introdução à Engenharia Nuclear Introdução à Engenharia Nuclear; Energia: Origens, Conversão e Uso Termo-Hidráulica de Reatores Nucleares I; Física de Reatores Nucleares I Fontes Renováveis de Energia Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Engenharia de Sistemas Fotovoltaicos Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Introdução à Engenharia do Petróleo I Energia: Origens, Conversão e Uso

184

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.4.6 – Apresentação gráfica de um perfil de formação A Tabela 24 a seguir é um exemplo de como as Disciplinas Obrigatórias podem ser cumpridas para caracterizar a formação em Engenharia de Energia, levando-se em conta o quadrimestre ideal no qual devem ser cursadas, lembrando que o aluno possui liberdade para percorrer as disciplinas do curso como desejar. A carga horária de cada disciplina é mencionada usando-se a sigla (T-P-I), ou seja, o número de créditos em aulas teóricas, o número de créditos em aulas práticas e o número de créditos correspondente a estudo individual do aluno fora da sala de aula.

185

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 24: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Energia
1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência, Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1419 Cálculo Numérico BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens, Conversão e Uso BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC1104 Mecânica dos Sólidos I BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia EN2409 Operação de Sistemas Elétricos de Potência EN2403 Instalações Elétricas I Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1713 Engenharia Econômica EN2427 Termodinâmica Aplicada II EN2411 Transferência de Calor II Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1401 Estágio Curricular I em Engenharia de Energia EN1402 Estágio Curricular II em Engenharia de Energia BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC1710 Introdução às Engenharias EN2425 Energia, Meio Ambiente e Sociedade EN2419 Fontes Renováveis de Energia EN2705 Circuitos Elétricos II EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1403 Trabalho de Graduação I em Engenharia de Energia EN1404 Trabalho de Graduação II em Engenharia de Energia EN1405 Trabalho de Graduação III em Engenharia de Energia Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2410 Transferência de Calor I EN2422 Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência EN2426 Sistemas Térmicos Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre

2º Quadrimestre

BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica

3º Quadrimestre

4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre

6º Quadrimestre

BC1425 Álgebra Linear BC1507 Instrumentação e Controle EN2412 Mecânica dos Fluidos II EN2420 Fontes NãoRenováveis de Energia EN2424 Economia da Energia EN2423 Análise Econômica de Projetos Energéticos Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre

7º Quadrimestre 3 º A N O

8º Quadrimestre

EN2703 Circuitos Elétricos I

9º Quadrimestre

BC0002 Projeto Dirigido EN2405 Fundamentos de Máquinas Elétricas EN2711 Máquinas Elétricas Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre

10º Quadrimestre 4 º A N O

11º Quadrimestre 12º Quadrimestre

13º Quadrimestre 5 º A N O

14º Quadrimestre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

15º Quadrimestre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

186

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.4.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 25 – Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplinas do Catálogo 2010
EN2418 – Economia da Energia EN2421 – Análise Econômica de Projetos Energéticos EN2406 – Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência EN2413 – Termodinâmica Aplicada II EN2414 – Sistemas Térmicos EN3402 – Qualidade da Energia Elétrica EN3403 – Sistemas de Potência I EN3404 – Sistemas de Potência II EN3405 – Automação de Sistemas Elétricos de Potência EN3410 – Transferência de Calor Industrial EN3411 – Geração e Distribuição de Vapor EN3412 – Turbinas Térmicas de Potência EN3413 – Cogeração EN3414 – Integração e Otimização Energética de Processos EN3418 – Biotecnologia: Produção de Combustíveis a partir de Fontes Renováveis EN3420 – Tecnologia de Produção de Biodiesel EN3419 – Tecnologia de Produção de Etanol EN2416 – Energia, Meio Ambiente e Sociedade EN2415 – Energia: Fontes e Tecnologias de Conversão EN3435 – Introdução à Física Nuclear EN2417 – Uso Final de Energia e Eficiência Energética EN2407 – Subestação e Equipamentos EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III

Disciplinas do Catálogo 2013
EN2424 – Economia da Energia EN2423 – Análise Econômica de Projetos Energéticos EN2422 – Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência EN2427 – Termodinâmica Aplicada II EN2426 – Sistemas Térmicos EN3466 – Qualidade da Energia Elétrica EN3460 – Sistemas de Potência I EN3456 – Sistemas de Potência II EN3459 – Automação de Sistemas Elétricos de Potência EN3467 – Transferência de Calor Industrial EN3468 – Geração e Distribuição de Vapor EN3469 – Máquinas Térmicas EN3464 – Centrais Termoelétricas e Cogeração EN3472 – Integração e Otimização Energética de Processos EN3475 – Introdução à Engenharia de Biocombustíveis EN3476 – Engenharia de Biocombustíveis I EN3477 – Engenharia de Biocombustíveis II EN2425 – Energia, Meio Ambiente e Sociedade EN3462 – Energia: Fontes e Tecnologias de Conversão EN3453 – Introdução à Engenharia Nuclear EN3463 – Uso Final de Energia e Eficiência Energética EN3452 – Subestação e Equipamentos EN1401 – Estágio Curricular I em Engenharia de Energia (Resolução ConsEPE 103) EN1402 – Estágio Curricular II em Engenharia de Energia (Resolução ConsEPE 103) EN1403 – Trabalho de Graduação I em Engenharia de Energia EN1404 – Trabalho de Graduação II em Engenharia de Energia EN1405 – Trabalho de Graduação III em Engenharia de Energia

187

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.4.8 – Ementas 8.4.8.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Energia

01

FONTES RENOVÁVEIS DE ENERGIA

Código: EN2419 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Energia: Origens, Conversão e Uso Ementa: Fontes renováveis de energia: hidrelétrica, solar (células fotovoltaicas e térmica), biomassa (florestas, cana de açúcar,resíduos agrícolas e urbanos, carvão vegetal), eólica das marés e geotérmica. Potencial, tecnologias, usos e economicidade. Conversão e multiutilização das fontes. Impactos ambientais. Bibliografia Básica: TOLMASQUIM, M.T. (org.). Fontes renováveis de energia no Brasil, Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2003, 1ª edição, 515 p. SORENSEN, B..RenewableEnergy. USA: Elsevier Inc. 3ª edição, 2004, 928 p. ROSA, A.V., Fundamentals of renewable energy processes. USA: Elsevier - Academic Press, 2nd edition, 2009, 840 p. Bibliografia Complementar: DEWULF,J., LANGENHOVE,H., Renewable-based technology: sustainability assessment, Editora John Wiley & Sons, 2006. (3 exemplares) BOYLE G., Renewable Energy. Power for a Sustainable Future. 2nd. ed. Oxford University Press, 2004. AMENEDO, J.L.R., GÓMEZ, S.A., DÍAZ, J.C.B., 2003, Sistemas Eólicos de Producción de Energía Eléctrica, Editorial Rueda. DE JUANA, J. M., 2003, Energías Renovables para el desarrollo, ITES, Espanha. GOLDEMBERG, J., LUCON, O., Energia, Meio Ambiente e Desenvolvimento, 3ed., São Paulo: EDUSP, 2008.

02

FONTES NÃO-RENOVÁVEIS DE ENERGIA

Código: EN2420 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Energia: Origens, Conversão e Uso Ementa: Especificidades das fontes não-renováveis de energia, petróleo, gás natural, carvão, xisto e urânio, no contexto da economia dos recursos naturais e minerais. Caracterização tecnológica, tecnologia de exploração, de beneficiamento e processamento requeridos pela indústria. Recursos e reservas, produção e consumo mundial, participação na matriz energética mundial. Perspectivas de utilização, inovações tecnológicas e problemas ambientais relacionados a estrutura de produção e consumo. Bibliografia Básica: HENDERSON. H., Nuclear Power: a reference handbook, Library Binding, 1989 188

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias MEYERS, R.A., Coal Handbook, Ed. Marcel Dekker, 1981 JENKINS, G., Oil Economist’s Handbook, Ed. Elsevier Science, 1989. Bibliografia Complementar: BONOTTO, D. M. e SILVEIRA, E.G., Geoquímica do Urânio Aplicada a Águas Minerais. São Paulo: Editora UNESP, 1ª edição, 2006, 154 p. CARDOSO, L.C.S..Logística do Petróleo: transporte e armazenamento. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 1ª edição, 2004, 192 p. GARCIA, R., Combustíveis e Combustão Industrial, Rio de Janeiro: Editora Interciência, 1ª edição, 2002, 202 p. NEIVA, J.,Conheça o Petróleo e Outras Fontes de Energia, Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico S. A., 4ª edição, 1983, 328 p. ROSA, A.J.; CARVALHO, R.S. e XAVIER, J.A..D., Engenharia de Reservatórios de Petróleo. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 1ª edição, 2006, 808 p.

03

ECONOMIA DA ENERGIA

Código: EN2418 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Energia: Origens, Conversão e Uso Ementa: Exploração dos recursos energéticos. Monopólios naturais e regulação do setor elétrico e de gás natural. Regulação tarifária. Bens públicos, externalidades e a tragédia do uso comum. Mercados de energia: eletricidade e combustíveis. Política energética. Planejamento energético. Inovação tecnológica no setor energético. Mudanças climáticas: capand trade, internalização. Bibliografia Básica:

MANKIW, G. N. Princípios de Microeconomia - Tradução da 3ª Ed. Editora Thompson.
VISCUSI, W. K; HARRINGTON, J. E.; VERNON, J. M. Economics of Regulation and Antitrust, 4th Edition. The MIT Press. 953p. JUNIOR, H. Q. P. Economia da Energia - Fundamentos Econômicos, Evolução Histórica e Organização Industrial. Editora Campus, primeira edição. 360p.

Bibliografia Complementar: EPE. Plano Decenal de Energia 2010-2019. Empresa de Pesquisa Energética. Rio de Janeiro, RJ. 2010 EPE. Plano Nacional de Energia 2030. Empresa de Pesquisa Energética. Rio de Janeiro, RJ. 2008 KAPLAN, S. Energy Economics – Quantitative methods for energy and environmental decisions.McGraw Hill, Nova York, 1983. MME. Balanço Energético Nacional 2009: Ano base 2008. Ministério de Minas e Energia (MME). Brasília, DF. VARIAN, H. Microeconomia: Princípios Básicos. Sétima Edição. Editora Campus 2006. PIRES, José Cláudio Linhares. Políticas regulatórias no setor de energia elétrica: a experiência dos Estados Unidos e da União Européia; Rio de Janeiro.

189

Políticas ambientais. e KLEINBACH. Decisões sob incertezas.. contribuição das fontes. Debier. S. M. 1ª edição. HEMERY. São Paulo: Prentice Hall. Bibliografia Complementar: LA ROVERE..). 318 P. intensidade energética. Bibliografia Básica: GOLDENBERG. distribuição de renda.C. fontes estacionárias e móveis. Alternativas de investimento e tomada de decisão. qualidade de vida. L e SILVEIRA. D. 1ª edição. São Paulo: Editora Moderna. Elaboração de cenários. Uso final da energia. Análise de mercado. 05 ANÁLISE ECONÔMICA DE PROJETOS ENERGÉTICOS Código: EN2421 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Engenharia Econômica Ementa: Introdução à análise econômica. (Orgs. Impactos sociais dos empreendimentos energéticos. Análise da matriz energética brasileira e mundial. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 04 ENERGIA. 3a edição. M. RA. Tecnologias de conversão de energia. S. Energia Elétrica Para o Desenvolvimento Sustentável. B et al. Séries 190 . Uma História da Energia. M. modelos de desenvolvimento.. Energia e desenvolvimento: PIB. Riscos no mercado de energia. meio ambiente e desenvolvimento. LUCON. MEIO AMBIENTE E SOCIEDADE Código: EN2425 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Energia: Origens. Editora da Universidade de São Paulo. FRANCO. IDH. Energia. Regressão linear simples e múltipla.Energia e Meio Ambiente. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. 545 p.Centro de Engenharia.. curva de Kuznets. 2002. E.R. EDUSP. BRAGA. 1990. Ednub. Energia e meio ambiente: indicadores. 2003. Energia e Meio Ambiente. Recursos energéticos. A. 1993. São Paulo: Editorial Loyola. Introdução à Engenharia Ambiental: o desafio do desenvolvimento sustentável. 247 p.. 2001. Blumenau: FURB. Regulação ambiental. O. PINGUELI. Políticas energéticas. Modelos de projeção. Planejamento integrado de recursos. 284 p. Deléage J. BRANCO. Evolução histórica da oferta e do consumo de energia. 1985. Rio de Janeiro: Editora Marco Zero. Planejamento Ambiental: fator indutor do desenvolvimento sustentado... (3 exemplares) BÉLICO DOS REIS. Energia e conflitos sociais.J. 2008. Eficiência energética. 2000. energia e emprego. Métodos de análise de viabilidade de investimentos aplicados a projetos energéticos. Conversão e Uso Ementa: Energia: discussão de conceitos. Energia: Economia e Tecnologia. São Paulo: Editora Pioneira Thomson Learning. J. Energia e Classes Sociais no Brasil. 1985 BÔA NOVA. impactos ambientais locais e globais. crescimento econômico.A. L. HINRICHS.

Associação de Bipolos e Leis de Kirchhoff. Rio de Janeiro.Tradução da 3ª Ed. A questão energética mundial e o potencial dos trópicos. KEMMERLY. D. Springer-Verlag. Bookman.. W. RIEDEL. 2 (2ª Ed... Editora Thompson Bibliografia Complementar: KAPLAN. TARQUIN. Energy systems analysis for developing countries. 2006. J.. Análise Básica de Circuitos para Engenharia. Ed. PINGUELLI Rosa. McGraw Hill. G. A. 2002. O.. Editora Saraiva. S. J. W. Schaum. N. Modelos técnico-econômicos de desagregação setorial... J. Ed. Tradução da sexta edição.E.M. São Paulo. 428 p. 2008. Ed.. DURBIN. 1988.. 9ª Ed. Editora McGraw Hill. Potência e Energia em Regime Permanente Senoidal. Tese preparada para o concurso de professor titular. Ed. C. Ed.Centro de Engenharia. M. CONSONNI. Redes de Segunda Ordem. O futuro da civilização dos trópicos. GRIFFITHS. Springer. ALEXANDER. Tradução da segunda edição. 8th Ed. L.. Regime Permanente Senoidal. 2008. Nova York. J. HILL. – 2004). HAYT Jr . R. Bibliografia Básica: ORSINI.. Engenharia Econômica . N.. 2008. G. 742 p. Makron Books. Brasilia. NILSSON. A. EdUnB. 06 CIRCUITOS ELÉTRICOS I Código: EN2703 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Conceitos Básicos: Bipolos Elementares. R.. P. Mc Graw Hill.W. S. R. Berlim. J. Circuitos Elétricos II. C. Análise de Circuitos em Engenharia. 1990. ARAUJO. D. Pearson.Editora LTC. – 2002 ) e Vol.W. RIEDEL. J. K. Princípios de Microeconomia . S. S.. COPPE/UFRJ. M.A. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. Introduction to Time Series and Forecasting. Modelos de planejamenteo energético. DAVIS.H. 1984. São Paulo.. IRWIN. 1 ( 2a Ed. Análise de Circuitos para Engenharia. Econometria. J. SADIKU. MANKIW. NILSSON. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias temporais. Estados Unidos. Vol. “Curso de Circuitos Elétricos”. L. “Circuitos Elétricos”. IRWIN. Ed. Second Edition. E. . D. 2a. A. Métodos de Análise de Circuitos. 3ª edição. Ed. 2010. Energy Economics – Quantitative methods for energy and environmental decisions. MEIER. H. P. LIZARDO. Edição. São Paulo..Q. Mc Graw Hill. BROCKWELL. Redes de Primeira Ordem. 1983. R.. 191 .. 2007. L.. J. G.. . Bibliografia Básica: BLANK. EDMINISTER. 2005. Blücher. LTC.. Circuitos Elétricos. JUDG E. Bibliografia Complementar: NAHVI..

S. Representação de redes trifásicas por diagrama unifilar. P. Valores Percentuais e por Unidade. Aplicação de valores por unidade em circuitos trifásicos. Schaum´s Outlines. Introdução aMáquinas Elétricas Bibliografia Básica: FITZGERALD. Editora Unicamp. 1. 1994.N. A.Editora Edgard Blucher.. Bibliografia Complementar: 192 . C. Transformadores.. S. KINGSLEY.. Mudanças de Base. Teorema fundamental. BIM. 1990. G. Introdução a sistemas de energia elétrica. Aplicação a sistemas trifásicos. Macmillan Publishing Co. BOLDEA. Máquinas Elétricas e Acionamento..Centro de Engenharia. ROBBA. UHMANS. 2a edição.. McGraw-Hill. 1997. Editora Mc Graw Hill. Fundamentos de Máquinas Elétricas. V. NASAR. Bibliografia Básica: BARIONI. S. Sistemas trifásicos com indutâncias mútuas.. KAGAN. Componentes Simétricas. C. SEN. E. NASAR. Representação de transformadores fora da relação nominal. 2ª Ed. Bibliografia Complementar: FALCONE.. Principles of Electric Machines and Power Electronics.J. Electric machines dynamics. Representação de máquinas elétricas em valores por unidade. MONTICELLI. Potência em sistemas trifásicos. SCHMIDT. A. E.. C. Sistemas trifásicos simétricos ou assimétricos com cargas desequilibradas. McGraw Hill. 2009. 08 INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA Código: EN2422 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Circuitos Elétricos II Ementa: Circuitos Trifásicos: Sistemas trifásicos simétricos e equilibrados com cargas equilibradas.. Editora Campus. S. Editora McGraw Hill. H. 1996. 2004.. Electric Machines and Electromechanics. Power system analysis. G. Vantagens e Aplicações dos valores por unidade..P. C. Editora John Wiley & Sons.. São Paulo: Edgard Blucher. I. 1994. Eletromecânica Vol. A..C. DEL TORO. Máquinas Elétricas . 2000 STEVENSON... Forças Eletromotrizes Variacionais e Mocionais. 2004. Introdução a sistemas elétricos de potência. CHAPMAN. 2a edição. Editora LTC. Conversão Eletromecânica de Energia. Electric Machinery Fundamentals. A... Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 07 FUNDAMENTOS DE MÁQUINAS ELÉTRICAS Código: EN2405 TPI: 2-2-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Circuitos Elétricos I Ementa: Circuitos Magnéticos. Conversores Rotativos Magneticamente Lineares. E..

Medição de Energia Elétrica.. CREDER. J. Pearson. Instalações Elétricas Industriais. 2003. McGraw-Hill 09 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I Código: EN2403 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Circuitos Elétricos I Ementa: Conceitos fundamentais. Entrada consumidora e cálculo de demanda.a Ed. RIEDEL... D. CRC Press. Ed. 2 (2ª Ed. Pearson. CL-Engineering. H. NERY. Materiais elétricos de baixa tensão. – 2004). Previsão de cargas e divisão de circuitos. Bibliografia Básica: COTRIM... Fator de potência. Symmetrical components for power system engineering. Aplicações da Transformada de Fourier. Propriedades e Teoremas de Redes Lineares. 2008. NR10: Segurança em Instalações Elétricas e Serviços em Eletricidade.. L. Editora. MEDEIROS. Editora LTC.. Editora LTC. CONSONNI. Power system analysis and design. S.. Mc Graw Hill 2 edition 2002 EL-SHARKAWI. 3ª edição. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias BLACKBURN. Desenvolvimento de projeto de instalação predial. J.A. Luminotécnica. 2005. Instalações Elétricas. 2007. J. 10 CIRCUITOS ELÉTRICOS II Código: EN2705 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos I Ementa: Redes Polifásicas. 2004.W. Vol... Electric energy systems: An introduction. Lewis. Instalações Elétricas. 1993 GROSS. 2005. GRAINGER. 5a edição. 8th Ed. 3rd edition.. Power system analysis. C. NILSSON. 2001. Editora Wiley 2 edition 1986 GLOVER. vol 7. Análise de Redes RLC. 1980. J. 1 ( 2a Ed.. 2a edição. Instalações elétricas. Aplicações da Transformada de Laplace. S. São Paulo. Power System Analysis.a Ed. Proteção contra choques elétricos. Bibliografia Complementar: MAMEDE FILHO. A. LTC. J. NISKIER. Editora da Universidade Federal do Pernambuco. B. A. 2009. H. Sistemas de aterramento. – 2002 ) e Vol. Dimensionamento e proteção de instalações elétricas. N. Instalações Elétricas. J. Power system analysis. Recife. Bibliografia Básica: ORSINI. “Curso de Circuitos Elétricos”.... 193 . J. CRC Press.. J. / Stevenson Jr. D.. 5.Centro de Engenharia. 2008. “Circuitos Elétricos”. São Paulo: Eltec. A. M. SAADAT. MTE.Q.D. W. Indutâncias Mútuas e Transformadores. MAMEDE FILHO. Blücher. 15. Manual de Equipamentos Elétricos.

J. C..M. 2005. 2007. GROSS. S. 2008. 2. Bibliografia Básica: GÓMEZ-EXPÓSITO. KEMMERLY. Mc Graw Hill. Motores de Indução. LTC. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias NILSSON.. Conejo. Controle de Sistemas.. RIEDEL. Editora Interciência. Sistemas de Distribuição. 2008. Stevenson Jr. 2010. O. 1. 2005. C. Circuitos Elétricos II.. IRWIN. Máquinas Síncronas. . Circuitos Elétricos. Máquinas de Corrente Contínua.. Proteção de Sistemas. Estabilidade de Sistemas..H . McGraw-Hill 1994 Bibliografia Complementar: KAGAN.Editora McGraw-Hill.E. Princípios de eletrônica de Potência.. Cañizares. Power Systems Analysis.E. 2005 ARAUJO. J. Fundamentos de Sistemas Elétricos de Potência. DURBIN. Rio de Janeiro. John Wiley & Sons. M. Ed. OLIVEIRA. vol.S. J. 12 MÁQUINAS ELÉTRICAS Código: EN2711 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos I. R. SADIKU. IRWIN.. J. Análise Básica de Circuitos para Engenharia. Bookman. Schaum. J. Introdução aos Sistemas de Distribuição de Energia Elétrica. Fundamentos de Máquinas Elétricas Ementa: Introdução aos princípios de máquinas elétricas. 2nd ed. ZANETTA Junior. W..H.C.Livraria da Física. Edição. EDMINISTER. N. M.Editora LTC.A. ALEXANDER C. 3ª edição. D. 1998. Makron Books. 11 OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA Código: EN2409 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Ementa: Transferência de Energia. Editora GEN. W.. 2a. KUNDUR. Ed. S. Editora Edgard Blücher. Bibliografia Complementar: NAHVI. Mc Graw Hill.. vol. EUA. Operação Econômica. Princípios de conversão eletromecânica de energia. N. Confiabilidade de Sistemas. A...A. Proteção de Sistemas Elétricos. J. Power Systems Stability and Control. D. Operação de Sistemas de Potência..W. 1994. GRAINGER...Centro de Engenharia. Análise de Circuitos em Engenharia. 2011 MILLHER. Power System Analysis. Bibliografia Básica: 194 . Fluxo de Potência. L... 2005. 1986.D. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. USA. Ed. 9ª Ed. C. Ed.C.. MacGraw-Hill. Sistemas de Energia Elétrica – Análise e Operação. LTC. K.J. J... P. Análise de Circuitos para Engenharia. HAYT Jr .B e ROBBA.

A. Thermodynamics. Mc Graw Hill. SUDHOFF. Porto Alegre: Bookman. R. Introdução à Engenharia de Sitemas Térmicos: Termodinâmica. B. A. SONNTAG.. 680 p.. WOLGEMUTH. LTC.. 2001. A. Termodinâmica. FALCONE. Syed A. P.Centro de Engenharia. Ed. BOLDEA. 2006. MUNSON.. São Paulo: Editora Edgard Blucher. CRC Press (Electric Power Engineering Series). H.. 2003. ed. G. 2005. M. Bibliografia Complementar: KEENAN. 2004.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias FITZGERALD. Rio de Janeiro:LTC. vol 1.. A. H. Princípios de Equilíbrio Químico e de Fases.. Electric Drives. americana. R. Princípios de Termodinâmica para engenharia. N. MICHAEL. BOLES. B. KRAUSE. 848 p. ISBN: 0-13-723785-5. SHAPIRO. ONG. 1999.. ISBN 852161340-7. “Eletromecânica”. “Eletromecânica”. 195 . Prentice Hall. HENDERSON. Misturas e Soluções Homogêneas não reativas. MORAN. G. WASYNCZUK. Rio de Janeiro. 2002. H. Análise exergética de sistemas. J.H. MORAN. KINGSLEY.. Analysis of Electric Machinery and Drive Systems (2nd Edition) 2002. ISBN 8586804665. I. vol 2. Fundamentos da TermodinâmicaClássica.. CHAPMAN. F. Princípios de Termodinâmica para Engenharia. Edgard Blucher. 5ª ed. . Paul C. 1996 SCHMIDT. CALLEN. S. SHAPIRO. J. Ed. Primeira e Segunda Lei da Termodinâmica para sistemas reagentes... 13 TERMODINÂMICA APLICADA II Código: EN2427 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Termodinâmica Aplicada I Ementa: Sistemas de refrigeração e bomba de calor... Tradução Anatólio Laschuk. 1985. H. M. FALCONE. Y. N. Bibliografia Complementar: BOSE. E. Segunda Edição. Misturas e Soluções Homogêneas reativas (reações químicas irreversíveis). 2º Edição.. A. MORAN. Edgard Blucher. Second Edition. 1985. R. N. H.. D. C.6. tradução da 6ª ed. S. BOGNAKKE. 2006. Wiley. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. SHAPIRO. E. G. “Electric Machinery Fundamentals”. W. K. Wiley-IEEE Press ISBN: 978-0-471-14326-0. UHMANS. “Máquinas Elétricas”. C. EdgardBlücher. Ion. DE WITT. Oleg... C. NASAR. 4ª ed. 2004. Psicrometria e Processos Psicrométricos. Scott D.. Termodinâmica. The MIT Press. VAN WYLEN. Modern Power Electronics and AC Drives. Nova Iorque (1985). B. Dynamic Simulations of Electric Machinery: Using MATLAB/SIMULINK Prentice Hall. E. Thermodynamics and introduction to termostatistics. Mcgraw Hill. Chee-Mun. São Paulo. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. J. 1998.. Bibliografia Básica: ÇENGEL.

R. 2004. R. R. 4a Ed. CESS. De WITT.. LTC. MORAN. P. Radiação. Segunda Edição. McGraw Hill. Introdução à Engenharia de Sitemas Térmicos: Termodinâmica. Rio de Janeiro. 1970. D. Editora Edgard Blucher. 2005. F. Condução transiente. Editora LTC. WHITE.. ÇENGEL. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 2008. Fluid Mechanics. Princípios de Condução. WOLGEMUTH. R. Basic Fluid Mechanics and Hydraulic Machines. 196 . J. McGraw Hill. Noções de Máquinas de Fluxo. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 14 MECÂNICA DOS FLUIDOS II Código: EN2412 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Mecânica dos Fluidos I Ementa: Escoamento Viscoso Incompressível Interno e Externo. Fenômenos de Transporte. A. Condução bidimensional em regime permanente... ALIMUDDIN. Radiation Heat Transfer.. Editora CRC Press. M. 2010. Funções de Várias Variáveis Ementa: Introdução à transferência de calor.W. HENDERSON. Z.. Mc Graw Hill. Mecânica dos Fluidos: Fundamentos e Aplicações. ÇENGEL. B. Perdas de Carga. Termodinâmica.. LIGGETT.. 2º Edição. BIRD. D. 2002. Editora LTC. Mecânica dos Fluidos. Y. F... Bombas e Ventiladores. J. P.YOUNG. Medidas de Pressão e Vazão. D. T..Dimensionamento de Máquinas de Fluxo: Turbinas.. Great Lakes Press.. N. Brooks/Cole Publ... J. Co. 6ª Edição. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. F.C. SOUZA.. H.. 15 TRANSFERÊNCIA DE CALOR I Código: EN2410 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Térmicos.. R. 2004. I. 2004. Introdução ao Escoamento Compressível.. H. FOSS. São Paulo: Editora Edgard Blucher. P.T. Y. E. Bibliografia Básica: INCROPERA. Bibliografia Complementar: SPARROW.. 6ª Ed. Transferência de calor e massa.. Fundamentos da Mecânicados Fluidos. E. MCDONALD.. Ed. 1982.. D. C. M. Bibliografia Complementar: OKIISHI. 1991. 1994..A. Condução unidimensional em regime permanente. CIMBALA. M.. DE WITT. Z. 2008.. 2009. LTC. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. McGraw Hill. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. 2010. M. POTTER. SCHMIDT. W. SHAPIRO. MUNSON. Fluid Mechanics. 7ª Ed.Centro de Engenharia.. B. Editora Edgard BlucherLtda. F... Bibliografia Básica: FOX. H.F.

H. KEHLHOFER. Bibliografia Complementar: HEYWOOD. D. ASME Press. 1989. Bibliografia Básica: ÇENGEL. F. 1999.. 1988. Brayton. 3. Handbook of Cogeneration and Combined Cycle Power Plants. Tulsa. R. Otto e Diesel. GARCIA. Reações Químicas (Combustão). São Paulo. 2002.. Transferência de Calor. P.. MORAN. Refrigeration systems and applications. B. Termodinâmica. BOLES. LTC. 2006. N. São Paulo. I. 1983. Y. J. 6ª 197 . BOYCE.. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. 2005. A. Transferência de Calor: um Texto Básico. Noções de Trocadores de Calor. Ibrahim. Rio de Janeiro: McGraw-Hill do Brasil.. Mistura de Gases e Psicrometria. PennWell Publhishing Company. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan. São Paulo: EDUSP. Análise Exergética em Sistemas Térmicos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias HOLMANN.. John Wiley &Sons Inc. New York: McGraw Hill. 1990. 639p. STOECKER. Mcgraw Hill. Cogeração. De WITT. USA. Design of Thermal Systems. Internal Combustion Engine Fundamentals. 5ª ed. Ciclos Termodinâmicos de Refrigeração: Compressão de Vapor e Absorção.. 17 TRANSFERÊNCIA DE CALOR II Código: EN2411 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Transferência de Calor I Ementa: Princípios de convecção térmica. ed. OZISIK. A. Modelagem de Sistemas Térmicos. R.. DINÇER. F.. SHAPIRO. J. Apresentação de Trabalho Final. R. Oklahoma. Convecção natural. 2005. P. 297p. NIELSEN..2003.“Combined Cycle Gas & Steam Turbine Power Plant”. Bibliografia Básica: INCROPERA. N. e WARNER. Ed. B. MUNSON.. 16 SISTEMAS TÉRMICOS Código: EN2426 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Termodinâmica Aplicada II Ementa: Revisão: Primeira e Segunda Leis da Termodinâmica. M. Ciclos Termodinâmicos de Potência: Rankine. Rio de Janeiro. BACHMANN. P. 2ºEd. D.P.Centro de Engenharia. J. Ebulição e Condensação. 848 p. H.. Exergia. MacGraw-Hill International Editions – Automotive Technology Series. Modelagem e Simulação de Processos Industriais e de Sistemas Eletromecânicos... C. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. P. W. DE WITT. M. Introdução à Engenharia de Sistemas Térmicos: Termodinâmica.. M. Convecção Forçada em escoamentos externos e internos.

Conversão e Uso Ementa: Esta disciplina aprofunda o estudo mais detalhado das Matrizes energéticas do planeta. SCHMIDT.. com destaque à matriz energética brasileira. WOLGEMUTH. 1984. Transferência de calor e massa. HENDERSON. P. 2005. Brasília: Agencia Nacional de Energia Elétrica. Fontes Não Convencionais de Energia: as tecnologias solar. 2º Edição. McGraw Hill. SISSOM. A disciplina termina com a apresentação das principais promessas tecnológicas existentes atualmente.. Revista Estudos Avançados. F. Segunda Edição. I. volume 21. B. juntamente com os recursos energéticos primários usados por estas tecnologias.. H. Florianópolis: UFSC.A. B . 2002. 2004. Bibliografia Básica: LA ROVERE. São Paulo. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. Fenômenos de Transporte.. DE WITT. 308 p. serão apresentadas as principais tecnologias usadas atualmente nos países considerados. 243 p. Número 59. GRIMONI. N. SHAPIRO. Iniciação a Conceitos de Sistemas Energéticos Para o Desenvolvimento Limpo.. 2ª edição. Transferência de Calor. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. dando destaque às diferenças existentes nas diferentes culturas existentes no planeta. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Edição. Y.. Atlas de Energia Elétrica do Brasil. E. 1983. Adicionalmente.8. Rio de Janeiro: McGraw-Hill do Brasil. Energia: Economia e Tecnologia. BIRD. São Paulo: Universidade de São Paulo. R. Dossiê Energia. 2004. Bibliografia Complementar: HOLMANN. A. BEJAN. et al. (Orgs). Ed. J.B. ANEEL. Introdução à Engenharia de Sitemas Térmicos: Termodinâmica. John Wiley&Sons. J. Mc Graw Hill. ANEEL. 198 . R. Rio de Janeiro: Editora Marco Zero. LTC. 1999. Rio de Janeiro. L. 1985 COLLE. R.. pretendemos colocar o aluno para pesquisar sobre um tema previamente escolhido. eólica e de biomassa. LTC. Termodinâmica... P. D. ÇENGEL. E. EDUSP. L.. R. S et al. MUNSON. 2005. PITTS. São Paulo: Editora Edgard Blucher.4. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. Bibliografia Complementar: ESTUDOS AVANÇADOS. W.2 – Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Energia 01 ENERGIA: FONTES E TECNOLOGIAS DE CONVERSÃO Código: EN3462 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Energia: Origens. C. MORAN. Editora LTC. Instituto de Estudos Avançados. PINGUELI. 8. D. 2004. E..Centro de Engenharia.. A partir da identificação de onde vem e para onde vai a energia nos diferentes e mais significativos países do planeta. 2009. 639p. Fenômenos de Transporte.. H. janeiro/abril 2007. ConvectionHeat Transfer.

1988.. 2008. Conversão e Uso Ementa: Acumulação de energia por fotossínteses. Madrid: Edicionesorbis S. 2003. 734 p. Roberto. 7ª edição. Métodos de armazenamento de hidrogênio. Rio de Janeiro: Editora Guanabara-Koogan. Isaac. Propriedades básicas dos reservatórios. Flywheels.. 1ª edição. Ar comprimido. 2000. A Economia da natureza. Luís Augusto Barbosa. Acumuladores hidráulicos. 2004. Caixas de rochas. Electo Eduardo. Renewable energy. Fundação CalousteGulbenkian. PIMENTEL. 3a edição. 1ª edição. Acumuladores térmicos. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkian. M. Lionel. Acumuladores de energia elétrica. 199 . OLIVARES GÓMEZ. EUA: Elsevier Inc. Solar engineering of thermal processes. Interciência. Luiz Cláudio dos Santos. Rio de Janeiro: Centro de Pesquisas de Energia Elétrica. moderada e elevada temperatura. 202 p. PROGENSA. TOMASQUIM. Edgardo. SORENSEN. Rio de Janeiro: Interciência. Volantes de inércia. LEJARDI. 1990. Biomassa para energia. William A. Campinas: Editora UNICAMP. Bibliografia Básica: ODUM. Armazenagem de energia em supercondutores e supercapacitores. 5ª edição. 02 ACUMULADORES DE ENERGIA Código: EN3448 TPI: 2-0-5 Carga Horária: 24h Recomendação: Energia: Origens. Alimentação. T. energia e sociedade. CORTEZ. Rio de Janeiro: Interciência. 192 p.. Rio de Janeiro: Empresa de Pesquisa Energética. Aquecimento de água. Molas. Origem do petróleo.. Características da lenha. Bibliografia Complementar: ASIMOV. Características do carvão vegetal. BECKMAN. 3ª edição. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias BRASIL. Acumulação de energia cinética e potencial. RICKLEFS. 503 p. 186 p. Robert E. Problemas e exercícios práticos. David. Acumuladores de electricidad: manual práctico. 256 p. Márcia H. et al. Biblioteca de Divulgación Científica MuyInteresante. Ministério de Minas e Energia. Espanha: Promotora General de Estudios S. 1985. Acumulação bombeada. GARCIA. 2008. 928 p. PIMENTEL. Logística do petróleo: transporte e armazenamento. Fluxos de energia nos ecossistemas. Balanço Energético Nacional 2008: ano base 2007. 2004. Lisboa: Serviço de Educação. EUA: John Wiley& Sons. Bent.acumuladores por mudança de fase. CARDOSO.Centro de Engenharia. A. 2005. Baterias eletroquímicas. 301 p. Fotosíntesis. Armazenamento de combustíveis em tanques. Eduardo T. 2006. Tecnologias de produção de hidrogênio. A. DUFFIE. 2002. 2004. Fontes Renováveis de Energia no Brasil. Acumuladores de calor de baixa. 927 p. Combustíveis e combustão industrial. Acumulação de combustíveis fósseis. SILVA LORA. SERRA. John A. CEPEL. Eugene P. Fundamentos de ecologia. 898 p. Células a combustível: uma alternativa para geração de energia e sua inserção no mercado brasileiro.. EPE. 321 p. 1ª edição. Paredes de acumulação. Acumulação de energia em forma de hidrogênio. 1ª edição.

M.Temperatura de superfícies acessíveis Dados ergonômicos para estabelecer os valores limites de temperatura de superfícies aquecidas ABNT NBR 14171:1998 Forno industrial a gás . 2009. Caldeiras e Vasos de pressão.Inspeção de segurança. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 03 NORMAS DE SEGURANÇA PARA SISTEMAS ENERGÉTICOS Código: EN3449 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Não há Ementa: Noções sobre normas de segurança para a operação de sistemas energéticos.controle e segurança para utilização de gases combustíveis em processos de baixa e alta temperatura. L. acidente do trabalho e saúde do trabalhador . R. M.Informações sobre segurança. C.inspeção de segurança. Edusp.. 2009. Parte 2: Caldeiras aquotubulares ABNT NBR 12178:1992 Emprego de dispositivos de segurança nos recipientes transportáveis para gases liquefeitos de petróleo (GLP). GRIMONI.Escadas de segurança Controle de fumaça pressurização 200 . UDAETA. Bibliografia Básica: EQUIPE ATLAS.. Parte 1: Caldeiras flamotubulares ABNT NBR 12177-2:1999 Caldeiras estacionárias a vapor . Bibliografia Complementar: ABNT NBR 12177-1:1999 Caldeiras estacionárias a vapor . Máquinas e Equipamentos. GALVÃO. São Paulo. 2004. SALIBA. Editora LTR. armazenagem e manuseio de materiais.Inspeção de segurança ABNT NBR 13231:2005 Proteção contra incêndio em subestações elétricas de geração. Líquidos combustíveis e inflamáveis. B. J. saúde e meio ambiente Parte 1: Terminologia ABNT NBR 14725-2:2009 Produtos químicos . Transporte. transmissão e distribuição ABNT NBR 13859:1997 Proteção contra incêndio em subestações elétricas de distribuição ABNT NBR 13970:1997 Segurança de máquinas . Iniciação a conceitos de sistemas energéticos para o desenvolvimento limpo. 63a edição. Atividades e operações perigosas: armazenagem e transporte de materiais explosivos. de 22 de Dezembro de 1977. Segurança e medicina do trabalho: Lei nº 6.Centro de Engenharia. Proteção contra incêndios. AQUILES.514. Legislação de segurança. movimentação.6ª Ed. Segurança em instalações e serviços de eletricidade. saúde e meio ambiente Parte 2: Sistema de classificação de perigo ABNT NBR 14880:2002 Saídas de emergência em edifícios . Tuffi Messias. Ed. ABNT NBR 12232:2005 Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com gás carbônico (CO2) em transformadores e reatores de potência contendo óleo isolante.Requisitos de segurança ABNT NBR 14725-1:2009 Versão Corrigida:2010 Produtos químicos . ABNT NBR 13193:1994 Emprego de cores para identificação de tubulações de gases industriais ABNT NBR 13203:2000 Caldeiras estacionárias elétricas a vapor .Informações sobre segurança. ABNT NBR 12313:2000 Sistema de combustão . Editora Atlas. Equipamentos de proteção individual. inflamáveis e radioativos.

Transmissão de energia elétrica: aspectos fundamentais. mínimo custo do fluxo em rede. C. grafos. princípios gerais de projeto Parte 2: Princípios técnicos e especificações. Florianópolis: Editora da UFSC. projetos e montagem. 2003. 9ª edição. Ariovaldo V. Tubulações industriais: materiais. 192 p. Fundamentos de sistemas hidráulicos.Inspeção de segurança em serviço ABNT NBR 15427:2006 Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis .Centro de Engenharia. Alcir J. princípios gerais de projeto Parte 1: Terminologia básica e metodologia ABNT NBR NM 213-2:2000 Segurança de máquinas . 1988. TELLES. técnicas heurísticas de busca. A. Bibliografia Básica: BAZZO. S. LINSINGEN.. Rio de Janeiro: LTC. armazenamento. João Mamede. 2001. TELLES. Bibliografia Complementar: FILHO. MACINTYRE. C. C. P. São Paulo: Madras. aplicação com uso de recurso computacional. Florianópolis: UFSC. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ABNT NBR 15417:2007 Vasos de pressão . 1996. GARCIA. Rio de Janeiro: LTC. Geração de vapor e água de refrigeração. DANTAS. 04 ANÁLISE DE REDES DE TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA Código: EN3450 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Pesquisa Operacional Ementa: Conceituação. P. Tubulações industriais: cálculo. 1997. 3ª edição. Celso de Brasil. máximo fluxo em redes. 1996. Edson. Florianópolis: UFSC. 1ª edição. Instalações elétricas industriais. Instalações hidráulicas prediais e industriais.Conceitos fundamentais. modelos de problemas de transporte e atribuição. 2004. MONTICELLI. 1995 CAMARGO. 3ª edição. Luiz Cláudio dos Santos. Evandro. Rio de Janeiro: LTC. Rio de Janeiro: LTC. Irlan Von. redes e modelos de rede. 277 p. J. Geração de vapor. 201 . otimização do transporte em redes. manuseio e transporte de etanol ( álcool etílico) ABNT NBR IEC 60079-11:2009 Atmosferas explosivas ABNT NBR IEC 60079-11:2009 Atmosferas explosivas Parte 11: Proteção de equipamento por segurança intrínseca "i" ABNT NBR IEC 60079-25:2009 Equipamentos elétricos para atmosferas explosivas Parte 25: Sistemas intrinsecamente seguros ABNT NBR IEC 60079-7:2008 Atmosferas explosivas Parte: 7 Proteção de equipamentos por segurança aumentada "e" ABNT NBR NM 213-1:2000 Segurança de máquinas . Introdução a sistemas de energia elétrica. Campinas: Editora UNICAMP. 6ª edição.Conceitos fundamentais. 1999. Logística do petróleo: transporte e armazenamento. CARDOSO. Rio de Janeiro: Interciência. S. 2006. 9ª edição.Válvula de segurança da mangueira ABNT NBR 7820:1983 Segurança nas instalações de produção. 251 p.

J. Biocombustíveis . Aspectos Práticos: Tecnologias de sensoreamento e atuação em processos energéticos. S. Verificação da Eficiencia Energética em Sistemas de Bombeamento utilizando Simulação de Modelo Matemático. 2001. B.A Energia da Controvérsia. Conservação de Energia.C. T. Os principais tópicos a serem abordados são: Automação de processos de geração e conversão de energia. Bibliografia Complementar: VIEIRA JR. 909p.. N.. R. A. Iniciação a conceitos de sistemas energéticos para o desenvolvimento limpo. São Paulo. GALVÃO. etc. R.Centro de Engenharia. Itajubá-MG: Editora da EFEI. Energia e Meio Ambiente. G. 2006. DANTAS. 708p. H... 2008.. J. Rio de Janeiro: Synergia. S..N. 1997. ELETROBRÁS/PROCEL/EFEI. B. sensores inteligentes. Eficiência Energética de Instalações e Equipamentos. Bioeletricidade e a indústria do álcool e açúcar: possibilidades e limites. DOTY. C. predição e prognóstico.... conservação de energia e fontes renováveis. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 05 SUPERVISÃO E CONFIABILIDADE DE SISTEMAS ENERGÉTICOS Código: EN3451 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há Ementa: A disciplina tem como objetivos: apresentar aos alunos as principais funcionalidades de sistemas de supervisórios e a sua relevância em processos energéticos. KLEINBACH.. Malha de aterramento. INDUSCON. Aspectos da 202 . C. JANNUZZI. A. São Paulo: Editora SENAC. e SWISHER. inteligência artificial. Ed. USA. Sistemas de Supervisão. Sistemas de Monitoração. M. L. M. G. 119p. Colorado. GRIMONI. N. M. SOUZA. Bibliografia Básica: TURNER. sistemas de redundância. 2004. Rio de Janeiro: Relume Dumará. ROCHA. L. The Fairmont Press. A. 06 SUBESTAÇÃO E EQUIPAMENTOS Código: EN2407 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Ementa: Tipos e Arranjos de Subestações.. L. A. UDAETA. 2003. 487p. CASTRO. A. M. R. SILVA. Planejamento Integrado de Recursos Energéticos: meio ambiente.. 2009. Energy Management Handbook.. R. AQUILES. W. 2006.P.M. M. 2004. MESQUITA. P. LEITE. apresentar metodologias de avaliação de processos mediante a quantificação de variáveis de desempenho e robustez. Campinas: Editora Autores Associados. TOLMASQUIM. 6º edition. Diagramas. HINRICHS.). apresentar ferramentas científico-tecnológicas utilizadas em sistemas de supervisão (sistemas híbridos. G. Alternativas Energéticas Sustentáveis no Brasil. J. São Paulo: CENGAGE LEARNING. 4ed. BRANDAO. Edusp. Detecção de falhas. L. P.. V.. P. R. 246 p. ABRAMOVAY. REIS.

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2003. Aplicação de Conversores CC/CA. Plinciples of Power Electronics. J. W. 1ª edição. M.. 1997. LIPO.. Eletrônica de Potência . H.Circuitos. 12 ELETRÔNICA DE POTÊNCIA II Código: EN3713 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Eletrônica de Potência I Ementa: Proteção de tiristores . Aplicação de Conversores CA/CC.Centro de Engenharia. ARRABAÇA. 2001. Bibliografia Básica: HART. VERGHESE. 2012. Addison-Wesley. 2000. Eletrônica de Potência: Análise e Projetos de Circuitos. G. São Paulo: Makorn Books.. Ed. Fundamentals of Power Electronics. São Paulo. SCHLECHT.Bookman). Devair Aparecido. R. 2nd edition.. Aplicação de Conversores CA/CA. Retificadores controlados . Conversores Estáticos de Potência . São Paulo. 1998. W. Eletrônica de Potência: Conversores de Energia (CA/CC). AHMED. Salvador Pinillos. Fontes chaveadas.. BARBI. tensão e refrigeração. Tipos de comutação forçada.Monofásico de meia onda. 2011.. 1ª Edição. Devair Aparecido. Kluwer Academic Publishers.. Daniel W. A. Eletrônica de Potência.. Porto Alegre: AMGH Editora Ltda (McGraw-Hill . Kluwer Academic Publishers. 2001. 1997. Bibliografia Básica: HART. RASHID. Conversores CA/CA. 2011. W.. Edição do Autor. Ed. AHMED. Wiley. São Paulo: Makron Books... Prentice Hall do Brasil. Bifásico de meia onda. Dispositivos e Aplicações 1. Eletrônica de Potência. Eletrônica de Potência: Conversores de Energia (CA/CC).Teoria e Aplicações 2. Eletrônica de Potência . Buck-Boost e Cuk.Bookman). 2000. São Paulo: Érica. 1ª edição.Conversores CA/CC. 2nd edition. Conversores CC/CC. LANDER. G.corrente. F. C. D. Associação de Tiristores. Reguladores Boost. M. ERICKSON. São Paulo: Érica. 206 .Florianópolis. Daniel W. Bibliografia Complementar: HOLMES. 1ª Edição. Porto Alegre: AMGH Editora Ltda (McGraw-Hill . C. Bibliografia Complementar: ERICKSON. GIMENEZ. Buck. GIMENEZ. Salvador Pinillos. I. 1991. Pulse Width Modulation for Power Converters: Principles and Practice. Ashfaq. Conversores CC/CA. Prentice Hall do Brasil. ARRABAÇA. T. Trifásico de onda completa. Ashfaq. KASSAKIAN. Eletrônica Industrial . 2012. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos I Ementa: Semicondutores de Potência.: Fundamentals of Power Electronics. Eletrônica de Potência: Análise e Projetos de Circuitos. G. R.

Equipamentos elétricos industriais e suas características. Power Electronics. Métodos de solução. fluxo de potência AC. 1980.. Eletrônica de Potência . 7. LTC Editora. A. CREDER. I. ROBBINS. 15.. W. Ed. W. C. Desenvolvimento de projeto elétrico industrial.. 2009. 13 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS II Código: EN3406 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Instalações Elétricas I Ementa: Considerações gerais. J.ª Ed. Elos em corrente contínua. 1997. P. Bibliografia Básica: 207 . 3. Proteção e coordenação da proteção em instalações elétricas industriais.. H.. BARBI. harmônicos e conceitos de Qualidade de Energia Elétrica. 2007. "Instalações elétricas industriais". “Manual de Equipamentos Elétricos”. B. “Instalações Elétricas”.a Ed. Recife. LTC Editora. Applications and Design. 3 ed. 2008. 2. fluxo de potência para sistemas de distribuição. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias MOHAN. A. Pearson. MAMEDE FILHO. 5.a Ed. “Medição de Energia Elétrica”. J... 1997. 5. Subestação de consumidor.Teoria e Aplicações 2. Ed. Editora da Universidade Federal do Pernambuco. Grupos motor-gerador. N. Ajustes e controles. 2003. Wiley. Bibliografia Básica: MAMEDE FILHO. 2005. UNDERLAND. D.. M. 14 ANÁLISE ESTÁTICA EM SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA Código: EN3461 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Ementa: Esta disciplina aborda a modelagem dos componentes que envolvem sistemas elétricos de potência em regime permanente. Circuitos Elétricos. S.ª Ed.Florianópolis. A. "Instalações elétricas".. LTC Editora. 1998. 1997. M. São Paulo: McGraw Hill. M.Centro de Engenharia. COTRIM. São Paulo: Officina de Mydia. 3rd edition. São Paulo: Makorn Books.Coleção Schaum.a Ed. Seleção de equipamentos para manobra e proteção de motores elétricos. LTC.Circuitos. T.. M. J. Eletrônica de Potência . 2007. H... RASHID.a Ed. MEDEIROS. Fluxo de potência para redes elétricas: fluxo de potência DC. “Instalações Elétricas”. Edição do Autor.... J. São Paulo: Makron Books.. Converters. Dispositivos e Aplicações 1.. Proteção contra descargas atmosféricas e surtos de tensão. Bibliografia Complementar: NISKIER. Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPCDA). Cálculo de curto-circuito. Compensação de reativos. EDMINISTER. Eletrônica Industrial . 1981. LEITE.. LANDER.

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Linear and Nonlinear Programming. 2002. M. SHETTY. 2006.. KAGAN. M. 1 edition. GOLDBARG.. A. G. KELMAN.br SILVA. 1ª Edição. 18 TÓPICOS DE OTIMIZAÇÃO EM SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA E APLICAÇÕES Código: EN3458 TPI: 1-1-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Ementa: Esta disciplina apresenta uma introdução à otimização e aborda problemas e técnicas envolvendo a otimização do sistema elétrico como: fluxo de potência ótimo.: Nonlinear Programming: Theory and Algorithms. 1st edition. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Complementar: www. STOFT. Wiley-IEEE Press. alocação ótima de equipamentos de controle. J. CRC Press. P. alocação de geração distribuída. Restructured Electrical Power Systems. J.. CALÔBA. H. T. 2008. Y. TOLMASQUIM. BAZARAA. Editora Interciência. Wiley-Interscience. Y. L. K. N.: Electric Power System Applications of Optimization. M... P. LUENBERGER.Centro de Engenharia. C.2009. Editora Synergia. C. 2001.. Editora Blucher.. Wiley-IEEE Press. Bibliografia Complementar: LINS. LEE.. MOMOH. M. M.: Programação Linear com Aplicações em Teoria dos Jogos e Avaliação de Desempenho. CRC Press. D. 1st edition... M. LUNA. H. H. Optimization of Power System Operation.: Modern Heuristic Optimization Techniques: Theory and Applications to Power Systems. D. Editora: Campus / Elsevier. B. SHERALI.ons. C. J. 2009. 2006). ZHU.: Métodos de Otimização Aplicados a Sistemas Elétricos de Potência. M.org. S. G.br www. M. E.. L. S. C. 2000. M. Wiley-IEEE Press. Otimização Combinatória e Programação Linear. Desafios Do Regulador.mme. E. Power System Economics.. Formação de Preços em Mercados de Energia Elétrica. Geração de Energia Elétrica no Brasil. 19 Código: EN3407 TPI: 1-2-4 TECNOLOGIA DA COMBUSTÃO 210 . El-Sharkawi. P. 2009.. Serão realizadas aplicações com o auxílio do computador.. YE. Bibliografia Básica: KAGAN. 2009. 2005. 2001. 1ª Edição. SHAHIDEHPOUR..gov. 2005.. 3edition (May 5. ALOMOUSH.. A. Editora Sagra Luzzatto. Springer US. OLIVEIRA. reconfiguração de redes e expansão de redes. SCHMIDT. H.

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GLASSMAN. Termodinâmica. 22 TRANSFERÊNCIA DE CALOR INDUSTRIAL Código: EN3467 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Transferência de Calor II Ementa: Classificação de trocadores de calor. RUKES. F. Handbook of Cogeneration and Combined Cycle Power Plants. Geração de energia elétrica utilizando formas não convencionais de energia: avaliação do estado da arte: regimes de funcionamento. evaporadores de estágio simples. Powerplant Tecnology . T. BOLES. I. PERA. VAN WYLEN. Editora da UFSC. ASME Press. 2006. R. PennWell Corp. Editora da USP. Especificação. Projeto termo-hidráulico de trocadores de calor. Bibliografia Básica: 212 . F. J. E. Fundamentos da Termodinâmica Clássica.. 5ª ed.. Geração de Vapor. A. SONNTAG. ISBN 8586804665. método da diferença média logarítmica de temperaturas.. 3 edition. americana. 2003. Combined-Cycle Gas & Steam Turbine Power Plants. Mcgraw Hill. ISBN 852161340-7. Academic Press. São Paulo. SHAPIRO. Y. HANNEMANN. 21 CENTRAIS TERMOELÉTRICAS Código: EN3409 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Sistemas Térmicos Ementa: Centrais termoelétricas alimentadas com combustíveis fósseis e centrais nucleares: características básicas de projeto e de operação dos principais tipos: anteprojeto dos principais componentes. STIRNIMANN. BAZZO. Projetos básicos de trocadores de calor: coeficiente global de transferência de calor. R. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias McGraw-Hill. H.. ELLIOT. SWANECAMP. método da Efetividade-NUT.. tradução da 6ª ed. M. N.. Rio de Janeiro:LTC. Ed. A..Centro de Engenharia. 1987. 2nd ed. MORAN. . verificação e projeto de um trocador de calor. 2009. 1996. . 1992.M. M. Evaporadores: balanço de energia em função do ponto de ebulição. Standard Handbook of Power Plants.P. 680 p.. K. H. McGraw-Hill Professional.. Bibliografia Básica: BOYCE..B. EL WAKIL. 1997. M. M. BOGNAKKE. evaporadores de múltiplo estágio.. 848 p. Geradores de Vapor de Água. Princípios de Termodinâmica para engenharia. Editora McGraw-Hill. E.. Edgard Blücher. J. 2002. 4ª ed. Bibliografia Complementar: ÇENGEL. R. KEHLHOFER. CHEN. G. 2002. Combustion. C.

Bibliografia Básica: BAZZO. D. 2003. 2002. Fundamentals of heat exchanger design. J. L. 23 GERAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE VAPOR Código: EN3468 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Sistemas Térmicos Ementa: Combustão. PERA. Os Motores a Combustão Interna. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias KAKAÇ. New Jersey. J. P. E. 1992. Internal Combustion Engine Fundamentals. R. Industrial Boilers and Heat Recovery Steam Generators: Design. D. 41st ed.. Edson. K. P. Heat exchanger design handbook. KITTO. Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Distribuição de energia térmica. 2002. 2009. CRC Press. Y. Bibliografia Complementar: EL WAKIL. and Calculations. Geradores de vapor. Combustíveis. McGraw Hill. R. ÇENGEL. LIU. Geradores de Vapor de Água. B. TIMMERHAUS. S. Massachussetts Institute of Tecnology. Aquecedores. Editora McGraw-Hill... V. K. E STULTZ. SEKULIT. PETERS. 2002. T. 24 Código: EN3469 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h MÁQUINAS TÉRMICAS 213 . S. INCROPERA. Edition. Compact heat exchangers. Eficiência de geradores de vapor. M. Its Generation and Use.. John Willey & Sons. 2002. Heat exchangers. H. Steam. New York: Bergel House. F. HEYWOOD. Transferência de calor e massa. Segurança na operação de geradores de vapor. LTC. McGraw-Hill. P. Geração de Vapor. P. Plant design and economics for chemical engineers. 2005. Queimadores. D. Editora da USP. 2°Ed... USA. Marcel Dekker.. SPALDING.. KUPPAN.Centro de Engenharia. LONDON... 1984. B. Florianópolis. 6ª Edição.. 992 pages. The Babcocks and Wilcox Company. Heat exchanger design handbook. 2003. rating and thermal design. 2000. Bibliografia Complementar: KAYS. (editors).C. 5thEdition. Powerplant Tecnology . Singapore. Selection. S. New York.B. Interciência. WEST. Editora Lemi AS.. Applications. 216p. TABOREK.... W. 1996. New York. Inspeção de Caldeiras a Vapor. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. GANAPATHY. D. SHAH. H. Florida. A. Editora da UFSC... PENIDO. Cálculo térmico e fluido-mecânico de caldeiras. M. McGraw Hill. J. M. De WITT.. CRC Press. 3rd. NORMA NB5.. Ohio.M.

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27 INTEGRAÇÃO E OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA DE PROCESSOS Código: EN3472 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Sistemas Térmicos Ementa: Síntese de processos industriais. WEST. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias STEPANOFF. vol.T. Editora Edgard BlucherLtda.. IMECHE .. X... E. E. S. Thomas F. Editora Interciencia. E. Plant design and economics for chemical engineers. Integração de ciclos de potência e bombas de calor. 1998.Institution of Mechanical Engineers. Métodos Numéricos Para Engenharia.1958. R. Chemical process: Design and integration. LIMA. Ronald E. GIRDHAR.. C. Z. Integração energética de complexos industriais. TIMMERHAUS. SOUZA. Basic Fluid Mechanics and Hydraulic Machines. 1984.. 1ª Ed.. Dimensionamento de Máquinas de Fluxo: Turbinas. Y. Hydraulic and Compressible Turbomachines. Heat exchanger network sysnthesis. CHAPRA.A user guide on process integration for the efficient use of energy. 5. Z. 2008.. 1995. 1a Ed. Design and optimization of thermal systems. S. Process optimization by energy and resource analysis. R. Piscataway. 2. Bibliografia Complementares: EDGAR. Analysis and process integration . Máquinas de Fluxo. Editora CRC Press. 2005. SANTOS.. Butterworth-Heinemann/ Elsevier. Bibliografia Básica: KEMP. Klaus D. MATTOS. 2010. 28 VENTILAÇÃO INDUSTRIAL E AR COMPRIMIDO Código: EN3415 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h 216 . 1ª Ed.. Z. JALURIA.. Projeto otimizado de redes de distribuição de vapor. A. 2ª Ed. 1991.. Editora LCTE. P. Editora NEWNES. Pinch.LTC. New Jersey: John Wiley & Sons. Engineering Optimization. HIMMERLBLAU. MacGraw-Hill International Edition. MONIZ. SMITH.. Bombas Industriais. New Jersey: CRC. 2004. L. Max. Centrifugal and Axial Flow Pumps.. 2003. John Wiley. E.. John Wiley & Sons. MacGraw Hill. 2007. McGraw Hill. CANALE. Paulo: Mc Graw Hill.. ed. Editora Interciencia. S. Mecânica das Bombas. 2007. V. J. Robin M.. vol. ed. 2ºEd. SHENOY. 2. P. Bombas e Instalações Hidráulicas.Centro de Engenharia. Cálculo de consumo mínimo de utilidades industriais.. S. PETES.. Projeto otimizado de rede de trocadores de calor. 2008. BRAN. S. PracticalCentrifugalPump. Bombas e Ventiladores. U. A... 2001. ALIMUDDIN. Metodologias de análise e integração energética de processos industriais. P. Ian C. David M. Centrifugal Pumps: The State of The Art and New Opportunities. 2007. C. O. SOUZA.. 2005. Gulf Publishing Company. SAYERS.1992. YANG. 5. John Wiley and Sons. 2004. Optimization of chemical processes.

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B. S. Silva. 2003. 2004. 1 e 2.. MAIGNE. G.. 2007. 393 p. J. 224. Limitações da rede convencional nas áreas rurais. 2005. 1965. DEMATTE. MIALHE. Máquinas Motoras na Agricultura. Nobel. 52 ELETRIFICAÇÃO RURAL COM RECURSOS ENERGÉTICOS RENOVÁVEIS Código: EN3425 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Energia: Origens. Rio de Janeiro: Centro de Referencia para Energia Solar e Eólica Sergio de Salvo Brito – CRESESB. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. São Paulo. Jaboticabal: FUNEP. USA: CRC. design and applications. September 27.D. Conversão e Uso Ementa: Introdução. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA-ANEEL. C. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias edição. Amsterdam: Elsevier.C. Reprint edition. Patrícia de C. KENDALL. Eletrificação rural descentralizada: uma oportunidade para a humanidade. 280 p. Riscos e potencialidades associadas à eletrificação rural. 2ª ed.. HOFFMANN. Ricardo M. Dutra. Modelos institucionais de gestão de projetos. Coletânea de artigos: energias solar e eólica.. and the Prospects for a Cleaner Planet. Rio de Janeiro: CEPEL-CRESESB. Eletrificação rural.. 1ª edição. Academic Press. xv. Vol.. 2002. 1988.). Springer-Verlag. Yves. O papel das organizações rurais na sustentabilidade dos projetos de eletrificação. Eletrificação rural: uma experiência de ensino. Bibliografia Básica: GOUVELLO. FAST. B. H. 3ª edição. São Paulo: COBEI. High temperature solid oxide fuel cells: fundamentals.. Vol... T. A. Christopher De. I. Vol. NBR 5410: Instalações elétricas de baixa tensão. Coletânea de artigos: energias solar e eólica. ISBN 9781856173872. Ricardo M. O uso de tecnologias baseadas em energias renováveis. K. (ogs. 1. 327 p. 2003. In: Gase und Kohlenstoff in Metallen. COTRIM. p. New York. G. MIT Press. Eletrificação Rural.. 1976. 1992. J. Patrícia de C. Bibliografia Complementar: PIEDADE JR. PIEDADE Jr. 1978. técnicas para o planeta. Interaction of metals and gases. SOUZA. Análise financeiro de projetos no meio rural. Fuel Cell Technology Handbook. Hamilton M. Berlin. (ogs. SOUZA. Legislação básica do setor elétrico brasileiro. Instalações elétricas. São Paulo: Nobel. 2002. Rio de Janeiro: Centro de Referencia para Energia Solar e Eólica Sergio de Salvo Brito – CRESESB. Silva. CRC Press.. 2002. Fuel Cells. 454 p.. Brasília: ANEEL. JEHN. Energia e desenvolvimento rural. A. Vol. M. O sistema monofásico de retorno por terra (MRT).).Centro de Engenharia. 1988. MacGraw-Hill.. SINGHAL. L. Configurações tecnológicas para o suprimento de energia elétrica no meio rural. 1. September 9. 2002.. HOOGERS. 235 . São Paulo.. Tomorrow's Energy: Hydrogen. 1ª ed. Estudos de caso. Dutra. Cézar. Piracicaba: EDUSP.. HARKIN.. Problemas.. Ferramentas modernas de geoprocessamento e serviço da ERD. vol 1 e 2. Conceito de eletrificação rural descentralizada (ERD). P. Hamilton M. 2. exercícios. 1980.

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conceitos fundamentais. 2002. 188 p. O problema do aumento da demanda e os empreendimentos energéticos. Richard A. L. Eficiência Energética na Arquitetura. Conversão e Uso Ementa: Conservação de energia . 1994. HILL. C. R. 2004. PROCEL. G. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias pesquisa à refinação. Estados Unidos: John Wiley and Sons. L.. S.).D. ECONOMIDES. Niterói: UFF/Fac. Licenciamento Ambiental da Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural. Rio de Janeiro: 240 . C. 2007. Sistemas de utilização das energias fósseis. Modern petroleum technology. Qualidade dos equipamentos de usos finais.Centro de Engenharia. Monografia de Especialização. LAMBERTS. 1ª edição.. Rio de Janeiro: INEE. Fundamentals of reservoir engineering. programas de conservação de energia elétrica: políticas e estratégias de combate ao desperdício de energia. (eds. força motriz e no condicionamento ambiental. Refrigeração e ar condicionado. Avanços tecnológicos. Bibliografia Básica: GELLER. LUCAS. Motores de indução trifásicos. Fernando Ramôa. F. 1994. L. aspectos de racionalização sob o enfoque tarifário. ROSA. Zeólitos: um nanomundo ao serviço da catálise. São Paulo: PW Editores.. gerenciamento pelo lado da demanda e diagnóstico energético. sistemas de gerenciamento do uso da energia. P. SPEIGHT. Determinação da eficiência em sistemas energéticos. Elsevier. DAKE. FONTENELLE. Motor Diesel. M. Bombas. 2007. Dissertação de Mestrado. AMENDOLA. Uso de modelos matemáticos e simulações para avaliar a substituição de tecnologias. Balanço energético segundo o uso de energia. J.M. A questão ambiental na etapa de perfuração de poços marítimos de óleo e gás no Brasil. Tipos de lâmpadas. Licenciamento ambiental do petróleo e gás natural. B. Michel. I. conceito de eficiência energética. 1ª edição.. RIBEIRO.O.. Luiz Pinguelli et al. M. 59 USO FINAL DE ENERGIA E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Código: EN3463 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Energia: Origens. A energia nos sistemas de transporte. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ. Uso da energia no setor industrial. segmentação do consumo de energia e detalhamento dos diferentes usos finais encontrados no Brasil e nos principais países do planeta. A. Motor a combustão interna (MCI). e PEREIRA. Utilização do hidrogênio. Formas de transformação de energia. 2001. 6a Edição. Prentice Hall Petroleum Engineering Series. indicadores de eficiência energética. Caldeiras e fornos. Alan G. Handbook of petroleum analysis. Sistemas de aquecimento.J. 1997. Fundação Calouste Gulbenkian.R. uso eficiente de energia elétrica em iluminação.. DUTRA. gerência energética e análise econômica da conservação de energia. Lúmen Júris: 2003. 1996. KÜCHLER. 2002. GUISNET. Fundação CalousteGulbenkian. Bibliografia Complementar: DAWE. H. SCHAFFEL. O uso Eficiente da Eletricidade: uma estratégia de desenvolvimento para o Brasil. Tecnologias eficientes. Petroleum Production Systems... EHLIG-ECONOMIDES. Wiley. Ventiladores. auditoria energética. Tendências da Eficiência Energética no Brasil. de Direito..

conservação de energia e fontes renováveis. (Coordenadores). Planejamento Integrado de Recursos Energéticos: meio ambiente. Energy Management Handbook. S. C. SCHOEPS. 2006 NEGRI. Conservação de Energia: eficiência energética de instalações e equipamentos.. Foz d Iguaçu.R.A. VIEIRA.. 1997. G.Centro de Engenharia. J. Conservação de Energia Elétrica na Indústria. S.M.. et al.C. Conservação de Energia: Eficiência Energética de Equipamentos e Sistemas. DOTY. 1999. 2006 Bibliografia Complementar: JANNUZZI. SILVA MARTINS. 246 p. MARQUES. 467 p.P.. M. 6º edition. 1998. Rio de Janeiro: Eletrobras / Procel. The Fairmont Press.N. Eficiência Energética: integrando usos e reduzindo desperdícios.. W. A. C. 2001. Editora da EFEI. J. Campinas: Editora Autores Associados. 241 . A. Brasília: ANEEL. 2a Edição. J. 2001. FUPAI: Itajubá. 1993. Itajubá: Eletrobrás/Procel. e SWISHER. e SILVA MARTINS. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias COPPE/UFRL.. Análise de Projetos Ciclo Combinado nas Condições Brasileiras: a Visão do Empreendedor. HADDAD. USA. TURNER. J ET AL. 909p.R. XV Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica. HADDAD. Colorado.

informações. mensurar e avaliar os resultados obtidos pelos sistemas de produção e operações. melhoria. químicas. Tem como base conhecimentos e habilidades associadas às ciências físicas. As áreas abarcadas pelo curso conferem ao futuro profissionais condições para que este coloque em prática os conhecimentos em empresas e organizações dos diversos segmentos econômicos com o propósito de oferecer soluções sistêmicas que coadunam com as necessidades do mundo moderno.Engenharia de Produção e Operações . matemáticas e sociais. construir modelos de sistemas de gestão otimizados para serem aplicados no processo de tomada de decisão. materiais. implantação. implementação.Gestão de Sistemas de Produção .Planejamento e Controle da Produção . para otimizar os sistemas de produção e operações aplicados aos diversos setores e segmentos empresariais e corporativos. predizer.5 – Engenharia de Gestão 8.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia de Gestão Diplomação: Engenheiro de Gestão Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André (para alunos ingressantes na UFABC até 2011) e São Bernardo do Campo (para alunos ingressantes na UFABC a partir de 2012) 8. e utiliza os princípios e métodos de análise típicos da área de engenharia para especificar. por exemplo. equipamentos e energia. a Engenharia de Gestão foca a integração sistêmica de todos os atores envolvidos no projeto e gestão dos processos de produção de bens e serviços para. que têm foco somente em uma parte do sistema. gestão e gerência de sistemas integrados de pessoas.Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos 242 .Centro de Engenharia. Diferente de outras modalidades de engenharia. As áreas e subáreas abarcadas pelo curso são: 1 .2 – Perfil do Curso A Engenharia de Gestão trata do projeto.5. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.5.

Simulação da Produção .Ergonomia 5 .Gestão de Recursos Energéticos e Ambientais em Processos Produtivos 2 .Simulação .Gestão de Investimentos 4 .Gestão Financeira de Projetos .Organização Metrológica da Qualidade .Engenharia de Produto 6 .Pesquisa Operacional .Gestão de Custos .Organização do Trabalho .Qualidade em Serviços 3 .Gestão de Processos Produtivos .Teoria da Decisão e Teoria dos Jogos 243 .Programação Matemática .Gestão da Manutenção .Engenharia Econômica .Controle Estatístico da Qualidade .Planejamento do Produto . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias .Engenharia de Segurança do Trabalho .Processos Estocásticos .Decisão Multicriterial .Engenharia do Produto .Confiabilidade de Equipamentos.Segurança do Trabalho .Centro de Engenharia.Metodologia de Projeto do Produto .Engenharia da Qualidade . Máquinas e Produtos .Projeto de Fábrica e de Instalações Industriais .Normalização e Certificação para a Qualidade .

hábeis na visão crítica e reflexiva. econômica.3. . Apesar de ter componentes curriculares afetos às áreas de administração e economia. 244 .3 – Objetivos dos Curso 8.5. as quais são: .Redes de Empresas . 8. produtos e processos de produção e operações.Centro de Engenharia. ambiental e cultural.Gestão do Conhecimento A Engenharia de Gestão diferencia-se completamente de um curso de administração.Gestão da Informação .Gestão Estratégica e Organizacional .1 .Análise de Demandas por Produtos 7 . com capacidade para absorver e desenvolver as novas tecnologias com competência para identificar e resolver problemas sob a égide política.Gestão da Inovação . projetar e analisar sistemas. o foco e metodologia de atuação são completamente diferentes em seu objeto de aplicação.aplicar conhecimentos matemáticos.Gestão de Projetos . em atendimento às demandas da sociedade. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias . tecnológicos e instrumentais à Engenharia.conceber. científicos.5. pois tem conteúdo tecnológico e aplica métodos típicos da área de engenharia.projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados. . com visão ética e humanística.Gestão da Tecnologia .Gestão do Desempenho Organizacional .3. 8. social.Objetivo Geral Formar engenheiros com competência para atuarem de forma generalista e humanista.2 – Objetivos Específicos No que tange aos objetivos específicos.Engenharia Organizacional . cabe ao curso oferecer ambiente propício para que o profissional desenvolva conhecimentos para o exercício de atribuições profissionais na área de Engenharia de Gestão de Produção e Operações.5.

compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissional.uso do ferramental matemático e estatístico para modelar e simular sistemas de produção e operações com a finalidade de auxiliar na tomada de decisões. . elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia. ambientais e de segurança.comunicar-se eficientemente nas formas escrita. sempre com vistas à melhoria contínua.assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. . Para tal deve considerar os aspectos tecnológicos. profissional e específica que o capacite a identificar. ser apto a coordenar e atuar em equipes multi. humanos. humanos. Este profissional deve ser inovador e resiliente.Centro de Engenharia. . produtos e processos. legais. oral e gráfica. ter habilidade na comunicação oral e escrita e saber valorizar a formação continuada. ter juízo crítico. .planejar.avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia. com visão ética e humanista em atendimento às demandas manifestas e latentes da sociedade.dimensionamento e integração de recursos físicos. sociais. . tecnológicos e financeiros a fim de produzir bens e serviços com eficiência e ao menor custo. . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias . 245 . .avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas de produção e operações. . .identificar. iniciativa. . operação e gerenciamento dos sistemas de produção de bens e serviços. supervisionar. A atuação profissional do egresso do curso de Engenharia de Gestão da UFABC abrange as competências e habilidades listadas a seguir: . implementar e aperfeiçoar sistemas. inter e transdisciplinares.atuar em equipes multidisciplinares. . econômicos. formular e resolver problemas de engenharia. 8.5. levando em consideração os limites e as características das comunidades envolvidas.4 – Perfil do Egresso O Engenheiro de Gestão formado pela UFABC deverá possuir sólida formação científica. formular e solucionar problemas ligados às atividades de projeto.desenvolver e utilizar novas ferramentas e técnicas.supervisionar a operação e a manutenção de sistemas de produção e operações. .avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental.projetar. capacidade de julgamento e tomada de decisão.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias . bem como avaliar a viabilidade econômica e financeira de projetos. . responsável por fiscalizar e aplicas as determinações legais do Conselho Federal de Engenharia. formados por uma instituição de ensino devidamente reconhecida.5. a todos que.gerenciar e otimizar o fluxo de informação nas empresas. .Centro de Engenharia.acompanhar os avanços tecnológicos.aplicar ferramentas analíticas para o desenvolvimento e projeto com propósito particular e prático. Arquitetura e Agronomia (Crea).expandir o espaço da engenharia. sendo levados em conta os impactos sociais e suas restrições associadas.1 – Atuação Profissional Conforme preconiza a legislação brasileira. selecionar conhecimento científico e tecnológico. . Arquitetura e Agronomia (Confea).compreender a inter-relação dos sistemas de produção e operações com o meio ambiente. sistemas de custeio. tanto nos seus aspectos tecnológicos quanto organizacionais. percebendo a interação entre as organizações e os seus impactos sobre a competitividade. .utilizar indicadores de desempenho.projetar e gerenciar processos de produção e operações com vistas à inovação tecnológica.prever a evolução dos cenários produtivos. aprimorar produtos e processos. . 8.incorporar conceitos e técnicas da qualidade em todo o sistema produtivo. . . atentando para a disposição dos resíduos e rejeitos gerados em todas as etapas produtivas com vistas à sustentabilidade. o exercício das profissões de Engenheiro.4. no território nacional. 246 . tenham procedido ao registro no Conselho Regional de Engenharia. . organizando-os e colocando-os a serviço da demanda das empresas e da sociedade. tanto no que se refere à utilização ótima de recursos naturais quanto ao ciclo de vida do produto.prever e analisar demandas. utilizando tecnologias adequadas às particularidades e realidades de cada sistema.capacidade para sintetizar um problema a ser solucionado por intermédio de conhecimento interdisciplinar e maior foco nos resultados sistêmicos. legal e político. e elaborar normas e procedimentos de controle e auditoria. . Arquiteto e Agrônomo é permitido. assim como as restrições de caráter econômico. . para projetar produtos ou melhorar suas características e funcionalidade.

avaliação. auditoria. consultoria. experimentação. . divulgação técnica.fiscalização de obra ou serviço técnico.produção técnica e especializada. . .treinamento. tanto o profissional quanto a instituição de ensino e empresa empregadora devem proceder ao competente registro no Crea. . especificação.gestão.execução de obra ou serviço técnico. planejamento. mensuração. parecer técnico. ensino. reparo ou manutenção. monitoramento. conduzem às possibilidades de atuação profissional mostradas a seguir. coordenação. assessoria.operação. . de 22 de agosto de 2005. estudo. . extensão. . de acordo com a Resolução 1. profundidade e objetivo das componentes curriculares cursadas. ensaio.condução de serviço técnico. do Confea. . 247 . um conjunto de atividades poderá ser conferido nas atribuições profissionais do futuro Engenheiro: . .condução de equipe de instalação.execução de instalação. desenvolvimento. Isto significa que antes de exercer atividades nas áreas abrangidas pelo Sistema Confea/Crea. laudo.vistoria. reparo ou manutenção. operação. Conforme a extensão.010.assistência. arbitragem. . controle de qualidade. . supervisão. montagem.Centro de Engenharia. pesquisa.execução de desenho técnico.elaboração de orçamento.desempenho de cargo ou função técnica. manutenção de equipamento ou instalação. . montagem.direção de obra ou serviço técnico. perícia.coleta de dados. orientação técnica. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias A UFABC como instituição de ensino tem como objetivo promover e atestar a habilitação técnico-científica por meio do diploma e o Crea comprova a habilitação legal para o exercício da prática profissional mediante a emissão da Carteira Profissional. As atribuições e desempenho de atividades no âmbito das competências profissionais. . análise.padronização. . . projeto. operação. .estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental. .

Centro de Engenharia.Organização Curricular A organização curricular do curso de Engenharia de Gestão segue a composição mostrada na Tabela 7 (Síntese da composição curricular das Engenharias). A Tabela 26 mostra o conjunto de Disciplinas Obrigatórias Específicas do curso. Análise e Avaliação de Projetos Engenharia Econômica aplicada a Sistemas de Gestão Engenharia Laboral Engenharia Logística Gerência de Ativos Gestão de Operações Inovação Tecnológica Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Organização do Trabalho Pesquisa Operacional Planejamento e Controle da Produção Propriedade Intelectual Qualidade em Sistemas Sistemas CAD/CAM Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico Tecnologia da Informação Tempos.5. Métodos e Arranjos Físicos Sistemas e Processos de Produção Total T 4 2 2 3 4 4 2 2 4 2 2 3 4 4 2 4 3 4 2 2 2 P 2 2 0 1 0 0 2 0 0 2 2 1 2 2 2 0 1 2 0 2 2 I 9 5 3 5 5 4 4 3 5 2 4 5 9 9 4 5 4 4 3 5 4 Créditos 6 4 2 4 4 4 4 2 4 4 4 4 6 6 4 4 4 6 2 4 4 86 Recomendação Engenharia Econômica Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico Não há Gestão de Operações Custos Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico Planejamento e Controle da Produção Planejamento e Controle da Produção Planejamento e Controle da Produção Propriedade Intelectual Introdução à Probabilidade e à Estatística Não há Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Tempos. Métodos e Arranjos Físicos Não há Organização do Trabalho Fundamentos de Desenho e Projeto Sistemas CAD/CAM Gestão de Operações Organização do Trabalho Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico 248 . Tabela 26: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Gestão Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 EN2532 EN2520 EN2533 EN2521 EN2535 EN2522 EN2510 EN2528 EN2511 EN2514 EN2534 EN2530 EN2531 EN2529 EN2513 EN2516 EN2716 EN2536 EN2515 EN2508 EN2537 Disciplina Custos Desenvolvimento Integrado do Produto Economia de Empresas Elaboração. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.5 . que perfaz total de 86 créditos.

249 .Centro de Engenharia. as disciplinas deste conjunto foram organizadas segundo os núcleos mostrados a seguir: – Pesquisa Operacional – Engenharia de Projeto – Gestão do Conhecimento – Gestão da Estrutura Organizacional – Gestão Econômica – Engenharia de Operações e Processos de Produção – Segurança do Trabalho – Recursos Naturais Com o propósito de oferecer sempre a possibilidade de flexibilização curricular e contínua atualização tecnológica. Com o objetivo de conferir profundidade a determinadas áreas de interesse no curso. da mesma forma que disciplinas hoje ofertadas poderão desaparecer devido à obsolescência. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias As Disciplinas de Opção Limitada são mostradas na Tabela 27 e o conjunto de disciplinas cursadas devem perfazer no mínimo 22 créditos. as disciplinas deste grupo poderão ser acrescidas de outras que se tornem necessárias ao longo do tempo.

Análise e Avaliação de Projetos Não há Inovação Tecnológica Propriedade Intelectual Propriedade Intelectual Organização do Trabalho Modelos de Comunicação nas Organizações Não há Clima e Cultura Organizacional Não há Não há Economia de Empresas Contabilidade para Engenharia Economia de Empresas Finanças.Centro de Engenharia. Saúde e Ambiental aplicada em Projetos Planejamento e Controle de Projetos Planejamento Estratégico em Gestão de Projetos Projetos Industriais Empreendedorismo Gestão da Inovação Prospecção Tecnológica aplicada à Engenharia Transferência de Tecnologia Clima e Cultura Organizacional Estratégias de Comunicação Organizacional Gestão Estratégica e Organizacional Modelos de Comunicação nas Organizações Negociação e Solução de Conflitos Organizacionais Tópicos Especiais em Engenharia Organizacional Contabilidade para Engenharia Gestão de Custos Avançada Finanças. Gestão e Administração Financeira Custos Sistemas CAD/CAM Sistemas CAD/CAM Qualidade em Sistemas Engenharia Laboral Não há EN3528 EN3538 EN3546 EN3547 EN3548 EN3529 EN3525 EN3527 EN3543 EN3520 EN3550 EN3521 EN3535 EN3542 EN3551 EN3554 EN3513 EN3519 EN3545 EN3514 EN3549 EN3553 EN3540 EN3539 EN3541 EN3544 EN3552 EN3555 EN3502 EN3512 EN3524 EN3537 4 4 2 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 2 4 2 4 2 2 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 3 04 05 06 07 08 09 Núcleo de Engenharia de Projeto 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Núcleo de Gestão do Conhecimento Núcleo de Gestão da Estrutura Organizacional 19 20 21 22 23 24 25 26 27 Núcleo de Gestão Econômica Núcleo de Engenharia de Operações e Processos de Produção Núcleo de Segurança do Trabalho Núcleo de Recursos Naturais 28 29 30 31 32 250 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 27: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Gestão Item Código 01 02 03 Núcleo de Pesquisa Operacional Disciplina Análise de Redes de Transporte e Distribuição Confiabilidade Industrial em Sistemas de Gestão Lógica em Sistemas de Gestão Técnicas de Tomadas de Decisão aplicáveis em Modelos de Dependência Técnicas de Tomadas de Decisão aplicáveis em Modelos de Interdependência Pesquisa Operacional Aplicada Simulação de Modelos de Gestão Teoria das Decisões Gestão da Qualidade. Análise e Avaliação de Projetos Planejamento e Controle de Projetos Desenvolvimento Integrado do Produto. Elaboração. Segurança. Gestão e Administração Financeira Gestão de Riscos em Sistemas de Gestão Temas Contemporâneos de Custos em Sistemas de Gestão Automação em Sistemas de Manufatura Manufatura Integrada por Computador Metrologia Engenharia Humana Modelos e Ferramentas de Gestão Ambiental T P 4 2 0 2 2 4 2 2 2 2 2 2 2 4 0 3 2 4 2 2 4 2 4 4 4 4 4 2 0 2 4 3 0 2 2 2 2 0 2 0 0 2 2 2 2 0 2 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 4 2 0 0 I 5 4 4 4 4 5 4 3 4 4 6 6 2 4 2 4 3 5 2 4 2 2 5 5 5 5 5 4 6 4 5 3 CRÉDITOS Recomendação Pesquisa Operacional Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Não há Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Técnicas de Tomadas de Decisão aplicáveis em Métodos de Dependência Pesquisa Operacional Pesquisa Operacional Aplicada Pesquisa Operacional Planejamento e Controle de Projetos Elaboração.

6 – Apresentação gráfica de um perfil de formação Tabela 28: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Gestão 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência. Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia EN2531 Pesquisa Operacional EN2536 Introdução aos Processos de Fabricação Metal Mecânico EN2514 Inovação Tecnológica EN2520 Desenvolvimento Integrado do Produto Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens. Análise e Avaliação de Projetos Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC1713 Engenharia Econômica EN2530 Organização do Trabalho EN2508 Tempos. Métodos e Arranjos Físicos EN2532 Custos BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1309 Termodinâmica Aplicada I Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2534 Estatística aplicada a Sistemas de Gestão EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II EN2535 Engenharia Econômica aplicada a Sistemas de Gestão Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1503 Trabalho de Graduação I em Engenharia de Gestão EN1504 Trabalho de Graduação II em Engenharia de Gestão EN1505 Trabalho de Graduação III em Engenharia de Gestão 2º Quadrimestre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre BC1425 Álgebra Linear 7º Quadrimestre 3 º A N O BC1419 Cálculo Numérico BC1710 Introdução às Engenharias EN2533 Economia de Empresas EN2716 Sistemas CAD/CAM Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC0002 Projeto Dirigido Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 4 º A N O 11º Quadrimestre EN2528 Gerência de Ativos EN2510 Engenharia Logística EN2515 Tecnologia da Informação Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1501 Estágio Curricular I em Engenharia de Gestão EN1502 Estágio Curricular II em Engenharia de Gestão 12º Quadrimestre EN2522 Engenharia Laboral EN2537 Sistemas e Processos de Produção Opção Limitada da Engenharia ou Livre 13º Quadrimestre 5 º A N O 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 251 .5. Conversão e Uso BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1104 Mecânica dos Sólidos I BC1507 Instrumentação e Controle EN2513 Propriedade Intelectual EN2529 Planejamento e Controle da Produção EN2511 Gestão de Operações EN2516 Qualidade em Sistemas EN2521 Elaboração.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.

objetivos. custeio por processo. custeio padrão.5. margem de segurança operacional. custo de descarte e reciclagem.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Gestão 01 Código: EN2532 TPI: 4-2-9 Carga Horária: 72h Recomendação: Engenharia Econômica CUSTOS Ementa: Histórico.8. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.Centro de Engenharia. custos de pesquisa e desenvolvimento. custeio por ordem de produção.5. margem de contribuição e ponto de equilíbrio. posicionamento e conceitos básicos. métodos de custeio: absorção. alavancagem operacional.8 – Ementas 8. abc. variável. 252 .5.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 29: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2525 – Custos EN2526 – Economia de Empresas EN2517 – Gerência de Ativos Tangíveis e Intangíveis EN2518 – Organização do Trabalho EN2507 – Introdução à Administração EN2523 – Pesquisa Operacional EN2527 – Engenharia Econômica aplicada à Engenharia de Gestão EN2509 – Planejamento e Controle da Produção EN2512 – Sistemas de Fabricação EN3504 – Automação em Sistemas Industriais EN3510 – Confiabilidade Industrial EN3505 – Processos Contínuos de Produção EN3508 – Processos Discretos de Produção EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1009 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III Disciplina do Catálogo 2013 EN2532 – Custos EN2533 – Economia de Empresas EN2528 – Gerência de Ativos EN2530 – Organização do Trabalho EN2531 – Pesquisa Operacional EN2535 – Engenharia Econômica aplicada a Sistemas de Gestão EN2529 – Planejamento e Controle da Produção EN2536 – Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico EN3555 – Automação em Sistemas de Manufatura EN3538 – Confiabilidade Industrial em Sistemas de Gestão EN2537 – Sistemas e Processos de Produção EN1501 – Estágio Curricular I em Engenharia de Gestão (Resolução ConsEPE 103) EN1502 – Estágio Curricular II em Engenharia de Gestão (Resolução ConsEPE 103) EN1503 – Trabalho de Graduação I em Engenharia de Gestão EN1504 – Trabalho de Graduação II em Engenharia de Gestão EN1505 – Trabalho de Graduação III em Engenharia de Gestão 8.

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diferenças entre os diversos processos de produção utilizados nas indústrias... SLACK. P. F.. Administração de produção e operações. São Paulo: Edgard Blücher. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: GAITHER. 2008. aplicação projeto e dimensionamento de sistemas de produção: contínuos. Guia para implementação da manufatura enxuta. S. Organização. Estudo do processos e variáveis de processo.. M. Bibliografia Complementar: LUQMAN. 2005.. CAIXITO.. L. M. 2009. métodos e aplicações. D. São Paulo: Iesde.. TAYLOR. São Paulo: Editora: IBPEX ISBN-10: 8578383184 MARTINS.Centro de Engenharia. M. Administração da produção. Processo de produção enxuta. São Paulo: Edgard Blucher. Projeto na engenharia: fundamentos do desenvolvimento eficaz de produtos. P. estudo dos sistemas monofásicos e sistemas multifásicos. MALHOTRA. São Paulo: Edgard Blucher. 21 SISTEMAS E PROCESSOS DE PRODUÇÃO Código: EN2537 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico Ementa: Estudo. L. London: CBS Publisher. RITZMAN. G. Métodos e tempos: racionalizando a produção de bens e serviços. KRAJEWSKI.. sistemas e métodos. R. N. P. PAHL. Estudo de movimento e de tempos: projeto e medida do trabalho. Fluxogramas e diagramas de processos: PD e P&ID. R. J. São Paulo: Prentice Hall. G. 2010. N. PERLINGEIRO. 2005. Estudo de casos. São Paulo: Bookmann. 2005. Balanços em processos transientes: fundamentos e equacionamento.. Administração de produção e operações... A. D. Administração da produção e operações. G. São Paulo: Saraiva. 2006.. estudo dos processos não-reativos e processos reativos.. Engenharia de processos. Bibliografia Básica: ANTUNES. 2000. ISBN: 8502090259 ISBN-13: 9788502090255 Bibliografia Complementar: KRAJEWSKI. JOHNSTON.. CARREIRA. São Paulo: Saraiva. L.. M. L. São Paulo: Prentice Hall. ET AL. equacionamento. C. equacionamento. Balanços de energia: fundamentos. 2008. ISBN: 8502046160. 1999. Produção: Fundamentos e processos. RITZMAN. FRAZIER. HINES... São Paulo: Thomson Pioneira.. 2006. CHAMBERS. 265 . São Paulo: Atlas. discretos e de operações. G. BARNES. LAUGENI. São Paulo: Imam. Fundamentos e equacionamento de produção em sistemas discretos. Classificação dos equipamentos de produção industrial. 2002. Sistemas de produção: conceitos e prática para projetos e gestão. Administração da produção. Balanço material: fundamentos. R... SELEM. F. Production Processes. 2007. MALHOTRA. ISBN: 8522102376.

02 CONFIABILIDADE INDUSTRIAL EM SISTEMAS DE GESTÃO Código: EN3538 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Ementa: Conceitos e definições de confiabilidade. A.Centro de Engenharia. 2008. em paralelo e combinados). Pesquisa Operacional. U. Manual de distribuição. técnicas heurísticas de busca. Teste de aderência das distribuições de falhas às distribuições teóricas de probabilidades (Qui-Quadrado e Kolmogorov Smirnov). máximo fluxo em redes. 8. medição da confiabilidade. mínimo custo do fluxo em rede. Bibliografia Complementar: CORREA. 2008. Logística e operações globais: texto e casos. et al.993. L. Gamma e Lognormal. modelos de problemas de transporte e atribuição.8. Lisboa: Principia Editora.5. redes e modelos de rede. Modelos. TAHA. Gestão de redes de suprimentos. ROUSSEAU. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias FELDER.. aplicação com uso de recurso computacional. ISBN: 9788576051503. São Paulo: Atlas. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: criando redes que agregam valor. São Paulo: Imam. Bibliografia Básica: BOAVENTURA Neto. A. ISBN: 9788521203919. Engenharia de distribuição. Grafos: Teoria. Confiabilidade de sistemas (em série. WEMMBERLOV. 2006. Análise e Projetos de Redes Logísticas. Princípios Elementares dos Processos Químicos. São Paulo: Edgard Blucher. otimização do transporte em redes.. 2006.. Rio de Janeiro: Qualitymark. metodologia seis sigma.. Rio de Janeiro: LTC. 1. DORNIER. Weibull. Bibliografia Básica: 266 . SILVA. Exponencial... C. P. M. 2009. ISBN: 9788502067875. R. A.. Leis de Falhas segundo os modelos de distribuições de probabilidades Normal. B. Estudo das falhas e das taxas de falhas. VIEIRA. 2008. 2008. H. J. CIPOLI. R. O. São Paulo: Saraiva. M. Algoritmos. CHISTOPHER. P. grafos. São Paulo: Prentice Hall. A. J. M. Planejamento e controle da produção para sistemas. São Paulo: Cengage Learning. P. 2010. H. MARTEL.2 – Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Gestão 01 ANÁLISE DE REDES DE TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO Código: EN3528 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Pesquisa Operacional Ementa: Conceituação. São Paulo: Atlas.. 2010. Controle estatístico do processo (CEP).

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N. Administração de projetos: uma abordagem gerencial. Samuel J. São Paulo: Prentice Hall. barreiras e armadilhas que ameaçam os negócios iniciados pelo empreendedor. 2012. KOTLER. MEREDITH. tipos e ciclo de vida. Administração de marketing. 1998. ISBN 9788598254104 CASAROTTO FILHO. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Paulo: Pearson Makron Books. L.P. W. LAUGENI. ISBN: 8576050390. P. Bibliografia Complementar: MARTINS. requisitos e perfil do gestor. Bibliografia Básica: PAWLG. G. Elaboração. São Paulo: Atlas.. G. 2005. Análise e Avaliação de Projetos Ementa: Conceito de projeto. São Paulo: Prentice Hall. F. São Paulo: Atlas.. 273 . C. 12 PROJETOS INDUSTRIAIS Código: EN3521 TPI: 2-2-6 Carga Horária: 48h Recomendação: Desenvolvimento Integrado do Produto.. oportunidades internacionais de empreendedorismo. FONSECA. Elaboração e análise de projetos. Administração da Produção. PRADO. A. Elaboração de projetos empresariais: análise estratégica. administração de contratos. Projeto na Engenharia. São Paulo: Atlas. 2002. KERZNER.. J. recursos e orçamento. 1997.Centro de Engenharia. F. São Paulo: Atlas. MANTEL JR. A. ISBN:8502046160. São Paulo: Edgard Blucher. Rio de Janeiro: LTC . H. ISBN 9788521613695 CASAROTTO FILHO. 2004. projeto de uma fábrica. Moderno Gerenciamento de Projetos. Gestão de Projetos: as melhores práticas. Elaboração de projetos empresariais: análise estratégica. 2009. São Paulo: Saraiva. 2005. D. planejamento do projeto: objetivo. São Paulo: Bookman.. Administração de projetos: como transformar idéias em resultados. 2005. 13 Código: EN3535 TPI: 2-2-2 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há EMPREENDEDORISMO Ementa: Natureza e a importância dos empreendedores. estudo de viabilidade e plano de negócios. 2003. benefícios proporcionados pelo empreendedor à sociedade. Planejamento e controle de projetos. as competências específicas do empreendedor e o seu desenvolvimento.. MAXIMIANO. 2012. Darci.. atividades. parâmetros. F. VALERIANO. 2000. São Paulo: Atlas. Elaboração e análise de projetos. FONSECA. Nova Lima: INDG. P. 2009. estudo de viabilidade e plano de negócios. Jack R. criatividade e idéia de empresa. características de comportamento e de personalidade do empreendedor. J. N. W. gestão de projetos.

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22 TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA ORGANIZACIONAL Código: EN3553 TPI: 2-0-2 Carga Horária: 24h Recomendação: Não há Ementa: A ser definida no instante de oferecimento em função dos temas emergentes sobre o assunto. gestão dos elementos patrimoniais. ISBN: 85-216-1438-1. J.evolução e crítica. São Paulo: Atlas. J. São Paulo: Atlas. importância do conhecimento contábil para a engenharia. C. Contabilidade Básica. F. IUDÍCIBUS. P. 2008. KIESO. G. KIMMEL. Teoria das organizações . São Paulo: Prentice Hall. regime de competência. Teoria das organizações. São Paulo: Atlas. 2010. ISBN 9788522450510 Bibliografia Complementar: MARION. ISBN: 978-85-224-47152. conteúdo informacional das demonstrações financeiras.. C. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Paulo: Martins Fontes.. 2001. GUERRA. balanço patrimonial. Contabilidade descomplicada. EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. JONES. indicadores econômicos e financeiros extraídos das demonstrações financeiras. 23 CONTABILIDADE PARA ENGENHARIA Código: EN3540 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Economia de Empresas Ementa: Introdução: contabilidade como linguagem para os negócios. 2005. S. Bibliografia Complementar: A ser definida no instante de oferecimento em função dos temas emergentes sobre o assunto. Contabilidade Introdutória. Contabilidade financeira. curto e longo prazo. D. conceitos fundamentais: débito e crédito.. São Paulo: Saraiva. 280 . São Paulo: THOMSON PIONEIRA. 2007. 2010. MOTTA. São Paulo: Editora Atlas. princípios contábeis. ISBN 978-85-224-5815-8. Bibliografia Básica: MARION. Bibliografia Básica: A ser definida no instante de oferecimento em função dos temas emergentes sobre o assunto. P. 2005. Contabilidade Empresarial. limitações. R. J. Análise de balanços. 2004.. 2010. L. demonstrações financeiras: objetivos. Rio de Janeiro: LTC. demonstração do resultado do exercício.Centro de Engenharia. ISBN: 85-224-3601-0 WEYGANDT. J. E.. D. C.

. EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. J. ISBN 978-85224-6100-4.. ISBN: 85-221-0248-1. SUNDEN.. A estratégia em ação . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias MEGLIORINI. BRUNI. Prentice Hall. ASSAF NETO. A. Práticas Brasileiras e Aplicações em Planilha Eletrônica e Calculadora Financeira. R... mercado financeiro. 1997. Rio de Janeiro: Campus. Gestão de custos e formação de preços. Centros de responsabilidade.Centro de Engenharia. 2001. Contabilidade gerencial. Finanças Corporativas e Valor. São Paulo: Atlas. administração financeira de curto prazo. Bibliografia Básica: GARRISON. C. ISBN 978-85-224-5815-8. Bibliografia Básica: ABENSUR. H. ISBN: 8535201491.. deixar de fabricar produtos ou linhas de produtos. Contabilidade gerencial. 2001. Contabilidade Empresarial. W. ISBN: 978-85-2245303-0. Contabilidade Introdutória. Bibliografia Complementar: WARREN.. Custos: análise e gestão.. S. NOREEN. REEVE.Balanced Scorecard. Rio de Janeiro: LTC. 2003. São Paulo: Scortecci.. Preços de transferência. O. NORTON. B. P. São Paulo: Atlas. J. D. C. E. MEGLIORINI. JIAMBALVO. Balanced Scorecard. 2009.. J. L. São Paulo: Pioneira Thomson Learning.. Finanças Corporativas: Fundamentos.. administração financeira de longo prazo. 2010. São Paulo: Pearson. ISBN: 9788536615448. P.. 2004. A. 24 GESTÃO DE CUSTOS AVANÇADA Código: EN3539 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Contabilidade para Engenharia Ementa: Decisões especiais: estudos especiais – fazer ou comprar.. 2009. estrutura e custo de capital. FEES. . E. São Paulo: Atlas. Teoria das restrições. São Paulo: Atlas. 2010. E. HORNGREN. 25 FINANÇAS. FAMÁ. ISBN 9798576050864. R. ISBN: 85-216-1314-8. M.. E. GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Código: EN3541 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Economia de Empresas Ementa: Introdução à administração financeira. PARISI.. KAPLAN. Contabilidade gerencial. C. C. São Paulo: Atlas. ISBN:0-256-26073-7. aceitar ou rejeitar pedidos especiais. T. 281 . Contabilidade gerencial. MARION. 2001. Contabilidade gerencial. Rio de Janeiro: LTC. R. comprar ou alugar.. E. produtos mais lucrativos. 2007. 2006. S.

J. 2002. 2009. 2 ed. 2009. R.. SILVA. Gestão de custos e formação de preços. A. A. árvore de decisão. Porto Alegre: Bookman.. KIESO. GESTAO DE RISCOS. W. R.. H. ISBN 978-85-224-2942-4. 2002. P. Bibliografia Complementar: MEGLIORINI. A. 2007. 27 TEMAS CONTEMPORÂNEOS DE CUSTOS EM SISTEMAS DE GESTÃO Código: EN3552 TPI: 4-0-5 282 . M. L. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. São Paulo: Pearson Prentice Hall. M. A. 2007.2010. ISBN 9788522426621. JAFFE.. ISBN 8536304022. E. São Paulo: Pearson Prentice Hall. M. São Paulo. São Paulo: Atlas. 2010. análise de cenários.. métodos de análise qualitativos e quantitativos. v. E.. Contabilidade financeira. São Paulo: Atlas.. Gestão e análise de riscos corporativos. ZAMITH. R.. L. ISBN 978-85-224-2942-4. Princípios de Administração Financeira. ISBN: 978-85-7605-206-7. 7 ed. E.. p. WESTERFIELD. Revista de Economia e Administração. teoria de opções reais. Auditoria e gestão de riscos. R. Gestão de riscos empresariais: um guia prático e estratégico para gerenciar. KIMMEL. D. W... simulação de monte carlo. 2002. JAFFE. 2009. Engenharia Econômica e Análise de Custos.. C. 2004.. Rio de Janeiro: LTC. São Paulo: Atlas. BRUNI.F. 2004. R. BRITO. V. S. WEYGANDT. São Paulo: Saraiva. Bibliografia Básica: BRASILIANO. S. ferramentas de gestão de riscos: análise de sensibilidade. J. o processo de análise de riscos. A. DAMODARAN. Administração Financeira: Corporate Finance. P. A. na Teoria de Opções Reais e na Simulação de Monte Carlo. value at risk (var). Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias GITMAN. 2009. Editora Atlas. Administração Financeira: Corporate Finance. O.ISBN:978-85-7605-332-3. São Paulo: Novo Século.. J... L. S. Administração Financeira: uma Abordagem Brasileira. 26 GESTÃO DE RISCOS EM SISTEMAS DE GESTÃO Código: EN3544 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Finanças. 2005. princípios e diretrizes... Gestão e Administração Financeira Ementa: Conceito de riscos empresariais. HIRSCHFELD. São Paulo: Editora FGV. J . RITTER. Rio de Janeiro: ABNT. Gestão de riscos e prevenção de perdas. nº 2. FAMÁ. NBR ISO 31000: Gestão de riscos. A. ROSS. ROSS.. J. São Paulo: Saraiva. Finanças corporativas: teoria e prática. D. J. 226-246. O. C.Centro de Engenharia... SANTOS. J. São Paulo: Sicurezza. Bibliografia Complementar: ABENSUR.. 9. ISBN: 85-216-1438-1. 2009. F. AVALOS. WESTERFIELD. J. Avaliação de risco de crédito com base no modelo MDB.

J. São Paulo: MCGRAW HILL.. 2008. Bibliografia Complementar: BEDWORTH. P. Engenharia de Automação Industrial: São Paulo: LTC Editora. Inovações. R. São Paulo: Atlas. 1009. G. CHEHEBE. Computer Integrated Design and Manufacturing. CHEN. padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras.. SILVA.. custos logísticos. CASTRUCCI. 2009. (orgs.. . ISBN: 8502054465. Processes. LEITE. custos de atendimento ao cliente.. 283 . H. A. MORAIS. 2006 DE NEGRI.Centro de Engenharia. Rio de Janeiro: Qualitymark. 2006. LIN. E. ROZENFELD et al. 2002. São Paulo: Saraiva 2006. MEGLIORINI... controladores de processos industriais (PAC).. T. M. Bibliografia Básica: BLOCHER. Gestão de desenvolvimento de produtos. 2ª Edição – 2007. R. custos ambientais. GROOVER. Manufatura integrada por computador . custos de descarte. Análise do ciclo de vida de produtos.. et al. Fundamentals Of Modern Manufacturing .. M. R. COSTA. reaproveitamento e reciclagem. Brasília: IPEA. M.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Carga Horária: 48h Recomendação: Custos Ementa: Custos de pesquisa e desenvolvimento: produtos e processos. W. J. ferramentas de modelagem e análise. Rio de Janeiro: CAMPUS. McGraw-Hill. COKINS.Materials. L.. S. SALERNO. Bibliografia Complementar: GUERREIRO. ISBN: 978-85-7605-206-7. E. E. P.. Administração Financeira: uma Abordagem Brasileira. ISBN 8576053659.). And Systems. integração de sistemas de produção (CIM): organização e funcionamento. 28 AUTOMAÇÃO EM SISTEMAS DE MANUFATURA Código: EN3555 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48hs Recomendação: Sistemas CAD/CAM Ementa: Visão integrada da automação industrial e sistemas de produção. Gestão do lucro. ISBN: 8573031697. Gestão estratégica de custos. J. M. MEGLIORINI. São Paulo: Pearson Prentice Hall. 1ª Edição – 2008. C. Logística Reversa: meio ambiente e competitividade. níveis de integração. W. H. R. P. C. 3ª Edição – 2006 ISBN: 0471744859 ou ISBN-13: 9780471744856. ISBN 9798576050864.. V. São Paulo: Prentice Hall. ISBN: 8570019629 ou ISBN-13: 9788570019622.. São Paulo: Pearson. . Custos: análise e gestão. Bibliografia Básica: CAULLIRAUX.sistemas integrados de produção. H. redes: o suporte para a comunicação no ambiente CIM. A. L. 2005. Editora IE-WILEY. K. ciclo de vida do produto.

1991.. M. engenharia simultânea. 1ª Edição . Rio de Janeiro: Ed. New York: Wiley. Instrumentação. M. M. SHAH. W. ISBN: 852161442x. Organização. Manufatura Integrada por Computador – Sistemas Integrados de Produção: Estratégia. W. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 1991. ISBN: 852161442x. ISBN 9780471002147. et al. CARDOSO...2005. 619 p. Kluwer A. Controle e Automação De Processos.. J. CAON. sistemas de manipulação e robôs. ISBN: 8536501170. Rio de Janeiro: Qualitymark.2005.. 29 MANUFATURA INTEGRADA POR COMPUTADOR Código: EN3502 TPI: 0-4-6 Carga Horária: 48h Recomendação: Sistemas CAD/CAM Ementa: Tecnologias de produção: células de manufatura. c1995. uso e implementação. CIM – Evoluindo para a fábrica do futuro. Net Synthesis for Discrete Event Control of Manufacturing Systems. São Paulo: Érica. L. L. Manufatura Integrada por Computador. Editora: LTC. G. Petri.. CAPP. Instrumentação. Controle e Automação De Processos. A. I.. Campus. programação e controle de produção: MRPII/ERP. J. Planejamento. manufatura integrada por computadores: CAD. Rio de Janeiro: Campus. A. Parametric and feature-based CAD/CAM: concepts. L.. relacionamento entre produto. Bibliografia Básica: NATALE. Includes bibliographical references and index. L. J. techniques. CAM e CAQ. . McGraw-Hill. Pub. H. Editora ERICA.... Conceitos. 1993. F..2006. CAPELLI. processo e tecnologias de produção. GIANESI.. linhas de transferência. sistemas integrados de manufatura. ZHOU & F. ALVES. BEDWORTH. 1995. H. escalonamento de produção. Florianópolis: UFSC Ed. H. Computer Integrated Design and Manufacturing. 1996. Bibliografia Complementar: SCHEER. A. 2000. Tecnologia e Recursos Humanos. L. 1ª Edição . J. xx. 1993. 1ª Edição . sistemas flexíveis de manufatura. MANTYLA. 2002. 30 METROLOGIA Código: EN3512 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Qualidade em Sistemas 284 . N. Automação Industrial: Controle Do Movimento E Processos Contínuos. São Paulo: Atlas. GAULLIRAUX. J. applications. Redes de Petri. et al. CORRÊA. PROENÇA. 2007.. Editora: LTC.Centro de Engenharia.. R. ALVES. VALETE. Automação industrial. DICESARE.

instrumento de medição: paquímetro. 2005. ABRAHÃO. WEERMEESTER. fadiga. ISBN 9788536304373. I. E. fontes de erro. 2 ed.C. LIRA.. calibradores. D. 327 p. micrômetro. M. K. Inglaterra: Elsevier. E. FIGLIOLA.. P. 2005. 1995. B. relógio comparador. FERREIRA. Porto Alegre: Universidade/UFRGS. São Paulo: Saraiva. R. New York: Basic Books. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem.Centro de Engenharia. L. São Paulo: EPSE. Bibliografia Complementar: VIDAL. LIDA. 2006. definição do metro padrão. A. K. A. São Paulo: Faculdades ETEP. ISBN 9780471445937. J. São Paulo: Érica. ISBN 8008570253088. J. Manual sobre ergonomia. Theory and design for mechanical measurements. sensoriamento e percepção. A. 2009. C. ISBN:9788520421161. A metrologia no Brasil. São Paulo: Edgard Blucher. xvi. Metrologia dimensional: teoria e prática.. NORMAN. Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial. J. GUEDES. relógio apalpador.trabalho adequado e eficiente.. ISBN: 8589705013. Metrologia Aplicada. 2005. Bibliografia Básica: ALBERTAZZI. 4ª. 321 p... ISBN: 857194783X. Ergonomia . Ergonomia Projeto e Produção. 2004. IRIGOYEN. dispositivos de controle e de informações. F. Introdução à ergonomia. Ergonomia prática. c2010. R. C.J: John Wiley. Campinas: Unicamp. SCHIMIDT. N. Kidlington. LEACH. antropometria. sistema homem-máquina. D. 5 ed. Metrologia industrial. FELIX. S. E. postos de trabalho. BEASLEY. Rio de Janeiro: Qualitymark. LAUGENI. P. 2001. MARTINS. 2008.. M. P.. F. critério de seleção. ed. fisiologia do trabalho.. Bibliografia Básica: DUL. Administração da produção. 2002. The design of everyday things.. Porto Alegre: Bookman. 1995. aferição e conservação dos instrumentos. R. GRANDJEAN. 2011.. William Andrew. W.. J. 2001. Fundamental principles of engineering nanometrology. xxvi. KROEMER. Rio de Janeiro: Campus. Barueri: Manole. Metrologia na Indústria. G. São Paulo: Edgard Blucher. H. 31 ENGENHARIA HUMANA Código: EN3524 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Engenharia Laboral Ementa: Conceitos básicos. E. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Ementa: Introdução à metrologia e controle estatístico do processo (cep). 32 MODELOS E FERRAMENTAS DE GESTÃO AMBIENTAL Código: EN3537 285 . ISBN: 9788521204855. Hoboken. São Paulo: Edgard Blucher... 542 p. 2011. Bibliografia Complementar: SANTOS JUNIOR. N. biomecânica ocupacional. 2003.

modelos e instrumentos.Centro de Engenharia. estratégias de gestão ambiental. (org). M. TACHIZAWA.B. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias TPI: 3-0-3 Carga Horária: 36h Recomendação: Não há Ementa: Gestão ambiental global e regional. TACHIZAWA. S. estudos de impacto ambiental.. Gestão ambiental na empresa. J. São Paulo: Makron Books.C. E. 2010. J. São Paulo: Cengage Learning. São Paulo: Atlas. VILELA JÚNIOR. 286 . ISO 14001 sistemas de gestão ambiental: implantação objetiva e econômica. c2006. São Paulo: Senac. Economia ambiental: fundamentos. Bibliografia Básica: MARTINI JUNIOR. norma ISO 14000. avaliação do ciclo de vida do produto. T.B. Gestão ambiental na indústria. 2003. T. SEIFFERT. 2007. A. B. 2011. Gestão ambiental empresarial: conceitos. D. 2 ed. modelos de gestão ambiental. R. políticas e aplicações. legislação ambiental. THOMAS. A. Rio de Janeiro: Destaque. M. tipos de organizações e seus diferentes impactos ambientais. BARBIERI. Carvalho. DEMAJOROVIC. L. 3 ed reimpr. 1999. São Paulo: Atlas. J.. F.O. relatórios ambientais. sistemas de gestão ambiental. CALLAN. A. DONAIRE.. São Paulo: Saraiva. Bibliografia Complementar: ANDRADE. auditorias ambientais. Gestão ambiental. (org). Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa.. São Paulo: Atlas. Modelos e Ferramentas de Gestão Ambiental: Desafios e Perspectivas para as organizações. C. 2010. J. GUSMÃO. políticas públicas ambientais. 2000.

na velocidade de acesso e principalmente na forma de comunicação à distância.6. A comunicação sem fio ofereceu conexão sem fronteiras. aliados a crescente velocidade com que a tecnologia evolui.2 – Perfil do Curso Nas últimas décadas. os avanços na comunicação móvel. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. na capacidade do comércio eletrônico. nos recursos multimídia oferecidos. com o acesso de rádio móvel é possível estabelecer comunicação caminhando. a oferta de novos dispositivos e serviços a preços mais acessíveis. o anseio por novos serviços e aplicações multimídia. O crescente interesse por esse caminho de comunicação global trouxe avanços nunca antes imaginados na interface homem-máquina.6.Centro de Engenharia. 287 . redes de computadores e processamento multimídia. motivou a criação de uma nova proposta de curso de engenharia para atender a esses novos requisitos: a “Engenharia de Informação”. A crescente utilização e importância do computador e da Internet nas nossas vidas. os grandes avanços tecnológicos. A Internet proporcionou um caminho acessível para conectar o mundo. a informação – essência do conhecimento – é o novo paradigma a ser conquistado. Os adventos da comunicação celular móvel.6 – Engenharia de Informação 8. a dependência cada vez maior por informação com mobilidade. Nesse novo cenário.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia de Informação Diplomação: Engenheiro de Informação Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André 8. das redes de computadores sem fio e da Internet mudaram e vêm mudando os hábitos de toda a sociedade. dentro de veículos ou em qualquer lugar que o sistema assim o permitir. o mundo tem presenciado grandes avanços nas áreas de telecomunicações.

a Engenharia de Informação é a área da engenharia responsável por fornecer subsídios. dando ao profissional formado a capacidade de lidar com todas as instâncias relacionadas à informação e aos sistemas a ela relacionados como geração.6. Redes de Informação: Nos dias atuais. esta ênfase permite um enfoque técnico-científico mais detalhado em assuntos relacionados a redes de computadores. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Neste contexto. visto que se trata de uma área estrategicamente importante para o crescimento do Brasil. implantação e evolução desse novo cenário de convergência. sejam cabeadas ou sem fio. transmissão. além de outros.1 – Objetivo Geral O curso de Engenharia de Informação da UFABC tem como objetivo atuar com excelência na formação de seus alunos de modo a fornecer um forte embasamento técnicocientífico aliado ao aperfeiçoamento da criatividade e da capacidade de adaptação. tendo amplo entendimento dos diferentes tipos de redes de comunicação globais. gerenciamento e segurança. Adicionalmente. incluindo análise de desempenho. nesse novo cenário evolutivo de convergência.3 – Objetivos do Curso 8. fornecendo subsídios para o processo de análise. 288 . incluindo telecomunicações. segurança. 8. redes de computadores e processamento multimídia. projeto.3. entre as áreas de telecomunicações.Centro de Engenharia.2 – Objetivos Específicos O curso de Engenharia de Informação permite que o aluno tenha uma formação abrangendo as grandes áreas de convergência anteriormente citadas. A capacitação proposta aqui certamente gerará reflexos em toda a sociedade. Para isso. redes de computadores e processamento multimídia. recepção. Portanto.3. redes de alta velocidade e redes ópticas. são oferecidos conjuntos de Disciplinas de Opção Limitada agrupadas em três áreas estratégicas: 1. o curso de Engenharia de Informação permite uma maior especialização do aluno em um determinado assunto de interesse. todo o processo de comunicação global se dá através do uso de redes. apresentação. 8.6.6.

desenvolvimento ou implantação de serviços ou sistemas responsáveis pela geração. transmissão. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 2. Esta ênfase permite um enfoque no processamento de sinais digitais como sinais de áudio. transmissão e recepção. 289 . armazenamento e segurança da informação).Centro de Engenharia. processamento. codificação.6. desenvolver e implantar serviços e sistemas de tratamento da informação (geração.  Caracterizar os avanços na convergência tecnológica das áreas de telecomunicações. redes ópticas e o estudo mais avançado de sistemas de comunicação em geral.6. aumentando a eficiência e o desempenho de sistemas. redes de computadores e processamento multimídia. projetos de alta frequência. recepção. apresentação. voz. abordando temas como geração. apresentação. visto que inclui tanto formas mais eficientes para se transmitir a informação desejada como formas mais eficientes para que estas sejam processadas na recepção. redes de computadores e processamento multimídia na busca pela comunicação universal. 8. incluindo sistemas de micro-ondas. processamento.4 – Perfil do Egresso O Engenheiro de Informação é o profissional com sólido conhecimento científico e tecnológico associado ao desenvolvimento da criatividade e a capacidade de se adaptar a novos desafios tecnológicos no projeto. transmissão. vídeo ou dados de uma forma geral. armazenamento e segurança da informação através de todos os diferentes tipos de redes de comunicação globais. o Engenheiro de Informação é capaz de atuar com excelência no processo de convergência entre as áreas de telecomunicações. 8.4. Infra-estrutura de Comunicações: Enfoque maior em temas relacionados à infraestrutura necessária nos mais diversos sistemas de comunicações. Deste modo. Processamento Multimídia: O processamento de sinais é uma etapa essencial em qualquer sistema de comunicação.1 – Competências  Projetar. 3. análise. recepção.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Analisar e comparar tecnologias de tratamento de informação. Conhecer e compreender os princípios éticos relacionados ao tratamento da informação.          Ter sólido conhecimento científico e tecnológico com base interdisciplinar. emitir parecer e laudos técnicos em sistemas de informação. econômicos e sociais.  290 .6. Desenvolver senso crítico e visão sistêmica com relação à informação. Vistoriar.       Dimensionar e otimizar sistemas de tratamento da informação. redes de computadores e processamento multimídia.2 – Habilidades  Aperfeiçoar a criatividade para o tratamento de novas tecnologias e a capacidade de se adaptar e propor mudanças tecnológicas nas áreas de telecomunicações. 8. Conhecer os fundamentos teóricos da informação e entender os principais modelos e técnicas matemáticas e científicas da comunicação. análise e processamento da informação. Entender e analisar as principais técnicas utilizadas para a transmissão da informação. Executar atividades de ensino e pesquisa relacionadas ao tratamento da informação. Conhecer os principais métodos de representação.Centro de Engenharia. avaliar. Viabilizar a interoperabilidade de sistemas de tratamento da informação. Atuar com visão crítica e em conformidade às normas e critérios estabelecidos para sistemas de tratamento da informação.4. considerando aspectos técnicos. Relacionar tecnologias de tratamento da informação a processos de desenvolvimento social. Atuar na produção e divulgação de documentos técnicos e acadêmicos especializados. Refletir sobre as tecnologias para tratamento da informação e sua relação com a realidade social. Atuar de acordo com os princípios éticos relacionados ao tratamento da informação.

nos seis eixos já citados. não segue os moldes das modalidades tradicionais.5 – Organização Curricular da Engenharia de Informação Após o início comum no BC&T. apresentadas na Tabela 2: 90 créditos / 1080 horas aula. o aluno já pode começar a buscar a área específica de seu interesse. O núcleo de Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias) deve ser cursado por todos os alunos de engenharia da UFABC.Centro de Engenharia. também de caráter interdisciplinar e multidisciplinar. as disciplinas aqui presentes buscam dar ao aluno a base de conhecimento. 291 . correspondentes a 3600 horas aula. As disciplinas deste conjunto consistem em conhecimentos que todo engenheiro deve possuir seguindo as diretrizes da CNE e do MEC. apresentadas na Tabela 5: 26 créditos / 312 horas aula. Assim. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. apresentadas na Tabela 3: 46 créditos / 552 horas aula. cuja composição deve obedecer:  Disciplinas Obrigatórias do BC&T. a Engenharia de Informação.  Disciplinas de Síntese e Integração do Conhecimento.6. o curso de Engenharia de Informação exige o cumprimento de 300 créditos. Como colocado anteriormente. Tendo como base as disciplinas já existentes no núcleo comum do BC&T.  Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias). Neste contexto. conhecimento este necessário para que ele possa continuar se aprofundando nas próximas etapas. permitindo que o profissional formado tenha um perfil mais adequado à sociedade e ao mercado atuais. a sequência do curso de Engenharia de Informação apresenta ao aluno as diversas formas de se compreender e trabalhar nesta nova era onde a informação é o paradigma a ser conquistado.

As Disciplinas de Opção Limitada buscam aprofundar o conhecimento visto nas Disciplinas Obrigatórias do curso. das quais o aluno deve escolher aquelas que mais lhe interessam. redes de computadores e processamento multimídia.  Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação (profissionalizantes). permitindo ampliar seu escopo de interdisciplinaridade. II e III em Engenharia de Informação).  Disciplinas Livres: 30 créditos / 360 Horas aula. essenciais nas três áreas mencionadas acima. que deverão ser escolhidas dentro das opções de disciplinas apresentadas na Tabela 31: 27 créditos / 324 Horas aula. permitindo ao aluno escolher os assuntos que mais considera interessantes. As Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação incluem um conteúdo que deve ser conhecido por todo engenheiro de informação. experiências no mundo do trabalho (Estágio Curricular I e II em Engenharia de Informação) e trabalho de conclusão de curso (Trabalho de Graduação I. As Disciplinas Livres permitem ao aluno uma formação diversificada. seja através da escolha de outras Disciplinas de Opção Limitada. as disciplinas colocadas abordam os principais eixos que levaram à proposta do curso de Engenharia de Informação: a convergência entre as áreas de telecomunicações (sistemas de comunicação). Além disso. apresentadas na Tabela 30: 81 créditos / 972 horas aula. Neste sentido. são incluídas disciplinas relacionadas a circuitos elétricos e eletrônica.Centro de Engenharia. Para isto. seja através da escolha de disciplinas de outras áreas de conhecimento. é fornecida uma gama de opções mostrada na Tabela 31.  Disciplinas de Opção Limitada na Modalidade Engenharia de Informação. 292 . o que ampliaria seu leque de atuação dentro das áreas da Engenharia de Informação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Estas disciplinas também são obrigatórias e têm foco na prática da atividade do engenheiro. envolvendo a elaboração e desenvolvimento de projetos de engenharia (Disciplinas Engenharia Unificada I e II).

Propagação e Antenas 4 0 4 3 1 4 3 1 4 4 0 4 4 0 4 3 1 4 4 0 4 3 1 4 3 1 4 3 1 4 2 2 4 2 2 4 3 1 4 3 1 4 EN2608 Princípios de Comunicação BC1513 Redes de Computadores EN2609 Sinais Aleatórios EN2610 Processamento Digital de Sinais EN2611 Comunicação Digital EN2612 Teoria da Informação e Códigos Ondas Eletromagnéticas EN2613 Aplicadas EN2614 Comunicações Ópticas EN2615 Propagação e Antenas EN2621 Comunicações Multimídia EN2617 Sistemas Microprocessados EN2619 Telefonia Fixa Moderna EN2620 Comunicações Móveis TOTAL 293 . Sinais Aleatórios Comunicação Digital Fenômenos Eletromagnéticos Circuitos Elétricos e Fotônica Ondas Eletromagnéticas Aplicadas Processamento Digital de Sinais Eletrônica Digital. Dispositivos Eletrônicos Redes de Computadores. Princípios de Comunicação Comunicação Digital. Álgebra Linear. Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Princípios de Comunicação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 30: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 EN2622 EN2703 EN2719 EN2720 EN2605 BC1509 Nome Programação de Software Embarcado Circuitos Elétricos I Dispositivos Eletrônicos Eletrônica Analógica Aplicada Eletrônica Digital Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares T P I Créditos 2 2 4 3 3 3 4 2 2 2 2 4 4 4 4 4 5 5 5 6 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 81 Recomendação Geometria Analítica.Centro de Engenharia. Processamento da Infomação Circuitos Elétricos e Fotônica Circuitos Elétricos e Fotônica Dispositivos Eletrônicos Circuitos Elétricos e Fotônica Funções de Várias Variáveis Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Processamento da Informação Introdução à Probabilidade e à Estatística.

Álgebra Linear. Eletrônica Analógica Aplicada Ondas Eletromagnéticas Aplicadas. Comunicação Digital Comunicações Multimídia. Processamento de Vídeo. Sistemas de Micro-ondas Introdução ao Processamento de Sinais de Voz. Programação de Software Embarcado Comunicações Ópticas Ondas Eletromagnéticas Aplicadas. Processamento Multimídia Redes de Informação Processamento Multimídia Processamento Multimídia Processamento Multimídia Processamento Multimídia Redes de Informação Infraestrutura de Comunicações Infraestrutura de Comunicações Processamento Multimídia Redes de Informação Infraestrutura de Comunicações Processamento Multimídia Projeto de Sistemas Multimídia 0 Aplicações de Microcontroladores Programação Orientada a Objetos Engenharia de Software Algoritmos e Estruturas de Dados I Engenharia de Sistemas de Comunicação e Missão Crítica 0 2 4 2 2 294 . Eletrônica Analógica Aplicada. Processamento Digital de Sinais Natureza da Informação Comunicação Digital Redes de Computadores Sinais Aleatórios. Áudio e Acústica Planejamento de Redes de Informação Projeto de Sistemas de Comunicação T P I 2 3 3 3 3 3 3 3 3 2 0 2 0 3 3 2 3 4 3 2 3 2 0 0 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 4 1 1 2 1 0 1 2 1 2 3 3 4 2 2 2 2 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 3 3 4 4 4 4 4 Créditos 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 3 3 4 4 6 4 4 Recomendação Não há Sinais Aleatórios. Infraestrutura de Comunicações Redes de Informação Redes de Informação Processamento Multimídia Infraestrutura de Comunicações. Introdução ao Processamento de Sinais de Voz. Processamento Multimídia Redes de Informação Redes de Informação. Infraestrutura de Comunicações. Processamento Digital de Sinais Princípios de Comunicação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 31: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Informação Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 EN3601 EN3604 EN3605 EN3606 EN3608 EN3609 EN3610 EN3611 EN3612 EN3615 EN3616 EN3617 EN3618 EN3619 EN3620 EN3621 EN3622 EN3623 EN3624 EN3625 EN3626 EN3627 EN3628 EN3629 EN3630 BC1501 BC1508 BC1424 EN3631 Disciplina Informação e Sociedade Filtragem Adaptativa Processamento de Informação em Línguas Naturais TV Digital Redes de Alta Velocidade Teoria de Filas e Análise de Desempenho Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Segurança de Redes Processamento de Vídeo Simulação de Sistemas de Comunicação Programação de Dispositivos Móveis Jogos Digitais: Aspectos Técnicos e Aplicações Informática Industrial Sistemas Inteligentes Introdução ao Processamento de Sinais de Voz. Redes de Computadores Redes de Computadores Redes de Computadores Comunicações Multimídia. Áudio e Acústicos Projeto de Filtros Digitais Fundamentos de Processamento Gráfico Tecnologia de Redes Ópticas Sistemas de Micro-ondas Projeto de Alta Frequência Aplicações Multimídia em Voz. Áudio e Acústicos Sistemas Microprocessado. Processamento da Informação.Centro de Engenharia. Áudio e Acústicos Comunicação e Redes Princípios de Comunicação. Eletrônica Analógica Aplicada Não há Algoritmos e Estruturas de Dados I Programação Orientada a Objetos Processamento da Informação Área Relacionada Processamento Multimídia Redes de Informação. Comunicação Digital Processamento da Informação Processamento da Informação Eletrônica Digital Não há Processamento Digital de Sinais Processamento Digital de Sinais Geometria Analítica.

levando-se em conta o quadrimestre ideal no qual devem ser cursadas. 295 . lembrando que o aluno possui liberdade para percorrer as disciplinas do curso como desejar.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.6.6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação A Tabela 32 a seguir é um exemplo de Disciplinas Obrigatórias a serem cumpridas para caracterizar a formação em Engenharia de Informação.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 32: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Informação 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência. Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC1713 Engenharia Econômica EN2605 Eletrônica Digital EN2617 Sistemas Microprocessados EN2614 Comunicações Ópticas EN2619 Telefonia Fixa Moderna BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens.Centro de Engenharia. Conversão e Uso BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1507 Instrumentação e Controle BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia BC1513 Redes de Computadores EN2610 Processamento Digital de Sinais EN2611 Comunicação Digital EN2612 Teoria da Informação e Códigos EN2620 Comunicações Móveis BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC1710 Introdução às Engenharias BC1509 Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN2719 Dispositivos Eletrônicos EN2720 Eletrônica Analógica Aplicada EN2621 Comunicações Multimídia Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1601 Estágio Curricular I em Engenharia de Informação EN1602 Estágio Curricular II em Engenharia de Informação BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1425 Álgebra Linear Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2622 Programação de Software Embarcado EN2703 Circuitos Elétricos I EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1603 Trabalho de Graduação I em Engenharia de Informação EN1604 Trabalho de Graduação II em Engenharia de Informação EN1605 Trabalho de Graduação III em Engenharia de Informação 2º Quadrimestre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre BC1419 Cálculo Numérico BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1104 Mecânica dos Sólidos I EN2609 Sinais Aleatórios EN2608 Princípios de Comunicação EN2613 Ondas Eletromagnéticas Aplicadas EN2615 Propagação e Antenas Opção Limitada da Engenharia ou Livre 7º Quadrimestre 3 º A N O 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC0002 Projeto Dirigido Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 4 º A N O 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre 13º Quadrimestre 5 º A N O 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 296 .

completo e total. São Paulo: Pearson Makron Books. 2000.8. Processamento da Informação Ementa: Elementos básicos da linguagem C.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação 01 PROGRAMAÇÃO DE SOFTWARE EMBARCADO Código: EN2622 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Geometria Analítica. 1997. C: manual de referência. 3 ed. Boston: Addison Wesley. exemplo de documentação de sistema.7 – Convalidações entre disciplinas Tabela 33: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2701 – Fundamentos de Eletrônica EN2709 – Eletrônica Aplicada EN2616 – Comunicações Multimídia EN2618 – Projeto de Filtros Digitais EN3614 – Fundamentos de Computação Gráfica EN3607 – Tecnologia de Redes Ópticas EN3602 – Sistemas de Microondas EN3603 – Projeto de Alta Frequência Disciplina do Catálogo 2013 EN2719 – Dispositivos Eletrônicos EN2720 – Eletrônica Analógica Aplicada EN2621 – Comunicações Multimídia EN3621 – Projeto de Filtros Digitais EN3622 – Fundamentos de Processamento Gráfico EN3623 – Tecnologia de Redes Ópticas EN3624 – Sistemas de Micro-ondas EN3625 – Projeto de Alta Frequência EN2607 – Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares BC1509 – Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III EN1601 – Estágio Curricular I em Engenharia de Informação (Resolução ConsEPE 103) EN1602 – Estágio Curricular II em Engenharia de Informação (Resolução ConsEPE 103) EN1603 – Trabalho de Graduação I em Engenharia de Informação EN1604 – Trabalho de Graduação II em Engenharia de Informação EN1605 – Trabalho de Graduação III em Engenharia de Informação 8. Herbert. 336 p. programação orientada a eventos e sistemas concorrentes. C..6. compilação e debug.6. programação orientada a objeto e C++. ambiente de desenvolvimento integrado (IDE). Andrew. Barbara E. HARBISON III. Rio de Janeiro: Editora 297 . Accelerated C++: practical programming by example. Samuel P. Bibliografia Básica: SCHILDT.Centro de Engenharia.8 – Ementas 8.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. MOO. máquinas de estado e UML.6. Guy L. KOENIG. Álgebra Linear. (The C++ in-depth series). STEELE Jr.

HUBBARD.. Mc Graw Hill. Newnes. 2.ed. J. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientados a objetos e ao desenvolvimento iterativo. L.E. 2008. Schaum. Ed.. 2007. J. Regime Permanente Senoidal. c2005. D. – 2002 ) e Vol. John R.A. M. Ed. Edição. Embedded Systems Design: An Introduction to Processes. ed. Luis. 2007. Bjarne. New York: McGraw-Hill. Ed. W. Vol. Mc Graw Hill. M. Análise de Circuitos em Engenharia. IRWIN. 2007. SADIKU. RIEDEL. Miro.. Blücher. Bibliografia Complementar: NAHVI. J... 2008.. 03 Código: EN2719 DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS 298 . 2005. AGUILAR. 531 p. RIEDEL. São Paulo: McGraw-Hill. Second Edition: Event-Driven Programming for Embedded Systems. 2000. Schaum's outlines programming with C++. 1 ( 2a Ed. DURBIN.W. Bipólos Elementares.. New Jersey: Addison Wesley. Projeto de algoritmos: com implementações em java e c++. 2008.. KEMMERLY. A. 9ª Ed. LARMAN. K. Associação de Bipólos e Leis de Kirchoff.. CONSONNI. 3. SAMEK.. 1a. S. Barbara E. Craig. S. Luis Joyanes. J. New Jersey: Pearson Education. Métodos de Análise de Circuitos. Linguagem C. NILSSON. 2 (2ª Ed. São Paulo: Thomson Learning. Programação em C++: algoritmos. 10 ed. S.W. Bibliografia Básica: ORSINI. LIPPMAN. N. “Circuitos Elétricos”.. “Curso de Circuitos Elétricos”. LAJOIE. Porto Alegre: Bookman. 2002. Redes de Segunda Ordem. Análise Básica de Circuitos para Engenharia. Ed. MOO. D.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Ciência moderna Ltda. HAYT Jr . Bookman. 2a. Circuitos Elétricos. Josée. Tools and Techiques. LTC. 8th Ed. 2010. J. Rio de Janeiro. Redes de Primeira Ordem. A.. 3ª edição. D. The C++ programming language. . Pearson. EDMINISTER.. Makron Books. STROUSTRUP. São Paulo. 2001. J..Centro de Engenharia. 2007. IRWIN. Rio de Janeiro: LTC. 02 CIRCUITOS ELÉTRICOS I Código: EN2703 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Conceitos Básicos. Ed..H.Q. ZIVIANI. Stanley B. Circuitos Elétricos II. 4 ed.M. 2000.Editora LTC. CPM Books. – 2004).. estruturas de dados e objetos. Análise de Circuitos para Engenharia. NILSSON. O. 2008. C. BERGER. Nivio. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”..ed. ALEXANDER. Potência e Energia em Regime Permanente Senoidal. Bibliografia Complementar: DAMAS. 2008. S. C++ primer. Practical UML Statecharts in C/C++.

"Eletrônica". PERTENCE JÚNIOR. SEDRA. MARINO.. Mike. “The art of electronics”. P. ressaltando pares diferenciais e espelhos de corrente. lógica binária. D.. 2a Ed. TOOLEY. S. 1 e 2. L. São Paulo: Érica. BATES.Centro de Engenharia...... 7a Ed. NASHELSKY. Porto Alegre: Bookman. K. aplicações em retificação.. 1996. Prentice-Hall. K.. A... P. 2003. Montagem. "Microeletrônica: circuitos e dispositivos". R. 7a Ed. N. vol. J. 22 ed. 2007. Prentice-Hall.. 5a Ed. MALVINO. limitação de nível. Cambridge.. 1989. projetos. Elsevier Editora Ltda. 8a Ed. Cambridge. C. M. McGraw-Hill. "Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos". J. SMITH. HILL. SMITH.. vol. BATES. A. Prentice-Hall. SEDRA. Transistores: Princípios em que se baseiam o transistor bipolar de junção e o transistor MOS. 1989. deslocamento de nível. M. Maria Aparecida Mendes. Bibliografia Complementar: HOROWITZ. 2004.. os diversos estágios que perfazem um amplificador operacional de tensão de dois estágios. características estáticas e dinâmicas de um amplificador operacional canônico. W. 299 . McGraw-Hill. W. Prentice-Hall. 5a Ed. "Microeletrônica". A.. 2a Ed. 04 ELETRÔNICA ANALÓGICA APLICADA Código: EN2720 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Dispositivos Eletrônicos Ementa: Diagrama de Black e características dos sistemas realimentados. relação estática tensão-corrente. HORENSTEIN. D. 2004. etc. “The art of electronics”. Francisco Gabriel. Antonio. 8a Ed. Aplicações destes dispositivos no processamento de sinais baseadas em simetria e semelhança de dispositivos. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria. Bibliografia Complementar: HOROWITZ. HORENSTEIN. "Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos". fundamentos e Aplicações.. 1 e 2... Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Diodos semicondutores: Fundamentos. "Microeletrônica". L. simulação e caracterização de diversos circuitos. C. L..... NASHELSKY. 2007. 6 ed. 2006.. 2007. MALVINO.. A. características dinâmicas. Laboratório de eletricidade e eletrônica. 1996. P. Prentice-Hall. HILL.. influência térmica. N. aplicações em amplificação de tensão e de corrente. aplicações e laboratório. Circuitos Eletrônicos. "Eletrônica". aplicações do amplificador operacional no condicionamento e processamento analógico de sinais. "Microeletrônica: circuitos e dispositivos". R. Bibliografia Básica: BOYLESTAD. comparação de tensão e de corrente. P. CAPUANO. L. Prentice-Hall. Bibliografia Básica: BOYLESTAD. deslocamento de nível. 2007. S. 2006..

SMITH. L. Sinais Analógicos. 2003. 2000. J. Serie de Fourier. A. MARINO. 6 ed. Introdução aos Sistemas Digitais.. C. MOSS. Sistemas digitais: fundamentos e aplicações. “Circuitos digitais e Microprocessados” São Paulo: Editora McGraw-Hill do Brasil. M. D. Circuitos codificador/decodificador. H. ERCEGOVAC. "Eletrônica Digital". R. fundamentos e Aplicações. 05 ELETRÔNICA DIGITAL Código: EN2605 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Sistemas numéricos. 10a Ed. 2007.. Projeto de contadores. 2009. Francisco Gabriel. Prentice-Hall. Bibliografia Complementar: WAKERLY... aplicações e laboratório. Cambridge. DONOVAN. 2007. Álgebra booleana.. 3a Ed. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria. Microeletrônica. Antonio. Portas lógicas básicas. Conversores analógico-digitais (DAC). projetos. T.. Sistemas Analógicos.. 1989.. Convolução. ISBN 9788560031931.. Introdução aos dispositivos programáveis. Conversores digital-analógicos (ADC). TOOLEY... TAUB. LANG. R. 888 p. Dispositivos de memória. Elsevier Editora Ltda. 1a Ed. 06 TRANSFORMADAS EM SINAIS E SISTEMAS LINEARES Código: BC1509 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Funções de Várias Variáveis Ementa: Introdução a Sinais e Sistemas. 9 ed. Máquinas de estado. W. L. H. PERTENCE JÚNIOR. HILL. Flip-flops e suas aplicações. BIGNELL. 5a Ed.. 2006.. Prentice-Hall. J.. 2007. Sistemas Lineares e Invariantes no Tempo (LIT). Bookman. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias CAPUANO. Circuitos Eletrônicos. Digital Design: Principles and Practices. T. J. Laboratório de eletricidade e eletrônica. Prentice-Hall. SEDRA. S. Simplificação de circuitos combinacionais. 1999. Maria Aparecida Mendes. F. Filtros Analógicos.. Circuitos aritméticos. G. J. Cengage. Porto Alegre: Bookman. 2a Ed. Transformada de Fourier. Bibliografia Básica: 300 . Ed. 22 ed. The Art of Electronics. K. WIDMER.. Sistemas Digitais – Princípios e Aplicações. 2006. 1984. Representação no Domínio da Freqüência. Circuitos mux/demux.Centro de Engenharia. W. síncronos e assíncronos. São Paulo: Érica. Transformada de Laplace. Bibliografia Básica: TOCCI. S.. Porto Alegre: Bookman. FLOYD.. Mike.. MORENO. N.

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias LATHI, B. P.; Sinais e Sistemas Lineares, Bookman, 1a Ed., 2007. ROBERTS, M. J.; Fundamentos em Sinais e Sistemas, McGraw-Hill, 1a Ed., 2009. HAYKIN, S.; VAN VEEN, B.; Sinais e Sistemas, Bookman, 1a Ed., 2001. OPPENHEIN, A.; WILLSKY, A.; NAWAB, S.; Sinais e Sistemas, 2ª ed., São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. Bibliografia Complementar: SCHETZEN, M.; Linear Time-Invariant Systems, IEEE Press, John Wiley & Sons, Inc., Publication, 2003. ZIEMER, R. E.; TRANTER, W. H.; FANNIN, D. R.; Signals and Systems: Continuous and Discrete, Prentice Hall; 4a Ed., 1998. HSU, H. P.; Teoria e problemas de sinais e sistemas. Porto Alegre: Artmed Editora, 2004. 431 p. (Coleção Schaum). BOULET, B.; CHARTRAND, L.; Fundamentals of Signals and Systems, Da Vinci Engineering Press, 1.a Ed., 2006. TRIPATHI, A.N.; Linear System Analysis, New Age International (P) Ltd., Publishers, 1998. OPPENHEIM, A. V.; WILLSKY, A. S.; HAMID, S.; Signals and Systems. 2. ed. Prentice Hall, 1996.

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PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÃO

Código: EN2608 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Ementa: Revisão de Análise e Representação de Sinais; Sistemas de Modulação Analógica; Sistemas de Modulação AM; Sistemas de Modulação FM; Sistemas de Modulação PM; Desempenho dos Sistemas de Modulação Analógica; Introdução aos Sistemas de Comunicação Digital; Transmissão em Banda Base; Modulação por Amplitude de Pulso; Modulação por Codificação de Pulso; Desempenho de Sistemas com Modulação por Codificação de Pulso. Bibliografia Básica: LATHI, B. P. Modern Digital and Analog Communication Systems, Oxford, 4a Ed., 2010. HAYKIN, S. Introdução aos Sistemas de Comunicação, Bookman, 1a Ed., 2008. CARLSON, A. B.; CRILLY, P. Communication Systems, McGraw-Hill, 5a Ed. 2009. Bibliografia Complementar: COUCH II, L. W.; Digital and Analog Communication Systems, Prentice Hall, 6a Ed., 2001. ZIEMER, R. E. ; TRANTER, W. H.; Principles of Communications, John Wiley and Sons; 6a Ed., 2008. GOMES, T.; Telecomunicações – Transmissão e Recepção AM–FM / Sistemas Pulsados, Erica, 11a Ed., 2008. WYSOCKI, T.; DARNELL, M.; HONARY, B.; Advanced Signal Processing for Communication Systems, Springer, 1a Ed., 2002. PROAKIS, J.; SALEHI, M.; Fundamentals of Communication Systems. 2. ed. Prentice Hall, 2005. HSU, H.; Comunicação Analógica e Digital. 2. ed. Bookman, 2006. YOUNG, P. H.; Técnicas de Comunicação Eletrônica. 5. ed. Prentice Hall, 2006. 301

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias NASCIMENTO, J.; Telecomunicações. 2. ed. Makron, 2001.

08

REDES DE COMPUTADORES

Código: BC1513 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Processamento da Informação Ementa: Introdução às Redes de Computadores: Conceito, Evolução das Arquiteturas, Origem da Internet, Topologias, Classificação (LAN, MAN, WAN); Transmissão da Informação: meios de Transmissão, capacidade, Técnicas de Transmissão, Multiplexação, Técnicas de Comutação, detecção e Correção de Erros; Modelo OSI; Modelo TCP/IP; Topologias e Dispositivos de Interconexão; Atrasos e Perdas das Redes de Computadores; Camada de Enlace; Camada de Rede; Camada de Transporte; Camada de Aplicação; Alguns Padrões para WANs. Bibliografia Básica: TANEMBAUM, A. S. Redes de Computadores, Campus, 4a Ed., 2003. FOROUZAN, B. A. Comunicação de Dados e Redes de Computadores, McGraw-Hill, 4a Ed., 2008. KUROSE, J. F.; ROSS, K. W. Redes de Computadores e a Internet, Addison Wesley, 3a Ed., 2007. Bibliografia Complementar: HALSALL, F. Computer Networking and the Internet, Addison–Wesley, 5a Ed., 2005. COMER, D. E. Redes de Computadores e Internet, Artmed, 4a Ed., 2007. KUMAR A.; MANJUNATH, D.; KURI, J. Communication Networking: An Analytical Approach, Morgan Kaufmann Elsevier, 2004. SOUZA, L. B. Redes de Computadores – Guia Total, Ed. Erica, 1.a Ed., 2009. DUCK, M.; READ, R. Data Communications and Computer Networks for Computer Scientists and Engineers, Pearson Prentice Hall, 2.a Ed., 2003.

09

SINAIS ALEATÓRIOS

Código: EN2609 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução à Probabilidade e à Estatística; Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Ementa: Revisão da Teoria da Probabilidade: Espaço Amostral, Probabilidade Condicional e Regra de Bayes, Independência Estatística, Experimentos Seqüenciais; Variáveis e Vetores Aleatórios; Introdução aos Processos Estocásticos: Processos Aleatórios em Tempo Discreto, Processos Aleatórios em Tempo Contínuo, Processos Estacionários, Ergodicidade e Médias Temporais; Densidade Espectral de Potência, Resposta de Sistemas Lineares; Ruído: Filtragem de Ruídos, Ruído de Faixa Estreita, Ruído Passa-Faixa, Banda Equivalente de Ruído.

302

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: LEON–GARCIA, A.; Probability and Random Processes for Electrical Engineering, Prentice Hall, 3ª Ed., 2008. PAPOULIS, A.; PILLAI, S.U.; Probability, Random Variables and Stochastic Processes, McGraw-Hill, 4ª Ed., 2002. MILLER, S.; CHILDERS, D.; Probability and Random Processes: With Applications to Signal Processing and Communications, Academic Press, 2ª Ed., 2004. PEEBLES, P. Z.; Probability, random variables, and random signal principles, 4th ed., McGraw-Hill, 2001. Bibliografia Complementar: LI, X. R.; Probability, Random Signals and Statistics, CRC, 1ª Ed., 1999. KAY, S.; Intuitive Probability and Random Processes using MATLAB, Prentice Hall, 2ª Ed., 2007. GUBNER, J.; Probability and Random Processes for Electrical and Computer Engineers, Cambridge, 1ª Ed., 2006. HSU, H.; Probability, Random Variables, and Random Processes, Schaum, McGraw-Hill, 1ª Ed., 1997. ALBUQUERQUE, J. P. A.; FORTES, J. M. P.; FINAMORE, W. A.; Probabilidade, Variáveis Aleatórias e Processos Estocásticos, Interciência, 1ª Ed., 2008. CLARKE, A. B.; DISNEY, R. L.; Probability and Random Processes: A First Course with Applications, Wiley, 2ª Ed., 1985. COOPER, G. R.; MCGILLEM, C. D.; Probabilistic Methods of Signal and System Analysis. 3. ed. Oxford, 1999. LATHI, B. P.; Modern Analog and Digital Communications. 4. ed. Oxford, 2009. YATES, R. D.; GOODMAN, D. J.; Probability and Stochastic Processes: A Friendly Introduction for Electrical and Computer Engineers. 2. ed. Wiley, 2004.

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PROCESSAMENTO DIGITAL DE SINAIS

Código: EN2610 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Ementa: Sinais de Tempo Discreto e Seqüências; Sistemas Lineares Invariantes no Tempo; Convolução; Equações a Diferenças; Amostragem de Sinais em Tempo Contínuo; Análise no Domínio da Freqüência: Transformada Z; Análise de Fourier de Tempo Discreto; Transformada Rápida de Fourier (FFT); Introdução ao Projeto de Filtros. Bibliografia Básica: INGLE, V. K.; PROAKIS, J. G.; Digital Signal Processing using MATLAB, Thomson, 2a Ed., 2006. SILVA, E. A. B. ; LIMA NETTO, S.; DINIZ, P. S. R.; Processamento Digital de Sinais – Projeto e Análise de Sistemas, Bookman, 1a Ed., 2004. HAYES, M. H.; Processamento Digital de Sinais, Artmed, 1a Ed., 2006. Bibliografia Complementar: MITRA, S. Digital Signal Processing: A Computer Based Approach, McGraw-Hill, 3a Ed., 2004. 303

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias OPPENHEIM, A. V.; SCHAFER, R. W.; BUCK, J. R. Discrete–Time Signal Processing, Prentice Hall, 2a Ed., 1999. PROAKIS, J. G.; MANOLAKIS, D. K.; Digital Signal Processing: Principles, Algorithms and Applications, Prentice Hall", 3ª Ed., 1995. HAYKIN, S. S.; VAN VEEN, B. Sinais e sistemas, Bookman, 2001. CARLSON, G. E. Signal and linear system analysis, 2nd d., John Wiley, 1998.

11

COMUNICAÇÃO DIGITAL

Código: EN2611 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Princípios de Comunicação; Sinais Aleatórios Ementa: Sistemas de Transmissão Binários em Banda Base: Introdução, Principais Técnicas de Modulação Digital em Banda Base para Sistemas Binários, Detecção de Sinais Binários em Ruído do Tipo AWGN, Formatação de Sinais Digitais, Transmissão em Canais Limitados em Banda (Primeiro e Segundo Critério de Nyquist); Sistemas de Transmissão Binários em Banda Passante: Introdução, Principais Técnicas de Modulação Digital em Banda Passante para Sistemas Binários, Representação Geométrica de Sinais, Detecção de Sinais em Ruído do tipo AWGN, Filtro Casado, Probabilidade de Erro de Símbolo, Probabilidade de Erro de Bit. Sistemas de Transmissão M–ários em Banda Passante: Introdução, Sistemas de Modulação M–ários, Principais Técnicas de Modulação Digital para Sistemas M–ários, Filtragem Ótima, Codificação de Gray, Comparação de Desempenho para Sistemas M–ários, Limitantes de Desempenho. Bibliografia Básica: LATHI, B. P.; Modern Digital and Analog Communication Systems, Oxford, 4a Ed., 2010. PROAKIS, J.; SALEHI, M. Fundamentals of Communications Systems, Prentice Hall, 2a Ed., 2007. HAYKIN, S.; Introdução aos Sistemas de Comunicação, Bookman, 1a Ed., 2008. Bibliografia Complementar: SKLAR, B.; Digital Communications – Fundamentals and Applications, Prentice Hall, 2a Ed., 2001. PROAKIS, J.; SALEHI, M. Digital Communications, McGraw-Hill, 5a Ed., 2008. PROAKIS, J.; SALEHI, M.; BAUCH, G. Contemporary Communication Systems Using MATLAB, CL-Engineering, 2a Ed., 2003. CARLSON, A. B. ; CRILLY, P.; Communication Systems, McGraw-Hill, 5a Ed., 2009. YANG, W. Y. et al.; MATLAB/Simulink for Digital Communication, A-Jin Publishing; 1a Ed., 2009. SILAGE, D.; Digital Communication Systems using MATLAB and Simulink, Bookstand, 1a Ed., 2009.

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TEORIA DA INFORMAÇÃO E CÓDIGOS

Código: EN2612 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Comunicação Digital 304

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Ementa: Revisão de probabilidade e exemplos de aplicação em comunicações digitais. Conceitos de informação e entropia. Codificação de fonte discreta sem memória. Teorema da codificação de fonte. Classificação dos códigos: comprimento fixo; distinto; prefixados; decodificação unívoca; instantâneos. Codificação ótima de fonte (Shannon-Fano, Huffman e Lempel-Ziv). Canal discreto sem memória. Teorema da codificação de canal. Capacidade de canal contínuo. Aplicações da teoria da informação: determinação do desempenho de sistemas de comunicação. Noções de campos numéricos. Códigos de bloco. Noções de anéis de polinômios. Códigos cíclicos. Códigos de bloco avançados. Códigos convolucionais. Aplicações de códigos convolucionais em comunicação. Bibliografia Básica: COVER, T. M. ; THOMAS, J. A. Elements of Information Theory, John Wiley & Sons, 2a Ed., 2006. LIN, S. ; COSTELLO, D. J. Error Control Coding – Fundamentals and Applications, Prentice Hall, 2a ed., 2004. MOON, T. K. Error Correction Coding Mathematical Methods and Algorithms, John Wiley and Sons, 1a ed., 2005. Bibliografia Complementar: HAYKIN, S.; Sistemas de Comunicação: Analógicos e Digitais, Bookman, 4ª Ed., 2004. LATHI, B. P.; Modern Digital and Analog Communication Systems, Oxford, 4ª Ed., 2010 CARLSON, A. B.; CRILLY, P. B.; RUTLEDGE, J.; Communications Systems: An Introduction to Signals and Noise in Electrical Communications, MacGraw-Hill, 4ª Ed., 2001. HSU, H.; Theory and Problems of Analog and Digital Communications, 2ª Ed., McGraw-Hill, 2003. GALLAGER, R.; Principles of Digital Communication, Cambridge University Press, 2008 V.S. PLESS, V. S.; HUFFMAN, W.C.; Fundamentals of error-correcting codes, Cambridge University Press, 2003.

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ONDAS ELETROMAGNÉTICAS APLICADAS

Código: EN2613 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Eletromagnéticos Ementa: Revisão das Equações de Maxwell; Propagação de Ondas Eletromagnéticas; Reflexão, Refração e Difração em Interfaces Planas; Potenciais Retardados e Antenas; Guias Metálicos; Teoria de Linhas de Transmissão. Bibliografia Básica: WENTWORTH, S. M.; Eletromagnetismo Aplicado, Bookman, 2009. JACKSON, J. D.; Classical Electrodynamics, Wiley; 3a Ed., 1998. KRAUS, J. D. ; FLEISCH, D. A.; Electromagnetics with Applications, McGraw-Hill, 5a Ed., 1999. Bibliografia Complementar: PANOFSKY, W. K. H.; PHILLIPS, M.; Classical Electricity and Magnetism, Dover Publications, 2 Ed., 2005. 305

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias IDA, N.; Engineering Electromagnetics, Springer–Verlag, 2a Ed., 2004. ULABY, F. T.; Eletromagnetismo para Engenheiros, Bookman, 1a Ed., 2009. BORN, M.; WOLF, E.; Principles of Optics, Cambridge University Press, 7a Ed., 1999. SADIKU, M. N. O.; Elements of Electromagnetics, Oxford University Press, 2006.

14

COMUNICAÇÕES ÓPTICAS

Código: EN2614 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Fundamentos: óptica geométrica, interferência, difração e polarização. Dispositivos Ópticos: Fontes ópticas coerentes e incoerentes, Fibras Ópticas: propagação, características e tipos, Fotodetectores, Acopladores, Amplificadores, Moduladores e Filtros Ópticos; Análise do Espectro Óptico; Recepção e Transmissão em Sistemas Ópticos: Modulação de Intensidade, Detecção Direta e Técnicas Coerentes; Caracterização e medidas em fibras e fontes ópticas. Bibliografia Básica: SALEH, B. E. A.; TEICH, M.C.; Fundamentals of Photonics, Wiley, 2a Ed., 2007. AGRAWAL, G. P.; Fiber–Optic Communication Systems, John Wiley and Sons, 3a Ed., 2002. KAMINOW, I. P.; LI, T.; Optical Fiber Telecommunications IV: Components, Academic Press, 2002. Bibliografia Complementar: AGRAWAL, G. P.; Nonlinear Fiber Optics, Academic Press, 3a Ed., 2001. HECHT, E.; Optics, Addison Wesley, 4a Ed., 2002. BORN, M.; WOLF, E.; Principles of Optics, Cambridge University Press, 7a Ed., 1999. AGRAWAL, G. P.; Lightwave Technology, Wiley, 2005. DESURVIRE, E.; Survival Guide in Global Telecommunications: Broadband Access, Optical Components and Networks, and Cryptography, Wiley, 5a Ed., 2004.

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PROPAGAÇÃO E ANTENAS

Código: EN2615 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Ondas Eletromagnéticas Aplicadas Ementa: Elementos de um Sistema de Rádio Propagação; Fenômenos de Propagação; Modelo de Propagação em Espaço Livre; Propagação em Espaço Semi–Livre; Propagação na Troposfera; Propagação na Ionosfera; Propagação em Microondas; Conceitos Básicos de Antenas: Principais Características e Propriedades Elétricas, Principais Tipos, Estudo de Radiadores Simples, Impedância de Antenas Lineares Finas, Teoria das Redes Lineares, Antenas de Abertura, Antenas com Refletores, Antenas Receptoras, Medidas em Antenas. Bibliografia Básica: BALANIS, C. A.; Antenna Theory – Analysis and Design, John Wiley & Sons, 3a Ed., 2005. KRAUS, J. D.; MARHEFKA, R. J.; Antenna for all Applications, McGraw-Hill, 3a Ed., 2001. 306

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias HUANG, Y.; BOYLE, K.; Antennas: from Theory to Practice, Wiley, 2008. Bibliografia Complementar: BALANIS, C. A.; Teoria de Antenas – Analise e Síntese, vol 1 e 2, LTC, 3a Ed., 2009. RUSSER, P.; Electromagnetics, Microwave Circuit and Antenna Design for Communications Engineering, Artech House, 2a Ed., 2006. ELLIOTT, R. S.; Antenna Theory and Design, Wiley, 2003. BALANIS, C. A.; Modern Antenna Handbook, Wiley, 2008. RIBEIRO, J. A. J.; Propagação das Ondas Eletromagnéticas – Princípios e Aplicações, Érica, 2004.

16

COMUNICAÇÕES MULTIMÍDIA

Código: EN2621 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Processamento Digital de Sinais Ementa: Introdução às Comunicações Multimídia. Representação Digital da Informação Multimídia: Aquisição, Amostragem, Quantização e Codificação Binária. Teoria de Informação e Codificação de Fonte. Processamento Multimídia: Compressão de Texto, Codificação de Imagem, Codificação de Áudio e Codificação de Vídeo. Padrões e Normas de Codificação Para Comunicações Multimídia. Gerenciamento da Qualidade de Serviço (Qos): Redes de Banda Larga, Protocolos de Rede Multimídia. Aplicações. Bibliografia Básica: HALSALL, F.; Multimedia Communications: Applications, Networks, Protocols and Standards, Addison Wesley, 2000. HWANG, J.; Multimedia Networking: From Theory to Practice, Cambridge, 2009. WANG, H.; KONDI, L.; LUTHRA, A.; CI, S.; 4G Wireless Video Communications. Wiley, 2009. Bibliografia Complementar: RAO, K.; BOJKOVIC, Z.; MILOVANOVIC, D.; Introduction to Multimedia Communications: Applications, Middleware, Networking, Wiley–Interscience, 2006. VAN DER SCHAAR, M.; CHOU, P. A.; Multimedia over IP and Wireless Networks: Compression, Networking, and Systems, Academic Press, 2007. MCLOUGHLIN, IAN.; Applied Speech and Audio Processing. Cambridge University Press, 2009. RAO, K. R.; BOJKOVIC, Zoran S.; MILOVANOVIC, Dragorad A.; Multimedia Communication Systems: Techniques, Standards, and Networks. Prentice Hall, 2002. RICHARDSON, I. E.; H.264 and MPEG-4 Video Compression: Video Coding for NextGeneration Multimedia. Chichester: Wiley, c2003.

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SISTEMAS MICROPROCESSADOS

Código: EN2617 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Eletrônica Digital; Dispositivos Eletrônicos

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Ementa: Conceituação de sistema embarcado. Organização de Computadores: Processador, Memória, Dispositivos de Entrada e Saída; Arquiteturas e operação de Microprocessadores: Unidade de Controle, Registradores, Conjunto de Instruções, Assembly, DMA, Unidade Logico–Aritmetica, Ciclo de Instrução; Modos de Enderecamento; Barramento; Diagramas de Tempo da CPU; Interrupções e Tratamento de Interrupções; Protocolos de Comunicação e Interfaceamento; Programação em C voltada à microcontroladores. Fluxograma. Bibliografia Básica: DALTRINI, B. M.; JINO, M.; MAGALHÃES, L. P.; Introdução a Sistemas de Computação Digital, Makron Books, 1999. HAYES, J. P.; Computer Architecture and Organization, 3rd Ed., McGraw-Hill Book Co., 1998. STALLINGS, W.; Computer Organization and Architecture, Prentice Hall Inc, 2000 Bibliografia Complementar: GIMENEZ, S. P.; Microcontroladores 8051, Prentice-Hall, 2002. ZANCO, W. S.; Microcontroladores PIC – Técnicas de Software e Hardware para Projetos de Circuitos Eletrônicos, Érica, 1a Ed., 2006. SOUZA, D. R.; Microcontroladores ARM7 – O poder dos 32 bits, Érica, 2006. SOUZA, D. J.; Desbravando o PIC – Ampliado e Atualizado para PIC 16F628A, Érica, 12a Ed., 2007. STEWART, J. W.; MIAO, K. X.; The 8051 microcontroller: hardware, software, and interfacing. 2 ed. Upper Saddle River, N.J: Prentice Hall, 1999.

18

TELEFONIA FIXA MODERNA

Código: EN2619 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Redes de Computadores; Princípios de Comunicação Ementa: Conceitos básicos; Teoria de tráfego; Técnicas de Comutação; Sinalização: SS7, H.323; Estruturas de Redes de Telefonia Digitais: ISDN, DSL, VoIP, NGN, PDH, SDH. Bibliografia Básica: JESZENSKY, P. J. E.; Sistemas Telefônicos, Manole, 3ª Ed., 2003. BELLAMY, J. C.; Digital Telephony, John Wiley and Sons, 3ª Ed., 2000. SEXTON, M.; Broadband Networking: ATM, SDH, and SONET, Artech House, 1ª Ed., 1997. Bibliografia Complementar: AGBINYA, J. I.; IP Communications and Services for NGN, Auerbach, 1ª Ed., 2009. SALINA, J. L.; SALINA, P.; Next Generation Networks: Perspectives and Potentials, Wiley, 1ª Ed., 2008. RUSSELL, T.; Signaling System #7, McGraw-Hill, 5ª Ed., 2006. SILLER JR., C. A.; SHAFI, M.; SONET/SDH: A Sourcebook of Synchronous Networking, WileyIEEE Press, 1ª Ed., 1996.

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Código: EN2620

COMUNICAÇÕES MÓVEIS

308

YACOUB. Wireless Technology: Protocols.. Cultura da Virtualidade Real. 2007. HANNEMAN. T. 1ª Ed. Compressão do Tempo–Espaço.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Comunicação Digital. Principais Padrões Celulares. Revisão dos Conceitos de Tráfego. Análise de Desempenho. Wireless Communications & Networking. Planejamento Celular. Bibliografia Básica: CASTELS.. S. 2002. 2ª Ed. KOSBAR. Principais Modelos de Propagação. S. 2009. Canais de Propagação. John Wiley and Sons. L... Y. Introduction to social network methods. S... MOHER.. Novas Técnicas de Comunicação Sem Fio. 2005. 1ª Ed. A sociedade em rede. Principles of Communication Systems Simulation with Wireless Applications. K. SHANKAR. Classificação de Canais de Propagação. and Techniques. São Paulo: Paz e Terra. V. VISWANATH. Diversidade. Morgan Kaufmann. M.. ABU-RGHEFF. 3ª Ed. Robert. Wireless Communications. P. A. Revolução da Tecnologia da Informação. Introduction to Wireless Systems.. McGraw-Hill. 1ª Ed.6. 1ª Ed. Manuel. C. M.. RAPPAPORT. Academic Press. MILLER. S.. CRC Press.. Comunicações Sem Fio – Princípios e Práticas. M.. D.. 2007... Hand–off. Bibliografia Básica: RAPPAPORT. Prentice Hall. L. D.. O Indivíduo na Sociedade da Informação. GARG. TRANTER. K.. 1993. 2000. H. Fundamentals of Mobile Radio Engineering. Springer. STUBER. A. 2005. YACOUB. Interferência Co–canal. M. Bibliografia Complementar: LEE. G. 2004.Centro de Engenharia.... Cambridge University Press. D. 2008. 8. M. Artech House. Alocação de Canais. HAYKIN.2 – Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Informação 01 Código: EN3601 TPI: 2-0-3 Carga Horária: 24h Recomendação: Não há INFORMAÇÃO E SOCIEDADE Ementa: Sociedade da Informação. 2005..8.. 1998. Wireless and Cellular Communications. J. Transformações Sociais: A Nova Economia. 2ª Ed. 1999. 2001. Grade de Serviço. L. Standards.. University of California. S. Reuso de Freqüência.. LEE. T. Prentice Hall. CDMA Systems Engineering Handbook. TSE. Sistemas de Comunicações Wireless. Cambridge. CRC Press. 1ª Ed. SHANMUGAN. 1ª Ed. Propagação e Antenas Ementa: Introdução aos Sistemas Móveis. Estado e Novos Atores Políticos e Sociais na Era da Informação.. Capacidade de Sistemas Celulares. Principles of Mobile Communication. 1ª Ed. Introduction to CDMA Wireless Communications. 309 . Bookman.. Influência. W. Metamorfose e Limites da Informação. P. GOLDSMITH. Principais Padrões de Redes de Computadores Sem Fio. E. Fundamentals of Wireless Communication.. Definição de Célula. W.

02 FILTRAGEM ADAPTATIVA Código: EN3604 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Sinais Aleatórios. LING. M. Wiley. 03 PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÃO EM LÍNGUAS NATURAIS Código: EN3605 TPI: 3-1-4 310 .. 2005. I.. D. 2005.. 1994. M. LARIMORE. TREICHLER. Adaptive Filtering and Array Processing. 3. Sistemas Inteligentes: fundamentos e aplicações. Adaptive Digital Filters and Signal Analysis.. Manole. 2001. Signal Modeling. Adaptive Filters.. Algoritmo dos Mínimos Quadráticos Médios (LMS). B.. Prentice Hall. São Paulo: Ed. 2000. 2002. Sociedade da informação no Brasil: livro verde. S. Revisão de Conceitos: Processos Estocásticos.. Processamento Digital de Sinais.. Statistical and Adaptive Signal Processing: Spectral Estimation. 1998.). Lúcia (Org. G. R. J. Wiley IEEE-Press. 2010. Stanley. K. Adaptive Filters Theory and Applications. Senac.. LEVY. 2008. M. PROUDLER. S. Artech House Publishers. JOHNSON. G. 2001. Algoritmo dos Mínimos Quadráticos Recursivo (RLS). WASSERMAN. Adaptive Filtering: Algorithms and Practical Implementation. São Paulo: Editora 34. S. 2001... Predição Linear. J. DINIZ. Filtro de Kalman. INGLE. PROAKIS. Springer. 2003. Solange Oliveira. Tecnologias da Inteligência. ed. M. Wiley. H.. ed. MOONEN.Centro de Engenharia. F... 2005. R. Método dos Mínimos Quadrados. M. O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas mídias. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília.. T. Bibliografia Complementar: MANOLAKIS. REZENDE. C. 1999.. FAUST. P. Algorithms for Statistical Signal Processing. H. RADER. SAYED. 2008. 2001. ADALI. Theory and Design of Adaptive Filters. Social Network Analysis: methods and applications. L. NIKIAS. Principais Aplicações. C. Pierre. Bibliografia Complementar: LEÃO. Fundamentals of Adaptive Filtering.. Filtragem Ótima: Filtro de Wiener. Cambridge: Cambridge University Press. TAKAHASHI. Bibliografia Básica: HAYKIN. Filtragem Linear Adaptativa: Método do Gradiente Descendente. T. Processamento Digital de Sinais Ementa: Princípios Básicos da Filtragem Adaptativa: Descrição.. G. Wiley–IEEE.. A. Adaptive Filter Theory.. FARHANG-BOROUJENY. HAYES. Statistical Digital Signal Processing and Modeling. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Riverside.. KOGON. Katherine. V. BELLANGER. C. SAYED. Wiley. Prentice Hall. CRC Press. HAYKIN. 4. Adaptive Signal Processing: Next Generation Solutions. A. 1996. São Paulo: Ed.. Prentice Hall.

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3rd Ed.... LYONS. New York: IEEE.. New York : Springer. S. P. Elementos de Acústica. J. 3a Ed.. MARKEL. Bibliografia Complementar: BISTAFA. Springer Handbook of Acoustics. K.. Digital Signal Processing. 2009. A. WILLIAMS. Principles of Digital Audio. L.Centro de Engenharia. H. C. J. Noções de Psicoacústica. Processamento Digital de Sinais – Projeto e Analise de Sistemas. GRAY. G. A. M. R. V. J. H.. 1997. DINIZ. Filtros de Fase Linear. M. MANOLAKIS. PROAKIS. D. World Class Designs.. V. 2007. Bookman. LIMA NETTO. 2004.. POULIN. Predição Linear. INGLE. Acústica Aplicada ao Controle de Ruído.. Discrete-Time Processing of Speech Signals. (ed. Understanding Digital Signal Processing. G.. 2006. A Voz Humana Falada e Cantada. 2005. D.. G. 2a Ed. Projeto de Filtros IIR. A. MANOLAKIS. Gravação e Reprodução de Áudio Digital. Prentice Hall. Prentice Hall. Applied Digital Signal Processing: Theory and Practice.. 3a Ed. New York: McGrawHill. 2nd Ed. R. Algorithms and Applications. S. SILVA. Prentice Hall. 1999.. K. Discrete–Time Signal Processing.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Carga Horária: 48h Recomendação: Processamento Digital de Sinais Ementa: Fundamentos de Sinais de Voz e Áudio. K... 2004. (ed... BUCK. G. K. E.. Massachusetts: Focal.. HAYES.. 2a Ed. 2000. J. S.. National Association of Broadcasters Enginnering Handbook. SCHAFER. Digital Television Fundamentals. M. 2006. Noções de Acústica Musical. V. B.. New York: McGrawHill. D. J. 1976. 2007. PROAKIS. DELLER Jr. E. 319 .... G. A. New York: Springer Science. 1a Ed. R.. McGraw-Hill.. São Paulo: Edgard Blücher.). R. Oxford: NewnesElseiver. Noções de Codificação de Voz e de Áudio. R. T. Bookman.. 1a Ed.. Bibliografia Complementar: MITRA. ROBIN. K. 2010. PROAKIS.). (org. R. 10th Ed.. Aplicações em Sistemas de Comunicação Digital. S.. D. Projeto de Filtros FIR. HANSEN.. J. Processamento Digital de Sinais. Bibliografia Básica: ROSSING. Bibliografia Básica: INGLE. Digital Signal Processing: A Computer Based Approach. Digital Signal Processing : Principles. Linear Prediction of Speech. OPPENHEIM. J. 2006. H. Fundamentos de Áudio Digital. WILLINSTON. W. Digital Signal Processing using MATLAB. 1995. 5th ed. 3ª Ed.). POHLMANN.. Design and Installation of Video and Audio Systems.. 16 PROJETO DE FILTROS DIGITAIS Código: EN3621 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Processamento Digital de Sinais Ementa: Características dos Filtros Digitais. Thomson.

Pearson Prentice Hall. AZEVEDO.. S.... D. Visualização e Projeção..Centro de Engenharia.C. EDDINS. 2007. 2011. VAN DAM. BAKER. 2009. S. Transformações Geométricas. HUGHES.. S. Gatesmark Publishing. 1997. 2003. Tópicos sobre Hardware Gráfico. OpenGL Programming Guide: The Official Guide to Learning OpenGL. D. Álgebra Linear.. D.2 – Teoria e Prática. P. 2 ed. A. 3 ed. R. Redes Ópticas Experimentais e Comerciais Implantadas.. E.ed. 7... OpenGL ARB Working Group. SHREINER. J. CAMPUS. GONZALEZ. J. Projeto de Redes Ópticas WDM: O Problema de Roteamento e Alocação de Comprimento de onda (RWA) em Redes Ópticas.E. Princípios de Modelamento Gráfico. Rio de Janeiro: Campus. Digital Image Processing Using MATLAB. Mapeamento de Textura. Addison-Wesley. Computação Gráfica V. Comutação Óptica. Programação do Software Embarcado Ementa: Conceitos Iniciais do Processamento Gráfico. Versions 3. 2006. A. Computer Graphics with OpenGL. Elementos das Redes WDM. Bibliografia Básica: 320 . CONCI. Computer Graphics: Programming in OpenGL for Visual Communication. F. 18 TECNOLOGIA DE REDES ÓPTICAS Código: EN3623 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Comunicações Ópticas Ementa: Introdução às Redes Ópticas. CONCI. Addison-Wesley Professional. Bibliografia Básica: CUNNINGHAM.1. 1a Ed.0 and 3. LETA. KANDROT. Introdução à Comutação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Cambridge University Press. E. Algoritmos e Planejamento. Prentice Hall. 2004. AZEVEDO. Gerenciamento de Redes Ópticas. HEARN. Cores e Mistura.. 17 FUNDAMENTOS DE PROCESSAMENTO GRÁFICO Código: EN3622 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Geometria Analítica.. Computação Gráfica: Geração de Imagens. KHRONOS. Addison–Welley. R.L.. SANDERS. Comunicação pela Visualização. Computer Graphics: Principles and Practice in C. 2009. FEINER. WOODS. Novos Protocolos para Redes Ópticas. F. M.. Iluminação e Tonalização. E. K. Proteção e Restauração de Redes Ópticas. A.. 2011. CUDA by Example: An Introduction to General-Purpose GPU Programming. Processamento da Informação... Bibliografia Complementar: FOLEY. 2 ed. J.

Optical WDM Networks (Optical Networks). Thomas H. 2004. G. measurements and circuits. W. J. K...Centro de Engenharia. M. MAAS. 2. 3. J. 2002. G. T. Academic Press. Fiber–Optic Communication Systems. CRC. Optical fiber telecommunications IV A components.. STERN. Springer. 2008. G. J. Revised ed. 2. F.. ed. Análise de Circuitos: Parâmetros de Espalhamento. Artech Print on Demand. COLLIN. 2. LI.. WILLNER. Wiley. Optical Fiber Telecommunications V B. M... E. MUKHERJEE. LABOURDETTE. J. P. AGRAWAL. 2. A. and Control. ed. E. Fifth Edition: Systems and Networks (Optics and Photonics). Cambridge: Cambridge University. Bibliografia Complementar: LEE. 5. I. Multiwavelength Optical Networks: Architectures. 2000. M. 2008. D. Wiley. BOUILLET. 2009... linha de fita.. G. Foundations for Microwave Engineering. E. Springer. 3. G.. POZAR. Understanding Microwaves.. ed. 19 SISTEMAS DE MICRO-ONDAS Código: EN3624 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Ondas Eletromagnéticas Aplicadas. Circuits and Systems.. ed. ELLINAS. S. 2002. Introdução aos Sistemas de Microondas. The RF and Microwave Handbook. GONZALEZ.. Circuitos ativos: Amplificadores. S. A. 2008. Engenharia de Microondas – Fundamentos e Aplicações. ed. Microwave Transistor Amplifiers: Analysis and Design. Path Routing in Mesh Optical Networks. Planar microwave engineering: a practical guide to theory. ELLINAS. R. 2005. AMAZONAS. Eletrônica Analógica Aplicada Ementa: Análise Básica de Redes de Microondas... K.. Stern (Author) KAMINOW. Morgan Kaufmann.. 2006. R.. 1996.. 3. N. ed. Osciladores e Misturadores de Microondas. I. 2009.. 2007. WILLNER. LI. Bibliografia Complementar: KAMINOW. E.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias RAMASWAMI. J. R. Thomas E. Ferroelectrics in Microwave Devices. A. Microstrip Filters for RF/Microwave Applications. Optical Networks: a practical perspective. John Wiley and Sons. 2008. Adaptadores (Casadores) de Impedância e Filtros. ed.. A. T. J. Design.... Manole. BALA. Projeto de Sistemas de Comunicações Ópticas.. Cambridge University Press. Academic Press. Érica. 2005. 3 Volume Set. P. P. RAMAMURTHY. Linhas de transmissão: microfita. T.. B. Microwave Engineering. R. A. Prentice-Hall. The RF and Microwave Circuit Design Cookbook. 1998. Wiley. S. LANCASTER. 321 . Wiley. HONG. 2005. Bibliografia Básica: RIBEIRO. GOLIO. GEVORGIAN. Dispositivos passivos: Divisores de Potência. ed. John Wiley & Sons. A. coplanar. 2001. SCOTT. SIVARAJAN. Acopladores Direcionais.. E. ed. 1.

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias

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PROJETO DE ALTA FREQUÊNCIA

Código: EN3625 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Sistemas de Micro-ondas; Ondas Eletromagnéticas Aplicadas; Eletrônica Analógica Aplicada Ementa: Análise dos Parâmetros de Circuitos; Modelagem de Componentes Passivos e Ativos de RF; Redes de Casamento e de Polarização; Não linearidade e Distorção; Ruído em Circuitos de Alta Freqüência; Amplificadores de Baixo Ruído; Amplificadores de Potência; Osciladores Senoidais; Misturadores e Conversores de Frequência; Circuitos de Sincronização de Fase (PLL); Estudo de caso: Transceptor Analógico e Transceptor Digital. Bibliografia Básica: VIZMULLER, Peter.; RF design guide: systems, circuits, and equations. Boston: Artech House, c1995. x, 281 MASS, Stephen A.; The RF and microwave circuit design cookbook. Boston, Mass: Artech House, 1998. xviii, 267 p. GOLIO, John Michael; RF and microwave passive and active technologies. 2 ed. Boca Raton: CRC Press, 2008. 300 p. (RF and microwave handbook). Bibliografia Complementar: RAZAVI, B.; RF Microelectronics, First Edition, Prentice Hall, 1998. LEE, T. H.; Design of CMOS Radio-Frequency Integrated Circuits, 2nd edition, Cambridge University Press, 2004. GRAY, P. R.; HURST, P. J.; LEWIS, S. H.; MEYER, R. G.; Analysis and design of analog integrated circuits, New York: Wiley, 2001. LIAO, S. Y.; Microwave Devices and Circuits. 3. ed. Prentice Hall, 1996. BOWICK, C.; BLYLER, J; AJLUNI, C.; RF Circuit Design. 2. ed. Newnes, 2007.

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APLICAÇÕES MULTIMÍDIA EM VOZ, ÁUDIO E ACÚSTICA

Código: EN3626 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução ao Processamento de Sinais de Voz, Áudio e Acústicos Ementa: Análise por Síntese de Voz; Codificadores de Voz de Faixa Larga e Multimídia; Reconhecimento de Voz e de Locutores; Análise e Síntese de Sinais Musicais; Codificação de Áudio na TV Digital; Áudio na Internet; Áudio Imersivo; Equalização Digital Acústica de Ambientes. Bibliografia Básica: BIDGOLI, H. (org.); The Handbook of Computer Networks, vol. 2, New Jersey: John Wiley &Sons, 2008. ROSSING, T. D. (ed.); Springer Handbook of Acoustics, New York: Springer Science, 2007. DELLER Jr., J. R.; PROAKIS, J. G.; HANSEN, J. H. L.; Discrete-Time Processing of Speech Signals, New York: Macmillan Publishing Company, 1997.

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Complementar: HALSALL, F.; Multimedia Communications: Applications, Networks, Protocols and Standards, Harlow: Addison Wesley, 2000. JAYANT, N. S.; NOLL, P.; Digital Coding of Waveforms: Principles and Applications to Speech and Video, Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1990. POHLMANN, K. C.; Principles of Digital Audio, 5th Ed., New York: McGrawHill, 2005. RABINER, L.; JUANG, B. H.; Fundamental of Speech Recognition. Delhi: Dorling Kindersley, 2006. MITRA, S.; Digital Signal Processing: A Computer Based Approach, New York: McGraw-Hill, 3rd ed. 2004.

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PLANEJAMENTO DE REDES DE INFORMAÇÃO

Código: EN3627 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Comunicação e Redes Ementa: Histórico de redes de comunicação; Conceitos básicos, protocolos e padrões, topologias, transmissão e comutação; Estudo de caso: projeto de uma rede de acesso sem fio, aquisição de dados, definição de serviços e previsão de demanda, dimensionamento da rede; Modelos de negócio, estudos de viabilidade, planos de negócio, planos operacionais; Projeto, dimensionamento e otimização de redes; Arquiteturas de rede, - Evolução de Tecnologias de redes e Serviços (análise dos fatores tecnológicos, econômicos, sociais, militares e políticos envolvidos); Entidades Reguladoras, entidades normativas e padrões, associações; Prática de simulação de redes. Bibliografia Básica: INTERNATIONAL TELECOMMUNICATION UNION. Telecom Network Planning for evolving Network Architectures Reference Manual. Genebra: ITU, 2008. OPPENHEIMER, P.; Top-Down Network Design, 2nd Edition. Cisco Press, 2004. ROBERTAZZI, T. G.; Planning Telecommunication Networks, 1st edition. Wiley-IEEE Press, 1998. Bibliografia Complementar: McCABE, J.; Network Analysis, Architecture, and Design, Third Edition. Morgan Kaufman Publishers, 2007. KUROSE, J. F; ROSS, K. W.; Redes de Computadores e a Internet. Addison Wesley, 3a Ed., 2007. COSTA, Eliezer Arantes da. Gestão estratégica: da empresa que temos para a empresa que queremos. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. VALERIANO, Dalton. Moderno gerenciamento de projetos. São Paulo: Prentice Hall, 2005. KIM, Young Kyun; PRASAD, Ramjee. 4G roadmap and emerging communication technologies. Boston: Artech House, c2006.

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Código: EN3628 TPI: 0-3-3 Carga Horária: 48h

PROJETO DE SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Recomendação: Princípios de Comunicação; Comunicação Digital Ementa: Sistemas de Comunicação – estrutura sistêmica com exemplos; Modulação e Demodulação Analógica; Modulação e Demodulação Digital; Amostragem – aliasing e reconstrução; Codificação de Canal; Codificação de Fonte e Criptografia; Detecção de Sinais – diagrama de olho e princípios de equalização; Sincronismo e Sistemas de PLL; Multiplexação e Demultiplexação – TDM, FDM; Projeto de um Sistema de Comunicação. Bibliografia Básica: LATHI, B. P.; Modern Digital and Analog Communication Systems, Oxford, 4a Ed., 2010. RICE, M.; Digital Communications: A Discrete-Time Approach, Prentice Hall; 1a Ed., 2008. MCCLANING, K.; VITO, T.; Radio Receiver Design, Noble, 1a Ed., 2001. Bibliografia Complementar: HAYKIN, S.; Introdução aos Sistemas de Comunicação. Bookman. 1a Ed., 2008. PROAKIS, J.; SALEHI, M.; Fundamentals of Communications Systems. Prentice Hall. 2a Ed., 2007. ZIEMER, R. E.; TRANTER, W. H.; Principles of Communications. John Wiley and Sons. 6a Ed., 2008. YOUNG, P. H.; Técnicas de Comunicação Eletrônica. Prentice Hall. 5a Ed., 2006. YANG, W. Y. et al.; MATLAB/Simulink for Digital Communication. A-Jin Publishing. 1a Ed., 2009.

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PROJETO DE SISTEMAS MULTIMÍDIA

Código: EN3629 TPI: 0-3-3 Carga Horária: 48h Recomendação: Comunicações Multimídia; Processamento de Vídeo; Introdução ao Processamento de Sinais de Voz, Áudio e Acústicos Ementa: Representação de sinais multimídia; Padrões para codificação e compressão de dados: texto, voz, áudio, imagem e vídeo; Reconhecimento e síntese de voz; Equalização Acústica Digital de Ambientes, Watermarking; Manipulação de imagens e vídeo; Gerenciamento da Qualidade de Serviço (Qos): Redes de Banda Larga, Protocolos de Rede Multimídia; Aspectos de implementação em hardware. Bibliografia Básica: HALSALL, F.; Multimedia Communications: Applications, Networks, Protocols and Standards, Addison Wesley, 2000. HWANG, J.; Multimedia Networking: From Theory to Practice, Cambridge, 2009. RAO, K.; BOJKOVIC, Z.; MILOVANOVIC, D.; Introduction to Multimedia Communications: Applications, Middleware, Networking. Wiley–Interscience, 2006. BERGER, A. S.; Embedded Systems Design: An Introduction to Processes, Tools and Techiques; CPM Books; 1a. ed., 2001. Bibliografia Complementar: VAN DER SCHAAR, M.; CHOU, P. A.; “Multimedia over IP and Wireless Networks: Compression, Networking, and Systems”, Academic Press, 2007. RICHARDSON, E. G.; "H.264 and MPEG-4 video compression: video coding for next324

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias generation multimedia". Chichester: Wiley, 2003. ASKELL, B. G.; PURI, A.; NETRAVALI, A. N.; "Digital video: an introduction to MPEG-2. New York: Chapman & Hall, 1997. RABINER, L.; JUANB, B. H.; "Fundamental of speech recognition. Delhi: Dorling Kindersley, 2006. DELLER, J. R.; HANSEN, J. H. L.; PROAKIS, J. G.; "Discrete-time processing of speech signals. New York: Institute of Electrical and Eletronics Engineers, 1997. ROSSING, T. D. (Editor);"Springer Handbook of Acoustics", Springer Science, New York, 2007. MCLOUGHLIN; “Applied Speech and Audio Processing”. Cambridge University Press, 2009.

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APLICAÇÕES DE MICROCONTROLADORES

Código: EN3630 TPI: 0-4-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Sistemas Microprocessados; Circuitos Elétricos I Ementa: Principais famílias de microcontroladores. Utilização de linguagem de alto nível (linguagem C) e linguagem de baixo nível (assembly) na computação em tempo real. Aplicações de instrumentação microprocessada. Bibliografia Básica: PREDKO, M.; Handbook of microcontrollers. New York: McGraw-Hill, 1998. BALL, Stuart R.; Embedded Microprocessor Systems: Real Word Design, ButterworthHeinemann, 3rd edition, November 2002. SHAW, A. C.; Real-time systems and software. John Wiley & Sons, 2001. Bibliografia Complementar: SINHA, P.K.; Microprocessors for engineering interfacing for real-time applications; New Yord: Halstead Press, 1987. BERGER, A. S.; Embedded Systems Design: An Introduction to Processes, Tools and Techiques; CPM Books; 1a. ed., 2001. STEWART, James W; MIAO, Kai X.; The 8051 microcontroller: hardware, software, and interfacing. 2 ed. Upper Saddle River, N.J: Prentice Hall, 1999. NICOLOSI, Deny Emilio Campion; Microcontrolador 8051 detalhado. 8 ed. São Paulo: Érica, 2007. SOUSA, Daniel Rodrigues de; Desbravando o microcontrolador PIC 18: recursos avançados. São Paulo: Érica, 2010.

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PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS

Código: BC1501 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há Ementa: Análise e projeto orientados a objetos. Linguagens orientadas a objetos. Programação orientada a objetos.

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: BOOCH G.; RUMBAUGH J.; JACOBSON I.; UML – Guia do Usuário. GILLEANES; T. A. Guedes; UML – Uma abordagem clássica. Bibliografia Complementar: ECKEL, Bruce; Thinking in Java. FOWLER, Martin; UML essencial: um breve guia para linguagem-padrão de modelo de objetos.

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ENGENHARIA DE SOFTWARE

Código: BC1508 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Algoritmos e Estruturas de Dados I Ementa: Introdução a Engenharia de Software. Modelos de processos de desenvolvimento de software. Gerência de projeto. Engenharia de sistemas e de requisitos de software. Modelos de análise e de projeto. Verificação e validação. Qualidade de software. Métricas de software. Noções de métodos formais para especificação e verificação de requisitos. Manutenção de software. Aspectos éticos relacionados ao desenvolvimento de software. Ferramentas CASE. Bibliografia Básica: GHEZZI, C.; JAZAYERI, M.; MANDRIOLI, D.; Fundamentals of Software Engineering. BERTOT, Y.; CASTÉRAN, P.; HUET, G.; PAULIN-MOHRING, C.; Interactive Theorem Proving and Program Development: Coq'Art: The Calculus of Inductive Constructions. KAMMÜLLER, F.; Interactive Theorem Proving in Software Engineering. VLIET, H.; Software Engineering: Principles and Practice. Bibliografia Complementar: MALDONADO, José Carlos; DELAMARO, Márcio Eduardo; JINO, Mario; Introdução ao Teste de Softwarekniberg, H. Scrum and XP from the Trenches.

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ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS I

Código: BC1424 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Programação Orientada a Objetos Ementa: Breve introdução à linguagem C. Noções básicas de análise de complexidade de tempo de algoritmos. Estruturas lineares: busca e ordenação. Árvores de busca. Árvores balanceadas. Processamento de strings. Bibliografia Básica: CORMEN, T. H et al.; “Algoritmos: Teoria e Prática”. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2ª edição, 2002. KNUTH, D.E.; “The Art of Computer Programming”. vols. 1 e 3, Addison-Wesley, 1973. SZWARCFITER, L. Markezon; “Estruturas de Dados e seus Algoritmos”. Livros Técnicos e 326

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Científicos, 1994. ZIVIANI, N.; “Projeto de Algoritmos com implementação em Java e C++”. São Paulo: Editora Thomson, 1ª edição, 2007. Bibliografia Complementar: RODRIGUES, P.; PEREIRA, P.; SOUSA, M.; “Programação em C++: Algoritmos e Estruturas de Dados” , FCA Editora de Informática, 2000. SEDGEWICK, R.; “Algorithms in C++” (Parts 1-4), Addison-Wesley, 3ª edição, 1998. TENENBAUM, A. M.; LANGSAM, Y.; AUGENSTEIN, M. J.; “Estruturas de Dados Usando C”. Editora Pearson Makron Books. DROZDEK, Adam; “Estrutura de dados e Algoritmos em C++”. Thomson Learning, 2002.

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ENGENHARIA DE SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO E MISSÃO CRÍTICA

Código: EN3631 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Processamento da Informação Ementa: IEEE SWEBOK. Especificação formal de sistemas. Máquinas de Estado, Recomendações ITU-T: SDL, MSC, TTCN, ASN. Validação de sistemas, Promela, SPIN. Bibliografia Básica: HOLTZMANN, G. J.; The Spin model checker: primer and reference manual. Indianapolis, Addison Wesley, 2003. ABRAN, A.; MOORE, J. W.; BOURQUE, P.; DUPUIS, R.; Guide to the Software Engineering Body of Knowledge 2004 Version. Washington, DC: IEEE Computer Society, 2005. SAMEK, M.; Practical UML Statecharts in C/C++, Second Edition: Event-Driven Programming for Embedded Systems. Newnes, 2008. Bibliografia Complementar: INTERNATIONAL TELECOMMUNICATION UNION; Specification and Description Language (SDL) Z.100. Genebra: ITU-T, 2002. INTERNATIONAL TELECOMMUNICATION UNION; Message Sequence Chart (MSC) Z.120. Genebra: ITU-T, 1999. INTERNATIONAL TELECOMMUNICATION UNION; Tree and Tabular Combined Notation (TTCN) Z.140. Genebra: ITU-T, 2001. INTERNATIONAL TELECOMMUNICATION UNION; Information technology – Abstract Syntax Notation One (ASN.1): Specification of basic notation. Genebra: ITU-T, 2002.

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8.7 – Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica
8.7.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica Diplomação: Engenheiro de Instrumentação, Automação e Robótica Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André 8.7.2 – Perfil do Curso A necessidade de eficiência de produção nas instalações industriais, tendo em vista a fabricação de produtos de qualidade com baixo custo, exige soluções que envolvem tecnologia bastante intensiva em instrumentação, automação e robótica. Esta é uma área estratégica para a competitividade do setor industrial brasileiro, e requer a formação de pessoal capaz de acompanhar os avanços científicos e tecnológicos. A oferta do curso de Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica possibilita o atendimento da necessidade do país em desenvolver mão de obra altamente especializada capaz de deter o conhecimento das tecnologias de ponta nas áreas de projeto, dimensionamento, configuração, análise de processos, manutenção dos sistemas de controle e automação e segurança, de modo a gerar a adequada independência para o desenvolvimento de equipamentos e sistemas de produção eficientes. Tal capacitação certamente gerará reflexos em toda a sociedade, por meio do fomento, coordenação e apoio ao complexo industrial brasileiro. As áreas específicas de conhecimento que dão origem ao nome desta modalidade de engenharia abrangem os aspectos básicos necessários a um controle industrial: a obtenção e o tratamento da informação, o processamento desta informação, e a tomada de decisão; e finalmente a atuação através de uma ação corretiva. Nestas três áreas, disciplinas específicas cobrem com uma visão ampla e não superficial os aspectos essenciais à formação de um profissional capaz, consoante ao praticado em cursos congêneres de outras instituições nacionais e internacionais de ensino superior.

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.7.3 – Objetivos do Curso Formar Engenheiros de Instrumentação, Automação e Robótica compreendendose como o profissional capaz de aplicar técnicas e ferramentas de engenharia visando a modelagem, medição e otimização do funcionamento de sistemas dinâmicos multivariáveis em tempo real. 8.7.3.1 – Objetivo Geral Formar engenheiros que saibam atuar tanto no setor produtivo industrial quanto nos institutos de pesquisa tecnológica resolvendo problemas de natureza da automação, onde esta solução for a mais eficiente ou do ponto de vista econômico ou da segurança (humana e/ou ambiental). Para isto, o conhecimento foi organizado abarcando modernas teorias de instrumentação, controle e robótica. Estas áreas se relacionam num sistema dinâmico sob as necessidades da automação, ou seja, da compreensão do sistema, a sua modelagem e a obtenção de informações mínimas necessárias e confiáveis em tempo real; do processamento destas informações levando-se em consideração o modelo e os objetivos perseguidos; e finalmente da aplicação da decisão desta análise através de um atuador. 8.7.3.2 – Objetivos Específicos Tendo em vista a flexibilidade curricular característica do projeto pedagógico da UFABC, ao longo do curso de Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, o aluno poderá cursar disciplinas escolhidas dentro dos três conjuntos de disciplinas oferecidas que permitirá aprimorar sua capacitação de forma a conferir habilidades e competências específicas que caracterizam um ou mais dos perfis listados a seguir: - Controle e Automação Industrial: : Este profissional, além de conhecimentos básicos desta engenharia, terá em seu currículo disciplinas de análise e teoria de controle de sistemas dinâmicos não lineares multivariáveis. - Instrumentação, Dispositivos e Integração de Sistemas Industriais: Este

profissional, além de conhecimentos básicos desta engenharia, terá em seu currículo disciplinas de sistemas eletrônicos analógicos e digitais, princípios de instrumentação, simulação matemática e computacional, formas de comunicação de dados e introdução à nanotecnologia e suas aplicações. 329

Acompanhar o desenvolvimento tecnológico de softwares e hardwares para automação industrial e apresentar propostas inovadoras que ofereçam soluções eficientes aos problemas que indústrias e empresas demandem. segundo um critério pré-estabelecido. Automação e Robótica será um profissional com formação multidisciplinar. 330 . com forte base conceitual e habilidade para aplicar e integrar técnicas e ferramentas modernas de engenharia visando a modelagem. química. econômica. sejam eles das mais variadas naturezas: mecânica.1 – Competências e Habilidades: As Competências e Habilidades que se espera do Engenheiro de Instrumentação.   Desenvolver e integrar novos sensores para obter informações seguras em tempo real.4. 8. implantação e manutenção de uma infra-estrutura física industrial automatizada bem como a avaliação de sua viabilidade técno-econômica. terá em seu currículo disciplinas relacionadas a sistemas robóticos móveis e estáticos: sua dinâmica controle e sensoreamentos específicos. dimensionando os elementos sensores.Centro de Engenharia. elétrica.4 – Perfil do Egresso O Engenheiro de Instrumentação. Participar da especificação. processadores e atuadores presentes na malha de controle. Automação e Robótica é que ele seja capaz de:   Atuar profissionalmente.  Definir qual é a estratégia mais adequada para se obter o comportamento dinâmico ótimo do sistema analisado. Será responsável pelo projeto. necessárias ao controle de sistemas. com respeito à ética e responsabilidade sócio-ambiental. implantação e modernização de sistemas de automação e controle de processos industriais. além de conhecimentos básicos desta engenharia. biológica. medição e otimização do funcionamento de sistemas dinâmicos multivariáveis.Robótica: Este profissional. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias .  Ser capaz de elaborar modelos matemáticos que representem o comportamento do sistema dinâmico real numa precisão suficiente que não comprometa as soluções a serem desenvolvidas.7.7. integrando equipes multidisciplinares. 8. social e outras.

Automação e Robótica. Disciplinas Obrigatórias Específicas da Modalidade Engenharia de Instrumentação. de caráter interdisciplinar e multidisciplinar. Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias): 46 créditos / 552 Horas aula. exigindo um grande esforço de compreensão do perfil desejado do profissional a ser formado e da cadeia de conhecimentos necessária para esta formação. Disciplinas de Opção Limitada na Modalidade Engenharia de Instrumentação. Disciplinas Livres: 30 créditos / 360 Horas aula. que constitui um diferencial para a formação dos Engenheiros da UFABC. o curso de Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica caráter profissionalizante. Automação e Robótica (profissionalizantes): 85 créditos / 1020 Horas aula. tratam-se de um conjunto de disciplinas de 331 . Disciplinas de Síntese e Integração do Conhecimento: 26 créditos / 312 Horas aula. Tabela 34.5 – Organização Curricular Na base dos cursos de Engenharia da UFABC está o Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T). Automação e Robótica. Os estudantes inicialmente ingressam nos Bacharelados Interdisciplinares da UFABC e somente à medida que avançam neste curso é que passam a cursar as disciplinas da Engenharia de Instrumentação. não segue os moldes das modalidades tradicionais. Ao concluírem o BC&T.7. Esta modalidade de engenharia.Centro de Engenharia. No que se refere às Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Instrumentação. os estudantes podem se matricular efetivamente na modalidade Engenharia de Instrumentação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. Automação e Robótica: 23 créditos / 276 Horas aula. correspondentes a 3600 horas aula. Assim. cuja composição deve obedecer:       Disciplinas Obrigatórias do BC&T: 90 créditos / 1080 Horas aula. Automação e Robótica exige o cumprimento 300 créditos.

Centro de Engenharia. Instrumentação. e Robótica. Dispositivos Eletrônicos Circuitos Elétricos e Fotônica Introdução aos Processos de Fabricação Transformadas em Sinais e BC1509 Sistemas Lineares Processamento Digital de EN2610 Sinais EN2617 EN2605 Sistemas Microprocessados Eletrônica Digital Total Tendo em vista a flexibilidade curricular característica do projeto pedagógico da UFABC. que permitirá aprimorar sua capacitação de forma a conferir habilidades e competências específicas que caracterizam um ou mais dos perfis: Controle e Automação Industrial. ao longo do curso de Engenharia de Instrumentação. Dispositivos e Integração de Sistemas Industriais. Tabela 35. o aluno poderá cursar Disciplinas de Opção Limitada ou Livres escolhidas dentro dos três conjuntos de disciplinas oferecidas. 332 . Automação e Robótica. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 34: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 EN2719 EN2703 EN2704 EN2705 EN2706 EN2708 EN2720 EN2710 EN2711 EN2712 EN2721 EN2714 EN2715 EN2716 EN2717 Nome Dispositivos Eletrônicos Circuitos Elétricos I Sistemas de Controle I Circuitos Elétricos II Analise de Sistemas Dinâmicos Lineares Fotônica Eletrônica Analógica Aplicada Sistemas de Controle II Máquinas Elétricas Sensores e Transdutores Automação de Sistemas Industriais Acionamentos Elétricos Fundamentos de Robótica Sistemas CAD/CAM T 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 1 3 3 3 3 4 4 2 4 P 2 2 2 2 0 1 2 2 2 1 3 2 1 1 1 0 0 2 2 I 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Créditos 5 5 5 5 3 4 5 5 5 4 4 5 4 4 4 4 4 4 6 85 Recomendações Circuitos Elétricos e Fotônica Circuitos Elétricos e Fotônica Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Circuitos Elétricos I Instrumentação e Controle Circuitos Elétricos e Fotônica Dispositivos Eletrônicos Sistemas de Controle I Circuitos Elétricos I Dispositivos Eletrônicos Sistemas de Controle II Máquinas Elétricas Sistemas de Controle I Fundamentos de Desenho e Projeto Sistemas CAD/CAM Funções de Várias Variáveis Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Eletrônica Digital.

Dispositivos e Integração de Sistemas Industriais 18 07 19 20 21 22 11 23 24 25 26 27 28 29 30 12 Robótica 08 01 02 03 05 31 333 . Eletrônica Analógica Aplicada Fundamentos de Robótica Fundamentos de Robótica Fundamentos de Robótica Máquinas Elétricas Mecânica dos Fluidos I Sistemas de Controle II Sistemas de Controle II Sistemas de Controle II Processamento Digital de Sinais Fundamentos de Robótica Controle e Automação Industrial 05 06 07 08 09 10 11 12 08 13 14 15 16 17 Instrumentação.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 35: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Instrumentação. Processamento da Informação Circuitos Elétricos e Fotônica Instalações Elétricas I Processamento Digital de Sinais Sistemas Microprocessados. Automação e Robótica Áreas Item 01 02 03 04 Código EN3708 EN3709 EN3710 EN3711 EN3727 EN3721 EN3722 EN3707 EN3726 EN3618 EN2531 EN3706 EN3707 EN3712 EN3713 EN3714 EN3715 EN3728 EN3717 EN3722 EN3723 EN3724 EN2403 EN2405 EN2531 EN2622 EN2614 EN3406 EN3621 EN3630 EN3702 EN3704 EN3705 EN3706 EN3707 EN3708 EN3709 EN3710 EN3727 EN3725 Nome Sistemas de Controle III Controle Robusto Multivariável Controle Não-Linear Controle Discreto Processadores Digitais em Controle e Automação Teoria de Controle Ótimo Confiabilidade de Componentes e Sistemas Circuitos Hidráulicos e Pneumáticos Redes de Barramento de Campo Informática Industrial Pesquisa Operacional Servo-Sistema para Robôs e Acionamento para Sistemas Mecatrônicos Circuitos Hidráulicos e Pneumáticos Eletrônica de Potência I Eletrônica de Potência II Instrumentação e Metrologia Óptica Projeto de Microdispositivos para Instrumentação Supervisão e Monitoramento de Processos Energéticos Optoeletrônica Confiabilidade de Componentes e Sistemas Lógica Programável Engenharia Óptica e Imagens Instalações Elétricas I Fundamentos de Máquinas Elétricas Pesquisa Operacional Programação de Software Embarcado Comunicações Ópticas Instalações Elétricas II Projeto de Filtros Digitais Aplicações de Microcontroladores Visão Computacional Robôs Moveis Autônomos Controle Avançado de Robôs Servo-Sistema para Robôs e Acionamento para Sistemas Mecatrônicos Circuitos Hidráulicos e Pneumáticos Sistemas de Controle III Controle Robusto Multivariável Controle Não-Linear Processadores Digitais em Controle e Automação Inteligência Artificial em Robótica T P I 3 3 3 3 3 3 3 3 2 0 4 3 3 3 3 3 3 1 3 3 3 3 2 2 4 3 3 2 2 0 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 2 1 1 1 1 0 0 1 1 4 2 1 1 2 2 1 1 3 1 0 1 1 2 2 2 1 1 2 2 4 1 1 0 1 1 2 1 1 1 1 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 9 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 9 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Créditos 5 4 4 4 4 3 3 4 3 4 6 4 4 5 5 4 4 4 4 3 4 4 4 4 6 4 4 4 4 4 4 4 3 4 4 5 4 4 4 4 Recomendação Sistemas de Controle II Sistemas de Controle II Sistemas de Controle II Sistemas de Controle II Processamento Digital de Sinais Instrumentação e Controle Introdução à Probabilidade e à Estatística Mecânica dos Fluidos I Eletrônica Digital Eletrônica Digital Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Máquinas Elétricas Mecânica dos Fluidos I Circuitos Elétricos I Eletrônica de Potência I Circuitos Elétricos e Fotônica Sensores e transdutores Automação de Sistemas Industriais Circuitos Elétricos e Fotônica Introdução à Probabilidade e à Estatística Eletrônica Digital Circuitos Elétricos e Fotônica Circuitos Elétricos I Circuitos Elétricos I Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Geometria Analítica. Álgebra Linear.

é apresentado o quadro de disciplinas de forma interdependente para o auxílio da programação do curso pelo aluno conforme sua escolha. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. Tabela 36.6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação A seguir. como também um possível exemplo de matriz de disciplinas.7.Centro de Engenharia. 334 .

Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC1713 Engenharia Econômica EN2605 Eletrônica Digital EN2617 Sistemas Microprocessados EN2715 Fundamentos de Robótica BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens.Centro de Engenharia. Automação e Robótica Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC0002 Projeto Dirigido Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 2º Quadrimestre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre BC1419 Cálculo Numérico BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1104 Mecânica dos Sólidos I EN2719 Dispositivos Eletrônicos EN2720 Eletrônica Analógica Aplicada EN2712 Sensores e Transdutores EN2714 Acionamentos Elétricos 7º Quadrimestre 3 º A N O 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 4 º A N O 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre 13º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 5 º A N O 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1701 Estágio Curricular I em Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica EN1702 Estágio Curricular II em Engenharia de Instrumentação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 36: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica EN1705 Trabalho de Graduação III em Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica EN1704 Trabalho de Graduação II em Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 335 . Conversão e Uso BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1507 Instrumentação e Controle BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia EN2706 Análise de Sistemas Dinâmicos Lineares EN2704 Sistemas de Controle I EN2710 Sistemas de Controle II EN2708 Fotônica BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC1710 Introdução às Engenharias BC1509 Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN2705 Circuitos Elétricos II EN2610 Processamento Digital de Sinais EN2711 Máquinas Elétricas EN2721 Automação de Sistemas Industriais BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1425 Álgebra Linear Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2703 Circuitos Elétricos I EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II EN2716 Sistemas CAD/CAM EN2717 Introdução aos Processos de Fabricação EN1703 Trabalho de Graduação I em Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência.

Automação e Robótica EN1705 – Trabalho de Graduação III em Engenharia de Instrumentação.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 37: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2701 – Fundamentos de Eletrônica EN2709 – Eletrônica Aplicada EN2512 – Sistemas de Fabricação EN2713 – Automação de Sistemas Industriais EN3720 – Projeto de Sistemas Digitais com VHDL e Implementação em FPGAs EN2618 – Projeto de Filtros Digitais EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III EN2523 – Pesquisa Operacional EN3718 – Processadores Digitais em Controle e Automação EN3716 – Supervisão e Monitoramento de Processos Energéticos Disciplina do Catálogo 2013 EN2719 – Dispositivos Eletrônicos EN2720 – Eletrônica Analógica Aplicada EN2717 – Introdução aos Processos de Fabricação EN2721 – Automação de Sistemas Industriais EN3723 – Lógica Programável EN3621 – Projeto de Filtros Digitais EN1701 – Estágio Curricular I em Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica (Resolução ConsEPE 103) EN1703 – Trabalho de Graduação I em Engenharia de Instrumentação.7. características dinâmicas.Centro de Engenharia. Automação e Robótica (Resolução ConsEPE 103) EN1702 – Estágio Curricular II em Engenharia de Instrumentação.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Instrumentação. etc.8. lógica binária. Automação e Robótica EN2531 – Pesquisa Operacional EN3727 – Processadores Digitais em Controle e Automação EN3728 – Supervisão e Monitoramento de Processos Energéticos EN2607 – Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares BC1509 – Trasformadas em Sinais e Sistemas Lineares 8. Automação e Robótica EN1704 – Trabalho de Graduação II em Engenharia de Instrumentação. relação estática tensão-corrente.8 – Ementas 8. influência térmica. deslocamento de nível.7. limitação de nível. aplicações em retificação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. Transistores: Princípios em que se baseiam o transistor bipolar de junção e o transistor MOS. aplicações em amplificação de tensão e de 336 . Automação e Robótica 01 DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS Código: EN2719 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Diodos semicondutores: Fundamentos.7.

Francisco Gabriel. comparação de tensão e de corrente.. 3ª edição. 2007. “Circuitos Elétricos”. A. Análise de Circuitos para Engenharia. M.. RIEDEL. J. – 2004). Associação de Bipólos e Leis de Kirchoff. W. São Paulo: Érica. Mc Graw Hill. 2008. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria.E. 22 ed.. J. NASHELSKY. Regime Permanente Senoidal. O. 1 e 2. J. "Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos". Rio de Janeiro. Mc Graw Hill. Makron Books. N. NILSSON.. Ed.. J. S.. “Curso de Circuitos Elétricos”. 2006.. 5a Ed. Aplicações destes dispositivos no processamento de sinais baseadas em simetria e semelhança de dispositivos. 8a Ed. P. 2005. Elsevier Editora Ltda. HILL. Bookman. 8th Ed. 2003. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. "Microeletrônica: circuitos e dispositivos". L. MARINO. SMITH. Circuitos Elétricos. Circuitos Eletrônicos. S. L. 2008. Porto Alegre: Bookman. Bipólos Elementares.H. Ed. 6 ed. Prentice-Hall... HORENSTEIN. Ed. “The art of electronics”. S. Maria Aparecida Mendes. Bibliografia Complementar: HOROWITZ. Potência e Energia em Regime Permanente Senoidal. Edição. fundamentos e Aplicações. D. IRWIN... Redes de Segunda Ordem. "Microeletrônica". M. P. TOOLEY. Bibliografia Básica: ORSINI. D.Editora LTC. DURBIN. 1 ( 2a Ed.... LTC.. Blücher. 9ª Ed.. deslocamento de nível. SADIKU. . K. C.Centro de Engenharia. Pearson.W. NILSSON. Vol. MALVINO. ALEXANDER. L.. CONSONNI.. R. Mike.. KEMMERLY. N. ressaltando pares diferenciais e espelhos de corrente. vol. J. EDMINISTER. 7a Ed. 2 (2ª Ed. D.M. CAPUANO. Laboratório de eletricidade e eletrônica. São Paulo. 02 CIRCUITOS ELÉTRICOS I Código: EN2703 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Conceitos Básicos. Métodos de Análise de Circuitos. Ed.W. Ed. 03 Código: EN2704 SISTEMAS DE CONTROLE I 337 . 2007.. W.. J. PERTENCE JÚNIOR. 2008. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias corrente. Bibliografia Complementar: NAHVI. D.. Circuitos Elétricos II.Q. M. J. Redes de Primeira Ordem. – 2002 ) e Vol. S. Análise Básica de Circuitos para Engenharia. Schaum. 2a Ed. 2006.. BATES.. A. Prentice-Hall.. Cambridge. 2a. Prentice-Hall. aplicações e laboratório.. Bibliografia Básica: BOYLESTAD. 2004. SEDRA. projetos. RIEDEL. McGraw-Hill. K. Antonio. 1996. Análise de Circuitos em Engenharia. 2010.. A.A. C.. 1989. HAYT Jr . 2007.. "Eletrônica". IRWIN.

. F. R. Circuitos Elétricos II. IRWIN. Bookman.. A. A. M. Pearson. M.A. 4a Ed. K.. 2012. 2005. Rio de Janeiro. D.E. Ed. 1980. 1985. análise no lugar das raízes: gráfico do lugar das raízes. 2007. J. GRAEBE. Linear Systems. S. NILSSON. – 2004). Vol. DORF. T.Centro de Engenharia. 04 CIRCUITOS ELÉTRICOS II Código: EN2705 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos I Ementa: Redes Polifásicas.. 2010. B.Q. 5th Ed. T. LTC. DURBIN. 9ª Ed.. 6 Ed.. O. Aplicações da Transformada de Laplace. D.. NORMAN S. S. 2008. S. D. Análise de Redes RLC. SALGADO. K. São Paulo. 2003. Ed. SADIKU. C. compensação por avanço e atraso de fase.H. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. RIEDEL. Bibliografia Básica: ORSINI.. Bibliografia Básica: OGATA. efeitos das ações de controle integral e derivativo. – 2002 ) e Vol. projeto de sistemas de controle pelo método do lugar das raízes: compensação por avanço de fase. Makron Books. GOODWIN. 8th Ed.. “Curso de Circuitos Elétricos”... L... 3ª edição.. Oxford University Press. J.W. CONSONNI. Análise de Circuitos em Engenharia. 2005.. Prentice Hall. "Modern control systems".. N. G. 338 . Bibliografia Complementar: NAHVI. H. ”Sistemas de Controle Automatico”.. 3rd Ed..Editora LTC. J. Blücher. "Engenharia de controle moderno". J. Mc Graw Hill. BISHOP. . Schaum. Prentice Hall do Brasil.. 2008. 1 ( 2a Ed. Edição. J. Prentice Hall.. compensação por atraso de fase. “Circuitos Elétricos”. LTC. 2008. POWELL. 1998.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Ementa: Análise de resposta transitória e de regime estacionário: sistemas de primeira e de segunda ordens. C. critério de estabilidade de Routh... R. NISE. 11th Ed. EMAMI-NAEINI. "Linear system theory and design".. Análise de Circuitos para Engenharia. Circuitos Elétricos. G. W. C. IRWIN... S. EDMINISTER. KEMMERLY. E.... 2 (2ª Ed. ALEXANDER C. erros estacionários em sistemas de controle com realimentação unitária. Análise Básica de Circuitos para Engenharia. Ed. Indutâncias Mútuas e Transformadores. 2003. "Feedback control of dynamic systems".. FRANKLIN. “Control System Design”. Pearson/Prentice Hall. KUO.. D.M. M. regras gerais para a construção do lugar das raízes. Aplicações da Transformada de Fourier. lugar das raízes para sistemas com retardo de transporte. HAYT Jr . 2a. Propriedades e Teoremas de Redes Lineares. NILSSON. RIEDEL. Prentice Hall. Pearson. Ed. J.. Ed. J. KAILATH. Bibliografia Complementar: CHEN. "Engenharia de Sistemas de Controle".. Mc Graw Hill..W.

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“Sensor technology handbook”. 11 AUTOMAÇÃO DE SISTEMAS INDUSTRIAIS Código: EN2721 TPI: 1-3-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Sistemas de Controle II Ementa: Os desafios da automação industrial moderna. PTC e NTC). R. "The measurement. Rio de Janeiro. LTC.. G. D. Érica. FRADEN. NASHELSKY. SINCLAIR. J. piezoresistivo. Volume 2. 2004. Modelagem e simulação de Processos Industriais integrados mediante PLC. 1999. simulação e otimização de sistemas de escalonamento da produção. deslocamento mecânicos (piezoelétrico. J. BRUSAMARELLO. THOMAZINI. pressão. J. Rio de Janeiro. "Instrumentação e fundamentos de medidas". 2010. A.B. 2007. Elementos básicos e funções avançadas de automação. modelos e métricas da produção. SpringerVerlag. Springer. V. designs. Modelagem.. Newnes. Sensores Óticos (LDR.Centro de Engenharia. WILSON. encoders). Newnes. Condicionamento de sinal de sensores (revisão AmpOp básicos.. BRUSAMARELLO. "Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos". 2004. Prentice-Hall. Projeto de sistemas motrizes eficientes em processos industriais.. Amp de instrumentação. Programação e integração de Sistemas Industriais (norma IEC 61131). "Handbook of modern sensor physics. instrumentation and sensors handbook". Níveis de automação. Sensores magnéticos (HALL e Magnetoresistor). O problema de escalonamento em sistemas de manufatura. indutivo. “Sensores Industriais”. Oxford. ALBUQUERQUE.. Volume 1... J. BALBINOT. "Instrumentação e fundamentos de medidas".. V.. 2005.. Classificação de sistemas industriais em função à capacidade de produção. Montagens potenciométricas para linearização e compensação de efeitos parasitários) Sensores de temperatura (termopar. Planejamento e controle da produção. L.. 2001. RTD. 2004. 2a ed. P.. I. LTC. fotodiodo e fototransistor).U. potenciométrico. S.. Controle de processos por computador e Controladores Lógicos programáveis. A. L. 342 . Avaliação de eficiência energética em projetos de automação industrial (norma ISO 50001). 8a Ed. Sensores de força. Bibliografia Complementar: WEBSTER. ed. tensão. Operações. "Sensors and transducers". capacitivo.. nível. J. BOYLESTAD. Bibliografia Básica: BALBINOT. and applications". Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 10 SENSORES E TRANSDUTORES Código: EN2712 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Dispositivos Eletrônicos Ementa: Características de sensoriamento e sistemas de medição.

2000. 12 ACIONAMENTOS ELÉTRICOS Código: EN2714 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Máquinas Elétricas Ementa: Introdução aos sistemas de acionamentos elétricos. Pearson/Prentice Hall. “Modern Power Electronics and AC Drives”. Bibliografia Complementar: CAPELLI.-C. Bibliografia Básica: BIM. Bibliografia Complementar: BOLDEA.. 343 . 2002. 2008.... H.. 3.. 2009.. Luis Antonio. MOSFET e IGBT. Inc. 1996. Elsevier. operação e controle de máquinas de corrente alternada com tensão e freqüência variáveis para acionamentos elétricos. MOUKRIM. Automação industrial: controle do movimento e processos contínuos. BILLAUT. ponto de operação e estabilidade. São Paulo: Érica.M. Flexibility and Robustness in Scheduling..ed. New York. BOSE. WASYNCZUK. Springer-Verlag. AND SANLAVILLE. Ferdinando. Ion. Paul C. Controle programável: fundamentos do controle de sistemas a eventos discretos.. “Máquinas Elétricas e Acionamento”. Prentice Hall.. Boston: McGraw-Hill. MIYAGI. ISTE Ltd and John Wiley & Sons. Alexandre. Automação industrial e sistemas de manufatura. D.. ONG. Syed A. NASAR.Centro de Engenharia. “Analysis of Electric Machinery and Drive Systems”. São Paulo: Érica. K. "Acionamentos elétricos".. WEGLARZ. S. CRC Press (Electric Power Engineering Series). Automação industrial.. Chee-Mun. "Power electronic control of AC Motors".. A. Mikell P. perdas no acionamento elétrico. conversores de freqüência alimentados por tensão. BLAZEWICZ.. “Dynamic Simulations of Electric Machinery Using MATLAB/SIMULINK”.. J. transistor bipolar de potência. G. 2008. Editora Campus.. Edson. K. E. simulação de acionamentos de potência: diodo. MURPHY. 4a Ed. John A. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: GROOVER. elementos de um sistema de acionamento elétrico. KRAUSE.. Érica. Enciclopédia de automática. 2001. Oleg. Paulo Eigi. R. J. GTO.. CROWDER. 2nd Ed. “Electric Drives”. 2008. “Electric Drives and Electromechanical Systems”. J. ECKER. 1999. E. F. 1990. OGATA.. C. 2007. Scott D. Pergamon. PESCH. operação motora e frenante de um sistema de acionamento. B.. 2011. controle e automação. 2 ed. Wiley – IEEE Press.. K. NATALE. Pearson Prentice Hall. AGUIRRE. J. Introduction to manufacturing processes. Prentice Hall. 1998.. tiristor.ed. 3a Ed. “Scheduling Computer and Manufacturing Processes”. algoritmos de geração de sinais PWM. SCHMIDT. 9. 2007. 2006. M. SUDHOFF. São Paulo.l. FRANCHI.. G.. TUMBULL.: Edgard Blücher. São Paulo: Edgar Blücher. SCHEY. 2001. ISBN: 0-13-723785-5. 3 Ed. "Engenharia de controle moderno". 2003.

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336 p. LIPPMAN. Processamento da Informação Ementa: Elementos básicos da linguagem C. SEN. BOLDEA.. Luis Joyanes. 23 PROGRAMAÇÃO DE SOFTWARE EMBARCADO Código: EN2622 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Geometria Analítica. Álgebra Linear. 10 ed. The C++ programming language. Linguagem C. Second Edition: Event-Driven Programming for Embedded Systems. São Paulo: McGraw-Hill. MOO. São Paulo: Thomson Learning.. Bibliografia Básica: SCHILDT. Josée. 2004. máquinas de estado e UML.completo e total. 1997. 2000. 2000. Bibliografia Complementar: FALCONE. McGraw-Hill. Tools and Techiques. NASAR. 2002. New Jersey: Addison Wesley. Porto Alegre: Bookman. V. CHAPMAN. (The C++ in-depth series). Andrew. SAMEK. Schaum's outlines programming with C++.Centro de Engenharia. BIM. 2000. Barbara E. ey. S. AGUILAR. MOO. 1997. 2. A. Boston: Addison Wesley. Eletromecânica Vol. 2000. 2a edição. ed.. 3. ZIVIANI. S. Fundamentos de Máquinas Elétricas. New Jersey: Pearson Education. Barbara E. Craig. Electric Machines and Electromechanics. I. 2008. c2005. 2007.. LARMAN. 4 ed. Accelerated C++: practical programming by example. HUBBARD. Editora LTC. 2001. Embedded Systems Design: An Introduction to Processes. 362 . A. exemplo de documentação de sistema. STEELE Jr. Rio de Janeiro: Editora Ciência moderna Ltda. 1. Projeto de algoritmos: com implementações em java e c++. Principles of Electric Machines and Power Electronics. 2007. programação orientada a eventos e sistemas concorrentes. Electric machines dynamics. KOENIG. CPM Books. Miro. compilação e debug. 2a edição... C. Bibliografia Complementar: DAMAS. NASAR. G.. HARBISON III. 1994. São Paulo: Pearson Makron Books. ambiente de desenvolvimento integrado (IDE). Practical UML Statecharts in C/C++..ed. S. P. C: manual de referência. Luis. 2009. Stanley B.Editora Edgard Blucher. Nivio. Editora John Wiley & Sons. 1a. Máquinas Elétricas e Acionamento. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientados a objetos e ao desenvolvimento iterativo. 1996. 531 p. Newnes. New York: McGraw-Hill.. C++ primer. C.. Samuel P.. 3 ed. 2008. BERGER. E.. Bjarne. Macmillan Publishing Co. LAJOIE. S. Editora Campus. John R. A. Guy L.ed. Rio de Janeiro: LTC. programação orientada a objeto e C++. Programação em C++: algoritmos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias DEL TORO. STROUSTRUP. estruturas de dados e objetos.. Herbert. Electric Machinery Fundamentals. Schaum´s Outlines. McGraw Hill. 2007.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 24 COMUNICAÇÕES ÓPTICAS Código: EN2614 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Fundamentos: óptica geométrica. "Instalações elétricas industriais". harmônicos e conceitos de Qualidade de Energia Elétrica. características e tipos. LI. LTC Editora. Cálculo de curto-circuito.. G. Fundamentals of Photonics. Principles of Optics.. 7. COTRIM. G. Dispositivos Ópticos: Fontes ópticas coerentes e incoerentes. E. "Instalações elétricas". Detecção Direta e Técnicas Coerentes. “Instalações Elétricas”. 2004. Desenvolvimento de projeto elétrico industrial.. Lightwave Technology. B. P. BORN. Bibliografia Complementar: AGRAWAL. HECHT. 2002. 2007. H. Subestação de consumidor. 2009. P. 2a Ed. E. M.. Acopladores. J... and Cryptography. Optics. Seleção de equipamentos para manobra e proteção de motores elétricos. 5a Ed. Addison Wesley. 3a Ed. Grupos motor-gerador. Recepção e Transmissão em Sistemas Ópticos: Modulação de Intensidade. M.. Nonlinear Fiber Optics. 1999. KAMINOW.a Ed.. 2001. 15. Optical Fiber Telecommunications IV: Components. 2005.. 3a Ed. 2007. G. LTC. Pearson. Proteção e coordenação da proteção em instalações elétricas industriais. Proteção contra descargas atmosféricas e surtos de tensão.. LTC Editora. Wiley. WOLF.. Academic Press. Bibliografia Complementar: NISKIER. DESURVIRE. J.. MAMEDE FILHO. I.. E.. 363 . “Instalações Elétricas”. Survival Guide in Global Telecommunications: Broadband Access. Equipamentos elétricos industriais e suas características. 25 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS II Código: EN3406 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Instalações Elétricas I Ementa: Considerações gerais. A..a Ed. TEICH. 4a Ed. 2002. Cambridge University Press. Bibliografia Básica: MAMEDE FILHO. P. difração e polarização.ª Ed. AGRAWAL. 5. B.a Ed. John Wiley and Sons. P. Fibras Ópticas: propagação.. Compensação de reativos. Amplificadores.C. 3... E. 7a Ed..a Ed. 2008. Caracterização e medidas em fibras e fontes ópticas.. A. Academic Press. “Manual de Equipamentos Elétricos”. Bibliografia Básica: SALEH.. 2002. 5.. T.Centro de Engenharia. LTC Editora. Fiber–Optic Communication Systems.. Wiley.. Moduladores e Filtros Ópticos. M. Análise do Espectro Óptico.. 2005. Wiley. 2007. interferência. AGRAWAL. Fotodetectores.. A. J. Optical Components and Networks. CREDER..

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367 . J. neurônio de McCulloch e Pitts.. S. 2003. J. regras de inferência. 3ª edição. 2005. ASADA. John Wiley. back-propagation e a rede MLP. HUTCHINSON. Robot Analysis and Control. G.. P. SPONG. modelos comportamentais. W. VIDYASAGAR. M. modelagem baseada em equações de estados vs. regras de fuzzyficação. SICILIANO. 1986. regra Werbos/Rumelhart. 1998.Centro de Engenharia. J.. NORVIG. J. Addison Wesley. H. funções de pertinência. Prentice Hall. Addison Wesley Longman.. regra de Hebb. 2000. Springer. Perceptron de Rosemblatt.. Bibliografia Básica: RUSSEL.. aplicação de redes neurais para funções de muitas variáveis. automação e robótica. lógica fuzzy. 2nd... regras de deffuzyficação. B. Bibliografia Complementar: CRAIG.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Academic Press. aplicação da lógica fuzzy para o controle de sistemas simples. algoritmos genéticos.. 1999. Robot Modeling and Control. métodos probabilisticos e sistemas evolutivos.. M. 31 INTELIGENCIA ARTIFICIAL EM ROBÓTICA Código: EN3725 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fundamentos de Robótica Ementa: Apresentação inicial das redes neurais. S. London. 2004. L. IE Wiley. LUGER. “Artificial Intelligence: Structures And Strategies For Complex Problem Solving”. Modellin and control of robot manipulators. SCIAVICCO. ed.. aplicação de sistemas evolutivos em problema de Instrumentação. Introduction to Robotics. particulas de enxame. SLOTINE. Artificial Intelligence: A Modern Approach.

processo de fabricação. Aços e Ligas Especiais ferrosas e não ferrosas. Com a necessidade de se aumentar a competitividade das nossas empresas e consequentemente de seus produtos. E como uma justificativa final. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. Dentre as classes de materiais que esta modalidade de engenharia lida. sendo melhorando a qualidade do material ou diminuindo custos. também pode realizar atividades de consultoria.Centro de Engenharia.8. Vidros. Fibras Ópticas. além de emitir laudos e pareceres. estudos de viabilidade econômica e fiscalização. Materiais de Construção. Ligas Refratárias. Biomateriais. Materiais Recicláveis. caracterização. novos usos industriais para materiais existentes e também implementa materiais e processos de fabricação eficazes. Cerâmicas Refratarias.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia de Materiais Diplomação: Engenheiro de Materiais Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André 8. Supercondutores. Devido à sua sólida formação científica. Semicondutores.8 – Engenharia de Materiais 8. Compósitos. econômicos. inspeção e controle da qualidade. o polo industrial do Grande ABC necessita de profissionais com o perfil do engenheiro de Materiais. dada a carência desse profissional nesta região. Materiais Nucleares. seleção e avaliação de desempenho dos materiais e atua na pesquisa. menos poluentes e recicláveis. desenvolve e projeta novos materiais. a Engenharia de Materiais exerce um papel extremamente importante na realização deste objetivo. Plásticos de Engenharia. 368 . podemos citar: Cerâmicas Eletrônicas.2 – Perfil do Curso O Engenheiro de Materiais é um profissional altamente qualificado e de formação generalista que trabalha com diversas técnicas de processamento. supervisão e fiscalização de produção.8. Além de trabalhar no gerenciamento dentro de uma fábrica em áreas como controle de qualidade. Borrachas. Metais Estruturais. produção.

2 – Objetivos Específicos Como objetivos específicos do curso de Engenharia de Materiais da UFABC.8.4 – Perfil do Egresso O Perfil Profissional do Engenheiro de Materiais deve ser o de um engenheiro com uma visão sistêmica e ser capaz de produzir. correlacionar as propriedades dos materiais com a estrutura e os métodos de processamento e selecionar para as variadas aplicações. mas também uma atuação em ambientes multi e interdisciplinares. Ser capaz de desenvolver e projetar novos materiais. magnéticas. atendendo-se a 369 . Esta formação ampla permite ao profissional egresso não somente a atuação específica definida pela área escolhida. Correlacionar as propriedades do material com sua estrutura e processamento. O curso de Engenharia de Materiais da UFABC permite ao aluno uma formação ampla nas três áreas clássicas da engenharia de materiais: materiais poliméricos. 8.1 – Objetivo Geral Como objetivo geral do curso de Engenharia de Materiais da UFABC. desenvolver. o egresso deve adquirir formação e conhecimento sobre as diversas classes de materiais e ser capaz de caracterizar. Além disso. elétricas. 8. caracterizar e selecionar materiais visando a aplicação pela sociedade.3. Conhecer a função de um material em um dispositivo.8. ou novas aplicações para os materiais existentes.3 – Objetivos do Curso 8. ópticas e térmicas).Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.8.3. Este engenheiro deve ter uma formação multi e interdisciplinar que proporcione a comunicação com diversas áreas do conhecimento. temos que o egresso deve:     Saber caracterizar a avaliar o desempenho dos materiais quanto as suas principais propriedades (mecânicas.8. materiais cerâmicos e materiais metálicos. otimizando estas propriedades para uma determinada aplicação. uma demanda que aumenta a cada dia no ambiente de trabalho deste profissional da engenharia. encontrando soluções criativas para sua utilização.

tanto nas etapas de produção como de utilização e possuir consciência dos contextos sociais e globais e das responsabilidades (éticas) da profissão. a qual requer do engenheiro de materiais um conhecimento técnico e cientifico de materiais poliméricos. Complementando os objetivos do curso de Engenharia de Materiais. incluindo áreas relacionadas com materiais no campo de Engenharia Nuclear. os egressos devem ainda possuir consciência dos impactos sociais e ambientais: ciclo de vida dos materiais. estrutural ou de revestimento. Mecânica. são oferecidas conjuntos de disciplinas agrupadas em função da possibilidade de área de atuação:  Polímeros: O conjunto de Disciplinas de Opção Limitada da classe de materiais poliméricos permite ao aluno obter conhecimento para atuar em um campo abrangente envolvendo ciência e engenharia de polímeros. Indústrias de Transformação. podendo atuar na pesquisa e no desenvolvimento de novos materiais e processos. cerâmicos e metais em aplicações diferentes das classes tradicionais. Engenharia Biomédica. Este profissional atua no desenvolvimento de polímeros para diferentes segmentos industriais e de pesquisa.Centro de Engenharia. são competências deste profissional. seja a de refratários. Eletro-Eletrônica. bem com a avaliação do impacto econômico e ambiental destes materiais. como a das indústrias de alta tecnologia que 370 . entre outras. A atuação profissional do engenheiro de materiais é ampla. Para isso. O estudo de aspectos científicos e tecnológicos. balanço energético dos materiais. caracterização.  Cerâmica: O conjunto de Disciplinas de Opção Limitada da classe de materiais cerâmicos possibilita ao aluno adquirir conhecimento e subsídios para ser capaz de fazer a ponte entre as recentes descobertas científicas da área com as necessidades atuais da indústria cerâmica tradicional. o curso de Engenharia de Materiais permite uma especialização do aluno em uma área de interesse. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias necessidade de suprir determinados nichos mercadológicos e científicos. criou-se a área de materiais avançados. processamento e aplicação de materiais poliméricos. tanto na indústria como em centros de pesquisa e em universidades. Aeronáutica. Adicionalmente. desde síntese. Petroquímica.

Energia e Ambiente e Materiais Para a Tecnologia da Informação. 8. semicondutores. Nanociência e Nanotecnologia. 371 . por exemplo. dentre outras. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias englobam as aplicações em eletro-eletrônica. materiais funcionais. Este profissional deve atuar de forma a atender a crescente demanda por materiais com propriedades específicas e que atenda às necessidades de outras áreas da engenharia. Além disso. Esta característica diferenciada visa credenciar o engenheiro de materiais a trabalhar em áreas de fronteira do conhecimento metalúrgico. apresentadas na Tabela 2: 90 créditos / 1080 horas aula. a formação do engenheiro da UFABC exige um número mínimo de 300 (trezentos) créditos.8.Centro de Engenharia. o que o diferencia dos tradicionais engenheiros mecânicos e metalúrgicos.5 – Organização Curricular Para a formação básica de um Engenheiro de Materiais. um conjunto de disciplinas profissionalizantes deve ser cursado pelo aluno de forma que atenda as necessidades atuais de um curso de engenheiro de materiais de acordo com o CNE/CES e CONFEA. Deverá atuar em áreas de fronteira do conhecimento na área de ciência e engenharia de materiais como Biomateriais.  Metais: O conjunto de Disciplinas de Opção Limitada da classe de materiais metálicos permite ao aluno integrar conhecimentos abrangentes e sólidos sobre as diversas classes de materiais com os conhecimentos específicos da área de metalurgia.  Materiais Avançados: O conjunto de Disciplinas de Opção Limitada da classe de materiais avançados permite ao aluno adquirir conhecimento para atuar em áreas complexas e de caráter inter e multidisciplinares. Desta forma. de energia. tais como desenvolvimento de metais e ligas para a indústria aeroespacial. sensores e geração/conversão de energia. distribuídos na forma descrita neste documento. por exemplo. áreas mais tradicionais da indústria como. a automotiva tem aumentado acentuadamente a demanda por engenheiros de materiais em seus quadros funcionais devido à capacidade deste profissional de criar e programar soluções inovadoras. incluindo as disciplinas relacionadas ao Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T): .Disciplinas Obrigatórias do BC&T.

Propriedades Elétricas Magnéticas e Ópticas Tópicos Experimentais em Materiais I 0 Tópicos Computacionais em Materiais 2 Ciência dos Materiais Materiais Metálicos Materiais Poliméricos Materiais Cerâmicos Materiais Compósitos Termodinâmica Estatística de Materiais Propriedades Mecânicas e Térmicas Propriedades Elétricas. Materiais Cerâmicos. . Materiais Metálicos Propriedades Mecânicas e Térmicas. Materiais e suas Propriedades Materiais e suas Propriedades Ciência dos Materiais Ciência dos Materiais Ciência dos Materiais Materiais e suas Propriedades Fenômenos Térmicos.Disciplinas Livres: 30 créditos / 360 horas aula. .Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias . Métodos Experimentais em Engenharia Cálculo Numérico. . Tabela 38: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Materiais Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 BC1302 NH3601 EN2802 EN2821 EN2809 EN2810 EN2811 EN2812 EN2813 EN2814 EN2815 EN2816 EN2817 EN2822 EN2819 EN2820 Nome da disciplina Química dos Elementos Funções e Reações Orgânicas Estado Sólido T P I Créditos 4 4 4 2 0 0 4 2 0 1 1 1 1 0 1 1 0 0 2 6 6 4 4 5 4 4 4 4 4 4 4 4 3 4 4 6 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 Recomendação Transformações Químicas Não há Física Quântica. Assim. Ciência dos Materiais Ciência dos Materiais Mecânica de Fluidos I. apresentadas na Tabela 3: 46 créditos / 552 horas aula.Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias). Magnéticas e Ópticas Reologia I Seleção de Materiais Caracterização de Materiais 4 3 3 3 3 4 3 3 2 4 2 Total 64 372 . Mecânica dos Sólidos I Materiais Poliméricos. A estrutura curricular da Engenharia de Materiais na UFABC foi preparada levando em consideração a necessidade de se atender diversas obrigações. apresentadas na Tabela 38: 64 créditos / 768 horas aula.Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Materiais. Termodinâmica Aplicada I Fenômenos Térmicos. . Materiais e suas Propriedades Materiais e suas Propriedades. apresentadas na Tabela 5: 26 créditos / 312 horas aula.Disciplinas de Síntese e Integração do Conhecimento. impostas aos alunos pelo CNE e pelo modelo pedagógico da UFABC.Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Materiais. apresentadas na Tabela 39: 44 créditos / 528 horas aula. em termos de formação acadêmica e carga horária. um conjunto de disciplinas especificas deve ser cursado pelo aluno de forma que atenda as necessidades propostas pelo CNE/CES e CONFEA.

Materiais Cerâmicos e Materiais Avançados. a saber: Caráter Geral. 373 . correspondentes a 912 horas. 44 créditos deverão ser cumpridos em Disciplinas de Opção Limitada. Materiais Metálicos. As Disciplinas de Opção Limitada complementam os conteúdos específicos e constituem conjuntos de áreas da Engenharia de Materiais. apresentadas na Tabela 39. Materiais Poliméricos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Dos 76 créditos restantes.Centro de Engenharia.

Funções e Reações Orgânicas Materiais Poliméricos. Propriedades Mecânicas e Térmicas Propriedades Elétricas. Magnéticas e Ópticas Tópicos Computacionais em Materiais Tópicos Computacionais em Materiais Termodinâmica Estatística de Materiais. Transformações Bioquímicas Tópicos Experimentais em Materiais I Materiais Poliméricos. Propriedades Mecânicas e Térmicas. Materiais Compósitos Ciência dos Materiais Caráter Geral 06 07 08 09 10 11 12 13 14 Materiais Poliméricos 15 16 17 18 19 Materiais Cerâmicos 20 21 22 23 Materiais Metálicos 24 25 26 27 28 Processamento e Conformação de Metais 3 Materiais para Energia e Ambiente Materiais para Tecnologia da Informação Engenharia de Filmes Finos Materiais Nanoestruturados Nanocompósitos Biomateriais 4 4 3 4 4 3 Materiais Avançados 29 30 31 32 374 . Magnéticas e Ópticas Ciência dos Materiais. Materiais Poliméricos Funções e Reações Orgânicas Tópicos Computacionais em Materiais. Química dos Elementos Materiais e suas Propriedades Propriedades Elétricas. Materiais Poliméricos. Ciência dos Materiais Funções e Reações Orgânicas Materiais e suas Propriedades. Reologia I Síntese de Polímeros. Reologia I Nanociência e Nanotecnologia Nanociência e Nanotecnologia. Ciência dos Materiais Funções e Reações Orgânicas. Tópicos Computacionais em Materiais Funções e Reações Orgânicas. Ciência dos Materiais Física Quântica. Magnéticas e Ópticas. Reologia I Reologia I Materiais Cerâmicos Materiais Cerâmicos Materiais Cerâmicos Materiais Cerâmicos Materiais Metálicos Materiais Metálicos Materiais Metálicos Materiais Metálicos Propriedades Elétricas.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 39: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Materiais Área Item Código 01 02 03 04 05 EN3801 EN3802 EN3803 EN3804 EN3805 EN3806 EN3807 EN3808 EN3809 EN3810 EN3811 EN3831 EN3812 EN3813 EN3814 EN3815 EN3816 EN3832 EN3817 EN3818 EN3819 EN3820 EN3821 EN3822 EN3823 EN3824 EN3825 EN3826 EN3827 EN3828 EN3829 EN3830 Disciplina Seminários em Materiais Avançados Nanociência e Nanotecnologia Química Orgânica de Materiais e Biomateriais Química Inorgânica de Materiais Reciclagem e Ambiente Design de Dispositivos Elementos Finitos Aplicados em Materiais Dinâmica Molecular e Monte Carlo Diagramas de Fase Métodos Computacionais para o Estudo de Biomoléculas Princípios Moleculares em Biomateriais Tópicos Experimentais em Materiais II Tecnologia de Elastômeros Engenharia de Polímeros Blendas Poliméricas e Aditivação de Polímeros Síntese de Polímeros Simulação e Processamento de Polímeros Reologia II Engenharia de Cerâmicas Processamento de Cerâmicas Matérias Primas Cerâmicas Cerâmicas Especiais e Refratárias Metalurgia Física Engenharia de Metais Siderurgia e Engenharia dos Aços T P I 2 2 4 4 4 3 3 3 4 3 4 0 4 4 4 3 3 2 3 3 4 4 4 3 4 0 0 2 2 0 1 1 1 0 1 0 4 0 0 0 1 1 0 1 1 0 0 0 1 0 1 0 0 1 0 0 1 2 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Créditos 2 2 6 6 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Recomendação Materiais e suas Propriedades.

8. 8. ou que atendam a quaisquer outros interesses do aluno.6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação Na Tabela 40. 375 . indicando o quadrimestre ideal no qual as disciplinas devem ser cursadas. temos a representação gráfica de um perfil de formação para a Engenharia de Materiais. personalizando e diversificando a sua formação acadêmica. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Por fim. restam 30 créditos para as Disciplinas de Livre Escolha dos estudantes. para que possam complementar os conteúdos específicos eventualmente necessários para sua formação profissional.Centro de Engenharia.

Magnéticas e Ópticas EN2802 Estado Sólido Opção Limitada da Engenharia ou Livre 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre 7º Quadrimestre 3 º A N O 8º Quadrimestre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC0002 Projeto Dirigido Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 4 º A N O 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre 13º Quadrimestre 5 º A N O 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 376 .Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 40: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Materiais 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência. Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1104 Mecânica dos Sólidos I EN2812 Materiais Poliméricos EN2809 Tópicos Computacionais em Materiais EN2820 Caracterização de Materiais EN2819 Seleção de Materiais BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens. Conversão e Uso BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia BC1419 Cálculo Numérico EN2821 Tópicos Experimentais em Materiais I EN2811 Materiais Metálicos EN2816 Propriedades Mecânicas e Térmicas EN2822 Reologia I Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1710 Introdução às Engenharias BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto NH3601 Funções e Reações Orgânicas BC1302 Química dos Elementos EN2814 Materiais Compósitos Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1801 Estágio Curricular I em Engenharia de Materiais EN1802 Estágio Curricular II em Engenharia de Materiais BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1105 Materiais e suas Propriedades Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2810 Ciência dos Materiais EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1803 Trabalho de Graduação I em Engenharia de Materiais EN1804 Trabalho de Graduação II em Engenharia de Materiais EN1805 Trabalho de Graduação III em Engenharia de Materiais 2º Quadrimestre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica BC1507 Instrumentação e Controle BC1425 Álgebra Linear BC1713 Engenharia Econômica EN2815 Termodinâmica Estatística de Materiais EN2813 Materiais Cerâmicos EN2817 Propriedades Elétricas.

Advanced inorganic chemistry.. Química Inorgânica Não Tão Concisa. SHRIVER. Edgard Blucher Ltda. Albert. F.. JONES. JONES. J. 2 ed. 2002.. ATKINS. P. 2003. 1355 p. P. 3 ed.8. D. 2006.8. c1999. Bibliografia Complementar: JONES. A. processos industriais de obtenção. Química Inorgânica. compostos e principais aplicações dos elementos da tabela periódica..8.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Materiais 01 QUÍMICA DOS ELEMENTOS Código: BC1302 TPI: 4-2-6 Carga Horária: 72h Recomendação: Transformações Químicas Ementa: Serão abordados os temas referentes à ocorrência. Londres: Elsevier.. 377 . 3’ ed... LEE. J. xv.. New York: Wiley. EARSHAW. Química dos Elementos dos Blocos D e F. F.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 41: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2806 – Tópicos Experimentais em Materiais EN2818 – Reologia EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III Disciplina do Catálogo 2013 EN2821 – Tópicos Experimentais em Materiais I EN2822 – Reologia I EN1801 – Estágio Curricular I em Engenharia de Materiais (Resolução ConsEPE 103) EN1802 – Estágio Curricular II em Engenharia de Materiais (Resolução ConsEPE 103) EN1803 – Trabalho de Graduação I em Engenharia de Materiais EN1804 – Trabalho de Graduação II em Engenharia de Materiais EN1805 – Trabalho de Graduação III em Engenharia de Materiais 8. 1341 p. A..8. Princípios de Química . D.. N N. Ed. Bibliografia Básica: ATKINS. propriedades. 1980. L. São Paulo. Química dos Elementos dos Blocos D e F. 6th ed. 2002. estrutura. COTTON. Ed Artmed. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. Ed Bookman. GREENWOOD. J. C. C. Porto Alegre: Bookman.Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente.Centro de Engenharia. 1997.. Bookman.8 – Ementas 8. Chemistry of the elements..

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