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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO – UNICAP CENTRO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA – CCT LABORATÓRIO DE FÍSICA I

RELATÓRIO 02

FRANCISCO MELO JENNYFER BRITO MARIA ARLANIA

)! *).RECIFE NOVEMBRO/2013 EXPERIMENTOS MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMENTE VARIADO! PLANO INCLINADO E A 2" LEI DE NE#TON O$ %&'()$ %*+.+$*+/&+(% F8$+*% I 9FIS 103:.% *+-%.5 2 .) /%0-1 +(-160%(-1 .)$ %/01$1(-%.% ()-% .% .) 2"5 G7 . 1$-1 -0%2%&3) %) P0)45 L1)(%0.

.....2 4R............................3:U3O/<..............6 -!U5Ç7-/ UTI3I85D5/.......4 2...................................1 T5+-35/.........................................................6 >O//?........................................................14 2............-I/ -RRO/ :O2-TIDO/...................................................................................................................12 2...................................................@I:O/..........9........................................................................9 R-/U3T5DO/.............12 :........................................:ON:3U/7-/.........................19 4.....................0 2..................................-TI............................ !uando se o"serva que a velocidade de uma art#cula é uniforme$ inde endentemente de sua tra%et&ria$ di'(se que a art#cula ossui acelera)*o constante.............................................................O/..........................................................................1 2-TODO3O4I5.................................9...........................1= 2.............0 2.............................................................................INTRODUÇÃO ........................................................................11 2.1B = ..........................................................4 O+...........R-@-RAN:I5/ +I+3IO4R..........................................@I:5/......................................RECIFE NOVEMBRO/2013 SUM<RIO 1.......................11 =.....................4 O movimento uniformemente variado é o movimento no qual a velocidade escalar varia uniformemente no decorrer do tem o.......................................

diz-se que a partícula possui aceleração constante. O plano inclinado é utilizado apenas para reduzir a aceleração da ravidade e consequentemente para tornar o movimento mais lento o qual permitiria um estudo mais detal!ado. ir) sofrer uma alteração na sua velocidade. (ssa força resultante vai fazer com que esse corpo sofra uma aceleração . " se unda lei de #e$ton. faz uma relação da resultante das forças aplicadas em um corpo com a aceleração e&ercida por ele. ou seja.15 INTRODU=>O O movimento uniformemente variado é o movimento no qual a velocidade escalar varia uniformemente no decorrer do tempo. também con!ecida como o princípio fundamental da din%mica. ou seja. 4 . Quando se observa que a velocidade de uma partícula é uniforme. 'ara compreender como é feita essa relação considere um corpo qualquer e as resultantes das forças e&ercidas sobre ele . " direção e o sentido da aceleração desse corpo são os mesmos da força resultante. se a força resultante for vertical e orientada para bai&o a aceleração ter) a mesma orientação. independentemente de sua trajetória.

também con!ecido como movimento uniformemente variado.1(-) U(+4)0. #o movimento uniformemente variado. temos a se uinte equação !or)ria. a aceleração escalar é constante e não nula. #o estudo dos movimentos variados tem particular import%ncia o movimento variado uniformemente. as variaç*es de velocidade são i uais. em intervalos de tempos i uais ocorrem i uais variaç*es de velocidades.25 CONCEITOS 251 M)?+. (stando o móvel em -0+. #esse tipo de movimento. .1. -atematicamente. 1 . ou seja. temos a se uinte definição. +ma vez que em intervalos de tempos i uais. temos.) 9MUV.1(-1 V%0+%. a velocidade varia de uma maneira re ular. como mostra a fi ura abai&o.unção !or)ria da velocidade /amos considerar um ponto material em movimento uniformemente variado. de um r)fico ou ainda por suas funç*es !or)rias. " identificação de um movimento uniformemente variado pode ser feita por meio de uma tabela.

a e&pressão anterior passa a ser.unção !or)ria dos espaços. 6 . #o r)fico acima temos. 3omo sabemos o deslocamento escalar 45 pode ser obtido por meio da )rea. 5endo v 2 v1 6 a.t. . O con!ecimento da função !or)ria de um movimento talvez seja a meta final para se efetuar a sua descrição. temos.'ara t1 2 1. no r)fico da velocidade em função do tempo. 3on!ecendo a velocidade inicial do móvel e sua aceleração escalar. relacionar todas as posiç*es do móvel com os respectivos instantes. podemos determinar a velocidade escalar do móvel em um determinado instante t. Que finalmente resulta em. " e&pressão acima é uma função !or)ria da velocidade escalar no -+/.

pois a aceleração no plano inclinado era apenas uma componente da aceleração da ravidade e ao lon o de um plano de inclinação constante a relação entre as duas componentes se manteria constante. então. . podemos observar que o sistema tem por efeito reduzir a aceleração de queda livre. 0esumidamente. 'odemos. não !avia meios eficientes de obter um v)cuo parcial nem equipamentos capazes de medir tempos em queda com precisão suficiente para obter dados numéricos eficazes. "pesar disso 9alileu comprovou na sua e&peri:ncia. 'or outro lado. a aceleração da ravidade também o seria. ma 2 m sem > ou seja. nos movimentos variados. a equação é. mostrando primeiro que as características do movimento de uma bola. (ssa e&pressão é con!ecida como a equação de 7orricelli.a componente tan encial est) associada <s forças de atrito=. 5endo a aceleração @aA do movimento da partícula ao lon o do plano tem a mesma direção de .(ssa equação recebe o nome de função !or)ria do espaço do -0+.. 253 A S16'(.a depende somente do %n ulo de inclinação=. .oi este o resultado encontrado por 9alileu. ao rolar para bai&o em um plano inclinado. 8 bom ressaltar que os problemas resolvidos pela equação de 7orricelli podem ser resolvidos também pelas funç*es !or)rias do espaço e da velocidade. eram as mesmas de uma bola em queda livre. 3onsiderando a superfície totalmente polida temos .1 N1@-)( 9 . . 252 P&%() I(*&+(%. (quação de 7orricelli " função !or)ria do espaço relaciona as posiç*es com os instantes.% &1+ . /erificou ainda que estes mesmos resultados eram independentemente da massa da bola usada. a 2 sem > . a reação de contato pode ter componentes tanto na direção normal ao plano como na direção tan encial . estabelecer uma relação direta entre as posiç*es e as respectivas velocidades.2 'sen > 2 m sen > e da se unda ?ei de #e$ton temos.) #a época de 9alileu. se a aceleração ao lon o do plano inclinado fosse constante. 9alileu mostrou que. (sse procedimento é conveniente nas situaç*es em que a vari)vel tempo não aparece. 2 ma lo o. a cada instante !) uma velocidade. (m eral.

essas duas randezas são diretamente proporcionais. 'or isso. nessas situaç*es. . o corpo ir) sofrer uma aceleração.Quando diversas forças atuam em um corpo e elas não se anulam.D0EaD Onde é o símbolo de proporção. . . B . ( como se comporta um corpo que est) sob a ação de uma força resultanteB " resposta foi dada por #e$ton na sua se unda lei do movimento. +nidades de força e massa no 5istema Cnternacional.orça . é porque e&iste uma força resultante.G =. 'ara que possamos trocar a proporção por uma i ualdade.ne$ton . precisamos inserir na equação acima uma constante de proporcionalidade. (le nos ensinou que. . a se unda lei de #e$ton é representada matematicamente pela fórmula. " relação de proporção entre força e aceleração é mostrada a se uir.quilo rama . a aceleração ir) aumentar na mesma proporção.D02mFaD " se unda lei de #e$ton também nos ensina que força resultante e aceleração serão vetores sempre com a mesma direção e sentido. Csso quer dizer que. -assa . (ssa constante é a massa do corpo em que é aplicada a força resultante.#=. " se unda lei de #e$ton também nos mostra como força e aceleração se relacionam. se aumentarmos a força.orça resultante e aceleração são duas randezas físicas intimamente li adas.

25A OBJETIVOS .3omputadorH .+ma bola tipo met)licaH . . "n)lise de dados e Jiscussão dos 0esultados. dependem do %n ulo da rampa./erificar que as variaç*es de massas do carin!o e do p:ndulo sofrem variaç*es de tempo.+ma !asteH .Experimento 1 : -aterial +tilizado. 25: METODOLOGIA . de forma que forme um pequeno %n ulo.+ma cal!aH . 'rocedimentos (&perimentais.+ma ré uaH ( +m cronImetro conectado ao detector de movimento.+m tripéH ./erificar que a velocidade e a aceleração de uma bola descendo sobre um plano inclinado. . 3onectar o detector de movimento cronImetroH colocar uma rampa de comprimento m. . Obteve-se o valor da velocidade para o movimento analisado a partir da tabela e do r)fico construído em (&cel.i&e o comprimento & para todas as medidas. 0 .+ma arra de mesaH . dependendo do peso atribuído.

isicamente o coeficiente an ular é a velocidade.. /amos supor que o fio é ine&tensível. . 'rocedimentos (&perimentais. é possível calcular a aceleração da bola.+ma !asteH . uma bola rolando para bai&o move-se lentamente e se pode facilmente medir o tempo de queda.tempo de queda e posição=.+ma roldanaH .+ma arra de mesaH . 'rocedimentos (&perimentais. pode-se afirmar que a aceleração é diretamente proporcional ao seno do %n ulo . Obteve-se o valor da aceleração para o movimento analisado.+m fio de nKlonH . ( . de forma que forme um pequeno %n ulo.i&e o comprimento & para todas as medidas. .>= de inclinação. que o fio e a roldana t:m massas muito 1C . a partir da tabela e do r)fico construído em (&cel.+ma cal!aH . "n)lise de dados e Jiscussão dos 0esultados./)rios p:ndulos com massas diferentesH . a aceleração também aumentar).ou 6= indicando o sentido .+ma ré uaH ( +m cronImetro conectado ao detector de movimento. . . 3om isto.aclive ou declive=.Experimento 3 : -aterial +tilizado..+ma bola tipo met)licaH .+ma cal!aH . +sando estes dados . 5e o %n ulo de inclinação de um plano é pequeno. O coeficiente an ular ou rau de an ulação da reta indica o quanto esta reta esta inclinada no plano . "umentando o %n ulo de inclinação.Experimento 2 : -aterial +tilizado.+m tripéH .+m carrin!oH ( +ma balança eletrInica. 5endo o modulo indicando o quanto e o sinal . K=.&. 3onectar o detector de movimento cronImetroH colocar uma rampa de comprimento m.

com as medidas aferidas.+) M média t (s) = t1 + t2 + t3 3 a = 2R t² ME. Quando o p:ndulo é abandonado. "n)lise de dados e Jiscussão dos 0esultados. O carrin!o tem uma aceleração a e o peso do p:ndulo. possamos encontrar os valores das massas para esboço do r)fico. Os pesos do p:ndulo e do carrin!o foram fi&ados em .-.MmQs. de modo que podemos considerar nulas as massas do fio e da roldana. (m primeiro lu ar.2 MN1 e m 2 O1 . ==. uma dist%ncia R. o carrin!o percorre. aL. e a ravidade 2 P. sobre a mesa. O e&perimento consiste em abandonar o peso do p:ndulo e medir o tempo levado pelo carrin!o para percorrer certa dist%ncia sobre o tril!o. e que todo atrito é desprezível.m= no intervalo de tempo t. (m se undo lu ar. 3omo o fio é ine&tensível e as massas dele e da roldana são nulas.s=. 25B E7UA=CES UTILIDADAS V = ∆s ∆t Sen (R) = h 0.menores do que as massas do carrin!o .5 a = 2(∆R) t² ME.m. vamos determinar o módulo da aceleração do p:ndulo e do carrin!o usando as leis de #e$ton. " resultante das forças que a em sobre o carrin!o é 7. == e do p:ndulo. os módulos dessas aceleraç*es são i uais. vamos determinar o módulo da aceleração do p:ndulo e do carrin!o pela 3inem)tica.+) 11 . para que.

04 6 0 0 .00 4 0 0 .26 7 0 0 .89 5 0 0 .7 4 121.00 2 0 0 .7 9 126.58 12 .2 0 50.62 1 00 0 .3 2 62.21 9 0 0 .75 8 0 0 .6 6 121.25F RESULTADOS 25F51 TABELAS T !E" 1: #$ri$%&o 'e t(s) com$ve(oci'$'e x(cm ) t(s) v(m /s) 1 0 0 .6 1 114.50 3 0 0 .4 5 88.4 9 102.4 0 75.5 7 105.

0 6 1 .0 7 1 .5/(0.4 5 9 8 0 1 2 7 4 0 .0 0 1 .06)² = 0.8 3 0 .1 1 1 .6 0.2 2 1 .7 7 0 .2 0 0 .5 0 0 .9 8 0 .6 3 0 .6 3 1 .6 = 1.5 a=2R = 2.7 9 0 .0 0 6 3 0 .5 Sen (R) = 0.9 1 0 .5 = 1 0.9 1 0 .9 5 0 .6 7 1 .2 0.7 4 0 .2 0 T ! E " 3 : #$ ri$ % & o .7 9 1 .0 0 8 3 0 .2 2 1 .2 2 0 .0 0 1 0 0 .8 0 1 .$ s s $p1n' 2(o (m (+ ) xt(s ) t1(s ) t2(s ) t3(s ) .5/(1.1 3 9 5 0 9 8 0 0 .5 6 5 8 8 4 1 0 0 .3 = 0.0 0 0 .5/(1.8 1 0 .0.(+ ) 3 5 0 .0 0 .1 3 1 . 0 m )+ 1 .9 4 1 .4 0 0 .8 3 1 .2 1 9 6 0 1 0 7 8 0 .0.-'i$t(s ) $ (m /s . m + (/) (.0 0 C<LCULOS Sen (R) = 0.8 0 0 .$ s s $3 $ rrin)o (.1 6 1 .0 4 9 4 0 8 8 2 0 .0 0 1 .3 8 0 .13)² = 0.0 0 1 3 0 .7 8 9 2 0 6 8 6 1 .0 6 1 .6 0 9 9 0 1 3 7 2 0 .7 7 0 .0.4 9 0 .4 8 1 .8 2 0 .13 t² 1= .7 1 1 .-'i$t(s ) $ (m /s .0 4 1 .8 0 0 .5 Sen (R) = 0.7 7 0 .9 9 0 .7 7 1 .(+ ) x t(s ) t1(s ) t2(s ) t3(s ) .3 8 5 8 8 1 4 1 0 1 .8 3 0 .0 6 0 .9 4 0 .0 0 8 0 .5 3 5 8 8 1 1 1 0 1 .7 0 0 .5 Sen (R) = 0.4 0 0 .5/(0.0 0 1 4 5 0 .4 5 5 8 8 1 2 1 0 1 .T ! E " 2 : #$ ri$ %& o' e )(m ) no p($ no )(m ) t(s ) $ (m /s ) s en(*) 0 .0 6 0 .0 0 9 0 .8 0.89 t² a=2R = 2.9 8 0 .0 4 5 8 8 6 1 0 1 .4 0.78 t² a=2R = 2.6 0 2 .0 7 1 .04 t² a=2R = 2.6 2 1 .0 0 1 4 0 .3 8 1 .3 8 1 .3 7 1 .9 1 1 .1 3 0 .2 = 0.8 0 1 5 .9 2 0 .0 0 1 0 5 0 .0 0 1 .9 8 1 .5 Sen (R) = 0.0 0 1 5 0 .9 4 0 .6 3 0 .8 9 5 8 8 1 5 1 0 m (+ ) 7 0 .4 9 1 .4 = 0.0 7 1 .0.94)² = 1.6 0 0 .9 9 1 .2 4 1 . .6 7 5 8 8 8 9 0 1 .7 0 2 0 .4 9 1 .98)² = 1.0 0 5 5 0 .+ (/) (.3 0 0 .6 0. 0 m )+ 0 .6 9 1 0 0 0 1 4 7 0 T ! E " 4 : #$ ri$ % & o .5 0 4 .7 7 0 .8 9 9 3 0 7 8 4 0 .0 0 1 1 0 .3 = 0.6 0 0 .0 0 1 3 5 0 .5 0 4 .0 0 1 1 5 0 .8 2 0 .8 3 0 .9 8 1 .4 0 0 .5 Sen (R) = 0.6 3 1 .0 0 0 .8 9 5 8 8 6 9 0 1 .7 1 1 .

79)² = 1.5/(1.0. as me"$"as *o#am a*e#$"as t#<s (e=es.45 t² a=2R = 2.0.80)² = 1.0.22)² = 0.5/(0.5/(0.'os3 4 *at = 1a 12 4 / 4 m.5/(0.04 t² a=2R = 2.a 12 = a (1 0m) a = m2 R = 1 at² 10m 2 / = 2R (1 0 m)² 2 t = aR a 5 at#$to *o$ 'ompensa"o a'han"o t.-a% .5/(0. : "$st>n'$a ent#e o 'a##$nho e o senso# esta(a (a#$an"o m.5/(1.67 t² a=2R = 2.38 t² a=2R = 2.0. 'om $sso.60 t² a=2R = 2.0.0. 25B POSSÍVEIS ERROS COMETIDOS 6 6 6 6 5 '#on7met#o "o -a8o#at+#$o n!o e#a p#e'$so9 :s me"$"as .53 t² a=2R = 2.45 t² a=2R = 2.a po"em n!o esta# p#e'$sas9 5 "ete'to# "e mo($mento n!o esta(a t!o p#e'$so.69 t² a=2R = 2.5/(1.$to.56 t² a=2R = 2.38)² = 0. -e(an"o a $mp#e'$s!o "o tempo 'o##eto.0.R = *at / 0 12.0.49)² = 0.0.5/(1.5/(1..06)² = 0.0.e *o#am a*e#$"as 'om a #)2.77)² = 1.a=2R = 2.70)² = 0.83)² = 1.5/(1.0.63)² = 0. 14 .89 t² Compensa !o "o at#$to% &o$ en'ont#a"a at#a()s "a *+#m.89 t² a=2R = 2.5/(0.5/(0.0.21 t² a=2R = 2.91)² = 1.98)² = 1.

-ano Dn'-$na"o 11 .25F52 GR<FICOS ?#@*$'o 01% Aspa o B /empo 4 1CV ?#@*$'o 02% :'e-e#a !o B Sen(3) 4 1CV e .

?#@*$'o 03% Va#$a !o "a 1assa "o .-o% m2 (E) B (1 0 m)2 ?#@*$'o 04% Va#$a !o "a 1assa "o Ca##$nho% 12 (E) B (1 0 m)2 16 .<n".

35 CONCLUSCES Fe a'o#"o 'om o eBpe#$mento o8se#(a"o. *o#am os $tens . a "$st>n'$a ent#e -ase# e o8Geto e a $mp#e'$s!o "as me"$"as.t$-$=a"o n!o ) p#e'$so. Fent#e os *ato#es . a meto"o-o2$a..e a-te#am os #es. 'omo ($sto nos #es. 19 .-ta"os "o eBpe#$mento.e o m)to"o . (a-e sa-$enta# .e ma$s 'omp#omete#am a 'o-eta "e "a"os "essa eBpe#$menta !o...-ta"os.

0.comJfisicaJmovimento(retilineo(uniformemente(variadoJ Pacesso em< 21 out 2C1=Q Itt <JJKKK."rJmatdidJ2N1000J2arlon(-duardoJmruv.A5 REFERÊNCIAS BIBLIOGR<FICAS D533ID5E$ DavidF R-/NI:G$ Ro"ertF H53G-R$ .orMJKiLiJ3eisNdeNNeKton Pacesso em< 21 out 2C1=Q 1B . Rio de .Itml Pacesso em< 21 out 2C1=Q Itt <JJservla".comJ0fNC0.KiLi edia.aneiro< 3T:$ 2CC2. @undamentos de f#sica.ed.Itm Pacesso em< 21 out 2C1=Q Itt <JJ t.orMJKiLiJ2ovimentoNretilO:=O5Dneo Pacesso em< 21 out 2C1=Q Itt <JJKKK.un".infoescola.fis.aulas(fisica(quimica.KiLi edia. Itt <JJ t. v.1.earl.

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