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História “Há escolas que são gaiolas. Há escolas que são asas. http://amorimlima.org.

br/institucional/projeto-politico-pedagogico/ http://amorimlima.org.br/institucional/31-2/ Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado”. Rubem Alves HISTÓRIA Amorim Lima – uma escola que nasceu para ser asa Em 1956, nasce a primeira Escola Isolada da Vila Indiana, situada na Rua Corinto, s/nº, em São Paulo. Sua primeira organizadora foi a professora Yolanda Limongelle. Antes de se chamar EMEF Desembargador Amorim Lima, a escola teve ainda os seguintes nomes: Escolas Reunidas de Vila Indiana e Escola Agrupada Municipal de Vila Indiana. Decretos depois, ganhou, em 1968, o endereço de hoje em prédio de alvenaria. Foi a partir de 1996, com a chegada de Ana Elisa Siqueira, atual diretora, que a escola passou a viver suas transformações mais profundas. Preocupada com a alta evasão – e ciente do triste fim que vinham a ter os alunos evadidos visto que, para muitos, era a escola o único vínculo social concreto – o primeiro esforço da nova diretoria foi no sentido de manter os alunos na escola, durante o maior tempo possível. Nesta época, derrubaramse os alambrados que cerceavam a circulação no pátio, num voto de respeito e confiança. A escola passou a ser aberta nos fins de semana, melhoraram-se os espaços tornando-os agradáveis e voltados à convivência. Enfim, a escola foi aberta à comunidade. A sala da diretoria deixou de ser o espaço de ameaça ao aluno desviante, para, sempre de portas abertas, ser o epicentro de uma transformação radical. A frase “Vá para a diretoria!” deixou de ter a conotação tão comum em tantas escolas. Alunos de séries mais avançadas começaram a frequentar e viver a escola fora de seus horários de aula, como monitores em atividades várias. Com apoio e o engajamento crescente dos pais e mães de alunos e da comunidade, a escola passou a oferecer atividades extracurriculares. Instalaram-se Oficinas de Cultura Brasileira, de Capoeira, de Educação Ambiental, de Teatro. A maior participação dos pais e mães passou a se refletir na organização das festas (Festa Junina, Festa da Cultura Brasileira, em agosto, Festa do Auto de Natal, com a colaboração de Conceição Acioli e Lydia Hortélio), na criação do Grupo de Teatro de Mães, no trabalho voluntário. O Instituto Pichon-Rivière e o Instituto Veredas foram convidados a fazer intervenções na escola. Conseguiu-se apoio financeiro externo para uma série de atividades

– primeiro do Projeto Crer para Ver, da Fundação Abrinq, por dois anos, e depois da Fundação Camargo Correia. Em 2002, o Conselho de Escola, fortemente constituído, começou a discutir meios de melhorar o nível de aprendizado e de convivência na escola. No sentido de melhor diagnosticar a situação real, e de tratar as questões de forma mais objetiva, foi realizada uma reunião em 11/06/02, com a presença de 52 pais e 21 professores, quando se instituiu uma Comissão com o objetivo de levantar e analisar os seguintes dados: - número de alunos, com sexo e idade, por sala; - número de alunos com conceito NS (não satisfatório) em português e matemática para as 1as. a 4as. séries, e em qualquer matéria para as 5as. a 8as. séries; - alunos com mais do que 20% de faltas no semestre; - número de aulas que os alunos efetivamente tiveram; - número de aulas previstas e aulas dispensadas ou dadas por outro professor. Foram diagnosticados como problemas centrais: indisciplina e alto índice de falta de alguns alunos e aulas vagas devido à elevada ausência de alguns professores. Ainda que localizada, e concentrada em algumas disciplinas (o levantamento nas 5as. a 8as. séries indicava, nos primeiros meses de 2002, ausência superior a 50% nas aulas de matemática em 5 das 11 turmas), a ausência de professor assumiu, no diagnóstico da comissão, lugar central, pois se entendeu que as outras questões – indisciplina e falta dos alunos – estariam a ela associadas. No decorrer de 2002 a comissão foi acolhendo e encaminhando propostas, no sentido de resolver os problemas levantados. No início de 2003, a Comissão e o Conselho de Escola, examinando o texto do Projeto Político Pedagógico preparado para o período letivo que se iniciava, entendeu que havia grande dissonância entre o texto e a prática cotidiana na escola. Não tendo, todavia, os instrumentos teóricos que lhes permitissem aprofundar a análise da prática educativa em cotejo com o proposto no Projeto, no intuito de sugerir e cobrar mudanças que implicassem numa efetiva melhora das condições de ensino, em agosto de 2003 o Conselho convidou a psicóloga Rosely Sayão – interlocutora da escola desde 2001 – a formular, com eles, esses critérios de análise. No decorrer desta interlocução, a psicóloga Rosely Sayão apresenta-lhes um vídeo sobre a Escola da Ponte, de Portugal, que causa grande impacto nos membros do Conselho: de imediato é percebida a grande semelhança entre os valores que os animavam e aqueles que o vídeo sobre o cotidiano na Escola da Ponte faziam transparecer. É vislumbrada como possível a adequação da prática aos valores propostos no Projeto Político Pedagógico da escola. Tendo recém visitado a Escola da Ponte, e notando o entusiasmo da comunidade da Amorim Lima pelo Projeto Fazer a Ponte, a psicóloga Rosely Sayão, a pedido do Conselho de Escola, formulou e apresentou, em setembro de 2003, uma proposta de assessoria para a implantação do projeto aqui. A assessoria foi aprovada pela Secretaria Municipal de Educação e realizou-se na escola de janeiro de 2004 a maio de 2005. Desde então, os alunos da EMEF Desembargador Amorim Lima têm a oportunidade de aprenderem e serem formados em um Projeto Pedagógico bastante diferente do que se conhece nas escolas públicas tradicionais. Para conhecer esse Projeto clique aqui. Quem foi o Desembargador Amorim Lima Alexandre Delfino de Amorim Lima era filho de José de Amorim Lima (tenente-coronel) e Georgina Delfino de Amorim Lima. Nasceu no Rio de Janeiro, no dia 3 de maio de 1896. Neto do poeta Luiz Delfino, Amorim Lima veio para São Paulo aos 8 anos. Iniciou seus

estudos no antigo Colégio João de Deus, ingressando mais tarde no Instituto de Ciências e Letras. Após o secundário, matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo, colando grau de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais em 1917. Serviu como delegado de polícia a partir de 1919, nos municípios paulistas de Batatais, Itatiba, Socorro, Ipaussú e Cerqueira César. Em maio de 1923, ingressou na magistratura, iniciando-se como juiz de direito substituto do então Distrito Judicial com sede em Palmeira. Em 1926, foi nomeado juiz titular da Comarca de Ubatuba; em 1927, removeu-se para Areias; em 1928, foi promovido à juiz de direito de Pirajuí; em 1933, foi promovido para a Comarca de Itápolis, onde permaneceu até 1935. Passou a juiz da 7ª Vara Cível na Capital (S.P.) em 1935, de onde foi guindado para o Tribunal de Apelação. Durante o estado de sítio serviu como juiz comissionado para a inquirição dos presos políticos, nos termos da Constituição Federal de 16 de julho de 1934. Com o aparecimento do novo Código de Processo Civil, fez parte do grupo de juízes que publicou uma série de comentários a esse importante estatuto legal, encarregando-se dos primeiros 22 títulos do Livro IV. Foi promovido a desembargador em 1941, ingressou na Segunda Câmara Criminal. No Tribunal de Justiça, emprestou brilho excepcional aos julgamentos por 24 anos. Ali foi também corregedor geral de junho de 1943 a dezembro de 1947. De 1942 a 1943, atuou na 1ª Conferência de Desembargadores, quando se discutia o novo Código Penal da República, e, em 1942, participou do Primeiro Congresso Nacional do Ministério Público, em São Paulo. Foi eleito presidente da Corte de Justiça de São Paulo, para um biênio, 55/56, após o qual passou a integrar a primeira Câmara Criminal. Amorim Lima foi pregador notável da ordem jurídica e da soberania da lei, na disputa dos direitos. Na Magistratura Civil e Penal, com a eloqüência que difundia os seus votos que eram um primor de profundeza jurídica e elegância de forma, elevou seu prestígio a mais alta admiração, inscrevendo o seu nome dentre os maiores juízes de todos os tempos. Aos ditames da lei penal, jamais faltou o seu coração, para que a justiça não fosse insensível ao grande drama da humanidade. Em sua carreira de juiz, deixou a lição magistral de seus excepcionais dotes, para a função que tanto dignificou. Assim, de Amorim Lima, pode-se afirmar que foi um jurista emérito, que, além das eruditas lições contidas em suas sentenças, votos e acórdãos, enriqueceu as letras jurídicas do País com vários trabalhos doutrinários, que bem revelam seus magníficos dotes intelectuais. Foi casado com Anna Cândida Rocha de Amorim Lima. Faleceu no dia 12 de janeiro de 1966. Texto Retirado do livro: Identidade Prefeitura Municipal de São Paulo Secretaria Municipal de Educação. Patronos das Escolas Municipais de São Paulo Ensino Fundamental Ensino Fundamental e Médio Educação Especial Página 32 Projeto Político Pedagógico I – Dos primórdios do Projeto Da derrubada das grades à derrubada das paredes

é o objetivo que fundamenta o Projeto EMEF Desembargador Amorim Lima. clicando aqui. eas perguntas que o estudante deve responder exigem que eles pesquisem em vários livros ao mesmo tempo (de português.Como você leu na História da EMEF DEsembargador Amorim Lima houve um grande processo catalisado pela diretora Ana Elisa Siqueira.No Amorim. o tutor tem um encontro de cinco horas com seus tutorandos. de maneira geral. por exemplo. É importante saber que não necessariamente os alunos sentados juntos em uma mesa estão desenvolvendo as pesquisas de um mesmo roteiro. de ciências. Uma reportagem sobre uma roda de conversa sobre o Projeto Político Pedagógico pode ser lida em aqui. com os demais roteiros. professores e alunos para que o atual Projeto Pedagógico fosse aplicado. Esses alunos sentam-se em mesas de quatro lugares para realizarem as suas pesquisas em grupo e responderem. Mas um pequeno resumo pode ser apresentado da seguinte forma: . e ao aluno aprender. que avalia se ele pode receber a apostila seguinte. por parte de todos os segmentos da escola. Nos demais dias. num ambiente de respeito e solidariedade. com tudo que aprendeu com aquele roteiro e entrega para o tutor. que você conhece abaixo. com a colaboração de pais. Normalmente. II _ Dos valores que fundamentam o projeto Ascendermos todos – alunos. educadores. Assim. inspirado no percurso realizado na Escola da Ponte. ou seja. seus objetivos (dos roteiros). . . uma vez por semana. E. Repare que os roteiros e seus objetivos são desenvolvidos a partir dos livros didáticos recebidos pelo estudante.Cada aluno recebe ao longo do ano apostilas com roteiros de pesquisa. Saiba como é um roteiro. você lerá quais são os principais valores que fundamentam o projeto. O progresso do conhecimento é avaliado pela qualidade dos portfólios e pela participação do aluno na escola. o aluno escreve um portfólio. eles também se encontram no “Salão”. em Portugal. cada aluno tem um educador tutor. a prática diária deve apontar: Para a elevação do grau de compromisso com a realização deste Projeto. E. de geografia.Dois grandes grupos de salas de aula tiveram suas paredes literalmente derrubadas. inglês e de oficina de texto). cada professor da escola é responsável por cerca de 20 alunos por período. Abaixo. Esse educador é responsável pela avaliação do progresso do estudante. Cada roteiro tem cerca de 18 objetivos. um estudante pode ter escolhido começar pelo roteiro Biografia e o outro colega de mesa pode ter escolhido começar o ano pelo roteiro Corpo Humano. nos limites de suas atribuições definidos no Regulamento Interno que o integra e dele é parte. perguntas ou tarefas que devem ser respondidas ou desenvolvidas pelo estudante.Quando acaba de preencher o seu roteiro. de história…). . Isso acontece porque cada aluno decide a ordem em que quer fazer os roteiros. Não há aulas expositivas (a não ser as aulas de matemática. Não há provas. esse Projeto visa um compromisso coletivo em que todos os seus agentes se engajem sempre . criaram-se dois grandes salões. se o tutorando tiver problemas pode procurar o seu tutor. Assim. Os professores – cerca de cinco ou seis – circulam pelo salão para ajudar os alunos em suas dúvidas e explicar alguns conceitos se isso se fizer necessários. individualmente. Em um “Salão” ficam os alunos do Ciclo I e no outro os alunos do Ciclo II. Para tanto. pais e comunidade – a graus cada vez mais elevados de elaboração cultural e a níveis cada vez mais elevados de autonomia moral e intelectual. Diferentemente daquela escola em que cabe ao professor ensinar.

Pautando-se num critério de democraticidade e transparência cada vez mais elevados. mais orientar que explicar. frente ao coletivo da escola. Sendo. de forma integral. que regerá sua correta aplicação. só se realiza e produz sentido se fortemente apoiada pela totalidade dos agentes envolvidos. Sendo que uma tal intencionalidade educativa. seja sob a forma de apoio institucional e financeiro. visto que a exposição de conteúdos passa a dar lugar ao incentivo constante à pesquisa. Se antes cabia ao professor formar-se individualmente para dar conta de uma docência expositiva e solitária. Esta intencionalidade educativa. Sendo este um projeto educacional coletivo. numa dialética que equipara a elaboração intelectual à elaboração pessoal e psíquica (Pichón-Riviere). A convicção de que cada aluno é único. e na construção de uma intencionalidade educativa clara. pois. A compreensão do ser humano como ser integral. seja na forma de voluntariado. sendo-lhe dadas as condições para que o faça. pode e deve permanentemente construir e exercer sua identidade no seio de um coletivo que não a mitigue ou aplaque. deve-se buscar. outorgando sempre mais ao aluno o domínio sobre os processos e meios de aprendizagem. Para a elevação dos graus de autonomia de todos os envolvidos neste Projeto: e1) do ponto de vista da autonomia intelectual. mais pesquisar que ensinar. por parte dos alunos. devem os agentes todos que dão suporte à sua implantação comprometer-se no esforço de propiciar. comprometer-se a um esforço constante de esclarecimento de suas ações e atitudes. A convicção de que toda a criança é capaz de aprender e desenvolverse. o papel de educadores à totalidade dos trabalhadores e trabalhadoras da escola. aos educadores de forma geral. preservadas as atribuições elencadas neste Projeto e melhor formuladas no Regulamento Interno. f4) o descentramento do papel do professor como detentor de saber para um papel de colaborador na construção de saber. visto que lhe cabe. e aos professores especificamente. solidariedade. f3) a mudança de foco na relação com os alunos. Reconhece-se a importância do trabalho dos diversos agentes implicados na melhoria da EMEF Desembargador Amorim Lima ligados não formalmente a ela. compartilhada e assumida por todos. a assunção de mais responsabilidades no sentido do melhor funcionamento da escola e da mais eficaz implantação deste Projeto. f2) uma formação diversificada e múltipla. Uma atitude de respeito para com as diferenças culturais. devem ser sempre aprimorados os mecanismos que favoreçam e estimulem. no sentido de poder acompanhar e incentivar a transversalidade curricular pretendida. à orientação quanto o melhor uso dos Roteiros Temáticos. visto que a mesma só se dá frente a um coletivo no qual se inscreve e na medida em que também se assuma e respeite as diretrizes e os projetos traçados por este mesmo coletivo. no escopo desse Projeto. variadas e profundas as demandas que a implantação deste Projeto dirige aos professores. sem contudo abrir mão de seu conhecimento mais aprofundado em uma área específica. Reconhece-se. apoiada nos valores da solidariedade e da democraticidade. a participação e o apoio dos pais e da comunidade na vida da escola. no âmbito de suas funções específicas. A convicção de que toda a aprendizagem significativa do mundo é também conhecimento e desenvolvimento de si. em ritmo e forma próprios. calcada nos valores da autonomia. à solução das dúvidas que nascem dos mais diversos e inesperados lugares. visto que o professor não trabalha mais intra-muros. deverão as diversas forças que compõem este Projeto. em seus diversos âmbitos. de credo e quaisquer outras. numa relação dual com os alunos. raciais. auxiliando-o a encontrar e desenvolver os meios que lhe possibilitem construir e viver um percurso intelectual próprio. caberá aos diversos . uma formação continuada de qualidade. neste novo funcionamento. democraticidade e responsabilidade deve ditar o funcionamento organizacional e relacional da escola. voltada à sua prática diária e às suas questões mais prementes. e2) do ponto de vista da autonomia moral. e tendo o Conselho Pedagógico como responsável direto pela formulação e implantação das práticas pedagógicas que a sustentarão _ sempre em consonância com o Projeto Pedagógico aprovado pelo Conselho de Escola. de todos e para com todos.mais num processo de aprimoramento cultural e pessoal de todos. preservando e reforçando o papel do professor e dos educadores. solitariamente e com uma turma específica. sempre mais. o funcionamento deste Projeto passa a exigir: f1) uma prática compartilhada e solidária.

interpretar e usufruir das produções culturais. matemática. e cuja importância justifica reiterar: compreender a cidadania como participação social e política. conhecer características fundamentais do Brasil nas dimensões sociais. É. isolada. por parte de nenhum de seus membros. a intuição. serão melhor explicitados no seu Regulamento Interno. desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de confiança em suas capacidades afetiva. no âmbito dos diversos segmentos do Projeto. assim como exercício de direitos e deveres políticos. de etnia ou outras características individuais e sociais. estética. de sexo. utilizar as diferentes linguagens _ verbal. O Projeto Pedagógico EMEF Desembargador Amorim Lima é um projeto único. a criatividade. bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações. de inter-relação pessoal e de inserção social. está construindo estratégias. no sentido de alcançar seus objetivos de forma plena e eficaz. no dia-a-dia. utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas. responsável e construtiva nas diferentes situações sociais. posicionar-se de maneira crítica. questionar a realidade formulando-se problemas e tratando de resolvê-los. de crenças. selecionando procedimentos e verificando sua adequação. ética. materiais e culturais como meio para construir progressivamente a noção de identidade nacional e pessoal e o sentimento de pertinência ao País. perceber-se integrante. cooperação e repúdio às injustiças. Os canais de diálogo e de divulgação. adotando. para agir com perseverança na busca de conhecimento e no exercício da cidadania. física. o Projeto propugna uma série de transformações dos dispositivos pedagógicos anteriormente . nascido do esforço de uma comunidade específica e voltado a suprir as demandas e anseios desta comunidade. saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos. plástica e corporal _ como meio para produzir. de classe social. logicamente sustentadas. Para tanto. No esforço de adequação e observância aos fundamentos aqui relatados.segmentos que o compõem a tarefa de manifestarem suas convicções e justificarem suas ações de forma clara e coerente. encontrando soluções e criando os dispositivos pedagógicos que julga melhor se adequarem ao universo de seus alunos e educadores. a capacidade de análise crítica. posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais. atitudes de solidariedade. expressar e comunicar suas idéias. arrogante. portanto. civis e sociais. em contextos públicos e privados. Os diferentes lugares de poder que tomam os detentores de diferentes saberes e diferentes fazeres. cognitiva. gráfica. um projeto que em tudo se apóia e em tudo coerente com o propugnado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (LDB). no escopo deste Projeto e salvaguardados em seu Regulamento. contribuindo ativamente para a melhoria do meio ambiente. atendendo a diferentes intenções e situações de comunicação. da aprendizagem e do currículo. As grandes linhas pedagógicas do Projeto são absolutamente consonantes com aquelas que os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) indicam como objetivo a se esperar dos alunos do ensino fundamental. identificando seus elementos e as interações entre eles. III _ Das bases conceituais do Projeto. utilizando para isso o pensamento lógico. dependente e agente transformador do ambiente. valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos da qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e à saúde coletiva. não devem servir de pretexto à atitude autoritária. conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro. respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito. conhecer e cuidar do próprio corpo.

pode orientá-los com olhar mais atento e agudo. . Além do acompanhamento grupal e individual em sala. devendo as diversas forças que compõem o coletivo esforçar-se por viabilizar. enfim voltado às mais diversas formas de manifestação expressiva do ser humano. de suas capacidades e de suas dificuldades. O trabalho dos arte-educadores assume. o dispositivo extingue as três classes de cada série. esgotados todos os outros recursos. nas ocasiões em que características momentâneas do Projeto em implantação não permitam adequar a prática pedagógica aos princípios que a fundamentam. no âmbito deste Projeto. e abrangendo a totalidade dos alunos desde o início de 2006. já implantadas. entre outras: 1) As contribuições de Jean Piaget quanto à formação dos conhecimentos e quanto às autonomias moral e intelectual. A utilização de tais ferramentas tecnológicas _ notadamente a informática _ deve pois sempre mais se integrar ao trabalho diário de pesquisa e produção em sala de aula. físico. O trabalho de pesquisa é norteado por Roteiros Temáticos de Pesquisa. dividindo os alunos em 21 grupos de 5 membros cada. A EMEF Desembargador Amorim Lima possui importante acervo de mais de 18. e apoiado nos livros didáticos e paradidáticos. e em processo de completa informatização. o Projeto reconhece o Programa Nacional do Livro Didático como uma outra sua importante base prática e conceitual. a sala de leitura transformou-se em biblioteca circulante. a vinculação a um projeto de pesquisa. ainda. além da sustentação em uma Política Pública Federal. podem ser assim definidas: No sentido de aumentar a implicação dos alunos no processo de aprendizagem. Apesar de usar tais livros de forma particular e não seqüencial. e 3) seja. Reformada. são bases conceituais do projeto. a importância das novas tecnologias no que concerne ao acesso e à construção do conhecimento. estético. De implementação gradativa a partir de 2004. um aprimoramento artístico. pois. Dados os fundamentos aqui apresentados. no sentido de melhor adequar o currículo objetivo aos ritmos e predisposições individuais. além de uma adequada formação intelectual e cognitiva. privilegiando uma transversalidade temática. melhor favorecer o desenvolvimento de seus graus de autonomia e ainda. É reconhecida e valorizada. é pretensão do Projeto oferecer. e apesar de não se restringir a eles. são os alunos acompanhados mais de perto por um tutor que. segundo critérios do Conselho Pedagógico. expandindo o acesso a seu acervo à toda a comunidade.praticados na escola. seja buscando os recursos que possibilitem a manutenção de um contrato autônomo. em fase de implantação e em fase de projeto. concebidos segundo a Teoria dialógica da linguagem do Círculo de Bakhtin. A aula expositiva deixa de ser o instrumento preferencial de transmissão e aquisição de saber. preferencialmente durante todo o período de formação escolar. finalmente. num contexto predominantemente grupal. e somente podendo ela fundar-se numa cada vez mais aprofundada auto-avaliação. Sendo a busca da autonomia um valor matricial do Projeto.000 volumes. Estas transformações. indicando e corrigindo rumos. Além do já citado. a sua sustentada e permanente presença na escola _ seja empenhando-se em incluí-los no escopo do quadro funcional estável. o Projeto privilegia o trabalho de pesquisa. 2) seja nos momentos em que os educadores entendam que uma explanação possibilite um avanço no processo. passando a ser um recurso utilizado pontualmente: 1) seja nos momentos em que o grau de autonomia não permita. por parte dos alunos. numa gradual tomada de consciência. ao ater-se a um grupo menor de alunos. lugar de grande importância. caberá ao espaço da tutoria auxiliar os professores a implantar e fomentar a autoavaliação. num clima de valorização do amadurecimento das relações interpessoais sem a banalização dos afetos.

seu trajeto. sob o nome Fazer a Ponte.2) A imensa contribuição do grande educador Paulo Freire _ em primeiro lugar como fonte de referência de toda a pedagogia que se pretenda libertária. para a existência deste Projeto. Além de nos mostrar que “a utopia é possível”. Como? Não havia historinhas então? Calma! Existiam muitas histórias. com modificações posteriores. Sabemos bem que uma coisa é ter princípios. Gratuito e pronto para ler no computador. Sabe o desenho “A Pequena […] CRISMORALES CURSO SOBRE MITOLOGIA GREGA NO SESC PINHEIROS 10/07/2013 . pois que soube.com/watch?v=5FS6PmYAXJU&list=PLSkxQzs4mzY9WAvjgN0xsbkAfpyVfqAt Você já imaginou como era a vida das crianças bem antes de Cristo? Certamente. em sua generosa proposição de fazer públicos sua história.youtube. outra bem diversa é aplicá-los. daquele outro implantado na pequena Vila das Aves. em segundo por ter contribuído fortemente na criação dos avançados parâmetros normativos da educação brasileira atual _ sem os quais seguramente este Projeto teria muitas mais dificuldades em ser implantado. via fanpage do Amorim Lima. ir criando mecanismos e dispositivos pedagógicos coerentes com seus valores e princípios _ e que são os mesmos que nos animam. que eram contadas de pessoa para pessoa. como bem o disse o professor José Pacheco. A edição nas livrarias custa cerca de R$ 40. elas não ligavam a televisão para ver desenhos animados. em seus quase 30 anos. recontada por Ruth Rocha 27/08/2013 A ótima dica veio de Mônica Rodrigues. Gosto muito das adaptações da Odisseia para crianças … Continuar lendo → […] festadacultura Unindo desenhos animados com mitologia 13/07/2013 https://www. Ela enviou um link para que baixemos o livro completinho e lindo em que Ruth Rocha reconta a Odisseia. a Escola da Ponte é uma fonte permanente de inspiração e reflexão. Aprovado na Reunião Extraordinária do Conselho de Escola de 10 de agosto de 2005. e 3) Cabe ressaltar a importância. 2 respostas a Projeto Político Pedagógico Pingback: A prática do Projeto Pedagógico sob o ponto de vista dos alunos | EMEF Desembargador Amorim Lima Pingback: Estação Ciência: visita dos alunos de 8º e 9º ano | EMEF Desembargador Amorim Lima Procuro sobre… Navegue no Site Assembleia de Pais Biblioteca Comissão de Alimentação Comissão de Festas Comissão de Site Conselho – Notícias Conselho Pedagógico Correio do Amorim Grêmio Estudantil Mediação Mídia Projetos Especiais Roteiros RSS Blog Festa da Cultura 2013 – Mundo Antigo: Grécia e Roma na Antiguidade Clássica Baixe a Odisseia. é fonte importantíssima de consulta e interlocução. suas dificuldades e seu estágio atual. em Portugal. Nesse sentido a Ponte.

5º ano . Anexo 312.Conhecer a história daGuerra de CanudosLer o texto “Os sertanejos de Canudosforam massacrados” e.Reconhecer aparticipação feminina nahistória do Brasil.Observar pinturas de Debret.Personalidades See More 9. feito no ano da revolução em homenagem aos jovens que morreram em combate: Daí.Hist 5 – p. São praticamente 1500 anos de história. mas em uma única tacada vi três revistas que tratam do período da nossa Festa da Cultura.1119 amorimlima1000@gmail. Comprei.Identificar a grande obrado arquiteto Oscar Niemeyer.Destacar as que mais gostou e explicar sua escolha. reproduzir umaobra escolhida. Não sei se meu olhar está viciado. os alunos vão trabalhar Grécia e Roma na Antiguidade Clássica – período que vai desde o surgimento dos textos atribuídos a Homero até o final do Império Romano. 50 05587-160 .Perceber que a históriado país também pode ser contada por pintores. no caderno de roteiros.941|Likes: 26 Published by Marcia Carini Roteiro .São Paulo/SP Telefone: 011 3726. 36Folhear o livro da página 8 até a 67.observando todas as 12 pinturas deDebret e anotar o nome e a data de cadauma delas. Anexo 2Produzir no caderno de roteiro desenho deuma das obras que representam Brasília. discorrerá sobre os heróis mitológicos e sobre mitos como a tragédia de Sófocles. 149Ler em anexo pequena biografia doarquiteto Niemeyer.Hist 5 – p. 8 a 67No caderno de roteiro. Amorim Lima acaba de ter o seu tema definido. desenvolvido em 4 encontros. A primeira é ROMA – a saga do império que … Continuar lendo → […] festadacultura Bem vindo ao Mundo Antigo 11/06/2013 A Festa da Cultura 2013 da EMEF Des.O minicurso.Ler texto “A grande viagem de Fernão deMagalhães”. Com orientação de Walter Gil de Sousa. vi as frases … Continuar lendo → […] festadacultura O Império Romano nas bancas de revista 09/07/2013 Acabo de chegar da banca de revista. Nada a ver com a nossa Festa da Cultura… Será? Pois fui dar uma olhada em referências sobre a revolução e achei esse cartão abaixo.52Ler em anexo a Biografia de Maria Quitériae.10Reconhecer aimportância de Fernão deMagalhães para anavegação.13.5º ano .Ler texto “Brasília: capital federal”. já folheei. já li algumas das matérias e já dá para recomendar aqui.Geo 5 – p. Anexo 511. no . Como as … Continuar lendo → […] festadacultura Rua Professor Vicente Peixoto.Butantã .Personalidades Ratings: (0)|Views: 4. copiar as frasesna ordem que achar melhor. abordará temas como a origem do universo na perspectiva da mitologia grega. 24Preencher o Mapa Mundi anexo comlegendas para oceanos e continentes ecom linha traçando a rota da viagem deFernão de Magalhães. de maneiraque formem um texto sobre Maria Quitéria. graduado em história pela PUC-SP e professor de filosofia e mitologia da FATI – Faculdade Aberta para … Continuar lendo → […] CRISMORALES Feriado de 9 de julho e suas frases em latim 10/07/2013 Hoje é feriado em São Paulo por conta da Revolução Constitucionalista de 32.Geo 5 – p. Neste ano.com EMEF Desembargador Amorim Lima Roteiro .Observar a imagem e ler texto de MariaQuitéria (Álbum da história)Hist 5 – p.

possuía o dom da palavra e ahabilidade de contar histórias curtas retratando animais e a natureza e que invariavelmente terminavamcom tiradas morais.CIE 5 – p.uol.15. Juscelino Kubitschek. 95). frequenta o escritório de LucioCosta. Apresenta a solução adotada na construção do edifício. não existindo uma versão que se possa afirmar ser mais próxima da original.com.No caderno de roteiro. sabe-se que foi um escravo libertado pelo seu último senhor.No caderno de roteiro. o conjunto arquitetônico da Pampulha. projeta.Considerado o maior representante do estilo literário "Fábulas". Personagemquase mítico. é convidado pela ONU a participar da comissão dearquitetos encarregada de definir os planos de sua futura sede em Nova York. Seu projeto. recriando a obra. Em 1947. integra a comissão formada para definir os planos da sede do Ministério da Educaçãoe Saúde. sob supervisão de Le Corbusier.. a quem assiste. ANEXO II (Obj. Em 1936. As primeiras versões escritas das fábulas de Esopo datam do séc. escrever um texto. ROTEIRO DE PESQUISA: PERSONALIDADES : ANEXO I (Obj.caderno deroteiros. durantesua estada de três semanas na cidade. Forma-se. fazer umdesenho. contando comsuas palavras o que foi a Guerra deCanudos. No Rio de Janeiro.Saber quem é CharlesDarwin e ter noção da Teoriada Seleção NaturalLer o texto Charles Darwin. 9) – BIOGRAFIA DE OSCAR NIEMEYER Oscar Niemeyer Soares Filho (Rio de Janeiro-BRJ 1907). contendo358 fábulas atribuidas ao grande mestre das fábulas. o filósofo Janto (Xanto). Aesopi . em anexo . 8014. em 1934.Destaca-se. no Rio de Janeiro. Entre 1940 e 1944. no caderno de roteiro. Émile Chambry. Muitas traduções foram feitaspara várias línguas. A Raposa e as Uvas 1 é um exemplo dos mais conhecidos entre as centenas de fábulas que produziu. Fonte: Site Pensador.C.br/autor/Esopo/biografia/).816. no Rio de Janeiro. Nesse período. Em 1925 o escrito Chambry publicou. 85 e95Ler a biografia de Tarsila. Em 1956.explicando com suas palavras o que éforça da gravidade e qual a importânciado cientista Isaac Newton. Arquiteto.Saber a importância docientista Isaac Newton ecompreender a importânciada força da gravidadeLeitura da seção “Para ler e comentar”. As suas fábulas inspiraram Jean de La Fontaine.Hist 5 – p. a convite do presidente da . por encomenda do entãoprefeito de Belo Horizonte. funda arevista Módulo.Fabulae (Fábulas de Esopo). em arquiteturapela Escola Nacional de Belas Artes.CIE 5 – p. III d.Info (http://pensador. colocar otítulo da obra. é escolhido como base do plano definitivo. a data e responder: sobre oque é esta pintura? Depois. profundo conhecedor da língua e dacultura gregas. em 1955.Saber quem foi Tarsilado Amaral e o papel de suaarte no BrasilObservar as obras de Tarsila do Amaral:“São Paulo” (p.C. Anexo 4Escolher uma das obras apresentadas nolivro e. entre os estudiosos da obra esopiana. escrever um texto. como desenhista.explicando com suas palavras o queDarwin chamou de “Seleção Natural”.85) e “Carnaval emMadureira”(p. que seconfigura num marco de sua obra. 7) – BIOGRAFIA DE ESOPO Esopo foi um fabulista grego. nascido na Trácia (região da Ásia Menor).baseada no primeiro projeto do arquiteto suíço. inicia.HIST 5 – p. escrever um texto. 174 e175 OBSERVAÇÃO : Participar de uma oficina de lápis grafite. associadoao de Le Corbusier. do século VI a.

e Tradição eRuptura: síntese de arte e cultura brasileiras. 1968. em Milão.chamada Luísa Maria. na 6ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza. Maria Quitéria se disfarçou de homem e se alistou como soldadovoluntário. no Musée des Arts Décoratifs. na Bahia. interior doEstado de São Paulo. • Como naquela época não era costume que uma mulher tivesse atitudes consideradasmasculinas. Filha do fazendeiro José Estanislau do Amaral e de Lydia Dias de Aguiar do Amaral. onde permanece até 1960. realiza também grande número de projetos no exterior. e coletivascomo From Aleijadinho to Niemeyer. 1968.Fonte (adaptação): http://www. em Salvador. descobriram que era mulher.brasil.a sede da Editora Mondadori. Só foi reconhecida como heroína em 1953. • Apesar de tantas glórias.República. 1987. na Fundação Bienal. em arraial de São José deItapororocas. em Paris. no MAC/Niterói. casou-se com Gabriel Pereira Brito e teve uma filha. 1967. 1982. na Espanha. 1965. colaboração na construçãoda nova capital. abre um escritório emParis. São Paulo. em 1792. comoOscar Niemeyer. tantoque foi ela mesma quem desenhou sua farda. na Argélia. L'Architecte de Brasília. 1 ROTEIRO DE PESQUISA: PERSONALIDADES : ANEXO III (Obj. Em 1958. Oscar Niemeyer 80 Anos.decidiram que poderia continuar na tropa. 1984. Nova York. Estudou em São Paulo. JK. quase cega e noanonimato. para se tornar militar.br/sobre/historia/personagens-historicos/maria-quiteria-17921853 ANEXO IV (Obj. onde fez seu primeiro quadro. Oscar Niemeyer: escultura. no MAM/RJ. no movimento de Independênciado Brasil. no Colégio Sion e depoisem Barcelona. Autor de extensa obra no Brasil. 14): BIOGRAFIA DE TARSILA DO AMARAL Tarsila do Amaral nasceu em 1 de setembro de 1886. 1995. mas nem por isso perdeu sua feminilidade. cujo plano urbanístico é confiado a Lucio Costa. a Universidade de Constantine. é nomeado arquiteto-chefeda nova capital e transfer e-se para Brasília.1853) • Após conquistar as glórias de guerreira. • Maria Quitéria de Jesus Medeiros nasceu. 1983. Maria Quitéria morreu em 1853. 1999. • Duas semanas depois. • Seu nome de guerra era soldado Medeiros. o título de Doutor Honoris Causa da Universidade deSão Paulo. como asede do Partido Comunista Francês. Paris. 11): BIOGRAFIA DEMARIA QUITÉRIA (1792 . mas como era muito boa com as armas. no Salão de Exposições da ONU. 'Sagrado .gov. Em 1972. • Maria Quitéria era muito corajosa e valente. no Município de Capivari. Tem sua obra exposta em mostras individuais. 1996Fonte: Itaú Cultural . contendo uma calça branca.Atualizado em 23/02/2004 Sugestão: Empreste na biblioteca um livro de fábulas. a Ordem de Comendador das Artes e Letras e a Medalha deOuro da Academia de Arquitetura de Paris. um saiote azul e umcapacete com penacho. entremuitas outras homenagens e distinções. possivelmente. entre outras. Recebe. e o Prêmio Leão de Ouro. passou a infância nas fazendas de seu pai. • Em 1822 juntou-se às tropas que combatiam os portugueses.

Desde criança...Todos eles eram Modernistas (ler texto “Os Modernistas expressavam o espírito de mudança” – Hist 5 –p. 'EFCB'. .Coração de Jesus'. uma gatinhabranca.Tarsila adorava bichos. amarelo vivo.Separaram-se alguns anos depois e então iniciou seus estudos em arte. Essas cores tornaram-se a marca da sua obra. Ela dizia que queria ser a pintora do Brasil. 1904. em 1922. Quandovoltou. 'São Paulo'. . 'O Pescador'. dentre elas a Semana de ArteModerna. casou-se com André Teixeira Pinto. Ela tinha 40 gatos quando criança na fazenda. além da nossa fauna. Foi uma das principais pintoras brasileiras. dentre outros. mas o casamento durouapenas 3 anos. com quem teve a única filha. chamava-se Falena. Tarsila faleceu em janeiro de 1973. Pintou quadros maravilhosos como 'Carnaval emMadureira'. Menotti Del Picchia e Oswald de Andrade. adorava as cores e passou a usá-las em suas telas: o azul puríssimo. Foi amiga da tambémpintora Anita Malfatti e dos escritores Mário de Andrade. rosavioláceo. Uma delas. casou-se novamente.Pintou muitos quadros e participou de diversas exposições. 84). verde cantante. desta vez com Oswald de Andrade. assim como atemática brasileira. 'Morro da Favela'. flora efolclore. Dulce. 'O Mamoeiro'.Em 1926. com as paisagens rurais e urbanas do nosso país.

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o Lucas. E a resposta é de um aluno. Ele está na sexta série . que ingressou em abril deste ano no Amorim Lima. Nenhuma falta.A prática do Projeto Pedagógico sob o ponto de vista dos alunos Publicado em 15/08/2012 por mcarini _Mas você não sente falta das aulas expositivas? _Para falar a verdade. não. A pergunta foi feita por uma mãe.

Na Roda de Conversa. A diretora Ana Elisa Siqueira abre a Roda de Conversa que discutiu a Prática do Projeto Pedagógico em 14/08/2012 Mas. Resumindo: . diante de cerca de 100 pessoas. em Projeto. como é o seu dia-a-dia na escola. no microfone. Como Lucas.e veio de uma escola tradicional particular. pode clicar aí em cima.O que é o Roteiro? No começo do ano. os alunos recebem apostilas com roteiros de pesquisas. as professoras fizeram uma explanação geral dos pontos básicos. Olha o exemplo de um roteiro neste . afinal o que é esse projeto? Se você quiser uma visão bastante aprofundada do projeto. no Menu Principal deste site. Seus depoimentos foram o ponto alto da grande Roda de Conversa sobre a Prática do Projeto Pedagógico do Amorim. outros estudantes toparam contar.

Geografia.link. Cumprido um objetivo passa para o próximo. até finalizar o roteiro. Os alunos do Ciclo I e do Ciclo II apresentaram seu dia-a-dia e responderam as perguntas de pais . com indicação de onde pesquisar (normalmente os seus próprios livros didáticos. desenvolve as atividades pesquisando nas fontes recomendadas e responde em um caderno. na verdade. relacionado a atividades que o aluno deverá executar para cumpri-los. mas também livros paradidáticos ou filmes. além de textos extras anexados). Embora tenha esse nome “cinematográfico”. O aluno lê o objetivo. no exemplo do link acima. o roteiro sobre personalidades tem objetivos com atividades a serem desempenhadas com a ajuda dos livros de Português. o roteiro é algo bem simples: um conjunto de objetivos. História e Ciências.

Salas de aula do primeiro e segundo andar tiveram suas paredes derrubadas e hoje são enormes salões. isso acontece no Salão. o estudante passa para o próximo roteiro. . Ali. os alunos ficam reunidos em mesas respondendo a seus objetivos. mas é como se fosse – pois ele coloca ali tudo o que sabe sobre o determinado tema. Se o tutor avaliar que ele teve bom aproveitamento. os professores se revezam entre as mesas para checar o que está sendo feito e para responder as dúvidas dos alunos.Mas em que momento o aluno responde esses objetivos dos roteiros? Em casa ou na escola? Em casa e na escola.O que é Portfólio? Assim que terminar de cumprir todos os objetivos do roteiro. Não é uma prova. Enquanto os alunos lêem e escrevem. Na escola.. . o aluno deve preencher uma folha com um grande resumo de tudo que aprendeu naquele roteiro (com todos aqueles objetivos e atividades). normalmente.

A Roda de Conversa teve cerca de 100 pessoas . . Estas Oficinas são o que mais se aproximam das aulas em métodos tradicionais. Dança Étnicas. História. Eles têm Oficinas de Matemática. Cultura Brasileira. os . Texto (Leitura e Escrita).Mas se não tem aula expositiva de Geografia. Educação Física. Normalmente. grupos de 25 alunos recebem as orientações dos professores de cada conhecimento e desenvolvem com eles as atividades pertinentes.Além dos roteiros o que mais os alunos fazem na escola? MUITA coisa. etc…como os alunos tiram as suas dúvidas? Mais uma vez. Artes e Brinquedos e Brincadeiras.

ele deve perguntar aos colegas que estão compartilhando com ele a mesa no Salão (de maneira geral. Este professor. esses alunos não necessariamente estão fazendo o mesmo roteiro). embor compartilhando as mesas. o aluno é orientado a se esforçar bastante para responder os objetivos do roteiro. então. vai explicar o conceito que levará o aluno a achar a resposta (nunca o professor responderá pelo aluno).alunos presentes na Roda de Conversa ajudaram muito neste esclarecimento: segundo José. Se nenhum colega souber a resposta. ainda segundo José. o aluno deve levantar a mão e pedir a orientação dos professores que ficam circulando pelo Salão fazendo as correções. . Mas se ele não conseguir resolver alguma questão ou encontrar a resposta de alguma das perguntas. aluno da sexta série. os alunos sentam-se em grupos de quatro estudantes nas mesas – é importante salientar que.

mesmo quando um aluno passa um conceito de forma imprecisa para o colega. que acompanha mais de perto cada uma das crianças e lê seus portfólios. O interessante é que para o Projeto Pedagógico do Amorim. Além disso. esse tipo de troca entre colegas de classe é fundamental.Os professores da manhã e da tarde revezaram-se para contar qual é o seu papel dentro de um projeto pedagógico como o do Amorim – Mas e se o colega de mesa ajudar com algum conceito errado? O professor que passa nas mesas corrige os roteiros prontos. o tutor. Para entender um pouco melhor o que . A construção do conhecimento não se dá apenas na relação entre estudante e aluno. também ajuda a corrigir os conceitos equivocados. mas na relação entre os pares e na relação entre os alunos e o mundo.

os professores entram em contato com os pais. Vinícius. E.O que fazer quando um aluno não encontra motivação para fazer os roteiros? No mundo ideal.isso significa. Mas na prática. no caso de deficiências ainda maiores (ligadas a problemas de aprendizado). Há. os alunos são encaminhados para a Recuperação Paralela (feita no contraturno. assim. sim. isso não acontece. isto é. Pais com mais tempo de Amorim deram seu depoimento salientando que o maior ganho que um aluno da escola pode ter é a relação com o . todos os alunos deveriam sentir uma automotivação para cumprir os seus objetivos e. leia o depoimento do pai Júlio Henrique sobre o desenvolvimento do seu filho. . completar os roteiros. alunos que precisam de uma interferência maior dos tutores e dos professores do Salão para desenvolver suas atividades. Reconhecida uma dificuldade. fora do horário de aula).

Ele dirá simplesmente “aprendi isso”. Sem necessidade de provas – pois ele é estimulado a saber que a única pessoa para quem ele precisa provar algo é ele mesmo. ou aprendi isso em história. A reunião. Pais. Uma nova data para outras discussões será agendada. como ficou evidente para todos. mostrará que aprendeu efetivamente. que durou três horas. está e estará sempre em construção. O Projeto. Uma criança do Amorim nunca pensará de maneira fragmentada ou dirá “aprendi isso em geografia. alunos e professores receberão o convite. E. pela maneira como se expressa.conteúdo (o mesmo que será dado em qualquer outra escola) mas sem a divisão em disciplinas. Você tem perfil no Facebook? Oba! Curta a fanpage do . ainda deixou pontos a serem discutidos. ou aprendi isso em ciência…”.

Amorim. Pingback: Nota do IDEB do Amorim Lima – Ciclo II já passou a meta de 2013! | EMEF Desembargador Amorim Lima “O Amorim estimula a cooperação” – depoimento de um pai sobre o Projeto Pedagógico Publicado em 15/08/2012 por mcarini .Amorim(http://facebook. roteiros.com/EMEF. ← “O Amorim estimula a cooperação” – depoimento de um pai sobre o Projeto Pedagógico Cozinha do Amorim ganha forno industrial → Uma resposta a A prática do Projeto Pedagógico sob o ponto de vista dos alunos 1. Adicione o link permanente aos seus favoritos.Lima) e fique sabendo tudo o que acontece na escola.Desembarga dor. Esta entrada foi publicada em Assembleia de Pais. Roteiros e marcada com a tag roda de conversa. Conselho Pedagógico.

Meus filhos vieram para cá no ano passado. com a ajuda da tutora. veio de outra escola para começar a quinta série aqui. o Vinícius.Júlio Henrique contou como se acostumou com a dinâmica do Amorim Lima ao orientar seus filhos nas tarefas da escola “Eu também sou pai novo. Eu não sou educador. O Vinícius. mas pouco a pouco. . nem trabalho com educação. Minha filha. agora na segunda série. foi vencendo e hoje está bem integrada. teve um pouco de dificuldade. como muitos dos pais que estão nessa Roda de Conversa. então. começou a fazer roteiros. que é mais tímida. tive muito receio quando eu vi como funcionava a escola. entrou no primeiro ano. No início. Meu filho. ela. a Rebeca.

Aí. comecei a perguntar se ele tinha ajudado alguém. eu percebi que tinha muito essa coisa de um aluno ajudar o outro com os roteiros. eu perguntava dos roteiros. O diferencial dessa escola é que ela não fica fazendo comparação entre os alunos – ah. Ela estimula a cooperação. conversando com outras pessoas. Adicione o link permanente aos seus favoritos.No começo do ano. E eu vejo que agora ele faz os roteiros com mais vontade e até fala deles para mim. E ele foi ficando empolgado em perceber que o que ele sabia ajudava os outros. Roteiros e marcada com a tag roteiros. o que ele estava fazendo e ele nunca me falava. em vez de perguntar que roteiro o Vinícius estava fazendo. Os alunos se sentem importantes por ajudarem uns aos outros e progridem com mais entusiasmo” Júlio Henrique. sobre o que ele tinha ajudado. você é melhor e você é pior… – pelo contrário. Então. pai da Rebeca e do Vinícius Esta entrada foi publicada em Assembleia de Pais. . Conselho Pedagógico.

A pergunta foi feita por uma mãe.← Almoço do Dia dos Pais 2012: uma tarde deliciosa A prática do Projeto Pedagógico sob o ponto de vista dos alunos → Uma resposta a “O Amorim estimula a cooperação” – depoimento de um pai sobre o Projeto Pedagógico 1. como é o seu dia-a-dia na escola. Ele está na sexta série e veio de uma escola tradicional particular. o Lucas. outros estudantes toparam contar. Como Lucas. Nenhuma falta. não. Seus depoimentos foram . E a resposta é de um aluno. que ingressou em abril deste ano no Amorim Lima. diante de cerca de 100 pessoas. Pingback: A prática do Projeto Pedagógico sob o ponto de vista dos alunos | EMEF Desembargador Amorim Lima A prática do Projeto Pedagógico sob o ponto de vista dos alunos Publicado em 15/08/2012 por mcarini _Mas você não sente falta das aulas expositivas? _Para falar a verdade. no microfone.

relacionado a atividades que o aluno deverá executar para cumpri-los. no Menu Principal deste site. pode clicar aí em cima. em Projeto. com . o roteiro é algo bem simples: um conjunto de objetivos. na verdade. as professoras fizeram uma explanação geral dos pontos básicos. Resumindo: . A diretora Ana Elisa Siqueira abre a Roda de Conversa que discutiu a Prática do Projeto Pedagógico em 14/08/2012 Mas.O que é o Roteiro? No começo do ano.o ponto alto da grande Roda de Conversa sobre a Prática do Projeto Pedagógico do Amorim. Olha o exemplo de um roteiro neste link. afinal o que é esse projeto? Se você quiser uma visão bastante aprofundada do projeto. os alunos recebem apostilas com roteiros de pesquisas. Na Roda de Conversa. Embora tenha esse nome “cinematográfico”.

desenvolve as atividades pesquisando nas fontes recomendadas e responde em um caderno. além de textos extras anexados). o aluno deve preencher uma folha com um grande resumo de tudo que aprendeu naquele roteiro (com todos aqueles objetivos e atividades). História e Ciências. Os alunos do Ciclo I e do Ciclo II apresentaram seu dia-a-dia e responderam as perguntas de pais . Cumprido um objetivo passa para o próximo. no exemplo do link acima. O aluno lê o objetivo. até finalizar o roteiro. Geografia. Não é uma prova. o roteiro sobre personalidades tem objetivos com atividades a serem desempenhadas com a ajuda dos livros de Português. . mas também livros paradidáticos ou filmes.O que é Portfólio? Assim que terminar de cumprir todos os objetivos do roteiro.indicação de onde pesquisar (normalmente os seus próprios livros didáticos.

os professores se revezam entre as mesas para checar o que está sendo feito e para responder as dúvidas dos alunos. o estudante passa para o próximo roteiro.Mas em que momento o aluno responde esses objetivos dos roteiros? Em casa ou na escola? Em casa e na escola. Salas de aula do primeiro e segundo andar tiveram suas paredes derrubadas e hoje são enormes salões. normalmente. Se o tutor avaliar que ele teve bom aproveitamento. os alunos ficam reunidos em mesas respondendo a seus objetivos. Enquanto os alunos lêem e escrevem. Na escola. Ali.mas é como se fosse – pois ele coloca ali tudo o que sabe sobre o determinado tema. . isso acontece no Salão. .

ele deve perguntar aos colegas que estão .Mas se não tem aula expositiva de Geografia. grupos de 25 alunos recebem as orientações dos professores de cada conhecimento e desenvolvem com eles as atividades pertinentes. Estas Oficinas são o que mais se aproximam das aulas em métodos tradicionais. etc…como os alunos tiram as suas dúvidas? Mais uma vez. Artes e Brinquedos e Brincadeiras. os alunos presentes na Roda de Conversa ajudaram muito neste esclarecimento: segundo José. Eles têm Oficinas de Matemática. Texto (Leitura e Escrita). Educação Física. o aluno é orientado a se esforçar bastante para responder os objetivos do roteiro. aluno da sexta série. Mas se ele não conseguir resolver alguma questão ou encontrar a resposta de alguma das perguntas. . Normalmente. História. Dança Étnicas.Além dos roteiros o que mais os alunos fazem na escola? MUITA coisa.A Roda de Conversa teve cerca de 100 pessoas . Cultura Brasileira.

esses alunos não necessariamente estão fazendo o mesmo roteiro). o aluno deve levantar a mão e pedir a orientação dos professores que ficam circulando pelo Salão fazendo as correções.compartilhando com ele a mesa no Salão (de maneira geral. Este professor. os alunos sentam-se em grupos de quatro estudantes nas mesas – é importante salientar que. ainda segundo José. vai explicar o conceito que levará o aluno a achar a resposta (nunca o professor responderá pelo aluno). Se nenhum colega souber a resposta. embor compartilhando as mesas. então. Os professores da manhã e da tarde revezaram-se para contar qual é o seu papel dentro de um projeto pedagógico como o do Amorim – Mas e se o colega de mesa ajudar com algum conceito errado? O professor que passa nas mesas .

O interessante é que para o Projeto Pedagógico do Amorim. assim. esse tipo de troca entre colegas de classe é fundamental. . A construção do conhecimento não se dá apenas na relação entre estudante e aluno. o tutor. que acompanha mais de perto cada uma das crianças e lê seus portfólios. Há. Vinícius. sim. Para entender um pouco melhor o que isso significa. alunos que precisam de uma .corrige os roteiros prontos.O que fazer quando um aluno não encontra motivação para fazer os roteiros? No mundo ideal. Mas na prática. mas na relação entre os pares e na relação entre os alunos e o mundo. mesmo quando um aluno passa um conceito de forma imprecisa para o colega. todos os alunos deveriam sentir uma automotivação para cumprir os seus objetivos e. também ajuda a corrigir os conceitos equivocados. leia o depoimento do pai Júlio Henrique sobre o desenvolvimento do seu filho. isso não acontece. completar os roteiros. Além disso.

Reconhecida uma dificuldade. fora do horário de aula). Uma criança do Amorim nunca pensará de maneira fragmentada ou dirá “aprendi isso em geografia. ou aprendi isso em história. E. Ele dirá simplesmente “aprendi isso”. Pais com mais tempo de Amorim deram seu depoimento salientando que o maior ganho que um aluno da escola pode ter é a relação com o conteúdo (o mesmo que será dado em qualquer outra escola) mas sem a divisão em disciplinas. ou aprendi isso em ciência…”. pela maneira como se expressa. Sem necessidade de provas – pois ele é estimulado a saber que a única . mostrará que aprendeu efetivamente.interferência maior dos tutores e dos professores do Salão para desenvolver suas atividades. isto é. os professores entram em contato com os pais. E. no caso de deficiências ainda maiores (ligadas a problemas de aprendizado). os alunos são encaminhados para a Recuperação Paralela (feita no contraturno.

está e estará sempre em construção.pessoa para quem ele precisa provar algo é ele mesmo. alunos e professores receberão o convite. Adicione o link permanente aos seus favoritos.Lima) e fique sabendo tudo o que acontece na escola. roteiros. como ficou evidente para todos.com/EMEF. Esta entrada foi publicada em Assembleia de Pais.Amorim. Uma nova data para outras discussões será agendada. A reunião. Pais. ← “O Amorim estimula a cooperação” – depoimento de um pai sobre o Projeto Pedagógico Cozinha do Amorim ganha forno industrial → . Você tem perfil no Facebook? Oba! Curta a fanpage do Amorim(http://facebook. O Projeto. ainda deixou pontos a serem discutidos.Desembarga dor. Roteiros e marcada com a tag roda de conversa. que durou três horas. Conselho Pedagógico.

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