ADVOCACIA

EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ FEDERAL DA __VARA FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DE _______________________

EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ FEDERAL DO JUIZADO ESPECIAL FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DE _______________________

QUALIFICAÇÃO COMPLETA DO(s) CLIENTE(s) , por seu advogado que esta subscreve, vem mui respeitosamente à presença de Vossa Excelência, ajuizar AÇÃO ORDINÁRIA DE CORREÇÃO DOS SALDOS DO FUNDO DE GARANTIA POR TEMPO DE SERVIÇO (FGTS) COM PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA Em desfavor da CAIXA ECON MICA FEDERAL, com sede no SBS quadra ! lotes "#! $atriz, Bras%lia & '(, )E*+ , -./0ou colocar 1em endereço j2 con3ecido45, pelas raz6es de fato e de direito que passa a expor7

I ! FÁTICA

SÍNTESE

8 processo em tela trata de quest9o de extrema import:ncia para mil36es de trabal3adores brasileiros e diz respeito
;
"Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". Ruy Barbosa

ADVOCACIA
ao (undo de <arantia por =empo de Serviço7 8 (undo de <arantia por =empo de Serviço foi criado na d>cada de ;-? para proteger o trabal3ador, como suced:neo da antiga estabilidade decenal7 @ constitu%do por valores depositados pelas empresas em nome de seus empregados e possibilita que o trabal3ador forme um patrimAnio7 Besse sentido, verifica/se no s%tio eletrAnico da )aixa EconAmica (ederal que o (<=S 3oje financia programas de 3abitaç9o popular, saneamento b2sico e infraestrutura urbana7 Cssim, o (<=S > regido pelas disposiç6es da Dei nE F7 "?, de ;; de maio de ;-- , por normas e diretrizes estabelecidas pelo seu )onsel3o )urador e gerido pela )aixa EconAmica (ederal7 'os "#$%&'s () * +, -" L*% .) /01,2341 extra%mos que 32 uma obrigatoriedade de correç9o monet2ria e de remuneraç9o por meio de juros dos depGsitos efetuados nas contas vinculadas do (<=S, sen9o vejamos+
Art. 2º O FGTS é constituído pelos saldos das contas vinculadas a que se refere esta lei e outros recursos a ele incorporados, devendo ser aplicados com atualização monetária e juros, de modo a assegurar a cobertura de suas obrigações. Art. 13. Os dep sitos efetuados nas contas vinculadas serão corrigidos monetariamente co! "ase nos par#!etros fi$ados para atuali%a&'o dos saldos dos dep sitos de poupan&a e capitali%a&'o (uros de )tr*s+ por cento ao ano.

Hessalte/se que o par:metro fixado para a atualizaç9o dos depGsitos dos saldos de poupança e consequentemente dos depGsito do (<=S > a =axa Heferencial & =H, conforme prescrevem os artigos ;. e ;, da Dei nE F7;,,, de ;E de março de ;--;, com redaç9o da lei nE ;.7, ", de , de agosto de . ;., cuja dicç9o > a seguinte+
Art. 12. ,! cada período de rendi!ento, os dep sitos de poupan&a ser'o re!unerados-. / co!o re!unera&'o "0sica, por ta$a correspondente 1 acu!ula&'o das T23, no período transcorrido entre o dia do 4lti!o crédito de rendi!ento, inclusive, e o dia do crédito de rendi!ento, e$clusive5.. / co!o re!unera&'o adicional, por (uros de- )2eda&'o dada pela 6ei n º 12.783, de 2812+a+ 8,9: )cinco déci!os por cento+ ao !*s, enquanto a !eta da ta$a Selic ao ano, definida pelo ;anco <entral do ;rasil, for superior a =,9: )oito inteiros e cinco déci!os por cento+5 ou )2eda&'o dada pela 6ei n º 12.783, de 2812+"+ 78: )setenta por cento+ da !eta da ta$a Selic ao ano, definida pelo ;anco <entral do ;rasil, !ensali%ada, vi>ente na data de início do período de rendi!ento, nos de!ais casos. )2eda&'o dada pela 6ei n º 12.783, de 2812+)...+

.
"Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". Ruy Barbosa

ADVOCACIA
Art. 17. A partir de fevereiro de 1??1, os saldos das contas do Fundo de Garantia por Te!po de Servi&o )FGTS+ passa! a ser re!unerados pela ta$a aplic0vel 1 re!unera&'o "0sica dos dep sitos de poupan&a co! data de anivers0rio no dia 1@, o"servada a periodicidade !ensal para re!unera&'o. Aar0>rafo 4nico. As ta$as de (uros previstas na le>isla&'o e! vi>or do FGTS s'o !antidas e consideradas co!o adicionais 1 re!unera&'o prevista neste arti>o.

Hetrata a Dei nE F7;,,#-; a forma como a =H ser2 calculada+
Art. 1@ O ;anco <entral do ;rasil divul>ar0 Ta$a 2eferencial )T2+, calculada a partir da re!unera&'o !ensal !édia líquida de i!postos, dos dep sitos a pra%o fi$o captados nos "ancos co!erciais, "ancos de investi!entos, "ancos !4ltiplos co! carteira co!ercial ou de investi!entos, cai$as econB!icas, ou dos títulos p4"licos federais, estaduais e !unicipais, de acordo co! !etodolo>ia a ser aprovada pelo <onselCo Donet0rio Eacional, no pra%o de sessenta dias, e enviada ao conCeci!ento do Senado Federal.F 1@ A T2 ser0 !ensal!ente divul>ada pelo ;anco <entral do ;rasil, no !0$i!o até o oitavo dia 4til do !*s de refer*ncia. )2evo>ado pela 6ei nº =.GG8, de 1??3+F 2@ As institui&Hes que venCa! a ser utili%adas co!o "ancos de refer*ncia, dentre elas, necessaria!ente, as de% !aiores do Aaís, classificadas pelo volu!e de dep sitos a pra%o fi$o, est'o o"ri>adas a fornecer as infor!a&Hes de que trata este arti>o, se>undo nor!as esta"elecidas pelo <onselCo Donet0rio Eacional, su(eitando/se a institui&'o e seus ad!inistradores, no caso de infra&'o 1s referidas nor!as, 1s penas esta"elecidas no art. II da 6ei n@ I.9?9, de 31 de de%e!"ro de 1?GI.F 3@ ,nquanto n'o aprovada a !etodolo>ia de c0lculo de que trata este arti>o, o ;anco <entral do ;rasil fi$ar0 a T2.

Dogo, a metodologia de c2lculo foi 32 muito tempo definida pela Banco )entral/)onsel3o $onet2rio Bacional 0)$B5, e 3oje est2 vigente sob a forma da Hesoluç9o nE "7"I!, de "; de março de . ?7 8corre que, 32 muito tempo, a =H n9o reflete mais a correç9o monet2ria, tendo se distanciado completamente dos %ndices oficiais de inflaç9o7 Bos meses de setembro, outubro e novembro de . -, janeiro e fevereiro de . ; , fevereiro e jun3o de . ;. e de setembro de . ;. em diante, a =H tem sido completamente anulada, como se n9o existisse qualquer inflaç9o no per%odo pass%vel de correç9o7

II

5
"
"Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". Ruy Barbosa

que tratam dos recursos representativos da controv>rsia.$%-' -* 78*9 . a presente aç9o foi proposta exclusivamente contra a )aixa EconAmica (ederal.$' . conforme pacificamente definido pela jurisprudência nacional7 E) DA PRESCRIÇÃO Bo que tange ao prazo prescricional.JTK2..EF6A<.$*. / *E e no HEsp n7 .-%6*.6O 2..OS.D6%?" F*-*#":9 A'# s*# &*s$'#" -' F8.#S). devidamente prequestionadas. publicados no 'Je de !7"7.DA PK PJ6GA3O A.7. que em relaç9o ao pleito de correç9o monet2ria do (<=S.-"s 78* $#"$"6 -" "$8":%.F.?"8s"6 B *C?:8s%@" -" C"%C" E?'. j2 est2 amplamente assentado na doutrina e jurisprudência.*$>#%" -'s s":-'s -"s ?'.G.ADVOCACIA PRELIMINARMENTE ") LEGITIMIDADE PASSIVA DA CAIXA ECON MICA FEDERAL =endo/se em vista que o processo em tela versa sobre correç9o monet2ria dos depGsitos de (<=S.!-#S=J57077750CH .-'9 ?'6 " *C?:8s=' -" U... 3.?8:"-"s -' FGTS9 " :*&%$%6%-"-* A"ss%@" ".ELAS 3. julgado em F# ."<=' 6'.7.2. no HEsp n7.7 C mat>ria referente à correç9o monet2ria das contas vinculadas ao (<=S. T. 3O A2T.OEK2.7I.<.. a prescriç9o > trinten2ria7 Beste sentido. . conforme precedentes do S=J.%=' * -'s E". decis9o do S=J+ 2. Ruy Barbosa ..?'s -*A's%$>#%'s 0STmula .OAJ2GOS .O. Hel7 $inistro $COH8 )C$*BEDD $CHSOES.5 Súmula 249 S!" # $ %ai&a 'con(mica )ederal tem legitimidade passiva para integrar processo em *ue se discute correção monetária do )+!S. <O22. ambos submetidos ao regime do art7 I!"/) do )*) e da Hesoluç9o n7 F# F do S=J.E<J6A3AS."s -*6". *HM$EMHC SEKL8. T2. de relatoria do Exmo7$in7 Benedito <onçalves.SA. 'Je . em raz9o das diferenças de expurgos inflacion2rios. 9I3/ ! "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado".#.7.# .<J2SO .LMO 3OS SA63OS 3AS <OETAS N... sen9o vejamos+ CKL8 HES)MSNHMC7 C'$MBMS=HC=MV87 (<=S7 )8HHEKL8 '8S SCD'8S 'CS )8B=CS VMB)ODC'CS7 'M(EHEBKCS 'E EP*OH<8S MB(DC)M8BQHM8S7 =E$C JQ *C)M(M)C'8 B8 S=J7 *H8)E'RB)MC 'C CKL87.#. . Cssim. .D.A6. . *s$" C'#$* $*6 ' *. sobressai irrefut2vel a legitimidade passiva e exclusiva da )aixa EconAmica (ederal.7-?.$"s @%. foi decidida pela *rimeira Seç9o deste Superior =ribunal. .' s*.. / *E. 707775"7 Suanto às demais preliminares alegadas. FGTS.

3A 2.V )..GJE3A TJ2DA.4.. O"ri>a&'o Aecuni0riaV.2A. =Q8= 3O STP. para e$pri!ir o valor financeiro.sp n..32.ncia de prescrição *uin*uenal... . Dinistro DAJ2O <ADA. !as que deve ser aferido pelo padr'o pri!0rio porque su(eito a !odifica&Hes. RJ. c.ADVOCACIA < 3O <A< .nde$a&'o <a!"ial. in Z2evista de 3ireito Ad!inistrativoV. pois este !ribunal já decidiu *ue / trintenária a prescrição para cobrança de correção monetária de contas vinculadas ao )+!S. Posé 6ui%. Pul>a!ento.928 / A. Ruy Barbosa .A2..-? 7 8 principal teGrico da )orreç9o $onet2ria.. Eo 2.NOS 3.sp 1198IIG 2P 288?Q81I313G/8.S. o Cdvogado =ributarista Bul36es *edreira explica o seguinte+ UVAor analo>ia co! as unidades de !edidas físicas pode!os di%er que o nível >eral de pre&os é o padr'o pri!0rio do valor financeiro. nos termos das Súmula 201 S!"2 3$ ação de cobrança das contribuições para o )+!S prescreve em 4516 trinta anos3.+)2. Tr>'o Pul>ador. Cinda. uma obrigaç9o monet2ria cuja funç9o era fazer variar.112.>:%s* -" ?'##*<=' 6'. enquanto que a unidade !onet0ria serve co!o padr'o secund0rio W usado.utrossim.ETAT.). periodicamente.18Q8=Q2818. T2ATAD 3OS 2. 1.S. por seu turno.XtemaWnvalidadeYdaYtaxaYreferencialY0=H5 Z"CYoYSignificadoYdaYC'MY!-"/ /df57 I "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado".ocorr.*$>#%" * -' FGTS C correç9o monet2ria existe entre nGs desde a d>cada de . Z<orre&'o Donet0ria5 . conforme se demonstrar2 adiante7 II 5 NO MFRITO JURÍDICOS 5 DOS FUNDAMENTOS A) A. 1?3 p. <OET2ONS2S. a moeda nacional segundo a perda de seus respectivos poderes aquisitivos 3ttp+##UUU7scamargo7adv7br#scripts#forum#texto=ema7aspV idWF.S A. que criou o primeiro indexador da Economia Brasileira & a 8H=B 0obrigaç9o reajust2vel do tesouro nacional5.<J2SOS 2.SO6JLMO E.3Pe 18Q8?Q2818+ Cssim. não deve prevalecer a interpretação da recorrente *uanto . 2el..).-?!.+3. 393 a 372 PulQSet 1??3+. a aç9o ora proposta n9o est2 alcançada pela prescriç9o trinten2ria.66 DA2RJ.A. de . Au"lica&'o. fir!ou/se o se>uinte entendi!ento. na pr0tica. o autor Det2cio Jansen diz que Bul36es *edreira teria conseguido institucionalizar e colocar em pr2tica a sua doutrina principalmente atrav>s da Dei nE !7"I.T2 / S.J6XY.

disse atrav>s do voto vencedor da C'M !-"/ #'( que+ A Ta$a 2eferencial )T2+ n'o é índice de corre&'o !onet0ria. passariam a ser atualizados pela taxa aplic2vel à remuneraç9o b2sica dos 'epGsitos de *oupança7 Vale a pena transcrever a ementa deste julgado+ ? "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". podem ser entendidos como H. Ruy Barbosa .F da Dei nE F7.. que se transformou na Dei nE F7. refletindo as varia&Hes do custo pri!0rio da capta&'o dos dep sitos a pra%o fi$o. que tin3a natureza financeira7 Cinda 3oje permanece a perplexidade em relaç9o à natureza jur%dica da =H.. que ora a trata como taxa de juros 0artigo "-5 ora como indexador 0artigo .-!. at> a entrada em vigor da $edida *rovisGria nE . $arco Cur>lio e Mlmar <alv9o entenderam que a estrutura de c2lculo da taxa referencial n9o era suficiente para impedir sua utilizaç9o como par:metro de indexaç9o da economia7 $esmo assim. naquela oportunidade. por outro lado."-' A*#H'-' 7 8 seu objetivo est2 na correç9o dos efeitos inflacion2rios. para que empregue para satisfaç9o de determinada necessidade.--.-%?*s ?":?8:"-'s " A"#$%# -" @"#%"<=' -* A#*<'s -* 6*#?"-' *6 -*$*#6%... uma plêiade de %ndices de correç9o monet2ria foi se sucedendo. na expectativa de lucro7 Os %. de . quando se compara valores monet2rios em diferentes >pocas7 *ois bem7 Suando o S=( enfrentou o tema da natureza da =H.--.*#"<=' -' ?"A%$":7 S9o calculadas por quem disponibiliza o capital em benef%cio de outra pessoa. 8=B e B=B5 que eram vinculados à variaç9o dos n%veis gerais de preços. at> por conta da prGpria inconsistência da lei que a criou. de "...F57 T"C"s -* G8#'s 'EG*$%@"6 A#'6'@*# " #*68..#-. B9o obstante.7 Besta oportunidade o <overno )ollor pretendeu substituir a s>rie de indexadores tradicionais da correç9o monet2ria brasileira 08H=B. os $inistros vencidos )elso de $ello. o S=( entendeu que a =H possu%a natureza de taxa de juros e declarou inconstitucional o artigo .E de março de . f%sica ou jur%dica. pela =axa Heferencial.ADVOCACIA 'esde esta data. de janeiro de .-*C"-'#*s. pois. não constitui 7ndice *ue re8lita a variação do poder a*uisitivo da moeda. cujo texto original estabelecia que os saldos devedores e as prestaç6es dos contratos integrantes do S([.

3. da <onstitui&'o Federal se aplica a toda e qualquer lei infraconstitucional.S A F.*$>#%"9 $".TA 3.A.2.ET. 3OS 3.6. 3.177./ Ta!"é! ofende! o ato (urídico perfeito os dispositivos i!pu>nados que altera! o critério de rea(uste das presta&Hes nos contratos (0 cele"rados pelo siste!a do Alano de .RJ.ST.ATS.TJ3.A6. ser0 essa lei retroativa )retroatividade !íni!a+ porque vai interferir na causa..TJ. para declarar a inconstitucionalidade dos arti>os 1=. Ruy Barbosa .$%-'J <OD. ou entre lei de orde! p4"lica e lei dispositiva. refletindo as varia&Hes do custo pri!0rio da capta&'o dos dep sitos a pra%o fi$o.E3. I?3.O 3. ATJA6.. se! violare! o disposto no arti>o 9. OOON. n'o C0 necessidade de se e$a!inar a quest'o de sa"er se as nor!as que altera! índice de corre&'o !onet0ria se aplica! i!ediata!ente. (ul>ado e! 29Q8GQ1??2.2E. as presta&Hes futuras de contratos cele"rados no passado.<.E<J6ALMO AO <2.S.ET.D <A3.LMO .2E. Doreira Alves. =. <O22.OEA6.EA<. se! qualquer distin&'o entre lei de direito p4"lico e lei de direito privado.SQ<A+. )A3. AOJAAELA./ Se a lei alcan&ar os efeitos futuros de contratos cele"rados anterior!ente a ela. A&'o direta de inconstitucionalidade (ul>ada procedente.O 6.TS2.N. 2.F..ET NO6/81G7I/82 AA/882G8 2TP NO6/ 881I3/83 AA/8872I+ P'# ":&86 $*6A'9 ' A#IA#%' STJ #*G*%$'8 " TR ?'6' H.6.quival*ncia Salarial por <ate>oria Arofissional )A. n'o constitui índice que reflita a varia&'o do poder aquisitivo da !oeda. N.LMO DOE.N.ET. OOON.6A T2 EOS D. A2.TO.APJST. da <arta Da>na. Aor isso.-%?* -* ?'##*<=' 6'. [caput[ e par0>rafos 1 e I5 285 21 e par0>rafo 4nico5 23 e par0>rafos5 e 2I e par0>rafos.. 6.S SJ.2<.O 3. A ta$a referencial )T2+ n'o é índice de corre&'o !onet0ria. 2elator )a+.TOS . D\TJO 2J2A6 S 6^<.ST.ADVOCACIA A&'o direta de inconstitucionalidade.ATS.SMO 3.E<OEST.TK2.TJ<.TA 3. A. Tri"unal Aleno. alcan&ando.E<J6ALMO 3A <O22. . "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". N.6A T2.$' A"#" " A'8A".S. W EO <OET2ATO 3. 3P 8I/ 8?/1??2 AA/1I8=? . todos da 6ei n. A2. .2OQ?1./ Ocorr*ncia./ O disposto no arti>o 9. SJ. pois.TO O AA<TO 3.TS2.LMO A. . pois. de viola&'o de direito adquirido. no caso. .A AO <2.G.$' A"#" ' SFH0 N*s$* s*.TOS . . JT.TJ.D.<6A2A3A.Din.]ALMO 3A OTE.S.<.]ALMO 3OS 3.LMO DOE. Arecedente do S.OA3O2 <OET2ATJA6D.. que e u! ato ou fato ocorrido no passado. SJ. A3OLMO 3O .3A3. de 1 de !aio de 1??1.T.<"9 78". D\TJO 2J2A6..D <A3.TK2.

ET.. !@9A?B$C )'.E<6JSMO EO <K6<J6O / 3. (ul>ado e! 87Q8=Q2881.S .T. EJ6.NA6_E<.ES A..E<6JSMO.2.D.../ Eos contratos vinculados ao A.=3?Q.A. 3AS A2.SJ6TAE3O 3.@@'=>. A6AEO 3.. p. (ul>ado e! 13Q11Q1??9.. 3P 11Q12Q1??9.RJ.ES.9. A!B.)2.F. AA2KG2AFOS / S\DJ6A 13QSTP /A2.3..SA2J3.S.T.GJ.@ C'9 .3A3.3O T.6. Ruy Barbosa ..A6 EMO <ODA2ONA3A / 2. 3O A<T23MO.+I.E I?3/8QSTF / NAETAG.O 3.6. Dinistro F2AE<. 13 3A 6. 3AS A2.GF9.sp 28?. A2T.2OQ?1.S. .<A.sp. I3229+ )>rifa!os+ A3D. RJA2TA TJ2DA. 231+ )>rifa!os+ =odavia.S SJ. ao sal0rio ou venci!ento do !utu0rio.S+ / .NO / SFX / 2. 99 # ': )$%' . 2el.S.$ $ F$@9$=>.OA3O2 EOS D.3A A .EO<O22_E<..ET.' $!?$C9D$=>../ As vanta>ens pessoais incorporadas. 2. 3P 17Q8GQ2882... :. 9B<% )2. A2. S.N. Dinistro SK6N. . !G!?C.ES A.2. %?:<@' S'"$ <@. Dinistro F2AE<. AASS.S F$C.NA 3A JE. 2el.A6 )A.ST2AT.RJ.S.9.STALY. $ <$@!9@ .E<O2AO2A3AS 3.APJST.<.APJST.ncia Salarial.EAA6.STALY.S. 299 . I8.IGGQ.S9=>. $ %.' @'$"?S!' 'S!$F$.3_E<. inclue!/se na verifica&'o da equival*ncia para fi$a&'o das parcelas.' @')'@9. . )$!.GJE3A TJ2DA. <. . 3O SA63O 3. . )A2T.STP. $!@'C$. mudou de entendimento.E<.). $ !@ %.S<O A.: A$S' B.3A3.G.E. .3.E3.@ .@ .2A. .SSOA.0JJ 90..:..ES.6A T2. 2ecurso especial conCecido e parcial!ente provido.naplic0vel a T2 co!o fator de corre&'o !onet0ria . NAETAG. 3P 21Q82Q2888.<.NAD.$ .. . %.S A F. F$C. a fi! de preservara equa&'o econB!ico/financeira do pactuado. S.ntendi!ento consa>rado nesta <orte na esteira de orienta&'o tra&ada pelo STF..3A3.A./ 2ecurso conCecido e parcial!ente provido)2esp 1I8. <O22..A.LAEXA DA2T. 3A T2 W A3. a )orte de Justiça. .@'S. e F "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado".%'.a e&emplo das prestações mensais.ET.'@$C 9B$.2G_E<.N.SSOA. AO SA6K2.N. p. 2. p.? %.$ C'9 I.A PJ2. 2el.S STP. fazendo uma releitura do voto do $inistro $oreira Clves do S=(.B!@$!.$ <.S. 112+ )>rifa!os+ SFX.ADVOCACIA AOJAAELA. F. .eclarada pelo S!) a inconstitucionalidade da !@ como 8ator de correção monetária 4$.SDO .E<.S<O A.O.B'!E@9$ S?AS!9!?!9F.MO.9B 495K16.$ <HAC9%$.777QGO.177+.A 3O D.NA6_E<.DAOSS.ET.E. . definitiva!ente.S .LMO A.LAEXA DA2T.3A3. (ul>ado e! 23Q11Q1???.N. o rea(usta!ento das presta&Hes deve o"edecer 1 varia&'o salarial dos !utu0rios. K . tamb/m deve obedecer ao <lano de '*uival. =.RJ.A6.. %?"$ ). S?<@':.6. .$.A SA6A2.:9!9B.O / .A SA6A2.GJE3A TJ2DA.@:$ .3O2 / A6AEO 3. o reajustamento do saldo devedor.

Aldir AassarinCo Punior.EALMO3.LMO.6O .<O. 1?Q12Q288G. 1=I+ )>rifa!os+ (ul>ado e! Em relaç9o ao (<=S. <O22.A A.<..22.TK2.9 495 . :in. 3. <orri>ir o valor no!inal da o"ri>a&'o representa.<.O 3A .GALMO. 3P 1?. <O2T.O2.. Arecedentes da <orte .2O 3A XA. n'o devendo representar. .ETOS.2.288G.1. sen9o vejamos+ A2. T^TJ6O ..<. !anter.).3.A. 3P 12Q83Q2887. Dinistro T. Aos contratos de !4tuo Ca"itacional fir!ados no #!"ito do SFX que preve(a! a corre&'o do saldo devedor pela ta$a "0sica aplic0vel aos dep sitos da poupan&a aplica/ se a Ta$a 2eferencial. SA63O 3.ESA AO A2.. por si s . conforme demonstra o seguinte julgado+ S. .8G. 3OS N. 3.EA6 3A O. A2.2.3A3.<A.T. 2el. de 0990. *ue / inconstitucional / sua aplicação retroativa.3JT.3. p. .ncia da Cei I.F6ALMO. A2..A.SA.D.!"ar>os de diver>*ncia a que se ne>a provi!ento. .0.sp 792. [A corre&'o !onet0ria nada !ais é do que u! !ecanis!o de !anuten&'o do poder aquisitivo da !oeda.2A S.SA I93G88 Q 3F. T2. Din.6. OF. )oi isso o *ue decidiu o S!) da $. aplicaç9o de %ndice de correç9o monet2ria se presta para recuperar o poder de compra do valor emprestado7 Este poder de compra > diretamente influenciado por um processo inflacion2rio7 8 prGprio S=J recon3ece a influência da inflaç9o e da deflaç9o na composiç9o do %ndice de correç9o monet2ria.E<.TALMO.A6.D.2. 32 at> a sTmula do S=J sobre a aplicaç9o da =H como %ndice de correç9o monet2ria7 Beste sentido+ A Ta$a 2eferencial )T2+ é o índice aplic0vel. Ruy Barbosa ." de 14. 3Pe 8=Q8?Q2818+ )omo dito al3ures.S.2. A6.]ALMO DOE. .N. a título de corre&'o !onet0ria.AA6. A2.3A3.A6.<. ao estabelecer o Lmbito de incid.N.sp 729?17 Q 3F.<OEaD.8I. Bão / inconstitucional a correção monetária com base na !a&a @e8erencial K !@. no te!po.2NALMO 3O NA6O2 EOD.O .GA/D..AG.ST.S 3.0JJ. o seu poder de "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado"..E<^A. (ul>ado e! 29Q8=Q2818.3O2. Din..ET.special. )S4!ula I9?.<JT. <leno.EO ]ANAS<`. 3P 2I.NO PJ3. :oreira $lves.6.288G5 3.ADVOCACIA passou a adotar a constitucionalidade da =H como %ndice de correç9o monet2ria.2.19. ne! u! plus ne! u! !inus e! sua su"st#ncia.=7?Q3F.DA F.S.TK2.3.K2.0992. por e$pressa deter!ina&'o le>al.LMO DOE. consequente!ente. ATJA6. 6aurita Na%.E<.EAE<.2D. aos dé"itos co! o FGTS recolCidos pelo e!pre>ador !as n'o repassados ao fundo.O. portanto.. ). ^E3. EMO O<O22_E<.

na atuali%a&'o da dívida. deve prevalecer o valor no!inalb[ )<orte . poder0 a outra t*/lo por desfeito.. Eo precedente da <orte .. esta"elece o Danual de Orienta&'o de Arocedi!ento de <0lculos aprovado pelo <onselCo da Pusti&a Federal que.2. A6. !ais (uros. Din. e 37. As perdas e danos. no c0lculo final. 59M.O `J`.sp 129299=Q2S. $rt.2G. e Conor0rios de advo>ado. co! a ressalva de que. $rt.I. nas o"ri>a&Hes de pa>a!ento e! dinCeiro.O2.9=8Q2S. 2esponde o devedor pelos pre(uí%os a que sua !ora der causa. deve prevalecer o valor no!inal. Couver redu&'o do principal. ON. 3Pe 21Q83Q2813+)>rifos nossos+ B9o podemos nos esquecer de que a cultura da correç9o monet2ria est2 de tal forma arraigada ao nosso sistema econAmico. 414. traz diversos dispositivos garantindo atualizaç9o monet2ria+ $rt. e Conor0rios de advo>ado.previsto nos arts. alterado pelas oscila&Hes inflacion0rias positivas e ne>ativas ocorridas no período.. se! pre(uí%o da pena convencional.special. encontra respaldo na (urisprud*ncia do STF e do STP. atuali%a&'o dos valores !onet0rios se>undo índices oficiais re>ular!ente esta"elecidos. 5I9.D. [os índices ne>ativos de corre&'o !onet0ria )defla&'o+ ser'o considerados no c0lculo de atuali%a&'o[. T. 40I.LMO.ADVOCACIA co!pra ori>inal. 2. A co!preens'o no sentido de que n'o C0 viola&'o ao princípio da irreduti"ilidade dos venci!entos. E'o cu!prida a o"ri>a&'o. !encionado na decis'o a>ravada.2G9. retendo/as5 se a . da <onstitui&'o Federal.. !ais (uros e atuali%a&'o !onet0ria se>undo índices oficiais re>ular!ente esta"elecidos. N. que o prGprio )Gdigo )ivil de . 2el. ser'o pa>as co! atuali%a&'o !onet0ria se>undo índices oficiais re>ular!ente esta"elecidos. Se a parte que deu as arras n'o e$ecutar o contrato.special. e! respeito ao princípio da irreduti"ilidade de venci!entos. (ul>ado e! 13Q83Q2813. 3Pe1=QIQ12+. Ruy Barbosa . ba atuali%a&'o i!plicar redu&'o do principal.3.2. 7º.EO ]ANAS<`.)A>2> nos . quando preservado o valor no!inal da o"ri>a&'o.sp 1. A>ravo re>i!ental i!provido. "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". A2. !as u! indevido acrésci!o no valor real. custas e Conor0rios de advo>ado. . Atuali%ar a o"ri>a&'o levando e! conta apenas oscila&Hes positivas i!portaria distorcer a realidade econB!ica produ%indo u! resultado que n'o representa a si!ples !anuten&'o do pri!itivo poder aquisitivo. ficou e$pressa!ente consi>nado que se. se. n'o Cavendo decis'o (udicial e! contr0rio.EA. 2el. Dinistro S.2A S. $rt. responde o devedor por perdas e danos. a"ran>endo (uros. Eessa linCa.

Z -.!. poder0 que! as deu Caver o contrato por desfeito. co! atuali%a&'o !onet0ria se>undo índices oficiais re>ular!ente esta"elecidos. ela .--" ....--. e consequentemente n9o recupera o poder de compra do valor aplicado & a =axa Heferencial#=H7 [istoricamente.I?Z B9o obstante. imperava a razoabilidade nos %ndices da =H para que pudessem atingir a finalidade de correç9o do valor do capital7 CB8 . A !ora do se>urador e! pa>ar o sinistro o"ri>a 1 atuali%a&'o !onet0ria da indeni%a&'o devida se>undo índices oficiais re>ular!ente esta"elecidos. os %ndices da =H..7. como o M*)C e o MB*).Z -.!"Z . portanto. Aquele que.IZ -.--I .Z .?.---7 C =H se distancia expressivamente do MB*) e do M*)C. se enriquecer 1 custa de outre!. $rt.I?.. e um %ndice que n9o reflete a inflaç9o..7.. recuperam o poder de compra do valor aplicado. ..!.--? =H ""I.Z -. o cen2rio começa a mudar a partir de .Z . Ruy Barbosa . II4. -Z . feita a atuali%a&'o dos valores !onet0rios..-FZ -.?. (uros e Conor0rios de advo>ado. nem quando experimentamos deflaç9o7 =odavia.7!F-....--! . ...Z . ao ponto de 3oje a inflaç9o superar ?Z ao ano e a =H ser igual a zero7 Dogo.7!. no pa%s. se! (usta causa..".!. Este retrospecto da evoluç9o legal e jurisprudencial a respeito da aplicaç9o da =H como %ndice de correç9o monet2ria se fez necess2rio para que pud>ssemos c3egar ao nTcleo do argumento desta aç9o7 [oje. e e$i>ir sua devolu&'o !ais o equivalente. $rt.. "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado"."Z -I. JJ2. se! pre(uí%o dos (uros !orat rios.!-..Z MB*) !.ADVOCACIA ine$ecu&'o for de que! rece"eu as arras.I.-.. ser0 o"ri>ado a restituir o indevida!ente auferido. do MB*) e do M*)C.I.Z .. 32 dois tipos de %ndices de correç9o monet2ria7 \ndices que refletem a inflaç9o e.-Z "..7. > preciso lembrar que a =axa Heferencial nunca foi igual à inflaç9o7 Bem quando experimentamos 3iperinflaç9o. sempre andaram prGximos7 Em outras palavras.IZ M*)C !..III.?-Z .. IZ .-... .--.

*$>#%" * G8#'s0 Q8".$%-" " "$8":%. . dotadas de valor econ(mico.ADVOCACIA n9o se presta para o fim de manter o poder aquisitivo dos depGsitos do (<=S. a que a nor!a (urídica.$* -*sA#'A'#?%'.K:"<='9 *s$* "#$%&' $"6EB6 B -*s?86A#%-' * ' A"$#%6D.": *6 #*:"<=' L %. como um patrimAnio do trabal3ador. ele est2 s8Es%-%". do Bovo )Gdigo )ivil+ $rt. est2 confiscando os rendimentos dos trabal3adores. atrav>s da )aixa EconAmica (ederal. *6 s*8 "#$%&' () 78* B &"#". o (<=S n9o > um fundo de livre disposiç9o por parte do trabal3ador.-' " TR B %&8": " . para subsidiar pol%ticas pTblicas. 90. saneamento b2sico e infraestrutura urbana.*#' *s$* "#$%&' B -*s?86A#%-'0 Q8".".%6" * $'$":6*. n9o podendo ele decidir sponte pr pria quais as aplicaç6es que l3e s9o mais convenientes ou rent2veis7 8 trabal3ador tem que se submeter a pol%ticas econAmicas e sociais que l3e s9o altamente prejudiciais7 O#"9 6"s " A#IA#%" L*% -' FGTS -%.-' programas de 3abitaç9o popular."<=' 6'. imediatamente sobrev>m liç9o da *rofessora $aria [elena 'iniz ao comentar o artigo -. sem a menor possibilidade de ingerência destes trabal3adores7 Cssim como em nosso Estado 'emocr2tico de 'ireito. estamos diante de uma situaç9o de ?'. o trabal3ador n9o pode ser punido com o confisco do que a prGpria )aixa define em seu s%tio eletrAnico..-' " TR B 6H. Ruy Barbosa . o trabal3ador n9o est2 K%. "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". que s9o um patrimAnio do trabal3ador7 8 sentimento geral > que 32 muito tempo o (<=S > um fundo in%quo por ele n9o ter recomposiç9o inflacion2ria dos seus recursos7 Ba verdade.%s$#>5:'0 Em um cen2rio de =H zero e inflaç9o pTblica e notGria. S a constituída por "ens sin>ulares corp reos Cetero>*neos ou incorp reos )co!ple$o de rela&Hes (urídicas+.?%". a )onstituiç9o veda que se utilize o tributo com efeito de confisco.K%s?'7 8 <overno (ederal. %onstitui universalidade de direito o comple&o de relações jur7dicas de uma pessoa. e definitivamente o >7 Suando se fala em patrimAnio.-'0 Co contr2rio de outros investimentos. ?niversalidade de direito.%' -' $#"E":M"-'# B s8E$#"H-' A'# 78*6 $*6 ' -*@*# :*&": -* "-6%.

conforme crit>rio estabelecido na lei e a expediç9o das instruç6es necess2rias ao cumprimento do artigo que criou a =B(7 Art. dos dep sitos a pra%o fi$o captados nos . . esses "ens se unifica! nu!a e$press'o econB!ica. co!o p. pa>. co!o u!a universalidade.. 188+ )>rifa!os+.. principalmente do S=J.. as obrigações e as ações correspondentes a tais direitos. que a =H > %ndice de correç9o monet2ria7 =anto o artigo . por sere! dotados de valor econB!ico. 8ra. .+ O patri!Bnio e a Ceran&a s'o considerados co!o u! con(unto.d. vamos aqui partir do pressuposto. 1@ O . e$. ainda que n9o mencionados7 $rt. 255.. quando o artigo IE da Dei nE . na medida em que determina que a obrigaç9o de dar coisa certa abrange os acessGrios.$ :anipulação da !@ pelo Aanco %entral %:B Mndependentemente da discuss9o sobre sua natureza jur%dica. 9ncluemKse no patrim(nio2 a posse. A o"ri>a&'o de dar coisa certa a"ran>e os acess rios dela e!"ora n'o !encionados. patrim(nio abrange direitos e deveres redut7veis a dinNeiro. os direitos reais."" do )Gdigo )ivil se torna inafast2vel.ADVOCACIA co! o intuito de produ%ir certos efeitos. Saraiva.#-. Devando em conta que a relaç9o jur%dica entre os trabal3adores e a )aixa > de direito pessoal. ou se(a. Ruy Barbosa .-. assentado pela jurisprudência.E da lei nE F7. calculada a partir da re!unera&'o !ensal !édia líquida de i!postos. . 7. d0 unidade. patrim(nio / comple&o de relações jur7dicas de uma pessoa apreciáveis economicamente.7 I"#-I5 atribu%ram ao Banco )entral a regulamentaç9o da metodologia de c2lculo da =H. acessGrios de din3eiro s9o os juros e a correç9o monet2ria7 E ent9o voltamos à =axa Heferencial7 A6 .. .!"ora se constitua! ou n'o de "ens !ateriais e de créditos.rasil divul>ar0 Ta$a 2eferencial )T2+. )< di>o <ivil Anotado. salvo se o contr0rio resultar do título ou das circunst#ncias do caso.anco <entral do ." "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". o artigo .# . 0que convolou a $* . que é o valor. o patri!Bnio ).

. a =H > calculada levando em conta a =axa B2sica (inanceira e um Hedutor7 C Hesoluç9o "7"I!# ?. de 2= de !aio de 1??3. no pra%o de sessenta dias. de pra%o de dura&'o i>ual ou superior a sessenta dias.1?2Q81+ Bo mister de regulamentar a =H. 32 fGrmulas para encontrar a =H7 =odavia.--I.. O <onselCo Donet0rio Eacional e$pedir0 as instru&Hes necess0rias ao cu!pri!ento do disposto neste arti>o.177. estaduais e !unicipais. para ser utili%ada e$clusiva!ente co!o "ase de re!unera&'o de opera&Hes reali%adas no !ercado financeiro. 1º da 6ei =. inclusive. Ruy Barbosa . para fins de c0lculo da Ta$a . e enviada ao conCeci!ento do Senado Federal.F. o Banco )entral#)$B vem ao longo dos anos criando e reinventando fGrmulas para encontr2/la7 *elo menos desde a Hesoluç9o .+. entre "ancos !4ltiplos.7!".I.7 I"#-I.1?2. de " de outubro de .sta"elecer que. pela $edida *rovisGria .ADVOCACIA "ancos co!erciais. 1º . )6ei nº 18.GG8. que a forma de c2lculo da =H sofre uma expressiva reviravolta7 'esde a Hesoluç9o .. "ancos de investi!ento e cai$as econB!icas.--. ou dos títulos p4"licos federais. > com a instituiç9o da =axa B2sica (inanceira. "ancos co!erciais.! "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". de que trata! os arts. de . de " de jun3o de .7 . de 1º de !ar&o de 1??1.--!. e re!unerados a ta$as prefi$adas. 3oje vigente sobre o assunto. Aar0>rafo 4nico. a!pliar o pra%o !íni!o previsto no caput. )6ei nº =177Q?1+ Arti>o 9º Fica instituída Ta$a . . podendo inclusive. "ancos !4ltiplos co! carteira co!ercial ou de investi!entos. de 1I de fevereiro de 2881. cai$as econB!icas.0sica Financeira W T. co! pra%o de 38 a 39 dias corridos.Q23. diz o seguinte+ Art.F e da Ta$a 2eferencial / T2. deve ser constituída a!ostra das 38 !aiores institui&Hes financeiras do Aaís. "ancos de investi!entos. de acordo co! !etodolo>ia a ser aprovada pelo <onselCo Donet0rio Eacional. 1º da 6ei =.? de maio de . assi! consideradas e! fun&'o do volu!e de capta&'o efetuado por !eio de certificados e reci"os de dep sito "anc0rio )<3. e 9º da 6ei 18.0sica Financeira / T.

para o período de u! !*s.I8 T.F !enor ou i>ual a 13 e !aior ou i>ual a 11 8.N. co! pra%o de 38 a 39 dias corridos. considerada a Cip tese prevista no F 2º.I "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". de 31 de !ar&o de 288G.F.I= T.+ " T.rasil.anco <entral do .II T. inclusive n'o/4teis. e!itidos a ta$as de !ercado prefi$adas.F !enor ou i>ual a 1I e !aior que 13 8. de acordo co! a se>uinte f r!ulaT2 c !a$ d8.F ): a.F c T.a.IIG. inciso .F !enor ou i>ual a 19 e !aior que 1I 8. Iº Aara cada dia do !*s / dia de refer*ncia /.8895 " c valor deter!inado de acordo co! a ta"ela a"ai$o. se>undo a !etodolo>ia descrita no art..ADVOCACIA Art. deve ser calculada a correspondente !@.anco <entral do . na for!a a ser deter!inada pelo . F 1º O valor do redutor b2b deve ser calculado para todos os dias. 1º.Q23.F !aior que 1G 8. Iº.32 2eda&'o dada pela 2esolu&'o 3. pela aplicação de um redutor 3@3.. inclusive. e! ter!os percentuais ao anoT. o .F relativa ao dia de refer*ncia5 a c 1. T. 9º <ara cada !A) obtida. onde-2esolu&'o nº 339I. co! "ase e! infor!a&Hes prestadas pelas institui&Hes inte>rantes da a!ostra de que trata o art. co! início no pr prio dia de refer*ncia e tér!ino no dia correspondente ao dia de refer*ncia no !*s se>uinte. Art. Iº.3G T. T.188 de )1 f T.F e a T2 s'o calculadas a partir da re!unera&'o !ensal !édia dos <3.F o"tida. 2º A T. F 2º )ica o Aanco %entral do Arasil autorizado a determinar o valor do parLmetro 3b3 no caso de a . ).rasil deve calcular a T. e! fun&'o da T. se>undo a !etodolo>ia descrita no art.+ Art.F !enor ou i>ual a 1G e !aior que 19 8. de 89Q83Q2887.FQ188+ Q 2 g / 1hh )e! :+. Ruy Barbosa .FQ188+. de acordo co! a se>uinte f r!ula2 c )a f " .

nquanto que o Z"V é u! deci!al !enor do que 1. co! a se>uinte reda&'o. que n9o era t9o flex%vel7 8 Economista )>sar Hoberto Buzin explica o quê o Banco )entral#)$B est2 fazendo com a =H. a respeito da utili%a&'o da T2 co!o índice de corre&'o !onet0ria foi sacra!entada por !eio da cria&'o da S4!ula I9I.7I "#-I 0Dei nE . cCa!ados de ZaV e Z"V.A<.=' M> .ADVOCACIA !A) obtida ser in8erior a 00O a. 8 peculiar nesta determinaç9o do Banco )entral#)$B.ZAactuada a corre&'o !onet0ria nos contrato do SFX pelo !es!o índice aplic0vel 1 caderneta de poupan&a.17: ao ano de (uros re!unerat rio.E da lei nE F7. )on%e por cento ao ano+.--.5. ar"itrado pelo . mas o ten3a feito ao regulamentar o artigo .#-. com amplos poderes para regulamentar o assunto.F+. Ruy Barbosa . Aara calcular o valor da T2." L*% -" TR A#*@%s=' -* "A:%?"<=' -* #*-8$'#9 "ss%6 ?'6' . que de resto se repete desde .9: ao !*s. 8. causa estran3eza que diante de um comando aberto como o do art7 IE da $* nE . n9o ten3a institu%do um redutor.F. ve! sendo utili%ada para tal finalidade na corre&'o dos valores aplicados 1 caderneta de poupan&a e outras aplica&Hes co!o os dep sitos do FGTS. u!a !édia de ta$as de (uros pa>as nas aplica&Hes e! certificados de dep sitos "anc0rios )<3.... é preciso aplicar u! redutor so"re a T.a.+ e!itidas pelas 38 !aiores institui&Hes financeiras.889. neste trec3o do *arecer EconAmico que se junta a esta inicial7 O"(eto de discuss'o é a utili%a&'o da T2 co!o índice de corre&'o !onet0ria.# . > que a =B( e =H s9o exatamente iguais em sua gênese at> o momento em que se determina que se aplique um redutor à =B( para se c3egar à =H7 N=' M> . . poré!.. que apesar de n'o ter sido criada co!o u! índice de inde$a&'o !onet0ria.-.177Q?1V. A T2 é calculada a partir da Ta$a . dinCeiro pertencente aos tra"alCadores." L*% 78* ?#%'8 " TNF 7 =odavia.? "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". O par#!etro ZaV é o fator de 1. 7.E e que . A posi&'o adotada pelo Superior Tri"unal de Pusti&a. ou se(a. co! >est'o de terceiros. que depende de dois par#!etros. e! a>osto de 2818. o Banco )entral#)$B. ou G.0sica Financeira )T. incide a Ta$a 2eferencial )T2+ a partir da vi>*ncia da 6ei =. equivalente 1 re!unera&'o da caderneta anti>a.

Z . .I Z I. . .F!-Z ..-"FZ I.F-. " ..-. Ruy Barbosa . IZ M*)C I.Z -.F""IZ .!!I.F!Z . .?!FIZ ...-Z . .. !ensali%ada. ? ... . . F . !. IZ .F T2c 1fT.A<. vi>ente na data do início do período de rendi!ento.F W 1 A f r!ula si>nifica que os novos dep sitos reali%ados nas contas de dep sitos de poupan&a tenCa! co!o re!unera&'o adicional )T2+.Z I..!-Z F.!..Z .--.Z .Z .ADVOCACIA varia de acordo co! o nível de ta$a de (uros "0sica da econo!ia..6<.!!Z . definida pelo .I"Z -.-!Z .9: a. .. de (uros "ai$os.IZ ?.. ..Z ?...!?Z ?.--.. I .."Z I. notadamente a partir de .-!Z I..Z ?.!?Z I.F.!"Z I.Z .?-Z ".Z .?FF. Z MB*) !.6.. ... -?. os depGsitos nas contas vinculadas do (<=S dos trabal3adores est9o perdendo poder de compra. Aara calcular o redutor )2+ o par#!etro Z"V é !ultiplicado pelo valor da T.. .F e so!ado ao par#!etro ZaV. Ba esteira do que foi deduzido no *arecer..? Z I..F!Z .!FZ !..FI.. . um quadro comparativo entre os percentuais da =H..Z ?. ... 2c a f " $ T.< )<opo!+.!Z . desde . ta$a "0sica de (uros. ".---7 CB8 .<." 0at> março5 =H -..9: a. enquanto a !eta da ta$a S..?.Z . ! .. a T2 per!anecer0 por u! lon>o período indeter!inado co!o %ero. Eo nível atual de ta$a de (uros decrescente de u!a econo!ia esta"ili%ada e nu! cen0rio para os pr $i!os anos...Z ."FZ ?..Z I. ou se(a.)i+ 8..--F .. . estiver aci!a de =. ..?"!FZ .F.E.. .-. "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". .F .".. ..-IZ . MB*) e M*)C. ."!Z . .Z .." Z .Z !.a e )ii+ 78: da !eta da ta$a S..!Z !.Z ..."Z !.Z .?IZ F.--. divul>ada ap s as reuniHes do <o!it* de Aolítica Donet0ria do .

que determina a atualizaç9o monet2ria. 3oje. e de l2 n9o pode retir2/lo para outro investimento. sendo reduzido ano a ano7 C finalidade da correç9o monet2ria > manter o poder de compra do capital.!.F "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". e esta finalidade nem de perto vem sendo alcançada pela =H7 C anulaç9o total da =H > sG o desfec3o desta pol%tica predatGria para o trabal3ador7 8 trabal3ador. em flagrante ofensa ao artigo . configura flagrante afronta ao artigo . Ruy Barbosa . ocorre uma gigantesca destruição de valor . ela deixou de ser um %ndice confi2vel para atualizar monetariamente as contas do (<=S."" do )Gdigo )ivil. na medida em que se nega a ele a devida atualizaç9o monet2ria7 )omo dito no estudo acostado à inicial+ A atuali%a&'o !onet0ria é o ele!ento mais importante do !ercado financeiro. porque se descola dos %ndices de inflaç9o. bem como ao artigo . O o"(etivo funda!ental de escolCa de u! índice de atuali%a&'o nos ativos )ne> cios. pois sem a medição precisa da perda do poder a*uisitivo da moeda com o decorrer do tempo."-"7 B9o 32 nem correç9o monet2ria nem =axa Heferencial 0independentemente da sua natureza jur%dica5. o trabal3ador que tem seu din3eiro aplicado no (<=S. est2 sendo remunerado com . contratos.Z de juros ao mês * 6"%s . tem que poder confiar na lei7 Esta confiança est2 quebrada7 [2 a n%tida expropriaç9o do patrimAnio do trabal3ador. pelo menos desde janeiro de . sua reduç9o a zero em um cen2rio de inflaç9o superior a ?Z ao ano.E da Dei nE F7 "?#. que luta para formar um patrimAnio.. aplica&Hes e etc+ .ADVOCACIA Excelência. m2xime a partir da instituiç9o de um redutor que tem por efeito zerar o %ndice da =H em um ambiente de inflaç9o7 8 quadro comparativo mostra que a =H n9o se presta como atualizador monet2rio do (<=S..---7 'esde o momento em que o Banco )entral#)$B estabeleceu um redutor para a =H.E da Dei nE F7 "?#.. quando sonega os acessGrios da obrigaç9o de dar7 $as > necess2rio ir mais al>m e revisitar o entendimento jurisprudencial sobre a =H como %ndice de correç9o monet2ria. que imp6e a correç9o monet2ria dos valores depositados pelo empregador7 Cinda que se argumente que a aplicaç9o do Hedutor pelo Banco )entral#)$B seja legal.

levando e! conta a ta$a !édia de re!unera&'o dos <3. !as ta!"é! 1 siste!0tica apurat ria desse índice.Q23.-' .. a fi! de evitar que a ta$a de (uros no !*s corrente refletisse a infla&'o do !*s anterior.." s8" ?'6A:*$" .+ A !udan&a no co!porta!ento da T2 n'o se deve so!ente a oscila&Hes da econo!ia. a ta$a referencial dei$ou de refletir o índice inflacion0rio a partir de 1???.is e u! redutor fi$ado por resolu&'o do <DE. ?8:6%. mesmo levando em conta a remuneraç9o dos juros de "Z ao ano7 8 que torna a =H um %ndice inidAneo > a intensa ingerência do Banco )entral#)$B na sua formulaç9o7 )omo explica o Economista )>sar Buzim+ A T2 deveria servir co!o refer*ncia para os (uros vi>entes no . desde janeiro de ."Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado".+ e!itidos por u!a a!ostra de institui&Hes financeiras. confisco.A<.Q23. apesar das suas características.+ O pre(uí%o causado aos tra"alCadores devido 1 aplica&'o da T2 co!o índice de corre&'o !onet0ria é ta!anCo que . evitando que ele se(a corroído pela infla&'o. e .$*##8A$"6*.ADVOCACIA é de prote>er o patri!Bnio.%. ficou esta"elecido que o . ele deixou bem assentado que a =H n9o constitu%a %ndice que refletia a variaç9o do poder aquisitivo da moeda7 Esta caracter%stica da =H tem se confirmado ao longo dos anos7 C sua aplicaç9o aos saldos dos depGsitos do (<=S tem gerado 1gigantesca destruiç9o de valor4 do patrimAnio do trabal3ador7 [2 anos. <o!o consequ*ncia da atua&'o do .. .. sendo divul>ada !ensal!ente.--.E.$*9 -*s-* s*$*6E#' -* (1+(0 Em . os trabal3adores que tem depGsitos no (<=S n9o experimentam gan3os reais em sua aplicaç9o7 Co contr2rio7 [2 muito tempo.. com as constantes reduç6es da =H em relaç9o aos %ndices de inflaç9o. expropriaç9o que o trabal3ador est2 sofrendo. 8 *oder Judici2rio 32 de se opor a este esbul3o. foi usada co!o índice econB!ico de corre&'o !onet0ria ).".A<. Ruy Barbosa . ).E efetuaria o c0lculo da T2 a partir da re!unera&'o !ensal !édia dos certificados e reci"os de dep sito "anc0rio )<3.---. quando o S=( julgou a C'M !-"/ #'(.8:%-"-*9 %. os trabal3adores tem rendimentos inferiores à inflaç9o.rasil.nicial!ente.--.

E.I37Q?7 que esta"elecera! a f r!ula de c0lculo do redutor da T2 co! duas novas vari0veis.??.39I de 31.. a!"as definidas pelo .=8?Q2888.2= 8.G8I. confor!e visuali%ado na ta"ela a"ai$o- DS W é a !eta para a ta$a S.a+ DS DS 1G jc 19 jc 1I jc 13 jc 12 jc 11 jc j 1G DS DS DS DS DS DS j19 j1I j13 j12 j11 j18 Z"V 8.2887. de 21.6. 2esolu&'o <DE nº 2. pode!os afir!ar que a T2 n'o repHe !ais as perdas inflacion0rias.8I.I8 8.32 8. A partir da 2esolu&'o <DE nº 2. "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado".A<.ADVOCACIA quando analisado o fator de corre&'o acu!ulado do FGTS visuali%a/se que a renta"ilidade desse fundo n'o supera os índices inflacion0rios desde 2882. a partir de certo pata!ar. o que afeta consideravel!ente os poupadores.IIG de 89. se! critério técnico conCecido. de 38. "e! co!o nas infor!a&Hes disponi"ili%adas pelo .A<.a.II 8.+ <o! "ase nas nor!as 2esolu&'o <DE nº 2. resolu&'o <DE nº 2.E passou a deter!inar o fator Z"V. "e! co!o os tra"alCadores que possue! o FGTS. ele!ento essencial para o c0lculo do redutor da T2.E foi construída planilCa de!onstrando a evolu&'o do fator de pondera&'o Z"V..I37.83.A<. 2esolu&'o <DE nº 3. o . As pri!eiras !udan&as si>nificativas da T2 ocorrera! através das 2esolu&Hes <DE nº 2.2I .83.39G de 11.18.< e! ): a. que esta"elecera! no decorrer dos anos a for!a de c0lculo da T2. apesar da aplica&'o de (uros de 3: a. 2esolu&'o <DE nº 3.?=.2887 e <ircular nº 3. Ruy Barbosa .3G 8. rendendo !enos que a infla&'o a partir de 2887.3=7Q?7 e nº 2.=8?. 3iante do e$posto.a constante ZaV e o fator de pondera&'o Z"V.12. de 23. quais se(a!.87.88.I= 8.288G. ).

*6 ?'##*<=' C Dei de Mntroduç9o às Bormas do direito Brasileiro estabelece em seu artigo IE que na aplicaç9o da lei. 'e pouco adiantaria ao trabal3ador que fosse determinado ao Banco )entral#)$B que recalculasse a =H. "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". sobrev>m a necessidade de substitu%/la por um %ndice que realmente repon3a as perdas monet2rias7 E ent9o. pois uma nova fGrmula estaria igualmente sob a discricionariedade e subjetivismo total do Banco7 Basta avaliar a sucess9o de resoluç6es do Banco )entral#)$B sobre o tema. > efetivamente devida pela )aixa7 Se a =H n9o pode ser considerada um %ndice idAneo. outro camin3o n9o existe se n9o o de adotar um novo %ndice que verdadeiramente corrija estes depGsitos7 C) D's Í.$* A#'-8. o juiz atender2 aos fins sociais a que ela se dirige e às exigências do bem comum7 C Dei do (<=S tem um fim social indiscut%vel.E na valora&'o do fator Z"V. reposiç9o dos %ndices inflacion2rios de forma a garantir o poder de compra daquele din3eiro ali depositado no (undo..ADVOCACIA 18 $bai&o de 01 8ator PbQ determinado pelo A$%'B . nada obsta que o juiz considere %ndices previsto em outra legislaç9o7 Ct> por uma quest9o de equidade.ssa discricionariedade do . acolCida pelas circulares e resolu&Hes posteriores. o mel3or %ndice que pode substituir a =H > o %ndice que corrige monetariamente o sal2rios dos trabal3adores e os benef%cios previdenci2rios7 Este %ndice est2 . i!pactou o c0lculo do 2edutor da T2.-%?*s 6'. Ruy Barbosa . conforme *arecer do referido Economista7 *artindo da premissa inequ%voca de que a =H n9o rep6e as perdas monet2rias dos depGsitos do (<=S.*$>#%" 78* *K*$%@"6*. proteger o trabal3ador e constituir um patrimAnio que l3e sirva de arrimo em v2rias situaç6es de sua vida7 'iante de tudo que foi demonstrado. o juiz atender2 aos fins sociais da Dei do (<=S ao recon3ecer que correç9o monet2ria.A<.

. ser'o aplicados os se>uintes percentuais. a 2k 2. ser0 aplicado o percentual equivalente 1 ta$a de cresci!ento real do A. se! retroatividade... o valor di0rio do sal0rio !íni!o corresponder0 a 2k 1=. F Io $ t7tulo de aumento real.. F 0o . Ruy Barbosa . de .. F 3o Nerificada a Cip tese de que trata o F 2 o.EA< referente a u! ou !ais !eses co!preendidos no período do c0lculo até o 4lti!o dia 4til i!ediata!ente anterior 1 vi>*ncia do rea(uste.nstituto . .. / e! 2813.. se! qualquer revis'o.17 )de%oito reais e de%essete centavos+ e o valor Cor0rio.s reajustes para a preservação do poder a*uisitivo do salário m7nimo corresponderão variação do Gndice Bacional de <reços ao %onsumidor K 9B<%... cujos primeiros artigos trazem a seguinte dicç9o+ Crt7 .$ecutivo esti!ar0 os índices dos !eses n'o disponíveis. / e! 281I. 2o Fica! esta"elecidas as diretri%es para a política de valori%a&'o do sal0rio !íni!o a vi>orar entre 2812 e 2819.G. o Aoder ... a sere! aplicadas e! 1 o de (aneiro do respectivo ano. Art.o 8 sal2rio m%nimo passa a corresponder ao valor de H] I!I.nterno . para o ano de 28125 e . apurada pelo .G. calculado e divul>ado pela Funda&'o .ADVOCACIA previsto na Dei .. inclusive. "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado".. sendo os eventuais resíduos co!pensados no rea(uste su"sequente. para o ano de 28115 .statística / ..G.7"F. 0quin3entos e quarenta e cinco reais57 Aar0>rafo 4nico.G.. F 2o Ea Cip tese de n'o divul>a&'o do .. apurada pelo . ser0 aplicado o percentual equivalente 1 ta$a de cresci!ento real do Aroduto .! virtude do disposto no caput.rasileiro de Geo>rafia e . . acu!ulada nos do%e !eses anteriores ao !*s do rea(uste.I de fevereiro de ..I= )dois reais e quarenta e oito centavos+.ruto / A. apurada pelo .. para o ano de 28185 . / e! 2812... os índices esti!ados per!anecer'o v0lidos para os fins desta 6ei.. ser0 aplicado o percentual equivalente 1 ta$a de cresci!ento real do A.

0informaç9o obtida no *ortal Brasil 0^^^7portalbrasil7net57 Cmbos os %ndices s9o infinitamente mais adequados a preservar o poder aquisitivo dos depGsitos do (<=S do que a aniquilada =H7 III 5 DO PREQUESTIONAMENTO PARA EVENTUAL INTERPOSIÇÃO DE RECURSO ESPECIAL OU RECURSO EXTRAORDINÁRIO Mnicialmente > importante retratar que o tema em debate cuida de mat>ria de ordem pTblica. ser0 utili%ada a ta$a de cresci!ento real do A. > o M*)C. compromiss2rio e dirigente que tem como postulado a segurança jur%dica7 .. a qual ultrapassa a esfera individual do cidad9o atingindo toda a ordem social quer seja jur%dica. quer seja em :mbito pol%tico/social afetando. divul>ada pelo .*?*ss%-"-* -* A#*s*#@"# s*8 A'-*# "78%s%$%@'0 C necessidade de preservar o poder aquisitivo > um constante em todas as transaç6es financeiras..." "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado".G. > um sal2rio indireto do trabal3ador. afronta de pronto preceitos )onstitucionais que violam os 'ireitos <arantia de todos os trabal3adores que possuem conta vinculada do (<=S7 Cssim. ser0 aplicado o percentual equivalente 1 ta$a de cresci!ento real do A. na 3ipGtese deste douto Ju%zo entender que n9o se aplicaria o MB*).N / e! 2819. toda a parcela da sociedade comprometida com o bem comum7 Sublin3a/se que a mat>ria ora ventilada. tamb>m 32 de sê/lo7 E 'Es*#@* 78* ' 'EG*$%@' -" L*% *6 ?'##%&%# ' s":>#%' 6H.. apurada pelo . o depGsito do (<=S que. 32 repercuss9o geral na presente aç9o.--.. para o ano de 2813. contratadas com o ($M.G. B9o 32 porque ter dois pesos e duas medidas7 Se o sal2rio m%nimo > corrigido monetariamente pelo MB*). até o 4lti!o dia 4til do ano i!ediata!ente anterior ao de aplica&'o do respectivo au!ento real. e ela sG aperfeiçoa quando rep6e efetivamente as perdas inflacion2rias7 8utro %ndice que se mostra aplic2vel.ADVOCACIA . Ruy Barbosa ..%6' A*:' INPC -*?'##* *C?:8s%@"6*. frente ao Estado 'emocr2tico de 'ireito. a partir de jul3o de . dessa forma. F 9o Aara fins do disposto no F I o.$* -" . para o ano de refer*ncia. em Tltimas an2lise. %ndice oficial do <overno (ederal para mediç9o das metas inflacion2rias.

=odavia.<" G8#H-%?" 0art7 IE. data venia9 que 32 uma obrigatoriedade de ?'##*<=' 6'. bem como os A#%.-' *.) /01. uma vez que a definiç9o sobe a constitucionalidade dessa exaç9o nortear2 o julgamento de inTmeros processos similares.?HA%'s -" %&8":-"-*9 s*&8#".?'.": F*-*#": -*?%-%8 A*:" %. Ruy Barbosa . da )(57 Bessa mesma lin3a. encontraria respaldo em dois artigos -" L*% . #*?*. caput.ADVOCACIA Bo mais. Os dep sitos efetuados nas contas vinculadas serão corrigidos monetariamente co! "ase nos par#!etros fi$ados para atuali%a&'o dos saldos dos dep sitos de poupan&a e capitali%a&'o (uros de )tr*s+ por cento ao ano. atentando contra a D%&. desobedeceria os limites materiais de inTmeros fundamentos e princ%pios constitucionais. da )(5. Art.$' ".0 Cssim.23419 "#$0 () * "#$0 +.PQ) #*"K%#6". entendemos.-%6*.s$%$8?%'. sen9o vejamos+ Art.$*6*.".-%?* -* ?'##*<=' 6'.".$*. 2º O FGTS é constituído pelos saldos das contas vinculadas a que se refere esta lei e outros recursos a ele incorporados. em breve s%ntese. com efeito. viria a ferir v2rios preceitos constitucionais7 Besse sentido.*$>#%" e de remuneraç9o por meio de juros dos depGsitos efetuados nas contas vinculadas do (<=S. PPMM e PPPVM da )(5 e 6'#":%-"-* 0art7 ". por força do citado artigo .$' -'s ?M"6"-'s A#*?"$I#%'s (ADI .) O. de modo a assegurar a cobertura de suas obrigações. o tema apresenta relev:ncia do ponto de vista jur%dico.%-"-* -" A*ss'" H86".$* ' S8A#*6' T#%E8. da )(5. da A#'$*<=' "' -%#*%$' -* A#'A#%*-"-*9 -%#*%$' "-78%#%-' 0art7 IE.?%": 5 TR 5 ?'6' H." 0art7 . referido artigo . 13. a aplicaç9o da =7H como %ndice de correç9o monet2ria do (<=S.*$>#%" A"#" ' A"&"6*.$* "-'$"-' .":%-"-* -" 8$%:%. que tramitam neste e nos demais tribunais brasileiros7 Cl>m de fixar a interpretaç9o da )orte sobre os dispositivos constitucionais suscitados no feito7 Besse contexto. no sentido que as contas vinculadas do (<=S devem ser corrigidas pela =H. devendo ser aplicados com atualização monetária e juros. a realizaç9o de interpretaç9o ou decis9o diversa.E e inciso MMM. como o Estado 'emocr2tico de 'ireito.! "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado".$*#%'#6*."<=' -" T"C" R*K*#*.

I "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". individual e coletivamente7 @ de con3ecimento geral que o Sistema (inanceiro de [abitaç9o disp6e dos recursos do (<=S para financiar o maior son3o de todo brasileiro & casa prGpria7 =amb>m > de con3ecimento geral que a )aixa EconAmica (ederal > o Banco que mais se utiliza destes recursos do S([ para financiar.ADVOCACIA A'# "78*:" C'#$* . aos direitos pessoais tradicionais. o mesmo agora considerado inconstitucional para este fim pelo S=(7 Cssim. os direitos sociais. um sobreprinc%pio 0> o caso dos diretos fundamentais57 Besse sentido. e as liberdades pTblicas em geral7 Em verdade quando o texto constitucional proclama a dignidade da pessoa 3umana est2 corroborando um imperativo de justiça social.) O4. acima de tudo. > necess2rio aprofundarmos um pouco mais nas consequências que esta subtraç9o de recursos do patrimAnio do trabal3ador traz a todos. ?'. para efeito de eventual interposiç9o de Hecurso Especial e#ou Extraordin2rio. em algum momento.-"6*. Ruy Barbosa ." ADI .0 Essa decis9o tem desdobramentos que v9o al>m do processo no qual foi tomada7 Msso porque a Dei nE F7 "?#. emprestar din3eiro para os brasileiros comprarem a casa prGpria7 E.que estabelece as bases do (undo de <arantia por =empo de Serviço & (<=S & tamb>m prevê a aplicaç9o de correç9o monet2ria e 32 muito tempo > utilizado o referido %ndice 0=H5 para corrigir referido fundo.$'s 78* A"ss" " *CA'#J Mnicialmente devemos nos recordar que a dignidade da pessoa 3umana > valor constitucional supremo que agrega em torno de si a unanimidade dos demais direitos e garantias fundamentais do 3omem. trabal3ador e mutu2rio s9o a mesma pessoa7 E neste contexto de mutu2rio e trabal3ador serem a mesma pessoa > que se evidencia a maior sordidez da 3istGria recente deste *a%s7 J2 seria reprov2vel o fato de a )aixa pegar um din3eiro a juros baixos e sem nen3uma correç9o e emprest2/lo a juros muito altos. mesmo sem correç9o 0uma vez que a =H corrige prestaç6es do . a parte autora 32 por bem *HESOES=M8BCH a mat>ria. tamb>m. e consigna.K'#6* K8. n9o 3aja correlaç9o entre o trabal3ador que tem depGsitos no (<=S que s9o emprestados para financiar a casa prGpria. envolvendo/se tanto em relaç9o aos direito à vida como. em relaç9o ao caso concreto. econAmicos. embora em princ%pio. e aquele que se vale do empr>stimo do S([ para adquirir sua casa prGpria.

mas verifica que seus recursos n9o s9o suficiente para adquiri/lo7 Ent9o ele se dirige a um Banco para financiar a diferença. Ruy Barbosa . ano apGs ano. evidencia que a instituiç9o banc2ria leva imensa vantagem nesta negociaç9o7 $as a situaç9o piora consideravelmente quando. quando quer adquirir um imGvel.ADVOCACIA S([5. . comprometendo sua renda por muitos anos7 C maioria dos trabal3adores brasileiros. tamb>m. > uma exigência da natureza intelectual do 3omem7 Enquanto os irracionais se contentam com a satisfaç9o de suas necessidades imediatas. para subsistir 3oje e no tempo futuro. bens fung%veis e. de consumo. aufere lucros exorbitantes às custas do trabal3ador7 Cinda em relaç9o aos dispositivos constitucionais violados. de produç9o7 C propriedade > a express9o da pessoa 3umana7 @ fruto do seu trabal3o ou do de seus antepassados7 @ o espel3o do indiv%duo. precisa apropriar/se de bens naturais. sem nen3uma correç9o para o trabal3ador. o 3omem pode prever o seu futuro7 Cssim." s8" ?'. nossa necessidade mais rela como indiv%duo e como povo brasileiro7 A C"%C" *s$> *6A#*s$".*$>#%" .=' 6*#*?* %s$'R C )aixa vale/se da fragilidade 3umana para colocar/se como realizadora de son3os.$" -* FGTS0 O T#"E":M"-'# N#"s%:*%#' . dirige/se à )aixa EconAmica (ederal7 =odavia.-' A"#" ' $#"E":M"-'# "78%:' 78* *:" -*%C'8 -* A"&"# " *:* " $H$8:' -* ?'##*<=' 6'. se ele mantivesse seu poder de compra. apontamos a @%':"<=' "' -%#*%$' -* A#'A#%*-"-* ("#$0 P)9 XXII -" CF) 0 8 direito de propriedade decorre da prGpria lei natural7 *or isso. que precisa de um aconc3ego preservado pela privacidade. se o depGsito do (<=S tivesse sido devidamente corrigido.? "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". a )aixa pega din3eiro a juros baixos. e empresta para ele mesmo7 Supon3amos que um trabal3ador queira adquirir uma casa prGpria utilizando recursos do seu (<=S7 Ele encontra o imGvel. ao mesmo tempo em que. ou o empr>stimo seria menor ou sequer 3averia necessidade de o trabal3ador comprometer sua renda e anos de trabal3o para adquirir aquilo que > o nosso son3o mais prim2rio.

513DF9 *:* -*%C'8 E*6 "ss*. e . os trabal3adores tem rendimentos inferiores à inflaç9o. os trabal3adores que tem depGsitos no (<=S n9o experimentam gan3os reais em sua aplicaç9o7 Co contr2rio7 [2 muito tempo. cercado dos sinais que identificam o seu eu7 Ela estimula o trabal3o.=' ?'. que tem por conseq_ência uma sociedade massificada. ao passo que aquele procede da nossa natureza superior7 =odo o 3omem tem alma de propriet2rio. garantindo a liberdade dos indiv%duos e sua independência em relaç9o ao poder7 Besse sentido+ `C propriedade faz parte da natureza do 3omem e da natureza das coisas7 )omo o trabal3o. "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". p7 .".-%?* 78* #*K:*$%" " @"#%"<=' -' A'-*# "78%s%$%@' -" 6'*-"7 Esta caracter%stica da =H tem se confirmado ao longo dos anos7 C sua aplicaç9o aos saldos dos depGsitos do (<=S tem gerado S&%&".ADVOCACIA onde pode ser ele mesmo. conforme *arecer do referido Economista7 *artindo da premissa inequ%voca de que a =H n9o rep6e as perdas monet2rias dos depGsitos do (<=S / verifica/se de forma incontest2vel a destruiç9o de valor 4do patrimAnio do trabal3ador7. sem diversificaç9o nem liberdade7 Ela defende os cidad9os contra a concentraç9o de todos os poderes nas m9os do Estado. pois uma nova fGrmula estaria igualmente sob a discricionariedade e subjetivismo total do Banco7 Basta avaliar a sucess9o de resoluç6es do Banco )entral#)$B sobre o tema. ao contr2rio da meramente coletiva. ela encerra um mist>rio & > a projeç9o da personalidade 3umana sobre as coisas7 C pessoa tende à propriedade por um impulso instintivo. mesmo os que se julgam seus inimigos7 @ isto que se entende quando se afirma que a propriedade decorre do direito natural` 0H7<7 Henard. em . quando o STF G8:&'8 " ADI O4. et seq757 *artindo das premissas acima.. sendo o 3omem atra%do espontaneamente pela perspectiva da recompensa direta e pessoal de seus esforços7 (inalmente.%' -' $#"E":M"-'#0 [2 anos.. a propriedade > pen3or de uma sociedade articulada ou organizada.--.$*s?" -*s$#8%<=' -* @":'#T -' A"$#%6D.--.s$%$8H" H. mesmo levando em conta a remuneraç9o dos juros de "Z ao ano7 8 que torna a =H um %ndice inidAneo > a intensa ingerência do Banco )entral#)$B na sua formulaç9o7 'e pouco adiantaria ao trabal3ador que fosse determinado ao Banco )entral#)$B que recalculasse a =H. 6US>lise et la Ruestion Sociale.$"-' 78* " TR . do mesmo modo que a nossa natureza animal tende ao alimento7 8 apetite da propriedade > t9o natural à nossa esp>cie como a fome e a sedea apenas > de notar que estes s9o apetites da nossa natureza inferior. outro camin3o n9o existe se n9o o de adotar um novo %ndice que verdadeiramente corrija estes depGsitos7 . Ruy Barbosa .

'J !7-7. pois est2 fundamentada na C'."<=' -" *?'. como citado. índice controlado pelo Estado.--.s$%$8%<=' F*-*#": ("#$0 P)9 XXXVI)0 correç9o 8u seja. Helator $in7 $oreira Clves.'6%"0 )om efeito. na vertente da segurança jur%dica das relaç6es com a )aixa EconAmica (ederal. caput.s$%$8?%'. a fim de controle de aporte de capital nas poupan&as7 =anto a =H n'o se presta como índice de corre&'o monet0ria. o índice de remunera&'o b0sico da poupan&a é a =axa Heferencial W =H. PPPVM.'s -* *s$"E%:%. texto t'o danoso ao cidad'o 0art7 . trata de quest9o constitucional. como retratado nos pedidos da presente aç9o7 C ofensa ao art7 IE.ADVOCACIA )omo se sabe.?%" -* A:". *len0rio.E. da )(.--.5 n'o poder0 ser tolerado pelo Judici0rio7 Dogo.57 Cssim sendo." da lei F7 "?#./ F/. o S=( ao apreciar o HE/ n7 . . .='9 . Helator $in7 $oreira Clves.?8:"-"s -' FGTS9 -* H. deve ser tomado como vigente e aplicado ao caso concreto / atribuindo/se outro %ndice de correç9o. caput. caput e incs7 PPMM. 'J !7-7. resta clara a violaç9o aos arts7 . IE. e utilizado como instrumento de controle da economia W vide os sucessivos índices mensais zerados.. *len0rio. sob a alegaç9o de direito adquirido. nesse sentido+ lC taxa referencial 0=H5 n'o é índice de corre&'o monet0ria 07775 n'o constitui índice que reflita a varia&'o do poder aquisitivo da moedaU 0C'M !-"/ #'(. o SO*HE$8 =HMBOBCD (E'EHCD G> -*?%-%8 78* *.F "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". da )onstituiç9o da HepTblica7 (rise/se. em Sess9o *len2ria.*$>#%" *CA8#&"-'s *6 -*?'##U.. verifica/se. declarada a inconstitucionalidade o índice aplicado ao precat rio pago nos autos.-%?*s -* ?'##*<=' 6'. no dia ".": " -%s?8ss=' " #*sA*%$' -" "A:%?"<=' '8 . que o S=( j0 decidiu nesse sentido+ lC taxa referencial 0=H5 n'o é índice de corre&'o monet0ria 07775 n'o constitui índice que reflita a varia &'o do poder aquisitivo da moeda U 0C'M !-"/ #'(. ao apreciar pedido de aplicaç9o de %ndices de monet2ria extralegais. inc7 MMM.$"s @%. notadamente apGs o recon3ecimento pelo S(= que a =H n'o se presta como índice de corre&'o monet0ria. Ruy Barbosa .57 Dogo. e "."s ?'.?FII/HS consolidou entendimento de que a decis9o judicial que decreta a procedência de pedido de pagamento de %ndices de correç9o monet2ria.@':@* 78*s$=' ?'. a decis9o judicial est2.

com redaç9o da Dei nE .. da existência ou n9o de direito adquirido aos %ndices de correç9o monet2ria7 Dogo.ADVOCACIA obrigatoriamente.7.-"6*.$Hss%6' JUIZ FEDERAL 78* s* A#'."Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado".". que este $$7Juiz (ederal ` a quo` manifeste/se em sua r7 sentença sobre a ofensa aos dispositivos constitucionais citados7 P'#$".E da lei nE nE F7 "?#." do )Gdigo de *rocesso )ivil preceitua que > poss%vel a concess9o de tutela antecipada se o Juiz se convencer da verossimil3ança da alegaç9o e 3ouver o fundado receio de dano irrepar2vel ou de dif%cil reparaç9o7 C verossimil3ança da alegaç9o j2 foi amplamente demonstrada7 8 fundado receio de dano de dif%cil reparaç9o adv>m do fato de que a correç9o monet2ria > um obrigaç9o de trato sucessivo7 8 Crtigo . Ruy Barbosa . a parte autora requer. determina que a remuneraç9o dos depGsitos ser2 feita em cada per%odo de rendimento7 .8.$'9 #*s$" PREQUESTIONADA " 6"$B#%" A8&.-' A*:" PROCEDVNCIA DO PREQUESTIONAMENTO s8s?%$"-'9 #*78*#*.7 Cssim.#-. caso o entendimento seja no sentido que n9o 32 aplicaç9o de direito adquirido ao %ndice de correç9o#atualizaç9o monet2ria 0=H5 / torna/se poss%vel a interpretaç9o no sentido de aplicaç9o do %ndice que realmente cumpra o disposto no art7. desde j2..?%* -* K'#6" 'EG*$%@"9 *CA:H?%$" * K8.. de %ndices de correç9o monet2ria com discuss9o de previs9o em leis vigentes / tratamos de an2lise de direito adquirido7 C concess9o ou n9o do pedido depende ent9o da apreciaç9o. "#. da Dei nE F7. posicionando/se quanto à existência direito adquirido7 ou n9o de *ois bem.... nos casos em que se pleiteiam a aplicaç9o nas suas contas vinculadas do (<=S.$"-" s'E#* ' "ss8.$'0 IV 5 DA TUTELA ANTECIPADA 8 Crtigo .-' "' EC?*:*... pelo juiz da causa.

a situaç9o de ref>m que o trabal3ador com depGsito do (<=S se encontra quando quer financiar seu imGvel pelo S([ com a )aixa7 [oje. individual 3omogêneo7 8 nexo entre o sujeito ativo e o respons2vel pelo dano se d2 em uma situaç9o jur%dica com origem comum para todos os titulares do direito violado7 Cpesar da origem comum. mas dilapidaç9o do seu patrimAnio e mais restriç6es à sua capacidade de fazer negGcio jur%dico7 B9o 32 dTvida de que 32 um risco de dif%cil reparaç9o na medida em que n9o > poss%vel quantific2/lo. n9o se exige que cada um dos indiv%duos atingidos pela violaç9o do direito padeçam do mesmo mal7 8 dano > divis%vel7 $as mesmo sendo divis%vel > de f2cil percepç9o que. imperioso > que desde j2 a =H seja substitu%da pelo MB*). mas n9o 32 como neg2/lo. %ndice " "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". e enquanto durar a =H zero. > um dano de dif%cil reparaç9o que se renova7 Ccresça/se a este dano. pois o que l3e pertence de direito & correç9o monet2ria & n9o est2 incidindo sobre seu depGsito7 E ao que tudo indica. este dano continuar2 se repetindo por um longo per%odo7 Verifica/se no Estudo EconAmico que ao tempo em que esta aç9o perdurar.ADVOCACIA )ada per%odo de rendimento que a )aixa sonega a correç9o monet2ria dos depGsitos do (<=S. ou reduzida a patamares m%nimos. tanto se levarmos em conta o trabal3ador individualmente considerado como a coletividade de trabal3adores7 Cssim. a =H continuar2 anulada. Ruy Barbosa . a ausência de correç9o monet2ria implica em menos din3eiro à disposiç9o do trabal3ador para a consecuç9o dos seus negGcios jur%dicos naquelas 3ipGteses em que a lei permite7 )ada casa que o trabal3ador deixa de comprar. cada rem>dio para o tratamento de [MV que ele deixa de comprar porque seu (<=S perdeu o poder aquisitivo. impondo aos trabal3adores mais perda do seu poder aquisitivo. %ndice que corrige o sal2rio m%nimo ou pelo M*)C. indubitavelmente. o dano contra o trabal3ador se configura7 8 dano que a ausência de correç9o monet2ria traz >. cada tratamento de neoplasia maligna que ele deixa de fazer. cada prestaç9o de imGvel que ele deixa de abater. no geral. ele ter2 que financiar mais do que seria necess2rio.

"s "<W*s *. "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". com repercuss9o geral recon3ecida. no entender deste Ju%zo.$"s @%.<" -* M'. M*)C ou %ndice que.7.b regi9o7 Segundo o relator. de modo que dou provimento ao pedido`. at> o tr:nsito em julgado do presente feito7 V5 DOS ADVOCATÍCIOS HONORÁRIOS Bo que tange a possibilidade de condenaç9o da requerida em 3onor2rios advocat%cios. que excluiu o artigo .$' -* 78* ?"E* " ?'E#".-/) da lei F7 "?#.$#* ' FGTS * 's $%$8:"#*s -"s ?'. como %ndice de correç9o monet2ria nos depGsitos do (<=S dos ora substitu%dos. que veda a condenaç9o em 3onor2rios advocat%cios nas aç6es entre o (<=S e os titulares das contas vinculadas7 8corre que o S=( j2 declarou o artigo inconstitucional no julgamento da C'Mn .? . concluiu o ministro7 Besse sentido+ E6*."?.. permitir2 que a )aixa utilize de mecanismos legais para promover a devida compensaç9o ao longo do tempo7 Cssim. ' STF #*%$*#'8 ' *. n9o 32 dano de irreversibilidade do provimento antecipado porque > da natureza do (<=S ser um fundo de aplicaç9o a longo prazo7 Eventual decis9o que n9o recon3eça o direito ora pleiteado.$*.-/) da lei F7 "? do ordenamento legal7 `Entendo que o HExt deve ter o mesmo destino da C'Mn.ADVOCACIA oficial de medida de inflaç9o7 \ndices que minimamente rep6em as perdas monet2rias 3aja vista que 3oje n9o 32 nen3um tipo de correç9o monet2ria dos depGsitos do (undo7 *or outro lado. o acGrd9o recorrido julgou constitucional o artigo .7..?8:"-"s7 C decis9o foi tomada por unanimidade no julgamento do HExt IF. Ruy Barbosa . em que foi relator o ministro )ezar *eluso.-%6*. requer a concess9o da tutela para substituir imediatamente a =H.7.'#>#%'s "-@'?"$H?%'s . inserido pela $* .?!# . interposto contra acGrd9o do =H( da . mel3or reflita as perdas inflacion2rias daqui por diante. ministro Hicardo DeUandoUsci.$"J RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM REPERCUSSÃO GERAL RECONHECIDA0 CONSTITUCIONAL0 ART0 4) DA MP ". pelo MB*).

23DF9 R*:0 M%.?!.$#* ' FGTS * 's $%$8:"#*s -* ?'."<=' *6 M'.."/ F/.?? 'MVOD< ./ =ema . pois afronta flagrantemente o artigo ..C'M .ADVOCACIA (0+2O5O+3(11+0 INTRODUÇÃO DO ART0 (45C NA LEI /01. que garante atualizaç9o monet2ria aos depGsitos feitos no (<=S7 )omo %ndice de correç9o monet2ria.": F*-*#":9 . C'M . como tem sido nos Tltimos meses. tornando/se inidAnea para garantir a reposiç9o de perdas monet2rias7 C inidoneidade da =H como %ndice de correç9o monet2ria decorre de mudanças introduzidas na sua metodologia de c2lculo pelo Banco )entral do Brasil#)$B que.I" $).$*s '8 s8Es$%$8$'s A#'?*ss8"%sT0 II 5 Os 6*s6's "#&86*."# P*:8s'9 -*?:"#'8 " %.$"s @%..23+4410 HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS0 SUCUMNVNCIA0 AÇXES ENVOLVENDO O FGTS E TITULARES DE CONTAS VINCULADAS0 INCONSTITUCIONALIDADE DECLARADA NA ADI (0Q. 7 Nrg9o Julgador+ =ribunal *leno7'Je/.$#'-8. *OBDM) . ."?75 VI5 CONCLUSXES C =axa Heferencial. C'M I.' G8:&"6*.. atrav>s do mecanismo econAmico de um redutor.? # $< / $MBCS <EHCMS 7 *H8)ESS8 EDE=HdBM)87 Helator0a5+ $in7 HM)CH'8 DE^CB'8^SeM HE*EH)OSSL8 <EHCD / $@HM=87 Julgamento+ . que se perfaz levando em conta os %ndices de inflaç9o7 'esde janeiro de . a =H se distanciou sensivelmente dos %ndices oficiais de inflaç9o..---.?8:"-"s9 E*6 ?'6' ./ F/.$'s -*@*6 s*# "A:%?"-'s L s':8<=' -' :%$H&%' -* 78* $#"$" ' A#*s*." $).? / 'ireito a 3onor2rios advocat%cios nas aç6es que visam obter expurgos inflacion2rios de (<=S7/ CcGrd9os citados+ C'M .23+4419 78* @*-"@" " ?'.$' -" ADI (0Q.. impingindo profundas perdas aos depGsitos do (<=S...s$%$8?%'. a =H deveria garantir o poder aquisitivo dos depGsitos do (<=S. C'M ."s "<W*s *." A"#$* *6 78* %.":%-"-* -' "#$0 4) -" MP (0+2O5O+3(11+9 . .'#>#%'s "-@'?"$H?%'s S.-*. # ?#.%8 ' "#$0 (45C .. vem nitidamente manipulando o %ndice ".M*?%-' * A#'@%-'70 HE IF. n9o pode ser reduzida a fero.?'.$"..$* #*?8#s'0 III 5 R*?8#s' *C$#"'#-%.I $). Ruy Barbosa . C'M . $).. "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado".0 C*.E da Dei nE F7 "?#. enquanto %ndice de correç9o monet2ria assim considerada pela atual jurisprudência p2tria. .?." :*% /01.23DF0 RECURSO PROVIDO0 I 5 O S8A#*6' T#%E8.>#%' ?'.."78*:"s *6 78* K%&8#"6 's #*sA*?$%@'s #*A#*s*.

mas tamb>m toda a lGgica e princ%pios do mercado econAmico7 Suem empresta tem direito a ser remunerado com juros e a totalidade da correç9o monet2ria7 8 trabal3ador n9o pode ser obrigado a subsidiar ainda mais os projetos do <overno (ederal7 8 1ainda mais4 decorre do fato de os juros de "Z do (<=S serem os menores do mercado.--.o #*-8$'# criado pelo Banco )entral#)$B promoveu o completo distanciamento da =H dos %ndices oficiais de inflaç9o. o quê. de forma que descumpre n9o sG o artigo . configura ato de tirania. alternativamente."" do )Gdigo )ivil7 *osto que desde janeiro de . pelo M*)C7 "" "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". a despeito de um quadro de inflaç9o persistente no *a%s7 C )aixa EconAmica (ederal est2 se prestando ao papel de espoliador do (<=S. Ruy Barbosa .. por si sG. (undo do qual o trabal3ador n9o pode simplesmente sacar seu din3eiro para aplicar em outro fundo mais rent2vel.E da lei nE F7 "?#. sua substituiç9o por outro %ndice que mel3or recompon3a as perdas monet2rias se torna imperioso. como faz com os trabal3adores.E da lei nE F7 "?#. na medida em que disp6e do patrimAnio do trabal3ador sem a devida contraprestaç9o7 C correç9o monet2ria aplicada ao (<=S tem sido 32 muito tempo menor que a inflaç9o registrada."" do )Gdigo )ivil. temos que desde ent9o ela perdeu sua condiç9o de repor as perdas inflacion2rias dos depGsitos do (<=S. e certamente estar%amos experimentando uma tsunami econAmica e n9o uma simples 1marolin3a47 Sendo a =H %ndice inidAneo para restabelecer o poder aquisitivo dos depGsitos do (<=S.e artigo .ADVOCACIA para que ele se desprenda da inflaç9o at> anul2/la completamente. devendo desde esta data ser substitu%da pelo MB*). incompat%vel com um Estado 'emocr2tico de 'ireito e deve ser de pronto rec3açado7 Se o <overno Brasileiro remunerasse os investidores internacionais com =H mais "Z a7a. demonstra que ele j2 est2 fazendo sua parte sob a perspectiva social7 Begar o direito de correç9o monet2ria aos depGsitos do (<=S. artigo . a fim de fazer prevalecer o artigo . 3averia um fuga em massa dos investimentos no *a%s.

com a consequente aplicaç9o do novo %ndice sobre os depGsitos constantes das contas vinculadas do 0s5 Cutor 0es5a ou a7.5 pagar. a favor do 0s5 Cutor 0es5 o valor correspondente às diferenças de (<=S em raz9o da aplicaç9o da correç9o monet2ria pelo MB*) nos meses em que a =H foi zero.$* "<='0 ?) A' K%.-' ?'. no entender deste 'outor Ju%zo. desde Janeiro de . a favor do 0s5 Cutor 0es5 o valor correspondente às diferenças de (<=S em raz9o da aplicaç9o da correç9o monet2ria pelo "! "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado".ADVOCACIA VII 5 PEDIDOS DOS A. nos meses em que a =H n9o foi zero.-'5s*J "<=' G8:&"-" $'$":6*.$*s ' *CA'#$'9 ' A8$'# #*78*#J ") S*G" " A#*s*."<=' -" C"%C" A"#"J c7. Ruy Barbosa . at> o tr:nsito em julgado da presente aç9o.-*. nas parcelas vencidas e vincendasa e c7. com a consequente aplicaç9o do novo %ndice sobre os depGsitos constantes das contas vinculadas do 0s5 Cutor 0es5a ou a7"5 a aplicaç9o de qualquer outro %ndice que repon3a as perdas inflacion2rias do trabal3ador nas contas do (<=S.$* A#'?*-*. com a consequente aplicaç9o do novo %ndice sobre os depGsitos constantes das contas vinculadas do 0s5 Cutor 0es57 E) A ?%$"<=' -" #*78*#%-"9 A"#" 78*#*.5 que a =H seja substitu%da pelo M*)C como %ndice de correç9o dos depGsitos efetuados em nome do0s5 autor0es5 a partir de sua concess9o at> o tr:nsito em julgado da presente aç9o.---. a favor do 0s5 Cutor 0es5 o valor correspondente às diferenças de (<=S em raz9o da aplicaç9o da correç9o monet2ria pelo M*)C nos meses em que a =H foi zeroa e c7!5 pagar. mas foi menor que a inflaç9o do per%odoa ou c7"5 pagar.$*?%A"-" * " ?'. a favor do 0s5 Cutor 0es5 o valor correspondente às diferenças de (<=S em raz9o da aplicaç9o da correç9o monet2ria pelo MB*).$* a7.5 pagar.K%#6"<=' -" $8$*:" ".$*9 #*78*#*.":9 " ?'.5 C concess9o de tutela antecipada para que a =H seja substitu%da pelo MB*) como %ndice de correç9o dos depGsitos efetuados em nome do autor0es5a partir da concess9o at> o tr:nsito em julgado da presente aç9o.$*s$"# " A#*s*.

a favor do 0s5 Cutor 0es5 o valor correspondente às diferenças de (<=S em raz9o da aplicaç9o da correç9o monet2ria por qualquer outro %ndice que repon3a as perdas inflacion2rias do trabal3ador nas contas do (<=S.-' A*:" PROCEDVNCIA DO PREQUESTIONAMENTO s8s?%$"-'9 #*78*#*. F*-*#": Y" 78'Y 6"." 0art7 .$*. nos meses em que a =H n9o foi zero. bem como os juros legais7 e5 C condenaç9o da )aixa ao pagamento das custas e 3onor2rios advocat%cios de . F*-*#": Y" 78'Y 6".%-"-* -" A*ss'" H86". como o Estado 'emocr2tico de 'ireito.%K*s$*5s* *6 s8" #0 s*.$*.%K*s$*5s* *6 s8" #0 s*.$"-" s'E#* ' "ss8.<" G8#H-%?" 0art7 IE.-"9 78* *s$* MM0J8%. mas foi menor que a inflaç9o do per%odoa ou c7I5 pagar. da )(5. no entender deste Ju%zo.---. dever9o incidir correç9o monet2ria desde a inadimplência da )aixa. resta PREQUESTIONADA " 6"$B#%" A8&. desde Janeiro de . bem como os A#%. requer sejam as custas recol3idas ao finala g5 R*78*#9 "%.-' "' EC?*:*. porquanto a parte autora n9o possui condiç6es financeiras para recol3imento de custas ou despesas processuais7 Subsidiariamente.". caput.E e inciso MMM. Z sobre o valor da condenaç9o7 f5 C concess9o da gratuidade da justiça. desde Janeiro de . atentando contra a D%&.<" s'E#* 's fundamentos que a utilizaç9o da =H como %ndice de correç9o desobedeceria os limites materiais de inTmeros fundamentos e princ%pios constitucionais.E da lei nE F7 "?#.---. da A#'$*<=' "' -%#*%$' -* A#'A#%*-"-*9 -%#*%$' "-78%#%-' 0art7 IE. PPMM e PPPVM da )(5 e 6'#":%-"-* 0art7 ".?HA%'s -" %&8":-"-*9 s*&8#".$'7 *rotesta provar o alegado por todos os meios de prova admitidos em direito.8.$Hss%6' JUIZ FEDERAL 78* s* A#'. principalmente prova documental7 Ctribui/se à causa o valor de H] ggggggggggggggg "I "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". inclusive nos meses em que a =H foi zero7 d5 Sobre os valores devidos pela condenaç9o de que tratam os itens acima. da )(57 Dogo. Ruy Barbosa .ADVOCACIA M*)C.que garante atualizaç9o monet2ria aos depGsitos das contas vinculadas do (<=Sa M) R*78*#9 A'# K%69 78* *s$* MM0J8%. da )(5.?%* -* K'#6" 'EG*$%@"9 *CA:H?%$" * K8.-"6*.<" s'E#* " exigência de correç9o monet2ria do art7 .

ADVOCACIA gggggggggggggggggggggggggggg." gggggggggggggggggggggggggggggggggg A-@'&"-'3OAN "? "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado". Ruy Barbosa . . I# -#.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful