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ATA DE FUNDAÇÃO, APROVAÇÃO DE ESTATUTO, ELEIÇÃO E

POSSE DA DIRETORIA DA COMUNIDADE PRESBITERIANA TREZE


DE MAIO.

Às 19H:30M do dia treze de maio do ano de dois mil e oito, na , número


, nesta cidade de Mossoró, Município do Estado do Rio Grande do Norte,
sob a presidência do pastor Elon Torres Almeida, tendo como Secretário
Sr. com a presença das seguintes pessoas: , realizou-se a primeira
Assembléia Geral extraordinária da COMUNIDADE PRESBITERIANA
TREZE DE MAIO, com as seguintes finalidades: FUNDAR A REFERIDA
ENTIDADE, APROVAR O ESTATUTO, ELEGER E DAR POSSE À SUA
PRIMEIRA DIRETORIA. Após ter sido feita pelo Secretário a leitura do
Estatuto da COMUNIDADE PRESBITERIANA TREZE DE MAIO, foi o
mesmo DISCUTIDO e APROVADO sem restrições pela Assembléia.
Dando continuidade aos trabalhos da Assembléia, foi APROVADA a
fundação da COMUNIDADE PRESBITERIANA TREZE DE MAIO. Deve-se,
porém, registrar que os fiéis da Comunidade Presbiteriana Treze de Maio
se congregam neste mesmo endereço em Mossoró desde o dia 08 de
maio do corrente ano. A COMUNIDADE PRESBITERIANA TREZE DE
MAIO, não está filiada a nenhuma instituição religiosa no presente
momento é fiel ao fundamento dos apóstolos em atos 2. 42-47. Em
seguida foram ELEITOS os integrantes da Diretoria, conforme
estabelece o Estatuto aprovado, cujos nomes e qualificações são
expostos a seguir: Presidente: Elon Torres Almeida, brasileiro, casado,
Ministro de Culto Evangélico, portador do RG nº 606011 SSP-SE e do
CPF 234954135-53, residente à Rua Joaquim Afonso, 100 A planalto
Treze de maio nesta cidade. Vice-Presidente: , brasileiro, casado, RG
nº e do CPF , residente à , nº , nesta cidade. 1 Secretário: ,
brasileiro, solteiro, , portador do RG nº e do CPF , residente , , nesta
cidade. 2 Secretário: , brasileir, , , portador do RG nº e do CPF
residente à , nesta cidade. 1ª Tesoureira: Kátia Cilene C. Rocha,
brasileira, casada, Comerciante, portador do RG nº e CPF , residente à
Rua Frei Damião nº , , nesta cidade. 2º Tesoureiro: , brasileir, , ,
portador do RG nº e do CPF , residente à Rua nº , nesta cidade.
Comissão de Exame de Contas: , brasileiro, casado, , portador do RG
nº e do CPF n° , residente à Rua nº , , nesta cidade; , brasileir, casad, ,
portador do RG nº e do CPF , residente à nº , , nesta cidade e , brasileir,
casad, , portadora do RG nº e do CPF residente à , , nesta cidade. A
seguir o Sr. Presidente declarou, solenemente, DAR POSSE, naquele
momento, à Diretoria eleita pela Assembléia. Nada mais havendo a
tratar encerrou-se a reunião às , , lavrou-se a presente Ata que, após
de ser lida e aprovada foi então assinada pelo presidente e por mim
secretário.
Pastor Elon Torres Almeida
Presidente

Secretário
ESTATUTOS DA COMUNIDADE PRESBITERIANA 13 DE MAIO

Capítulo 1 – DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS E DURAÇÃO.

Art. 1º - A COMUNIDADE PRESBITERIANA TREZE DE MAIO, também designada


oficialmente por sua sigla CPTM, doravante neste Estatuto designada por Comunidade, é
uma sociedade religiosa constituída de crentes em Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo,
com sede e foro civil em Mosoró-RN, organizada de acordo com os princípios bíblicos, tem
por fim prestar culto a Deus Pai, Filho e Espírito Santo, em espírito e verdade; pregar o
Evangelho em toda a sua integridade e conteúdo bíblico; receber por Pública Profissão de
Fé e Batismo por aspersão os seus conversos, bem como batizar os filhos menores em
Nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo e os que se acharem sob sua guarda; ensinar as
doutrinas da fé Cristã Reformada e bíblica aos fiéis, na sua pureza e integridade; promover
a aplicação dos princípios de amor cristão e o crescimento de seus membros na graça e no
conhecimento do único Senhor da Igreja, Jesus Cristo; e desenvolver ações de caráter
social, educacional, cultural, recreativo, terapêutico e beneficente, atendendo o ser humano
integral.

§ único - A Comunidade funciona por tempo indeterminado e com número ilimitado de


membros.

Art. 2º - A COMUNIDADE PRESBITERIANA TREZE DE MAIO é autônoma e soberana


em suas decisões, e não está sujeita a qualquer outra igreja ou autoridade eclesiástica,
reconhecendo apenas a autoridade de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, expressa nas
Sagradas Escrituras, no sentido espiritual, e reconhecendo e respeitando as autoridades
constituídas na forma da Lei do Estado, conforme manda a própria Bíblia.

§ único – A COMUNIDADE PRESBITERIANA TREZE DE MAIO pode se associar a


outras Igrejas, Ministérios, ONGs, entidades Para Eclesiásticas desde que estas parcerias
seja em caráter espiritual, comunitário e social e filantrópico.

Capítulo 2 – COMPOSIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO, REPRESENTAÇÃO.

Art. 3º - A Comunidade é composta por pessoas que aceitam voluntariamente as suas


doutrina e disciplina, sem distinção de idade, sexo, cor ou nacionalidade, por ela recebidas
em reunião da Mesa Diretora na qualidade de MEMBROS COMUNGANTES, NÃO
COMUNGANTES, E CONGREGADOS, apresentados na igreja em culto público.

§ 1º – Perderá a condição de membro aquele que solicitar ou que seja excluído pela igreja
em assembléia.

§ 2º – Nenhum direito patrimonial terá quem for desligado da igreja, seja a que título for.
Art. 4º – Os direitos e deveres dos membros ativos da igreja são:

a) Participar da comunhão com os demais como povo de Deus, apresentando-se nas


celebrações das ordenanças, e em outras atividades da Igreja, com freqüência e
pontualidade;
b) Viver sensata, justa e piedosamente de acordo com a doutrina e prática dos ensinos
bíblicos;
c) Propagar a fé cristã usando seus dons a serviço da Igreja;
e) Sustentar financeiramente a Igreja com seus dízimos e ofertas;
f) Participar das reuniões das assembléias da igreja;
g) Obedecer às autoridades da Igreja enquanto estas permanecerem fiéis aos ensinos das
Sagradas Escrituras e ao Regimento Interno.
h) Ser indicado para redes ministeriais, departamentos, equipes de apoio, etc.;
i) Batizar e dedicar publicamente os seus filhos menores ao Senhor e os que se acharem sob
sua guarda.

Art. 5º - A administração civil da igreja compete a uma Mesa Diretora que se compõe de
um presidente, um vice-presidente, um secretário e um tesoureiro, sem ônus para da Igreja,
nos exercício dessas funções, que executam as deliberações da igreja na forma deste
estatuto e que façam parte do Rol de Membros Comunganges.

§ 1º – O cargo de presidente será sempre exercido cumulativamente pelo Pastor Titular da


Igreja local, a quem constituímos nosso guia e anjo da igreja, sendo digno de duplicada
honra, assumindo assim um compromisso com a Igreja, tendo o seu mandado por tempo
indeterminado, só dissolúvel pela orientação e vontade de Deus.

§ 2º - O Pastor Titular da Igreja somente perderá esta qualidade, por conduta


comprovadamente desonrosa, por desvio da Palavra de Deus, discordância dos Princípios
de Fé e do Regimento Interno ou por renuncia, sendo que estas decisões, salvo renuncia,
serão tomadas em Assembléia Extraordinária para tal fim, cabendo ao interessado todos os
direitos de defesa.

§ 3o Os demais componentes da Mesa Diretora terão mandatos de um (1) ano, podendo ser
reeleitos, compreendidos entre janeiro e dezembro.

§ 4o – O Pastor Titular, quando houver necessidade, poderá promover a retirada, acréscimo,


substituição de qualquer membro da Mesa Diretora, conforme convier ao bem servir da
sociedade ora em fundação, na forma deste Estatuto.

§ 5o – O Pastor Titular poderá vetar emendas e reformas neste estatuto.

Art. 6o - A COMUNIDADE PRESBITERIANA TREZE DE MAIO terá como Pastor


Titular Rev. Elon Torres Almeida casado, portador da identidade nº 606011 – SSP – SE e
CPF nº 234.954.135.53, como pastor responsável pelo pastoreio e orientação do governo da
sociedade ora em fundação, ou outras igrejas que venham a ser criadas através da igreja
sede.
Art. 7º - A primeira Mesa Diretora será escolhida e empossada pelo Pastor Titular da Igreja
Local, havendo necessidade de que todos os membros indicados tenham domicilio na
mesma cidade da sociedade ora em fundação e sejam membros comungante, assim como,
obedeçam e respeitem a Palavra de Deus, os Princípios de Fé da COMUNIDADE
PRESBITERIANA TREZE DE MAIO, o Regimento Interno e este Estatuto.

§ 1º - A Mesa Diretora, quando julgar conveniente, poderá consultar os oficiais e líderes das
entidades sobre questões administrativas, ou incluí-los pelo tempo que julgar necessário,
na administração civil;

§ 2º - A administração civil só poderá reunir-se e deliberar estando presente à maioria dos


seus membros;

§ 3º - Será ilegal qualquer reunião da Mesa Diretora, sem convocação pública ou individual
de todos os membros, com tempo bastante para o comparecimento;

§ 4º - A Mesa Diretora elegerá anualmente um vice-presidente, um ou mais secretários, e


um diretor financeiro.

Art. 8º - A presidência da Mesa Diretora compete ao Pastor Titular; e na sua ausência ao


Vice-Presidente que por sua vez na sua ausência, assumirá o 1º Secretário, os quais
exercerão a presidência alternadamente, salvo outro entendimento.

Parágrafo único – O presidente ou o seu substituto em exercício representará a Igreja ativa,


passiva, judicial e extrajudicialmente.

Capítulo 3 – DO SISTEMA DE GOVERNO

Art. 9º - Quanto ao sistema de governo, adotamos sistema misto, sendo:

1) Congregacional na medida em que, a CPTM reunida em assembléia local, toma decisões


conforme prerrogativas do Art. 10º e seus parágrafos.
2)Representativo na medida em que os membros da Mesa Diretora deliberam sobre a
administração da CPTM, conforme prerrogativas do Art. 5º ao Art. 8º e seus parágrafos.
3)Episcopal na medida em que confere autoridade ao Pastor Titular para atuar nas
prerrogativas privativas do Art. 5º e parágrafos 1º e 4º, Arts. 6º, 7º e 8º.

Capítulo 4 - DA ASSEMBLÉIA

Art. 10º - A assembléia geral constará de todos os membros da Igreja em plena comunhão, e
se reunirá ordinariamente ao menos uma vez por ano e extraordinariamente quando
convocada pelo Pastor Titular.

§ 1º - A assembléia se reunirá ordinariamente para:

a) ouvir, para informação, o relatório do movimento da igreja, do ano anterior, e tomar


conhecimento do orçamento para o ano em curso;
b)pronunciar-se sobre questões orçamentárias e administrativas, quando isto lhe for
solicitado pela Mesa Diretora;
c) eleger, anualmente, um secretário de atas.

§ 2º - A assembléia se reunirá extraordinariamente para:

a) reforma deste Estatuto, aprovação ou reforma do Regimento Interno;


b)adquirir. Permutar, alienar, gravar de ônus real, dar em pagamento imóvel de sua
propriedade e aceitar doações ou legados onerosos ou não, mediante parecer prévio da
Mesa Diretora;
c)conferir a dignidade de pastor emérito.

§ 3º - Para tratar dos assuntos a que se referem às alíneas “b” do parágrafo 1º, “c”, e “d” do
parágrafo 2º a assembléia deverá constituir-se de membros civilmente capazes.

Art. 11º - A reunião ordinária da assembléia se fará sempre em primeira convocação, seja
qual for o número de membros presentes.

Art. 12º - A reunião extraordinária da assembléia deverá ser convocada com antecedência
de pelo menos 8 dias e só poderá funcionar com a presença mínima de membros em
número correspondente a um terço dos residentes na sede.

Parágrafo único – Em Segunda convocação à reunião extraordinária da assembléia se


reunirá, com qualquer número de presentes, oito dias depois, no mínimo.

Art. 13º A presidência da assembléia da igreja cabe ao Pastor Titular e na sua ausência ou
impedimento deste, ao vice-presidente da Mesa Diretora.

Capítulo 5 – DOS BENS E DOS RENDIMENTOS E SUA APLICAÇÃO.

Art. 14º - São bens da igreja: ofertas, dízimos, doações, legados, bens imóveis ou móveis,
títulos, apólices, juros e quaisquer outras rendas permitidas por lei.

§ Parágrafo único – Os rendimentos serão aplicados na manutenção dos serviços religiosos


e no que for necessário ao cumprimento dos fins da igreja.

Art. 15º - Os membros da igreja respondem com os bens desta e não individual e
subsidiariamente, pelas obrigações por ela contraídas.

Art. 16º - O tesoureiro da igreja responde com seus bens, havidos e por haver, pelas
importâncias sob sua responsabilidade.

§ 1º - O tesoureiro depositará em agencia bancária de escolha da Mesa Diretora as


importâncias sob sua guarda desde que seja superior a um salário mínimo vigente.

§ 2º - As contas bancárias serão movimentadas com a assinatura do presidente e do


tesoureiro.
Capítulo 6 – DA COMISSÃO DE EXAME DE CONTAS.

Art. 17º - A Mesa Diretora nomeará, anualmente, uma comissão de exame de contas da
tesouraria, composta de três pessoas.

§ 1º - A escolha poderá recair sobre quaisquer membros da igreja;

§ 2º - O tesoureiro fornecerá a essa comissão, de três em três meses e ainda no fim de cada
exercício, um balancete da tesouraria acompanhado de todos os livros e comprovantes,
inclusive contas bancárias.

§ 3º - A comissão de exame de contas, por sua vez, prestará relatório a Mesa Diretora de
três em três meses e ainda um relatório geral do exercício findo, relatórios esses que devem
vir acompanhados dos balancetes da tesouraria.

Capítulo 7 – DO PATRIMONIO EM CASO DE CISMA OU DISSOLUÇÃO.

Art. 18º - A igreja poderá extinguir-se na forma da legislação em vigor, por aprovação
através do voto da maioria dos seus membros ativos e da Mesa Diretora reunidos em
Assembléia Geral Extraordinária convocada para este fim.

§ 1º - No caso de dissolução da igreja, liquidada o passivo, os bens remanescentes serão


transferidos para uma outra congênere com finalidades e princípios semelhantes
determinados em Assembléia Geral Extraordinária.

§ 2º - No caso de cisma ou cisão, os bens da igreja passarão a pertencer à parte fiel aos
Princípios de Fé da COMUNIDADE PRESBITERIANA TREZE DE MAIO, e sendo total
o cisma, reverterão os bens a uma outra congênere com finalidades e princípios
semelhantes.

Capítulo 8 – DISPOSIÇÕES FINAIS.

Art. 19º - A COMUNIDADE PRESBITERIANA TREZE DE MAIO terá um Regimento


Interno, o qual respeitará o espírito e letra deste Estatuto.

Art. 20º - Estes Estatutos são reformáveis mediante proposta estudada pela Mesa Diretora,
aprovada em primeiro turno por uma assembléia geral convocada especialmente para o fim,
e homologada pela mesma após a aprovação.

Art. 21º - São nulas de pleno direito quaisquer disposições que, no todo ou em parte,
implícita ou expressamente, contrariem ou ferem o Regimento Interno da COMUNIDADE
PRESBITERIANA TREZE DE MAIO.