"Os Exus

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- Quem são os Exus ? Ao contrário do que se pensa, os exus não são os diabos e espíritos malignos ou imundos que algumas religiões pregam, tampouco são espíritos endurecidos ou obsessores que um grande numero de espíritas crêem. s !diabos! ou dem"nios são seres mitol#gicos, $á !des%endados! pela doutrina espirita, portanto, não existem. Espíritos tre%osos ou obsessores são espíritos que se encontram desa$ustados perante & 'ei. (ro%ocam os mais %ariados dist)rbios morais e mentais nas pessoas, desde pequenas con*usões, at+ as mais duras e tristes obsessões. ,ão espíritos que se compra-em na pratica do mal, apenas por sentirem pra-er ou por %ingan.as, calcadas no #dio doentio. Aguardam, en*im, que a 'ei os !recupere! da mel/or maneira possí%el 0%oluntária ou in%oluntariamente1. ,ão con/ecidos, pelos umbandistas, 2imbandistas, etc., como 2iumbas ou quiumbas. 3i%em no baixo astral, onde as %ibra.ões energ+ticas são densas. Este baixo astral + uma enorme !egr+gora! *ormada pelos maus pensamentos e atitudes dos espíritos encarnados ou desencarnados. ,entimentos baixos, %ãs paixões, #dios, rancores, rai%as, %ingan.as, sensualidade desen*reada, %ícios de toda estirpe, alimentam esta *aixa %ibracional e os 2iumbas se compra-em nisso, $á que sentem-se mais *ortalecidos. baixo astral, mesmo num imenso caos, tem di%ersas organi-a.ões, *ortemente esquemati-adas e /ierarqui-adas. (lanos bem elaborados, mentes prodigiosas, táticas de guerril/as, precisões cir)rgicas, ex+rcitos bem aparel/ados e treinados, compõe o quadro destas organi-a.ões. 4uito delas, agem na plena certe-a de cumprirem os desígnios da 'ei 5i%ina, onde con*undem a 'ei da A.ão e 6ea.ão com o !ol/o por ol/o, dente por dente!. 3ingam-se pensando que *a-em a coisa certa. Algumas agem no mal, mesmo sabendo que estão contra a 'ei, mas enquanto a %ingan.a não se consumar, não /a%erá tr+gua para os seus !inimigos!. Ac/am que não plantam o mal, nem que a 6ea.ão se %oltará mais cedo ou mais tarde. 7ada mal praticado por um espirito, o le%a a cada %e- mais para !baixo!. As quedas são *req8entes e pro%ocam mais e mais re%oltas. Alguns espíritos caem tanto que perdem a consciência /umana, trans*ormando-se 0ou plasmando1 os seus corpos astrais 0perispíritos1 em %erdadeiras *eras, animais, bestas e assim são usados por outros espíritos como tais. Alguns trans*ormam-se em lobos, cães, cobras, lagartos, a%es, etc. utros espíritos c/egam ao c)mulo da queda que perdem as características /umanas, trans*ormando os seus perispíritos em o%#ides. Esta queda, pro%oca al+m da perda de energias, a perda da consciência. 9icam tamb+m sub$ugados por outros espíritos. Apesar de todo este quadro, pouco esperan.oso, das tre%as. 4esmo sabendo que no nosso orbe o mal pre%alece sobre o bem, /á tamb+m o lado da 'u-, da 'ei, do :em. E este lado + tão e mais organi-ado que as organi-a.ões das tre%as. Existem, tamb+m, di%ersas organi-a.ões, com %ariados trabal/os e a.ões, mas com um )nico ob$eti%o de resgatar das tre%as e do mal, os espíritos !caídos!. 3emos col"nias espirituais, /ospitais no astral, postos a%an.ados da 'u- nos ;mbrais, cara%anas de tare*eiros, correntes de cura, socorristas, etc., a*eitos e a*ini-ados aos trabal/os dos centros espiritas. 3emos tamb+m, outros trabal/adores espirituais, ligados aos cultos a*ros. ,e$a na ;mbanda, 7andombl+, <imbanda, etc. Especi*icamente, na ;mbanda, %emos atra%+s das ,ete 'in/as, %ários rixás /ierarqui-ados. Existem %ários ní%eis na /ierarquia dos rixás. 7ome.ando pelos mais altos espíritos, que estão

pr#ximos do 7riador, at+ os rixás 4enores ou (lanetários 0aqueles que são ligados e responsá%eis por cada orbe, pela sua e%olu.ão1. =emos como exemplo de rixá 4enor, o pr#prio 4estre >esus, que está na lin/a de xalá e + considerado xalá, mas como rixá 4enor. 4esmo sendo rixás 4enores, este espíritos são de alta escol. Abaixo destes rixás, estão os c/e*es de legiões e suas /ierarquias, Estes espíritos !c/e*es! usam as três roupagens básicas ? 7aboclos, (retos-3el/os e 7rian.as. Apenas na lin/a de @orimá ou baluaie mani*estam os pretos-%el/os. Aa lin/a de @ori ou Bbe$i as crian.as. Aas demais lin/as 0 xalá, xossi, gum, Cang" e @eman$á1 mani*estam-se os 7aboclos. utras entidades tais como ? baianos, boiadeiros, marin/eiros, ondinas, sereias, iaras, etc., são espíritos que compõe as sub-lin/as a*eitas e subordinadas & sete lin/as e aos c/e*es de legiões. Alguns caboclos, crian.as ou pretos-%el/os, &s %e-es, usam algumas destas roupagens para determinados trabal/os ou missões. 7omo em nosso ;ni%erso 0Astral1 as mani*esta.ões se di%idem em duas e mani*estam-se como pares ? positi%o-negati%o, ati%o-passi%o, masculino-*eminino, etc. A ;mbanda que + paralela ati%a, tem como par passi%o a <imbanda 0não con*undir com a 2iumbanda, que + a mani*esta.ão das tre%as1. A <imbanda, que + a *or.a paralela passi%a da ;mbanda, *or.a equilibradora da ;mbanda. A <imbanda - ,ão os ,ete (lanos postos da 'ei, + o con$unto oposto da 'ei. Quando *alo em !oposto! & 'ei, não quero di-er aquilo que está em desacordo & 'ei, mas a maneira oposta de como a 'ei + aplicada. Aa <imbanda que os Exus se mani*estam, a <imbanda, portanto + o !reino! dos Exus. s Exus são os !mensageiros! dos rixás aqui na =erra. Atra%+s deles, os rixás podem mani*estarem-se nas tre%as. Então, para cada c/e*e de *alange, sub-c/e*e, etc., na ;mbanda, temos uma entidade correspondente 0ou par1 na <imbanda. s exus, são considerados como !policiais!, que agem pela 'ei, no sub-mundo do !crime! organi-ado. As !equipes! de Exus sempre estão nestas -onas in*ernais, mas, não %i%em nela. (assam, a maior parte do tempo nela, mas, não *a-em parte dela. 5e%ido a esta característica, os Exus, são con*undidos com os 2iumbas. 3identes os %êem nestes lugares e erroneamente di-em que eles são de lá. s Exus, estão tamb+m, di%ididos em /ierarquias. nde temos Exus muito ligados aos 4enores at+ aqueles Exus ligados aos trabal/os mais pr#ximos &s tre%as. s exus di%idem-se /ierarquicamente, em três planos ou três ciclos e em sete graus. A di%isão está *ormada !de cima para baixo! ? - =E67EB6 7B7' rixás

7ont+m o ,+timo, ,exto e Quinto graus Aeste 7iclo, encontramos os Exus 7oroados ? são aqueles que tem grande e%olu.ão, $á estão nas *un.ões de mando. ,ão os c/e*es das *alanges. 6ecebem as ordens diretas dos c/e*es de legiões da ;mbanda. (ouco são aqueles que se mani*estam em algum m+dium. Apenas alguns m+diuns, bem preparados, com enorme missão aqui na =erra, tem um Exu 7oroado como o seu guardião pessoal. ,ão os guardiães c/e*es de terreiro. Aão mais reencarnam, $á esgotaram /á tempos os seus 2armas. ,+timo Drau - Estão os Exus 7/e*e de 'egião e para cada 'in/a da ;mbanda, temos ;m Exu no ,+timo Drau, portanto, temos ,ete Exus 7/e*es de 'egião ,exto Drau - Estão os Exus 7/e*es de 9alange. ,ão ,ete Exus 7/e*es de 9alange subordinados a cada Exu 7/e*e de 'egião, portanto, temos EF Exus 7/e*es de 9alange. Quinto Drau - Estão os Exus 7/e*es de ,ub-9alange. ,ão ,ete Exus 7/e*es de ,ub-9alange subordinados a cada Exu 7/e*e de 9alange, portanto, são GEG Exus 7/e*es de ,ub-9alange. -,ED;A5 7B7'

7ont+m o Quarto Drau Exus 7ru-ados ou :ati-ados ? são subordinados dos Exus 7oroados. >á tem a no.ão do bem e do mal. ,ão os exus mais comuns que se mani*estam nos terreiros. =amb+m, tem *un.ões de subc/e*es. 9a-em parte da seguran.a de um terreiro. campo de atua.ão destes exus está nas sombras 0entre a 'u- e as =re%as1. Estão ainda nos ciclos de reencarna.ões. Quarto Drau - Estão os Exus 7/e*es de Agrupamento. ,ão ,ete Exus 7/e*es de Agrupamento e estão subordinado a cada Exu 7/e*e de ,ub-9alange, portanto, são HEIJ Exus 7/e*es de Agrupamento. - (6B4EB6 7B7'

7ont+m o =erceiro, ,egundo e (rimeiro Draus =emos dois tipos de Exus neste ciclo ? Exus Espadados - ,ão subordinados do Exus 7ru-ados. as sombras e as tre%as. seu campo de atua.ão encontra-se entre

Exus (agãos - ,ão subordinados aos exus de ní%el acima. ,ão aqueles que não tem distin.ão exata entre o bem e o mal. ,ão con/ecidos, tamb+m como !rabos-de-encru-a!. Aceitam qualquer tipo de trabal/o, desde que se pague bem. Aão são con*iá%eis, por isso. ,ão comandados de maneira intensi%a pelos Exus de /ierarquias superiores. Quando *a-em algo errado, são castigados pelos seus c/e*es, e querem %ingarem-se de quem os mandou *a-er a coisa errada. ,ão ex-2iumbas, capturados e depois adaptados aos trabal/os dos Exus. campo de atua.ão dos Exus (agãos, + as tre%as. 7onseguem se in*iltrar *acilmente nas organi-a.ões das tre%as. ,ão muito usados pelos Exus dos ní%eis acima, de%ido esta *acilidade de penetra.ão nas tre%as. =erceiro Drau - Estão os Exus 7/e*es de 7oluna. ,ão ,ete Exus 7/e*es de 7oluna e estão subordinados a cada Exus 7/e*es de Agrupamento, portanto, são JKLIM Exus 7/e*es de 7oluna. ,egundo Drau - Estão os Exus 7/e*es de ,ub-7oluna. ,ão ,ete Exus 7/e*es de ,ub-7oluna e estão subordinados a cada Exu 7/e*e de 7oluna, portanto, são JJMKEF Exus 7/e*es de ,ub-7oluna. (rimeiro Drau - Estão os Exus Bntegrantes de ,ub-7olunas e são mil/ares de espíritos nesta *un.ão. s Exus, em geral, sob a nossa #tica, não são bons nem ruins, são apenas executores da 'ei. gum, responsá%el pela execu.ão da 'ei, determina as execu.ões aos Exus. A maneira dos Exus atuarem, &s %e-es nos c/ocam, pois ac/amos que eles de%em ser caridosos, bene%olentes, etc. 4as, como podemos tratar mentes trans%iadas no mal ? s exus usam as *erramentas que sabem usar ? a *or.a, o medo, as magias, as capturas, etc. s m+todos podem parecer, para n#s, um pouco sem !amor!, mas eles, sabem como agir quando necessitam que a 'ei c/egue nas tre%as. Eles a$udam aqueles que querem retornar & 'u-, mas não auxiliam aqueles que querem !cair! nas tre%as. Quando a 'ei de%e ser executada, Eles a executam da mel/or maneira possí%el doa a quem doer. Ná um ditado muito pro%idencial que di- ? !7uidado com o que se pede a um Exu, pois poderá ser atendido.! u se$a, se um Exu se mani*estar e pedirmos que ele *a.a o mal, ele poderá *a-e-lo, mas ou porque ele sabe que esse mal retornará a quem o pediu ou porque não tem no.ão do que está *a-endo 0um exu pagão1. s exus, como executores da 'ei e do <arma, esgotam os %ícios /umanos, de maneira intensi%a. Os %e-es, um %eneno + combatido com o pr#prio %eneno, da mesma maneira que a picada de uma cobra %enenosa. Assim, muitos %ícios e des%ios, são combatidos com eles mesmos. ;m exemplo, para ilustrar ? ;ma pessoa quando está desequilibrada no campo da *+, precisa de um tratamento de c/oque. Aormalmente ela, ap#s muitas quedas, recorre a uma religião e torna-se *anática, ou se$a, ela esgota o seu desequilíbrio, com outro desequilíbrio ? a *alta de *+ com o *anatismo. (arece um paradoxo ? ,im, parece, mas + extremamente necessário.

utro exemplo + o %icio &s drogas, onde + preciso de algo maior para esgotar este %icio ? ou a prisão, a morte, uma doen.a, etc. A 'ei + sempre $usta, &s %e-es somente um tratamento de c/oque remo%e um espirito do mal camin/o. E são os exus que aplicam o antídoto para os di%ersos %enenos. s Exus, estão, ligados de maneira intensi%a, com os assuntos terra-a-terra 0din/eiro, disputas, sexo, etc.1. Quando a 'ei permite, Eles executam aos di%ersos pedidos materiais dos encarnados. s Exus tem sob o domínio todas as energias li%res, contidas em ? sangue, cadá%eres, esperma, etc. (or isso, seus campos de atua.ão são ? cemit+rios, matadouros, prostíbulos, boates, necrot+rios, etc. Eles lá estão, porque *renam 0bloqueiam1 as in%estidas dos 2iumbas e espíritos endurecidos que se compra-em nos %ícios e na mat+ria. 2iumbas, seres astutos, conseguem se mani*estar como um exu, num terreiro muito preso &s magias negras e assuntos que nada tra-em ele%a.ão espiritual. Ao se mani*estarem, pedem in)meras o*erendas, trabal/os, despac/os, em troca destes *a%ores *)teis. Aormalmente eles pedem muito sangue, bebidas alc#olicas e *umo. 7/egam a enganar tanto 0ou *ascinar1 que *a-em as mul/eres que procuram estes !terreiros!, pagarem as suas !contas! *a-endo sexo com o m+dium !deles!. u se$a, eles %ampiri-am o casal, quando o ato sexual se e*etua. 4as, e os %erdadeiros exus deixam ? P uma pergunta que comumente *a-emos, quando estes disparates ocorrem. s exus, permitem isso, para darem li.ão nestes *alsos c/e*es de terreiros ou m+diuns. 7omo disse, os m+todos dos exus, para *a-er com que a 'ei se cumpra, são %ariados. 4uitas %e-es, tamb+m, a obsessão + tão grande e pro*unda que os exus, não podem separar de uma s# %e- obsedado e obsessor, pois isso causaria a ambos um pre$uí-o enorme. utras %e-es, os exus, deixam que isso aconte.a, para criar !armadil/as! contra os 2iumbas, que uma %e- instalados nos terreiros, são *acilmente capturados e assim, ap#s um interrogat#rio, podem re%elar segredos de suas organi-a.ões, que logo em seguida, são desmanteladas. Alguns terreiros, depois disso, são tamb+m desmantelados pelas a.ões dos exus, causando doen.as que a*astam os m+diuns, as pessoas, etc. !Ai daquele que pro%oca um escQndalo, mas o escQndalo + necessário! A roupagem *luídica dos Exus, %ariam de acordo com o seu grau e%oluti%o, *un.ão, missão e locali-a.ão. Aormalmente, em campos de batal/as, eles usam o uni*orme adequado. ,eu aspecto tem sempre a *un.ão de amedrontar e intimidar. ,uas emana.ões %ibrat#rias são pesadas, perturbadoras. ,uas irradia.ões magn+ticas causam sensa.ões m#rbidas e de pa%or. P claro que em determinados lugares, eles se apresentarão de maneira di%ersa. Em centros espiritas, podem aparecer com !guardas!. Em cara%anas espirituais, como lanceiros. >á *oi %eri*icado que alguns se apresentam de maneira *ina ? com ternos, c/ap+us, etc. Eles tem grande capacidade de mudar a aparência, podem surgir como seres /orrendos, animais grotescos, etc. 5e%emos o*erendar aos exus ? s exus, como $á *oi dito, atuam intensamente no sub-mundo astral. Drandes batal/as são tra%adas entre o bem e o mal. 4uita energia + despendida nestas in%estidas e os exus, por atuarem assim, acabam gastando enormemente as suas reser%as energ+ticas. 5epois de %ários !dias! trabal/ando, eles se recol/em em seus !quart+is! e repõem parte destas energias e apro%eitam e estudam, discutem no%as táticas, etc. Quando *a-emos alguma o*erenda para os Exus, eles !capturam! as energias dos elementos o*erendados, ou a parte et+rica e !recarregam as suas baterias!. 4as 0podemos perguntar1, se o exu + um espirito, porque ele precisa de o*erendas materiais ? 7omo eles estão ligados ao terra-a-terra e ao sub-mundo astral que + muito denso, os exus precisam retirar dos elementos materiais a energia que gastaram em seus trabal/os. Quais elementos podemos o*erendar ?

5e%emos tomar muito cuidado com o que o*erendamos, pois, os elementos mais densos 0sangue, carne, cadá%eres, ossos1, são atratores de espíritos endurecidos, que sentem necessidade de elementos materiais. (ortanto, + mel/or manipular elementos suits nas o*erendas 0*rutas, incensos, er%as, etc.1 (osso então um animal sacri*icado para um exu ? ,im, em teoria pode. 4as pensemos bem, um animal inocente, tem que pagar, com a %ida para que possamos reabilitar a nossa liga.ão com um exu ? 7reio que não de%emos destruir uma %ida por isso. (ara /armoni-ar algo de%emos desarmoni-ar outro ? Aão /á muita l#gica nisso. 4as, o sangue, por ter um alto teor energ+tico, com certe-a restauraria rapidamente as !baterias! de um exu. 4as, al+m deste aspecto pouco prático que + o sacri*ício de um pobre animal, de%emos considerar mais duas coisas ? - s inimigos da ;mbanda, sempre se apegam a este tipo de o*erenda para di-er que + uma religião demoníaca. Quando uma pessoa passa em *rente a um despac/o numa encru-il/ada, aquela cena causa-l/e desagradá%eis sensa.ões e os seus pensamentos negati%os %ão se $untar & egr+gora negati%a $á criada com um despac/o. - *erendas com sangue ou carne, atraem muitos 2iumbas, &s %e-es, impedindo que o pr#prio exu se aproxime, portanto, estaremos alimentando os %ícios destes espíritos. 6esumindo, + mel/or não utili-ar e manipular este tipo de elemento em o*erendas, eb#s, sacudimentos, etc., pois os resultados podem ser negati%os e pre$udiciais. Alem disso, a %erdadeira o*erenda tem a principal *un.ão de reenergi-ar ou sublimar o pr#prio m+dium. Então, o mel/or + o*erendar elementos não densos, tais como *rutas, er%as, %elas, incensos, etc. Al+m destes aspectos $á abordados, %ale & pena mencionar os di%ersos ní%eis %ibracionais, onde os espíritos ligados & =erra, /abitam. Estes ní%eis são e *oram criados de acordo com cada grau e%oluti%o. s ní%eis estão mais relacionados com o mundo da consciência do que com o mundo *ísico, ou se$a, são mais estados de consciência do que um lugar *isicamente locali-ado. 7omo são ní%eis gerados por espíritos ligados de alguma *orma com a e%olu.ão da =erra, estes ní%eis estão %inculados ao pr#prio planeta. (ortanto, quando %emos descri.ões de camadas umbralinas locali-adas em abismo sob a crosta terrestre, de%emos entender que embora elas este$am locali-adas com estes espa.os *ísicos, elas estão no lado espiritual deste plano *ísico. =emos então, ,ete 7amadas 7oncêntricas ,uperiores e ,ete 7amadas 7oncêntricas Bn*eriores. A di%isão está sempre *ormada !de cima para baixo! ? - 7A4A5A, 7 A7RA=6B7A, ,;(E6B 6E, ,+tima, ,exta e Quinta 7amadas - Sonas 'uminosas ,eres iluminados, isentos das reencarna.ões. 7umprem missões no planeta. Estão se libertando deste planeta, muitos $á estagiam em outros mundos superiores. Quarta 7amada - Sona de =ransi.ão Espíritos ele%ados, que colaboram com a e%olu.ão dos irmãos menores. =erceira, ,egunda e (rimeira 7amadas - Sonas 9racamente Bluminadas A maioria dos espíritos que desencarnam, estão nestas camadas. Estão em repara.ões e aprendi-ados para no%as reencarna.ões. ,;(E69B7BE - Espíritos encarnados - 7A4A5A, 7 A7RA=6B7A, BA9E6B 6E, ,+tima 7amada - Sona ,ub-7rostal ,uperior

,exta, Quinta e Quarta 7amadas - Sona das ,ombras Sona (urgatoriais ou de 6egenera.ão Quarta 7amada - Sona de =ransi.ão Entre as sombras e as tre%as. Sona de seres re%oltados e dementados. =erceira, ,egunda e (rimeira 7amadas - Sona das =re%as Sona ,ub-7rostal Bn*erior s seres estão em estágio de insubmissos, renitentes e ostensi%os &s 'eis 5i%inas. Aão recon/ecem 5eus como o ,er mais superior. A atua.ão dos Exus, está praticamente em todas as camadas in*eriores, com exce.ão das =erceira, ,egunda e (rimeira 7amadas, que e%entualmente eles !descem! para missões especiais ou mandam os rabos-de-encru-a, pois estão mais !ambientados! com as baixas e perniciosas %ibra.ões. não que os Exus não podem !descer! at+ lá, mas porque + desnecessário criar uma guerra com os seres in*ernais, apenas porque se in%adiu aquelas -onas. A maioria dos li%ros espíritas, que tratam do assunto dos ní%eis %ibracionais, não c/ega sequer a mencionar algo al+m das camadas intermediárias ou m+dio e alto umbral. 5escre%em na maioria das %e-es as camadas que *icam as sombras e não as tre%as, pois os espíritos que *a-em tais incursões não podem ou não de%em TbaixarU mais, pois somente cabe aos exus, espíritos especiali-ados TdescerU tanto. As (ombas-Diras termo (omba-Dira + corruptela do termo !:ombogira! que signi*ica em Aag", Exu. A origem do termo (omba-Dira, tamb+m + encontrado na /ist#ria. Ao passado, ocorreu uma luta entre a ordem d#rica e a ordem ionica. A primeira guarda%a a tradi.ão e seus puros con/ecimentos. >á a ionica tin/a-os totalmente deturpados. símbolo desta ordem era uma pomba-%ermel/a, a pomba de @ona. 7omo estes contribuiram para a deturpa.ão da tradi.ão e *oi uma ordem *ormada pela maioria por mul/eres tin/am que saldar suas dí%idaas. Atualmente elas %em pela 'ei de ;mbanda como (omba-giras para ensinar, e *a-er seu resgate do passado. ,e Exu $á + mal interpretado, con*undindo-o com o 5iabo, quem dirá a (omba-Dira? 5i-em que (omba-Dira + uma mul/er da rua, uma prostituta. Que (omba-Dira + mul/er de ,ete Exus V As distor.ões e preconceitos são características dos seres /umanos, quando eles não entendem corretamente algo, querendo tra-er ou materiali-ar conceitos abstratos, distorcendo-os. (omba-Dira + um Exu 9eminino, não são prostitutas. Aa %erdade, dos ,ete Exus 7/e*es de 'egião do ,+timo Drau, apenas um Exu + *eminino, ou se$a, ocorreu uma in%ersão destes conceitos, di-endo que a (omba-Dira + mul/er de ,ete Exus. 5entro da /ierarquia do Exu 9eminino 0(omba-Dira1, estão di%ididas em ní%eis di%ersas outras pombas-giras, da mesma *orma que as demais *alanges. P claro que em alguns casos, podem ocorrer que uma delas, em alguma encarna.ão ti%esse sido uma prostituta, mas, isso não signi*ica que as pombas-giras ten/am sido todas prostitutas e que assim agem. A *un.ão das pombas-giras, está relacionada & sensualidade. Elas *renam os des%ios sexuais dos seres /umanos, direcionam as energias sexuais para a constru.ão e e%itam as destrui.ões. A sensualidade desen*reada + um dos !sete pecados capitais! que destroem o /omem ? a %ol)pia. Este %icio + alimentado tanto pelos encarnados, quanto pelos desencarnados, criando um ciclo ininterrupto, caso as pombas-giras não atuassem neste campo emocional. As pombas-giras são grande magas e con/ecedoras das *raque-as /umanas. ,ão, como qualquer exu, executoras da 'ei e do <arma. 7abe & elas esgotar os %ícios ligados ao sexo. Quando um espirito + extremamente %iciado ao sexo, elas, &s %e-es, dão a ele !o%erdoses! de sexo, para esgotá-lo de uma %e- por todas.

Elas, ao se mani*estarem, carregam em si, grande energia sensual, não signi*ica que elas se$am desequilibradas, mas sim que elas recorrem a este expediente para !descarregar! o ambiente deste tipo de energia negati%a. ,ão espíritos alegres e gostam de con%ersar sobre a %ida. ,ão astutas, pois con/ecem a maioria das más inten.ões. Estendem os assuntos ou alguma situa.ão, s# para que c/egue ao Qmago do assunto. As mani*esta.ões dos exus sobre os m+diuns Atra%+s do dom do oráculo, ou mediunidade, os espíritos conseguem manter intercQmbio com os encarnados. contato dá-se atra%+s das %árias modalidades medi)nicas, se$a ela a %idência, clari%idência, clariaudiência, psicogra*ia, psico*onia, etc. Ao mo%imento umbandista, as entidades, normalmente mani*estam-se ou pela incorpora.ão ou pela radia.ão intuiti%a. A incorpora.ão + a modalidade medi)nica mais utili-ada, por %árias ra-ões, tra-endo as comunica.ões da !boca! dos pr#prios espíritos, ou se$a, eles estão no momento da mani*esta.ão, presentes e pr#ximos aos encarnados. A incorpora.ão tra- como bene*icio, a con*iabilidade das comunica.ões, $á que podemos !%er! o espirito mani*estado, recon/ecendo-o atra%+s de seus pr#prios mo%imentos, a.ões, %o-, etc. Assim, + possí%el manter estreito contato entre o espirito e o consulente. Aa incorpora.ão, o espirito comunicante, não !entra! no corpo *ísico do m+dium, mas apenas toma as !r+deas! da situa.ão, controlando o corpo *ísico com ou sem a inter%en.ão do m+dium. espirito, assim, apenas se aproxima do corpo *ísico, mas não o toma ou !entra! nele. A incorpora.ão di%ide-se pela inter%en.ão ou não do m+dium em ? Bncorpora.ão Bnconsciente e Bncorpora.ão ,emi-consciente Aa Bnconsciente, o espirito do m+dium se a*asta e deixa que o espirito comunicante !assuma! o seu corpo. Assim, o espirito do m+dium, não inter*ere na comunica.ão, mesmo estando consciente no plano astral Aa semi-consciente, o espirito do m+dium se a*asta um pouco do corpo, mas mant+m liga.ão consciente com ele, enquanto que o espirito comunicante assume algumas *un.ões motoras do corpo *ísico. A semi-inconsciência pode %ariar de intensidade, ou se$a, o m+dium pode ter desde um grande grau de consciência at+ um grau de quase total inconsciência. m+dium, tem, enquanto dura a mani*esta.ão, alguns lampe$os de consciência, %endo a mani*esta.ão como se esti%esse distante ou al/eio. A no.ão de tempo, tamb+m, + di*erente, pois mesmo depois de algumas /oras de incorpora.ão, o m+dium tem a no.ão de que se passou apenas alguns minutos. Estas liga.ões medi)nicas, atra%+s da incorpora.ão, são e*etuadas pelos espíritos, atra%+s do corpo astral do m+dium. s espíritos comunicantes, usam, assim, os c/acras do m+dium correspondentes & sua lin/a de atua.ão. P claro que os demais c/acras são utili-ados, mas /á sempre o c/acra principal de ponto de contato e manipula.ão. Quando a entidade !incorpora! ou nos momentos pr+-incorporati%os, um m+dium, pode sentir a di*eren.a %ibracional. Assim, um m+dium experimentado, consegue distinguir uma entidade da outra, pois as %ibra.ões energ+ticas de cada entidade são di*erentes umas das outras. ;m erê 0crian.a1 se mani*esta utili-ando o c/acra laríngeo 0locali-ado na garganta ou laringe1, por isso que o corpo do m+dium *ala com uma %o- mais a*inada, do tipo crian.a. s exus por sua %e-, tamb+m, usam os c/acras correspondentes, mas como estão muito ligados ao terra-a-terra, usam bastante o c/acra básico ou gen+sico. As pombas-giras, como são exus, usam muito o c/acra gen+sico 0glQndulas sexuais1 para se mani*estarem. (or dominarem e controlarem as energias relacionadas ao sexo, elas !carregam! este tipo de %ibra.ão.

(or esta característica, um m+dium !sente! uma mudan.a signi*icati%a no seu padrão %ibracional, pois uma pomba-gira está !atirando! suas %ibra.ões a*ins. (or isso, pode-se causar um certo incomodo no m+dium, pois o seu centro gen+sico + estimulado no lado astral e suas glQndulas sexuais são estimuladas no lado material e ele pode sentir a mesma sensa.ão de excita.ão. Aa %erdade + apenas uma energia se mani*estando e o m+dium de%e saber di*erenciar uma excita.ão normal de uma mani*esta.ão de um exu. ,e o m+dium, cair na tenta.ão e deixar-se le%ar, ele poderá se pre$udicar, gastando a sua energia & toa. =amb+m, a pomba-gira, por encontrar no m+dium, energia sexual saturada, esgota-a nos momentos iniciais da incorpora.ão. 5a mesma maneira, a pomba-gira, esgota a energia sexual de um consulente mais excitado. Elas, realmente se di%ertem com isso, mesmo estando trabal/ando seriamente neste assunto. =amb+m, de%emos rele%ar que muitos m+diuns, põe para *ora todo a sua libido nos momentos de incorpora.ão de uma pomba-gira. 7laro que as pombas-giras recon/ecem isso na /ora e podem at+ rea$ustar a sintonia do m+dium, dependendo do seu merecimento. utro *ato muitíssimo importante + a mani*esta.ão de uma 2iumba passando-se por uma pomba-gira. 5e%e-se tomar muito cuidado, pois certamente ela estará apenas %ampiri-ando as emana.ões sensuais do m+dium, podendo pre$udicá-lo seriamente. =amb+m, de%ido & classi*ica.ão dos exus, pode ser que se$a mesmo uma pomba-gira, mas uma rabo-de-encru-a ou uma de ní%el bem pr#ximo &s tre%as. 7omo elas não tem muito con/ecimento do bem e do mal, podem tamb+m, pre$udicar um m+dium. 3ale lembrar que &s %e-es, um consulente, pode *icar *ascinado ou encantado com uma pomba-gira. Bsso + perigoso para a pessoa, $á que pode desequilibrar-se. que *a-er então ? ! rai e %igiai! + o lema de todo m+dium. 5e%emos estar atentos não com os %ícios al/eios, mas com os nossos. 5e%emos direcionar as energias desequilibrantes e trans*ormá-las em energias salutares, em a.ões ben+*icas. (odemos, por imper*ei.ão, ter os nossos %ícios sexuais, mas atra%+s de um %erdadeiro exu pombagira, podemos nos curar com a a$uda de nossos es*or.os. Quando %emos então um m+dium, que mani*esta uma pomba-gira, e ac/armos que está excitado, de%emos mantermos %igilantes para que n#s não caiamos nas %ibra.ões sensuais que nos pre$udicarão. Aa %erdade o m+dium, como ser muito sensí%el, está apenas deixando que as %ibra.ões se mani*estem por ele. ;m bom exemplo disso, quando um espirito so*redor se aproxima de um m+dium, este sente todas as dores, como se *ossem as suas mesmo, mas na %erdade + apenas um re*lexo que o m+dium sente. A %ibra.ão + do espirito so*redor. Apesar de todos estes aspectos, de%emos con/ecer cada %e- mais o trabal/o dos guardiães, pois eles estão do lado da 'ei e não contra elas. 3amos encará-los de maneira racional e não como bic/opapões. Eles estão sempre dispostos ao esclarecimento. Atra%+s de uma con%ersa *ranca, /onesta e respeitosa, podemos aprender muito com eles. Estamos numa +poca que o sobrenatural, o mara%il/oso e o milagroso $á não existem. As in*orma.ões de%em ser espal/adas e discutidas. não se$amos ingênuos aceitando tudo como %erdades absolutas, usemos a ra-ão e o discernimento para separar o $oio do trigo. não deixemos, tamb+m, que apenas os outros saiam a pesquisar. Empreendemos, tamb+m, a nossa %iagem ao descon/ecido e exploremos os aspectos que at+ agora mante%e-se na obscuridade. Este ensaio + despretencioso e não tenta encerrar o !Arcano! 0segredo1 Exu, mas, apenas a$udar &s pessoas a iniciarem as suas pr#prias explora.ões. 7ontestar este pequeno trabal/o, de maneira racional e despro%ida de preconceitos, com argumentos , + para mim um grande presente. 9 A=E? Eduardo Domes

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