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REENCARNAÇÃO PARA CRISTÃOS MADUROS

TEXTOS BÍBLICOS REENCARNACIONISTAS - PROPOSTAS

AMIGO e IRMÃO PODES ENCONTRAR-ME NO MEU SITE (SÍTIO):

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Reencarnação de YAOHÚSHUA em cada Crente Eleito: Glorificação através


da Paixão. Como o grão de trigo que, para dar fruto, tem que cair na
terra e corromper-se para poder germinar. Não morre de todo, mas tem
que ser sepultado para produzir nova vida (i.e., a nossa "água" [símbolo
para o nosso corpo] é unida à "Água" [Corpo] de Cristo). Daí a
expressão : "Uma só Carne". Alter Christus.

VAMOS CLARIFICAR:

Em contraposição à crença errónea dos Religiosos dogmáticos, segundo a


qual a Bíblia judaico-cristã não fala de reencarnação, apresentamos várias
passagens bíblicas que comprovam claramente a doutrina da reencarnação,
ou seja, do retorno do espírito (ou alma) de Crentes no TANAKH (Antigo
Testamento) ou do Cristo num novo corpo físico (o dos Predestinados ou
Eleitos do B'rit Hadashah, o Novo Testamento, e dos seus Descendentes).
(Para escrever esta matéria, socorremo-nos sobretudo destas duas obras: 1)
SILVA, Severino Celestino da. Analisando as Traduções Bíblicas: refletindo a
essência da mensagem bíblica. 2. ed., João Pessoa-Paraíba: Núcleo Espírita
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Bom Samaritano, 2000; 2) CHAVES, José Reis. A Reencarnação na Bíblia e na


Ciência. 7. ed. rev. São Paulo: Editora Bezerra de Menezes, 2006.
Eis alguns textos bíblicos reencarnacionistas:

1. “Porque somos [YAOHÚSHUA "encarnado" no Job mítico; uma "encarnação"


colectiva e mítica] de ["ontem"] [ou seja, de um "distante passado" que também é
futuro, cíclico], não sabemos nada [falta a segunda encarnação de YAOHÚSHUA,
esta já "individual e literal"; em Nazaré]” (Job 8,9).
2. “Antes mesmo de te formar no ventre materno, Eu te conheci; e antes que saísses
do seio, Eu te consagrei. Eu te constituí Profeta para as nações” (Jeremias 1,5). Ou
seja, Jeremias já existia (e era conhecido por D-us) antes desta sua reencarnação
no plano físico, e se tornou um grande profeta porque já tinha evoluído muito em
encarnações anteriores, uma vez que ninguém nasce profeta gratuitamente e sem
méritos já adquiridos.
3. “Não te inclinarás diante desses deuses e não os servirás porque Eu,
o teu D-us, sou um Deus ciumento [tradução incorrecta, deveria ser
"Deus zeloso"], que vingo a iniquidade dos pais nos filhos até
[preposição incorrecta, deveria ser na] a terceira e quarta geração
dos que me odeiam, e faço misericórdia até [preposição incorrecta,
deveria ser por] mil gerações para aqueles que me amam e guardam
os meus mandamentos” (Êxodo 20,5-6, A Bíblia de Jerusalém –
Edições Paulinas, tradução incorreta).

Segundo o escritor Espírita Severino Celestino da Silva, a tradução


correcta do referido texto é a seguinte:

Não te prostrarás diante deles e não os servirás porque Eu, o teu D-


us, sou um Deus zeloso, que visito a culpa dos pais sobre os filhos,
na terceira e quarta geração dos que me odeiam, mas que também
ajo, com benevolência ou misericórdia por milhares de gerações,
sobre os que amam e guardam os meus mandamentos” (SILVA, op.
cit., p. 110-111).

Nas palavras do escritor espírita José Reis Chaves,

esta versão é a que está de acordo com a Vulgata (tradução da Bíblia para o
latim, no século 4º, dirigida por São Jerônimo) “in tertiam et in quartam
generationem”. De acordo com esta expressão original, o pecador de que fala
o texto já terá morrido, podendo, pois, o seu espírito voltar a reencarnar “na”
terceira e “na” quarta gerações (de netos e bisnetos), do pecador. Em outras
palavras, o espírito do avô, já falecido, pode reencarnar num neto seu como
também o espírito do bisavô, já morto, pode reencarnar no corpo de um
bisneto seu” (CHAVES, op. cit., p. 96).
4. Jesus e seus discípulos reconhecem João Baptista como sendo a reencarnação do
profeta Elias: “Eu, porém, vos digo que Elias já veio, e não o reconheceram, antes
fizeram com ele tudo quanto quiseram. [...] E, então, os discípulos entenderam que
lhes falava a respeito de João Batista” (Mateus 17, 10-13). “E se quereis reconhecer,
ele mesmo é Elias, que estava para vir: Quem tem ouvidos (para ouvir), ouça”
(Mateus 11,14-15).
5. Pergunta-info e pertinente dos Discípulos e a resposta-
info implícita por YAOHÚSHUA, o Rabi (Mestre) que comprova a reencarnação no
TANACH e em João Baptista (que é o último Profeta do TANACH) e a não
existência explícita da reeencarnação no B'rit Hadashah: “Mestre, quem pecou, este
ou os seus pais, para que nascesse cego?” YAOHÚSHUA respondeu: "A cegueira
não se deve a ele nem aos seus Pais; ela aconteceu para que o poder de D-us
pudesse ser visto operando nele" (João 9,2.3).
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6. Respostas dos discípulos de Jesus que comprovam a reencarnação: “Chegando


Jesus ao território de Cesaréia de Filipe, perguntou aos discípulos: „Quem dizem os
homens ser o Filho do Homem?‟ E eles disseram: „Uns afirmam que é João Baptista,
outros que é Elias, outros, ainda, que é Jeremias ou um dos profetas‟ [que
ressurgiu, ou melhor, que reencarnou]” (Mateus 16, 13-14; Lucas 9,18-19).
7. Em João 3,3-10, Jesus mostra que todos temos que nascer de novo, ou seja,
YAOHÚSHUA tem de reencarnar em nós ("uma só carne", no caso dos homens
["um só Espírito", no caso das mulheres]), e não nascer do alto, como
erroneamente é traduzido por quem não crê na reencarnação (o advérbio original
grego "anothen" não significa apenas "do alto", mas também "de novo"): “Quem
não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus” (João 3,3). “Disse-lhe
Nicodemos: „Como pode um homem nascer, sendo já velho? Poderá entrar uma
segunda vez no seio de sua mãe e (re)nascer?‟ [ou seja, reencarnar]” (João 3,4)?
Em face desta pergunta de Nicodemos, a tradução “nascer do alto”, feita por quem
não crê na reencarnação, fica totalmente sem nexo. Respondeu-lhe Jesus: “Em
verdade, em verdade, te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode
entrar no Reino de Deus” (João 3,5). Esta tradução, como nos esclarece o escritor
espírita Severino Celestino da Silva (na sua referida obra, p. 226), também está
incorrecta, pois, no texto original grego, não há artigo diante das palavras “água” e
“espírito”; portanto, o texto fala em nascer “de água e de espírito”, e não nascer da
água do batismo, nem do espírito, mas de água (materialmente, com o corpo
denso/físico de YAOHÚSHUA: "Já não sou eu que vivo é Cristo que se apodera
de mim!"; uma "Transubstanciação") e de espírito (pela reencarnação mística do
espírito de YAOHÚSHUA nas mulheres, principalmente as Consagradas). Na época
em que a Bíblia foi escrita, a água era o símbolo da natureza material, como o
espírito (literalmente: a espírita) o era da natureza mística da mulher. Por isso, as
expressões: “Se a Humanidade não nasce da água e do Espírito, ou melhor, de
água e de espírito”, significam, pois: “Se o homem e a mulher não renasce com o
"seu" corpo e a "sua" alma”. Em suma, a expressão original grega é “nascer de
água e de espírito”, que significa “nascer de novo” (reencarnar), e não “nascer
do alto”, embora o advérbio original grego ("anothen") também signifique "do alto",
não, porém, neste contexto.
8. Jesus disse que "ninguém deixará de pagar até o último centavo" (Mateus 5,26;
Lucas 12,59), ou seja, até o espírito de Cristo tornar-se purificado (i.e., até nós e a
Criação "que geme" sermos "purificados" e "remidos") através de múltiplas
(re)encarnações colectivas (as de YAOHÚSHUA nos Crentes: "[completamos] em
[nós] o que falta dos sofrimentos de YAOHÚSHUA, o Cristo [i.e., ao rencarnar o S-
nhor em cada um de nós, potênciais mártires, ou pelo menos, em constantes
provações]"; a reencarnação individual corresponde só ao TANAKH [Antigo
Testamento]), ensinamento este que nega radicalmente o dogma cristão do inferno
eterno ou parcial, a crença na unicidade da existência dos Crentes Consagrados do
TANAKH, no plano físico.

Concluindo, creio que esta matéria é mais do que suficiente para


desmentir o erro da religião dogmática segundo o qual a Bíblia não fala de
reencarnação, isto é, do retorno do espírito (ou alma) num novo corpo físico,
mas de ressurreição da carne, ou seja, da volta dum espírito desencarnado
com o mesmo corpo físico que tinha antes de morrer. Embora a Bíblia, de
facto, não empregue o termo “reencarnação”, ela aborda essa doutrina,
empregando outros termos (como renascimento, ressurgimento), em muitas
passagens bíblicas do Antigo Testamento. (Para os leitores que quiserem
aprofundar-se neste tema, recomendo a leitura das obras acima referidas
dos escritores espíritas Severino Celestino da Silva e José Reis Chaves.)
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Escrito por José Pinheiro de Souza [Espiritualista] e adaptado e corrigido


[traduzido e alterado] aos Crentes Cristãos não espiritualistas por:

Luís Magalhães Luís Magalhães


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Proposta Espiritualista: “O nosso corpo é santuário de um espírito santo”


(1Coríntios 6,19)

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No ano 381 AD (fim do século IV, no Concílio de Constantinopla), dá-se a
proclamação do dogma da Santíssima Trindade. Depois desta data, as
passagens bíblicas que continham a expressão “um espírito santo” (para
designar a “alma” ou o “espírito” individual de alguém), por exemplo, “O
nosso corpo é santuário de um espírito santo” (1Coríntios 6,19) foram todas
alteradas para designar o Espírito Santo da Trindade Cristã, o que resultou
na seguinte tradução errada do presente versículo Paulino: “O nosso corpo é
santuário do Espírito Santo”, pois quando Paulo escreveu as suas Cartas,
ainda não existia “o Espírito Santo” da Trindade Cristã. Portanto, ele só
podia empregar a expressão “um espírito santo” (e não “o Espírito Santo”),
para designar a alma ou o espírito individual (“santo”) que habita no nosso
corpo.