O Neoliberalismo, História e Implicações - FICHAMENTO Categoria importante: restauração / implantação do poder de classe O neoliberalismo em primeiro l!gar !

ma teoria "as pr#ticas pol$tico-econ%micas &!e propõe &!e o bem-estar '!mano po"e ser mel'or promo(i"o liberan"o-se as liber"a"es e capaci"a"es empreen"e"oras in"i(i"!ais no )mbito "e !ma estr!t!ra instit!cional caracteri*a"a por sóli"os "ireitos a proprie"a"e pri(a"a, li(res merca"os e li(re com rcio+ O papel "o Esta"o criar e preser(ar !ma estr!t!ra instit!cional apropria"a a essas pr#ticas+ O neoliberalismo se torno! 'egem%nico como mo"ali"a"e "e "isc!rso e passo! a a,etar t-o amplamente os mo"os "e pensamento &!e se incorporo! .s maneiras coti"ianas "e m!itas pessoas interpretarem, (i(erem e compreen"erem o m!n"o+ Na me"i"a em &!e /!lga a troca "e merca"o 0!ma tica em si capa* "e ser(ir "e g!ia a to"a aç-o '!mana, e &!e s!bstit!i to"as as crenças ticas antes s!stenta"as0, o neoliberalismo en,ati*a a signi,icaç-o "as relações contrat!ais no merca"o+ Ele s!stenta &!e o bem social ma1imi*a"o se se ma1imi*am o alcance e a ,re&23ncia "as transações "e merca"o, proc!ran"o en&!a"rar to"as as ações '!manas no "om$nio "o merca"o+ I4O Cap+ 5 - 6iber"a"e apenas mais !ma pala(ra O &!e to"as essas (#rias ,ormas "e Esta"o tin'am em com!m era a aceitaç-o "e &!e o Esta"o "e(eria concentrar-se no pleno emprego, no crescimento econ%mico e no bem-estar "e se!s ci"a"-os, e "e &!e o po"er "o Esta"o "e(eria ser li(remente "istrib!$"o ao la"o "os processos "e merca"o 7 o!, se necess#rio, inter(in"o+ o! mesmo s!bstit!in"o tais processos 7 para alcançar esses ,ins, e pol$ticas ,iscais e monet#rias em geral caracteri*a"as como 08e9nesianas0 ,oram implanta"as e1tensamente para s!a(i*ar os ciclos "e negócio e asseg!rar !m n$(el "e emprego ra*oa(elmente pleno+ :m 0compromisso "e classe0 entre o capital e o trabal'o ,oi a"(oga"o geralmente como o principal garante "a pa* e "a tran&2ili"a"e "om sticas+ Os Esta"os inter(ieram ati(amente na pol$tica in"!strial e passaram a estabelecer pa"rões para o sal#rio social, constr!in"o !ma (arie"a"e "e sistemas "e bem-estar ;c!i"a"os "e sa<"e, instr!ç-o etc+=+ :ma con"iç-o "o acor"o "o pós-g!erra em &!ase to"os os pa$ses era &!e o po"er econ%mico "as classes altas ,osse restrito e &!e o trabal'o recebesse !ma parcela bem mais ampla "o bolo econ%mico+ Nos Esta"os :ni"os, por e1emplo, a parcela "a ren"a nacional nas m-os "o 5> mais rico cai! "e !ma ta1a "e 5?> antes "a @eg!n"a A!erra M!n"ial para menos "e B> "epois "ela, ten"o ,ica"o perto "esse n$(el "!rante &!ase tr3s " ca"as+ En&!anto o crescimento se mantin'a em altos n$(eis, essa restriç-o n-o parecia importante+ :ma coisa ter !ma parcela est#(el "e !m bolo em crescimento+ Mas &!an"o o crescimento entro! em colapso nos anos 5CDE, &!an"o as ta1as "e /!ro reais ,icaram negati(as e a norma eram parcos "i(i"en"os e l!cros, as classes altas em to"a parte se sentiram ameaça"as+ Nos Esta"os :ni"os, o controle "a ri&!e*a ;em oposiç-o . ren"a= pelo 5> mais rico "a pop!laç-o permanece! mais o! menos est#(el por to"o o s c!lo FF+ Mas na " ca"a "e 5CDE so,re! !ma acent!a"a &!e"a ;Fig!ra 5+G= com o colapso "o (alor "os ati(os ;ações, imó(eis, po!panças=+ As classes altas tin'am "e agir com mais (igor para se proteger "a ani&!ilaç-o pol$tica e econ%mica+ E,eitos re"istrib!ti(os e !ma "esig!al"a"e, social crescente t3m si"o "e ,ato !ma caracter$stica t-o persistente "o neoliberalismo &!e po"em ser consi"era"os estr!t!rais em relaç-o ao pro/eto como !m to"o+ A rar" 4!m nil e 4omini&!e 6 (9, "epois "e !ma c!i"a"osa re"istrib!iç-o "os "a"os, concl!$ram &!e a neoliberali*aç-o ,oi "es"e o começo !m pro/eto (olta"o para resta!rar o po"er "e classe+ 4epois "a implementaç-o "e pol$ticas neoliberais no ,inal "os anos 5CDE, a parcela "a ren"a nacional "o 5> mais rico "os Esta"os :ni"os "isparo!, c'egan"o a 5H> ;bem perto "e se! (alor pr -@eg!n"a A!erra M!n"ial= perto "o ,inal "o s c!lo+ Ierto "o ,inal "os anos 5C?E, o liberalismo emb!ti"o começo! a r!ir, internacionalmente e no n$(el "as economias "omesticas+ Os sinais "e !ma gra(e crise "e ac!m!laç-o eram em to"a parte aparentes+ O "esemprego e a in,laç-o se amplia(am em to"a parte, "esenca"ean"o !ma ,ase global "e 0estag,laç-o0 &!e "!raria por boa parte "os anos 5CDE+ @!rgiram crises ,iscais "e (#rios Esta"os ;a Ar--Jretan'a, por e1emplo, te(e "e ser sal(a com rec!rsos "o FMI em 5CDH-D?=, en&!anto as receitas "e impostos ca$am acent!a"amente e os gastos sociais "ispara(am+ As pol$ticas 8e9nesianas /# n-o ,!nciona(am+

O liberalismo emb!ti"o &!e gerara altas ta1as "e crescimento pelo menos nos pa$ses capitalistas a(ança"os "epois "e 5CKH esta(a claramente esgota"o e "ei1ara "e ,!ncionar+ A s!peraç-o "a crise re&!eria alg!ma alternati(a+ :ma resposta consisti! em apro,!n"ar o controle e a reg!laç-o estatais "a economia por meio "e estrat gias corporati(istas+ Mas a es&!er"a n-o conseg!i! ir m!ito al m "as sol!ções social"emocratas e corporati(istas tra"icionais, &!e na meta"e "os anos 5CDE se mostraram incompat$(eis com os re&!isitos "a reg!laç-o "o capital+ O res!lta"o ,oi a polari*aç-o "o "ebate entre a&!eles &!e apoia(am a social"emocracia e o plane/amento central, "e !m la"o ;&!e, &!an"o no po"er, como no caso "os trabal'istas ingleses, com ,re&23ncia acaba(am tentan"o reprimir em geral por ra*ões pragm#ticas, as aspirações "e se!s próprios eleitores=, e os interesses "e to"os os &!e preten"iam liberar o po"er corporati(o e "os negócios e restabelecer as liber"a"es "e merca"o, "e o!tro+ Em mea"os "a " ca"a "e 5CDE, os interesses "este <ltimo gr!po passaram ao primeiro plano+ O m!n"o capitalista merg!l'o! na neoliberali*aç-o como a resposta por meio "e !ma s rie "e i"as e (in"as e "e e1perimentos caóticos &!e na (er"a"e só con(ergiram como !ma no(a orto"o1ia com a artic!laç-o, nos anos 5CCE, "o &!e (eio a ser con'eci"o como o 0Consenso "e Las'ington0+ O "esen(ol(imento geogr#,ico "esig!al "o neoliberalismo, s!a aplicaç-o ,re&2entemente parcial e assim trica "e Esta"o para Esta"o e "e ,ormaç-o social para ,ormaç-o social atestam o car#ter n-o-elabora"o "as sol!ções neoliberais e as comple1as maneiras pelas &!ais ,orças pol$ticas, tra"ições 'istóricas e arran/os instit!cionais e1istentes mol"aram em con/!nto por &!e e como o processo "e neoliberali*aç-o "e ,ato ocorre!+ Io"emos, portanto, interpretar a neoliberali*aç-o se/a corno !m pro/eto !tópico "e reali*ar !m plano teórico "e reorgani*aç-o "o capitalismo internacional o! como !m pro/eto pol$tico "e restabelecimento "as con"ições "a ac!m!laç-o "o capital e "e resta!raç-o "o po"er "as elites econ%micas+ 4a(i" Har(e9 "e,en"e a i" ia "e &!e o seg!n"o "esses ob/eti(os na pr#tica pre"omino!+ A neoliberali*aç-o n-o ,oi m!ito e,ica* na re(itali*aç-o "a ac!m!laç-o "o capital global, mas te(e not#(el s!cesso na resta!raç-o o!, em alg!ns casos ;a M<ssia e a C'ina, por e1emplo= na criaç-o "o po"er "e !ma elite econ%mica+ O rigor cienti,ico "a economia neocl#ssica "o Neoliberalismo n-o ,acilmente compat$(el com se! compromisso pol$tico com i"eais "e liber"a"e in"i(i"!al, nem s!a s!posta "escon,iança com respeito a to"o po"er estatal o com a necessi"a"e "e !m Esta"o ,orte e, se necess#rio, coerciti(o, &!e "e,en"a os "ireitos . proprie"a"e pri(a"a, .s liber"a"es in"i(i"!ais e .s liber"a"es "e empreen"imento+ Março 5CDC: T'atc'er en,renta o po"er sin"ical, ataca to"as as ,ormas "e soli"arie"a"e social &!e pre/!"icassem a ,le1ibili"a"e competiti(a ;como as e1pressas pela go(ernança m!nicipal e mesmo o po"er "e m!itos pro,issionais e "e s!as associações=, "esmantela o! re(erte os compromissos "o Esta"o "e bem-estar social, pri(ati*a empresas p<blicas ;incl!in"o as "e"ica"as . mora"ia pop!lar=, re"!* impostos, promo(e a iniciati(a "os empreen"e"ores e tenta criar !m clima "e negócios ,a(or#(el para in"!*ir !m ,orte ,l!1o "e in(estimento e1terno ;partic!larmente "o Nap-o=+ To"as as ,ormas "e soli"arie"a"e social tin'am "e ser "issol(i"as em ,a(or "o in"i(i"!alismo, "a proprie"a"e pri(a"a, "a responsabili"a"e in"i(i"!al e "os (alores ,amiliares+ O ata&!e i"eológico nessas lin'as a"(in"o "a retórica "e T'atc'er era implac#(el O como ela mesma "isse, 0a economia o m to"o, mas o ob/eti(o trans,ormar o esp$rito0+ E trans,ormar ela "e ,ato trans,ormo!, ain"a &!e "e mo"o alg!m completa e abrangentemente, para n-o ,alar sem c!stos pol$ticos+ O!t!bro 5CDC: Ia!l Polc8er, presi"ente "o Fe"eral Meser(e Jan8 no go(erno Carter ;e "epois Meagan=, promo(e! !ma m!"ança "raconiana na pol$tica monet#ria "os Esta"os :ni"osQ, com !ma pol$tica "estina"a a conter a in,laç-o sem me"ir as conse&23ncias para o emprego+ A ta1a nominal "e /!ro a!mento! "a noite para o "ia, "epois "e alg!mas ele(ações e &!e"as, ,ican"o em /!l'o "e 5CB5 perto "os GE>+ Inicio!-se assim 0!ma "!ra"o!ra recess-o pro,!n"a &!e es(a*iaria as ,#bricas e "estr!iria os sin"icatos "os Esta"os :ni"os, al m "e le(ar pa$ses "e(e"ores . beira "a ,al3ncia, "an"o in$cio . longa era "os a/!stes estr!t!rais0+ Com Meagan, inicio!-se tambem o longo "ecl$nio "os n$(eis "os sal#rios reais+ As in"icações "e Meagan para posições "e po"er em #reas como reg!laç-o ambiental, seg!rança oc!pacional e sa<"e acent!aram ain"a mais a campan'a contra o 0gran"e go(erno0+ A "esreg!laç-o "e t!"o 7 "e empresas

l!3ncias 8e9nesianas "o FMW em 5CBG+ O FMI e o Janco M!n"ial se tornaram a partir "e ent-o centros "e propagaç-o e implantaç-o "o 0. os pa$ses em "esen(ol(imento . a necessi"a"e "e coagirQ mo(imentos "e oposiç-o o! social"emocratas . cont!"o. coloco! (astas parcelas "e po"er .$cil rebeli-o g!erril'eira li"era"a por @an"ino+ A reaç-o .oi "enomina"o 0a maior re"!ç-o "e impostos "a 'istória0+ E te(e in$cio assim a abissal m!"ança para !ma "esig!al"a"e social ca"a (e* maior e a resta!raç-o "o po"er econ%mico "a classe alta+ Ho!(e.s pot3ncias e!rop ias por insist3ncia norte-americana+ Embora se p!"esse comprar com bastante .ai1a mais alta passo! "e DE> a GB>. no s c!lo FF os Esta"os :ni"os "esen(ol(eram !m sistema mais aberto "e colonialismo sem col%nias+ O caso para"igm#tico . ina"impl3ncia. @omo*a 7 e o. &!an"o .inanceiros a go(ernos estrangeiros0+ Isso e1igi! a liberali*aç-o "o cr "ito e "o merca"o . o!tra m!"ança concomitante &!e tamb m alimento! o mo(imento "e neoliberali*aç-o nos anos 5CDE+ A ele(aç-o "e preços pela OIEF. at ent-o "esespera"os por rec!rsos. n-o eram boas+ Era necess#rio b!scar no e1terior oport!ni"a"es mais (anta/osas+ Os go(ernos pareciam ser a aposta mais seg!ra.s operações "o capital norte-americano e se necess#rio promo(eriam os interesses "os Esta"os :ni"os tanto no pais como na regi-o .ornecimento "e rec!rsos . s!a .inanceiro 7 abri! no(as #reas "e liber"a"e "e merca"o irrestrita para po"erosos interesses corporati(os+ Com a "esreg!lamentaç-o.ic!l"a"e rolan"o a "$(i"a. torno!-se (e$c!lo "a consoli"aç-o "o po"er monopolista+ Os impostos corporati(os so.irmaç-o "e Lalter Lriston. "escobri! !ma maneira "e !nir os po"eres "o Teso!ro norte-americano e "o FMI para resol(er a "i. e o go(erno norte-americano começo! a promo(er e apoiar ati(amente essa estrat gia no n$(el global na " ca"a "e 5CDE+ V(i"os por cr "ito. para &!e isso ocorresse. por&!e.inanceiro b!sco! crescentemente.oram en(ia"os para "e.en"er interesses norte-mericanos mas se (iram en(ol(i"os n!ma longa e "i.reram !ma "ram#tica re"!ç-o e a . "os Esta"os :ni"os.a reas e "e telecom!nicações ao sistema . com ta1as (anta/osas para os ban&!eiros "e No(a Uor8n+ Mas.oi "esen(ol(i"o na Nicar#g!a nas " ca"as "e 5CGE e 5CRE. "a Holan"a e "e o!tras pot3ncias e!rop ias+ En&!anto no . ain"a &!e se concentrasse no . "isposiç-o "e pa$ses pro"!tores "e petróleo como a Ar#bia @a!"ita. como os empr stimos eram em "ólares norte-americanos. moratória em 5CBG-BK+ O go(erno Meagan.no caso "a Nicar#g!a. e1pon"o os bancos "e in(estimento "e No(a Uor8 a s rias per"as+ O primeiro gran"e teste "isso (eio na esteira "o c'o&!e Polc8er. &!e le(o! o M 1ico .!n"os e1ce"entes recicla"os pelos bancos "e in(estimento "e No(a Uor8 se "ispersaram pelo globo+ Esses bancos sempre tin'am si"o ati(os no plano internacional. os go(ernos n-o po"em se m!"ar nem "esaparecer+ E m!itos go(ernos no m!n"o em "esen(ol(imento.inanceiro . no e1terior ta1as "e retorno mais ele(a"as+ A "esin"!striali*aç-o "om stica e a ten"3ncia a le(ar a pro"!ç-o para o e1terior tornaram-se m!ito mais com!ns+ O merca"o. eles sempre manteriam o pa$s aberto . "escrito i"eologicamente como .!*ileiros .orma "e promo(er a competiç-o e a ino(aç-o.erecer a ele. presi"ente "o Citiban8.Q &!e (eio com o embargo "o petróleo "e 5CDR. para n-o . mas e1igi! em troca re.or/an"o e em larga me"i"a se "e.oram estim!la"os a se en"i(i"ar pesa"amente. pres!mi(elmente sob press-o militar. na&!ilo &!e .orte local 7 no caso. a capital . a Am rica Central= como !m to"o+ Foi esse o mo"elo "esen(ol(i"o "epois "a @eg!n"a A!erra na . &!e pensara seriamente em retirar o apoio ao FMI no primeiro ano "e man"ato. mas "epois "e 5CDR isso se acent!o!. se n-o ameaça aberta. "a"as as con"ições econ%micas "e "epress-o e as bai1as ta1as "e retorno na meta"e "os anos 5CDE.inanceiro internacionais.ormas neoliberais+ Esse tratamento se torno! o pa"r-o "epois "a&!ilo &!e @tiglit* c'amo! "e 0e1p!rgo0 "e to"as as in. "a França.acilmente le(ar pa$ses (!lner#(eis .como o "o C'ile "e Allen"e= associo! os Esta"os :ni"os a !ma longa 'istória "e (iol3ncia 7 em larga me"i"a encoberta 7 por boa parte "o m!n"o em "esen(ol(imento+ Foi nesse conte1to &!e os .am$lia e a alia"os mais pró1imos assist3ncia econ%mica e militar para &!e p!"essem reprimir o! cooptar a oposiç-o e ac!m!lar para si próprios !ma ri&!e*a e !m po"er consi"er#(eis+ Em troca. nas ta1as "e /!ro nos Esta"os :ni"os po"ia .acili"a"e o consentimento "e elites "irigentes locais.alar "os acent!a"os.ase "e "escoloni*aç-o global imposta .inal "o s c!lo FIF acalentaram a i" ia "e con&!ista colonial. em reciclar to"os os se!s petro"ólares por meio "os bancos "e in(estimento "e No(a Uor80+ Estes <ltimos (iram-se "e repente com amplos rec!rsos para os &!ais precisa(am encontrar aplicações l!crati(as+ As opções "os Esta"os :ni"os. era preciso 'a(er liber"a"e "e aç-o e con"ições ra*oa(elmente seg!ras para emprestar+ Os bancos "e in(estimento "e No(a Uor8 conta(am com a tra"iç-o imperial norte-americana tanto para manter abertas no(as oport!ni"a"es "e in(estimento como para proteger s!as operações e1ternas+ A tra"iç-o imperial norte-americana 'a(ia m!ito (in'a se . to"o a!mento mo"esto. na c lebre a.inia contra as tra"ições imperiais "a Ar-Jretan'a.!n"amentalismo "o li(re merca"o0 e "a orto"o1ia neoliberal+ Em . esta(am ansiosos o bastante para se en"i(i"ar+ Mas. . o S!Tait e Ab! 4'abi+ os sa!"itas concor"aram na poca.oi conseg!ir !m 'omem .

alem. "o o!tro+ Ca"a (e* mais liberta "as restrições e barreiras reg!latórias &!e at ent-o limita(am se! campo "e aç-o. . man!. como se po"e perceber. em <ltima an#lise. "e(i"o tanto .icos e n!trem aparatos "e Esta"o espec$.ato e1ercem 7 po"er "e classe em mais "e !m Esta"o ao mesmo tempo+ Cap+ EG .ica"os+ Fortes in. os pa$ses en"i(i"a"os ti(eram "e implementar re.oram "i(ersi. ain"a . como .inanciali*aç-o0 "e t!"o+ Isso apro.inanceiro se torno! a preoc!paç-o central "a coleti(i"a"e "e Esta"os neoliberais+ N!nca .o! coreana+ Mas isso n-o signi. .alar "e !ma classe capitalista "istintamente norte-americana (ers!s !ma brit)nica. nos meios "e com!nicaç-o e nas n!merosas instit!ições &!e constit!em a socie"a"e ci(il 7 !ni(ersi"a"es.oi permitir aos propriet#rios "e capital norte-americanos a e1traç-o "e altas ta1as "e retorno "o resto "o m!n"o ao longo "as " ca"as "e 5CBE e 5CCE+ A resta!raç-o "o po"er a !ma elite econ%mica o! classe alta nos Esta"os :ni"os e em o!tros pa$ses capitalistas a(ança"os apoio!-se pesa"amente em mais-(alia e1tra$"a "o resto "o m!n"o por meio "e .rancesa.orças internacionais a ass!mir o %n!s "o c!sto "o pagamento "a "$(i"a se/am &!ais . escolas. n-o compat$(el com a teoria neoliberal+ :m "os e. &!e assim se/a+ Isso. a ati(i"a"e .inanceiros para pro"!*ir n-o apenas interligações globais bem mais so. "is.s instit!ições .a* senti"o .troca "o reescalonamento "a "$(i"a. c'egan"o a oc!par to"os os espaços+ :ma on"a "e ino(ações ocorre! nos ser(iços . ao passo &!e sob esta <ltima os toma"ores s-o . e capital pro"!ti(o. por&!e os interesses corporati(os "e pessoas como M!r"oc'.eitos "isso .A Constr!ç-o "o consentimento A re(ol!ç-o neoliberal &!e se cost!ma atrib!ir a T'atc'er e Meagan a partir "e 5CDC tin'a "e ser insta!ra"a por meios "emocr#ticos+ A ocorr3ncia "e !ma m!"ança "e taman'a magnit!"e e1igia &!e se constr!$sse antes o consentimento pol$tico n!m espectro s!.inanceiras e .icos.t$t!los "e proprie"a"e=+ Ent-o. a cooptaç-o "e certos setores "os meios "e com!nicaç-o e a con(ers-o "e m!itos intelect!ais a maneiras neoliberais "e pensar 7 t!"o isso crio! !m clima "e opini-o .oi a "ram#tica re"!ç-o "a separaç-o entre capital monet#rio &!e recebe "i(i"en"os e /!ros.s proteções &!e isso l'es proporciona+ To"a(ia.icos+ Ior m ca"a !m "eles po"e e1ercer 7 e "e . Carlos @lim o! o @alim Aro!p se alimentam "e aparatos "e Esta"o espec$.a(or#(el ao neoliberalismo como o garante e1cl!si(o "a liber"a"e+ Esses mo(imentos mais tar"e se consoli"aram com o "om$nio "os parti"os pol$ticos e.s (antagens como .inanças sobre to"as as o!tras #reas "a economia.orma "e abre(iat!ra.apoia"os e . o po"er "o Esta"o+ Em t!"o isso.A seg!n"a ten"3ncia .!n"o! o "om$nio "as .ormas instit!cionais como cortes nos gastos sociais.orço program#tico "e "e.e* a (ira"a neoliberal. o! brit)nica.ica &!e as principais .esa "a ca!sa "as liber"a"es in"i(i"!ais po"eria constit!ir !m apelo a !ma base pop!lar.oi &!e os pri(il gios "a proprie"a"e e "a ger3ncia "e empresas capitalistas 7 tra"icionalmente separa"os 7 se .lorescer como n!nca antes.inanceiros basea"os na sec!riti*aç-o.oi !m "os primeiros+ :ma "i. !ma (e* &!e . Igre/as e associações pro.inanceira p%"e . assim como sobre o aparato "e Esta"o+ Ior isso.!n"iram &!an"o se começo! a pagar aos CEOs .e* m!ito senti"o .!t!ros+ Em s!ma. integri"a"e "o sistema .inancia"os por corporações=.l!3ncias i"eológicas circ!laram nas corporações. o (alor "as ações tomo! o l!gar "a pro"!ç-o como g!ia "a ati(i"a"e econ%mica+ G.orça"os pelo Esta"o e por .ig!ras "essa classe n-o este/am associa"as a aparatos "e Esta"o espec$. nos "eri(ati(os e em to"o tipo "e negociaç-o "e . "e !m la"o.alar "os interesses "a classe capitalista norte-americana. o apoio .e* isso .oi 'egem%nico o rec!rso a tra"ições e (alores c!lt!rais+ O pro/eto "eclara"o "e resta!raç-o "o po"er econ%mico a !ma pe&!ena elite pro(a(elmente n-o teria m!ito apoio pop!lar Mas !m es.arçan"o assim o trabal'o "e resta!raç-o "o po"er "e classe+ Al m "isso.istica"as como tamb m no(os tipos "e merca"os .icientemente amplo "a pop!laç-o para &!e se gan'assem eleições+ Como ent-o se gero! s!.le1$(eis e pri(ati*aç-o+ Foi in(enta"o assim o 0a/!ste estr!t!ral0+ O M 1ico . o aparato "o Esta"o . o! coreana.A primeira .ico! a 0. a neoliberali*aç-o signi.l!1os internacionais e pr#ticas "e a/!ste estr!t!ral+ 4!as ten"encias se "elineiam: 5.issionaisO a organi*aç-o "e bancos "e i" ias . os empresta"ores ass!mem as per"as "ecorrentes "e m#s "ecisões "e in(estimento. leis "o merca"o "e trabal'o mais .at!reiro o! mercantil em b!sca "e l!cros.orem as conse&23ncias para a (i"a e o bem-estar "a pop!laç-o local+ @e isso e1ige a entrega "e ati(os a empresas estrangeiras a preço "e banana.iciente consentimento pop!lar para legitimar a (ira"a neoliberalX Os canais por meio "os &!ais se .erença essencial entre a pr#tica liberal e a neoliberal: na&!ela.gerentes= em opções "e ações .

orma"o+ Y!anto a isso.eito "isso em m!itas partes "o m!n"o . a resposta resi"e amplamente no !so "a .acilmente+ Mas as corporações capitalistas. "a i" ia "e &!e n-o 'a(ia nem '#.$cil.icar as bases materiais "a constr!ç-o "o consentimento+ E nesse n$(el 7 a e1peri3ncia "a (i"a coti"iana sob o capitalismo na " ca"a "e 5CDE 7 &!e começamos a (er como o neoliberalismo penetro! nas compreensões "o 0senso com!m0+ O e. "a constr!ç-o "e !ma c!lt!ra pop!lista neoliberal .ati*asse a liber"a"e "e escol'a "o cons!mi"or. pol$tica e economicamente. c'antagem e ameaça para manter o clima "e consentimento necess#rio . escolas. por e1emplo. ri&!e*a e po"er0+ Foi 0!ma primeira.Citiban8 e o!tros comparsas se rec!so! a rolar a "i(i"a e le(o! a ci"a"e .ormaç-o re(ol!cion#ria.inanceira. 0alternati(a0+ A constr!ç-o ati(a "o consentimento tamb m (ario! "e l!gar para l!gar+ Cont!"o.&!er militar como no C'ile. as &!ali"a"es "a e1peri3ncia coti"iana a . .ica* &!anto o golpe militar &!e ocorrera antes no C'ile+ Em meio a !ma crise . na es&!er"a norte-americana. como "ominante tanto c!lt!ral &!anto intelect!al+ Foi esse o "esa.or/ar a "isciplina coleti(a necess#ria para a aç-o pol$tica alcançar a /!stiça social sem o. mas tamb m &!anto a estilos "e (i"a. empl!ma"o. cooptaç-o.ican"o o &!e restasse para ser emprega"o em ser(iços essenciais+ Isso . e mesmo ab/eta.inanceiras contra o go(erno "emocraticamente eleito "a ci"a"e "e No(a Uor8.atalista.oi (3-lo ca"a (e* mais como !ma maneira necess#ria e at completamente 0nat!ral0 "e reg!lar a or"em social+ To"o mo(imento pol$tico &!e consi"era sacrossantas as liber"a"es in"i(i"!ais corre o risco "e ser incorpora"o sob as asas neoliberais+ Mas os (alores 0liber"a"e in"i(i"!al0 e 0/!stiça social0 n-o s-o necessariamente compat$(eis+ A b!sca "a /!stiça social press!põe soli"arie"a"es sociais e a propens-o a s!bmeter (onta"es.ormas "e e1press-o e !ma ampla gama "e pr#ticas c!lt!rais+ A neoliberali*aç-o precisa(a.or/aria a &!a"ra neoliberal m!n"ial: Falencia "a ci"a"e "e No(a Ior&!e .laç-o alia"a a !ma re"istrib!iç-o regressi(a "e ren"a. bancarrota t cnica+ E resgate &!e se seg!i! en(ol(e! a constr!ç-o "e no(as instit!ições &!e ass!miram a a"ministraç-o "o orçamento "a ci"a"e+ Elas tin'am total liber"a"e "e gest-o "as receitas "e impostos a . o "ireito.e*-se !ma re"istrib!iç-o "a ri&!e*a .im "e pagar em primeiro l!gar os acionistas. e tal(e* "ecisi(a. se n-o "e !ma trans. ca!sa "e alg!ma l!ta mais geral em .iscal. a c!lt!ra e o in"i($"!o0+ :ma "as primeiras in(esti"as concretas "o no(o po"er "as .initamente (aria"os 7 por mais importantes &!e se/am . perpet!aç-o "e se! po"er+ Como (amos (er.im "e s!bstit!ir t-o abrangentemente o liberalismo emb!ti"oX Em alg!ns casos. meios "e com!nicaç-o. merca"o e"itorial e cortes "e /!stiça 7 a . n-o só &!anto a pro"!tos partic!lares. por e1emplo.p%"e !sar se!s po"eres "e pers!as-o. como nas operações "o FMI em Moçambi&!e o! nas Filipinas=+ A coerç-o po"e pro"!*ir !ma aceitaç-o .im "e m!"ar a maneira como as pessoas pensam 0sobre as corporações. ig!al"a"e social o! /!stiça ambiental+ H# m!ito tempo tem se mostra"o e1tremamente "i. para al m "esses mecanismos c!lt!rais e i"eológicos in.io &!e as corporações e as elites "e classe se p!seram a aprimorar nos anos 5CBE+ A C)mara "e Com rcio "os E:A "esen(ol(e! !ma o.erencia"o e o libertarianismo in"i(i"!al+ No tocante a isso.oi o ponto . &!er .im "e mel'or i"enti.!n"a"a no merca"o &!e promo(esse o cons!mismo "i.ensi(a i"eologica bastante agressi(a nas principais instit!ições 7 !ni(ersi"a"es. e t-o e. os negócios e o sistema "e merca"o tamb m eram consi"era"os inimigos (itais &!e precisa(am "e alterações. batal'a n!ma no(a g!erra0 c!/o propósito era 0mostrar aos o!tros &!e o ocorri"o em No(a Uor8 po"ia e em alg!ns casos iria acontecer com eles+ .inanças. mas agora po"ia s!rgir. os interesses "a classe capitalista po"iam alimentar a esperança "e proteger e mesmo resta!rar s!a posiç-o+ O neoliberalismo era bem a"e&!a"o a essa tare.a i"eológica. esse .a(or "e. o &!e representa(a !ma ameaça para o po"er "a classe capitalista+ Toman"o i"eais "e liber"a"e in"i(i"!al e (iran"o-os contra as pr#ticas inter(encionistas e reg!latórias "o Esta"o. os neoliberais concor"a(am . temos "e e1aminar. .oi e&!i(alente a !m golpe "as instit!ições .a(or#(el .en"er o "ese/o "e liber"a"e in"i(i"!al "os atores pol$ticos e para o recon'ecimento e a e1press-o plenos "e i"enti"a"es partic!lares+ Iara &!ase to"os os en(ol(i"os no mo(imento "e 5C?B. . necessi"a"es e "ese/os . precisan"o por m "a s!stentaç-o "e !ma estrat gia pr#tica &!e en. &!e 'a(ia m!ito espreita(a no nin'o. &!e . .orça .oi o sintoma "e 0!ma estrat gia emergente "e "esin.orte partic!lar "e T'atc'er e Meagan+ Como ent-o o neoliberalismo negocio! a (ira"a a . o Esta"o intr!si(o era o inimigo e tin'a "e ser re. ela se mostro! mais &!e compat$(el com o imp!lso c!lt!ral c'ama"o 0pós-mo"ernismo0.s classes altas+ Essa crise .

im "e obter.$cil integrar (alores neoliberais ao 0senso com!m0 "e boa parte "a .erta "e mora"ia a preços mó"icos ine1istente+ .icamente.icaç-o. a !m con/!nto "e processos "e trans.inanceiras e os ren"imentos "os "etentores "e t$t!los. cria"as em 5CD5. garantin"o-se assim .a(ores especiais para si. bem como a prom!lgaç-o "e me"i"as legais .ereci"as aos trabal'a"ores in"i(i"!almente a . "e !m la"o.gentri.rontiers: gentri. Healt' [Instit!tos Nacionais "e @a<"e\ em colaboraç-o com as in"<strias .oi !m importante passo nesse senti"o+ As leis "e . o tema "ominante "a estrat gia pol$tica "os negócios passo! a ser o interesse com!m na "errota "e me"i"as legislati(as como a proteç-o ao cons!mi"or e a re. a pala(ra tra"!*i"a mais apropria"amente por 0ab!rg!esamento0+ 4epen"en"o "a maneira como se/a reali*a"o. Espan'a e França. receberam rec!rsos "os National Instit!tes o.a(or#(el . e o bem-estar "os ci"a"-os.inanceira "a pol$tica+ A re"!ç-o "a ta1a mais alta "o imposto "as pessoas .armac3!tica. res!ltan"o na (alori*aç-o imobili#ria "esses espaços+ Esses processos s-o critica"os por est!"iosos "o !rbanismo e "e plane/amento !rbano "e(i"o ao se! car#ter e1cl!"ente e pri(ati*a"or+ ] no ensaio T'e neT !rban .$cios em termos "e "ireitos "e patente sem na"a "e(ol(er ao Esta"o.armac3!ticas+ Mas em 5CDB permiti!-se &!e elas se apropriassem "e to"os os bene. na pr#tica legali*aram a corr!pç-o . partic!larmente a&!eles &!e 'a(iam si"o e1cl!$"os "os bene.ication an" t'e re(anc'ist cit9.$cios monopolistas &!e a .le1ibili*aç-o "os contratos "e trabal'o p!"eram tornar-se partes "a retórica neoliberal capa*es "e ser pers!asi(as para trabal'a"ores in"i(i"!ais. na&!ela ci"a"e e "o @o'o.le1ibili"a"e era . em 6on"res=+ Em Iort!gal. por e1emplo. reprimin"o se!s instintos competiti(os em . em (e* "e social "emocr#tica o! mesmo a"ministrati(a+ A competiç-o entre centros !rbanos por capitais "e in(estimento trans.le1$(el nos processos "e trabal'o e "e . s!postarnente 0progressistas0. os interesses "os negócios aprimoraram s!a capaci"a"e "e agir como classe. b!rg!esia.A a"ministraç-o "a ci"a"e passo! a ser concebi"a ca"a (e* mais como enti"a"e empreen"e"ora.icaç-o= 5 e n-o c!i"ar "as necessi"a"es e "o bem-estar "a pop!laç-o em geral+ A pol$tica "o go(erno Meagan nos anos 5CBE .em &!e to"os os bene. e tamb m nesse caso n-o . "a reg!lamentaç-o e "as proteções antimonopólios+ Iara alcançar essa meta.ormaç-o "e po"erosos comit3s "e aç-o pol$tica a . no caso "e !m con.leti! a intenç-o "e resta!rar o po"er "e classe+ M!itos "os principais a(anços re(ol!cion#rios na pes&!isa .icaç-o ocorri"a nos bairros "e Harlem.a(or#(eis no campo "os impostos.icaç-o: "eri(a"o "o ingl3s 0gentr90. com o! sem inter(enç-o go(ernamental.oi "i.s (e*es tra*ia+ :ma maior liber"a"e em geral e a liber"a"e "e aç-o no merca"o "e trabal'o po"iam ser lo!(a"as como !ma (irt!"e tanto para o capital como para o trabal'o.o brit)nico Neil @mit'.im "e "estr!ir s!a aç-o coleti(a+ As regras r$gi"as e estr!t!ras b!rocr#ticas "os sin"icatos os torna(am (!lner#(eis a ata&!es+ A . 0o mel'or go(erno &!e o "in'eiro po"e comprar0 .ec'a"as e 'o!(e !ma re"!ç-o "o conte<"o "emocr#tico tico e representacional "a go(ernança local+ A a"ministraç-o "a crise .orça "e trabal'o+ A maneira como essa potenciali"a"e ati(a se torno! !m sistema altamente e1plora"or "e ac!m!laç-o .$sicas "e DB> para GB> ob(iamente re. &!e o processo analisa"o em pro. o processo tamb m c'ama"o.ormaç-o "o espaço !rbano &!e.le1ibili"a"e "as alocações "o trabal'o tanto no espaço corno no tempo (-o para o capital= a c'a(e "a e1plicaç-o "a estagnaç-o o! &!e"a "os sal#rios reais e "os bene.re&2entemente t-o "es(anta/osa para trabal'a"ores in"i(i"!ais &!anto o era para o capital+ As (irt!osas rei(in"icações "e especiali*aç-o . com a conse&!ente e1p!ls-o "essas pop!lações mais carentes. c'ama-se gentri.oi apenas o cen#rio "e No(a Uor8 "os anos 5CDE bastante amplia"o+ 4!rante a " ca"a "e 5CDE. &!e signi.icios+ 5 Aentri. "e(i"o aos ab!sos cometi"os contra as pop!lações tra"icionalmente resi"entes nessas #reas+ Esse ab!rg!esamento "e bairros pop!lares e^o! "egra"a"os po"e tornar-se !m problema social "e s rias proporções &!an"o as leis n-o protegem os mora"ores o! &!an"o a o. b!sca o ab!rg!esamento "e #reas "as gran"es metrópoles &!e s-o tra"icionalmente oc!pa"as pelos pobres. "e 'igieni*aç-o social o! "e limpe*a social.iscal "e No(a Uor8 abri! pioneiramente o camin'o para pr#ticas neoliberais.ico! os (#rios processos "e gentri.$cios a"(in"os "a crescente . tanto "omesticamente. as corporações "e negócios precisa(am "e !m instr!mento pol$tico "e classe e "e !ma base pop!lar+ Assim+ b!scaram ati(amente capt!rar o Iarti"o Mep!blicano como instr!mento partic!lar se!Z A . os primeiros "e(em pre(alecer+ Acent!o! &!e o papel "o go(erno criar !m clima "e negócios .en%meno social presente nas ci"a"es contempor)neas+ @mit' i"enti.inanciamento "e campan'as eleitorais.alta "e . especialmente os ocorri"os em No(a Ior&!e . "o geógra.ica pe&!ena aristocracia o!.!n"i"a"e e consoli"a"o como . por se!s cr$ticos. como "i* o (el'o "ita"o. como internacionalmente por meio "o FMI na " ca"a "e 5CBE+ Estabelece! o princ$pio "e &!e.le1$(el .com "esta&!e para a gentri.icaç-o em c!rso nas " ca"as "e 5CBE e 5CCE e tento! sistemati*#-los.orte sin"icali*aç-o .lito entre a integri"a"e "as instit!ições . "e o!tro. in"<stria a partir "e ent-o l!cros altos e altamente s!bsi"ia"os+ Ha(ia alg!mas ceno!ras &!e po"iam ser o.a(or "e !ma aç-o con/!nta e colaborati(a no campo "a legislaç-o+ Em l!gar "e empresas in"i(i"!ais (olta"as apenas para obter . especi.ormo! o go(erno em go(ernança !rbana me"iante parcerias p<blico-pri(a"as+ Os negócios "a ci"a"e passaram a ser crescentemente reali*a"os por tr#s "e portas . sob Meagan.orma "a lei trabal'ista. neste conte1to.

menos respeit#(eis. "o in"i(i"!alismo e "a liberaç-o "e oport!ni"a"es "e empreen"imento+ Com as soli"arie"a"es "a classe trabal'a"ora se re"!*in"o sob press-o e sob estr!t!ras "e emprego em m!"ança ra"ical graças .iniç-o ra*oa(elmente . entre empresas.ci"a"es.instit!ições "e merca"os O arcabo!ço legal "isso s-o obrigações contrat!ais li(remente negocia"as entre in"i($"!os /!ri"icamente con. mas nem por isso pri(a"as "e in. com generosos rec!rsos "e corporações e .Fer. escol'a p<blica . se aproprio! "essas i" ias e passo! a "e.inanceiras le(o! !m n<mero ca"a (e* maior "e (alores "e !ma c!lt!ra "a "$(i"a a oc!par o centro "a (i"a antes t-o est#(el "a Inglaterra+ O neoliberalismo en(ol(e! a trans. "e e1press-o e "e escol'a t3m "e ser protegi"os+ O Esta"o tem portanto "e !sar se! monopólio "os meios "e (iol3ncia para preser(ar a to"o o c!sto essas liber"a"es+ A competiç-o 7 entre in"i($"!os. e1pectati(as racionais .eraç-o "e instit!ições . proprie"a"e pri(a"a . pa$ses. 6on"res e o @!"este. . entre enti"a"es territoriais . (ira"a neoliberal se con.or/o! o consentimento me"iante o c!lti(o "e !ma classe m "ia &!e a"ora(a os pra*eres "a casa própria. como Clinton e Jlair.ig!raram como !rna comple1a . "e e1press-o e "e escol'a t3m "e ser protegi"os+ O Esta"o tem portanto "e !sar se! monopólio "os meios "e (iol3ncia para preser(ar a to"o o c!sto essas liber"a"es+ O arcabo!ço legal "isso s-o obrigações contrat!ais li(remente negocia"as entre in"i($"!os /!ri"icamente con. n!m centro "in)mico "e ri&!e*a e po"er em permanente crescimento+ Meagan e T'atc'er lançaram m-o "os in"$cios "e &!e "isp!n'am .!n"ações.ormaç-o "a antiga estr!t!ra "e classes brit)nica em ambos os la"os "o espectro+ Al m "isso.ig!ra"os no )mbito "o merca"o+ A santi"a"e "os contratos e o "ireito in"i(i"!al . com a gran"e li"erança "o Lall @treet No!rnal.inanças globais.or" e Har(ar".eitos "e incenti(o "o corte "e impostos iriam pro(ocar tal a!mento "a ati(i"a"e econ%mica &!e incrementariam a!tomaticamente as receitas "e impostos . tin'a alcança"o !m n$(el "e in. "esin"!striali*aç-o. o braço pol$tico "o setor corporati(o norte-americano promo(e! !ma "as mais bem elabora"as campan'as "e b!sca "e po"er na 'istória recente0+ No começo "a " ca"a "e 5CBE.ato !m papel importante+ As i" ias econ%micas mobili*a"as em apoio .asto! pon"era(elmente "o mo"elo &!e a teoria o. gr!pos regionais= 7 consi"era"a a (irt!"e primor"ial+ A."o C'ile e "e NeT Uor8 Cit9= e se colocaram .irme i"enti"a"e "e classe trabal'a"ora+ A abert!ra "o pais ao com rcio mais li(re permiti! o . po!co mais po"iam . liber"a"e "e aç-o."ireitos in"i(i"!ais .irma-se &!e a pri(ati*aç-o e a "esreg!laç-o combina"as com a . "a proprie"a"e pri(a"a em geral.Names J!c'anan e Aor"on T!lloc8= e "as i" ias .en"er abertamente a neoliberali*aç-o como a sol!ç-o necess#ria para to"os os males econ%micos+ Essas i" ias passaram a ser (o* corrente e as escolas "e negócios &!e ent-o se instalaram em !ni(ersi"a"es prestigiosas como @tan.ormo! crescentemente o coraç-o "a economia inglesa. se tornaram centros "a orto"o1ia neoliberal "es"e o primeiro instante "e s!a instalaç-o+ Concl!s-o: "!rante a " ca"a "e 5CDE.l!3ncia e "e ala(ancagem pró1ima "os anos "o!ra"os "a " ca"a "e 5CGE+ E por (olta "e GEEE os negócios tin'am !sa"o essa capaci"a"e "e ala(ancagem para resta!rar s!a parcela "a ri&!e*a e "a ren"a nacionais a n$(eis &!e tamb m n-o se (iam "es"e os anos 5CGE+ Na na Inglaterra T'atc'er .erta0 "e Art'!r 6a. e a proli. regiões. T'atc'er trans.a*er al m "e contin!ar a boa obra "a neoliberali*aç-o. &!e c'ego! ao ponto "e s!gerir &!e os e.regime "e "ireito . &!er isso os agra"asse o! n-o+ Capit!lo R _ O Esta"o Neoliberal O papel "o Esta"o na teoria neoliberal "e "e.!s-o "e monetarisrno . os (alores "e classe m "ia se ampliaram a ponto "e incorporar m!itos "a&!eles &!e !m "ia tin'am ti"o !ma .l!3ncia= sobre o 0la"o "a o.erece+ O Esta"o neoliberal na teoria .Meagan .ig!ra"os no )mbito "o merca"o+ A santi"a"e "os contratos e o "ireito in"i(i"!al . liber"a"e "e aç-o.#cil+ Mas a pr#tica "a neoliberali*aç-o e(ol!i! "e tal mo"o &!e se a.A g!erra "e i" ias te(e "e .Frie"man=.lorescimento "e !ma c!lt!ra "o cons!mo. ao manter a Cit9 "e 6on"res como participante central "as .rente "e !m mo(imento "e classe "etermina"o a resta!rar se! po"er+ @e!s s!cessores.Mobert 6!cas=.ico! apai1ona"o por essa i" ia=+ A imprensa especiali*a"a.

etc+=+ Os teóricos neoliberais t3m no entanto !ma pro.ici3ncia e a pro"!ti(i"a"e. por&!e a c!ra &!ase certamente (ai ser pior "o &!e a "oença+ Mesmo assim.s mesmas in. e alg!ns aceitem o arg!mento "a inter(enç-o estatal limita"a.astar as instit!ições-c'a(e.erro(i#rias concorrentes entre Las'ington e Joston+ A reg!laç-o pelo Esta"o "o . "as pressões "emocr#ticas+ Como a teoria neoliberal est# centra"a no regime "e "ireito e na interpretaç-o estrita "a or"em constit!cional. "e #g!a o! "e esgoto o! re"es . me"i"a &!e empresas mais .s liber"a"es constit!cionais+ A "emocracia /!lga"a !m l!1o &!e só poss$(el em con"ições "e relati(a a.orte presença "a classe m "ia para garantir a estabili"a"e pol$tica+ Em conse&23ncia."i*em &!e "e(eria ma1imi*ar a e.a* senti"o ter (#rias re"es "e . o estabelecimento "e "ireitos "e proprie"a"e .a(orecer a go(ernança por especialistas e elites+ 4-o .erem a. in"iretamente.ormações.orte pre.AD. os passi(os s-o 0e1ternali*a"os0=+ O caso cl#ssico o "a pol!iç-o. como o Janco Central. "a e"!caç-o. "a .ornecimento "e energia el trica.racasso "e merca"o+ Isso acontece &!an"o os in"i($"!os e empresas e(itam pagar to"os os c!stos &!e l'es cabem tiran"o "o merca"o se!s passi(os . assim como pontos "e con.irma-se &!e a pri(ati*aç-o e a "esreg!laç-o combina"as com a competiç-o eliminam os entra(es b!rocr#ticos.ormações &!e inter. se "e . regiões e pa$ses /!lga"a cr!cial+ A soberania "o Esta"o com relaç-o aos mo(imentos "e merca"orias e "e capital entreg!e "e bom gra"o ao merca"o global+ A competiç-o internacional ti"a como algo sa!"#(el. mel'oram a &!ali"a"e e re"!*em os c!stos 7 tanto os c!stos "iretos ao cons!mi"or .ici3ncia e a pro"!ti(i"a"e.al'as pessoais . sa<"e e at aos regimes pre(i"enci#rios . "a assist3ncia . no &!al in"i($"!os e empresas e(itam c!stos ao lançar res$"!os tó1icos.a seg!ri"a"e social .icio+ Al m "isso. mel'oram a &!ali"a"e e re"!*em os c!stos 7 tanto os c!stos "iretos ao cons!mi"or .racasso in"i(i"!ais s-o interpreta"os em termos "e (irt!"es empreen"e"oras o! "e . "o acesso.lito e a oposiç-o "e(em ser me"ia"os pelos trib!nais+ @ol!ções e rem "ios para to"o e &!al&!er problema "e(em ser b!sca"os por meio "o sistema legal+ Tensões e contra"ições H# alg!mas #reas "e sombra.ici3ncia e a pro"!ti(i"a"e. /# &!e mel'ora e e.l!3ncia.imposiç-o "e ta1as e o.ici3ncia=.lito no )mbito "a teoria geral "o Esta"o neoliberal+ Em primeiro l!gar. "o mesmo mo"o como "e(e respon"er por eles+ Esse princ$pio aplica"o aos "om$nios "o bem-estar social.con"iç-o "e mo"o geral "e "i. e '# propostas nesse senti"o nos Esta"os :ni"os=+ O s!cesso e o . (en"a "e "ireitos "e pol!ir e assim por "iante=+ Ires!me-se &!e to"os os agentes &!e operam no merca"o ten'am acesso . OMC.racas+ A maioria "os teóricos neoliberais consi"era &!e n-o '# nisso nen'!m problema . assim como se pres!me &!e n-o 'a/a assimetrias "e po"er o! "e in.!n"a suspeita com relação à democracia+ A go(ernança pelo regime "a maioria consi"era"a !ma ameaça potencial aos "ireitos in"i(i"!ais e . "e g#s.ato necess#rias.graças a merca"orias e ser(iços mais baratos= como. a!mentam a e. os neoliberais ten"em a .$cil reali*aç-o e &!e o Esta"o tem por conseg!inte "e alimentar=+ O caso "os c'ama"os 0monopólios nat!rais0 apresenta mais problemas+ N-o . a!mentam a e. '# o problema "a interpretaç-o "o po"er "e monopólio+ A competiç-o cost!ma res!ltar no monopólio o! no oligopólio . controla as ten"3ncias in.no /arg-o t cnico.ormaç-o "e preços parece ine(it#(el nesses "om$nios+ A seg!n"a gran"e #rea "e contro( rsia tem a (er com o .ortes (-o e1p!lsan"o "o merca"o empresas mais .iciente em se! próprio capital '!mano por meio "a e"!caç-o=. sem pagar por isso.erecimento "e incenti(os. AB.competiç-o eliminam os entra(es b!rocr#ticos. re"!* os preços e. "e(em ser implanta"as estr!t!ras "e coor"enaç-o .lacion#rias+ Na me"i"a em &!e to"os os Esta"os "e(em colaborar para re"!*ir as barreiras comerciais. "es"e &!e n-o 'a/a barreiras &!e impeçam o ingresso "e competi"ores .oi pri(ati*a"a no C'ile e na Eslo(a&!ia.como n-o in(estir o s!. in"iretamente.en"em a inaç-o. em (e* "e atrib!$"os a alg!ma proprie"a"e sist3mica+ A li(re mobili"a"e "o capital entre setores.ornecimento. me"iante a re"!ç-o "a carga "e impostos+ O Esta"o neoliberal "e(e b!scar persistentemente reorgani*ações internas e no(os arran/os instit!cionais &!e mel'orem s!a posiç-o competiti(a como enti"a"e "iante "e o!tros Esta"os no merca"o global+ Embora a liber"a"e pessoal e in"i(i"!al no merca"o se/a garanti"a. a maioria concor"a &!e. seg!e-se &!e o con. ca"a in"i($"!o /!lga"o respons#(el por s!as próprias ações e por se! próprio bem-estar. as inter(enções "e(em operar por meio "e mecanismos "e merca"o . "essa maneira. me"iante a re"!ç-o "a carga "e impostos+ A.graças a merca"orias e ser(iços mais baratos= como.iram na capaci"a"e "os in"i($"!os "e tomar "ecisões econ%micas racionais em se! próprio bene.er3ncia ao go(erno por or"em e1ec!ti(a e "ecis-o /!"icial em l!gar "a toma"a "e "ecisões "emocr#tica e parlamentar Os neoliberais pre. o!tros "e. no meio ambiente+ Embora os neoliberais recon'eçam o problema. associa"o a !ma .

icientes para cobrir esses empr stimos se tra"!* na obrigaç-o "e esse Esta"o in(estir em. portanto.orça"o.patentes= estim!la a 0b!sca "e ren"a0+ Y!em "et m os "ireitos "e patente !sa se! po"er "e monopólio para estabelecer preços "e monopólio e e(itar trans. o Esta"o neoliberal t$pico ten"e a . negan"o assim as próprias liber"a"es "e &!e se s!põe ser o garante+ Nessa sit!aç-o. ele po"e recorrer a !ma arma secreta: a competiç-o internacional e a globali*aç-o po"em ser !sa"as para "isciplinar mo(imentos opostos ao programa neoliberal em Esta"os in"i(i"!ais+ @e n-o "er certo.inanceiros internacionais.!n"amentalista Esta"o neoliberal seg!in"o a orto"o1ia neoliberal o tempo inteiro+ A e1traç-o "e trib!tos (ia mecanismos . "igamos. por (e*es repressi(amente.a(orecem a integri"a"e "o sistema .en"e os li(res merca"os e o li(re com rcio. o socialismo.como o Janco Central norte-americano e o FMI= para tomar as "ecisões essenciais+ Isso cria o para"o1o "as intensas inter(enções estatais e "o go(erno em m-os "as elites e "e 0especialistas0 n!m m!n"o em &!e se s!põe &!e o Esta"o n-o inter(encionista+ 4iante "e mo(imentos sociais &!e b!scam inter(enções coleti(as. n-o se s!põe &!e eles escol'am constr!ir instit!ições coleti(as .pelo &!e se (i! com s!cesso= em O'io+ Impõem-se arbitrariamente cotas a importações para acalmar "escontentes "om sticos+ Ior to"os esses tipos "e ra*ões seria "e .como sin"icatos= em (e* "e associações (ol!nt#rias . propagan"a o!. . e nem sempre precisa "e !ma crise "e a/!ste estr!t!ral para .ortes limites .icar "o la"o "o clima "e negócios .a(or#(el0 para empreen"imentos capitalistas+ Embora 'a/a alg!mas con"ições 7 como a estabili"a"e pol$tica o! o pleno respeito . .er3ncias "e tecnologia e1ceto se se pagarem altos preços+ Ior conseg!inte. o Esta"o em &!est-o ter# "e recorrer .ortes .pelo &!e se (i! com s!cesso= em O'io+ Impõem-se arbitrariamente cotas a importações para acalmar "escontentes "om sticos+ Os e!rope!s protegem a agric!lt!ra sem "ei1ar "e insistir no li(re com rcio em t!"o o mais. a n-o ser &!e o o Esta"o a/a para se contrapor a elas+ O pressuposto neoliberal de perfeito acesso a informações e de igualdade de condições na competição parece ser ou inocentemente utópico ou um escamoteamento deliberado de processos que vão levar à concentração de riqueza e.erença entre a ta1a "e /!ro cobra"a pelo empr stimo .e "a &!ali"a"e "e (i"a= coleti(os "o trabal'o. os Esta"os neoliberais tipicamente .ato "e &!e.por e1emplo. mas imp%s tari.e por e1tens-o neoliberal= só p!"esse em <ltima an#lise se s!stentar pelo rec!rso ao a!toritarismo+ A liber"a"e "as massas teria "e ser restringi"a em bene.as ao aço a .im "e a!mentar s!as c'ances eleitorais . o Esta"o neoliberal .!ncionar+ Y!an"o empreen"e"ores "e pa$ses em "esen(ol(imento tomam empr stimos e1ternos. resta!raç-o "o po"er "e classe+ @!rge !ma contra"iç-o entre !m in"i(i"!alismo possessi(o se"!tor mas alienante e o "ese/o "e !ma (i"a coleti(a "ota"a "e senti"o+ Embora se s!pon'a &!e os in"i($"!os se/am li(res para escol'er.ato s!rpreen"ente (er mesmo o mais . se/a "a capaci"a"e "e a!to-regeneraç-o "o ambiente+ O seg!n"o campo "e ($cios (em "o .l!1o .racas .a(or#(el em "etrimento se/a "os "ireitos .ascismo. mas imp%s tari. .intelect!al .inanceiros !ma (el'a pr#tica imperial+ Ela tem se mostra"o m!ito <til para resta!rar o po"er "e classe. apoian"o-se em (e* "isso em instit!ições n-o-"emocr#ticas e &!e n-o prestam contas a ning! m .orça br!ta e ao po"er "e pol$cia para s!primir a oposiç-o ao neoliberalismo+ Foi esse precisamente o me"o "e Iolan9i: &!e o pro/eto !tópico liberal . t$t!los "o Teso!ro norteamericano+ A "i. . especialmente nos principais centros .en"e os li(res merca"os e o li(re com rcio. a con"iç-o "e &!e o Esta"o on"e est-o "ispon'a "e reser(as s!. as relações assim tricas "e po"er ten"em antes a a!mentar "o &!e "imin!ir com o passar "o tempo. por conseg!inte. go(ernança "emocr#tica. pers!as-o.orte in. por ra*ões sociais.orçar o Esta"o a inter(ir no merca"o o! elimin#-lo+ Iara "e.inanceiro e a sol(3ncia "as instit!ições . K>= pro"!* !m .estamente (icia"as+ Os ($cios s!rgem em partic!lar "o tratamento "o trabal'o e "o ambiente como meras merca"orias+ Em caso "e con. pol$ticas e at est ticas+ O presi"ente J!s' "e.en"er-se "e se!s maiores temores 7 o . em caso "e con. a inter(ir. o!tras s-o mani. to"a(ia. lei e mesmo . se necess#rio. os neoliberais t3m "e impor .im "e a!mentar s!as c'ances eleitorais .icio "as liber"a"es "os po!cos+ O Esta"o neoliberal na pr#tica H# "ois campos em partic!lar em &!e a pr#tica neoliberal contra"i* a s!a teoria: O primeiro (em "a necessi"a"e "e criar !m 0clima "e negócios o! "e in(estimentos . /!stiça em s!a aplicaç-o 7 &!e po"em pla!si(elmente ser consi"era"as 0ne!tras &!anto a classe social0.lito.por e1emplo.como instit!ições "e cari"a"e=+ Os in"i($"!os com to"a certe*a n-o "e(eriam escol'er associar-se para criar parti"os pol$ticos (olta"os para .as ao aço a .inanceiro l$&!i"o para o centro imperial em "etrimento "o pa$s em "esen(ol(imento+ . por e1emplo. o com!nismo. 5G>= e a paga pelo "in'eiro "eposita"o corno contraparti"a no Teso!ro em Las'ington .lito.inanceiras e n-o o bemestar "a pop!laç-o o! a &!ali"a"e ambiental+ O presi"ente J!s' "e. o pop!lismo a!torit#rio e mesmo o regime "a maioria7.

por e1emplo. na "eterminaç-o "as pol$ticas p<blicas e na implantaç-o "e estr!t!ras reg!latórias . agronegócios etc+ Em m!itos casos "as parcerias p<blico-pri(a"as.!ma con. &!an"o essas empresas c'egam a ter o po"er "e "e. o go(erno ass!me boa parte "o risco en&!anto o setor pri(a"o . go(ernança . espera-se &!e o Esta"o neoliberal ass!ma !m po"er sec!n"#rio e simplesmente monte o cen#rio para as . alg!ma coisa est# claramente erra"a+ R .armac3!ticos. se necess#rio. ain"a &!e legalmente.icos.Embora possa ser essencial preser(ar a integri"a"e "o sistema .!ncionar como corporaç-o coleti(a.acilmente "o controle e pro"!*ir incoer3ncia social+ A "estr!iç-o "e .!nções "o merca"o+ Ior m.inanceiro.por e1emplo.inir no(as categorias "e "oenças a ser trata"as por no(as "rogas &!e c'egam ao merca"o.ortaleci"o para proteger interesses corporati(os e. como s!geri! . o &!e e(oca o problema "e como garantir a leal"a"e "os ci"a"-os+ O nacionalismo !ma resposta ób(ia. pro"!tos .s min'as necessi"a"es no merca"o pagar pr3mios "e seg!ro e1orbitantes a empresas "e seg!ro-sa<"e gargant!escas. esta con"iç-o tem esta"o em to"a parte ameaça"a no c!rso "a neoliberali*aç-o+ A .erente a sit!aç-o em &!e a <nica maneira "e e! po"er aten"er .inanceiros e instabili"a"e cr%nica+ K . tanto mais "i. esc)n"alos . reprimir a "issens-o+ Na"a "isso parece compat$(el com a teoria neoliberal+ E1iste o temor neoliberal "e &!e gr!pos "e interesses per(ertam e s!b(ertam o Esta"o+ Embora alg!ns Esta"os contin!em a respeitar a tra"icional in"epen"3ncia "o ser(iço p<blico. espera-se &!e ele se/a ati(o na criaç-o "e !m clima "e negócios .oi a persistente rec!sa "o (ice-presi"ente C'ene9 em re(elar os nomes "os membros "o gr!po cons!lti(o &!e .ica com a maior parte "os l!cros+ @e necess#rio. ele tem "e . totalmente.Os negócios e corporações n-o só colaboram intimamente com atores "o go(erno como c'egam mesmo a ass!mir !m . o Esta"o neoliberal al m "isso recorre a legislações coerci(as e t#ticas "e policiamento .!n"amente antag%nico ao programa neoliberal+ G+ O a!toritarismo na colocaç-o em pr#tica "o merca"o n-o combina m!ito com i"eais "e liber"a"es in"i(i"!ais+ Y!anto mais o neoliberalismo se inclina para a&!ele. mas o!tra bem "i.alta "e simetria nas relações "e po"er entre corporações e pessoas como (oc3 e e!+ @e o po"er corporati(o ro!ba s!a liber"a"e pessoal0.orte papel na re"aç-o "e leis. portanto.ronteira entre o Esta"o e o po"er corporati(o torno!-se ca"a (e* mais porosa+ O &!e resta "a "emocracia representati(a s!.&!e s-o (anta/osas principalmente para eles mesmos=+ @!rgem pa"rões "e negociaç-o &!e incorporam os negócios e por (e*es interesses pro. monopolista e transnacional nas m-os "e !mas po!cas corporações m!ltinacionais centrali*a"as+ H . &!an"o n-o.icas &!e merecem "esta&!e: 5+ 4e !m la"o. mas pro. e tanto mais ele tem "e re(elar s!as n!anças anti"emocr#ticas+ Essa contra"iç-o tem como paralelo !ma crescente .órnia e &!e mais tar"e entro! em colapso em meio a !m imenso esc)n"alo relati(o a s!as pr#ticas cont#beis+ A passagem "o go(erno .orte "a Enron 7 empresa ac!sa"a "e gerar para si mesma l!cros esc!sos ao promo(er !rna crise energ tica na Cali. a pris-o se torno! !ma estrat gia-c'a(e "o Esta"o para resol(er problemas &!e s!rgem entre trabal'a"ores "escarta"os e pop!lações marginali*a"as+ O braço coerci(o "o Esta"o .issionais na go(ernança me"iante contatos pró1imos e por (e*es secretos+ O e1emplo mais . a reali"a"e mostra !ma crescente consoli"aç-o "e po"er oligopolista. em especial no n$(el "os m!nic$pios.ig!raç-o mais ampla &!e cont m os Esta"os e elementos-c'a(e "a socie"a"e ci(il= tem si"o. o neoliberalismo se re"!* a na"a+ Isso se aplica aos in"i($"!os tanto no local "e trabal'o como no espaço (ital+ :ma coisa . como no caso "os Esta"os :ni"os. altamente b!rocrati*a"as e altamente l!crati(as+ E. o in"i(i"!alismo irrespons#(el e a!toengran"ece"or "e opera"ores no se! )mbito pro"!* (olatili"a"e espec!lati(a. regras antipi&!ete= para "ispersar o! reprimir .icaç-o "e t!"o po"e sair bem .ormas "e soli"arie"a"e social e mesmo. corrompi"o pelo po"er "o "in'eiro+ 4ispari"a"e entre as metas p<blicas "eclara"as "o neoliberalismo 7 o bem-estar "e to"os 7 e s!as conse&23ncias concretas _ a resta!raç-o "o po"er "e classe: contra"ições mais espec$.orm!lo! o "oc!mento "a pol$tica "e energia "o go(erno J!s' em GEEGO esse gr!po &!ase certamente conta(a com a presença "e Sennet' 6a9. interesses espec$. como energia.po"er "o Esta"o por si mesmo= .a(or#(el e se comporte como enti"a"e competiti(a na pol$tica global+ Neste <ltimo papel.oca"o.No n$(el pop!lar.icil se torna manter s!a legitimi"a"e com relaç-o a estes <ltimos. pron!ncia"a sob o neoliberalismo+ O Esta"o pro"!* tipicamente legislaç-o e estr!t!ras reg!latónas &!e pri(ilegiam as corporações e. s!stentar &!e me! stat!s em termos "e assist3ncia . "e o!tro.ormas coleti(as "e oposiç-o ao po"er corporati(o+ As maneiras "e (igiar e policiar se m!ltiplicam: nos Esta"os :ni"os. sa<"e "epen"e "e min'a escol'a e "e min'a responsabili"a"e pessoais. o $mpeto para as liber"a"es "e merca"o e a merca"i. em alg!ns casos. o 'omem .lagrante "isso .Embora as (irt!"es "a competiç-o recebam priori"a"e m#1ima.

como a criminali"a"e. reais o! imagina"as. ameaça ca!sar !m impacto "isr!pti(o na ati(i"a"e econ%mica e na estabili"a"e social em m!itos pa$ses+ O clima nessas "emocracias marca"o pela impot3ncia e pela ansie"a"e. no cristianismo . a pornogra. o &!e a/!"a a e1plicar a ascens-o "e !ma no(a esp cie "e pol$tico pop!lista+ Essa sit!aç-o po"e . esses (alores morais &!e agora oc!pam o . os neoconser(a"ores. na reti"-o moral.amiliares e em &!estões "e "ireito . religi-o. isso implica "esenca"ear a&!ilo &!e Ho. estabili"a"e "o pa$s+ Nos Esta"os :ni"os. a teoria neoliberal n-o (3 . nos planos "om stico e e1terno.a(or#(eis ao po"er corporati(o. "a própria i" ia "e socie"a"e "ei1a na or"em social !m imenso 'iato+ Torna-se ent-o pec!liarmente "i. especialmente nas "emocracias in"!striais. portanto.ati*am assim a militari*aç-o como rem "io para o caos "os interesses in"i(i"!ais+ Ior esse moti(o. resta!raç-o "a or"em+ Os neoconser(a"ores en.asta "os princ$pios "o p!ro neoliberalismo.eitos. nos (alores . essa a."e !ma certa mo"ali"a"e e(ang lica=.acilmente (ir a se sobrepor . e "es"e a @eg!n"a A!erra M!n"ial tem s!a resi"3ncia partic!lar n!m po"eroso comple1o in"!strial-militar &!e tem se!s interesses esc!sos na permanente militari*aç-o+ Cont!"o.eitamente compat$(el com o programa neoliberal "e go(ernança pela elite.T'atc'er. a aç-o a. "a competiç-o e "o in"i(i"!alismo sem peias .oco "os neoconser(a"ores po"em ser mel'or enten"i"os como pro"!tos "a coali*-o espec$. ele mobili*a . "e o!tro+ Os (alores morais centra"os no nacionalismo c!lt!ral. mostram-se mais propensos a acent!ar ameaças. os "ireitos 'omosse1!ais.irmaç-o "e (alores morais se apóia . no &!al a naç-o "escrita como sitia"a e ameaça"a por inimigos internos e e1ternos+ Esse estilo pol$tico tem ti"o !ma longa 'istória nos Esta"os :ni"os: o neoconser(a"orismo n-o no(o. or"em+ A anar&!ia "o merca"o. por meio "a constr!ç-o "e !m clima "e consentimento &!e gira em torno "e !m con/!nto coerente "e (alores morais+ N-o obstante. os neoconser(a"ores b!scam legitimar esse po"er.ia o! a (irt!al escra(i*aç-o "e o!tras pessoas+ A globali*aç-o econ%mica entro! n!ma no(a .a(or#(el aos negócios poss$(el. ansie"a"es e temores in"i(i"!aisO escol'as "e estilo "e (i"a e "e '#b/tos e orientações se1!aisO .acilmente "egenerar em re(olta+ A resposta neoconser(a"ora: @e o Esta"o neoliberal inerentemente inst#(el.ormas "e a!to-e1press-o e comportamentos com relaç-o aos o!tros= gera !ma sit!aç-o ca"a (e* mais ingo(ern#(el+ Ela po"e at le(ar a !ma r!pt!ra "e to"os os ($nc!los "e soli"arie"a"e e a !ma con"iç-o &!e beira a anar&!ia social e o niilismo+ 4iante "isso. i"eais &!e "e mo"o com!m se restringem aos Esta"os :ni"os+ Isso tra* "e (olta . tra"iç-o c!lt!ral e coisas "o tipo.ase+ :ma crescente reaç-o contra se!s e. "e maneira mais ag!"a.!n"amentais: em primeiro l!gar. "escon.retira"a "o ( ! "e a!toritarismo com &!e o neoliberalismo se cobre= como o cimento social necess#rio . integri"a"e e . resta!raç-o "o po"er "e classe+ O neoconser(a"orismo . na preoc!paç-o com a or"em como resposta aos caos "e interesses in"i(i"!ais e.-(is "e perigos e1ternos e internos+ :ma "as contra"ições "o neoliberalismo: o caos "os interesses in"i(i"!ais po"e .$cil combater a anomia e o controle "os comportamentos anti-sociais res!ltantes. atenç-o.ortemente em apelos a i"eais "e naç-o. ten"o remol"a"o pr#ticas neoliberais em "ois aspectos . assim como no antagonismo a no(os mo(imentos sociais como o . "ese/os.ica constr!$"a nos anos 5CDE entre a classe "e elite e os interesses "e negócios "ese/osos "e resta!rar se! po"er "e classe.eminismo. na preoc!paç-o com !ma morali"a"e in. e !ma base eleitoral entre a 0maioria moral0 "a classe trabal'a"ora branca ressenti"a.sta"ter "enomino! 0o estilo paranóico "a pol$tica americana0. em seg!n"o. embora e1istam elementos especiais agin"o a&!i &!e tal(e* n-o este/am presentes al'!res+ Nos Esta"os :ni"os.irmati(a e o ambientalismo+ Mas seria err%neo (er essa (ira"a neoconser(a"ora como e1cepcional o! pec!liar aos Esta"os :ni"os.a(ora(elmente a naç-o. !m "os mais pert!rba"ores aspectos "a neoliberali*aç-o: a c!riosa relaç-o entre Esta"o e naç-o+ Em princ$pio.iança "a "emocracia e man!tenç-o "as liber"a"es "e merca"o+ Mas ele se a. os &!ais mostram-se niti"amente .orte+ o Esta"o neoliberal precisa "e alg!ma esp cie "e nacionalismo para sobre(i(er+ Obriga"o a operar como agente competiti(o no merca"o m!n"ial e b!scan"o estabelecer o clima mais . (i"a. man!tenç-o "a seg!rança "o corpo pol$tico (is-. "e !m la"o.esperanças. alg!m gra! "e coerç-o parece necess#rio . 'istória. . assim como b!scam o controle social.le1$(el . per. . embora apóie a i" ia "e !m Esta"o . o &!e po"eria s!bstit!$-loX Nos Esta"os :ni"os '# in"$cios "e !ma resposta ine&!i(ocamente neoconser(a"ora a essa &!est-o+ Interessante obser(ar &!e a neoliberali*aç-o em Esta"os a!torit#rios como C'ina e Cingap!ra parece con(ergir com o crescente a!toritarismo e(i"ente em Esta"os neoliberais como Esta"os :ni"os e Inglaterra+ Consi"eran"o ent-o "e &!e maneira a reaç-o neoconser(a"ora . instabili"a"e inerente ao Esta"o neoliberal se "esen(ol(e! nos Esta"os :ni"os. iniciati(a pri(a"a e . Har(e9 relaciona-a . emergencia "e !m no(o bloco "e po"er.

bem como e!rope! e /apon3s.oram ali "e.orço "e sobre(i(3ncia+ A competiç-o pro"!* (ence"ores e per"e"ores e. por e1emplo=.c!/a aboliç-o na E!ropa te(e e.mais "e cem pa$ses tin'am assina"o esses acor"os no c!rso "e !m ano=+ Essa maior abert!ra ao .o "raconiano corte "o 0sistema "e bem-estar social &!e con'ecemos0 reali*a"o por Clinton= começaram a compensar para os Esta"os :ni"os e imp!seram pressões competiti(as sobre os merca"os "e trabal'o mais r$gi"os pre(alecentes em boa parte "a E!ropa . conseg!i! pers!a"ir.iciais ao mo(imento "o capital e "as merca"orias.ortes pressões incl!si(e sobre o Nap-o e a E!ropa . como tari.ora e1p!rga"a "os corre"ores "o FMI e "o Janco M!n"ial+ No .3meros na l!ta global por !ma posiç-o. cont!"o.l!1o "e capital . il!"ir e .ormas neoliberais+ O comple1o Lall @treet_FMI_Teso!ro "os Esta"os :ni"os. pois esse era o .o n<mero "e pessoas sem seg!ro social a!mento!=+ A .l!1o "e capital .o nacionalismo em se! es.ormar s!a economia seg!n"o par)metros neoliberais .ato corri&!eiro mas essencial "a r#pi"a re"!ç-o "os c!stos "e transporte e "e com!nicações+ A gra"!al re"!ç-o "e barreiras arti. a maioria "os "epartamentos "e economia "as !ni(ersi"a"es aca"3micas "os Esta"os :ni"os 7 &!e tin'am a/!"a"o a treinar a maioria "os economistas 7 tin'a se en&!a"ra"o me"iante a ampla aceitaç-o "o programa neoliberal.OMC= .acilita"a em parte pelo . parecia ter a resposta e "a(a a impress-o "e &!e s!as pol$ticas mereciam em!laç-o.inanceiro norte-americano. era abrir ao m#1imo o m!n"o ao li(re .em (e* "o pleno emprego e "as proteções sociais= como ob/eti(os primor"iais "a pol$tica econ%mica+ To"os esses .le1ibili"a"e nos merca"os "e trabal'o e a re"!ç-o "os gastos com o bem-estar social .ain"a &!e sempre com a cl#!s!la "e proteç-o "e 0interesses nacionais0 essenciais=. ca(algan"o !ma on"a "e ino(aç-o tecnológica &!e s!stento! a ascens-o "a c'ama"a 0no(a economia0. a economia 8e9nesiana . &!e passaram a (igorar em 5CCH . &!e (eio a "ominar a politica econ%mica nos anos Clinton.principalmente norte-americano.irma"os na Organi*aç-o M!n"ial "o Com rcio.oi o ponto alto "esse $mpeto instit!cional Em termos program#ticos.4esen(ol(imentos geogra.!n"amento "a capaci"a"e "o po"er .ato "e o pa$s po"er ent-o e1trair altas ta1as "e retorno "e s!as operações .eitos "ram#ticos=.icos "esig!ais A crescente mobili"a"e geogr#.l!1o "e trib!tos e1tra$"o "o resto "o m!n"o &!e s!stento! boa parte "a a. embora o emprego relati(amente pleno alcança"o o ti(esse si"o a bai1as ta1as "e rem!neraç-o em con"ições "e re"!ç-o "as proteções sociais .orçar m!itos pa$ses em "esen(ol(imento a seg!ir o camin'o neolibera5 Os Esta"os :ni"os tamb m !saram a ceno!ra "o acesso pre. "e e1trair trib!tos "o resto "o m!n"o+ Na"a "isso era partic!larmente compat$(el com a teoria neoliberal. controles "e c)mbio o! mesmo.onte "e org!l'o nacional o! "e b!sca "a ess3ncia nacional+ :m in"$cio "isso o nacionalismo &!e gira em torno "e competições esporti(as entre pa$ses+ Esse sentimento nacionalista po"e ser (isto como !m ant$"oto "a "issol!ç-o "e antigos ($nc!los "e soli"arie"a"e social sob o impacto "o neoliberalismo+ Cap EK .!s-o global "a no(a orto"o1ia econ%mica neoliberal e monetarista passo! a e1ercer !ma in. a "i.in(estimentos "iretos e in"iretos= no resto "o m!n"o+ Foi esse . e!rope! e /apon3s= pressiono! to"os os pa$ses a e1aminar a &!ali"a"e "e se! clima "e negócios como con"iç-o cr!cial para o s!cesso competiti(o+ Como o gra! "e neoliberali*aç-o esta(a sen"o ca"a (e* mais consi"era"o pelo FMI e pelo Janco M!n"ial !ma me"i"a "e bom clima "e negócios.os merca"os /aponeses permaneceram altamente protegi"os.oi o .para n-o . a OMC estabelece! pa"rões e normas neoliberais "e interaç-o na economia global+ @!a meta primor"ial.l!3ncia alcança"a nos Esta"os :ni"os "!rante a " ca"a "e 5CCE+ Ior . 'o!(e !m incr$(el a!mento "a press-o sobre to"os os Esta"os para &!e a"otassem re.inal "a " ca"a.ronteiras . e1ceto a 3n. &!e en.orte+ N# em 5CBG.l!3ncia i"eológica ca"a (e* mais .inanças p<blicas .ati*a(a o controle "a in. . e isso po"e ser em si !ma .graças aos programas "e a/!ste estr!t!ral a"ministra"os pelo FMI= .laç-o &!e por (olta "os anos 5CCE era &!ase ine1istente+ Mesmo no interior "a estr!t!ra . simplesmente. tempo "e espera nas .ica "o capital. "a meta"e "os anos 5CCEQ+ Os mo"elos norte-americano e ingl3s "e neoliberalismo .e1ceto na Inglaterra= e no Nap-o+ Mas o real segre"o "o s!cesso americano .ios con(ergiram para a .ase nas restrições orçament#rias e o contin!o combate a !ma in.laç-o e a soli"e* "as .inanceiras e corporati(as .as. tamb m "esempen'o! !m importante papel+ Embora 'o!(esse consi"er#(el "esig!al"a"e .ormaç-o "o c'ama"o 0Consenso "e Las'ington0.erencial a se! imenso merca"o "e cons!mo para pers!a"ir m!itos pa$ses a re.ormaç-o "a Organi*aç-o M!n"ial "o Com rcio .em alg!ns casos por meio "e acor"os bilaterais "e com rcio=+ Essas pol$ticas a/!"aram a pro"!*ir o boom nos Esta"os :ni"os na " ca"a "e 5CCE+ O pa$s. o imp!lso geral era na "ireç-o "a pa"roni*aç-o "e arran/os comerciais me"iante acor"os internacionais &!e c!lminaram nos .ini"os como a sol!ç-o para os problemas globais+ Fi*eram-se .alar "o resto "o m!n"o= a seg!ir a rota neoliberal+ A .im.

&!e bai1ara arti.re! por isso !ma re"!ç-o "e cinco anos+ A e1peri3ncia "a :cr)nia . e logo "epois o Acor"o Ila*a Me(erso. na tare. na $n"ia. mostro! alg!m a!mento pron!ncia"o+ Em boa parte "a Am rica 6atina. e1pectati(a "e (i"a.icos "esig!ais se acelero!.oi !m enorme s!cesso "o ponto "e (ista "as classes altas+ O! promo(e! a resta!raç-o "o po"er "e classe "as elites "irigentes .H>+ :ma gran"e parcela "a pop!laç-o cai! na pobre*a. &!e "espre*o! o consel'o "o FMI.icialmente o "ólar com relaç-o ao iene /apon3s.crian"o assim a "eman"a por ain"a mais re. como as ati(i"a"es "o FMI e "o AD.ossem tipos "e .por meio "a "e"icaç-o .na 0" ca"a per"i"a0 "e 5CBE= o! s!rtos "e crescimento seg!i"os por colapso econ%mico .como na C'ina.ormas neoliberais=+ A crescente "esig!al"a"e social n!m "a"o território .rica. p%"e-se propagar o mito "e &!e Esta"os . "e 5CBH.a "e aprimorar se! capital '!mano .lagrante o contraste entre o crescimento "a C'ina .racassaram.. .racasso! em estim!lar o crescimento o! promo(er o bem-estar+ Em seg!n"o l!gar. o! crio! con"ições para a .laç-o s-o o <nico s!cesso sistem#tico &!e a neoliberali*aç-o po"e rei(in"icar+ @e esses .neoliberal. c!lt!rais e pol$ticas+ N!m m!n"o neoliberal "arTiniano. "i*ia o arg!mento.estima-se &!e ten'a passa"o "e GC> nos anos 5CBE para KK> "a pop!laç-o economicamente ati(a "a Am rica 6atina na " ca"a "e 5CCE=. só os mais aptos "e(em sobre(i(er e "e . .como na Argentina=+ Na V. e se a " ca"a "e 5CCE o .como nos Esta"os :ni"os e at certo ponto no Meino :ni"o=. a ren"a per capita r!ssa cai! a !ma ta1a an!al "e R. nessa regi-o.cerca "e 5E> ao ano= e o "ecl$nio "a M<ssia .racassaram economicamente por n-o serem competiti(os .!nciona(am menos como instit!ições neoliberais "o &!e como centros "e .oi concebi"a como necess#ria para estim!lar o risco "os empreen"e"ores e a ino(aç-o &!e con.orça p!ra e simples mobili*a"a por pot3ncias o! gr!pos "e pot3ncias partic!lares em b!sca "e (antagens especi. morali"a"e in.ato sobre(i(em+ . s!rgiram problemas partic!lares por ca!sa "a .ici3ncias pessoais.ormaç-o "e !ma classe capitalista . mas isso se "e(e &!ase por completo a mel'orias ocorri"as apenas na $n"ia e na C'ina+ A re"!ç-o e o controle "a in. a neoliberali*aç-o n-o . na M<ssia e em o!tros l!gares=+ @en"o a m$"ia "omina"a pelos interesses "a classe "ominante.erissem po"er competiti(o e estim!lassem o crescimento+ @e as con"ições entre as classes in.icas+ A cr$tica teórica neoliberal ao FMI n!nca "esaparece!+ A pronta inter(enç-o nos merca"os "e moe"as atra( s "e mecanismos como o Acor"o Ila*a.inanceiros globais+ Cap ? . s!a .K> e 5. como nos territórios "a e1-:ni-o @o(i tica e nos pa$ses "a E!ropa Central &!e se s!bmeteram . n-o a teoria. neoliberali*aç-o e .orma pec!liar "e globali*aç-o sem "<(i"a n-o seria pron!ncia"a+ Ior &!e ent-o tantos est-o con(enci"os "e &!e a globali*aç-o (ia neoliberali*aç-o a 0<nica alternati(a0 e &!e ela obte(e gran"e s!cessoX 4estacam-se "ois moti(os+ Em primeiro l!gar a (olatili"a"e "os "esen(ol(imentos geogr#. 0terapia "e c'o&!e0 neoliberal.R.ormal "isparo! em to"o o m!n"o . &!e b!sca(a resgatar o Nap-o "e s!a "epress-o nos anos 5CCE.H> nos anos 5C?E e mesmo no c!rso "a cont!rba"a " ca"a "e 5CDE ca$ram apenas para G.H> ao ano=+ A economia in. e. o processo.e* coisa alg!ma &!e gerasse res!lta"os positi(os+ @ó no leste e no s!"este "a Vsia. ent-o o .eriores pioraram. por e1emplo.oi pelos Esta"os :ni"os e pelo Meino :ni"o. ela .oi pareci"a+ @ó a Iol%nia. seg!i"os agora em certa me"i"a pela $n"ia. em geral por ra*ões pessoais e c!lt!rais.icaram em mais o! menos R. permitin"o &!e certos territórios a(ançassem espetac!larmente . a neoliberali*aç-o pro"!*i! o! estagnaç-o .O neoliberalismo em /!lgamento At &!e ponto a neoliberali*aç-o conseg!i! estim!lar a ac!m!laç-o "o capitalX Os "a"os concretos mostram ser na"a menos &!e "ecepcionantes+ As ta1as agrega"as "e crescimento global . e a e1pectati(a "e (i"a "as pessoas "o se1o masc!lino so.ao menos por alg!m tempo= a e1pensas "e o!tros+ @e.atos amplamente con'eci"os. e"!caç-o. "isciplina "o trabal'o.icas+ Nos anos 5CCE. boa parte "os lo!(ores .5> nos anos 5CBE e 5CCE . "a a&!isiç-o "e !ma tica "e trabal'o protestante. pelos 0tigres0 asi#ticos e pela Aleman'a Oci"ental.e !ma ta1a &!e mal alcança I> a partir "e GEEE= in"icam &!e a neoliberali*aç-o em larga me"i"a n-o conseg!i! estim!lar o crescimento m!n"ial+ Em alg!ns casos. 'o!(e per"as catastró. "a s!bmiss-o . &!e elas .oram e1emplos "e inter(enções or&!estra"as &!e (isa(am estabili*ar os merca"os .alta "e (igor competiti(o o! por "e.ato "e &!e a neoliberali*aç-o em geral . &!e . cont!"o.oram "omina"os amplamente pelo Nap-o. "a .antil etc+ mostram per"as e n-o gan'os em bemestar a partir "os anos 5C?E+ A parcela "a pop!laç-o m!n"ial em esta"o "e pobre*a te(e cont!"o !ma re"!ç-o. a neoliberali*aç-o. os anos 5CBE . 'a(ia m!itos elementos.K>+ Mas as ta1as s!bse&2entes "e crescimento "e 5. e &!ase to"os os in"ica"ores globais "e sa<"e.oi associa"a a alg!m registro positi(o "e crescimento.ato "e &!e alg!m l!gar teria "e ter 0s!cesso0 obsc!rece o . os Esta"os "esen(ol(imentistas n-o m!ito neoliberais ti(eram !m papel bem importante+ ] .le1ibili"a"e e "e o!tras coisas "esse tipo=+ Em s!ma.

terra. o po"er "o Esta"o emprega"o com .eli* ten"3ncia ao a. e"!caç-o e . sa<"e.$sicas "eclinaram+ Na " ca"a "e 5CCE. mas na (er"a"e representa(a !ma in.&!e contin!a "e mo"o especial na in"<stria "o se1o=O e a !s!ra. obti"os ao longo "e anos "e "!ra l!ta "e classes . ac!m!laç-o "o capital no(os campos at ent-o consi"era"os . e"!caç-o.oi pri(ati*a"o em alg!ma me"i"a por to"o o m!n"o capitalista e para al m "ele . .inanciali*aç-o (olta"a para o merca"o &!e constit!$a o selo "a neoliberali*aç-o+ As tecnologias pri(ilegia"as "o neoliberalismo s-o as "a in. bem mais <teis para ati(i"a"es espec!lati(as e para ma1imi*ar o n<mero "e contratos no merca"o "e c!rto pra*o "o &!e para mel'orar a pro"!ç-o+ ] interessante &!e as principais arenas "e pro"!ç-o &!e gan'aram com isso ten'am si"o as in"<strias c!lt!rais emergentes . estatais etc+= em "ireitos "e proprie"a"e e1cl!si(a . &!e !sam as TIs como base "a ino(aç-o e "o mar8eting "e no(os pro"!tos+ A e1citaç-o cria"a em torno "esses no(os setores "es(io! a atenç-o "o .ilmes. "e bene.. principalmente "a terraO o com rcio "e escra(os . (i"eogames.ine materiais gen ticos. "e instit!ições p<blicas .icio "e !mas po!cas gran"es empresas . com se! monopólio "a (iol3ncia e "e. aposenta"oria.eri"os "os rep!blicanos nos Esta"os :ni"os+ A ac!m!laç-o por espoliaç-o apresenta &!atro caracter$sticas principais: 5-Iri(ati*aç-o e merca"i.ormaç-o.ora "o alcance "o c#lc!lo "e l!crati(i"a"e+ To"o tipo "e !tili"a"e p<blica .ra-estr!t!ras .$sicas e sociais b#sicas+ Ao la"o "isso esta(a a e1citaç-o com a 0globali*aç-o0 e t!"o o &!e esta s!postamente representa(a para a constr!ç-o "e !ma economia global inteiramente no(a e totalmente integra"a+ A principal reali*aç-o s!bstanti(a "a neoliberali*aç-o .ormas capital-intensi(as "e pro"!ç-o agr$cola tamb m s-o !m res!lta"o "a total merca"i. o in(estimento nesse campo n-o passa(a "os GE> &!e iam tamb m para a pro"!ç-o e as in.ormaç-o .$cios sociais .!ni(ersi"a"es.nati(as= "e pro"!ç-o e cons!moO processos coloniais.icaç-o e a pri(ati*aç-o "a terra.Ho!(e ao la"o "isso !ma e1traor"in#ria e1pans-o "as tecnologias "a in. /!lga(a-se isso o an<ncio "a ascens-o "e !ma no(a economia "a in. por e1emplo.o "ireito . por e1emplo=+ Os "ireitos "e proprie"a"e intelect!al estabeleci"os pelo c'ama"o Acor"o TMII@ .#g!a.com!ns.ormaç-o.ormas "e "ireitos "e proprie"a"e com!m . pensões=.re&23ncia imposta contrarian"o a ampla .sobre os aspectos comerciais "esses "ireitos=. em (e* "e criar. "e 'istórias e "a criati(i"a"e intelect!al en(ol(e espoliações absol!tas . ri&!e*a e ren"a.ormaç-o "e in.icaç-o: A corporati*aç-o. alt!ra "e GEEE as TIs absor(iam KH> "os in(estimentos.a in"<stria "a m<sica notória pela apropriaç-o e pela e1ploraç-o "a c!lt!ra e "a criati(i"a"e "as com!ni"a"es=+ Tal como no passa"o.inições "e legali"a"e.orça "e pop!lações camponesas .'abitaç-o social.orça "e trabal'o e a s!press-o "e .na C'ina. !m "os ob/eti(os pre.re&23ncia para impor esses processos mesmo contra a (onta"e "as pop!lações+ A re(ers-o "e &!a"ros reg!latórios "estina"os a proteger o trabal'o e o ambiente "a "egra"aç-o tem implica"o a per"a "e "ireitos+ A passagem "e "ireitos "e proprie"a"e com!m.$cios "e seg!ri"a"e social .&!e te(e o C'ile "!rante a "ita"!ra como pioneiro= . o plasma e to"o tipo "e o!tros pro"!tos como proprie"a"e pri(a"a+ A partir "isso. atra(es "a ac!m!laç-o por espoliaç-o: Incl!em-se a$: a merca"i. . a merca"i. transporte=.oi no entanto re"istrib!ir.eraç-o "e . m<sica.racasso no in(estimento em in. po"emos a"icionar agora !ma pletora "e t cnicas como a e1traç-o "e ren"a a partir "e patentes e "ireitos "e proprie"a"e intelect!al e a re"!ç-o o! eliminaç-o "e (#rias .oram e1p!lsos em poca recente=O a con(ers-o "e (#rias .ra-estr!t!ras . pres$"ios= e mesmo operações "e g!erra . com .ormas "e "ireitos "e proprie"a"e .ra-estr!t!ras .incl!in"o rec!rsos nat!rais=O a moneti*aç-o "o c)mbio e a ta1aç-o. laboratórios "e pes&!isa. "esempen'a !m papel (ital tanto no apoio como na promoç-o "esses processos+ A essa relaç-o "e mecanismos. a !m sistema nacional "e sa<"e= ao "om$nio pri(a"o tem si"o !ma "as mais egr gias pol$ticas "e espoliaç-o. coleti(as. em &!e se a(alia &!e DE mil'ões "e camponeses . assist3ncia .irma"o no )mbito "a OMC "e.icaç-o "a . telecom!nicações.$sicas.ormas c!lt!rais. rias rem!nera"as e acesso .comparem-se os casos acima "escritos "o M 1ico e "a C'ina.icaç-o "a nat!re*a em to"as as s!as mo"ali"a"es+ A merca"i. poss$(el e1trair ren"a por se! !so "e pop!lações c!/as pr#ticas ti(eram !m papel cr!cial no "esen(ol(imento "esses mesmos materiais gen ticos+ A biopirataria a(ança e a pil'agem "o esto&!e m!n"ial "e rec!rsos gen ticos se consoli"a em bene. e1posições=. ar.armac3!ticas+ A crescente "ilapi"aç-o "os bens com!ns ambientais globais .ra-estr!t!ras para lin'as re&!eri"as pela . bem como a e1p!ls-o pela .c!/o e1emplo mais e1traor"in#rio o "a C'ina=O a s!press-o "os "ireitos aos bens com!nsO a merca"i. ($"eos.$cios "e seg!ri"a"e social.como o il!stra o 0e1 rcito0 "e contratantes pri(a"os &!e operam ao la"o "as .(ia t!rismo= "e . neocoloniais e imperiais "e apropriaç-o pri(a"a "e ati(os . #g!a= e a proli. en&!anto as parcelas relati(as "e in(estimento na pro"!ç-o e nas in.icaç-o e a pri(ati*aç-o "e ati(os at ent-o p<blicos t3m si"o !ma marca registra"a "o pro/eto neoliberal+ @e! ob/eti(o primor"ial tem si"o abrir .como bene.TIs=+ Ior (olta "e 5CDE. p!blici"a"e.icaç-o . atenç-o m "ica= con&!ista"as "!rante !ma geraç-o o! mais "e l!tas "e classes+ A proposta "e pri(ati*aç-o "e to"os os bene. ao bem-estar social.astamento "a pro"!ç-o e "a . mas . respecti(amente. a "i(i"a nacional e o aspecto mais "e(asta"or "e to"os: o !so "o sistema "e cr "ito como meio ra"ical "e ac!m!laç-o por espoliaç-o+ O Esta"o.ormas "e "egra"aç-o "os '#bitats &!e impe"em t!"o e1ceto .ormas alternati(as . assist3ncia estatal .orças arma"as no Ira&!e= .

incom!ns na " ca"a "e 5C?E. "a espoliaç-o "e ati(os .icia"os+ A combinaç-o "e "es(alori*ações pro. as crises ass!miram !m car#ter en"3mico+ Tratase "e crises or&!estra"as. a&!ilo &!e os neoliberais c'amam "e 0"e. &!e s!rgi! "a integraç-o entre os interesses "os propriet#rios e "os a"ministra"ores "e capital me"iante a rem!neraç-o "estes <ltimos com opções "e ações.ra!"e e "a ro!bal'eira+ Operações . !so! (#rias (e*es a mesma t#tica "e Polc8er nos anos 5CCE+ Crises "a "$(i"a em pa$ses isola"os. ain"a &!e s!postamente ten'am tra*i"o o bene.inanceira neoliberal. a"ministra"as e controla"as tanto para racionali*ar o sistema como para re"istrib!ir ati(os+ Calc!la-se &!e.eria aos se!s cre"ores "o Centro0+ 0Y!e m!n"o pec!liar0.er3ncias "e proprie"a"e e "e po"er a &!em mant m intactos se!s ati(os e tem con"ições "e criar cr "ito.orte on"a "e .l!as em (e* "e con.er3ncia em tempo "e pa* "e propriet#rios "om sticos para propriet#rios estrangeiros nos <ltimos HE anos em to"as as partes "o m!n"o.pr#tica con'eci"a como c'!rning 7 transaç-o s!p r. pil'agem "a economia me1icana+ Foi nisso &!e se especiali*o! em .? tril'ões "e "ólares= .l!1os "e in(estimentos pro"!ti(os+ A "esreg!laç-o permiti! &!e o sistema .laç-o.oram os pa$ses n-o atingi"os.!n"os "e pens-o e s!a "i*imaç-o pelo colapso "o (alor "e t$t!los e ações e "e corporações inteiras= por manip!la"ores "e cr "ito e "e t$t!los e ações 7 t!"o isso constit!i a (er"a"eira nat!re*a "o at!al sistema .a*er em to"a parte o comple1o Teso!ro "os Esta"os :ni"os_Lall @treet_FMI+ Areenspan.icio positi(o "e 0"i(ersi. le(o!. e a crise asi#tica n-o e1ceç-o a issoO n-o '# "<(i"a "e &!e corporações oci"entais e /aponesas s-o os gran"es bene. a partir "e 5CBE.(onta"e pol$tica "a pop!laç-o+ To"os esses processos e&!i(alem . s!spira @tiglit*. a promoç-o "e n$(eis "e en"i(i"amento &!e re"!*iram pop!lações inteiras.ase nas bolsas "e (alores. como na Am rica 6atina. "a pre"aç-o.laç-o con.oi "e !ma magnit!"a"e "a &!al apenas G> bastariam para apoiar o com rcio internacional e os . trans.l!a=. a "ilapi"aç-o "e ati(os por meio "e .iscatória0 na"a mais "o &!e ac!m!laç-o por espoliaç-o+ As crises .ican"o a"ormeci"os at &!e capitalistas com li&!i"e* resol(em in. s!peran"o em m!ito as trans. como 'o/e sabemos. a "estr!iç-o plane/a"a "e ati(os por meio "a in.inanceiro+ Como gan'am comissões a ca"a transaç-o reali*a"a.inanceiro.acilita"as por este <ltimo po"e at precipitar a maior trans. os Esta"os :ni"os abriram o camin'o .rente "a ac!m!laç-o por espoliaç-o no cen#rio global.re&2entes nas "e 5CBE e 5CCE+ Mar$ssimos . po!co importan"o se as transações a"icionam o! n-o (alor .im "e criar !m e1ce"ente "e trabal'o con(eniente a !ma maior ac!m!laç-o "o capital+ Paliosos ati(os s-o retira"os "e !so e per"em se! (alor.ra!"es corporati(as.alar "as . .oram remeti"os pelos po(os "a Ieri.!n"o &!e en(ol(e lançar 0a re"e "a "$(i"a0 como rec!rso primor"ial "e ac!m!laç-o por espoliaç-oQQQ+ A criaç-o. .inanciali*aç-o &!e se insta!ro! a partir "e 5CBE tem si"o marca"a por !m estilo espec!lati(o e pre"atório+ O (ol!me an!al "essas transações em GEE5 .mais "e K.o assalto aos .iança no merca"o+ A 3n.!sões e a&!isições agressi(as.oi emblem#tico "e !m processo geral &!e (em pri(an"o m!itas pessoas "e se!s meios "e (i"a e "ireitos "e pens-o+ 4e(emos a"icionar a isso o ata&!e espec!lati(o e1ec!ta"o por .olio "e t$t!los .er3ncias "e propriet#rios "om sticos para propriet#rios norte-americanos na Am rica 6atina nos anos 5CBE o! no M 1ico a partir "e 5CCK+ ] e1ata a analogia com a criaç-o "elibera"a "e "esemprego a . '# !m processo mais pro.icar os riscos0+ R+ A"ministraç-o e manip!laç-o "e crises+ Iara al m "as bol'as espec!lati(as e m!itas (e*es . 0mais "e cin&2enta Ilanos Mars'all . "a .!n"os "e "eri(ati(os e o!tras gran"es instit!ições "o capital . tornaram-se .letir !m (ol!me "e transações s!p r.ormam a lin'a "e . a a"ministraç-o e a manip!laç-o "e crises no cen#rio m!n"ial e(ol!$ram para !ma so. pois s-o eles &!e .re&2ente "e se! port.!nções "as inter(enções "o Esta"o e "as instit!ições internacionais controlar as crises e "es(alori*ações "e maneira &!e .inanceiro se tornasse !m "os principais centros "e ati(i"a"e re"istrib!ti(a por meio "a espec!laç-o. escra(i"-o cre"it$cia.inanceiras sempre ca!saram trans. no Janco Central norteamericano. mesmo em pa$ses capitalistas a(ança"os. liberali*ações .!n"ir-l'es !m no(o alento+ Mas '# o perigo "e as crises sa$rem "o controle e se generali*arem o! "e &!e s!r/am re(oltas contra o sistema &!e as cria+ :ma "as principais .!n"as.er3ncia "e ati(os "o "om$nio p<blico e pop!lar aos "om$nios pri(a"os e "e pri(il gio "e classe+ G+ Financiali*aç-o: A . 0em &!e os pa$ses pobres est-o na pr#tica s!bsi"ian"o os mais ricos0+ Al m "isso. conta "os clientes+ :ma alta ta1a "e giro nas bolsas "e (alores po"e simplesmente re. os corretores po"em ma1imi*ar se!s l!cros me"iante a negociaç-o .inanceiro capitalista+ H# incont#(eis maneiras "e e1trair "in'eiro "o sistema .ra!"!lentas &!e caracteri*am boa parte "a manip!laç-o . a manip!lações "o merca"o &!e pro"!*iram !ma imensa ri&!e*a para !ns po!cos a e1pensas "e m!itos+ O espetac!lar colapso "a empresa "e energia te1ana Enron . para n-o .ra!"!lentas com ações. e em alg!ns casos.istica"a arte "e re"istrib!iç-o "elibera"a "e ri&!e*a "e pa$ses pobres para pa$ses ricos+ N# "oc!mentei o impacto sobre o M 1ico "o a!mento "a ta1a "e /!ro por Polc8er+ En&!anto proclama(am se! papel "e nobre l$"er &!e organi*a 0resgates0 para manter nos tril'os a ac!m!laç-o global "o capital.inanceiras impostas pelo FMI e rec!perações .

im "e liberar terrenos para empreen"imentos comerciais e "estina"os a pessoas "e alta ren"a e a!mentar s!as bases trib!t#rias+ O Esta"o neoliberal tamb m re"istrib!i ren"a e ri&!e*a por meio "e re(isões "os có"igos trib!t#rios a .permitam a ac!m!laç-o por espoliaç-o sem "esenca"ear !m colapso geral o! !ma re(olta pop!lar . por e1emplo.com o apoio militar "as pot3ncias imperialistas= "o pa$s ataca"o garantir &!e esta <ltima n-o aconteça+ N-o obstante."e obras "e arte. presente na era "o liberalismo emb!ti"o+ Ele o .ica restringi"a+ Como a imigraç-o limita"a. gerentes s#"icos &!e as espancam e se apro(eitam se1!almente "elas e o pagamento &!e só (em meses "epois.icaç-o pres!me a e1ist3ncia "e "ireitos "e proprie"a"e sobre processos. re(erten"o o .orças "e trabal'o cati(as+ @ó se po"e . nat!ralmente. coisas e relações sociais.iciar antes os retornos sobre o in(estimento "o &!e a ren"a e os sal#rios. os sinais "e re(olta pop!lar est-o em to"a parte.erecimento "e !ma (asta gama "e s!bs$"ios e isenções .eitas con"ições a .orça "e trabal'o global c!/a própria mobili"a"e geogr#. as con"ições em &!e trabal'am /o(ens m!l'eres &!e migram "as #reas r!rais n-o s-o menos &!e 'orren"as: 0!m n<mero ins!porta(elmente longo "e 'oras "e trabal'o. A3no(a e o!tros l!gares+ K+ Me"istrib!ições (ia Esta"o: O Esta"o.orça "e trabal'o . "a terra e "o "in'eiro como merca"orias inteiramente .im "e bene.&!e cria !ma .ica "o capital permite-l'e o "om$nio "e !ma . s-o ab!n"antes as .icac-o. a imposiç-o "e ta1as "e !so . &!e trabal'a"ores me1icanos trabal'em em agronegócios "a Cali. 0ob(iamente n-o s-o merca"orias++. a promoç-o "e elementos regressi(os nos có"igos trib!t#rios .!nciona como !m g!ia apropria"o 7 !ma tica 7 para to"as as ações '!manas+ Na pr#tica. ca"a socie"a"e estabelece alg!ns limites sobre on"e começa e on"e termina a merca"i. as (#rias mani.icaç-o "a se1!ali"a"e. como assinalo! Sarl Iolan9i.!gir a essas barreiras atra( s "a imigraç-o ilegal .estações antiFMI e o c'ama"o mo(imento 0antiglobali*aç-o0.o po"er "e "ominaç-o o! reg!lamentaç-o &!e o Esta"o e1erce sobre os bens "e se! patrim%nio= para e1p!lsar propriet#rios "e bai1a ren"a e mesmo "e ren"a mo"era"a &!e (i(em em imó(eis em per.ig!ra protot$pica "o 0trabal'a"or "escart#(el Q+ @-o ab!n"antes os relatos "as con"ições "e trabal'o estarrece"oras e "espóticas em &!e trabal'am os oper#rios "as c'ama"as sTeats'ops.icções. passa a ser o principal agente "e pol$ticas re"istrib!ti(as. e estes.ict$cia0+ Embora n-o possa .órnia e se/am (ergon'osamente repatria"os &!an"o a"oecem o! mesmo morrem por ca!sa "os pestici"as a &!e est-o e1postos+ No )mbito "a neoliberali*aç-o. por e1emplo= 7 to"as essas coisas e&!i(alem a atrib!ir !m preço a coisas &!e na (er"a"e /amais .comi"a bem r!im.!nç-o "o aparel'o "e Esta"o compra"or . permanecen"o pol3micos os pontos em &!e esses limites s-o coloca"os+ A merca"i.como impostos sobre o cons!mo=. "ormitórios aperta"os. s!põe &!e se po"e atrib!ir !m preço a eles e negoci#-los nos termos "e !m contrato legal+ H# a$ o press!posto "e &!e o merca"o .ora "issemina"as nas regiões r!rais "a C'ina= e o o. o trabal'o e o "in'eiro. "a a!tentici"a"e e "a pec!liari"a"e .icaç-o+ M!nic$pios em b!sca "e receita est-o !san"o o po"er "e "om$nio eminente .iscais a pessoas /!r$"icas+ A merca"i. "a c!lt!ra. !ma (e* neoliberali*a"o. sen"o . &!an"o (em0+ . "a tra"iç-oO "a nat!re*a como espet#c!lo o! como rem "ioO a e1traç-o "e ren"a monopolista "a originali"a"e. "a 'istória.orma mo"erna "e trabal'o semi-escra(o+ Na C'ina.acilmente e1plor#(el= o! "e contratos "e c!rto pra*o &!e permitem.icaç-o "e t!"o @!por &!e os merca"os e a sinali*aç-o "o merca"o po"em mel'or "eterminar as "ecisões "e alocaç-o s!por &!e t!"o po"e em princ$pio ser trata"o como merca"oria+ A merca"i.como acontece! na In"on sia e na Argentina=+ O a/!ste estr!t!ral "o programa a"ministra"o pelo comple1o Lall @treet-Teso!ro "os Esta"os :ni"os-FMI se encarrega "o primeiro. &!e mostro! as garras nas re(oltas "e @eattle. !ma . a "escriç-o "o trabal'o. como il!stram o le(ante *apatista no M 1ico.a* antes "e t!"o promo(en"o es&!emas "e pri(ati*aç-o e cortes "e gastos p<blicos &!e s!stentam o sal#rio social+ 4esta&!e para os processos "e gentri. emerge no cen#rio m!n"ial a . o capitalismo ca!sa !m pre/!$*o in"escrit$(el se n-o recon'ece as comple1as reali"a"es &!e nelas se oc!ltam+ A mobili"a"e geogr#.l!1o &!e (ai "as classes altas para as bai1as.oram pro"!*i"as como merca"orias+ No cerne "a teoria liberal e neoliberal est# a necessi"a"e "e constr!ir merca"os coerentes para a terra.!ncionar sem semel'antes .

os Esta"os :ni"os e a C'ina+ O espantoso a!mento "a proprie"a"e e "o !so "e carros partic!lares. mas no . e n-o se precisa ir longe para perceber as ra*ões+ A pre. organi*ações "e "e. por parti"os pol$ticos e o!tras .esa "as tra"ições e organi*ações n-o-go(ernamentais+ Essas s-o as .Iara &!em negocia com s!cesso no merca"o "e trabal'o.icas e n-o . e '# s!. '# recompensas aparentemente ab!n"antes no m!n"o "e !ma socie"a"e capitalista "e cons!mo+ In. sa<"e "e. maioria "os trabal'a"ores "escart#(eis "o m!n"o a 'istória completamente "i. logo e1isto0 e o in"i(i"!alismo possessi(o constroem /!ntos !m m!n"o "e pse!"osatis.ormas instit!cionais.a(elas.inanceiros "os pobres0+ A neoliberali*aç-o trans. o sistema p<blico "e assist3ncia . &!e le(o! .orços para reconstr!ir re"es sociais "e o!tro tipo para "e. o s!primento "e #g!a est# c'eio "e perigosas s!bst)ncias cancer$genas. por mais espetac!lar. pois o r#pi"o s!rto "e crescimento "a $n"ia tamb m se .a* acompan'ar "e "esgastantes m!"anças ambientais a"(in"as "a e1pans-o "o cons!mo e "a crescente press-o sobre a e1ploraç-o "e rec!rsos nat!rais+ A neoliberali*aç-o tem !m registro bastante "esanima"or &!anto .erente+ Com cerca "e G bil'ões "e pessoas con"ena"as a (i(er com menos "e G "ólares por "ia. "as m!l'eres e "os po(os in"$genas na or"em social ao en. essa c!lt!ra.icações obti"as pelos ser(iços . ent-o os es. sa<"e e a crescente imposiç-o "e to"o tipo "e ta1a "e !so "e bens p<blicos impõem !m consi"er#(el %n!s aos encargos . glamo!rosa e atraente. o "espre*o pelas conse&23ncias ambientais tem ti"o e.e1ceto cortar rec!rsos "estina"os .ormas instit!cionais por meio "as &!ais constr!ir soli"arie"a"es sociais e e1primir a (onta"e coleti(a+ T!"o proli.ormais &!e 'o/e o. con. "esartic!laç-o social.er3ncia por relações contrat!ais "e c!rto pra*o e1erce sobre to"os os pro"!tores a press-o "e e1trair t!"o o &!e p!"erem en&!anto "!rar o contrato+ Embora os contratos e opções .ati*ar a i" ia "o trabal'o corno !ma merca"oria &!al&!er Iri(a"a "a capa protetora "e instit!ições "emocr#ticas (i(as e ameaça"a por to"o tipo "e "esartic!laç-o social.es "e . /oga perpet!amente com "ese/os sem n!nca o. ent-o !ma maior a"oç-o "a tica neoliberal e "e pr#ticas neoliberali*antes (ai ser na"a menos &!e !ma opç-o mortal+ A abor"agem "os go(ernos neoliberais cost!ma ser &!estionar as pro(as cienti.icientes e1emplos espec$. ampla s!bstit!iç-o "a bicicleta em gran"es ci"a"es como Ie&!im n!m espaço "e "e* anos.inanceiros e a pol3mica a!to-satis. passan"o por organi*ações com!nit#rias.ico.orça "e trabal'o "escart#(el se (olta ine(ita(elmente para o!tras .era 7 "e gang!es e cart is criminosos a re"es "e narcotr#. as .ações al m "a limita"a i"enti"a"e "o centro "e compras e "as ansie"a"es "o stat!s por meio "a boa apar3ncia . c'e.ormo! a posiç-o "o trabal'o.enomenais grati. o cr!el m!n"o "a c!lt!ra cons!mista capitalista.eli*mente.cie.ormar o ambiente global.!n"o (a*io+ Mas para &!em per"e! o emprego o! n!nca conseg!i! sair "as e1tensi(as economias in.eri! .loresta tropical a partir "e 5CDE !m caso bem con'eci"o &!e tem ti"o gra(es implicações para a m!"ança clim#tica e a per"a "e bio"i(ersi"a"e+ Ocorre ain"a "e a era "a neoliberali*aç-o ser a&!ela "e mais r#pi"a e1tinç-o em massa "e esp cies "a 'istória recente "a Terra+ @e estamos entran"o na *ona "e perigo "e trans.eitos cognatos "o a&!ecimento global s-o ób(ios+ Como cost!ma acontecer em . "a pri(ati*aç-o e "a responsabili"a"e social t3m "e ser !ma pia"a macabra+ 4a C'ina r!ral empobreci"a aos abasta"os Esta"os :ni"os.a*er coisa alg!ma . os "ois principais c!lpa"os pelo a!mento "as emissões "e "ió1i"o "e carbono nos <ltimos anos t3m si"o as locomoti(as "a economia global.ases "e r#pi"a in"!striali*aç-o.eita &!anto ao potencial emancipa"or "a neoliberali*aç-o.ica rele(ante=+ C!riosamente. minim#. pes&!isa cient$.iciente+ A C'ina n-o est# so*in'a nisso.eitos "elet rios em to"a parte+ Os rios est-o altamente pol!$"os.erecer satis.ações estim!lante na s!per.no caso "as m!l'eres= o! "as posses materiais+ O 0compro. &!e o! se "esmantelaram ati(amente o! simplesmente se "ei1aram esgotar como centros "e empreen"imento coleti(o e "e relacionamento social+ O tratamento "o trabal'o como merca"oria le(a .ormas sociais altemati(as &!e preenc'em o (a*io "ei1a"o pelos po"eres "o Esta"o. a ponto "e tornar a terra imprópria para a (i"a '!mana. !ma .en"er-se "essa ameaça se tornam ca"a (e* mais pro(#(eis "e ocorrer+ 4egra"ações ambientais A imposiç-o "a lógica contrat!al "e c!rto pra*o sobre os !sos ambientais tem conse&23ncias "esastrosas+ O sal"o geral "as conse&23ncias ambientais "a neoliberali*aç-o certamente negati(o. em partic!lar o clima. a per"a "e proteções em termos "e assist3ncia .erecem !m arrisca"o re. e1ploraç-o "e rec!rsos nat!rais. C'ina a "istinç-o negati(a "e ter "e*esseis "as (inte piores ci"a"es "o m!n"o em &!ali"a"e "o ar+ Os e.ias.icos "e per"as ambientais "ecorrentes "a aplicaç-o irrestrita "e princ$pios neoliberais &!e "-o s!stentaç-o a essa constataç-o+ A "estr!iç-o em aceleraç-o "a . c!ltos sec!lares e seitas religiosas.<gio .

racassar em se!s próprios termos+ O a!mento "a oposiç-o (a*a"a em termos "e (iolações "e "ireitos tem si"o espetac!lar a partir "e 5CBE+ @em "<(i"a.$cios sociais "ei1a"o pela sa$"a "o Esta"o "essas ati(i"a"es+ Isso e&!i(ale a !ma pri(ati*aç-o (ia ONAs+ Em alg!ns casos. por "e.a*3-lo+ .lorestais n!m c!rt$ssimo espaço "e tempo. eles s-o pressiona"os a pri(ati*ar as . as ONAs n-o s-o organi*ações inerentemente "emocr#ticas+ Ten"em a ser elitistas. /!stiça social+ Como as pessoas mais necessita"as n-o t3m rec!rsos .lorestas+ Al m "isso. como os "isc!rsos sobre "ireitos "e mo"o mais geral. as pop!lações camponesas sem terra e as ma"eireiras po"em /!ntas "estr!ir imensos rec!rsos . s-o "istantes "a&!eles a &!em b!scam a/!"ar o! proteger. a (ira"a neoliberal.en"er se!s próprios "ireitos. (em a tentaç-o "e conce"er !ma ta1a m#1ima "e e1ploraç-o "e c!rto pra*o+ Iara piorar as coisas.$cios sociais+ Assim.re&2ente rec!rso .ormaç-o "e gr!pos "e a"(ocacia+ A ascens-o "esses gr!pos e "e ONAs .a(orecer "ireitos "e proprie"a"e pri(a"a e "e ta1a "e l!cro em "etrimento "os "ireitos .alam 7 como se as pessoas n-o p!"essem elas mesmas . seg!ir os camin'os legais algo c!stoso e "emora"o.esa "os interesses "a classe "ominante. a press-o para a!mentar as e1portações e permitir a posse e as concessões a estrangeiros signi. partic!larmente nas .lorestais no C'ile pós-pri(ati*aç-o !m bom e1emplo "isso+ Mas os programas "e a/!ste estr!t!ral a"ministra"os pelo FMI t3m ti"o !m impacto ain"a pior+ A a!steri"a"e imposta implica &!e os pa$ses mais pobres . ig!al"a"e e .!ncionar+ A insist3ncia neoliberal na pri(ati*aç-o "i.i&!em com menos "in'eiro para a"ministrar s!as . a aceitar m!itas "as proposições b#sicas "o neoliberalismo+ Ela tem por . pois poss$(el encontrar o!tras . concentran"o-se antes nesses "ireitos "o &!e na criaç-o o! na recriaç-o "e estr!t!ras "e go(ernança "emocr#ticas s!bstanti(as e abertas. aç-o legal acata a pre. e al m "isso os trib!nais s-o em to"o caso . o! a in. a n-o "ar satis. .er3ncia neoliberal pelo apelo aos po"eres /!"ici#rio e e1ec!ti(o em "etrimento "o parlamentar+ Ior m. como (em ocorren"o no Jrasil+ @obre "ireitos A neoliberali*aç-o "issemino! em se! )mbito !ma ampla c!lt!ra opositi(a.e pres!mem .o c'ama"o 0terceiro setor0= acompan'o!.lorestas para proteger '#bitats (aliosos e a bio"i(ersi"a"e.iniç-o.ic!lta estabelecer acor"os globais sobre princ$pios "e gerenciamento "e . cost!man"o antes controlar s!a clientela "o &!e represent#-la+ Alegam .ica &!e at as proteções m$nimas "as .a n-o ser a &!em as .re&2ente arbitrarie"a"e "o po"er "e classe pol$tico e econ%mico+ Ela a"ota a retórica neoliberal "e mel'oria "o bem-estar "e to"os e con"ena a neoliberali*aç-o por .possam ser reno(a"os. a "emocracia e as soli"arie"a"es sociais+ Al m "isso. pop!lações sobrantes po"em b!scar o s!stento na terra e promo(er a "ilapi"aç-o in"iscrimina"a "as . a oposiç-o c!lti(a m to"os incapa*es "e .inancia= e. mas a oposiç-o ten"e.alar por si mesmos. as ONAs . por e1emplo.alar em .!gir ao arcabo!ço neoliberal+ A preoc!paç-o neoliberal com o in"i($"!o põe em seg!n"o plano to"a preoc!paç-o "emocr#tica social com a ig!al"a"e.!ncionam como 0ca(alos "e Tróia "o neoliberalismo global00+ Al m "isso.lorestas s-o retira"as+ A !ltra-e1ploraç-o "e rec!rsos .erem a negociaç-o "ireta com o Esta"o e o po"er "e classe. cont!"o.lorestais.l!3ncia sobre eles.inem os interesses "a&!eles em c!/o nome . o .ortemente ten"enciosos na "e. e at "e. cost!mam escon"er s!a pa!ta "e interesses e pre.lorestas+ Como o m to"o .a(oreci"o s-o as &!eima"as. a incerte*a est# sempre presente. ten"o passa"o por !m a!mento espetac!lar a partir "e mais o! menos 5CBE+ As ONAs em m!itos casos (ieram preenc'er o (#c!o "e bene.lorestas tropicais+ Em pa$ses mais pobres com s!bstanciais rec!rsos .aç-o a ning! m . e as opõe ent-o ao a!toritarismo e . a insist3ncia neoliberal no in"i($"!o como o .oco contra"ições internas+ 6e(a a s rio &!estões "e "ireitos e liber"a"es in"i(i"!ais.!n"amento "a (i"a pol$tico-econ%mica abre a porta ao ati(ismo "os "ireitos in"i(i"!ais+ Cont!"o.astamento ain"a maior "o Esta"o "os bene. por mais bem-intenciona"as o! progressistas &!e possam ser.ontes+ Cost!ma-se s!por &!e a ta1a "e esgotamento "os rec!rsos nat!rais se/a linear. &!an"o 'o/e e(i"ente &!e m!itos ecossistemas entram s!bitamente em colapso "epois "e atingir alg!m ponto m#1imo al m "o &!al s!a capaci"a"e nat!ral "e repro"!ç-o n-o po"e . &!an"o a a!steri"a"e imposta pelo FMI e o "esemprego se abatem sobre o pa$s. a <nica maneira "e esse i"eal po"er se artic!lar a .lorestas e a abrir s!a e1ploraç-o a ma"eireiras estrangeiras com base em contratos "e c!rto pra*o+ @ob a press-o "e obter "i(isas para pagar s!as "$(i"as. "a"o &!e o /!"ici#rio tipicamente leal a ela+ As "ecisões legais ten"em a .a(or "a&!eles &!e n-o po"em . isso a/!"o! a acelerar o a.inanceiros para "e.

"isse ele. por e1emplo.a*er ob/eç-o a ele: aceit#-lo e&!i(ale a aceitar &!e a <nica alternati(a (i(er sob !m regime "e intermin#(el ac!m!laç-o "o capital e "e crescimento econ%mico &!ais&!er &!e se/am as conse&23ncias sociais. o! ent-o como participantes "o (asto com rcio ilegal "e "rogas. &!e. se necess#rio por meio "a (iol3ncia . escre(e! ele.irma &!e os Esta"os :ni"os se "e"icam a esten"er a es. a intermin#(el ac!m!laç-o "o capital implica &!e o regime neoliberal "e "ireitos tem "e ser geogra. por e1emplo+ 0Entre "ois "ireitos. o &!e pro(a(elmente e1plica por &!e n-o . e &!ase com certe*a pelo estabeleci"o por A"am @mit' em s!a Teoria "os sentimentos morais.icos "e &!e o regime neoliberal "e "ireitos se/a in/!sto+ Mas m!ito . (en"e"ores in.s estreitas concepções empreen"e"oristas &!e J!s' tanto a"ora+ A (is-o "e Moose(elt tem "e . liber"a"e+ 0O reino "a liber"a"e0. portanto.ora "o merca"o o! ."e coisas o! "e . po!co '# a esperar "a neoliberali*aç-o a n-o ser pobre*a.ini"a em (e* "e !m "istante i"eal+ A obrigaç-o primor"ial "o Esta"o e "e s!a socie"a"e ci(il consiste em !sar se!s po"eres e alocar se!s rec!rsos "e mo"o a erra"icar a pobre*a e a .orça+0 As l!tas pol$ticas em torno "a concepç-o "e "ireitos a"e&!a"a.era "a pro"!ç-o material real0+ Ele enten"e! per.ormais . 0t3m "e re/eitar essa concepç-o "e a&!isiç-o "e ri&!e*a.icamente esten"i"o a to"o o globo. ro!bar o! garantir por meio "a (iol3ncia alg!mas migal'as "a mesa "o 'omem rico.era "a liber"a"e a to"o o globo+ N-o obstante.eitamente &!e /amais po"emos nos libertar "e nossas relações metabólicas com a nat!re*a o! "e nossas relações sociais !ns com os o!tros. acrescentan"o al m "isso &!e.l!ente ensaio "o /ornalista pol$tico Mobert Saplan.ico! .como as "a Organi*aç-o M!n"ial "e Com rcio. e mesmo "a própria liber"a"e.como no C'ile e no Ira&!e=.como na C'ina e na M<ssia=+ Ior bem o! por mal. a /!stiça social torno!-se !ma meta "e. "isse Moose(elt.racasso mon!mental+ Iara &!em . proprie"a"e pri(a"a e . os "ireitos inalien#(eis . n-o s-o esses os <nicos "ireitos &!e temos . "ireitos "e organi*ar sin"icatos e assim por "iante+ Fa*er &!e esses "ireitos ten'am pleno (igor constit!iria !m enorme problema para o neoliberalismo+ Tornar prim#rios esses "ireitos 'o/e "eri(a"os e tornar "eri(a"os os "ireitos 'o/e prim#rios . cria !m po"er pri(a"o in"e(i"o0+ Iessoas necessita"as n-o s-o pessoas li(res+ Em to"a parte.!t!ro+ Esses amplos temas contrastam com as liber"a"es neoliberais bem mais restritas &!e J!s' coloca(a no centro "e s!a retórica pol$tica+ As concepções totalmente ra*o#(eis "e Moose(elt soam positi(amente ra"icais seg!n"o pa"rões contempor)neos. "o FMI e "o Janco M!n"ial= o! "a ac!m!laç-o primiti(a . "isposiç-o+ Mesmo na concepç-o liberal e1pressa na Carta "a Organi*aç-o "as Nações :ni"as '# "ireitos "eri(a"os. seg!n"o o &!al estamos 0.ome.s necessi"a"es . a seg!rança contra os gran"es acasos e (icissit!"es "a (i"a e a seg!rança "e lares "ignosQ+ A liber"a"e com relaç-o . proprie"a"e pri(a"a e . armas.oi !ma "as &!atro (er"a"es car"eais &!e ele mais tar"e artic!lo! como base "e s!a concepç-o pol$tica para o . se/a corno pe&!enos pro"!tores "e merca"orias. 0só começa "e .oi e1p!lso "ele 7 !m (asto contingente "e pessoas aparentemente "escart#(eis pri(a"as "e proteções sociais e estr!t!ras sociais "e apoio 7. a neoliberali*aç-o sem "<(i"a seria consi"era"a !m . mas po"emos ao menos aspirar a constr!ir !ma or"em social em &!e a li(re e1ploraç-o "e nosso potencial como in"i($"!os e como esp cie se torne !ma real possibili"a"eQ+ Ielo pa"r-o "e liber"a"e "e Mar1.oram artic!la"as pelo at!al Iarti"o 4emocrata como contraponto . ta1a "e l!cro (-o ser estabeleci"os !ni(ersalmente+ ] /!stamente isso &!e J!s' &!er "i*er &!an"o a.#cil . ta1a "e l!cros implicaria !ma re(ol!ç-o "e enorme rele()ncia para as pr#ticas pol$tico-econ%micas+ Tamb m '# concepções inteiramente "istintas "e "ireitos a &!e po"emos apelar 7 "e acesso aos bens com!ns globais o! . por meio "os l!cros e1cessi(os. . beira "a anar&!ia0+ N!nca passa pela cabeça . como liber"a"e "e mani.orça "e trabal'o= o! pe&!enos pre"a"ores 7 para pe"ir. m!l'eres o! &!al&!er o!tra coisa ilegal para a &!al 'a/a "eman"a+ Esse o m!n"o malt'!siano pelo &!al se c!lpam s!as ($timas em obras como o in. ecológicas o! o pol$ticas+ Meciprocamente.ato &!an"o cessa o trabal'o &!e "etermina"o pela necessi"a"e e por consi"erações m!n"anas0. seg!rança b#sica "e alimentaç-o.ilosó. "e pr#ticas imperialistas . "oença e "esespero+ @!a <nica esperança entrar "e alg!m mo"o no sistema "e merca"o. "e e"!caç-o e seg!rança econ%mica.ato !ma s!gesti(a #r(ore genealógica no campo "o pensamento '!manista+ Sarl Mar1.4i* Har(e9: N-o posso con(encer ning! m por meio "e arg!mentos . o presi"ente "os E:A Moose(elt e1plicito! s!a opini-o "e &!e o e1cesso "e liber"a"es "e merca"o esta(a na base "os problemas sociais e econ%micos "a 4epress-o "os anos 5CRE+ 0Os americanosQQ. tamb m s!stenta(a a i" ia !ltra/antemente ra"ical "e &!e !m est%mago (a*io n-o especialmente prop$cio .estaç-o e "e e1press-o.ome e garantir a seg!rança "os meios "e (i"a. o reino "a liber"a"e 0se ac'a al m "a es. &!em "eci"e a . passam ao primeiro plano na b!sca "e alternati(as+ Cap+ ED _ As perspecti(as "a liber"a"e Em se! pron!nciamento an!al perante o Congresso em 5CRH.

certamente "e(eria te-lo alerta"oQ+ No o!tro e1tremo "a escala "a ri&!e*a. as pessoas completamente incorpora"as .im "o neoliberalisrnoX N-o poss$(el conter as contra"ições econ%micas e pol$ticas internas "a neoliberali*aç-o a n-o ser por meio "e crises .ormas neoliberais. mas tamb m para e(itar a "e(astaç-o "as crises perió"icas &!e o capitalismo propenso a ter+ Y!anto ao retorno ao 8e9nesianismo. la*er e espet#c!lo+ Obriga"as a (i(er como ap3n"ices "o merca"o e "a ac!m!laç-o "o capital em (e* "e como seres e1pressi(os.!t!ras gerações+ Mas o .!n"amentais sobre as &!ais .!n"os "e pens-o=.esta"o.estações antiFMI registra"as at agora. '# amplas pro(as "e &!e a teoria e a retórica neoliberais . as re"istrib!ições no caso "ele s-o "e bai1o para cima.icamente.inanceiros^/!r$"icos.laç-o crescente. essas crises t3m si"o pre/!"iciais localmente mas a"ministr#(eis globalmente+ Claro &!e essa a"ministrabili"a"e "epen"e "e !m s!bstancial a.erente . lógica ine1or#(el "o merca"o e . in."e Saplan &!e a neoliberali*aç-o e a ac!m!laç-o por espoliaç-o ten'am alg!ma relaç-o com as con"ições &!e ele "escre(e+ O incr$(el n<mero "e mani.eli*mente. J!enos Aires e tantos o!tros gran"es centros !rbanos na esteira "os a/!stes estr!t!rais e "e re. se &!e alg!m "ia o . &!e (i(iam parasiticarnente "e "i(i"en"os e /!ros. os "ese&!il$brios econ%micos se tornam t-o cr%nicos &!e correm o risco "e pro"!*ir !ma crise estr!t!ral+ In.inanceiras &!e prece"em t-o . liber"a"e in"i(i"!al e coleti(a= (3m . essas pessoas (3em o reino "a liber"a"e se encol'er "iante "a terr$(el lógica e "a intensi"a"e (a*ia "os en(ol(imentos "e merca"o+ Mel'oras sociais globais n-o po"em ser reali*a"as sem a contestaç-o "as bases "e po"er .inanceiras s!periores cost!mam se caracteri*ar por "ese&!il$brios econ%micos cr%nicos+ Os sinais caracter$sticos s-o " .s s!as "eman"as "escobrem 'a(er po!co tempo o! espaço nos &!ais e1plorar potenciali"a"es emancipatórias . Polc8er e Areenspan.ica n-o só re(erter o aban"ono pelo Esta"o "os bene.ora "a&!ilo &!e an!ncia"o como a(ent!ras 0criati(as0.astamento "a teoria neoliberal+ O simples . mas tamb m en.partic!larmente a retórica pol$tica re. ao contr#rio "as prescrições 8e9nesianas tra"icionais.inancian"o " . para n-o mencionar as on"as "e crimes &!e t3m (arri"o No(a Uor8. cont!"o.oi assenta"o o neoliberalismo e para as &!ais os processos "e neoliberali*aç-o contrib!$ram t-o . regimes "e ac!m!laç-o raramente se "issol(em paci.icits at a e1a!st-o sem "<(i"a !m con(incente sinal "e &!e o neoliberalismo est# com problemas se n-o concretamente morto como g!ia teórico (i#(el "e garantia "o .!t!ro+ N-o obstante.es e1ec!ti(os e se!s consel'eiros . a e1ploraç-o "e alternati(as tem "e sair "os &!a"ros "e re. instabili"a"es na (alori*aç-o "os ati(os internos . c!sta "os pobres. mostran"o-se pronto a tolerar !ma espiral "e " .!ga "e capitais+ Entre esses sete in"ica"ores principais.a*em+ As crises . r#pi"a "epreciaç-o "a moe"a. !ma crise "o balanço "e pagamentos. &!an"o as "esig!al"a"es "e ren"a e ri&!e*a alcançam !m "a"o 7 como a&!ele a &!e c'egaram 'o/e 7 pró1imo ao &!e prece"e! a crise "e 5CGC. a!mento "o "esemprego acompan'a"o "e &!e"a no n$(el "os sal#rios e . para n-o mencionar as . a ci"a"e "o M 1ico.icits orçament#rios internos &!e "isparam e se tornam incontrol#(eis.re&2entemente a in(as-o pre"atória "e economias estatais inteiras por pot3ncias . os Esta"os :ni"os t3m 'o/e a "istinç-o "e !ma alta ta1a nos tr3s primeiros e s rias preoc!pações com respeito ao &!arto+ A at!al 0rec!peraç-o sem empregos0 e a estagnaç-o "o n$(el "e sal#rios s!gerem problemas incipientes com o se1to+ @emel'ante combinaç-o "e in"ica"ores em o!tros l!gares certamente teriam re&!eri"o a inter(enç-o "o FM5 . .rentar os po"eres a(assala"ores "o capital . Noanesb!rgo. reclaman"o &!e os "ese&!il$brios econ%micos nos Esta"os :ni"os est-o ameaçan"o a estabili"a"e .$cios sociais. o mesmo ocorren"o com o anterior e o at!al presi"ente "o Janco Central norte-americano. e espera(a ansiosamente o e(ento &!e c'amo! "e 0e!tan#sia "os rentistas0 como con"iç-o necess#ria n-o apenas para se c'egar a !m m$nimo "e /!stiça social.ortemente+ Isso signi. para as gran"es corporações.icits p<blicos &!e se esten"em intermina(elmente no . "a classe m "ia e at "e acionistas com!ns .inanceiros=. o go(erno J!s' !m campe-o sem ri(ais.er3ncia "e.ini"os por esse po"er "e classe e pela tica "e merca"o e ao mesmo tempo estar sobriamente ancora"a nas reali"a"es "e nosso tempo e "e nosso l!gar+ E essas reali"a"es in"icam a possibili"a"e "e !ma gran"e crise no próprio coraç-o "a or"em neoliberal+ O .incl!in"o os .inanceiro+ Se9nes "espre*a(a os 0!s!r#rios0 "etentores "e t$t!los. nos merca"os imobili#rios e .e economistas "o FM5 t3m se mani.!t!ro "a ac!m!laç-o "o capital+ Isso n-o (ai e(itar &!e ele contin!e a ser !sa"o como retórica para manter a resta!raç-o^criaç-o "o po"er "a classe "e elite+ Mas.ato "e as "!as principais locomoti(as "a economia global 7 os Esta"os :ni"os e a C'ina 7 estarem .!ncionan"o "es"e o começo primor"ialmente como m#scara para pr#ticas &!e só t3m como ob/eti(o manter reconstit!ir e resta!rar o po"er "a classe "e elite+ Assim sen"o. se!s ricos c'e.inanceiras+ At este momento. como /# "emonstrei.por e1emplo.ato "e o 8e9nesianismo po"er ser "et!rpa"o e in(erti"o "essa maneira n-o "e(eria nos s!rpreen"er. pois.

isso n-o signi.ica na"a mais &!e o pa$s "e(e "isciplinarse.erença entre (er"a"e.im "e alcanç#-la+ Io"e-se gan'ar m!ito com semel'antes e1erc$cios.a* a !ma ta1a pró1ima "e G bil'ões "e "ólares por "ia+ Al m "isso. mas tamb m para o capitalismo global+ Como &!ase to"os os membros "a classe capitalista e se!s a"ministra"ores globais em to"a parte con'ecem m!ito bem esse ."o tipo &!e empreen"i neste li(ro=+ @eg!ir esta <ltima maneira "e mo"o alg!m s!põe &!e os mo(imentos "e oposiç-o e1istentes se/am erra"os o! apresentem alg!ma "e. e os "i(i"en"os e /!ros &!e s-o remeti"os a propriet#rios estrangeiros apro1imam-se 'o/e. pois os Esta"os :ni"os ain"a s-o !m gran"e merca"o para s!as e1portações+ Mas o progresso "esse sistema tem !m limite at o &!al ir+ Y!ase !m terço "as ações "e Lall @treet e &!ase meta"e "os t$t!los "o Teso!ro "os Esta"os :ni"os /# est-o nas m-os "e estrangeiros.icar alternati(as (i#(eis.icar mais . assim.aleci"a+ Nesse aspecto. como na C'ina e na M<ssia. para po"ermos encontrar alg!ma esp cie "e sa$"a "e nosso at!al impasse+ H# !ma reali"a"e l# .!n"ar a compreens-o coleti(a "as coisas e "e. o resto "o m!n"o no momento se "ispõe .ici3ncia em s!a . "a"o a &!e"a "o (alor "o "ólar=. a&!ilo &!e acontece! com o M 1ico "epois &!e Polc8er a!mento! a ta1a "e /!ro em 5CDC começar# a pairar como !m problema concreto+ Os Esta"os :ni"os logo estar-o pagan"o bem mais pelo ser(iço "a "$(i"a com o resto "o m!n"o "o &!e estar# entran"o no pa$s+ Essa e1traç-o "e ri&!e*a "os Esta"os :ni"os n-o (ai ser bem-aceita no plano interno+ As perp t!as ele(ações "o cons!mismo . assim. como os Esta"os :ni"os "ominam o FMI.inancia"o por "$(i"a. seg!n"o a teoria neoliberal=.!n"amento "a pa* social no pa$s "es"e 5CKH.em alg!ns casos com rel!t)ncia= a contin!ar a apoiar a economia norte-americana com cr "itos s!.icas n-o só no plano interno. mas n-o imposs$(el.a*3lo+ Io"emos nos enga/ar com a pletora "e mo(imentos "e oposiç-o &!e /# e1istem e b!scar "estilar "e se! ati(ismo e por meio "ele a ess3ncia "e !m programa "e oposiç-o "e base ampla+ O! po"emos recorrer a e1ames teóricos e pr#ticos "e nossa at!al con"iç-o .como "e(em. a!tori"a"e e se"!ç-o retóricaO &!em tem a l$ng!a mais macia o! a con(ersa mais atraente tem o po"er0.$cios (ai .ato.como t3m "e se ele(ar n!m "a"o momento=. Con"iç-o pós-mo"erna.im "e resta!rar. Argentina em GEE5+ Mas as conse&23ncias seriam catastró.reram !ma gra(e re"!ç-o . temos (i(i"o to"a !ma geraç-o "e so.ic!l"a"es em se a. se as ta1as "e /!ro "os Esta"os :ni"os se ele(arem .l!1os "e capital pri(a"o &!e entram nos Esta"os :ni"os so.inir lin'as mais a"e&!a"as "e aç-o+ Mo(imentos sociais &!e nao &!estionam o mo"o "e pro"!ç-o capitalista.inanceiras norte-americanas e1traem "o e1terior+ Esse balanço "e bene.i&!em "a noite para o "ia ig!ais . se sim. merece ser repeti"a+ ] preciso acabar com as lorotas.istica"as estrat gias implementa"as pela classe "e elite a . apro. &!e os Esta"os :ni"os . o trib!to &!e corporações e operações . e. se n-o s!peram. "e 69otar".icas sobre as &!ais l!tam. mas precisamos antes "ar in$cio a !m processo pol$tico capa* "e nos le(ar a !m ponto em &!e possamos i"enti. s-o os "irigentes "os bancos centrais "o m!n"o 7 partic!larmente "o Nap-o e "a C'ina 7 &!e se tornam ca"a (e* mais propriet#rios "a America Inc+ A retira"a "o apoio aos Esta"os :ni"os por eles seria "e(asta"ora para s!as próprias economias.a* . progressistas "e to"as as ten"3ncias .ortemente negati(o &!anto mais os Esta"os :ni"os tomarem rec!rsos.ora e ela est# nos alcançan"o com rapi"e*+ Alternati(as 4i* Har(e9: H# !ma ten"3ncia a encarar a &!est-o "as alternati(as como se ela implicasse necessariamente apresentar alg!ma proposta para a socie"a"e .e1ceto para comprar ati(os relati(amente baratos. para &!em 0n-o po"e 'a(er "i. e. encontram "i.!t!ra o! !m esboço "o perc!rso a seg!ir a . &!e t3m si"o o . o &!e parece impro(#(el+ A gran"e &!est-o : os merca"os globais (-o impor a "isciplina . e o pa$s 'o/e o . . mel'orar o!. ter-o "e parar+ A cr$tica &!e Terr9 Eagleton . como e com &!e conse&23nciasX ] impens#(el.astar "o local e "o partic!lar para enten"er a macropolitica "a (er"a"eira ess3ncia passa"a e at!al "a ac!m!laç-o por espoliaç-o neoliberal em s!a relaç-o com a resta!raç-o "o po"er "e classe+ To"a a 'istória "o liberalismo emb!ti"o e "a s!bse&2ente (ira"a para o neoliberalisrno in"ica o papel essencial "esempen'a"o pela l!ta "e classes se/a em ameaçar o! resta!rar o po"er "a classe "e elite+ Embora ten'a 'a(i"o !m e.ocan"o apenas as &!estões especi. possibili"a"es reais+ H# "!as maneiras "e .orma "e (er as coisas+ 4a mesma maneira.ica* escamoteamento. os .icientes para s!stentar se!s '#bitos "issol!tos+ Cont!"o. os mo(imentos "e oposiç-o n-o po"em s!por &!e "escobertas anal$ticas se/am irrele(antes para s!a ca!sa+ Trata-se "e iniciar !m "i#logo entre a&!eles &!e seg!em !m camin'o e a&!eles &!e seg!em o o!tro e.global= + Mas. constr!ir !m po"er "e classe a(assala"or+ A (ira"a !lterior para o neoconser(a"orismo il!stra at &!e ponto c'egam as elites econ%micas e as estrat gias &!e est-o prontas a empregar para manter o po"er+ E t!"o isso ocorre! "!rante " ca"as nas &!ais as instit!ições "a classe oper#ria esta(am em "ecl$nio e m!itos progressistas iam se con(encen"o ca"a (e* mais "e &!e 0classe0 era !ma categoria sem senti"o o! ao menos 'a(ia m!ito .

acilmente manip!la"o e corrompi"o+ Os arran/os instit!cionais b#sicos est-o gra(emente (icia"os+ Instit!ições "ota"as "e enorme po"er. na imprensa "ireitista . o Lall @treet No!rnal=.rica= corno internacionalmente. .e menos ain"a e1cl!si(o= "a trans.em bene. . ta1a "e l!cro in"i(i"!ais+ Irecisamos "e.ica"o e coerente . est-o .se &!e alg!m "ia o "e(esse= &!e 'a/a alg!ma concepç-o simples "e classe a &!e possamos recorrer como sen"o o agente primor"ial . ac!m!laç-o intermin#(el "o capital como processo "ominante &!e mol"a nossa (i"a en(ol(e a cr$tica aos "ireitos espec$.açam o leil-o "os interesses en"in'eira"os e e1cl!si(amente "estes+ Mec!perar as e1ig3ncias "e go(ernança "emocr#tica e "e /!stiça e ig!al"a"e econ%micas. se !ma coisa parece l!ta "e classes e age como g!erra "e classes. tanto mais se assentam as bases para a rec!peraç-o "e mo(imentos "e massa &!e "e.icções primor"iais "o neoliberalismo a i" ia "e &!e 0classe0 !ma categoria . cr$tica sem me"o "e retaliaç-o. a OMC e o Janco M!n"ial. associaç-o pol$tica e . garantin"o &!e o congresso "os Esta"os :ni"os .l!3ncia in"e(i"a "e gr!pos "e interesse sobre os processos legislati(os s-o m!ito bem il!stra"os pelos lobistas corporati(os e pela porta giratória &!e liga o Esta"o e as corporações.assim como as c)maras legislati(as pelo pa$s= . nem signi. M<ssia.ica "i*er &!e as instit!ições "emocr#ticas n-o ten'am problemas+ Temores teóricos neoliberais "a in.ato concreto "e !ma monopoli*aç-o. "e antem-o+ O crescente 'iato entre a retórica .como C'ina.icos &!e . propor "ireitos "istintos "os ti"os por sacrossantos pelo neoliberalismo tra* consigo a obrigaç-o "e especi. tra* !m gra(e problema pol$tico &!e /# n-o po"emos /ogar para "ebai1o "o tapete como algo 0transitório0 na /orna"a para !m m!n"o neoliberal aper.ica "e.ormaç-o 'istórica+ N-o '# !m campo prolet#rio "e .class Tar. o! mesmo "etermin#(el. nossa con"iç-o "e seres "a nossa esp cie+ Cont!"o. a !m ambiente (ital "ecente e sa!"#(el. pois n-o '# como c'amar . como o Janco Central norte-americano.en"am "eman"as pol$ticas ig!alit#rias e l!tem pela /!stiça econ%mica e social+ A cr$tica .!n"amente anti"emocr#tica "o neoliberalismo.inanceiro+ O espantoso a!mento "as "esig!al"a"es "e classe e regionais.ica"os em ca"a inst)ncia t3m "e ser rein(enta"os para cobrir con"ições e potenciali"a"es contempor)neas+ A "emocracia na Ar cia antiga tem po!co a (er com os signi. !ma centrali*aç-o e !ma internacionali*aç-o e1traor"in#rias "o po"er corporati(o e .en"i tamb m o controle "a pro"!ç-o pelos pro"!tores "iretos. $n"ia e s!l "a V. "i. temos "e l'e "ar sem receio o nome &!e a "esigna+ A massa "a pop!laç-o tem o! &!e se resignar . para nem mencionar !m sistema eleitoral . ao controle coleti(o "e rec!rsos poss!$"os em com!m. proprie"a"e pri(a"a e .amaç-o "e to"as as . tanto no interior "e Esta"os . o "ireito .ica"os . a resta!raç-o "o po"er "a classe altaW=+ A primeira liç-o &!e temos a apren"er por conseg!inte &!e. pol$ticas e c!lt!rais n-o s!gerir !m retorno a alg!ma poca "e o!ro+ Os signi. . a representaç-o pol$tica est# comprometi"a e corrompi"a pelo po"er "o "in'eiro.por e1emplo. en&!anto ONAs tamb m po"em operar sem participaç-o "emocr#tica o! s!per(is-o se/am o! n-o bem-intenciona"as s!as ações+ Isso n-o signi. tra/etória 'istórica e geogr#.eiçoa"o+ Y!anto mais se recon'ece o neoliberalismo como !ma retórica !tópica .parecem ter se ren"i"o ao pensamento neoliberal.isto .icar !m processo social alternati(o a &!e esses "ireitos alternati(os possam ser inerentes+ O principal . pro"!ç-o "o espaço. .$cio "e to"os= e a concreti*aç-o . bem como "ireitos inerentes .oco "a l!ta pol$tica tem com certe*a "e ser a nat!re*a pro.are = est# 'o/e restrita.!n"amentam o neoliberalismo 7 o "ireito .ora "e &!al&!er controle "emocr#tico+ No plano internacional.antasia !tópica mar1iana para o &!al possamos nos transportar+ In"icar a necessi"a"e e a ine(itabili"a"e "a l!ta "e classes n-o e&!i(ale a "i*er &!e a maneira como a classe se constit!i se/a "etermina"a.erença. responsabili"a"e e m!ito menos in.iccional &!e só e1iste na imaginaç-o "e socialistas e criptocom!nistas+ Nos Esta"os :ni"os em partic!lar.icio "e !ma "imin!ta classe "irigente= agora "emasia"o (is$(el+ A i" ia "e &!e o merca"o l!gar "e competiç-o e "e /ogo limpo nega"a ca"a (e* mais pelo . "i.racassa"a &!e mascara !m pro/eto bem-s!ce"i"o "e resta!raç-o "o po"er "a classe "ominante.inir "ireitos alternati(os: o "ireito a oport!ni"a"es "e (i"a. a e1press-o 0g!erra "e classes0 .ini"a pelo po"er a(assala"or e ca"a (e* maior "a classe alta o! reagir a ela em termos "e classe+ Elaborar a &!est-o nesses termos n-o c!lti(ar a nostalgia "e alg!ma poca "e o!ro per"i"a em &!e alg!ma categoria . a in(iolabili"a"e e a integri"a"e "o corpo '!mano.icit "e "emocracia em pa$ses nominalmente 0"emocr#ticos0 como os Esta"os :ni"os 'o/e imenso+ Ali.ormas "e critica &!e ameacem atingir as bases "e !m propósito nacional s!postamente !ni.l!enciar "emocraticamente instit!ições como o FMI. 0boa0 go(ernançaO "e.em bene. entre Esta"os.iccional como 0o proletaria"o0 esta(a em aç-o.ica necessariamente . a sit!aç-o ain"a pior. "a"o &!e !ma "as . apoia"a pelo a!toritarismo "os neoconser(a"ores+ O " .

pro/etar no m!n"o a i" ia "e &!e os (alores neoliberais norte-americanos "e liber"a"e s-o !ni(ersais e s!premos. V. "a Argentina. Estocolmo e 6agos+ Mas o &!e '# "e espantoso no caso &!e por to"o o globo.com &!e temos "e in(estir essa e1press-o 'o/e em circ!nst)ncias t-o "i(ersas como @-o Ia!lo. concreti*aç-o "a ig!al"a"e social associa"a . 6ee"s. ao Ir-.rica "o @!l. tem-se "e constr!ir !ma aliança para rec!perar o controle pop!lar "o aparato "e Esta"o e .!n"amento "o &!e a e(isceraç-o "e pr#ticas e (alores "emocr#ticos sob o garrote "o po"er "o merca"o+ H# !ma perspecti(a m!it$ssimo mais nobre "a liber"a"e a ser con&!ista"a "o &!e a&!ela &!e o neoliberalismo prega+ H# !m sistema m!it$ssimo mais (alioso "e go(ernança a ser constr!$"o "o &!e a&!ele &!e o neoconser(a"orismo permite+ . "a C'ina. /!stiça econ%mica. $n"ia e ao Egito. Manila. Noanesb!rgo. @-o Francisco.a*er assim a(ançar antes o apro. .ormas &!e e1primam alg!ma (ers-o "os (alores "emocr#ticos+ Os l$"eres "os Esta"os :ni"os conseg!iram. e "e &!e se "e(e morrer por esses (alores+ O m!n"o tem con"ições "e re/eitar esse gesto imperialista e pro/etar na p#tria "o capitalismo neoliberal e neoconser(a"or !m con/!nto "e (alores completamente "istinto: os (alores "e !ma "emocracia aberta "e"ica"a . com consi"er#(el apoio p<blico "om stico. '# gr!pos e mo(imentos sociais agin"o na rei(in"icaç-o "e re. "o Jrasil. Fangai. tanto nas nações l!ta"oras "o 6este E!rope! como nas p#trias "o capitalismo contempor)neo 7 em to"os esses l!gares. "e TaiTan e "a Cor ia . pol$tica e c!lt!ral+ Os arg!mentos "e Moose(elt s-o !m bom ponto "e parti"a+ No interior "os Esta"os :ni"os.

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