CURSO ON-LINE - D. CONST.

MPU – ANALISTA PROCESSUAL
PROFESSORES: VÍTOR CRUZ E RODRIGO DUARTE
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Prof. Vítor Cruz www.pontodosconcursos.com.br
Aula 0 - Princípios fundamentais:
Olá Pessoal, tudo certo?! Daremos hoje início ao nosso curso...
Animados?!
Antes, de efetivamente começarmos, gostaria de dizer ue ! um
"razer enorme estarmos aui "ara ministrar mais este curso "elo
Ponto.
# realmente uma honra "oder ajudar nos seus estudos e contri$uir
"ara a a"rovaç%o ue certamente virá em $reve "ara muitos de
voc&s.
Para uem ainda n%o me conhece' eu sou o Prof. (ítor )ruz, desde
*++, estou tra$alhando aui no Ponto, ensinando -e ! claro, tam$!m
a"rendendo muito. a disci"lina mais legal dos concursos "/$licos' o
Direito )onstitucional.
Atualmente tra$alho como Analista 0udiciário no 12345O. 6ou e74
Oficial da 8arinha do 9rasil, graduado em )i&ncias :avais "ela 3scola
:aval e P;s4graduado em Direito )onstitucional. 6ou tam$!m criador
do site Nota 11 – Democratizando o ensino de qualidade.
3ntre meus tra$alhos editoriais, eu sou autor do livro "Constituição
Federal Anotada para Concursos (2a Edição)" "u$licado "ela
3ditora <erreira e dos livros "Vou ter que estudar Direito
Constitucional! E Agora?" e "Questões Comentadas de Direito
Constitucional - FGV", am$os "ela 3ditora 8!todo.
6ou tam$!m coordenador, juntamente com o Prof. =eandro )adenas,
da coleç%o >++> uest?es comentadas da 3ditora 8!todo, onde
tam$!m "artici"o sendo autor das seguintes o$ras'
-1001 Questões Comentadas de Direito Constitucional - ESAF;
-1001 Questões Comentadas de Direito Constitucional - CESPE
- 2a Edição;
-1001 Questões Comentadas de Direito Constitucional - FCC;
-1001 Questões Comentadas de Direito Tributário - ESAF- 2a
Edição (este em parceria com Francisco Valente).
)ontamos agora com a "reciosa ajuda do "rofessor 2odrigo Duarte,
ue ! nosso colega de 12345O, $acharel em Direito "ela @niversidade
<ederal da 9ahia e ";s4graduado em Direito )onstitucional.
3ste será um curso de 1eoria e 37ercícios, todos comentados, com
foco na $anca )36P3 "ara o cargo de Analista Processual do
Ministério Público da União. 3ventualmente, "oderemos usar
algumas uest?es de outras $ancas e7aminadoras "ara fins de
"reencher alguma lacuna no estudo.
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:ossa filosofia ! sem"re "re"arar nossos alunos alcançarem a nota
>+, "ara isso, im"erioso contarmos com sua dedicaç%o e
com"romisso. Por mais difícil ue A "rimeira vista "ossa "arecer, n%o
"odemos nos contentar em estudar "ara a nota B, nota C...lem$re4
se, a concorr&ncia ! grande! 8as n%o ! "or isso ue seu estudo será
um martírio, "elo contrário, vamos nos em"enhar ao má7imo "ara
ue nosso curso lhe conduza aos >++D de acertos em Direito
)onstitucional da forma mais agradável "ossível. Pre"arados "ara
iniciarmos o /ltimo "asso "ara a a"rovaç%o? 3nt%o vamos lá!
:ossa "rogramaç%o será a seguinte'
Analista Processual -Erea Processual.
Aula 04 )onstituiç%o' "rincí"ios fundamentais.
Aula 14 Da a"lica$ilidade e inter"retaç%o das normas constitucionaisF
vig&ncia e eficácia das normas constitucionais.
Aula 24 )ontrole de constitucionalidade' sistemas difuso e
concentradoF aç%o direta de inconstitucionalidadeF aç%o declarat;ria
de constitucionalidade e arguiç%o de descum"rimento de
"receito fundamental.
Aula 34 1eoria 5eral dos Direitos <undamentais, Dos direitos e
garantias fundamentais' dos direitos e deveres individuais e )oletivos
-"arte>.F
Aula 44 Dos direitos e garantias fundamentais' dos direitos e deveres
individuais e
)oletivos -"arte>.F
Aula 54 Dos direitos sociaisF dos direitos de nacionalidadeF dos
direitos "olíticos.
Aula 64 Da organizaç%o "olítico4administrativa' das com"et&ncias da
@ni%o, 3stados e 8unicí"ios.
Aula 74 Da Administraç%o P/$lica' dis"osiç?es geraisF dos servidores
"/$licos.
Aula 84. Do Poder =egislativoF
Aula 94 Do "rocesso legislativoF
Aula 10 4Da fiscalizaç%o contá$il, financeira e orçamentária. Do
Poder 37ecutivo' das atri$uiç?es e res"onsa$ilidades do "residente
da re"/$lica
Aula 114 Do Poder 0udiciário' dis"osiç?es geraisF do 6u"remo
1ri$unal <ederalF do )onselho :acional de 0ustiçaF do 6u"erior
1ri$unal de 0ustiçaF dos 1ri$unais 2egionais <ederais e dos 0uízes
<ederaisF dos 1ri$unais e 0uízes do 1ra$alhoF dos 1ri$unais e 0uízes
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3leitoraisF dos 1ri$unais e 0uízes 8ilitaresF dos 1ri$unais e 0uízes dos
3stados.
Aula 124 Das funç?es essenciais A 0ustiça' do 8inist!rio P/$licoF da
Advocacia P/$licaF da Advocacia e da Defensoria P/$licas.
Módulo Extra 4 6igilo $ancário e fiscal -=) >+GH*++>..
Prontos "ara começarmos?? 3nt%o vamos nessa!

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS:
Primeiro, vamos entender um "ouco melhor o ue seriam esses
IPrincí"ios <undamentaisI'
• Conceito: 6%o os "rincí"ios $ásicos da estruturaç%o e organizaç%o
do 3stado e do seu Poder Político.
• Na Constituição: (%o do art. >J ao KJ.
• Sinônimos: Princí"ios "olítico4constitucionais -"ois organizam o
3stado, os ue decorrem deles s%o os jurídico4constitucionais., 4
tudo ue for relacionado ao termo I"olíticoI estará dando id!ia de
Iorganizaç%oI4 s%o tam$!m chamados de normas4síntese, normas4
matriz -"ois sintetizam e servem de origem "ara diversos
desdo$ramentos ao longo da )onstituiç%o..
• Princípios Fundamentais X Princípios Gerais do Direito: :%o
se "ode confundir os "rincí"ios fundamentais com os "rincí"ios
gerais do direito constitucional. 3nuanto aueles est%o "ositivados
na )onstituiç%o, estes formam um estudo te;rico, s%o a"licáveis a
vários ordenamentos.

1. (CESPE/Analista de Infraestrutura – MP/2012) Os
"rincí"ios fundamentais da )onstituiç%o <ederal de >,CC -)<.
designam as características mais essenciais do 3stado $rasileiro.
Comentários:
37atamente isto, s%o os "rincí"ios fundamentais ue Lmostram a
caraM do "aís, sua identidade, seus valores.
5a$arito' )orreto.

A co$rança dos "rincí"ios fundamentais "ode se dar de duas formas'
literalidade ou cobrança de doutrina/jurisprudência.
Cobrança de literalidade:
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1odas as $ancas co$ram a literalidade dos art. >N ao KJ da
)onstituiç%o e n%o raramente tentam confundir o candidato com os
nomes ue ali a"arecem.
Assim, existem 4 coisa que devem estar completamente
decoradas:

-POR FAVOR!!! Esqueça seu telefone, seu endereço, mas não
esqueça da literalidade destes artigos.
FUNDAMENTOS (art. 1º):
(So-Ci-Di-Val-Plu)
so$eraniaF
cidadaniaF
dignidade da "essoa humanaF
valores sociais do tra$alho e da
livre iniciativaF
"luralismo "olítico.
OBJETIVOS FUNDAMENTAIS
(art. 3º):

)onstruir uma sociedade livre, justa
e SOLIDÁRIAF
5arantir o desenvolvimento
nacionalF
ERRADICAR a "o$reza e a
marginalizaç%o e REDUZIR as
desigualdades sociais e regionaisF e
Promover o $em de todos, sem
"reconceitos de origem, raça, se7o,
cor, idade e uaisuer outras
formas de discriminaç%o.
PRINCÍPIOS QUE REGEM AS
RELAÇÕES INTER-
NACIONAIS (art. 4º):
(in-pre-auto-não-igual-
defe-so-re-co-co)
inde"end&ncia nacionalF
"reval&ncia dos direitos humanosF
autodeterminaç%o dos "ovosF
n%o intervenç%oF
igualdade entre os 3stadosF
defesa da "azF
soluç%o "acífica dos conflitosF
re"/dio ao terrorismo e ao racismoF
coo"eraç%o entre os "ovos "ara o
"rogresso da humanidadeF
concess%o de asilo "olítico.

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OBJETIVO DO BRASIL NO
PLANO
INTERNACIONAL(art. 4º,
§único):

9uscar a integraç%o política,
econômica, social e cultural
entre os "ovos da A832O)A
=A1O:A, visando formar uma
comunidade =A1O:O4A832O)A:A
de naç?es.

:%o esueçam tam$!m a literalidade do ca"ut do art. >J e seu
"arágrafo /nico e do art. *J'
Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada
pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e
do Distrito Federal, constitui-se em Estado
Democrático de Direito (...).
Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que
o exerce por meio de representantes eleitos ou
diretamente, nos termos desta Constituição.
Art. 2º São Poderes da União, independentes e
harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o
Judiciário.
8ais tarde, veremos os desdo$ramentos dessas coisas, oP? Agora,
trate de ficar re"etindo isso tudo "ara voc& mesmo, at! decorar cada
"alavrinha.
Para te ajudar nessa tarefa árdua, vamos ver uest?es ue dei7ar%o
essa decore$a mais agradável.

2. (CESPE/ Analista- TRT-10/ 2013) A dignidade da "essoa
humana e o "luralismo "olítico s%o "rincí"ios fundamentais da
2e"/$lica <ederativa do 9rasil.
Comentários:
CORRETO. <alou em IfundamentosI ou L"rincí"ios fundamentaisM
temos ue nos lem$rar do famoso Lso4ci4di4val4"luM, )onforme
"revisto no art. Art. >J A 2e"/$lica <ederativa do 9rasil, formada "ela
uni%o indissol/vel dos 3stados e 8unicí"ios e do Distrito <ederal,
constitui4se em 3stado Democrático de Direito e tem como
fundamentos' O 4 a so$eraniaF OO 4 a cidadania III - a dignidade
da pessoa humanaF O( 4 os valores sociais do tra$alho e da livre
iniciativaF V - o pluralismo político.
5a$arito' )orreto.

3. (CESPE/ Analista - Câmara dos Deputados /2012) Os
"rincí"ios ue regem o 9rasil nas suas relaç?es internacionais
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incluem a coo"eraç%o entre os "ovos "ara o "rogresso da
humanidade e a concess%o de asilo "olítico.
Comentários:
O item traz a redaç%o dos incisos OQ e Q do Art. KJ da )onstituiç%o,
veja' Art. KJ4 A 2e"/$lica <ederativa do 9rasil rege4se nas suas
relaç?es internacionais "elos seguintes "rincí"ios' -.... OQ 4
coo"eraç%o entre os "ovos "ara o "rogresso da humanidadeF Q 4
concess%o de asilo "olítico.
5a$arito' )orreto.
4. (CESPE/Assistente – CNPq/2011) A"esar de a )<
esta$elecer ue todo o "oder emana do "ovo, n%o há "revis%o, no
te7to constitucional, de seu e7ercício diretamente "elo "ovo, mas "or
meio de re"resentantes eleitos "ara tal finalidade.
Comentários:
3stá dis"osto no "arágrafo /nico do art. >J' 1odo o "oder emana do
"ovo, ue o exerce por meio de representantes eleitos ou
diretamente, nos termos da )onstituiç%o. 3ste ! o conceito de
democracia mista, ue ! endossado "elo art. >K da )onstituiç%o' A
so$erania "o"ular será e7ercida "elo sufrágio universal e "elo voto
direto e secreto, com valor igual "ara todos, e, nos termos da lei,
mediante' "le$iscitoF referendoF e iniciativa "o"ular -ue s%o os R
instrumentos de e7ercício direto do "oder..
5a$arito' 3rrado.

5. (CESPE/Assistente – CNPq/2011) A inde"end&ncia
nacional, a igualdade entre os estados e a dignidade da "essoa
humana s%o alguns dos fundamentos da 2e"/$lica <ederativa do
9rasil.
Comentários:
<undamentos s%o a"enas aueles do art. >J da )onstituiç%o. O
famoso L6o4)i4Di4(al4PluM. Ou seja, temos a Dignidade da Pessoa
Sumana, mas n%o temos a Ligualdade entre os estadosM ue, em$ora
seja um "rincí"io fundamental, n%o ! um LfundamentoM, mas sim um
L"rincí"io ue rege o 9rasil nas relaç?es internacionaisM.
5a$arito' 3rrado

6. (CESPE/AJ- Análise de Sistemas - STM/2011) :o Tm$ito
das relaç?es internacionais, a 2e"/$lica <ederativa do 9rasil adotou
e7"ressamente como "rincí"io o re"/dio ao terrorismo e ao racismo.
Comentários:
<oi e7"ressamente "revisto no art. KJ, (OOO.
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5a$arito' )orreto.

7. (CESPE/AJ- Análise de Sistemas - STM/2011) Os
fundamentos da 2e"/$lica <ederativa do 9rasil incluem o "luralismo
"olítico e a cidadania.
Comentários:
3les est%o e7"ressamente "revistos no art. >J, OO e (.
5a$arito' )orreto.

8. (CESPE/TRT-17ª/2009) A 2e"/$lica <ederativa do 9rasil !
formada "ela uni%o indissol/vel dos estados, dos municí"ios, do
Distrito <ederal e dos territ;rios.
Comentários:
:%o se "ode incluir os territ;rios, a"enas os estados, municí"ios e D<
-)<, art. >J..
5a$arito' 3rrado.

9. (CESPE/TRT-17ª/2009) De acordo com a )onstituiç%o
<ederal de >,CC -)<., todo o "oder emana do "ovo, ue o e7erce
e7clusivamente "or meio de re"resentantes eleitos diretamente.
Comentários:
3stá dis"osto no "arágrafo /nico do art. >J' 1odo o "oder emana do
"ovo, ue o exerce por meio de representantes eleitos "ou"
diretamente, nos termos da )onstituiç%o, traduzindo a chamada
democracia mista ou semi4direta.
5a$arito' 3rrado.

10. (CESPE/Técnico Administrativo - ANEEL/2010) Os valores
sociais do tra$alho e da livre iniciativa, a construç%o de uma
sociedade livre justa e solidária e a garantia do desenvolvimento
nacional constituem fundamentos da 2e"/$lica <ederativa do 9rasil.
Comentários:
<alou em IfundamentosI deve falar a"enas dos ue est%o no art.>J.
Ali no art. >J, no famoso so4ci4di4val4"lu, encontramos os valores
sociais do tra$alho e da livre iniciativa, "or!m n%o se "ode encontrar
a construç%o de uma sociedade livre justa e solidária e a garantia do
desenvolvimento nacional, já ue estes s%o o$jetivos fundamentais e
n%o fundamentos.
5a$arito' 3rrado.

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11. (CESPE/Agente Administrativo - AGU/2010) 3ntre os
"rincí"ios fundamentais do 3stado $rasileiro, incluem4se a dignidade
da "essoa humana, a construç%o de uma sociedade livre, justa e
solidária e a concess%o de asilo "olítico. Al!m disso, a 2e"/$lica
<ederativa do 9rasil $uscará a integraç%o econUmica, "olítica, social e
cultural dos "ovos da Am!rica =atina, visando A formaç%o de uma
comunidade latino4americana de naç?es.
Comentários:
Agora a uest%o n%o fala em fundamentos, o$jetivos ou "rincí"ios de
"lano internacional. A uest%o se limita a dizer I"rincí"ios
fundamentaisI, ent%o, vale tudo ue esteja do art. >J ao KJ.
(ejamos'
1- a dignidade da pessoa humana
OP! # um fundamento do art. >J.
2- a construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
OP. # um o$jetivo fundamental do art. RJ.
3- a concessão de asilo político.
OP. # um "rincí"io das relaç?es internacionais.
4- a República Federativa do Brasil buscará a integração
econômica, política, social e cultural dos povos da América
Latina, visando à formação de uma comunidade latino-
americana de nações.
Perfeito, ! o o$jetivo no "lano internacional do art. KJ ". /nico.
5a$arito' )orreto.

12. (CESPE/TRT-17ª/2009) )onstitui "rincí"io ue rege a
2e"/$lica <ederativa do 9rasil em suas relaç?es internacionais a
concess%o de asilo "olítico, vedada a e7tradiç%o.
Comentários:
:%o ! vedada a e7tradiç%o, em$ora a concess%o de asilo "olítico
realmente seja um "rincí"io ue rege a 2e"/$lica <ederativa do 9rasil
em suas relaç?es internacionais.
5a$arito' 3rrado

13. (CESPE/ABIN/2008) )onstitui o$jetivo fundamental da
2e"/$lica <ederativa do 9rasil a "romoç%o do $em de todos, sem
"reconceitos de origem, raça, se7o, cor, idade ou uaisuer outras
formas de discriminaç%o. Dessa forma, contraria a )< a e7ig&ncia,
contida em editais de concursos "/$licos, sem o devido am"aro legal,
de limite de idade mínima ou má7ima "ara inscriç%o.
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Comentários:
# uma meta encontrada no art. RJ, O( da )onstituiç%o <ederal.
5a$arito' )orreto.

14. (CESPE/Assessor- TCE- RN/2009) De acordo com a )<, s%o
fundamentos da 2e"/$lica <ederativa do 9rasil a so$erania, a
dignidade da "essoa humana e a "romoç%o do $em de todos, sem
"reconceitos de origem, raça, se7o, cor, idade e uaisuer outras
formas de discriminaç%o.
Comentários:
Os fundamentos est%o no art. >J, e a "romoç%o do $em de todos,
sem "reconceitos de origem, raça, se7o, cor, idade e uaisuer
outras formas de discriminaç%o, está no art. RJ, como sendo um
o$jetivo fundamental.
5a$arito' 3rrado.

15. (CESPE/Assessor- TCE- RN/2009) 3ntre os o$jetivos da
2e"/$lica <ederativa do 9rasil, destaca4se a valorizaç%o social do
tra$alho e da livre iniciativa, "ois, "or meio do tra$alho, o homem
garante sua su$sist&ncia e o conseuente crescimento do "aís.
Comentários:
A uest%o faz um floreio s; "ra confundir o candidato... isso ! muito
comum!!!
Ahhh, se houver uma valorizaç%o social do tra$alho e da livre
iniciativa o homem garante sua su$sist&ncia e o conseuentemente o
crescimento do "aís.
1udo $a$oseira... O ue im"orta ! ue a valorizaç%o social do
tra$alho e da livre iniciativa ! um <@:DA83:1O -6o4)i4Di4VAL4P=@.,
e n%o um o$jetivo.
5a$arito' 3rrado.

16. (CESPE/Assessor- TCE- RN/2009) )onstituem "rincí"ios
ue regem a 2e"/$lica <ederativa do 9rasil em suas relaç?es
internacionais, entre outros, a "reval&ncia dos direitos humanos, da
garantia do desenvolvimento nacional e da autodeterminaç%o dos
"ovos.
Comentários:
2ealmente a "reval&ncia dos direitos humanos e da
autodeterminaç%o dos "ovos est%o no art. KJ, elencados como
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"rincí"ios das relaç?es internacionais. Por!m, a garantia do
desenvolvimento nacional ! um o$jetivo fundamental do art. RJ
5a$arito' 3rrado.

Cobrança Doutrinária e Jurisprudencial:
Agora vamos ir um "ouco mais fundo nesse $uraco. V
0á falamos ue os "rincí"ios fundamentais s%o as normas4síntese, ou
seja, auele "ontinho de onde deriva uase tudo ue está "or vir no
ordenamento jurídico.
Omagine voc& o uanto de coisa im"lícita n%o está "resente nestes K
artigos? # muita coisa... mas, vamos devagarzinho ue tudo será
resolvido, n%o ! nenhuma loucura n%o!
Primeiro, vamos analisar o ue diz o art. >J da )<'
A República Federativa do Brasil, formada pela união
indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito
Federal, constitui-se em Estado Democrático de
Direito (...).
(eja ue ela traz "alavras ue nos remetem A I2e"/$licaI,
I<ederaç%oI, IDemocraciaI...

Então, temos os seguintes institutos da organização do
Estado:

Forma de Governo: 2e"/$lica
Forma de Estado: <ederaç%o
Regime de Governo ou
Político:
Democracia -mista ou semi4
direta.
Sistema de Governo: Presidencialismo -art. CK da )<.


Pulo do Gato:
A forma está no nome I2e"/$lica <ederativaI ou seja, forma de
governo W 2e"/$lica H forma de 3stado W <ederaç%o.

3 o ue uer dizer uma I<orma de governoI, uma I<orma de 3stadoI
ou um I6istema de governoI???

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(amos lá'








9asicamente s%o as repúblicas -todos e7ercem o "oder. e as
monarquias -s; um e7erce o "oder..

Características da Monarquia:
1- Vitaliciedade - O governante terá o governo em suas m%os "or
toda a sua vida. :%o há tem"orariedade.
2- Hereditariedade - :%o há eletividade. O governo ! "assado de
"ai "ara filho, como herança.

Características da República:
A coisa ! do "ovo. 3m$ora, o "ovo escolha re"resentantes "ara a
gest%o de Isua coisaI, estes re"resentantes n%o se a"oderam da
coisa "/$lica. Assim, ! essencial ue tenhamos em uma re"/$lica'
1- Temporariedade dos mandatos: Pois assim, nenhum
re"resentante tomará "ara si a feiç%o do "oder, "ermanecendo
ilimitadamente no cargo. Saverá uma rotatividade dos cargos
"/$licos "ara ue diversas "essoas, com "luralidade de o"ini?es e
id!ias "ossam re"resentar a sociedade.
2- Eletividade dos cargos políticos: Os cargos "olíticos s; ser%o
legítimos se "rovidos "or eleiç?es, de acordo com a vontade do "ovo.
3 - Transparência na gestão pública, através de prestação de
contas, levando a uma responsabilidade dos governantes: Os
re"resentantes n%o "odem se a"oderar do "atrimUnio ue ! de todos,
nem geri4los como $em entenderem. Devem "romover uma gest%o
ue esteja alinhada com a finalidade do $em comum.
4- Separação das funções do Poder Político entre diferentes
agentes.

a) Forma de Governo
É maneira como se dá a instituição
do poder na sociedade e como se
dá a relação entre governantes e
governados. Quem deve exercer o
poder e como este se exerce.
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A divis%o entre 8onaruia e 2e"/$lica ! oriunda do "ensamento de
8auiavel.
8auiavel??? 1á de $rincadeira "rofessor???
# isso mesmo, vários amigos nossos lá das antiguidades e7"useram
"ensamentos so$re a forma de governo. O "ensamento deles era da
seguinte forma'

17. (CESPE/Analista-TJ-RJ/2008) A 2e"/$lica ! uma forma de
3stado.
Comentários:
Doutrinariamente, classifica4se como Iforma de governoI.
5a$arito' 3rrado.

18. (CESPE/SECONT-ES/2009) O termo 3stado re"u$licano
refere4se n%o a"enas a organizaç?es institucionais, mas a um
com"romisso social com a coisa "/$lica, no e7ercício da tolerTncia,
no res"eito A identidade do homem, dentro do "risma individual
-"luralismo. e cultural.
Comentários:
A re"/$lica ! a forma de governo em ue os atos devem manifestar a
vontade geral, já ue o 3stado se manifesta em um $em comum, um
com"romisso social.
5a$arito' )orreto.



O 9rasil adota como forma de 3stado a federaç%o, ou seja, o modo de
distri$uiç%o geográfica do "oder "olítico se dá com a formaç%o de
entidades autUnomas -vide art. >C.. 3ssa autonomia se manifesta
atrav!s de tr&s ou uatro facetas -de"endendo do doutrinador.'
Autogoverno:
ca"acidade de os entes
escolherem seus governantes
sem interfer&ncia de outros
entesF
Auto-organização:
ca"acidade de instituírem suas
"r;"rias constituiç?es -no caso
dos estados. ou leis orgTnicas
-no caso dos municí"ios e do
D<.F
b) Forma de Estado
O modo de exerccio do poder
poltico em !unção do territ"rio
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Autolegislação:
ca"acidade de ela$orarem suas
"r;"rias leis atrav!s de um
"rocesso legislativo "r;"rio,
em$ora devam seguir as
diretrizes do "rocesso em Tm$ito
federalF
Autoadministração:
ca"acidade de se administrarem
de forma inde"endente, tomando
suas "r;"rias decis?es e7ecutivas
e legislativas.

Obsera!"es:
1- Para alguns doutrinadores n%o haveria a se"araç%o entre auto4
organizaç%o e autolegislaç%o.
2- 3stamos falando de autonomia, n%o de so$erania. A so$erania,
ue a )onstituiç%o adota em seu art. >J, O, como um fundamento da
2e"/$lica <ederativa do 9rasil -definida como o "oder su"remo ue o
3stado $rasileiro "ossui nos limites do seu territ;rio, n%o se su4
jeitando a nenhum outro "oder de igual ou su"erior magnitude e
tornando4se um "aís inde"endente de ualuer outro no Tm$ito
internacional. irá se manifestar a"enas na "essoa da 2e"/$lica
<ederativa do 9rasil, entendida como a uni%o de todos os entes
internos, re"resentando todo o "ovo $rasileiro, "ovo este ue ! o
verdadeiro titular da so$erania.
3- :em mesmo o ente federativo I@ni%oI "ossui so$erania, a @ni%o
"ossui a"enas autonomia tal como os 3stados, Distrito <ederal e
8unicí"ios. A 2e"/$lica <ederativa do 9rasil ! /nica so$erana e ue
se manifesta internacionalmente como "essoa jurídica de direito
internacional.

Estados simples X Estados complexos:

@m 3stado "ode se desenhar territorialmente com o reconhecimento
ou n%o de autonomias regionais. Xuando houver re"artiç?es regionais
dotadas de autonomia, estaremos diante de um 3stado com"le7o ou
com"osto. Xuando n%o houver autonomias regionais com "oder de se
auto4organizarem, estaremos diante de um estado sim"les ou
unitário.
Os estados com"le7os s%o $asicamente as federaç?es e as
confederaç?es -em$ora e7istam outros ti"os menos comuns como a
@ni%o real ou @ni%o Pessoal..

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Estados simples centralizados, desconcentrados e
descentralizados:
Os estados, ainda ue sejam sim"les, "odem ser divididos em'
o Centralizados ou puros – ! auele 3stado onde todo o
Poder 37ecutivo, =egislativo e 0udiciário encontra4se centralizado
em uma /nica esfera, e n%o há ualuer delegaç%o de funç?es
ou atri$uiç?es As autoridades regionais.
o Desconcentrados Y 3m$ora seja formado tam$!m "or
uma /nica esfera de Poder, centralizada, e7iste a "resença de
autoridades locais, ue e7ercem "oderes em nome do governo
central, facilitando a resoluç%o de conflitos e a"ro7imando o
"oder central da "o"ulaç%o.
o Descentralizados – 37iste uma maior autonomia das
regi?es ue ser%o inclusive dotadas de "ersonalidade jurídica,
n%o havendo, no entanto, a autonomia "ara legislar.

Federação x Confederação: 3m uma federaç%o temos um 3stado
fracionado em unidades autUnomas. :as confederaç?es as unidades
n%o s%o sim"lesmente autUnomas, elas s%o so$eranas. Assim, a
federaç%o ! uma uni%o indissol/vel, ou seja, os entes n%o t&m o
direito de secess%o. 0á nas confederaç?es, os 3stados "odem se
se"arar do $loco.

Características da nossa federação:

>. Indissolubilidade: Pelo fato de os entes n%o "ossuírem o
direito de secess%o.
*. Cláusula Pétrea Expressa: A )onstituiç%o e7"ressamente
"rotegeu a forma federativa de estado como uma cláusula "!trea
-)<, art. Z+[KJ., im"edindo assim ue uma emenda constitucional
"ossa vir a dissolver a federaç%o ou ofender o "acto federativo
-autonomia dos entes federados.F
R. Federação por segregação, ou movimento centrífugo:
diferentemente do 3@A, onde haviam vários 3stados ue se
IagregaramI -movimento centrí"eto. "ara formar o "aís, no 9rasil
tinha4se a"enas um 3stado ue se desmem$rou em outros.
K. Federalismo de 3º grau: at! a "romulgaç%o da
)onstituiç%o 9rasileira de >,CC, os 8unicí"ios n%o "ossuíam
autonomia, tínhamos, ent%o, um federalismo de *J grau, formado
a"enas "elas esferas federal e estadual. A";s a "romulgaç%o da
)onstituiç%o vigente, o "aís "assou a ter um federalismo de RJ grau,
reconhecendo os 8unicí"ios como autUnomos e, assim, adotando
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uma es"!cie $em "eculiar de federaç%o. O964 Alguns autores,
em$ora usem o mesmo motivo e7"osto, classificam o federalismo
$rasileiro como L*J grauM e n%o LRJ grauM.
G. Federalismo cooperativo: e7iste uma re"artiç%o de
com"et&ncias de forma ue cada ente federativo irá contri$uir "ara a
finalidade do 3stado, havendo a "revis%o de com"et&ncias ue s%o
comuns a todos, al!m de cola$oraç?es t!cnicas e financeiras "ara a
"restaç%o de alguns serviços "/$licos, e re"artiç%o das receitas
tri$utárias.
Z. Federalismo assimétrico: n%o e7iste uma homogeneidade
entre os entes federativos, há uma clara dis"aridade entre os
diversos estados da federaç%o, criando diversas "eculiaridades
regionais.

19. (CESPE/MPS/2010) O 3stado federado nos moldes do
$rasileiro ! caracterizado "elo modelo de descentralizaç%o "olítica, a
"artir da re"artiç%o constitucional de com"et&ncias entre entidades
federadas autUnomas ue o integram, em um vínculo indissol/vel,
formando uma unidade.
Comentários:
O 3stado federal $rasileiro realmente "ossui uma descentralizaç%o
"olítica o ue forma K es"!cies de entidades -@ni%o, 3stados,
8unicí"ios e D<. todas autUnomas. )ada um delas tem a sua
com"et&ncia constitucionalmente atri$uída e se re/nem "ara criar um
vínculo ue n%o "ode ser dissolvido, como ! tí"ico das federaç?es.
5a$arito' )orreto.

20. (CESPE/Analista-SERPRO/2008) A federaç%o ! uma forma
de governo na ual há uma nítida se"araç%o de com"et&ncias entre
as esferas estaduais, dotadas de autonomia, e o "oder "/$lico
central, denominado @ni%o.
Comentários:
6egundo a doutrina, trata4se de forma de 3stado e n%o forma de
governo.
5a$arito' 3rrado.

21. (CESPE/Promotor-MPE-RN/2009) A federaç%o ! o sistema
de governo cujo o$jetivo ! manter reunidas autonomias regionais.
Comentários:
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1rata4se do conceito de Iforma de estadoI e n%o de Isistema de
governoI. 6istema de governo ! I"residencialismoI ou
I"arlamentarismoI.
5a$arito' 3rrado.

22. (CESPE/MMA/2009) O modelo de federalismo $rasileiro ! do
ti"o segregador.
Comentários:
3m "aíses como os 3stados @nidos tivemos o ue se chama de
federalismo de agregaç%o, ou seja, os entes, antes fracionados, se
uniram "ara formar um /nico "aís. 0á no 9rasil foi o contrário, tinha4
se somente um /nico ente ue se descentralizou formando outros,
daí ser chamado de federalismo "or segregaç%o.
5a$arito' )orreto.

23. (CESPE/Promotor-MPE-RN/2009) O federalismo $rasileiro,
uanto A sua origem, ! um federalismo "or agregaç%o.
Comentários:
)omo vimos, diferentemente dos 3@A, onde vários estados se
agregaram e formaram um "aís, no 9rasil, foi um s; territ;rio ue foi
desmem$rado. Assim, o federalismo $rasileiro ! "or segregaç%o.
5a$arito' 3rrado.

24. (CESPE/PGE-AL/2008) Doutrinariamente, entende4se ue a
formaç%o da <ederaç%o $rasileira se deu "or meio de movimento
centrí"eto -"or agregaç%o., ou seja, os estados so$eranos cederam
"arcela de sua so$erania "ara a formaç%o de um "oder central. Osso
e7"lica o grande "le7o de com"et&ncias conferidas aos estados4
mem$ros $rasileiros "ela )< se com"arados A "euena "arcela de
com"et&ncias da @ni%o.
Comentários:
)omo vimos, no 9rasil, temos uma federaç%o "or segregaç%o, ou
movimento centr#fugo. Diferentemente do 3@A, onde haviam vários
3stados ue se IagregaramI -movimento centrí"eto. "ara formar o
"aís, no 9rasil tinha4se a"enas um 3stado ue se desmem$rou em
outros.
5a$arito' 3rrado.

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25. (CESPE/Promotor-MPE-RN/2009) @ma das características
comuns A federaç%o e A confederaç%o ! o fato de am$as serem
indissol/veis.
Comentários:
Diferentemente do ue ocorre nas federaç?es, nas confederaç?es, os
3stados se agregam "ara aumentar a sua força "olítica internacional,
mas n%o a$dicam de sua so$erania, "odendo se se"arar do $loco no
momento em ue julgarem necessário.
5a$arito' 3rrado.

26. (CESPE/ABIN/2008) O direito de secess%o somente "ode
ocorrer "or meio de emenda A )<, discutida e votada em cada )asa
do )ongresso :acional, em dois turnos, sendo ela considerada
a"rovada se o$tiver, em am$os, tr&s uintos dos votos dos
res"ectivos mem$ros.
Comentários:
# "roi$ido o direito de secess%o, já ue a )onstituiç%o esta$elece no
art. >J ue a 2e"/$lica <ederativa do 9rasil ! uma uni%o indissol/vel.
5a$arito' 3rrado.

27. (CESPE/PGE-AL/2008) A descentralizaç%o "olítica, a"esar de
ocorrer em alguns "aíses ue adotam a forma federativa de 3stado,
n%o ! uma característica marcante do federalismo.
Comentários:
3sta descentralizaç%o do "oder "olítico ! o traço "rinci"al da
federaç%o, ue ! a forma de 3stado onde e7istem autonomias
regionais.
5a$arito' 3rrado.

28. (CESPE/PGE-AL/2008) Xuando da constituiç%o de um 3stado
na forma federativa, os entes ue "assam a com"or o 3stado <ederal
-estados4mem$ros. "erdem sua so$erania e autonomia. 3sses
elementos "assam a ser característicos a"enas do todo, ou seja, do
3stado <ederal.
Comentários:
3les "erdem a so$erania -"oder su"remo so$re seu territ;rio., mas
se mant!m autUnomos -inde"end&ncia administrativa, legislativa e
governamental em relaç%o aos outros..
5a$arito' 3rrado.
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29. (CESPE/PGE-AL/2008) Alguns dos elementos ue asseguram
a so$erania dos estados4mem$ros no federalismo s%o a "ossi$ilidade
de auto4organizaç%o "or meio da ela$oraç%o de constituiç?es
estaduais e a e7ist&ncia de cTmara re"resentativa dos estados4
mem$ros.
Comentários:
Os estados mem$ros n%o s%o so$eranos, s%o autUnomos. 3sta
autonomia se manifesta atrav!s uatro facetas'
1- Autogoverno: ca"acidade de os entes escolherem seus
governantes sem interfer&ncia de outros entesF
2- Auto-organização: ca"acidade de instituírem suas "r;"rias
constituiç?es -no caso dos estados. ou leis orgTnicas -no caso dos
municí"ios e do Distrito <ederal.F
3- Autolegislação: ca"acidade de ela$orarem suas "r;"rias leis
atrav!s de um "rocesso legislativo "r;"rio, em$ora devam seguir as
diretrizes do "rocesso em Tm$ito federal.
4- Autoadministração: ca"acidade de se administrarem de forma
inde"endente, tomando suas "r;"rias decis?es e7ecutivas e
legislativas.
(OBS.: Para alguns doutrinadores teríamos a"enas tr&s facetas, com
a autolegislaç%o sendo inclusa no "oder de auto4organizaç%o..
5a$arito' 3rrado.

30. (CESPE/PGE-AL/2008) As constituiç?es dos estados
organizados so$ a forma federativa "ossuem, em regra, instrumentos
"ara coi$ir movimentos se"aratistas. :o 9rasil, a )< "rev& a
"ossi$ilidade de se autorizar a intervenç%o da @ni%o nos estados "ara
manter a integridade nacional e considera a forma federativa de
3stado uma cláusula "!trea.
Comentários:
Por este motivo, a doutrina classifica a intervenç%o federal como um
Ielemento de esta$ilizaç%o constitucionalI. A forma federativa ! uma
cláusula "!trea, "ois o art. Z+ [KJ esta$elece ue ela n%o "ode ser
a$olida "or emendas A )onstituiç%o.
5a$arito' )orreto.





c) Regime Político
#em conceito pac!ico na doutrina.
Dizemos que $ a !orma pela qual se
dá a %reg&ncia% das decis'es
polticas do (stado.

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A democracia mista ou semi-direta foi eleita como o regime
"olítico $rasileiro -vide "reTm$ulo e art. >J., assim, uem !
res"onsável "or reger a "olítica $rasileira ! o "ovo, o detentor do
"oder, ue direciona as aç?es do governo de duas formas'
>4 Diretamente, atrav!s do uso do plebiscito, referendo e da
iniciativa popular, ou
*4 Ondiretamente, atrav!s dos re"resentantes eleitos "elo "r;"rio
"ovo.
31. (CESPE/Oficial de Inteligência- ABIN/2010) A so$erania
"o"ular ! e7ercida, em regra, "or meio da democracia
re"resentativa. A )onstituiç%o <ederal $rasileira consagra, tam$!m, a
democracia "artici"ativa ao "rever instrumentos de "artici"aç%o
intensa e efetiva do cidad%o nas decis?es governamentais.
Comentários:
A so$erania "o"ular no 9rasil ! e7ercida "ela democracia mista ou
semi4direta, ou seja, em regra temos a re"resentaç%o -governantes
legitimamente eleitos "elo "ovo "ara tomarem as decis?es "olíticas.,
"or!m, essa democracia re"resentativa se funde com instrumentos
da democracia direta como o referendo, o "le$iscito e a iniciativa
"o"ular, onde o "ovo "oderá diretamente tomar decis?es de ordem
"olítica.
5a$arito' )orreto.








37istem $asicamente dois sistemas de governo' o presidencialismo
e o parlamentarismo.
:o Presidencialismo, o Poder 37ecutivo tem uma grande
inde"end&ncia em relaç%o ao =egislativo. :o "arlamentarismo ocorre
uma maior de"end&ncia entre estes "oderes já ue eles atuam em
cola$oraç%o.

d) Sistema de
Goerno
modo atrav$s do qual se relacionam
os "rgãos dos )oderes do (stado
*especialmente (xecutivo e
+egislativo,.

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Chefe de Estado
# o mem$ro do Poder 37ecutivo
ue e7erce o "a"el de
re"resentante do 3stado,
"rinci"almente no Tm$ito
e7terno, mas tam$!m como
re"resentante moral "erante o
"ovo, no Tm$ito interno.
Chefe de Governo
# o mem$ro do Poder 37ecutivo
res"onsável "or chefiar o
governo, ou seja, a direç%o das
"olíticas "/$licas em Tm$ito
interno.
:o "residencialismo, temos a unicidade da chefia. O Presidente tem
em suas m%os tanto a chefia de 3stado uanto a chefia de governo.
:o "arlamentarismo, temos uma dualidade de chefia. 37iste uma
"essoa como o chefe de 3stado e outra como chefe de governo.

32. (CESPE/SEJUS-ES/2009) A )< adota o "residencialismo
como forma de 3stado, já ue reconhece a junç%o das funç?es de
chefe de 3stado e chefe de governo na figura do "residente da
2e"/$lica.
Comentários:
A forma de 3stado ! a federaç%o. o Presidencialismo seria o sistema
de governo $rasileiro.
5a$arito' 3rrado.

Estado Democrático de Direito:
O 3stado democrático de direito ! a fase atual da evoluç%o dos
3stados.
Primeiramente, com a 2evoluç%o <rancesa instala4se o ue
chamamos de I3stado de DireitoI ou I3stado =i$eral de DireitoI. O
3stado ! de direito "ois se su$mete aos comandos da lei.
O 3stado =i$eral de Direito era um 3stado IindividualistaI, ou seja,
"reocu"ava4se com as li$erdades individuais. O conceito de li$erdade
e igualdade, neste ti"o de 3stado, "or!m, era detur"ado, "ois o
indivíduo era visto como um ser a$strato, IidealI, ignoravam4se as
dis"aridades reais e diferenças econUmicas, sociais e culturais entre
eles. Desta forma, o 3stado =i$eral de Direito cometeu diversas
injustiças "ois "reocu"ava4se a"enas com a formalidade das
li$erdades, as declaraç?es eram generalistas e a$stratas.
6urge ent%o um 3stado 6ocial de Direito, ou 3stado 8aterial de
Direito. Agora, "reocu"a4se n%o somente com a formalidade das
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li$erdades, mas tam$!m em dotar os indivíduos de reais condiç?es
"ara e7erc&4las e realizar uma justiça social. 3ste 3stado tentava
com"ati$ilizar o sistema ca"italista com o 3stado do $em4estar social
--el!are #tate..
Acontece ue tanto o 3stado =i$eral de Direito uanto o 3stado 6ocial
de Direito nem sem"re eram caracterizados com um I3stado
DemocráticoI, ou seja, auele 3stado fundado na 6o$erania Po"ular e
ue teria o "ovo como regente dos rumos do "aís. Onclusive, o 3stado
6ocial de Direito rece$ia críticas de ue se estaria usando a "olítica
do $em4estar social "ara enco$rir uma e7"loraç%o ca"italista ainda
mais cruel.
Assim temos o surgimento do 3stado Democrático de Direito.
O 3stado de Direito se funda no "rincí"io $asilar da IlegalidadeI. O
3stado Democrático de Direto continua a ter a IlegalidadeI como
$ase, mas esta legalidade n%o serve a"enas "ara limitar o "oder do
3stado, mas serve de instrumento de transformaç%o da sociedade
devendo estar a"oiada na soberania popular, no pluralismo de
idéias, no respeito aos direitos fundamentais e na realização
da justiça social (democracia social, econômica, cultural e
política).
0. Afonso da 6ilva, ent%o, nos ensina ue o termo I3stado
Democrático de DireitoI ! mais ue a mera junç%o formal do I3stado
de DireitoI com I3stado DemocráticoI. Podemos inferir ue estamos
diante de um 3stado "autado na justiça social, e cujas leis refletem a
finalidade de alcançar o $em comum.
De acordo com o referido autor, teríamos os seguintes $princ#pios$
do 3stado Democrático de Direito e a sua tarefa fundamental'
a) Princípio da Constitucionalidade 4 A )onstituiç%o rígida ! a
norma su"erior e legitimada "ela vontade "o"ular, devendo ser
res"eitada.
b) Princípio democrático 4 A democracia deve ser re"resentativa e
"artici"ativa -democracia mista., al!m de "luralista com res"eito
as minorias.
c) Sistema de direitos fundamentais.
d) Princípio da Justiça Social.
e) Princípio da igualdade 4 ue deve ser a $usca "ela igualdade
material -tratar de forma desigual os desiguais na medida de suas
desigualdades. e n%o a"enas uma igualdade formal.
f) Princípio da divisão dos poderes.
g) Princípio da legalidade
h) Princípio da Segurança Jurídica.
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Tarefa fundamental = 6u"erar as desigualdades sociais e
regionais e instaurar um regime democrático ue realize a justiça
social.


Ale7andre de 8oraes ainda adverte ue n%o se consegue conceituar
um verdadeiro 3stado democrático de direito sem a e7ist&ncia de um
Poder 0udiciário autUnomo e inde"endente, "ara ue e7erça sua
funç%o de guardi%o das leis e garantidor da ordem na estrutura
governamental re"u$licana.

=em$rem4se ainda ue a )onstituiç%o adotou e7"ressamente como os
fundamentos do 3stado Democrático de Direito no ual se constitui
a 2e"/$lica <ederativa do 9rasil'
a soberania;
a cidadania;
a dignidade da pessoa humana;
os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
o pluralismo político.

33. (CESPE/Analista Judiciário - TJRJ/2008) A e7"ress%o
I3stado Democrático de DireitoI, contida no art. >.J da )<,
re"resenta a necessidade de se "rovidenciar mecanismos de
a"uraç%o e de efetivaç%o da vontade do "ovo nas decis?es "olíticas
fundamentais do 3stado, conciliando uma democracia re"resentativa,
"luralista e livre, com uma democracia "artici"ativa efetiva.
Comentários:
37atamente...
5a$arito' )orreto.

34. (CESPE/Delegado - PF/1997) :o 3stado democrático de
direito, a lei tem n%o s; o "a"el de limitar a aç%o estatal como
tam$!m a funç%o de transformaç%o da sociedade
Comentários:
37atamente, ! a su"eraç%o do conceito de legalidade do 3stado de
Direito. :o 3stado Democrático de Direto continuamos a ter a
IlegalidadeI como $ase, mas esta legalidade n%o serve a"enas "ara
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limitar o "oder do 3stado, mas serve de instrumento de
transformaç%o da sociedade.
5a$arito' )orreto.

Tripartição funcional do poder:
./0 art. 12. #ão )oderes da 3nião0 independentes e
4arm5nicos entre si0 o +egislativo0 o (xecutivo e o
6udiciário.
>4 3sta ! uma cláusula "!trea, n%o "ode ser a$olida -ou reduzida. de
nossa )onstituiç%o.
*4 3ste artigo mostra ue ao mesmo tem"o em ue os Poderes s%o
inde"endentes, s%o tam$!m harmUnicos entre si, o ue forma o
chamado Lsistema de freios e contra"esosM -c4ec7 and 8alances.,
onde um Poder vai sem"re atuar de forma a im"edir o e7ercício
ar$itrário na atuaç%o do outro.
37em"los de Ifreios e contra"esosI s%o vários na )onstituiç%o' o
"oder de veto e7ercido "elo Presidente aos "rojetos de lei, a
necessidade de a"rovaç%o do 6enado "ara ue o Presidente "ossa
nomear certas autoridades -elencadas "ela )onstituiç%o., o
controle ue o 0udiciário e7erce so$re atos "/$licos ue violem os
dis"ositivos da )onstituiç%o ou das leis, entre outros.
R4 Decorrente do sistema de freios e contra"esos, tem-se tam$!m a
formaç%o, em cada Poder, das funç?es tí"icas e atí"icas. As tí"icas
seriam auelas "recí"uas de cada umF as atí"icas seriam as funç?es
ue seriam "recí"uas de outro Poder.

Poder Função típica Função Atípica
Executivo Administrar 0ulgar e =egislar
Legislativo
=egislar e fiscalizar atrav!s do
controle e7terno
0ulgar e
Administrar
Judiciário 0ulgar
=egislar e
Administrar

3m$ora a )onstituiç%o tenha elencado R Poderes do 3stado, seguindo
a famosa teoria da Ise"araç%o dos "oderesI de 8ontesuieu,
atualmente o uso do termo Ise"araç%o dos "oderesI ou Idivis%o dos
"oderesI ! alvo de críticas. O Poder do 3stado "ara a doutrina
majoritária ! a"enas um -unicidade do "oder "olítico., e assim como
a sua so$erania, ! indelegável -o interesse do "ovo n%o "ode ser
usur"ado. e im"rescritível -n%o se aca$a com o tem"o.. Desta forma,
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o ue se se"ara ou se divide n%o ! o Poder do 3stado -Poder Político.
e sim as funç?es deste Poder, daí termos a a"licaç%o da e7"ress%o
Itri"artiç%o funcional do PoderI -ou Idistinç%o das funç?es do "oderI..
O Poder a ue nos referimos, ! o Poder Político, ue continua uno,
"or!m, e7ercido atrav!s das funç?es e7ecutiva, legislativa e
judiciária. =em$rando ue o titular deste Poder ! o "ovo, e os
agentes ao e7ercerem cada uma destas funç?es devem agir em nome
do "ovo. # o"ortuno ue relem$remos agora as características do
Poder Político'
Unicidade 4 3le ! a"enas um, indivisível. Om"ede4se, assim, ue
haja conflitos ou fracionamentos criando interesses diversos
dauele ue ! o real interesse do "ovo.
Titularidade do Povo 4 I1odo o "oder emana do "ovoI 4 O "ovo
! o titular da so$erania e s%o os seus interesses ue ir%o
"revalecer.
Imprescritibilidade 4 3ste "oder ! "ermanente, n%o se aca$a
com o tem"o.
Indelegabilidade 4 O "ovo n%o "ode a$rir m%o de seu "oder.
3m$ora haja re"resentantes, estes sem"re agem em nome do seu
"ovo.

Peculiaridades das funções do Poder no sistema atual:
3m$ora a )onstituiç%o <ederal tenha adotado o "oder "olítico com
suas funç?es distri$uídas "or Ltr&s PoderesM, a realidade se mostra
mais com"le7a. A e7ist&ncia no 9rasil do 8inist!rio P/$lico e dos
1ri$unais de )ontas, "or si, já ! suficiente "ara relativizar esta
tri"artiç%o. 3m$ora, n%o seja um consenso, nem nos "arece viável, a
e7ist&ncia de um Luarto "oderM
>
, achamos correto, ao menos,
aceitar a e7ist&ncia de uma Luarta funç%o do "oder "olíticoM, assim,
tais ;rg%os -8P e 1ri$unal de )ontas. "oderiam estar enuadrados
em uma chamada Lfunç%o fiscalizat;riaM
*
.
A funç%o legislativa, "oderia ainda estar dividida em es"!cies'
legislativa constitucional, legislativa ordinária e a normativa
infralegal.
:a funç%o e7ecutiva, "oderíamos ainda distinguir
R
a Lfunç%o
administrativa "ro"iramente ditaM ue ! $asicamente a gest%o da

>
1ese ue n%o ! majoritariamente aceita.
*
)omo tam$!m entende 0os! =uiz Xuadros 8agalh%es, em 8A5A=S\36, 0os! =uiz
Xuadros de% 9 teoria da separação de poderes. 0us :avigandi, 1eresina, ano ,, n.
KC,, C nov. *++K. Dis"onível em' ]htt"'HHjus.uol.com.$rHrevistaHte7toHGC,Z^.
Acesso em' >> a$r. *+>>.
R
)omo tam$!m faz 0os! Afonso da 6ilva Y )urso de Direito )onstitucional Positivo.
RRN 3d., "g. ZKG.
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máuina "/$lica, da Lfunç%o de governoM ue seria a funç%o "olítica,
e7ercendo o direcionamento das "olíticas "/$licas e funç?es co4
legislativas -sanç%o, "romulgaç%o e "u$licaç%o das leis..

&urisprud'ncia:
_ 6egundo o 61<, os mecanismos de freios e contra"esos
est%o "revistos na )onstituiç%o <ederal, sendo vedado A
)onstituiç%o 3stadual inovar criando novas hi";teses de
interfer&ncias de um "oder em outro -ADO R+KZ..
_ 1am$!m se configura inconstitucional novas e7ig&ncias de
a"rovaç?es, como, "or e7em"lo, a n%o o$servTncia do "razo
de >G dias Y art. CR, )< Y "ara a necessidade de licença "ela
Assem$leia =egislativa "ara ue o 5overnador ou (ice venha
se ausentar do "aís -ADO BRC..
_ Ofende o "rincí"io da inde"end&ncia e harmonia entre os
"oderes, sendo assim, inconstitucional a norma ue
su$ordina conv&nios, acordos, contratos e atos de
6ecretários de 3stado A a"rovaç%o da Assem$leia =egislativa
-ADO ZBZ..

35. (CESPE/ Analista de Infraestrutura - MP/2012) O
"rincí"io da se"araç%o dos Poderes adotado no 9rasil "ode ser
caracterizado como rígido, uma vez ue todos os Poderes da
2e"/$lica e7ercem a"enas funç?es tí"icas.
Comentários:
:%o há tal classificaç%o no 9rasil, sa$emos ue os tr&s Poderes al!m
de suas funç?es tí"icas tam$!m "ossuem funç?es atí"icas, em
decorr&ncia da inde"end&ncia harmUnica ue e7iste entre eles, o ue
forma o chamado Lsistema de freios e contra"esosM -checP and
$alances., em ue um Poder vai sem"re atuar de forma a im"edir o
e7ercício ar$itrário na atuaç%o do outro.
5a$arito' 3rrado.

36. (CESPE/PGE-AL/2008) O "oder so$erano ! uno e indivisível
e emana do "ovo. A se"araç%o dos "oderes determina a"enas a
divis%o de tarefas estatais, de atividades entre distintos ;rg%os
autUnomos. 3ssa divis%o, contudo, n%o ! estanue, "ois há ;rg%os de
determinado "oder ue e7ecutam atividades tí"icas de outro.
Comentários:
(amos analisar a uest%o'
O poder soberano é uno e indivisível e emana do povo.
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Perfeito!
A separação dos poderes determina apenas a divisão de
tarefas estatais, de atividades entre distintos órgãos
autônomos.
Perfeito! A se"araç%o ! a"enas funcional.
Essa divisão, contudo, não é estanque, pois há órgãos de
determinado poder que executam atividades típicas de outro.
Perfeito novamente.
5a$arito' )orreto.

37. (CESPE/PGE-AL/2008) Para a moderna doutrina
constitucional, cada um dos "oderes constituídos e7erce uma funç%o
tí"ica e e7clusiva, afastando o e7ercício "or um "oder de funç%o
tí"ica de outro.
Comentários:
)omo vimos, os ;rg%os sejam eles do =egislativo, 37ecutivo ou
0udiciário, fazem "arte de um Poder ue nos termos do art. *J da
)onstituiç%o ! inde"endente, mas, ue tam$!m ! harmUnico com os
demais, isto im"lica o e7ercício de funç?es atí"icas, como a
"ossi$ilidade de o 37ecutivo legislar, ou do =egislativo julgar, o ue
im"ede ue se fale em e7clusividade do e7ercício da funç%o.
5a$arito' 3rrado.

38. (CESPE/PGE-AL/2008) A cada um dos "oderes foi conferida
uma "arcela da autoridade so$erana do 3stado. Para a conviv&ncia
harmUnica entre esses "oderes e7iste o mecanismo de controles
recí"rocos -c4ec7s and 8alances.. 3sse mecanismo, contudo, n%o
chega ao "onto de autorizar a instauraç%o de "rocesso administrativo
disci"linar "or ;rg%o re"resentante de um "oder "ara a"urar a
res"onsa$ilidade de ato "raticado "or agente "/$lico de outro "oder.
Comentários:
@m "oder sem"re atua controlando o e7ercício ar$itrário de outro.
Por!m, e7istem atos chamados Iinterna corporisI -ue dizem res"eito
a assuntos internos. nos uais ! vedada a intromiss%o de um outro
"oder.
5a$arito' )orreto.



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CLASSIFICAÇÃO DOUTRINÁRIA DOS PRINCÍPIOS
FUNDAMENTAIS:
O "rof. 0os! Afonso da 6ilva, citando a doutrina do "rof. )anotilho,
classifica os Princí"ios <undamentais como "odendo ser relativos'
(a) à existência, forma, estrutura e tipo de Estado - 6%o aueles
ue est%o no art. >J definindo a :ep;8lica /ederativa do <rasil
-3stado <ederal., com #o8erania, e sendo um (stado Democrático de
DireitoF
(b) à forma de governo e à organização dos Poderes – # a
definiç%o do 9rasil como uma :ep;8lica -art. >J. e seus poderes
sendo independentes e 4arm5nicos entre si -art. *J.F
(c) à organização da sociedade – 6%o os "rincí"ios do art. RJ O,
ue esta$elece a sociedade com uma organizaç%o livre, =usta e
solidáriaF
(d) ao regime político – Por sermos uma democracia, aui se
enuadram os "rincí"ios da cidadania, dignidade da pessoa 4umana,
pluralismo poltico e, conforme o art. >J "arágrafo /nico, os "rincí"ios
da so8erania popular, representação poltica e participação popular
diretaF
(e) à prestação positiva do Estado Y 3st%o no art. RJ, OO, OOO e (O
da )onstituiç%o, s%o aueles "rincí"ios ue direcionam o 3stado a
agir ativamente "ara serem alcançados' independ&ncia e
desenvolvimento nacional0 =ustiça social -erradicar a "o$reza e a
marginalizaç%o e reduzir as desigualdades sociais e regionais. e não
discriminação -"romover o $em de todos, sem "reconceitos de
origem, raça, se7o, cor, idade e uaisuer outras formas de
discriminaç%o.F e
(f) à comunidade internacional Y 6%o todos aueles ue est%o no
art. KJ da )onstituiç%o, orientando a "ostura do 9rasil em suas
relaç?es internacionais.

39. (FCC/Executivo Público – Casa Civil/2010) Os "rincí"ios da
inde"end&ncia e do desenvolvimento nacional, da justiça social e o de
n%o discriminaç%o, dizem res"eito aos "rincí"ios relativos A
a. organizaç%o da sociedade.
$. comunidade internacional.
c. "restaç%o "ositiva do 3stado.
d. forma de governo e organizaç%o dos "oderes.
e. e7ist&ncia, forma e estrutura do ti"o de 3stado.
Comentários:
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Primeiramente, gostaria de dizer ue em *++K, a <)) co$rou uma
uest%o OD`:1O)A a essa "ara o cargo de Analista do 121 ,N regi%o.
O$viamente n%o iremos tratar tam$!m de tal uest%o, "ois ela !
id&ntica.
O correto seria marcar a letra ), já ue o enunciado trou7e aueles
"rincí"ios contidos no art. RJ OO, OOO e (O da )onstituiç%o ue
direcionam o 3stado a agir ativamente "ara serem alcançados.
5a$arito' =etra ).

40. (CESGRANRIO/Advogado - Petrobrás/2008) De acordo
com a doutrina, os "rincí"ios constitucionais fundamentais
esta$elecidos no 1ítulo O da )onstituiç%o <ederal de >,CC "odem ser
discriminados em "rincí"ios relativos -i. A e7ist&ncia, forma e ti"o de
3stadoF -ii. A forma de governoF -iii. A organizaç%o dos PoderesF -iv.
A organizaç%o da sociedadeF -v. A vida "olíticaF -vi. ao regime
democráticoF -vii. A "restaç%o "ositiva do 3stado e -viii. A
comunidade internacional. Adotando essa classificaç%o, ! e7em"lo
tí"ico de "rincí"io fundamental relativo A forma de governo o
"rincí"io'
a. federalista.
$. re"u$licano.
c. de so$erania.
d. do "luralismo "olítico.
e. do 3stado Democrático de Direito.
Comentários:
A $anca traz no enunciado da uest%o uma "osiç%o doutrinária de
0os! Afonso da 6ilva, ele ue traz esses ti"os de divis?es. Para
ImatarI uma uest%o como essa n%o "recisa de tanto esforço,
$astava lem$rar dauele I"ulo do gatoI' falou em forma, lem$rou4se
de Ire"/$lica federativaI. 6e o 9rasil ! um 3stado <ederal, ! "orue
sua forma de 3stado ! a federaç%o. 6o$rou a forma de governo
re"u$licana.
5a$arito' =etra 9.

41. (CESPE/Analista Adm. - MPU/2010) A dignidade da "essoa
humana, um dos fundamentos da 2e"/$lica <ederativa do 9rasil,
a"resenta4se como direito de "roteç%o individual em relaç%o ao
3stado e aos demais indivíduos e como dever fundamental de
tratamento igualitário dos "r;"rios semelhantes.
Comentários:
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A dignidade da "essoa humana ! um "rincí"io fundamental.
classificado como um fundamento da 2e"/$lica <ederativa do 9rasil.
Por ser um "rincí"io fundamental, ela ! uma norma síntese ou matriz,
ou seja, uma "onto ue gera desdo$ramentos ao longo da
)onstituiç%o e da ordem jurídica. 1odos os "rincí"ios ue d%o
res"aldo a uma vida humana digna s%o decorrentes desta IsínteseI
ue ! feita "ela Idignidade da "essoa humanaI ue, ent%o, se
manifesta atrav!s de diversas facetas como a "roi$iç%o da tortura, de
tratamentos desumanos, inviola$ilidades da honra e imagem...
Para ue consigamos alcançar a Idignidade da "essoa humanaI !
necessário ue haja um res"eito do cidad%o "elo 3stado e "elos
demais cidad%os -eficácia vertical e eficácia horizontal das "roteç?es
individuais.. :%o "odemos tam$!m, vislum$rar discriminaç?es e
tratamentos desiguais entre semelhantes -"rincí"io da isonomia. "ois
isso afrontaria diretamente tal fundamento.
5a$arito' )orreto.
42. (CESPE/Analista Judiciário - TJRJ/2008) Acerca dos
"rincí"ios fundamentais da )<, julgue os itens a seguir.
O A 2e"/$lica ! uma forma de 3stado.
OO A federaç%o ! uma forma de governo.
OOO A 2e"/$lica <ederativa do 9rasil admite o direito de secess%o,
desde ue esta se faça "or meio de emenda A )<, com tr&s uintos,
no mínimo, de a"rovaç%o em cada casa do )ongresso :acional, em
dois turnos.
O( 6%o "oderes da @ni%o, dos estados e do D<, inde"endentes e
harmUnicos, o =egislativo, o 0udiciário e o 37ecutivo.
( A e7"ress%o I3stado Democrático de DireitoI, contida no art. >.J da
)<, re"resenta a necessidade de se "rovidenciar mecanismos de
a"uraç%o e de efetivaç%o da vontade do "ovo nas decis?es "olíticas
fundamentais do 3stado, conciliando uma democracia re"resentativa,
"luralista e livre, com uma democracia "artici"ativa efetiva.
A uantidade de itens certos ! igual a
a. >.
$. *.
c. R.
d. K.
e. G.
Comentários:
(amos agora comentar cada item'
O 4 3rrado. 2e"/$lica ! forma de 5O(32:O.
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OO - 3rrado. A federaç%o ! a forma como se desenha o 361ADO, seu
territ;rio.
OOO - 3rrado. :as federaç?es ! diferente do ue ocorre nas
confederaç?es. As federaç?es s%o indissol/veis, já ue os integrantes
s%o des"idos de so$erania. Assim, n%o há o ue se falar em Idireito
de secess%oI -direito de se se"arar. em federaç?es.
:ossa constituiç%o ! e7"ressa neste "onto, logo no ca"ut do art. >' 9
:ep;8lica /ederativa do <rasil0 (O)*+D+ P,-+ ./01O 0/D0SSO-
-2V,-...
O( 4 3rrado. 6egundo o art. *J da )onstituiç%o <ederal, o =egislativo,
o 37ecutivo e o 0udiciário s%o "oderes DA UNIÂO!
6alientamos ainda ue o D< n%o "ossui Poder 0udiciário "r;"rio, este
! mantido "ela @ni%o. A uest%o tinha a intenç%o, t%o somente, de
e7trair do candidato o conhecimento so$re a literalidade do art. *J.
( 4 )orreto. ! a /nica alternativa correta. )onforme vimos, o I3stado
democrático de direitoI, ! auele "autado na justiça, e cujas leis
refletem a finalidade de alcançar o $em comum. Assim, as decis?es
"olíticas devem refletir efetivamente a vontade do "ovo. A lei deve
refletir a justiça social.
5a$arito' =etra A.
Pronto pessoal!!! Por hoje é só...
Excelente estudo a todos.
Grande abraço.
V#tor Cru3 e )odrigo Duarte

LISTA DAS QUESTÕES DA AULA:
1. (CESPE/Analista de Infraestrutura – MP/2012) Os
"rincí"ios fundamentais da )onstituiç%o <ederal de >,CC -)<.
designam as características mais essenciais do 3stado $rasileiro.
2. (CESPE/ Analista- TRT-10/ 2013) A dignidade da "essoa
humana e o "luralismo "olítico s%o "rincí"ios fundamentais da
2e"/$lica <ederativa do 9rasil.
3. (CESPE/ Analista - Câmara dos Deputados /2012) Os
"rincí"ios ue regem o 9rasil nas suas relaç?es internacionais
incluem a coo"eraç%o entre os "ovos "ara o "rogresso da
humanidade e a concess%o de asilo "olítico.
4. (CESPE/Assistente – CNPq/2011) A"esar de a )<
esta$elecer ue todo o "oder emana do "ovo, n%o há "revis%o, no
te7to constitucional, de seu e7ercício diretamente "elo "ovo, mas "or
meio de re"resentantes eleitos "ara tal finalidade.
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5. (CESPE/Assistente – CNPq/2011) A inde"end&ncia
nacional, a igualdade entre os estados e a dignidade da "essoa
humana s%o alguns dos fundamentos da 2e"/$lica <ederativa do
9rasil.
6. (CESPE/AJ- Análise de Sistemas - STM/2011) :o Tm$ito
das relaç?es internacionais, a 2e"/$lica <ederativa do 9rasil adotou
e7"ressamente como "rincí"io o re"/dio ao terrorismo e ao racismo.
7. (CESPE/AJ- Análise de Sistemas - STM/2011) Os
fundamentos da 2e"/$lica <ederativa do 9rasil incluem o "luralismo
"olítico e a cidadania.
8. (CESPE/TRT-17ª/2009) A 2e"/$lica <ederativa do 9rasil !
formada "ela uni%o indissol/vel dos estados, dos municí"ios, do
Distrito <ederal e dos territ;rios.
9. (CESPE/TRT-17ª/2009) De acordo com a )onstituiç%o
<ederal de >,CC -)<., todo o "oder emana do "ovo, ue o e7erce
e7clusivamente "or meio de re"resentantes eleitos diretamente.
10. (CESPE/Técnico Administrativo - ANEEL/2010) Os valores
sociais do tra$alho e da livre iniciativa, a construç%o de uma
sociedade livre justa e solidária e a garantia do desenvolvimento
nacional constituem fundamentos da 2e"/$lica <ederativa do 9rasil.
11. (CESPE/Agente Administrativo - AGU/2010) 3ntre os
"rincí"ios fundamentais do 3stado $rasileiro, incluem4se a dignidade
da "essoa humana, a construç%o de uma sociedade livre, justa e
solidária e a concess%o de asilo "olítico. Al!m disso, a 2e"/$lica
<ederativa do 9rasil $uscará a integraç%o econUmica, "olítica, social e
cultural dos "ovos da Am!rica =atina, visando A formaç%o de uma
comunidade latino4americana de naç?es.
12. (CESPE/TRT-17ª/2009) )onstitui "rincí"io ue rege a
2e"/$lica <ederativa do 9rasil em suas relaç?es internacionais a
concess%o de asilo "olítico, vedada a e7tradiç%o.
13. (CESPE/ABIN/2008) )onstitui o$jetivo fundamental da
2e"/$lica <ederativa do 9rasil a "romoç%o do $em de todos, sem
"reconceitos de origem, raça, se7o, cor, idade ou uaisuer outras
formas de discriminaç%o. Dessa forma, contraria a )< a e7ig&ncia,
contida em editais de concursos "/$licos, sem o devido am"aro legal,
de limite de idade mínima ou má7ima "ara inscriç%o.
14. (CESPE/Assessor- TCE- RN/2009) De acordo com a )<, s%o
fundamentos da 2e"/$lica <ederativa do 9rasil a so$erania, a
dignidade da "essoa humana e a "romoç%o do $em de todos, sem
"reconceitos de origem, raça, se7o, cor, idade e uaisuer outras
formas de discriminaç%o.
15. (CESPE/Assessor- TCE- RN/2009) 3ntre os o$jetivos da
2e"/$lica <ederativa do 9rasil, destaca4se a valorizaç%o social do
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tra$alho e da livre iniciativa, "ois, "or meio do tra$alho, o homem
garante sua su$sist&ncia e o conseuente crescimento do "aís.
16. (CESPE/Assessor- TCE- RN/2009) )onstituem "rincí"ios
ue regem a 2e"/$lica <ederativa do 9rasil em suas relaç?es
internacionais, entre outros, a "reval&ncia dos direitos humanos, da
garantia do desenvolvimento nacional e da autodeterminaç%o dos
"ovos.
17. (CESPE/Analista-TJ-RJ/2008) A 2e"/$lica ! uma forma de
3stado.
18. (CESPE/SECONT-ES/2009) O termo 3stado re"u$licano
refere4se n%o a"enas a organizaç?es institucionais, mas a um
com"romisso social com a coisa "/$lica, no e7ercício da tolerTncia,
no res"eito A identidade do homem, dentro do "risma individual
-"luralismo. e cultural.
19. (CESPE/MPS/2010) O 3stado federado nos moldes do
$rasileiro ! caracterizado "elo modelo de descentralizaç%o "olítica, a
"artir da re"artiç%o constitucional de com"et&ncias entre entidades
federadas autUnomas ue o integram, em um vínculo indissol/vel,
formando uma unidade.
20. (CESPE/Analista-SERPRO/2008) A federaç%o ! uma forma
de governo na ual há uma nítida se"araç%o de com"et&ncias entre
as esferas estaduais, dotadas de autonomia, e o "oder "/$lico
central, denominado @ni%o.
21. (CESPE/Promotor-MPE-RN/2009) A federaç%o ! o sistema
de governo cujo o$jetivo ! manter reunidas autonomias regionais.
22. (CESPE/MMA/2009) O modelo de federalismo $rasileiro ! do
ti"o segregador.
23. (CESPE/Promotor-MPE-RN/2009) O federalismo $rasileiro,
uanto A sua origem, ! um federalismo "or agregaç%o.
24. (CESPE/PGE-AL/2008) Doutrinariamente, entende4se ue a
formaç%o da <ederaç%o $rasileira se deu "or meio de movimento
centrí"eto -"or agregaç%o., ou seja, os estados so$eranos cederam
"arcela de sua so$erania "ara a formaç%o de um "oder central. Osso
e7"lica o grande "le7o de com"et&ncias conferidas aos estados4
mem$ros $rasileiros "ela )< se com"arados A "euena "arcela de
com"et&ncias da @ni%o.
25. (CESPE/Promotor-MPE-RN/2009) @ma das características
comuns A federaç%o e A confederaç%o ! o fato de am$as serem
indissol/veis.
26. (CESPE/ABIN/2008) O direito de secess%o somente "ode
ocorrer "or meio de emenda A )<, discutida e votada em cada )asa
do )ongresso :acional, em dois turnos, sendo ela considerada
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a"rovada se o$tiver, em am$os, tr&s uintos dos votos dos
res"ectivos mem$ros.
27. (CESPE/PGE-AL/2008) A descentralizaç%o "olítica, a"esar de
ocorrer em alguns "aíses ue adotam a forma federativa de 3stado,
n%o ! uma característica marcante do federalismo.
28. (CESPE/PGE-AL/2008) Xuando da constituiç%o de um 3stado
na forma federativa, os entes ue "assam a com"or o 3stado <ederal
-estados4mem$ros. "erdem sua so$erania e autonomia. 3sses
elementos "assam a ser característicos a"enas do todo, ou seja, do
3stado <ederal.
29. (CESPE/PGE-AL/2008) Alguns dos elementos ue asseguram
a so$erania dos estados4mem$ros no federalismo s%o a "ossi$ilidade
de auto4organizaç%o "or meio da ela$oraç%o de constituiç?es
estaduais e a e7ist&ncia de cTmara re"resentativa dos estados4
mem$ros.
30. (CESPE/PGE-AL/2008) As constituiç?es dos estados
organizados so$ a forma federativa "ossuem, em regra, instrumentos
"ara coi$ir movimentos se"aratistas. :o 9rasil, a )< "rev& a
"ossi$ilidade de se autorizar a intervenç%o da @ni%o nos estados "ara
manter a integridade nacional e considera a forma federativa de
3stado uma cláusula "!trea.
31. (CESPE/Oficial de Inteligência- ABIN/2010) A so$erania
"o"ular ! e7ercida, em regra, "or meio da democracia
re"resentativa. A )onstituiç%o <ederal $rasileira consagra, tam$!m, a
democracia "artici"ativa ao "rever instrumentos de "artici"aç%o
intensa e efetiva do cidad%o nas decis?es governamentais.
32. (CESPE/SEJUS-ES/2009) A )< adota o "residencialismo
como forma de 3stado, já ue reconhece a junç%o das funç?es de
chefe de 3stado e chefe de governo na figura do "residente da
2e"/$lica.
33. (CESPE/Analista Judiciário - TJRJ/2008) A e7"ress%o
I3stado Democrático de DireitoI, contida no art. >.J da )<,
re"resenta a necessidade de se "rovidenciar mecanismos de
a"uraç%o e de efetivaç%o da vontade do "ovo nas decis?es "olíticas
fundamentais do 3stado, conciliando uma democracia re"resentativa,
"luralista e livre, com uma democracia "artici"ativa efetiva.
34. (CESPE/Delegado - PF/1997) :o 3stado democrático de
direito, a lei tem n%o s; o "a"el de limitar a aç%o estatal como
tam$!m a funç%o de transformaç%o da sociedade
35. (CESPE/ Analista de Infraestrutura - MP/2012) O
"rincí"io da se"araç%o dos Poderes adotado no 9rasil "ode ser
caracterizado como rígido, uma vez ue todos os Poderes da
2e"/$lica e7ercem a"enas funç?es tí"icas.
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36. (CESPE/PGE-AL/2008) O "oder so$erano ! uno e indivisível
e emana do "ovo. A se"araç%o dos "oderes determina a"enas a
divis%o de tarefas estatais, de atividades entre distintos ;rg%os
autUnomos. 3ssa divis%o, contudo, n%o ! estanue, "ois há ;rg%os de
determinado "oder ue e7ecutam atividades tí"icas de outro.
37. (CESPE/PGE-AL/2008) Para a moderna doutrina
constitucional, cada um dos "oderes constituídos e7erce uma funç%o
tí"ica e e7clusiva, afastando o e7ercício "or um "oder de funç%o
tí"ica de outro.
38. (CESPE/PGE-AL/2008) A cada um dos "oderes foi conferida
uma "arcela da autoridade so$erana do 3stado. Para a conviv&ncia
harmUnica entre esses "oderes e7iste o mecanismo de controles
recí"rocos -c4ec7s and 8alances.. 3sse mecanismo, contudo, n%o
chega ao "onto de autorizar a instauraç%o de "rocesso administrativo
disci"linar "or ;rg%o re"resentante de um "oder "ara a"urar a
res"onsa$ilidade de ato "raticado "or agente "/$lico de outro "oder.
39. (FCC/Executivo Público – Casa Civil/2010) Os "rincí"ios da
inde"end&ncia e do desenvolvimento nacional, da justiça social e o de
n%o discriminaç%o, dizem res"eito aos "rincí"ios relativos A
a. organizaç%o da sociedade.
$. comunidade internacional.
c. "restaç%o "ositiva do 3stado.
d. forma de governo e organizaç%o dos "oderes.
e. e7ist&ncia, forma e estrutura do ti"o de 3stado.
40. (CESGRANRIO/Advogado - Petrobrás/2008) De acordo
com a doutrina, os "rincí"ios constitucionais fundamentais
esta$elecidos no 1ítulo O da )onstituiç%o <ederal de >,CC "odem ser
discriminados em "rincí"ios relativos -i. A e7ist&ncia, forma e ti"o de
3stadoF -ii. A forma de governoF -iii. A organizaç%o dos PoderesF -iv.
A organizaç%o da sociedadeF -v. A vida "olíticaF -vi. ao regime
democráticoF -vii. A "restaç%o "ositiva do 3stado e -viii. A
comunidade internacional. Adotando essa classificaç%o, ! e7em"lo
tí"ico de "rincí"io fundamental relativo A forma de governo o
"rincí"io'
a. federalista.
$. re"u$licano.
c. de so$erania.
d. do "luralismo "olítico.
e. do 3stado Democrático de Direito.
41. (CESPE/Analista Adm. - MPU/2010) A dignidade da "essoa
humana, um dos fundamentos da 2e"/$lica <ederativa do 9rasil,
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a"resenta4se como direito de "roteç%o individual em relaç%o ao
3stado e aos demais indivíduos e como dever fundamental de
tratamento igualitário dos "r;"rios semelhantes.
42. (CESPE/Analista Judiciário - TJRJ/2008) Acerca dos
"rincí"ios fundamentais da )<, julgue os itens a seguir.
O A 2e"/$lica ! uma forma de 3stado.
OO A federaç%o ! uma forma de governo.
OOO A 2e"/$lica <ederativa do 9rasil admite o direito de secess%o,
desde ue esta se faça "or meio de emenda A )<, com tr&s uintos,
no mínimo, de a"rovaç%o em cada casa do )ongresso :acional, em
dois turnos.
O( 6%o "oderes da @ni%o, dos estados e do D<, inde"endentes e
harmUnicos, o =egislativo, o 0udiciário e o 37ecutivo.
( A e7"ress%o I3stado Democrático de DireitoI, contida no art. >.J da
)<, re"resenta a necessidade de se "rovidenciar mecanismos de
a"uraç%o e de efetivaç%o da vontade do "ovo nas decis?es "olíticas
fundamentais do 3stado, conciliando uma democracia re"resentativa,
"luralista e livre, com uma democracia "artici"ativa efetiva.
A uantidade de itens certos ! igual a
a. >.
$. *.
c. R.
d. K.
e. G.

GABARITO:
1 )orreto 12 3rrado 23 3rrado 34 )orreto
2 )orreto 13 )orreto 24 3rrado 35 3rrado
3 )orreto 14 3rrado 25 3rrado 36 )orreto
4 3rrado 15 3rrado 26 3rrado 37 3rrado
5 3rrado 16 3rrado 27 3rrado 38 )orreto
6 )orreto 17 3rrado 28 3rrado 39 )
7 )orreto 18 )orreto 29 3rrado 40 9
8 3rrado 19 )orreto 30 )orreto 41 )orreto
9 3rrado 20 3rrado 31 )orreto 42 A
10 3rrado 21 3rrado 32 3rrado
11 )orreto 22 )orreto 33 )orreto

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