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Palestrante: Edson Paulo Evangelista
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Palestrante:

Edson Paulo Evangelista

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Esclarecendo a área fiscal Quem é, e o que faz o setor fiscal? É um
Esclarecendo a área fiscal Quem é, e o que faz o setor fiscal? É um
Esclarecendo a área fiscal Quem é, e o que faz o setor fiscal? É um
Esclarecendo a área fiscal Quem é, e o que faz o setor fiscal? É um

Esclarecendo a área fiscal

Quem é, e o que faz o setor fiscal?

É um setor essencial e fundamental, que especifica os

requisitos e os recursos necessários para o desenvolvimento

de sistemas tributários e fiscais das empresas.

O setor fiscal deve estar atento a todas as alterações

ocorridas no seu ambiente de trabalho para que possa conscientemente aplicá-las em suas análises tais como:

Mudança da legislação; Alteração na Atividade da Empresa;

Funções do setor fiscal na atualidade As principais funções são:  Análise e conferência das
Funções do setor fiscal na atualidade As principais funções são:  Análise e conferência das
Funções do setor fiscal na atualidade As principais funções são:  Análise e conferência das
Funções do setor fiscal na atualidade As principais funções são:  Análise e conferência das

Funções do setor fiscal na atualidade

As principais funções são:

Análise e conferência das atribuições do setor fiscal (Notas fiscais, escrituração fiscal);

Análise das obrigações acessórias;

Assessoramento a Gerencia/Diretoria, na elaboração e interpretação de relatórios tributários/fiscais;

As Questões das Diversidades Tributárias  Diversidade de impostos (ICMS, ISS, etc.);  Localização (região
As Questões das Diversidades Tributárias  Diversidade de impostos (ICMS, ISS, etc.);  Localização (região
As Questões das Diversidades Tributárias  Diversidade de impostos (ICMS, ISS, etc.);  Localização (região
As Questões das Diversidades Tributárias  Diversidade de impostos (ICMS, ISS, etc.);  Localização (região

As Questões das Diversidades Tributárias

Diversidade de impostos (ICMS, ISS, etc.);

Localização (região onde a empresa esta instalada);

Sistema tributário (Simples, Lucro Presumido, Lucro Real);

Principais Tributos (ICMS, ISSQN, PIS, COFINS, IRPJ, CSLL) Os principais tributos incidentes no setor da
Principais Tributos (ICMS, ISSQN, PIS, COFINS, IRPJ, CSLL) Os principais tributos incidentes no setor da
Principais Tributos (ICMS, ISSQN, PIS, COFINS, IRPJ, CSLL) Os principais tributos incidentes no setor da
Principais Tributos (ICMS, ISSQN, PIS, COFINS, IRPJ, CSLL) Os principais tributos incidentes no setor da

Principais Tributos (ICMS, ISSQN, PIS, COFINS, IRPJ, CSLL)

Os principais tributos incidentes no setor da construção civil são objeto de nossos estudos neste curso os quais destacamos:

ICMS Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços

ISSQN Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza

PIS e COFINS Cumulativo e Não-Cumulativo

IRPJ e CSLL

ISSQN – Imposto Sobre Serviços A previsão deste imposto esta na Lei Complementar 116/03, art.
ISSQN – Imposto Sobre Serviços A previsão deste imposto esta na Lei Complementar 116/03, art.
ISSQN – Imposto Sobre Serviços A previsão deste imposto esta na Lei Complementar 116/03, art.
ISSQN – Imposto Sobre Serviços A previsão deste imposto esta na Lei Complementar 116/03, art.

ISSQN Imposto Sobre Serviços

A previsão deste imposto esta na Lei Complementar 116/03, art. 1 e 3, inciso III assim transcrito:

“Art. 1o O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, de competência dos Municípios e do Distrito Federal, tem como fato gerador a prestação de serviços constantes da lista anexa, ainda que esses não se constituam como atividade preponderante do prestador.

ISSQN – Imposto Sobre Serviços Art. 3 o O serviço considera-se prestado e o imposto
ISSQN – Imposto Sobre Serviços Art. 3 o O serviço considera-se prestado e o imposto
ISSQN – Imposto Sobre Serviços Art. 3 o O serviço considera-se prestado e o imposto
ISSQN – Imposto Sobre Serviços Art. 3 o O serviço considera-se prestado e o imposto

ISSQN Imposto Sobre Serviços

Art. 3o O serviço considera-se prestado e o imposto devido no local do estabelecimento prestador ou, na falta do estabelecimento, no local do domicílio do prestador, exceto nas hipóteses previstas nos incisos I a XXII,

quando o imposto será devido no local:

ISSQN – Imposto Sobre Serviços Ou seja se o serviço que for prestado estiver no
ISSQN – Imposto Sobre Serviços Ou seja se o serviço que for prestado estiver no
ISSQN – Imposto Sobre Serviços Ou seja se o serviço que for prestado estiver no
ISSQN – Imposto Sobre Serviços Ou seja se o serviço que for prestado estiver no

ISSQN Imposto Sobre Serviços

Ou seja se o serviço que for prestado estiver no rol dos

incisos I a XXII este será devido no local onde esta sendo

prestado.

São exemplos mais comuns os serviços de mão-de-obra e construção civil.

PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo São contribuintes do PIS/PASEP e da COFINS: •
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo São contribuintes do PIS/PASEP e da COFINS: •
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo São contribuintes do PIS/PASEP e da COFINS: •
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo São contribuintes do PIS/PASEP e da COFINS: •

PIS e COFINS Cumulativo e Não-Cumulativo

São contribuintes do PIS/PASEP e da COFINS:

as pessoas jurídicas de direito privado e as que lhes são

equiparadas pela legislação do Imposto de Renda;

PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Apuração da Base de Cálculo do PIS e
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Apuração da Base de Cálculo do PIS e
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Apuração da Base de Cálculo do PIS e
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Apuração da Base de Cálculo do PIS e

PIS e COFINS Cumulativo e Não-Cumulativo

Apuração da Base de Cálculo do PIS e da COFINS

Na apuração da base de cálculo do PIS e da COFINS, as

principais receitas que encontraremos serão as seguintes:

PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo

PIS e COFINS Cumulativo e Não-Cumulativo

PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Exclusões e Deduções: regra geral A base de
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Exclusões e Deduções: regra geral A base de
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Exclusões e Deduções: regra geral A base de
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Exclusões e Deduções: regra geral A base de

PIS e COFINS Cumulativo e Não-Cumulativo

Exclusões e Deduções: regra geral

A base de cálculo do PIS e da COFINS será obtida da soma das receitas da empresa, observadas as exclusões e as deduções permitidas em lei.

As principais exclusões e deduções em regras gerais são das

vendas canceladas : e

PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo a) dos descontos incondicionais concedidos; b) do IPI;
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo a) dos descontos incondicionais concedidos; b) do IPI;
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo a) dos descontos incondicionais concedidos; b) do IPI;
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo a) dos descontos incondicionais concedidos; b) do IPI;

PIS e COFINS Cumulativo e Não-Cumulativo

a) dos descontos incondicionais concedidos;

b) do IPI;

c) do ICMS, quando cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário;

PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo d) das reversões de provisões e recuperações de
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo d) das reversões de provisões e recuperações de
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo d) das reversões de provisões e recuperações de
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo d) das reversões de provisões e recuperações de

PIS e COFINS Cumulativo e Não-Cumulativo

d) das reversões de provisões e recuperações de créditos

baixados como perda;

e)

permanente;

f) de doações e patrocínios de projetos culturais amparados pela Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991;

ativo

da

receita

decorrente

da

venda

de

bens

do

PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Alíquotas As alíquotas do PIS/PASEP e da COFINS,
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Alíquotas As alíquotas do PIS/PASEP e da COFINS,
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Alíquotas As alíquotas do PIS/PASEP e da COFINS,
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Alíquotas As alíquotas do PIS/PASEP e da COFINS,

PIS e COFINS Cumulativo e Não-Cumulativo

Alíquotas

As alíquotas do PIS/PASEP e da COFINS, aplicáveis sobre

o faturamento, em regra geral são:

• PIS – 0,65% (sessenta e cinco centésimos por cento);

• COFINS – 3% (três por cento).

PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo PIS e COFINS – Não-Cumulativo Onde estão as
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo PIS e COFINS – Não-Cumulativo Onde estão as
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo PIS e COFINS – Não-Cumulativo Onde estão as
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo PIS e COFINS – Não-Cumulativo Onde estão as

PIS e COFINS Cumulativo e Não-Cumulativo

PIS e COFINS Não-Cumulativo

Onde estão as diferenças entre o regime cumulativo e o

não cumulativo?

As principais diferenças serão:

a) possibilidade de créditos na forma não cumulativa; e

b) alíquotas diferentes para o PIS e para a COFINS.

PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Para uma melhor interpretação, vejamos o quadro comparativo
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Para uma melhor interpretação, vejamos o quadro comparativo
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Para uma melhor interpretação, vejamos o quadro comparativo
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Para uma melhor interpretação, vejamos o quadro comparativo

PIS e COFINS Cumulativo e Não-Cumulativo

Para uma melhor interpretação, vejamos o quadro

comparativo a seguir:

PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Para uma melhor interpretação, vejamos o quadro comparativo a
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Apuração e Vencimento do PIS e da COFINS
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Apuração e Vencimento do PIS e da COFINS
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Apuração e Vencimento do PIS e da COFINS
PIS e COFINS – Cumulativo e Não-Cumulativo Apuração e Vencimento do PIS e da COFINS

PIS e COFINS Cumulativo e Não-Cumulativo

Apuração e Vencimento do PIS e da COFINS

O período de apuração do PIS/PASEP e da COFINS é mensal, devendo seu recolhimento ser efetuado até o 25º dia do mês subseqüente ao de ocorrência do fato gerador.

Principais Tributos

Tributo

Competência

 

Característica

 

Contribuinte

ISSQN

Municipal

Indireto;

Prestador de Serviços.

Cumulativo.

ICMS

Estadual

Indireto; Não cumulativo;

 

Comerciantes e todo aquele que pratica com habitualidade operações de circulação de mercadorias e a prestação de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de

Compõem

a

sua

própria

base

de

cálculo.

 
 

comunicação.

PIS

Federal

Indireto; Possui regimes diferentes de apuração (Cumulativo, Não Cumulativo, Monofásico e Substituição).

Todas as pessoas jurídicas e as que lhe são equiparadas pela legislação.

COFINS

Federal

Indireto;

Todas as pessoas jurídicas e as que lhe são

Possui regimes diferentes de apuração (Cumulativo, Não Cumulativo, Monofásico e Substituição).

equiparadas pela legislação.

IRPJ

Federal

Direto; Possui regimes de apuração diferentes, tais como Lucro Real

Todas as pessoas jurídicas e as que lhe são equiparadas pela legislação.

(podendo se feita à apuração por

estimativa) e Lucro Presumido.

 

CSLL

Federal

Direto; Possui regimes de apuração diferentes, tais como Lucro Real (podendo se feita à apuração por estimativa) e Lucro Presumido.

Todas as pessoas jurídicas e as que lhe são equiparadas pela legislação.

Os créditos tributários a favor da empresa Os principais créditos tributários a favor da empresa
Os créditos tributários a favor da empresa Os principais créditos tributários a favor da empresa
Os créditos tributários a favor da empresa Os principais créditos tributários a favor da empresa
Os créditos tributários a favor da empresa Os principais créditos tributários a favor da empresa

Os créditos tributários a favor da empresa

Os principais créditos tributários a favor da empresa são:

Os permitidos pela legislação do ICMS, ISSQN, PIS e da COFIN, abaixo comentados:

Os créditos tributários a favor da empresa Condições para o crédito do ICMS O ICMS
Os créditos tributários a favor da empresa Condições para o crédito do ICMS O ICMS
Os créditos tributários a favor da empresa Condições para o crédito do ICMS O ICMS
Os créditos tributários a favor da empresa Condições para o crédito do ICMS O ICMS

Os créditos tributários a favor da empresa

Condições para o crédito do ICMS

O ICMS é de caráter não-cumulativo, podendo compensar o

que for devido com o imposto pago nas operações anteriores.

Portanto, devemos dar atenção especial aos créditos permitidos pela Legislação.

Os créditos tributários a favor da empresa A legislação permite que o estabelecimento se credite
Os créditos tributários a favor da empresa A legislação permite que o estabelecimento se credite
Os créditos tributários a favor da empresa A legislação permite que o estabelecimento se credite
Os créditos tributários a favor da empresa A legislação permite que o estabelecimento se credite

Os créditos tributários a favor da empresa

A legislação permite que o estabelecimento se credite do

ICMS pago na operação anterior, desde que a saída

subsequente das mercadorias sejam sujeitas à tributação do imposto ou, não sendo sujeitas, haja expressa autorização da

legislação da manutenção do crédito.

Os créditos tributários a favor da empresa Portanto, os créditos básicos para as empresas de
Os créditos tributários a favor da empresa Portanto, os créditos básicos para as empresas de
Os créditos tributários a favor da empresa Portanto, os créditos básicos para as empresas de
Os créditos tributários a favor da empresa Portanto, os créditos básicos para as empresas de

Os créditos tributários a favor da empresa

Portanto, os créditos básicos para as empresas de

construção civil que são contribuintes do ICMS são:

Mercadorias adquiridas para comercialização na obra, aquisição de insumos, bens destinados ao Ativo Permanente, consumo de energia elétrica, combustíveis consumidos em máquinas, equipamentos relacionados com a atividade do

contribuinte, serviços de transportes, entre outros.

Os créditos tributários a favor da empresa Sempre deverá ser feita a pergunta: “Essa aquisição
Os créditos tributários a favor da empresa Sempre deverá ser feita a pergunta: “Essa aquisição
Os créditos tributários a favor da empresa Sempre deverá ser feita a pergunta: “Essa aquisição
Os créditos tributários a favor da empresa Sempre deverá ser feita a pergunta: “Essa aquisição

Os créditos tributários a favor da empresa

Sempre deverá ser feita a pergunta:

“Essa aquisição dará origem a uma saída posterior

tributada pelo ICMS?”

Os créditos tributários a favor da empresa Condições para o crédito do ISSQN O Decreto
Os créditos tributários a favor da empresa Condições para o crédito do ISSQN O Decreto
Os créditos tributários a favor da empresa Condições para o crédito do ISSQN O Decreto
Os créditos tributários a favor da empresa Condições para o crédito do ISSQN O Decreto

Os créditos tributários a favor da empresa

Condições para o crédito do ISSQN

O Decreto 50.896, de 1º de outubro de 2009 - Aprova o

Regulamento do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza ISS e define em seu artigo 31 as condições para crédito do ISSQN para empresas do setor da construção civil abaixo transcritos:

Os créditos tributários a favor da empresa Art. 31. Nos casos dos serviços descritos nos
Os créditos tributários a favor da empresa Art. 31. Nos casos dos serviços descritos nos
Os créditos tributários a favor da empresa Art. 31. Nos casos dos serviços descritos nos
Os créditos tributários a favor da empresa Art. 31. Nos casos dos serviços descritos nos

Os créditos tributários a favor da empresa

Art. 31. Nos casos dos serviços descritos nos subitens 7.02,

7.04, 7.05, 7.15 e 7.19 da lista do “caput” do artigo 1º deste

regulamento, considera-se receita bruta a remuneração do sujeito passivo pelos serviços:

Os créditos tributários a favor da empresa I – de empreitada, deduzidas as parcelas correspondentes

Os créditos tributários a favor da

empresa

I de empreitada, deduzidas as parcelas correspondentes

ao valor:

a) dos materiais incorporados ao imóvel, fornecidos pelo

prestador de serviços;

b) das subempreitada já tributadas pelo Imposto, exceto quando os serviços referentes às subempreitada forem prestados por profissional autônomo;

Os créditos tributários a favor da empresa II – de administração, relativamente a honorários, fornecimento

Os créditos tributários a favor da

empresa

II de administração, relativamente a honorários,

fornecimento de mão-de-obra ao comitente ou proprietário

e pagamento das obrigações das leis trabalhistas e de Previdência Social;

Os créditos tributários a favor da empresa § 2º Para fins do disposto no inciso

Os créditos tributários a favor da

empresa

§ 2º Para fins do disposto no inciso I deste artigo, o

prestador de serviços deverá informar o valor das deduções

no próprio corpo da Nota Fiscal-Fatura de Serviços ou no campo Valor Total das Deduçõesda NF-e.

Os créditos tributários a favor da empresa § 6º Para fins do disposto na alínea

Os créditos tributários a favor da

empresa

§ 6º Para fins do disposto na alínea “b” do inciso I deste

artigo, não são dedutíveis as subempreitada representadas por:

I documento fiscal irregular;

II nota fiscal de serviços em que não conste o local da obra e a identificação do tomador dos serviços;

III nota fiscal de serviços emitida posteriormente à nota fiscal da qual é efetuado o abatimento.

Os créditos tributários a favor da empresa Condições para o crédito do PIS e COFINS

Os créditos tributários a favor da

empresa

Condições para o crédito do PIS e COFINS

Estes procedimentos estão unificados pela IN 404/04, são os

seguintes:

I. Aquisições efetuadas no mês:

a) de bens para revenda, exceto em relação às mercadorias

cuja tributação está obrigado a regime especial de tributação;

b) de bens e serviços, inclusive combustíveis e lubrificantes, utilizados como insumos:

na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à

venda; ou na prestação de serviços.

Os créditos tributários a favor da empresa II. Das despesas e custos incorridos no mês,

Os créditos tributários a favor da

empresa

II. Das despesas e custos incorridos no mês, relativos:

a) a energia elétrica consumida nos estabelecimentos da pessoa

jurídica;

b) aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos, pagos à pessoa

jurídica, utilizados nas atividades da empresa;

c) as despesas financeiras decorrentes de empréstimos e

financiamentos tomados de pessoa jurídica, exceto quando esta

for optante pelo SIMPLES;

Os créditos tributários a favor da empresa d) a contraprestação de operações de arrendamento mercantil

Os créditos tributários a favor da

empresa

d) a contraprestação de operações de arrendamento

mercantil pagas a pessoa jurídica, exceto quando esta for

optante pelo SIMPLES; e

e) a armazenagem de mercadoria e frete na operação de venda, quando o ônus for suportado pelo vendedor.

Os créditos tributários a favor da empresa III. Dos encargos de depreciação e amortização, incorridos

Os créditos tributários a favor da

empresa

III. Dos encargos de depreciação e amortização, incorridos

no mês, relativos:

a) a máquinas, equipamentos e outros bens incorporados

ao ativo imobilizado adquiridos no País para utilização na

produção de bens destinados à venda, ou na prestação de serviços;

b) a edificações e benfeitorias em imóveis próprios ou de

terceiros, utilizados na atividade da empresa.

Os créditos tributários a favor da empresa IV. Créditos relativos aos bens recebidos em devolução,

Os créditos tributários a favor da

empresa

IV. Créditos relativos aos bens recebidos em devolução, cuja

receita de venda tenha integrado o faturamento tributado no mesmo regime da não-cumulatividade.

V. Crédito presumido sobre o valor do estoque, no caso do contribuinte passar do regime cumulativo ao regime não cumulativo, devendo ser efetuado em doze parcelas.

Os créditos tributários a favor da empresa Não Geram Direito ao Crédito Existem determinadas situações

Os créditos tributários a favor da

empresa

Não Geram Direito ao Crédito

Existem determinadas situações e valores que não geram direito ao crédito do PIS e da COFINS. As principais são as seguintes:

Os créditos tributários a favor da empresa • pagamentos efetuados a pessoa física; • aquisições

Os créditos tributários a favor da

empresa

pagamentos efetuados a pessoa física;

aquisições que não se destinam a fins específicos aos determinados para o crédito;

aquisições ou pagamentos efetuados à pessoa jurídica

estabelecida no exterior (a respeito da tributação em relação exterior, teremos tópico específico mais adiante).

Documentos Fiscais Noções de Nota Fiscal Eletrônica - NF-e Conceito Nota Fiscal Eletrônica é um
Documentos Fiscais Noções de Nota Fiscal Eletrônica - NF-e Conceito Nota Fiscal Eletrônica é um

Documentos Fiscais

Noções de Nota Fiscal Eletrônica - NF-e

Conceito

Nota Fiscal Eletrônica é um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar, para fins fiscais, uma operação de circulação de

mercadorias ou uma prestação de serviços, ocorrida entre as partes.

Sua validade jurídica é garantida pela assinatura digital do remetente (garantia de autoria e de integridade) e pela recepção, pelo Fisco, do

documento eletrônico, antes da ocorrência do Fato Gerador.

Documentos Fiscais Objetivos Reduzir a carga tributária individual e simplificar o cumprimento de obrigações
Documentos Fiscais Objetivos Reduzir a carga tributária individual e simplificar o cumprimento de obrigações
Documentos Fiscais Objetivos Reduzir a carga tributária individual e simplificar o cumprimento de obrigações
Documentos Fiscais Objetivos Reduzir a carga tributária individual e simplificar o cumprimento de obrigações

Documentos Fiscais

Objetivos

Reduzir a carga tributária individual e simplificar o

cumprimento de obrigações acessórias pelas empresas.

Documentos Fiscais Benefícios  Redução de custos de confecção, impressão de talonário de notas fiscais
Documentos Fiscais Benefícios  Redução de custos de confecção, impressão de talonário de notas fiscais
Documentos Fiscais Benefícios  Redução de custos de confecção, impressão de talonário de notas fiscais
Documentos Fiscais Benefícios  Redução de custos de confecção, impressão de talonário de notas fiscais

Documentos Fiscais

Benefícios

Redução de custos de confecção, impressão de talonário de notas

fiscais e armazenagem de documentos fiscais;

Incentivo a uso de relacionamentos eletrônicos com clientes.

Simplificação de obrigações acessórias como:

Eliminação da AIDF (Autorização de Impressão de Documentos Fiscais);

Maiores

recursos

recebidas;

para

o

gerenciamento

das

NF

emitidas

e

Documentos Fiscais  Eliminação de digitação de NF na recepção de mercadorias e erros; 
Documentos Fiscais  Eliminação de digitação de NF na recepção de mercadorias e erros; 
Documentos Fiscais  Eliminação de digitação de NF na recepção de mercadorias e erros; 
Documentos Fiscais  Eliminação de digitação de NF na recepção de mercadorias e erros; 

Documentos Fiscais

Eliminação de digitação de NF na recepção de mercadorias e erros;

Planejamento de logística de recepção de mercadorias pelo conhecimento antecipado da informação da NF-e;

Redução da sonegação e aumento da arrecadação;

Suporte aos projetos de escrituração eletrônica contábil e fiscal da Secretaria da Receita Federal e demais Secretarias de Fazendas Estaduais (Sistema Público de Escrituração Digital - SPED).

Documentos Fiscais Legislação A legislação pode ser encontrada nos sites:
Documentos Fiscais Legislação A legislação pode ser encontrada nos sites:
Documentos Fiscais Legislação A legislação pode ser encontrada nos sites:
Documentos Fiscais Legislação A legislação pode ser encontrada nos sites:

Documentos Fiscais

Legislação

A legislação pode ser encontrada nos sites:

http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/principal.aspx

https://www.fazenda.sp.gov.br/nfe/

NF-e

Contribuinte assina a NF-e

Emissão da NF-e com sua chave privada O Sistema de Automação do
Emissão da NF-e
com sua chave privada
O Sistema de Automação do

(Certificado Digital ICP-

Automação

Contribuinte

Representação

da NF-e

Representação da NF- e

Assinatura

XML - NF

NF-e

para

Digital do

Contribuinte

Completa

Completa

Algoritmo

de Chave

Algoritmo de Chave Chave Eletrônica

Chave

Eletrônica

do Contribuinte Completa Completa Algoritmo de Chave Chave Eletrônica integridade. possui validade nem

integridade.

do Contribuinte Completa Completa Algoritmo de Chave Chave Eletrônica integridade. possui validade nem

possui validade nem

arquivo XML com todo o

Instalações do Contribuinte

contribuinte deve gravar um

Brasil), garantindo a autoria e

conteúdo de cada Nota Fiscal

antes da sua impressão.

Algoritmo fornecido pelo fisco

calcula uma “Chave de Acesso”

O permitir contribuinte consulta imprime aos dados da NF-e.

representação da NF-e em Apesar da papel representação comum, com a “Chave de

impressa esta NF-e Acesso” ainda em não destaque.

autorização para circular.

NF-e

Envio / Recepção pelas Administrações Tributárias
Envio / Recepção pelas Administrações Tributárias

A SEFAZ retorna Autorização SEFAZ de Origem verifica

o

esquema XML, assinatura

SEFAZ

Origem

NF-e digital, reg fiscal, habilitação e

A NF-e será imediatamente

unicidade disponibilizada da numeração da para a SRF.

NF-e. Contribuinte transmite a NF-e

assinada digitalmente para a

SEFAZ de origem.

Em caso de falha a SEFAZ de

Destino se atualiza

SRF

Recibo de

Se a NF-e for interestadual será

Entrega

Somente a partir da

imediatamente disponibilizada posteriormente com a SRF.

para a SEFAZ de Destino.

NF-e

Completa

Assinatura

Digital do

Contribuinte

para circular.

SEFAZ

Destino

Instalações do Contribuinte

Uso ou Denegação/Rejeição da

Autorização de Uso, a NF-e

tem valor legal e autorização

NF-e

Considerações Sobre o Envio / Recepção da NF-e
Considerações Sobre o Envio / Recepção da NF-e

Podem Ocorrer 3 Situações:

Autorização de Uso

Rejeição do Arquivo:

1 - falha na recepção do arquivo;

2 falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital;

3 remetente não habilitado para emissão da NF-e;

4 duplicidade de número da NF-e;

5 falha na leitura do número da NF-e;

6 número da NF-e inutilizado;

7 qualquer outra falha no preenchimento ou no leiaute da NF-e.

Denegação de Uso:

8 irregularidade fiscal do emitente;

9 irregularidade fiscal do destinatário

NF-e

Cancelamento da NF-e
Cancelamento da NF-e

Uma NF-e não poderá ser alterada após o a concessão da Autorização de Uso emitida pela Administração Tributária;

O contribuinte poderá solicitar o cancelamento da NF-

e, até 24 (vinte e quatro horas) após sua emissão,

da

desde

mercadoria.

não

tenha

havido

circulação

que

a

NF-e

Documento Auxiliar da NF-e (DANFE)
Documento Auxiliar da NF-e (DANFE)
NF-e Documento Auxiliar da NF-e (DANFE)

NF-e

Considerações sobre o DANFE
Considerações sobre o DANFE

Mera representação gráfica da NF-e;

Possui os mesmos campos definidos para a Nota Fiscal

Modelo 1 e 1A, definidos no Convênio SN / 70, devendo

ser impresso em uma única via;

NF-e

Considerações sobre o DANFE (Continuação)
Considerações sobre o DANFE (Continuação)

Tem como finalidade:

a) Acobertar o trânsito de mercadorias;

b) Colher a firma do destinatário/tomador para comprovação de entrega das mercadorias ou prestação de serviços;

da NF-e no destinatário não

c) Auxiliar

escrituração

a

receptor de NF-e;

Inicialmente, poderá se escriturado no livro de registro de entradas e arquivado pelo prazo decadencial, juntamente

com o número da Autorização de Uso, em substituição ao

arquivo da NF-e (no caso de contribuintes não autorizados

para emissão da NF-e);

Irregularidade com documentos Fiscais Nota Fiscal a Menor – Procedimentos Se ocorrer de a nota
Irregularidade com documentos Fiscais Nota Fiscal a Menor – Procedimentos Se ocorrer de a nota
Irregularidade com documentos Fiscais Nota Fiscal a Menor – Procedimentos Se ocorrer de a nota
Irregularidade com documentos Fiscais Nota Fiscal a Menor – Procedimentos Se ocorrer de a nota

Irregularidade com documentos Fiscais

Nota Fiscal a Menor Procedimentos

Se ocorrer de a nota fiscal ser emitida com diferença de

preço ou de quantidade a menor, o contribuinte deverá adotar providências específicas para a regularização, de acordo com o período em que for verificado o fato, conforme procedimento explanado abaixo:

Irregularidade com documentos Fiscais Nota Fiscal a Menor – Procedimentos Se ocorrer de a nota
Irregularidade com documentos Fiscais Nota Fiscal a Menor – Procedimentos Se ocorrer de a nota
Irregularidade com documentos Fiscais Nota Fiscal a Menor – Procedimentos Se ocorrer de a nota
Irregularidade com documentos Fiscais Nota Fiscal a Menor – Procedimentos Se ocorrer de a nota

Irregularidade com documentos Fiscais

Nota Fiscal a Menor Procedimentos

Se ocorrer de a nota fiscal ser emitida com diferença de

preço ou de quantidade a menor, o contribuinte deverá adotar providências específicas para a regularização, de acordo com o período em que for verificado o fato, conforme procedimento explanado abaixo:

Irregularidade com documentos Fiscais EMISSÃO DE NOTA FISCAL COMPLEMENTAR; Lançamento fora do período de apuração
Irregularidade com documentos Fiscais EMISSÃO DE NOTA FISCAL COMPLEMENTAR; Lançamento fora do período de apuração
Irregularidade com documentos Fiscais EMISSÃO DE NOTA FISCAL COMPLEMENTAR; Lançamento fora do período de apuração
Irregularidade com documentos Fiscais EMISSÃO DE NOTA FISCAL COMPLEMENTAR; Lançamento fora do período de apuração

Irregularidade com documentos Fiscais

EMISSÃO DE NOTA FISCAL COMPLEMENTAR;

Lançamento fora do período de apuração

a) o documento fiscal complementar também será emitido;

b) o contribuinte deverá recolher, em Guia de Recolhimentos Especiais (GARE), a diferença do imposto;

c)

Registro de Saídas:

posteriormente,

o

contribuinte

deverá

efetuar,

no

livro

Irregularidade com documentos Fiscais Nota Fiscal a Maior – Procedimentos Neste caso são 2 (duas)
Irregularidade com documentos Fiscais Nota Fiscal a Maior – Procedimentos Neste caso são 2 (duas)
Irregularidade com documentos Fiscais Nota Fiscal a Maior – Procedimentos Neste caso são 2 (duas)
Irregularidade com documentos Fiscais Nota Fiscal a Maior – Procedimentos Neste caso são 2 (duas)

Irregularidade com documentos Fiscais

Nota Fiscal a Maior Procedimentos

Neste caso são 2 (duas) situações distintas sendo elas:

Irregularidade com documentos Fiscais 1) Quando a empresa destinatária não tenha efetuado o crédito do
Irregularidade com documentos Fiscais 1) Quando a empresa destinatária não tenha efetuado o crédito do

Irregularidade com documentos Fiscais

1) Quando a empresa destinatária não tenha efetuado o crédito do documento fiscal em sua escrita fiscal:

Deverá a empresa emitir uma declaração do destinatário que não se creditou do valor a maior conforme a seguir:

Irregularidade com documentos Fiscais MODELO A empresa inscrita no CNPJ sob nº e com a
Irregularidade com documentos Fiscais MODELO A empresa inscrita no CNPJ sob nº e com a
Irregularidade com documentos Fiscais MODELO A empresa inscrita no CNPJ sob nº e com a
Irregularidade com documentos Fiscais MODELO A empresa inscrita no CNPJ sob nº e com a

Irregularidade com documentos Fiscais

MODELO

A empresa

inscrita no CNPJ sob nº

e com a

, declara que não se creditou do

/ da

,

Inscrição Estadual nº

valor destacado a maior na nota fiscal nº empresa

de

/

Assim nos termos do art. 63, inciso VII do RICMS da portaria

se aproveite do

CAT nº 83/1991. Autoriza que a empresa ICMS destacado indevidamente.

Local e data

Assinatura do Procurador

Irregularidade com documentos Fiscais 2) Quando a empresa destinatária tenha efetuado o crédito do documento
Irregularidade com documentos Fiscais 2) Quando a empresa destinatária tenha efetuado o crédito do documento
Irregularidade com documentos Fiscais 2) Quando a empresa destinatária tenha efetuado o crédito do documento
Irregularidade com documentos Fiscais 2) Quando a empresa destinatária tenha efetuado o crédito do documento

Irregularidade com documentos Fiscais

2) Quando a empresa destinatária tenha efetuado o crédito do documento fiscal em sua escrita fiscal;

Caso a empresa tenha efetuado o crédito indevidamente

deverá estornar o valor no livro fiscal, pois o crédito será indevido (o setor fiscal é o competente para esta regularização).

E deverá a empresa emitir uma declaração nos seguintes termos:

Irregularidade com documentos Fiscais MODELO A empresa inscrita no CNPJ sob nº e com ,
Irregularidade com documentos Fiscais MODELO A empresa inscrita no CNPJ sob nº e com ,

Irregularidade com documentos Fiscais

MODELO

A empresa

inscrita no CNPJ sob nº

e com

, declara que estornou o

de

, a Inscrição Estadual nº

credito apropriado indevidamente da nota fiscal nº

/

/ da empresa

Assim nos termos do art. 63, inciso VII do RICMS da portaria

se aproveite do

CAT nº 83/1991. Autoriza que a empresa

ICMS destacado indevidamente.

Local e data

Assinatura do Procurador

Irregularidade com documentos Fiscais Carta de Correção Uma prática muito utilizada nas rotinas fiscais das
Irregularidade com documentos Fiscais Carta de Correção Uma prática muito utilizada nas rotinas fiscais das

Irregularidade com documentos Fiscais

Carta de Correção

Uma prática muito utilizada nas rotinas fiscais das empresas é a emissão de "comunicados de irregularidade"

ou "carta de correção", visando a corrigir erros presentes

nos documentos fiscais.

A sua previsão legal foi instituída pelo AJUSTE SINIEF nº 1, de 30 de março de 2007, aprovado pelo Decreto nº 51.801, de 09 de maio de 2007.

A utilização da carta de correção será permitida desde que o

erro não esteja relacionado com:

Irregularidade com documentos Fiscais a) as variáveis que determinam o valor do imposto, tais como
Irregularidade com documentos Fiscais a) as variáveis que determinam o valor do imposto, tais como

Irregularidade com documentos Fiscais

a) as variáveis que determinam o valor do imposto, tais

como base de cálculo, alíquota, diferença de preço,

quantidade, valor da operação ou da prestação;

b) a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário;

c) a data de emissão ou de saída.

Fundamentação legal: Art. 183, § 3º RICMS/SP.

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Base legal – Estado de São
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Base legal – Estado de São
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Base legal – Estado de São
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Base legal – Estado de São

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil

Base legal Estado de São Paulo

A previsão legal consta no RICMS/2000 em seu LIVRO VI, Anexo XI, conforme transcrito abaixo:

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 1º - Considera-se empresa de
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 1º - Considera-se empresa de
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 1º - Considera-se empresa de
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 1º - Considera-se empresa de

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil

Artigo 1º - Considera-se empresa de construção civil, para fins de

inscrição e cumprimento das demais obrigações fiscais previstas neste regulamento, toda pessoa, natural ou jurídica que executar obras de construção civil, promovendo a circulação de mercadorias em seu próprio nome ou no de terceiro.

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil § 1º - Entendem-se por obras
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil § 1º - Entendem-se por obras
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil § 1º - Entendem-se por obras
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil § 1º - Entendem-se por obras

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil

§ 1º - Entendem-se por obras de construção civil, dentre outras,

as adiante relacionadas, quando decorrentes de obras de engenharia civil:

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil 1 - construção, demolição, reforma ou
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil 1 - construção, demolição, reforma ou
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil 1 - construção, demolição, reforma ou
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil 1 - construção, demolição, reforma ou

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil

1 - construção, demolição, reforma ou reparação de prédios ou

de outras edificações;

2 - construção e reparação de estradas de ferro ou de rodagem, incluindo os trabalhos concernentes às estruturas inferior e superior de estradas e obras de arte;

3 - construção e reparação de pontes, viadutos, logradouros públicos e outras obras de urbanismo;

4 - construção de sistemas de abastecimento de água e de

saneamento;

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil 5 - obras de terraplenagem, de
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil 5 - obras de terraplenagem, de
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil 5 - obras de terraplenagem, de
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil 5 - obras de terraplenagem, de

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil

5 - obras de terraplenagem, de pavimentação em geral;

6 - obras hidráulicas, marítimas ou fluviais;

7 - obras destinadas a geração e transmissão de energia,

inclusive gás;

8 - obras de montagem e construção de estruturas em geral.

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil § 2º - O disposto neste
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil § 2º - O disposto neste
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil § 2º - O disposto neste
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil § 2º - O disposto neste

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil

§ 2º - O disposto neste anexo aplica-se também aos empreiteiros e subempreiteiros, responsáveis pela execução de obra, no todo ou em parte.

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 2º - O imposto não
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 2º - O imposto não
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 2º - O imposto não
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 2º - O imposto não

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil

Artigo 2º - O imposto não incide sobre (Decreto-Lei federal 406/68, art. 8º, itens 32 e 34 da Lista de Serviços, na redação da

Lei Complementar federal 56/87):

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil I - a execução de obra

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil

I - a execução de obra por administração sem fornecimento de material;

II - o fornecimento de material adquirido de terceiro pelo empreiteiro

ou

subempreiteiro para aplicação na obra;

III

- a movimentação de material a que se refere o inciso anterior entre

estabelecimentos do mesmo titular, entre estes e a obra ou de uma para outra obra;

IV - a saída de máquina, veículo, ferramenta ou utensílios para

prestação de serviço em obra, desde que deva retornar ao estabelecimento do remetente.

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 3º - A empresa de
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 3º - A empresa de
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 3º - A empresa de
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 3º - A empresa de

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil

Artigo 3º - A empresa de construção civil inscrever-se-á no

Cadastro de Contribuintes do ICMS antes de iniciar suas

atividades (Lei 6.374/89, art. 7º).

§ 1º - A empresa que mantiver mais de um estabelecimento, ainda que simples depósito, deverá inscrever-se em relação

a cada um deles.

ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços § 2º - Não está sujeita
ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços § 2º - Não está sujeita
ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços § 2º - Não está sujeita
ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços § 2º - Não está sujeita

ICMS Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços

§ 2º - Não está sujeita à inscrição:

1 - a empresa que se dedicar a atividades profissionais relacionadas com a construção civil, para prestação de serviços técnicos tais como elaboração de plantas, projetos, estudos, cálculos, sondagens do solo e assemelhados;

2 - a empresa que se dedicar à exclusiva prestação de serviços em obras de construção civil, mediante contrato de administração, fiscalização, empreitada ou subempreitada, sem fornecimento de materiais.

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil ATENÇÃO A empresa, mencionada no parágrafo
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil ATENÇÃO A empresa, mencionada no parágrafo
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil ATENÇÃO A empresa, mencionada no parágrafo
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil ATENÇÃO A empresa, mencionada no parágrafo

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil

ATENÇÃO

A empresa, mencionada no parágrafo anterior, quando realizar operação relativa à circulação de mercadoria, em

nome próprio ou no de terceiro, em decorrência de execução de obra de construção civil, fica obrigada à inscrição e ao

cumprimento das demais obrigações previstas neste

regulamento. (Artigo 3º - § 3º da referida Lei);

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil § 4º - Não será considerado
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil § 4º - Não será considerado
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil § 4º - Não será considerado
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil § 4º - Não será considerado

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil

§ 4º - Não será considerado estabelecimento o local de cada obra, podendo ser autorizada a inscrição facultativa, tanto da obra como de empresa referida no § 2º.

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 4º - O estabelecimento inscrito,
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 4º - O estabelecimento inscrito,
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 4º - O estabelecimento inscrito,
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Artigo 4º - O estabelecimento inscrito,

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil

Artigo 4º - O estabelecimento inscrito, sempre que promover saída de mercadoria ou transmissão de sua propriedade, fica obrigado à emissão de Nota Fiscal (Lei

6.374/89, art. 67, § 1º).

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil A mercadoria adquirida de terceiro poderá
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil A mercadoria adquirida de terceiro poderá
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil A mercadoria adquirida de terceiro poderá
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil A mercadoria adquirida de terceiro poderá

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil

A mercadoria adquirida de terceiro poderá ser remetida pelo fornecedor diretamente para a obra, desde que no documento fiscal constem o nome, o endereço e os números de inscrição, estadual e no CNPJ, da empresa de construção,

bem como a indicação expressa do local onde será entregue.

(Artigo 4º - § 3º).

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Das obrigações Acessórias: Os livros serão
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Das obrigações Acessórias: Os livros serão
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Das obrigações Acessórias: Os livros serão
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Das obrigações Acessórias: Os livros serão

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil

Das obrigações Acessórias:

Os livros serão escriturados nos prazos e condições previstos

neste regulamento, observando-se, ainda o que determina a Lei 6.374/89, art. 67, § 1°.

(Formalidades de escrituração observações)

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Parágrafo único - A empresa que
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Parágrafo único - A empresa que
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Parágrafo único - A empresa que
Noções sobre o ICMS com foco na construção civil Parágrafo único - A empresa que

Noções sobre o ICMS com foco na construção civil

Parágrafo único - A empresa que se dedicar exclusivamente à

prestação de serviços e não efetuar operações de circulação de

mercadoria, ainda que movimente máquinas, veículos, ferramentas ou utensílios, fica dispensada da manutenção de livros fiscais, com exceção do livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências.

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Paraná Define o RICMS - Aprovado pelo Decreto n.
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Paraná Define o RICMS - Aprovado pelo Decreto n.
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Paraná Define o RICMS - Aprovado pelo Decreto n.
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Paraná Define o RICMS - Aprovado pelo Decreto n.

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

Paraná

Define o RICMS - Aprovado pelo Decreto n. 1.980 de 21.12.2007,

atualizado até o Decreto n.3.949, de 27.02.2012 que:

Art. 312. A empresa de construção civil deverá manter inscrição no CAD/ICMS, em relação a cada estabelecimento, para cumprimento das obrigações previstas neste Regulamento.

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados ATENÇÃO § 2º O disposto neste artigo aplica-se, também,
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados ATENÇÃO § 2º O disposto neste artigo aplica-se, também,
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados ATENÇÃO § 2º O disposto neste artigo aplica-se, também,
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados ATENÇÃO § 2º O disposto neste artigo aplica-se, também,

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

ATENÇÃO

§ 2º O disposto neste artigo aplica-se, também, aos

empreiteiros e subempreiteiros, responsáveis pela execução

de obras no todo ou em parte.

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 313. Não está sujeito à inscrição no CAD/ICMS:
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 313. Não está sujeito à inscrição no CAD/ICMS:
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 313. Não está sujeito à inscrição no CAD/ICMS:
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 313. Não está sujeito à inscrição no CAD/ICMS:

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

Art. 313. Não está sujeito à inscrição no CAD/ICMS:

I - a empresa que se dedicar às atividades profissionais

relacionadas com a construção civil, para prestação de serviços

técnicos, tais como: elaboração de plantas, projetos, estudos,

cálculos, sondagens de solos e assemelhados;

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados II - a empresa que se dedicar exclusivamente à
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados II - a empresa que se dedicar exclusivamente à
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados II - a empresa que se dedicar exclusivamente à
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados II - a empresa que se dedicar exclusivamente à

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

II - a empresa que se dedicar exclusivamente à prestação de

serviços em obras de construção civil, mediante contrato de

administração, fiscalização, empreitada ou subempreitada, sem fornecimento de materiais.

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados São Paulo No Determina que: RICMS/2000 em seu LIVRO
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados São Paulo No Determina que: RICMS/2000 em seu LIVRO
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados São Paulo No Determina que: RICMS/2000 em seu LIVRO
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados São Paulo No Determina que: RICMS/2000 em seu LIVRO

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

São Paulo

No

Determina que:

RICMS/2000

em

seu

LIVRO

VI,

Anexo

XI,

Artigo

-

A empresa de construção civil inscrever-se-á no Cadastro de Contribuintes do ICMS antes de iniciar suas atividades (Lei 6.374/89, art. 7º).

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados § 1º - A empresa que mantiver mais de
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados § 1º - A empresa que mantiver mais de
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados § 1º - A empresa que mantiver mais de
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados § 1º - A empresa que mantiver mais de

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

§ 1º - A empresa que mantiver mais de um

estabelecimento, ainda que simples depósito, deverá

inscrever-se em relação a cada um deles”.

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Goiás No RICMS/GO - DECRETO Nº 4.852, DE 29/12/1997
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Goiás No RICMS/GO - DECRETO Nº 4.852, DE 29/12/1997
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Goiás No RICMS/GO - DECRETO Nº 4.852, DE 29/12/1997
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Goiás No RICMS/GO - DECRETO Nº 4.852, DE 29/12/1997

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

Goiás

No RICMS/GO - DECRETO Nº 4.852, DE 29/12/1997 em seus

artigos de 24 a 31 tratam das operações relativas a Construção

Civil:

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 24 - Considera-se empresa de construção civil, para
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 24 - Considera-se empresa de construção civil, para
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 24 - Considera-se empresa de construção civil, para
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 24 - Considera-se empresa de construção civil, para

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

Art. 24 - Considera-se empresa de construção civil, para fins de

inscrição e cumprimento das demais obrigações fiscais

previstas neste anexo, toda pessoa, natural ou jurídica, que executar obra de construção civil ou hidráulica, promovendo a circulação de mercadoria em seu próprio nome ou de terceiro.

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 25 - O ICMS incide sempre que a
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 25 - O ICMS incide sempre que a
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 25 - O ICMS incide sempre que a
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 25 - O ICMS incide sempre que a

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

Art. 25 - O ICMS incide sempre que a empresa de construção

promover saída de mercadoria:

I - decorrente de obra executada ou de demolição, inclusive

sobra e resíduo, quando destinados a terceiro;

II - de fabricação própria.

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados § 2º - Fica dispensada de inscrição: I -
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados § 2º - Fica dispensada de inscrição: I -
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados § 2º - Fica dispensada de inscrição: I -
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados § 2º - Fica dispensada de inscrição: I -

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

§ 2º - Fica dispensada de inscrição:

I - a empresa que se dedique exclusivamente a atividade

profissional relacionada com a construção civil, mediante

prestação de serviço técnico, tal como elaboração de planta,

projeto, estudo, cálculo, sondagem de solo e assemelhado;

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados II - a empresa que se dedique à exclusiva
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados II - a empresa que se dedique à exclusiva
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados II - a empresa que se dedique à exclusiva
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados II - a empresa que se dedique à exclusiva

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

II - a empresa que se dedique à exclusiva prestação de serviço

em obra de construção civil, mediante contrato de

administração, fiscalização, empreitada ou subempreitada,

sem fornecimento de material.

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Amazonas (Manaus) O Decreto nº 28.221, de 16 de
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Amazonas (Manaus) O Decreto nº 28.221, de 16 de
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Amazonas (Manaus) O Decreto nº 28.221, de 16 de
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Amazonas (Manaus) O Decreto nº 28.221, de 16 de

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

Amazonas (Manaus)

O Decreto nº 28.221, de 16 de janeiro de 2009, em seu artigo

317-A determina que:

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Fica vedada a inscrição no Cadastro de Contribuintes do
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Fica vedada a inscrição no Cadastro de Contribuintes do
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Fica vedada a inscrição no Cadastro de Contribuintes do
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Fica vedada a inscrição no Cadastro de Contribuintes do

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

Fica vedada a inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado do Amazonas - CCA de sociedades empresárias ou de

empresários individuais cuja atividade econômica seja a de

construção civil.

§ O disposto no caput deste artigo se aplica àqueles que executem obras de construção civil por incorporação, administração, empreitada ou subempreitada e às cooperativas habitacionais.

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 318-A. Nas aquisições interestaduais, a sociedade
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 318-A. Nas aquisições interestaduais, a sociedade
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 318-A. Nas aquisições interestaduais, a sociedade
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 318-A. Nas aquisições interestaduais, a sociedade

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

Art. 318-A. Nas aquisições interestaduais, a sociedade

empresária ou o empresário individual do ramo da construção

civil informará ao fornecedor que a alíquota a ser adotada na operação será a praticada nas operações internas do Estado de origem, nos termos do art. 155, § 2º, inciso VII, alínea “b”, da Constituição Federal.

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 319-A. As operações de saída de mercadorias praticadas
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 319-A. As operações de saída de mercadorias praticadas
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 319-A. As operações de saída de mercadorias praticadas
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 319-A. As operações de saída de mercadorias praticadas

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

Art. 319-A. As operações de saída de mercadorias praticadas

pela sociedade empresária ou pelo empresário individual do

ramo da construção civil destinadas à aplicação em obras de

sua responsabilidade, não estão sujeitas à incidência do imposto.

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 320-D. O estabelecimento filial de sociedade empresária ou
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 320-D. O estabelecimento filial de sociedade empresária ou
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 320-D. O estabelecimento filial de sociedade empresária ou
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 320-D. O estabelecimento filial de sociedade empresária ou

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

Art. 320-D. O estabelecimento filial de sociedade empresária

ou de empresário individual do ramo da construção civil,

inscrito no CCA, fica dispensado da escrituração dos livros

fiscais, (

).

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 320-E. A inscrição no CCA, do estabelecimento filial
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 320-E. A inscrição no CCA, do estabelecimento filial
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 320-E. A inscrição no CCA, do estabelecimento filial
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 320-E. A inscrição no CCA, do estabelecimento filial

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

Art. 320-E. A inscrição no CCA, do estabelecimento filial de sociedade empresária ou de empresário individual do ramo da

construção civil, será cancelada de ofício caso o contribuinte

questione, administrativa ou judicialmente, a cobrança de diferença de alíquota ou do ICMS antecipado, devidos, respectivamente, na aquisição interestadual de bens para uso e consumo ou ativo permanente, ou de mercadorias, sob o

argumento de que não se trata de contribuinte do imposto.

Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 320-E. A inscrição no CCA, do estabelecimento filial
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 320-E. A inscrição no CCA, do estabelecimento filial
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 320-E. A inscrição no CCA, do estabelecimento filial
Inscrição cadastral – obrigatoriedade nos Estados Art. 320-E. A inscrição no CCA, do estabelecimento filial

Inscrição cadastral obrigatoriedade nos Estados

Art. 320-E. A inscrição no CCA, do estabelecimento filial de sociedade empresária ou de empresário individual do ramo da

construção civil, será cancelada de ofício caso o contribuinte

questione, administrativa ou judicialmente, a cobrança de diferença de alíquota ou do ICMS antecipado, devidos, respectivamente, na aquisição interestadual de bens para uso e consumo ou ativo permanente, ou de mercadorias, sob o

argumento de que não se trata de contribuinte do imposto.

Alíquotas/Percentuais As alíquotas do ICMS que deverão ser adotadas pelos contribuintes vamos utilizar como base
Alíquotas/Percentuais As alíquotas do ICMS que deverão ser adotadas pelos contribuintes vamos utilizar como base
Alíquotas/Percentuais As alíquotas do ICMS que deverão ser adotadas pelos contribuintes vamos utilizar como base
Alíquotas/Percentuais As alíquotas do ICMS que deverão ser adotadas pelos contribuintes vamos utilizar como base

Alíquotas/Percentuais

As

alíquotas

do

ICMS

que

deverão

ser

adotadas

pelos

contribuintes vamos utilizar como base o Estado de São Paulo:

Alíquotas Internas:

As

alíquotas

internas

operações/prestações:

devem

ser

utilizadas

nas

Alíquotas/Percentuais a) remetente e destinatário da mercadoria localizados no Estado de São Paulo; b) início
Alíquotas/Percentuais a) remetente e destinatário da mercadoria localizados no Estado de São Paulo; b) início
Alíquotas/Percentuais a) remetente e destinatário da mercadoria localizados no Estado de São Paulo; b) início
Alíquotas/Percentuais a) remetente e destinatário da mercadoria localizados no Estado de São Paulo; b) início

Alíquotas/Percentuais

a) remetente e destinatário da mercadoria localizados no Estado

de São Paulo;

b) início e término da prestação de serviços de transporte em

municípios diversos dentro do Estado de São Paulo;

c) remetente localizado em território paulista e destinatário não-

contribuinte do ICMS localizado em outro Estado; e

d) operações de importação.

Alíquotas/Percentuais 7% 12% 25% 18% Alíquota Operação Arroz, feijão, pão francês, etc.
Alíquotas/Percentuais 7% 12% 25% 18% Alíquota Operação Arroz, feijão, pão francês, etc.
Alíquotas/Percentuais 7% 12% 25% 18% Alíquota Operação Arroz, feijão, pão francês, etc.
Alíquotas/Percentuais 7% 12% 25% 18% Alíquota Operação Arroz, feijão, pão francês, etc.

Alíquotas/Percentuais

7% 12% 25% 18% Alíquota Operação Arroz, feijão, pão francês, etc. Produtos da construção civil

7%

12%

25%

18%

Alíquota

Operação

Arroz, feijão, pão francês, etc.

Produtos da construção civil em geral.

Serviços de comunicação, fumos, fogos de artifício, raquete de tênis,

armas, munição, perfumes etc.

Demais operações.

Alíquotas/Percentuais Alíquotas Interestaduais: As alíquotas interestaduais do ICMS são fixadas pelo Senado Federal;
Alíquotas/Percentuais Alíquotas Interestaduais: As alíquotas interestaduais do ICMS são fixadas pelo Senado Federal;
Alíquotas/Percentuais Alíquotas Interestaduais: As alíquotas interestaduais do ICMS são fixadas pelo Senado Federal;
Alíquotas/Percentuais Alíquotas Interestaduais: As alíquotas interestaduais do ICMS são fixadas pelo Senado Federal;

Alíquotas/Percentuais

Alíquotas Interestaduais:

As alíquotas interestaduais do ICMS são fixadas pelo Senado

Federal; devem ser utilizadas nas operações/prestações que

destinem mercadorias/serviços a contribuintes do ICMS

localizados em outros Estados. As alíquotas interestaduais da

operação/prestação com início no Estado de São Paulo são:

Alíquotas/Percentuais 7% 12% 4% Nas operações que destinem mercadorias/ serviços a
Alíquotas/Percentuais 7% 12% 4% Nas operações que destinem mercadorias/ serviços a
Alíquotas/Percentuais 7% 12% 4% Nas operações que destinem mercadorias/ serviços a
Alíquotas/Percentuais 7% 12% 4% Nas operações que destinem mercadorias/ serviços a

Alíquotas/Percentuais

7% 12% 4% Nas operações que destinem mercadorias/ serviços a contribuintes localizados nos Es

7%

12%

4%

Nas

operações

que

destinem mercadorias/

serviços

a

contribuintes

localizados nos Es tados das Regiões Norte, Nordeste e Centro - Oeste e no

Estado do Espírito Santo.

Nas

operações

que

destinem

mercadorias/serviços

a

contribuintes

localizados nos Estados da Regiões Sul e Sudeste, exceto o Espírito

Santo.

Nas prestações interestaduais de transporte aéreo.

Alíquotas/Percentuais ATENÇÃO Artigo 56-A - Na operação que destine mercadorias a empresa de construção civil
Alíquotas/Percentuais ATENÇÃO Artigo 56-A - Na operação que destine mercadorias a empresa de construção civil
Alíquotas/Percentuais ATENÇÃO Artigo 56-A - Na operação que destine mercadorias a empresa de construção civil
Alíquotas/Percentuais ATENÇÃO Artigo 56-A - Na operação que destine mercadorias a empresa de construção civil

Alíquotas/Percentuais

ATENÇÃO

Artigo 56-A - Na operação que destine mercadorias a empresa de

construção civil localizada em outra unidade da Federação,

deverá ser aplicada a alíquota interna (Lei 6.374/89, art. 34, § 3º,

na redação do inciso XVIII do art. 1º da Lei 10.619/00).

Diferencial de alíquota - Súmula do STJ Súmula 432: As empresas de construção civil não
Diferencial de alíquota - Súmula do STJ Súmula 432: As empresas de construção civil não
Diferencial de alíquota - Súmula do STJ Súmula 432: As empresas de construção civil não
Diferencial de alíquota - Súmula do STJ Súmula 432: As empresas de construção civil não

Diferencial de alíquota - Súmula do STJ

Súmula 432: As empresas de construção civil não estão

obrigadas a pagar ICMS sobre mercadorias adquiridas como

insumos em operações interestaduais.

Diferencial de alíquota - Súmula do STJ Deste modo as empresas de construção civil, quando
Diferencial de alíquota - Súmula do STJ Deste modo as empresas de construção civil, quando
Diferencial de alíquota - Súmula do STJ Deste modo as empresas de construção civil, quando
Diferencial de alíquota - Súmula do STJ Deste modo as empresas de construção civil, quando

Diferencial de alíquota - Súmula do STJ

Deste modo as empresas de construção civil, quando compram

bens que serão usados em suas obras são consideradas não-

contribuintes do ICMS, pois sua atividade está caracterizada pela

prestação de serviço, que por sua vez é o fato gerador do ISS (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza).

Diferencial de alíquota - Súmula do STJ Logo, a empresa de construção civil que comprar
Diferencial de alíquota - Súmula do STJ Logo, a empresa de construção civil que comprar
Diferencial de alíquota - Súmula do STJ Logo, a empresa de construção civil que comprar
Diferencial de alíquota - Súmula do STJ Logo, a empresa de construção civil que comprar

Diferencial de alíquota - Súmula do STJ

Logo, a empresa de construção civil que comprar insumos para

sua obra em outro Estado, tendo em vista não ser contribuinte

do ICMS, deve se sujeitar à alíquota interna.

ICMS E SUA BASE DE CALCULO A base de cálculo do ICMS é o montante
ICMS E SUA BASE DE CALCULO A base de cálculo do ICMS é o montante
ICMS E SUA BASE DE CALCULO A base de cálculo do ICMS é o montante
ICMS E SUA BASE DE CALCULO A base de cálculo do ICMS é o montante

ICMS E SUA BASE DE CALCULO

A base de cálculo do ICMS é o montante da operação, incluindo

cobradas do

frete

despesas

acessórias

o

adquirente/consumidor.

e

Sobre a respectiva base de cálculo se aplicará a alíquota do ICMS respectiva.

ICMS E SUA BASE DE CALCULO Exemplo: Valor da mercadoria: R$ 1.000,00 Valor do frete
ICMS E SUA BASE DE CALCULO Exemplo: Valor da mercadoria: R$ 1.000,00 Valor do frete
ICMS E SUA BASE DE CALCULO Exemplo: Valor da mercadoria: R$ 1.000,00 Valor do frete
ICMS E SUA BASE DE CALCULO Exemplo: Valor da mercadoria: R$ 1.000,00 Valor do frete

ICMS E SUA BASE DE CALCULO

Exemplo:

Valor da mercadoria: R$ 1.000,00

Valor do frete (cobrado do adquirente): R$ 100,00 Base de cálculo = R$ 1.000,00 + R$ 100,00 = R$ 1.100,00. ICMS a ser destacado na NF = 1.100,00 x (alíquota 18%) = R$ 198,00

ICMS E SUA BASE DE CALCULO Cálculo do Imposto " Cálculo por dentro “ –
ICMS E SUA BASE DE CALCULO Cálculo do Imposto " Cálculo por dentro “ –
ICMS E SUA BASE DE CALCULO Cálculo do Imposto " Cálculo por dentro “ –
ICMS E SUA BASE DE CALCULO Cálculo do Imposto " Cálculo por dentro “ –

ICMS E SUA BASE DE CALCULO

Cálculo do Imposto " Cálculo por dentro “ – utilizado para consumidor final

Estabelece o art. 6º, § 1º do RICMS, que o montante do ICMS

integra a sua própria base de cálculo, inclusive na importação de

mercadorias, bens e serviços do Exterior, constituindo o

respectivo destaque no documento fiscal mera indicação para

fins de controle.

ICMS E SUA BASE DE CALCULO Exemplo: - Custo da mercadoria + margem de lucro
ICMS E SUA BASE DE CALCULO Exemplo: - Custo da mercadoria + margem de lucro
ICMS E SUA BASE DE CALCULO Exemplo: - Custo da mercadoria + margem de lucro
ICMS E SUA BASE DE CALCULO Exemplo: - Custo da mercadoria + margem de lucro

ICMS E SUA BASE DE CALCULO

Exemplo:

- Custo da mercadoria + margem de lucro = R$ 80,00

- Alíquota do ICMS = 18%

- (100% (valor do produto) 18(alíquota) = 82

Base de cálculo = R$ 80,00 / 82 = R$ 97,56 x 18% = 17,56

ICMS devido = R$ 17,56

Regime de Substituição Tributária do ICMS e sua Sistemática de Cálculo Conceito Substituição Tributária é

Regime de Substituição Tributária do ICMS e sua Sistemática de Cálculo

Conceito

Substituição Tributária é um regime por meio do qual a

responsabilidade pelo ICMS devido em relação às

operações ou às prestações é atribuída a outro contribuinte, ou seja, a lei altera a responsabilidade pelo cumprimento da obrigação tributária, conferindo-a a terceiro, que não

aquele que praticou o fato gerador diretamente, mas que possui vinculação indireta com aquele que deu causa ao fato.

Vejamos o exemplo de cálculo:

Noções sobre ICMS ICMS da operação própria: R$ 2.100,00 x 18% (alíquota interna para a
Noções sobre ICMS ICMS da operação própria: R$ 2.100,00 x 18% (alíquota interna para a
Noções sobre ICMS ICMS da operação própria: R$ 2.100,00 x 18% (alíquota interna para a
Noções sobre ICMS ICMS da operação própria: R$ 2.100,00 x 18% (alíquota interna para a

Noções sobre ICMS

ICMS da operação própria:

R$ 2.100,00 x 18% (alíquota interna para a mercadoria) R$ 378,00 Base de cálculo do ICMS - Substituição:

R$ 2.100,00 + R$ 105,00 (IPI) + 35% (MVA-ST) = R$ 2.976,00 R$ 2.976,76x18% = R$ 535,81 (ICMS Presumido)

O valor do Imposto-substituição será a diferença entre a base de cálculo e o devido pela operação normal do estabelecimento que efetuar a substituição tributária (artigo 8º, § 5º) neste caso teremos:

ICMS retido na ST:

R$ 535,81 R$ 378,00 = R$ 157,82

Substituição Tributária Na Construção Civil Decisão Normativa CAT - 6, de 9-4-2009 A decisão acima
Substituição Tributária Na Construção Civil Decisão Normativa CAT - 6, de 9-4-2009 A decisão acima
Substituição Tributária Na Construção Civil Decisão Normativa CAT - 6, de 9-4-2009 A decisão acima
Substituição Tributária Na Construção Civil Decisão Normativa CAT - 6, de 9-4-2009 A decisão acima

Substituição Tributária Na Construção Civil

Decisão Normativa CAT - 6, de 9-4-2009

A decisão acima determina em suma que as empresas de construção civil com os produtos a serem considerados para substituição tributária estão elencados no §1° do artigo 313-Y do

RICMS/2000 além das suposições do NCM e que caracterizem

material de construção.

Substituição Tributária Na Construção Civil Os produtos que não constem deste paragrafo e não tipificarem
Substituição Tributária Na Construção Civil Os produtos que não constem deste paragrafo e não tipificarem
Substituição Tributária Na Construção Civil Os produtos que não constem deste paragrafo e não tipificarem
Substituição Tributária Na Construção Civil Os produtos que não constem deste paragrafo e não tipificarem

Substituição Tributária Na Construção Civil

Os produtos que não constem deste paragrafo e não tipificarem

material de construção não será submetidos ao regime da

substituição tributária.

Operações Especificas A construção civil é bem particular quanto aos aspectos das operações e notas
Operações Especificas A construção civil é bem particular quanto aos aspectos das operações e notas
Operações Especificas A construção civil é bem particular quanto aos aspectos das operações e notas
Operações Especificas A construção civil é bem particular quanto aos aspectos das operações e notas

Operações Especificas

A construção civil é bem particular quanto aos aspectos das

operações e notas fiscais tanto é que as mercadorias

normalmente não são revendidas e sim aplicadasna obra.

A seguir vamos estudar as principais operações na construção

civil.

Vejamos o 1º caso:

Compra de mercadorias para aplicação na obra

Devolução de mercadorias Ocorre quando a mercadoria tem algum problema ou a quantidade entregue foi
Devolução de mercadorias Ocorre quando a mercadoria tem algum problema ou a quantidade entregue foi
Devolução de mercadorias Ocorre quando a mercadoria tem algum problema ou a quantidade entregue foi
Devolução de mercadorias Ocorre quando a mercadoria tem algum problema ou a quantidade entregue foi

Devolução de mercadorias

Ocorre quando a mercadoria tem algum problema ou a quantidade entregue foi a maior. Tomamos por referencia a nota de compra anterior e abaixo devolução parcial de mercadorias.

Remessa e Retorno (transferências) de mercadorias enviado as obras Caso muito comum onde as obras

Remessa e Retorno (transferências) de mercadorias enviado as obras

Caso muito comum onde as obras enviam máquinas e ferramentas para elaboração dos trabalhos e que devem ter

todo o cuidado na recepção não só dos itens enviados, mas também do procedimento fiscal a ser explanado tomando,

por exemplo, a nota fiscal abaixo:

Remessa para conserto Outro caso muito comum, quando a maquina ou ferramenta é enviada para
Remessa para conserto Outro caso muito comum, quando a maquina ou ferramenta é enviada para
Remessa para conserto Outro caso muito comum, quando a maquina ou ferramenta é enviada para
Remessa para conserto Outro caso muito comum, quando a maquina ou ferramenta é enviada para

Remessa para conserto

Outro caso muito comum, quando a maquina ou

ferramenta é enviada para conserto (fora da empresa) e neste caso também deve ser acompanhada de nota fiscal tanto na saída original quanto no seu retorno (para ser dada a entrada da mercadoria) comprovando que a mercadorias retornou a empresa.

Retorno do conserto O titulo é auto explicativo, vejamos a NF como fica:
Retorno do conserto O titulo é auto explicativo, vejamos a NF como fica:
Retorno do conserto O titulo é auto explicativo, vejamos a NF como fica:
Retorno do conserto O titulo é auto explicativo, vejamos a NF como fica:

Retorno do conserto

O titulo é auto explicativo, vejamos a NF como fica:

Venda de ativo Utilizada quando há venda de bens do ativo imobilizado – normalmente no
Venda de ativo Utilizada quando há venda de bens do ativo imobilizado – normalmente no
Venda de ativo Utilizada quando há venda de bens do ativo imobilizado – normalmente no
Venda de ativo Utilizada quando há venda de bens do ativo imobilizado – normalmente no

Venda de ativo

Utilizada quando há venda de bens do ativo imobilizado normalmente no termino da obra quando aquele bem não tem mais utilidade ou já se depreciou. No Estado de São Paulo, todas as operações com Ativo Imobilizado estão

amparadas pela não incidência do ICMS (art. 7, XIV do

RICMS/2000).

Operações de compras e vendas fora do estado Os pontos mais importantes a serem observados
Operações de compras e vendas fora do estado Os pontos mais importantes a serem observados
Operações de compras e vendas fora do estado Os pontos mais importantes a serem observados
Operações de compras e vendas fora do estado Os pontos mais importantes a serem observados

Operações de compras e vendas fora do estado

Os pontos mais importantes a serem observados neste item

são:

CFOP (Código de Operação Fiscal),

suas

alíquotas

envolvidas

produtos

de

as

nos

respectivas regiões;

e possíveis destaques tanto no corpo na NF quanto nos dados adicionais.

Compras de empresas optantes do Simples Nacional vantagens e desvantagens Neste caso em especifico o
Compras de empresas optantes do Simples Nacional vantagens e desvantagens Neste caso em especifico o
Compras de empresas optantes do Simples Nacional vantagens e desvantagens Neste caso em especifico o

Compras de empresas optantes do Simples Nacional vantagens e desvantagens

Neste caso em especifico o que parece ser um ótimo

negocio em comprar de empresas optantes do Simples Nacional nem sempre é.

Existem as vantagens e as desvantagens em comprar de

empresas optantes do Simples Nacional as quais citamos

algumas delas começando pelas vantagens.

Compras de empresas optantes do Simples Nacional vantagens e desvantagens Vantagens  Normalmente o preço
Compras de empresas optantes do Simples Nacional vantagens e desvantagens Vantagens  Normalmente o preço
Compras de empresas optantes do Simples Nacional vantagens e desvantagens Vantagens  Normalmente o preço
Compras de empresas optantes do Simples Nacional vantagens e desvantagens Vantagens  Normalmente o preço

Compras de empresas optantes do Simples Nacional vantagens e desvantagens

Vantagens

Normalmente o preço é mais competitivo;

Por ser uma empresa de menor porte os processos são mais simplificados;

Não há tantas exigências;

Compras de empresas optantes do Simples Nacional vantagens e desvantagens Desvantagens  Há compensação parcial
Compras de empresas optantes do Simples Nacional vantagens e desvantagens Desvantagens  Há compensação parcial
Compras de empresas optantes do Simples Nacional vantagens e desvantagens Desvantagens  Há compensação parcial
Compras de empresas optantes do Simples Nacional vantagens e desvantagens Desvantagens  Há compensação parcial

Compras de empresas optantes do Simples Nacional vantagens e desvantagens

Desvantagens

Há compensação parcial de créditos (esfera Estadual) em relação as empresas que não são optantes do Simples Nacional neste caso é um dos grandes pontos para a opção de compra da empresa;

Maior rigor na conferencia dos documentos declarações / sites, etc.

Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Essa operação é feita de forma habitual pelas empresas,
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Essa operação é feita de forma habitual pelas empresas,
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Essa operação é feita de forma habitual pelas empresas,
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Essa operação é feita de forma habitual pelas empresas,

Operações Triangulares (Venda a Ordem)

Essa operação é feita de forma habitual pelas empresas, por

proporcionar economia no frete e por isso cada contribuinte analisa se sua empresa terá vantagem econômica, segunda analise CUSTO X BENEFICIO.

A operação de venda à ordem está prevista no art. 129 do

RICMS-SP, aprovado pelo Decreto nº 45.490/00.

Operações Triangulares – (Venda a Ordem) A operação de “Venda à Ordem” pode ser entendida
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) A operação de “Venda à Ordem” pode ser entendida
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) A operação de “Venda à Ordem” pode ser entendida
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) A operação de “Venda à Ordem” pode ser entendida

Operações Triangulares (Venda a Ordem)

A operação de “Venda à Ordem” pode ser entendida como

aquela em que o vendedor, após acertada a operação, aguarda

a ordem do comprador (adquirente originário) indicando a empresa na qual deve ser entregue, efetivamente, a mercadoria (adquirente final)”.

Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Portanto, a venda à ordem pressupõe que cada um
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Portanto, a venda à ordem pressupõe que cada um
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Portanto, a venda à ordem pressupõe que cada um
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Portanto, a venda à ordem pressupõe que cada um

Operações Triangulares (Venda a Ordem)

Portanto, a venda à ordem pressupõe que cada um dos

estabelecimentos envolvidos (vendedor remetente, adquirente original e destinatário) pertença a três titulares

(empresas) distintos (item 4 da Resposta à Consulta nº 268/04, da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo).

Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Assim, para que seja possível a aplicação do procedimento
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Assim, para que seja possível a aplicação do procedimento
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Assim, para que seja possível a aplicação do procedimento
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Assim, para que seja possível a aplicação do procedimento

Operações Triangulares (Venda a Ordem)

Assim, para que seja possível a aplicação do procedimento de venda à ordem previsto no art. 129, § 2º, do RICMS/00, é necessário que haja dois estabelecimentos vendedores e um

destinatário final:

Operações Triangulares – (Venda a Ordem) a) o vendedor-remetente das mercadorias; b) o adquirente original
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) a) o vendedor-remetente das mercadorias; b) o adquirente original
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) a) o vendedor-remetente das mercadorias; b) o adquirente original
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) a) o vendedor-remetente das mercadorias; b) o adquirente original

Operações Triangulares (Venda a Ordem)

a) o vendedor-remetente das mercadorias;

b) o adquirente original que as vende ao destinatário final;

c) o destinatário final que recebe a mercadoria do vendedor-

remetente por ordem do adquirente original.

Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Para cumprimento das obrigações fiscais, é necessária a emissão
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Para cumprimento das obrigações fiscais, é necessária a emissão
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Para cumprimento das obrigações fiscais, é necessária a emissão
Operações Triangulares – (Venda a Ordem) Para cumprimento das obrigações fiscais, é necessária a emissão

Operações Triangulares (Venda a Ordem)

Para cumprimento das obrigações fiscais, é necessária a

emissão de três notas fiscais, a emissão de uma 4ª nota fiscal, com a natureza de operação “Simples faturamento”, é de

caráter facultativo.

Comentários desta operação com notas na pagina 57.

Apuração e Recolhimento do ICMS O ICMS deve ser apurado mensalmente pelos estabelecimentos contribuintes, através
Apuração e Recolhimento do ICMS O ICMS deve ser apurado mensalmente pelos estabelecimentos contribuintes, através
Apuração e Recolhimento do ICMS O ICMS deve ser apurado mensalmente pelos estabelecimentos contribuintes, através
Apuração e Recolhimento do ICMS O ICMS deve ser apurado mensalmente pelos estabelecimentos contribuintes, através

Apuração e Recolhimento do ICMS

O ICMS deve ser apurado mensalmente pelos estabelecimentos contribuintes, através no livro de Registro

de Apuração e o valor do imposto a recolher será a diferença

entre os créditos e os débitos ocorridos no mês dentro da Escrita Fiscal.

O saldo, quando credor, será utilizado para compensação no período seguinte.

Noções sobre ISSQN Como já vimos o ISSQN é um imposto que incide sobre serviços
Noções sobre ISSQN Como já vimos o ISSQN é um imposto que incide sobre serviços
Noções sobre ISSQN Como já vimos o ISSQN é um imposto que incide sobre serviços
Noções sobre ISSQN Como já vimos o ISSQN é um imposto que incide sobre serviços

Noções sobre ISSQN

Como já vimos o ISSQN é um imposto que incide sobre serviços de qualquer natureza (desde que constante na lista anexa a Lei Complementar 116/2003).

Para o setor especifico da construção civil temos algumas

particularidades:

Noções sobre ISSQN Percentuais Atualmente conforme ANEXO 1 DA IN-SF/SUREM Nº 4/2010 – PMSP os
Noções sobre ISSQN Percentuais Atualmente conforme ANEXO 1 DA IN-SF/SUREM Nº 4/2010 – PMSP os
Noções sobre ISSQN Percentuais Atualmente conforme ANEXO 1 DA IN-SF/SUREM Nº 4/2010 – PMSP os
Noções sobre ISSQN Percentuais Atualmente conforme ANEXO 1 DA IN-SF/SUREM Nº 4/2010 – PMSP os

Noções sobre ISSQN

Percentuais

Atualmente conforme ANEXO 1 DA IN-SF/SUREM Nº 4/2010 PMSP os serviços de construção civil são tributados em 5% (cinco por cento) permitindo a dedução de materiais

conforme determina O Decreto 50.896, de 1º de outubro de

2009 em seu artigo 31.

Noções sobre ISSQN Incidência A Lei Complementar 116/2003 em seu artigo 1º – define a
Noções sobre ISSQN Incidência A Lei Complementar 116/2003 em seu artigo 1º – define a
Noções sobre ISSQN Incidência A Lei Complementar 116/2003 em seu artigo 1º – define a
Noções sobre ISSQN Incidência A Lei Complementar 116/2003 em seu artigo 1º – define a

Noções sobre ISSQN

Incidência

A Lei Complementar 116/2003 em seu artigo 1º define a incidência do ISSQN conforme abaixo:

“O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, de competência dos Municípios e do Distrito Federal, tem como fato gerador a prestação de serviços constantes da lista anexa,

ainda que esses não se constituam como atividade

preponderante do prestador”.

Noções sobre ISSQN Forma de apuração e base de calculo É recomendável que a empresa
Noções sobre ISSQN Forma de apuração e base de calculo É recomendável que a empresa
Noções sobre ISSQN Forma de apuração e base de calculo É recomendável que a empresa
Noções sobre ISSQN Forma de apuração e base de calculo É recomendável que a empresa

Noções sobre ISSQN

Forma de apuração e base de calculo

É recomendável que a empresa identifique o procedimento especifico de cada Munícipio pois existem diferenças significativas de uma para outro.

PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES E consenso entre os tributarista que o instituto da retenção
PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES E consenso entre os tributarista que o instituto da retenção
PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES E consenso entre os tributarista que o instituto da retenção
PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES E consenso entre os tributarista que o instituto da retenção

PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES

E consenso entre os tributarista que o instituto da retenção na fonte foi uma grande sacada pois na verdade ela tira a

responsabilidade do contribuinte e a atribui a um terceiro

que fica responsável pelo seu recolhimento normalmente antes mesmo do vencimento original amenizando assim a inadimplência.

PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES Estão sujeitas à retenção na fonte as receitas provenientes da
PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES Estão sujeitas à retenção na fonte as receitas provenientes da
PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES Estão sujeitas à retenção na fonte as receitas provenientes da
PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES Estão sujeitas à retenção na fonte as receitas provenientes da

PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES

Estão sujeitas à retenção na fonte as receitas provenientes da prestação de serviços e do fornecimento de bens efetuados

por pessoa jurídica de direito privado, independentemente

de se enquadrarem ou não no regime da não-cumulatividade da cobrança da contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS (art. 31, §1º, da Lei 10.833/03).

PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES  Serviços de Limpeza, conservação, manutenção, segurança, vigilância,
PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES  Serviços de Limpeza, conservação, manutenção, segurança, vigilância,
PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES  Serviços de Limpeza, conservação, manutenção, segurança, vigilância,
PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES  Serviços de Limpeza, conservação, manutenção, segurança, vigilância,

PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES

Serviços

de

Limpeza,

conservação,

manutenção,

segurança, vigilância, transporte de valores e locação de mão-de-obra, assessoria creditícia, mercadológica, gestão

de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, bem como pela remuneração de serviços

profissionais.

PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES IMPORTANTE As empresas optantes pelo Simples Nacional estão dispensadas da
PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES IMPORTANTE As empresas optantes pelo Simples Nacional estão dispensadas da
PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES IMPORTANTE As empresas optantes pelo Simples Nacional estão dispensadas da
PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES IMPORTANTE As empresas optantes pelo Simples Nacional estão dispensadas da

PIS/COFINS E CSLL - RETENÇÕES

IMPORTANTE

As empresas optantes pelo Simples Nacional estão

dispensadas da retenção, para estas contribuições.

VALORES INFERIORES A R$ 5.000,00 É dispensada a retenção para pagamentos de valor igual ou
VALORES INFERIORES A R$ 5.000,00 É dispensada a retenção para pagamentos de valor igual ou
VALORES INFERIORES A R$ 5.000,00 É dispensada a retenção para pagamentos de valor igual ou
VALORES INFERIORES A R$ 5.000,00 É dispensada a retenção para pagamentos de valor igual ou

VALORES INFERIORES A R$ 5.000,00

É dispensada a retenção para pagamentos de valor igual ou

inferior a R$ 5.000,00. Ocorrendo mais de um pagamento no mesmo mês à mesma pessoa jurídica, deverá ser efetuada a soma de todos os valores pagos no mês para efeito de cálculo do limite de retenção, compensando-se o valor retido anteriormente.

ALÍQUOTAS DE RETENÇÃO PIS / PASEP 0,65% COFINS 3,00% CSLL 1,00% TOTAL 4,65%
ALÍQUOTAS DE RETENÇÃO PIS / PASEP 0,65% COFINS 3,00% CSLL 1,00% TOTAL 4,65%
ALÍQUOTAS DE RETENÇÃO PIS / PASEP 0,65% COFINS 3,00% CSLL 1,00% TOTAL 4,65%
ALÍQUOTAS DE RETENÇÃO PIS / PASEP 0,65% COFINS 3,00% CSLL 1,00% TOTAL 4,65%

ALÍQUOTAS DE RETENÇÃO

PIS / PASEP

0,65%

COFINS

3,00%

CSLL

1,00%

TOTAL

4,65%

RECOLHIMENTO Os Nacional, matriz da pessoa jurídica que efetuar a retenção. valores retidos deverão recolhidos
RECOLHIMENTO Os Nacional, matriz da pessoa jurídica que efetuar a retenção. valores retidos deverão recolhidos

RECOLHIMENTO

Os

Nacional,

matriz da pessoa jurídica que efetuar a retenção.

valores

retidos

deverão

recolhidos

Tesouro

estabelecimento

ser

ao

de

forma

centralizada,

pelo

O recolhimento das importâncias retidas deverá ser efetuado até o último dia útil da quinzena subseqüente,

à aquela em que tiver ocorrido o pagamento à pessoa

jurídica fornecedora dos bens ou prestadora do serviço.

Condições para o beneficio fiscal da SUFRAMA Conforme art. 1 da Portaria SUFRAMA n.º 529/2006,
Condições para o beneficio fiscal da SUFRAMA Conforme art. 1 da Portaria SUFRAMA n.º 529/2006,

Condições para o beneficio fiscal da SUFRAMA

Conforme art. 1 da Portaria SUFRAMA n.º 529/2006, todas as mercadorias nacionais que ingressam nos estados do AM, AC, RO, RR e nas cidades de Macapá e Santana, no AP, devem passar pelo controle da SUFRAMA, com a geração do PIN:

Condições para o beneficio fiscal da SUFRAMA "Art.1º Toda entrada de mercadoria nacional para Zona
Condições para o beneficio fiscal da SUFRAMA "Art.1º Toda entrada de mercadoria nacional para Zona

Condições para o beneficio fiscal da SUFRAMA

"Art.1º Toda entrada de mercadoria nacional para Zona Franca de Manaus, Áreas de Livre Comércio e Amazônia Ocidental fica sujeita ao controle e fiscalização da Suframa que desenvolverá ações para atestar o ingresso físico da mercadoria e o seu internamento na área incentivada."

Condições para o beneficio fiscal da SUFRAMA Para as empresas remetentes de mercadorias fora da
Condições para o beneficio fiscal da SUFRAMA Para as empresas remetentes de mercadorias fora da

Condições para o beneficio fiscal da SUFRAMA

Para as empresas remetentes de mercadorias fora da ZFM possa usufruir dos beneficio fiscal de isenção do ICMS deverá certificar se a empresa destinatária possui a referida inscrição na SUFRAMA.

Condições para o beneficio fiscal da SUFRAMA A consulta se dá através do site da
Condições para o beneficio fiscal da SUFRAMA A consulta se dá através do site da

Condições para o beneficio fiscal da SUFRAMA

A

consulta se dá através do site da SUFRAMA

(https://servicos.suframa.gov.br/servicos/) por meio de login

e senha.

INFORMAÇÕES GERAIS - SUFRAMA Quais (remetente)? são minhas responsabilidades como fornecedor - Verificar a situação

INFORMAÇÕES GERAIS - SUFRAMA

Quais

(remetente)?

são

minhas

responsabilidades

como

fornecedor

- Verificar a situação cadastral do cliente junto à SUFRAMA;

o

Gerar arquivo XML com os dados da nota(s) fiscal;

o

Importar o arquivo para o WS SINAL;

o

Gerar o PIN;

o

Informar ao transportador o número do PIN gerado para as notas

fiscais transmitidas, no Momento da saída da mercadoria e da nota

fiscal;

o Acompanhar o trâmite do PIN e a situação da nota fiscal até a

conclusão do Internamento (emissão da Declaração de Ingresso), por meio da rotina “PIN” do WS SINAL e das “Consultas Online” (disponíveis no menu de serviços do Portal SUFRAMA).

INFORMAÇÕES GERAIS - SUFRAMA O que fazer se o cliente não estiver habilitado ou não

INFORMAÇÕES GERAIS - SUFRAMA

O que fazer se o cliente não estiver habilitado ou não possuir cadastro? Posso gerar o PIN?

Nestes casos específicos o fornecedor não deverá conceder descontos de benefícios fiscais aos clientes, e a nota fiscal poderá ser enviada sem o PIN.

INFORMAÇÕES GERAIS - SUFRAMA O que fazer se o cliente não estiver habilitado ou não

INFORMAÇÕES GERAIS - SUFRAMA

O que fazer se o cliente não estiver habilitado ou não possuir cadastro? Posso gerar o PIN?

Nestes casos específicos o fornecedor não deverá conceder descontos de benefícios fiscais aos clientes, e a nota fiscal poderá ser enviada sem o PIN.

Sucesso! A todos e parabéns pela Participação!!!
Sucesso! A todos e parabéns pela Participação!!!
Sucesso! A todos e parabéns pela Participação!!!

Sucesso!

Sucesso! A todos e parabéns pela Participação!!!

A todos e parabéns pela Participação!!!