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Unidade Curricular: Automação Industrial

Unidade Curricular: Automação Industrial
Unidade Curricular: Automação Industrial

DESIG AÇÃO DO CET: ESTTIEAI-TMR2

Automação Industrial DESIG AÇÃO DO CET: ESTTIEAI-TMR2 INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR AUTOMAÇÃO I DUSTRIAL

INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR

AUTOMAÇÃO I DUSTRIAL APRESE TAÇÃO

Prof. Paulo Coelho

TOMAR MAIO DE 2009

APRESE TAÇÃO Prof. Paulo Coelho TOMAR MAIO DE 2009 1 IEAI - Instalações Eléctricas e Automação

15-09-2008

Automação Industrial CET de Instalações Eléctricas e Automação Industial Prof. Paulo Coelho IPT – ESTT

Automação Industrial

CET de Instalações Eléctricas e Automação Industial

Prof. Paulo Coelho

IPT ESTT DEE / 2008

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IEAI – Instalações Eléctricas e Automação Industrial
IEAI –
Instalações Eléctricas e Automação Industrial

Edição de 2007-2008

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Automação Sistemas de comando 3

Automação

Sistemas de comando

3

 É frequente, em várias indústrias, encontrarem-se máquinas destinadas a efectuar trabalhos caracterizados por

É frequente, em várias indústrias, encontrarem-se máquinas destinadas a efectuar trabalhos caracterizados por ciclos relativamente simples (quinadoras, prensas, fresadoras), e cujo comando é feito através de um conjunto de automatismos/controladores industriais.

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Características de um automatismo  Automatismo :  Dispositivo que permite que um sistema funcione

Características de um automatismo

Automatismo :

Dispositivo que permite que um sistema funcione de forma

autónoma, sendo a intervenção do operador reduzida ao mínimo indispensável.

Vantagens:

Simplifica o trabalho do operador

Retira do operador tarefas complexas, perigosas, pesadas, ou indesejadas.

Alterações aos processos de fabrico

Qualidade constante de fabrico

Aumento de produção

Economia de matéria prima e energia

 

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O automatismo/controlador gera o sinal de comando:  Segundo uma sequência de acções definidas no

O automatismo/controlador gera o sinal de comando:

Segundo uma sequência de acções definidas no algoritmo de controlo

em função da saída (0 - 10 V, 4 - 20 mA) e da referência

(escala de 0-100% existente no próprio controlador ou

remotamente).

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 Funções complementares: • possibilidade de visualizar as variáveis do processo, erro e comando; •

Funções complementares:

possibilidade de visualizar as variáveis do processo, erro

e comando;

selecção de referência local ou remota;

selecção de funcionamento manual/automático;

disparo de alarmes se a variável de saída ou o erro

ultrapassarem limites pré-fixados.

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Automatismo/Controlador em modo manual: Imposição directa pelo operador da variável de comando. Utilizar em que

Automatismo/Controlador em modo manual:

Imposição directa pelo operador da variável de comando.

Utilizar em que situações? Avarias Arranque do processo

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Automatismos Lógicos Controladores lógicos Os controladores lógicos caracterizam-se por um conjunto de equações, que

Automatismos Lógicos

Controladores lógicos

Os controladores lógicos caracterizam-se por um conjunto de equações, que descrevem as saídas do controlador como funções booleanas:

- apenas das suas entradas - controlador combinacional.

- das suas entradas e de variáveis internas de memória -controlador sequencial, pois reage não só ao valor instantâneo das entradas, mas também a sequências específicas que estes valores podem

tomar no tempo.

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Tipos de automatismos  Os automatismos podem, em termos construtivos, ser baseados em:  lógica

Tipos de automatismos

Os automatismos podem, em termos construtivos, ser baseados em:

lógica Cablada

lógica Programável

A lógica programável tem por base um automatismo cujas funções estão

descritas num programa. Neste tipo de sistemas incluem-se os microcomputadores e os autómatos programáveis ou PLC’s (Programmable Logic Controllers) ou CLP’s (Controladores Lógicos Programáveis).

A escolha do automatismo depende da complexidade do processo a comandar e da flexibilidade exigida.

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Estrutura de um automatismo  Estrutura:  Entradas : Dispositivos que recebem informações do sistema

Estrutura de um automatismo

Estrutura:

Entradas: Dispositivos que recebem informações do sistema a controlar. Botoneiras, sensores, comutadores, fins de curso, etc.

Saídas: Dispositivos actuadores e sinalizadores. Motores, válvulas, lâmpadas, displays, etc.

Lógica : Bloco que define as características de funcionamento do

automatismo.

lâmpadas, displays, etc.  Lógica : Bloco que define as características de funcionamento do automatismo. 11
lâmpadas, displays, etc.  Lógica : Bloco que define as características de funcionamento do automatismo. 11

11

Exemplo : Automatismo de uma porta  Parte operativa : Motor que acciona o fecho

Exemplo : Automatismo de uma porta

Parte operativa : Motor

que acciona o fecho e

abertura da porta.

Parte de controlo : O sensor de proximidade, os fins de curso, a chave de permissão e toda a lógica de exploração.

Parte de controlo : O sensor de proximidade, os fins de curso, a chave de permissão

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Automatismos de Lógica Cablada Lógica Cablada  Um sistema de comando deste tipo utiliza tecnologias

Automatismos de Lógica Cablada

Lógica Cablada

Um sistema de comando deste tipo utiliza tecnologias tradicionais como:

relés electromagnéticos

módulos lógicos pneumáticos

módulos electrónicos.

Um sistema que utiliza estas tecnologias torna-se um sistema volumoso e difícil de manter. Adicionalmente, qualquer alteração acarreta custos

elevados.

Para sistemas pequenos e simples, um sistema de comando deste tipo pode continuar a ser economicamente eficiente.

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Lógica Cablada – Relés Electromagnéticos Lógica Cablada - Relés electromagnéticos  Cada saída do

Lógica Cablada Relés Electromagnéticos

Lógica Cablada - Relés electromagnéticos

Cada saída do controlador tem associado um relé. A função lógica associada a essa saída é implementada directamente no circuito da

bobina do relé (circuito de comando) recorrendo a ligações série e paralelo dos contactos correspondentes às entradas do controlador

(botões de comando e sensores).

No caso de controladores sequenciais, as variáveis internas do controlador, são também implementadas por um relé associado que funciona como elemento de memória.

A representação gráfica usa os diagramas de escada (do inglês 'ladder diagrams').

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Lógica Cablada – Módulos pneumáticos Lógica Cablada - módulos lógicos pneumáticos  Utiliza elementos que

Lógica Cablada Módulos pneumáticos

Lógica Cablada - módulos lógicos pneumáticos

Utiliza elementos que funcionam tendo como fonte de energia ar comprimido.

Existem elementos capazes de realizar funções lógicas (como o "E" ou o "Ou").

A existência de sensores e actuadores funcionando com o mesmo princípio, permite constituir sistemas totalmente baseados em ar comprimido.

A sua utilização é de especial interesse em ambientes explosivos ou sujeitos a fortes campos electromagnéticos onde a tecnologia anterior pode ser perigosa ou sofrer interferências.

O principal inconveniente é a necessidade de estabelecimento de um circuito de ar comprimido próprio, com custos elevados de instalação e manutenção, bem

como o volume ocupado pelos dispositivos.

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Lógica Cablada – Módulos electrónicos Lógica Cablada - módulos electrónicos  Construidos a partir de

Lógica Cablada Módulos electrónicos

Lógica Cablada - módulos electrónicos

Construidos a partir de componentes electrónicos (díodos, transistores, circuitos integrados) montados em circuitos impressos.

Estes módulos desempenham funções lógicas variadas.

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Lógica programável – Microcomputador Lógica Programável – Microcomputador  Um microcomputador possui uma

Lógica programável Microcomputador

Lógica Programável Microcomputador

Um microcomputador possui uma enorme capacidade de processamento aliada a uma interminável flexibilidade.

Programas proporcionam não só controlo mas também monitorização, informação estatística, aquisição de dados.

Inconvenientes:

caro

volumoso

a menos que seja do tipo industrial, não vai enfrentar o severo ambiente da industria

o pessoal técnico e de manutenção necessita de formação especializada.

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Lógica programável – Autómato Programável Lógica Programável – Autómato Programável • Um autómato

Lógica programável Autómato Programável

Lógica Programável Autómato Programável

Um autómato programável é definido como um aparelho electrónico digital, com uma memória que permite armazenar instruções que implementam funções específicas: funções lógicas, de sequenciação, de temporização, de contagem e aritméticas (permitem controlar máquinas e processos); tem por base um microprocessador, sendo deste modo programável.

O autómato manipula dispositivos de entrada (interruptores, sensores) e dependendo do seu estado e do programa armazenado na memória, controla as saídas (válvulas, motores),

tendo também em atenção o estado das mesmas.

Mas estes vamos estudar a seguir

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 8 CPUs with various performance  2560 IO max  34 COM Port max
 8 CPUs with various performance  2560 IO max  34 COM Port max

8 CPUs with various performance

2560 IO max

34 COM Port max

120 Kw program memory and 256 Kw data memory

0,02 µs execution time

Exemplos de PLCs

Kw data memory  0,02 µs execution time Exemplos de PLCs  9 CPUs with various

9 CPUs with various

performance

5120 IO max

34 COM Port max

240 Kw program memory

and 448 Kw data memory

0,04 µs execution time

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Os Controladores Lógicos Programáveis (PLC's) podem apresentar aspectos físicos diferentes, diferentes performances

Os Controladores Lógicos Programáveis (PLC's) podem apresentar aspectos físicos diferentes, diferentes performances e custos muito díspares; no entanto, os seus elementos constituintes são fundamentalmente os mesmos.

Um autómato pode ser:

Compacto: contém alimentação, E/S, CPU num bloco. Expandem-se ligados a outros blocos com características idênticas

Modular: os diferentes elementos são montados em bases especiais - backplanes - que providenciam uma série de conectores para a ligação dos módulos. O conjunto formado pela backplane e os módulos a ela conectados constitui um rack.

para a ligação dos módulos. O conjunto formado pela backplane e os módulos a ela conectados
para a ligação dos módulos. O conjunto formado pela backplane e os módulos a ela conectados
para a ligação dos módulos. O conjunto formado pela backplane e os módulos a ela conectados

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Contadores e Temporizadores  Contagem de eventos e o controlo da duração temporal de processos

Contadores e Temporizadores

Contagem de eventos e o controlo da duração temporal de processos são elementos essenciais de qualquer unidade de automação industrial.

São utilizados para limitar a produção de partes, contagem de peças produzidas (com e/ou sem defeito) ou para indicar acções escalonadas.

São equipamentos autónomos ou estão incluídos como simples instruções de um autómato

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Contador Temporizador
Contador
Temporizador
Contador Temporizador  LCD totalizador autoalimentado  L 48 x A 24 and D 48,5 mm

LCD totalizador autoalimentado

L 48 x A 24 and D 48,5 mm

Até 8 digitos, 8,6 mm de altura

Invólucro de cor preta ou cinzento claro

mm de altura  Invólucro de cor preta ou cinzento claro · L48 x A 24

· L48 x A 24 x D 83 mm

· Indicador de 8 digitos, 4 para

valores e 4 para valores

parametrizados

· Montagem frontal

· 0,001 s a 9999 h

· 24 VDC

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Encoder  O movimento de rotação é muito utilizado; encoders permitem determinar velocidade de rotação

Encoder

O movimento de rotação é muito utilizado; encoders permitem determinar velocidade de rotação e distâncias ou comprimentos de peças.

A saída de um encoder é um trem de impulsos que se associa a um contador.

Encoders podem ser de 2 tipos:

Absolutos mede a posição absoluta de um veio (cada posição tem uma

única saída)

Diferenciais a saída vem referida à última posição considerada

(cada posição tem uma única saída)  Diferenciais – a saída vem referida à última posição

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Automação Actuadores 24

Automação

Actuadores

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Os actuadores são os responsáveis directos pelas mudanças no processo provocadas pelos controladores lógicos. Elemento

Os actuadores são os responsáveis directos pelas mudanças no processo provocadas pelos controladores lógicos.

Elemento final da cadeia de controlo que transforma o sinal de comando na variável manipulada.

Actuadores absolutos ou posicionais:

A saída é proporcional ao sinal de entrada. Ex: servoválvula ou um amplificador eléctrico

Actuadores incrementais:

A saída é proporcional ao integral do sinal de entrada. Ex: servoválvula comandada por um motor de passo

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 Num actuador absoluto para passar de um valor Xl da saida a um K2

Num actuador absoluto para passar de um valor Xl da saida a um

K2

valor

correspondente a X2.

X2

aplica-se

simplesmente

o

sinal

de

entrada

Num actuador incremental para passar de um valor Xl a X2 deve aplicar-se a diferença correspondente: K2-K1.

Em termos de comportamento as suas caracteristicas são "inversas":

na situação de falha de energia ou perda do sinal de comando, o actuador incremental fica colocado no último valor recebido, enquanto o actuador absoluto irá a 0. na situação de retorno da energia, o actuador absoluto será colocado na posição correspondente ao comando enviado, enquanto para o actuador incremental necessitar-se-á de alguma forma de conhecer o estado em que ficou, ou fazer o seu 'reset'.

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As acções traduzem-se muitas vezes por movimentações. Os dispositivos que se usam mais frequentemente para

As acções traduzem-se muitas vezes por movimentações.

Os dispositivos que se usam mais frequentemente para este fim

são os motores eléctricos e os cilindros electropneumáticos.

Alguns exemplos:

Relés - mecânicos ou do estado sólido

Amplificadores tiristorizados ou transistorizados

Válvulas tudo ou nada”

Válvulas proporcionais ou servoválvulas

Válvulas motorizadas

Conversores electro-pneumáticos

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 Os motores eléctricos convertem energia eléctrica em energia mecânica. Atendendo ao seu princípio de

Os motores eléctricos convertem energia eléctrica em energia mecânica. Atendendo ao seu princípio de funcionamento podem considerar-se 2 grupos:

motores de corrente contínua

motores de corrente alternada.

Num cilindro electropneumático, movimenta-se linearmente um êmbolo com uma haste solidária. O ar comprimido constitui a sua fonte de energia, a admissão do ar comprimido no cilindro sendo feita geralmente por válvulas de comando eléctrico.

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A passagem de informação dos controladores para os actuadores é normalmente realizada através de circuitos

A passagem de informação dos controladores para os actuadores é normalmente realizada através de circuitos amplificadores de potência:

realizada através de circuitos amplificadores de potência:  relés electromecânicos  relés de estado sólido.

relés electromecânicos

relés de estado sólido.

através de circuitos amplificadores de potência:  relés electromecânicos  relés de estado sólido. 29

29

Um relé electromecânico é basicamente constituído por uma bobine e uma armadura móvel. Ao ser

Um relé electromecânico é basicamente constituído por uma bobine e uma armadura móvel.

Ao ser percorrida por uma corrente eléctrica, a bobine cria um campo magnético que atrai a armadura

móvel onde estão fixados contactos.

Quando a corrente é interrompida, o regresso da armadura à posição de repouso é assegurado por uma mola.

Contactos

o regresso da armadura à posição de repouso é assegurado por uma mola. Contactos Alimentação da

Alimentação da bobina

Mola
Mola

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O número e tipo (NA ou NF) de contactos num relé varia com o modelo.

O número e tipo (NA ou NF) de contactos num relé varia

com o modelo.

Como caso particular, temos os contactores.

São relés electromecânicos com 1 ou 3 contactos NA

construídos para comutar correntes eléctricas mono ou

trifásicas elevadas, como as que são muitas vezes exigidas

na alimentação de motores.

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Os relés do estado sólido são assim chamados porque a comutação das correntes eléctricas se

Os relés do estado sólido são assim chamados porque a comutação das correntes eléctricas se obtém, não com

bobinas e contactos, mas sim com dispositivos

semicondutores de potência como tiristores ou 'triacs'.

não com bobinas e contactos, mas sim com dispositivos semicondutores de potência como tiristores ou 'triacs'.

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Do ponto de vista do projecto do controlador, o estado dos actuadores é descrito por

Do ponto de vista do projecto do controlador, o estado dos

actuadores é descrito por uma variável lógica (dita variável

lógica de saída), cujos valores:

- 0 (zero) corresponde ao estado de excitação da bobina do

relé que desliga o actuador.

- 1 (um) corresponde ao estado de excitação da bobina do

relé que liga o actuador.

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Representações gráficas de relés e actuadores: M Bobina Motor Lâmpada de relé As lâmpadas usadas

Representações gráficas de relés e actuadores:

Representações gráficas de relés e actuadores: M Bobina Motor Lâmpada de relé As lâmpadas usadas para
M
M
Representações gráficas de relés e actuadores: M Bobina Motor Lâmpada de relé As lâmpadas usadas para

Bobina

Motor

Lâmpada

de relé

As lâmpadas usadas para sinalização aos operadores de condições do processo são, também, actuadores.

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MICRO-MOTORES COM ENGRENAGENS Para desenvolvimento de protótipos electromecânicos em miniatura. Devido ao baixo
MICRO-MOTORES COM ENGRENAGENS Para desenvolvimento de protótipos electromecânicos em miniatura. Devido ao baixo
MICRO-MOTORES COM ENGRENAGENS Para desenvolvimento de protótipos electromecânicos em miniatura. Devido ao baixo

MICRO-MOTORES COM ENGRENAGENS

Para desenvolvimento de protótipos electromecânicos em miniatura. Devido ao baixo consumo é especialmente adequado à experimentação com células solares.

Dependendo da tensão pode atingir 5000rpm

MINI - BOMBAS de CIRCULAÇÃO Para desenvolvimento de dispositivos hidráulicos de circulação com comando eléctrico

hidráulicos de circulação com comando eléctrico VÁLVULA SOLENOIDE Dispositivo electromecânico que

VÁLVULA SOLENOIDE

Dispositivo electromecânico que permite interromper a circulação dum fluido por acção dum solenóide. Aspecto global do dispositivo que funciona com uma tensão de 24V DC 8W. Modelo de latão para ar comprimido, água e gás natural

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Automação Dispositivos de Manipulação de M ateriais

Automação

Dispositivos de Manipulação de Materiais

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Dispositivos de Manipulação de Materiais Tapetes automáticos Armazéns Automáticos AGV ´ s

Dispositivos de Manipulação de Materiais

Tapetes automáticos

Dispositivos de Manipulação de Materiais Tapetes automáticos Armazéns Automáticos AGV ´ s

Armazéns Automáticos

AGV´s

Dispositivos de Manipulação de Materiais Tapetes automáticos Armazéns Automáticos AGV ´ s
Dispositivos de Manipulação de Materiais Tapetes automáticos Armazéns Automáticos AGV ´ s
Aplicações Industriais Manuseamento de
Aplicações Industriais Manuseamento de

Materiais (Robótica Fixa (Manipuladores))

Manuseamento de Materiais ( Robótica Fixa (Manipuladores)) Vantagens:  factores de segurança acrescida na
Manuseamento de Materiais ( Robótica Fixa (Manipuladores)) Vantagens:  factores de segurança acrescida na

Vantagens:

factores de segurança acrescida na interface de operadores com máquinas;

repetibilidade da tarefa a realizar; o ambiente de trabalho, é por vezes, prejudicial;

evita-se a manipulação de cargas elevadas por parte de operadores.

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Aplicações Industriais - Soldadura Vantagens:  racionalização do processo de soldadura;  incremento da

Aplicações Industriais - Soldadura

Aplicações Industriais - Soldadura Vantagens:  racionalização do processo de soldadura;  incremento da

Vantagens:

Aplicações Industriais - Soldadura Vantagens:  racionalização do processo de soldadura;  incremento da

racionalização do processo de soldadura;

incremento da qualidade e segurança.

Aplicações Industriais - Pintura Utilização em condições adversas (perigo de fogo e de cancro, ruído,

Aplicações Industriais - Pintura

Aplicações Industriais - Pintura Utilização em condições adversas (perigo de fogo e de cancro, ruído, etc.),

Utilização em condições adversas (perigo de fogo e de cancro, ruído, etc.), como sejam a industria automóvel, a industria de electrodomésticos, industria

de porcelanas para WC, etc

ruído, etc.), como sejam a industria automóvel, a industria de electrodomésticos, industria de porcelanas para WC,

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Aplicações Industriais - Montagem Célula de Montagem Linha de Montagem

Aplicações Industriais - Montagem

Célula de Montagem

Aplicações Industriais - Montagem Célula de Montagem Linha de Montagem

Linha de Montagem

Aplicações Industriais - Montagem Célula de Montagem Linha de Montagem
Sistemas de Fabrico Flexível Um sistema de fabrico flexível consiste num conjunto de estações de

Sistemas de Fabrico Flexível

Um sistema de fabrico flexível consiste num conjunto de estações de trabalho (normalmente máquinas de controlo numérico), interligadas por um sistema de transporte e manuseamento de materiais e controladas por um sistema computadorizado integrado.

por um sistema de transporte e manuseamento de materiais e controladas por um sistema computadorizado integrado.

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Aplicações Capacidade de processar uma variedade de diferentes tipos de peças, simultaneamente, nas várias estações

Aplicações

Capacidade de processar uma variedade de diferentes tipos de

peças, simultaneamente, nas várias estações de trabalho.

Produtividade Linha Prod. Automação Dedicada Sistemas Flexibilidade Fabrico Flexivel Células Fabrico
Produtividade
Linha
Prod.
Automação
Dedicada
Sistemas
Flexibilidade
Fabrico
Flexivel
Células
Fabrico
Máquinas
CNC
Volume Produção

Variedade de Produtos

Objectivo: preencher o vazio entre a produção em massa (caracterizada pelas linhas de produção) e as pequenas produções realizadas em máquinas CNC isoladas.

Componentes de um FMS  Estações de Trabalho Células de fabrico (com máquinas-ferramenta de controlo

Componentes de um FMS

Estações de Trabalho

Células de fabrico (com máquinas-ferramenta de controlo numérico, robôs, etc.), células de montagem, células de inspecção, etc

Manipulação e armazenamento de materiais

Manipulação de materiais entre as diversas estações de trabalho.

Exemplos: Armazéns automáticos, sistemas automáticos de tapetes, AGV, etc

Sistema de controlo por computador

Sistema

comunicação.

de

controlo,

sistema

de

informação

e

sistema

de

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Configuração de FMS (1)  Em linha Esta configuração é apropriada para sistemas em que

Configuração de FMS (1)

Em linha

Esta configuração é apropriada para sistemas em que o progresso dos materiais de uma estação para a próxima está bem definido. O

transporte de materiais é realizado através de tapetes.

Ciclo (Loop )

Entrada

Saída

Os materiais fluem entre estações, tal como na configuração anterior, com a diferença da estação de entrada coincidir com a de saída. O transporte de materiais é realizado através de tapetes.

Posto Posto Posto E/S Posto Posto
Posto
Posto
Posto
E/S
Posto
Posto
Posto Posto Posto Posto

Posto

Posto Posto Posto Posto

Posto

Posto Posto Posto Posto

Posto

Posto Posto Posto Posto

Posto

Posto Posto Posto Posto
Configuração de FMS (2)
Configuração de FMS (2)

Escada (Ladder )

Esta configuração é semelhante à anterior, apresentando a vantagem de possuir caminhos alternativos, de forma a reduzir os tempos de transporte. O transporte de materiais é realizado através de tapetes ou de AGVs.

Fluxo de materiais

Células (OpenField)

E/S
E/S

Esta configuração assenta na divisão da planta fabril em células, cada uma das quais responsável pela execução de um determinado conjunto de funções. O transporte é realizado através de tapetes ou de AGVs.

Centros de

Armazenamento

Paletização e

Maquinação

Intermédio

Limpeza

Estações de

Montagem

Inspecção e

Testes

Carga e

Descarga

   

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Configuração de FMS (3)  Robô centrado Esta configuração é típica de aplicações em que

Configuração de FMS (3)

Robô centrado

Esta configuração é típica de aplicações em que o robô é o elemento central do processo produtivo, sendo o manuseamento de materiais efectuado através de robôs industriais.

é o elemento central do processo produtivo, sendo o manuseamento de materiais efectuado através de robôs
Células de Fabrico Flexível  Conjunto de várias máquinas CNC, alimentadas por um ou vários

Células de Fabrico Flexível

Conjunto de várias máquinas CNC, alimentadas por um ou vários robôs e ocasionalmente com a possibilidade de sistemas de armazenamento e

manipulação de materiais.

Todo este equipamento é controlado e supervisionado por uma aplicação computorizada, pertencente à componente de software.

este equipamento é controlado e supervisionado por uma aplicação computorizada, pertencente à componente de software.

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Computer Integrated Manufacturing (CIM)  Integração das diversas actividades da empresa, relacionadas com a

Computer Integrated Manufacturing (CIM)

Integração das diversas actividades da empresa, relacionadas com a produção, através da utilização de tecnologias de informação, como sejam, bases de dados, sistemas de comunicação, etc.

Deste modo, os vários departamentos associados às actividades, podem comunicar entre si através da partilha ou troca de informações.

Integração apenas das actividades de engenharia e de produção.

apenas das actividades de engenharia e de produção. Integração de todas as actividades relacionadas com o

Integração de todas as actividades relacionadas com o fabrico

de todas as actividades relacionadas com o fabrico Integração dos sistemas de informação da empresa com

Integração dos sistemas de informação da empresa com os dos clientes e fornecedores.

Arquitectura CIM Genérica CAE Concepção CAD mecanica Engenharia PP&C Simulação Projecto Gestão Robotica

Arquitectura CIM Genérica

CAE Concepção CAD mecanica Engenharia PP&C Simulação Projecto Gestão Robotica BD Gestão Eng. Base
CAE
Concepção
CAD
mecanica
Engenharia
PP&C
Simulação
Projecto
Gestão
Robotica
BD
Gestão
Eng.
Base Dados
Informação
Fabrico
Fabrico
Integração
CAM
Produção
Redes
CAPP
DNC
Qualidade
Aquisição
CNC e
Dados
Robôs

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Vantagens do CIM  Produtividade A eliminação da redundância da informação, conduz a um melhor

Vantagens do CIM

Produtividade

A eliminação da redundância da informação, conduz a um melhor

controlo e gestão dos recursos, podendo ser atingidas melhorias de 40 a

70%.

Flexibilidade

Maior rapidez de resposta aos eventos externos (variações do mercado,

)

e aos internos (avarias e defeitos de qualidade,

).

Qualidade A integração de sistemas automatizados permite diminuir o número de erros ocorridos, devido à garantia na não duplicação da informação (aumento da qualidade de 2 a 5 vezes).

Tempos de concepção

A partilha de informação entre os vários departamentos de projecto

permite a redução do tempo de concepção de um produto entre 15 a 30%.

Work In Progress (WIP) Uma gestão optimizada permite uma redução do material que circula na fabrica em valores que podem variar entre 30 a 60%.

Desvantagens e problemas  O CIM é mais uma questão estratégica do que tecnológica. 

Desvantagens e problemas

O CIM é mais uma questão estratégica do que tecnológica.

Não existe uma especificação genérica de CIM nem um sistema normalizado que se possa comprar.

Custo do sistema.

Heterogeneidade dos equipamentos existentes no sistema.

Factores sociológicos.

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Automação Sensores “ On-Off ” 53

Automação

Sensores “On-Off

53

Objectivo:  Destinam-se a captar informações da parte operativa, sob a forma de um sinal

Objectivo:

Destinam-se a captar informações da parte operativa, sob a forma de um sinal com dois níveis para o caso de sensores lógicos.

Possibilitam medir, de forma automática, as grandezas que caracterizam a parte operativa com base nas quais a parte de comando gera as respectivas ordens.

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Exemplos de sensores “ On-Off ”:  Temperatura  Pressão  Nível  Caudal 

Exemplos de sensores “On-Off ”:

Temperatura

Pressão

Nível

Caudal

Posição

Proximidade

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Sensor de temperatura – Termostato  O termostato é um interruptor térmico usado em controlo

Sensor de temperatura Termostato

O termostato é um interruptor térmico usado em controlo ou supervisão de temperatura podendo ser desenhado para ter contactos normalmente abertos ou normalmente fechados. Uma lâmina bimetálica passa de côncava a convexa perante uma subida da temperatura ambiente.

Se a temperatura exceder um determinado valor, aquela lâmina provoca o contacto eléctrico entre dois terminais.

Terminais Braço de contacto
Terminais
Braço de contacto

Encapsulamento

Contactos

Isolador

Lâmina bimetálica

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Sensor de pressão – Pressostato O pressostato é um dispositivo capaz de fornecer um sinal

Sensor de pressão Pressostato

O pressostato é um dispositivo capaz de fornecer um sinal eléctrico ou activar um contacto quando a pressão ambiente atinge um valor pré-definido.

Incorpora um parafuso que permite ajustar a gama de pressões de trabalho. Sob pressão, o fluído desloca o diafragma fazendo actuar o braço do micro-interruptor.

de pressões de trabalho. Sob pressão, o flu í do desloca o diafragma fazendo actuar o

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Sensor de nível – Mecânico e Ultra-sons  Medida de nível utilizando uma bóia que

Sensor de nível Mecânico e Ultra-sons

Medida de nível utilizando uma bóia que se desloca para cima ou para baixo consoante o nível, articulada com um sistema secundário de medida de deslocamento.

Medida de nível por ultra-sons

o nível, articulada com um sistema secundário de medida de deslocamento.  Medida de nível por
o nível, articulada com um sistema secundário de medida de deslocamento.  Medida de nível por

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Sensor de fluxo – Interruptor de Fluxo  Detecta a presença ou a ausência de

Sensor de fluxo Interruptor de Fluxo

Detecta a presença ou a ausência de um caudal de um determinado fluido.

Na maioria das aplicações, o interruptor está normalmente desactivado enquanto o caudal do fluido está presente.

Quando o fluxo diminui para determinado valor ou é interrompido, uma válvula de mola actua a válvula que liga ou desliga o micro-interruptor.

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Sensor de posição - Micro- interruptores e Fins-de-Curso Os micro-interruptores e fins-de- curso são normalmente

Sensor de posição - Micro- interruptores e Fins-de-Curso

Os micro-interruptores e fins-de- curso são normalmente utilizados para detectar a posição

de objectos e partes móveis.

e fins-de- curso são normalmente utilizados para detectar a posição de objectos e partes móveis. 60
e fins-de- curso são normalmente utilizados para detectar a posição de objectos e partes móveis. 60
e fins-de- curso são normalmente utilizados para detectar a posição de objectos e partes móveis. 60

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Sensores de fim-de-curso  Assinalam quando determinada atingiu certa posição: parte em movimento  início

Sensores de fim-de-curso

Assinalam

quando

determinada

atingiu certa posição:

parte

em

movimento

início e fim de curso de cilindros em movimento,

ou qualquer passagem intermédia do mesmo cilindro.

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Sensores de deslocamento  Medida de proximidade – detectores de fim de curso  Sensor

Sensores de deslocamento

Medida de proximidade detectores de fim de curso

Sensor de deslocamento digital. Consoante a sua forma de funcionamento podem ser dividido em : microswitches, float switches, pressure switches, etc.

Consoante a sua forma de funcionamento podem ser dividido em : microswitches, float switches, pressure switches,
Consoante a sua forma de funcionamento podem ser dividido em : microswitches, float switches, pressure switches,

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Sensores de Proximidade (tipos de classes)  Capacitivos  Indutivos  Magnéticos  Efeito de

Sensores de Proximidade (tipos de classes)

Capacitivos

Indutivos

Magnéticos

Efeito de Hall

Célula fotoeléctrica

Magnéticos  Efeito de Hall  Célula fotoeléctrica Objectivo: detectar a ausência ou presença de peças

Objectivo: detectar a ausência ou presença de peças em determinado ponto

num ciclo de manufactura.

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Sensor de proximidade – capacitivo  A face activa de um sensor capacitivo é formada

Sensor de proximidade capacitivo

A face activa de um sensor capacitivo é formada por dois eléctrodos metálicos concentricamente posicionados.

Os eléctrodos comportam-se como um condensador aberto que faz a realimentação de um oscilador que permanece inactivo enquanto não é detectado nenhum corpo.

Quando um objecto se aproxima da face do sensor, interrompe as

linhas de campo formadas pelos eléctrodos, causando um

aumento de capacidade por aumento da constante dieléctrica.

O circuito começa então a oscilar, o que permite detectar a presença do objecto.

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Sensor de proximidade – capacitivo  Permitem a detecção de materiais ferrosos e não ferrosos,

Sensor de proximidade capacitivo

Permitem a detecção de materiais ferrosos e não ferrosos, como vidro, água, madeira, óleo, plástico,

Funcionamento:

baseiam-se na variação da capacitância dum circuito eléctrico, funcionando o elemento a detectar como causa da variação da

constante dieléctrica.

Aplicações:

Utilizam-se quando os indutivos e as células fotoeléctricas não funcionam.

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Sensor de proximidade – capacitivo  Os sensores capacitivos são activados por objectos metálicos e

Sensor de proximidade capacitivo

Os sensores capacitivos são activados por objectos metálicos e

não metálicos.

Uma vez colocados entre os dois eléctrodos, os objectos de material não condutor (isoladores) aumentam a capacidade do condensador, por aumento da sua constante dieléctrica.

O maior ou menor aumento de capacidade, depende do material de que é constituído o alvo.

A+ A+ A+ B- B- B-
A+
A+
A+
B-
B-
B-

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Sensor de proximidade – capacitivo OMRON Sensor proximidade capacitivo E2K-X Threaded Cylindrical Capacitive Proximity

Sensor de proximidade capacitivo

Sensor de proximidade – capacitivo OMRON Sensor proximidade capacitivo E2K-X Threaded Cylindrical Capacitive Proximity

OMRON Sensor proximidade capacitivo E2K-X

Threaded Cylindrical Capacitive

Proximity Sensor

• Detects almost any kind of metallic and nonmetallic objects, including glass, lumber, water, oil, and plastic.

• Three choices of threaded cylinder sizes for easy

installation: M12, M18, and M30

• All models equipped with an LED indicator for

operation monitoring.

• Fixed sensing distance requires no sensitivity

adjustment.

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Sensor de proximidade – indutivo  Exigem peças de material ferroso, normalmente de aço. 

Sensor de proximidade indutivo

Exigem peças de material ferroso, normalmente de aço.

Funcionamento:

baseiam-se na

variação da indutância

dum

circuito

eléctrico,

devido à presença de uma peça com aquela característica.

Características:

Dimensões muito pequenas.

Aplicações:

Controlo de posição, operações de posicionamento de peças pequenas, nos elementos terminais de grippers, em operações de contagem e inspecção em que o espaço é pequeno.

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Sensor de proximidade – indutivo  O princípio de operação de um sensor indutivo assenta

Sensor de proximidade indutivo

O princípio de operação de um sensor indutivo assenta num oscilador de alta frequência que pode ser influenciado do exterior por um objecto metálico.

A bobina do circuito oscilador, incorporada num núcleo de ferrite, gera um campo magnético de alta frequência.

Quando um objecto metálico se aproxima do campo criado, gera- se uma corrente de Foucault que obriga a diminuir a amplitude de oscilação. Esta alteração permite detectar a presença do objecto.

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Sensor de proximidade – indutivo Inductive Proximity Sensor TL-W/WM Space Saving Flat Proximity Switch

Sensor de proximidade indutivo

Sensor de proximidade – indutivo Inductive Proximity Sensor TL-W/WM Space Saving Flat Proximity Switch
Sensor de proximidade – indutivo Inductive Proximity Sensor TL-W/WM Space Saving Flat Proximity Switch

Inductive Proximity Sensor TL-W/WM Space Saving Flat Proximity Switch Space-saving, low-profile rigid aluminum die-cast housing (TL-W5E/F). All models provided with an operation indicator. Mounting possible from either the front or rear of the housing. Protected to endure water and oil splashes (conforms to IEC IP67). DC 2-wire models (TL-W5MD1/-W5MD2) provide easy wiring.

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Sensores de deslocamento  Sensores de proximidade indutivos  O enrolamento indutivo é afectado pela

Sensores de deslocamento

Sensores de proximidade indutivos

O enrolamento indutivo é afectado pela presença de materiais ferromagnéticos.

A proximidade de um material ferromagnético é

determinada pela medida da indutância no enrolamento.

 A proximidade de um material ferromagnético é determinada pela medida da indutância no enrolamento. 71

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Sensor de proximidade – Efeito de Hall  Aplicações: Mesmas dos indutivos mas são mais
Sensor de proximidade – Efeito de Hall
 Aplicações:
Mesmas
dos
indutivos
mas
são
mais
robustos
suportando, por exemplo, temperaturas mais elevadas.
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Sensor de proximidade – célula fotoeléctrica  Objectivo: detectar a passagem de partes em movimento.

Sensor de proximidade célula fotoeléctrica

Objectivo:

detectar a passagem de partes em movimento.

Funcionamento:

Fotodíodos que permitem a passagem de corrente eléctrica quando se encontram sob um feixe de fotões. A interrupção desse feixe permite a mudança de estado dum circuito eléctrico.

Estas células são constituídas por um elemento emissor e um reflector que podem estar no mesmo elemento ou em diferentes elementos.

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Sensor de proximidade – célula fotoeléctrica  O princípio de detecção fotoeléctrica é baseado num

Sensor de proximidade célula fotoeléctrica

O princípio de detecção fotoeléctrica é baseado num feixe de luz

emitido pela célula, o qual é afectado pelo objecto alvo, sendo o

resultado da emissão do feixe, avaliado por um sensor receptor.

A saída do sensor é activada quando é recebida luz, ou quando o

feixe é interrompido.

Normalmente, é usada luz modulada na operação das células

fotoeléctricas, por forma a eliminar o efeito da luz ambiente.

é usada luz modulada na operação das células fotoeléctricas, por forma a eliminar o efeito da

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Sensor de proximidade – célula fotoeléctrica Métodos de detecção Sensores reflecto-difusos: combinam emissor e

Sensor de proximidade célula fotoeléctrica Métodos de detecção

Sensores reflecto-difusos: combinam emissor e receptor num único sensor. A luz emitida é reflectida no objecto e captada pelo receptor.

emitida é reflectida no objecto e captada pelo receptor. Sensores convergentes: operam de modo similar aos

Sensores convergentes: operam de modo similar aos sensores reflecto- difusos contudo, o emissor e o receptor têm um foco comum a uma determinada distância do sensor. Somente um objecto colocado no foco faz operar o sensor.

têm um foco comum a uma determinada distância do sensor. Somente um objecto colocado no foco

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Sensor de proximidade – célula fotoeléctrica Métodos de detecção Sensores retro-reflectores: incorporam o

Sensor de proximidade célula fotoeléctrica Métodos de detecção Sensores retro-reflectores: incorporam o emissor e o receptor mas de forma diferente dos mencionados anteriormente, obrigando ao uso de um reflector para receber o feixe emitido. Qualquer objecto que se situe entre o sensor e o reflector reflectirá a luz de maneira muito menos eficiente, quebrando ou atenuando o feixe.

muito menos eficiente, quebrando ou atenuando o feixe. Sensores opostos: conjunto emissor-receptor separados,

Sensores opostos: conjunto emissor-receptor separados, estabelecendo-se o feixe entre os dois componentes. O objecto, passando entre o emissor e o receptor, provoca a interrupção do feixe, alterando o estado do receptor que dará sinal de presença de objecto.

e o receptor, provoca a interrupção do feixe, alterando o estado do receptor que dará sinal

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Sensor de proximidade – célula fotoeléctrica 77

Sensor de proximidade célula fotoeléctrica

Sensor de proximidade – célula fotoeléctrica 77
Sensor de proximidade – célula fotoeléctrica 77

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